Source: http://conselhos.piracicaba.sp.gov.br/cmi/
Timestamp: 2018-11-21 12:06:17+00:00

Document:
Conselho Municipal do Idoso: Portal dos Conselhos Municipais de Piracicaba sites
By admcmi on 26 de julho de 2018
O Conselho Municipal do Idoso nas pessoas: Sr. Nelson Ladeira Coordenador e o Conselheiro Felipe Bicudo estiveram prestigiando na sexta-feira dia 20 de julho o lançamento da quarta edição da Campanha “Julho Amarelo”.
Organizado pela ONG CAPHIV (Centro de Apoio HIV/Aids e Hepatites Virais) e com apoio do gabinete do vereador Pedro Kawai.
“JULHO AMARELO” VEM COM A PROPOSTA DO ALERTA DA PREVENÇÃO DAS HEPATITES VIRAIS.
“Julho Amarelo” vem com a proposta do alerta para prevenção de Hepatites Virais
1ª Reunião Ordinária da Gestão Biênio 2018/2020
Primeira reunião da nova gestão 2018/20.
Pensem em uma reunião em que a pauta foi discutida por completa.
Dia:25/07/2018
Casas dos Conselhos
By admcmi on 18 de dezembro de 2017
O Conselho Municipal do Idoso, aprovou em reunião ordinária realizada no dia (29/11/2017), o calendário de reuniões do ano de 2018. As reuniões do CMI são mensais e públicas, ou seja, aberta à população, acontecem sempre as 14h00 na sede da Casa dos Conselhos, na rua Joaquim André, 895 – Paulista.
By admcmi on 22 de março de 2017
materia-inez
By admcmi on 12 de janeiro de 2017
O Conselho Municipal do Idoso, no uso de suas atribuições legais que lhe confere a Lei municipal nº. 6.246/2008, e CONSIDERANDO o advento da Lei Federal nº 10.741 de 1º de Outubro de 2003 – ESTATUTO DO IDOSO, bem como seus artigos 47, 48, 49, 50, no título IV, capítulo II; e ainda, o disposto na referida lei quanto à fiscalização das organizações governamentais e não governamentais/entidades, com ou sem fins lucrativos, de atendimento direito ao idoso.
Art. 1º – Aprovar a Regulamentação dos Critérios para a concessão de Registro e Renovação de Registro das Organizações governamentais/entidades, com ou sem fins lucrativos, de atendimento direito ao idoso, constante nos anexos desta resolução. Retificando as Resoluções 03/2015 e 04/2015.
Art. 3º – Poderão obter registro no CMI as entidades com ou sem fins lucrativos que promovam ações no campo da política de atendimento à Pessoa Idosa, conforme estabelecido no artigo 47 do Estatuto do idoso, que considera como linhas de atendimento:
I. Politicas sociais básicas, previstas na lei federal nº 8.842 de 04 de janeiro de 1994;
II. Politicas e programas de assistência social, em caráter supletivo, para aqueles que necessitarem;
III. Serviços especiais de prevenção e atendimento às vítimas de negligência, maus tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão;
IV. Serviços de identificação e localização de parentes ou responsáveis por idosos abandonados em hospitais e instituições de longa permanência;
V. proteção jurídico social por entidades de defesa de direitos dos idosos;
VI. Mobilização da opinião pública no sentido da participação dos diversos segmentos da sociedade no atendimento ao idoso.
Art. 4º – A Concessão de Inscrição para organizações governamentais e não governamentais/entidades, com ou sem fins lucrativos,, e seus respectivos programas de atendimento de acordo com o que se preceitua a legislação supracitada, obedecerá ao disposto na presente Resolução Normativa.
Parágrafo Único – o Certificado de Inscrição a ser concedido pelo CMI terá prazo de validade de dois anos, sendo obrigatório sua atualização bianual dos documentos no primeiro quadrimestre de cada exercício, até abril, de acordo com o estabelecido na presente normatização.
Art. 5º – Somente deverão solicitar e obter Inscrição no CMI, organizações governamentais e não governamentais/entidades, com ou sem fins lucrativos, que atuem no atendimento e defesa dos direitos do Idoso, apresentando seu respectivo programa de atuação de acordo com dispostos nos artigos 48, 49 e 50 do Estatuto do idoso – Lei Federal nº 10.741/03, transcritos nos artigos a seguir:
Art. 6º – Para Concessão da respectiva inscrição as organizações, de atendimento ao idoso, deve observar os seguintes requisitos, conforme disposto no artigo 48 do Estatuto do Idoso.
II. Apresentar objetivos estatutários e plano de trabalho compatíveis com os princípios desta Lei;
Art. 7º – As organizações que desenvolvam programas de institucionalização de longa permanência adotarão os seguintes princípios, conforme disposto no artigo 49 do Estatuto do Idoso.
V. Observância dos direitos e garantias dos idosos;
Art. 8º – Constituem obrigações das organizações de atendimento, conforme disposto no artigo 50 do Estatuto do Idoso.
II. Observar os direitos e as garantias de que são titulares aos idosos;
VI. Diligenciar no sentido da preservação dos vínculos familiares;
XIII. Providenciar ou solicitar que o Ministério Público requisite os documentos necessários ao exercício da cidadania àqueles que não os tiverem, na forma da lei;
XVII. Manter no quadro de pessoais profissionais com formação específica.
Art. 9º – São os documentos necessários ao encaminhamento do pedido de inscrição ao Conselho Municipal do Idoso – CMI:
I. Requerimento fornecido pelo CMI, conforme modelo anexo I, devidamente preenchido, datado e assinado pelo representante legal da organização;
II. Formulário de Cadastro fornecida pelo CMI, conforme modelo anexo II, devidamente preenchido, datado e assinado pelo representante legal da organização, que devera rubricar todas as folhas;
III. Cópia do documento de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ, devidamente atualizado;
IV. SIL – Sistema Integrado de Licenciamento; Caso a entidade não possua a documentação deverá informar o motivo da ausência do documento, firmando termo de compromisso de Regularização, com a manifestação favorável da vigilância sanitária, cabendo ao CMI avaliar a possibilidade de registro/renovação, baseado no presente ajuste; (anexo III);
V. Cópia do laudo de Dedetização de caixa de água e do estabelecimento;
VI. Apresentação de projeto aprovado do imóvel para os fins a que se destina e cópia do respectivo habite-se; Laudo Técnico de avaliação – L.T.A;
VII. Cópia do Estatuto, onde seja comprovado que os objetivos estatuários estejam em conformidade com o Estatuto do Idoso, devendo estar registrado em cartório de Registro Civil das Pessoas jurídicas;
VIII. Nos casos de entidades e organizações de assistência social, apresentar cópia do certificado de inscrição no Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS;
X. Plano Anual de trabalho, com os respectivos programas de atendimento, conforme roteiro anexo IV;
XI. Relação da quantidade e tipo de vínculo empregatício de funcionários, prestadores de serviços, voluntários, estagiários que exerçam qualquer atividade na entidade, conforme modelo anexo V;
XII. nos casos de entidades de longa permanência ou casa lar, apresentar a declaração de compatibilidade com o artigo 35 do Estatuto do Idoso (anexo VI);
XIII. Cópia da Ata da eleição e posse da atual diretoria, devidamente averbadas em cartório de Registro Civil da Pessoas jurídicas;
XIV. Cópia da ata da fundação registrada em cartório;
XVI. Atestado de Antecedentes criminais da Diretoria Executiva;
XVII. Declaração de idoneidade de todos os integrantes da Diretoria Executiva, conforme modelo anexo VII, devidamente preenchida, datada e assinada pelo representante legal da organização;
XVIII. Apresentar cópia do Termo de Responsabilidade por abandono;
XIX. Nos casos de projetos intersetoriais com outras políticas, o CMI solicitará aos órgãos pertinentes, parecer quanto ao seu funcionamento;
XX. Em caso de entidade com sede em outro município a entidade deverá possuir uma unidade executora em Piracicaba;
XXI. É facultado ao CMI solicitar outros documentos que sejam necessários para análise da inscrição.
Art. 10 Para a renovação do registro serão exigidos os seguintes documentos:
I. Cópia do certificado de registro anterior;
II. Cópia do Estatuto, onde seja comprovado que os objetivos estatuários estejam em conformidade com o Estatuto do Idoso, devendo estar registrado em cartório de Registro Civil das Pessoas jurídicas;
III. Cópia da Ata da eleição e posse da atual diretoria, devidamente averbadas em cartório de Registro Civil da Pessoas jurídicas;
IV. Formulário de Cadastro fornecida pelo CMI, conforme modelo anexo II, devidamente preenchido, datado e assinado pelo representante legal da organização, que devera rubricar todas as folhas;
V. Cópia do documento de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ, devidamente atualizado;
VI. Certidão de Regularidade do FGTS fornecido pela Caixa Econômica Federal;
VII. Certidão negativa de Débitos relativos a contribuição Previdenciárias e às de Terceiros (INSS);
VIII. SIL – Sistema Integrado de Licenciamento; Caso a entidade não possua a documentação devera informar o motivo da ausência do documento, firmando termo de compromisso de Regularização, com a manifestação favorável da vigilância sanitária, cabendo ao CMI avaliar a possibilidade de registro/renovação, baseado no presente ajuste; (anexo III);
IX. Atestado de Antecedentes criminais da Diretoria Executiva;
X. Declaração de idoneidade de todos os integrantes da Diretoria Executiva, conforme modelo anexo VII, devidamente preenchida, datada e assinada pelo representante legal da organização;
XI. Relatório Anual de atividades, assinado pelo representante legal da entidade em que se identifiquem, descreva, quantifiquem e qualifiquem as ações desenvolvidas no último exercício;
XII. Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultados e, se o mesmo está devidamente assinado pelo Conselho Fiscal;
XIII. Publicação do referido balanço em jornal de circulação no Município de Piracicaba;
XXIV. Requerimento fornecido pelo CMI, conforme modelo anexo I, devidamente preenchido, datado e assinado pelo representante legal da organização.
Parágrafo único –Os documentos acima especificados são obrigatórios e deverão ser entregues em cópias acompanhadas de seus originais para conferência ou autenticados por cartório, exceto os emitidos pela internet, na sede do CMI, com 01 (um) mês de antecedência de seu vencimento.
IV. SIL – Sistema Integrado de Licenciamento; Caso a entidade não possua a documentação devera informar o motivo da ausência do documento, firmando termo de compromisso de Regularização, com a manifestação favorável da vigilância sanitária, cabendo ao CMI avaliar a possibilidade de registro/renovação, baseado no presente ajuste; (anexo III);
VII. Cópia do Contrato Social e alterações posteriores que demonstre a regularidade de sua constituição. Registrado em Cartório;
VIII. Apresentação do modelo de contrato de prestação de serviço com o idoso, de acordo com que preceitua o Estatuto do Idoso, em seu artigo 50, inciso I;
IX. Plano Anual das atividades para o ano vigente, com os respectivos programas de atendimento, conforme roteiro anexo IV;
X. Relação da quantidade e tipo de vínculo empregatício de funcionários, prestadores de serviços, voluntários, estagiários que exerçam qualquer atividade na entidade, conforme modelo anexo V;
XI. Cópia do RG e CPF do Representante Legal da Organização;
XII. Atestado de Antecedentes criminais do representante legal da organização;
XIII. Declaração de idoneidade dos integrantes legais da organização, conforme modelo anexo VII, devidamente preenchida, datada e assinada pelo representante legal da organização;
XIV. Descrição da forma em que se executa a prestação de serviço, que deverá ser compatível com os princípios do Estatuto do Idoso;
XVII. Cópia do Regimento Interno da Instituição devidamente assinada pelo seu representante legal;
Art. 11 – Para a renovação do registro serão exigidos os seguintes documentos:
II. Cópia do Contrato Social e alterações posteriores que demonstre a regularidade de sua constituição. Registrado em Cartório;
III. Formulário de Cadastro fornecida pelo CMI, conforme modelo anexo II, devidamente preenchido, datado e assinado pelo representante legal da organização, que devera rubricar todas as folhas;
IV. Cópia do documento de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ, devidamente atualizado;
V. SIL – Sistema Integrado de Licenciamento; Caso a entidade não possua a documentação devera informar o motivo da ausência do documento, firmando termo de compromisso de Regularização, com a manifestação favorável da vigilância sanitária, cabendo ao CMI avaliar a possibilidade de registro/renovação, baseado no presente ajuste; (anexo III);
VI. Atestado de Antecedentes criminais do representante legal da organização;
VII. Declaração de idoneidade de todos os integrantes da Diretoria Executiva, conforme modelo anexo VII, devidamente preenchida, datada e assinada pelo representante legal da organização;
VIII. Relatório de atividades, assinado pelo representante legal da entidade em que se identifiquem, descreva, quantifiquem e qualifiquem as ações desenvolvidas no último exercício;
VIX. Requerimento fornecido pelo CMI, conforme modelo anexo I, devidamente preenchido, datado e assinado pelo representante legal da organização.
c) Organizações governamentais, programas e serviços de atendimento das politicas públicas básicas de atenção ao idoso:
II. Ficha Cadastral para cada programa desenvolvido fornecida pelo CMI, conforme modelo anexo II, devidamente preenchido, datado e assinado pelo representante legal da organização, que devera rubricar todas as folhas;
III. Laudo da vigilância sanitária expedido pela Secretária Municipal de Saúde, devidamente atualizado;
IV. Plano de trabalho anual com os respectivos programas de atendimento conforme modelo anexo IV;
V. É facultado ao CMI solicitar outros documentos que sejam necessários para análise da inscrição;
VI. Em se tratando de renovação, a entidade deverá apresentar a cópia do certificado de registro anterior.
d) Em se tratando de FUNDAÇÃO, a requerente deverá apresentar ainda:
I. cópia da escritura de sua instituição, devidamente registrada no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas;
II. Comprovante de aprovação dos estatutos, bem como suas respectivas alterações, se houverem, pelo Ministério Público;
III. Cópia do Regimento Interno, bem como cópia da ata da assembleia que o aprovou.
IV. É facultado ao CMI solicitar outros documentos que sejam necessários para análise da inscrição.
V. Em se tratando de renovação, a entidade deverá apresentar a cópia do certificado de registro anterior.
Art. 12 – O pedido de inscrição e de renovação, deverá ser apresentado com documentação completa em envelope, na sede do CMI, situada à Rua Joaquim André, nº 895, Paulista, nesta;
Art. 13 – O pedido de inscrição e os documentos apresentados pela entidade serão recebidos pelos integrantes do corpo técnico-administrativo, que providenciarão a sua autuação e farão uma conferência formal sobre o cumprimento do art. 9 desta deliberação.
Parágrafo único – constatada ausência de qualquer documento, a entidade interessada será notificada, por ofício, para complementação, no prazo de vinte (20) dias.
Art. 14 – Na sequência, o procedimento da inscrição e renovação da entidade deverá ser encaminhado para análise às comissões permanentes, a ser instituída a cada novo início de mandato dos conselheiros.
Art. 15 – A comissão, após receber o procedimento de inscrição e os documentos, deverá, no prazo de sessenta (60) dias, adotar uma das seguintes medidas:
I. Se concluir serem regulares o pedido e documentos, encaminhar o seu parecer fundamentado a plenária, para decisão final sobre a emissão do certificado;
II. Se entender que a entidade não atende aos requisitos estabelecidos pela legislação e por esta deliberação, explicitar os motivos de sua contrariedade aos acolhidos do pedido de inscrição e renovação e encaminhar seu parecer, a plenária, para decisão final.
Art. 16 – A plenária compete avaliar o parecer da comissão permanente e, caso a decisão final seja favorável à inscrição e renovação, emitir o correspondente certificado, cujo prazo de vigência será de dois (02) anos.
Parágrafo único – a plenária deverá fundamentar a sua decisão, caso não acolha o parecer da comissão.
Art. 17 – A inscrição junto ao CMI poderá ser cancelada a qualquer tempo, de forma motivada, se for comprovado, por meio de processo administrativo deflagrado junto à comissão permanente, o descumprimento de exigências legais e / ou administrativas, assegurada a ampla defesa.
Art. 18 – O requerente poderá solicitar informações sobre o andamento de pedido de inscrição e renovação através de ofício, dirigindo à diretoria executiva do CMI, que enviará resposta à requerente por ofício.
Art. 19 – Para manutenção de certificado de inscrição e renovação, as organizações não governamentais, com ou sem fins lucrativos, e os programas e serviços governamentais deverão cumprir as seguintes formalidades:
I. Sempre que ocorrer qualquer alteração na programação, nas atividades, nos compromissos sociais da organização, bem como na razão social, endereço, telefones, composição da diretoria executiva, representante legal da organização, ou ainda, de proprietário, ou quaisquer outras alterações relevantes, esta deverá comunicar ao CMI, através de ofício, endereçado ao presidente, imediatamente após a alteração ocorrida;
II. Apresentar outras informações e / ou documentos, quando solicitados pelo CMI;
III. Atender criteriosamente, o estabelecido no art.4º, parágrafo único da presente resolução.
Art. 20 – O CMI efetuará visitas às entidades e organizações não governamentais, e aos programas e serviços da área governamental, objetivando verificação de atendimento e atuação junto ao Idoso, conforme o que se preceitua o Estatuto do Idoso.
Art. 21 – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, e a partir de então as entidades terão o prazo de sessenta (60) dias para regularizar a inscrição de cadastro no CMI, na forma ora estabelecida.
Piracicaba, 25 de janeiro de 2017.
Inez Machado de Lima
( ) INSCRIÇÃO NO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO DE PIRACICABA
( )RENOVAÇÃO DO REGISTRO NO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO DE PIRACICABA
Senhor(a) Presidente do Conselho Municipal do Idoso – CMI de Piracicaba/SP
A organização, denominada ________________________________________________________________________,representada por________________________________________________ representante legal da instituição, portador(a) do CPF nº. _________________________, firma o presente requerimento, com a anexação dos documentos solicitados no item 4 da Resolução nº. 01/2017 do CMI, estando ciente que a expedição do Certificado de Registro, bem como a sua renovação, ocorrerá após análise dos documentos, visita e elaboração de parecer, confirmando que a entidade atende aos princípios previstos pelo Estatuto do Idoso.
Piracicaba,_____de_____________________de 2017.
Nome do Representante Legal e Assinatura
Nome da Instituição (de acordo com o estatuto):
Telefone/outro:
II – DADOS DO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO
II- DADOS DO RESPONSÁVEL TÉCNICO
III – DADOS QUANTITATIVOS
IV – FINALIDADE ESTATUTÁRIA
V- IDENTIFICAÇÃO DOS PROGRAMAS DESENVOLVIDOS:
VI – RELAÇÃO DE ESTABELECIMENTO(S) MANTIDO(S)
Observação: Caso o número de estabelecimentos mantidos seja superior, solicitamos que relacione-os em folha suplementar, constando os dados acima expressos.
(Entidade)________________, com sede na rua________________,na cidade de Piracicaba, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ ________________, vem pelo presente firmar Termo de Compromisso de Regularização de Documentação, a fim de atender o item 4.7 da Resolução nº. 03/2015 do CMI, visto que____________________________(explicar motivo da falta do Alvará/Licença Sanitária). Desta forma, pretendemos finalizar a regularização da documentação no prazo médio de ________meses, data em que encaminharemos ao CMI o (s) documento (s) pendente (s).
(Presidente), portador do RG nº.________________e inscrito no CPF nº. ________________, firma o presente Termo, estando ciente que a Inscrição/Renovação no CMI ocorrerá após a análise dos documentos, visita e elaboração de parecer, confirmando que a entidade atende os princípios previstos pelo Estatuto do Idoso.
Piracicaba,____ de_________ de 2017.
PLANO ANUAL DE TRABALHO – Exercício 20___
O Plano de Trabalho é o planejamento global da entidade.
Inclui: missão da entidade, objetivos gerais, estratégias, constituindo-se em um planejamento para o prazo de 02 anos, devendo conter: Identificação da Entidade ou Organização; Nome, localização, município, data da criação, público-alvo atendido, etc.
Apresentação: Descrever o conteúdo do plano, ou seja, do que se trata o trabalho realizado pela entidade, para qual público e a área que abrange; sua relevância à sociedade; metodologia de trabalho; os parceiros para o desenvolvimento das atividades (como as redes de atendimento) e da elaboração do mesmo. Também são apresentados os princípios que norteiam as ações, de forma que expressem os valores morais, culturais, políticos, etc.; as diretrizes das ações; as leis que fundamentam toda a ação e o modelo de gestão adotado pela organização.
Diagnóstico da área: Apresentar o diagnóstico da área que será implantado o plano de trabalho ou que já vem sendo desenvolvido, contendo a caracterização das pessoas que serão atendidas; análise da realidade social da comunidade (bairro, cidade, etc.); aspectos demográficos, fontes de recursos, histórico da região e/ou público.
Objetivos: Definir de forma ampla o que se quer alcançar, ou seja, o objetivo geral, qual situação-problema que se quer superar. E os objetivos específicos, que são descritos de forma mais detalhada que o geral.
Prioridades e estratégias: Listar as prioridades das ações da entidade, levando em conta a sua viabilidade e seu potencial humano e financeiro. Já, estratégias são os caminhos escolhidos pela entidade para se alcançar o objetivo proposto.
Recursos humanos, materiais e financeiros: Explicar todos os recursos que a entidade possui para desenvolver as ações. O quadro de profissionais que compõem a atividade, suas especialidades e funções; quem são os responsáveis diretos por cada; os materiais que compõem a organização para o seu funcionamento; e os recursos financeiros da organização, se são recursos próprios ou não, sua fonte, etc.
Metas: Mostrar quantitativamente o objetivo que se quer atingir e o prazo para alcançá-lo ou se aproximar do desejado.
Monitoramento e Avaliação: Descrever como será realizado o acompanhamento contínuo do desenvolvimento das atividades e apresentar a tipologia e a periodicidade da avaliação adotada pela entidade, para identificar os avanços e dificuldades visando um possível aprimoramento.
Alterações: Caso a entidade altere o Plano de Trabalho, este deverá ser re-encaminhado ao Conselho, com as devidas alterações.
RELAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
Relação de funcionários, prestadores de serviços, voluntários e estagiários que desenvolvem atividades na Instituição (nome):________________________________
Piracicaba, _____de____________2017.
DECLARAÇÃO DE OBSERVÂNCIA E CUMPRIMENTO
Declaro, sob as penas da lei e para os devidos fins, ____________________________________________________________________, com sede na ______________________________________________________________________(endereço),em Piracicaba, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº____________________________observa e cumpre com Art. 35 do Estatuto do Idoso (Lei nº10.741/2003), que estabelece:
“Todas as entidades de longa permanência, ou casa lar, são obrigadas a firmar contrato de prestação de serviços com a pessoa idosa obrigada.
Inciso 1º No caso de entidade filantrópica, ou casa lar, é facultada a cobrança de participação do idoso no custeio da entidade.
Inciso 2º O Conselho Municipal do Idoso ou o Conselho Municipal da Assistência Social estabelecerá a forma de participação prevista no inciso 1º, que não poderá exceder a 70% (setenta por cento) de qualquer benefício previdenciário ou de assistência social percebido pelo idoso.
Inciso 3º Se a pessoa idosa for incapaz, caberá a seu representante legal firmar o contrato a que se refere o caput desse artigo”. (g.n.)
Sem mais, coloco-me à disposição para esclarecimentos que se fizeram necessários.
____________________(nome), brasileiro, (Estado Civil),____________(profissão)____________, portador do RG nº.___________inscrito no CPF nº.______presidente da_____________(entidade), residente e domiciliado na Rua____________________________Piracicaba/SP, declaro sob as penas da Lei, que os diretores da Entidade, são pessoas idôneas, não tendo nada que desabone suas condutas, atendendo desta forma o inciso “IV” do Parágrafo Único, do artigo 48 da Lei Federal nº. 10741/2003.
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By admcmi on 11 de janeiro de 2017
Válido por dois anos em todo território nacional, o documento é uma identificação para uso do transporte interestadual gratuito ou com 50% de desconto, caso as vagas gratuitas já tenham sido preenchidas, de acordo com a Lei nº 10.741/2003 do Estatuto do Idoso e Decreto nº 5.934, de 2006.
A carteira é necessária para os idosos que não comprovam renda igual ou inferior a 02 (dois) salários mínimos, pois é preciso apresentá-la no guichê do Terminal Rodoviário.
O idoso que possui comprovação de renda pode se dirigir diretamente aos guichês das empresas de ônibus, munidos dos documentos pessoais, caso contrário deve procurar a secretaria.
Todos os endereços do Cartão Idoso.
Rua Alferes José Caetano, 1.130 – Centro
Fone: (19) 3417-8822
Concurso de dança de salão e baile encerram XII Olimpíada Municipal da Terceira Idade
By admcmi on 30 de setembro de 2016
Última modalidade da XII Olimpíada Municipal da Terceira Idade, a dança de salão contou com grande participação dos grupos na tarde desta quarta-feira (28) durante encerramento da competição no Clube de Campo de Piracicaba. Na categoria 3 (acima de 70 anos) o Cidade Alta ficou com a primeira posição seguido pelo Lar dos Velhinhos e Sesc. Na categoria 2 (acima de 60 anos) vitoria do Grupo Nipo seguido pelo São Pedro e Cidade Alta. Já na categoria 1 (acima de 50 anos) a primeira colocação ficou com o Nipo seguido por São Dimas e Sol Poente, na segunda e terceira posição, respectivamente. Pra finalizar, na categoria especial (para profissionais de dança e amadores), a primeira posição ficou com o Cidade Alta seguido pelo Nipo e São Pedro.
Durante o evento foram premiados ainda Helena Ayabe do Gupo Nipo com o troféu de atleta mais idosa e Laurindo Vitti do grupo São Pedro como o atleta mais idoso, José Carlos e Silvia Vedovotto do São Pedro como casal destaque, Rita de Cássia Fenalti do Habilidosos como coordenadora destaque, Helena Mizuhira do Nipo como atleta revelação feminino, Pedro Arruda do Sesc como atleta revelação masculino e Livia Menegatti como ajudante mirim revelação.
O evento contou com a presença da presidente do Fundo Social de Solidariedade do município, Selma Ferrato, que no ato representou o prefeito Gabriel Ferrato, do secretário municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras (Selam), João Francisco Rodrigues de Godoy, o Johnny, do presidente do Conselho Deliberativo do Clube de Campo, Omir Lourenço e da presidente do Conselho Municipal do Idoso, Inês Machado de Lima.
O Grupo Nipo ficou com o titulo de campeão geral da Olimpíada Municipal da Terceira Idade, seguido pelo São Pedro, Sesc, Habilidosos, Cidade Alta, Saltinho, Clube de Campo e Nova América. Após a cerimônia de premiação, o evento foi encerrado com a apresentação de Sandra Rodrigues e Banda.
A Olimpíada é uma realização da Prefeitura Municipal, por meio da Selam (Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras) e Fundo Social de Solidariedade, em parceria com as secretarias municipais de Desenvolvimento Social (SEMDES), Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente (SEDEMA), Secretaria Municipal de Ação Cultural (Semac), Secretaria Municipal de Trânsitoe Transportes (Semuttran), Centro de Comunicação Social e do SEMAE. Tem o apoio ainda do Sesc Piracicaba, Clube de Campo de Piracicaba, Academia de Tênis de Mesa Fran TT, Lar dos Velhinhos, Centro Cultural e Recreativo Cristovão Colombo, Sest – Senat, Rede Drogal e Unimed.
* Foto – secretário Johnny Godoy (centro) com os integrantes do Grupo Nipo
Qui, 29 de Setembro de 2016 16:19
Domingo, dia 25 de setembro, no teatro do Engenho, 10 horas, gratuito!!!
By admcmi on 24 de setembro de 2016
Uma comédia portuguesa que conta a história de um homem que é confundido com seu primo que acaba de morrer e que era noivo de uma jovem encalhada.
A encenação é um misto de farsa e melodrama. O texto foi gentilmente cedido, ao grupo, pela família do Circo Piranha, através do Sr. Luís Jóia Ramos – o palhaço Serelepe.
A montagem foi desenvolvida dentro do universo do circo-teatro, aproveitando uma pesquisa iniciada pelo grupo, em 2003, que resultou na criação da peça Comovento. Fascinado pelo mundo circense, o Andaime retoma a pesquisa para provar, mais uma vez, que o circo está presente dentro de nós.
O circo-teatro surgiu, diante da ausência de um teatro popular e da falta de casas de espetáculos no interior. O circo preenchia ambas as funções, apesar da precariedade de suas apresentações. O apogeu o teatro no circo (circo-teatro), ocorreu entre os anos de 1918 à 1938, sendo introduzido no Rio de Janeiro por Benjamim de Oliveira, jovem palhaço negro, que o iniciou com contos de fadas teatralizados.
O circo-teatro é exclusivamente brasileiro

References: artigo 47
 artigo 48
 artigo 49
 artigo 50
 artigo 35
 artigo 50
 artigo 48