Source: http://docplayer.com.br/4808123-Lei-11-638-de-28-de-dezembro-de-2007-artigo-1-altera-o-artigo-176-inciso-iv-e-paragrafo-6o-e.html
Timestamp: 2018-06-23 22:25:23+00:00

Document:
Lei de 28 de dezembro de 2007 artigo 1 altera o artigo 176 inciso IV e parágrafo 6º e - PDF
Lei de 28 de dezembro de 2007 artigo 1 altera o artigo 176 inciso IV e parágrafo 6º e
Download "Lei 11.638 de 28 de dezembro de 2007 artigo 1 altera o artigo 176 inciso IV e parágrafo 6º e"
Liliana Castanho de Lacerda
1 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA JOSÉ APARECIDO MAION MAION & OLIVEIRA Auditores Independentes S/S Sócio
2 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA Lei de 28 de dezembro de 2007 artigo 1 altera o artigo 176 inciso IV e parágrafo 6º e artigo 188 inciso I. Obrigatoriedade da apresentação a partir de Dispensada para as companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a: R$ 2 milhões de reais na data do balanço. Era opcional até Baseada nos conceitos de caixa ou equivalentes.
3 NORMAS SOBRE ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CPC 03 Pronunciamento Técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis Correlação às Normas nternacionais de Contabilidade. Aprovado pela Delib. CVM nº 547 de D.O.U. de IAS 7 (NIC 7) de outubro de 1977, revista em 1992 Pronunciamento internacional. Statement FASB SFAS 95 Pronunciamento americano. NPC 20/99 IBRACON Aprovada em abril/1999. Lei /07 Art Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da Cia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício.
4 NORMAS SOBRE ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA Art I - balanço patrimonial; II - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados; III - demonstração do resultado do exercício; e IV - demonstração dos fluxos de caixa; e V - se companhia aberta, demonstração do valor adicionado. 6º - A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ 2 milhões de reais não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. Art As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo: I - demonstração dos fluxos de caixa - as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos: a) das operações; a) das operações; b) dos financiamentos; e c) dos investimentos.
5 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DEFINIÇÕES: Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis. Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis em caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. Fluxos de caixa são as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa.
6 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DEFINIÇÕES: Atividades operacionais são as principais atividades geradoras de receita da entidade e outras atividades diferentes das de investimento e de financiamento. Atividades de investimento são as referentes à aquisição e venda de ativos de longo prazo e investimentos não incluídos nos equivalentes de caixa. Atividades de financiamento são aquelas que resultam em mudanças no tamanho e na composição do capital próprio e endividamento da entidade.
7 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA A entidade deve divulgar os fluxos de caixa das atividades operacionais, usando: (a) o método direto, segundo o qual as principais p classes de recebimentos brutos e desembolsos brutos são divulgadas; ou (b) o método indireto, segundo o qual o lucro líquido ou prejuízo é ajustado pelos efeitos: das transações que não envolvem caixa; de quaisquer diferimentos ou outras apropriações por competência sobre recebimentos ou pagtos. operacionais passados ou futuros; e de itens de receita ou despesa associados com fluxos de caixa das atividades de investimento ou de financiamento.
8 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA As entidades são encorajadas a divulgar os fluxos de caixa decorrentes das atividades operacionais usando o método direto. O método direto proporciona informações que podem ser úteis para estimar futuros fluxos de caixa e que não estão disponíveis com o uso do método indireto.
9 Método Direto vs. Método Indireto Diret to Mé étodo Entradas Operacionais i Menos Saídas Operacionais Lucro Líquido Mais / Menos Ajustes Igual Geração Interna de Caixa Mais / Menos Geração Operacional de Caixa Mét todo Indire eto Igual Fluxo Operacional Mais / Menos Fonte: (Sá, 1998:36) Geração Não Operacional de Caixa Igual
10 O método direto demonstra os recebimentos e pagamentos derivados das atividades operacionais da empresa em vez do lucro líquido ajustado. Mostra efetivamente as movimentações dos recursos financeiros ocorridos no período.
11 O QUE BUSCAMOS DEMONSTRAR? A VARIAÇÃO NO CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA. aixa e equivalentes de caixa no início do eríodo AC 01 aixa e equivalentes de caixa no fim do eríodo AC 01 ariação no caixa BALANÇO PATRIMONIAL EXERCÍCIOS Variação AT IVO CIRCULANTE Numerário disponível AC 01 Aplicações Financeiras AC 01
12 DEMONSTRATIVO SINTÉTICO R$ mil LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO AJUSTES AO LUCRO LIQUIDO VARIAÇÃO NO ATIVO CIRCULANTE VARIAÇÃO NO PASSICO CIRCULANTE TOTAL DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS VARIAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
13 DESCRIÇÃO 2008 Atividades operacionais Lucro líquido do exercício DRE 01 Despesas (Receitas) que não afetam o capital C. Líquido Depreciação e amortização DRE 02 Variação monetária e cambial de longo prazo NE Juros de Parcelamento Especial (Paes) NE
14 ARIAÇÃO MONETÁRIA E CAMBIAL DE L.P. R$MIL ALDO NO FLUXO DE CAIXA ota Exp.17 - OUTRA CAPTAÇÃO ota Exp.19 - IMP. E CONTR. SOCIAIS ota Exp.16 - EMP. E FINANCIAMENTO utros 144 otal JUROS DE PARCELAMENTO ESPECIAIS - PAES DESCRIÇÃO EXERCÍCIOS VARIAÇÃO R$ MIL ALDO NO FLUXO DE CAIXA E 19 - IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES ECLASSIFICAÇÕES P/ O PAS.CIRC JUROS PAES PASSIVO NÃO CIRCULANTE
15 ATIVIDADES OPERACIONAIS ariação no ativo circulante onsumidores, concessionárias e permissionárias AC 02 lmoxarifado AC 03 ributos e contribuições compensáveis AC 04 mpréstimos concedidos AC 05 utros ativos operacionais AC ALANÇO PATRIMONIAL EXERCÍCIOS Variação T IVO CIRCULANTE Consumidores, conces. e perm AC 02 Empréstimos e finan. concedidos AC 05 Créditos de energia financiados AC 05 Almoxarifado AC 03 Créditos Tributários AC 04 Impostos e contribuições a recuperar AC 04 Despesas pagas antecipadamente AC 06 Cauções e depósitos vinculados AC 06 Devedores Diversos AC AC 06 otal do circulante - cx e equiv.cx OMATÓRIA AC 06 = ( )
16 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - ATIVIDADES OPERACIONAIS Variação no passivo circulante 2008 Fornecedores PC 01 Folha de pagamento PC 07 Tributos e contribuições compensáveis PC 07 Credores diversos PC 04 Pesquisa e desenvolvimento PC 02 Provisão para contingências PC 03 Encargos do consumidor PC 07 Outros passivos operacionais PC SOMATORIA DE PC 07 = (17.806)
17 ALANÇO PATRIMONIAL EXERCÍCIOS Variação irculante ornecedores PC 01 ncargos de empr. e finan PC 07 mpostos e contribuições sociais PC 07 mpréstimos e Financiamentos PC 06 utras captações de recursos brigações estimadas PC 07 esquisa sa e desenvolvimento e PC C02 rovisão para contingências PC 03 redores diversos PC 04 ntidade de prev. Complementar PC 04 uros sobre capital próprio PC 05 (B articipações nos lucros PC 07 utros PC 07 otal do circulante (B) PC 05 APRESENTADO EM ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS ( ) + ( ) = ( ) SOMATORIA PC 07 = (17.806)
18 tividades de investimentos plicações no ativo imobilizado m pesquisa e desenvolvimento utros IMOBILIZADO - NOTA EXPLICATIVA 12 escrição 31/12/ /12/2007 Variação ens em serviço , , ,00 ens em Curso , , ,00 00 otal , , ,00 aixas do ano ,00 otal aquisições i ,00752
19 Atividades id d de financiamentos i mpréstimos e financiamentos btidos a longo a prazo (NE) 452 utras captações de recursos de erceiros xigíveis a longo prazo transferidos ara o circulante N.Explicativa m circulantes transferidos para o ealizável a longo prazo efinanciamentos de créditos uros sobre capital próprio PC 05 + DRE 03 Outros PC 05 APRESENTADO EM ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS ( ) + ( ) = ( ) PC 06 = = PC
20 Transferência para o Passivo Circulante R$ mil eclassificação do PAES eclassificação de Empréstimos e Financiamentos eclassificações de Outras Captações eclassificações de Entidade Previdenciária eclassificações de Impostos Total COMPOSIÇÃO ELABORADA PELAS NOTAS Ç EXPLICATIVA
21 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO - 31/12/2008 DESCRIÇÃO 2008 Atividades operacionais Lucro líquido do exercício DRE 01 Despesas (Receitas) que não afetam o capital C. Líquido Depreciação e amortização DRE 02 Variação monetária e cambial de longo prazo NE Juros de Parcelamento Especial (Paes) NE
22 ariação no ativo circulante onsumidores, concessionárias e ermissionárias AC 02 lmoxarifado AC 03 ributos e contribuições compensáveis AC 04 mpréstimos concedidos AC 05 utros ativos operacionais AC
23 ariação no passivo circulante Fornecedores PC 01 Folha de pagamento PC 07 Tributos e contribuições compensáveis PC 07 Credores diversos PC 04 Pesquisa e desenvolvimento PC 02 Provisão para contingências PC 03 Encargos do consumidor PC 07 Outros passivos operacionais PC otal das atividades operacionais
24 Atividades de investimentos Aplicações no ativo imobilizado Em pesquisa e desenvolvimento Outros
25 tividades de financiamentos mpréstimos e financiamentos obtidos a + ongo a prazo PC (NE) utras captações de recursos de erceiros xigíveis a longo prazo transferidos para circulante m circulantes transferidos para o ealizável a longo prazo efinanciamentos de créditos uros sobre capital próprio PC 05 + DRE 03 utros
26 otal dos efetivos no caixa aixa e equivalentes de caixa no início do eríodo AC 01 aixa e equivalentes de caixa no fim do eríodo AC C01 ariação no caixa
27 Vice Presidência Técnica CFC Conselho Federal de Contabilidade - CFC Brasília, DF +55 (61)

References: artigo 1
 artigo 176
 artigo 1
 artigo 176
 artigo 1
 artigo 176
 artigo 1
 artigo 176
 artigo 188