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Timestamp: 2017-12-16 07:08:26+00:00

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O MAR DO POETA: 01/11/09 - 01/12/09
PORTUGAL E A COMUNIDADE EUROPEIA
Local onde habitam os novos donos do Jardim à Beira Mar Plantado.
O ESCUDO ESSE JÁ SE FOI, EM TROCA TEMOS O EURO, VEREMOS PARA QUANDO NOS RETIRAM A BANDEIRA!....
Em 1 de Janeiro de 1986 Portugal aderiu á Comunidade Económica Europeia.
A partir daí o país passou a benificiar da entrada de fundos comunitários para a modernização da economia, melhorias nas infra-estruturas, na educação...
A economia portuguesa era muito aberta e muito dependente do exterior logo estava sujeita a sofrer os fluxos e refluxos das crises internacionais.
Em 1986 entraram dois novos países para a UE esses países eram Portugal e Espanha. Existiam vários objectivos em comum entre Portugal e Espanha que para aderir a uma comunidade que promovia a paz, queriam também progredir a nível cultural e que houvesse mais solidariedade entre os povos da União Europeia e seus cidadãos e que se mantivesse uma sociedade democrata que respeitasse os Direitos Humanos.
Para Portugal a entrada na União Europeia foi uma viragem importante para a sua história. Portugal quando entrou na União Europeia tinha vários objectivos, como por exemplo: manter a paz entre os povos europeus, progredir a sua cultura e manter a sociedade democrática.
Comemora-se, amanhã, dia 1 de Dezembro, o dia da RESTAURAÇÃO DA INDEPÊNCIA, é dia feriado em Portugal, e, volvidos são 369 anos que esse facto aconteceu, no ano de 1640.
Quem haveria de dizer que no ano de 1986, os antigos inimigos se iriam tornar parceiros na Comunidade Europeia, e já lá estão fez 23 anos em Janeiro do corrente ano.
Pergunto eu para que festejar o dia da Restauração, não será uma afronta a nossos Hermanos?
Ou será que ainda o povo português, já farto da Comunidade Europeia, queira de novo ser Independente?
Para lá entramos sem o povo ter sido oscultado, assim como o Euro veio destronar o Escudo sem para que tal o povo português se tivesse pronunciado.
Festas e guerras para quê? afinal até temos como presidente da Comunidade um português a mandar!....
MONUMENTO DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA, SE NÃO TIVESSE ACONTECIDO NO DIA DE 1 DEZEMBRO DE 1640, TALVEZ FOSSEMOS HOJE UM POVO MUITO MAIS FORTE E MELHOR.
Faro, PORTUGAL, 1997
1. O que esperavam os portugueses da integração na CEE?
No dia 12 de Junho de 1985, na cerimónia da assinatura da Acta Final da adesão de Portugal (e Espanha) à Comunidade Económica Europeia, realizada no Mosteiro dos Jerónimos, o primeiro ministro, Mário Soares, afirmou que a adesão à CEE representava para Portugal uma opção fundamental para um futuro de progresso e de modernidade.
Esta opção apresentava-se-lhe como a consequência natural dos processos de descolonização e de democratização permitidos pela Revolução de 25 de Abril de 1974.
No mesmo dia, o presidente da República, Ramalho Eanes, considerou que a integração comportava factores de insegurança e risco mas, simultaneamente, era uma oportunidade de mudança.
Estas interpretações do significado da adesão traduziam não só o ponto de vista da maior parte da classe política do momento, mas também o da maioria da população que os mais críticos, ausentes da cerimónia do Mosteiro dos Jerónimos, afirmavam ser desconhecedora ou estar alheada do moroso processo de negociação - iniciado oito anos antes - e das suas consequências.
As críticas mais moderadas provinham da Confederação dos Industriais Portugueses que discordava da forma como o processo de adesão havia sido conduzido; as mais severas tinham origem no Partido Comunista Português e na Intersindical que não podiam aderir, por motivos de ordem ideológica e histórica, a um projecto de economia de mercado.
Fechado o ciclo do império, com a transferência dos poderes na Guiné e Cabo Verde (1974), S. Tomé e Príncipe (1975), Moçambique (1975) e Angola (1975); encerrado o período revolucionário, com a aprovação da Constituição de 1976, na qual se definia a República Portuguesa como um Estado democrático, pluralista, em fase de transição para o socialismo - fórmula que deixa transparecer o consenso político-partidário possível no momento - urgia ultrapassar a crise de identidade entretanto gerada por tão profundas e rápidas mudanças e, simultaneamente, criar as condições para a recuperação do tempo perdido pelo estatismo proteccionista e colonial, anterior ao 25 de Abril e, principalmente, pelo estatismo colectivista e revolucionário que se lhe seguiu.
De facto, o ataque à propriedade privada nos vários sectores económicos (nacionalizações, reforma agrária e controlo operário) e a consequente burocratização da economia; as lutas sociais e as políticas de redistribuição do rendimento e da riqueza a elas ligadas; a fuga de capitais e o desinvestimento; todos estes aspectos, que caracterizaram a conjuntura interna nos anos de 74-75, tinham vindo a agravar as consequências de uma conjuntura económica internacional de crise, desencadeada a partir do final de 1973.
Em 1975, o produto interno bruto (PIB) diminui (-4,3%), as exportações e as importações decrescem (-14,1% e -22,7%, respectivamente), também decrescem, acentuadamente, os valores relativos ao comércio com as ex-colónias, às remessas dos emigrantes, ao turismo e à produção agrícola.
O aumento do défice do Orçamento do Estado e do desemprego podem juntar-se aos anteriores indícios de uma crise, que só não teve maiores proporções porque foi acompanhada de um aumento do consumo privado dos beneficiários das políticas sociais entretanto concretizadas. Apesar da crise, os salários reais cresceram 12% em 1974 e 9% em 1975.
O pedido de adesão à CEE, feito pelo primeiro-ministro do I Governo Constitucional, em 28-3-77, deve ser interpretado no contexto da procura de soluções para a crise conjuntural atrás referida e para as insuficiências estruturais da economia portuguesa (a estagnação da agricultura e a especialização das exportações de produtos de indústrias tradicionais).
Aliás, convém recordar que já em Outubro de 1975, a Comunidade pusera à disposição de Portugal um avultado empréstimo, renegociado no ano seguinte para que abrangesse não só a área do comércio mas, também, a da cooperação e a da mão-de-obra.
De resto, o Estado Novo (1933-74) tinha vindo, forçado pelas circunstâncias, a privilegiar um relacionamento económico com a Europa, a partir dos anos 60, quando a opção industrializadora prosseguida desde a década anterior exigiu a substituição do princípio da integração económica do império, pelo da integração económica no espaço europeu. Portugal, que beneficiou da 2ª fase do Plano Marshall (1948) e foi membro fundador da OECE (1948) e da EFTA (1960), acabou por celebrar um acordo com a CEE, em 1973, onde já se encontravam os seus principais parceiros comerciais europeus: a Inglaterra e a Alemanha.
Por conseguinte, a adesão à CEE, em 1985, não significou o regresso à Europa, mas a plena identificação com um projecto de sociedade aberta, democrática e de bem-estar que já vinha sendo desejado por cada vez maior número de portugueses, especialmente desde o final da década de 50.
A fase das negociações para a adesão de Portugal à CEE, de 1977 a 1985, pode ser dividida do ponto de vista económico, em 4 períodos:
o 1º de normalização, em 1976-77, em que se procurou restabelecer as condições de funcionamento das empresas, a confiança dos empresários e o controlo do défice externo;
o 2º de viragem, em 1978-79, em que se acentuou a tendência restritiva anterior, recorrendo-se a avultados empréstimos estrangeiros e ao 1º acordo com o FMI, com vista ao equilíbrio económico externo;
o 3º de retorno às dificuldades no equilíbrio externo, em 1980-83, em consequência de uma política expansionista interna associada à crise internacional;
o 4º de estabilização económica, de 1983-84, com o 2º acordo com o FMI, através do qual se procurou um reequilibro das contas externas.
No momento em que os portugueses aderiram formalmente à CEE, ainda se faziam sentir os custos do sucesso deste último programa do FMI: o desemprego e a inflação tinham aumentado; os salários reais e o consumo privado tinham decrescido.
Neste contexto, compreende-se que até os mais entusiastas da adesão não tivessem escondido as suas dúvidas quanto à capacidade e à vontade dos portugueses aplicarem adequadamente os fundos postos à disposição pela CEE. As políticas fortemente restritivas do poder de compra dos trabalhadores, que viram o seu poder aquisitivo severamente diminuído de 1976 a 1979 e de 1982-84, provocaram uma contestação menos intensa do que seria de esperar.
Tal facto tem conduzido os cientistas sociais a realçar o papel da economia subterrânea, das remessas dos emigrantes e da agricultura familiar na criação de um rendimento complementar dos salários, rendimento que tem permitido um consumo acrescido e a moderação dos conflitos sociais.
A modernização socio-económica exige respostas que colmatem as formas de solidariedade em extinção e as insuficiências de um Estado Providência recente, pobre e, ele próprio, a precisar de racionalizar as despesas.
A conjuntura de expansão económica que se prolongou mais em Portugal do que na Europa, abarcando o quinquénio de 1986 a 1992, os processos de liberalização e de reprivatizações desenvolvidos com vista a adaptar a economia portuguesa às normas comunitárias e o crescimento dos fluxos financeiros provenientes da UE (crescimento limitado pelas exigências de controle das despesas do Estado, geralmente comparticipante nos projectos financiados pela UE), aceleraram e aprofundaram as transformações económicas e sociais já em curso, exigindo respostas para as novas necessidades e para os novos problemas, mas não deixando de criar condições para a persistência do optimismo realista que predomina, ainda hoje, na sociedade portuguesa, face à integração europeia.
2. Como se tem transformado a sociedade portuguesa?
As transformações sociais das últimas décadas revelam uma tendência para o esbatimento das clivagens entre o Norte e o Sul, o urbano e o rural, clivagens que os cientistas sociais vinham a identificar como características da sociedade portuguesa, até à década de 60. Os dualismos espaciais tendem a dar lugar aos dualismos socio-económicos, segundo uns, ou á uniformização, segundo outros. Mas é preciso não esquecer as continuidades que persistem ao lado das inovações.
Veja-se, em primeiro lugar, a população. No continente, a população era de 8,9 milhões em 1960, 8,7 milhões em 1970, 9,8 milhões em 1981 e de 9,9 milhões de habitantes em 1991. A taxa de crescimento anual médio passou de -0,33% na década de 60, para 1,35% na década de 70, descendo para 0,03% na década de 80. O crescimento negativo da população, na década de 60, deve-se em grande medida ao intenso fluxo emigratório dos portugueses para a Europa, principalmente para a França.
Na década de 70, a emigração estancou e começa a verificar-se o fenómeno inverso: entraram em Portugal mais de meio milhão de pessoas provenientes das ex-colónias, as quais foi necessário integrar social e profissionalmente.
Portugal passa, a partir de então, a ser um pólo de atracção para imigrantes, principalmente provenientes dos países africanos de língua portuguesa, mas também originários do Brasil e de alguns países europeus.
Na década de oitenta, o crescimento populacional estagna em consequência do recomeço moderado da emigração - compensada pelo fluxo imigratório - e da acentuação do declínio da natalidade (em 1970, a descendência média era de 3,0 filhos por mulher, em 1991 era de 1,6). As mulheres controlam cada vez mais eficazmente a natalidade e fazem-no de uma forma bastante homogénea no espaço continental. Compensando em parte os efeitos desta tendência, verifica-se uma queda drástica (87%) da taxa de mortalidade infantil desde os anos 60.
A generalização da vacinação das crianças e da cobertura sanitária e educativa do país, a melhoria da alimentação e dos cuidados de higiene explicam esta mudança a que também não é alheia a difusão de uma atitude de valorização da criança. A esperança de vida à nascença aumentou para as mulheres (mais 11,1 anos) e para os homens (mais 9,6 anos), bem como a esperança de vida aos 65 anos (mais 3,3 anos para as mulheres e 1,4 para os homens).
Em consequência, a população portuguesa sofreu um duplo envelhecimento nas últimas décadas. As famílias compostas por 1 e 2 indivíduos que representavam 30,3% em 1960, passaram para 39,1%, enquanto se reduzia a percentagem das famílias com mais de cinco elementos.
Novas formas de relacionamento entre os sexos, a generalização da entrada das mulheres no mercado de trabalho, o aumento dos níveis de escolarização e a laicização da sociedade podem também justificar a generalização do casamento não católico, o aumento dos divórcios e dos filhos tidos fora do casamento, alterações que têm acompanhado as restantes mudanças da estrutura social.
Observando a distribuição da população no espaço, verifica-se a acentuação da tendência para a litoralização e para a urbanização da população, o mesmo é dizer, para a despovoamento dos campos, particularmente os do interior.
Na faixa litoral do país concentra-se 80% da população, cabendo às áreas metropolitanas de Lisboa e Porto cerca de 40%, enquanto algumas regiões do país se desertificam como no casos do Norte e Centro interior, do Alentejo e da serra algarvia.
A aceleração das transformações da estrutura social portuguesa tem vindo a ser remetida para os anos 60, mas esta afirmação não obsta a que se distingam ritmos de mudança diversos ao longo do período considerado.
Seleccionam-se e apresentam-se, de seguida, apenas alguns dos aspectos relevantes dessas transformações.
Alterou-se profundamente a distribuição da população activa por sectores de actividade económica: enquanto desceu a percentagem dos activos no sector primário (de 43,6% em 1960, para 19,7% em 1981 e 11,6% em 1992), foi aumentando a do sector terciário (de 27,5% para 41,6% e 55,2%, nos mesmos anos).
A fuga do sector primário é empreendida principalmente pelos homens mais jovens, facto que explica, por um lado, a feminização do sector e, por outro, a mais elevada taxa de analfabetismo que aí se verifica relativamente aos outros sectores económicos.
No sector secundário, a percentagem de activos vai aumentando até aos 38,7% de 1981, mas a tendência inverte-se, a partir daí. Em consonância com a terciarização da economia, dá-se a feminização do sector terciário que absorve os crescentes contingentes de mão-de-obra feminina chegados ao mercado de trabalho.
O número de mulheres com actividade profissional remunerada mais do que duplicou nos últimos vinte anos e se em alguns grupos de profissões as mulheres já estão em maioria (como no dos profissionais intelectuais, científicos e técnicos e no dos empregados administrativos, do comércio e dos serviços pessoais), em outros isso ainda não acontece (como, por exemplo, o dos directores e quadros dirigentes).
A feminização da população estudantil das universidades (em 1992, as mulheres representavam 60% dos universitários, enquanto em 1960 não ultrapassavam os 29,5%) e a mais elevada taxa de sucesso das estudantes do sexo feminino apontam para a acentuação do predomínio feminino em profissões exigindo níveis de escolaridade elevados. O princípio da igualdade entre homens e mulheres em todos os domínios consagrado na Constituição de 1976, veio posteriormente a ser aplicado na legislação específica sobre o matrimónio (1978), o trabalho (1979), o poder paternal (1995). No entanto, sabe-se que as práticas sociais podem antecipar-se às normas jurídicas, segui-las ou adaptar-se-lhes segundo estratégias diversificadas. E, também neste caso, ainda se está longe da uniformização das atitudes, dos comportamentos e dos valores.
Mas é um facto que as relações e as representações de género estão a mudar na sociedade portuguesa. Em estudo recente, verificou-se que os padrões sociais masculinos e femininos têm vindo a evoluir no sentido de uma parcial homogeneização, na medida em que se atribuem às mulheres características secundárias tradicionalmente conferidas aos homens, como a capacidade de trabalho, a inteligência, a força enquanto aos homens se atribuem características também secundárias ligadas ao domínio afectivo que, no passado, pertenciam exclusivamente ao estereótipo feminino.
A elevação da escolaridade obrigatória de 4 para 6 e, mais recentemente, para 9 anos, a massificação do ensino secundário e o alargamento do universitário, a difusão dos meios de comunicação de massas, a globalização da economia e da comunicação, o turismo de massas, o retorno dos migrantes, a integração na CEE e as mudanças nas práticas sociais daí decorrentes são poderosos factores de homogeneização de condutas e de valores.
A análise dos resultados duma sondagem de opinião realizada em Maio de 1995, permite concluir que a maioria dos eleitores portugueses considera não existir alternativa à integração na UE, embora reconheça, por outro lado, que as pescas, a agricultura e o emprego foram prejudicados e os fundos europeus mal aplicados.
Em recente inquérito feito às elites política, económica e sindical sobre as representações dos efeitos da adesão à CEE, verifica-se que a esmagadora maioria dos inquiridos valoriza positivamente os primeiros 10 anos de integração europeia.
Os efeitos positivos reconhecidos pela maior parte dos inquiridos situam-se nas áreas do consumo, das infraestruturas, da produção (modernização tecnológica em alguns sectores) e dos direitos dos cidadãos. Os efeitos negativos identificados pela maioria dos inquiridos são o aumento do desemprego, da pobreza e da exclusão social, do trabalho clandestino e das dívidas à segurança social. Parece que o realismo na avaliação do impacto da integração europeia não destruiu o optimismo inicial.
3. Os desafios do presente
Decorrem das linhas de evolução atrás referidas alguns dos desafios do presente. As preocupações com o equilíbrio ambiental e com a qualidade de vida exigem uma política de ocupação do espaço que conduza a um reequilibro tendo em atenção as novas realidades em construção e as finalidades a alcançar. Os problemas criados pelo envelhecimento da população, pela dissolução das solidariedades tradicionais, pelo desenvolvimento de estruturas familiares até aqui minoritárias e pelos efeitos perversos do desenvolvimento económico exigem uma redefinição das políticas sociais do Estado que não contribua para o surgimento de novas desigualdades ou para o aprofundamento das antigas.
A maioria dos portugueses está convicta de que a melhor maneira de fazer face às pressões da globalização é a plena integração na UE. Por isso, têm sido feitos esforços no sentido do cumprimento dos critérios de convergência para a moeda única definidos em Maastricht.
O êxito destes esforços não deve fazer esquecer que, participando numa economia aberta que sofre, por sua vez, as pressões da globalização, Portugal precisa de dar resposta às exigências desta dupla inserção. Neste contexto, continua a ser prioritário o desafio da competitividade que se liga intimamente a outros dois desafios: o da qualidade e o da identidade.
A competitividade pressupõe modernização tecnológica, económica e social; a reestruturação da identidade pressupõe a descoberta de espaços de afirmação na UE e no mundo. Daqui resulta a necessidade de elevar a qualidade da produção e dos serviços, o que exige melhor formação inicial e em serviço, quer para os executantes, quer para as elites.
Os centros de excelência, encarados como centros difusores de dinâmicas de inovação e qualidade, são cada vez mais associados à constituição de redes de participações à escala europeia ou atlântica, na economia, no ensino, na investigação. Nesta linha, tem vindo a afirmar-se a ideia da importância do regresso a África, um regresso em que caberia aos portugueses a função de articulação, no âmbito de projectos compartilhados por africanos, europeus e americanos.
Sublinha-se projectos compartilhados, o mesmo é dizer, projectos de desenvolvimento baseados no diálogo, na cooperação e no respeito pelas culturas dos participantes.
Volvidos 23 anos de integhração na CEE, os portugueses pouco lucraram, os dirigentes que nos têm governado tem mamado da têta da CEE, mas está secando, e mesmo quando mamava e bem, pouco desse dinheiro foi bem empregue, que o digam os agricultures e o sector das pescas, mas nem tudo vai mal, temos por lá deputados a ganharem fortunas e soldados a lutarem pela guerra dos outros, já que nas antigas províncias ultramarinas isso era uma imposição governamental, enfim mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Os altos dirigentes que eram contra as guerras nas províncias ultramarinas, nos meteram em outras guerras e eles a sacar elogios e honrarias, quando deveima ter vergonha na cara.
Por Portugal livre!...
Publicada por ANTONIO MANUEL FONTES CAMBETA em segunda-feira, novembro 30, 2009 Nenhum comentário: Hiperligações para esta mensagem
SEMANA CULTURAL DO TAOÍSMO EM MACAU
O Taoísmo se baseia no sistema politeísta e filosófico de crenças que assimilam os antigos elementos místicos e enigmáticos da religião popular chinesa, como: culto aos ancestrais, rituais de exorcismo, alquimia e magia. A origem da filosofia do Taoísmo é atribuída aos ensinamentos do mestre chinês Erh Li ou Lao Tsé (velho mestre), um contemporâneo de Confuncio, nos anos 550 a.C., segundo o Shih-chi (Relatos dos Historiadores). Apesar de não ser uma religião mundialmente popular, seus ensinos têm influenciado muitas seitas modernas.
Fundação do Taoísmo Como no Budismo, muitos fatos da vida de Lao Tsé são lendas.
Uma delas é a questão dele já haver nascido velho. Supostamente, ele nasceu no sul da China em volta do ano 604 a.C. Ele tinha uma importante posição no governo, como superintendente judicial dos arquivos imperiais em Loyang, capital do estado de Ch'u. Por desaprovar a tirania dos regentes de seu governo, Lao Tsé veio a crer e ensinar que os homens deveriam viver uma vida simples, sem honrarias ou conhecimento. Sendo assim, ele renunciou o seu cargo e foi para casa.
Na busca do conhecimento, todos os dias algo é adquirido,Na busca do Tao, todos os dias algo é deixado para trás.E cada vez menos é feitoaté se atingir a perfeita não-ação.Quando nada é feito, nada fica por fazer.Domina-se o mundo deixando as coisas seguirem o seu curso.E não interferindo.Tao Te Ching 道德經 (Cap.48) - O Livro do Caminho e da sua Virtude.
Devemos agir de acordo com a nossa vontade apenas dentro dos limites da nossa natureza e sem tentar fazer o que vai para além dela. Devemos usar o que é naturalmente útil e fazer o que espontaneamente podemos fazer sem interferir na nossa natureza. E não tentar fazer aquilo que não podemos fazer ou tentar saber aquilo que não podemos saber. A felicidade é essa "não-ação" perfeita (wu wei 無為 ).
A semana cultural do Taoísmo se realiza em Macau, anualmente, nos dias 27 de Novembro a 6 de Dezembro. Este ano foi colocado um palco gigante, no largo do Leal Senado, tal como se pode ver nas fotos acima inseridas.
ALTAR NO LARGO DO LEAL SENADO
Muitos fiéis ali estiveram presentes, como se deslocaram a muitos templos existentes na cidade, prestando orações e pedindo graças.
Em Macau um dos templos Taoísta mais antigo e famoso é o Templo de Ah-Ma.
Publicada por ANTONIO MANUEL FONTES CAMBETA em domingo, novembro 29, 2009 Nenhum comentário: Hiperligações para esta mensagem
Publicada por ANTONIO MANUEL FONTES CAMBETA em quinta-feira, novembro 26, 2009 Um comentário: Hiperligações para esta mensagem
A fundação é responsável pelo Museu do Oriente.
A sua sede é na Rua do Salitre em Lisboa.
1. A Fundação é portuguesa, de duração indeterminada e tem a sua sede em Lisboa, na Rua do Salitre, números 66 e 68, podendo criar delegações ou quaisquer formas de representação onde for considerado necessário ou conveniente para a prossecução dos seus fins.
2. A Fundação manterá uma delegação em Macau.
1. A Fundação tem por fim a prossecução de acções de carácter cultural, educativo, artístico, científico, social e filantrópico, a desenvolver designadamente em Portugal e em Macau, e que visem a valorização e a continuidade das relações históricas e culturais entre Portugal e o Oriente, nomeadamente com a China.
2. A Fundação promoverá, de modo especial em Macau, todas as acções que visem a valorização do seu património cultural e artístico, bem como o desenvolvimento científico e educativo do Território.
1. A Fundação é instituída pela STDM (Sociedade de Turismo e Diversões de Macau, SARL.) com um fundo inicial próprio de 212 milhões de patacas, acrescido de uma contribuição, de proveniência idêntica, de 100 milhões de patacas, a ser repartida por três prestações anuais:
a) A primeira, de 15 milhões de patacas, a ser entregue até 30 de Junho de 1988;
b) A segunda, de 25 milhões de patacas, a ser entregue até 30 de Junho de 1989;
c) A terceira, de 60 milhões de patacas, a ser entregue até 30 de Junho de 1990;
2. Constituem ainda património da Fundação os rendimentos de proveniência idêntica à referida no número anterior que lhe venham a ser atribuídos numa base regular, nos termos da cláusula 21ª, nº 1, alínea d), do aditamento ao contrato para a concessão do exclusivo da exploração de jogos de fortuna ou azar, celebrado em 31 de Dezembro de 1986, entre o Governo de Macau e a STDM, SARL.
3. O fundo, a contribuição e os rendimentos a que se referem os números anteriores, bem como os bens ou valores previstos no nº 4, alínea a), deste artigo, poderão ser convertidos em escudos portugueses ou qualquer outra divisa aquando da sua afectação à Fundação.
4. Além dos fundos e rendimentos referidos nos números anteriores, o património da Fundação é constituído por:
a) Quaisquer subsídios, donativos, heranças, legados ou doações de entidades públicas ou privadas, portuguesas ou estrangeiras, e todos os bens que à Fundação advierem a título gratuito ou oneroso, devendo,
nestes casos, a aceitação depender da compatibilização da condição e do encargo com os fins da Fundação;
b) Todos os bens, móveis e imóveis, adquiridos para o seu funcionamento e instalação ou pelos rendimentos provenientes da alienação ou locação daqueles mesmos bens ou ainda pelos rendimentos provenientes do
investimento dos seus bens próprios.
2. Na prossecução dos seus fins, a Fundação pode:
b) Aceitar quaisquer doações, heranças ou legados, sem prejuízo do disposto no artigo 4º, nº 4, alínea a);
c) Contratar empréstimos e conceder garantias, no quadro de optimização da valorização do seu património e da concretização dos seus fins;
d) Realizar investimentos em Portugal ou em Macau ou em países estrangeiros, bem como dispor de fundos em bancos estrangeiros.
1. O Conselho de Curadores é composto por um número mínimo de cinco e máximo de sete membros designados de entre personalidades de reconhecido mérito, integridade moral e competência em qualquer dos campos de actividade da Fundação.
2. O mandato dos membros do Conselho de Curadores não tem duração definida mas cessa automaticamente no fim do ano em que completem setenta anos de idade, sem prejuízo do disposto no número 13 deste artigo. A exclusão de qualquer membro só pode efectuar-se mediante deliberação do Conselho tomada por escrutínio secreto pelo menos por dois terços dos votos favoráveis, com fundamento em indignidade, falta grave ou desinteresse manifesto no exercício das suas funções.
3. O Conselho de Curadores designará de entre os seus membros um Presidente.
4. As vagas que ocorram no Conselho de Curadores, por morte, impedimento, suspensão de mandato, exclusão ou renúncia de um dos seus membros, serão preenchidas por personalidades consensuais de reconhecido mérito, integridade moral e competência em qualquer dos campos de actividade da Fundação, a eleger mediante deliberação, por maioria, em reunião dos restantes membros do Conselho de Curadores e do Presidente do Conselho de Administração quando originário do Conselho de Curadores.
5. Quando qualquer membro do Conselho de Curadores se encontrar impedido de exercer as suas funções por exercício de cargo político ou por qualquer outro motivo, o seu mandato será suspenso até que cesse a situação de incompatibilidade ou impedimento.
6. As vagas que ocorram no Conselho de Curadores, em virtude de suspensão de mandato, poderão ser preenchidas temporariamente por personalidade designada para exercer funções em regime de substituição até que cesse a situação que deu origem à suspensão, mediante deliberação tomada nos termos do n.º 4 do presente artigo.
7. Os membros do Conselho de Curadores designados em regime de substituição exercem as suas funções nos termos e com as limitações previstas nos presentes estatutos, não podendo participar nas deliberações relativas a actos previstos nos n.ºs 4 e 6 do presente artigo e no artigo 16º.
8. O Conselho de Curadores reunirá ordinariamente uma vez por semestre e extraordinariamente sempre que convocado pelo seu Presidente, de sua iniciativa, ou a pedido de dois dos seus membros ou do Conselho de Administração.
9. Os membros do Conselho de Curadores poderão fazer-se representar por outro membro, mediante comunicação escrita dirigida ao Presidente.
10. As funções de membro do Conselho de Curadores não são remuneradas, podendo, no entanto, ser-lhe atribuídas subvenções de presença e ajudas de custo, de montante a fixar pelo Conselho.
11. As deliberações do Conselho de Curadores são tomadas por maioria, tendo o seu Presidente voto de qualidade.
12. O Conselho de Curadores poderá solicitar a presença de membros do Conselho de Administração às suas reuniões, os quais, no entanto, não terão direito de voto.
13. A primeira composição do Conselho de Curadores (curadores fundadores) é a constante do artigo 17º, sendo o mandato destes membros temporalmente indefinido, mas se qualquer deles optar renunciar ao mandato após os 70 anos de idade poderá integrar o Conselho Consultivo como curador fundador jubilado.
b) Designar os membros do Conselho de Administração;
c) Designar os membros do Conselho Consultivo;
d) Designar os membros do Conselho Fiscal;
e) Emitir orientações gerais sobre o Projecto de Plano de Actividades e Orçamento para o ano seguinte, elaborados pelo Conselho de Administração;
f) Aprovar conjuntamente com o Conselho de Administração o Relatório, Balanço e Contas do exercício, elaborados pelo Conselho de Administração e submetidos à sua apreciação em conjunto com o parecer do Conselho Fiscal;
g) Aprovar investimentos ou outras operações e iniciativas relevantes, propostas pelo Conselho de Administração e que não constem do Plano de Actividades e Orçamento aprovado para o respectivo ano;
h) Aprovar a criação de delegações da Fundação, sob proposta do Conselho de Administração;
i) Deliberar sobre a modificação dos estatutos e extinção da Fundação, nos termos dos Artigo 16º.
1. O Conselho de Administração é composto por três membros designados pelo Conselho de Curadores (ou por este e pelo Presidente do Conselho de Administração se este for originário do Conselho de Curadores), de entre individualidades consensuais que dêem garantias de realizar os objectivos da Fundação. O seu mandato é de quatros anos, sucessivamente renovável, salvo o disposto no número seguinte.
2. O Presidente do Conselho de Administração pode ser designado de entre os membros do Conselho de Curadores. Nesse caso, são igualmente aplicáveis ao Presidente do Conselho de Administração as disposições relativas à duração do mandato do Conselho de Curadores, referidas no número 2 do Artigo 7º, atendendo às competências pressupostas pelo Artigo 10º.
3. Se o Presidente do Conselho de Administração, designado nos termos do número anterior, for membro do Conselho de Curadores com mandato temporalmente indefinido, suspende o respectivo mandato enquanto exercer essas funções.
4. Os membros do Conselho de Administração exercerão as suas funções em regime de exclusividade e mediante remuneração a estabelecer pelo Conselho de Curadores, podendo no entanto o Conselho de Curadores autorizar o exercício de funções em outras instituições quando tal seja considerado de interesse para a Fundação, definindo os termos e condições do respectivo exercício.
5. O mandato dos membros do Conselho de Administração caduca automaticamente no final do exercício do ano em que perfaçam sessenta e cinco anos de idade.
6. As deliberações do Conselho de Administração são tomadas por maioria, tendo o Presidente voto de qualidade.
7. O Conselho de Administração reúne mensalmente e sempre que convocado pelo seu Presidente.
b) Administrar o património da Fundação, praticando todos os actos necessários a esse objectivo e tendo os mais amplos poderes para o efeito;
c) Aprovar o Plano de Actividades e o Orçamento, tendo em conta as orientações gerais do Conselho de Curadores;
d) Elaborar e aprovar, em conjunto com o Conselho de Curadores nos termos previstos no artigo 8º alínea f), o Relatório, Balanço e Contas do exercício;
e) Representar a Fundação quer em juízo, activa e passivamente, quer perante terceiros;
f) Contratar, despedir e dirigir o pessoal;
g) Negociar e contratar empréstimos e emitir garantias, nos termos da alínea c) do artigo 5º;
h) Instituir e manter sistemas internos de controlo contabilístico, de forma a reflectirem, precisa e totalmente em cada momento, a situação patrimonial e financeira da Fundação;
i) Promover, pelo menos uma vez por ano, uma auditoria pormenorizada dos livros e registos, por empresa independente de auditoria de reputação internacional.
2. O Conselho de Administração poderá constituir mandatários, delegandolhes competência, podendo, nesse caso, a Fundação ficar obrigada pela assinatura conjunta de um membro do Conselho de Administração e de um mandatário.
3. O Conselho de Administração poderá, em casos devidamente justificados, constituir mandatários atribuindo-lhes competência para actos específicos previamente aprovados pelo Conselho de Administração, podendo, nesse caso, a Fundação ficar obrigada pela assinatura conjunta de dois mandatários.
1. O Conselho Consultivo é composto por um número máximo de oito membros designados pelo Conselho de Curadores de entre personalidades de reconhecido mérito e competência em qualquer dos campos de actividade da Fundação, sem prejuízo do disposto no nº 13 do artigo 7º.
2. O mandato dos membros do Conselho Consultivo é de três anos.
3. As funções dos membros do Conselho Consultivo não serão remuneradas, podendo, no entanto, ser estabelecidas subvenções de presença e ajudas de custo, cujo montante será fixado pelo Conselho de Administração.
4. O Conselho Consultivo reunirá a pedido do Presidente do Conselho de Administração ou do Presidente do Conselho de Curadores, sendo presidido pela pessoa que o tiver convocado.
a) Sempre que solicitado pelo Conselho de Administração ou pelo Conselho de Curadores, apresentar sugestões e recomendações quanto ao melhor cumprimento dos fins da Fundação;
b) Sempre que solicitado pelo Conselho de Administração ou pelo Conselho de Curadores, emitir pareceres sobre as actividades e projectos da Fundação.
1. O Conselho Fiscal é composto por três membros designados pelo Conselho de Curadores, com o mandato de quatro anos.
2. O Conselho Fiscal designará de entre os seus membros o Presidente, que terá voto de qualidade.
a) Examinar e emitir parecer, anualmente, sobre o balanço e contas do exercício a submeter à aprovação do Conselho de Administração e do Conselho de Curadores;
b) Verificar periodicamente a regularidade da escrituração da Fundação, tendo em conta os relatórios da auditoria prevista no artigo 10º, alínea i).
1. A modificação dos presentes estatutos só pode ser deliberada, sem prejuízo das disposições legais em vigor sobre a matéria, mediante aprovação em reunião conjunta do Conselho de Curadores e do Presidente do Conselho de Administração, quando originário do Conselho de Curadores, tomada :
a) Por unanimidade nos primeiros cinco anos da entrada em vigor da presente alteração aos estatutos;
b) Por 4/5 de votos favoráveis a partir do fim do prazo previsto na alínea a).
2. A extinção da Fundação só pode ser deliberada, sem prejuízo das disposições legais em vigor sobre a matéria, mediante deliberação por unanimidade do Conselho de Curadores e do Presidente do Conselho de Administração se for originário do Conselho de Curadores, devendo ser fixado para o respectivo património o destino que for julgado mais conveniente para a prossecução dos fins para que foi instituída.
1. O Conselho de Curadores da Fundação fica desde já constituído pelas seguintes sete individualidades, que serão consideradas curadores fundadores: Prof. Doutor João José Fraústo da Silva, Prof. Doutor Adriano José Alves Moreira, Engenheiro Pedro José Rodrigues Pires de Miranda, Engenheiro Eduardo Ribeiro Pereira, Dr. Carlos Augusto Pulido Valente Monjardino, Dr. Stanley Ho e Sr. Edmund Ho, que também usa Ho Hau Wa.
2. No prazo de trinta dias, contados do reconhecimento da Fundação, o Conselho de Curadores deverá designar os membros do Conselho de Administração, do Conselho Consultivo e do Conselho Fiscal.
3. Até à entrada em funções dos membros do Conselho de Administração, a que se refere o número 2 deste artigo, a Fundação é dirigida pelo Conselho de Curadores.
Objectivos e Áreas de Actividade
Se do ponto de vista geográfico, a acção da Fundação Oriente se estende da Europa à Ásia, em matéria de actividade são as seguintes as grandes áreas de intervenção:
No papel as coisas até parecem estar 100% correctíssimas, porém na prática não é isso que acontece, no que se concerta ao Território de Macau, de onde provém o dinheiro que deu origem a esta Fundação, e cujo presidente parece ser vitalício.
O Jornal Tribuna de Macau na sua edição de hoje, revela que a Fundação Oriente aplicará na RAEM até 15% do orçamento de 2010.
"Tendo em conta o esforço para equilibrar nas finanças, a Fundação Oriente vai recuar no apoio à Escola Portuguesa de Macau, mas quer "fazer mais na área da saúde e cuidados para idosos", continuando a investir na cultura. Quinze por cento é a fatia do orçamento que deve estar reservada a Macau no próximo ano, revelou Carlos Monjardino ao JTM".
Bem, para conhecer a maneira de trabalhar desta Fundação, a qual devia ter mais carinho para com Macau, não estranha as palavras proferidas pelo presidente, visto que pouco ou nada tem feito por Macau.
Vem agora falar que irá fazer mais na áera da saúde e cuidados a idosos, felizmente o governo de Macau tem e continua a acarinhar os idosos, dando-lhes imensas regalias, tanto na áerea da saúde como em outras áreas, não necessitando os idosos de Macau do dinheiro da Fundação Oriente para nada.
Sobre a cultura, a Fundação Oriente irá cortar as ajudas à Escola Portuguesa de Macau, para investir na cultura, perguntarei que tipo de cultura, não será o ensino de português a aérea mais importante?
Como se sabe o ano transacto foi inaugurado em Lisboa o Museu do Oriente, à sua inuaguração presente estiveram altas personalidades do governo, mas nem uma única referência sobre o dinheiro que proporcionou a constração do mesmo.
Se ler-mos com atenção os regulamento da Fundação, o Território de Macau seria o mais benificiado, já que foi com o dinheiro de Macau que teve origem Fundação Oriente, mas na realidade é o menos preveligiado, veja o relatórioi de contas da Fundação referente aos anos anteriores e ao escandalo causado com a Livraria Portuguesa em Macau.
No meu modesto ver, a população de Macau não precisa de esmolas da Fundação do Oriente, tem o direito sim, de ser apoiada no ensino da língua de Camões através da Escola Portuguesa de Macau, quanto à cultura, se os curadores da Fundação vêm por bem ajudar nesse campo, então que sejam realista e dêem oportunidades aos portugueses residentes em Macau e aos naturais de Macau, e não fazendo o mesmo que fizeram ao articulista, que, solicitou apoio da Fundação para a publicação de um livro, e nem resposta lhe deram, ficando com eles uma cópia do CD com a escrita.
A Fundação está quase falida, a galinha que ponha os oiros de oiro, morreu em 1996, e agora o galo que canta é outro, já diz o ditado, quem não é para elas não se meta nelas, vejamos se o seu Presidente Carlos Bonjardino abandono o barco ou não, as despesas com as viagens à custa da Fundação Oriente bem podia servir para ajudar em aéreas que bem necessitam de ajuda.
Publicada por ANTONIO MANUEL FONTES CAMBETA em quarta-feira, novembro 25, 2009 Nenhum comentário: Hiperligações para esta mensagem
LED TV, da Samsung - Televisores com 3cm de espessura e ecologicamente corretas.
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UM DOS PRIMEIROS APARELHOS DE TELEVISÃO NO ANO DE 1958
História da Radiotelevisão Portuguesa
Centro de Produção da RTP em Chelas, inaugurado em 2007.Por iniciativa do Governo, a constituição da RTP - Radiotelevisão Portuguesa, SARL é feita a 15 de Dezembro de 1955. Tratava-se, portanto de uma sociedade anónima, com capital tripartido entre o Estado, emissoras de radiodifusão privadas e particulares.
Mais tarde, dois canais regionais iniciaram a sua actividade nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na década de 70:
RTP Madeira, em 6 de Agosto de 1972;
RTP Açores, em 10 de Agosto de 1975.
Em 5 de Janeiro de 2004, a RTP2 deu lugar a um novo canal denominado 2:.
Em 2007, a RTP comemora os seus 50 anos de emissões em Portugal.
O novo Complexo de estúdios de Chelas possui meios técnicos actuais e modernos prontos para o arranque da emissão da TDT (Televisão Digital Terrestre) e também um enorme carro de exteriores totalmente equipado para emissão em HDTV High Devinition Television (Televisão de Alta Definição). Este complexo tem 4 estúdios de 800, 400, 200 e 100 metros quadrados devidamente equipados.
Primeira emissão da RTP em alta definição no canal RTP HD durante os jogos Olímpicos de Pequim.
RTP1, o canal principal, fundado a 7 de Março de 1957.
RTP2, o canal dedicado à cultura, ao conhecimento, aos conteúdos europeus e à programação para crianças.
RTP Memória, o canal dedicado a programas antigos.
RTP Madeira, o canal generalista da Madeira.
RTP Açores, o canal generalista dos Açores.
RTP Internacional, o canal dedicado às comunidades portuguesas fora de Portugal.
RTP África, o canal dedicado às comunidades africanas.l dedicado às comunidades africanas.
RTP Mobile, o canal especifico da RTP para os telemóveis.
RTPN, o canal de informação e de magazines.
RTP HD, o canal da RTP em alta definição que acompanhou o jogos Olimpicos de Pequim.
A RTP i, só é possível sintonizala em Macau através de tv cabo, o que para além de ser muito dispondioso, pouco se justifiva ver os seus programas, visto não estarem direcionados para o estrangeiro, nem apresentar programas que valha a pena verem-se, isto na sua maioria, pois ^tem alguns, tais como o Portugal no Coração e outros que ainda vale a pena perder algum tempo defronte do televisor.
Foi em tempos um telespectador assiduo da RTPi, quando em Bangkok se encontrava, tendo para tal comprado uma antena parabolica e um recepctor, que ainda custou um bom dinheiro. Por essa altura a RTPi transmitia em sistema analogico, mas, passado uns meses do articulista ter adquirido oaparelho de recepção, eis que a RTPi, passa a transmitir em sistema digital, ficando assim o articulista impossibilitado de sintonizar a estação portuguesa, que muito gostava de ver,mas enfim!..
A partir dessa data não mais comprou aparelhagem nem assinou qualquer tv cabo com a finalidade de sintonizar a RTPi, e nem precisa, fazia-o por amor a seu país e dar a conhecer a sua família o nosso belo Portugal, na Ásia onde vive o articulista, estações de tv é o que não faltam e com programas excelentes, como tal e como diz o velho ditado, ser viveres em Roma ser Romano, e é esse ditado que o articulista vai usando, sem contudo descurar a 100% a RTPi.
A CNN é um dos canais preferidos do articulista, visto ser um canal televisivo com as notícias mundiais sempre actualizadas.
Depois da CNN o articulista vê igualmente alguns programas da BBC, na parte noticiosa, assim, vendo este dois canais internacionais, ficam sabendo o que se passa no mundo, quase em simultâneo com os acontecimentos.
Television Broadcasts Limited (normalmente conhecida como TVB) foi a primeira estação de televisão aberta comercial de Hong Kong. Fundada em 19 de novembro de 1967 com em torno de duzentos funcionários, actualmente rivaliza com a única outra estação aberta de Hong Kong, a ATV.
Esta belissima estação de televisão o articulista a viu nascer, e até trabalhou em seus estudios, durante o campeonato do mundo de futebol realizado no México.
Fez este ano 42 anos de existência e, ao longo deste longos anos tem apresentado e continua a apresentar programas televisivos do agrado das populações de Hong Kong, Macau e Sul da China, sempre em cima dos acontecimentos mundiais, cujas notícias são transmitidas em cima da hora. Assim sim, profissionais de alto nível que se dedicam a 100% à sua profissão dando o melhor de si.
A TVB tem vários canais, mais os mais populares sãos os dois canais normais, um transmitindo na língua inglesa e outro no dialecto cantonese.
Esta estação de Hong Kong é a seguidora de outros canais de televisão que tiveram o seu início nos anos 60'. Transmitide em dois canais, um em língua inglesa e outro no dialecto cantonense, e rivaliza com a TVB.
Teledifusão de Macau S.A.R.L. (TDM) é a companhia responsável pela prestação do serviço público de radiodifusão sonora e televisiva em sinal aberto na Região Administrativa Especial de Macau. Foi fundada no dia 1 de Janeiro de 1982 com o nome de Companhia de Televisão e Radiodifusão de Macau e era uma empresa estatal portuguesa com administração independente. Porém, em Agosto de 1988, após de ter transferido 49,5% das suas acções a um grupo privado, passou a ser uma empresa pública de economia mista e a chamar-se de Teledifusão de Macau. Actualmente trata-se de uma empresa privada de capitais públicos.
A TDM é a única empresa responsável pela prestação do serviço público de radiodifusão sonora e televisiva, gerando canais em línguas chinesa e portuguesa de TV e rádio em sinal aberto na RAEM. Mas, os residentes de Macau recebem também difusões electrónicas de outras empresas, nomeadamente as de Hong-Kong e as da China. Por isso, a TDM sofre grande competição, pedindo por isso anualmente ajuda, principalmente subsídios, ao Governo da RAEM para continuar com o seu grau de qualidade. Em 2007, estes subsídios atingiram o valor de 73 milhões de patacas, enquanto que as receitas da TDM foram valorizados aproximadamente em 36 milhões de patacas. As despesas da empresa é grande, por isso a TDM apresentou em 2007 somente um resultado positivo de 45 mil patacas. No final de 2007, esta empresa de Macau contava com 371 trabalhadores .
Após a transição de Macau para a China (1999), a grande maioria dos seus veículos de comunicação são produzidos em Cantonês e Mandarim. Actualmente, a TDM subordina a "Televisão de Macau" (fundado em Maio de 1984) e a "Rádio Macau" (fundado em 1930).
Apenas um canal de TV (Canal 1) do grupo TDM exibe programas em português oriundas da retransmissão da RTP Internacional, acrescido de alguns telejornais locais diários cuja duração é normalmente de 15 minutos, da transmissão em directo da missa dominical que se realiza na Igreja da Sé e de algumas reuniões da Assembleia Legislativa.
A TDM também mantém um canal de rádio em português, a "Rádio Macau", com uma emissão de produção própria das 7h às 20h. A partir dessa hora, a Rádio transmite em cadeia a programação da RDP-Antena 1. A Rádio Macau emite doze noticiários locais, além de ter programas de música e de informação ao longo das 13 horas de emissão própria.
Em 2008, foi confirmada que a TDM irá transmitir em directo os Jogos Olímpicos de Pequim e irá apostar mais na produção própria .
Sem dúvida alguma que a TDM veio contribuir em muito na divulgação da língua e cultura portuguesa em Macau. Óptimos profissionais de Portugal já trabalham na TDM e deram uma imagem excelente, embora tenham sido muitas as dificultades para poderem apresentar programas de alto nível.
Nos dias de hoje,talvez por falta de técnicos ou de verbas, o canal 1 da TDM, é um canal pouco visto, nada atraente, transmitindo pouco ou quase nada do interesse do grande público. Os cortes nos programas são já uma rotina, as ligações à RTPi é outra das questões, cujos programas quase sempre são cortados, as telenovelas portuguesas e brasileiras ocupam horas de antena e penso que terão pouco audiência.
Os jogos de futebol italianos esses tem prioridade, os jogos da loiga Sagres passam, mas como o fuso horário de 8 horas njo inverno e 7 durante a época de verão, ninguém vai ficar acordado até às 03 horas da manhã para assistir a esses jogos, pois que no dia seguinte é dia de trabalho, mas os senhores da TDM, passam em deferido no dia seguinte esses mesmo jogos, mas a horas pouco adequadas, mas tudo bem, eles é sabem!...
O articulista já teve imensos aborrecimentos com a programação da TDM o que o levou a escrever para o programa do Preço Certo e para os responsáveis da TDM, no Preço Certo o ilustre locutor Fernando Mendes leu a mensagem enviado pelo articulista.
Em Macau a resposta que teve do responsável do canal 1, foi que a culpa era da RTPi, pois a TDM cumpria a rigor os horários, bem eles é que sabedm, eu como telespectador é que não concordo em nada com a situação, e para não se aborrecer o articulista deixou de sintonizar o canal 1 da TDM, em virtude de os telespectadores nunca terem razão, mas sim eles que fazedm e defazem a seu belo prazer. É pena, pois possuem alguns óptimos profissionais.
Quanto à rádio é bem diferente, com óptimos programas e ligações à Antena 1, a esses óptimos profissionais votos faço para que continuem nesse rumo de profissionalismo e dedicação, tento sempre em mente que os programas são direcionados à populaçãoportuguesa residente no território de Macau.
Um aparelho de televisão, Plasma.
Um aparelho de televisão super fino de LCD.
Publicada por ANTONIO MANUEL FONTES CAMBETA em sábado, novembro 21, 2009 Nenhum comentário: Hiperligações para esta mensagem
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PONTE 1 DA POLÍCIA MARÍTIMA E FISCAL
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MACAU E SUA TOPONÍMIA
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DESTINOS TURISTICOS EM CONTA
MOTOS TÁXIS
DEUSA CAILLEACH - 1 de NOVEMBRO

References: artigo 4
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 artigo 17
 Artigo 16
 Artigo 7
 Artigo 10
 artigo 8
 artigo 5
 artigo 7
 artigo 10