Source: http://grupog23.blogspot.com/2011/07/
Timestamp: 2017-11-22 07:07:53+00:00

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grupog23: Julho 2011
Postado por Grupo G23 de Outubro às 16:15 Nenhum comentário:
Índio é cidadão brasileiro, com todos os seus direitos e deveres.
Pesquisando em meu arquivo encontrei esse texto seguido de recorte de Jornal que vem aprofundar ainda mais uma antiga questão já tratada nesse Blog, às riquezas da Amazônia e a cidadania indígena. Hoje o General Augusto Heleno Pereira esta reformado. (lamentável, pois os homens que ainda têm testículos nesse país são castrados pelos interesses “ocultos”)
Impressionante as declarações do General Augusto Heleno Pereira, comandante da Amazônia.
Em declarações publicadas pelo jornal paulista “Hora do Povo” de 22 de Abril de 2008, o comandante da Amazônia afirma que ONGS estrangeiras ameaçam soberania brasileira na região.
Com essa impressionante declaração o prestigiado general paranaense coloca-se á disposição do presidente da Republica para dar as devidas explicações e apresentar provas: diz o jornal: O general afirmou “as ONGs internacionais usam os índios como fachada pára dominarem nossas imensas jazidas de urânio, nióbio, e ouro confirmadas naquela região” e contesta, porque elas não se instalam onde não há jazidas minerais? O Mapa de presença e localização das ONGs internacionais confunde-se com o mapa das riquezas minerais do Brasil. (o que confirma minha tese sobre as áreas pertencentes às ONGs no Paraná, sobre tudo na área da serra do Mar).
Segundo o Ministério das Minas e Energia, diz o mesmo jornal, as jazidas de ouro em Roraima é a maior do mundo, superando em muito todas as reservas em ouro dos EUA. Isso é muito importante sob o ponto de vista da economia monetária clássica. A Jazida de nióbio daquele estado possui 14 vezes todo o nióbio conhecido em todo o mundo. Com um potencial de extração pelos próximos 1200 anos. A presença de urânio e diamantes, ainda não totalmente avaliados, já indica pelas primeiras medições, que superam o volume de todas as jazidas conhecidas no Brasil.
2008 a 2011, o que se fez?
Postado por Grupo G23 de Outubro às 14:18 Nenhum comentário:
( outro texto encontrado em meu arquivo pessoal que já possui mais de seis mil textos).
O General comandante da Amazônia dará satisfação ou explicações ao Presidente da Republica. Todavia mesmo desconhecendo os detalhes dos motivos da querela, devo dizer antecipadamente que o general está absolutamente certo. As terras indígenas, conforme reza nossa Constituição Federal pertencem em primeiro lugar a União, ou seja, por extensão a todo o povo Brasileiro. Assim como o subsolo. No artigo 20, inciso XI, leremos: São bens da União: ... “as terras tradicionalmente indígenas”. Ora leremos também, no mesmo artigo, e no mesmo inciso, no § 2º o seguinte: “A faixa de até cento e cinqüenta quilômetros de largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa de fronteira, é considerada FUNDAMENTAL PARA A DEFESA Nacional, e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei. (qual lei?) E serão reguladas por lei, diz a Constituição, independentemente de serem terras indígenas ou não. Leremos também no inciso XXII do artigo 21, que compete a União: executar os serviços de política marítima, aérea e de “Fronteira”. Ora, isso indica ser imprudente e dificulta a defesa, demarcar terras indígenas em áreas contiguas que atravessam fronteiras, onde o índio, e seus pertences e estrangeiros acompanhados de índios, podem atravessar, impunemente de um País para outro. Seria isso, mal menor, se os índios, na sua maioria, vivessem a vida de silvícolas, mas hoje são instrumentalizados por organismos internacionais que impõe um discurso que põe, ao fim e ao cabo, em risco a soberania territorial brasileira. Cabe ainda salientar, que o subsolo e suas riquezas, pertencem à União, e que a Constituição, não permite o garimpo em área indígena, e quando essa for executada, somente pelo Estado e sob sua fiscalização. Em terras indígenas caberá ao índio, apenas, o uso fruto dos frutos do solo, dos rios e dos lagos, e não lhes cabe o fruto da lavra que pertence a União, como podemos ler, no parágrafo segundo, e como poderemos ler, no artigo 174, parágrafos 2º e 3º, (sobre o garimpo) que estão excluídos, no caso de terras indígenas, como lerão claramente também no artigo 231, parágrafo 7º. No artigo 231 também leremos que compete a União demarcar as áreas indígenas, donde se conclui, por força da Constituição, serão respeitadas e preservadas para a defesa das fronteiras nacionais, os 150 quilômetros de largura em toda a extensão na área de fronteira, uma vez que no mesmo artigo, no parágrafo 4º lê-se: As terras de que trata esse artigo, são inalienáveis e Indisponíveis, e os direitos sobre elas imprescritíveis, o que obriga a União a tomar todo o cuidado ao demarcá-las excluindo-as (áreas índias) das áreas de fronteiras para não abrir furos, ou buracos (ideológicos –populacionais- e territoriais) na soberania do território nacional na sua integridade territorial. Como o mesmo artigo prega ou reza que cabe a União demarcá-las, protegê-las e fazê-las respeitar a todos os seus bens, e a União só tem para esse fim, preferencialmente as Forças Armadas nos parece que as observações feitas pelo General Augusto Heleno, quaisquer que forem, são ou foram, além de prudentes, leais a missão de proteger o solo pátrio, leais a Constituição Federal, à Presidência da Republica, e cautelosa, pois muito provavelmente, essas áreas de fronteira, até hoje não foram suficientemente reguladas em leis complementares, tendo em vista, sempre, os maiores interesses de todo o povo Brasileiro, do qual, quer queiram quer não, fazem parte os indígenas. Já no artigo 231 parágrafo 5º, a Constituição autoriza a remoção (excepcional) dos índios de suas terras tradicionalmente ocupadas. Quando?...Lê-se que um dos fatos justificativos é justamente o interesse da soberania do País. Ora, se assim é, ainda que transitoriamente, uma área de fronteira, se considerada pela Constituição no seu espírito original, é área de Segurança Nacional, é área de constante interesse para a Soberania do País, posto que o risco seja permanente, o que torna permanente a necessidade de remoção das populações indígenas dessa faixa, e assim não poderemos tergiversar sobre seu interesse imprescritível quanto à necessidade de defesa da Soberania Territorial do Estado Brasileiro, nas suas fronteiras nacionais. Afora o contrabando de riquezas facilitado nos territórios indígenas, há a questão do trafico de drogas. O resto me parece, bagatela. Sobretudo, porque a área em questão é riquíssima e visitada constantemente por entidades estrangeiras que já se estabeleceram na área indígena.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 14:15 Nenhum comentário:
Marcadores: Para a reflexão de todos
Eu sou um apaixonado pelas coisas da aviação. Mais ainda apaixonado pelas Forças Aéreas Brasileiras, sobremodo pelo trabalho humanitário que fazem nesse Brasil. Mas olhando as fotos abaixo somos obrigados a confessar diante do mundo que não temos força aérea militar. Se somarmos todas as aeronaves de combate da chamada América Latina, teremos algo correspondente a menos de 10% do que podemos ver nas fotos abaixo. O deserto de Tucson USA guarda nada mais que 4.400 ( quatro mil e quatrocentas aeronaves de combate operacionais) tratam-se de aeronaves, digamos, superadas por suas irmãs mais novas em operação naquele país. E eles tem aeronaves operacionais espalhadas pelo mundo todo,
Isso nos faz pensar se nós otimizassemos a nossa economia, impedindo a evasão de riquezas não renovaveis, e o desperdício do dinheiro publico, se não poderíamos ter desenvolvido uma verdadeira FORÇA AÉREA BRASILEIRA, afinal somos o país do pai da aviação. Mas como colónia "branca" que é o que somos, submissa, parece heresia pensar e propor algo como isso.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 11:31 Nenhum comentário:
Digamos que o desempenho deste mês não foi dos melhores.
Perto de 55 mil pessoas visitaram o nosso blog esse mês. 52. 430 somente no Brasil. Se você clicar sobre a imagem ela cresce para você melhor ver. Julgo que foi um número pequeno de leitores. Nós esperávamos superar os 60.000. Vai lá, continuaremos trabalhando. Obrigado a todos que nos acompanharam.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 20:18 Nenhum comentário:
Paulo Cesar Prado e Silvaraci são os novos seguidores deste blog. Sejam bem vindos.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 16:29 Nenhum comentário:
Marcadores: Garimpando amigos
Obrigado Yanna...O respeito que devemos ter pelos nossos leitores e principalmente por aqueles que se fizeram seguidores, é mais do que uma obrigação, é um ato de amor. Muito obrigado pela consideração e pelo convite de visitar seu novo Blog.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 05:18 Nenhum comentário:
Requião em seu primeiro mandato cria pela lei 10.666 a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e o Instituto Ambiental do Paraná ( Diario Oficial de 27 de Julho de 1992).
Ambiente: é possível que as soluções paranaenses sejam uteis para todo o Brasil.
Quando falamos em “preservação” ambiental, estamos falando em racionalidade ambiental. Isso significa que devemos cuidar do meio ambiente em função do homem, suas necessidades e sua qualidade de vida. Nunca acusaremos o homem de ser a doença ambiental.
Três elementos nos parecem indispensáveis para a manutenção da vida humana. Ar, água, e terra e seus frutos.
Se tomarmos como critério o tempo que o homem pode viver sem qualquer um desses elementos nos dará uma idéia da hierarquia entre eles. Um homem sobrevive sem ar uns poucos minutos, sem água alguns dias, sem comida algumas semanas, até mês, portanto o mais necessário dos elementos em questão é a preservação do ar.
Mas os poluentes do ar, automóveis e caminhões e aviões, fabricas, e o petróleo de modo geral, são os dominadores da economia do mundo e por esse motivo a grande mídia deixa de fora a urgência de se preservar o ar. No mundo todo, o debate tem rondado a água, a flora e a fauna, todavia as três dependem do ar. Restringir o uso de petróleo e a fabricação de veículos nos parecem ser sempre uma heresia, afinal o sonho do homem moderno esta construído sobre esses elementos que são vistos por muitos como símbolos de sucesso, desenvolvimento e progresso.
Desse modo começaremos a falar das soluções ambientais, proposta ao Paraná, nos três governos do PMDB capitaneados por Roberto Requião, pela água.
Não é possível uma proposta holística que resolva todos os problemas e desperte a consciência de todos numa única tentativa. O governo do Paraná então propôs: Primeiro, o Programa de matas ciliares, aquela cobertura de mata marginal aos rios, que os defendem do assoreamento ao mesmo tempo em que se criam corredores de biodiversidade, pois todos os seres vivos precisam de água, e nas proximidades das águas necessitam de alguma proteção natural.
A segunda preocupação e programa proposto foram à preservação de nascentes, não apenas torná-las intocadas, mas recuperá-las tecnicamente.
O obvio nesse quadro de preservação de águas com o objetivo de preservação da saúde e qualidade de vida humana, passa pelo tratamento de dejetos, sejam humanos, sejam de animais. Então o governo programou uma seqüência de políticas de saneamento, que inclui tratamento de esgoto e fornecimento de água tratada.
Porém, na tentativa de preservação dos mananciais surge a grave conseqüência dos venenos agrícolas, os saponáceos e detergentes, que agem não só sobre as águas correntes, mas também sobre as águas subterrâneas. Entramos aqui na ciência da mecânica dos solos e na preservação, exploração e uso das águas subterrâneas.
A Geologia pôde colaborar com base de dados para o ZONEAMENTO AMBIENTAL, pois esse não pode se pautar apenas pela cobertura vegetal do solo, mas pelas rigorosas avaliações dos riscos de contaminação dos lençóis freáticos e das grandes catástrofes provocadas pela mecânica dos solos quando retiramos o calço hidráulico que representam em muitas regiões o volume das águas subterrâneas. Sendo assim, já na década de 90 o governo Requião, produziu e deu a publico a publicação ABC dos Mananciais.
Este estado de coisas, dependendo dos critérios usados aponta para as necessidades de criação de especificas áreas de preservação ambiental. O engenheiro Florestal Lindisley Raska Rodrigues, ex. presidente do Instituto Ambiental e ex. Secretario do Meio ambiente do Paraná, hoje deputado pelo PV, anunciava recentemente que noventa por cento da área (não somente numero de parques, foram criadas no Paraná durante os três mandatos do governo PMDB com Requião.
Parece-nos obvio que a preservação das águas de superfície e subterrâneas aponta para um delicado processo de controle e coibição do uso abusivo de agrotóxicos. Novamente aqui o governo esbarrou e enfrentou outro segmento econômico derivado da indústria do petróleo que se caracteriza pelos químicos, venenos, corretores de solo, e fertilizantes. Mexer com eles parece ser hoje outra heresia, porém qualquer pessoa razoável vê sem esforço a necessidade urgente de combatê-los. Dessa pericia de químicos deriva o mau uso agrícola do solo, e dela o fenômeno da transgenia, fator perigosíssimo no desequilíbrio da vida, seja pelas imensas áreas de monocultura, seja pelos riscos a microbiologia de solo e pela contaminação dos plantios orgânicos.
O que fez o governo para não criar um caos econômico. Fomentou programas para as pequenas medias e micro propriedades agrícolas. Estabeleceu por lei o zoneamento ecológico no estado do Paraná. Impôs aos poucos restrições ao crescimento de áreas de monoculturas, proibiu por lei o plantio e exportação de transgênicos (a lei estadual foi derrubada pelo governo Federal), por lei obrigou a Rotulagem de Produtos Transgênicos, estabeleceu um forte programa de recolhimento de embalagens de agrotóxicos, ampliou a infra-estrutura de fiscalização do uso, e comercialização de venenos agrícolas, estabeleceu-se por lei o Plano Estadual de Recursos Hídricos, e o que é melhor para o futuro do estado, em parceria com o Instituto de Terras, Cartografia e Geociências começaram a estabelecer os critérios para o zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) com base nas dezesseis bacias hidrográficas o que poderá definir o uso, os projetos, as atividades que serão proibidas ou permitidas em cada uma delas.
Ao termino do Governo Requião o Paraná possui 64 Unidades de Conservação Estaduais que somam 1, 5 milhão de hectares, das quais 41 são áreas de proteção integral e 23 unidades de conservação de uso sustentável.
Como a qualidade das águas correntes e lagos se medem pela sua biodiversidade, o Governo do Paraná implantou um forte programa de Repovoamento de rios e represas com a distribuição publica de alevinos nativos.
Esta claro que a preservação ambiental em função do homem não é uma ação de Estado apenas, mas uma ação de consciência pedagógica de todos para todos. Assim o governo criou programas educacionais, parcerias com autarquias e OGS, a criação e distribuição de folders educativos, de tal modo a ampliar a consciência popular.
Para terminar esse texto quero lembrar que o Paraná conta com a gestão integrada de micro-bacias que privilegia as áreas de mananciais de abastecimento, de geração de energia.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 12:16 Um comentário:
Casal, na linguagem jurídica sempre significou a existência da sociedade conjugal, isto é a união reconhecida entre homem e a mulher.
Isto se dá pela formação da pessoa coletiva constituida exclusivamente pelo marido e sua esposa em virtude do vinculo MATRIMONIAL possuindo assim a exata significação da qual decorrem todos os deveres e direitos recíprocos.
A palavra Matrimônio, vem do latim, e quer dizer ao pé da letra Única Mãe, matri (mãe) e monio (de mono, único). O vinculo matrimonial quer defender a prole oriunda da união carnal com a mãe. Assim o casal é pessoa jurídica coletiva que não pode ser pela justiça considerada de per si, mas como pessoa coletiva com direitos e deveres próprios.
O vinculo matrimonial, entre o homem e a mulher tem fundamento na aliança recíproca que fazem o homem e sua mulher que se prometem para fazer uso de seus corpos para a propagação da espécie. É nesse sentido que se diz: Matrimonio consumado quando se realizou a posse carnal. A não consumação do sexo é fator de nulidade do laço matrimonial.
E o que é a consumação do sexo? É o encontro funcional e fisiológico do sexo masculino com o feminino, de tal modo a possibilitar a consumação do ato sexual. O vinculo matrimonial, embora seja dotado de erotismo não se confunde com ele. Assim a conjunção dos corpos se reúne para uma só vida e produção de outras, o que concorre a graves e profundas responsabilidades do casal, cuja norma se constituiu em Direito de Família. Assim o sentido de comunidade matrimonial mais e precisamente se refere aos deveres do casal um para com o outro do que é referente aos seus bens.
Podemos ver que não há casal entre dois machos ou duas fêmeas. Não há vinculo matrimonial entre homossexuais, não se consuma o sexo, não atende ao consorcio humano de procriação, gestação, luz, amamentação, provimento e educação, incluindo a necessária identidade sexual para a saúde mental dos individuos. Não há casal, não há acasalamento, não há casamento.
Há pouco mais de dois milenios atrás o cristianismo elevou o casamento a sacramento, dando-lhe fundamento natural ja existente e agora divino.
Entre pessoas do mesmo sexo não há casal, há dupla, parelha, parceria... Jamais casal.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 16:45 Nenhum comentário:
As fronteiras da Promessa e a paz no mundo. ( publicado em g 23 presidente)
Todo o mundo já se preocupa com as lutas israelenses/ palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.
Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.
Abra um Mapa do Mundo e veja onde está posicionado o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.
Então podemos continuar. Em Genesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.
Em principio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas o Norte /Sul? Onde começam e onde acabam?
Ora o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere as escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.
Então, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.
Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar os povos à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E isso cheira a enxofre, a luta armada. Indica uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.
Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial. O projeto esta em andamento.
Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.
Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.
Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela " ONU" por eles ( pelos judeus)mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.
Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero, incluindo a curiosa experiência na Amazônia.
Para a reflexão e estudo de todos.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 07:25 Nenhum comentário:
Postado por Grupo G23 de Outubro às 13:49 Nenhum comentário:
A Paixão cega!
Um ditado popular diz: dê poder a uma pessoa e conhecerás a sua índole. Enquanto reina a paixão ninguém tem defeito, como o convívio diário os defeitos aparecem. Como então podemos avaliar uma união? Pelos frutos alguém diria. Pelos frutos?... digo eu! Mas passados tantos meses nada... acho que nos próximos anos os brasileiros concluirão que essa união foi passageira, foi estéril e não deu fruto algum. Dilma foi a primeira e última mulher a governar o país. É minha opinião pessoal. O próximo(a), segundo o STF será um(a) travesti....pois é o que vemos aqui no Brasil como tendencia midiatica. Eles chamam de evolução social..
wallacereq@gmail
Postado por Grupo G23 de Outubro às 05:42 Nenhum comentário:
Terminamos o mês de Junho com pouco mais de cinquenta e um mil leitores no Brasil.
Em relação ao mês anterior tivemos um acréscimo de pouco menos de cinco mil leitores no Brasil.
Cliquem sobre a imagem ela cresce para vocês curtirem.
Postado por Grupo G23 de Outubro às 15:56 Nenhum comentário:
Marcadores: Gradativo e suado crescimento.

References: artigo 20
 artigo 21
 artigo 174
 artigo 231
 artigo 231
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