Source: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/520
Timestamp: 2017-01-19 00:24:35+00:00

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Prevalência da síndrome metabólica em adolescentes utilizando três critérios, com ou sem substituição da glicemia pelo índice Homa-IR e da circunferência da cintura pela relação cintura-altura
Patricia Casagrande Dias de Almeida (UFMG, 29 de Março, 2016)
INTRODUÇÃO: Há grande variação geográfica na prevalência da síndrome metabólica (SM), especialmente em adolescentes. Uma das causas da variação é a diversidade de critérios utilizados para diagnosticar a síndrome. OBJETIVOS: (a) Determinar a prevalência da SM diagnosticada de acordo com os critérios de Cook et al , da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e com um Novo Critério, com ou sem as seguintes modificações: substituição da glicemia pelo HOMA-IR e a cintura pela relação cintura/estatura (RCE), isoladamente ou em conjunto; (b) criar um Novo Critério com base em modificações nos critérios de Cook et al. e da IDF; (c) Avaliar a RCE, verificando a sua sensibilidade para identificar obesidade e SM. MÉTODOS: Amostra aleatória de 699 adolescentes (10-14 anos, 414 meninas) selecionados em escolas públicas da Região Metropolitana da Grande Vitória. Análises bioquímicas, pressão arterial sistêmica, peso e altura foram avaliados segundo procedimentos padronizados. O Novo Critério (NC) foi criado utilizando valores da glicemia e de triglicerídeos da IDF e valores da pressão arterial, HDL e circunferência abdominal do critério de Cook et al. Para a RCE valores 0,480 para as meninas e de 0,487 para meninos foram considerados alterados. RESULTADOS: Média de idade 12,8 ± 1,1 anos (meninas: 12,9±1,1; meninos:12,8±1,1). A prevalência de SM foi de 3,9%, 1,5% e 2,6%, respectivamente pelos critérios Cook et al., IDF e NC, sem diferença entre gêneros. Substituição da glicemia pelo HOMA-IR aumentou a prevalência com os três critérios (Cook:10,9%, IDF:4,3% e NC: 8,6%), o mesmo ocorrendo, em menor proporção, com a substituição da cintura pela RCA (Cook:6,2%;IDF:2,3% e NC:4,4%). A dupla substituição elevou muito as prevalências (Cook: 14,5%, IDF: 6,7% e NC: 12,4%). A RCE mostrou alta sensibilidade para identificar obesidade (95%), mas muito baixa sensibilidade para identificar SM diagnosticada pelos três critérios utilizados (de 6 a 15%). No entanto apresentou boa sensibilidade para identificar adolescentes que apresentavam pelo menos um sinal da síndrome (sensibilidade entre 62 e 79%). CONCLUSÃO: A prevalência da SM em adolescentes de escolas publicas de Vitória foi semelhante a encontradas em outra regiões do Brasil, com variação de acordo com o critério utilizado, tendo o critério de Cook et al. identificado maior número de casos. As substituições da glicemia pelo HOMA-IR e da cintura pela RCE aumenta muito a prevalência da síndrome. O Novo Critério proposto identificou número intermediário de casos, por ter retirado o valor baixo de triglicerídeos utilizados no critério de Cook et al. (que aumenta o número de casos) e retirado a pressão arterial com valores para adultos utilizados do critério IDF (que diminui o número de casos). Embora tenha mostrado muito baixa sensibilidade para identificara a SM, a RCE apresentou boa sensibilidade para identificar os adolescentes com pelo menos um sinal da síndrome, razão pela qual concluímos que ela é bom índice para triagem de adolescentes para identificação de risco cardiometabólico.
http://hdl.handle.net/1843/BUBD-ACHQL4
tese_de_doutora ... _casagrande_de_almeida.pdf
Avaliação laboratorial e por imagem da saúde óssea de crianças e adolescentes com deficiência de hormônio do crescimento em tratamento
Isabela Leite Pezzuti (UFMG, 13 de Janeiro, 2015)
Introdução: A deficiência de hormônio do crescimento (DGH) é considerada causa de osteoporose secundária na criança. Recentemente, entretanto, as consequências dessa doença na saúde esquelética desses pacientes têm sido questionadas e permanecem incertas. Objetivo: Examinar publicações sobre a saúde óssea de crianças e adolescentes com DGH antes de atingida a altura final, sumarizando e discutindo os achados relevantes da literatura até o momento. Métodos: Foi realizada revisão não sistematizada das literaturas médicas nacional e internacional, nas bibliotecas BIREME e PUBMED. Utilizaram-se os seguintes descritores: hypopituitarism; growth hormone, deficiency; growth hormone; osteoporosis; bone diseases, metabolic; vitamin D; bone density; densitometry; tomography e ultrasonography. Resultados: Diversos fatores podem contribuir com o dano ósseo em pacientes com DGH, dentre eles: o próprio déficit de hormônio do crescimento (GH); outras deficiências hormonais hipofisárias e suas respectivas terapias de reposição e déficits nutricionais habituais como hipovitaminose D e baixa ingestão de cálcio. Enquanto alguns estudos demonstraram prejuízo da quantidade e da qualidade ósseas mesmo após ajuste para altura, outros observaram ausência de comprometimento ósseo nesses pacientes. Parece não haver evidências suficientes de risco aumentado de fraturas quando a DGH é isolada. Conclusões: A saúde óssea de crianças e adolescentes com DGH é documentada de maneira insuficiente, às vezes de forma equivocada e os estudos são controversos. Isso ocorre pela complexidade da avaliação da massa óssea nesses indivíduos. Apesar da evidente importância do GH na regulação do metabolismo ósseo, ainda não está claro se esses pacientes apresentam saúde óssea comprometida e quais são os fatores que poderiam otimizar o ganho de massa óssea e atuar na prevenção de morbidade óssea presente ou futura.
http://hdl.handle.net/1843/BUBD-A35JP4
ppgcs_saudecria ... epezzuti_tesedoutorado.pdf
Hepatite autoimune e colangite esclerosante primária em crianças e adolescentes: avaliação dos fatores imunofenotípicos
Priscila Menezes Ferri (UFMG, 1 de Março, 2016)
Objetivos: Hepatite autoimune (HAI) e colangite esclerosante primária (CEP) apresentam características clínicas e laboratoriais semelhantes, mas ao mesmo tempo características divergentes. Em algumas situações a HAI se manifesta com achados de acometimento de ductos biliares semelhantes à CEP, mas que apresentam melhora com o tratamento imunossupressor. Até o momento não são conhecidos os fatores imunes que podem justificar essa diferença. O objetivo principal dessa avaliação foi comparar os achados imunofenotípicos dos grupos de pacientes com diagnóstico de HAI ou HAI associada à colangite (CAI) com o grupo com diagnóstico de CEP. Pacientes e métodos: Estudo prospectivo de coorte transversal com 20 crianças e adolescentes diagnosticados com HAI tipo 1, 19 com HAI tipo 1 e sobreposição à colangite e 12 com diagnóstico de CEP. Grupo controle com crianças e adolescentes hígidos e sem histórico de doenças autoimunes foi também avaliado. A imunofenotipagem para descrição do perfil de marcadores de superfície de linfócitos e de monócitos foi realizada em amostras de sangue periférico. Marcadores analisados foram: CD45RA, CD45RO, CTLA-4, CD69, HLA-DR, CD28, CD40L, CD25, CD95, CD95L, CCR3, CCR5, CD80. Resultados: Pacientes com diagnóstico de HAI e CAI apresentaram maior porcentagem de linfócitos CD4+, mas sem diferença estatisticamente significativa em relação ao grupo CEP. Todos os três grupos de pacientes tiveram maior expressão de CCR3 em linfócitos T CD4+ e TCD8+ quando comparados ao controle. Em linfócitos T CD4+, o grupo CEP teve maior porcentagem de expressão de CD25, CTLA-4, CD95L, CD69, CD40L, enquanto o grupo HAI apresentou maior expressão de CD45RO. Em monócitos, HLADR foi menos expresso nos grupos HAI e CAI. Conclusão: Pacientes com HAI e CAI apresentaram diferenças importantes com relação à expressão de marcadores de superfície celular de linfócitos e monócitos, quando comparados ao grupo CEP. Esse achado pode advir de diferenças reais no mecanismo fisiopatológico das duas doenças, colocando a colangite autoimune como um quadro possivelmente mais ligado à hepatite autoimune, ou podem representar o 115 efeito do tratamento imunossupressor, considerando o fato que os pacientes com diagnóstico de HAI apresentavam boa resposta ao mesmo.
http://hdl.handle.net/1843/BUBD-A9NJ9F
tese_hai_prisci ... _pos_defesa_com_anexos.pdf
(7.015Mb)
Avaliação da influência de marcadores genéticos, laboratoriais e clínicos na ocorrência de doença cerebrovascular em crianças com anemia falciforme triadas pelo programa de triagem neonatal de Minas Gerais e acompanhadas no hemocentro de Belo Horizonte da fundação hemominas
Andre Rolim Belisario (UFMG, 29 de Junho, 2015)
A doença cerebrovascular (DCV) é uma complicação grave associada à anemia falciforme. O doppler transcraniano (DTC) anormal identifica algumas criança sob alto risco de desenvolvimento, mas outros marcadores seriam úteis. Objetivo: Este estudo de coorte tevecomo objetivo avaliar os efeitos de marcadores clínicos, laboratoriais e genéticos no risco de desenvolvimento de DCV em crianças de Minas Gerias, Brasil. Um objetivo secundário foi identificar as mutações de beta-talassemia causadoras de S-talassemia na coorte de recém nascidos do estado de Minas Gerais. Métodos: Os desfechos estudados foram acidente vascular cerebral isquêmico clinicamente manifesto (AVC) e DTC alto risco. Os possíveis marcadores genéticos foram genotipados por PCR/RFLP. Os dados clínicos e hematológicosforam retirados dos prontuários médicos das crianças. A determinação da atividade da enzima glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) foi realizada usando um ensaio enzimático colorimétrico. A análise molecular do gene HBB foi realizada por sequenciamento de DNA.Resultados: De 440 crianças, 395 (89,8%) tiveram o genótipo Hb SS, 28 (6,4%) eram Hb S0-talassemia (S0-tal), 13 (3%) eram Hb S/persistência hereditária de hemoglobina fetal e quatro (0,9%) eram Hb S+-talassemia (S+-tal). Nas crianças Hb SS, a incidência cumulativade AVC aos 8 anos de idade foi 7,4% (IC 95%, 4,66%10,14%) e a incidência cumulativa de DTC alto risco aos 11,5 anos de idade foi 14,2% (IC 95% 8,91%19,49%). Artigo 1: Nenhum efeito do polimorfismo VCAM-1 c.1238G>C no risco de AVC ou DCV foi encontrado. A incidência cumulativa de AVC foi significativamente maior em crianças com oalelo TNF- -308A (p=0,02) e menor em crianças com deleções nos genes HBA (p=0,02). Entretanto, não foi encontrada associação entre DCV e o polimorfismo TNF- -308G>A. A incidência cumulativa de DCV foi significativamente menor em crianças com deleções nosgenes HBA (p=0,004). Artigo 2: A frequência de AVC foi nula (0/83) em crianças com o genótipo ENPP1 KK, 6,8% (7/103) para crianças com o genótipo QQ e 7,7% (16/209) para crianças com o genótipo KQ (P=0,037). A probabilidade cumulativa de AVC foi significativamente maior em crianças com o genótipo QQ quando comparado com as crianças com o genótipo KK (P=0.015). Resultados semelhantes foram obtidos quando comparado os genótipos QQ/KQ versus o genótipo KK. Nenhuma associação entre GOLGB1 Y1212C ou PON1 Q192R e AVC ou risco de AVC foi encontrada. Artigo 3: O modelo multivariado finalde risco de AVC incluiu contagem de leucócitos, contagem de reticulócitos, taxa de síndrome torácica aguda e os polimorfismos TEK rs489347 e TNF- rs1800629. O modelo para DTC de alto risco incluiu contagem de reticulócitos e os polimorfismos TEK rs489347 e TGFBR3rs284875. Artigo 4: a prevalência global de deficiência molecular de G6PD foi 4,3% (IC95% 2,3%-6,3%). A média da atividade de G6PD foi 16,88 U/g Hb [erro padrão da média (EPM) 0,28] no grupo sem deficiência molecular de G6PD e 8,43 U/g Hb (EPM 1,01) no grupo comdeficiência molecular G6PD A-. A presença de deficiência molecular de G6PD não influenciou o nível médio de parâmetros hematológicos. Não foi detectado nenhum efeito da deficiência molecular de G6PD no risco de ocorrência de AVC ou DTC de alto risco. A média da atividade de G6PD foi similar nas crianças que apresentaram AVC e nas sem AVC.Resultados similares foram obtidos na análise comparando crianças que tiveram DTC de alto risco e as crianças sem DTC de alto risco. Artigo 5: Treze crianças forma incluídas, nove (69,2%) tiveram o genótipo Hb S/HPFH-2 e quatro (30,8%) tiveram Hb S/HPFH-1; onze crianças (84,6%) eram / e duas (15,4%) /-3.7. A concentração media de Hb e Hb F foi 12,52 ± 0,56 g/dl e 42,31% ± 1,97%, respectivamente. Todas as crianças tiveram DTC de baixo risco. Artigo 6: a análise dos haplótipos de IL-10 na nossa coorte mostrou que 99 (25,1%) crianças eram GCC/ATA, 85 (21,5%) ACC/ATA, GCC/ACC 79 (20%), GCC/GCC50 (12,7%) ATA/ATA 47 (11,9%), ACC/ACC 34 (8,6%), e uma (0,3%) criança apresentou um haplótipo incomum (GCC/GTA). Não houve diferença significativa nas frequências dos polimorfismos na região promotora do gene de IL-10 entre as crianças com e sem AVC ouDTC de alto risco. Do mesmo modo, nenhuma associação entre os haplótipos de IL-10 e AVC ou DTC de alto risco foi encontrada. Artigo 7: De 54 crianças S-tal, 14 (25,9%) apresentaram a mutação códon 39 (C>T), 12 (22,2%) a mutação IVS-I-1 (G>A), oito (14,8%) a mutação IVS-I-6 (T>C), cinco (9,3%) a mutação -29 (A>G TATA box), três (5,6%) amutação IVS-II-1 (G>A), três (5,6%) a mutação IVS-I-110 (G>A), duas (3,7%) a mutação - 92 (C>T), duas (3,7%) apresentaram as mutações IVS-II-844 (C>A) e IVS-II-839 (T>C) em cis, duas (3,7%) a mutação IVS-I-5 (G>A), uma (1,9%) a mutação -88 (C>T), uma (1,9%) a mutação poly A signal (T>C) e uma (1,9%) criança apresentou a mutação IVS-I-2 (T>C).Artigo 8: Duas crianças tiveram a mutação -92 (C>T) e duas apresentaram as mutações IVSII- 844 (C>A) e IVS-II-839 (T>C) em cis. A média da concentração de hemoglobina foi 12,0±0,7 g/dL e a média da concentração de hemoglobina A foi 40,4±1,1%. Todas as criançasforam oligossintomáticas e nenhum teve complicações clínicas atribuíveis à doença falciforme. As mutações -92 (C>T) e IVS-II-844 (C>A)/IVS-II-839 (T>C) associadas ao alelo S causam formas silenciosas de S+-tal. Conclusões: Nosso estudo identificou fatores derisco clínicos, laboratoriais e moleculares para o desenvolvimento de AVC e DCV em crianças com anemia falciforme da coorte de recém-nascidos do estado de Minas Gerais. Minas Gerais é o segundo estado brasileiro mais heterogêneo em termos de mutaçõescausadoras de beta-talassemia e tem um padrão relativamente diferente quando comparado com as outras regiões brasileiras.
http://hdl.handle.net/1843/BUBD-A9PECZ
tese_final_andr__rolim_belis_rio.pdf
Obesidade e asma na infância e na adolescência: dadosclínicos para uma possível associação
Silvia Paschoalini Azalim (UFMG, 14 de Janeiro, 2016)
Introdução: a asma e a obesidade na infância e na adolescência mostram elevada prevalência nos últimos anos, sendo considerada pela Organização Mundial de Saúde como doenças crônicas prioritárias em saúde pública. Objetivos: determinar a prevalência de obesidade, asma e asma grave em crianças e adolescentes da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais e identificar possíveis associações com fatores ambientais, condições socioeconômicas, peso ao nascimento e tipo de parto. Estudar a associação da obesidade na infância e na adolescência e a asma comparando as medidas antropométricas escore Z IMC, circunferência abdominal, relação cintura-altura e circunferência do pescoço, quanto à classificação da obesidade e quanto à concordância entre os parâmetros. E ainda estudar a circunferência do pescoço como método para se definir obesidade na infância e a sua associação com a asma e/ou asma grave, em crianças e adolescentes. Métodos: crianças de seis a oito anos e jovens de 13 a 15 anos de escolas públicas municipais da cidade de Juiz de Fora foram selecionadas de forma aleatória para participarem do estudo, totalizando amostra de 394 alunos. Utilizou-se questionário autoaplicável dividido em duas partes: uma referente às condições de habitação e condições sociais e outra para estudo da prevalência da asma, utilizando-se o questionário do International Study of Asthma and Allergies in childhood (ISAAC). Após retorno dos questionários, realizou-se a tomada das medidas antropométricas: peso, estatura, circunferência abdominal e circunferência do pescoço. A análise dos dados foi feita nos programas R versão 3.1.1 e SPSS versão 18, por meio de comparações por meio do teste t-Student ou Mann-Whitney e o teste qui-quadrado de Pearson. A concordância entre os parâmetros antropométricos foi avaliada através do Índice de Concordância de Kappa. Para avaliar a correlação entre a circunferência do pescoço e as demais medidas antropométricas utilizaram-se as correlações de Pearson e de Spearman, de acordo com a variável estudada. O trabalho foi dividido em três artigos. Resultados: 1º artigo - a prevalência de asma ativa entre as crianças de seis a oito anos foi de 18,6% e nos jovens de 12,7%. Para a asma grave, 3,5 e 3,6% e a obesidade, 24 e 28%, respectivamente para as faixas etárias estudadas.As variáveis associadas à asma foram a idade de seis a oito anos, tabagismo passivo e classe econômica A e B. E para a obesidade, as variáveis associadas foram o parto cesáreo e a classe econômica A e B; 2º artigo - houve boa concordância da circunferência abdominal e da relação cintura-altura em relação ao escore Z IMC na comparação entre os parâmetros antropométricos de classificação da obesidade. Apurou-se também associação da asma com a relação cintura-altura (p=0,044) e com o escore Z IMC (p=0,039) e da circunferência do pescoço com a asma grave (p=0,004), no 3º artigo - a prevalência da obesidade entre crianças de seis a oito anos foi de 31% e entre adolescentes 44% através da medida da circunferência do pescoço. A concordância entre a circunferência do pescoço e os demais parâmetros antropométricos foi boa a moderada. Houve correlação positiva entre a circunferência do pescoço e o peso, estatura, circunferência abdominal e o IMC, para ambos os sexos (p<0,001). A circunferência do pescoço esteve associada à asma grave (OR=6,9; p=0,004). Conclusão: a prevalência da asma, asma grave obesidade na infância e adolescência é elevada em nossa cidade. A relação cintura-altura e a medida da circunferência do pescoço são importantes medidas antropométricas na definição da obesidade na infância associada à asma e à asma grave, sendo medidas de fácil execução na prática.
http://hdl.handle.net/1843/BUBD-A8RPXX
tese_final_silvia.pdf

References: Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 7