Source: http://isidelirios.blogspot.pt/2016/12/
Timestamp: 2017-10-17 18:36:03+00:00

Document:
DE LÍRIOS: Dezembro 2016
DESEJOS DE UM FELIZ 2017
A Sui Generis deseja a todos os autores,
leitores, parceiros, amigos e colaboradores:
GRAÇAS A DEUS! - PALAVRAS DE FERNANDA KRUZ
Palavras de Fernanda Kruz:
Bom dia, meus amigos, espero que o Novo Ano que se aproxima nos traga para todos o “SUFICIENTE” de tudo o que houver de melhor.
Deixei para o ultimo dia do ano a apresentação da Antologia “Graças A Deus!”, da qual faço parte com o conto “Ano Incomum”.
Parabéns a todos os meus colegas de escrita, por mais um sucesso literário.
Ao meu amigo, coordenador e organizador da Colecção Sui Generis, Isidro Sousa, o meu obrigada, pois este ano que hoje termina foi um ano cheio de realizações literárias e de várias Antologias publicadas.
Obrigada, amigo, por levares a bom porto todos os escritores que contigo trabalham, e que o próximo ano possamos, todos juntos, festejar com alegria a continuação da publicação de novos livros desta fantástica colecção Sui Generis, que muito me orgulha de fazer parte.
Para todos, desejo um FELIZ ANO NOVO e que 2017 nos traga PAZ, SABEDORIA, SAÚDE e, acima de tudo, MUITO AMOR.
(E deixo-vos com um pequeno excerto do meu conto “Ano Incomum”, que faz parte da antologia “Graças a Deus!” e cujo lançamento se realizou neste mês de Dezembro.)
Fernanda Kruz
(Fernanda Kruz é co-autora de «Graças a Deus!».)
Página: http://letras-suigeneris.blogspot.pt
SG MAG – UMA REVISTA LITERÁRIA (LUSÓFONA) EDITADA EM PORTUGAL – PARA O ANO 2017
Vai ser lançada, no primeiro trimestre de 2017, a SG MAG, uma revista literária (electrónica) que terá distribuição gratuita, ficando disponível, numa fase inicial, em suporte PDF e na plataforma ISSUU. A primeira edição será dedicada, exclusivamente, a todos os projectos Sui Generis. Projectos já concretizados e obras a serem editadas brevemente...
Esta publicação periódica não pretende fazer qualquer tipo de concorrência às revistas literárias já existentes - como a «Divulga Escritor» e a «Conexão Literatura», que são (e continuarão a ser) nossas parceiras. Como referiu a Shirley Cavalcante​, directora da Divulga Escritor, quantas mais publicações existirem, mais dinâmico se torna o meio literário. A SG MAG será oficialmente o órgão de comunicação das Edições Sui Generis; por conseguinte, irá focar-se, principalmente, nos projectos Sui Generis, nos autores Sui Generis e na divulgação de obras (literárias e não só) de autores que colaboram com os projectos Sui Generis. Haverá espaço para todos... daremos atenção às vossas obras, desde que nos informem sobre as mesmas... e terão sempre prioridade sobre os demais autores.
A nível de entrevistas, por exemplo, teremos entre duas a três (no máximo) em cada edição. Entrevistas personalizadas. Mas os restantes conteúdos serão muito diversificados. Crónicas, artigos de opinião, reportagem, espaço para divulgação de textos literários (contos, poesia, etc), eventos literários / lançamentos, foto-reportagens, livros em foco, etc. Além da literatura, a SG MAG dedicará igualmente espaço a outras artes. Como, por exemplo, portfólios de fotografia, pintura, desenho, ilustração, escultura, etc.
Todos aqueles que desejem colaborar com a SG MAG (uma coluna, um artigo de opinião, uma crónica, um conto, um portfólio...), poderão fazê-lo. Autores que tenham livros publicados podem enviar igualmente informação sobre os mesmos (síntese das obras, ficha técnica, capa, fotos, etc) para o nosso email - só serão consideradas informações recebidas por email.
O logótipo da SG MAG apresentado neste post não é definitivo. Autores com conhecimentos de design podem (se desejarem) apresentar propostas de logótipo para a revista. E qualquer outra informação que considerem pertinente deverá ser transmitida ou apresentada atempadamente, para que se faça um bom planeamento de cada edição. Informações de última hora serão desconsideradas para a edição imediata, salvo situações específicas.
Numa fase inicial, a periodicidade da SG MAG será bimestral (de dois em dois meses)... podendo alguma edição ser lançada antes... uma edição especial, por exemplo, quando tal se justificar. Prevê-se que a primeira edição tenha entre 50 a 60 páginas em formato A4 e aos autores Sui Generis não serão cobrados quaisquer valores pelas suas participações na SG MAG, como sucede habitualmente noutras publicações; cobra-se apenas publicidade.
Enquanto o Nº 1 da SG MAG não for lançado, esta comunicação é feita somente no grupo de autores «Isidro Sousa e Autores» e nos nos blogues «Delírios» e «Sui Generis»; em fase posterior, será feita uma divulgação mais ampla, uma divulgação massiva por todas as redes que estiverem ao nosso alcance.
A SG MAG será dirigida por mim, Isidro Sousa, jornalista desde 1996, com longa experiência nesta área... quer enquanto jornalista, quer como editor e director de revistas e jornais (impressos em papel).
Por enquanto, qualquer informação destinada à SG MAG deve ser enviada para o email da Sui Generis (abaixo indicado), com a indicação «SG MAGAZINE» na linha de assunto. Em fase posterior, será criado um novo email, exclusivo para a revista.
É com uma especial alegria que comunico: o livro «Almas Feridas» esgotou logo após o lançamento. Em vez de anunciarmos aos sete ventos que o livro esgotou, tratámos logo de o reimprimir, cujos exemplares reimpressos foram hoje entregue à sua autora: Suzete Fraga. Mais ainda: todos (ou quase todos) os exemplares incluídos nesta segunda impressão já estão praticamente reservados (ou vendidos), de modo que - no início desta semana - solicitámos uma terceira impressão (ou reimpressão) desta belíssima obra. E não julguem que as quantidades impressas são assim tão pequenas! Já são largas centenas...
Aquando da primeira impressão de «Almas Feridas», a autora quis arriscar numa quantidade bastante elevada. Enquanto amigo e conhecedor do contexto actual do mercado literário português no que refere à venda de livros, confesso que receei... receei mesmo! Era um risco demasiado elevado... o investimento financeiro era muito grande.. e a autora podia ficar com os livros empatados durante muito tempo até conseguir que fossem vendidos. Alertei-a... aconselhando-a a imprimir uma quantidade menor... depois, se fossem necessários, poderíamos reimprimir mais exemplares. Mas não! A Suzete Fraga estava confiante. Muito confiante mesmo. As suas expectativas eram elevadas! E ainda bem!... Hoje, afirmo com todas as letras: ainda bem que ela arriscou numa impressão tão elevada! Revelou-se um êxito... um êxito bem merecido!
A propósito de reimpressões de um livro... Embora muitos autores e editores considerem que reimprimir seja uma 2ª edição ou 3ª edição da obra, eu não comungo dessa opinião. Estas duas reimpressões de «Almas Feridas» seriam uma 2ª ou 3ª edição se houvesse alterações à obra original. Rectificações nos textos, por exemplo. Acrescentar informações pertinentes ou reformular/melhorar algum texto ou imagem, por exemplo. Estes livros estão a ser reimpressos tal como na primeira impressão. Não foram alvo de qualquer alteração ou intervenção. Portanto, e independentemente das quantidades impressas, consideremo-las reimpressões da 1ª edição... e não 2ª nem 3ª edição. É esta a informação mais correcta. Sejamos honestos, ok? Nada de publicidade enganosa...
Para ti, Suzete Fraga: muitos parabéns! O teu esforço (e eu sei que é tremendo) na promoção da tua obra é louvável. Muito louvável mesmo... Tu não dormes à sombra da bananeira. Tu arregaças as mangas e vais à luta. Continua assim.
Um grande abraço ao editor Paulo Lobo, da Euedito, nosso parceiro nesta «empreitada», cuja disponibilidade, celeridade e qualidade das obras que nos apresenta muito tem contribuído para este êxito.
PS. As imagens que ilustram este post são da segunda remessa de «Almas Feridas». A primeira, com os livros empilhados, feita na editora, antes de os mesmos serem enviados à autora; a segunda, com os livros espalhados, foi divulgada hoje pela autora, mal recebeu os livros.
Autora: Suzete Fraga
Edições Sui Generis | Editora Euedito
www.euedito.com/suigeneris
Os meus pais não passavam de dois adolescentes quando se casaram, escassos meses antes de eu ter nascido. Ele acabara de completar dezasseis anos de idade; a minha mãe tinha dezassete. Ele dava ainda os primeiros passos no mundo do futebol; ela não passava de uma menina rica, mimada pelos papás, que fazia dele o seu capricho favorito. Não se amavam; sentiam apenas atracção física. Aos olhos do meu pai, ela era uma boazona sedutora com quem se divertia sexualmente. Exibia-a aos amigos, acompanhava-a às festas do Jet Set, pavoneava-se com ela nas colunas sociais. Era, acima de tudo, alguém com quem se poderia afirmar publicamente, já que a família dela fazia parte do tão badalado Jet Set nacional. Não obstante a atenção que a imprensa especializada lhe começava a dedicar, a ela tudo isso agradava porque deixava de ser fotografada unicamente ao lado dos pais para agora ostentar com vaidade o namorado como se ele fosse um troféu; por sinal um belo rapaz, elegante, gracioso, aparentemente mais velho do que ela e, ainda por cima, um craque da bola de quem se vislumbrava uma carreira fulgurante. Creio que mantinham relações sexuais com bastante frequência sem tomarem precauções porque a gravidez apanhou-os de chofre, levando-os ao casamento.
Nunca foram felizes juntos. A minha mãe vivia preocupada com futilidades banais, passava o tempo todo com as amigas nos cabeleireiros, a fazer compras nos centros comerciais mais sumptuosos da cidade ou a tomar chazinhos com as tias de Cascais. Marcava sempre presença nas estreias de espectáculos, ia a todas as vernissages, nunca perdia os lançamentos de colecções dos costureiros e ficava fula da vida quando alguém se esquecia de a convidar para qualquer evento social. Raramente parava em casa. Eu sentia-me abandonado por ela; era como se fosse uma pedra no seu sapato. Ignorava-me, deixando-me aos cuidados de uma ama. Já o meu pai dedicou-me sempre mais atenção: preocupava-se comigo, dava-me o amor de que um filho necessita.
Entre os meus dez e onze anos de idade, comecei a desconfiar de que a minha mãe traía o meu pai. Várias vezes atendi chamadas de um desconhecido à sua procura e, quando ela falava com ele, notava demasiada intimidade no seu tom de voz. Passava tempos infinitos grudada ao telefone: cavaqueavam como se fossem velhos amigos. As minhas suspeitas de ela ter um amante não tardaram a confirmar-se quando, alguns meses após o meu pai ter sofrido o fatídico acidente que o impossibilitou de voltar a jogar, ela fugiu com outro homem. Deduzi que fosse o mesmo que lhe telefonava. Passaram-se mais de seis anos e eu jamais tornei a vê-la.
O meu relacionamento com ela nunca fora sadio, ao contrário daquele que eu mantinha com o meu pai. Ele era o meu ídolo. Desde que me lembro, levava-me regularmente ao futebol, aos treinos, ao cinema, à praia e a acampar. Sentia-me muito bem com ele e, apesar de magoado, não estranhei quando a minha mãe nos abandonou, deixando-nos sozinhos.
Tanto eu como o meu pai chamamo-nos Vanderlero. A partir da adolescência passei a ficar mais parecido com ele, ao ponto de algumas pessoas nos confundirem. A ele chamavam-no Vanderlão; a mim, Vanderlito. Todavia, eu adoptei um diminutivo que achava mais engraçado: Valero. O meu pai gerou-me aos dezasseis anos de idade; assim sendo, quando atingi a maioridade ele só tinha trinta e quatro. Era ainda um bom pedaço de homem, atraente, sedutor, no esplendor da sua jovialidade!
Excerto do primeiro conto incluído no livro «O Pranto do Cisne»
Autor: Isidro Sousa
PROMOÇÃO ESPECIAL LANÇAMENTO:
12,00 euros (Portugal)
16,00 euros (fora de Portugal; qualquer país, incluindo Brasil)
Valores finais; incluem despesas de envio. Envios contra-reembolso: acrescem despesas dos CTT; só aplicável para moradas portuguesas.
Página: http://letras-suigeneris.blogspot.pt/
TEMAS: Contos Literários, Livros e Lançamentos
ANJOS & DEMÓNIOS - ÚLTIMOS DIAS PARA ENVIAR A SUA PARTICIPAÇÃO - ATÉ 31 DE DEZEMBRO
O prazo para submissão de textos para a antologia «Anjos & Demónios» já terminou e a análise e selecção de textos está prestes a ser concluída; o resultado será divulgado nos primeiros dias de 2017.
Se porventura não conseguiu finalizar ou enviar o seu texto por alguma razão, pode enviá-lo até ao último dia deste ano: 31 de Dezembro! Ainda pode participar... Mas faça uma comunicação prévia, para contarmos com a sua participação.
O tema? Já sabe...
>>> Anjos, Espíritos, Fantasmas, Almas Penadas, Assombrações, Bruxarias, Diabos, Demónios, Incubus, Sucubus e outros mais...
>>> Drama, terror, aventura, fantástico, horror, espiritismo, comédia, romance, policial, ficção científica, etc.
Antologia de Contos Sobrenaturais
Organização: Isidro Sousa
http://letras-suigeneris.blogspot.pt/
Palavras de Diamantino Bártolo:
Prezadas(os) Leitoras(res)
Em boa hora fui convidado pelo Isidro Sousa para participar na Antologia de Natal – Uma Acção de Graças, com o título «Graças a Deus!», que acaba de ser publicada pela Edições Sui Generis e Editora Euedito, em Lisboa – Portugal.
Considero-me um privilegiado porque faço parte dos 51 autores selecionados para tão importante quanto simbólica Antologia, para além do prestígio que envolve trabalhar com aquelas instituições e, naturalmente, sob a Organização e Coordenação do Isidro, a quem manifesto, desde já, a minha gratidão por esta oportunidade que me concedeu.
A Antologia «Graças a Deus!» é de uma riqueza literária de alto nível, na medida em que os mais de cinquenta autores revelam sensibilidades culturais, estilos e abordagens do melhor que há, neste tipo de literatura, a que se junta a coragem de exposição pública, sempre sujeita à crítica, positiva ou negativa, que, todavia, é sempre uma mais valia e que os autores devem ter em boa conta, com humildade e gratidão.
Neste Natal e pela parte que me cabe, ofereço a todas(os) as(os) leitoras(res), bem como às(aos) minhas/meus amigas(os) o meu artigo intitulado, justamente, «Testemunho de Gratidão», colocado nas páginas 86-a-89. Boas Leituras e muito obrigado pela vossa generosidade.
Diamantino Bártolo.
(Diamantino Bártolo é co-autor de «Graças a Deus!».)
Palavras de Carlos Arinto:
Palavra do Senhor... Carlos Arinto.
Não pude estar presente por imprevistos, que, como se sabe, e está na palavra, não se podem prever. Logo contornar. Logo evitar.
Mas receberei o livro em casa. Obrigado Isidro.
Enquanto aguardo direi apenas: é um privilégio poder ser um autor “sui generis”.
É um privilégio poder dar “Graças a Deus”, num tempo de infâmia e de convencimento.
É uma fortuna poder contribuir, com o talento que não possuo, para um pedaço de literatura, de vida e de concerto de ideias e de ideais.
Para todos um “Bom Natal”, umas “Boas Festas”. Faremos um mundo mais aprazível se nos unirmos e lutarmos por um bem maior e comum no renascer da esperança que se concretiza a 25 de Dezembro, todos os anos, na celebração do nascimento de Jesus, o Cristo.
(Carlos Arinto é co-autor de «Graças a Deus!».)
GRAÇAS A DEUS! - PALAVRAS DE PAULO GALHETO MIGUEL
Palavras de Paulo Galheto Miguel:
O meu muito sincero OBRIGADO a todos os presentes, pela “partilha” do momento. Foi um grato privilégio, para mim, conhecer gente tão linda quanto simpática!... «Graças a Deus»: não é apenas uma colectânea de autores, é também uma antologia de momentos, de experiências várias: umas vividas, outras tantas por viver!... Que cada um de nós jamais deixe, de alguma forma, “presas” ao chão; sobretudo as vividas!... Pois jamais as conseguiremos dissociar da forma, sobretudo, como cada um de nós, autores, as escrevemos!... Foi óptimo repartir ideias e sorrisos convosco!... Desejo a todos os presentes, bem como aos ausentes: um Natal muito feliz, bem como um próspero ano de 2017, pleno de coisas boas; de tudo aquilo que desejarem!!... Não percam a inspiração!!...
(Paulo Galheto Miguel é co-autor de «Graças a Deus!»
e esteve presente na sessão de lançamento.)
GRAÇAS A DEUS! - PALAVRAS DE JOÃO PEDRO BAPTISTA
Palavras de João Pedro Baptista:
«Eis o meu texto na Antologia de Natal, Graças a Deus!:
“A Criança Perdida”.
Um muito obrigado ao Isidro Sousa pela excelente edição.»
(João Pedro Baptista é co-autor de «Graças a Deus!»)
GRAÇAS A DEUS! - PALAVRAS DE PAULA HOMEM
«Mais um lançamento da Sui Generis; Mais um sucesso assinado pelo Isidro. Mais um encontro de amigos, de poetas e prosadores: mais um encontro de gargalhadas e bons momentos, de partilha e atenção. Parabéns co-autores (presentes e ausentes). Parabéns Isidro por ser o que e como é. Só assim se obtêm os sucessos e se progride. "Graças a Deus" por este ano de palavras, de suor e lágrimas, de inspiração e momentos de empenhada "trabalheira". Bem haja pelo seu empenho e cuidado. Venham muitos mais momentos Sui Generis - sinal que estamos vivos e produtivos.»
(Paula Homem é co-autora da antologia «Graças a Deus!» e esteve presente na sessão de apresentação, que ocorreu no Vlada Lounge, no dia 21 de Dezembro, pelas 19 horas.)
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