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Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de CONSULTA PÚBLICA - PDF
Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de CONSULTA PÚBLICA
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Ivan Batista Felgueiras
1 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de CONSULTA PÚBLICA OBJETO: Adequação dos Requisitos de Avaliação da Conformidade para Fios, Cabos e Cordões Flexíveis Elétricos. ORIGEM: Inmetro / MDIC. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, nos incisos I e IV do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999, e no inciso V do artigo 18 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo Decreto n 6.275, de 28 de novembro de 2007, resolve: Art. 1º Disponibilizar, no sítio a proposta de texto da Portaria definitiva de adequação dos Requisitos de Avaliação da Conformidade para Fios, Cabos e Cordões Flexíveis Elétricos. Art. 2º Declarar aberto, a partir da data da publicação desta Portaria no Diário Oficial da União, o prazo de 30 (trinta) dias para que sejam apresentadas sugestões e críticas relativas ao texto proposto. Art. 3º Informar que as críticas e sugestões a respeito do texto supramencionado deverão ser encaminhadas para os seguintes endereços: - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Inmetro Diretoria de Avaliação da Conformidade - Dconf Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade Dipac Rua da Estrela n.º 67-2º andar Rio Comprido CEP Rio de Janeiro RJ,ou - Art. 4º Estabelecer que, findo o prazo fixado no artigo 2º desta Portaria, o Inmetro se articulará com as entidades que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando à consolidação do texto final. Art. 5º Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência. JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA
2 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas no 3º do artigo 4º da Lei n.º 5.966, de 11 de dezembro de 1973, nos incisos I e IV do artigo 3º da Lei n.º 9.933, de 20 de dezembro de 1999, e no inciso V do artigo 18 da Estrutura Regimental da Autarquia, aprovada pelo Decreto n 6.275, de 28 de novembro de 2007; Considerando a alínea f do subitem 4.2 do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, aprovado pela Resolução Conmetro n.º 04, de 02 de dezembro de 2002, que atribui ao Inmetro a competência para estabelecer as diretrizes e critérios para a atividade de avaliação da conformidade; Considerando a necessidade de atualizar o Programa de Avaliação da Conformidade de Fios, Cabos e Cordões Flexíveis Elétricos, decorrente da revisão da norma ABNT NBR 14633:2013 Cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de polietileno clorossulfonado (CSP) para tensões até 500 V - Requisitos de desempenho; Considerando a necessidade de adequar os ferros elétricos às determinações contidas na Portaria n.º 10, de 25 de janeiro de 2010, publicada no Diário Oficial da União de 27 de janeiro de 2010, seção 01, página 136; Considerando a necessidade de fazer ajustes no Regulamento Técnico da Qualidade de Fios, Cabos e Cordões Flexíveis Elétricos, aprovado pela Portaria Inmetro nº 589, de 05 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União de 07 de novembro de 2012, seção 01, página 71 e nos Requisitos de Avaliação da Conformidade de Fios, Cabos e Cordões Flexíveis Elétricos, aprovado pela Portaria n.º 640, de 30 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União de 07 de dezembro de 2012, seção 01, página 238, resolve baixar as seguintes disposições: Art. 1º Determinar a alteração do Art. 3 da Portaria n 640/2012, que passará a vigorar com a seguinte redação: Art. 3º Instituir, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, a certificação compulsória para fios, cabos e cordões flexíveis elétricos, a qual deverá ser realizada por Organismo de Certificação de Produto OCP, acreditado pelo Inmetro, consoante o estabelecido no Regulamento ora aprovado. 1º Esses Requisitos se aplicam aos fios, cabos e cordões flexíveis elétricos, abaixo descritos, delimitados pelos Anexos Específicos do RAC ora aprovado: I - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) ou polietileno (PE) para tensão de 1 kv, inclusive; II - Cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de polietileno clorossulfonado (CSP) para tensões até 500 V; (...) (N.R.)
3 Fl.2 da Portaria n /Presi, de / / 2014 Art. 2º Determinar que o item 1.1 da Portaria n 640/2012, passará a vigorar com a seguinte redação: 1.1 Escopo de Aplicação O escopo deste programa é delimitado pelos Anexos Específicos, conforme tabela a seguir. ANEXO ESPECÍFICO I II (...) (N.R.) ESCOPO Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) ou polietileno (PE) para tensão de 1 kv, inclusive, abrangidos pela ABNT NBR 7288:1994 Estabelecer os requisitos técnicos para cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de polietileno clorossulfonado (CSP) para tensões até 500 V, abrangidos pela norma ABNT NBR 14633:2013 Art. 3º Determinar que os itens 1 e 2 do Anexo Específico II da Portaria n 640/2012, passarão a vigorar com a seguinte redação: 1 OBJETIVO Este anexo específico se aplica aos cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de polietileno clorossulfonado (CSP) para tensões até 500 V, abrangidos pela norma ABNT NBR 14633: DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Além dos documentos deste RAC, aplica-se o seguinte documento complementar: ABNT NBR 14633: 2013 (...) (N.R.) Cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de polietileno clorossulfonado (CSP) para tensões até 500 V Requisitos de desempenho Art. 4º Determinar que o item 4.1 do Anexo Específico II da Portaria n 640/2012, passará a vigorar com a seguinte redação: 4.1 Família Os produtos abrangidos por este Anexo Específico constituem duas famílias, podendo variar a classe térmica, número de condutores, a seção nominal e a cor. a) Cordão Flexível Paralelo CSP 90ºC e/ou 105ºC 300/300V Classe 5 ou 6 NBR 14633:2013 b) Cabo Flexível Circular CSP 90ºC e/ou 105ºC 300/500V Classe 5 ou 6 NBR 14633:2013. (N.R.) Art. 5º Determinar que o item 5.1 do Anexo Específico II da Portaria n 640/2012, passará a vigorar com a seguinte redação: 5.1 Definição dos Ensaios Iniciais, Amostragem e Critérios de Aceitação Os ensaios iniciais são os ensaios de tipo, previstos no Anexo Específico II do RTQ para este objeto As amostras a serem retiradas para a realização dos ensaios devem obedecer aos critérios previstos na tabela abaixo. A amostra deve corresponder a uma unidade de expedição em rolo, com um lance nominal mínimo de 100 m ou, em caso de cabos acondicionados em bobinas, de um comprimento da amostra mínimo de 30 m.
4 Fl.3 da Portaria n /Presi, de / / 2014 Produto Cordão CSP Flexível Paralelo Cabo CSP Flexível Circular Nº de veias Classe de encordoamento Tensão (V) Ensaios de tipo 2 5 ou 6 300/300V 2x0,75 mm² 2x2,5mm² 2 e 3 5 ou 6 300/500V 3x0,75mm² 2x2,5mm² Caso não seja produzido algum dos condutores nas seções nominais indicadas pela tabela acima, deve ser empregado no processo de certificação aquele com seção nominal mais próxima Deve ser coletada uma amostra para prova, contraprova e testemunha, conforme o item , da parte principal deste documento Os ensaios de tipo devem ser aplicados para os cabos e cordões pertencentes à classe de encordoamento 5. Caso esses não sejam fabricados, aplica-se aos da classe Caso o condutor com a classe de encordoamento 6 não submetido ao ensaio de tipo, serão realizados os ensaios de rotina e de flexibilidade, conforme as seções nominais e formações definidas na tabela acima Além da amostra prevista no item deve ser coletada uma amostra de 30 m de fio elementar de cobre, antes dos processos de encordoamento, para a realização do ensaio de determinação do alongamento e resistividade elétrica do cobre Os ensaios iniciais não devem apresentar não conformidades. (N.R) Art. 6º Determinar que os itens e do Anexo Específico II da Portaria n 640/2012, passarão a vigorar com a seguinte redação: Ensaios Básicos A cada seis meses devem ser realizados os ensaios previstos nos itens e Para cordões elétricos: a) Verificação da marcação; b) Verificação da construção do condutor; c) Verificação dimensional da isolação; d) Tensão elétrica; e) Resistência elétrica; f) Separação das veias isoladas; g) Resistência de isolamento à temperatura ambiente Para cabos elétricos: a) Verificação da marcação; b) Verificação da construção do condutor; c) Verificação dimensional da isolação e cobertura; d) Ensaio de resistência elétrica; e) Ensaio de tensão elétrica; f) Ensaio de resistência de isolamento à temperatura ambiente.
5 Fl.4 da Portaria n /Presi, de / / Ensaios Complementares Além dos mencionados no item anterior, para os cabos e cordões, devem ser realizados, de acordo com a frequência dos ensaios de manutenção, os ensaios previstos pelos itens e Para cordões elétricos: a) 1º Semestre: Resistividade elétrica e resistência à alta temperatura; b) 2º Semestre: Mecânicos da isolação antes e após envelhecimento e aderência do condutor sobre a isolação; c) 3º Semestre: Resistência à chama e tensão elétrica de longa duração; d) 4º Semestre: Resistência de isolamento à temperatura de operação em regime permanente (90 o C ou 105 C) e mecânicos da isolação antes e após envelhecimento Para cabos elétricos: a) 1º Semestre: Resistividade elétrica e resistência a alta temperatura; b) 2º Semestre: Mecânicos da isolação e cobertura antes e após envelhecimento e envelhecimento em cabo completo; c) 3º Semestre: Resistência à chama e tensão elétrica nas veias e ensaio de flexibilidade seguido de tensão elétrica; e d) 4º Semestre: Resistência de isolamento à temperatura de operação em regime permanente (90º ou 105ºC) e mecânicos da isolação e cobertura antes e após envelhecimento A referência para os ensaios previstos nos itens e é a concessão do Certificado de Conformidade. (N.R.) Art. 7º Determinar a alteração do item 1 OBJETIVO na Portaria n 589/2012, que passará a vigorar com a seguinte redação: 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos técnicos para fios, cabos e cordões flexíveis elétricos que devem ser atendidos no Programa de Avaliação da Conformidade para este objeto, com foco na segurança e visando à prevenção de acidentes. Para simplificação os fios, cabos, condutores e cordões flexíveis elétricos serão chamados neste documento de cabos. Este documento está estruturado da seguinte maneira: ANEXO I - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila ou polietileno para tensão de 1 kv, abrangidos pela ABNT NBR ANEXO II - Cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de polietileno clorossulfonado (CSP) para tensões até 500 V, abrangidos pela ABNT NBR 14633:2013. (...) (N.R.) Art. 8º Determinar que Anexo II da Portaria n 589/2012, passará a vigorar de acordo com o texto anexo a essa Portaria. Art. 9º Cientificar que ficam mantidas as demais disposições contidas nas Portarias nº 589/2012 e 640/2012.
6 Fl.5 da Portaria n /Presi, de / / 2014 Art. 10 Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA
7 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 2014 ANEXO ANEXO II CABOS E CORDÕES FLEXÍVEIS COM ISOLAÇÃO EXTRUDADA DE POLIETILENO CLOROSSULFONADO PARA TENSÕES ATÉ 500 V 2.1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos técnicos para cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de polietileno clorossulfonado para tensões até 500 V, abrangidos pela norma ABNT NBR 14633: A versão da norma ABNT NBR mencionada nesse Anexo é a do ano de SIGLAS CSP Polietileno clorossulfonado 2.3 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES ABNT NBR 5426:1985 Planos de amostragem a procedimentos na inspeção por atributos ABNT NBR NM IEC Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de :2001 cobertura de cabos elétricos - Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 1: Medição de espessuras e dimensões externas - Ensaios para a determinação das propriedades mecânicas ABNT NBR 6251:2012 Cabos de potência c om isolação sólida extrudada para tensões de 1 kv a 35 kv Requisitos construtivos ABNT NBR NM Condutores de cabos isolados (IEC 60228, MOD) 280:2002 ABNT NBR 7312:1998 Rolos de fios e cabos elétricos - Características dimensionais ABNT NBR 9511:1997 Cabos elétricos - Raios mínimos de curvatura para instalação e diâmetros mínimos de núcleos de carretéis para acondicionamento ABNT NBR NM Condutores e cabos isolados - Ensaio de centelhamento 244:2000 ABNT NBR 11137:2012 Carretel de madeira para acondicionamento de fios e cabos elétricos - Dimensões e estruturas 2.4 DEFINIÇÕES Para fins deste RTQ são adotadas as definições contidas nos documentos citados no item REQUISITOS TÉCNICOS Requisitos Gerais Designação dos cordões flexíveis Os cordões flexíveis se caracterizam pela tensão nominal Uo/U: 300 V/300 V. As definições das tensões Uo e U se encontram na norma técnica ABNT NBR Designação dos cabos flexíveis Os cabos flexíveis se caracterizam pelas tensões de isolamento Uo/U: 300/500 V. As definições das tensões de isolamento Uo e U se encontram na ABNT NBR Condições em regime permanente A temperatura no condutor, em regime permanente, não deve ultrapassar 90 C, para cabos e cordões isolados com composto CSP 90 e 105ºC, para cabos e cordões isolados com composto CSP
8 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ Condições em regime de sobrecarga A temperatura no condutor, em regime de sobrecarga, não deve ultrapassar 130 C. A operação neste regime não deve superar 100 h durante 12 meses consecutivos, nem 500 h durante a vida do cabo Condições em regime de curto-circuito A temperatura no condutor, em regime de curto-circuito, não deve ultrapassar 250 C. A duração neste regime não deve ultrapassar 5s Marcação, rotulagem e embalagem Os cabos e cordões flexíveis devem ser acondicionados de maneira a ficarem protegidos durante o manuseio, transporte e armazenagem. O acondicionamento deve ser em rolo ou carretel. O carretel deve ter resistência adequada e ser isento de defeitos que possam danificar o produto O acondicionamento em carretéis deve ser limitado à massa bruta de 5000 kg e o acondicionamento em rolos deve ser limitado a 40 kg para movimentação manual. Em rolos cuja movimentação deva ser efetuada por meio mecânico, é permitida massa superior a 40 kg Os cabos e cordões flexíveis devem ser fornecidos em unidades de expedição com comprimento nominal de fabricação. Para cada unidade de expedição (rolo ou carretel), a incerteza máxima no método de medição do comprimento efetivo deve ser de ± 1 % Para cabos e cordões acondicionados em carretéis, admite-se, que o comprimento efetivo em cada unidade de expedição seja diferente do nominal em no máximo ± 3 %. Para efeitos comerciais, neste caso, o fabricante deve declarar o comprimento efetivo Admite-se que até 5% dos lances de um lote de expedição sejam diferentes quanto ao comprimento nominal, com um mínimo de 50 % do comprimento do referido lance, devendo o fabricante declarar o comprimento efetivo de cada unidade de expedição Os carretéis devem possuir dimensões conforme as normas técnicas ABNT NBR 9511 e ABNT NBR e os rolos conforme a norma técnica ABNT NBR As extremidades dos cabos e cordões flexíveis acondicionados em carretéis devem ser convenientemente vedadas com fita autoaglomerante ou outro tipo de vedação resistente às intempéries, a fim de evitar a penetração de umidade durante o manuseio, transporte e armazenagem Externamente, os carretéis e bobinas devem ser marcados nas duas faces laterais, diretamente sobre o disco ou por meio de plaquetas, com caracteres legíveis e permanentes, com, no mínimo, as seguintes indicações: a) Nome ou marca do fabricante; b) Origem da indústria; c) Tensão de isolamento (V) ou (V 0 /V), em V; d) Número de condutores e seção nominal, em mm²; e) Tipo de material (cabo flexível); f) Composição do produto: cobre/csp ou cobre/ CSP/CSP; g) Classe térmica do material (90 C ou 105 C); h) Comprimento (ou comprimento efetivo), em metros; i) Massa bruta, em quilogramas; j) Número de série; k) Seta no sentido de rotação para desenrolar; l) Cor da isolação dos cordões ou da cobertura para os cabos; 2
9 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 2014 m) Norma técnica base para a certificação; n) Lote e data de fabricação; o) Número de série do carretel Externamente aos rolos deve ser colocada uma etiqueta com, no mínimo, as seguintes indicações, em tinta indelével: a) Nome ou marca do fabricante; b) Origem da indústria; c) Tipo de material (cabo flexível); d) Composição do produto: cobre/csp ou cobre/ CSP/CSP; e) Classe térmica do material (90 C ou 105 C); f) Tensão de isolamento (V) ou (V 0 /V), em V; g) Número da norma técnica de referência; h) Comprimento nominal, em metros; i) Número de condutores e seção nominal, em mm²; j) Massa bruta, expressa em quilogramas; k) Lote e data de fabricação; l) Cor da isolação para os cordões ou cor da cobertura para os cabos Requisitos específicos Condutor O condutor deve ser de cobre e deve satisfazer aos requisitos da classe 5 ou da classe 6 estabelecidos na ABNT NBR NM A superfície dos fios componentes do condutor encordoado não pode apresentar fissuras, escamas, rebarbas, asperezas, estrias ou inclusões. O condutor pronto não pode apresentar falhas de encordoamento Isolação O material da isolação dos cordões e cabos deve ser constituído por composto extrudado à base de polietileno clorossulfonado (CSP) ou polímero similar. São previstos dois tipos de compostos: CSP 90, para temperatura máxima no condutor em regime permanente de 90 C e CSP 105, para temperatura máxima no condutor em regime permanente de 105 C. As características físicas da isolação devem estar de acordo com os requisitos da Tabela 1 da norma ABNT NBR Características gerais Cordões A isolação deve ser contínua e uniforme, ao longo de todo o seu comprimento A isolação deve estar justaposta ao condutor, porém facilmente removível e não aderente a ele A espessura nominal da isolação deve estar conforme a Tabela 2 da norma ABNT NBR
10 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ A espessura média da isolação não pode ser inferior ao valor nominal especificado e a espessura mínima, antes e após a separação das veias, deve estar de acordo com a Tabela 2 da norma ABNT NBR As espessuras média e mínima da isolação devem ser medidas conforme a norma ABNT NBR NM IEC A distância mínima entre condutores, ilustrada pela figura 1 da norma ABNT NBR 14633, deve estar conforme Tabela 2 da referida norma Cabos A isolação deve ser contínua e uniforme, ao longo de todo o seu comprimento A isolação deve estar justaposta ao condutor, porém facilmente removível e não aderente a ele A espessura nominal da isolação deve estar conforme a Tabela 3 da norma ABNT NBR A espessura média da isolação não pode ser inferior ao valor nominal especificado na Tabela 3 da norma ABNT NBR As espessuras média e mínima da isolação devem ser medidas conforme a norma ABNT NBR NM IEC A espessura mínima da isolação, em um ponto qualquer, pode ser inferior ao valor nominal especificado, contanto que a diferença não exceda 0,1 mm + 10 % do valor nominal especificado A espessura de qualquer separador aplicado sobre o condutor ou sobre a isolação não pode ser considerada como parte da isolação Identificação das veias dos cabos A identificação das veias deve estar de acordo com a norma ABNT NBR Reunião das veias dos cabos As veias devem ser reunidas helicoidalmente O passo de reunião deve ser determinado de modo a atender ao ensaio de flexibilidade previsto no item 6.11 da norma ABNT NBR Enchimentos de material compatível química e termicamente com os materiais do cabo podem ser aplicados, quando necessário, no centro e/ou nos interstícios das veias, a fim de tornar cilíndrica a forma dos cabos Para cabos de dois condutores, a reunião pode ser opcionalmente em paralelo, desde que os requisitos do ensaio de flexibilidade previsto no item 6.11 da norma ABNT NBR sejam atendidos. 4
11 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ Separador Quando previsto, fitas separadoras ou outro material compatível, empregados para evitar aderência e facilitar a remoção da cobertura aos demais componentes do cabo, não podem comprometer a flexibilidade do cabo Cobertura dos cabos O material da cobertura dos cabos deve ser constituído por composto extrudado à base de polietileno clorossulfonado (CSP). São previstos dois tipos de compostos: CSP 90, para temperatura máxima no condutor em regime permanente de 90ºC e CSP 105, para temperatura máxima no condutor em regime permanente de 90ºC ou 105ºC. As características físicas da cobertura devem estar de acordo com os requisitos da Tabela 1 da norma ABNT NBR A cobertura deve ser contínua e uniforme ao longo de todo o seu comprimento A cobertura, quando aplicada diretamente sobre as veias reunidas, deve ser facilmente removível A cor padrão da cobertura é a preta. Caso sejam utilizadas cores diferentes, essa informação deve ser fornecida pelo fabricante e analisada pelo OCP As espessuras nominais da cobertura estão especificadas na Tabela 4 da norma ABNT NBR A espessura média da cobertura, em qualquer seção transversal, não pode ser inferior ao valor nominal especificado Quando a cobertura for aplicada sobre uma superfície cilíndrica lisa, a espessura mínima da cobertura, em qualquer ponto de uma seção transversal, pode ser inferior ao valor nominal especificado, contanto que a diferença não exceda 0,1 mm + 15 % do valor nominal Quando a cobertura for aplicada sobre uma superfície irregular, a espessura mínima da cobertura, em qualquer ponto de uma seção transversal, pode ser inferior ao valor nominal especificado, contanto que a diferença não exceda 0,2 mm + 20 % do valor nominal Quando empregada uma capa interna, os valores da espessura nominal da cobertura podem ser reduzidos em até 0,20 mm, desde que a espessura média da capa interna e da cobertura em conjunto seja igual ou superior ao valor nominal especificado na Tabela 4 da norma ABNT NBR As espessuras média e mínima da cobertura devem ser medidas conforme a norma ABNT NBR NM IEC Marcação Sobre a isolação dos cordões em intervalos regulares de até 200 mm e sobre a cobertura dos cabos em intervalos regulares de até 500 mm, devem ser marcadas de forma indelével as seguintes informações: a) nome do fabricante e país de origem; b) cabo ou cordão flexível; c) número de condutores e seção nominal do condutor, em milímetros quadrados; d) classe térmica do material (90 o C ou 105 o C); 5
12 e) tensão de isolamento 300 V (para cordões) ou 500 V (para cabos); f) norma técnica base para a certificação Inspeção e amostragem Condições gerais de inspeção Os ensaios são classificados em: a) ensaios de recebimento; b) ensaios de tipo; c) ensaios de controle. ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 2014 Antes de qualquer ensaio, deve ser realizada uma inspeção visual sobre todas as unidades de expedição para verificação das condições estabelecidas pelos itens e Ensaios de recebimento Os ensaios de recebimento dividem-se em ensaios de rotina e ensaios especiais, conforme os itens e respectivamente Ensaios de rotina Os ensaios de rotina são os seguintes: a) verificação da construção do condutor, conforme o item deste Anexo; b) verificação dimensional da isolação e cobertura (quando aplicável), conforme e deste Anexo; c) ensaio de resistência elétrica, conforme item 6.3 da norma ABNT NBR 14633; d) ensaio de centelhamento, conforme item 6.4 da norma ABNT NBR 14633; e) ensaio de tensão elétrica, conforme item 6.5 da norma ABNT NBR 14633; f) ensaio de resistência de isolamento à temperatura ambiente, conforme item 6.6 da norma ABNT NBR 14633; g) ensaio de aderência do condutor sobre a isolação dos cordões, conforme item 6.15 da norma ABNT NBR 14633; h) Ensaio de separação das veias isoladas dos cordões, conforme item 6.16 da norma ABNT NBR Os ensaios de rotina são feitos sobre todas as unidades de expedição (rolos ou carretéis), com a finalidade de demonstrar a integridade do cabo ou cordão O critério de amostragem para os ensaios de rotina, exclusive para o ensaio de centelhamento, deve ser baseado na norma técnica ABNT NBR 5426, com nível de inspeção (NI) II e nível de qualidade aceitável (NQA) de 2,5% Para o ensaio de tensão elétrica (conforme item 6.5 da norma ABNT NBR 14633), somente é permitida a utilização do critério de amostragem anteriormente mencionado caso o ensaio de centelhamento tenha sido realizado em todo o material. Caso contrário, convém que o ensaio de tensão elétrica seja efetuado sobre todas as unidades (rolos ou bobinas) de expedição Ensaios especiais Os ensaios especiais são feitos em amostras de cabo ou cordão completo, ou em componentes retirados destas, conforme critério de amostragem estabelecido pelos itens e , com a finalidade de verificar se o cabo atende às especificações do projeto. 6
13 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ Para cordões a) ensaios físicos na isolação antes e após envelhecimento, conforme item 6.7 da norma ABNT NBR 14633; b) ensaio de não propagação da chama, conforme item 6.14 da norma ABNT NBR Para cabos a) verificação da construção do cabo, conforme os itens a ; b) ensaio de não propagação da chama, conforme item 6.14 da norma ABNT NBR 14633; c) ensaios físicos nos componentes dos cabos, conforme item 6.18 da norma ABNT NBR A amostra deve ser constituída por um comprimento de cabo ou cordão flexível isolado, retirado da extremidade da(s) unidade(s) de expedição, tomada(s) ao acaso, após ter sido retirada, se necessário, qualquer porção de cabo ou cordão flexível que tenha sofrido danos. A quantidade de amostras requerida deve estar conforme a tabela 5 da norma ABNT NBR Ensaios de tipo Os ensaios de tipo elétricos são: Para cordões: a) ensaio de tensão elétrica, conforme item 6.5 da norma ABNT NBR 14633; b) ensaio de resistência de isolamento à temperatura ambiente, conforme item 6.6 da norma ABNT NBR 14633; c) ensaio de tensão elétrica de longa duração, conforme item 6.8 da norma ABNT NBR 14633; d) ensaio de resistência de isolamento à temperatura de operação em regime permanente, conforme item 6.9 da norma ABNT NBR 14633; e) ensaio de resistência elétrica, conforme item 6.3 da norma ABNT NBR 14633; Para cabos: a) ensaio de resistência elétrica, conforme item 6.3 da norma ABNT NBR 14633; b) ensaio de tensão elétrica nas veias, conforme item 6.10 da norma ABNT NBR 14633; c) ensaio de resistência de isolamento à temperatura ambiente, conforme item 6.6 da norma ABNT NBR 14633; d) ensaio de resistência de isolamento à temperatura de operação em regime permanente, conforme item 6.9 da norma ABNT NBR 14633; e) ensaio de flexibilidade seguido de ensaio de tensão elétrica, conforme item 6.11 da norma ABNT NBR Os ensaios devem ser realizados sucessivamente sobre o mesmo corpo de prova Os corpos de prova devem ser constituídos por dois comprimentos de condutor isolado, correspondentes à menor e à maior seções produzidas pelo fabricante, sendo cada um com 100 m para os ensaios citados nas alíneas a) e b) de e e 10 m para os ensaios citados nas alíneas c) e d) de e Para o ensaio citado na alínea e) dos itens e , o comprimento do corpo de prova deve ser adequado ao tipo de equipamento de medição utilizado As verificações e os ensaios de tipo não elétricos, previstos para os cabos e cordões flexíveis, são: a) verificação da construção do condutor, conforme o item deste Anexo; b) verificação dimensional da isolação e cobertura, conforme e deste Anexo; 7
14 ANEXO DA PORTARIA INMETRO Nº XXX/ 2014 c) ensaios físicos na isolação antes e após envelhecimento, conforme os itens 6.7, para cordões, e 6.18, para cabos, da norma ABNT NBR 14633; d) ensaio de não propagação da chama, conforme item 6.14 da norma ABNT NBR 14633; e) ensaio de aderência do condutor sobre a isolação dos cordões, conforme item 6.15 da norma ABNT NBR 14633; f) ensaio de separação das veias isoladas dos cordões, conforme item 6.16 da norma ABNT NBR 14633; g) ensaio de resistência à alta temperatura, conforme item 6.17 da norma ABNT NBR Os corpos de prova selecionados para os ensaios e verificações previstos no item devem ser constituídos por dois comprimentos de cabo ou cordão flexível e conforme o definido no RAC para esse objeto Ensaio de tipo (T) complementar O ensaio de tipo complementar é o ensaio para determinação do coeficiente por graus Celsius, para correção da resistência de isolamento, conforme item 6.12 da norma ABNT NBR
CADERNO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AR CONDICIONADO 1. DEFINIÇÕES...02 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES...02 3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...
CADERNO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AR CONDICIONADO SUMÁRIO 1. DEFINIÇÕES...02 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES...02 3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...02 4. CONDIÇÕES DE FABRICAÇÃO...06 5. CONTROLE DE QUALIDADE...07

References: artigo 4
 artigo 3
 artigo 18
 artigo 2
 artigo 4
 artigo 3
 artigo 18