Source: http://banhadasandebol.blogspot.pt/2017/08/
Timestamp: 2018-03-19 20:05:20+00:00

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Banhadas Andebol: Agosto 2017
(OFICIAIS DE MESA)
Depois das acções de Formação que decorreram em Viseu nos passados dias 18 a 20 de Agosto, conforme várias publicações no site da FAP, e até nossas, e sabendo nós que se realizaram testos escritos e físicos, e provavelmente exames médios (Facto inédito, pois todos os quadros devem fazer anos no mesmo dia), continua a verificar-se a total ausência de informação no Portal da FAP, e curiosamente até na página do CA, sobre os resultados finais da acção de formação. E apesar dos comentários já recebidos, continuamos à espera do total cumprimento da lei em especial do Artigo 8.º do Dec. Lei 93/2014, que rectifica o Dec. Lei 248/B de 2008 (Regime Jurídico das Federações), pois continuam sem ser publicadas as respectivas circulares, e vamos iniciar uma nova época sem que até hoje, seja do conhecimento de todos os intervenientes na modalidade, adeptos incluídos, sem se saber quem são as duplas para a época bem como os restantes quadros de arbitragem, sabendo nós que em Viseu se verificaram algumas faltas, e continua-se sem esclarecer quais são os critérios de nomeação. Voltamos a repetir mais uma vez referimos, para bem da verdade que o CA é um órgão da FAP, e não um organismo independente, assim encontra-se sujeita, às normas constantes, na legislação e que foram vertidas para os estatutos da FAP.
Estamos perante uma nova situação, pois o CA, conseguiu retirar do novo Regulamento de Arbitragem, qualquer obrigatoriedade, da existência ou publicação de CO ou Circulares ficando tudo ao livre arbítrio de quem dirige, mas esqueceram-se de “limpar a alínea l) do Artigo 11.º do novo Regulamento”. Não se compreende é como estes Regulamentos que são da Responsabilidade directa da Direcção da FAP, são aprovados (assunto para tratar noutro texto).
Criou-se a obrigatoriedade dos clubes indicarem os Oficiais os seus próprios Oficiais de Mesa, os chamados CROM (ver nomeadamente o CO n.º 1 da época 2017/2018, bem como o CO N.º 79 da Época 2016/2017), criando-se um novo regulamento (Regulamento das Funções de Oficiais de Mesa de Clubes CROM – Clube Responsável por Oficial de Mesa), e criando ainda um novo anexo ao CO N.º 1, o Anexo 13 (Ficha de indicação Provas regulamento CROM 2017/2018), que na prática é para os clubes dizerem que prescindem da apresentação de Oficiais de Mesa nos jogos na condicção de visitante, e em que provas.
Mas até ao momento pouco se sabe, quem são e os que prescindem ou não. A PO01, inicia-se neste fim-de-semana, apenas 8 clubes, informaram (pelo menos os que constam nos mapas disponibilizados pela FAP), um deles que é precisamente a dispensa de Oficial de Mesa como visitante, apenas 9 clubes indicaram a sua posição em relação á dispensa a apresentação na PO01. Mas depois temos um novo mapa (Mapa de clubes com Oficiais de Mesa inscritos 2017/2018) (actualizado a 16-08-17), mas curiosamente o seu link abre-nos precisamente uma informação de Clubes sem Oficiais de Mesa (2017/2018). Ficando toda a gente sem sabero que se passa.
Vamos agora às nomeações deste fim-de-semana, onde realizam 5 encontros, mas três (3), deles não têm sequer indicação de quaisquer Oficial de Mesa. Dois dos clubes que jogam em casa, constam do Mapa, onde se auto excluem na indicação como visitantes, o que significa que têm que nomear como visitados, mas nada está feito, o terceiro não deu nenhuma indicação até ao momento, pelo menos que conste em qualquer dos mapas divulgados, assim perguntamos em que ficamos? Como vai ser já na 1.ª Jornada? Está o “Caos” instalado?
Terminamos com mais uma grave contradição em relação aos Oficiais de Mesa, esperando que tudo seja esclarecido e os senhores dirigentes se entendam de uma vez por todas, e leiam aquilo que aprovam. Pois o Artigo 61 do novo Regulamento de arbitragem, em especial no seu ponto 1, contraria o Novo Regulamento dos Oficiais de Mesa, e os CO, emitidos acerca do assunto, inclusive o agravamento dos custos de arbitragem. Mais uma vez o Caos Instalado. Ver imagem.
Continuamos a achar estranho o silêncio da Associação de classe, que dá pelo nome de APAOMA, sobre este e outros temas, pois limita-se na sua página do Facebook, a divulgar nomeações internacionais, muito mal vai a Arbitragem Nacional.
No entanto desejamos a todos uma excelente época desportiva, onde a arbitragem possa contribuir para a melhoria do jogo e a sua competitividade.
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No mesmo fim-de-semana, em que se iniciam os Grupos de Qualificação da Liga dos Campeeis em Masculino, inicia-se igualmente a disputa da EHF CUP no masculino, onde participa o FC Porto e o Benfica.
O Benfica, vai inicia a sua participação na 1.ª Ronda de Qualificação (30 equipas) – defrontando o HC Dinamo Pancevo (Sérvia). Com as duas mãos a serem disputadas na Luz.
Benfica – HC Dinamo Pancevo (20H30) EHFTV
HC Dinamo Pancevo – Benfica (17H00) EHFTV
Se vencer a eliminatória irá defrontar na 2.ª Eliminatória o Gwardia Opole (Polónia), Com a 1.ª Mão a ser disputada em 07/08-10-2017, em Lisboa, e a 2.ª Mão em 14/15-10-2017 na Polónia.
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Planteis – PO01 – Época 2017 / 2018 – Xico Andebol
Nota – Reinicio dos Trabalhos – 27-07-17
Nota – Não existe ainda qualquer informação correcta acerca dos dois reforços anunciados e vindos de Cabo Verde.
Planteis – PO01 – Época 2017 / 2018 – São Bernardo
Hoje publicamos o Plantel do CD São Bernardo
Pavilhão – Gimnodesportivo de São Bernardo
Nota – Reinicio dos Trabalhos – em 02-08-17
ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA A ÉPOCA 2017 / 2018 - III
Continuidade a analisar e comentar o Comunicado Oficial N.º21 de 24-08-17, tentado esclarecer aquilo que foi dito nas acções de formação da arbitragem, mantendo tudo o que foi dito anteriormente, incluindo o facto de o CO ser acompanhado por um anexo de verdadeira informação, com 21 slides que transmite as orientações da IHF, constantes no Livro de Regras em Orientações e Interpretações, em especial nos seus Anexos e Exemplos, no que se refere a equipamentos e protecções, bem como a acessórios que podem ser utilizadas ou não. Neste nosso texto, iremos dar sequência aos pontos do já referido CO, alertando, que devido a ter sido feito uma cópia do CO equivalente da época anterior, entram-se em verdadeiras contradicções com os Regulamentos entretanto alterados, em algumas situações.
Assim hoje, voltaremos a escrever sobre algumas das Orientações Publicadas no referido CO.
Sorteio – Ponto 10
Igual ao publicado em 2016/2017, esclarecimento oportuno, e que poderá ser importante.
Protocolo de Começo de Jogo – Ponto 11
Igual ao publicado em 2016/2017, com as mesmas virtudes e defeitos então analisadas. Um ponto com alguns esclarecimentos importantes, mas que têm no nosso entender uma forte lacuna, pois diz nomeadamente na sua alínea d) “ Os jogadores devem obrigatoriamente efectuar o protocolo de começo de jogo devidamente equipados com o equipamento que irão utilizar no jogo;”, E os árbitros podem ir de fato treino ou com blusão, ou o critério não deve ser o mesmo para todos os intervenientes no jogo !
Equipamento dos Jogadores – Ponto 12
Com têm uma adaptação, ao conteúdo dos anexos ao CO, na sua alínea c), pois quanto ao resto contínua igual, continuando a ser mais uma vez o texto é neste caso é uma repetição dos Artigos 43.º e 44.º do Titulo 8 (Dos jogos em geral) do Regulamento Geral da FAP, e que não sofreram qualquer alteração, e das próprias Regras de Jogo. Não se entendendo esta repetição.
Equipamento dos Quadros de Arbitragem – Ponto 13
Na prática, é uma transcrição do Artigo 105.º e dos seus pontos do novo Regulamento de Arbitragem, com este artigo a sofrer alterações encapotadas e ilegais, pois um Regulamento não pode ser alterado por CO, e este não é um caso omisso, e curiosamente nesta redacção até exclui a Associação de Classe do Processo, ver alínea d) deste ponto, assim como retira competências à Direcção da FAP, na aliena e) deste ponto do CO, ver pontos 4 e 5 do Artigo já referido do novo Regulamento de Arbitragem. E na alínea c) deste ponto do CO, quando refere Oficiais de Mesa a quem se refere? Apenas estabelece e dinamiza a confusão. Aqui coloca-se uma questão pertinente, será que o novo Regulamento de Arbitragem, já está desactaulizado, face à vontade dos dirigentes do CA?
Equipamentos Electrónicos – Ponto 14
Alteração positiva da alínea a) pois agora estabelece-se o principio de incentivo à sua utilização, e não necessita de autorização do CA, mantendo-se o oportuno esclarecimento “Os árbitros deverão prescindir de utilização de equipamentos electrónicos de comunicação sempre que o mesmo interfira, de qualquer forma, com o marcador electrónico do pavilhão, e perturbe o normal desenrolar do jogo”
Cabine dos Árbitros – Ponto 15
Continua-se a persistir, com novas alterações aos Regulamentos da Federação, parece que começa a ser moda, basta ver o texto do Artigo 40.º do Titulo 8, bem como o ponto 1 do Artigo 100.ª do Novo Regulamento de Arbitragem.
A alínea a) pode ser cumprida na PO01, mas nas restantes provas, face não só a sucessão dos jogos nos mesmos recintos, como ainda face ao processo de nomeações com árbitros e agora dos possíveis CROM, ou Oficiais de Mesa nomeados pela Federação a irem de um lado para o outro, como se verifica e cumpre?
Agora com o texto divulgado o Presidente da Federação está impedido de se deslocar á cabine dos árbitros, por esta é que ninguém esperava, mas é a pura da verdade. E se lá se deslocar está sujeito a relatório para posterior procedimento, completamente ridículo.
A alínea f) sofre uma importante alteração, agora nem os Oficiais de Mesa mesmo que nomeados pela FAP, podem entrar na cabine doa árbitros no intervalo do jogo, completamente ridículo. Disposição que contraria o disposto no ponto 3 do artigo 100.º do novo Regulamento de Arbitragem.
Mais ainda estabelece na sua alínea d) que dis que os Oficiais de Mesa desde que não sejam CROM, têm acesso à cabine dos árbitros, texto que contêm uma autêntica contradicção com o disposto na alínea f) em relação aos Oficiais de Mesa nomeados pela FAP, mas veda o acesso dos CROM á cabine dos árbitros, Porquê, e como é feito o fecho do Boletim de Jogo, e como é conferido o mesmo, mais uma total aberração.
Iremos dar sequência a este texto, pois existem mais indicações que se encontram no Comunicado Oficial já referido e publicado somente em 24-08-17.
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Competições Europeias 2017 / 2018 – XIII – Liga dos Campeões Masculinos
O Sporting inicia a sua participação na Liga dos Campeões Masculina com a disputa da Fase de Qualificação, onde tal como na época transacta, o representante de Portugal têm de participar, e conforme já informamos, e após a designação por sorteio da ordem de organização do Grupo (4 equipas) para a época 2017/2018 (O Sporting não quis organizar o Grupo), único grupo a disputar este Torneio de Qualificação, conforme já por nós informado, e onde apenas o vencedor será enquadrado num dos Grupos C ou D, da chamada Fase de Grupos, e onde está integrado a equipa portuguesa.
Conforme já referimos em tempo, é completamente incompreensível que a equipa portuguesa tenha recusado a organização do grupo (não houve até ao momento um completo esclarecimento sobre este tema), depois de na época anterior ter organizado em Portugal várias das jornadas da Challenge CUP, esta decisão que leva a que o grupo seja organizado precisamente em casa da principal equipa do grupo (na nossa opinião), o Tatran Presov (Eslováquia), que assim repete a organização de um grupo em duas épocas consecutivas. Mais igualmente em nossa opinião), esta decisão pode fazer perigar e muito a possível qualificação da equipa portuguesa para a Fase de Grupos, o é no mínimo incompreensível.
Qualificação será disputada no Pavilhão do Tatran Presov (4056 lugares no pavilhão), que se disputa este fim-de-semana.
Sporting – Cocks (Finlândia) (13H30) EHFTV
Tatran Presov (Eslováquia) – Alpla Hard (Áustria) (16H00) EHFTV
(13H30) EHFTV
(16H05) EHFTV
1.º Classificado, incluído na Fase de Grupos (D)
Hoje publicamos o Plantel da A.A. Avanca
Pavilhão – Com. Adelino da Costa
Nota – Reinicio dos Trabalhos – 19-07-17
NO XXI - TORNEIO DE ST. OVÍDIO
SELECÇÃO SUB-17 FEMININA
Segundo informa a FAP, no seu Portal em 28-08-17, Portugal irá participar no Torneio neste torneio com a Selecção Nacional de Sub-17 feminina, nada temos nem contra o torneio nem contra o grupo que honrosamente constitui a Selecção, mas faz-nos confusão esta participação, por diversos motivos, e um deles é o motivo real de tal participação. Digam ou não que o torneio é internacional.
Este torneio nunca fez prte do planeamento desportivo para esta Selecção (No Portal da Federação ainda não houve tempo para inserir o planeamento para 2017/2018, e ainda consta o de 2016/2017, que é completamente omisso, quanto a esta questão).
Curiosamente no documento de planeamento Feminino distribuído em 14-07-17, e respeitante ao escalão Sub-17 (Juniores B, 2000/ 2001), o que se encontra previsto é um estagio precisamente para os dias 1 a 3-09-17, será que já era a previsão encapotada da participação no Torneio. Qual é o escalão etário das restantes equipas participantes?
Qual o Objectivo da participação neste Torneio?
Qual o motivo do Programa de Selecções, não estar devidamente actualizado?
No entanto não deixaremos de dar o calendário previsto para esta participação em relação à Selecção de Sub-17, bem como a constituição da convocatória.
Calendário dos jogos (Série B)
Portugal – Alcobendas / Madrid (22H00)
Colégio Gaia - Portugal (11H30)
Portugal – Almeida Garrett (19H30)
1.º A – 2.º B (09H30)
2.º A – 1.º B (11H00)
4.º A – 4.º B (10H00)
3.º A – 3.º B (11H30)
Convocatória, como de costume sem comentários.
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FC BARCELONA VENCE
(SUCEDE AO FUCHESE BERLIN)
Terminou a disputa hoje (28-08-17) a 11.ª edição da Super Globe) também designado por Mundial de Clubes), que como de costume nos últimos anos se disputou em Doha no Qatar
Nos encontros a disputar, de referir que no caso de igualdade no fim do tempo regulamentar de jogo, e após um intervalo de 5 minutos, o encontro será decidido conforme o estipulado na Regra 2:2, incluindo lançamento de 7 metros.
Disputada que foi a final da “Super Globe”, que como de costume se disputou em Doha no Qatar, entre o FC Barcelona (Espanha) – (Wild Card) e o Vencedor da época anterior Fuchese Berlin (Alemanha). Jogo onde qualquer das equipas procurava a sua terceira vitória neste verdadeira mas não oficial Mundial de Clubes, onde tivemos a oportunidade de ver jogar duas excelentes equipas constituídas por excelentes praticantes, num recinto desportivo de grande qualidade, mas com fraca moldura humana para o evento. Foi um jogo praticamente de sentido único, com o FC Barcelona, a comandar praticamente o jogo e o marcador durante todo o tempo de jogo, com uma excepção aos 41 minutos, quando após uma sensacional recuperação os alemães chegaram á frente do marcador por 18-17. Ainda durante os primeiros 30 minutos o Barcelona chega aos 5-1 aos 10 minutos de jogo, e atinge o o maior diferencial aos 20 minutos de jogo quando vence por 11-5, para o intervalo chegar com o resultado em 15-12 a favor do Barcelona, equipa onde se destacavam, o seu guarda-redes Gonçalo Vargas (42% de eficácia), com uma soberba actuação, o lateral francês do Barcelona Dika Mem (4 golos, 50% de eficácia), e Valero Rivera, que termina o encontro com 9 golos, e 100% de eficácia (4 em 4 de 7 metros). NO segundo tempo os alemães entraram melhor, e depois de um parcial de 3/0 em 2 minutos conseguem estar pela única vez no comando por 18-17, estavam decorridos 41 minutos de jogo, com o seu guarda-redes Silvio Heinevetter (24% de eficácia), mas mesmo assim a ser uma das principais figuras da sua equipa que teve em Fabian Wiede (63% de eficácia) e em Erik Scmidt (83% de eficácia), os seus melhor marcadores com 5 golos cada, com Peter Nenadic com os mesmo 5 golos mas apenas com 45% de eficácia, e muito abaixo do seu normal rendimento. Após um Time-OUT, solicitado em oportunidade por Xavier Pacoal, o Barcelona, faz um parcial de 4-0, e volta a assumir o comando do jogo e do marcador, e aos 47 minutos já vencia por 21-18, e a partir daqui o jogo resume-se á nítida precipitação do Fuchese Berlin, na procura dos golos com precipitação total, aos 57 minutos com um diferencial favorável de 5 golos, 27-22, o Barcelona, relaxou completamente. Com esta vitória o FC Barcelona, alcança a sua terceira vitória na prova. Jogo dirigido e mal na nossa opinião, pela dupla da Letónia, constituída por R. Licis e Z. Sondors, que estiveram completamente desastrados na sanção progressiva, e até conseguiram inventar dribles, e a intervenção do Delegado Português António Goulão, para ser dado Cartão Vermelho ao técnico Alemão (56 minutos de jogo) é completamente despropositada.
Dia 28-08-17
Universidade Sydney 24 – 27 Naft & Gaz Gachsaran
EC Pinheiros 32 – 29 Esperance S. de Túnis
Al Sadd 19 – 37 HC Vardar
Fuchese Berlin 25 – 29 FC Barcelona
Classificação Final – 1.º FC Barcelona, 2.º Fuchese Berlin, 3.º HC Vardar, 4.º AL-SADD, 5.º EC Pinheiros, 6.º Esperance S. de Túnis, 7.º Naft & Gaz Gachsaran e 8.º Universidade Sydney.
Destaque na classificação final, que os 3 primeiros lugares foram ocupados pelas equipas Europeias. E que o 1.ª Classificado recebe 400.000 dólares e o 2.º 200.000.
R. Licis / Z. Sondors (Letónia)
I. Boualloucha / R. Khenissi (Tunísia)
K. Arntsen / R. Roen (Noruega)
I. Garcia / A. Marin (Espanha)
B. Koo / S. Lee (Coreia)
Portugal está representado nesta edição pelo Delegado IHF – António Goulão, apenas gostaríamos que Portugal fosse informado do “revolucionário” sistema de Time-OUT de equipa usado nesta prova e como seria se as equipas o usassem mal. Mas continua-se a estranhar a falta de informação quer no Portal da FAP, quer na página do CA, Porque será?
2017 – FC Barcelona (Espanha)
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Hoje publicamos o Plantel do Belenenses
Pavilhão – Acácio Rosa
Nota – Reinicio dos Trabalhos – 01-08-17
ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA A ÉPOCA 2017 / 2018 - II
Dando continuidade aos textos por nós já publicados, após a FAP divulgar o Comunicado Oficial N.º 21 de 24-08-17, esclarecer aquilo que foi dito nas acções de formação da arbitragem, mantendo tudo o que foi dito anteriormente, incluindo o CO ser acompanhado por um anexo de verdadeira informação, com 21 slides que transmite as orientações da IHF, constantes no Livro de Regras em Orientações e Interpretações, em especial nos seus Anexos e Exemplos, no que se refere a equipamentos e protecções, bem como a acessórios que podem ser utilizadas ou não. Neste nosso teto, iremos dar sequência ao pontos do já referido CO, alertando, que devido a ter sido feito uma cópia do CO equivalente da época anterior, entram-se em verdadeiras contradições com os Regulamentos entretanto alterados, em algumas situações.
Assim Hoje iremos escrever sobre algumas das Orientações Publicadas no referido CO.
Tempo de Jogo – Ponto 1
A Federação reforça o estabelecido no Anexo 4 ao CO N.º 1, e informa de que em torneios ou jogos de carácter particular poderão ser considerados outros tempos, igual ao anterior embora com diferente apresentação.
Um esclarecimento oportuno na nossa opinião
Presença obrigatória de treinador – Ponto 5
Apresenta uma redacção praticamente igual ao verificado na época anterior, com alguns esclarecimentos oportunos, tais como:
Uma nova alínea (c), bastante esclarecedora – “ Caso uma equipa apresente treinador munido de cédula (CDT), ou cópia do pedido dessa cédula apresentado junto da entidade competente para grau inferior ao exigido para a respectiva prova, os árbitros devem realizar o jogo e fazer menção desse facto no retal tório de jogo;”
Apresenta ainda um esclarecimento sobre a norma que é infringida no caso do treinador não qualificado - /Artigo 64.º - A do Regulamento de Disciplina) – esqueceu-se que este artigo foi alterado na última revisão do Regulamento Disciplinar, e agora passou a dizer respeito aos Oficiais de Mesa, falta nítida de cuidado.
Surgiu uma nova alínea, que vêm a propósito do acontecido na época que terminou, e que diz claramente “ No caso de haver delegado nomeado, este também está obrigado a mencionar no seu relatório a qualificação dos treinadores”
Um esclarecimento oportuno na nossa opinião.
Lista de Participantes – Ponto 6
Redacção 100% igual à da última época, onde nem se rectificaram as deficiências por nós alertadas em tempo., assim mantemos tudo o que afirmamos na última época. “Ao incluírem normas que são praticamente impossíveis de cumprir na maior parte dos jogos, como seja os 30 minutos antes na cabine dos árbitros, contrariando até o que foi estabelecido pelo novo Titulo 2 (CIPA) do Regulamento Geral da Federação, comete um erro grave.
Ao manter a alínea onde diz textualmente – “Só poderão intervir no jogo os jogadores inscritos na lista de participantes que deverá obrigatoriamente, ser emitida através do sistema de informação da Federação nas Provas Nacionais”. É um texto inócuo faxe ao que escreve ma alínea e) onde já admite que não exista sistema informático.
Quanto ao resto embora com muito texto é igual ao anterior.
Oficiais de Equipa - Ponto 7
Texto sem alterações, onde a alínea b) é esclarece quem o “Oficial Responsável de Equipa” nos termos da Regra 4:2.
(Este texto significa, que as equipas deverão ter um cuidado especial na designação do Oficial “A”)
Identificação dos Jogadores e Oficiais – Ponto 8
Redacção igual á anterior, com todos os problemas que já tinha. Os árbitros identificarão os participantes através da Lista de Participantes, pelo CIPA, ou documento com foto, podendo usar o sistema de informação da Federação, ou até o seu conhecimento pessoal, no caso das principais provas.
Uma diretriz para a “Fogueira”, pois nos escalões de formação irão existir certamente muito e variados problemas, e mesmo nas principais provas, se os árbitros usarem a prorrogativa do conhecimento pessoal, como poderão saber se ele está inscrito e se está apto a jogar, sem consultar o sistema informático?
Como é possível que se já se tenham disputado tantos torneios alguns até anunciados no próprio sitio da Federação, que se momento em que escrevemos este texto, existe pelo menos um dos clubes participantes na PO01, que não têm qualquer inscrição feita.
Iremos dar sequência a este texto, pois existem mais indicações que se encontram no Comunicado Oficial já referido e publicado somente hoje (24-08-17).
Planteis – PO01 – Época 2017 / 2018 – Águas Santas
Hoje publicamos o Plantel do Águas Santas
A. A. ÁGUAS SANTAS
Pavilhão – Águas Santas
Esta época deu-se continuidade à normalidade competitiva, com a Super Taça Seniores Masculinos, a ser disputada no início de época, no mesmo fim-de-semana da Super Taça Feminina, o que se saúda. Como a transmissão de através da TVI24.
Sporting 21 – 26 ABC
Prova disputada no Pavilhão Municipal da Mêda, integrada num conjunto de actividades que envolveu outros municípios da Guarda como Figueira Castelo Rodrigo e Pinhel, entre duas equipas, que fazem parte da história da modalidade, o Sporting e o ABC, o pavilhão apresentava uma excelente moldura humana, embora a hora na nossa opinião não seja a mais apropriada face ao calor existente, mas terá sido a “ditadura da Televisão” a determinar a mesma conforme já alguém comentou, mas mesmo assim o jogo começou com cerca de 15 minutos de atraso por culpa da TVI24, Não nos poderemos esquecer que este foi o 1.º jogo em competição oficial entre estas duas equipas. Venceu a equipa que teve mais calma e foi mais ponderada, funcionando como equipa contra um excelente conjuntos de jogadores. Com esta vitória o ABC passa a ser a equipa Nacional, que mais vezes conquistou este troféu, (7 vezes).
Foi um encontro disputado na maior parte dos 60 minutos, com um surpreendente ABC, a comandar o jogo, sabendo aproveitar e bem as falhas técnicas do seu adversário, que contabilizando apenas os primeiros 30 minutos, podemos afirmar que em 5 faltas técnicas cometidas pelo Sporting, o ABC concretizou 4 golos de contra ataque e ataque rápido. O Sporting, que nunca se entendeu com o sistema defensivo do aberto do ABC, cometendo erros atrás de erros, e mesmo assim o guarda-redes Asanin, foi na nossa opinião o seu melhor jogador durante os 60 minutos. No ABC onde os “veteranos” Humberto Gome na baliza, faia igualmente uma exibição de encher “o olho” como se costuma dizer no ataque Hugo Rocha (7 golos), fazia a diferença, onde Carlos Martins (4 golos), completava, a mesma, mas um central de nome Nuno Silva (7 golos), realizou igualmente uma soberba exibição, não só a jogar e fazer jogar como a assistir e a marcar. No sporting na nossa opinião além do seu guarda-redes já referido apenas Edmilson Araújo (5 golos) e Carlos Ruesga (4 golos), merecem algum destaque, pois como equipa deixou muito a desejar. Perdeu Frankis Caros por desqualificação directa aos 8 minutos de jogo e ficar sem Pedro Portela por lesão aos 28 minutos, não chegam para justificar o péssimo jogo que realizaram, diga-se por culpa da excelente organização técnica ou tactica do ABC, que teve Délcio Pina igualmente desqualificado directamente aos 48 minutos de jogo. O ABC comandou quase sempre o jogo e o marcador, com a equipa do Sporting a estar na frente do marcador apenas no início de jogo pois foi a primeira equipa a marcar, depois o melhor que conseguiu, foi algumas igualdades como por exemplo a 18 golos, quando estavam decorridos 44 minutos de jogo, mas sofre um parcial de 6-0, entre o minuto 50 e o minuto 58. E assim perdeu muito justamente (na nossa opinião) o encontro. Dirigiu o encontro a dupla IHF da Madeira, constituída por Duarte Santos e Ricardo Vieira, que na nossa opinião esteve exagerada na mostragem dos cartões vermelhos, e não demonstrou princípios de equidade em outra ocasiões na aplicação da sanção progressiva, e teve falhas importantes na lei da vantagem e na falta do atacante.
PINHEL - 2017
Realizou a Federação de Andebol de Portugal a sua VII Gala da Modalidade, a organização de decorreu numa das Salas de Visitas de Pinhel, o Centro de Congressos e Exposições, integrada num conjunto de actividades que diversos Municípios da Zona como Mêda e Figueira Castelo Rodrigo, como as Finais das Supertaças (Masculina e Feminina).
Este ano, a principal animação esteve a cargo de diversas personalidades ligadas á cultura do Distrito da Guarda, em especial de Pinhel. Verificaram-se algumas alterações na forma de apresentação, que consideramos positivas, Pena é, que na apresentação não tenham estado duas pessoas ligadas ao Andebol, como é normal, isto não significa que quem apresentou não tenha estado bem, pois aí temos de lhes dar os parabéns (Filipa Fontes do Colégio Gaia, e Sandro Veloso locutor da rádio). Lamentamos no entanto a falta de ritmo e enorme atraso com que começou a Gala, cerca de 50 minutos é demais.
Mais uma vez, e não nos cansamos de repetir, esta realização deverá continuar a ser uma tarefa singular, que deve conter no seu espirito, além do seu evidente e gratificante significado, deverá ser de agradecimento para com todos, mas mesmo TODOS OS AGENTES DA MODALIDADE.
No seu discurso de apresentação e Abertura o Presidente da FAP Dr. Miguel Laranjeiro usou palavras e expressões das quais destacamos pelo seu significado:
“… Às autarquias, que são essenciais no apoio ao desporto no seu todo, e um virar para o interior, pois o Andebol é do País e não só de uma Zona…”
“… O Andebol não é só competitividade, mas igualmente solidariedade…”
“ … Mais alto, mais rápidos e mais fortes juntos vamos conseguir…” A Ver vamos
Para além dos melhores, a Gala do Andebol teve prémios de reconhecimento, uma novidade com que concordamos em absoluto, e que foram para os vencedores no Europeu de Masters em Gondomar:
Gaia Porto Masters (+33) – Femininos – Medalha de Ouro
Masters Porto (+35) – Masculinos – Medalha de Ouro
Chegando finalmente aos prémios homenagem, sendo atribuídos a:
Walter Chicharro – Presidente da Camara Municipal da Nazaré, pela organização de excelência dos Europeus de Sub-16 em Andebol de Praia.
Na nossa opinião o ponto alto da Gala, o momento em que se reconheceu e se prestou homenagem a quem de alguma forma, têm (ainda o têm) um papel preponderante e de enorme relevo na nossa modalidade. Costa e Silva, um dos verdadeiras mentoras dos Oficiais de Mesa, com uma dedicação inexcedível, apesar dos seus 80 anos de idade, e que serve de exemplo a todos aqueles que falam e nada fazem, com uma vida dedicada á modalidade e em especial à função de Oficial de Mesa, e que recebeu o chamado prémio Homenagem, vendo reconhecida a sua dedicação e o seu trabalho na modalidade, foi para nós o ponto alto da Gala.
Atleta Revelação Masculino – Francisco Tavares, que sucede a André Gomes.
Atleta Revelação Feminino – Cristiana Morgado, que sucede a Diana Oliveira.
Melhor Jogador – Carlos Ruesga, que sucede a Pedro Seabra Marques.
Melhor Jogadora – Patrícia Lima, que sucede a Ana Andrade.
Melhor GR (masculino) – Matej Asanin, que sucede a Alfredo Quintana.
Melhor GR (feminino) – Jéssica Ferreira, que repete a distinção.
Melhor Treinador Provas Masculinas – Hugo Canela, que sucede a Carlos Resende.
Melhor Treinador Provas Femininas – Paula Castro, que sucede a Sandra Fernandes.
Melhor dupla de árbitros – Eurico Nicolau / Ivan Caçador, que repetem a distinção.
E uma nota que por vezes se torna difícil de entender, que na entrega dos prémios apenas não existissem entidades ligadas á modalidade, lamentamos tal situação. Apenas existiram pessoas ligadas à modalidade na entrega dos prémios reconhecimento e homenagem, que na nossa opinião, não sabemos o motivo por que uma delas o fez.
Apesar de muita gente não se lembrar, ou não se querer lembrar, não gostaríamos de terminar, sem mais uma vez dizer que esta foi a VII Gala da FAP, mas já existiram outras que ficam para memória futura, pois também fazem parte do legado histórico da modalidade. Mas parece que alguns dos actuais dirigentes da Federação, nem querem ouvir falar pois faz-lhes certamente muita confusão.
SuperTaça Seniores Femininos - PO24 – Época 2017 / 2018 - I
Esta época continuou-se com a Super Taça Seniores Feminino a disputar-se em locais próximos no mesmo fim-de-semana da Super Taça Seniores Masculina (embora não no mesmo dia), dando á modalidade o primeiro vencedor de uma prova oficial da época 2017 / 2018.
Disputou-se pavilhão Municipal de Figueira Castelo Rodrigo, embora como já dissemos discordando da hora para que foi marcada, felizmente com transmissão na Andebol TV, alertamos que a equipa vencedora venceu pela 19.ª vez e não 18.ª, basta confirmar a através a documentação existente no sítio da Federação.
20.ª CONSECUTIVA
Colégio Gaia 16 – 21 Madeira SAD
Este encontro encerrava (na nossa opinião) a curiosidade de se saber, se o Madeira SAD, que continua a ser dirigido por Sandra Fernandes, e se reforçou e de que maneira para a presente época, conseguiu a sua 20.ª vitória consecutiva, desta vez num confronto direto com a equipa Campeã Nacional. Equipa que praticamente não sofreu alterações no seu comando técnico, continuando a ser dirigida por Paula Marisa, e manteve praticamente o mesmo plantel. Foi um jogo de início de época com ambas as equipas a sentirem grandes dificuldades na execução dos seus ataques, mas apresentando-se já com boas atitudes defensivas em especial o Madeira SAD, face a possuir um plantel esta época que permite mais soluções e uma maior rotatividade, e que teve a na sua guarda-redes Isabel Góis a grande figura do jogo. No Colégio de Gaia, que usou as transicções rápidas e os contra-ataques para concretizar os seus golos, efectuou demasiadas falhas técnicas e maus passes, tendo na baliza uma Jéssica Ferreira que também protagonizou uma boa exibição, e não foi por ali que perdeu o encontro. O Intervalo chegou com o resultado em 8-6 a favor do Madeira SAD. No segundo tempo, o Colégio Gaia, iniciou melhor o jogo com maior coesão e mais assertiva no ataque e aos 41 minutos de jogo, vencia por 11-10, mas parece-nos que foi o “canto do cisne”, pois sofre um parcial de 6-0 em 10 minutos, encontrando novamente atrás do marcador por 16-11 aos 51 minutos, para numa tentativa desesperada de recuperação o Colégio de Gaia, passa para uma defesa individual e recupera 2 golos, pois perdia por 18-14, aos 55 minutos, mas mais uma vez as experiente jogadoras do Madeira SAD, souberam aproveitar e bem algum desnorte da equipa continental, para vencerem e com o mérito a sua 20.ª Supertaça consecutiva. Patricia Resende com 5 golos foi a melhor marcadora do Colégio Gaia, enquanto Filipa Correia com 7 golos (6 de 7 metros), foi a melhor marcadora do Madeira SAD. Jogo dirigido pela jovem dupla de Lisboa, constituída por André Gameiro e Renato Marques, e com Oficiais de Mesa nomeados pela Federação (dupla que se estranha, não ter ido parra a nenhum clube, num quadro de apenas 12 Oficiais de Mesa, segundo as informações por nós recolhidas), que não esteve mal, embora em termos de lei da vantagem e de falta do atacante tenha tido algumas falhas, e nos 7 metros pelo menos uma vez transformou uma nítida falta atacante em livre de 7 metro. Terminamos voltando a confirmar que a hora do jogo não era a mais indicada para a sua realização e isso reflectiu-se no número de espectadores presentes.

References: Artigo 8
 Artigo 11
 Artigo 61
 Artigo 105
 Artigo 40
 Artigo 100
 artigo 100