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Timestamp: 2019-08-19 09:05:54+00:00

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suprasys – Página: 3 – SupraSys Gestão Inteligente
Fonte. https://olhardigital.com.br/noticia/supercomputador-brasileiro-pode-ser-desligado-em-outubro-por-falta-de-verba/70810
Embora os HDs tenham evoluído nos últimos anos, os SSDs continuam sendo a forma mais rápida de se armazenar e ler dados no seu computador. Mesmo que eles sejam consideravelmente mais caros que os HDs por GB de capacidade, a diferença de velocidade entre os dois costuma valer o investimento.
Mas há um tipo de SSD ainda mais rápido do que os tradicionais componentes de 2,5 polegadas que costumam ser usados em PCs. Eles são os SSDs M.2, que se ligam diretamente nos slots PCI-Express da placa-mãe e ao padrão NVMe para conferir performance até três vezes mais rápida que os SSDs tradicionais, como a imagem abaixo mostra:
No entanto, trocar o seu SSD por um SSD M.2 capaz de atingir essas velocidades não é tão simples assim. Isso porque, além do formato e da conexão diferentes, os SSDs mais rápidos também usam protocolos diferentes de transferências de dados. A seguir, vamos falar um pouco sobre essa diferença que permite uma velocidade maior.
Os legados dos HDs
Os SSDs foram criados para substituir os HDs, e isso exigia que a indústria tomasse alguns cuidados. O mais importante era garantir que eles conseguiriam caber onde os HDs cabem e se conectar às placas-mãe da mesma maneira como os HDs se conectam.
Os HDs tinham 3,5 ou 2,5 polegadas de largura, é basicamente por isso que os SSDs têm, atualmente, 2,5 polegadas de largura – os chips de memória dos SSDs são, em si, bem menores que isso. Mas, com esse tamanho, os SSDs podiam se encaixar nos mesmos locais onde os HDs eram encaixados antes, tanto em notebooks quanto no caso de desktops, e por isso o formato foi adotado.
Quanto à conexão, aqui também houve uma “herança” dos HDs. Eles transmitiam dados à placa-mãe usando o protocolo SATA. Esse protocolo é, basicamente, a “língua” que o dispositivo de armazenamento fala. Atualmente, a maioria dos HDs usa o protocolo SATA 3, que permite taxas de transferência de até 6 Gbps.
É aqui que entram os SSDs M.2. Os primeiros eram apenas SSDs SATA, e por isso eles tinham a mesma velocidade dos SSDs tradicionais. Mas com o tempo eles começaram também a aproveitar o protocolo PCI Express 2.0 x2 da placa-mãe, o que lhes permitia se comunicar de maneira mais rápida. E, atualmente, há SSDs M.2 que suportam até mesmo as interfaces PCI Express
2.0 x4 junto com uma tecnologia NVMe, o que lhes permite ir até três vezes mais rápido do que os SSDs SATA.
NVMe é uma sigla que significa “Non-Volatile Memory Express”, ou “memória não volátil express”. Memória não volátil é a memória que retém seus dados mesmo quando for desligada (no computador, a memória volátil está presente na RAM, por exemplo).
A vantagem dessa tecnologia é que ela consegue explorar de maneira mais completa a arquitetura dos SSDs. Enquanto os HDs eram discos rígidos que precisavam ser lidos e gravados, o SSD é uma placa de células de memória que podem ser lidas e gravadas de maneira relativamente paralela. O NVMe consegue “entender” melhor essa arquitetura e, com isso, gravar e ler dados mais rapidamente em SSDs.
E há, ainda, a questão do preço. SSDs já são caros, e os SSDs M.2 com NVMe são ainda mais caros – ainda mais quando se fala em drives de alta capacidade. Um SSD desses da Samsung de 2 TB, por exemplo, chega a custar mais de R$ 11 mil.
Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/conheca-a-tecnologia-m-2-que-permite-ssds-ate-tres-vezes-mais-rapidos/69684
Geraldo Alckmin, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no artigo 170, IV, da Constituição Federal, no artigo 47, III, da Constituição Estadual e no Convênio ICMS nº 89/2005, de 17 de agosto de 2005,
Art. 1º Ficam acrescentados, com a redação que se segue, os dispositivos adiante indicados ao Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – RICMS, aprovado pelo Decreto nº 45.490, de 30 de novembro de 2000:
I – o artigo 74 ao Anexo II:
“Art. 74. (CARNE) – Fica reduzida a base de cálculo do imposto incidente nas saídas internas de carne e demais produtos comestíveis frescos, resfriados, congelados, salgados, secos ou temperados, resultantes do abate de ave, leporídeo e gado bovino, bufalino, caprino, ovino ou suíno, de forma que a carga tributária resulte no percentual de: (Convênio ICMS nº 89/05, cláusula segunda)
Parágrafo único. O disposto neste artigo também se aplica à saída interna de “jerked beef”.” (NR);
II – o artigo 40 ao Anexo III:
“Art. 40. (CARNE – SAÍDA INTERNA) – O estabelecimento abatedor e o estabelecimento industrial frigorífico poderão creditar-se de importância equivalente à aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da saída interna de carne e demais produtos comestíveis frescos, resfriados, congelados, salgados, secos ou temperados, resultantes do abate de ave, leporídeo e gado bovino, bufalino, caprino, ovino ou suíno.
§ 1º O benefício previsto neste artigo condiciona-se a que a saída dos mencionados produtos seja tributada.
§ 2º O crédito, nos termos deste artigo, deverá ser lançado no campo “Outros Créditos” do Livro Registro de Apuração do ICMS – RAICMS, com a expressão “Crédito Outorgado – artigo 40 do Anexo III do RICMS”.
§ 3º Não se compreende na operação de saída referida no “caput” aquela cujos produtos ou outros deles resultantes sejam objeto de posterior retorno, real ou simbólico.
§ 4º O crédito de que trata o “caput” substitui o aproveitamento de quaisquer outros créditos, exceto aquele relativo à entrada de gado bovino ou suíno em pé e aqueles relativos aos artigos 27 e 35 do Anexo III deste Regulamento.
§ 5º O disposto neste artigo também se aplica à saída interna de “jerked beef”.” (NR).
Art. 2º Ficam revogados o artigo 144 do Anexo I e o artigo 31 do Anexo III, ambos do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – RICMS, aprovado pelo Decreto nº 45.490, de 30 de novembro de 2000.
A minuta altera dispositivos do Regulamento do ICMS que tratam da redução da base de cálculo e de crédito outorgado do ICMS na saída interna de carne e demais produtos comestíveis resultantes do abate de ave, leporídeo e gado bovino, bufalino, caprino, ovino ou suíno.
https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=334736
Alterações na Tabela de NCM (Classificação Fiscal) 2017.
Nova tabela de NCM descrita na Resolução Camex nº 125/16 do dia 15 de Dezembro de 2016. A Resolução apresentou inclusões e exclusões de códigos NCM para entrarem em vigência a partir do dia 1º de Janeiro de 2017.
por suprasys | em Artigos , Notícias

References: artigo 170
 artigo 47
 artigo 74
 artigo 40
 artigo 40
 artigo 144
 artigo 31