Source: http://www.fazenda.mg.gov.br/empresas/legislacao_tributaria/ricms_2002_seco/anexov2002_3.htm
Timestamp: 2019-06-20 10:08:10+00:00

Document:
RICMS/2002 - ANEXO V - 3/10 - SEF/MG
INICIAL A SECRETARIA CIDADÃOS EMPRESAS GOVERNO SERVIDORES AJUDA
> Legislação Tributária
> RICMS2002-SEM DISPOSITIVOS
> RICMS/2002 - ANEXO V - 3/10
Minas On-line alternativo
* Atendimento
Apuração de Estoque, Restituição e Complementação  ST
Cadastro/Habilitação de Contabilista ou Empresa Contábil
Cadastro Contribuintes ICMS (EC 87/2015)
Cadastro Contribuintes ICMS Mineiros
Cadastro Contribuintes ICMS ST externos
Certidão de Débitos Tributários
Certificação da Autenticidade de Documentos
Classificação de Atividades
Comunicação e Energia Elétrica
Consulta de Contribuintes - Petição
Consulta Pública - Protesto
Diário Eletrônico SEF
Documentos de Arrecadação
Domicílio Tributário Eletrônico - DTE
Instituições de Pagamento
LegisFácil - Pesquisa Integrada à Legislação e Orientação Tributária
PED - Processamento Eletrônico de Dados
Restituição de Tributos e Outras Receitas Estaduais
RICMS - Pesquisa Avançada
Simples Minas
TEDSEF - Transmissor de Documentos
Unidades Fiscais Referenciais
(1262)-Seção II
(1262)-Da Nota Fiscal de Venda a Consumidor
(1259) Art. 35 - A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, será de tamanho não inferior a 74 x 105mm e conterá as seguintes indicações:
I - denominação: Nota Fiscal de Venda a Consumidor;
II - número de ordem, série, subsérie e número da via;
III - data da emissão;
IV - nome, endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ do estabelecimento emitente;
V - discriminação da mercadoria, por quantidade, marca, tipo, modelo, espécie, qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
VI - valores, unitário e total, das mercadorias e valor total da operação;
(988) VII - nome, endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ do impressor da nota, data e quantidade de impressão, números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectivas séries e subséries;
VIII - nome da administradora e número do respectivo comprovante, quando se tratar de operação cujo pagamento seja efetuado por meio de cartão de crédito.
§ 1º - As indicações contidas nos incisos I, II, IV e VII do caput deste artigo serão impressas tipograficamente.
§ 2º - No caso de operação com apenas uma espécie de mercadoria, fica dispensada a citação do valor total da mesma, desde que no documento fiscal constem o seu valor unitário e o valor total da operação.
(1025) § 3º - O estabelecimento de microempresa dispensado do uso do ECF deverá emitir a nota fiscal de que trata este artigo.
§ 4º - O estabelecimento usuário de ECF deverá emitir, nas hipóteses previstas no inciso I do caput do artigo 15 da Parte 1 do Anexo VI, a nota fiscal de que trata este artigo.
(989) § 5º -
§ 6º - A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, quando não emitida por ECF, relativamente ao pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito, deverá conter o nome da Administradora e o número do respectivo comprovante de pagamento.
§ 7º - Na hipótese do parágrafo anterior, o estabelecimento emitirá, ao final do período, Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, global, por Administradora, discriminando:
I - os valores totais das vendas;
II - no campo “Informações Complementares”, os números dos documentos fiscais emitidos para acobertar as operações.
Art. 36 - A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, será emitida em, no mínimo, 2 (duas) vias, as quais terão a seguinte destinação:
I - 1ª via - entregue ao comprador;
II - 2ª via - presa ao bloco, para exibição ao Fisco.
(3522) Seção III
(3522) Da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica
(3522) Subseção I
(3522) Das Disposições Preliminares
(3522) Art. 36-A - A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e -, modelo 65, é o documento digital emitido e armazenado eletronicamente destinado a documentar operações de varejo, com entrega imediata ou em domicílio, destinadas a consumidor final não contribuinte do ICMS, exceto quando se tratar de comércio eletrônico “e-commerce” nas operações de venda pela internet.
(3522) § 1º - Para emissão de NFC-e, o contribuinte deverá estar previamente credenciado pela Secretaria de Estado de Fazenda, na forma definida em resolução do Secretário de Estado de Fazenda.
(3522) § 2º - O contribuinte credenciado para emissão da NFC-e, modelo 65, fica obrigado à emissão da NF-e, modelo 55, em substituição ao modelo 1 ou 1-A, ou da Nota Fiscal do Produtor, modelo 4.
(3522) §3º - A validade jurídica das operações e prestações documentadas por meio da NFC-e é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso concedida pela Secretaria de Estado de Fazenda antes da ocorrência do fato gerador.
(3522) § 4º - A NFC-e e os eventos a ela relacionados, assim como o pedido de inutilização de numeração, deverão ser assinados pelo emitente, com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil -, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital.
(3522) § 5º - A NFC-e poderá ser emitida em substituição:
(3522) I - à Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2;
(3522) II - ao Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF.
(3522) § 6º - É vedada a emissão da NFC-e:
(3522) I - nas hipóteses de emissão obrigatória de NF-e previstas na legislação para as operações de varejo;
(3522) II - nas operações promovidas por concessionárias de serviço público, relacionadas com o fornecimento de água, energia elétrica e gás canalizado;
(3522) III - nas prestações de serviços de comunicação;
(3522) IV - nas prestações de serviços de transporte de carga, valores e de passageiros;
(3522) V - nas operações de venda pela internet, comércio eletrônico “e-commerce”.
(3522) § 7º - É vedado o crédito fiscal de ICMS relativo às aquisições de mercadorias acobertadas por NFC-e.
(3522) Subseção II
(3522) Da Obrigatoriedade de Emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e
(3522) Art. 36-B - Resolução do Secretário de Estado de Fazenda definirá a obrigatoriedade de emissão da NFC-e.
(3672) Parágrafo único -
(3522) Subseção III
(3522) Das Características da NFC-e e da Concessão da Autorização de Uso
(3522) Art. 36-C - A NFC-e deverá ser emitida em conformidade com o disposto no Manual de Orientação do Contribuinte - MOC - publicado em Ato COTEPE/ICMS e nas Notas Técnicas emitidas pelo Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários - ENCAT -, observadas ainda as disposições do Ajuste SINIEF 19, de 9 de dezembro de 2016, e o seguinte:
(3522) I - a transmissão do arquivo digital da NFC-e e dos eventos a ela relacionados, bem como do pedido de inutilização de numeração, deverão ser efetuadas pela internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia, com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte;
(3522) II - para a transmissão do arquivo digital da NFC-e deverá ser previamente requerida Autorização de Uso da NFC-e, observado o disposto no art. 36-D desta parte;
(3522) III - o arquivo digital da NFC-e deverá ser elaborado no padrão XML (ExtendedMarkupLanguage);
(3522) IV - a numeração será sequencial de 000.000.001 a 999.999.999, por estabelecimento e por série, reiniciando-se quando atingido o limite superior;
(3522) V - a NFC-e deverá conter um código numérico, gerado pelo emitente, que comporá a “chave de acesso” de identificação da NFC-e, juntamente com o CNPJ do emitente, número e série da NFC-e;
(3522) VI - as séries serão designadas por algarismos arábicos, em ordem crescente, vedada a utilização de subsérie;
(3522) VII - a série única será representada pelo número zero;
(3522) VIII - sem prejuízo das demais exigências impostas pela legislação, deverão ser observados os seguintes procedimentos para o preenchimento da NFC-e:
(3522) a) identificação do destinatário na NFC-e nas operações:
(3522) 1 - com valor igual ou superior a R$3.000,00 (três mil reais);
(3522) 2 - com valor inferior a R$3.000,00 (três mil reais), quando solicitado pelo adquirente;
(3522) 3 - referentes à entrega em domicílio, hipótese em que também deverá ser informado o respectivo endereço;
(3655) 4 -
(3522) b) indicação, além da identificação das mercadorias comercializadas, do correspondente capítulo da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias/Sistema Harmonizado - NBM/SH -, salvo na hipótese de o item do documento se referir a mercadoria ou operação sem classificação na tabela da NBM/SH;
(3522) c) consignação obrigatória dos códigos cEAN e cEANTrib da NFC-e em conformidade com o disposto no Ajuste SINIEF 19, de 2016, quando o produto comercializado possuir código de barra GTIN (Numeração Global de Item Comercial);
(3522) d) indicação obrigatória da forma de pagamento utilizada pelo consumidor na NFC-e, tantas quantas forem as formas, e o valor do troco, se for o caso;
(3522) e) utilização obrigatória do campo específico previsto no Manual de Orientação do Contribuinte para indicação de informações exigidas pela legislação tributária, quando houver, observado o disposto § 1º.
(3522) § 1º - A consignação de dados na NFC-e efetuada de forma diversa das estabelecidas no inciso VIII do caput não supre as exigências impostas pela legislação.
(3522) § 2º - A identificação do destinatário na NFC-e, a que se refere a alínea “a” do inciso VIII, será feita por meio do número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF -, do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ - ou do número do documento de identificação de estrangeiro admitido na legislação civil.
(3522) Art. 36-D - Para fins de concessão da Autorização de Uso da NFC-e, a SEF analisará, no mínimo:
(3522) I - a regularidade fiscal do emitente;
(3522) II - o credenciamento do emitente;
(3522) III - a autoria da assinatura do arquivo digital;
(3522) IV - a integridade do arquivo digital;
(3522) V - a observância ao leiaute do arquivo e aos critérios de validação estabelecidos no Manual de Orientação do Contribuinte;
(3522) VI - a numeração do documento.
(3522) Art. 36-E - Após a análise a que se refere o art. 36-D desta parte, a SEF cientificará o emitente:
(3522) I - da rejeição do arquivo da NFC-e, em razão de:
(3522) a) falha na recepção ou no processamento do arquivo;
(3522) b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo;
(3522) c) não credenciamento do remetente para emissão;
(3522) d) duplicidade de número da NFC-e;
(3522) e) falha na leitura do número da NFC-e;
(3522) f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo;
(3522) II - da denegação da Autorização de Uso da NFC-e em razão da irregularidade fiscal do emitente, assim considerada quando o emitente, nos termos da legislação, estiver impedido de praticar operações na condição de contribuinte do ICMS;
(3522) III - da concessão da Autorização de Uso da NFC-e, que:
(3522) a) resulta da aplicação de regras formais especificadas no MOC;
(3522) b) não implica a convalidação das informações tributárias contidas na NFC-e e nos eventos subsequentes a ela atrelados;
(3522) c) identifica uma NFC-e de forma única, pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária por meio do conjunto de informações formado por CNPJ do emitente, número, série e ambiente de autorização.
(3522) Art. 36-F - Após a concessão da autorização de uso:
(3522) I - a NFC-e não poderá ser alterada, sendo vedada a emissão de carta de correção em papel ou de forma eletrônica para sanar erros na NFC-e;
(3522) II - a SEF disponibilizará consulta no Portal Estadual do Sistema Público de Escrituração Digital - SPED - Portal SPED MG”, relativa à NFC-e e aos eventos a ela relacionados, que poderá ser efetuada mediante informação da chave de acesso ou da leitura do código “QR Code”, impressos no DANFE NFC-e, por meio de qualquer aplicativo de leitura deste código disponível no mercado.
(3522) Art. 36-G - Em caso de rejeição do arquivo digital, este não será arquivado pela SEF, sendo permitido ao contribuinte nova transmissão do arquivo da NFC-e nas hipóteses das alíneas “a”, “b” e “e” do inciso I do art. 36-E desta parte.
(3522) Art. 36-H - Em caso de denegação da Autorização de Uso da NFC-e:
(3522) I - o arquivo digital transmitido ficará arquivado na SEF para consulta, nos termos do inciso II do art. 36-E desta parte, identificado como “Denegada a Autorização de Uso”;
(3522) II - não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NFC-e que contenha a mesma numeração;
(3522) III - o contribuinte deverá escriturar a NFC-e denegada sem valores monetários.
(3522) Art. 36-I - A cientificação de que trata o art. 36-E desta parte será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente via internet, contendo:
(3522) I - no caso dos incisos II e III do art. 36-E, a chave de acesso, o número da NFC-e, a data e a hora do recebimento da solicitação e o número do protocolo;
(3522) II - no caso dos incisos I e II do art. 36-E, informações que justifiquem de forma clara e precisa o motivo pelo qual a Autorização de Uso não foi concedida.
(3522) Art. 36-J - O arquivo digital da NFC-e somente poderá ser utilizado como documento fiscal após ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso da NFC-e em conformidade com o disposto no inciso III do art. 36-E desta parte e ser transmitido eletronicamente à SEF em conformidade com o disposto no inciso I do caput do art. 36-C da mesma parte.
(3522) § 1º - Ainda que formalmente regular, será considerada inidônea a NFC-e que tiver sido emitida ou utilizada com dolo, fraude, simulação ou erro, que possibilite, mesmo a terceiro, o não-pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.
(3522) § 2º - O disposto no § 1º também se aplica ao respectivo DANFE NFC-e.
(3522) Art. 36-K - O contribuinte emitente de NFC-e fica dispensado de enviar ou disponibilizar download ao consumidor do arquivo XML da NFC-e, exceto se o consumidor, antes de iniciada a emissão da NFC-e, assim o solicitar.
(3522) Art. 36-L - O emitente deverá manter a NFC-e em arquivo digital sob sua guarda e responsabilidade, ainda que fora da empresa, pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais, disponibilizando-o à SEF quando solicitado.
(3522) Parágrafo único - O disposto no caput aplica-se também ao respectivo DANFE NFC-e no caso de mercadoria não entregue ao destinatário, hipótese em que acompanhará o retorno da mercadoria contendo em seu verso o motivo do fato.
(3522) Subseção IV
(3522) Do Documento Auxiliar da NFC-e - DANFE NFC-e
(3522) Art. 36-M - O Documento Auxiliar da NFC-e - DANFE NFC-e:
(3522) I - será utilizado para representar as operações acobertadas por NFC-e;
(3522) II - será utilizado para facilitar a consulta de que trata o inciso II do art. 36-F desta parte;
(3522) III - será impresso:
(3522) a) com base no leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte - MOC - publicado em Ato COTEPE/ICMS e nas Notas Técnicas emitidas pelo ENCAT;
(3522) b) em papel com largura mínima de 58 mm e altura mínima suficiente para conter todas as seções especificadas no MOC e nas Notas Técnicas emitidas pelo ENCAT, com tecnologia que garanta sua legibilidade pelo prazo mínimo de seis meses;
(3522) IV - observará as disposições do Ajuste SINIEF 19, de 2016;
(3522) V - conterá um código bidimensional com mecanismo de autenticação digital que possibilite a identificação da autoria do DANFE NFC-e conforme padrões técnicos estabelecidos no MOC e nas Notas Técnicas emitidas pelo ENCAT;
(3522) VI - conterá a impressão do número do protocolo da concessão da Autorização de Uso, conforme definido no MOC e nas Notas Técnicas emitidas pelo ENCAT, ressalvada a hipótese prevista no art. 36-J desta parte.
(3522) § 1º - O DANFE NFC-e somente poderá ser impresso após a concessão da Autorização de Uso da NFC-e, de que trata o inciso III do art. 36-E desta parte, ou na hipótese prevista no art. 36-P da mesma parte.
(3522) § 2º - Por opção do adquirente, o DANFE NFC-e poderá:
(3522) I - ter sua impressão substituída pelo envio em formato eletrônico ou pelo envio da chave de acesso da respectiva NFC-e;
(3522) II - ser impresso de forma resumida, sem identificação detalhada das mercadorias adquiridas, conforme especificado no MOC e nas Notas Técnicas emitidas pelo ENCAT.
(3522) SubseçãoV
(3522) Do Cancelamento de NFC-e e da Inutilização de Números de NFC-e
(3522) Art. 36-N - Após a concessão de Autorização de Uso da NFC-e de que trata o inciso III do art.36-E desta parte, o emitente poderá solicitar o cancelamento do documento, em prazo não superior ao previsto no Ajuste SINIEF 19, de 2016, contado do momento em que foi concedida a respectiva autorização de uso, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observado o disposto no art.59 desta parte.
(3522) § 1º - O pedido de cancelamento de que trata este artigo será efetuado por meio do registro de Evento da NFC-e e deverá:
(3522) I - atender ao leiaute estabelecido no MOC e nas Notas Técnicas emitidas pelo ENCAT;
(3522) II - ser assinado pelo emitente, com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil -, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital;
(3522) III - ser transmitido pela internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia, com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte.
(3522) § 2º - A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NFC-e será feita mediante o protocolo de que trata o inciso III do § 1º, disponibilizado ao emitente, via internet, contendo a chave de acesso, o número da NFC-e, a data e a hora do recebimento da solicitação e o número do protocolo.
(3522) § 3º - A NFC-e cancelada deve ser escriturada sem valores monetários.
(3522) Art. 36-O - Na eventualidade de quebra de sequência da numeração de NFC-e, o contribuinte deverá solicitar a inutilização de números não utilizados, mediante Pedido de Inutilização de Número da NFC-e, até o décimo dia do mês subsequente.
(3522) § 1º - O Pedido de Inutilização de Número da NFC-e de que trata este artigo, deverá:
(3522) II - ser assinado pelo emitente, com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital;
(3522) § 2º - A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NFC-e será feita mediante o protocolo de que trata o inciso III do § 1º, disponibilizado ao emitente, via internet, contendo os números das NFC-e, a data e a hora do recebimento da solicitação e o número do protocolo.
(3522) § 3º - Os números de NFC-e inutilizados devem ser escriturados sem valores monetários.
(3522) Subseção VI
(3522) Da Contingência
(3522) Art. 36-P - Quando não for possível transmitir a NFC-e ou obter resposta à solicitação de autorização de uso em decorrência de problemas técnicos, o contribuinte deverá operar em contingência para gerar arquivos no prazo previsto no Ajuste SINIEF 19, de 2016, efetuando a geração prévia da NFC-e com a informação deste tipo de emissão e autorização posterior, conforme definido no MOC e nas Notas Técnicas emitidas pelo ENCAT.
(3522) § 1º - A operação em contingência independe de autorização.
(3654) § 2º - Farão parte do arquivo da NFC-e emitida em contingência as seguintes informações:
(3654) I - a mensagem: “Emitida em Contingência - Pendente de Autorização”, devendo ser impressa no respectivo DANFE NFC-e;
(3522) II - o motivo da entrada em contingência;
(3522) III - a data e a hora com minutos e segundos do início de entrada em contingência.
(3522) § 3º - Considera-se emitida a NFC-e em contingência no momento da impressão do respectivo DANFE NFC-e em contingência, tendo como condição resolutória a sua autorização de uso.
(3522) § 4º - Uma via do DANFE NFC-e emitido em contingência deverá permanecer à disposição do Fisco no estabelecimento até que tenha sido autorizada e transmitida a respectiva NFC-e.
(3522) § 5º - É vedada a reutilização, em contingência, de número de NFC-e transmitida com tipo de emissão “Normal”, bem como a inutilização de número de NFC-e emitida em contingência.
(3522) Art. 36-Q - Imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NFC-e, e até o primeiro dia útil subsequente, contado a partir de sua emissão, o emitente deverá transmitir à SEF as NFC-e emitidas em contingência.
(3522) Parágrafo único - Na hipótese em que a NFC-e, transmitida nos termos do caput, vier a ser rejeitada, o emitente deverá:
(3522) I - gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série, sanando a irregularidade, desde que não se altere:
(3522) a) as variáveis que determinam o valor do imposto;
(3522) b) os dados cadastrais que implique mudança do remetente;
(3522) c) os dados cadastrais do destinatário e a data de emissão ou de saída;
(3522) II - solicitar Autorização de Uso da NFC-e;
(3522) III - imprimir o DANFE NFC-e correspondente à NFC-e autorizada, no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DANFE NFC-e original.
(3522) Art. 36-R - Relativamente às NFC-e que foram transmitidas antes da contingência e que ficaram pendentes de retorno, o emitente deverá, após a cessação das falhas:
(3522) I - solicitar o cancelamento, nos termos do art. 36-N desta parte, das NFC-e que retornaram com autorização de uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acobertadas por NFC-e emitida em contingência;
(3522) II - solicitar a inutilização, nos termos do art. 36-O desta parte, da numeração das NFC- e que não foram autorizadas nem denegadas.
Da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Avulsa de Produtor
(1347) Art. 37 - A Nota Fiscal de Produtor e a Nota Fiscal Avulsa de Produtor, modelo 4, serão os documentos utilizados pelo contribuinte inscrito no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física, sempre que:
I - promover a saída ou a transmissão de propriedade de mercadoria;
II - entrar, no estabelecimento, bens ou mercadorias, real ou simbolicamente, nas hipóteses do artigo 20 desta Parte.
§ 1º - Ao produtor rural será autorizada a impressão da Nota Fiscal de Produtor, desde que:
I - pratique com habitualidade a movimentação de mercadoria;
II - realize com pontualidade o cumprimento de suas obrigações tributárias, principal e acessórias;
III - apresente o bloco de notas fiscais na Administração Fazendária (AF) que o tenha autorizado, sob pena de ser cassada a autorização concedida, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da emissão do documento, para que sejam destacadas as vias destinadas ao Fisco, inclusive as canceladas, contra recibo na via indestacável.
§ 2º - Fica dispensada a emissão do documento na travessia de mercadoria em rodovia ou ferrovia que divida o imóvel rural, quando o estabelecimento constitua unidade autônoma de produção e tenha sido objeto de inscrição única.
Art. 38 - A Nota Fiscal de Produtor conterá, nos quadros e campos próprios, observada a disposição gráfica do modelo 4, as indicações do quadro a seguir:
1 - o nome do produtor
1 - As indicações dos campos 1 a 8, 10 e 11, 13 a 15 serão impressas tipograficamente.
2 - a denominação da propriedade;
2 - As indicações dos campos 1, 8, 10 e 11 serão impressas, no mínimo, em corpo "8", não condensado.
3 - a localização (bairro, distrito, endereço);
3 - Nas hipóteses de entrada de mercadoria ou bem na propriedade rural a qualquer título, quando o remetente não estiver obrigado a emitir documento fiscal, o produtor deverá especificar essa circunstância no campo “natureza da operação”.
4 - o município;
4 - As indicações dos campos 2 a 8, 10 e 13 poderão ser impressas pelo sistema de processamento eletrônico de dados, observados os requisitos da legislação pertinente.
5 - a unidade da Federação;
6 - o telefone ou fax;
7 - o Código de Endereçamento Postal (CEP);
8 - o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF) do Ministério da Fazenda;
9 - a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada, tais como: venda, compra, transferência, devolução, importação, consignação, remessa (para fins de demonstração, de industrialização ou outra), retorno de exposição ou feira;
(1347)-10 - o número de inscrição no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física;
11 - a denominação "Nota Fiscal de Produtor";
12 - a indicação da operação, se de entrada ou de saída;
13 - o número de ordem da Nota Fiscal de Produtor e, imediatamente abaixo, a expressão "Série", acompanhada do número correspondente, se adotada nos termos do § 2º do artigo 136 deste Regulamento;
14 - o número e destinação da via da Nota Fiscal de Produtor;
15 - a data-limite para emissão da Nota Fiscal de Produtor, ou a indicação "00.00.00" quando não estabelecida;
16 - a data de emissão da nota fiscal;
17 - a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento;
18 - a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento.
DESTINATÁRIO/
Nas operações de exportação, o campo destinado ao município será preenchido com o nome da cidade e do país de destino.
1 - o nome ou razão social;
2 - o número de inscrição no CNPJ ou no CPF;
3 - o endereço (bairro, distrito, CEP, nome da propriedade quando o destinatário for produtor rural);
6 - o número de inscrição estadual.
Quando adotado pelo emitente, deverá conter as indicações previstas na legislação pertinente.
1 - a descrição dos produtos, compreendendo: nome, marca, tipo, modelo, série, espécie, qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
1 - É facultada a impressão de pautas no quadro “Dados do Produto”.
2 - o Código de Situação Tributária (CST);
2 - Nas operações sujeitas a mais de uma alíquota ou situação tributária, os dados do quadro "Dados do Produto" deverão ser subtotalizados por alíquota ou situação tributária.
3 - a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos;
4 - a quantidade dos produtos;
5 - o valor unitário dos produtos;
6 - o valor total dos produtos;
7 - a alíquota do ICMS.
CÁLCULO DO IMPOSTO
1 - o número de autenticação do Documento de Arrecadação Estadual (DAE) e a data do recolhimento, quando exigidos;
2 - a base de cálculo total do ICMS;
3 - o valor do ICMS incidente na operação;
4 - o valor total dos produtos;
5 - o valor total da nota fiscal;
6 - o valor do frete;
7 - o valor do seguro;
8 - o valor de outras despesas acessórias.
TRANSPORTADOR/
VOLUMES TRANSPORTADOS
1 - o nome ou razão/denominação social do transportador e a expressão "autônomo", se for o caso;
2 - a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário;
1 - Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário, esta circunstância será indicada no campo "Nome/Razão Social", com a expressão "Remetente" ou "Destinatário", dispensadas as indicações dos campos 2 e 5 a 9.
3 - a placa do veículo, no caso de transporte rodoviário, ou outro elemento identificativo nos demais casos;
2 - No campo "Placa do Veículo" deverá ser indicada a placa do veículo tracionado, quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de veículo, devendo a placa dos demais veículos tracionados, quando houver, ser indicada no campo "Informações Complementares".
4 - a unidade da Federação de registro do veículo;
5 - o número de inscrição do transportador no CNPJ ou CPF;
6 - o endereço do transportador;
7 - o município do transportador;
8 - a unidade da Federação do domicílio do transportador;
9 - o número de inscrição estadual do transportador, quando for o caso;
10 - a quantidade de volumes transportados;
11 - a espécie dos volumes transportados;
12 - a marca dos volumes transportados, quando for o caso;
13 - a numeração dos volumes transportados, quando for o caso;
14 - o peso bruto dos volumes transportados;
15 - o peso líquido dos volumes transportados.
1 - no campo "Informações Complementares", indicações exigidas neste Regulamento e dados de interesse do emitente, tais como: não-incidência, isenção, diferimento, suspensão, redução de base de cálculo, número do pedido, vendedor, emissor da nota fiscal, local de entrega, quando diverso do endereço do destinatário, nas hipóteses previstas na legislação, e propaganda;
1 - Nas vendas a prazo, quando não houver emissão de Nota Fiscal Fatura de Produtor ou de fatura ou, ainda, quando esta for emitida em separado, a Nota Fiscal, além dos requisitos exigidos neste Capítulo, deverá conter, impressas, ou mediante carimbo, no campo "Informações Complementares", indicações sobre a operação, tais como: preço à vista, preço final, quantidade, valor e datas de vencimento das prestações.
2 - o número de controle do formulário, no caso de nota fiscal emitida por processamento eletrônico de dados;
3 - no campo “Reservado ao IEF”, espaço destinado à fixação do Selo Ambiental Autorizado (SAA);
2 - Na Nota Fiscal de Produtor, emitida relativamente à saída de mercadorias em retorno ou em devolução, serão indicados, ainda, no campo "Informações Complementares", o número, a data de emissão e o valor da operação do documento original.
(1329)-3 -
4 - no campo “Processo Desmate”, espaço para anotação do número da Autorização para Exploração Florestal;
5 - no campo "Reservado ao Fisco", indicações de uso exclusivo do Fisco;
6 - o campo “Certificado de Vacina Documento Sanitário”, será preenchido quando se tratar de operação com gado bovino ou bufalino.
§ 1º - No rodapé ou na lateral direita da Nota Fiscal de Produtor deverão constar, impressos tipograficamente, no mínimo, em corpo "5" não condensado, o nome, o endereço e os números de inscrição, estadual e no CNPJ, do impressor da nota, a data e a quantidade da impressão, os números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectiva série, o número e a data da AIDF e a identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.
§ 2º - No comprovante de entrega dos produtos, que integrará apenas a 1ª (primeira) via da Nota Fiscal de Produtor, na forma de canhoto destacável, deverá constar:
I - a declaração de recebimento dos produtos;
II - a data do recebimento dos produtos;
III - a identificação e assinatura do recebedor dos produtos;
IV - a expressão "Nota Fiscal de Produtor", impressa tipograficamente;
V - o número de ordem da Nota Fiscal de Produtor, impresso tipograficamente ou por processamento eletrônico de dados.
§ 3º - Observados os requisitos da legislação pertinente, a Nota Fiscal de Produtor poderá ser emitida por processamento eletrônico de dados, com espaço em branco de até 5,0 cm na margem superior, na hipótese de uso de impressora matricial.
§ 4º - Serão dispensadas as indicações do quadro “Dados do Produto” se estas constarem de romaneio que passará a constituir parte inseparável da Nota Fiscal de Produtor, desde que obedecidos os seguintes requisitos:
I - o romaneio deverá conter, no mínimo, as indicações dos campos 1 a 5, 8, 10, 13, 14, 16 e 17 do quadro “Emitente”, dos campos do quadro “Destinatário/Emitente”, do campo 5 do quadro “Cálculo do Imposto”, dos campos 1 a 8 do quadro “Transportador/Volumes Transportados” e do § 1º deste artigo;
II - a Nota Fiscal de Produtor deverá conter as indicações do número e data do romaneio e, este, do número e data daquela.
§ 5º - A Nota Fiscal de Produtor poderá conter, impressas tipograficamente no verso, informações complementares de interesse do emitente, hipótese em que será reservado espaço, com a dimensão mínima de 100 X 150 mm, em qualquer sentido, para a aposição de carimbos pela fiscalização.
§ 6º - A Nota Fiscal de Produtor será de tamanho não inferior a 210 X 203 mm, em qualquer sentido, observado o seguinte:
I - suas vias não poderão ser impressas em papel jornal;
II - poderá ser confeccionada em tamanho inferior, exclusivamente nos casos de emissão por processamento eletrônico de dados, desde que as indicações a serem impressas quando de sua emissão, sejam grafadas em, no máximo, 17 (dezessete) caracteres por polegada.
§ 7º - A Nota Fiscal de Produtor poderá servir como fatura, feita a inclusão dos elementos necessários no quadro "Fatura", caso em que a denominação do documento passará a ser "Nota Fiscal Fatura de Produtor".
§ 8º - Tratando de operação com produto ou subproduto florestal constante da Tabela 1 anexa ao Regulamento da Taxa Florestal, aprovado pelo Decreto nº 36.110, de 4 de outubro de 1994, na nota fiscal deverá constar, ainda, no campo destinado à descrição dos produtos, a informação relativa a sua origem (floresta nativa, manejo florestal, ou floresta plantada).
§ 9º - Na hipótese do § 3º do artigo 115 deste Regulamento, tendo sido emitida nota fiscal pelo produtor, na mesma deverá constar o endereço do estabelecimento onde a mercadoria foi produzida.
§ 10 - A aposição de carimbos na Nota Fiscal de Produtor, durante o trânsito da mercadoria, será feita no verso da mesma, salvo quando as vias forem carbonadas.
Art. 39 - A Nota Fiscal de Produtor, modelo 4, confeccionada pela Secretaria de Estado da Fazenda, para fornecimento em suas repartições, receberá a denominação de Nota Fiscal Avulsa de Produtor.
§ 1º - Na Nota Fiscal Avulsa de Produtor serão lançados, nos campos próprios, os seguintes elementos:
I - código da unidade administrativa emitente e descrição da respectiva SRF;
II - descrição da unidade administrativa emitente ou da entidade autorizada à emissão;
III - município e local da emissão;
IV - indicação da operação, se de entrada ou saída;
V - data da emissão, data da entrada ou da saída efetiva da mercadoria do estabelecimento, e hora da saída;
VI - natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada, tais como: venda, transferência, devolução, importação, consignação, remessa (para fins de demonstração, de industrialização ou outra), retorno de exposição ou feira;
VII - Código Fiscal da Operação (CFOP);
VIII - nome/razão social, endereço, bairro ou distrito, CEP, código do município, município, fone ou fax, unidade da Federação, país, números de inscrição, estadual e no CNPJ ou CPF, do remetente;
IX - nome/razão social, endereço, bairro ou distrito, CEP, código do município, município, fone ou fax, unidade da Federação, país, números de inscrição, estadual e no CNPJ ou CPF, do destinatário;
X - descrição dos produtos compreendendo: nome, marca, tipo, modelo, série, qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação, o Código da Situação Tributária (CST), a unidade de medida utilizada para quantificação dos produtos, a quantidade dos produtos, o valor unitário dos produtos, o valor total dos produtos e a alíquota do ICMS;
XI - base de cálculo do ICMS da operação, valor do ICMS da operação, base de cálculo ICMS ST/operação, valor do ICMS ST/operação, valor total dos produtos, valor do frete, valor do seguro, outras despesas acessórias, valor do ICMS frete, valor total da nota, informações sobre o recolhimento do imposto (tipo de documento, código do banco/agência, unidade administrativa), data do recolhimento e valor do crédito do ICMS, observado o disposto nos artigos 68 a 70 desta Parte;
XII - nome/razão social do transportador e o endereço, município, a unidade da Federação, números de inscrição, estadual e no CNPJ ou CPF, placa do veículo e unidade da Federação de registro, código RENAVAM, exercício, marca, modelo e ano;
XIII - nome do motorista, número da carteira de habilitação e a unidade da Federação, número da carteira de identidade, o endereço, o município, a unidade da Federação e CPF;
XIV - quantidade, espécie, marca ou número dos volumes ou produtos transportados;
XV - peso bruto e peso líquido dos produtos transportados;
(1327) XVI - Carimbo Administrativo, nas hipóteses previstas em portaria da Subsecretaria da Receita Estadual, e número da respectiva licença para exploração ou colheita, quando se tratar de operação com produto ou subproduto florestal;
XVII - número do Certificado de Vacinação, quando se tratar de operação com gado bovino ou bufalino;
XVIII - assinatura e identificação do responsável pela emissão da nota fiscal e a hora da emissão;
XIX - assinatura do produtor rural ou de pessoa por ele credenciada;
XX - indicação, no campo destinado ao Fisco, do número e data da nota fiscal emitida em decorrência do disposto no inciso I do § 1º do artigo 20 desta Parte.
§ 2º - A Nota Fiscal Avulsa de Produtor conterá as seguintes indicações, tipograficamente impressas:
I - a denominação “Nota Fiscal Avulsa de Produtor”;
II - número de ordem e número e destinação da via;
III - data limite para emissão da Nota Fiscal Avulsa de Produtor: “00.00.00”;
IV - demais composições do modelo, constantes de palavras, expressões, linhas e retângulos.
§ 3º - Tratando de operação com produto ou subproduto florestal constante da Tabela 1 anexa ao Regulamento da Taxa Florestal, aprovado pelo Decreto nº 36.110, de 4 de outubro de 1994, na nota fiscal deverá constar, ainda, no campo destinado à descrição dos produtos, a informação relativa a sua origem (floresta nativa, manejo florestal, ou floresta plantada).
Art. 40 - No momento da emissão da Nota Fiscal Avulsa de Produtor, não sendo possível identificar o nome do transportador, no campo “Nome/Razão Social” do quadro “Transportador/Volume Transportado/Veículo e Motorista” será feita a observação: "Dados lançados no verso".
Parágrafo único - Na hipótese deste artigo, os dados relativos ao transportador, veículo e motorista serão lançados com aposição de carimbo, mediante preenchimento dos espaços, no verso de todas as vias do documento, que acompanharão a mercadoria em seu transporte.
Art. 41 - A Nota Fiscal Avulsa de Produtor será emitida a requerimento do produtor:
I - na Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito;
II - na repartição fazendária de seu domicílio civil, da sede social ou do principal estabelecimento no Estado;
III - nas cooperativas ou entidades de classe que congreguem produtores rurais e das quais seja ele cooperado ou associado e nos armazéns-gerais, desde que autorizados a emitir o documento, na forma dos incisos I e II do caput do artigo 42 desta Parte;
(1477) IV -
Parágrafo único - Estando o produtor rural submetido ao regime especial de controle e fiscalização previsto nos artigos 197 a 200 deste Regulamento, a nota fiscal somente poderá ser obtida na AF a que estiver circunscrito.
Art. 42 - Os blocos de notas fiscais de produtor, confeccionados pela Secretaria de Estado da Fazenda, poderão ser distribuídos:
I - mediante requerimento, às cooperativas ou entidades de classe, situadas no Estado, que congreguem produtores rurais, as quais ficarão responsáveis pela emissão dos documentos, desde que assinem termo de compromisso com a Administração Fazendária (AF) a que estiverem circunscritos;
II - mediante requerimento, a armazém-geral situado no Estado, para utilização no acobertamento de operações com a mercadoria de propriedade de produtor rural mineiro, nele armazenada, desde que assine termo de compromisso com a AF a que estiver circunscrito, observado o disposto no parágrafo único.
(1477) III -
Parágrafo único - Na hipótese do inciso II do caput deste artigo, a nota fiscal será emitida após a comprovação do cumprimento das obrigações relacionadas com a operação, principalmente com referência ao recolhimento do imposto, podendo o mesmo ser efetuado na localidade do domicílio fiscal do armazém-geral, vedado o abatimento de qualquer valor a título de crédito do imposto.
Art. 43 - As cooperativas e as entidades de classe sub-rogam-se em todas as responsabilidades relativas ao cumprimento das obrigações fiscais a serem observadas por contribuinte que tenha em sua posse bloco de notas fiscais.
Art. 44 - O IEF, as cooperativas, as entidades de classe e o armazém-geral autorizados, na forma do artigo 42 desta Parte, a manter em seu poder bloco de notas fiscais de produtor, apresentá-lo-ão na Administração Fazendária (AF) que o tenha autorizado, sob pena de ser cassada a autorização concedida, até o dia 15(quinze) do mês subseqüente ao da emissão do documento, para que sejam destacadas as vias destinadas ao Fisco, inclusive as canceladas, contra recibo na via indestacável.
§ 1º O armazém-geral entregará, juntamente com o bloco de notas fiscais de produtor, quando for o caso:
I - o documento comprobatório do credenciamento previsto no inciso XIX do § 1º do artigo 39 desta Parte;
II - a 4ª (quarta) via da nota fiscal emitida, pela entrada correspondente, pelo adquirente da mercadoria.
§ 2º - A AF a que estiver circunscrito o armazém-geral remeterá à AF a que estiver circunscrito o produtor alienante a 4ª (quarta) via da nota fiscal emitida na entrada, quando houver obrigatoriedade de sua emissão.
Art. 45 - A Nota Fiscal de Produtor e a Nota Fiscal Avulsa de Produtor serão emitidas em 04 (quatro) vias, com a seguinte destinação:
I - relativamente à Nota Fiscal de Produtor:
DESTINAÇÃO DA VIA
Interna e Interestadual
Acompanhará a mercadoria em seu transporte e será entregue ao destinatário.
Permanecerá presa ao bloco para exibição ao Fisco - arquivo do produtor.
Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o remetente - arquivo.
Acompanhará a mercadoria para fins de controle da unidade da Federação do destinatário.
Acompanhará a mercadoria juntamente com a 1ª (primeira) via, devendo ser retida pela fiscalização que interceptar o trânsito, para remessa à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o destinatário; não havendo interceptação, o destinatário deverá entregá-la à AF a que estiver circunscrito.
II - relativamente à Nota Fiscal Avulsa de Produtor:
Arquivo fiscal - Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o remetente.
Arquivo do produtor remetente.
Acompanhará a mercadoria juntamente com a 1ª (primeira) via, devendo ser retida pela fiscalização que interceptar o trânsito, para remessa à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o destinatário; não havendo interceptação, o destinatário deverá entregá-la na AF a que estiver circunscrito.
Art. 46 - Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal constantes da Tabela 1, anexa ao Regulamento da Taxa Florestal, aprovado pelo Decreto nº 36.110, de 4 de outubro de 1994, será observado o seguinte:
(1473) I - a nota fiscal emitida pelo produtor deverá conter no campo próprio o número do Documento Autorizativo para Intervenção Ambiental (DAIA);
(1327) II - tratando-se de Nota Fiscal Avulsa de Produtor, o responsável pela emissão da nota fiscal deverá solicitar ao produtor rural a apresentação do Documento Autorizativo para Intervenção Ambiental, cujo número deverá constar no campo próprio da Nota Fiscal Avulsa de Produtor.
(1330) III -
(1330) IV -
(1330) V -
(1330) VI -
(1474) § 1º - As Notas Fiscais referidas neste artigo conterão, na 1ª (primeira) via, o Carimbo Administrativo aposto pela Administração Fazendária, nas hipóteses previstas em portaria da Subsecretaria da Receita Estadual.
(1474) § 2º - O contribuinte que promover operações com e sem exigência do carimbo na respectiva nota fiscal deverá utilizar série distinta para cada uma delas.
(1477) Parágrafo único -
Da Nota Fiscal Avulsa
Art. 47 - A Nota Fiscal Avulsa, impressa pela Secretaria de Estado da Fazenda, será emitida pela repartição fazendária, à vista de requerimento do interessado e mediante o recolhimento da taxa de expediente:
I - na saída de mercadoria ou bem remetido por pessoa não-inscrita, mas sujeita ao imposto;
II - na saída de mudança, vasilhame, aparelho para conserto, devolução de objeto de uso, e em outras saídas não especificadas e não sujeitas à tributação, quando o remetente for pessoa não-inscrita como contribuinte;
III - em outras hipóteses, a critério do Chefe da repartição fazendária.
(538) Art. 48 - A Nota Fiscal Avulsa destina-se, ainda, a acobertar:
(538) I - mercadoria em trânsito ou a regularizar o seu depósito, nos casos de:
(539) a - apreensão de documentos fiscais;
(539) b - exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular;
(539) c - mercadoria em trânsito, originária de fora do Estado e destinada a comércio em território mineiro, sem destinatário certo.
(538) II - a prestação de serviço de transporte interestadual para destinatário localizado em outra unidade da Federação, nos casos de exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular.
(542) III -
Art. 49 - A Nota Fiscal Avulsa não poderá ser emitida para operação sujeita ao IPI.
Art. 50 - A Nota Fiscal Avulsa será de tamanho não inferior a 210 X 280mm e conterá as seguintes indicações, tipograficamente impressas:
I - denominação: Nota Fiscal Avulsa;
II - número de ordem e número da via;
III - demais composições do modelo, constantes de palavras, expressões, linhas e retângulos.
Art. 51 - Na Nota Fiscal Avulsa serão lançadas, observada a disposição gráfica do modelo 1, as indicações do quadro a seguir:
1 - o código da unidade administrativa emitente e a descrição da respectiva SRF;
2 - a descrição da unidade administrativa emitente;
3 - o município e o local da emissão;
4 - a natureza da operação e o código fiscal da operação (CFOP);
5 - a data de emissão da nota;
6 - a data e hora da efetiva saída da mercadoria.
REMETENTE/
1 - o nome ou a razão social;
2 - o número de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes (CNPJ), ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF), do Ministério da Fazenda;
3 - o endereço;
4 - o bairro ou distrito;
5 - o Código de Endereçamento Postal (CEP);
6 - o Código do município;
7 - o município;
8 - o telefone ou fax;
9 - a unidade da Federação;
10 - o país;
11 - o número de inscrição estadual.
Na operação de exportação, o campo destinado ao município será preenchido com o nome da cidade de destino.
DADOS DO PRODUTO/
1 - número de ordem do item;
2 - a descrição dos produtos/serviços, compreendendo: nome, marca, tipo, modelo, série, espécie, qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
3 - o Código de Situação Tributária (CST);
4 - a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos/serviços;
5 - a quantidade dos produtos/serviços;
6 - o valor unitário dos produtos/serviços;
7 - o valor total dos produtos/serviços;
8 - a alíquota do ICMS.
1 - a base de cálculo total do ICMS;
2 - o valor do ICMS incidente sobre a operação ou prestação;
3 - a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ICMS retido por substituição tributária, quando for o caso;
4 - o valor do ICMS retido por substituição tributária, quando for o caso;
5 - o valor total dos produtos ou das prestações;
8 - o valor das despesas acessórias;
9 - o valor total do IPI, se for o caso;
10 - o valor total da nota fiscal;
11 - o número e a data do documento de arrecadação relativo à operação ou à prestação, a identificação do banco e da agência, ou da unidade fiscal onde foi efetuado o recolhimento do imposto;
12 - a data de pagamento do documento de arrecadação;
13 - o número do Termo de Apreensão e Depósito ou do Auto de Infração, se for o caso.
1 - o nome ou a razão social do transportador e a expressão, “Autônomo”, se for o caso;
2 - a indicação do tomador do serviço;
3 - o número de inscrição do transportador no CNPJ, ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF), do Ministério da Fazenda;
4 - o endereço do transportador;
5 - o município do transportador;
6 - a unidade da Federação do domicílio do transportador;
7 - o número de inscrição estadual do transportador, quando for o caso;
8 - a placa do veículo, no caso de transporte rodoviário ou outro elemento identificado nos demais casos;
9 - a unidade da Federação de registro do veículo;
10 - o código RENAVAM do veículo;
11 - o exercício referente ao licenciamento do veículo;
12 - a marca, o modelo e o ano do veículo;
13 - o nome do motorista;
14 - o número da carteira de habilitação do motorista;
15 - a unidade da Federação que expediu a carteira de habilitação do motorista;
16 - o número do documento de identidade do motorista;
17 - o endereço do motorista;
18 - o número de inscrição do motorista no Cadastro de Pessoa Física (CPF) do Ministério da Fazenda;
19 - a quantidade de volumes transportados;
20 - a espécie dos volumes transportados;
21 - a marca dos volumes transportados;
22 - a numeração dos volumes transportados;
23 - o peso bruto dos volumes transportados;
24 - o peso líquido dos volumes transportados.
1 - no campo “Informações Complementares”, o motivo de seu fornecimento e outras indicações exigidas neste Regulamento;
2 - no campo “Reservado ao Fisco”, aposição de carimbo, se for o caso.
1 - Na emissão de nota fiscal na saída de mercadorias em retorno, ou em devolução, deverão ser indicados, ainda, no campo ”Informações Complementares”, o número, a data de emissão e o valor da operação do documento original.
2 - Caso o campo “Informações Complementares” não seja suficiente para conter as indicações exigidas, poderá ser utilizado, excepcionalmente, o quadro “Dados do Produto/Serviços”, desde que não prejudique a clareza do documento.
RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO
1 - o nome, a identificação e a assinatura do funcionário responsável pela emissão.
1 - o nome, a identificação e a assinatura do requerente, na hipótese de emissão pela fiscalização, no trânsito de mercadorias, esses campos serão preenchidos com o nome, a identificação e a assinatura do transportador/motorista.
Art. 52 - A Nota Fiscal Avulsa será emitida em 3 (três) vias, as quais terão a seguinte destinação:
I - 1ª via - acompanhará a mercadoria ou o bem no seu transporte e será entregue ao destinatário;
II - 2ª via - arquivo fiscal;
III - 3ª via:
a - nas operações internas:
a.1 - se o destinatário for contribuinte do imposto, será remetida à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o destinatário;
a.2 - nas demais hipóteses, acompanhará a mercadoria ou o bem e será recolhida pela fiscalização ao interceptar o trânsito;
b - nas operações interestaduais, acompanhará a mercadoria ou o bem, para fins de controle do Fisco de destino.
§ 1° - Quando a emissão de Nota Fiscal Avulsa acobertar prestação de serviço, será observada a mesma destinação das vias adotada para as operações.
§ 2° - Na hipótese da subalínea “a.2” do inciso III do caput deste artigo, a fiscalização visará a 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa.
§ 3° - Na hipótese da operação ou prestação exigir mais de 03 (três) vias, será utilizada cópia reprográfica da 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa.
Art. 53 - A Nota Fiscal Avulsa está sujeita aos mesmos prazos de validade e de prorrogação previstos nos artigos 58 a 67 desta Parte.
(2003) CAPÍTULO VI-A
(2003) Da Nota Fiscal Eletrônica Avulsa
(2003) Art. 53-A.
(2003) I -
(2003) II -
(2003) Parágrafo único.
(2003) Art. 53-B.
(1580) CAPÍTULO VI-B
(1580) Da Nota Fiscal Avulsa Emitida por meio do SIARE
(1580) Art. 53-C. A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do Sistema Integrado de Administração da Receita Estadual (SIARE) da Secretaria de Estado de Fazenda será utilizada nas seguintes hipóteses:
(1580) I - na saída ou transmissão de propriedade de mercadoria ou bem promovida por pessoa não-inscrita, mas sujeita ao imposto;
(1580) II - na saída de mudança, vasilhame, aparelho para conserto, devolução de objeto de uso, e em outras saídas não especificadas e não sujeitas à tributação, quando o remetente for pessoa não-inscrita como contribuinte;
(1580) III - nas operações de saída promovidas pelo produtor rural inscrito no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física;
(1580) IV - na entrada, no estabelecimento de produtor rural inscrito no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física, de bens ou mercadorias, real ou simbolicamente, nas hipóteses previstas no artigo 20 desta Parte, no que couber;
(2599) V - nas operações de saída promovidas pelo Microempreendedor Individual (MEI);
(2600) VI - na entrada, no estabelecimento de Microempreendedor Individual (MEI), de bens ou mercadorias, real ou simbolicamente, nas hipóteses previstas no artigo 20 desta Parte, no que couber;
(2600) VII - em outras hipóteses, a critério do Chefe da repartição fazendária.
(1580) § 1º Na hipótese do inciso III do caput deste artigo, fica dispensada a emissão do documento na travessia de mercadoria em rodovia ou ferrovia que divida o imóvel rural, quando o estabelecimento constitua unidade autônoma de produção e tenha sido objeto de inscrição única.
(1580) § 2º A Nota Fiscal de que trata o caput será emitida mediante requerimento do interessado no Módulo “Nota Fiscal Avulsa” do SIARE.
(1580) Art. 53-D. A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE destina-se, ainda, a acobertar:
(1580) I - mercadoria em trânsito ou a regularizar o seu depósito, nos casos de:
(1580) a) apreensão de documentos fiscais;
(1580) b) exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular;
(1580) c) mercadoria em trânsito, originária de fora do Estado e destinada a comércio em território mineiro, sem destinatário certo.
(1580) II - a prestação de serviço de transporte interestadual para destinatário localizado em outra unidade da Federação, nos casos de exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular.
(1580) Art. 53-E. A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE conterá as seguintes indicações:
(1580) I - denominação “Nota Fiscal Avulsa”;
(1580) II - número e destinação da via;
(1580) III - demais composições do modelo, constantes de palavras, expressões, linhas e retângulos.
(1580) Art. 53-F. Na Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE serão lançadas, além das indicações previstas no art. 53-E, observada a disposição gráfica do modelo 1, as indicações do quadro a seguir:
3 - o município e unidade administrativa ou entidade autorizada à emissão;
4 - a natureza da operação;
5 - e o código fiscal da operação (CFOP);
6 - a inscrição estadual do substituto tributário, se for o caso;
7 - a data da emissão;
8 - a data da saída/entrada;
9 - a hora da saída.
REMETENTE/DESTINATÁRIO
1 - o nome ou nome empresarial;
2 - o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF), do Ministério da Fazenda;
6 - o código e o nome do município;
7 - o telefone ou fax;
8 - a unidade da Federação;
9 - o país;
10 - o número de inscrição estadual.
1 - a base de cálculo do ICMS da operação ou prestação;
11 - o número do documento de arrecadação relativo à operação ou à prestação;
13 - o número do documento de arrecadação relativo à prestação de serviço de transporte (frete);
14 - o número e a data do AAD ou do AI, se for o caso.
1 - o nome ou nome empresarial do transportador;
2 - o número de inscrição do transportador no CNPJ ou no CPF;
3 - o número de inscrição estadual do transportador, quando for o caso;
5 - o bairro ou distrito do transportador;
6 - o Código de Endereçamento Postal (CEP);
9 - a placa do veículo, no caso de transporte rodoviário ou outro elemento identificado nos demais casos;
11 - a indicação do tomador do serviço;
12 – com relação aos volumes transportados:
a) a quantidade;
b) a espécie;
c) a marca;
d) a numeração;
e) o peso bruto;
f) o peso líquido.
1- No momento da emissão da Nota Fiscal Avulsa, não sendo possível identificar o transportador, no campo “Informações Complementares/Motivo da Emissão” do quadro “Dados Adicionais” será feita a observação: "O requerente deverá informar os dados do transportador no verso da NFA”.
2 - Quando o serviço de transporte tiver início no mesmo município de destino da mercadoria, será dispensada a identificação do transportador.
3 - Os campos 4 a 8 são de preenchimento opcional.
4 - No campo "Placa do Veículo" deverá ser indicada a placa do veículo tracionado, quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de veículo, devendo a placa do veículo tracionado, quando houver, ser indicada no campo "Informações Complementares/Motivo de Emissão" do quadro “Dados Adicionais”.
1 - no campo “Informações Complementares/Motivo de Emissão”, o motivo de seu fornecimento e outras indicações exigidas neste Regulamento;
2 - campo reservado ao IEF;
3 - no campo “Reservado ao Fisco”, aposição de carimbo, se for o caso;
4 - Código de Barras/Código de Acesso;
5 - a expressão “Declaro estar ciente e de acordo com os dados apostos neste documento.”, com campo para assinatura e documento de identidade;
6 - o número do Termo de Apreensão e Depósito ou do Auto de Infração, se for o caso.
2 - Caso o campo “Informações Complementares/Motivo de Emissão” não seja suficiente para conter as indicações exigidas, poderá ser utilizado, excepcionalmente, o quadro “Dados do Produto/Serviços”, desde que não prejudique a clareza do documento.
3 - No rodapé do documento será impresso o código de controle, que servirá para certificar o documento e o número da folha e número total de folhas.
4 - Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal constantes da Tabela 1, anexa ao Regulamento da Taxa Florestal, aprovado pelo Decreto nº 36.110, de 4 de outubro de 1994, no campo “Informações Complementares /Motivo de Emissão”, informar o Documento Autorizativo da Intervenção Ambiental (DAIA).
5 - Tratando-se de operação com animais, no campo “Informações Complementares/Motivo de Emissão”, informar o número da Guia de Trânsito Animal (GTA).
(1580) Art. 53-G. A Nota Fiscal Avulsa de que trata este Capítulo será emitida em 2 (duas) vias nas operações internas e em 3 (três) vias nas operações interestaduais e para o exterior, as quais terão a seguinte destinação:
(1580) I - 1ª via - acompanhará a mercadoria ou o bem no seu transporte e será entregue ao destinatário;
(1580) II - 2ª via - acompanhará a mercadoria ou o bem e será recolhida pela fiscalização ao interceptar o trânsito;
(1580) III - 3ª via: acompanhará a mercadoria ou o bem, para fins de controle do Fisco de destino.
(1580) § 1° Quando a emissão de Nota Fiscal Avulsa acobertar prestação de serviço, será observada a mesma destinação das vias adotada para as operações.
(1580) § 2° Na hipótese do inciso II do caput deste artigo, a fiscalização visará a 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa.
(1580) § 3° Na hipótese da operação ou prestação exigir mais de 3 (três) vias, será utilizada cópia reprográfica da 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa.
(1580) Art. 53-H. A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE está sujeita aos mesmos prazos de validade e de prorrogação previstos nos artigos 58 a 67 desta Parte.
Da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica
Art. 54 - A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica, modelo 6, será utilizada por qualquer estabelecimento que promover saída de energia elétrica.
Art. 55 - A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será de tamanho não inferior a 90 X 150mm, e conterá as seguintes indicações:
(356) I - denominação: Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica;
(356) II - identificação do emitente: nome, endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ;
III - identificação do destinatário: nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, se for o caso;
IV - número da conta;
V - datas da leitura e da emissão;
VI - discriminação da mercadoria;
VII - valor do consumo/demanda;
VIII - acréscimos a qualquer título;
IX - valor total da operação;
X - base de cálculo do ICMS;
XI - alíquota aplicável;
XII - valor do ICMS;
(357) XIII - o número de ordem, a série e a subsérie;
(357) XIV - a chave de codificação digital prevista no inciso IV do caput do art. 40-B da Parte 1 do Anexo VII, quando emitida em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos do Capítulo V-A da Parte 1 do referido Anexo.
(357) § 1º - As indicações a que se referem os incisos I, II e XIII do caput serão impressas tipograficamente quando a Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica não for emitida por processamento eletrônico de dados.
(357) § 2º - As Notas Fiscais/Conta de Energia Elétrica serão numeradas, em ordem crescente e consecutiva, de 000.000.001 a 999.999.999.
(357) § 3º - A chave de codificação digital a que se refere o inciso XIV do caput deverá ser impressa no sentido horizontal, de forma clara e legível, com a formatação “XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX”, próxima ao valor total da operação, em campo de mensagem de área mínima de 12 cm², identificado com a expressão “Reservado ao Fisco”.
Art. 56 - A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida em, no mínimo, 2 (duas) vias, as quais terão a seguinte destinação:
I - 1ª via - destinatário;
II - 2ª via - arquivo do emitente.
(356) Parágrafo único - Fica dispensada a emissão da 2ª via da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica, desde que o contribuinte faça sua emissão em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos do Capítulo V-A da Parte 1 do Anexo VII.
Art. 57 - A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida, compreendendo o período de fornecimento adotado pela empresa.
Parágrafo único - Na hipótese de isenção prevista no item 79 da Parte 1 do Anexo I, a nota fiscal de que trata este Capítulo poderá ser emitida englobando mais de um período de medição, desde que não ultrapasse a 3 (três) meses.
N4000EICMS - Geral
N40012ICMS - Isenção
N40016Orientações Tributárias
Rodovia Papa João Paulo II, 4.001 - Prédio Gerais (6º e 7º andares) - Bairro Serra Verde, Belo Horizonte/MG CEP 31630-901
Aspectos legais e responsabilidades.

References: artigo 15
 artigo 20
 artigo 136
 artigo 115
 artigo 20
 artigo 42
 artigo 42
 artigo 39
 artigo 20
 artigo 20