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Timestamp: 2020-07-10 22:02:18+00:00

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Ecos de Ródão nº. 153 de 24 de Julho de 2014.pdf | Investimentos | Esportes
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Nº. 153 de 24 de Julho de 2014 – Neste número: 12 Páginas – Gratuito
Ricos salários e reformas para uns:
restos para outros!
É verdade, que nestes últimos
anos, as convulsões sociais, as greves, os protestos de rua, têm aumentado em Portugal. Pergun- to: mais polícias nas ruas, ou
mais justiça social? A pergunta,
na sua simplicidade e transpa-
rência, tem o seu quê de – saudavelmente – perturbador. Es- tranhamente, para os políticos
portugueses parece que tudo se resume a mais e melhor polícia nas ruas, para que o ameaçado
bem-estar das populações fique, simultaneamente,salvaguardado.
A indignidade destes tempos
conduzirá, inexoravelmente, a uma hecatombe moral, cuja configuração já está, há muito,
presente. Não podemos deixar, que o “cortejo” de aldrabices, de injustiças, promessas e corrup- ção, continue impune. Já não se trata, apenas, e seria muito, da miséria material em que vivemos (alguns), do desespero sem luz,
da fome que assola milhares e
milhares de portugueses, a sobreviverem com salários e reformas de miséria, enquanto outros, vivem – luxuosamente -
A atitude do Município está bem patente na forma como se envolve na dinamização e promoção do concelho
O agrado do Presidente:
Assistimos com natural agrado a um avolumar de sinais e iniciativas que perspectivam, de uma forma consistente, uma mudança de atitude generalizada dos agentes de desenvolvimento e dos cidadãos, face ao futuro do concelho.
Efectivamente, não podemos deixar de sublinhar,
num contexto global de retracção, um conjunto
de investimentos privados, bem significativos, que
neste momento decorrem no concelho, nas áreas da indústria, da agricultura e do turismo, que provam que estamos no bom caminho. Registamos com natural satisfação estes desenvolvimentos, evidência do mérito e da capacidade dos seus promotores, mas a este desempenho não é alheia a actuação e a atitude do município que, atempadamente, delineou uma estratégia de desenvolvimento muito focada e objectiva mantendo, em paralelo, uma total abertura e disponibilidade para apoiar as iniciativas apresentadas pelos investidores.
Esta atitude do município está bem patente na forma como se envolve na dinamização e promoção do concelho, da sua imagem e dos seus produtos de excelência, os quais, durante uma semana, estiveram em lugar de destaque.
OOOO PresidentePresidentePresidentePresidente LuísLuísLuísLuís PereiraPereiraPereiraPereira falafalafalafala comcomcomcom entusiasmoentusiasmoentusiasmoentusiasmo
dadadada suasuasuasua CâmaraCâmaraCâmaraCâmara MunicipalMunicipalMunicipalMunicipal
Na Feira da Agricultura em Santarém
O grande destaque aconteceu na grande Feira Nacional de Agricultura,
em Santarém, um lugar de grande prestígio, como revelou o dr. Luís Miguel Pereira, que disse ter-se concretizado nesse importante certame, a primeira iniciativa de um conjunto de acções que a Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão pretende empreender, divulgando o concelho e as
suas potencialidades, numa lógica de partilha de recursos, articulada com
A “Feira dos Sabores do Tejo”
Dias depois a Autarquia levou a efeito mais uma edição da tradicional Feira de actividades, desta vez subordinada ao tema “Feira dos Sabores do Tejo”, certame que reapareceu com excelentes inovações a merecerem in- desmentível apreço de cerca de 18.000 visitantes de todo o país.
O presidente Luís Pereira considerou que estas dinâmicas iniciativas são
cruciais para inverter as tendências menos positivas que o interior tem registado nas últimas décadas e que as autarquias, numa luta sem tréguas, têm tentado inverter, consubstanciando acções e investimentos muito significativos.
Investimentos para revelar capacidades
Investimentos são particularidades em que o município continua a revelar
a sua capacidade de concretização – diz o Autarca - apesar de se estar
num quadro muito condicionado e de transição em matéria de fundos comunitários, dos quais já temos falado, destacando-se, pelo volume do investimento previsto, a requalificação das piscinas de Fratel e da Rua do Barreiro, em Sarnadas de Ródão. São obras – considerou o presidente - que respondem a anseios antigos das populações, com um impacto muito significativo no reforço da atractividade e da imagem do concelho e que colocam em evidência, de forma clara, a determinação e persistência em manter e aprofundar a dinâmica que se tem registado no concelho ao longo dos últimos anos.
Todo um processo de melhoria
Neste processo de melhoria acentuou que lhe apraz registar, com particular agrado, a disponibilidade e colaboração que todos os trabalhadores do município têm evidenciado – como é, assegurou o presidente - sinal de uma forte motivação sem a qual, disse estar certo, os resultados que estão a ser reconhecidos, não seriam alcançáveis – disse o presidente.
Duas imagens que se referem às duas presenças de marca da Au- tarquia de Vila Velha de Ródão: à esquerda, pavilhão na Feira de Santarém; à direita Luís Pereira na inauguração da Feira de Ródão
Parece que caem como tordos
Realmente, existem mui tos medos para os que
têm que utilizar o avião
nas suas viagens de tra- balho ou de turismo Porque de facto, os úl- mos cenários de guerra
são bastante confrange-
Claro que se impõe uma
pergunta, ainda que não
se saiba correctamente
a que entidade se deve colocar: actualmente,
o espaço aéreo que
garantir qual a com- panhia aérea que não
estará com uma mira apontada a uma das suas mais seguras
É evidente que com a
série de aviões “caídos”
e consequentes mortes
em elevado número, por agora persistem as in- certezas: crimes de guerra, acidentes (por
negligências técnicas) ou por criminosos actos de insólitas retaliações que
os “experts” não conse-
guem saber de onde partem e para onde, provavelmente, conti-
nuam programadas!
No meio de tantos lutos as “grandes” potências internacionais continuam
a desconfiar uns dos
outros e, assim, vai o
CasaCasaCasaCasa dasdasdasdas BeirasBeirasBeirasBeiras
Um comunicado aos Sócios
Será que se quer um estrangulamento
Escreveu a Presidente:
A Casa das Beiras é uma instituição centenária, prestes a fazer 100 anos e, talvez como nunca, a precisar de todos os Sócios.
Em Julho de 2013, aquando da demissão do presidente da Direcção, José Alberto
Marques, assumiu interinamente a presidência (conforme acta de Assembleia Geral),
a associada Bé Cabrita, até à tomada de posse dos novos órgãos sociais a eleger em Assembleia Geral que, como ficou deliberado, deveria ter acontecido em Dezembro
Como está estatuído cabe ao presidente da Assembleia Geral a convocatória da respectiva Assembleia, o que até à data não aconteceu. As diversas solicitações feitas pela associada Bé Cabrita, na qualidade de presidente da Direcção, para que tal acontecesse, foram até esta data ignoradas pelo senhor Presidente da Assembleia Geral, Luís Mesquita.
Esta inoperância e lamentável incumprimento dos estatutos, trouxe à Casa das Beiras um estrangulamento funcional, estando na contingência de vir a perder o
Estatuto de Utilidade Pública se as contas, referentes ao ano de 2013, depois de aprovadas em Assembleia Geral, não forem enviadas para o Conselho de Ministros até ao fim deste mês. Acresce ainda a necessidade de alterar o Artº.1º. dos Estatutos, fazendo nele constar a designação: “Sem fins lucrativos”. São quase 100 anos de honrada dedicação de muitos Beirões que poderemos estar
a não saber continuar, para vergonha de todos.
Há um tempo para tudo, e este é o tempo para, pelos Beirões, pela sua Casa, pelas Beiras, mostrarmos a têmpera Beirã!
CASTELO BRANCO – Vale da Torre
A Festa da Flor, em Vale da Torre
No próximo fim de semana dias 26 e 27, Vale
da Torre terá animação com a “Festa da
A Associação local, com a colaboração da população de Vale da Torre, decorou as ruas históricas,
perante o entusiasmo geral. Durante os dias festivos, os visitantes podem apreciar os enfeites em
papel e conhecer os produtos locais.
A animação estará a cargo dos “Chibatas”, de Castelo Branco e dos Bombos de Lardosa,Portunhos,
Barco e dos “Picadinhos da Concertina”. No Domingo, a Eucaristia será em louvor de S.Joaquim e
recebe mercado de artesanato
e “gourmet”
O Espaço Comercial Forum, de Castelo Branco recebe este fim-de-semana, das 10 às 23 horas, a iniciativa “Mercadinho Português”, um mercado de artesanato e produtos gourmet. Neste mercado vai encontrar-se uma grande diversidade de artesanato urbano e tradicional como acessórios de moda, artigos de decoração e, também, produtos “gourmet” como compotas, licores, infusões e fumeiro. As inscrições estão abertas e qualquer pessoa poderá participar como vendedor, desde que faça a pré-reserva do seu lugar, enviando um email para: mercadinho
português@gmail.com
Com a realização deste mercado pretende-se promover as artes manuais e os produtos “gourmet” da região e proporcionar fins-de-semana de convívio e de troca de experiências entre participantes e visitantes. Por outro lado, no Mercadinho Português pretende-se, também, divulgar a arte e a cultura da cidade, através da realização de exposições e acções especiais em simultâneo com os mercados.
Segundo noticia o Diário Digital de Castelo Branco, o Mercadinho Português, tal
como o próprio nome indica, é um mercado de artesanato e produtos “gourmet” aberto à participação de qualquer pessoa, seja ela um vendedor, um comprador ou um simples visitante. Ao longo destes dois anos de existência, o Mercadinho Português têm tido um papel de relevo na promoção duma enorme variedade de artesanato e “gourmet”, sobretudo daquele que é produzido pelo “cidadão comum” que vê nestas actividades uma forma de obter um rendimento extra no final do mês (tendência cada vez maior nos dias de hoje). O Mercadinho Português apresenta-se ainda como um evento multifacetado que, para além da vertente comercial tem, também, uma componente lúdica e cultural de assinalar, que está relacionada com a feira em si e o ambiente nos dias de mercadinho. Pretende-se, assim, criar um espaço de convívio onde as pessoas possam não só fazer “bons negócios”, mas também passar uma tarde agradável.
Paralelamente à feira, propriamente dita, decorre, quando possível, uma actividade de entretenimento ou um acontecimento cultural.
Já foram organizadas em simultâneo com os mercados, exposições de caricaturas + caricatura ao vivo, exposições de fotografia, de Banda Desenhada e até uma exposição de brinquedos tradicionais portugueses das décadas de 30 a 80. Este mercado já teve 6 edições em Braga (Bar académico, Vila Braga e Associação Cultural “A Velha-a-Branca”), duas em Guimarães (Centro Infantil e Cultural Popular e Associação “Os 20 Arautos”), duas em Viseu (no Centro Cultural e Desportivo “500 em Maio”, participação especial ao longo de 15 dias, na Feira de São Mateus, em Agosto e Setembro) e, mais recentemente, uma edição especial de Natal em Vila do Conde (“Mercado no Teatro” – Teatro Municipal de Vila do Conde). Actualmente, o Mercadinho Português acontece mensalmente no Forum Aveiro (16 edições realizadas), Forum Viseu (14 edições) e Foz Plaza na Fig. da Foz (4 edições).
Vila Velha de Ródão reduz dívida com eficiência financeira em 2013
Segundo a LUSA noticiava ontem, a dívida global dos municípios portugueses foi reduzida em 370 milhões de euros em 2013, ano em que se realizaram eleições autárquicas, de acordo com o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, divulgado esta 3ª-feira. “É preciso reconhecer que os municípios, na sua grande maioria, não todos, fizeram um
esforço significativo para reduzir a sua dívida, foi uma redução de 370 milhões de euros e
há que salientar que foi num ano eleitoral em que, por regra, a dívida aumenta fruto de
compromissos que depois não conseguem pagar”, afirmou João Carvalho, coordenador do estudo.
O especialista disse que há necessidade de um maior esforço por parte dos municípios, “só possível através de um maior controlo nas despesas efetuadas, nomeadamente na aquisição
de bens e serviços e nas despesas de capital”.
João Carvalho salientou que em termos de receita houve aumento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e do financiamento (que ascendeu a 596,1 milhões de euros) a 99
municípios através do Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), o qual permitiu pagar grande parte das despesas com fornecedores.
O responsável considerou que o PAEL acabou por ser “a salvação para as autarquias”,
afirmando que serão necessários mais programas, “porque ainda existem 80 municípios que ainda vão precisar de uma ajuda estatal [através do Fundo de Apoio Municipal] ou do recurso à banca”. Relativamente a municípios que estarão numa situação mais preocupante nomeou Portimão, Aveiro ou Fornos de Algodres. De acordo com o ranking do estudo, os cinco municípios de grande dimensão com melhores indicadores de eficiência financeira são Sintra, Matosinhos, Vila Franca de Xira, Porto e Guimarães. De média dimensão e em termos de melhor eficiência estão Mealhada, Ovar, Ponte de Lima, Marinha Grande e Arouca. Relativamente aos de pequena dimensão, Pampilhosa da Serra, Vila Velha de Ródão, Coruche, Penacova e Santa Cruz das Flores foram os que se destacaram em termos de eficiência financeira. De acordo com a análise do anuário, em 2013 a eficiência média dos grandes municípios diminuiu em relação a 2012, aproximando-se dos valores de 2010. Nos municípios pequenos e de média dimensão não se verificaram alterações significativas de 2012 para 2013. Nos anos eleitorais (2009 e 2013), a eficiência financeira diminui, nomeadamente nos municípios de grande dimensão. Em 2013, a diferença entre a receita estimada e a receita liquidada foi de 2,83 mil milhões de euros, menos 990,3 milhões de euros do que a média do período em análise
(3,82 mil milhões de euros), “indiciando um maior ajustamento da estimativa da receita às possibilidades de cobrança”. Os cinco municípios com maior grau de receita cobrada foram os da Mealhada, Sintra, Marco de Canaveses, Meda e Porto.
O documento volta ainda a referir, na estrutura da receita municipal, o elevado valor das
transferências recebidas, que têm representado em média 44,2% da receita total dos municípios, e alerta que “qualquer alteração no valor desta receita influenciará, de forma relevante, o desenvolvimento das políticas públicas desenhadas pelos executivos municipais”. Nos anos de 2012 e 2013, o montante global de transferências para os municípios baixou em 289,1 milhões de euros, “penalizando o desenvolvimento de projetos municipais”. Relativamente à despesa prevista dos municípios, esta diminuiu 6,4% em 2013, tendo diminuído 1,6 mil milhões de euros nos últimos dois anos. Os compromissos por pagar baixaram mais de mil milhões de euros entre 2011 e 2013 em virtude da significativa diminuição dos compromissos assumidos.
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Em 2013, aumentou ligeiramente a despesa com pessoal e com a aquisição de bens e serviços, enquanto a despesa de investimento desceu significativamente, refere ainda o estudo. Quanto ao Setor Empresarial Local (SEL), o anuário analisa a situação de 225 entidades empresariais locais, das quais 136 são empresas municipais, 38 entidades empresariais locais, 19 sociedades anónimas, 10 sociedades unipessoais por quotas e 21 entidades intermunicipais.
Na globalidade, o SEL aumentou o seu endividamento líquido em 54 milhões de euros em 2013, por via do aumento do seu passivo em 80,6 milhões de euros.
Autarquias vão ter
de rescisões
As autarquias poderão avançar ainda este ano com um programa de rescisões por mútuo acordo, que poderá prolongar-se até final de 2015, para os municípios em recuperação financeira, ao abrigo de uma portaria do Governo. De acordo com a portaria, que aguarda o parecer da Associação Nacional de Municípios, os trabalhadores da Administração Local podem requerer a rescisão contratual até 31 de Dezembro de 2014, com condições idênticas às que foram propostas aos trabalhadores da Administração Central. De acordo com o documento, a que a agência Lusa teve acesso, os municípios que venham a beneficiar do regime de recuperação financeira previsto na lei, poderão celebrar acordos de rescisão por mútuo acordo até ao final de 2015.
Encerramento da Clínica Dentária JR/ DENTAL
A Clínica Dentária JR-DENTAL que durante algum tempo prestou serviços clínicos- dentários em Vila Velha de Ródão, comunicou, por escrito, aos seus clientes, que encerrou aqui, definitivamente, a partir de 1 de Julho. No comunicado que enviou agradecendo a “preferência e confiança” manifestadas ao longo do tempo que a clínica esteve aberta em Vila Velha de Ródão, informa ainda que continuam ao dispor em Castelo Branco, na sua clínica na Rua da Senhora da Piedade, Lote 4-A r/c frente. Ao mesmo tempo JR-DENTAL informa que vai igualmente atender os utentes, a partir de Agosto, na sua Unidade Móvel Dentária, em várias localidades do concelho de Vila Velha de Ródão, em datas que serão oportunamente indicadas.
Para mais informações e marcação de consultas, JR-Dental agradece que seja Pag. 7 contactado o telefone nº. 272 183 057.
MOTIVOS DE DOENÇA
2104 professores autorizados a leccionar perto de casa
por Ana Meireles, Jornalista da Lusa
Em comunicado, o ministério refere que os docentes que solicitaram a mobilidade interna por motivo de doença sua ou de familiares ficarão assim afectos às escolas da sua preferência, de modo a poderem exercer a sua profissão na proximidade das suas residências ou das instituições onde realizam ou acompanham tratamentos.
"Assim, a quase dois meses do arranque do próximo ano lectivo, estes professores têm já a sua situação definida, respondendo-se deste modo a situações pessoais que mereciam especial atenção social e humana.
Este foi um compromisso assumido pelo Ministério da Educação e Ciência e que tem sido cumprido nos últimos anos", refere o MEC em comunicado.
O despacho foi assinado pelo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar.
- Por Lucília Tiago, Jornalista do Jornal de Notícias
Há cerca de 3,7 milhões de agregados que não declaram qualquer dependente no seu IRS e que arriscam ver a sua factura com o imposto agravar-se com a introdução de um quociente familiar e de deduções fixas.
O anteprojecto da reforma do IRS prevê que a determinação do rendimento colectável (sujeito a tributação) passe a ter em conta o número de dependentes do agregado, atribuindo a cada um o valor de 0,3.
Se esta solução vier a ser acolhida, os contribuintes com filhos vão pagar menos imposto, mas os que não têm dependentes arriscam pagar mais.
Esta subida rondará uma valor médio de 46 euros, de acordo com os cálculos que constam do documento.
Os dados da Autoridade Tributária (AT), a que o JN/Dinheiro Vivo teve acesso, mostram a maior parte (70%) dos 5,08 milhões de agregados que entregaram declaração de IRS em 2012 não tem dependentes - porque não têm filhos ou porque, como acontece com a maioria dos pensionistas, estes já não podem ser considerados para efeito fiscal. Inversamente, os cerca de 809 mil contribuintes com um dependente deverão ter um desagravamento fiscal da ordem dos 65 euros de 206 euros quando existam dois filhos.
Exaustação – Aproximação do Limite
Por ASURÉLIO CRUZ
Existem subscrições para tudo o que é alvo preferencial da especulação, corrupção e/ou offshores, contribuindo assim, do pé para a mão, d e exaltação em galhos obscenos dos gestores, exclusivamente ligados à capacidade geral de dividendos, mesmo com o risco elevado que daí possa advir e sem uma garantida regeneração. Toda esta história rocambolesca aconteceu, e acontece sistematicamente, pelo f acto da não existência de uma regulação ligada a um plano fiscal rígido.
No entanto, os riscos sistemáticos que ocorrem por esse mundo capitalizante não mantêm o controlo desse desvario especulativo mas, sim,
o total desprezo que vem acarretando em custos sociais, totalmente
suportados por nós
o Povo! Infelizmente, o nosso país, motivado pela
crise internacional e acompanhado pela presunção de governos anteriores
e de uma banca falsamente arrostada, edmpurraram-no para os braços de uma Troika já de si bastante “esfomeada”!
Os intervencionamentos sistemáticos impostos por um governo sem esperanças reais, gelatinoso nas suas coordenações político/sociais, abriram portas para quase um desmoronamento e não se tem encontrado uma resposta capaz para solução dos problemas existentes. Não contentes com toda esta erupção, nunca tentaram investigar pacientemente, com o intuito de se encontrar uma resposta político/social. Ou seja, um compromisso oficial em defesa dos direitos deste povo e contra todas as formas de discriminação económica/ social.
Tal como sempre acontece e num espaço bastante diminuto de anos de governação arrogante, sobressai a extinção ou a desintegração de projectos sonhados ou arquitectados. Não têm o futuro que se
Os portugueses encontram-se esfalfamentosos de todas essas
No cômputo geral, chega-se à conclusão de que, em todo o tempo existido destas governações, houve sempre falta de justiça social e a negatividade económica de vida de todos nós. A construção de um futuro sólido provém de uma confiança por excelência a ser praticada, sem subterfúgios, por quem nos governa (ou governará), pondo fim à especulação que possa surgir e num abrir de portas, para nos levar a encarar um novo capítulo das história
AuAurélioAuAurélioréliorélio CruzCruzCruzCruz
à Presidência da Federação Distrital de
Federação Distrital do PS Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro
a meta de pagar as contas no fim do mês.
PáginaPáginaPáginaPágina DesportivaDesportivaDesportivaDesportiva
Dia 23 de Agosto – Jogo de apresentação Nova época 2014/ 2015
Para apresentação da equipa rodense, que integrará os seus novos jogadores, realiza-se no Estádio Municipal o jogo:
CDRC/ V.V. de Ródão – C.D. de Alcains
Entretanto, integrados na pré-época, o Clube Desportivo, Recreativo e Cultural (CDRC) de V.V. de Ródão, tem agendados os seguintes jogos:
Dia 17 de Agosto . 17 horas: CDRC/ V.V. de Ródão – Desportivo de C. Branco Dia 31 de Agosto – 17 horas: Mação – CDRC/ V.V. de Ródão Dia 07 de Setembro – 17 horas: Montargil – CDRC/ V.V. de Ródão
Benfica e Castelo Branco prepara nova época
A equipa Senior do Sport Benfica e
Castelo Branco abriu, a sua "oficina"
na passada Segunda-feira, começando
a preparar o trabalho dos seus atletas,
para a época de 2014/2015 do Campeo- nato Nacional de Seniores (CNS).
---- PorPorPorPor ClementinaClementinaClementinaClementina LeiteLeiteLeiteLeite
A Equipa de Salgueiro do Campo venceu o Torneio Inter-Aldeias
A equipa do Salgueiro do Campo sagrou-se campeã do Torneio Inter-Aldeias que foi organizado pelo clube de Rochas de Baixo. Jogaram a final, as equipas de Salgueiro do Campo e de Póvoa de Rio de Moinhos. Por ser a formação com melhor eficácia, foi a turma de Salgueiro do Campo que, marcando dois golos sem resposta, venceu a equipa de Póvoa de Rio de Moinhos.
A equipa Senior do Sport Benfica e Castelo Branco abriu, a sua "oficina" na passada Segunda- feira, começando a preparar o trabalho dos seus atletas, para a época de 2014/2015 do Campeo- nato Nacional de Seniores (CNS). António Machado, presidente da Direcção dos albicastrenses, mostrou-se optimista quanto à época que se aproxima, apesar da saída de alguns jogadores preponderantes na manobra da equipa. "Para trás ficou gorada a subida, pelo que agora é tempo de começar a trabalhar, com o plantel renovado, pelo que, apesar das dificuldades que certamente iremos ter ao longo da época, pretendemos atingir os dois lugares cimeiros, como aconteceu na temporada anterior" - disse acreditar aquele responsável pelo clube, tendo dirigido um apelo aos sócios e adeptos
para que continuem a acarinhar a equipa, sublinhando, a seguir: "Estou certo, que todos aqueles que gostam do Benfica e Castelo Branco, irão continuar a apoiar e a acarinhar a nossa equipa, como o fizeram na época anterior, em que o Estádio Municipal teve sempre um elevado número de espectadores”.
Ricardo António, técnico principal, que continua a dirigir a equipa, falou depois para realçar que o "moral das tropas" após a gorada subida à 2ª Liga, é positivo, sendo, agora, tempo de meter mãos à obra e trabalhar. Sublinhando, o treinador disse a seguir:
“Tudo aquilo que nos aconteceu na parte final do campeonato, foi óbvio que se sentiu um sabor amargo, já que foi por pouco que não subimos de escalão. Agora, no entanto, estamos perante uma nova época e, mesmo sabendo que a formação anterior ficou “arrasada” por motivos das transferências de vários jogadores para outros clubes, teremos que recomeçar quase do zero, com uma equipa praticamente nova. Mas vamos trabalhar para continuarmos a ser uma equipa que
pratica bom futebol, é competitiva, e que, desta vez, irá conseguir alcançar os lugares cimeiros".
Pedro Proença vai apitar o Benfica-FC Porto da Taça de Portuga
Diario Digital Castelo Branco/Lusa | 2014-04-14 14:37:00
Plantel do Benfica e Castelo Branco
Ricos salários e reformas para uns; resto
Escreveu; CRUZ DOS SANTOS - Coimbra
Guarda-redes: Hélder Cruz, André Raposo e Hidalgo; Defesas: André Cunha, Esquivas, Vasco Guerra, Guimar, Fábio Santos (ex-Fátima), Hugo Simões (ex-Sertanense), Quinzinho (ex-Águias Moradal) e Fábio Marinheiro (ex-Atlético); Médios: Dani Matos, Filipe Fernandes, Tomás Sousa, Tomé (ex-Águias do Moradal), Vasco Matos (ex-Desportivo Aves) e Job (ex-Loures); Avançados: Telmo, Fábio Brito, Tiago Pereira (ex-Loures), Sebastien (ex-Oriental) e Ragner (ex- Alcanenense).
Nº, 153 de 24 de julho de
Neste número: 12
“Ecos de Ródão” é
enviado às quintas-feiras
O árbitro lisboeta Pedro Proença foi hoje nomeado pelo
- com chorudos ordenados e douradas pensões “.
É da decadência viscosa, do abatimento da alma, da destruição
do espírito que nos enleia. Não podemos, nem devemos admitir que esta “gentalha”, destrua o que ainda deixou restar da decência, da honra e da dignidade da Nação e da Pátria.
Não venham então com essa de mais e melhor polícia (de intervenção), para cima dessa gente desempregada e pobre. A que temos, já é demais para a nossa vergonha, que é o que sentimos, sempre que ela é chamada a intervir e salta para as ruas das cidades do país, à “bastonada”, àqueles que mais
precisam. Quando afinal toda essa nossa gente, mesmo que grite
e proteste, por vezes, com modos a raiar a violência, o que está a
reclamar, a pedir, a exigir, é que todos os dias em todo o lado a tratem como gente. Ou será que em Portugal, com a Constituição que felizmente nos rege, ainda continua a haver lugar para portugueses de primeira, portugueses de segunda, de terceira e portugueses de coisa nenhuma? E que só os deputados, os ministros, os grandes empresários e mais uns quantos é que são portugueses?
Termino, com este raciocínio de Miguel Torga:
“Somos, socialmente, uma colectividade pacífica de revoltados. É um fenómeno curioso: O país ergue-se indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto. Falta-lhe o romantismo da agressão”!
COIMBRACOIMBRACOIMBRACOIMBRA
A, Ferreira da Rocha
O Direito/Dever de escolha da Residência da Família
No Código Civil português, mais propriamente, no livro do Direito da Família, o artigo
1672º, impõe aos cônjuges o dever de coabitação e, com vista ao seu cumprimento, o artigo 1673º, nº 1, estatui que «os cônjuges devem escolher de comum acordo a residência da família, atendendo, nomeadamente, às exigências da sua vida profissional
e aos interesses dos filhos e procurando salvaguardar a unidade da via familiar».
Não existindo acordo sobre a fixação ou alteração da residência familiar, qualquer dos cônjuges poderá requerer ao tribunal que a fixe. O processo a seguir, em caso de desacordo entre os cônjuges sobre a fixação ou alteração da residência familiar, acha-se regulado no artigo 991º do novo Código de Processo Civil (NCPC), aprovado pela Lei nº 41/2013, de 26 de Junho. Neste caso, deverá ser esta a residência adoptada pelos cônjuges, salvo se houver motivos ponderosos que o impeçam.
A casa que serve de residência da família será – se for comum ou própria de um dos
cônjuges -, em caso de divórcio ou separação de pessoas e bens dos cônjuges, dada de arrendamento a qualquer deles pelo tribunal, tendo em conta as necessidades de cada um dos cônjuges e ao interesse dos filhos do casal (neste exercício de ponderação de
interesses, claro está, que a tendência será para dar a casa de arrendamento ao cônjuge
a quem for deferida a custódia dos filhos menores); se a casa de morada da família for
arrendada, podem os cônjuges acordar, em caso de divórcio ou de separação judicial, que a posição de arrendatário fique pertencendo a qualquer deles, cabendo ao tribunal decidir, na falta de acordo – a este propósito, vide o artigo 1793º do Código Civil, na redacção introduzida pelo artigo 1º, da Lei nº 61/2008, de 31 de Outubro.
A protecção especial que a Lei confere à estabilidade da casa de morada da família
manifesta-se ainda no artigo 1682º-B, do Código Civil, o qual dispõe que, «relativamente
à casa de morada da família, carecem do consentimento de ambos os cônjuges: a) A
resolução ou denúncia do contrato de arrendamento pelo arrendatário; b) A revogação do arrendamento por mútuo consentimento; c) A cessão da posição de arrendatário; d)
O subarrendamento ou o empréstimo, total ou parcial».
Em caso de falecimento de um dos cônjuges, «o cônjuge sobrevivo tem direito a ser encabeçado, no momento da partilha, no direito de habitação da casa de morada da família e no direito de uso do respectivo recheio, devendo tornar aos co-herdeiros se o valor recebido exceder o da sua parte sucessória e meação, se a houver» - Vide, artigo 2103º-A, nº 1, do Código Civil. Porém, o nº 2, do mesmo artigo, dispõe que caducam os direitos atribuídos no número anterior se o cônjuge não habitar a casa por prazo superior a um ano.
A.A.A.A. FerreiraFerreiraFerreiraFerreira dadadada RochaRochaRochaRocha eeee AnaAnaAnaAna CristinaCristinaCristinaCristina SantosSantosSantosSantos
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References: artigo
1672
 artigo 1673
 artigo 991
 artigo 1793
 artigo 1
 artigo 1682
 artigo 2103