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Timestamp: 2019-02-17 12:29:35+00:00

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União dos Escritores Angolanos - Estatuto da União dos Escritores Angolanos
Estatuto da União dos Escritores Angolanos
Da UEA e seus Fins
A União dos Escritores Angolanos (UEA) é uma associação com personalidade jurídica, constituída por escritores angolanos.
Consideram-se escritores, os autores de textos e obras de pura criação literária e os autores de quaisquer outros textos ou obras que, pela originalidade da concepção ou virtudes de estilo, possuam apreciáveis características literárias.
A União dos Escritores Angolanos (UEA) terá a sua sede em Luanda, podendo contudo, instalar Delegações ou constituir Comissões Provinciais ou Regionais onde e quando as circunstâncias o permitam.
A União dos Escritores Angolanos (UEA) assenta a sua actividade nos seguintes princípios fundamentais:
Independência intelectual e orgânica;
Liberdade criativa;
Promoção dos valores culturais nacionais e de todas as conquistas universais; posicionamento contra todas as formas de discriminação étnica, racial, sexual, nacional, cultural e outras;
Profunda e activa solidariedade humana;
Os fins da União dos Escritores Angolanos (UEA) são os seguintes:
Representar os escritores angolanos membros da UEA;
Promover a defesa da cultura angolana como património da Nação;
Estimular os trabalhos tendentes a aprofundar o estudo das tradições culturais do Povo Angolano;
Incentivar a criação literária dos seus membros, nomeadamente proporcionar-lhes condições favoráveis ao seu trabalho intelectual e à difusão das suas obras;
Propiciar a revelação de novos escritores, orientando os seus esforços e dando-lhes o necessário apoio;
Promover congressos e reuniões de escritores e outras manifestações de carácter cultural com o fim de elevar o nível literário e artístico dos seus membros e do povo Angolano em geral;
Editar um boletim informativo em papel ou web e outras publicações;
Fortalecer os laços com a literatura e as artes dos outros Povos Africanos;
Incrementar as relações culturais com todos os Povos do mundo;
Desempenhar quaisquer atribuições que lhe sejam conferidas por lei;
Na defesa dos interesses dos membros da União dos Escritores Angolanos (UEA) compreende-se a dos seus direitos de autor, sob qualquer forma.
Dos Membros da União
Os membros da União dos Escritores Angolanos são:
Membros fundadores: Os escritores angolanos que tenham assinado a Proclamação da União dos Escritores Angolanos, no dia 10 de Dezembro de 1975;
Membros efectivos: os escritores angolanos que, não sendo fundadores, tenham produção literária publicada em livro;
Membros Associados: os autores estrangeiros que residam em Angola, assim como os que, residindo no estrangeiro, contribuam para o estudo, a divulgação e o prestígio da literatura angolana;
Membros Honorários: as personalidades, organismos ou entidades, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, que apoiem ou prestem serviços relevantes à União;
2. Os membros associados e honorários participam livremente nas actividades da União dos Escritores Angolanos, mas não podem ser eleitos para os órgãos sociais, nem têm direito a voto nas assembleias para as quais sejam eventualmente convidados.
A admissão será pedida por escrito pelo candidato que tenham publicado duas obras e proposta por três membros da União no pleno gozo dos seus direitos.
Os candidatos devem apresentar três textos ensaísticos sobre literatura ou cultura angolana.
Compete à Comissão Directiva deliberar sobre a admissão do candidato, a qual deve ser decidida por maioria dos seus membros.
Da recusa de admissão podem os proponentes recorrer à Assembleia – geral no prazo de 15 dias a contar da data de recepção do aviso daquela recusa.
Compete à Assembleia – geral admitir os membros associados e honorários.
Os membros da União são obrigados:
A assumir plenamente a sua condição de escritor, intervindo na vida cultural do País através da produção literária e da participação noutras actividades de carácter cultural;
A respeitar os Estatutos e Regulamentos e a concorrer para o prestígio e progresso da União;
A desempenhar os cargos sociais para que forem eleitos;
A pagar pontualmente as quotas devidas;
A contribuir para a União com quatro exemplares de cada livro que publiquem fora das edições da União dos Escritores Angolanos (UEA).
Os membros da União têm direito:
A tomar parte ou fazerem-se representar nas Assembleias-gerais, com direito de voto, a ser eleitos para os cargos sociais e a fazer parte das comissões especiais;
A participar em todas as actividades organizadas pela União, de acordo com as modalidades e critérios estabelecidos pela Comissão Directiva, no âmbito das suas competências e atribuições;
A solicitar esclarecimentos e informações sobre todas as actividades da União dos Escritores Angolanos, para o que lhe será prestada toda a colaboração pela Comissão Directiva, bem como o acesso a toda a documentação necessária;
A usufruir todas a regalias que a União conceda aos seus membros.
Os membros da União estão sujeitos as seguintes sanções:
Censura registada;
Suspensão de um a seis meses;
A censura registada será aplicada ao membro que, pela primeira vez, e por suas palavras ou actos, ponha em causa os princípios da União ou cometa falta leve contra os Estatutos ou Regulamentos.
A pena de suspensão será aplicada ao membro que:
Reincida nas faltas previstas no artigo anterior;
Deva mais de seis quotas sem motivo justificado;
For negligente no exercício dos cargos sociais para que tenha sido eleito ou dos cargos que tenha aceitado desempenhar nas comissões especiais.
Para a falta mencionada na alínea b) do número anterior, a suspensão não pode exceder três meses.
A pena de demissão será aplicada ao membro que deva mais de nove quotas sem motivo justificado.
A pena de expulsão será aplicada ao membro que:
Cometa de forma reiterada as faltas a que se referem os artigos 10º e 11º;
Desprestigie ou lese gravemente a União por suas palavras ou actos;
Infrinja gravemente os Estatutos ou os Regulamentos.
A aplicação das penas das alíneas a), b) e c) do artigo 9º compete à Comissão Directiva e a aplicação da pena do Artigo 12º, sobre a pena de demissão, compete à Assembleia-geral.
Das sanções impostas nos termos do nº 1 do presente artigo, há recursos para a Assembleia-geral, a interpor pelo punido no prazo de 30 dias a contar da sua notificação.
Passado um ano sobre a aplicação definitiva das penas de demissão ou expulsão, o membro punido poderá ser readmitido pela Assembleia-geral se a sua conduta o justificar e o seu pedido de readmissão for proposto pelo menos por quatro dos membros da União no pleno gozo dos seus direitos.
A decisão da Assembleia-geral que apreciar recurso de pena de expulsão só poderá ser tomada por um mínimo de dois terços dos membros da União dos Escritores Angolanos.
Os corpos gerentes da União dos Escritores Angolanos (UEA) são a Mesa de Assembleia-geral, a Comissão Directiva e o Conselho Fiscal.
Da Mesa da Assembleia-geral
A Mesa da Assembleia-geral é constituída por um Presidente, um Vice-Presidente e um Secretário.
O Vice-Presidente substituirá o Presidente nas suas faltas ou impedimentos, na falta ou impedimentos de ambos, serão substituídos por um Presidente eleito (ad-hoc) pela Assembleia-geral mas sob proposta do Secretário-geral.
É da competência do Presidente:
Convocar a Assembleia-geral e dirigir os seus trabalhos;
Dar posse aos corpos gerentes eleitos pela Assembleia-geral, nos oito dias seguintes à eleição;
Exercer as atribuições que lhe sejam conferidas pelo regulamento eleitoral ou outros regulamentos aprovados pela Assembleia-geral.
Ao Secretário compete redigir as actas e promover todo o expediente da Mesa.
São atribuições da Assembleia-geral:
Interpretar os Estatutos e alterá-los;
Aprovar o regulamento eleitoral, bem como quaisquer outros que se mostrem necessários para o bom funcionamento da União e dos seus serviços;
Fixar a remuneração do Secretário-geral;
Discutir e aprovar as contas de gerência;
Decidir os recursos interpostos das sanções aplicadas pela Comissão Directiva;
Expulsar membros e readmiti-los;
Deliberar soberanamente sobre todos e quaisquer assuntos respeitantes à União, com respeito da Lei e dos Estatutos;
Fixar a quota e outras prestações a que os membros da União dos Escritores deverão livremente obrigar-se.
As Assembleias-gerais são ordinárias e extraordinárias.
Haverá uma Assembleia-geral ordinária, trienalmente, no quadragésimo dia que antecede a data de cessação do mandato dos corpos gerentes, para apreciação do relatório e contas da Comissão Directiva cessante e marcação do pleito eleitoral para o triénio seguinte, bem como para a fixação da remuneração do Secretário-geral.
Sempre que a Comissão Directiva o julgar necessário;
Para julgamento dos recursos interpostos de recusa de admissão de membros da União;
Para julgamento dos recursos interpostos de sanções aplicadas pela Comissão Directiva;
Para readmissão de membros expulsos;
Quando um mínimo de 15 membros da União no pleno gozo dos seus direitos o requeira, por escrito, ao presidente da Mesa, com a indicação precisa dos assuntos a tratar.
As eleições fazem-se por sufrágio universal, directo e com voto secreto, exercido presencialmente ou por procuração por parte dos escritores ausentes.
São eleitores e podem ser eleitos para os órgãos da UEA, os escritores membros efectivos com inscrição em vigor, que não se encontrem em qualquer situação de impedimento.
Sem juízo do disposto no número anterior, só podem ser eleitos para Presidente da Assembleia-geral e Secretário-geral os escritores que possuam, respectivamente, pelo menos 15 e 10 anos de vínculo à Instituição.
O exercício de cargos dirigentes em outras ou associações é incompatível com a titularidade de quaisquer órgãos da UEA.
Os titulares e membros dos órgãos da UEA são eleitos para mandatos com a duração de três anos, a iniciar em 1 Janeiro e terminar em 15 de Dezembro.
Os titulares e membros dos órgãos da UEA podem ser eleitos por mais de dois mandatos consecutivos.
A Assembleia-geral será convocada pelo Presidente da Mesa com quinze dias de antecedência, pelo menos, por meio de aviso tornado público através dos meios de comunicação social e no qual se indique a ordem de trabalho, o dia, a hora e o local da reunião.
Nas Assembleias-gerais ordinárias poderão ser tomadas deliberações diversas das indicadas no nº 2 do artigo 21º desde que os assuntos a que respeitam constem da ordem de trabalho.
Nos casos do nº 3 do artigo anterior, a convocação da Assembleia-geral deve ser feita até dez dias depois da recepção do pedido respectivo.
A Assembleia-geral considera-se legalmente constituída com a presença ou representação, de pelo menos, um terço dos membros da União no pleno gozo dos seus direitos, não podendo o número de presenças ser inferior a dez.
Se a hora marcada no aviso convocatório não estiver presente ou representado um terço dos membros da União, a Assembleia funcionará meia hora depois, em segunda convocatória, com a presença de um mínimo de dez membros da União no pleno gozo dos seus direitos.
Cada membro não poderá representar mais de um membro ausente, mediante procuração, carta ou meio aceite como válido pela própria Assembleia.
Nos casos das alíneas b), d) e e) do artigo 21º, a Assembleia-geral não poderá funcionar se não estiverem pessoalmente presentes pelo menos dois terços dos membros que a requereram.
A Comissão Directiva da União será constituída pelo Secretário-geral, pelo Secretário Administrativo, pelo Secretário das Actividades Culturais e pelo Secretário das Relações Exteriores.
Compete à Comissão Directiva:
Representar e administrar a União e executar as deliberações da Assembleia-geral;
Zelar pelo cumprimento dos Estatutos e Regulamentos;
Instalar Delegações da União ou constituir Comissões Provinciais ou Regionais onde e quando as circunstâncias o permitam, elaborando os respeitos regulamentos;
Admitir membros efectivos da União,
Aplicar as sanções das alíneas a), b) e c) do artigo 9º
Readmitir membros efectivos da União;
Prestar contas da sua gerência;
Requerer a realização de Assembleias-gerais extraordinárias ou a inclusão de assuntos extraordinários na ordem de trabalho das Assembleias ordinárias;
A Comissão Directiva reunirá normalmente duas vezes por mês e sempre que a convoquem, o Secretário-geral ou a maioria dos seus membros.
Só podem realizar-se as reuniões da Comissão Directiva quando esteja presente a maioria dos seus membros.
As deliberações serão tomadas por maioria dos presentes e com a presença do secretário a que o assunto diga respeito ou, na sua ausência, desde que previamente informado por ele.
Compete ao Secretário-geral da União:
Representar a Comissão Directiva da União;
Obrigar a União com a sua assinatura, juntamente com a do seu secretário-geral;
Assinar, quando necessário, a correspondência da União;
Delegar no Secretário-geral, por escrito, a totalidade ou parte dos poderes constantes das alíneas anteriores;
Presidir às reuniões da Comissão Directiva;
Dirigir as publicações periódicas da União;
Exercer quaisquer outras atribuições que lhe sejam conferidas pela Comissão Directiva;
Preparar todos os assuntos para apreciação da Comissão Directiva;
Dirigir o movimento editorial da União;
Assinar a correspondência corrente da União, salvo no caso de impossibilidade temporária, em que tal atribuição competirá a um dos secretários, por delegações do Secretário-geral;
Supervisar todos os serviços e actividades da União, em colaboração com os outros secretários;
Supervisar as actividades das Comissões Especiais;
O Secretário-geral exercerá as suas funções em permanência, recebendo a remuneração fixada pela Assembleia-geral que anteceda o pleito eleitoral.
Compete ao Secretário Administrativo da União:
Preparar todos os assuntos de carácter administrativo e financeiro da União para serem apresentados pelo secretário-geral à Comissão Directiva;
Dirigir os serviços administrativos e de contabilidade da União;
Compete ao Secretário de Actividades Culturais da União:
Preparar todos os assuntos respeitantes às actividades culturais da União para serem apresentados pelo secretário-geral à Comissão Directiva;
Promover e incrementar as relações com as organizações similares da União Existentes no mundo;
Fomentar a propaganda da União, de modo a torná-la conhecida e às actividades;
Compete ao Secretário das Relações Exteriores da União:
Preparar todos os assuntos respeitantes às relações exteriores da União para serem apresentados pelo secretário-geral à Comissão Directiva;
Exercer quaisquer outras atribuições que lhe sejam conferidas pela Comissão Directiva.
Serão resolvidas pela Comissão Directiva as divergências que possam surgir entre o secretário-geral e cada um dos outros secretários quanto aos factos e actividades que cabem na respectiva esfera de competência.
O Conselho Fiscal é o órgão de fiscalização e controlo da União dos Escritores Angolanos e é composto por:
Relator;
Exercer a fiscalização das contas, com a colaboração do secretário administrativo;
Dar parecer sobre o relatório e contas da Comissão Directiva e das delegações ou comissões provinciais ou regionais;
Dar parecer prévio sobre aceitação de doações, heranças ou legados;
Dar parecer sobre qualquer assunto de natureza patrimonial da União dos Escritores Angolanos, sempre que solicito pela Comissão Directiva ou determinado pela Assembleia-geral;
Assistir às reuniões da Comissão Directiva, sempre que, para o cabal cumprimento das suas funções, achar isso necessário;
Exercer quaisquer outras actividades que lhe sejam atribuídas pela Assembleia-geral.
O Conselho Fiscal reúne ordinariamente uma vez por semestre e extraordinariamente sempre que for convocado pelo seu presidente, por sua iniciativa, a pedido de qualquer associado ou da Comissão Directiva, sendo as suas deliberações tomadas por maioria de votos dos seus membros.
Ao Presidente do Conselho Fiscal compete convocar e presidir à reuniões e representar o Conselho Fiscal;
Ao Secretário do Conselho Fiscal compete tratar de todas as questões relativas ao expediente e elaborar as actas das reuniões;
Ao Relator do Conselho Fiscal compete redigir os pareceres do Conselho Fiscal e exercer quaisquer outras funções que por este lhe tenham sido confiadas.
Para a prossecução dos seus objectivos, a União dos Escritores Angolanos fará recurso à contratação de funcionários e colaboradores.
São funcionários os membros e não membros da União dos Escritores Angolanos que desenvolvam profissionalmente a sua actividade na entidade, em regime de permanência, recebendo remuneração compatível, constituída por um salário e um subsídio, nomeadamente o Secretário-geral e os funcionários admitidos para os órgãos internos da União.
São Colaboradores os membros e não membros da União que prestem colaboração eventual ou permanente à entidade ou a qualquer um dos seus projectos e actividades, podendo receber uma avença, nomeadamente os membros da Mesa da Assembleia-geral e do Conselho Fiscal, o Presidente da Comissão Directiva, os Secretários e outros.
As relações laborais entre a União e os funcionários e colaboradores deverão ser regidas mediante contrato escrito.
É da competência da Comissão Directiva a contratação e desvinculação de funcionários e colaboradores, excepto quando se tratar de membros dos órgãos sociais da União dos Escritores Angolanos;
Os salários, subsídios e avenças a pagar aos funcionários e colaboradores serão fixados pela Comissão Directiva, salvo o disposto na alínea c) do artigo 20º dos presentes Estatutos.
Constituem fundos da União dos Escritores Angolanos:
O produto das quotas e demais prestações a que os membros se obriguem;
As doações, legados, heranças e respectivos rendimentos;
Os subsídios, donativos, comparticipações, patrocínios e financeiros de que seja beneficiária;
O produto de subscrições e das suas actividades;
Outras receitas;
O orçamento anual é aprovado pela Assembleia-geral.
Subsídios e pensões bem como outras regalias de carácter social em benefício dos membros da União dos Escritores Angolanos, serão definidos em regulamento.
Para a realização de tarefas específicas, pode a Comissão Directiva criar Comissões Especiais e nomear os membros da União que hão-de constitui-las.
Cada Comissão Especial será coordenada pela Comissão Directiva ou por qualquer dos seus membros, sendo as suas actividades supervisionadas pelo secretário-geral.
Sempre que necessário, a Comissão Directiva elaborará as normas regulamentares das Comissões Especiais.
Os membros de cada Comissão Especial cessarão as suas funções juntamente com a Comissão Directiva que os houver nomeado.
Da Alteração dos Estatutos, da Dissolução
E da Liquidação da União
Os Estatutos da União só podem ser alterados em Assembleia-geral, convocada expressamente para o efeito e as alterações carecerão de homologação do Governo da República de Angola.
A União só pode dissolver-se mediante deliberação da Assembleia-geral, convocada expressamente para o efeito.
As Assembleias-gerais extraordinárias para alteração dos Estatutos ou para dissolução da União não poderão funcionar sem presente ou representada metade, pelo menos, dos membros da União no pleno gozo dos seus direitos.
A Assembleia-geral para alteração dos Estatutos poderá funcionar em segunda convocatória feita com a antecedência mínima de dez dias com qualquer número de membros da União no pleno gozo dos seus direitos.
A Assembleia-geral que deliberar a dissolução da União nomeará uma Comissão Liquidatária, composta de cinco membros, a qual procederá à liquidação e dará destino aos bens da União conforme determinado pelo Governo da República de Angola.
Das Insígnias
A União dos Escritores Angolanos terá um emblema, uma sigla e uma bandeira aprovados pela Assembleia-geral.
As cores da União dos Escritores Angolanos são o azul, branco e preto.
A União dos Escritores Angolanos reger-se-á pela lei das Associações, pelos presentes Estatutos e pelos seus regulamentos internos.
As dúvidas que existirem na interpretação e aplicação dos presentes Estatutos, bem como as suas omissões, serão resolvidas pela Assembleia-geral.

References: artigo 9
 Artigo 12
 artigo 21
 artigo 21
 artigo 9
 artigo 20