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Timestamp: 2020-05-26 11:34:41+00:00

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LEI PROMULGADA No 311 de 05/02/2016
A MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO AMAZONAS, na forma da alínea e,
I, do artigo 17, da Resolução Legislativa n. 469, de 19 de março de 2010, Regimento Interno, faz saber a todos que
a presente virem que promulga a seguinte
Art. 1.o O caput do artigo 1.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 1.o Fica assegurado aos estudantes e professores da educação básica, educação infantil, ensino fundamental e
médio, educação de jovens e adultos, educação profissional e tecnológica, educação superior (graduação,
pós-graduação e sequenciais), cursos pré-universitários e cursos livres, devidamente cadastrados e identificados, o
pagamento de meia-entrada do valor efetivamente cobrado sobre o valor do ingresso em cinemas, teatros, circos,
parques e casas de diversão, eventos culturais, desportivos, artísticos e educacionais, tais como seminários,
palestras e conferência no âmbito do Estado do Amazonas.”
Art. 2.o O §1.o do artigo 1.o da Lei n. 3.076, passa a vigorar com a seguinte redação:
“§1.o O abatimento previsto no caput deste artigo será concedido sobre todos os assentos existentes no evento, tais
como, pista, cadeiras, lugar no camarote, frisa, e será praticado sobre todos os ingressos antecipados, com
descontos ou promocionais, prevalecendo ainda o desconto de 50% (cinquenta por cento) meia-entrada como o
menor preço de fato sobre os ingressos a serem comercializados, sendo vedada a venda genérica ou indiscriminada
da meia- entrada estudantil.”
Art. 3.o O §2.o do artigo 1.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 1.o (…)
§2.o Os promotores e responsáveis pela realização do evento, afixarão obrigatoriamente tabelas de preços,
incluindo a meia-entrada em lugar visível e de fácil acesso ao público.”
Art. 4.o O caput do artigo 2.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 2.o O benefício da meia-entrada será garantido aos estudantes e professores dos cursos elencados no artigo 1.o
desta Lei, desde que estejam devidamente matriculados em estabelecimentos de ensino público ou particular
cadastrados e identificados.”
Art. 5.o O artigo 3.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 3.o Para usufruir do benefício a que se refere o artigo 1.o desta Lei, os estudantes e professores deverão provar a condição referida no artigo 2.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006, através da carteira de identidade
estudantil, de cuja expedição são responsáveis as seguintes instituições:
ALTERA a redação do caput do artigo 1.o e seus §§
1.o e 2.o, e do caput do artigo 2.o, e do artigo 3.o e
seus §§1.o, 2.o, 4.o e 5.o aditando-se os §§6.o e 7.o ao
artigo 3.o, modifica e renumera o parágrafo único do
artigo 4.o, aditando-se o §2.o no mesmo artigo, e
alterando o caput do artigo 5.o da Lei n. 3.076, de 1.o
Av. Mário Ypiranga Monteiro (antiga Recife) – no 3.950, Parque Dez – Manaus – Amazonas CEP 69.050-030
Fone: (+55) (092) 3183-4444 CNPJ: 04.530.820/0001-46
I – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), para:
a) estudantes da educação básica de jovens e adultos;
b) educação profissional e tecnológica; e
c) cursos pré-universitários e cursos livres;
II – União Nacional dos Estudantes (UNE), para os estudantes do Ensino Superior;
III – União dos Estudantes Secundaristas do Amazonas (UESA), para:
a) estudantes da educação básica, de jovens e adultos;e
IV – Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), para:
a) estudantes de Pós-Graduação, Especialização; e
b) estudantes de MBA, Mestrados e Doutorados;
V – Movimento Democrático Estudantil (MDE), para ambos os casos.
§1.o Fica assegurado aos representantes da UBES, UNE, UESA, ANPG e MDE, acesso e permanência às
instituições dos respectivos níveis de ensino, em local de grande circulação de alunos, para efetivarem a divulgação
desta Lei, bem como, cadastramento de estudantes, expedição e a entrega das carteiras de Identificação estudantil,
sendo vedada a proibição destas atividades pelas instituições de ensino.”
§2.o As entidades estudantis filiadas ou credenciadas, bem como, Grêmios Estudantis, Diretórios e Centros
Acadêmicos, poderão auxiliar na distribuição das carteiras de identidade estudantil.
§3.o A carteira de identidade estudantil terá validade periódica de 01 (um) ano, renovável por igual período,
enquanto o estudante mantiver a condição habilitadora prevista no artigo 2.o desta Lei.
§4.o A Identificação Estudantil, além de dados pessoais, conterá obrigatoriamente informações relativas ao curso,
grau e estabelecimento de ensino, foto do estudante e assinatura do Presidente da entidade estudantil expedidora.
§5.o Os estudantes regularmente matriculados em estabelecimentos e instituições públicas ou particulares de ensino
que forem de baixa renda, e tiverem sua solicitação de isenção aprovada, receberão gratuitamente sua carteira de
§6.o Para que os estudantes e professores possam usufruir dos benefícios da carteira de identidade estudantil em ambiente virtual, cada carteira física deverá conter um certificado de atributo no padrão ICP – Brasil emitido por
Entidade Emissora de Atributos (EEA) hospedada em autoridade certificadora devidamente credenciada pelo ITI
(Instituto de Tecnologia da Informação – Autarquia Federal Vinculada à Casa Civil da Presidência da República). A
autoridade certificadora deverá atender os requesitos de segurança para proteção das chaves dos certificados da
EEA, mantendo-as em ambiente protegido em DATACENTER próprio conforme normas da ICP-BR Estudantil.
§7.o A identificação estudantil, além dos dados pessoais, certificado de atributo ICP- Brasil conterá
obrigatoriamente, informações relativas ao curso, grau e estabelecimento de ensino, a foto do estudante e a
assinatura do Presidente da Entidade Estudantil.
§8.o A autenticação e expedição das carteiras referidas no caput deste artigo, dar-se-á como base em listagem de
alunos regularmente matriculados, fornecida pela direção de cada estabelecimento de ensino, até um mês após o
encerramento das matrículas.”
Art. 6.o Os §§1.o e 2.o do artigo 4.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006, alterados pelos artigos 12 e 13, passam
a ter a seguinte redação, respectivamente:
“Art. 4.o […]
§1.o Ficam as entidades autorizadas, por esta Lei, requerer aos órgãos competentes do Poder Executivo do Estado do Amazonas, que os acompanhe na fiscalização dos estabelecimentos para o cumprimento desta Lei.
§2.o Às entidades estudantis, fica franqueado o acesso de até 03 (três) representantes ao recinto do evento ou do
estabelecimento, assegurado o direito de informação sobre os eventos e se estão disponibilizado a venda de
meia-entrada.”
Art. 7.o Acrescenta ao artigo 3.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 o §7.o com a seguinte redação:
“Art. 3.o (…)
§7.o A autenticação e expedição das carteiras referidas no caput deste artigo, dar-se-á como base em listagem de alunos regularmente matriculados, fornecida pela direção de cada estabelecimento de ensino, até um mês após o
Art. 8.o O parágrafo único do artigo 4.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 passa a ser considerado §1.o com a
“Art. 4.o (…)
§1.o As entidades estudantis UESA, UEA e MDE, fica franqueado o acesso de até 3 (três) representantes ao recinto do evento ou do estabelecimento, assegurado o direito de informações sobre os eventos e se estão disponibilizando
a venda da meia-entrada.”
Art. 9.o Acrescenta ao artigo 4.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 o §2.o com a seguinte redação:
§2.o Ficam as entidades autorizadas, por esta Lei, requerer aos órgãos competentes do Poder Executivo do Estado do Amazonas, que os acompanhe na fiscalização dos estabelecimentos para o cumprimento desta Lei.”
Art. 10. O caput do artigo 5.o da Lei n. 3.076, de 1.o de agosto de 2006 passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 5.o O descumprimento desta Lei, por parte do promotor do evento acarretará em multa de cem (100) vezes o
valor do salário-mínimo vigente no país e a suspensão imediata do direito à obtenção de licença para
funcionamento ou realização de novos espetáculos pelo período de 01 (um) ano.”
Art. 11 . A presente Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogam-se as disposições em contrário.
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References: artigo 17
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