Source: http://a-redea-solta.blogspot.com/2006/03/
Timestamp: 2017-06-27 05:26:27+00:00

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À Rédea Solta: 200603
Eu sei... Brad, 1963I Know... BradÓleo e magna sobre tela, 168 x 96 cmAix-la-Chapelle, Ludwig Forum für Internationale kunstUm olhar mais de perto sobre os pontos de BendayO que Andy Warhol invejava nas pinturas de banda desenhada de Lichtenstein eram os pontos de Benday. Mais do que o contorno a preto das figuras e a escolha limitada a cores industriais, os pontos de Benday pareciam fora do lugar na pintura. Embora imagens isoladas de banda desenhada tivessem sido há muito integradas nas belas-artes, ninguém tinha encontrado uma forma de aumentar a sua expressão para além da utilização de uma colagem ou de um motivo pintado. Ao usar referências da técnica de impressão, como os pontos de Benday, o conceito de fonte impressa permaneceu intacto. Os críticos e artistas comerciais que reprovaram Lichtenstein por não se distanciar suficientemente da sua fonte, obviamente não compreenderam que não só o conteúdo da pintura, mas também o conteúdo do estilo, eram importantes.Apesar de nem todas as obras de Lichtenstein usarem o ponteado de Benday, este tornou-se sinónimo da sua arte e continuou a acompanhá-lo.nota: O americano Benjamin Day (1838-1916) foi não só artista como inventor.Foto: Taschen
Roy Lichtenstein no seu estúdio, 1985 A Melodia Persegue a Minha Fantasia, 1965The Melody Haunts My ReverieTela de seda em vermelho, azul, amarelo, preto, 69,9 x 51,4 cm.De certa forma, Lichtenstein sempre pareceu estar a considerar toda a arte quando pintava, pensando o que seria a arte, o que esta representava, para que servia, quando e se ele a desejava ou não.Era quase impossível para Lichtenstein olhar para a arte com a reverência que a classe média instruída lhe dedicava. A banalidade fria transportada para a sua banda desenhada e para as suas imagens publicitárias, era um insulto para a instituição da arte, tradicionalmente ligada, como era, às coisas intelectuais e espirituais. ART, 1962Óleo sobre tela, 91,4 x 172.7 cm.Minneapolis (MN), Collection GordonLocksleyA grande pintura ART era uma placa para ser pendurada na parede, prova positiva de que o seu dono era de facto um coleccionador, uma pessoa de cultura. Em que é que a arte se tinha tornado senão numa mercadoria, um simbolo da classe coleccionadora, uma relação de amor estética e incestuosa carregada de implicações metafísicas? Como uma instituição, a arte merecia ser posta em contacto com a realidade na forma de cultura popular.Fotos: TASCHEN Posted by
HOJE, CÁ EM CASA, ESTAMOS TODOS COM O BENFICA!
Peixes e faixa vermelha, 1954Motherwell converte a figuração tradicional na afirmação de um gesto no vazio. A importância da imagem não reside tanto no reconhecimento do motivo como na observação de uma presença, de uma marca traçada pelo pincel.Foto: Steven Sloman Posted by
A ARTE ZEN E A DISTÂNCIA OCIDENTAL
"A aldeia da montanha envolta en névoa", pintura de Eitoku, época Muromachi, obra que evidencia claramente o estilo zen em pintura onde as formas se reduzen ao mínimo e os traços são também difusos. Procura-se, assim, sugerir o vazio ou o todo que rodeia o fim ou limite das formas. Foto: http://www.temakel.com/ensayobzenartejapon.htmA PINTURA ZENA seita budista conhecida na China por Ch’an e no Japão por Zen foi o único ramo da fé budista a exercer uma profunda e duradora influência na pintura. A doutrina, trazida para a China no século VI por um monge indiano chamado Bodhidharma, era diferente da doutrina de todas as outras seitas, na medida em que negava absolutamente o valor dos templos, das imagens e escrituras, dos rituais, e até da própria doutrina, como meios auxiliares da obtenção da iluminação. Bodhidharma, o Primeiro Patriarca, ensinava que Buda devia ser encontrado, se encontrado viesse a ser, na alma do homem, e através da verificação desta verdade dentro de si próprio um indivíduo podia atingir o conhecimento da “essência de Buda”, que está presente em todas as coisas, animadas e inanimadas.Depois de Bodhidharma, o budismo Zen cindiu-se em duas escolas rivais. A escola “nortista” fundada por outro monge indiano, Budhapriya, reivindicava que a verdade pode ser atingida através dos caminhos convencionais da disciplina e do estudo; a “sulista”, da qual fazia parte o Quinto Patriarca, Hui Neng, na qualidade de chefe principal, negava a validade destes meios, insistindo em que a iluminação provinha subitamente de si mesma e penetrava na mente despida de todas as impurezas intelecuais. A escola “nortista” corrompeu-se mas a “sulista” conservou o puro ensinamento de Bodhidharma e Hui Neng, vindo a tornar-se uma fonte de profunda inspiração para pintores, especialmente para os de tradição erudita.Determinados artistas, considerando que os métodos ortodoxos já não estavam à altura das suas necessidades, começaram a experimentar técnicas tão ousadas e excêntricas como as dos modernos expressionistas abstractos. O clarão da iluminação Zen, impossível de comunicar por palavras, poderia manifestar-se no gesto expontâneo do pincel do pintor, e cada pintura destes mestres era uma revelação do próprio eu, carregada de sentido no próprio acto de pintar.Os sectários de Zen, aqueles que eram somente teóricos, defendiam que qualquer pintor que exprimisse os seus momentos de iluminação com expontaneidade absoluta actuava no verdadeiro espírito de Zen.Michael Sulivan, Professor de Arte Asiática, Colégio de Estudos Orientais e Africanos, Universidade de Londres.
MOTHERWELL (1915-1991)
Robert Motherwell em 1988(Foto: Renate P. Motherwell)Je t'aime, nº. II, 1955Como se se tratasse de um calígrafo oriental, Motherwell exprime-se pictoricamente através de letras, números ou palavras.O gesto escrito - uma declaração de amor - reafirma, além disso, o carácter mental da pintura e a sua rejeição da imitação realista.O VAZIO E O GESTOPerante a tradicional concepção do quadro como uma janela que ao mesmo tempo nos une e nos separa de outras realidades, Motherwell identificou em várias ocasiões as suas pinturas com paredes ou muros intransponíveis e, sobretudo, com representações de um espaço vazio absoluto: "Tudo o que acontece no plano do quadro acontece diante de um vazio metafísico". Esse espaço vazio é o espaço dos nossos próprios gestos, e os motivos que o animam são a marca do movimento de uma mão que "se deixa levar" ao contacto do pincel com a superfície da tela ou o papel. O processo pictórico é parecido com a experiência quotidiana de traçar riscos sobre a superfície de areia de uma praia ou com o trabalho dos calígrafos orientais. O próprio Motherwell assinalou a afinidade entre o seu trabalho e certos tipos de pintura oriental - como a relacionada com o Zen -, também caracterizados pelo valor concedido ao gesto e ao vazio.Foto: Steven Sloman
sempre!na riqueza na pobreza, na vitória na derrota, até que a morte nos separe!e mesmo assim... não sei!
HUNDERTWASSERGirassóis; Aguarela; 32 x 26 cm; San Gimignano; 1949Hundertwasser quer, com esta imagem executada com uma simplicidade extrema, demonstrar que todo o mundo pode pintar.Foto: Taschen
as primeiras do ano foto: IMAcaso azul de pedras e de floresa que os homens chamam primavera...Coincidência de árvores e de céucom o sol a alegrar tudo o que existe...Tudo menos eu!Eu que não ando às ordens do sol nem da lua,nem de nenhum clarim,e vim hoje de propósito para a rua,pálido e triste_ para me vingar de mim.José Gomes FerreiraPoesia - III
MANIFESTO 24
manuel carmoinauguração da sua exposiçãoManifesto 2423 de março a 23 de abril 2006Angel Orensanz Foundation, Center for the Arts 172 Norfolh St., New York, NY 10002 (Off East Houston St).www.manuel-carmo.com
fotos: http://www.manuel-carmo.com
ACABARAM-SE AS REVOLUÇÕEShttp://jumento.blogdrive.com/archive/3087.html Posted by
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 14º Os organismos de protecção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental. 1 - Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.Nota:Conclui-se hoje a publicação dos 14 artigos da Declaração Universal dos Direitos do Animal gentilmente enviados a cada dia pelo Rui C. que também se preocupa com esta causa, e a quem agradeço. Posted by
MR. GEORGE CLOONEY - TAKE IV
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 13º O animal morto deve de ser tratado com respeito. 1 - As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
MR. GEORGE CLOONEY!!!
Depois de ouvir e ver as notícias do dia, de não me apetecer, sequer, pensar neste 'lugar mal frequentado' em que vivemos, e de não ter nenhuma tela nova para mostrar optei pelo CLOONEY! Espero que concordem; pelo menos as 'meninas'! :)
TENHO UMA DOR...
...SENHOR DOUTOR!
CARAS AMIGAS...
... e amigos, também!O DIA DA MULHER... É TODOS OS DIAS!
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 12º Todo o acto que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie. 1 - A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
MATISSENu Azul IV, 1952Nu Bleu IVGouache recortado, 103 x 74 cm.Nice, Musée Henri Matisse foto: TASCHENPara se levar a bom termo a missão de esposa, mãe e... assalariada, é preciso ter aparência de mulher, comportar-se como senhora, pensar como homem, e trabalhar como um cavalo.autor desconhecido
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 11º Todo o acto que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
HUNDERTWASSERO PINTOR-REI DAS CINCO PELESPrimeiro esboço de árvore locatáriatinta e aguarela sobre papel branco, 33 x 21 cm, Viena, 1973Foto: Taschen Posted by
...DEPOIS DO SALVAMENTO!Foto: "The Observer"
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 10º Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. 1 - As exibições de animais e os espectáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 9º Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
HUNDERTWASSERTree Tenants Do Not SleepTree Tenants Wide Awaketécnica mista, 38 x 38 cms, Tunes, 1973As árvores que crescem dentro e sobre as casas pagam regularmente a sua renda fornecendo valores reais como o óxigénio, o belo e o silêncio, absorvendo a poeira e regularizando o clima. Foto: Taschen
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 8º A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. 1 - As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de Janeiro de 1978 Artigo 7º Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
na riqueza na pobreza, na vitória na derro...
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL Procl...

References: Artigo 14
 Artigo 13
 Artigo 12
 Artigo 11
 Artigo 10
 Artigo 9
 Artigo 8
 Artigo 7