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AUTOAVALIAÇÃO DA ESCOLA. Relatório intermédio - PDF
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Suzana Ester Amado da Silva
1 AUTOAVALIAÇÃO DA ESCOLA Relatório intermédio Fevereiro de2 I. Introdução A Escola prossegue, no corrente ano letivo, o seu processo de autoavaliação. Com ele, pretende se proporcionar uma reflexão sobre os seus resultados, métodos e sobre a melhoria da qualidade e do sucesso escolar a levar a cabo quer na Equipa de Autoavaliação, quer nos diferentes órgãos de gestão e de orientação educativa. Só assim será possível verificar o planeamento das ações e o seu desenvolvimento e avaliar a sua concretização no sentido de realizar com sucesso a sua missão. Este relatório surge para dar cumprimento ao ponto Fomento da autoavaliação que dê garantia de ser um processo sustentável, abrangente e gerador de planos de melhoria para as várias áreas de desenvolvimento da Escola, que faz parte do Plano de Melhoria apresentado pelo Diretor da Escola na sequência do Relatório da Avaliação Externa, realizada pela IGE em 7 e 8 de março e Baseou-se na recolha e análise de evidências escritas e registadas em horários, atas, relatórios e outros documentos ou transmitidas pela Direção. Procurou-se fazer um levantamento tão exaustivo quanto possível da aplicação das medidas previstas e do seu grau de consecução de forma a tornar possível ajustá-las e melhorá-las com vista a uma melhor prestação do serviço educativo que se pretende para a Escola, patente nos Princípios Orientadores do Projeto Educativo de Escola. 23 Resultados nos exames nacionais de Língua Portuguesa e Matemática do 9.º ano e de Português, Matemática A e História do ensino secundário Atribuir horas de apoio em todas as disciplinas com exame nacional com marcação no horário da turma. Foram atribuídos e constam dos horários das turmas: 9º ano- A- 1 t Port 9º ano -B e C 1 t Port e 1 t Mat 11º ano : A- 2t de FQ-A, 1 t de BG e 1t de GD-A B- 1t de FQ-A e 2t de BG C- 1t de FQ-A e 1t de BG D- 1t de Eco e 1 t de Geog E- 1t de Literatura e 1t de Geog F- 1t de Geog e 2t de MACS 12º ano: 12º A, B e C - Mat 2t e Port-2t 12º D- Hist 2t e Port-2t O balanço desta medida foi feito nas reuniões de CT do 1º período e registado nas respetivas atas: 9º A (15 alunos)- apenas um aluno frequenta o apoio; a percentagem de níveis inferiores a 3 foi de 7% a Português e 33% a Matemática. Foram definidos 5 planos de acompanhamento pedagógico (pap). 9º B (28 alunos) - são poucos os alunos que frequentam (3 a Português e 3 ou 4 a Matemática com assiduidade); a % de níveis inferiores a 3 foi de 37% a Português e 48% a Matemática; foram definidos 10 pap. 9º C (27 alunos)- poucos alunos frequentam, (3 a Português) mas estes têm melhorado o aproveitamento; a % de níveis inferiores a 3 foi de 11,5% a Português e 50% a Matemática; foram definidos 9 pap. 11º A (28 alunos) frequentam regularmente os apoios 6 alunos. Os professores declararam que os apoios são fundamentais para consolidar os trabalhos da aula e reforçar as aprendizagens. Nas disciplinas sujeitas a exame nacional, as percentagens de negativas foram: Geom. Descritiva -25%, Biologia e Geologia - 23,3 % e Física e Química A -23,3 %; 11º B ( 27 alunos, mais 16 que frequentam apenas Física e Química A, leccionada por dois professores) cerca de metade frequenta com regularidade. A percentagem de negativas foi 17 % a Biologia e Geologia e 30,2 % a Física e Química A. 11º C (25 alunos) um número significativo frequenta. 34 50 % dos alunos tiveram negativa a Física e Química e 17,4% a Biologia e Geologia. 11º D ( 22 alunos) 8 alunos comparece aos apoios mas de forma irregular. A percentagem de negativas foi de 20% a Geografia e 21% a Economia. 11º E ( 22 alunos) os alunos não comparecem. 25% dos alunos apresentam classificações negativas a Literatura, 14, 3 % a História e 14,3 % a Geografia. 11º F ( 28 alunos) 1 aluno frequenta o apoio a Geografia e um grupo comparece regularmente a MACS. A percentagem de negativas foi 36% a MACS e 33,3 % a Geografia. 12º A- (31 alunos); 1 aluno frequenta o apoio a Português (15,4% de classificações inferiores a 10) e 6 a Matemática (7,4% de classificações inferiores a 10) de forma regular. 12º B- (32 alunos); 2 alunos frequentam sempre o apoio a Português (7,4% de classificações inferiores a 10) e 5 fazemno apenas num dos dias; a Matemática, com 24% de classificações inferiores a 10, 14 são regulares na frequência. 12º C- (34alunos); 1 aluno frequenta o apoio a Português (26,3% de classificações inferiores a 10) e a Matemática (15,4% de classificações inferiores a 10) só os que estão a repetir comparecem regularmente; os restantes, fazem-no apenas na altura das avaliações. 12ºD- (27 alunos); são poucos os alunos que frequentam os apoios a Português (3,7% de classificações inferiores a 10) e a História (52,6% de classificações inferiores a 10). 45 Apesar de ter sido solicitado aos DT, em reunião, a recolha e análise destes dados, tal não se verificou ou foi feita de forma pouco objetiva. Verifica-se que, de uma forma geral, as atas são idênticas no que respeita a Informações de caráter geral, e pouco detalhadas na análise das situações concretas. É importante que seja quantificada a presença dos alunos e avaliada a medida, ainda que de forma qualitativa. Não parece verificar-se qualquer relação entre o aproveitamento no final do período e a frequência, ainda que reduzida, dos apoios. Aliás, é referido por alguns que os alunos que comparecem são os que menos precisam. A análise do aproveitamento no final do 1º período foi feita nas áreas disciplinares e no Conselho Pedagógico A análise dos sumários respeitantes a estas horas revela que os registos são muito variados, desde os mais completos, com descrição das atividades e presenças, aos que referem apenas Apoio ou Acompanhamento ao estudo, apesar de terem sido dadas indicações pela direção. Os resultados obtidos pelos alunos da turma D do 12º ano na disciplina de História deveriam ser detalhadamente analisados e contextualizados 56 pelas estruturas de orientação educativa. As informações/solicitações da Direção, ou outras, têm que chegar atempadamente a todos os professores (por mail, por exemplo) e não apenas aos DT. Efetuar coadjuvação em matemática e português no Ensino Básico. Foi atribuída e está a ser efetuada. Nas reuniões do final do 1º período foi feita a análise do funcionamento da coadjuvação em Matemática e Português do Ensino Básico e Física e Química A no 11º ano. Nas turmas do 9º ano em que há coadjuvação, 9º B e 9º C, foi feito o balanço do seu funcionamento e, na disciplina de Português, considerado positivo sobretudo em aulas orientadas para resolução de exercícios de gramática e de escrita, aquando da produção de pequenos textos decorrentes do exercício de interpretação e análise. No que diz respeito ao comportamento, a coadjuvação não veio alterar a forma como os alunos se comportam nas aulas. Em Matemática, os professores sentem que o ensino é mais individualizado pois os alunos podem solicitar o professor coadjuvante em qualquer momento para esclarecer as suas duvidas e têm a perceção que o rendimento dos alunos tem vindo a melhorar. Afirmam ainda que os alunos manifestam um comportamento mais adequado. No 11º ano, nas turmas A e B, foi analisado o funcionamento da coadjuvação em FQ_A, salientando que é eficaz e importante pois contribui para a melhoria das aprendizagens (11ºB). Na ata do 11º C não há referências. Porém, no relatório efetuado pelos professores, pode ler-se: 67 No que diz respeito aos alunos notou-se um maior envolvimento dos mesmos nas atividades propostas, levando a que não desistam tão facilmente, sobretudo os que evidenciam mais dificuldades. Esta prática tem-nos possibilitado efetuar um trabalho mais individualizado com os alunos, permitindo que mesmo aqueles que têm obtido resultados pouco satisfatórios nos momentos formais de avaliação continuem a procurar acompanhar o desenvolvimento das matérias lecionadas. Quanto ao trabalho dos professores, lê-se ainda no referido relatório que A planificação e organização destas atividades é uma tarefa exigente que requer uma boa articulação entre as professoras envolvidas, o que se traduz num aumento real da componente de trabalho individual dos mesmos. As análises efectuadas devem ser dadas a conhecer aos conselhos de turma e registadas em ata, bem como ser alvo de análise nas áreas disciplinares. Os alunos envolvidos deverão pronunciar-se sobre a medida, tal como aconteceu no 11º ano. Reforçar os apoios individuais ou em pequenos grupos por. Fizeram-se os testes diagnósticos e os respetivos relatórios, entregues Os mapas com os apoios existentes deveriam ser divulgados nas salas específicas de apoio, no átrio, na biblioteca e na página da Escola. Os Pais/Encarregados de Educação devem estar 78 Taxas de conclusão dos cursos profissionais proposta dos Conselhos de Turma. Encaminhamento dos alunos para apoios em função das dificuldades individuais detetadas nos testes diagnósticos realizados na entrada dos ciclos Alteração do Regulamento Interno para condicionar a transição de ano à concretização de 75% da totalidade dos módulos a realizar até ao momento da transição e a um mínimo de 50% de módulos em falta por disciplina. Preparação de candidatura ao programa Leonardo da Vinci. aos Coordenadores de departamento. Segundo informação da Direção, não foram atribuídos apoios para além dos já existentes (apoios à turma) em consequências dos resultados dos referidos testes. O Regulamento Interno foi alterado (aprovação em janeiro de 2013). Não foi efetuada. sempre informados. Os apoios atribuídos desde o início do ano não têm frequência regular, concentrando-se essencialmente nas épocas de avaliação e nem sempre são os alunos com mais dificuldades que os procuram. 89 Reuniões de área disciplinar de modo a adaptar os objectivos das disciplinas a cada curso. A informação foi transmitida no CP e debatida nas áreas disciplinares. Nas área de Eletrotecnia, Economia e Contabilidade, Espanhol, Inglês e Artes Visuais, considerou-se não haver necessidade de fazer adaptações, pois as matrizes curriculares estão adequadas aos cursos. As áreas disciplinares de Português, Física e Química e Matemática apresentaram propostas de planificação que contemplam essas adequações. As propostas apresentadas são da responsabilidade dos professores e entregues aos diretores de turma respetivos. Não foram alvo de análise. Melhoria e consolidação da articulação vertical e horizontal, tendo em vista o Marcação de tempos comuns por área disciplinar nos horários dos professores para favorecer o trabalho cooperativo. Os tempos estão marcados nos horários. Todas as áreas disciplinares cumprem o tempo destinado à articulação curricular. Há registo de presenças, feito pelo coordenador. A coordenação pedagógica processa-se regularmente e com evidentes vantagens, como se comprova pelas atas e documentos elaborados nas reuniões de articulação. planeamento conjunto na abordagem aos 910 conteúdos comuns, a partilha de estratégias integradas no processo de ensino e a sequencialidade das aprendizagens Realização de conselhos de turma de 7º e 10º ano antes do início das aulas. Apresentação de cada docente aos Conselhos de Turma dos conteúdos a lecionar durante o ano letivo Foram realizados todos os conselhos de turma. É generalizada a opinião quanto às vantagens da realização destes conselhos de turma, particularmente a nível da definição de regras de atuação dos docentes e de comportamento dos alunos. Segundo os dados constantes do relatório do GAA, dos 131 casos registados, 11 são do 7º ano (4 turmas) e 47 do 10º ano; destes, 33 são dos C. Profissionais (6 turmas) sendo 14 da mesma turma (10º D). Neste relatório lê-se: ( )No entanto, deve referir-se que se verificou, relativamente ao mesmo período do ano passado, uma redução substancial de casos de alunos do ensino básico encaminhados para o GAA e, ao contrario, um aumento significativo de casos protagonizados por alunos dos cursos profissionais. Lê-se ainda que a distribuição letiva por blocos de noventa minutos é uma das razões da indisciplina detetada em alguns cursos profissionais. Nas atas dos CT lê-se que foi feita a apresentação dos conteúdos das várias disciplinas com vista a uma melhor articulação. 1011 Marcação de reuniões duas vezes por período dos conselhos de curso Ocorreram reuniões a 7 e 27 de setembro. Redefinição das estratégias de apoio aos alunos como forma de ultrapassar o elevado número de módulos por concluir, permitindo aumentar as taxas de conclusão dos cursos profissionais Marcação de tempos comuns aos professores e alunos com o objetivo de recuperar módulos em atraso. São poucos 1 os apoios que constam dos horários das turmas e não está referenciado se se destinam a recuperação de módulos em atraso de outros anos ou a apoio da disciplina no ano corrente. Porém, há muitas horas de apoio nos horários dos professores. Estão a decorrer apoios para recuperação dos módulos em atraso nas disciplinas de 100 horas dos cursos Multimédia e Apoio à Infância. Devia ser feito e divulgado um mapa em que constem as horas e as disciplinas/módulos em que há professores disponíveis para apoiar a recuperação de módulos. Não há registos que permitam contabilizar os módulos recuperados. Só os diretores de curso terão a informação atualizada. É de salientar que os horários semanais dos cursos profissionais são muito sobrecarregados, o que dificulta o acerto de disponibilidades. Os horários destes cursos deveriam ser estruturados com um período destinado a recuperação de módulos e com frequência obrigatória e o seu calendário escolar ajustado. A distribuição dos apoios nas diferentes turmas não é uniforme, o que não beneficia os alunos de igual modo. 1 No 10º ano, há 1 tempo de apoio a Matemática nas turmas A e C, 1 tempo a Português na turma F e 1 tempo a Psicologia no 10º A. No 11º ano, há 1 tempo de apoio a Português nos 11ºI e 11º G, 1 tempo de apoio a Matemática nos 11ºG, H, I e L, 1 tempo de apoio a Físico Química nos 11ºI e 11º G, 1 tempo a Área de Integração no 11ºJ e 2 tempos a Economia no 11ºL. No 12º ano, todos os apoios são destinados à preparação da PAP. 1112 Observação de aulas, como meio de monitorização e supervisão da prática letiva, tendo em vista a identificação de problemas e o apoio à sua resolução, bem com a partilha de práticas científicopedagógicas relevantes Valorização da participação dos pais e encarregados de educação e do Observação de aulas pelos Coordenadores de Departamento, Coordenadores de área disciplinar ou diretor em situações que se afigurem necessárias para a melhoria das práticas. Reunião do Coordenador de Departamento com os professores que tiveram as aulas observadas. Solicitar a participação aos funcionários não docentes de sugestões para os documentos estruturantes da Escola. Não foi recebida pela EAA informação sobre o assunto. Aos funcionários administrativos e assistentes operacionais não foi solicitada qualquer colaboração. 1213 pessoal não docente na definição e discussão de prioridades, nas iniciativas e na elaboração e revisão dos planos da Escola Elaboração e publicitação de um manual de procedimentos para os funcionários de todos os sectores Designação de um representante dos técnicos administrativos e de um representante dos assistentes operacionais para a equipa de autoavaliação. Promover a formação do pessoal não docente. Há um Manual de Procedimentos dos Serviços de Administração Escolar em vigor desde 2010 e um para os assistentes operacionais, de outubro de Uma funcionária dos Serviços de Administração Escolar faz parte da EAA. Todos os funcionários dos Serviços Administrativos frequentaram ações de formação sobre diversas temáticas e com diferentes durações quer promovida pela entidade patronal quer na modalidade auto - formação. Os assistentes operacionais tiveram uma ação de formação dinamizada pelos SPO (abril de 2012). 1314 Fomento da autoavaliação que dê garantia de ser um processo sustentável, abrangente e gerador de planos de melhoria para as várias áreas de desenvolvimento da Escola Solicitar a participação dos Encarregados de educação na elaboração dos documentos estruturantes da escola. Promover formação para os elementos da equipa de autoavaliação. Monitorização prioritária dos processos de melhoria Elaboração de um relatório intermédio de monitorização do processo de melhoria no final de Janeiro Atribuição de um mínimo de 4 tempos para a equipa de autoavaliação.. Foi solicitada pela Direção da Escola a colaboração da Direção da Associação de Pais na revisão do regulamento Interno. Não foi efetuada qualquer formação externa. Em curso. Três dos elementos da equipa constituída tem quatro horas comuns de trabalho; um tem apenas três por ter atribuições noutras áreas. 1415 II. Notas finais A autoavaliação das escolas tem provado ser uma das estratégias mais úteis para o desenvolvimento da organização escolar, pois permite regular o seu funcionamento, com o objetivo de melhorar a qualidade das aprendizagens dos alunos, o serviço educativo e o clima de escola. Leva-nos a questionar sistematicamente o desempenho escolar, pelo que o seu sucesso dependerá sempre do empenhamento de todos os intervenientes, num clima de diálogo, de pensar em conjunto, entendendo a avaliação como um processo de desenvolvimento pessoal e organizacional. É importante contar com o empenhamento incondicional da direção; é importante ter acesso a informação fiável, comunicar, ouvir, mobilizar e partilhar; é importante planear, replanear, avaliar. Só assim se fecharão ciclos de melhoria responsáveis. Só assim a Escola se torna aprendente e inteligente, como defende Santos Guerra, ou seja, aquela que, valorizando as aprendizagens, reflete criticamente sobre as suas práticas, muda, investe e melhora. O que foi implementado este ano constituirá um passo sólido no sentido de ultrapassar os pontos fracos explicitados no relatório da IGE e que deu origem ao Plano de Melhoria sobre o qual nos debruçamos. Poderá, no entanto, ser pouco face ao Projeto Educativo da Escola. Apesar de não haver tradição de autoavaliação, foram feitos na Escola em anos anteriores excelentes trabalhos de reflexão/avaliação cujas conclusões continuam atuais e pertinentes, como as apresentadas no Relatório síntese dos processos de monitorização e análise dos resultados escolares ano letivo , de Paulo Viegas, e Monitorização dos apoios à turma, julho de 2010, de Isabel Loureiro. Em ambos se leem propostas de ação, como, por exemplo: É urgente uma atuação sobre o sucesso no Ensino Profissional, ou análises sobre os apoios à turma: ( )foram apontados pontos fracos, traduzidos( ) na elevada taxa de não frequência dos apoios. Também os SPO tem apresentado reflexões sobre o contexto atual da Escola, como o documento de 2011, baseado em inquéritos aos alunos dos cursos profissionais, em que são apresentadas possíveis ações de melhoria, tais como: ( )Em função da evolução da taxa de transição/conclusão dos cursos profissionais no ano lectivo de 2009/2010 ( ), consideramos ser necessário equacionar o funcionamento destes cursos noutros moldes, nomeadamente os critérios de transição por progressão modular, promovendo a co-responsabilização dos alunos e a qualidade das aprendizagens e competências ( ) Na mesma linha, estes serviços apresentaram em 2011/2012 um outro relatório sobre a formação em contexto de trabalho, em que foram ouvidos alunos e empresas formadoras. Parece-nos que trabalhos como estes e outras reflexões produzidas, por exemplo, em reuniões de área disciplinar e conselhos de turma poderiam ter sido já postas em prática, objetivando medidas que, não sendo novas, foram já equacionadas. Sentimos que muito do trabalho feito se perde em cadeias burocratizadas, como aconteceu este ano com os relatórios dos testes 1516 diagnóstico, que não foram apresentados nos conselhos de turma. Sentimos ainda que, ao não ter presente nas reuniões da equipa o elemento da direção designado para tal, acedemos à informação de forma incompleta e compartimentada, situação que, por vezes é minimizada pelo facto de um elemento da equipa ser, também, membro do Conselho Pedagógico. Também as situações de indisciplina nos preocupam pois, com elas, é muito difícil melhorar as aprendizagens e os resultados. É importante prevenir a indisciplina na Escola, estabelecendo normas e regras de conduta que sejam do conhecimento de todos e facilitem a integração e a convivência, com vista a promover a disciplina. Nesta matéria, é muito importante (re)definir o papel dos assistentes operacionais, pela relevância que o seu contato com os jovens tem na formação destes. Em suma, sentimos que, de novo como diz Santos Guerra, para a Escola realizar de forma sistemática e enriquecedora as aprendizagens que necessita ( ) carece de meios, pois ( ) quando todo o tempo é dedicado à ação, é impossível refletir sobre essa ação. Escola Secundária Emídio Navarro, 19 de fevereiro de 2013 A equipa de autoavaliação, Antónia Davim Eufémia Santos Eusila Pereira, Fernanda Castro Teresa Amado 16 Documentos relacionados
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 Artigo 1