Source: https://www.queromeucrc.com.br/2015/02/
Timestamp: 2019-11-17 05:31:16+00:00

Document:
Quero Meu CRC: Fevereiro 2015
De acordo com a Resolução CFC n.º 1.370/11 Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade, compete aos Conselhos Regionais de Contabilidade:
a) elaborar, aprovar e alterar as Normas Brasileiras de Contabilidade de Natureza Técnica e Profissional e os princípios que as fundamentam.
b) exercer a função normativa superior e baixar os atos necessários à interpretação e execução deste Regulamento e à disciplina e fiscalização do exercício profissional.
c) processar, conceder, organizar, manter, baixar, revigorar e cancelar os registros de contador, técnico em contabilidade e organização contábil.
d) representar, com exclusividade, os profissionais da Contabilidade brasileiros nos órgãos internacionais e coordenar a representação nos eventos internacionais de Contabilidade.
Pessoal, nessa questão é necessário diferenciar o que compete aos CRCs (Conselhos Regionais de Contabilidade) e ao CFC (Conselho Federal de Contabilidade).
Para quem não sabe qual a diferença entre os dois, vou tentar explicar abaixo:
O CFC, é o Conselho Federal de Contabilidade, que orienta, normatiza e fiscaliza o exercício da nossa profissão contábil no país, através dos Conselhos Regionais de Contabilidade e fica localizado lá em Brasília; (saiba mais no site do CFC: http://portalcfc.org.br/o_conselho/)
Os CRCs, que são os Conselhos Regionais de Contabilidade, são os representantes do CFC nos estados, e fazem parte do sistema de registro e fiscalização do exercício da profissão contábil. (saiba mais no site do CRC SP: http://www.crcsp.org.br/)
Traduzindo numa linguagem bem mais simples: é como se o CFC fosse a matriz e os CRC’s as filiais....hehehe
E aí tem as atividades que compete somente ao CFC e tem as atividade que competem somente aos CRCs, e na questão acima essas atividades se misturam.
No artigo 17 da Resolução CFC nº 1.370/11, nos mostra o que é de competência do CFC.
No artigo 18 da Resolução CFC nº 1.370/11, nos mostra o que é de competência dos CRCs.
Vamos analisar cada alternativa: \o/
Análise: em relação à elaboração, aprovação e alteração das NBCs e Princípios, compete ao CFC, conforme a Resolução CFC nº 1.370/11 no artigo 17º:
...IV – elaborar, aprovar e alterar as Normas Brasileiras de Contabilidade de Natureza Técnica e Profissional e os princípios que as fundamentam;...
Logo, essa opção é incorreta!
Análise: essa função normativa, cabe ao CFC. Veja na Resolução:
...III – exercer a função normativa superior, baixando os atos necessários à interpretação e execução deste Regulamento e à disciplina e fiscalização do exercício profissional;...
Análise: toda essa parte de registro do profissional cabe aos CRCs, conforme a Resolução:
...V – processar, conceder, organizar, manter, baixar, revigorar e cancelar os registros de contador, técnico em contabilidade e organização contábil;...
É essa a opção correta!
Análise: isso é só com o CFC mesmo...rsrsrs. Veja abaixo:
...XI – representar, com exclusividade, os profissionais da Contabilidade brasileiros nos órgãos internacionais e coordenar a representação nos eventos internacionais de Contabilidade;...
A alternativa correta é a letra “C”!
Para quem ainda não tem a Resolução CFC nº 1.370/11, baixe no link:
Resolução CFC nº 1.370/11
De acordo com a Resolução CFC n.º 1.370/11 Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade, o órgão originalmente competente para conhecer, processar e julgar controvérsias relacionadas aos Conselhos de Contabilidade é:
a) a Justiça Estadual.
b) a Justiça Federal.
c) o Tribunal de Contas do Estado.
d) o Tribunal Regional Eleitoral.
Bom, essa questão é super simples! =)
No Art. 7º da Resolução CFC nº 1.370/11, diz o seguinte:
“Art. 7º Compete originariamente à Justiça Federal conhecer, processar e julgar as controvérsias relacionadas aos Conselhos de Contabilidade.”
Logo, a alternativa correta é a letra “B”!
Um profissional da Contabilidade “A” foi contratado para a execução de um trabalho contábil especializado. Por ser um trabalho extenso, o profissional “A” repassou uma grande parte dos serviços para um profissional “B” de reconhecida competência na mesma especialidade. No ano seguinte, em virtude de um problema relevante ocorrido no trabalho realizado, o cliente cobrou a responsabilidade do profissional “A”.
Porém, esse profissional “A” negou sua responsabilidade, alegando que os trabalhos foram realizados pelo profissional “B”, que elaborou e assinou os documentos.
De acordo com o Código de Ética Profissional do Contador, a atitude do profissional “A”, contratado pelo cliente, quanto à responsabilidade, foi:
a) correta, pois a responsabilidade é de quem executou o serviço, no caso do profissional “B”.
b) correta, pois há documentos que comprovam que o trabalho foi realizado pelo profissional “B”.
c) incorreta, pois ele não poderia repassar os serviços para o profissional “B”.
d) incorreta, pois, mesmo repassando o trabalho, a responsabilidade técnica continua sendo sua.
Que caso interessante esse, não? Rsrsrs
Bom, lá no nosso Código de Ética (Resolução CFC 803/96, com alterações pela Resolução CFC 1.307/10), no seu artigo 7º e parágrafo único, diz o seguinte:
(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10)
(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10)"
Logo, a atitude foi incorreta, pois mesmo repassando o trabalho, a responsabilidade técnica continua sendo do profissional “A”.
Sendo assim, a alternativa correta é a letra “D”!
Para quem ainda não tem a Resolução CFC nº 803/96, alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, baixe no link:
Com base na NBC PG 100 Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade, relacione as nomenclaturas dos princípios éticos que o profissional da Contabilidade deve cumprir, apresentadas na primeira coluna, com as situações descritas na segunda coluna e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
Pessoal, aqui se faz necessário ter uma noção breve sobre a NBC PG 100 – Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade. Essa norma traz, basicamente, os conceitos sobre os “5 Princípios Éticos”, que são: Integridade, Objetividade, Competência profissional e devido zelo, Sigilo profissional e Comportamento Profissional. E lá na página 2 diz o seguinte:
“100.5 O profissional da contabilidade deve cumprir os seguintes princípios éticos:
Logo, a sequência é: 3, 1, 2, que está na alternativa da letra “C”!
Orientações: Código de Ética do Profissional Contador
Fiz um vídeo com orientações sobre o “Código de Ética do Profissional Contador”.
Essas orientações são para Bacharéis e Técnicos também!
As normas que caem no Exame de Suficiência e que comentei no vídeo são:
(clique na norma para baixa-la)
Resolução CFC 833/96 com alterações pela 1.307/10
NBC PG 100 de 2014
Resolução CFC 1.370/11
Para baixar os slides desse vídeo, clique no link abaixo:
Slides_Código-de-Ética
Olá queridos! Estive comparando a prova de Bacharel com a prova de Técnico desse último exame de suficiência, e advinhem????
Exatamente 34 questões (do total de 50 questões), ou seja, 68%, são QUESTÕES IDÊNTICAS....
Vejam o Resumo Comparativo:
Para baixar a análise completa em Excel, clique no link abaixo:
Questões 02/2014 - Bacharel X Técnico
Marcadores: 04 - Questões Técnico, 05 - Questões Bacharel
Questões por Assunto: CRC 02/2014 - Prova de Bacharel
Vocês sabiam que na última prova para BACHAREL, do 2ºSem/2014, caíram 12 questões de Contabilidade Geral? E que corresponde a 24% das questões? Vejam abaixo no "Resumo" o percentual por assunto...
É importante saber priorizar os estudos nessa reta final e otimizar os resultados!!!
Para saber a classificação de cada questão por assunto, baixe o arquivo abaixo em Excel:
Assuntos: CRC 02/2014 - Prova Bacharel
Bons estudos para todos! =)
Questões por Assunto: CRC 02/2014 - Prova de Técnico
Vocês sabiam que na última prova para Técnico, do 2ºSem/2014, caíram 20 questões de Contabilidade Geral? E que corresponde a 40% das questões? Vejam abaixo no "Resumo" o percentual por assunto...
Assuntos: CRC 02/2014 - Prova Técnico
Marcadores: 01 - Dicas de Estudos, 04 - Questões Técnico
Um título de renda fixa, com prazo de dois anos, garante pagamentos de juros de R$600,00, ao final de cada ano, e resgate de R$5.000,00, no vencimento do título.
Considerando-se uma taxa de juros compostos de 10% ao ano, o valor presente do título é igual a:
a) R$5.123,97.
b) R$5.173,55.
c) R$5.636,36.
d) R$5.690,90.
Uma sociedade empresária obteve um empréstimo com vencimento final para 30.11.2016.
O valor total a ser pago para a quitação da dívida, no vencimento, incluindo-se juros e principal, é de R$125.440,00.
O contrato permite liquidação antecipada, utilizando-se a taxa de juros compostos de 12% a.a.
a) R$93.528,06.
b) R$101.161,29.
c) R$112.000,00.
Hoje vim compartilhar, para quem ainda não tem, todas as questões do exame do 2ºSem/2012 do Técnico respondidas nesse material em PDF do link abaixo:
Questões 02/2012 - Prova Técnico
Elaborei esse material em 2013 para meus ex-alunos que iam prestar o exame, mas creio que dá para aproveitar muita coisa ainda...
Esse material também está disponível no blog da turma TC58N, em: https://tc58n.wordpress.com/professo…/prof-yasmin-fernandes/
Espero que gostem e que os ajudem! =)
Assinale a opção que apresenta o tributo cobrado pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, instituído para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária.
No artigo 81 do Código Tributário Nacional diz o seguinte:
Logo, a opção correta é a “A”!
Considere que uma Lei Ordinária federal aumentou a alíquota e ampliou a base de cálculo de um determinado tributo.
Acerca da situação apresentada, conforme o que estabelece a Constituição Federal, assinale a opção CORRETA.
a) A Lei Ordinária não poderia ter alterado a alíquota nem a base de cálculo, uma vez que a alteração de ambas é matéria reservada a Lei Complementar.
b) A Lei Ordinária não poderia ter alterado a alíquota, mas poderia alterar a base de cálculo, uma vez que apenas a alteração de alíquota é matéria reservada a Lei Complementar.
c) A Lei Ordinária poderia ter alterado a alíquota e a base de cálculo, já que a alteração de ambas não é matéria reservada a Lei Complementar.
d) A Lei Ordinária poderia ter alterado a alíquota, mas, não, a base de cálculo, uma vez que a alteração da base de cálculo é matéria reservada a Lei Complementar.
Pessoal, segundo o site Wikipédia, as diferenças entre lei ordinária e lei complementar são;
“No direito, lei complementar é uma lei que tem, como propósito, complementar, explicar e adicionar algo à constituição. A lei complementar diferencia-se da lei ordinária desde o quorum para sua formação. A lei ordinária exige apenas maioria simples de votos para ser aceita; já a lei complementar exige maioria absoluta. Na verdade, não há hierarquia entre lei ordinária e lei complementar; o que há são campos de atuação diversos. Segundo jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, não existe tal hierarquia, mas o Superior Tribunal de Justiça acha que existe, justamente por causa da diferença entre os quorum, sendo a lei complementar hierarquicamente superior à lei ordinária (baseia-se na regra da pirâmide de Kelsen sobre a hierarquia das leis).”
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_complementar
Na Constituição Federal de 1988, diz o seguinte:
Logo, a opção correta é a “D”!
O Código Tributário Nacional estabelece que, na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará, sucessivamente, na ordem indicada: a analogia; os princípios gerais de Direito Tributário; os princípios gerais de Direito Público; a equidade.
Em relação ao critério de interpretação anteriormente descrito, assinale a opção
a) O emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei; e o emprego da equidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido.
b) O emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei; e o emprego da equidade poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido.
c) O emprego da analogia poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei; e o emprego da equidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido.
d) O emprego da analogia poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei; e o emprego da equidade poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido.
No artigo 108 do Código Tributário Nacional diz o seguinte:
Se você quiser dar uma olhada no Código Tributário Nacional, clique no link:

References: artigo 17
 artigo 18
 artigo 17
 artigo 7
 artigo 81
 artigo 108