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Timestamp: 2017-12-15 04:36:36+00:00

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[DC] Livro 1 - Parte II - O Matrimónio
Assunto: [DC] Livro 1 - Parte II - O Matrimónio Qua 15 Fev 2012, 19:08
- Artigo 6 quater : Os matrimónios celebrados em basílicas e igrejas romanas devem ser objecto de autorização prévia de um cardeal. Os matrimónios celebrados nas catedrais reais ou imperiais estão sujeitos à aceitação do consistório nacional competente, ou de um cardeal, do primaz em questão, ou de qualquer outra autoridade tida ou reconhecida como competente.
Artigo 7 : A presença de pelo menos duas testemunhas, escolhidas de entre os fiéis é obrigatória. Uma representando o noivo e outra a noiva. Serão os garantes perante os homens do acto do matrimónio.
- Artigo 10 ter : A publicação dos proclamas enuncia os nomes e apelidos, o domicilio dos futuros cônjuges, o local onde decorrerá o matrimónio e o nome das testemunhas.
Artigo 13 : O clérigo celebrante regista o acto de matrimónio nos registos apropriados.
O direito canónico enquadra o matrimónio numa óptica de uma certa uniformização derivada da unidade da Igreja. De qualquer modo, por razões culturais ou de costume, as dioceses ou as províncias têm o direito de impor restrições suplementares à celebração do matrimónio, de acordo com o Consistório Pontifical competente e após consulta às Congregações do santo Ofício e da Difusão da Fé.
Artigo 12 : A anulação do matrimónio reconhece de facto o matrimónio nulo retroactivamente. Para a Igreja ele nunca existiu.
Artigo 13 : Com a anulação do sacramento do matrimónio, o matrimónio é reconhecido como inválido e ilegítimo. Os factos ocorridos no passado são ilegítimos e reconhecidos como tal para todo o sempre.
Artigo 15 : Todo o pedido de anulação de matrimónio é entregue à Comissão Episcopal local e transmitida ao Consistório Pontifical competente que julgará a sua pertinência. E transmite-o de seguida ao Sagrado Colégio dos Cardeais.
Artigo 17 : As causas de anulação do matrimónio são definidas pela admissibilidade da petição e limitam-se quase exclusivamente à grave irregularidade processual na realização do sacramento do matrimónio, abuso de confiança ou fraude por parte de um ou de ambos os cônjuges no matrimónio.
Anexo para o divórcio escreveu:
Parecer de Pedido de Anulação/Dissolução de Matrimónio
Entidade Episcopal de:
Nome IG dos Cônjuges:
Data do Matrimónio:
Filhos: sim/não
Deliberação da Entidade Episcopal:
Texto do DC
Tipo de Anulação
Consequências (novo matrimónio ou não)
Recomendações (Penitência)
Lavado em: http://rome.lesroyaumes.com/viewtopic.php?t=16806
Assunto: Re: [DC] Livro 1 - Parte II - O Matrimónio Qua 15 Fev 2012, 19:15
Direito Canónico : Livro I, secção 1.3, apêndice 1
Assunto: Re: [DC] Livro 1 - Parte II - O Matrimónio Qua 15 Fev 2012, 19:20
Esclarecimentos sobre o matrimónio IG e resultados do casamento religioso e RP
Uma novidade chegou aos Reinos: o casamento IG. Muitos têm-se preocupado com o que poderá acontecer à Igreja por causa desta nova regra do jogo.
Fundamentalmente, esta regra não muda em nada o RP da Igreja e nenhuma modificação está prevista. Vejam esta nova acção como uma mais-valia na vida IG da personagem, exactamente como o baronato que não tem qualquer efeito nos fóruns RP, mesmo oficiais (em França, por exemplo, um nobre de espada (baronete) não tem direito de se fazer chamar nobre no jogo RP).
Só os registos de Roma são oficiais. Se um jogador marcar na ficha do seu personagem que é baptizado, isto não é fortemente verdadeiro, só os registos dos baptismos de Roma são oficiais. E a mesma coisa para o casamento IG. Os matrimónios IG não têm nenhum valor a não ser que estejam nos registos de Roma (como funciona o casamento RP).
Um casamento sem certificado, um casamento sem pároco, um casamento com duas personagens do mesmo sexo, um casamento entre hereges ou entre fiéis, não tem qualquer valor aos olhos da Igreja RP.
No entanto, “não ter valor aos olhos da Igreja” não quer dizer que Roma não tem alguma forma de atenção. Dois párocos que se casem IG terão sanções RP pela Igreja, mesmo que não reconheça esta união, não quer dizer que esteja desatenta ou não dê importância. E exactamente a mesma atitude para os casamentos civis que a Igreja condena. Matrimonium Porhibitem, a mesma coisa para os matrimónios IG, que não serão celebrados (como os fóruns secundários, o forum2, Roma, etc).
Tem que se ver a nova funcionalidade como uma nova possibilidade para os fiéis aristotélicos casarem-se visivelmente e de ligar um pouco mais IG ao RP. E uma mais-valia!
Alguns exemplos poderão esclarecer um pouco as explicações:
Maria e José são dois fiéis da Igreja. Eles são baptizados. Querem casar e respeitam as regras do Direito Canónico (tempo de noivado, escolha do pároco, cerimónia celebrada pelo pároco...). Desejam casar-se IG.
=> O matrimónio será celebrado por um pároco e as regras canónicas respeitadas, o casamento será registado nos registos de Roma como se a cerimónia tivesse sido feita no fórum. Continua sendo RP, onde quer que seja feito.
Maria e José são dois fiéis da Igreja. Eles são baptizados. Casaram-se IG sem respeitar as formalidades canónicas e não têm a bênção do pároco.
=> O matrimónio não é reconhecido e não será registado nos registos Romanos. Como não teve a presença de um pároco, o matrimónio será dado como uma união civil, e será dado Matrimonium Porhibitem.
Maria e José são dois fiéis da Igreja. São baptizados e casados desde 1455. Querem que o matrimónio seja oficial IG.
=> Eles podem voltar a casar-se na Igreja IG (cerimónia a definir, como uma confirmação, ou simplesmente um aniversário de casamento). A posição da Igreja não é diferente. O casamento está registado desde 1455 nos registos, e esta formalidade IG é só considerada como uma confirmação, uma mais-valia IG!
Paulo e Marta são sacerdotes na Igreja Aristotélica. Decidem casar-se IG.
=> O matrimónio não é reconhecido e não será registado nos registos de Roma. E, como o casamento de párocos é interdito pelo Direito Canónico, serão sancionados RP.
Sílvia e Roberto são spinozistas. Casam-se pela Igreja IG e não têm a bênção de um pároco (logicamente).
=> O casamento não é reconhecido (são hereges, como é lógico) e não será registado nos registos Romanos.
Maria e José são casados IG (e eventualmente RP) e o casamento foi reconhecido e realizado pela Igreja. Decidem divorciar-se como é possível pelo Direito Canónico.
=> O pedido, se estiver completo, conduzirá à anulação do matrimónio, como sempre funcionou em RP. Esta anulação será realizada e registada nos registos Romanos. Mesmo se a pequena frase «casado desde [...] e abençoado por [...]» fica na ficha da personagem IG. A Igreja reconhece-os como divorciados, pois SÓ os registos de Roma são oficiais. E poderão então recasar-se.
Não se esqueçam que os casamentos IG são como a nobreza IG. Estas duas aplicações podem se juntar (personagem baronete IG e barão RP) como estar em ‘contradição’ (personagem não nobre IG e duque RP.)
Assunto: Re: [DC] Livro 1 - Parte II - O Matrimónio

References: Artigo 6

Artigo 7
 Artigo 10

Artigo 13

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 15

Artigo 17