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Timestamp: 2019-11-20 04:25:04+00:00

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Decreto 4408/95 | Decreto nº 4.408 de 21 de julho de 1995, Governo do Estado da Bahia
Decreto 4408/95 | Decreto nº 4.408 de 21 de julho de 1995
Publicado por Governo do Estado da Bahia (extraído pelo Jusbrasil) - 24 anos atrás
Regulamenta os arts. 57 e 58, da Lei nº 6677, de 26 de setembro de 1994, dispõe sobre as consignações em folha de pagamento dos servidores públicos dos órgãos da administração direta, das autarquias e fundações do Poder Executivo Estadual e dá outras providências. Ver tópico (6 documentos)
O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, D E C R E T A
Art. 1º - Os servidores públicos civis, ativos e inativos, dos órgãos da administração direta das autarquias e fundações do Poder Executivo Estadual, além dos descontos obrigatórios estabelecidos em lei ou decorrentes de decisão judicial, poderão ter consignadas em folha de pagamento importâncias destinadas à satisfação de compromissos assumidos, desde que autorizem a consignação, mediante contratos ou outros instrumentos lavrados para esse fim com as entidades consignatárias. Ver tópico
Art. 2º - Poderão ser consignatárias: Ver tópico (1 documento)
I - órgãos e entidades da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal, direta ou indireta; Ver tópico
II - entidades de classe, representativas, assistenciais ou sócio-recreativas, constituídas de servidores públicos estaduais; Ver tópico
III - cooperativas de consumo formadas por servidores públicos, que forneçam através de seus próprios armazéns; Ver tópico
IV - entidades de classe de âmbito nacional ou com sede em outra unidade da Federação; Ver tópico
V - entidades de seguros e previdência privada. Ver tópico
VI - instituições financeiras; Ver tópico (1 documento)
Inciso VI acrescido ao art. 2º pelo art. 1º do Decreto nº 7.758, de 22 de fevereiro de 2000 .
VII - entidades de crédito. Ver tópico (1 documento)
Inciso VII acrescido ao art. 2º pelo art. 1º do Decreto nº 7.758, de 22 de fevereiro de 2000 .
Art. 3º - As entidades referidas nos incisos III a V do artigo anterior serão admitidas como consignatárias, desde que preencham as seguintes condições: Ver tópico
I - possuam escrituração e registro contábeis exigidos pela legislação específica e comprometam-se a franquear à administração pública o seu exame; Ver tópico
II - apresentem cópia de carta patente que comprove a sua integração no Sistema Nacional de Seguros (SUSEP), nos termos da legislação aplicável, quando se tratar de entidades de seguros e previdência privada; Ver tópico
III - comprovem o seu registro mediante certidão atualizada, na forma da legislação pertinente, quando se tratar de cooperativas de consumo formadas por servidores públicos estaduais. Ver tópico
Parágrafo único - A admissão de entidades de classe referidas no inciso II do artigo anterior, ficará condicionada à apresentação de cópia dos seus atos constitutivos e registros exigidos na forma da legislação específica. Ver tópico
Art. 4º - A inscrição de consignatárias será autorizada pelo Secretário da Administração e formalizar-se-á por ato de publicação obrigatória no Diário Oficial do Estado. Ver tópico
Art. 5º - Poderão ser consignados em folha de pagamento os seguintes compromissos: Ver tópico (1 documento)
I - contribuições estatutárias de entidades de servidores públicos; Ver tópico
II - amortização de juros e empréstimos, contraídos em instituições, que comprovem, mediante certidões atualizadas, estarem autorizadas a operar de acordo com a legislação específica, ou nas entidades representativas de servidores públicos; Ver tópico
Revogado pelo art. 5º do Decreto nº 8.217, de 19 de abril de 2002.
III - prêmios de seguro de vida, individual ou em grupo, de fidelidade funcional, de casa própria e de saúde; Ver tópico
IV - quantias devidas à Fazenda Nacional, Estadual ou Municipal; Ver tópico
V - quotas -partes de cooperativas formadas por servidores estaduais, bem como, quotas de aquisição, junto a essas entidades, de mercadorias e gêneros; Ver tópico
VI - quotas de subsistência de cônjuge, filhos e outros dependentes, em cumprimento a decisão judicial; Ver tópico
VII - contribuições para planos de saúde; Ver tópico
VIII - outros a que os servidores estejam obrigados em virtude da lei. Ver tópico
Art. 6º - Os descontos em folha de pagamento, salvo os obrigatórios decorrente de lei ou decisão judicial, só serão admitidos com autorização expressa do consignante no instrumento encaminhado para averbação. Ver tópico
Parágrafo único - O órgão ou entidade que deva efetuar consignações facultativas obrigar-se-á ao cumprimento do termo de averbação, ressalvada a superveniência de determinação legal ou judicial que torne inexequíveis as correspondentes prestações. Ver tópico
Art. 7º - O total de consignações averbadas não poderá exceder a 30% (trinta por cento) da remuneração ou dos proventos mensais do servidor. Ver tópico (1 documento)
§ 1º - Quando se tratar de reposições ou indenizações devidas ao erário, o desconto mensal correspondente às mesmas não poderá exceder de 1/3 (um terço) da remuneração ou dos proventos do servidor. Ver tópico
§ 2º - Será recusada a inclusão de consignação que, somada às já existentes, exceda os limites estabelecidos neste artigo. Ver tópico
Art. 8º - Os descontos em favor dos cofres públicos e as pensões alimentícias terão preferência sobre quaisquer outros de natureza consensual. Ver tópico
§ 1º - Na hipótese de desconto em favor dos cofres públicos, se o valor a ele correspondente, somado às consignações já averbadas, ultrapassar o limite previsto no § 1º do artigo anterior, proceder-se-á a inclusão da quantia que se contiver na margem consignável, recusando-se a averbação de novos consensuais, até a liquidação do débito. Ver tópico
§ 2º - Sendo irrisória a margem consignável apurada na forma do parágrafo precedente, poderá a administração determinar o cancelamento de consignações consensuais em valor bastante para possibilitar o desconto em favor do erário, observado o limite estabelecido para débitos de tal natureza. Ver tópico
§ 3º - Quando o valor relativo à pensão alimentícia, somado aos descontos existentes, ultrapassar o percentual de 70% (setenta por cento) da remuneração ou dos proventos mensais, deverá ser efetuado o cancelamento de tantas consignações consensuais quantas sejam suficientes para atender ao desconto mensal de alimentos determinado, notificando-se as partes envolvidas. Ver tópico
Art. 9º - Ficam vedadas as consignações de indenização de aluguel, pelo valor total ou parcial deste, bem como o custeio integral de moradia do servidor pelos cofres públicos, em decorrência de contratos de locação de imóveis residenciais, firmados diretamente com os respectivos proprietários pelos órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual. Ver tópico
Parágrafo único - Na hipótese prevista neste artigo, caberá ao órgão ou entidade responsável promover a substituição do benefício pelo Auxílio-moradia, definido no artigo 74 da Lei nº 6.677, de 26 de setembro de 1994, quando couber, obedecidos os limites e condições ali estabelecidos. Ver tópico
Art. 10 - As consignações relativas a vale-transporte e vale-refeição observarão as disposições contidas nas respectivas normas regulamentares. Ver tópico
Art. 11 - As entidades consignatárias que já operam com os órgãos da administração direta, com as autarquias e fundações do Poder Executivo Estadual, terão o prazo de 90 (noventa) dias, para se adaptarem às condições estabelecidas neste Decreto. Ver tópico
Parágrafo único - Decorrido o prazo estabelecido neste artigo, deverão ser excluídas do Sistema Integrado de Recursos Humanos - SRH as entidades que não se adaptarem às disposições deste Decreto. Ver tópico
Art. 12 - Após adotadas as providências determinadas no artigo precedente, a Secretaria da Administração divulgará, em ato próprio, listagem das consignatárias mantidas no SRH. Ver tópico
Parágrafo único - A Secretaria da Administração implantará e manterá o cadastro central de consignatárias inscritas na administração direta e indireta do Poder Executivo Estadual. Ver tópico
Art. 13 - A Secretaria da Administração expedirá as Instruções que julgue necessárias ao fiel cumprimento deste Decreto, definindo as rotinas e procedimentos que deverão ser observados, inclusive, nas hipóteses de concorrência de débitos de pensão alimentícia. Ver tópico
Art. 14 - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Ver tópico
PALáCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA, em 21 de julho de 1995.
Sérgio Augusto Martins Moysés
Edilson Souto Freire
Secretário de Energia, Transportes e Comunicações
Pedro Henrique Lino de Souza
Ivan Nogueira Brandão
Luiz Antonio Vasconcellos Carreira
Secretário de Recursos Hídricos, Saneamento e Habitação
José Maria de Magalhães Netto
Heraldo Eduardo Rocha
Artigo 17 do Decreto nº 9.201 de 25 de Outubro de 2004 da Bahia
Artigo 5 do Decreto nº 8.217 de 27 de Junho de 2003 da Bahia
Decreto nº 8.217 de 19 de Abril de 2002 da Bahia
Artigo 2 do Decreto nº 7.758 de 22 de Fevereiro de 2000 da Bahia
Artigo 1 do Decreto nº 7.758 de 22 de Fevereiro de 2000 da Bahia
Decreto nº 7.758 de 22 de Fevereiro de 2000 da Bahia
Decreto nº 4.408 de 21 de Julho de 1995 da Bahia
Artigo 74 da Lei nº 6.677 de 26 de Setembro de 1994 da Bahia
Disponível em: https://governo-ba.jusbrasil.com.br/legislacao/81335/decreto-4408-95

References: artigo 74

Artigo 17

Artigo 5

Artigo 2

Artigo 1

Artigo 74