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Timestamp: 2018-01-23 05:42:44+00:00

Document:
E quando o Sol se põe no império... - Página 5
Galiza em Seg Jan 28, 2013 12:10 am
O Presidente do Conselho Geral da Galiza lê o comunicado do imperador Dinis e comenta com o seu secretário:
- Então, o "sindicato dos marquesinhos" chateou-se com os lapalianos?
- Cada vez está mais claro que os marquesinhos queriam dar um "golpe de palácio" e quitar ao McHitler para se colocar eles, e ponto final. Mas os lapalianos exigem garantias quanto ao assunto das liberdades e da democracia, e semelha que os marquesinhos não as querem dar.
- O qual os deixa ao descoberto...
- Então, fazemos qualquer comunicado, senhor Presidente?
- E para qué? Nós já temos muito do que nos preocupar com o nosso referendo e não somos uma ameaça para ninguém. Se os marquesinhos querem ajuda, que falem com os baianos. Lembre que apostamos 50 euros a que afinal se haviam aliar...
- Lembro, mas acho que vou ganhar : em Sarvoya apoiam aos marquesinhos...
- Em Sarvoya ainda não perceberam o que há detrás da CoRCES: pelo que contou o Tasende na TVG, eles apenas enviaram àquele Conselho Constitucional uma menina que semelhava mais uma candidata a Miss Mundo do que uma jurista internacional ou uma diplomata. Bem, suponho que a enviaram para se dar bem com o chefe dos marquesinhos, que é outro candidato a Mister Mundo com vintepoucos anos... qué pouca seriedade, pá...
- Mas Sarvoya considera que Lapália está a violar a soberania da Commonwealth, e que isto era apenas contra McHitler.
- Não, não... estão a errar nisso, e é pena . Isto não é apenas contra o McHitler, é contra o "mchitlerismo" em geral. E se os marquesinhos não estão dispostos a acabar com o mchitlerismo e querem permitir certas coisas, então são um estorvo. Até que a Commonwealth não tenha uma constituição que garanta e proteja os direitos e liberdades fundamentais das pessoas, haja um governo democraticamente eleito e os culpados dos crimes não sejam julgados e castigados, o mchitlerismo não terá acabado.
- Bem, haverá que ver o que decide o imperador.
- Haverá. E haverá também que lembrar que todo o regime de McHitler começou porque esse mesmo imperador Dinis o quis. Não foi ele o que lhe deu os plenos poderes, e que começou a suprimir liberdades, e tal? O tal Dinis devia é ser levado aos tribunais, junto com o McHitler. Qué pouca memória têm algúns...
São Paulo em Seg Jan 28, 2013 2:15 am
O Imperador D. Maximilien I de São Paulo enviou uma comissão diplomática-militar para acompanhar e auxiliar o processo de reconstrução democrática do Commonwealth e junto a isso emitiu uma declaração pública.
NOTA OFICIAL DO IMPERADOR CONSTITUCIONAL DE SÃO PAULO
Ref: A Retomada dos Direitos Humanos no Commonwealth
O Povo Paulista seguia consternado com as conseguintes violações aos direitos humanos, cujos quais considera inalienáveis e indispensáveis, sendo unidos ao sagrado direito à vida, em que o Ordenamento Constitucional e todo aparato legal procura preservar até mesmo em momentos de dificuldades ou exceção.
Por tais motivos nosso Império, formado por um povo sensível às vicissitudes do Concerto das Nações sentimo-nos consternados ao saber do nazismo que estava sendo executado por um estado que deveria assegurar a vida, esse direito tão sagrado, aos seus cidadãos, reduzindo-os à escravidão. Não somos hipócritas, já houve escravidão em nossa sociedade, porém a deixamos como uma coisa de livros de história e não mais uma coisa quotidiana e presente na vida de nossos cidadãos.
O Povo Paulista, mesmo possuindo em sua história recente sérias dificuldades com o Estado Lapálio, tendo após anos (OOC: Tempo RP) findado um conflito bélico entre nossas nações, encontramos a paz como nações civilizadas e reatamos os negócios entre nossos governos. Assim, pelos motivos e termos expostos acima achamos justo declarar état de guerre com o Governo Nazista da Áustra e seus estados-fantoches, apoiamos as medidas e ações - inclusive bélicas - para conter este crime contra a humanidade.
Portanto, achamos justo ajudar Lapália na reconstrução institucional e democrática do Commonwealth. Acreditamos na não-ingerência dos estados soberanos em outros, mas quando está em jogo a vida de milhões devemos prezar pela justiça.
Eis as intenções do Povo Brasileiro de São Paulo e em seu nome digo,
Maximilien I de São Paulo e do Brasil
Imperador Constitucional, Rei de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Protetor Eterno do Brasil, Defensor Perpétuo da Fé et alii.
Assim, São Paulo cria a Força Expedicionária Brasileira para enviar ao Commonwealth para conter o avanço nazista pelo mundo e auxiliar os esforços de guerra de Lapália. A FEB é composta pelas Forças Armadas Paulistas, pelo Corpo Médico Militar e pelo recém estruturado Serviço Nacional de Inteligência (SNI) especialmente para a missão Commonwealth.
Nova Salvador em Seg Jan 28, 2013 2:35 am
São Paulo escreveu: O Imperador D. Maximilien I de São Paulo enviou uma comissão diplomática-militar para acompanhar e auxiliar o processo de reconstrução democrática do Commonwealth e junto a isso emitiu uma declaração pública.
ooc: Em tempo de RP podes dizer que está quase a se findar 1 ano, 1 mês real = 1 ano RP...
Commonwealth em Seg Jan 28, 2013 6:32 pm
O Comité Restaurador da Comunidade dos Estados Livres, credenciado por Sua Majestade Imperial, o Sr. Dom Dinis III de Bragança e por Sua Santidade, o Papa Bartolomeu I, vem por meio desta informar que já não existe nenhum governo nazista em território nacional da Comunidade dos Estados Livres, repudiando a intervenção paulista neste conflito que já se encontra resolvido.
Lapália em Seg Jan 28, 2013 7:19 pm
Os lapálios recebem com alegria os soldados paulistas. Rapidamente partilham os quartéis e os locais onde estavam instalados. O Comando lapálio põe-se em contacto com o homólogo paulista para dividirem funções. MacArthur pede aos generais de S. Paulo que ajudem a manter a ordem nos territórios dominados, incluindo territórios mais rurais, onde Lapália ainda não tinha chegado. Militarmente, estavam mais concentrados nas frentes urbanas, onde iam dominando os territórios sem aparente resistência. Os nazis continuavam a ser apanhados, tudo o que tivesse uma suástica era mandado para os navios da Navy ao largo das várias províncias. Simpatizantes e governantes nazis também tinham o mesmo destino.
Aparecia aqui um novo inimigo: a CoRCES e companhia. O Supreme Court finalmente processava o Império Austríaco, a Chanceleria, McHitler e os principais nazis, governos locais, oficiais, etc., bem como a CorCES, Windsor, D. Dinis e restantes, por "conivência com o regime nazi". No comunicado, declarava-se que "O Supremo Tribunal está disposto a ceder os processos e transferir a sua competência para um Tribunal Militar Internacional, que julgará os arguidos referidos".
A reunião com D. Dinis mostrava a sua filiação política e, por isso, perdera todo o apoio de Lapália. Se a Commonwealth se ia tornar uma república ou uma Confederação estilo Lapália, ainda não se sabia, mas a aposta dos lapálios era não deixar o Imperador voltar ao trono.
Entretanto, a invasão às sedes dos edifícios nazis continuava em força, com os lapálios a deitar a mão a qualquer documento que vissem à frente. Sabe-se-lá não encontrassem documentos incriminadores. Porém, o centro da acção era Sydney. Eisenhower recebera uma chamada de MacArthur...
MacArthur: Terminei a reunião com o gajo. Nothing done. É avançar depressa e em força.
Eisenhower: Tenho a sua autorização para fazer tudo o que for necessário?
MacArthur: Nazis ou ILA, tudo o mesmo, dá cabo das baratas...
Eisenhower: Assim seja, meu general.
Eisenhower saiu da tenda e espalhou a mensagem. Os disparos iam começar.
São Paulo em Ter Jan 29, 2013 4:43 am
A Força Expedicionária Paulista para o Commonwealth, uma Força Tarefa Especial para esta missão, se dividiu oficialmente em quatro comandos:
Tropas Paulistas desembarcando próximo ao Acampamento Central Lapálio no Commonwealth
- I Comando - Tropas Terrestres: Exército Imperial (1.500 homens, três divisões de cavalaria, infantaria e artilharia)
- II Comando - Tropas Marítimas: Marinha de Guerra do Império (1.500 homens, duas esquadras navais)
- III Comando - Tropas Aéreas: Força Aérea Imperial (1.500 homens, duas esquadras aéreas)
- IV Comando - Tropas de Inteligência, Militar Especializada e Policial: Serviço Nacional de Inteligência (SNI) (350 agentes de inteligência); Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar da Força Pública de São Paulo (ROTA - 500 policiais e 25 viaturas); Regimento Montado Nove de Julho da Força Pública de São Paulo (Cavalaria de Segurança Pública - 150 policiais); Tropa de Choque da Força Pública de São Paulo (150 Policiais); Comando de Combate ao Terrorismo e Guerrilha do Exército Imperial (250 Soldados e 75 agentes) .
As funções do I, II e III Comando serão exclusivamente as de combate militar regular, enquanto a do IV Comando será a de fazer a varredura no território ocupado e a detenção de qualquer elemento suspeito ou subversivo, além da contenção de distúrbios civis e no combate a guerrilhas urbanas e rural, a chamada "Guerra Irregular".
Tropas das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a ROTA, na Cerimônia de Despedida no Quartel Tobias de Aguiar, em São Paulo.
Mesmo tendo até pouco tempo atrás um clima de tensão entre militares paulistas e lapálios as relações por parte paulista são das melhores, assim como a recepção. O Clima de descontração faz com que em um primeiro momento nem pareça que estejam em meio a uma guerra, mas sim em algum bar entre amigos de farda. Mas isso logo passa após receberem instruções dos comandante-geral e dos comandantes dos estados-maiores, como o exercício de artilharia.
Exercício de Artilharia no Commonwealth
O General Antônio de Faria Lima, ex-Presidente da Junta Militar Provisória, durante a Crise Institucional se afasta do pleito para o Governo do Rio de Janeiro e é destacado ao posto de Comandante do Estado-Maior do I Comando da Força Expedicionária Paulista, junto a ele o Brigadeiro José Vicente de Faria Lima, seu irmão mais velho, ex-Primeiro-Ministro do Império e Senador Imperial destacado ao posto de Comandante do Estado-Maior do III Comando da Força Expedicionária Paulista, enquanto para ocupar o II Comando, fora destacado o Almirante Felipe Antônio Tamandaré, descendente direto do Almirante Tamandaré, herói militar brasileiro.
Já o IV Comando da FEP, o responsável nomeado foi o Coronel Georges Youssef, ex-agente do (extinto) Serviço Reservado e atual Comandante da Força Pública de São Paulo, braço direito do Imperador Maximilien I e Comandante Conjunto da ROTA. Responsável pelo desmantelamento dos grupos políticos nazistas e seus apoiadores, por meio da Guerra Irregular.
Coronel Paulo Georges Youssef fazendo a revista as tropas da Força Pública após desembarque no Commonwealth
O General Faria Lima, o Brigadeiro Faria Lima, o Almirante Tamandaré e o Coronel Youssef se apresentam aos comandantes lapálios (inclusive ao General MacArthur) como Comandantes da Junta da Força Expedicionária Paulista para o Commonwealth.
Commonwealth em Qua Jan 30, 2013 6:39 pm
Por toda a Commonwealth começam a surgir algumas manifestações e mesmo revoltas contra aquilo que os cidadãos chamam de imperialismo colonial de Lapália. Entretanto, pessoas de todos os espetros políticos, sejam eles comunistas, socialistas, sociais-democratas, conservadores, começam a convergir num único sentido, o Partido Legalista, cujo objetivo é realizar eleições o mais depressa possível, garantir que McHitler e D. Dinis são julgados na Comunidade por comunas e expulsar os lapálios.
OOC: vou esperar a resposta do Lapália aqui para dizer o que o Tom Windsor e os outros fizeram.
Commonwealth em Qua Jan 30, 2013 6:51 pm
Perante todo aquele preparamento lapálio e paulista, não resta outra opção à CoRCES senão render-se, no entanto apresentam uma condição, se houvesse algum julgamento contra eles ou contra McHitler seria feito na Commonwealth perante júri comunal.
Lapália em Sex Fev 01, 2013 4:58 pm
Os lapálios são peremptórios nas suas condições: McHitler e companhia seriam julgados por um tribunal internacional. Quem estava ali em posição de estabelecer condições eram eles. Se os comunais os quisessem julgar também, podiam fazê-lo, mas a custódia dos prisioneiros e o veredicto final seriam da comunidade internacional. A CoRCES era muito mal vista e, quando podem, os soldados deitam a mão a tudo o que fosse documento, apreendendo-os.
Com o tempo a passar e os territórios dominados, os lapálios tentam estabelecer uma calma e tranquilidade aparente, os cidadãos podiam levar a sua vida normal que o exército não interferia. Os protestos não-violentos são permitidos, mas o nível de alerta das forças armadas é elevado. Entretanto, nas instalações do Comando Lapálio, são recebidos os oficiais paulistas. Não havia razões para discórdia, MacArthur desde logo disponibiliza os dados que os lapálios tinham até ao momento, zonas problemáticas e documentos nazis. A sugestão lapália é distribuir as tropas dos dois países pelo território todo, podendo trabalhar em articulação total. Esperava-se, assim, controlar melhor a população e prevenir possíveis atentados nazis.
A investida centra-se nas zonas rurais e na procura de fugitivos nazis. Os satélites militares são utilizados para detectar possíveis acampamentos, complementados com missões irregulares em zonas florestais e desertas. Ao mesmo tempo, em Sydney, discutia-se a questão política. O Comando dividia-se quanto à forma de organizar as eleições e os prazos a estabelecer. A primeira fase seria apenas de formação de partidos políticos. A monarquia comunal já tinham dado o que tinha a dar, mas impor uma república poderia ser problemático, tanto a nível nacional como internacional. São estas questões que fazem o Consulado e o Comando trabalhar por uma solução que tanto lhes agradasse como ao povo comunal.
Para "passar" o tempo, o Comando emite um novo decreto:
Decreto 2-A de 1 de Fevereiro de 2013 dos Estados da Commonwealth
Artigo 1º - O órgão legislativo da Commonwealth é o Parlamento Nacional. A denominação poderá ser alterada posteriormente, mas nunca com prejuízo da soberania legislativa deste órgão.
Artigo 2º - O Parlamento Nacional divide-se em Câmara dos Deputados e Senado. As denominações não são vinculativas.
Artigo 3º - As eleições para este órgão são realizadas por voto directo, livre, universal e secreto.
Artigo 4º - As eleições terão lugar dentro de 5 meses. (ooc: até criar as condições para isso, e dependendo do desenrolar do rp)
Artigo 5º - A formação de partidos políticos não-extremistas é permitida. O registo dos partidos terá início dentro de 3 semanas. (ooc: se houver estabilidade na região, o Commonwealth, enquanto jogador, poderá avançar com nomes e ideais políticos)
Artigo 6º - Antes da realização das eleições legislativas, o Governo Provisório da Commonwealth poderá decidir realizar uma série de referendos de carácter político.
Artigo 7º - O Governo da Commonwealth será escolhido em função dos resultados eleitorais.
Artigo 8º - O Senado terá eleições próprias, em data e condições a definir.
Artigo 9º - Este decreto tem força de lei e os seus artigos não são revogáveis.
Para garantir uma completa transparência nas eleições, todos os países democráticos do mundo (ooc: tudo menos Nova Salvador e Astártia) poderão ter representantes nas mesas eleitorais. Esperavam-se, especialmente, representantes de governos como a Galiza e Almada, vistas como democracias plenas.
Commonwealth em Sex Fev 01, 2013 9:58 pm
Todos os monarcas, herdeiros e membros do Comité Restaurador apontando uma arma à própria cabeça lançam um ultimato: "Ou somos julgados na Commonwealth por comunas ou só saímos daqui mortos!" Estavam lançados os dados, falta saber o jogo que o Consulado vai fazer...
Entretanto, e ao abrigo do Decreto 2-A, o Partido Legalista recebe cada vez mais e mais filiados e oficializa-se junto às autoridades lapálias. É criada a Juventude Nacional e publicada a plataforma política do Partido, que passa pela "Manutenção da unidade do território nacional, da independência e autonomia totais dos territórios comunais e pela entrega total do poder ao povo, através da convocação dos Estados Gerais, no sentido de elaborar um novo texto constitucional, pautando-se ele pelo regime que a população considerar adequado e não limitado à monarquia."
Galiza em Sab Fev 02, 2013 12:53 am
OOC: 93 marquesinhos, princesinhas e demais meninos queques a se suicidarem para não entregar o ditador a um tribunal internacional, ditador ao que supostamente odiavam por tudo o que lhes fez? Pelo que levamos visto, nem os nazistas mais fervorosos estiveram dispostos a tanto por salvar a pele do McHitler. Afinal o sindicato de marquesinhos confirma sem lugar a dúvidas em qué bando estava, e que a sua "luta" contra McHitler era outra das muitas peças teatrais do régime . Qué final mais vergonhoso para as monarquias da Commonwealth, pá...
Lapália em Sab Fev 02, 2013 1:09 am
A resposta dos soldados é clara, face à chantagem: "matem-se, torturem-se, façam o que quiserem, mas desta sala decerto não sairão livres". Havia outros soldados a filmar aquela situação que, a não ser real, só podia ser dum filme de comédia... Ou duma tragédia surreal, ninguém sabia, mas o espanto era grande. Na improvável situação dum suicídio colectivo, talvez o maior da época contemporânea, o mundo perceberia a verdadeira filiação dos monárquicos comunais... Certo, certo, é que os lapálios estavam prontos para ambas as situações, até mesmo para o caso de lhes apontarem as armas: uma fileira de soldados estava de espingardas em riste em direcção aos monárquicos...
Nova Salvador em Sab Fev 02, 2013 2:30 am
A Ingerência Lapália e o claro desrespeito a vontade do povo austríaco, bem como a sua soberania geram repulsa ao Império de Nova Salvador
Os "criminosos" austríacos devem ser julgados POR SEU PRÓPRIO POVO e apenas por eles, sendo resguardado o direito a ampla defesa e ao contraditório.
Commonwealth em Sab Fev 02, 2013 1:44 pm
McHitler dá um passo à frente e diz aos outros:
Galiza em Sab Fev 02, 2013 3:08 pm
OOC: estive a ler outra vez toda a história, e ainda não percebi por qué é que o Papa se matou. Ele tinha sido o único de toda essa malta de palermas que tinha tido valor para enfrontar-se publicamente a McHitler e tinha arriscado sua vida, enquanto o Imperador o tinha impulsado e apoiado (ao McHitler) e tinha sido o seu "cúmplice necessário" até que se arrepentiu (mas apenas porque McHitler já não obedecia as suas ordens, não por outro motivo), e os demais marquesinhos fugiam para Lapália a mendigar ajuda, porque eles não tinham valor na altura para pegar numa arma contra a ditadura, e apenas formaram o CoRCES quando Lapália começou a agir. Aliás, além do Papa (que suponho que fez o que fez porque virou louco nas prisões de McHitler), NENHUM dos que está aí arriscou NADA contra o regime enquanto o McHitler assasinava y escravizava cidadãos da Commonwealth por milhares. E agora, para salvar o tirano criminoso, estão todos dispostos para estes actos ridículos de "heroísmo" melodramático... e aínda quererão passar à história como heróis do seu povo. Isto já é surrealista de mais.
Commonwealth em Sab Fev 02, 2013 3:14 pm
Galiza escreveu: OOC: estive a ler outra vez toda a história, e ainda não percebi por qué é que o Papa se matou. Ele tinha sido o único de toda essa malta de palermas que tinha tido valor para enfrontar-e a McHitler e tinha arriscado sua vida, enquanto o Imperador o tinha impulsado e apoiado (ao McHitler) e tinha sido o seu "cúmplice necessário" até que se arrepentiu (mas apenas porque McHitler já não obedecia as suas ordens, não por outro motivo), e os demais marquesinhos fugiam para Lapália a mendigar ajuda, porque eles não tinham valor na altura para pegar numa arma contra a ditadura, e apenas formaram o CoRCES quando Lapália começou a agir. Aliás, além do Papa (que suponho que fez o que fez porque virou louco nas prisões de McHitler), NENHUM dos que está aí arriscou NADA contra o regime enquanto o McHitler assasinava y escravizava cidadãos da Commonwealth por milhares. E agora, para salvar o tirano criminoso, estão todos dispostos para estes actos ridículos de "heroísmo" melodramático... e aínda quererão passar à história como heróis do seu povo. Isto já é surrealista de mais.
O Papa matou-se exatamente pelo que disseste, ele foi o único que se levantou contra a ditadura, a ideia é que se ele se matar os lapálios ganhem um pouco de consciência...
Lapália em Sab Fev 02, 2013 3:52 pm
O Grupo de Operações Especiais do Exército entra na sala de rompante. Vinham com máscaras, escudos e todo o tipo de protecções. Os 20 soldados regulares que lá se encontravam saem de imediato, fechando a porta atrás de si. No meio da confusão, dois soldados atiram bombas de gás lacrimogéneo e de gás para dormir para o meio dos monarcas. No meio da tosse, confusão e desmaios, atiram logo a mão a McHitler, ao Imperador e a Tom Windsor: era imperativo que fossem capturados vivos. Ao mesmo tempo, e tentando não abusar da violência -que Eisenhower havia proibido excepto em último recurso - imobilizam e prendem os restantes membros da sala...
Commonwealth em Sab Fev 02, 2013 3:56 pm
Os monarcas e herdeiros detidos decidem que não vale a pena resistir mais, agora a sua vida dependeria unicamente da vontade da população comunal.
Lapália em Dom Fev 03, 2013 2:56 pm
Os prisioneiros são rapidamente levados para fora do palácio e para helicópteros da Air Force. São transportados para Lapália, ficando presos em quartéis militares por todo o país. Os locais das suas detenções não são divulgados, para prevenir vinganças contra eles. Os acessos às celas são bastante condicionados, com poucos soldados a saber quem lá está preso, numa situação de alta segurança. Os lapálios tinham conseguido McHitler, quase um troféu de guerra, e estavam a preparar as diligências para um julgamento em grande.
A prisão de McHitler era, de longe, a mais bem guardada e restrita de todas... Só dois oficiais sabiam de que prisioneiro se tratava.
O apoio da população a McHitler não passava despercebido, "estes gajos são loucos". A simpatia dos soldados, que sempre trataram os comunais com respeito, começa a desaparecer para se converter numa raiva (ainda) controlada. Estava fora de questão, para o Comando, libertar qualquer preso que fosse, e os comunais iam ver isso a bem ou a mal. As ameaças dos legalistas são completamente ignoradas. Processar Lapália nunca iria para a frente, não era coisa que uns raids aéreos não resolvessem.
O Consulado envia um reforço de 2000 homens para a Commonwealth, com treino para conter revoltas e terrorismo. Nunca se sabia o que podia acontecer...
Commonwealth em Dom Fev 03, 2013 4:59 pm
No meio disto tudo, alguns intelectuais, muitos padres, todos os presos políticos e escravizados e a maioria da população do Brunei e da costa Oeste da Austrália e da Nova Zelândia, devido à sua afinidade com os Lapálios começam a organizar um partido de oposição aos Legalistas: o Partido Democrata. è também uma mistura de todas as fações políticas da Commonwealth e o programa é basicamente o mesmo, com uma pequena, e no entanto significante, alteração: querem levar a CoRCES, o McHitler e o Imperador D. Dinis a tribunal internacional.
Entretanto em Constantinopla os Cardeais começam uma greve de fome: querem que Lapália retire da cidade, até porque Constantinopla não é a Commonwealth e além de tudo uma pequena cidade eclesiástica não consegue fazer mal a ninguém. O Lorde Camerlengo, representante do Cardeal Camerlengo na cidade da Santa Sé Livre, emite uma bula onde "pela total impossibilidade do Cardeal Camerlengo, devido à sua recente detenção por crimes contra o seu próprio povo" convoca o Conclave. Esta medida está à margem da legalidade eclesiástica e eles só pediam que o Vaticano não se lembra-se de comentar o assunto, pois dessa maneira teriam que parar tudo e até D. Dinis convocar o Conclave a maior igreja da Commonwealth e a segunda maior igreja Católica do mundo ficaria sem líder e sem governo...
Altinia em Dom Fev 03, 2013 8:14 pm
O Presidente de Altínia, Françoise Michelit, barbarizado com a resistência em favor de McHitler e a resistência do clero em relação aos Lapálios, viu a oportunidade de ajudar os Paulistas e Lapálios para a restituição da ordem na Commonwealth, determinando o envio de 2.000 homens da Guarda Armada Nacional para auxiliar Paulistas e Lapálios na reestruturação da Commonwealth e restituição da ordem nacional neste país.
Soldados Altínios se dirigindo aos Encouraçados na Província de Colônia, onde seguirão para a Commonwealth para auxiliar os paulistas e lapálios na pacificação e restituição da ordem na Commonwealth
O Presidente de Altínia disse que o apoio nacional será com fins humanitários, visando apenas restituir a ordem no país estrangeiro, não tendo qualquer interesse em combater ou humilhar a população local, mas apenas auxiliar os lapálios e paulistas na busca por uma transição saudável para a democracia na Commonwealth.
Junto com os soldados, serão enviados, médicos e enfermeiros, que prestarão assistência médica aos militares aliados e alguns civis locais, caso seja necessário.
O Presidente de Altínia deve se pronunciar a qualquer momento acerca do conflito, estudando os efeitos da participação de Altínia no país, ressaltando que a população nacional pode ficar despreocupada, pois não se trata de uma guerra, logo, o Estado de Guerra não será convocado e nenhuma liberdade individual será suprimida, não acarretando, inclusive, nenhum problema aos cidadãos da commonwealth que possam estar no país, todavia, o governo exige que estes deverão procurar o Departamento de Polícia mais próximo e se cadastrarem, para fins estatísticos somente.
Altinia em Dom Fev 03, 2013 9:38 pm
PROPOSTA DE PACIFICAÇÃO DA COMMONWEALTH
Plano de Pacificação e Recuperação da Commonwealth (Favor abrir a imagem em separado para observá-la melhor).
O Presidente de Governo Françoise Michelit, propõe a Commonwealth, um plano de recuperação nacional para este país, propondo a desocupação militar dos aliados de Lapália na maior parte do território, e a criação do Reino de Nova Gales, para suprir as percas territoriais da Commonwealth e integralizar o território deste país, conta o surgimento de um enclave inimigo. Todavia, apesar da medida benéfica a Commonwealth, ainda que culmine em percas territoriais e transferências de populações, de um território ao outro, a Commonwealth ainda sofrerá com alguma intervenção militar em sua capital e em Constantinopolis, haja vista uma questão de soberania internacional, todavia, somente durante cinco anos, podendo a Commonwealth, no restante de seu território, permanecer livre, sem intervenção militar, desde que seu processo de transição democrática seja gradual e constante.
Além disto, a Commonwealth terá que proclamar uma assembleia nacional constituinte, proibir partidos de orientação nazi-fascistas, e terá reduzido e congelado artificialmente, pelos próximos cinco anos, seu orçamento militar em 6 milhares de milhões de dólares, todavia, apesar do aparente prejuízo, a comunidade internacional se comprometerá na recuperação econômica no período pós-McHitler e a Commonwealth ficará proibida de declarar guerra e conquistar novos territórios pelos próximos 10 anos, além de entregar McHitler e seus aliados, para um julgamento em um tribunal internacional.
Se a proposta for de interesse da Commonwealth e dos demais países ativos no conflito, acredito que seja um desfecho saudável e digno para ambas as partes para este cruel conflito.
Commonwealth em Dom Fev 03, 2013 10:01 pm
OOC: Quer dizer tu mandas pra qui 2000 gajos e já começas a propor alterações no território?! Não te esqueças que toda a Commonwealth é ex-colónias que lutaram arduamente pela sua independência. A população verá a tua proposta como um mero ato colonialista...
Altinia em Dom Fev 03, 2013 11:25 pm
Commonwealth escreveu: OOC: Quer dizer tu mandas pra qui 2000 gajos e já começas a propor alterações no território?! Não te esqueças que toda a Commonwealth é ex-colónias que lutaram arduamente pela sua independência. A população verá a tua proposta como um mero ato colonialista...
OOC: As alterações territoriais são de cunho meramente pacificador. Veja: Põe-se fim a um enclave entre dois reinos da Commonwealth, que poderia muito bem ser ocupado por um país inimigo da Commonwealth. A questão do Brunei, tem que ser resolvida, pois, Nova Salvador possui um direito natural sobre aquela região, assim como por quase toda a África, e a ideia do Protetorado Internacional Africano é justamente promover um restabelecimento pacífico dos territórios perdidos por Nova Salvador, evitando uma guerra maior. Agora retomando a Commonwealth, acho que o povo local não deve ver como um ato colonial, pois na verdade, se o povo local se conscientizar, estará tendo uma imensa vantagem. Nova Gales seria mais ou menos como foi o "Far West" para os americanos, só que com um diferencial, um local monárquico, sem prejuízos ao país. Não há nenhum interesse colonialista na Commonwealth, mas acredito que esta mudança territorial até passaria uma imagem de "boa moça" para a Commonwealth, pois, assim que esta provar que virou um país democrático, o Protetorado da Malásia seria devolvido a Commonwealth... seria algo tipo Hong Kong e China.
Não queremos uma Commonwealth humilhada, sofrendo com os males da guerra, queremos uma Commonwealth restruturada e amiga dos países democráticos. Uma Commonwealth democrática, por isso enviei meus homens. Eles não estão na Commonwealth para guerriar, mas para ajudar no restabelecimento da ordem. Não queremos arruinar a Commonwealth, mas queremos sim, permitir que a nação se reestruture, e supere este período ruim em sua história.
Galiza em Dom Fev 03, 2013 11:58 pm
Os membros do Conselho Geral da Galiza estão ocupados quase ao 100% com os assuntos internos da Galiza e o próximo referendo, mas a questão da Commonwealth está a ser seguida com interesse, embora seja por pura curiosidade de ver esta competição de dislates em que se está a converter.
Quando todos estavam chocados vendo a teima dos supostos "opositores" a McHitler por defender o McHitler, e cómo depois de reclamarem uma intervenção internacional contra a ditadura agora semelham mais preocupados em opôr-se à intervenção internacional do que opôr-se à ditadura, chega a proposta de Altínia. O presidente Carballo e o vicepresidente Aldán conversam, durante um descanso entre os preparativos do referendo:
ALDÁN: Em já nem sei quém está mais louco cá. Depois de ver os comunais e agora os altínios, afinal os baianos até vão semelhar pessoas sensatas e cordas, pá.
CARBALLO: O engraçado é que os altínios até pensam que com estas coisas estão a ajudar. Aposto a que no consulado lapaliano [OOC: "lapaliano" ou "lapálio"?] agora estão furiosos com isto: com os esforços que estão fazendo para desmentir as acusações de "colonialismo" que se lhes estão a fazer, e agora aparecem estes com um plano absolutamente colonialista. "Criação do Reino de Nova Gales", "transferências de populações", "será extinguido o Reino de Novo Ceilão"... mas estes gajos que pensaram que é isto? São loucos ou qué?
ALDÁN: Com certeza: os mchitleristas e os soteropolitanos estarão felizes pelo trabalho de propaganda e desinformação de borla que lhes fizeram os altínios: amanhã pode haver muitos comunais, desses que não perceberam nada aínda, a acreditar nestas fantasias e ser manipulados pelos mchitleristas. Os altínios não fizeram também uma proposta absurda de "reparto de África"?
CARBALLO: Sim, outra provocação desnecessária que não sei por qué fizeram, mas acho que aquilo foi coisa duns jornalistas com demassiada imaginação e tempo livre. Felizmente os baianos apenas emitiram uma nota de protesto e os portugueses simplesmente ignoraram o assunto, e acho que o melhor vai ser que Lapália também faça como que não ouviu nada disto.
ALDÁN: Acho que isso não vai ser suficiente. Se Lapália não faz um desmentido enérgico imediato, rejeitando esse plano e qualquer plano semelhante, podem ter muitos problemas com a população da Commonwealth. E nós também deveriamos: olha que neste plano querem que nós andemos a governar um pedaço da Commonwealth.
CARBALLO: "Vade retro", pá! Nós não queremos saber de ninhos de vespas como esse, já temos suficientes problemas!
ALDÁN: Pois, haverá que fazer uma declaração oficial sobre o qué queremos para a Commonwealth.
CARBALLO: Mas acha que é necessário? O qué é que temos nós a ganhar com isso, se ninguém nos chamou?
ALDÁN: "Ganhar"? Nada. Trata-se de "não perder", e se permitimos que circulem rumores sobre a nossa possível participação num reparto ou coisa do género na Commonwealth, podemos ter problemas. Aliás, nós apoiamos o plano de Lapália (embora não estemos a falar disso o dia todo), e se queremos que a coisa acabe bem, há que evitar que esses rumores se propaguem.
CARBALLO: Mmmm... não, se tem você razão, mas também não deveriamos comprometer-nos demassiado.
ALDÁN: Não é assim tão "comprometedor": o que nós apoiamos é o que está a dizer Lapália e o que estão a pedir esses gajos, os "legalistas": juizo aos culpáveis dos crimes da ditadura, desnazificação e restauração da legalidade anterior, com eleições dentro duns mêses, e retirada de Lapália. É simples bom senso, e o demais são pormenores picuinhas com os que os mchitleristas estão a enredar para tentar safar-se: se McHitler era um bonzinho ao que todos queriam, se o juizo deve ser feito apenas por comunais, como se Lapália não fosse um estado de direito e com garantias de justiça... Nem é preciso falar do plano altínio: simplesmente dizer o qué é que consideramos... "desejável", e umas boas palavras.
CARBALLO: Olha, pois é certo. Temos que redigir um comunicado.

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9