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Timestamp: 2020-05-27 23:57:18+00:00

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Como identificar o amor-companheiro | vovó ZEN
Como identificar o amor-companheiro
por Lorena Carvalho | 28 janeiro 2016 | 34 Comentários
Enfermeira obstétrica e Psicóloga. Madura, vivendo o feminino pleno, o tempo do carvalho. Com netos que provocam o impulso de amadurecimento e atualização continua. Amo os livros. Amo as cores. Amo as artes. Adoro viajar. Aprender e ensinar é minha paixão. Sou profundamente inspirada no universo das boas conversas.
Tens um tema pra aprofundar no ano? Vou compartilhar contigo o meu.
Nos últimos anos tenho buscado um tema pra desdobrar, conhecer mais a fundo e fazer uma experiência profunda. Desde a primavera de 2015 o tema é AMOR. Sinto cada vez mais importante reconhecer e viver intensamente esta experiencia humana e divina. Sentes assim também? Viver o amor pra ti é da esfera do essencial? Ter uma parceria de amor e companheirismo te deixaria mais feliz? Compartilhar amor com um(a) parceiro(a) propiciaria uma “face” de unidade como esta da foto à direita?
Pra mergulhar no tema leio poesia, crônicas, romance, filosofia, ouço músicas, troco compreensões com uma amiga quinzenalmente, faço práticas diárias e tomo consciência no dia a dia de quando, com minhas ações, me aproximo ou estou longe de experimentá-lo.
Sabemos bem, tu e eu, o que o amor não é mas …o que é? E quanto ao que é vivido na parceria? como saber se é amor? Te convido a refletir sobre o que está afirmado na foto à esquerda…Reconheces o que está refletido no espelho? Cuidas e assumes responsabilidade pelas tuas reações?
São muitos os liv ros, textos, oráculos, objetos… que me acompanham na jornada deste momento.
E na experiência pessoal de usar tudo isso e passar pelo forno alquímico pra descobrir e viver plenamente esta emoção, refleti na caminhada de hoje nas relações de amor de companheirismo.
Eis o que andei pensando e compartilho contigo. Detalho em 4 pontos:
1. quando considero que o outro é a “pessoa certa”, porque denomino-o companheiro, preciso entender que a relação é direta e de mutualidade. Quando me manifesto companheiro(a), por ressonância, posso experimentar a relação assim. Quando eu deixar de expressar companheirismo a tendência é de que isto deixe de existir na dupla. Então, numa situação de parceria há que perguntar: quando estive tão inteira(o) e desejosa(o) de que dê certo quanto estou agora? O quanto meu comprometimento gerando conexão é o que está determinando a experiência de que estou sendo compreendida(o) e acompanhada(o)? Pode haver “pessoa certa” mas o mais importante é o que as “pessoas erradas” fazem de “certo” pra que a emoção positiva compartilhada as una.
2. é importante se perguntar e sinceramente se responder: a pessoa com quem estou me relacionando sustenta as conversas que quero ter? aquelas que minha alma pede? aquelas que minha necessidade de curar a “ferida sagrada” requer? o quanto o outro está presente de mente, coração e espírito quando falo da minha dor? Porque na indiferença, na crítica, no julgamento, na ironia, tu sabes, vamos nos recolhendo interiormente prum campo onde o que passa a ser vivenciado a dois é superficial e do território da rotina.
3. o que o outro vem buscar na relação comigo e vice versa? Talvez um pai…ou uma mãe, olhando dentro de possibilidades Freudianas. As vezes as necessidades estão cruzadas com a pessoa vindo buscar num homem um pai na energia de uma mãe ou o rapaz buscar uma mãe na energia de um pai. São arranjos que ensinam muito a princípio. A longo prazo, sabemos, há que se resolver as questões parentais pra continuar a viver uma parceria evolutiva. Porque uma moça que busca um pai na energia de uma mãe corre o risco de ler pela cartilha do parceiro, o que parece companheirismo. E que pode resultar em acomodaçãopaulatina e despersonalização. E a mágoa, o ressentimento, a tristeza ou a raiva vão tomando conta do coração…Não é muito diferente pro homem que estabelece vínculos inconscientes buscando na companheira o amor de mãe ou de pai. Isso é espelho de relacionamento ainda imaturo de seres carentes de si ( a maioria de nós). A palavra de tratamento mútuo pode ser “meu amor” mas as atitudes, olhadas com sinceridade, não se alinham com este sentimento.
4. se consegue rir junto? a alegria é ingrediente da relação? se a resposta for sim tem-se boas chances pra essa parceria ter vida longa.
Há um bom tempo ouvi de um palestrante que a “maioria de nós pretende um amor construído mas a direção é construir o amor querido”. Estou conscientemente na lida da construção 🙂 .
Enfim…penso alto… e compartilho contigo o que está aqui como provocação pro desdobramento do tema. Que, já sabes, é meu tema do ano.
Te entreguei 4 reflexões dentre as muitas possíveis sobre o tema amor-companheiro. Valeu? Te fez pensar?
Estes temas de vida te interessam? Há muito mais sobre isso neste Blog. Te inscreve pra receber os artigos.
Iara Regina Calil	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 02:14
Tá lindo, Lorena. Maduro, lindo! bjo
Lorena Carvalho	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 12:15
Iarinha…tua apreciação me faz um bem…Grande abraço
Adriane Guglielmi Borges	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 13:06
Tomo as tuas reflexões como um convite especial. Chegou-me no momento certo.
Gratidão Lorena
Lorena Carvalho	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 16:24
Adriane!!! Bem vinda! Agradeço e fico feliz pelo que pode ter reverberado em ti ao ler sobre o que escrevi. Te abraço carinhosamente honrando a teia que nos une.
Cristina Maria	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 14:02
Ai…ai..! Assim inicio minha escritura após um tempo para reflexões a partir das tuas indicações!! Reafirmo, neste texto, boas ações de amor com meu companheiro de vida, e de outras se existirem! Ademais, ficam pistas para um “recalculando a rota” para seguir a caminhada, guiado por tuas perguntas…..
Encaminhei para outros, pois isso é um verdadeiro presente….Grata mais uma vez!!!!
Lorena Carvalho	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 16:22
Bons livros né Cris? Teu “ogro”,rs, é um ser de luz. E tu certamente a perfeita companheira pra ele. Pude ver nas férias belas fotos de incríveis momentos que viveram. Amor! muito amor companheiro pra vocês. Sei que sabes nutrir isto. Agradeço pelo compartilhamento. Te abraço carinhosamente
Lísia	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 14:56
Cerca de uma hora atrás recebi inbox um comunicado de um aluno, década de 80, que havia se separado da esposa.
Possuem uma linda menina de 3 anos!
E acabo de ler seu texto… estarei encaminhando a ele…
Sempre tive dentro de mim que o estar a dois na convivência, no dia-a-dia, é a escrita do”RE”…
recomeçar um novo dia
reconhecer um ao outro
renovar os votos de desejos
reconstruir o ponto que ficou por terminar
relembrar momentos felizes
É sempre “Re”!
Lorena Carvalho	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 16:20
Lísia, que bom que o escrito pode inspirar tua contribuição do “RE”. Agradeço tuas ações e presença constante te pronunciando no face e aqui. Costumo dizer também que podemos ser felizes…muito felizes, apesar de. Grande abraço boa conselheira.
Renata	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 16:06
Adorei! Me fez pensar!!!
Lorena Carvalho	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 16:16
Agradeço pela visita ao Blog e por deixares tua impressão aqui. Muito amor pra ti!!! Abraço
Juci Utzig	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 20:20
Mais um lindo texto, sobretudo para que o amor interno transborde!
Linda Lorena, o item 2 é demais, uma verdadeira reflexão de sinceridade e respeito mútuo! Muitos beijos!
Lorena Carvalho	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 20:28
Sim Juci! Que esta emoção permeie e transborde em todas as nossas relações! Aprecio e agradeço o comentário. Grande abraço!
Maria Aparecida GOEDERT	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 21:10
Bem oportuno este tema sempre atual e premente.
Que tenhas muitos e novos insights !
Possa o Amor nos tomar por inteiro!
Abraços carinhosos, madrinha Lorena! ??
Lorena Carvalho	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 21:33
Cida, faço coro “possa o amor nos tomar por inteiro”!!!Abraços carinhosos amada.
Ana Lúcia Hernandez	no 29 de janeiro de 2016 a partir do 22:19
Oi Lorena adorei o tema e está no meu foco há tempo . Então adoraria receber teus artigos .
Super abraço de ?gratidao
Lorena Carvalho	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 15:04
Oi Ana!!! Fico feliz!!! Ótimo foco!!! Viste que há como assinar o blog pra receber os posts? Tens que ir até o final da página inicial, digitar teu endereço de email e clicar em assinar. E estará feito! Fácil, fácil! É um prazer te ter como assinante. Grande abraço.
Claudia Tommasi	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 07:48
Lorena, este tema amor-companheiro é para mim um desafio.
Fui casada por 15 anos com um “pai”, aos 40 me separei e parti em busca do “amor verdadeiro” nem sei se isto realmente existe, vivi experiências turbulentas e algumas calmarias, acreditava ter um “dedo podre”.
Hoje entendo que tudo que passei foi apenas reflexo, coisas que meu inconsciente precisava colocar na luz da consciência, para que eu pudesse identificar e trabalhar estes aspectos em mim.
Será que estou no caminho? Será que estando mais inteiro a chance aumenta?
Grata sua linda por me fazer refletir
Claudia Tommasi	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 09:42
Artigo 1.º Não estacione o coração em becos sem saída (demore o tempo estritamente necessário para largar despedidas ou carregar abraços)
Artigo 2.º Se beber, com o intuito de se lavar por dentro, não conduza (é quase impossível dar banho ao pensamento sem molhar a lucidez)
Artigo 3.º Antes de atravessar a realidade, pare, escute e olhe, certifique-se de que não existem ilusões em contra-mão (descalce os caminhos que já não lhe servem – caminhos são sapatos que a terra nos oferece para descalçar irrealidades)
Artigo 4.º Não abra a boca a beijos desconhecidos (especialmente aos conhecidos que se fazem desconhecer)
Artigo 5.º Evite adormecer em sonos usados (cansam mais do que subir o infinito a pé)
Artigo 6.º Seja mais sonhamor e menos sonhador (a dor não faz falta. Cria ausências)
Artigo 7.º Nunca faça amor em locais proibidos, salvo em legítima defesa da saudade.”
(Heduardo Kiesse)
Lorena Carvalho	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 15:25
rsrsrs Bom…estas são as placas de advertência do caminho né Cláudia?…e escritas lindamente…Pelo que sei estás atenta a elas ao percorrer a tua free way .
Segue querida. To contigo! E agradeço a contribuição.
Tomo a liberdade de copiar este texto e leva-lo pra fan page VOVOZEN e pra minha página do face.
Lorena Carvalho	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 15:18
Querida Claúdia, tua partilha de coração aberto é tão preciosa pra mim…e pra muitas pessoas que nos leem com certeza. Fazes uma bela reflexão sobre o ponto pra encontrar o companheiro que queres. Ouso também responder ao que já respondeste pra ti mesma: “será que estou no caminho?” Sim! Quando amplias o companheirismo e o amor em ti, como já sabes e dizes quando falas do que aprendeste.
Cada um de nós atrai o que vibra, linda pintora e menina do dedo verde!rs.
“Será que estando mais inteira a chance aumenta? Já o disseste… “acredito que sim”. E eu digo daqui do meu coração: “É só assim, estando inteiro, pra atrair alguém com quem se pode viver em harmonia”.
Segue minha amada. Teu caminho é lindo e promissor. Te abraço carinhosamente na perspectiva de quem viveu muito e te lança uma bendição de “avó”, aquela sábia que quer nada menos do que a felicidade plena pra sua “neta”.
Claudia Tommasi	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 15:45
Obrigada por suas lindas palavras…. me emocionou!!!!!
bjos vovó mais linda….
Lorena Carvalho	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 15:55
Olga Regina Zigelli Garcia	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 17:01
Lorena querida adorei teu texto.
Para colaborar com a reflexão coloco aqui trechos (que adoro) do que escreveu a Psicóloga Sonia Wilke de Souza ao analisar as poesias do livro “Traição – renascendo através do processo de vivenciar a dor”, que lancei em 1998.
“…É muito comum nas relações conjugais o pacto da “con – fusão”. O que significa isto? Que cada um dos cônjuges não se sente inteiro e capaz de responsabilizar-se por si e que necessita do outro para que suas necessidades sejam supridas. Desta forma não existe o EU diferenciado e sim, o NÓS como um bloco. A nossa cultura estimula a busca desenfreada da felicidade no mundo externo, seja no casamento, no trabalho, no consumismo, enfim, há uma crença de que algo fora de si o fará sentir-se melhor e potente.
…Na realidade a vida só terá um sabor e um saber, quando de fato nos responsabilizarmos cem por cento por tudo que acontece conosco, seja por uma escolha consciente ou inconsciente. Assim estaremos em pleno exercício da sabedoria. Do contrário, viver-se-á o eterno faz-de-conta, à espera do príncipe encantado que trará a felicidade completa. É na espera do príncipe que reside o problema, pois quando este ideal cai por terra, imediatamente transforma-se em sapo. Há ainda pessoas que passam uma vida inteira querendo transformar o seu sapo (cônjuge) em príncipe. Seja através do príncipe como salvador ou da árdua e impossível tarefa de transformar sapo em príncipe, que estará instaurado o GRANDE ABANDONO DE SI PRÓPRIO, pois o investimento da energia vital será sempre no outro.
…O desafio do casamento é ser indivíduo na relação, é responsabilizar-se inteiramente por si, sem perder de vista o carinho e o respeito pela individualidade do outro.
…A crise nas relações conjugais permite a cada um redefinir as fantasias e os ideais infantis e transformar-se em Homens e Mulheres e, assim, tornar-se-á possível encontrar o companheiro, ou seja, aquele que poderá acompanhar o crescimento do outro. Neste caso, o companheiro não trará o peso da responsabilidade pela vida do outro, mas participará como coadjuvante no cenário da vida”.
Penso que estas palavras de Sonia podem auxiliar no aprofundamento do estudo do teu tema do ano.
Lorena Carvalho	no 30 de janeiro de 2016 a partir do 17:14
Olga muito bom te receber e ter o precioso olhar de quem sabe falar tão bem dos seus viveres, saberes e emoções: tu. Gratíssima. Pela visita, pela postagem e pela apreciação da Sonia ao teu livro de poesia. Colabora e muito. Te abraço carinhosamente
Eneida	no 1 de fevereiro de 2016 a partir do 10:30
Belo convite para iniciar a semana.
Também tenho aprendido com a vida que “a direção é construir o amor querido”.
Lorena Carvalho	no 1 de fevereiro de 2016 a partir do 18:44
Pois…seguimos na “construção”! Te abraço carinhosamente Eneida
Ida Zaslavsky	no 2 de fevereiro de 2016 a partir do 15:56
Lorena querida, agradeço por movimentar criativa e provocativamente meu Pensar/Sentir.
Um abraço afetivo
Lorena Carvalho	no 2 de fevereiro de 2016 a partir do 16:25
Retribuo o abraço afetivo e te digo que isto é recíproco. Cada uma a sua maneira tem feito isto com a outra. Muita abertura nos retornos aos teus trabalhos em 2016, Ida!
Marcia	no 3 de fevereiro de 2016 a partir do 10:16
Querida Lorena muito reflexivo e provocativo esse texto. Continuo na busca e compreensão desse amor companheiro! Adorei o convite para essa leitura.
Lorena Carvalho	no 3 de fevereiro de 2016 a partir do 19:37
querida Márcia, agradeço por acolheres o convite pra leitura e por também circulares pelo Blog. Boa sorte no encontro da relação de amor como a desejas. E …lembremos que tudo sempre começa conosco e em nós. Te abraço carinhosamente
Jane Guedes	no 8 de fevereiro de 2016 a partir do 21:35
Querida Lorena, lindo e provocativo tema! Talvez o mais marcante e eterno…
Pois é nele que se debruça o maior desafio humano das relações.
Sou como toda mortal, motivada a desejar um amor companheiro. Mas o que é este amor verdadeiramente? O nome já diz, um amor que nos acompanha. Tenho uma poesia, “Casamento Sagrado” que identifica os homens como nossos guardiões ,cuidando para que não haja possibilidade de nos perdermos na floresta escura…. Seres Solares nos guiando objetivamente. E nós, seres lunares, retribuindo com a sagrada sabedoria do feminino.
Mas antes disto, sabemos que temos que nos conhecer, nos amar e casarmos conosco mesmo. Então, a Consciência de Si é fundamental. Isto é maturidade e é um processo de vir a ser. Depois desta Alquimia , os milagres acontecem e o Amor companheiro vira realidade e não fantasia. Bjs
Lorena Carvalho	no 9 de fevereiro de 2016 a partir do 08:55
Querida Jane…linda e provocativa reflexão. Agradeço e vibro.:) Estamos evoluindo como seres no entendimento da experiência do amor de “verdade” por um ser e por toda a humanidade. E VIVER isso em si, com o outro, com a humanidade e com Gaia.
Zuíla Dutra	no 14 de fevereiro de 2016 a partir do 19:34
Que reflexão profunda e instigante, minha amiga irmã!
Este é um tema sempre atual, pois todos queremos um amor companheiro, parceiro, compreensivo e que dialogue permanentemente, numa perfeita interação do eu e tu. Responder aos questionamentos que fizeste é um caminho… esta é, sem dúvida, uma via de mão dupla. É o dar e receber! Obrigada pela oportunidade dessa reflexão. Vibro por ti e contigo! Forte abraço.
Lorena Carvalho	no 14 de fevereiro de 2016 a partir do 19:50
Agradeço, agradeço, agradeço. Estamos juntas no aprendizado do amor. Lição pra vida inteira na qual somos eternas aprendizes. Te abraço querida amiga irmã; mestra de tantos caminhos; senhora dos milagres
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References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7