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Timestamp: 2019-06-16 11:07:15+00:00

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Edital nº 262 / 2013 Concurso Público para Provimento de Cargos Técnico-Administrativos em Educação
Título original: EDITALUFC1
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MINISTRIO DA EDUCAO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEAR
Edital n 262 / 2013 Concurso Pblico para Provimento de Cargos Tcnico-Administrativos em Educao Campi da UFC em Fortaleza e em Sobral
Analista de Tecnologia da Informao, Assistente Social, Arquiteto e Urbanista, Auditor, Bibliotecrio Documentalista, Engenheiro/rea, Fisioterapeuta, Gelogo, Produtor Cultural, Psiclogo/rea e Secretrio Executivo
O Reitor da Universidade Federal do Cear, no uso de suas atribuies legais e estatutrias, considerando o disposto no Decreto n 7.232/2010 publicado no Dirio Oficial da Unio de 20/07/2010, tendo em vista autorizao concedida pelo Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto e Ministrio da Educao, atravs da Portaria Interministerial n 182, Anexo II, publicada no Dirio Oficial da Unio de 21/05/2012, e considerando ainda o que consta do Decreto n 6.944/2009 publicado no Dirio Oficial da Unio de 24/08/2009, divulga e estabelece normas especficas para abertura das inscries, exclusivamente pela Internet, no endereo eletrnico da CCV http://www.ccv.ufc.br, e para a realizao de Concurso Pblico de Provas, destinado a selecionar candidatos para o provimento dos cargos efetivos constantes do Quadro Resumo Anexo I, do presente Edital, regidos pela Lei 8.112/1990 e integrantes do Quadro Permanente desta Universidade. 1. DAS DISPOSIES PRELIMINARES 1.1. O Concurso Pblico regido por este Edital ser realizado pela Coordenadoria de Concursos - CCV da Universidade Federal do Cear, conforme dispe a Resoluo n06 do Conselho Universitrio, de 13 de agosto de 2003. 1.2. A Coordenadoria de Concursos - CCV poder recorrer aos servios de outros setores, quer desta Universidade, quer estranhos a ela, necessrios realizao do Concurso. 1.3. Os trabalhos sob a coordenao da Coordenadoria de Concursos - CCV terminaro com o envio, Pr-Reitoria de Gesto de Pessoas da UFC, da classificao final dos candidatos por cargo/rea/ campus. 1.4. A seleo de que trata este Edital consistir de provas de mltipla escolha, de carter classificatrio e eliminatrio. 2. DOS REQUISITOS BSICOS PARA A INVESTIDURA NO CARGO 2.1. Por ocasio da posse, o candidato dever comprovar que satisfaz as seguintes condies, sob pena de anulao da inscrio e de todos os atos dela decorrentes: a) ser brasileiro nato ou naturalizado, ou cidado portugus, a quem foi conferida igualdade nas condies previstas no pargrafo 1 do inciso II do artigo 12 da Constituio Federal; b) ter idade mnima de 18 anos; c) estar em dia com as obrigaes eleitorais; d) estar quite com o servio militar, quando do sexo masculino; e) possuir a qualificao exigida para o cargo a que concorre, constante do Quadro Resumo Anexo I; f) ter aptido fsica e mental para o exerccio do cargo, a ser comprovada pela Junta Mdica Oficial da UFC. 3. DA ISENO 3.1. Ter direito iseno da taxa de inscrio o candidato que, cumulativamente, comprovar inscrio no Cadastro nico para Programas Sociais do Governo Federal - Cadnico e for membro de famlia de baixa renda, nos termos do Decreto n 6.135/2007.
3.2. A solicitao de iseno do pagamento da taxa de inscrio, nos termos do Decreto n 6.593/2008, ser admitida exclusivamente via Internet, no endereo eletrnico http://www.ccv.ufc.br, no perodo compreendido entre as 8 horas do dia 12 e as 23h59min do dia 13 de agosto de 2013, observado o horrio de Fortaleza, mediante o preenchimento do Formulrio de Solicitao de Iseno e o envio dos dados CCV. 3.3. A Coordenadoria de Concursos - CCV consultar o rgo gestor do Cadnico para verificar a veracidade das informaes prestadas pelo candidato. Declarao falsa estar sujeita s sanes previstas em Lei, aplicando-se, ainda, o disposto no pargrafo nico do art.10 do Decreto n83.936/1979. 3.4. Ser desconsiderado o pedido de iseno do candidato que omitir ou prestar informaes inverdicas. 3.5. O resultado da solicitao de iseno da taxa de inscrio ser divulgado no dia 20 de agosto de 2013, exclusivamente, no endereo eletrnico da CCV. 4. DAS INSCRIES 4.1. A solicitao de inscrio ser admitida exclusivamente via Internet, no endereo eletrnico http://www.ccv.ufc.br, no perodo compreendido entre as 8 horas do dia 26 de agosto e as 23h59min do dia 8 de setembro de 2013, observado o horrio de Fortaleza, mediante o preenchimento do Formulrio de Inscrio e o envio dos dados CCV. O CPF indicado no Formulrio de Inscrio dever ser o do prprio candidato, sendo absolutamente inaceitvel o uso do CPF de qualquer outra pessoa. 4.2. Ser aceita somente uma nica inscrio para cada candidato, que concorrer a uma nica vaga ofertada neste Edital. 4.3. Aps o envio dos dados do Formulrio de Inscrio, o candidato dever imprimir o boleto de pagamento (Guia de Recolhimento da Unio - GRU Cobrana) para pagamento da taxa de inscrio. S sero aceitas GRU impressas atravs do site da CCV e a inscrio s ser efetivada aps o pagamento do boleto da taxa de inscrio no valor de R$ 100,00 (cem reais). 4.4. O pagamento da taxa de inscrio poder ser feito em qualquer agncia bancria ou correspondente bancrio, no perodo de 26 de agosto a 9 de setembro de 2013. A inscrio s ser efetivada aps o pagamento do boleto. Em hiptese alguma, haver devoluo do valor correspondente ao da taxa. 4.5. As informaes prestadas no Formulrio de Inscrio so de nica responsabilidade do declarante e somente o preenchimento, a confirmao e o envio dos dados do citado Formulrio no gera qualquer direito de participao no Concurso Pblico. 4.6. A inscrio tem carter condicional, podendo ser cancelada a qualquer tempo, desde que verificadas falsidade ou inexatido nas informaes prestadas. No ser aceita solicitao de inscrio extempornea ou em desacordo com as normas deste Edital. 4.7. A CCV no se responsabilizar por solicitao de inscrio no recebida por motivos de ordem tcnica dos computadores, falhas de comunicao, congestionamento de linhas de comunicao ou outros fatores adversos que impossibilitem a transferncia de dados ou a impresso da GRU. 4.8. No perodo de inscrio, o candidato poder fazer correes/atualizaes em seus dados, exceo do CPF, e modificar a opo de cargo. A partir das 23h59 do dia 8 de setembro de 2013 no ser mais permitida alterao nos dados enviados valendo para efeito de inscrio o ltimo lanamento constante no banco de dados. 5. DO ATENDIMENTO ESPECIAL 5.1. O candidato com deficincia, com comprovada necessidade de atendimento especial, de acordo com a Lei n7.853/1989 e o Artigo 27, Incisos I e II do Decreto n3.298/1999, poder solicitar condio especial para a realizao das provas. Para tanto, dever: a) no ato da inscrio, indicar a condio de solicitante de atendimento especial, enviar os dados e imprimir o Requerimento de Atendimento Especial, disponvel no endereo eletrnico da CCV;
b) anexar, obrigatoriamente, ao Requerimento de Atendimento Especial, laudo mdico, legvel, original ou cpia autenticada, atestando a espcie e o grau, ou nvel, da deficincia, com expressa referncia ao cdigo correspondente da Classificao Internacional de Doenas (CID), e com especificao de suas necessidades quanto ao atendimento especial. No citado laudo, dever constar o nome e CPF do candidato, o nome e o CRM do mdico que forneceu o laudo e o telefone para contato com o profissional. Podero ser solicitados: b.1) no caso de deficincia visual: Dosvox, prova ampliada (fonte 18), prova em Braille, ledor; b.2) no caso de deficincia auditiva plena: intrprete em Libras; b.3) no caso de deficincia fsica que impossibilite o preenchimento da Folha-Resposta: transcritor; b.4) no caso de dificuldade acentuada de locomoo: espao adequado. c) protocolar o Requerimento, juntamente com o Laudo Mdico, no perodo de 26 de agosto a 9 de setembro de 2013, das 9 s 12 horas e das 14 s 17 horas, nos dias teis, na sede da CCV, em Fortaleza, ou envi -los, atravs da Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos - ECT, com Aviso de Recebimento (AR) e com data de postagem at 9 de setembro de 2013, para o seguinte endereo: Coordenadoria de Concursos - CCV/UFC - Campus do Pici - Caixa Postal 6050, Fortaleza, Cear, CEP 60.440-970. 5.2. O candidato com deficincia que necessitar de atendimento especial e no entregar o Laudo Mdico ou no cumprir os procedimentos, os prazos e os horrios estabelecidos no subitem 5.1, ficar impossibilitado de realizar as provas em condies especiais e no ter direito a ampliao de tempo. 5.3. De acordo com a Lei n7.853/1989, o tempo de realizao das provas ser acrescido de uma hora para as pessoas com deficincia que tenham solicitado o tratamento especial previsto nas alneas b.1, b.2 e b.3 do subitem 5.1. 5.4. Os candidatos solicitantes de intrprete de Libras sero atendidos de acordo com a Lei n 10.436, de 24/04/2002, Art.4, pargrafo nico que dispe: a Lngua Brasileira de Sinais- Libras no poder substituir a modalidade escrita da Lngua Portuguesa. Portanto, o intrprete exercer as atribuies de fiscal restringindo sua funo a transmitir em Libras as orientaes, comandos e informaes a que os demais candidatos ouvintes tm acesso. 5.5. O atendimento s condies solicitadas no Requerimento de Atendimento Especial ficar sujeito anlise de viabilidade e razoabilidade do pedido. 5.6. Os candidatos que se enquadrarem nos casos de emergncia, desde que hospitalizados, ou de lactantes que queiram solicitar tratamento especial, devero preencher protocolo, na sede da CCV, at 48 horas antes da realizao das provas. Em nenhuma hiptese a CCV atender solicitao de atendimento especial em residncia. 6. DAS VAGAS RESERVADAS S PESSOAS COM DEFICINCIA 6.1. Podem concorrer reserva de vagas para pessoas com deficincia, constante do Quadro Resumo - Anexo I deste Edital, os candidatos que se enquadram nas categorias citadas no Artigo 4 do Decreto n3.298/1999 de 20/12/99, publicado no DOU de 21/12/99, alterado pelo Decreto n5.296/2004 de 02/12/2004, publicado no DOU de 03/12/2004. 6.2. No ato da inscrio, o candidato dever declarar a deficincia de que portador e indicar o cargo a que pretende concorrer nesta condio especial, observando se as atribuies do cargo, descritas no Anexo III deste Edital, so compatveis com a deficincia declarada. 6.3. O candidato com deficincia, que concorrer reserva de vagas, dever entregar, obrigatoriamente, laudo mdico legvel, original ou cpia autenticada , atestando a espcie e o grau, ou nvel, da deficincia, com expressa referncia ao cdigo correspondente da Classificao Internacional de Doenas (CID), contendo o nome e CPF do candidato e o nome e o CRM do mdico que forneceu o laudo e o telefone para contato com o profissional. 6.4. O Laudo Mdico dever ser entregue, mediante protocolo, no perodo de 26 de agosto a 9 de setembro de 2013, das 9 s 12 horas e das 14 s 17 horas, nos dias teis, na sede da CCV, em Fortaleza, ou enviado atravs da Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos - ECT, com Aviso de Recebimento (AR) e com data de postagem at 9 de setembro de 2013, para o seguinte endereo: Coordenadoria de Concursos - CCV/UFC - Campus do Pici - Caixa Postal 6050, Fortaleza, Cear, CEP 60.440-970.
6.5. O candidato com deficincia que concorrer reserva de vagas e no cumprir os procedimentos, os prazos e os horrios estabelecidos nos subitens 6.3 e 6.4, no poder faz-lo, posteriormente, sendo considerado como no portador de deficincia e, consequentemente, concorrer s vagas no reservadas. 6.6. Caso classificado, o candidato com deficincia que concorrer reserva de vagas, antes do incio do processo de nomeao, ser avaliado por Equipe Multiprofissional para comprovao da deficincia e da aptido para o exerccio do cargo pretendido, tendo em vista o disposto nos Artigos 4 e 43 do Decreto n 3.298/1999 alterado pelo Decreto n 5.296/2004. 6.7. A vaga reservada e no ocupada por candidato com deficincia ser preenchida por candidato aprovado para o mesmo cargo, concorrente s vagas no reservadas, com estrita observncia da ordem de classificao. 6.8. O candidato com deficincia, ressalvadas as condies especiais previstas neste Edital, participar do Concurso em igualdade de condies com os demais candidatos, inclusive no que concerne ao contedo das provas, avaliao e aos critrios de aprovao. 6.9. Aps a posse no cargo, o candidato nomeado em vaga reservada pessoa com deficincia, no poder arguir a deficincia declarada para justificar a concesso de aposentadoria. 7. DA SITUAO DA INSCRIO 7.1. Da Divulgao 7.1.1. No dia 23 de setembro de 2013 o candidato dever acessar o endereo da CCV e clicar no link Situao de Inscrio- Edital N 262/2013. Sero consideradas as seguintes situaes: a) Inscrio Deferida (confirmada). b) Inscrio Indeferida por falta de pagamento. c) Inscrio Irregular por falta de laudo mdico - Candidatos que solicitaram Atendimento Especial e/ou concorrem a Reserva de Vagas e no entregaram o laudo. 7.2. Da Regularizao da Inscrio 7.2.1. Para regularizar a inscrio, o candidato dever, conforme o caso, entregar o(s) documento(s) abaixo relacionado(s), na sede da Coordenadoria de Concursos - CCV, Campus do Pici, ou envi-lo(s) atravs do FAX, (85) 3366.9423, no dia 24 de setembro de 2013, no horrio das 9h s 17h. Deve atentar para: a) Inscrio indeferida por falta de pagamento: comprovante de pagamento da taxa de inscrio, realizado no prazo estabelecido no subitem 4.4, contendo o nome e CPF do candidato. Ter cancelada a inscrio o candidato que tiver a inscrio indeferida por falta de pagamento e no apresentar comprovante, conforme o subitem anterior. b) Inscrio Irregular por falta de laudo: laudo mdico, de acordo com a alnea b dos subitem 5.1 e/ou subitem 6.3, candidatos que solicitaram Atendimento Especial e/ou concorrem a Reserva de Vagas, respectivamente. 7.3. Confirmao de Inscrio 7.3.1. No dia 26 de setembro de 2013, a CCV divulgar, em seu endereo eletrnico, os nomes dos candidatos com inscrio confirmada. 8. DA DOCUMENTAO 8.1. No dia da prova, o candidato dever apresentar o original do documento de identidade ao fiscal da sala. So considerados documentos de identificao vlidos: Carteira Nacional de Habilitao (com fotografia, na forma da Lei n.9.503/1997); Carteira Profissional expedida pelo Ministrio do Trabalho e Previdncia Social; carteira de estudante; cdula de identidade para estrangeiros, emitida por autoridade brasileira, ou a Carteira de Identidade expedida pelas Secretarias de Segurana Pblica, Foras Armadas, Polcias Militares, Ordens ou Conselhos. 9. DAS PROVAS
9.1. O processo seletivo constar de duas provas de mltipla escolha: a) Prova I Lngua Portuguesa, de carter eliminatrio e classificatrio, com 20 (vinte) questes de mltipla escolha de 05 (cinco) alternativas (A, B, C, D e E) cada, das quais somente uma correta, numeradas de 01 a 20. O mnimo para aprovao, nesta prova, de 08 (oito) questes respondidas corretamente; b) Prova II Conhecimentos Especficos, de carter eliminatrio e classificatrio, com 40 (quarenta) questes de mltipla escolha de 05 (cinco) alternativas (A, B, C, D e E) cada, das quais somente uma correta, numeradas de 21 a 60. O mnimo para aprovao, nesta prova, de 16 (dezesseis) questes respondidas corretamente. 9.2. A correo das provas de mltipla escolha ser feita, exclusivamente, por meio da Folha-Resposta personalizada cujo preenchimento de inteira responsabilidade do candidato. Ser considerada nula a resposta do candidato que, na Folha-Resposta, indicar mais de uma alternativa ou, ainda, omitir e/ou rasurar o item. 9.3. As provas referidas no subitem 9.1 sero realizadas com base no contedo programtico para cada cargo/rea/campus, constantes do Anexo II deste Edital, disponibilizados na Internet atravs do endereo eletrnico da CCV. 10. DA APLICAO DAS PROVAS 10.1. O candidato far as provas no dia 6 de outubro de 2013, no municpio de Fortaleza, exclusivamente, no local a ser informado no endereo eletrnico da CCV, no dia 2 de outubro de 2013. 10.2. O candidato dever comparecer ao seu local de provas com uma hora de antecedncia do horrio previsto para incio das mesmas, munido de caneta esferogrfica de tinta azul e do documento original de identidade. 10.3. As provas tero incio s 9 horas, observado o horrio de Fortaleza, a partir de quando no ser mais permitido o acesso de candidatos aos locais de aplicao. A durao total das provas ser de 04 (quatro) horas. 10.4. O candidato dever, obrigatoriamente, permanecer na sala de realizao das provas por, no mnimo, 01 (uma) hora aps o incio do exame. 10.5. No sero postados ou enviados quaisquer informativos ao endereo do candidato. 10.6. O candidato, ao terminar as provas, entregar ao fiscal de sala o Caderno de Provas juntamente com a FolhaResposta. 10.7. Os gabaritos das provas sero divulgados a partir das 16 horas do dia 6 de outubro de 2013, no endereo eletrnico da CCV. 10.8. Em hiptese alguma haver segunda chamada das provas, assim como, no sero aplicadas provas fora do local, da data e do horrio predeterminados neste Edital. 10.9. Durante a aplicao das provas, no ser permitida consulta de qualquer espcie nem o uso de equipamentos eletrnicos. 11. DA ELIMINAO 11.1. Ser eliminado do Concurso o candidato que: a) faltar a qualquer das provas; b) responder incorretamente a pelo menos 13(treze) questes da Prova I, de Lngua Portuguesa, e/ou 25 (vinte e cinco) questes da Prova II, de Conhecimentos Especficos; c) ausentar-se da sala de provas levando a Folha-Resposta, o Caderno de Provas e/ou outros materiais no permitidos; d) portar equipamentos eletrnicos (telefone celular, BIP, relgio do tipo D ata Bank, mp3, mp4, agenda eletrnica, notebook, netbook, tablet, palm top, receptor, gravador, calculadora, pager, aparelhos de rdio transmisso ou similares); e) permanecer, durante a realizao das provas, usando chapu, bon, boina ou similares; f) comprovadamente usar de fraude ou para ela concorrer, atentar contra a disciplina ou desacatar a quem quer que esteja investido de autoridade para supervisionar, coordenar e fiscalizar o Concurso.
12. DOS CRITRIOS DE CLASSIFICAO 12.1. Para fins de classificao dos candidatos a cada cargo/rea/ campus, ser atribudo um ponto para cada questo e calculada a nota padronizada para cada candidato em cada prova de mltipla escolha. A nota da prova de mltipla escolha (NPE) do candidato ser a soma das notas padronizadas, at a quinta casa decimal, conforme a seguinte frmula: NPE= NPI+ NPII 12.2. A nota final dos candidatos que concorrem a cada cargo/rea/campus ser igual a nota da prova de mltipla escolha (NPE), conforme a seguinte frmula: NF = NPE 12.3. Corrigidas as provas, os candidatos aprovados sero classificados para cada cargo/rea/campus, na ordem decrescente da nota final, at o limite abaixo discriminado, fixado de acordo com o nmero de vagas ofertadas, constantes do Quadro Resumo Anexo I deste Edital: VAGAS OFERTADAS 01 02 03 04 05 NMERO FINAL DE CLASSIFICADOS 05 09 14 18 22
12.4. Os candidatos aprovados que concorrem reserva de vagas para pessoas com deficincia sero classificados at o limite do nmero de vagas a eles destinadas, constante do Quadro Resumo - Anexo I deste Edital, nos termos exigidos pelo artigo 39, inciso I , do Decreto n 3298/1999, respeitados os limites percentuais constantes do artigo 5, pargrafo 2 da Lei n 8112/1990 e artigo 37, pargrafo 1 do Decreto n 3298/1999. 12.5. Os candidatos no classificados na forma prevista nos subitens 12.3 e 12.4, mesmo que tenham acertado o mnimo de questes para aprovao na prova de mltipla escolha, estaro automaticamente reprovados no concurso. 12.6. Na classificao final dos candidatos, caso haja igualdade de nota final, sero adotados os seguintes critrios de desempate, na ordem indicada abaixo, dando-se preferncia ao candidato que: a) possuir idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, na forma do disposto no pargrafo nico do artigo 27 da Lei n 10.741/2003 (Estatuto do Idoso); b) obtiver a maior nota padronizada na prova de Conhecimentos Especficos; c) tiver a maior idade, considerando-se dia, ms e ano. 12.7. Os candidatos empatados na ltima classificao de aprovados sero considerados aprovados. 13. DO RESULTADO DO CONCURSO 13.1. A classificao final dos aprovados por cargo/rea/campus, na forma e condies previstas neste Edital, ser homologada pelo Magnfico Reitor e publicada no Dirio Oficial da Unio. 13.2. No caso dos cargos com reserva de vagas para pessoas com deficincia, conforme Quadro Resumo Anexo I deste Edital, a classificao final dos aprovados ser publicada no Dirio Oficial da Unio em duas relaes, contendo, a primeira, a pontuao de todos os candidatos, inclusive a dos candidatos aprovados que concorreram reserva de vagas, e a segunda, somente a pontuao destes ltimos, observado o disposto no subitem 12.4. 14. DA VALIDADE DO CONCURSO 14.1. O Concurso ser vlido por 1 (um) ano a contar da data da publicao do seu resultado, no Dirio Oficial da Unio, podendo ser prorrogado por igual perodo, a critrio da Universidade Federal do Cear. 15. DO PROVIMENTO
15.1. O provimento dos cargos obedecer, rigorosamente, a ordem de classificao final dos candidatos. 15.2. O provimento dos cargos far-se- de acordo com a estrutura do Plano de Carreira dos Cargos Tcnico-Administrativos em Educao, de que trata a Lei n 11.091/2005, no Nvel de classificao E, nvel de capacitao I, padro de vencimento 01, correspondente a R$ 3.138,70 (trs mil cento e trinta e oito reais e setenta centavos), acrescido de auxlio alimentao no valor de R$ 373,00 (trezentos e setenta e trs reais), totalizando R$ 3.511,70 (trs mil quinhentos e onze reais e setenta centavos). 15.3. O regime de trabalho ser de 40 (quarenta) horas semanais, exceto para o cargo de Fisioterapeuta, cujo regime ser de 30 (trinta) horas semanais de trabalho. 15.4. A Universidade Federal do Cear estabelecer, tendo em vista as necessidades da Instituio, o local e o horrio de trabalho (diurno/noturno), importando a inscrio do candidato a sua anuncia com estas condies. 16. CALENDRIO DE ATIVIDADES Atividade ISENO Solicitao de iseno - Internet. Resultado da solicitao de iseno (deferida e negada). Recebimento de recurso administrativo contra resultado da iseno. Divulgao do resultado do recurso administrativo contra resultado da iseno. INSCRIO Solicitao de inscrio - Internet. Entrega de documentao complementar nos casos de solicitao de atendimento especial e/ou de inscrio reserva de vagas para pessoas com deficincia (nos dias teis). ltimo dia para pagamento da taxa de inscrio. Divulgao das inscries confirmadas, indeferidas e irregulares. Regularizao das inscries. Divulgao dos inscritos. PROVAS Divulgao do local de provas. DATA DAS PROVAS Divulgao dos gabaritos (a partir das 16h). Recebimento de recurso administrativo contra a elaborao e/ou gabarito. Divulgao do resultado do recurso administrativo contra a elaborao e/ou gabarito. Divulgao do resultado preliminar das provas de mltipla escolha. Recebimento de recurso administrativo contra o resultado preliminar das provas de mltipla escolha Resultado do recurso administrativo contra o resultado preliminar das provas de mltipla escolha Divulgao do resultado final do concurso e encaminhamento para homologao no D.O.U. 17. DOS RECURSOS 17.1. Do resultado final da concesso de iseno da taxa de inscrio, caber Recurso Administrativo, que dever ser encaminhado Coordenadoria de Concursos - CCV, no dia 21 de agosto de 2013, no horrio das 9 s 17 horas, exclusivamente, atravs de Requerimento Administrativo, on-line, disponibilizado no endereo eletrnico da CCV. O resultado do Recurso Administrativo ser divulgado no dia 26 de agosto de 2013, no referido endereo eletrnico. 17.2. O candidato poder recorrer do indeferimento da inscrio. Para recorrer, dever preencher formulrio eletrnico prprio, disponibilizado no endereo eletrnico da CCV, anexar o boleto bancrio quitado no perodo previsto no subitem 4.4. e entregar a documentao na sede da CCV, Campus do Pici, ou envi-la atravs do FAX, (85) 3366.9423, no dia 24 de setembro de 2013, no horrio das 9 s 17 horas. O resultado do Recurso Administrativo ser divulgado no dia 26 de setembro de 2013, no referido endereo eletrnico.
Data 12 e 13 /agosto 20/agosto 21/agosto 26/agosto 26/agosto a 08/setembro 26/agosto a 09/setembro 09/setembro 23/setembro 24/setembro 26/setembro 02/outubro 06/outubro 06/outubro 07 e 08/outubro 16/outubro 16/outubro 17 e 18/outubro 24/outubro 25/outubro
17.3. O candidato poder recorrer quanto elaborao e/ou gabarito das provas, mediante o preenchimento do formulrio eletrnico prprio, disponibilizado no endereo eletrnico da CCV, devidamente fundamentado, no perodo compreendido entre as 8 horas da manh do dia 7 e as 17 horas do dia 8 de outubro de 2013. O resultado do Recurso Administrativo ser divulgado no dia 16 de outubro de 2013, no referido endereo eletrnico. 17.4. O recurso interposto pelo candidato, especificando as razes de sua irresignao, dever ser claro, consistente e objetivo para que seja passvel de anlise. Caso contrrio ser preliminarmente indeferido. 17.5. Se do exame de recurso resultar anulao de questo integrante de prova, a pontuao correspondente a essa questo ser atribuda a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido. 17.6. Todos os recursos sero analisados e as justificativas das alteraes de gabarito ou de elaborao de questes sero divulgadas no endereo eletrnico da CCV. No sero encaminhadas respostas individuais aos candidatos. 17.7. Caber recurso do resultado preliminar das provas de mltipla escolha, exclusivamente, mediante preenchimento de formulrio eletrnico prprio disponibilizado no endereo eletrnico da CCV, das 8 horas do dia 17 e as 17 horas do dia 18 de outubro de 2013. O resultado do requerimento ser divulgado, exclusivamente, no referido endereo eletrnico no dia 24 de outubro de 2013. 18. DAS DISPOSIES GERAIS 18.1. Observadas as disposies legais pertinentes e as necessidades operacionais da Universidade, o candidato classificado nos limites e formas definidas neste Edital, ser convocado para nomeao por e-mail e/ou por ofcio encaminhado atravs da Empresa Brasileira de Correios, com Aviso de Recebimento (AR). Para citada convocao sero utilizados o e-mail e/ou o endereo constantes do Formulrio de Inscrio, os quais devero ser mantidos atualizados pelo candidato, junto Pr-Reitoria de Gesto de Pessoas / Coordenadoria de Desenvolvimento e Capacitao, presencialmente, na rua Paulino Nogueira n 315, Bloco II - Altos - Benfica - CEP 60020-270, Fone (85)3366.7407 ou pelo e-mail dipmo.progep@ufc.br. 18.2. O candidato convocado fica obrigado a declarar, no prazo estipulado no e-mail e/ou ofcio de convocao mencionados no subitem anterior, se aceita ou no o cargo. Caso no aceite sua indicao, dever assinar termo de desistncia, sendo substitudo pelo candidato imediatamente subsequente na lista de classificao final do mesmo cargo/rea/campus, considerando-se a omisso tambm como desistncia. 18.3 Caso a convocao citada no subitem anterior seja para nomeao em vaga de campus diferente do campus para o qual concorreu, ser facultado ao candidato aceitar ou no, mediante termo de aceitao. Caso no aceite o candidato permanecer na mesma colocao da lista de classificao final. 18.4. A Universidade Federal do Cear poder, observada a ordem de classificao, indicar para nomeao em outra Instituio Federal de Ensino IFE, candidatos classificados neste Concurso. Ser facultado ao candidato aceitar ou no, mediante termo de aceitao. Caso no aceite, o candidato permanecer na mesma colocao da lista de classificao final. 18.5. No ser fornecido ao candidato qualquer documento comprobatrio de aprovao no processo seletivo, valendo para este fim, o resultado do Concurso publicado no Dirio Oficial da Unio. 18.6. Objetivando evitar nus desnecessrio, o candidato dever orientar-se no sentido de recolher o valor da taxa de inscrio somente aps tomar conhecimento de todos os requisitos e condies exigidas para o Concurso. 18.7. Para assegurar a lisura e a segurana do Concurso, durante a realizao das provas poder ser adotado o procedimento de identificao civil dos candidatos mediante verificao do documento de identidade e das impresses digitais. 18.8. A Coordenadoria de Concursos CCV disponibilizar o boletim de desempenho individual para consulta por meio do CPF e da senha cadastrados, no momento da inscrio, no endereo eletrnico da CCV, seguindo o Calendrio de Atividades. 18.9. A inscrio no Concurso implicar o conhecimento e tcita aceitao das condies estabelecidas neste Edital e nos seus Anexos, expediente dos quais no poder o candidato alegar desconhecimento.
18.10. Decorridos cento e vinte dias aps a divulgao do resultado final do Concurso, a Folha-Resposta ser destruda. 18.11. O resultado final do Concurso ser homologado, publicado no Dirio Oficial da Unio e divulgado a partir do dia 25 de outubro de 2013, no endereo eletrnico http://www.ccv.ufc.br. 18.12. Todos os horrios previstos neste Edital so regidos pelo horrio de Fortaleza. 18.13. Os casos omissos sero resolvidos pelo Reitor. Reitoria da Universidade Federal do Cear, Fortaleza, 15 de julho de 2013.
Henry de Holanda Campos Vice-Reitor no Exerccio da Reitoria
ANEXO I QUADRO RESUMO VAGAS PARA O CAMPUS DE FORTALEZA
CDI GOS DOS CAR GOS CARGOS NVEL/ PADRO VAGAS RESERVA DE VAGAS PARA PESSOAS COM DEFICIENCIA TOTAL DE VAGAS REGIME QUALIFICAO EXIGIDA
Analista de Tecnologia da Informao / Segurana da Informao Analista de Tecnologia da Informao / Governana e Gesto Analista de Tecnologia da Informao / Engenharia de Software Analista de Tecnologia da Informao / Arquitetura e Desenvolvimento de Software Analista de Tecnologia da Informao / Banco de Dados e Gesto da Informao Analista de Tecnologia da Informao / Infraestrutura e Tecnologia da Informao Analista de Tecnologia da Informao / Rede de Computadores Assistente Social Arquiteto e Urbanista Auditor Bibliotecrio Documentalista Engenheiro/ Engenharia Civil - Fiscalizao de Obras Engenheiro / Engenharia Civil - Clculo Estrutural Engenheiro/ Engenharia Eltrica
Graduao em Informtica ou Cincia da Computao reconhecida pelo MEC Graduao em Informtica ou Cincia da Computao reconhecida pelo MEC Graduao em Informtica ou Cincia da Computao reconhecida pelo MEC Graduao em Informtica ou Cincia da Computao reconhecida pelo MEC Graduao em Informtica ou Cincia da Computao reconhecida pelo MEC Graduao em Informtica ou Cincia da Computao reconhecida pelo MEC Graduao em Informtica ou Cincia da Computao reconhecida pelo MEC Graduao em Servio Social reconhecida pelo MEC Graduao em Arquitetura e Urbanismo reconhecida pelo MEC Graduao em Economia ou Direito ou Cincias Contbeis reconhecidas pelo MEC Graduao em Biblioteconomia ou Cincias da Informao reconhecidas pelo MEC Graduao em Engenharia Civil reconhecida pelo MEC Graduao em Engenharia Civil reconhecida pelo MEC Graduao em Engenharia Eltrica reconhecida pelo MEC
E-I/01 E-I/01 E-I/01 E-I/01 E-I/01 E-I/01 E-I/01
01 01 02 05 04 01 01
01 01 02 06 04 01 01
Engenheiro/ Engenharia Mecnica Fisioterapeuta Gelogo / Geofsica Gelogo / Geologia Marinha Produtor Cultural Secretrio Executivo
E-I/01 E-I/01 E-I/01 E-I/01 E-I/01 E-I/01
40 h 30 h 40 h 40 h 40 h 40 h
Graduao em Engenharia Mecnica reconhecida pelo MEC Graduao em Fisioterapia reconhecida pelo MEC Graduao em Geologia reconhecida pelo MEC Graduao em Geologia reconhecida pelo MEC Graduao em Comunicao Social reconhecida pelo MEC Graduao em Secretariado Executivo reconhecida pelo MEC
VAGAS PARA O CAMPUS DE SOBRAL 21 Secretrio Executivo 22 Psiclogo/Organizacional
E-I/01 E-I/01
Graduao em Secretariado Executivo reconhecida pelo MEC Graduao em Psicologia reconhecida pelo MEC
TAXA DE INSCRIO: R$ 100,00 (cem reais) REMUNERAO: R$ 3.511,70 (trs mil quinhentos e onze reais e setenta centavos)
LNGUA PORTUGUESA ( para todos os cargos )
Leitura Objetivo geral: Explorao de leitura para a compreenso literal, interpretativa e crtica dos diversos tipos de textos. Contedo: 1. Identificao das relaes de coerncia: 1.1. ideia principal / ideias secundrias; 1.2. relao de causa e efeito; 1.3. relao de comparao e contraste; 1.4. sequncia temporal e espacial. 2. Identificao das relaes coesivas: 2.1. referncia; 2.2. substituio; 2.3.elipse; 2.4. repetio. 3. Identificao do significado de palavras recorrendo ao contexto. 4. Identificao do sentido entre palavras: 4.1. sinonmia/ antonmia / polissemia; 4.2. hiponmia /hiperonmia; 4.3. campo semntico. 5. Identificao da natureza dos vrios tipos textuais: 5.1.narrativo; 5.2. descritivo; 5.3. expositivo; 5.4. argumentativo. 6. Reconhecimento da especificidade dos gneros textuais: 6.1. elementos constitutivos e sua organizao; 6.2. caractersticas lingusticas; 6.3. funes dos textos. 7. Reconhecimento do propsito do autor. 8. Reconhecimento das informaes implcitas. 9. Reconhecimento de fato e de opinio. 10. Reconhecimento do propsito comunicativo. 11. Reconhecimento dos efeitos de sentido decorrentes do emprego de recursos expressivos. Gramtica Objetivo geral: Anlise dos aspectos fonolgicos, grficos, morfolgicos e sintticos de um texto. Contedo: 1. Fonologia: 1.1. distino de fonemas e letras; 1.2. reconhecimento de valores fonticos de alguns fonemas; 1.3. identificao da correta representao grfica dos fonemas e dos vocbulos; 1.4. diviso silbica. 2. Ortografia e pontuao: 2.1.aplicao das normas estabelecidas no sistema ortogrfico adotado no Brasil, considerando-se o que prescreve o Decreto N. 6.583, de 29 de setembro de 2008; 2.2. emprego dos sinais grficos (vrgula, reticncias, ponto-e-vrgula, aspas, travesso, parnteses etc.). 3. Morfologia: 3.1. identificao, pela funo sinttica, da classe das palavras; 3.2. identificao das flexes nominais e verbais; 3.3. flexo de nomes e verbos, de acordo com as normas da lngua padro; 3.4. emprego dos pronomes; 3.5. reconhecimento das vozes verbais; 3.6. reconhecimento do valor conectivo do pronome, da preposio e da conjuno; 3.7. emprego da crase; 3.8. reconhecimento dos elementos mrficos das palavras; 3.9. distino entre composio e derivao; 3.10. reconhecimento dos cognatos das palavras; 3.11. decomposio dos vocbulos em suas unidades mnimas de significao. 4. Sintaxe: 4.1. reconhecimento dos termos da orao; 4.2. identificao da orao no perodo; 4.3. justificao de casos de concordncia nominal e verbal; 4.4. distino entre regentes e regidos; 4.5. classificao dos verbos quanto a sua predicao; 4.6. distino de sentido pela disposio sinttica das palavras no enunciado; 4.7. distino entre ordem direta e ordem inversa.
CONHECIMENTOS ESPECFICOS CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO / SEGURANA DA INFORMAO
1. Governana de TI Cobit: conceitos, estrutura, papis, domnios, processos, objetivos de controle e modelo de maturidade. 2. Gerenciamento de servios de TI ITIL: conceitos, estrutura, papis, estgios, processos e funes. 3. Gerenciamento de projetos de TI - PMBOK: conceitos, estrutura, papis e processos. 4. Gesto de segurana da informao. 4.1. Sistema de gesto de segurana da informao. 4.2. Poltica de segurana da informao. 4.3. Classificao da informao. 4.4. Tratamento de incidentes de segurana. 4.5. Gesto de risco em segurana da informao. 4.6. Gesto de continuidade do negcio. 4.7. Auditoria e conformidade. 4.8. Controle de acesso. 5. Normas e legislao relacionadas segurana da informao. 5.1. Normas ABNT: NBR 27001:2006; NBR 27002:2005; NBR 27005:2011 NBR
15999-1:2007; e NBR 15999-2:2008. 5.2. Legislao brasileira: Decretos n 3505/2000 e 4553/2002 da Presidncia da Repblica; Instruo Normativa n 1 do Gabinete de Segurana Institucional GSIPR; e Normas Complementares n 01 18 do Departamento de Segurana da Informao e Comunicaes - DSIC/GSIPR. 6. Criptografia: conceitos gerais, algoritmos simtricos, assimtricos, resumos (hash), cifras de bloco e de fluxo, modos de operao ECB, CBC, CBF, OBF e CTR. 6.1. Algortimos criptogrficos: AES, 3DES, Blowfish, IDEA, RC4, RC6, Diffie-Hellman, RSA, ECC, MD4, MD5, SHA-1, SHA-2, WHIRLPOOL. 6.2. Ataques: fora bruta, dicionrio, anlise de frequncia, criptoanlise, coliso e aniversrio 6.3. Transport Security Layer: SSL e TLS. 6.4. Infraestruturas de chaves pblicas, Certificao e assinatura digital. 6.5. Esteganografia. 7. Identificao, Autenticao e Autorizao. 7.1. Controle de Acesso. 7.1.1. Princpios: menor privilgio, apenas o necessrio e separao de funes. Modelos: MAC, DAC e RBAC. 7.1.2. Mtodos: administrativo, fsico, tcnico e camadas. 7.1.3. Administrao: centralizado e descentralizado. 7.1.4. Tcnicas e Tecnologias: baseado em regras, limitado pela interface, matriz de acesso, dependente do contedo, dependente do contexto. 7.1.5. Ameaas: dicionrio, fora bruta, spoofing 7.2. Autenticao: conceitos gerais, mtodos e fatores; Protocolos. PAP, CHAP, EAP, NTLM, Kerberos, RADIUS, TACACS. 8. Segurana em redes. 8.1. Segmentao de redes: conceitos gerais, DMZ, VLAN. 8.2. Firewall: conceitos gerais, stateless, SPI (Statefull Packet Inspection), DPI (Deep Packet Inspection) e UTM (Unified Threat Management); ferramentas: netfilter, iptables; fwbuilder. 8.3. Deteco e preveno de intruso em redes: conceitos gerais, IDS (Intrusion Detection System) e IPS (Intrusion Prevention System); ferramentas: snort; 8.4. Anlise de trfegos de rede (sniffers): conceitos gerais, modelo OSI, pilha TCP/IP e protocolos das camada de enlace, rede e aplicao; ferramentas: iptraf, tcpdump e wireshark. 8.5. VPN : conceitos gerais, encapsulamento, autenticao, criptografia dos dados, topologias; protocolos e ferramentas: PPTP, L2TP, IPSEC e OpenVPN. 8.6. Segurana de redes Wi-Fi: conceitos gerais, ataques, WEP, WPA e WPA2. 8.7. Autenticao de rede: conceitos gerais, IEEE 802.1X. 9. Segurana (Hardening) em servidores Linux e Windows 2000, 2003 e 2008, e estaes de trabalho Linux, Windows XP e 7. 9.1 Logs e auditoria com Syslog e Microsoft Event View. 9.2. Segurana em servidores SSH, LDAP, Apache, Jboss, Tomcat, Postfix, Squid, Bind, MySQL, PostgreSQL. 10. Incidentes de segurana: tratamento e resposta a incidentes de segurana (CERT), 10.1. Testes de invaso. 10.2. Forense computacional. 10.3. software malicioso: vrus, cavalo de troia, spyware, backdoors, keylogger, worm. 11. Segurana no desenvolvimento de sistemas. 11.1. Prticas de programao segura e reviso de cdigo. 11.2. Controles e testes de segurana para sistemas e servios Web. 11.3. Ameaas e vulnerabilidades em aplicaes: Command, SQL e LDAP Injection , Cross-Site Scripting (XSS), session hijacking, referncia insegura a objetos, Cross-Site Request Forgery, armazenamento inseguro de dados criptografados). 11.4. Segurana em aplicaes web em Java e PHP.
CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO / GOVERNANA E GESTO
1. Governana de TI - Cobit 4.1: aspectos gerais, estrutura, conceitos, finalidade, modelo de maturidade, objetivos de controle, objetivos de negcios e objetivos de TI, domnios e processos. 2. Gerenciamento de servios de TI - ITIL 2011: conceitos, papis genricos, ciclo de vida dos servios. 2.1. Estratgia do Servio: Gerenciamento de Demanda, Gerenciamento do Portflio de Servios. 2.2. Desenho do Servio: Gerenciamento do Catlogo de Servios, Gerenciamento de Nvel de Servio, Gerenciamento de Disponibilidade, Gerenciamento de Capacidade, Gerenciamento de Continuidade de Servios de TI, Gerenciamento de Segurana da Informao. 2.3. Transio do Servio: Gerenciamento de Configurao e Ativos de Servio, Gerenciamento de Mudanas, Avaliao de Mudanas. 2.4. Operao do Servio: Gerenciamento de Eventos, Gerenciamento de Incidentes, Gerenciamento de Problemas e Gerenciamento de Acesso. 3. Gerenciamento de projetos de TI PMBOK: conceitos de gerenciamento de projetos, ciclo de vida do projeto, conceitos bsicos e estrutura. 4. Sistemas Estruturantes do Poder Executivo Federal. 5. Governo Eletrnico: E-Ping e E-Mag. 6. Contratao de bens e servios de TI: aspectos especficos da contratao de bens e servios de TI; Instruo Normativa n 4, de 12 de novembro de 2010, do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto; elaborao de termos de referncias e/ou projetos bsicos para contratao de bens e servios de TI; acompanhamento de contratos de TI. 7. SISP: Finalidade, organizao e competncias; Decreto n 7.579, de 11 de outubro de 2011.
8. Infraestrutura Nacional de Dados Abertos (INDA) Decreto s/n, de 15 de setembro de 2011. 9. Lei n 12.527/2011 Lei de Acesso Informao Pblica (LAI) princpios, transparncia ativa e passiva, prazos e instncias recursais. 10. Guia de Elaborao de PDTI do SISP. 11. Guia de Comit de TI do SISP. 12. Metodologia de Gerenciamento de Projetos do SISP (MGP-SISP). 13. Estratgia Geral de Tecnologia da Informao (EGTI) 2013-2015. 14. Programa Nacional de Gesto Pblica e Desburocratizao (GesPblica).
CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO / ENGENHARIA DE SOFTWARE
1. Raciocnio Lgico: Estruturas lgicas. Lgica sentencial (ou proposicional). Tabelas verdade. Diagramas lgicos. Operaes com conjuntos. Raciocnio lgico envolvendo problemas aritmticos, geomtricos e matriciais; 2. Lgica de Programao: Elementos de Programao. Algoritmos e estruturas de dados. Estruturas sequenciais, condicionais e de repetio; 3. Noes de Programao Orientada a Objetos: Abstrao de dados. Classes. Interfaces. Herana. Polimorfismo. Encapsulamento. Objetos. Propriedades. Sobrescrio e sobrecarga de mtodos; 4. Banco de Dados: Noes de SQL/ANSI: Principais instrues de manipulao de dados (DDL e DML). Elaborao de consultas SQL que retornem a informao desejada a partir de um modelo de dados pr-estabelecido (traduo de consultas em portugus corrente para SQL); 5. Modelagem UML 2.x (conceitos gerais, diagrama de caso de uso, diagrama de classes/objetos, diagrama de sequncia, diagrama de atividades, diagrama de estados, diagrama de componentes, diagrama de implementao, diagrama de colaborao); 6. Conceitos de Engenharia de Software: engenharia de requisitos de software, processos de desenvolvimento de software (processo cascata, processo iterativo, processo espiral etc.), projeto de software orientado a objetos; 7. Medio e estimativas de projetos de software: Anlise de pontos de funo, Processo de contagem de pontos de funo; Tipos de funo (funes de dados e funes transacionais), fatores de ajuste; Metodologia NESMA (Netherlands Software Metrics Association); 8. Processo de desenvolvimento de software - Processo Unificado: conceitos gerais do RUP, disciplinas, fases, papis, atividades, artefatos. Processo gil: conceito, metodologia Scrum; 9. Gerenciamento de projetos de TI - PMBoK 5 edio: Conceitos de gerenciamento de projetos; Ciclo de vida do projeto, conceitos bsicos e estrutura. 10. Testes de software: Conceitos: tipos, padres, mtodos e processos; Gerenciamento de defeitos; Relatrios de teste. 11. Projeto de sistemas em Java. Arquitetura e padres de projeto JEE v6. Desenvolvimento Web em Java. Servlets, JSP e Ajax. Frameworks JSF 2.x, Apache Struts 2, EJB, e Hibernate 3.5. 12. Modelagem de Processos de Negcio: BPM e BPMN. 13. Modelos de melhoria de qualidade de processo e produto CMMI 1.3 (CMMI-DEV), MPS.BR, ISO 12207 e ISO 9126.
CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO / ARQUITETURA E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE
1. Raciocnio Lgico: Estruturas lgicas. Lgica sentencial (ou proposicional). Tabelas verdade. Diagramas lgicos. Operaes com conjuntos. Raciocnio lgico envolvendo problemas aritmticos, geomtricos e matriciais; 2. Banco de Dados: Noes de SQL/ANSI: Principais instrues de manipulao de dados (DDL e DML). Elaborao de consultas SQL que retornem a informao desejada a partir de um modelo de dados pr-estabelecido (traduo de consultas em portugus corrente para SQL); 3. Algoritmos e Estruturas de Dados: tipos bsicos de dados, algoritmos para pesquisa e ordenao, listas lineares e suas generalizaes (listas ordenadas, listas encadeadas, pilhas e filas), rvores e suas generalizaes (rvores binrias, rvores de busca, rvores balanceadas). Complexidade de algoritmos; 4. Projeto de sistemas em Java. Arquitetura e padres de projeto JEE v6. Desenvolvimento Web em Java. Servlets, JSP e Ajax. Frameworks JSF 2.x, Apache Struts 2, EJB, e Hibernate 3.5; 5. HTML 5, HTML 4 e XHTML 1.1, Web Storage API, Web Sockets; 6. CSS3: Webfonts, transformaes, animao, colunas; 7. Gerao de contedo por CSS e data URIs; 8. ECMA Script (Javascript), DOM (Document Object Model), JSON (Javascript Object Notation); 9. e-PWG - Padres Web em Governo Eletrnico; 10. Anlise e Projeto de Sistemas: Ciclo de vida, Metodologias de desenvolvimento, Modelagem UML 2.x (conceitos gerais, diagrama de caso de uso, diagrama de classes/objetos, diagrama de sequncia, diagrama de atividades, diagrama de estados, diagrama de componentes, diagrama de implementao, diagrama de
colaborao); 11. Programao Orientada a Objetos: conceitos de orientao a objetos, abstrao de dados, propriedades, mtodos, objetos, classes, interfaces, herana, polimorfismo, encapsulamento, sobrescrio e sobrecarga de mtodos; 12. Padres de projeto: Padres Gang of Four (criacionais, estruturais e comportamentais) 13. Sistema de Controle de Verso: Subversion (SVN), GIT; 14. Noes de Engenharia de Software: engenharia de requisitos de software, processos de desenvolvimento de software (processo cascata, processo iterativo, processo espiral etc.); Conceitos de processos de melhorias de software CMMI 1.3 (CMMI-DEV) e MPS.BR (MRMPS); 15. Interoperabilidade de sistemas. Arquitetura orientada a servios: SOA e Web Services. Padro RESTful. Padres XML Schema Datatypes, XSLT, UDDI, WSDL e SOAP; 16. Segurana no desenvolvimento. Prticas de programao segura e reviso de cdigo. Controles e testes de segurana para aplicaes Web. Controles e testes de segurana para Web Services; 17. Protocolo HTTP 1.1: sesso, principais mtodos (GET, POST, PUT, DELETE, HEAD, OPTIONS), segurana e idempotncia de mtodos, cabealhos, negociao de contedo, controle de cache, requisies condicionais, requisies de contedo parcial, autenticao (bsica e digest), cdigos de resposta; 18. Arquitetura Distribuda: Conceitos e componentes. Modelo Cliente/Servidor em 2, 3 e N camadas. Padro MVC; 19. Sistemas Operacionais: Sistemas operacionais GNU/Linux e Microsoft Windows, configurao de ambientes, ferramentas de monitoramento, gerenciamento de autenticao e autorizao. Programao em Shell Script para ambiente GNU/Linux; 20. Mquina Virtual Java: estrutura da JVM, gerenciamento e monitoramento de memria (Jconsole, Jps, Jstack, JMeter), Garbage Collection; 21. Servidores WEB: Apache (escolha de MPM, mdulos, conectores AJP mod_jk, mod_proxy_apj e mod_cluster, virtual hosts, anlise de log e SSL instalao e configurao); 22. Servidores de aplicao: JBoss (criao e remoo de containers, instalao, configurao, tuning, slimming, clustering, monitoramento, JBoss ON); 23. Testes de software: Conceitos: tipos, padres, mtodos e processos; Testes automatizados; Relatrios de teste. Framework JUnit. Ferramenta Selenium.
CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO / BANCO DE DADOS E GESTO DA INFORMACO
1. Raciocnio Lgico: Estruturas lgicas. Lgica sentencial (ou proposicional). Tabelas verdade. Diagramas lgicos. Operaes com conjuntos. Raciocnio lgico envolvendo problemas aritmticos, geomtricos e matriciais; 2. Lgica de Programao: Elementos de Programao. Algoritmos e estruturas de dados. Estruturas sequenciais, condicionais e de repetio; 3. Noes de Programao Orientada a Objetos: Abstrao de dados. Classes. Interfaces. Herana. Polimorfismo. Encapsulamento. Objetos. Propriedades. Sobrescrio e sobrecarga de mtodos; 4. Noes de Anlise e Projeto Orientado a Objeto com Notao UML 2.x: Conceitos gerais. Diagramas: Diagrama de casos de uso. Diagrama de classes/objetos. Diagrama de atividades; 5. Introduo a Banco de Dados: Conceitos e arquitetura de sistema de banco de dados; 6. Modelagem de dados: Modelo Entidade Relacionamento (MER) e Modelo Relacional (MR), Mapeamento do MER para o MR; 7. SQL (ANSI); linguagens de definio (DDL), manipulao (DML), controle (DCL) e transao (DTL) de dados em SGBDs relacionais; conceitos de procedimentos armazenados (Stored Procedures), vises (views) e gatilhos (triggers); 8. lgebra relacional e clculo relacional; 9. Dependncias Funcionais e Normalizao: 1NF, 2FN, 3NF e BCNF; 10. Conceitos e comandos da linguagem procedural do SGBD PostgreSQL: Funes, Gatilhos e Procedimentos Armazenados; 11. Administrao de banco de dados SGBD PostgreSQL: Fundamentos, instalao, administrao e configurao; Administrao de usurios e perfis de acesso. Anlise de desempenho e ajustes finos (tuning). Segurana e Monitoramento de banco dados. Backup e restaurao de dados. Exportao e importao em bancos de dados; Tolerncia a falhas e continuidade de operao; 12. Armazenamento de disco, estruturas de arquivo bsicas e hashing; Estruturas de indexao para arquivos; 13. Gerenciamento de transaes, controle de concorrncia e recuperao de banco de dados; 14. Processamento e otimizao de consultas; 15. Segurana de banco de dados; 16. Bancos de dados distribudos; 17. Sistemas de suporte deciso (Business Intelligence) e Datawarehousing: conceitos bsicos, arquiteturas e aplicaes de Datawarehouse, ETL, OLTP, OLAP e Data Mining. Tcnicas de modelagem e otimizao de bases de dados multidimensionais; 18. XML: eXtensible Markup Language: Dados estruturados, semiestruturados e no estruturados; Modelo de dados hierrquico (em rvore) da XML; Documentos XML, DTD e XML Schema; Armazenamento e extrao de documentos XML de bancos de dados relacionais; Linguagens de consulta XML (XPath, XQuery).
CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO / INFRAESTRUTURA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO
1. Sistemas operacionais Windows e Linux. Conceitos bsicos. Noes de administrao. Servios de diretrio: Active Directory e LDAP. Interoperabilidade. 2. Virtualizao com Citrix Xen Server e VMware ESXi. Conceitos bsicos. Noes de administrao. 2.1. Cloud Computing. 3. Servidores HTTP Apache. Conceitos bsicos. Noes de administrao. 4. Servidores de aplicao JEE JBoss. Conceitos bsicos. Noes de administrao. 5. Servidores de Banco de Dados Oracle, PostgreSQL e MySQL. Conceitos bsicos. Noes de administrao. 6. Servidores SMTP Postfix e Zimbra. Conceitos bsicos. Noes de administrao. 7. Topologia tpica de ambientes com alta disponibilidade e escalabilidade. Balanceamento de carga, fail-over e replicao de estado. Tcnicas para deteco de problemas e otimizao de desempenho. 8. Tecnologias e arquitetura de Datacenter. Conceitos bsicos. Servios de armazenamento, padres de disco e de interfaces. RAID. 9. Tecnologias de armazenamento DAS, NAS e SAN. 10. Tecnologias de backup. Conceitos Bsicos. Deduplicao. ILM Information Lifecycle Management. 10.1. Software Livre para backup pessoal e corporativo. Noes de administrao. 11. Administrao, monitoramento e controle: 11.1 Ferramentas automatizadas de gesto de infraestrutura. 11.2 Administrao de aplicao para monitoramento de servidores e servios. 11.3 Configurao, administrao e gerenciamento de servios de rede Windows e Linux: servio de compartilhamento de arquivos SAMBA, LDAP, Microsoft Active Directory, DNS, DHCP, FTP, CIFS e NFS. 11.4 Autenticao, autorizao e auditoria. Controle de acesso baseado em papis. Autenticao forte (baseada em dois ou mais fatores). Single sign-on. Captive Portal.
CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAO / REDE DE COMPUTADORES
1. Comunicao de dados: tipos e meios de transmisso, tcnicas bsicas de comunicao, topologias de redes de computadores, Internet, Intranet, modelo de referncia OSI e arquitetura TCP/IP. 2. Tecnologias e protocolos de redes locais. 2.1 Padres ethernet, endereamento IP, mscara de rede, protocolos (IP, ARP, ICMP, UDP, TCP, FTP, SMTP, VRRP, OSPF), cabeamento estruturado EIA/TIA 568, redes tipo campus (core, distribuio, acesso). 2.2 Redes de longa distncia: PPP, ATM e MPLS. 2.3 Armazenamentos de rede: DAS, SAN e NAS. 2.4 Redes sem fio (wireless). 2.5 Elementos de interconexo de redes de computadores (switches, roteadores, balanceadores de carga). 3. Gerenciamento de redes de computadores: conceitos, protocolo SNMP, agentes e gerentes, MIBs, gerenciamento de dispositivos de rede, servidores e aplicaes. 4. Qualidade de servio (QoS): conceitos (filas, filas prioritrias, descarte), arquiteturas. 5. Voz sobre IP (VoIP): conceitos, arquiteturas, protocolos (RTP, RTPC, SRTP, SIP, H.323). 6. Videoconferncia: conceitos, arquiteturas, protocolos (SIP, H.323). 7. Roteamento Multicast: conceitos, protocolos (IGMP, PIM, MOSPF).
1. O significado scio-histrico do Servio Social como profisso; 2. O movimento de renovao do Servio Social no Brasil: caractersticas, vertentes e principais matrizes terico-metodolgicas; 3. A questo social: gnese, desenvolvimento e configuraes contemporneas. 4. Mediao e instrumentalidade no Servio Social; 5. O projeto tico-poltico do Servio Social: Lei de Regulamentao da Profisso, Cdigo de tica e diretrizes curriculares; 6. tica e Direitos Humanos; 7. O Servio Social como trabalho e os espaos scio-ocupacionais do assistente social; 8. Estado, Polticas Pblicas e o Servio Social na contemporaneidade; 9. A Poltica Nacional de Estgio da Associao Brasileira de Ensino e Pesquisa em Servio Social (PNE/ABEPSS) e os desafios do estgio supervisionado; 10. Neoliberalismo e universidade pblica: problemas e desafios contemporneos.
1. Condicionantes do Projeto: Conhecimento de Normas e Posturas Legais;Orientao, Incidncia Solar, Ventos Dominantes;Topografia (leitura e interpretao de levantamentos plani-altimtricos);Noes Bsicas de Sondagem do Terreno;Canteiro de Obras: Acompanhamento em todas as fases da obra . 2. Elementos do Projeto: Organizao e Interpretao de Programa de Necessidades para novas obras, reformas e ampliaes; Implantao (locao, situao, estacionamento, acessos, circulaes externas); Conforto: Iluminao e ventilao (natural e artificial); Acstica; Comunicao interna e externa: Dimensionamento de portas, circulaes, escadas, rampas, elevadores e monta-cargas; Cobertura: materiais, dimensionamento; Especificao de materiais de acabamento: tipos, caractersticas, levantamento de quantitativos; Propostas para espaos existentes: levantamento arquitetnico, projetos de ocupao, estudos de lay-out, reformas e acrscimos; Noes Bsicas de conservao e manuteno de edifcios. 3. Projetos Complementares: Noes Bsicas de Estrutura: elementos (fundaes, vigas, pilares, lajes), tipos (concreto, metlica, madeira); Noes Bsicas de instalaes eltrica, telefnica, hidro-sanitria, combate a incndio, lgica, gases (convenes grficas, leitura e interpretao de projetos); Noes bsicas de impermeabilizao: tipos, caractersticas, aplicaes; Coordenao e compatibilizao de projetos; Noes Bsicas e Interpretao de Oramentos; Participao em Editais e Pareceres Tcnicos. 4. Representao Grfica: Leitura e interpretao de projetos arquitetnicos e urbansticos; Escalas, Convenes, Simbologia; Linguagem do desenho; Perspectiva; Domnio de programas de desenho (autocad, corel draw), imagens (photoshop) e textos (word, excel).
1. Conceito; 2. Tipologia; 3. Controle na Administrao Pblica e Controles Internos: Princpios Constitucionais da Administrao Pblica, Regimento Interno do Tribunal de Contas da Unio, Lei 9784/1999 (Processo Administrativo), Decreto 3591/2000 e IN SFC 01/2001 (Controle Interno no Poder Executivo Federal); Lei 8666/93 (Licitaes); Lei 4320/1964 (Lei das Finanas Pblicas); Lei 8112/90 (Regime Jurdico nico); 4. Procedimentos e Tcnicas de Auditoria; 5. Evidncia de Auditoria; 6. Risco de Auditoria; 7. Amostragem em Auditoria; 8. Planejamento da Auditoria; 9. Programas de Auditoria; 10. Documentos de Auditoria (Papis de Trabalho); 11. Relatrios de Auditoria, Pareceres e Certificados.
CARGO: BIBLIOTECRIO DOCUMENTALISTA
1. Biblioteconomia, Documentao e Cincia da Informao: conceituao, princpios, evoluo e relaes com outras reas do conhecimento. Tipos de documentos e finalidades. Histria dos registros do conhecimento. 2. Representao descritiva da Informao: princpios de catalogao. Catlogos: funes, tipos e formas. Conceitos de autoria e entrada principal. Entradas secundrias. AACR2 e pontos de acesso. Tabelas de notao de autor. Catalogao dos diferentes tipos de materiais e suportes. Metadados dublin core. 3. Representao temtica da Informao: evoluo histrica e conceitual da Indexao, co nceitos e mecanismos bsicos; indexao manual, semi-automtica e automtica. Linguagens documentrias: Sistemas de classificao bibliogrfica: princpios de classificao, histrico e evoluo; Classificao Decimal de Dewey (CDD). Classificaes especializadas. Tesauros: conceitos, termos, descritores. Recuperao da Informao: evoluo histrica e conceitual, mecanismos. 4. Formao e desenvolvimento de colees: estudos de necessidades de informao. Polticas de seleo, aquisio e descarte: procedimentos. Aquisio planificada, consrcios e comutao bibliogrfica. Colees no convencionais. Intercmbio: emprstimo entre unidades de informao. Avaliao. 5. Servio de referncia: conceito e tcnicas. Bibliotecrio de referncia: caractersticas e atribuies. Usurios reais e potenciais. Processo de negociao. Disseminao Seletiva da Informao (DSI). Servios presenciais e virtuais: perfis de uso, interesses e necessidades. Treinamentos formais e informais. Estudo de Usurio e de Comunidade. 6. Redes e Sistemas de Informao: histrico, conceitos e caractersticas. Bibliotecas/Unidades de informao eletrnicas, digitais, hbridas e em realidade
virtual. Produtores, provedores e usurios das redes e dos sistemas de informao. Automao: avaliao de software gerenciador de servios de unidades de informao. Formatos de intercmbio e suas estruturas. Catlogos em linha. Converso retrospectiva de registros catalogrficos (importao e exportao de dados). Principais sistemas de automao: nacionais e internacionais. Bibliotecas Universitrias enquanto sistemas de informao. 7. Tecnologia da Informao e da Comunicao: informtica aplicada a biblioteconomia, conceito de redes de comunicao de dados. Redes locais: caractersticas e diferenas. Tipos de equipamentos. Internet, intranet e extranet. Gerenciamento do fluxo da informao em ambiente WEB. Bancos e Bases de dados. Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertaes. 8. Gesto de Unidades de Informao: planejamento, organizao e administrao de recursos: materiais, financeiros, informacionais e humanos. Marketing de servios e produtos. 9. A produo do conhecimento. Pesquisa documentria, produo monogrfica, Normalizao: conceitos e funes. Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT). Comit Brasileiro de Documentao (CB14). Normas brasileiras de documentao. 10. Profisso do Bibliotecrio: Bibliotecrio como mediador da informao e da comunicao. Teorias da informao e da comunicao, cultura e mdia. Legislao e rgos de Classe. tica profissional.
CARGO: ENGENHEIRO / ENGENHARIA CIVIL FISCALIZAO DE OBRAS
1. Obras Civis: Quantitativos, oramentos, composio e avaliao de custos unitrios, planejamento tcnico, especificaes, confeco de cronograma fsicofinanceiro, Licitaes e Contratos de Obras Pblicas (Lei 8666/93); 2. Execuo de Obras Civis: Anlise de Projetos, Topografia, terraplenagem (locao de obras), ensaios de caracterizao e compactao, anlise de sondagens, instalaes provisrias, equipamentos empregados em construo civil, canteiros de obras, armazenamento de material e equipamentos, dirio de obra, medio e emisso de faturas; 3. Fiscalizao: Acompanhamento da execuo da obra conforme projetos e especificaes de materiais, levantamento para medies, tomada de decises; 4. Etapas construtivas de obras civis: escavaes, contenes, cortinas, muros de arrimo, fundaes (tipos de fundaes e seu emprego, anlise de projeto e execuo) mtodos construtivos de estruturas (Fundaes diretas e indiretas, pilares, vigas, lajes, formas), escoramento, controle tecnolgico, alvenarias, revestimentos, Esquadrias, Pisos, Cobertas e seu dimensionamento, Pavimentao e manuteno de vias; 5. Conhecimentos especficos: Tipos de ensaios que devem ser feitos quando da execuo de uma obra civil, conhecer materiais de construo e seu emprego, traos argamassas e suas utilizaes, Concreto armado; Dimensionamento, conhecimento de dosagem controle tecnolgico, Ensaios, Agregados, Ao para concreto armado. Noes de Estrutura de Ao e Madeira, Engenharia Legal; 6. Concreto Protendido 7. Instalaes Prediais: Conhecimento e dimensionamento de instalaes eltricas, hidrulicas, esgoto, telefnica, lgica, proteo e combate a incndio, gs, ar comprimido; 8. Normas: Conhecimento das normas da ABNT ligadas a Construo Civil; 9.Patologias da Construo Civil: Em alvenarias, revestimentos, pinturas, estruturas, etc.; 10. Drenagem superficial, subsuperficial e profunda, redes de esgoto e redes de abastecimento dgua; 11. Higiene e Segurana do Trabalho: Condies de trabalho na constru o civil, Riscos Ambientais, Avaliao e preveno aos riscos ambientais, Equipamentos de proteo Individual (EPI), Insalubridade e Periculosidade, rudos (limites de tolerncia), Sinalizao nas obras; 12. Impermeabilizao: Avaliao e emprego de produtos especializados, proteo mecnica, isolao trmica adequada, anlise de custos; 13. Conhecimento de Informtica: Operao de programas (Planilha eletrnica, editor de texto, etc.) Edio grfica em CAD: Conhecimento e operao.
CARGO: ENGENHEIRO / ENGENHARIA CIVIL CLCULO ESTRUTURAL
1. Conhecimento de Normas da ABNT, NBR 6118, 7211, 7187 e 7480; 2. Conhecimento de projetos estruturais; 3. Alvenaria estrutural; 4. Fundaes diretas (blocos, sapatas e radieres); 5. Fundaes Profundas (estacas e tubules); 6. Estruturas de suporte de terra; 7. Estruturas de concreto armado; 8. Estruturas de concreto pretendido; 9. Estruturas metlicas; 10. Estruturas em madeira; 11. Estruturas mistas; 12. Tpicos avanados em anlise estrutural; 13. Patologia e recuperao de
estruturas; 14. Reabilitao e reforo estrutural; 15. Mecnica computacional de estruturas atravs de programas de clculo estrutural em CAD; 16. Vistoria e elaborao de Pareceres; 17. Controle e acompanhamento da execuo de estruturas; 18. Fiscalizao dos materiais empregados e dos procedimentos executivos de estruturas; 19. Levantamento de quantidades em estruturas; 20. Composies de custo unitrios, parciais e totais aplicados em estruturas; 21. Instrumentao e observao de estruturas; 22. Conhecimento do clculo estrutural, dimensionamento, detalhamento e verificao
CARGO: ENGENHEIRO / ENGENHARIA ELETRICA
1. Circuitos eltricos em corrente alternada e corrente contnua; 2. Circuitos eltricos trifsicos equilibrados e desequilibrados; 3. Fator de potncia; 4. Medidas eltricas e instrumentao eletrnica; 5. Instalaes eltricas em alta e baixa tenso; 6. Entrada de energia eltrica nos prdios; 7. Projetos; 8. Proteo, seccionamento e comando de circuitos; 9. Luminotcnica; 10. Instalaes de pra-raios prediais; 11. Aterramento; 12. Melhoramento do fator de potncia de instalaes; 13. Demanda; 14. Eltrica das mquinas girantes; 15. Instalao e manuteno de grupos de emergncia; 16. Materiais e equipamentos eltricos; 17. Manuteno preventiva e corretiva em instalaes eltricas prediais; 18. Conhecimento de programas em CAD; 19. Noes da norma NBR 5410; 20. Vistoria e elaborao de pareceres; 21. Fiscalizao e acompanhamento de obras e servios de instalaes eltricas e de rede estruturada; 22. Levantamento de quantidades, composies de preos e oramentos de projetos de instalaes eltricas, inclusive subestaes.
CARGO: ENGENHEIRO / ENGENHARIA MECNICA
1.Termodinmica. Estado termodinmico e propriedades termodinmicas. Primeira lei e a conservao de energia. Segunda lei aplicada a ciclos e processos. Gases perfeitos. Ciclos tericos de gerao de potncia e refrigerao. 2. Mecnica dos Fluidos. Propriedades e natureza dos fluidos. Hidrosttica. Equaes constitutivas da dinmica dos fluidos. Anlise dimensional e relaes de semelhana. Escoamento em tubulaes. Noes de escoamento compressvel em bocais. 3. Resistncia dos Materiais. Trao e compresso entre os limites elsticos. Anlise das tenses e deformaes. Estado plano de tenses. Fora cortante e momento fletor. Tenses/deformaes em vigas carregadas transversalmente. Toro e momento torsor. Momento de inrcia das figuras planas. 4. Fundamentos da Dinmica: Dinmica das Partculas; Dinmica de Sistemas de Partculas; Dinmica do Corpo Rgido. 5.Transmisso do Calor. Fundamentos e mecanismos de transferncia de calor. Abordagem elementar dos processos de conduo, conveco e radiao. Princpios de operao dos trocadores de calor. 6. Eletrotcnica: Princpios de funcionamento de geradores e motores eltricos. 7. Gs: Dimensionamento e Instalao de sistemas de gases. 8. Noes das Normas de Segurana do trabalho
1. Biossegurana. 2. Classificao Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Sade. 3. Humanizao. 4. Sistema nico de Sade. 5. Polticas pblicas em sade. 6. Anatomia do corpo humano: planos e eixos anatmicos; esqueleto axial; ossos, junturas, msculos, vasos e nervos; sistema circulatrio; sistema respiratrio; sistema esqueltico; sistema articular; sistema muscular. 7. Anatomia funcional do sistema nervoso, organizao e classificao, estrutura macroscpica e microscpica do sistema nervoso central e perifrico. 8. Aspectos gerais do sistema nervoso autnomo. 9. Vias aferentes e eferentes do sistema nervoso central. 10. Vascularizao do sistema nervoso central. 11. Fisiologia celular. 12. Fisiologia muscular. 13. Contrao do msculo. 14. Placa motora. 15. Potenciais de membrana e transmisso nervosa. 16. Sinapse e os circuitos neuronais bsicos. 17. Fisiologia dos receptores. 18. Fisiologia do sistema nervoso, muscular, cardiovascular e respiratrio. 19. Aplicao das leis e grandezas fsicas na compreenso do movimento humano, no diagnstico e na teraputica relativa fisioterapia. 20. Princpios e estudo
biomecnico do movimento humano (cintica e cinemtica do movimento humano normal e adaptado na execuo das atividades de vida diria). 21. Equilbrio do corpo humano. 22. Efeitos da fora de gravidade, centro de gravidade do corpo. 23. Mecnica da coluna vertebral. Goniometria. 24. Avaliao muscular: provas de fora e flexibilidade. 25. Aplicao do movimento sob forma teraputica. 26. Ganho de fora muscular e amplitude de movimento: mtodos, tcnicas e recursos fisioterpicos. 27. Noes de tratamento clnico e cirrgico das doenas ortopdicas e traumticas, assim como no tratamento em diferentes fases de doenas infecciosas e degenerativas de msculos, ossos e articulaes. 28. Disfunes da coluna vertebral. 29. Fraturas e luxaes. 30. Avaliao, planejamento, prescrio e execuo de tratamento fisioterpico. 31. Exame neurolgico da criana. 32. Desenvolvimento neuropsicomotor. 33. Paralisia cerebral. 34. Paralisia braquial obsttrica. 35. Mielomeningocele. 36. Doenas neuromusculares e sndromes de regresso neurolgica. 37. Repercusso das doenas cerebrovasculares e traumatismo cranienceflico na infncia. 38. Avaliao fsica, definio de objetivos e condutas, indicao de tratamento fisioterpico e abordagem em equipe interdisciplinar de crianas com alteraes no desenvolvimento. 39. Semiologia neurolgica. 40. Leso de plexo braquial, plexo lombossacro e nervos perifricos. 41. Leso medular. Sndrome de Guillain Barr. 42. Poliomielite. 43. Acidente vascular cerebral. Traumatismo cranienceflico. 44. Doenas degenerativas. Avaliao fsica, definio de objetivos e condutas, indicao de tratamento fisioterpico e abordagem em equipe interdisciplinar de indivduos adultos com doenas e disfunes neurolgicas. 45. Semiologia do aparelho respiratrio. 46. Patologias pulmonares mais frequentes, incluindo avaliao, classificao, quadro clnico, complicaes, evoluo e tratamento. 47. Avaliao da funo pulmonar: mecnica respiratria, ventilometria, espirometria e presses respiratrias. 48. Tcnicas especficas em fisioterapia respiratria ambulatorial e de UTI. 49. Ventilao mecnica invasiva e no invasiva. 50. Mtodos e tcnicas de fisioterapia, empregados na reabilitao pulmonar (desobstruo, reexpanso e treinamento muscular). 51. Indicao e caractersticas das rteses de membros inferiores, superiores e de tronco; prteses de membros inferiores. 52. Indicao e tipos de auxlio locomoo.
CARGO: GELOGO / GEOFISICA
1. Princpios do Mtodo da Eletrorresistividade; 2. Aquisio, processamento e Interpretao de dados de Tomografia Eltrica; 3. O Mtodo Eletromagntico Indutivo e VLF aplicado Hidrogeologia e ao Meio Ambiente; 4. GPR: fundamentos bsicos de aquisio, processamento e interpretao em investigaes rasas; 5. Os Mtodos Potenciais aplicados pesquisa de bacias sedimentares on shore; 6. Mtodos geofsicos aplicados pesquisa de guas subterrneas em terrenos sedimentares, cristalinos e mistos; 7. Fundamentos de SIG e suas aplicaes em estudos geofsicos, geolgicos e hidrogeolgicos; 8. Fundamentos de PDI em geofsica, geologia e hidrogeologia 9. domnio avanado em instrumentao geofsica, aquisio de dados geofsicos/geolgicos
CARGO: GELOGO / GEOLOGIA MARINHA
1. Escoamento subterrneo em meio poroso. 2. Contaminao das guas subterrneas e mtodos de recuperao. 3. Istopos estveis ambientais em hidrogeologia. 4. Modelos em Hidrogeologia. 5. Amostragem de gua e sedimento. 6. Anlises Hidroqumicas. 7. Anlise Geoqumica de sedimentos. 8. Anlise sedimentolgica.
1. As vrias concepes de cultura; 2. Princpios e dispositivos de polticas pblicas previstos no Plano Nacional de Cultura (PNC / MinC); 3. Princpios e dispositivos das leis de incentivo cultural municipais e federaisl, incluindo conhecimentos de elaborao de projetos culturais; 4. Conhecimentos bsicos para elaborao de projetos para editais da rea cultural dos governos federal, estadual e municipal; 5. Concepo, planejamento e organizao de eventos culturais, tais como exposies de artes plsticas, fotografias e artes grficas, mostras, ciclos cinematogrficos, debates, espetculos de teatro, dana e msica; 6. Divulgao cultural, incluindo estratgias analgicas e digitais. Conhecimentos grficos para elaborao ou aprovao de materiais de divulgao, tais como cartazes, outdoors, filipetas, programas impressos e convites impressos e digitais. 7. Tcnicas de controle gerencial da atividade, com capacidade de elaborao de planos de metas e sistemas de controles estatsticos de resultados. 8. Captao de recursos financeiros para produo cultural. 9. Conhecimentos gerais sobre Cultura Artstica no Cear. 10. O papel da ao educativa nos equipamentos culturais. 11. Gesto e poltica cultural. 12. Direito autoral e leis de incentivo cultura: contratos, contabilidade e auditoria. 13. Superviso e coordenao de todas as atividades para a realizao de eventos culturais, como transporte, montagem de palco, montagem de exposies e mostras em geral e projees cinematogrficas, bem como organizao de servios de apoio, como portaria e segurana.
CARGO: PSICLOGO /ORGANIZACIONAL
1. A Psicologia e as Polticas Pblicas; 2. Configurao das atividades de psiclogo em instituies sociais de sade e sua articulao com o SUS e a rede de sade mental; 3. Administrao e Recursos Humanos: Treinamento e desenvolvimento de pessoas; Recrutamento e seleo; Avaliao de desempenho e anlise de processos; 4. A tica em Psicologia e a tica do profissional psiclogo; 5. Servio de Psicologia Aplicada: histria, organizao e funcionamento com base nas diretrizes curriculares dos cursos de Psicologia; 6. Avaliao Psicolgica: regulamentao.
1. A Profisso de Secretariado Executivo: origem, histrico, leis de regulamentao, evoluo, perfil atual, empregabilidade, atuao profissional, CBO; 2. Comportamento e Postura Profissional: comportamento tico e comportamento moral, cdigo de tica profissional do secretrio, tica nas organizaes, proteo e controle de informaes sigilosas 3. Tcnicas de Secretariado: gerenciamento do tempo e controle de agenda, agenda virtual, atendimento ao pblico interno e externo; organizao de reunies; organizao de viagens; 4. Gesto Secretarial: gesto de documentos e arquivos (classificao dos documentos, tabela de temporalidade, centralizao e descentralizao de arquivos, terceirizao de arquivos, fases de um processo de documentao, classificao dos arquivos, gerenciamento eletrnico de documentos (GED), sistemas de informaes gerenciais (SIG), microfilmagem), organizao e gerenciamento de reunies formais, gesto de eventos corporativos e cientficos (planejamento, pr-evento, execuo e ps-evento, equipes de trabalho, cerimonial pblico, protocolo, ordem de precedncia), autonomia, viso holstica, gesto de escritrio; 5. Assessoria Executiva: conceito, caractersticas, funes, posicionamento na estrutura organizacional, atuao nas organizaes pblicas, assessoria interna, consultoria; 6. Conhecimentos e Habilidades Tcnicas, Humanas e Gerenciais: comunicao interpessoal, relacionamento interpessoal, liderana, trabalho em equipe, inteligncia emocional, empowerment, proatividade, criatividade, planejamento estratgico, negociao, gerenciamento de conflitos, tomada de decises, funes, habilidades e competncias gerenciais, motivao; 7. Redao Oficial: conceitos, aspectos gerais (impessoalidade, linguagem, formalidade e padronizao, conciso e clareza), pronomes de tratamento, fechos, identificao do signatrio, o padro ofcio, ofcio, aviso, memorando, exposio de motivos, mensagem, portaria.
ANEXO III - DESCRIO SUMRIA DAS ATRIBUIES DOS CARGOS CARGO
Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do sistema, especificando sua arquitetura, escolhendo ferramentas de desenvolvimento, especificando programas, codificando aplicativos; administrar ambientes informatizados; prestar treinamento e suporte tcnico ao usurio; elaborar documentao tcnica; estabelecer padres; coordenar projetos e oferecer solues para ambientes informatizados; pesquisar tecnologias em informtica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Prestar servios sociais orientando indivduos, famlias, comunidade e instituies sobre direitos e deveres (normas, cdigos e legislao), servios e recursos sociais e programas de educao; planejar, coordenar e avaliar planos, programas e projetos sociais em diferentes reas de atuao profissional (seguridade, educao, trabalho, jurdica, habitao e outras); desempenhar tarefas administrativas e articular recursos financeiros disponveis. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso Elaborar planos e projetos associados arquitetura em todas as suas etapas, definindo materiais, acabamentos, tcnicas, metodologias, analisando dados e informaes; fiscalizar e executar obras e servios, desenvolver estudos de viabilidade financeiros, econmicos, ambientais; prestar servios de consultoria e assessoramento, bem como assessorar no estabelecimento de polticas de gesto. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Realizar auditagem; acompanhar as execues oramentrias, financeiras, patrimoniais e de pessoal; emitir pareceres e elaborar relatrios. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Disponibilizar informao; gerenciar unidades como bibliotecas, centros de documentao, centros de informao e correlatos, alm de redes e sistemas de informao; tratar tecnicamente e desenvolver recursos informacionais; disseminar informao com o objetivo de facilitar o acesso e gerao do conhecimento; desenvolver estudos e pesquisas; promover difuso cultural; desenvolver aes educativas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Desenvolver projetos de engenharia; executar obras; planejar, coordenar a operao e a manuteno, orar, e avaliar a contratao de servios; dos mesmos; controlar a qualidade dos suprimentos e servios comprados e executados; elaborar normas e documentao tcnica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Atender pacientes para preveno, habilitao e reabilitao, utilizando protocolos e procedimentos especficos de fisioterapia; habilitar pacientes; realizar diagnsticos especficos; analisar condies dos pacientes; desenvolver programas de preveno, promoo de sade e qualidade de vida. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Realizar investigaes sobre constituio, estrutura e histria da crosta terrestre, atravs de estudos e experincias no campo das cincias geolgicas, auxiliando e incrementando a explorao mineira, engenharia civil e outras. Atividades de execuo qualificada, sob superviso superior, de trabalhos relacionados com programaes culturais e promoo de eventos.
Auditor Bibliotecrio Documentalista
Engenheiro/ rea
Gelogo Produtor Cultural
Psiclogo / rea
Estudar, pesquisar e avaliar o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivduos, grupos e instituies, com a finalidade de anlise, tratamento, orientao e educao; diagnosticar e avaliar distrbios emocionais e mentais e de adaptao social, elucidando conflitos e questes e acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura; investigar os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolver pesquisas experimentais, tericas e clnicas e coordenar equipes e atividades da rea e afins. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso. Assessorar direes, gerenciando informaes, auxiliando na execuo de tarefas administrativas e em reunies, marcando e cancelando compromissos; coordenar e controlar equipes e atividades; controlar documentos e correspondncias; atender usurios externos e internos; organizar eventos e viagens e prestar servios em idioma estrangeiro. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extenso.
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References: artigo 12
 Artigo 27
 Artigo 4
 artigo 39
 artigo 5
 artigo 37
 artigo 27