Source: https://bo.io.gov.mo/bo/ii/2007/22/anotariais.asp
Timestamp: 2019-05-25 10:52:43+00:00

Document:
（三）加入國際／世界總會，參與及舉辦各類型之國際及地區性中華炎黃文化活動。
叁．被處以上一款（二）及／或（三）處分的會員有權在收到理事會所發出的通知日起計算，在三十天內向會員大會提出上訴。
Balanço anual em 31 de Dezembro de 2006
Demonstração de resultados do exercício de 2006
O Representante Principal, A Gerente,
Em virtude do crescimento forte da economia de Macau no ano passado e da sustentação dos clientes, o nosso Banco obteve no ano de 2006 o lucro de trinta e dois milhões de patacas (MOP 32 000 000,00), com crescimento de 2,8 vezes em comparação com o ano anterior ao ano passado; o montante integral do empréstimo atingiu um bilhão, quinhentos e noventa milhões de patacas (MOP 1 590 000 000,00), com crescimento de 88%; o montante do depósito dos clientes atingiu dois bilhões, seiscentos e sessenta milhões de patacas (MOP 2 660 000 000,00), com o crescimento de 54%; o activo geral atingiu proporcionalmente dois bilhões, setecentos e oitenta milhões de patacas (MOP 2 780 000 000,00), com o crescimento de 45%.
Na perspectiva do futuro, o nosso Banco fará o esforço para melhorar a qualidade do serviço, prestará os serviços financeiros aperfeiçoados e múltiplos para satisfazer os pedidos dos clientes e continuará a dar contribuições à prosperidade da economia e do desenvolvimento de Macau.
À DBS Bank (Hong Kong) Limited — Sucursal de Macau
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria, aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004 da RAEM e as Normas Técnicas de Auditoria, aprovadas pelo Despacho n.º 68/2004 do Secretário para a Economia e Finanças, as demonstrações financeiras do DBS Bank (Hong Kong) Limited — Sucursal de Macau referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 31 de Março de 2007.
Macau, aos 31 de Março de 2007.
A Comissão Administrativa: Carlos Alberto Roldão Lopes, Lau Wai Meng, Van Mei Lin, Vitória Alice Maria da Conceição.
O Chefe da Contabilidade: Lam Kuan Pui.
Síntese do relatório de actividades — 2006
O número de novos empréstimos concedidos em 2006 foi inferior ao do ano anterior e o montante mutuado em circulação no final do ano foi de cerca de 149 milhões de patacas.
No final de 2006, o total dos depósitos foi de cerca de 809 milhões de patacas, registando-se um aumento de 0,7% em relação ao ano anterior.
O resultado do ano foi de cerca de 39 milhões de patacas, sendo de cerca de 24 de milhões o resultado da operação bancária, e cerca de 15 milhões a receita da venda de imóveis.
A partir de 1 de Janeiro de 2006, a CEP adopta uma nova política contabilística para o apuramento da Provisão Genérica para Riscos de Crédito. A adopção da nova política contabilística foi efectuada desde o início de 2006, fazendo com que o valor dos Resultados Transitados de Exercícios Anteriores tenha aumentado MOP 16 600 000,00
Composição da Comissão Administrativa durante 2006
Presidente — Carlos Alberto Roldão Lopes
Vogal — Lau Wai Meng
Representante dos Serviços
de Finanças — Vitória Alice Maria da Conceição
No exercício das competências previstas no artigo 24.º do Regime Financeiro dos Serviços de Correios, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 50/99/M, de 27 de Setembro, e no artigo 7.º do Regulamento da Caixa Económica Postal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 24/85/M, de 30 de Março, acompanhei o desenvolvimento da actividade da Caixa Económica Postal ao longo do exercício económico de 2006.
Tendo em atenção a análise efectuada aos documentos contabilísticos reportados a 31 de Dezembro de 2006, sou de parecer e considero que:
— São claros e elucidativos os elementos contabilísticos referentes ao balanço em 31 de Dezembro de 2006 e à demonstração de resultados para este ano;
— As contas relativas ao ano económico de 2006 mostram a real situação financeira em 31 de Dezembro de 2006 e estão em condições de ser aprovadas.
Macau, aos 7 de Março de 2007.
Representante dos Serviços de Finanças,
Síntese do relatório dos auditores externos
para a Comissão Administrativa da
Caixa Económia Postal
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras da Caixa Económica Postal, referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, e no nosso relatório datado de 18 de Abril de 2007, emitimos a nossa opinião sem reservas sobre se essas demonstrações financeiras estão preparadas de acordo com a Nota 2 às citadas demonstrações financeiras.
Em nossa opinião, as contas resumidas anexas estão de acordo com as demonstrações financeiras acima referidas das quais elas resultaram.
Para um melhor entendimento da posição financeira e resultado anual das operações da CEP, as contas resumidas devem ser analisadas em conjunto com as correspondentes demonstrações financeiras auditadas do ano.
Edifício Banco da China, Unidade D, 23/F,
Avenida Doutor Mário Soares, Macau.
Macau, aos 18 de Abril de 2007.
(Publicações ao abrigo do artigo 76.º do R.J.S.F., aprovado pelo Decreto-Lei n.º 32/93/M, de 5 de Julho)
Em 2006 a economia de Macau continuou próspera. O nosso banco iniciou a prestação de serviços bancários aos clientes particulares e lançou o serviço ATM. Para além disso e a fim de melhorar as condições de trabalho, passámos a exercer a nossa actividade em novas instalações. Estas iniciativas significaram a aplicação de recursos adicionais na operação em Macau.
O nosso banco exerceu em 2006 as actividades de apoio a empresas, financiamento à actividade comercial, empréstimos, contas de depósito, remessas de fundos e actividade cambial, títulos para cobrança, banca electrónica e outros serviços bancários. Na data do encerramento do exercício registaram-se depósitos de novecentos e seis milhões de patacas e empréstimos de mil duzentos e quarenta e dois milhões de patacas. O lucro anual, depois de impostos, é de vinte e dois milhões de patacas.
Para o ano de 2007, o nosso banco desenvolverá e prestará outros serviços e disponibilizará novos produtos bancários, reforçará relações com os clientes actuais, procurará novos clientes, e aperfeiçoará os procedimentos administrativos e operacionais, com o objectivo de elevar a eficácia e a qualidade dos serviços que presta.
O nosso banco agradece o apoio dos organismos públicos, dos nossos clientes, dos outros bancos e dos nossos empregados.
O Gerente da Sucursal.
Charles Kwan.
Para o gerente-geral do
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras do Hang Seng Bank Limited — Sucursal de Macau, referentes ao exercício que terminou em 31 de Dezembro de 2006 e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 11 de Maio de 2007.
Macau, aos 11 de Maio de 2007.
As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 7 713 200 Patacas. Porque a sucursal adopta as Hong Kong Financial Reporting Standards («HKFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas HKFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das HKFRS (antes dos impostos diferidos de 1 051 800 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
para a Gerência do BNP Paribas — Sucursal de Macau
Auditámos as demonstrações financeiras do BNP Paribas — Sucursal de Macau referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006 de acordo com as Normas de Auditoria, aprovadas pelo Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau e Normas Técnicas de Auditoria, aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças e expressámos a nossa opinião, sem reservas, no relatório de 20 de Abril de 2007.
Efectuámos uma comparação entre as demonstrações financeiras resumidas, aqui evidenciadas, e as demonstrações financeiras por nós auditadas. A preparação das demonstrações financeiras resumidas é da responsabilidade da Gerência da Sucursal.
Macau, aos 20 de Abril de 2007.
Durante o ano, as diferentes actividades desenvolvidas pelo Banco registaram um aumento de um modo satisfatório, consequentemente, as receitas provenientes de juros subiram 70%, ou seja três milhões, quatrocentas e setenta patacas, por outro lado, as receitas provenientes de outras explorações demonstraram também uma subida de 46%, equivalendo aproximadamente a um valor de dois milhões e trinta mil patacas. Contudo, as outras despesas de exploração foram muito bem controladas pelo Banco, estas apenas subiram 10%, ou seja oitenta e vinte mil patacas. Em resumo, o lucro antes de impostos durante o ano de 2006 cifrou-se em cinco milhões, novecentas e quarenta mil patacas, representando um aumento de 3,7 vezes em relação ao ano anterior.
BNP Paribas — Sucursal de Macau.
BANCO WENG HANG , S.A., MACAU
As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 63 864 867 Patacas. Porque o Banco adopta as Normas Internacionais de Relato Financeiro («NIRF») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas NIRF podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das NIRF (antes dos impostos diferidos de 8 708 845 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
Ms. Lo Wai Ching, presidente
O balanço, a demonstração de resultados e a conta de exploração e lucros e perdas deste Banco, respeitantes ao exercício do ano findo em 31 de Dezembro de 2006, foram elaborados nos termos da lei bancária e auditados pela KPMG e segundo o nosso Parecer, as mesmas corresponderam às regras de contabilidade bancária, sendo, portanto, documentos suficientes para mostrar a real situação financeira deste Banco até 31 de Dezembro de 2006, e o lucro apurado do exercício que terminou nesta data.
Lo Wai Ching Maggie
Macau, aos 24 de Fevereiro de 2007.
Aos accionistas do Banco Weng Hang, S.A.
Examinámos, de acordo com as Normas Internacionais de Auditoria e Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras do Banco Weng Hang, S.A., referentes ao exercício que terminou em 31 de Dezembro de 2006 e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 24 de Fevereiro de 2007.
No ano de 2006 a economia de Macau mantinha-se em constante crescimento, a seguir do crescimento saudável de 6,7% de Produto Interno Bruto no ano de 2005, registou-se o notável crescimento de 16,6% de Produto Interno Bruto no ano a que se reporta o presente relatório. Os sectores de jogos de fortuna ou azar e de turismo continuavam a desempenhar o papel dominante no desenvolvimento da economia de Macau. No ano em análise, a conclusão sucessiva de vários projectos de grande envergadura na área de jogos de fortuna ou azar, a que acresce ainda o factor de turistas chineses do modelo de «visto individual», fazia incentivar a vontade de consumo que a população tinha e dinamizar o mercado da venda a retalho.
No ano transacto, por se encontrarem ainda na fase de arranque ou de preparação numerosos projectos de grande empreendimento, foi muito procurado o crédito bancário. Por outro lado, a redução contínua da taxa de desemprego que, no ano de 2006, foi registada em 3,7% e o aumento de rendimento da população de Macau têm contribuído para o aumento do preço de imóveis, tendo-se verificado, assim, o aumento significativo de procura do serviço de hipoteca, além de melhoramento persistente de qualidade de crédito.
Outrossim, o serviço de gestão da riqueza pessoal assegurado por este Banco sob a modalidade de «Elite Banking» foi coroado com grande êxito, depois de alargamento do âmbito de prestação desse serviço e introdução de melhoramento às instalações adaptáveis ao referido serviço.
Importa referir ainda, a partir do 2.º semestre do ano de 2006, as respectivas actividades bancárias que foram beneficiadas pela abundância do capital no mercado e pelo florescente comportamento do mercado de valores motivado pela subida contínua da economia mundial.
Graças ao persistente e considerável crescimento da economia de Macau, o resultado do exercício alcançado por este Banco atingiu, mais de uma vez, o novo auge no ano de 2006, o lucro que competia aos accionistas era calculado em duzentos e trinta e seis milhões de patacas, sendo a taxa de crescimento avaliada em 11,8% em comparação com o ano de 2005 em que o lucro que competia aos accionistas foi apurado em duzentos e onze milhões de patacas. No ano de 2006, o activo total foi apurado em dezoito mil e oitocentos milhões de patacas, enquanto que foi calculado em mil cento e dezoito milhões de patacas o valor de capital dos accionistas, sendo a taxa de crescimento computada, respectivamente, em 42,22% e 28,95%, quando comparada com o ano de 2005. A taxa de retribuição média por activo foi de 1,48%, ao passo que a taxa de retribuição média por capital dos accionistas foi de 23,9%.
Apesar de a economia de Macau se ter mantido em constante crescimento e o dinâmico investimento ter criado grande número de postos de emprego no ano passado, a escassez de força laboral vai-se agravando, a escassez será tanto mais ressentida, quanto mais projectos de grande empreendimento que se encontrem concluídos a curto prazo. A contínua subida do salário, o aumento desmesurado do preço de imóveis devido ao desequilíbrio verificado entre a oferta e a procura da parte dos bens imóveis, a valorização de Reminbi e a impossível realização de ajustamento e controlo de política monetária pelo facto de anexação indirecta de patacas aos dólares americanos, tudo isso tem sido o factor de agravamento de inflacção verificada em Macau.
Com a inauguração da nova sucursal no ano passado, o número de sucursais deste Banco passa a ser 12. Tendo em consideração o crescimento drástico da economia e da população de Macau, este Banco está envidando o seu melhor esforço para alargar a sua rede de sucursais, lançando mão à procura de local ideal para implantação de uma ou duas sucursais no ano em curso. Na sequência de aquisição do «Chekiang First Bank Ltd.» pela sociedade materna deste Banco, o Banco Weng Hang em Hong Kong, o mesmo veio a adquirir no mês de Janeiro do corrente ano a «Inchroy Credit Corporation Ltd.», com objecto social dedicado exclusivamente à locação, aquisição e financiamento, no intuito de alargar a base dos clientes e elevar a eficácia de colaboração. O Banco Weng Hang em Hong Kong tem 38 sucursais espalhadas por vários pontos dessa cidade, além de 3 sucursais e 1 subunidade no continente chinês. Para não perder a grande oportunidade comercial proporcionada pelo mercado chinês, o Grupo Weng Hang já obteve a autorização preliminar para criar a sua dependência no continente chinês, com vista a expandir as actividades comerciais de Reminbi na China, entre as quais, se destaca a prestação de serviço bancário de Reminbi aos cidadãos chineses.
Até aos finais do mês de Dezembro de 2006, o Banco Weng Hang em Macau tinha 369 trabalhadores ao seu serviço, enquanto 2 436 trabalhadores ao serviço do Grupo Weng Hang. Para dar resposta ao desenvolvimento das actividades bancárias, o Banco Weng Hang em Macau planeou contratar mais trabalhadores em número igual a 10% do número dos trabalhadores actualmente existentes. Depois desse novo recrutamento, o número dos trabalhadores será superior a 400.
Olhar para o futuro, o financiamento continuará a estar mais procurado, devido à realização continuada dos projectos de grande empreendimento, entre os outros, citam-se os hotéis e as instalações de divertimento, fazendo com que tal situação dê impulso às outras actividades comerciais. Como resultado desse impulso, haverá grande procura da força laboral que fará descer, de forma continuada, a taxa de desemprego, por um lado, impulsionar ainda mais a subida do salário, por outro. Os factores que acabam por referir são tidos como factores favoráveis à expansão das actividades bancárias. Em resposta à necessidade sentida no desenvolvimento do mercado e às exigências de cidadão na escolha do serviço financeiro, este Banco envidará todos os esforços para expandir as actividades de hipoteca e de mútuo bancário, além de optimizar o serviço do banco electrónico. A fim de aperfeiçoar o serviço de gestão de riqueza, todas as sucursais deste Banco irão prestar aos clientes do modelo de «Elite Banking» este tipo de serviço individualizado. Independentemente dos projectos acima referidos, foi concebido por este Banco o plano de criar em locais estratégicos o centro de gestão de riqueza, visando proporcionar aos clientes o serviço de gestão de riqueza com boa qualidade, bem como a facilidade aos mesmos de tratar todos os assuntos num balcão único.
Nesses dias, continua a verificar-se a tendência do aumento do preço de imóveis que tinha sido verificado no ano passado, crê-se que o Governo de Macau venha implementar uma política de habitação válida para estabilizar o preço de imóveis. Julga-se que a política a implementar possa ser útil à estabilização do preço de imóveis a médio e longo prazo.
Quanto aos prédios com preço baixo, será difícil de encontrar, a curto prazo, o ponto de equilíbrio entre a procura e a oferta, deste modo, o preço deste tipo de prédios continuará a encarar com a pressão do aumento moderado. No que se refere à procura e à oferta da força laboral, o número dos trabalhadores importados do exterior mal satisfez a necessidade do mercado, presume-se que essa situação se mantenha inalterável nos próximos anos.
Prevê-se que a economia mundial vai sofrer uma ligeira descida no ano de 2007. No que respeita à economia dos Estados Unidos da América, os factores incertos continuam a ser causa determinante da economia daquele país. O proteccionismo do comércio que está em voga nos Estados Unidos da América e na Europa poderá trazer efeitos negativos à República Popular da China e a Macau. De mais a mais, a pressão exercida sobre as médias e pequenas empresas de Macau em virtude de falta da força laboral e da subida contínua do salário motivada pela inflacção, vai ser a preocupação latente na via de desenvolvimento da economia de Macau, se não for possível o controlo do último factor. Orientado pelo estável desenvolvimento dos sectores de jogos de fortuna ou azar e de turismo, o investimento externo continua a afluir a Macau, é de contar com a continuação de grande aumento de turistas do modelo de «visto individual» e turistas forasteiros. O mercado da venda a retalho continua a florescer. Em suma, o Banco Weng Hang mantém-se optimista quanto à perspectiva da economia de Macau.
Por último, eu próprio desejo manifestar, na representação de todos os membros do Conselho de Administração, o nosso sincero agradecimento a todos os trabalhadores pelo empenho e dedicação ao serviço e aos clientes em geral pelo apoio e confiança depositada no mesmo Banco.
Macau, aos 15 de Fevereiro de 2007
As principais economias asiáticas mantiveram ao longo de 2006, à semelhança de 2005, um crescimento económico significativo, com particular relevância para a R. P. da China, Índia, Coreia do Sul e Regiões Administrativas Especiais de Hong Kong e Macau.
A R. P. da China continua a registar uma forte expansão económica, com o PIB a apresentar um crescimento de 10,4%, contra 9,9% em 2005, confirmando de forma inequívoca um longo ciclo de 25 anos de crescimento e posicionando, desde já, a China como a quarta maior potência económica do mundo (E.U.A., Japão, Alemanha e R. P. da China).
O desempenho positivo da economia chinesa manteve-se inalterado ao longo dos últimos anos, não obstante o Governo Central chinês ter adoptado um conjunto de medidas administrativas de natureza restritiva (aumento das reservas de caixa, subida das taxas de juro directoras, valorização gradual do Renminbi…..).
O Comércio Externo continua a assumir um papel determinante no forte crescimento da economia chinesa, atingindo o excedente da balança comercial em 2006 o valor de 177,8 mil milhões de dólares americanos. De salientar, igualmente, que a China é actualmente o primeiro país do mundo no que se refere a reservas cambiais, atingindo as mesmas, em Dezembro de 2006, o valor de 1 066 mil milhões de dólares americanos.
A Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) deverá apresentar, em termos homólogos, um crescimento do PIB superior a 15%, comparativamente a 2005, fruto do contínuo crescimento da Indústria do Turimo e do Jogo/Entretenimento, das importantes obras infra-estruturantes que têm vindo a ser promovidas no território e pelas condições excepcionais negociadas com o Governo Central da R. P. da China (Acordos CEPA, Vistos Individuais….) e com diversas províncias chinesas.
De realçar a forte procura do imobiliário comercial e particular, permitindo que o sector imobiliário em Macau continue a evidenciar taxas de crescimento excepcionais.
O Banco Espírito Santo do Oriente (BESOR) manteve em 2006 um crescimento sustentado, com o total do Activo Líquido a atingir o valor de MOP1 007 456 518 e a apresentar um aumento de 36,8% comparativamente a 2005.
Relativamente ao ano de 2005, o exercício de 2006 registou as seguintes principais variações:
— Crédito Concedido (+48,7%), Depósitos de Clientes (+23,3%), Aplicações junto de Outras Instituições de Crédito (+14,06%) e Acções, Obrigações e Outros Títulos (+30,5%).
O aumento do Resultado Financeiro de 51,29%, por via do efeito de volume e de margem, reflectiu-se positivamente na rendibilidade do BESOR, tendo o rácio Produto Bancário/Activos Financeiros apresentado um valor 3,8% em 2006.
A estratégia do BESOR foi delineada no sentido de privilegiar activos de qualidade que remunerem adequadamente os riscos envolvidos. Contudo, a excelente conjuntura económica que a RAEM atravessa desde 2004, permitiu crescimentos significativos da carteira de crédito do Banco. Em 2006, o crescimento da carteira de crédito do BESOR foi de 48,7% comparativamente ao exercício anterior.
Nos termos legais e estatutários o Conselho de Administração propõe, para aprovação da Assembleia Geral, que o resultado do exercício findo em 31 de Dezembro de 2006 que se apura em MOP14 444 450,03 (catorze milhões, quatrocentas e quarenta e quatro mil, quatrocentas e cinquenta patacas e três avos) seja aplicado da seguinte forma:
Para Reserva Legal (a) MOP 2 888 890,00
Para Resultados Transitados MOP 11 555 560,03
Macau, aos 15 de Fevereiro de 2007.
Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram vimos submeter à Vossa apreciação o relatório sobre a actividade fiscalizadora desenvolvida e dar o parecer sobre o relatório do Conselho de Administração, o balanço e a demonstração de resultados do BANCO ESPÍRITO SANTO DO ORIENTE, S.A., relativamente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006.
O relatório do Conselho de Administração evidencia de maneira clara a situação económica e financeira e a evolução da actividade do Banco durante o exercício de 2006.
Macau, aos 28 de Fevereiro de 2007.
Ricardo Espírito Santo Silva Salgado — Presidente
Jorge Manuel da Conceição Góis (nomeado em 8 de Março de 2006)
Pedro Manuel de Castro Simões Ferreira Neto (nomeado em 8 de Março de 2006)
Europ Assistance (Macau) — Serviços de Assistência
Personalizados, Limitada 25%
Espírito Santo do Oriente — Estudos Financeiros e de
Mercado de Capitais, Limitada 90%
Banco Espírito Santo, S.A. 199 500 99,75
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras do Banco Espírito Santo do Oriente, S.A., referentes ao exercício que terminou em 31 de Dezembro de 2006 e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 15 de Fevereiro de 2007.
Demonstração dos resultados do exercício findo em 31 de Dezembro de 2006
Relatório do Conselho de Administração relativo ao exercício de 2006
De acordo com o estipulado por Lei e nos Estatutos da Sociedade, vimos submeter à vossa apreciação e votação na reunião do Conselho de Administração o relatório e contas relativos ao exercício findo a 31 de Dezembro de 2006, compreendendo o período de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006, durante o qual foram desenvolvidas várias actividades de acordo com as disposições previstas nos estatutos da Sociedade.
O Conselho de Administração tem o prazer de apresentar o seu relatório anual juntamente com o parecer do Conselho Fiscal, bem como as contas devidamente verificadas relativas ao exercício findo a 31 de Dezembro de 2006.
A Sociedade foi constituída no dia 13 de Setembro de 1994, na forma de uma sociedade privada de responsabilidade limitada e a sua principal actividade é exploração de linhas aéreas internacionais de Macau, ao abrigo do contrato de concessão assinado em 8 de Março de 1995 com o Governo de Macau. A Sociedade iniciou a sua actividade no dia 9 de Novembro de 1995.
Na opinião dos directores, o preço elevado dos combustíveis durante todo o ano, desvalorização do dólar de Taiwan, o aumento operacional das companhias de aviação de baixos custos, tiveram um grande impacto nos lucros da operadora. Não obstante os esforços e diligências da nossa equipa para conter despesas operacionais e aumentar produtividade, as receitas dos passageiros e carga cresceram 20,33% e 8,6% respectivamente, a companhia terminou o ano de 2006 em défice.
O Conselho de Administração, em cumprimento do Artigo vinte e oito dos Estatutos, submete à apreciação e aprovação da Assembleia Geral da Sociedade, a seguinte proposta para aplicação dos resultados líquidos (negativos) de MOP 62 310 938,76:
A transitar para o exercício de 2007.
MOP 62 310 938,76
Macau, 29 de Março de 2007.
Presidente do Conselho de Administração, Gu Tiefei.
Parecer do Conselho Fiscal da Air Macau sobre o relatório e contas do Conselho de Administração relativo ao ano de 2006
De acordo com os Estatutos da Air Macau, o Conselho Fiscal elaborou este parecer sobre o relatório e contas do Conselho de Administração da Air Macau, relativo ao ano de 2006. O Conselho Fiscal examinou também as informações recebidas durante todo o ano dos auditores externos da Empresa, KPMG, bem como o parecer dos mesmos sobre o relatório relativo ao ano de 2006.
Durante todo o ano, o Conselho Fiscal convocou as reuniões regulares previstas nos Estatutos da Air Macau e manteve o contacto considerado necessário com a Comissão Executiva e administradores da Empresa. Durante o ano em questão, o trabalho do Conselho Fiscal foi assistido pelos auditores externos na análise dos controlos internos e dos procedimentos da Empresa. Vários assuntos relacionados com a supervisão foram levados à atenção da Administração da Air Macau. A Administração desenvolveu um esforço substancial para melhorar certos procedimentos de fiscalização e supervisão financeira.
Em 2007 a Sociedade enfrenterá um ambiente mais competitivo, o Conselho Fiscal prevê que a Sociedade deverá esforçar-se continuamente para impor medidas mais rígidas no controlo de custos, reforçar o sistema de gestão de crise e de gestão interna, de forma a conseguir um desenvolvimento saudável e sustentável.
O Conselho Fiscal, com base nos documentos recebidos, emite o parecer de que o relatório e contas relativo ao ano de 2006 reflecte com precisão e objectivamente a condição financeira da Empresa e sugere a sua aprovação pelos accionistas.
Finalmente, o Conselho Fiscal não pode deixar de expressar o seu reconhecimento pela cooperação e assistência dada por todos os directores gerais e gerentes da Empresa.
Macau, aos 29 de Março de 2007.
Presidente: Zhang Huilan
Membro: Ho Man Sao
Membro: Ip Hou Pak
da Companhia de Transportes Aéreos Air Macau, S.A.R.L.
Examinámos, de acordo com as Normas Internacionais de Auditoria e Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras da Companhia de Transportes Aéreos Air Macau, S.A.R.L. referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006 e a nossa opinião sobre as referidas demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 15 de Março de 2007.
Macau, 15 de Março de 2007.
Zhou Guanquan Thomas H. K. Tsang Ho Man Sao
Luis Correia da Silva Wen Xiaoli Ip Hou Pak
Thomas H. K. Tsang
Demonstração de resultados de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006
Publicações ao abrigo do artigo 76.º do R.J.S.F., aprovado pelo Decreto-Lei n.º 32/93/M, de 5 de Julho
Gerente Sucursal, Administrador da Contabilidade,
Lam Keng Iong Lo Wai Ho
Num cenário de crescimento económico contínuo que se verifica no ano passado em Macau e as elevadas transacções que se verifica nas bolsas de Hong Kong, a nossa Sucursal obteve um certo aumento de lucros.
Até ao dia 31 de Dezembro de 2006, a receita total da Sucursal de Macau era MOP 8 390 959,95, verificava-se um crescimento anual de 53%, obteve um crescimento de 1,6 vezes de lucro líquido, que eram MOP 3 343 114,67.
Esperamos que em 2007 o índice de bolsa das acções de Hong Kong estará num nível alto, de modo que o mercado iria ficar mais instável.
Sendo assim, acreditamos que no futuro o mercado não vai encontrar em falta de elementos que se causa a subida das bolsas.
Continuaremos a desenvolver o mercado local e o da China Continental e a aumentar o número de clientes.
Para que as nossas actividades tivessem um crescimento estável, desejaremos obter benefícios no crescimento económico acelerado que se verifica na China.
Tai Fook — Cia. de Intermediação Financeira, Lda., Sucursal de Macau
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras de Tai Fook — Cia. de Intermediação Financeira, Lda., Sucursal de Macau, referentes ao exercício que terminou em 31 de Dezembro de 2006, e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 29 de Março de 2007.
Em nossa opinião, as contas anexas de forma resumida são consistentes com as demonstrações financeiras atrás referidas das quais elas resultaram.
Para uma melhor compreensão da posição financeira e dos resultados das operações da Companhia durante o exercício, as contas financeiras resumidas devem ser analisadas em conjunto com as correspondentes demonstrações financeiras auditadas do ano.
(Publicações ao abrigo do artigo 75.º do R.J.S.E., aprovado pelo Decreto-Lei n.º 32/93/M, de 5 de Julho)
Liu Hei Wan Vong Chak Kin
Em Fevereiro de 2006, a nossa Companhia foi autorizada pelo Governo de Macau a constituir e operar em Macau uma instituição, cujo objecto social exclusivo é a emissão e gestão de cartões porta-moedas electrónicos. Está previsto que os cartões porta-moedas electrónicos sejam emitidos formalmente em meados de 2007. Por este motivo o resultado das actividades neste exercício apresenta um prejuízo de MOP 606 268,00.
O Conselho de Administração propõe que os prejuízos sejam objecto de cobertura por parte dos accionistas e de forma proporcional às suas participações no capital social da Companhia.
Nos termos do Código Comercial e dos Estatutos da Companhia, o Fiscal Único supervisionou a administração da MACAU PASS S.A. ao longo do ano de 2006 até ao dia 31 de Dezembro, acompanhou a actividade da Companhia e obteve todas as informações e esclarecimentos que considerou necessários. O Fiscal Único considera que as demonstrações financeiras e relatório de actividade estão correctos e completos, explicando de forma breve e clara a situação financeira da Companhia, o desenvolvimento das suas actividades e os resultados das operações referentes ao exercício do ano 2006. O Fiscal Único não verificou qualquer irregularidade nem acto ilícito.
O Fiscal Único propõe à Assembleia Geral que aprove as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, o relatório de actividade e a proposta de cobertura de prejuízos apresentada pelo Conselho de Administração.
Auditor Registado.
Auditámos as demonstrações financeiras da MACAU PASS S.A. referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, e expressámos a nossa opinião sem reservas, no relatório de 29 de Março de 2007.
Baker Tilly (Macau) — Sociedade de Auditores
Lista das instituições que detêm participação superior a 5% do respectivo capital social ou superior a 5% dos seus fundos próprios
Lista dos principais accionistas
Presidente: Liu Chak Wan
Administrador: Liu Chak Wan
Administrador: Liu Hei Wan
* As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 3 835 315 Patacas. Porque a sucursal adopta as Hong Kong Financial Reporting Standards («HKFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas HKFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das HKFRS (antes dos impostos diferidos de 522 997 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
O Gerente-Geral da Sucursal de Macau O Chefe da Contabilidade
Chen Wei Leong Wai Kun
No ano de 2006 a economia de Macau continua a ser boa, com o impulso de turismo e jogos, o investimento aumenta agudamente, todos os vários comércios e a ocupação tornam-se vigorosos, a taxa de desemprego declina continuamente, ao elevado nível de consumo doméstico, são mais elevadas do que o crescimento da economia de Macau no ano 2005. A sucursal abriu a primeira secundário-filial em 26 de Outubro de 2006, na Horta e Costa com o constante desenvolvimento do negócio. O lucro líquido pelo ano inteiro era MOP10,7 milhões.
Para o próximo ano, porque muitos grandes hotéis e casinos serão abertos, nós acreditamos que o desenvolvimento económico de Macau irá continuar. A sucursal vai continuar a oferecer com o anterior, de modo seguro, com espírito criativo, a melhor qualidade de serviço aos sectores comercial e industrial e cidadãos de Macau.
The Bank of East Asia, Limited — Macau Branch
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras do The Bank of East Asia, Limited — Macau Branch referentes ao exercício que terminou em 31 de Dezembro de 2006 e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 9 de Maio de 2007.
Macau, aos 9 de Maio de 2007.
Nota: A rubrica «Outras Reservas» está incluído um valor de MOP1 533 000,00 de provisões genéricas adicionais constituídas em cumprimento das regras do Aviso n.º 18/93-AMCM.
Macau, aos 23 de Março de 2007.
para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2006
2006 foi um ano impressionante para o Banco. Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, registou um lucro atribuível aos accionistas de MOP8 548 714, que foi 52,3% superior ao lucro do mesmo período em 2005. Durante o ano o Banco adoptou uma estratégia prudente de desenvolvimento estável. Com o pleno apoio da gerência e do pessoal, o Banco tem vindo a melhorar a sua prática de administração corporativa e a aperfeiçoar vários elementos de gestão de risco. A economia de Macau continuou a crescer e o Banco alcançou um crescimento firme em todos os aspectos da sua actividade. Para atender à expansão de negócios, o Banco começou a sua operação na sua nova sede localizada num edifício próprio. No entanto, o recrutamento de novo pessoal resultou num aumento nos custos de operação em comparação com os do ano anterior.
2006 também foi um ano extraordinário para Macau. A taxa de desemprego desceu dos 4,1% do ano passado para 3,7%. Com o continuado crescimento económico da China Continental e o abrandamento da restrição de residentes locais em mais cidades da China Continental de pedirem vistos de viagem individuais, o número de viajantes da China Continental aumentou e a chegada de turistas durante o ano atingiu um número recorde de 22 milhões, registando mais 17,6% que no ano anterior. Isto promoveu ainda mais o turismo e empresas relacionadas com o mesmo. A taxa de ocupação hoteleira continuou a subir e o preço dos imóveis subiu consideravelmente. Os números de vendas a retalho no quarto trimestre foi 28% superior ao mesmo período do ano anterior, enquanto outros sectores de consumo também beneficiaram. Os sectores do turismo e do jogo continuam a florescer, com um número de hotéis de grande escala e centros de jogo e entretenimento a serem concluídos em 2007. Com a esperada continuação do crescimento da economia de Macau, várias empresas de financiamento e hipoteca de imóveis continuarão a prosperar e o sector bancário também beneficiará com isso.
No que concerne 2007, o Banco procurará expandir a sua base de clientes, reforçar a sua relação com os actuais clientes, melhorar o seu sistema de trabalho e gestão para elevar a sua eficiência e qualidade de serviço, e explorar meios praticáveis de desenvolver e lançar vários novos produtos e serviços. Temos confiança no continuado desenvolvimento económico de Macau e o nosso Banco continuará a esforçar-se por prestar excelentes serviços bancários aos nossos clientes.
Por e em representação do Conselho de Administração
Vogais: Chui Sai Cheong
Vogais: Ho Man
Macau, 23 de Março de 2007.
Parecer do Conselho Fiscal de 2006
Durante 2006, o Conselho Fiscal seguiu atentamente as actividades do Banco. Ao manter um estreito e frequente contacto com o Conselho de Administração, o Conselho Fiscal obteve a melhor cooperação e informação do Conselho de Administração que lhe permitiu executar as suas tarefas e responsabilidades eficaz e eficientemente.
Portanto, o Conselho Fiscal considera que as contas e relatório financeiros para o exercício de 2006 submetidos pelo Conselho de Administração deveriam ser apresentados à Assembleia Geral de Accionistas para aprovação.
A todos os sócios do
(Sociedade Anónima constituída e registada em Macau)
Em conformidade com «Normas Internacionais de Auditoria» e «Normas de Auditoria» aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004 da Região Administrativa Especial de Macau, conjugado com «Normas Técnicas de Auditoria», aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças, este auditor deu por concluídos os trabalhos de verificação do relatório anual de contas do Banco Chinês de Macau, S.A., com data finda em 31 de Dezembro de 2006, tendo o mesmo sido elaborado de acordo com as normas internacionais de relatório de contas. Outrossim, no dia 23 de Março de 2007, foi pronunciado, sem reserva, o parecer sobre o resultado de verificação de contas.
Este auditor fez confrontar o extracto do relatório de contas em anexo com o relatório de contas acima referido, o qual já foi verificado por este auditor. No seu entender, cabe aos administradores desse Banco a responsabilidade de elaboração do extracto do relatório de contas.
No entendimento do auditor, o extracto do relatório das contas em anexo está conforme ao relatório das contas que acabou de ser verificado, à excepção das provisões no valor global de cento e quinze mil patacas, reforçadas de acordo com o «Regime Jurídico do Sistema Financeiro», as quais já foram directamente descontadas no Mapa de Perdas e Ganhos do corrente ano. Em cumprimento das normas internacionais de relatório das contas na parte que toca às provisões previstas no «Regime Jurídico do Sistema Financeiro», foi reservado no dia 31 de Dezembro de 2006 o lucro no valor de um milhão, quinhentas e trinta e três mil patacas para constituição de reserva de controlo.
O Director da Contabilidade, Pelo Conselho de Administração
Lung-Man Chiu (John Chiu)
Nos termos do Código Comercial de Macau e dos estatutos do Banco Comercial de Macau, S.A. («BCM»), o Conselho Fiscal do BCM emite o relatório sobre o seu acompanhamento da actividade do Banco, assim como a sua opinião sobre o relatório, os documentos de relato financeiro e a proposta de afectação dos resultados apresentados pelo Conselho de Administração relativamente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006.
O Conselho Fiscal do BCM verificou as operações e a gestão do Banco durante o ano de 2006. As suas competências incluem a supervisão da gestão do Banco; o exame dos livros de registos e sua actualização; a verificação dos activos; a análise dos critérios contabilísticos e o respectivo impacto nos resultados do exercício; o exame dos documentos de relato financeiro anuais, bem como outras verificações previstas na lei e nos estatutos.
O Conselho Fiscal analisou a informação contabilística preparada pelo Banco durante o ano e submetida regularmente à Autoridade Monetária e Cambial de Macau («AMCM»), e seguiu outros procedimentos considerados adequados para as circunstâncias, incluindo o exame do relatório e da opinião dos auditores externos do Banco.
Analisámos o relatório emitido pela firma de auditores Lowe Bingham & Matthews – PricewaterhouseCoopers datado de 22 de Fevereiro de 2007, o qual expressa uma opinião sem reservas sobre os documentos de relato financeiro do Banco relativos ao ano findo em 31 de Dezembro de 2006.
(a) O relatório, bem como os documentos de relato financeiro, apresentados pelo Conselho de Administração reflectem fielmente a situação financeira do Banco e estão em conformidade com o estabelecido no Código Comercial de Macau e nos respectivos estatutos;
Em conclusão, somos de parecer de que o relatório e os documentos de relato financeiro apresentados pelo Conselho de Administração relativamente ao ano findo em 31 de Dezembro de 2006, assim como a sua proposta de afectação dos resultados, sejam aprovados na próxima Assembleia Geral Ordinária de Accionistas.
Pedro João Reis de Matos Silva - Presidente
José Rodrigues de Jesus - Vice-presidente
Fernando Manuel da Conceição Reisinho - Vogal e Auditor Registado (0186)
Síntese do relatório de actividade em 2006
A economia de Macau recuperou uma forte dinâmica em 2006, tendo o Produto Interno Bruto (PIB) crescido 16,5% em termos reais comparativamente ao ano anterior.
O investimento permaneceu especialmente activo, continuando a dar uma importante contribuição para o crescimento global. Outras contribuições para o aumento da actividade económica vieram do alto nível do consumo privado, dinamizado pela subida do rendimento disponível das famílias nos anos mais recentes, da recuperação das exportações de mercadorias e da expansão dos sectores do turismo e do jogo.
Beneficiando deste ambiente favorável — derivado dos fortes alicerces da economia e do rápido crescimento da actividade —, e do elevado grau de confiança quer de investidores quer de consumidores, o sector bancário de Macau registou um desempenho bastante satisfatório em 2006.
Os activos do BCM atingiram os 9,772 milhões de patacas em 31 de Dezembro de 2006, ou seja, registaram um aumento de 13,3% comparativamente a 31 de Dezembro de 2005, data em que se cifraram em 8,625 milhões de patacas, devido à expansão das principais linhas de negócio.
Os créditos a clientes cresceram 17,0%, tendo passado de 3,972 milhões de patacas no fim do exercício de 2005 para 4,645 milhões de patacas em 31 de Dezembro de 2006.
Os depósitos de clientes, os quais financiaram 91% do activo líquido total, aumentaram 12,7% em 2006, tendo passado de 7,930 milhões de patacas em 31 de Dezembro de 2005 para 8,936 milhões de patacas em 31 de Dezembro de 2006.
O resultado líquido do Banco foi de 116,6 milhões de patacas em 2006, o mais elevado dos 33 anos de história do BCM, e que compara com os 89,7 millhões de patacas contabilizados em 2005, ou seja, um aumento de 30,0%, do qual resultou uma melhoria dos indicadores de rendibilidade do Banco.
Para o resultado acima referido contribuiu o crescimento de 22,0% da margem financeira, de 170,8 milhões de patacas em 2005 para 208,3 milhões de patacas em 2006.
O bom desempenho das comissões de serviços bancários contribuiu igualmente para o máximo de resultados atingido, tendo sido ainda possível manter os custos de funcionamento em patamares bastantes razoáveis.
A dinâmica do crescimento económico e da prosperidade de Macau esperadas para os anos mais próximos contribuirão certamente para a manutenção do ambiente de progresso vivido nos últimos anos em Macau, continuando, designadamente, a favorecer, as condições de funcionamento do sector bancário local.
Síntese do parecer dos auditores externos para os accionistas do
Auditámos as demonstrações financeiras do Banco Comercial de Macau, S.A., referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, de acordo com as Normas de Auditoria aprovadas pelo Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau e Normas Técnicas de Auditoria aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças, e expressámos a nossa opinião, sem reservas, no relatório de 22 de Fevereiro de 2007.
Efectuámos uma comparação entre as demonstrações financeiras resumidas, aqui evidenciadas, e as demonstrações financeiras por nós auditadas. A preparação das demonstrações financeiras resumidas é da responsabilidade do Conselho de Administração do Banco.
Lowe Bingham & Matthews – PricewaterhouseCoopers
Macau, aos 22 de Fevereiro de 2007.
Nemhuma -
Pedro João Reis de Matos Silva Presidente
José Rodrigues de Jesus Vogal
Fernando Manuel da Conceição Reisinho Vogal
Leonel Leonardo Guerreiro da Costa Membro
Kenneth Chan Sou Chao Membro
1. As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 6 243 379,06 Patacas. Porque a sucursal adopta as Hong Kong Financial Reporting Standards («HKFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas HKFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das HKFRS (antes de impostos diferidos de 851 370,00 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras do Standard Chartered Bank — Macau Branch referentes ao exercício que terminou em 31 de Dezembro de 2006 e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 17 de Maio de 2007.
Macau, 17 de Maio de 2007.
Beneficiando do crescimento contínuo da economia de Macau, o ano de 2006 foi, sem dúvida, um ano marcado pelo grande sucesso no sector bancário.
Graças ao apoio dos clientes dos vários sectores sociais e ao empenho e zelo dos fiéis colegas, no ano de 2006 o «Chartered Bank», sucursal de Macau, conseguiu o resultado de exercício de exploração mais brilhante que o registado no passado. Os lucros apurados antes e depois de impostos foram de vinte e um milhões de patacas e dezanove milhões de patacas, correspondendo a variações positivas na ordem das 1.2 e 2.1 vezes comparado com os verificados no ano de 2005.
Aproveito esta oportunidade para manifestar o grande agradecimento aos clientes dos diferentes sectores sociais, ao órgão de tutela e a todos os trabalhadores deste Banco.
À semelhança do passado, este Banco continuará a assegurar a prestação de melhor qualidade de serviço aos clientes nos anos vindouros, procurando, de forma continuada, toda e qualquer oportunidade ao seu alcance para aumentar o grau de participação no mercado onde o «Chartered Bank», Sucursal em Macau se insere, a fim de contribuir com o seu melhor esforço para o progresso e a prosperidade de Macau.
O gerente do «Chartered Bank», Sucursal em Macau,
Wong Wai Hing
17 de Maio de 2007.
Síntese do relatório do desenvolvimento das actividades
No ano de 2006, à medida que tem sido acelerado o crescimento económico global de Macau e sustentado o desenvolvimento nos sectores de turismo, jogos e imóveis etc., e mantida a estabilidade no mercado financeiro, o sector bancário local aproveitou a oportunidade de crescimento económico, ampliou, estavelmente, o tamanho total de depósitos e de créditos concedidos, desenvolveu, activamente, as actividades intermediárias e melhorou, ainda mais, as qualidades dos activos, portanto, tem sido registado o crescimento notável dos resultados globais da exploração deste sector bancário.
No ano transacto, o Bank of China Limited, Sucursal de Macau, agarrou-se à ocasião do desenvolvimento das actividades bancárias, trazida por conjuntura de exploração. Com a ajuda da boa oportunidade de que a cotação das acções do Bank of China, Limited, foi bem sucedido nas bolsas de valores de Hong Kong e do interior da China, respectivamente, este banco ia sempre procurando ampliar as suas diversas actividades bancárias, fazer, rigorosamente, suas actividades bancárias, nos termos dos regulamentos e de acordo com a lei, elevar o nível de serviços, optimizar a estrutura de activos e passivos, reforçar-se a gestão do risco, aperfeiçoar o controlo interno, que tem evoluído de uma forma substancial e progressiva. Com as atenções e considerações de todos os sectores da sociedade, o apoio de clientes em geral e os esforços conjuntos de todos os funcionários desta instituição, este banco tem ultrapassado a meta de resultados de exploração de todo o ano e concretizado o crescimento rápido nos termos do montante de não só depósitos e créditos concedidos, mas também os activos e o desenvolvimento da aceleração das actividades intermediárias, a elevação considerável da qualidade dos activos e o crescimento notável nos rendimentos de exploração, e bem como o crescimento da receita especial de quantia grande, resultante da venda do projecto do investimento deste banco, este banco tem conseguido, mais uma vez, o crescimento de dois algarismos do lucro apurado depois de dedução do imposto, baseando-se no crescimento de grande envergadura no ano de 2005.
Ao olhar para o ano de 2007, a economia de Macau continuará a manter a tendência do desenvolvimento rápido. A oportunidade comercial do desenvolvimento de actividades bancárias será ainda mais expandida. Este banco continuará a adequar-se à política económica e financeira do Governo da Região Administrativa Especial de Macau, colaborar na defesa da estabilidade do mercado financeiro, seguir, activamente, o ritmo do desenvolvimento económico de Macau, iniciativamente, adequar-se à mudança nova de estrutura económica, e também manter-se firme no conceito de exploração de «tratar seus clientes como alvo de atenções e considerações», desempenhar um papel a aproveitar as vantagens do parceiro da cooperação bancária de Jogos Olímpicos de Beijing, reforçar-se na inovação do produto, elevar o nível de serviços para fornecermos aos clientes em geral os produtos financeiros de forma global e profissional e os serviços de qualidade. Este banco ainda persistirá na unificação orgânica no sentido de fazer as suas actividades bancárias na conformalidade do princípio de «compliance», desenvolvimento, qualidade e eficiência, em aprofundar ainda mais a reforma interna, em elevar as capacidades da gestão do risco, em intensificar a gestão de «compliance» e a construção do controlo interno, em aperfeiçoar a gestão de recursos humanos e em consolidar e aumentar as capacidades da competição substancial para concretizar o desenvolvimento sustentável de forma rápida e melhor.
Auditámos, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, as demonstrações financeiras do Bank of China Limited, Sucursal de Macau, referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006. No nosso relatório, datado de 30 de Março de 2007, expressámos a nossa opinião sem reservas sobre essas demonstrações financeiras dando uma verdadeira e justa vista à posição financeira da Sucursal em 31 de Dezembro de 2006, preparadas de acordo com o Decreto-Lei n.º 32/93/M, e Normas de Relato Financeiro de Macau, publicado no Regulamento Administrativo n.º 25/2005 da Região Administrativa Especial de Macau.
Para um melhor entendimento da posição financeira e resultado anual das operações da Sucursal, as contas resumidas devem ser analisadas em conjunto com as correspondentes demonstrações financeiras auditadas do ano.
Macau, aos 30 de Março de 2007.
(Anteriormente conhecido como Banco da América (Macau), S.A.)
Cheong Kin Hong Leng Man I
Macau, aos 9 de Março de 2007.
在英國《銀行家》雜誌2006年7月公佈的全球銀行按一級資本排名中，建行名列中國銀行業榜首，在世界2005年1000強大銀行中列第11位。2006年9月11日，建行正式入選恒生指數成份股，首開H股公司“染藍”先河。2006年11月，在《21世紀經濟報導》、香港中文大學工商管理學院和北京大學光華管理學院共同發佈的“2006亞洲銀行競爭力排名”中，建行名列亞洲第四位，被評為中國內地銀行中最具競爭力的商業銀行。建行亦在由《中國新聞週刊》和中國紅十字基金會聯合主辦的全國評選活動中獲“2006最具責任感企業”獎，同時，被香港《財資》雜誌評為“2006年度最佳本地銀行”。
Balanço anual em 31 de Dezembro de 2006 (Consolidado)
Nota: Fizeram parte de outras reservas as provisões genéricas requeridas no Aviso n.º 18/93-AMCM no montante total de MOP 94 302 992,00.
Administrador Executivo e Gestor Principal, Gerente Geral e CFO
Administrador Executivo e Gestor Principal Gerente Geral e CFO
O Conselho de Administração tem grande prazer em levar ao conhecimento público o relatório de actividades do ano de 2006 e as demonstrações financeiras já auditadas. O lucro apurado nesse ano atingiu o novo auge que nunca antes tinha sido verificado, tendo o mesmo sido calculado em trezentos e doze milhões de patacas, o que significa um grande aumento de 28% em relação ao ano de 2005. O crédito concedido foi totalizado em nove mil e setecentos milhões de patacas, tendo-se igualmente registado nessa área o notável aumento que foi da ordem de 29%, enquanto o total de depósito dos clientes foi de vinte e dois mil e seiscentos milhões de patacas, sendo a taxa de crescimento avaliada em 16%. O activo total foi proporcionalmente elevado a vinte e cinco mil e quatrocentos milhões de patacas, com a taxa de aumento calculada em 18%. As demonstrações financeiras deste Banco já auditadas que foram elaboradas de acordo com «Normas Internacionais de Relatório Financeiro». Se atendermos ao reforço de provisões previsto no «Regime Jurídico do Sistema Financeiro», o lucro passará a ser duzentos e noventa milhões de patacas, depois de feito o necessário ajustamento.
Ao longo dos anos, o Banco Seng Heng tem conseguido, ao passo firme, o contínuo progresso das suas actividades, tendo formado uma base sólida de desenvolvimento sobre a qual assenta o espírito de servir os clientes locais. O serviço prestado por este Banco tem sido sempre bem apreciado, a título de exemplo, na sua edição de Março do ano corrente, a publicação periódica com título de «Global Finance» de Nova Iorque, Estados Unidos da América, acabou por classificar este Banco como o «Melhor Banco em Macau no ano de 2007», contado com o ano de 2007, o Banco Seng Heng conseguiu este título honroso em quatro anos consecutivos. Além disso, contado com o ano passado, foi atribuído em seis anos consecutivos pela publicação periódica titulada de «Banker» do grupo da média social «Financial Times» da Inglaterra ao Banco Seng Heng o título de «Prémio Anual Atribuído ao Banco na Zona de Macau». Tanto o resultado de exercício alcançado por este Banco, como o espírito agressivo demonstrado têm sido muito bem acolhidos, o que se conseguiu devido ao apoio dos clientes e ao empenho e zelo da parte de todo o pessoal deste Banco,
Uma vez que o posicionamento do Banco Seng Heng está assente na captação e no aproveitamento de oportunidade do intensivo intercâmbio comercial e económico entre Macau, China e os países lusófonos, este Banco tenciona expandir as suas actividades com recurso ao benefício que possa tirar dessa oportunidade e através de plataforma de serviço aperfeiçoado já construída pelo mesmo Banco em Macau e do recém-criado escritório em Portugal. Na verdade, desde o retorno de Macau, tem-se verificado a subida contínua da riqueza da população de Macau e grande afluência de investimentos externos à Região Administrativa Especial de Macau, factores esses fazem aumentar a procura de gestão da riqueza, por um lado, sentir-se da falta de recurso humano, por outro. Para ultrapassar essas situações, torna-se necessário o recurso à nova tecnologia informática para poder manipular mais actividades económicas e transacções comerciais. Com assistência deste Banco, o «Centro de Tecnologia de Gestão da Riqueza de Macau» será inaugurado e posto em funcionamento dentro em breve. O mesmo Centro servirá de ponte de ligação entre a China e os países lusófonos, proporcionando, desta maneira, facilidade a ambas as partes de expandir o mercado e impulsionar o comércio e investimentos.
Com vista a prestar serviço mais diversificado, mais abrangente e mais conveniente aos clientes, este Banco já providenciou o alargamento de rede de balcões, tendo criado no Aeroporto Internacional de Macau e na Ponte dos Pescadores novas sucursais, além de aquisição e renovação dos balcões automáticos, a que se acresce ainda a colocação da máquina de marcação automática de caderneta do Banco.
Entretanto, o Banco Seng Heng não se descuida da sua obrigação social que faz parte da sua meta estratégica. A «Fundação Dr. Stanley Ho para o Desenvolvimento da Medicina» que foi criada por este Banco há anos atrás, dedica-se à elevação de qualidade do serviço médico de Macau e do continente chinês, através das medidas de promoção, motivação e financiamento. A referida Fundação tem ainda a finalidade de proporcionar maior oportunidade de treino e formação ao pessoal do respectivo sector. Em paralelo às finalidades acima referidas, a mesma Fundação espera que possa afectar mais recursos a Macau, a fim de contribuir a sua quota parte para a cooperação entre os institutos sanitários governamental e não governamental.
Macau, aos 28 de Março de 2007.
A todos os accionistas do Banco Seng Heng, S.A.
(Uma sociedade anónima constituída e matriculada em Macau)
De acordo com as Normas Internacionais de Auditoria e Normas de Auditoria aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004 da Região Administrativa Especial de Macau e as Normas Técnicas de Auditoria aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças, este auditor já finalizou os trabalhos de auditoria das demonstrações financeiras do Banco Seng Heng, S.A., findas no dia 31 de Dezembro de 2006, tendo as mesmas sido elaboradas com base nas Normas Internacionais de Relatório Financeiro. O mesmo auditor pronunciou opinião sem reservas, no dia 28 de Março de 2007, o seu parecer sobre as demonstrações financeiras.
Efectuada a comparação das demonstrações financeiras em anexo com as demonstrações financeiras já auditadas, este auditor entendeu que era do dever dos administradores desse Banco a elaboração das demonstrações financeiras.
No entendimento deste auditor, das demonstrações financeiras em anexo está conforme às referidas demonstrações financeiras já auditadas, excepto já foi deduzido da conta de lucros e perdas (consolidado) o valor total de vinte e um milhões, oitocentas e oitenta e duas mil e sessenta e oito patacas correspondente ao valor de transferência das provisões reforçada nos termos do disposto no Regime Jurídico do Sistema Financeiro.
Em conformidade com o artigo 27.º, al. e) dos Estatutos do Banco, o Conselho Fiscal apreciou as demonstrações financeiras do exercício de 2006 apresentados pelo Conselho de Administração. O Conselho Fiscal entende, com base nesta apreciação, que as referidas demonstrações financeiras são correctas e estão em condições de ser remetidas à Assembleia Geral para apreciação e deliberação.
Mok Ho Yuen Wing, Louise
O Presidente do Conselho Fiscal.
Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A. 100%
Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A. 100%
Millennium — Instituto de Educação, S.A. 20%
Sr. Huen Wing Ming Patrick
Dr. Ho Hung Sun, Stanley, G.B.S. Presidente e Administrador-Delegado
Dr. Cheng Yu Tung Vice-Presidente
Sr. Huen Wing Ming, Patrick Administrador Executivo
Sr. Chui Sai Cheong Administrador
(nomeado em 30 de Junho 2006)
Prof. Ko Ping Keung Administrador
Dr. Francisco Luís Murteira Nabo Administrador
Dr. Yeung Chun Kam, Charles Administrador
(resignou em 30 de Junho 2006)
Sr. Mak Ka Hing, Winston Administrador
Sr. Lau Chi Kit, Edwin Presidente
Dr. So Shu Fai, Ambrose Vice-Presidente
(nomeado em 17 de Agosto 2006)
Dr. Miguel Magalhães Queiroz Secretário
(resignou em 17 de Agosto 2006)
Sr. Cheung Yiu Mo, Paul Vice-Secretário
Sra. Mok Ho Yuen Wing, Louise Presidente
Sr. Chung Kin Pong, Anthony Membro
Sra. Chan Yuk Ying Membro
(representando a CSC & Associados-Sociedade de Auditores)
Administrador Executivo e Gestor Principal Chief Financial Officer
O Conselho de Administração tem grande prazer de levar ao conhecimento público o relatório de actividades do ano de 2006 e as demonstrações financeiras já auditadas. Sem dedução do imposto, o lucro apurado nesse ano foi de cinco milhões quatrocentas e sessenta mil patacas, oriundo principalmente de receitas a título de comissões cobradas pela gestão de investimento feito com activo dos clientes. Proporcionalmente, capitais próprios dos accionistas foram também aumentados, sendo os mesmos calculados em setenta e dois milhões de patacas.
No ano passado, o valor total do activo dos clientes, cuja gestão era confiada a esta Sociedade, ultrapassou o montante de quatro mil e cem milhões de patacas e registou, igualmente uma retribuição bastante satisfatória.
Assente na actual base, esta Sociedade continuará a procurar investimento com retribuição ainda mais saudável por conta dos clientes.
A todos os accionistas da Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A.
De acordo com as Normas Internacionais de Auditoria e Normas de Auditoria aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004 da Região Administrativa Especial de Macau e as Normas Técnicas de Auditoria aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças, este auditor já finalizou os trabalhos de auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A., findas no dia 31 de Dezembro de 2006, tendo as mesmas sido elaboradas com base nas Normas Internacionais de Relatório Financeiro. O mesmo auditor pronunciou opinião sem reservas, no dia 28 de Março de 2007, o seu parecer sobre as demonstrações financeiras.
Efectuada a comparação das demonstrações financeiras em anexo com as demonstrações financeiras já auditadas, este auditor entendeu que era do dever dos administradores dessa Sociedade a elaboração das demonstrações financeiras.
No entendimento deste auditor, as demonstrações financeiras em anexo estão conforme às referidas demonstrações financeiras já auditadas.
Ernst & Young Auditores.
Em conformidade com o artigo 25.º, al. e) dos Estatutos da Sociedade, o Conselho Fiscal apreciou as demonstrações financeiras do exercício de 2006 apresentados pelo Conselho de Administração. O Conselho Fiscal entende, com base nesta apreciação, que as referidas demonstrações financeiras são correctas e estão em condições de ser remetidas à Assembleia Geral para apreciação e deliberação.
Prof. Ko Ping Keung, Administrador
(nomeado em 28 de Dezembro 2006)
Dr. So Shu Fai, Ambrose Presidente
(resignou em 13 de Maio 2006)
Sr. Mak Ka Hing, Winston Vice-Presidente
(resignou em 10 de Maio 2006)
Sr. Cheung Yiu Mo, Paul Membro
Sr. Cheng Wing Fai, Patrick Membro
SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE PENSÕES SENG HENG, S.A.
O Administrador Executivo e Gestor Principal Chief Financial Officer
O Conselho de Administração tem grande prazer em levar ao conhecimento público o relatório de actividades relativo ao ano de 2006 e o relatório das contas já submetido à verificação. No ano em referência, o lucro apurado foi de quatrocentas mil patacas, sendo o mesmo lucro oriundo princialmente de gestão do fundo e de receitas provenientes de juro. As acções ordinárias pertencentes aos accionistas foram avaliadas em trinta e um milhões de patacas.
O activo do fundo de aposentação administrado por esta Sociedade já ultrapassou o valor de praça comercial calculado em cento e oitenta milhões de patacas, tendo o crescimento das contribuições para fundo de aposentação acumuladas ascendido a 55%, enquanto que as taxas de retribuição acumuladas atingiram 26%.
Esta Sociedade já pôs em prática o acordo celebrado com várias sociedades comerciais, tendo providenciado a gestão do fundo de aposentação por conta dos trabalhadores ao serviço das sociedades estipulantes. Prevê-se que o valor de praça comercial do activo do fundo de aposentação possa ter um aumento de dois algarismos.
A todos os accionistas da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A.
De acordo com as Normas Internacionais de Auditoria e Normas de Auditoria aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004 da Região Administrativa Especial de Macau e as Normas Técnicas de Auditoria aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças, este auditor já finalizou os trabalhos de auditoria do relatório anual das contas da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A., findas no dia 31 de Dezembro de 2006, tendo o mesmo relatório sido elaborado com base nas Normas Internacionais de Relatório Financeiro. O mesmo auditor pronunciou opinião sem reservas, no dia 28 de Março de 2007 o seu parecer sobre o referido relatório das contas.
Efectuada a comparação do sumário do relatório das contas em anexo com o referido relatório das contas já auditadas, este auditor entendeu que era do dever dos administradores dessa Sociedade a elaboração do sumário do relatório das contas.
No entendimento deste auditor, o sumário do relatório das contas em anexo está conforme ao referido relatório das contas já auditadas.
Em conformidade com o artigo 25.º, al. e) dos Estatutos, o Conselho Fiscal apreciou o relatório e as contas do exercício de 2006 apresentados pelo Conselho de Administração. O Conselho Fiscal entende, com base nesta apreciação, que os referidos relatório e contas são correctos e estão em condições de ser remetidos à Assembleia Geral para apreciação e deliberação.
Lista dos accionistas qualificados Acções Percentagem
Banco Seng Heng, S.A. 30 000 100%
Órgãos das Sociedades
Sr. Cheung Yiu Mo, Paul Administrador
Sr. Li Chin Hung, Alex Presidente
Sr. So Yu Keung Membro
Sr. Leung Yu Wah, Christopher Membro
A economia de Macau entrou num ciclo de forte expansão desde 2003 com a entrada de novos operadores no sector do jogo e a nova política de concessão de vistos individuais, adoptada pelas autoridades chinesas, que nos anos subsequentes tem vindo a ser progressivamente alargada a um maior número de cidades chinesas.
A significativa expansão da economia da China Continental, que em 2006 cresceu 10,7 por cento, o quarto ano consecutivo em que registou um crescimento acima de 10 por cento, constitui, igualmente, um factor determinante para o desenvolvimento da economia de Macau.
Em 2006, o Produto Interno Bruto registou um aumento estimado em 15 por cento, bastante superior à taxa de crescimento de 7 por cento verificada em 2005.
Para esta evolução contribuíram o sector do turismo e do jogo, cujos principais indicadores tiveram um desempenho bastante acima do esperado no início do ano, bem como o aumento do investimento público e privado.
O número de visitantes aumentou 17,6 por cento atingindo cerca de 22 milhões, representando os visitantes da China Continental, que aumentaram 14,5 por cento, o correspondente a 54,5 por cento do total dos visitantes.
O número de turistas provenientes de Hong Kong cresceu 23,6 por cento, bastante acima dos 9,8 por cento verificados em 2005.
As receitas brutas do jogo registaram um aumento de 22 por cento, significativamente superior aos 8,3 por cento registados em 2005, ascendendo a 55 884 milhões de patacas, antecipando-se que ultrapassem as receitas dos casinos de Las Vegas Strip, para o que contribui também a entrada em funcionamento de novos e modernos complexos de hotéis e casinos.
As exportações registaram, em 2006, um crescimento de 3,2 por cento, com as exportações têxteis a registar um decréscimo de 4,4 por cento na sequência da eliminação do sistema de quotas. Espera-se que a abertura do parque industrial transfronteiriço Macau-Zhuhai, que já se encontra totalmente ocupado, venha também contribuir para o aumento das exportações do Território.
Em 2006, o investimento em hotéis e casinos pelos operadores do sector do jogo, o investimento público e o investimento de empresas que prestam serviços públicos, continuaram a registar índices de crescimento muito elevados, acompanhando a expansão da indústria turística.
Com o mercado imobiliário em alta, impulsionado pela procura de residentes e não residentes, pela descida das taxas de juro e margens muito reduzidas para o crédito, foram lançados vários projectos de construção de apartamentos que tiveram grande aceitação pelo mercado.
No mercado de trabalho, devido sobretudo à procura pelos sectores da construção, hoteleiro e do jogo, tem-se assistido a uma pressão para um significativo aumento dos salários, verificando-se uma descida da taxa de desemprego para 3,6 por cento, um dos níveis mais baixos de sempre.
Paralelamente, registou-se um aumento das pressões inflacionistas com a subida dos preços de bens de consumo, energia e serviços, nomeadamente das rendas para habitação, determinando um aumento do Índice de Preços no Consumidor de 5,15 por cento em 2006, contra os 4,4 por cento registados no ano anterior.
A evolução favorável da economia e o consequente elevado nível de confiança dos agentes económicos tem induzido, no sector bancário, um aumento do crédito a particulares e a empresas, verificando-se simultaneamente um crescimento bastante significativo dos depósitos de clientes.
A estratégia do Banco continuou a dar prioridade à concessão de crédito a empresas, nomeadamente dos sectores do turismo, construção civil e obras públicas e comércio externo, designadamente com a participação nas operações de financiamento de maior dimensão.
Prioritário foi também o desenvolvimento da banca de retalho, tendo o Banco aberto três novas agências em 2006 e expandido a rede de ATMs e de terminais de pagamento.
Relativamente aos novos canais de distribuição, verificou-se um aumento significativo do número de utilizadores do serviço de banca pela Internet para particulares, bem como do volume de transacções efectuadas online e encontra-se em fase final de lançamento um serviço de banca através da Internet especificamente destinado a empresas.
O crédito a particulares continuou a registar uma evolução muito positiva nas suas diferentes componentes, crédito para aquisição de habitação, automóvel e pessoal, tendo-se verificado, igualmente, um aumento significativo do volume de transacções realizadas com os cartões de crédito emitidos pelo Banco.
O Resultado do Exercício ascendeu, em 2006, a 306 644 milhares de patacas, um nível recorde, 51,5 por cento superior ao registado em 2005, ano em que tinha aumentado 152,7 por cento.
Para este bom desempenho, contribuiu, principalmente, o forte crescimento do produto bancário, que aumentou 37,2 por cento, determinado quer pela evolução francamente positiva da margem financeira — que beneficiou, em particular, do aumento do volume e da margem de intermediação financeira no crédito interno — quer pelo crescimento da margem complementar, em virtude do significativo acréscimo das receitas obtidas na prestação de serviços financeiros.
O Activo Líquido, em 31 de Dezembro de 2006, era de 23 929 milhões de patacas, um acréscimo de 39,3 por cento relativamente ao final do ano anterior.
De entre as principais rubricas do balanço, haverá a destacar que os depósitos de clientes em Macau registaram um aumento de 39,9 por cento e que o saldo do crédito interno cresceu 36,6 por cento.
Os principais indicadores de liquidez e rentabilidade continuaram a evoluir muito positivamente em 2006.
A taxa de rentabilidade sobre os capitais próprios foi de 26,8 por cento em 2006 e o rácio cost-to-income diminuiu de 38,4 por cento em 2005 para 34,8 por cento em 2006.
O rácio de solvabilidade, calculado de acordo com as normas estabelecidas pela AMCM, situou-se em 15,5 por cento.
Hceculano Jorge de Sousa,
Macau, 7 de Fevereiro de 2007.
Auditámos as demonstrações financeiras do Banco Nacional Ultramarino, S.A. referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, de acordo com as Normas de Auditoria aprovadas pelo Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau e as Normas Técnicas de Auditoria aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças, e expressámos a nossa opinião sem reservas, no relatório de 8 de Maio de 2007.
Para uma melhor compreensão da situação financeira do Banco, dos resultados das suas operações, as demonstrações financeiras resumidas devem ser analisadas em conjunto com as demonstrações financeiras auditadas.
Macau, 8 de Maio de 2007.
Paracer do Fiscal Único do Banco
O Conselho de Administração do Banco Nacional Ultramarino, S.A., submeteu ao Fiscal Único, nos termos e para efeitos da alínea e) do Art. 32.º dos Estatutos, para emissão de parecer, o balanço, as contas e o relatório anual respeitantes ao exercício de 2006. Complementarmente foi também enviado o relatório dos auditores externos «Lowe Bingham & Matthews — PricewaterhouseCoopers», sobre as contas do Banco Nacional Ultramarino, S.A., relativas àquele mesmo exercício.
Analisados os documentos remetidos para parecer, constata-se que os mesmos são suficientemente claros, reflectindo a situação patrimonial e económico-financeira do Banco.
O relatório dos Auditores Externos, tido em devida conta pelo Fiscal Único, refere que os documentos de prestação de contas apresentados evidenciam de forma verdadeira e apropriada a situação financeira do balanço em 31 de Dezembro de 2006, bem como os resultados das operações referentes ao exercício findo naquela data, com observância dos princípios contabilísticos da actividade bancária.
Chui Sai Cheong (崔世昌)
Macau, 14 de Maio de 2007.
Lista das instituições em que o Banco Nacional Ultramarino, S.A. detém participação superior a 5% do respectivo capital social ou superior a 5% dos seus fundos próprios, com indicação do respectivo valor percentual:
representada por Carlos da Silva Costa
até 9 de Outubro de 2006
representada por Carlos Jorge Ramalho dos Santos Ferreira
desde 10 de Outubro de 2006
desde 28 de Fevereiro de 2006
Administradores: CAIXA — PARTICIPAÇÕES SGPS, S.A.,
até 27 de Fevereiro de 2006
COMPANHIA DE SEGUROS FIDELIDADE, S.A.,
representada por Eduardo Clarisseau Morais Salgueiro Mesquita de Abreu
Membro: COMPANHIA DE SEGUROS FIDELIDADE, S.A.,
(Publicação ao abrigo do artigo 76.º do R.J.S.F., aprovado pelo Decreto-Lei n.º 32/93/M, de 5 de Julho)
Shen Xiao Qi Lui Kwok Tai
Síntese do relatório de actividade referente ao exercício de 2006
O Banco Industrial e Comercial da China S.A., Sucursal de Macau («ICBC»), mantém a sua exploração «o princípio de estabilidade de exploração, de honestidade de serviço, de fixação de raiz em Macau e de criação de prosperidade» e mantém o mercado como a linha de orientação e o cliente como centro, e explora a sua actividade e presta serviços em Macau numa concepção activa e cautelosa, aproveitando a oportunidade do momento histórico de rápido crescimento económico de Macau, desenvolvendo devidamente a marca, a rede e os recursos do Banco Industrial e Comercial da China, explorando activamente os recursos de mercado e dando consideração aos activos, às dívidas e à coordenação das actividades intermediárias, salientando a eficiência da qualidade e controlando rigorosamente a gestão. Desde o início de actividade em 2003, na base de aumento de estrutura de activos e de todos os tipos de depósitos bancários em dois anos consecutivos, no ano 2006, os activos do ICBC aumentararn de 61%, o saldo dos depósitos aumentou de 68%, o financiamento aumentou de 30%; o resultado económico aumentou continuadamente, atingindo o lucro anual de cerca de sessenta e um milhões, oitocentas e vinte mil patacas.
No presente momento, a economia de Macau está num momento de alto desenvolvimento, Macau irá ser uma cidade com nível internacional de jogos, de convenção, turística, de lazer e de compras. Quanto ao ano de 2007, a boa economia de Macau fornece o espaço de desenvolvimento de actividade ao ICBC, o ICBC continua a desenvolver a vantagem global de Banco Industrial e Comercial da China e da sua marca, mediante a localização como centro de desenvolvimento, prestar rápidas e melhores qualidades de serviços à comunidade de Macau.
O Gerente–Geral,
Shen Xiaoqi.
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria, aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004 da RAEM e as Normas Técnicas de Auditoria, aprovadas pelo Despacho n.º 68/2004, do Secretário para a Economia e Finanças, as demonstrações financeiras do Banco Industrial e Comercial da China — Sucursal de Macau referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 4 de Maio de 2007.
Macau, aos 4 de Maio de 2007.

References: artigo 24
 artigo 7
 artigo 76
 artigo 76
 artigo 75
 artigo 27
 artigo 25
 artigo 25
 artigo 76