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Timestamp: 2019-11-13 17:57:32+00:00

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Decreto 64564/19 | Decreto nº 64.564, de 5 de novembro de 2019 de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo
Decreto 64564/19 | Decreto nº 64.564, de 5 de novembro de 2019 de São Paulo
Publicado por Governo do Estado de São Paulo - 1 semana atrás
Institui o Programa Especial de Parcelamento - PEP do ICMS no Estado de São Paulo, para a liquidação de débitos fiscais relacionados com o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias - ICM e com o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS Ver tópico (6 documentos)
JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no Convênio ICMS 152/19, de 10 de outubro de 2019, Decreta:
Artigo 1º - Fica instituído o Programa Especial de Parcelamento - PEP do ICMS, que dispensa o recolhimento, nos percentuais indicados a seguir, do valor dos juros e das multas punitivas e moratórias na liquidação de débitos fiscais relacionados com o ICM e com o ICMS decorrentes de fatos geradores ocorridos até 31 de maio de 2019, inscritos ou não em dívida ativa, inclusive ajuizados, desde que o valor do débito, atualizado nos termos da legislação vigente, seja recolhido, em moeda corrente: Ver tópico (2 documentos)
I - em parcela única, com redução de 75% (setenta e cinco por cento) do valor atualizado das multas punitiva e moratória e de 60%(sessenta por cento) do valor dos juros incidentes sobre o imposto e sobre a multa punitiva; Ver tópico (2 documentos)
II - em até 60 (sessenta) parcelas mensais e consecutivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) do valor atualizado das multas punitiva e moratória e 40% (quarenta por cento) do valor dos juros incidentes sobre o imposto e sobre a multa punitiva, sendo que na liquidação em: Ver tópico
a) até 12 (doze) parcelas, incidirão acréscimos financeiros de 0,64% (sessenta e quatro centésimos por cento) ao mês; Ver tópico
b) 13 (treze) a 30 (trinta) parcelas, incidirão acréscimos financeiros de 0,80% (oitenta centésimos por cento) ao mês; Ver tópico
c) 31 (trinta e um) a 60 (sessenta) parcelas, incidirão acréscimos financeiros de 1% (um por cento) ao mês. Ver tópico
§ 1º - Relativamente ao débito exigido por meio de Auto de Infração e Imposição de Multa - AIIM não inscrito em dívida ativa, as reduções previstas nos incisos I e II aplicam-se cumulativamente aos seguintes descontos sobre o valor atualizado da multa punitiva: Ver tópico
§ 2º - Para fins do parcelamento referido no inciso II do “caput” deste artigo, o valor de cada parcela não poderá ser inferior a R$ 500,00 (quinhentos reais). Ver tópico
§ 3º - Poderá ser liquidado exclusivamente em parcela única, nos termos deste artigo, débito fiscal: Ver tópico (2 documentos)
§ 4º - Poderá ser concedido parcelamento, nos termos do inciso II do “caput” deste artigo, de débito fiscal decorrente de operações ou prestações de contribuinte que não esteja em situação cadastral regular perante o fisco, se o débito estiver inscrito e ajuizado. Ver tópico
§ 5º - Os débitos fiscais decorrentes de substituição tributária poderão ser parcelados em até 6 (seis) parcelas mensais e consecutivas, aplicando-se nesse caso os percentuais previstos na alínea a do inciso II do “caput” deste artigo. Ver tópico
§ 6º - O disposto neste decreto não se aplica a débitos fiscais correspondentes ao adicional de 2% (dois por cento) na alíquota do ICMS, previsto no artigo 56-C do Regulamento do ICMS, que constituem receita do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza - FECOEP, instituído pela Lei 16.006, de 24 de novembro de 2015. Ver tópico
§ 7º - Consolidado o débito fiscal, será aplicado o percentual de acréscimo financeiro previsto no inciso II do “caput” deste artigo, de modo a se obter o valor da parcela mensal, o qual permanecerá constante da primeira até a última, desde que recolhidas nos respectivos vencimentos fixados no acordo de parcelamento. Ver tópico
§ 8º - Para a liquidação de débitos fiscais nos termos deste decreto, não poderão ser utilizados: Ver tópico
Artigo 2º - O disposto neste decreto aplica-se também a: Ver tópico
I - débito decorrente exclusivamente de penalidade pecuniária por descumprimento de obrigação acessória, que não comporte exigência do imposto pela mesma infração no lançamento de ofício, ocorrida até 31 de maio de 2019; Ver tópico
II - saldo remanescente de parcelamento celebrado no âmbito do Programa de Parcelamento Incentivado - PPI do ICMS, instituído pelo Decreto 51.960, de 4 de julho de 2007, e rompido até 30 de junho de 2019, desde que esteja inscrito em dívida ativa; Ver tópico
III - saldo remanescente de parcelamento celebrado no âmbito do Programa Especial de Parcelamento - PEP do ICMS, instituído pelo: Ver tópico
a) Decreto 58.811, de 27 de dezembro de 2012, e rompido até 30 de junho de 2019, desde que esteja inscrito em dívida ativa; Ver tópico
b) Decreto 60.444, de 13 de maio de 2014, e rompido até 30 de junho de 2019, desde que esteja inscrito em dívida ativa; Ver tópico
c) Decreto 61.625, de 13 de novembro de 2015, rompido até 30 de junho de 2019, desde que esteja inscrito em dívida ativa; Ver tópico
d) Decreto 62.709, de 19 de julho de 2017, e rompido até 30 de junho de 2019, desde que inscrito em dívida ativa; Ver tópico
IV - saldo remanescente de parcelamento deferido nos termos dos artigos 570 a 583 do Regulamento do ICMS; Ver tópico
V - débitos de contribuinte sujeito às normas do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, observado o parágrafo único. Ver tópico
Parágrafo único - Na hipótese de débitos de contribuintes do Simples Nacional: Ver tópico
a) informados por meio da Declaração Anual do Simples Nacional - DASN ou do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório - PGDAS-D; Ver tópico
b) exigidos por meio de auto de infração lavrado conforme os artigos 87 e 142 da Resolução 140/18, de 22 de maio de 2018, do Comitê Gestor do Simples Nacional. Ver tópico
Artigo 3º - Para efeito deste decreto, considera-se débito: Ver tópico
I - fiscal, a soma do imposto, das multas, da atualização monetária, dos juros de mora e dos demais acréscimos previstos na legislação; Ver tópico
II - consolidado, o somatório dos débitos fiscais selecionados pelo beneficiário, no Programa Especial de Parcelamento - PEP do ICMS, no endereço eletrônico www.pepdoicms.sp.gov.br. Ver tópico
Parágrafo único - Na hipótese de débitos decorrentes de operações ou prestações destinadas a não contribuinte localizado neste Estado, referido no item 2 do § 3º do artigo 1º, considera-se débito consolidado o valor informado pelo contribuinte à Secretaria da Fazenda e Planejamento, sem prejuízo do disposto no § 3º do artigo 5º. Ver tópico
Artigo 4º - O contribuinte poderá aderir ao Programa Especial de Parcelamento - PEP do ICMS no período de 7 de novembro de 2019 a 15 de dezembro de 2019, mediante acesso ao endereço eletrônico www.pepdoicms.sp.gov.br, no qual deverá: Ver tópico
I - selecionar os débitos fiscais a serem liquidados nos termos deste decreto; Ver tópico
II - emitir a Guia de Arrecadação Estadual - GARE-ICMS correspondente à primeira parcela ou à parcela única. Ver tópico
§ 1º - O vencimento da primeira parcela ou da parcela única será: Ver tópico
§ 2º - Na hipótese de parcelamento nos termos do inciso II do “caput” do artigo 1º, o vencimento das parcelas subsequentes à primeira será no mesmo dia dos meses subsequentes ao do vencimento da primeira parcela, exceto no caso previsto no item 3 do § 1º, cujas parcelas vencerão no dia 25 dos meses subsequentes. Ver tópico
§ 3º - Considera-se adesão ao parcelamento a aceitação das condições estabelecidas neste decreto e a obtenção do número PEP do ICMS, gerado pelo sistema. Ver tópico
§ 4º - A adesão ao programa não implica, necessariamente, celebração do parcelamento, nos termos do inciso I do artigo 6º. Ver tópico
§ 5º - Tratando-se de débitos fiscais inscritos em dívida ativa, a adesão ao PEP deverá corresponder a: Ver tópico
§ 6º - Na hipótese de débitos decorrentes de operações ou prestações destinadas a não contribuinte localizado neste Estado, referido no item 2 do § 3º do artigo 1º, a adesão ao PEP deverá ser efetuado mediante solicitação à Secretaria da Fazenda e Planejamento, observado o prazo previsto no “caput” deste artigo, e com a apresentação do comprovante de pagamento dos débitos fiscais em parcela única. Ver tópico
§ 7º - Caso haja débito fiscal passível de liquidação nos termos deste decreto não disponibilizado para seleção conforme disposto no “caput” deste artigo, o contribuinte poderá requerer à Procuradoria Geral do Estado, até o dia 13 de dezembro de 2019, a sua inclusão no PEP. Ver tópico
§ 8º - O requerimento referido no § 7º será remetido à Secretaria da Fazenda e Planejamento que deverá, no prazo de 90 (noventa) dias, incluir o débito fiscal no PEP ou justificar a sua não inclusão. Ver tópico
Artigo 5º - O parcelamento ou pagamento em parcela única nos termos deste decreto implica: Ver tópico
I - confissão irrevogável e irretratável do débito fiscal consolidado e aceitação das parcelas fixadas; Ver tópico
II - expressa renúncia a qualquer defesa ou recurso administrativo ou judicial, bem como desistência dos já interpostos, relativamente aos débitos fiscais incluídos. Ver tópico
§ 1º - A desistência das ações judiciais e dos embargos à execução fiscal deverá ser comprovada, no prazo de 60 (sessenta) dias contados da data do recolhimento da primeira parcela ou da parcela única, mediante apresentação de cópia das petições devidamente protocolizadas. Ver tópico
§ 2º - Os documentos destinados a comprovar a desistência mencionada no § 1º deverão ser entregues na Procuradoria responsável pelo acompanhamento das respectivas ações. Ver tópico
§ 3º - O recolhimento efetuado, integral ou parcial, embora autorizado pelo fisco, não importa presunção de correção dos cálculos efetuados, ficando resguardado o direito do fisco de exigir eventuais diferenças apuradas posteriormente. Ver tópico
Artigo 6º - O parcelamento previsto neste decreto será considerado: Ver tópico (2 documentos)
I - celebrado, com o recolhimento da primeira parcela no prazo fixado; Ver tópico
II - rompido, na hipótese de: Ver tópico (2 documentos)
a) inobservância de qualquer das condições estabelecidas neste decreto, constatada a qualquer tempo; Ver tópico
b) falta de pagamento de 4 (quatro) ou mais parcelas, consecutivas ou não, excetuada a primeira; Ver tópico
c) falta de pagamento de até 3 (três) parcelas, excetuada a primeira, após 90 (noventa) dias do vencimento da última prestação do parcelamento; Ver tópico
d) não comprovação da desistência e do recolhimento das custas e encargos de eventuais ações, embargos à execução fiscal, impugnações, defesas e recursos apresentados no âmbito judicial; Ver tópico
e) declaração incorreta, na data de adesão, do valor atualizado do depósito judicial para fins de abatimento do saldo devedor, ou cujo depósito não guarde relação com os débitos incluídos no parcelamento; Ver tópico
f) descumprimento de outras condições a serem estabelecidas em resolução conjunta pela Secretaria da Fazenda e Planejamento e pela Procuradoria Geral do Estado. Ver tópico
Parágrafo único - O rompimento do parcelamento celebrado nos termos deste decreto: Ver tópico
a) em se tratando de débito não inscrito na dívida ativa, a inscrição e o ajuizamento da execução fiscal; Ver tópico
b) em se tratando de débito inscrito e ajuizado, o imediato prosseguimento da execução fiscal. Ver tópico
Artigo 7º - Para a liquidação do débito fiscal nos termos do inciso II do “caput” do artigo 1º, serão observadas as condições estabelecidas em resolução conjunta do Secretário da Fazenda e Planejamento e do Procurador Geral do Estado. Ver tópico
Parágrafo único - Na hipótese de recolhimento de parcela em atraso, serão aplicados, além dos acréscimos financeiros referentes ao parcelamento, juros de 0,1% (um décimo por cento) ao dia sobre o valor da parcela em atraso. Ver tópico
Artigo 8º - A concessão dos benefícios previstos neste decreto: Ver tópico
I - não dispensa, na hipótese de débitos ajuizados, a efetivação de garantia integral da execução fiscal, bem como o pagamento das custas, das despesas judiciais e dos honorários advocatícios, ficando estes reduzidos para 5% (cinco por cento) do valor do débito fiscal; Ver tópico
II - não autoriza a restituição, no todo ou em parte, de importância recolhida anteriormente ao início da vigência deste decreto. Ver tópico
Artigo 9º - O valor dos depósitos judiciais efetivados espontaneamente em garantia do juízo, referente aos débitos incluídos no parcelamento, poderá ser abatido do débito a ser recolhido, desde que não tenha havido na ação decisão favorável à Fazenda Pública do Estado de São Paulo com trânsito em julgado, sendo que eventual saldo: Ver tópico (2 documentos)
I - do débito fiscal será liquidado nos termos deste decreto; Ver tópico
II - do depósito judicial em favor do beneficiário, ser-lhe-á restituído. Ver tópico
§ 1º - Para fins do abatimento, o beneficiário deverá: Ver tópico
§ 2º - A cópia da petição protocolada a que se refere o item 2 do § 1º deverá ser entregue na Procuradoria responsável pelo acompanhamento da ação em que o levantamento deverá ser realizado, instruída com o comprovante do valor depositado, no prazo de 60 (sessenta) dias contados da celebração do parcelamento ou do recolhimento da parcela única. Ver tópico
§ 3º - O abatimento de que trata este artigo será definitivo, ainda que o parcelamento venha a ser rompido. Ver tópico
Artigo 10 - Caberá ao Procurador Geral do Estado e ao Secretário da Fazenda e Planejamento, nas hipóteses de débitos inscritos e não inscritos na dívida ativa, respectivamente, decidir sobre os casos omissos. Ver tópico (2 documentos)
Artigo 11 - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Ver tópico
OFÍCIO CONJUNTO GS-CAT/PGE Nº /2019
Secretário da Fazenda e Planejamento Publicado em: 06/11/2019 Atualizado em: 06/11/2019 09:37 64.564.docx
Decreto nº 51.960 de 04 de Julho de 2007 de São Paulo
Parágrafo 1 Artigo 36 da Lei nº 6.374 de 01 de Março de 1989 de São Paulo
Artigo 36 da Lei nº 6.374 de 01 de Março de 1989 de São Paulo
Decreto nº 60.444 de 13 de Maio de 2014 de São Paulo
Decreto nº 61.625 de 13 de Novembro de 2015 de São Paulo
Decreto nº 62.709 de 19 de Julho de 2017 de São Paulo
Decreto nº 64.564 de 05 de Novembro de 2019 de São Paulo
Disponível em: https://governo-sp.jusbrasil.com.br/legislacao/777614614/decreto-64564-19-sao-paulo-sp

References: Artigo 1
 artigo 56

Artigo 2

Artigo 3
 artigo 1
 artigo 5

Artigo 4
 artigo 1
 artigo 6
 artigo 1

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7
 artigo 1

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11
 Artigo 36

Artigo 36