Source: http://educandonaacao.blogspot.com/2011/06/
Timestamp: 2017-04-27 11:07:34+00:00

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EDUCANDO NA AÇÃO: Junho 2011
Fonte: 30/06/2011 Cristiane Gercina do Agora A Assembleia Legislativa aprovou ontem o aumento de 13,8% no salário-base dos professores da rede estadual de ensino, retroativo a 1º de junho, conforme acordo entre a bancada governista e a oposição, referendado pelo governador Geraldo Alckmin e pelo secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald. A lei que dá aumento de 21,3% neste ano para os agentes escolares também foi aprovada, com as mesmas emendas da dos professores. Segundo o projeto de lei, o salário para quem ingressa na rede em jornada de trabalho de 40 horas passará de R$ 1.665 para R$ 1.894,12. Postado por
Fonte: 29/06/2011 - 09h42 O Estado de S. Paulo. Escolas públicas de São Paulo recusam adolescentes em liberdade assistida, ou seja, que cometeram infração e cumprem medida socioeducativa fora da Fundação Casa. O Ministério Público e organizações não governamentais (ONGs) que trabalham com a assistência a esses jovens têm recebido denúncias de familiares que não conseguem efetuar a matrícula. Há relatos de alguns que perderam o ano letivo. Pela lei, todas as crianças e adolescentes têm direito à educação. Um dos casos investigados pela promotoria ocorreu na Escola Estadual Martins Pena, na zona sul da capital paulista. Apesar de terem efetuado a rematrícula no fim do ano passado, 21 alunos foram transferidos compulsoriamente para uma escola municipal. Só souberam da notícia no primeiro dia letivo, ao serem impedidos de assistir à aula. "Foi uma expulsão branca", diz César Barros, orientador social da Crê Ser, ONG que acompanha dois dos jovens transferidos. O retorno à escola de origem só foi possível graças à mobilização das famílias e à intervenção da Defensoria Pública. Como frequentar uma escola é obrigatório para quem está em liberdade assistida, ficar fora dela atrapalha a finalização do processo. "Pedi à Secretaria Municipal de Assistência Social a relação das ONGs que trabalham na reinserção desses jovens. Quero saber em quais escolas elas enfrentam resistência", diz João Paulo Faustinoni e Silva, promotor do Grupo de Atuação Especial de Defesa da Educação (Geduc). Além do problema estrutural da rede, que opera com carência de vagas, os técnicos citam como motivos da exclusão de razões conhecidas - como a suposição de que esses alunos são indisciplinados e de que os pais não querem que os filhos estudem com um menor infrator - a gargalos mais tênues, como a distorção entre série e idade. Na cidade de São Paulo há 4.447 adolescentes em liberdade assistida. Com idade de entre 12 e 18 anos, esses adolescentes cometeram algum ato infracional. Parte deles passou um período internado na Fundação Casa e outro tanto foi sentenciado a cumprir apenas essa medida socioeducativa. Durante a liberdade assistida, o jovem vive com a família e recebe acompanhamento de um orientador social. Postado por
Fonte: ALESP Magistério estadual é tema de audiência púlbica na Alesp Foi realizada audiência pública nesta segunda-feira, 27/6, no plenário Juscelino Kubitschek, com a presença do secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald, para discutir dois projetos de lei complementar do Executivo que tratam do magistério estadual. O PLC 37/2011 dispõe sobre a reclassificação de vencimentos e salários dos integrantes do Quadro do Magistério e o PLC 38/2011 institui o Plano de Cargos, Vencimentos e Salários para os integrantes do Quadro de Apoio Escolar da Secretaria da Educação. Todos os deputados do PT que se manifestaram declararam que os projetos não atendem algumas das principais reivindicações da carreira, mas, caso recebam emendas, e estas sejam aprovadas, poderão contemplar demandas dos funcionários da Educação. "O melhor gesto do secretário seria conceder o reajuste de 42% retroativo à data-base de 1º de março, pois os servidores do magistério acumulam perdas, havendo ainda uma lei que determina a reposição salarial", afirmou Simão Pedro (PT). O líder da bancada do PT, Enio Tatto, disse que, após ouvir entidades, seu partido apresentou 62 emendas aos PLCs. "Sempre o governo diz que não há dinheiro para atender aos professores. Mas está gastando com a categoria 38,7%, e o limite prudencial é de 49%. Nem precisa utilizar tudo que dispõe, basta o Executivo estadual avançar na melhoria das condições salariais dos servidores, demonstrar vontade política". Marcos Martins (PT) solidarizou-se com a luta dos servidores da Educação, cujos representantes encheram as galerias do plenário. Mesa permanente de discussão "Apelo ao secretário que avance nas negociações com a categoria. Ou travamos um pacto com a educação ou não teremos dias melhores", disse João Paulo Rillo (PT). Para ele, é necessária a instalação de uma mesa permanente de discussão do Plano Estadual de Educação. "De outra forma duvidarei das intenções de diálogo do governo". Telma de Souza (PT) ressaltou que quando o Legislativo se abre para o diálogo está exercendo a democracia. Olimpio Gomes, do PDT, reclamou que a data-base da categoria, votada em Plenário, nunca foi cumprida. Propôs que, se a data-base não for respeitada, a Casa não vote a Lei de Diretrizes Orçamentárias. "Os projetos apresentados pelo governo não atendem nem de longe as reivindicações do magistério estadual. Mas podemos apresentar emendas para ajustar os projetos, e apelo que sejam aprovadas", afirmou Carlos Giannazi (PSOL). Capacidade legislativa Pedro Bigardi (PCdoB) defendeu a criação de um Plano Estadual de Educação com metas claras, a equiparação salarial entre ativos e inativos e a reposição das perdas salariais em parcela única. Vinícius Camarinha (PSB) também destacou o papel fundamental das audiências públicas para melhorar os projetos que chegam à Casa. "Devemos reconhecer a vontade do governo do Estado em mudar as coisas, em discutir o projeto da Educação. Tenho certeza que esta Casa não vai politizar o debate e que os líderes vão melhorar as propostas enviadas pelo Executivo", declarou. O deputado Barros Munhoz, presidente da Assembleia, comentou que pouca gente entende o papel do Legislativo. "Não temos autonomia para propor projetos mais importantes, projetos sobre o funcionalismo público, e isto é um resquício do regime militar, que estrangulou nossa capacidade de legislar. Apesar disso, o Parlamento pode legislar aprimorando propostas do Executivo, como recentemente fizemos no caso da reorganização da Região Metropolitana de São Paulo (que teve 17 alterações em relação ao projeto inicial). A finalidade deste debate é melhorar os projetos, e acredito na capacidade legislativa desta Casa", afirmou. Disposição para o diálogo O secretário estadual de Educação declarou que entende o papel das entidades e dos deputados. Disse que os problemas da Educação não são exclusividade do Estado de São Paulo: valorização da carreira, problema de segurança e educação de qualidade. "Quando assumi a pasta da Educação afirmei que valorizaria o salário, a carreira e o diálogo entre o governo e os servidores. Entendo as entidades mas não concordo com algumas de suas colocações. Os projetos são construtivos, um passo para trazer mais evoluções. Exemplo disso é que não haverá a restrição de 20% nas promoções. Várias reivindicações foram contempladas, mas 42% de aumento para a categoria, que representa 50% dos servidores públicos do Estado, não é possível agora. A valorização deve ser gradativa, levando em conta o mérito e o envolvimento dos profissionais". Voorwald finalizou se dispondo a dialogar sempre que solicitado. Postado por
Desde 2009, a Udemo vem tentando viabilizar o pagamento do ALE a várias escolas. Elas se localizam em áreas problemáticas, vulneráveis, geralmente na periferia das grandes e médias cidades do Estado. Algumas dessas escolas tinham o ALE e o perderam; outras não recebem o benefício, apesar de serem confrontantes com escolas que o recebem; ou seja, deveriam receber, mas a classificação do SEADE as excluem, o que é um absurdo. A Diretoria da Udemo vem conversando com o Secretário da Educação, no sentido de resolver, em definitivo, a questão. Em audiência com o Chefe de Gabinete e o Diretor do DRHU, no dia 21/6/2011, fomos informados que a Secretaria da Educação está estudando a possibilidade de alteração dos critérios do SEADE para a concessão do ALE. Esperamos que esses estudos se concluam no menor espaço de tempo, uma vez que diretores e professores, trabalhando em regiões perigosas, distantes e vulneráveis, tendem a remover-se, na primeira oportunidade, provocando alta rotatividade nessas escolas, com consequências negativas para o projeto pedagógico dessas unidades. Postado por
Fonte: 22/06/2011 - 16h32 Da Redação UOL Educação São Paulo Creche na Zona Norte de São Paulo; faltam vagas na educação infantil paulistana O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve a decisão da Justiça paulista de obrigar a Prefeitura de São Paulo a matricular crianças menores de cinco anos em creches próximas de onde moram ou de onde seus pais trabalham. O ministro Celso de Mello tomou a decisão com base nos artigos 208 da Constituição Federal e 54 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que tratam do dever do Estado com a educação. O município de São Paulo recorreu ao STF para pedir a reavaliação da decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que estabeleceu multa diária por criança caso a decisão não fosse obedecida. O ministrou Mello enfatizou o dever do Estado com a educação e criticou as falhas de gestão que cumprir a lei. Falta de vagas A rede municipal paulistana enfrenta falta de vagas em creches. No início do ano letivo de 2011, 120 mil crianças estavam fora da sala de aula. Ao todo, havia 100.401 na fila da creche e outras 19.871 à espera por uma matrícula na educação infantil. Postado por
Fonte: 16/06/2011 Cristiane Gercina e Tatiana Cavalcanti do Agora
Para concorrer, é necessário estar em exercício na rede estadual na data-base de 31 de março deste ano, ser titular de cargo efetivo ou profissional estável pela lei 1.010/2007, estar há pelo menos quatro anos no mesmo cargo, sendo que, desse total, cerca de três anos e dois meses (1.168) devem ser na mesma unidade, e somar, no mínimo, 2.304 pontos de frequência. Postado por
Tire suas conclusões: FOLHA DE SÃO PAULO, - PAINEL 14/06/2011 Em cima... A oposição em SP reclama que, a menos de três semanas do início do recesso do Legislativo, Geraldo Alckmin (PSDB) ainda não enviou à Assembleia o projeto de reajuste salarial dos professores. A primeira parcela, de 13,8%, valeria a partir de 1º de julho, segundo anúncio feito em maio. ...da hora A Secretaria da Educação diz que o projeto está "saindo do forno" e que, em sua avaliação, será aprovado antes do recesso. Postado por
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL I DIA 05/07/2011 HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 9h 4233 a 4270 10h 4271 a 4310 11h 4311 a 4350 13h 4351 a 4390 14h 4391 a 4430 15h 4431 a 4455 15h55 retardatários da escolha até 16 horas PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL DIA 05/07/20011 HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 16h 1750 a 1779 16h20 retardatários da escolha até 16h25 16h25 retardatários de toda a escolha até 16h30 Observação: o candidato convocado que não comparecer para a escolha de vaga não será nomeado. Postado por
Os ministérios do Planejamento e da Educação autorizaram a contratação de 3.315 professores para atuarem nos institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, dos centros Federais de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) e de Minas Gerais (Cefet-MG), e do Colégio Pedro II. A portaria interministerial foi publicada no “Diário Oficial da União” nesta segunda-feira (13). Segundo o texto, a contratação dos professores tem o objetivo de atender às demandas do Programa de Expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e à expansão do Colégio Pedro II. A contratação dos profissionais deverá ser feita por processo seletivo. O prazo de duração dos contratos deverá ser de um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite de dois anos, de acordo com a portaria
Decreto nº 52. 403 (DOC de 10/06/2011, página 01) DE 9 DE JUNHO DE 2011 Suspende o expediente nas repartições públicas municipais no dia 24 de junho de 2011 e determina a compensação das horas não trabalhadas, na forma que especifica. GILBERTO KASSAB, prefeito do município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,
D E C R E T A: Art. 1º. Fica suspenso o expediente na Administração Pública Municipal Direta, Autárquica e Fundacional no dia 24 de junho de 2011. Art. 2º. Em decorrência do disposto no artigo 1º, deverão os servidores compensar as horas não trabalhadas, na proporção de 1 (uma) hora/dia, a partir do dia 13 de junho de 2011, sem prejuízo do cumprimento da jornada de trabalho a que estiverem sujeitos. § 1º. A compensação de que trata o “caput” deste artigo, a critério da chefia imediata, deverá ser feita no início ou final do expediente. § 2º. Os servidores que se encontrarem afastados no período da compensação deverão efetivá-la a partir do dia em que reassumirem suas funções. § 3º. A não compensação, total ou parcial, das horas de trabalho acarretará os descontos pertinentes e, se total, também o apontamento de falta ao serviço no dia 24 de junho de 2011. Art. 3º. Excetuam-se do disposto neste decreto as unidades municipais cujas atividades não possam sofrer solução de continuidade, as quais deverão funcionar normalmente no dia 24 de junho de 2011. Parágrafo único. Nas demais unidades, a critério dos respectivos titulares, poderá ser instituído plantão nos casos julgados necessários. Art. 4º. Caberá às autoridades competentes de cada órgão fiscalizar o cumprimento das disposições deste decreto, vedada a concessão de abono no dia 24 de junho de 2011. Art. 5º. Os dirigentes das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista poderão dispor internamente, a seu critério, sobre a matéria de que trata este decreto. Art. 6º. Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Postado por
A 8ª câmara Cível do TJ/RS negou provimento à ação do MP que buscava punir mãe por omissão em relação à evasão escolar da filha. Para os desembargadores, o Estado deve primeiro demonstrar ter cumprido sua parte na proteção integral à criança e ao adolescente, incluindo ela e sua família em rede de proteção. No 1º grau, a juíza Tânia Cristina Dresch Buttinger, da comarca de Flores da Cunha/RS, já havia indeferido o pedido do MP de condenar a mãe à prestação de pena pecuniária. No recurso ao TJ, o MP alegou que a mãe da menina descumpriu seus deveres inerentes ao poder familiar (art. 249 do ECA), bem como desrespeitou as medidas aplicadas pelo Conselho Tutelar. Referiu ainda que o irmão da menina também não frequenta a escola e não concluiu o ensino fundamental, demonstrando que não se trata de um problema específico em relação à filha.
Apelação Para o desembargador Luiz Felipe Brasil Santos, relator da ação, "ante a ausência de comprovação de que o Estado tenha cumprido com sua política de proteção integral, soa absurdo que agora compareça perante aquela unidade familiar apenas para dar uma aparência de cumprimento formal, fazendo recair sobre a cabeça dessas pessoas os "rigores da lei", com aplicação de uma penalidade pecuniária que nenhum sentido ou eficácia possui (mesmo porque certamente jamais será paga...), e que somente contribuiria, sem dúvida (se houvesse o pagamento), para agravar ainda mais sua situação de penúria." Na avaliação do desembargador, nos casos de infrequência escolar de adolescente, somente é admissível a punição dos pais quando a inicial da ação demonstrar que o Estado fez sua parte na política de proteção integral à criança e ao adolescente. Ressaltou que a mera notificação do Conselho Tutelar, sem investigação criteriosa do contexto social da família, não é suficiente. Sobre as condições do ocorrido, o desembargador salientou que a mãe da menina, à época dos fatos, trabalhava na plantação e colheita de morangos e, por isso, saía de casa pela manhã, ficando a cargo dos filhos o desempenho das atividades escolares. Enfatizou que a mulher é pessoa muito simples, com baixa instrução. Ainda, lembrou que a menor afirmou ao próprio MP não estar se adaptando à escola, pois era zombada pelos colegas em razão das roupas que usava. O magistrado apontou que, mesmo com essas informações, MP e Conselho Tutelar não buscaram cumprir o seu dever, incluindo a família na rede de proteção estatal. Postado por
edital de convocação sme sp,
A01 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - ARTES 4.234
B02 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - CIÊNCIAS 5.429
C03 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - EDUCAÇÃO FÍSICA 5.925
D04 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - ESPANHOL 640
E05 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - GEOGRAFIA 3.464
G06 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - HISTÓRIA 5.300
H07 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - INGLÊS 4.622
L08 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - MATEMÁTICA 6.393
M09 - PROFESSOR ENSINO FUND II E MÉDIO - PORTUGUÊS 6.842
P10 - ESP EM INF TÉC, CULT E DESP I -ED FÍSICA, ESPORTES 3.817
R11 - COORDENADOR PEDAGÓGICO 10.551
Total 57.217
número de inscritos para concurso sme sp
A Diretora da EE MMDC, que fica na Moóca, Capital, foi sumariamente afastada de suas funções, e será investigada, por ter dito a verdade a uma mãe de aluno sobre as condições da escola. Nessa escola, faltam professores de educação física, geografia, história, matemática, física e filosofia. Provocada por uma mãe de aluno, a diretora teria dito-lhe o seguinte: “A senhora quer que escola pública funcione como escola particular, e não é assim”, referindo-se ao fato de que nas escolas particulares (que cobram de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00 de mensalidade) não faltam professores. A mãe de aluno, sem avisar (o que é ilegal e antiético), gravou a conversa no celular e forneceu o conteúdo da gravação à imprensa (o que é antiético e ilegal). A Secretaria da Educação, com base na notícia, afastou sumariamente a diretora, o que é antiético, ilegal e abusivo, uma vez que ela não teve direito sequer ao sagrado princípio constitucional da ampla defesa. Já sai sentenciada e condenada, antes mesmo de qualquer processo. E, o que é pior, com base em prova duvidosa (a gravação nem sequer foi periciada), obtida de forma ilegal e fraudulenta. E a EE MMDC, como fica? Continua na Moóca. Com nova diretora, mas sem os professores de educação física, geografia, história, matemática, física e filosofia. E com os pais esperando que essa escola, algum dia, possa funcionar como uma boa escola particular: com professores e aulas. Será que tem alguma coisa a ver com salários? Postado por
Afastamento de diretor,
Em resposta a ofício da APEOESP protocolado em 28 de abril, a Secretaria da Educação afirma que cumprirá o disposto no artigo 4º da Lei 11738/08 que determina a destinação de, no mínimo, 1/3 da jornada de trabalho para atividades extraclasses tão logo seja publicada oficialmente a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o assunto. Assim, teremos o seguinte quadro na rede estadual de ensino: Postado por
GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Considerando que a suspensão do expediente nas repartições públicas estaduais no próximo dia 24 de junho se revela conveniente à Administração Estadual e ao servidor público; e Considerando que o fechamento das repartições públicas estaduais deverá ocorrer sem redução das horas de trabalho semanal a que os servidores públicos estaduais estão obrigados nos termos da legislação vigente, Decreta: Artigo 1º - Fica suspenso o expediente das repartições públicas estaduais no dia 24 de junho de 2011 - sexta-feira. Artigo 2º - Em decorrência do disposto no artigo 1º deste decreto, os servidores deverão compensar as horas não trabalhadas, à razão de 1 (uma) hora diária, a partir do dia 13 de junho deste ano, observada a jornada de trabalho a que estiverem sujeitos. § 1º - Caberá ao superior hierárquico determinar, em relação a cada servidor, a compensação a ser feita de acordo com o interesse e a peculiaridade do serviço. § 2º - A não compensação das horas de trabalho acarretará os descontos pertinentes ou, se for o caso, falta ao serviço no dia sujeito à compensação. Artigo 3º - As repartições públicas que prestam serviços essenciais e de interesse público, que tenham o funcionamento ininterrupto, terão expediente normal no dia mencionado no artigo 1º deste decreto. Artigo 4º - Caberá às autoridades competentes de cada Secretaria de Estado e da Procuradoria Geral do Estado fiscalizar o cumprimento das disposições deste decreto. Artigo 5º - Os dirigentes das Autarquias Estaduais e das Fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público poderão adequar o disposto neste decreto às entidades que dirigem. Artigo 6º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Postado por
A Secretaria informou ainda que todas as faltas relativas ao período da greve realizada em 2010 e cujas aulas foram repostas já não estão mais no prontuário dos professores. Com isso, aqueles que tentaram se inscrever para a prova de mérito e não conseguiram devido a estas faltas terão
sua inscrição automaticamente validada. Em breve, estes professores receberão um comunicado da Secretaria da Educação.
Apenas 38% dos professores que dão aulas para alunos mais pobres no ensino fundamental da rede pública dizem acreditar que quase todos os estudantes concluirão o ensino médio. O dado, revelado pelo economista Ernesto Martins a partir do questionário da Prova Brasil -exame do MEC que avalia a qualidade da educação básica-, levanta uma discussão importante.
De um lado, os professores podem simplesmente estar sendo realistas. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE, só 38% dos jovens de 18 a 24 anos tinham nível médio completo em 2009. A descrença na capacidade de muitos alunos completarem o ensino médio pode, no entanto, tornar-se uma profecia autorrealizadora. O fenômeno foi estudado pelos pesquisadores americanos Robert Rosenthal e Lenore Jacobson, que provaram que a expectativa dos professores tinha impacto no desempenho dos alunos. Em seus estudos, publicados desde a década de 60, Rosenthal e Jacobson aplicaram testes de QI no início do ano a alunos, mas informaram aos professores resultados falsos, dividindo aleatoriamente as crianças. Os alunos cujos professores foram induzidos a acreditar erroneamente que tinham QI mais elevado tiveram progresso maior em um novo teste aplicado ao fim do ano em relação aos demais. Para Ernesto Martins, autor do levantamento, é preocupante constatar que muitos professores demonstram não acreditar no sucesso do trabalho desenvolvido pelas escolas onde eles lecionam. "O fracasso do aluno deveria ser encarado também como fracasso do professor e da escola", diz o economista. Mozart Neves Ramos, conselheiro do movimento Todos Pela Educação e membro do Conselho Nacional de Educação, compara o professor ao médico. "Em ambientes com poucos recursos e muitos problemas, o professor percebe que, por mais que se esforce, será mais difícil mudar a realidade. Se o médico não acredita na cura de um paciente em estado grave, se esforçará menos para salvá-lo." Maria Helena Souza Patto, docente do Instituto de Psicologia da USP, identifica o preconceito de classe como explicação para a baixa expectativa em relação aos alunos mais pobres. Ela explica que, com uma visão negativa dos alunos, educadores se relacionam com eles de modo a confirmar as expectativas de que serão incapazes de aprender. Na prática, afirma a docente, isso pode acontecer por meio de comportamentos explícitos -agressões verbais- ou sutis, como a frequência com que atendem as dúvidas de alunos considerados menos capazes. Ter como objetivo que todos aprendam sem discriminar os de menor desempenho é uma característica de países com bons indicadores educacionais, segundo relatório da consultoria McKinsey divulgado em 2007. O estudo mostrou que países como Canadá, Finlândia, Japão, Cingapura e Coreia do Sul identificam alunos com maior dificuldade, agindo imediatamente para que eles não fiquem para trás. A receita é também seguida por poucas escolas públicas no país com bons resultados nas avaliações do MEC, como a Escola Municipal Bartolomeu Lourenço de Gusmão, em Vila Nova Isabel, zona leste de São Paulo. A diretora Rosália Hungaro diz que uma das estratégias para que todos aprendam é a divisão das turmas em duplas, para que alunos mais avançados interajam com os de pior desempenho. Dessa forma, a escola tenta evitar que se formem grupos de bons alunos que sentam na frente da sala, enquanto os menos interessados acabam recebendo menos atenção do professor. Postado por
DOE 04/06/2011 – Página 64 Comunicado DRHU - 2 de 3-6-2011 Concurso de Remoção de Suporte Pedagógico / 2011 Relação de Vagas e Procedimentos: Inscrição e Indicações O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, com fundamento no Decreto nº 55.143, publicado no D.O. de 11 de dezembro de 2009 e na Resolução SE nº 95, publicada no D.O. de 12 de dezembro de 2009, torna pública a abertura de inscrições, a relação de vagas e as orientações quanto aos procedimentos de inscrições e indicações do Concurso de Remoção da Classe de Suporte Pedagógico/2011. Fica vedada a inscrição para o concurso em questão, integrante da classe que se encontre na condição de readaptado ou, por união de cônjuges, o candidato que tenha se removido nesta modalidade, antes de transcorridos 5 (cinco) anos, salvo se o cônjuge for removido ex officio, ou tiver provido novo cargo em outro município. O candidato deverá fazer todas as indicações pretendidas no momento da inscrição. I – das Inscrições 1. Fica definido de 06 a 10/06/2011, o período de inscrição para o Concurso de Remoção de Suporte Pedagógico – Supervisor de Ensino, Diretor de Escola e Coordenador Pedagógico. 2. No período acima determinado, o candidato interessado deverá entregar ao Superior imediato o Requerimento de Inscrição, o Documento de Indicações, bem como cópias reprográficas de títulos, para fins de classificação. II - das Vagas Na relação de vagas, o candidato encontrará as seguintes informações: 1. Vagas Iniciais: retratam a situação existente na unidade escolar e na Diretoria de Ensino, quando se tratar de Supervisor de Ensino, data-base 22/05/ 2011; 2. Código da unidade escolar, por Diretoria de Ensino/Município e da Diretoria de Ensino, quando se tratar de Supervisor de Ensino. OBSERVAÇÃO – As vagas potenciais são as que surgirão em decorrência das vagas pertencentes aos candidatos inscritos efetivamente no concurso em questão. III - do Material Estará à disposição do candidato, na unidade de classificação do cargo, o material abaixo discriminado: 1. “REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO”: impresso parcialmente preenchido, onde o candidato deverá completar os demais campos em branco, com letra legível e sem rasuras, observando atentamente as instruções contidas no verso do mesmo; 2. “DOCUMENTO PARA INDICAÇÕES”: impresso próprio carbonado no qual o candidato registrará os nomes das unidades, para onde pretende remover-se, com seus respectivos códigos, bem como os municípios correspondentes, em ordem rigorosamente preferencial e seqüencial, fazendo constar: 2.1- ordem geral de preferência; 2.2- unidade escolar ou Diretoria de Ensino, quando se tratar de Supervisor de Ensino; 2.3- município; 2.4- código da unidade escolar ou Diretoria de Ensino, quando se tratar de Supervisor de Ensino.
3. “ENVELOPE”: próprio para acondicionar documentos a serem anexados, devendo ser relacionados discriminadamente, inclusive o requerimento de inscrição e documento para indicações, nos campos devidos, datados e assinados. IV - das Disposições Finais Ao preencher os documentos discriminados nos itens “1”, “2” e “3” do inciso III deste comunicado, o candidato deverá observar, ainda, as instruções que seguem: 1. “REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO”: conferir todos os dados previamente preenchidos e, havendo incorreção, registrar os acertos nas quadrículas correspondentes. 2. “DOCUMENTO PARA INDICAÇÕES” deverá ter todos os campos necessários para identificação do candidato, totalmente preenchidos, sem rasuras, com a máxima atenção, a fim de que fiquem registrados, corretamente, seu número de inscrição e o número de folhas utilizadas, tomando o devido cuidado em grampear as folhas em ordem seqüencial. 3. Não há limite para o número de indicações, podendo ser indicadas, inclusive, unidades escolares ou Diretorias de Ensino (se Supervisor de Ensino) sem vagas, pois as vagas potenciais são passíveis de mudanças no decorrer do evento. 4. Ao preencher o “DOCUMENTO PARA INDICAÇÕES”, o candidato deverá ter o máximo de atenção no que diz respeito à localização e características das unidades indicadas, pois estão vedadas inclusões, exclusões, substituições de indicações e alterações da ordem das indicações.
5. A 2ª via do “DOCUMENTO PARA INDICAÇÕES” será devolvida, incontinenti, ao candidato que deverá guardá-la, uma vez que poderá ser utilizada posteriormente, caso venha solicitar acerto de indicação, por falha de cadastramento Administrativo. 6. Candidato que, no período compreendido entre 06 a 10 / 06 / 2011, junto com a inscrição, não proceder a indicação de pelo menos uma unidade, terá automaticamente a inscrição indeferida no concurso, inclusive os inscritos por união de cônjuges. 7. Quando inscrito por UC para o município de São Paulo, registrar, obrigatoriamente, nas quadrículas correspondentes, todas as Diretorias de Ensino em ordem de preferência utilizando os códigos a seguir: DER 01-Norte 1 / 02-Centro / 04-Norte 2 / 05-Leste 5 / 07- Leste 1 / 08-Leste 4 / 10-Leste 2 / 11-Leste 3 / 12-Centro Oeste / 14-Sul 2 / 16-Centro Sul / 17-Sul 1 / 18-Sul 3. 8. Os envelopes com todos os documentos anexados, devidamente preenchidos deverão ser entregues pelo candidato ao superior imediato que encaminhará ao Posto de Inscrição, no período de 06 a 10 / 06 / 2011. 9. Todos os Postos de Inscrição das Diretorias de Ensino deverão orientar os interessados e prestar maiores esclarecimentos no período previsto para inscrição e indicações. 10. A relação de vagas estará, também, à disposição dos interessados no site da Secretaria da Educação: www.educação.sp.gov.br. (A relação de vagas inicia na página 64 e terminas na página 76) Postado por
remoção suporte pedagógico,

References: artigo 1
 artigo 4
 Artigo 1
 Artigo 2
 artigo 1
 Artigo 3
 artigo 1
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6