Source: http://a-informacao.blogspot.com/2010_12_01_archive.html
Timestamp: 2018-02-26 01:36:38+00:00

Document:
A Informação: Dezembro 2010
0 Comentários sexta-feira, dezembro 31, 2010
Assunto: Bom Ano Novo
Os editores do blog “A Informaçao” enviam os votos de um ótimo Ano Novo para todos os nossos leitores. Que 2011 traga muitas notícias, documentos com bons conteúdos e que os nossos usuários continuem a acessar informações com qualidade!
No decorrer do corrente ano, que termina hoje, tivemos 47.564 visitantes únicos (mais os que nos visitarem até às 24h) e publicamos 364 notícias! Este é um excelente n.º se tivermos em conta a visível retracção dos blogues enquanto ferramenta de publicação de informação.
Aproveito a oportunidade para desejar a todos os colaboradores e visitantes um excelente ano de 2011, repleto de saúde e concretizações.
Em 2011 vamos ter várias novidades e melhorias!
Assunto: cartografia, mapas digitais
Mensagem descodificada 147 anos depois
Assunto: criptografia
Fonte: Ciência Hoje (Portugal). Data: 28/12/2010.
URL: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=46679&op=all
Uma mensagem, em código, transmite ao general John Pemberton a informação de que não há reforços disponíveis para ajudá-lo a defender Vicksburg, no Estado do Mississippi. "Não espere ajuda (vinda) do outro lado do rio”, refere o bilhete, decifrado por um ex-agente da CIA (Agência de Inteligência Americana).
Este pedaço de história foi doado por um ex-combatente ao Museu da Confederação de Richmond, no Estado de Virgínia, em 1896. Entretanto, Catherine Wright, directora do museu, decidiu investigar o que estava escrito, por “curiosidade” e quando descobriu que a mensagem estava cifrada, pediu ajuda a David Gaddy, um agente aposentado da CIA. O conteúdo foi finalmente descodificado e em seguida confirmado por um criptologista da Marinha americana.
A queda de Vicksburg foi uma importante vitória para as forças da União, que acabaram por derrotar os secessionistas na Guerra Civil (1861-1865).
1 Comentários terça-feira, dezembro 28, 2010
Facebook como um jornal
0 Comentários terça-feira, dezembro 28, 2010
Querem ver as actualizações dos vossos amigos no Facebook como num jornal, então experimentem a web app PostPost
0 Comentários quarta-feira, dezembro 22, 2010
As escolas brasileiras também têm dificuldades para oferecer instalações adequadas a crianças com deficiência. Apesar de o censo ter mostrado um crescimento nas matrículas em escolas regulares, chegando a 85% das crianças com deficiência, apenas 12,2 % delas, nos anos iniciais do ensino fundamental, têm instalações e vias adequadas para receber esses alunos. Nos anos finais e no ensino médio, a situação melhora um pouco. Mesmo assim, apenas 30% das escolas estão adaptadas.
1 Comentários quarta-feira, dezembro 22, 2010
Fonte: O Globo. Data: 19/12/2010.
Roberto Feith*
Diretor da Objetiva escreve sobre o rumo que a nova lei de direitos autorais pode tomar
*Roberto Feith é jornalista e empresário do setor editorial
A proposta do Ministério da Cultura para uma nova Lei do Direito Autoral é uma tentativa de reformar o que não está quebrado. Ela é fruto de uma arrogância bem intencionada; os arquitetos da proposta são movidos por uma vontade genuína de melhorar o mundo e tomados pela convicção de que sabem, melhor do que ninguém, como fazer isto. Lembram os arquitetos da finada Lei da Informática; o contexto era diferente, mas os responsáveis pelos dois projetos têm em comum a convicção que sabem como corrigir os “erros” da sociedade. O resultado, num e outro caso, são projetos de lei confusos, autoritários e retrógrados.
O projeto do Minc é confuso porque trata de forma igual setores com dinâmicas distintas. Na vida real, complexa e multifacetada, o mundo da música é diferente do mundo do livro, que é diferente do mundo do cinema, que é diferente do mundo das artes plásticas. Os idealizadores do novo projeto de lei, no seu furor regulatório, atropelaram este fato singelo e indiscutível.
O projeto é autoritário porque cria a figura sem precedente da “licença não voluntária”. Esta terminologia opaca quer dizer que, quando entender que há motivo, o governo poderá declarar nulas as disposições do autor sobre sua obra. Mas quem determinaria quando “há motivos”? Não se preocupe, esta medida de última instância ficaria em mãos qualificadas: nada menos do que o presidente da República.
Este é um aspecto inusitado da proposta, pois nem o mais ingênuo dos mortais poderá pensar que o presidente vai tratar desta questão. Na verdade, se aprovada a proposta do Minc, o presidente delegará este poder ao órgão que geralmente trata do tema — o próprio Minc.
A tese de que esta intervenção radical seria justificada pelas restrições que alguns autores determinam “de forma não razoável” para o uso de suas obras, se encaixa no dito popular: pior a emenda do que o soneto. Quebra-se um princípio fundamental para o estímulo à produção intelectual, princípio que vem sendo reforçado em todo o mundo e integra a Constituição brasileira desde 1891, para tratar de um problema que se aplica, se tanto, a um punhado de casos.
A proposta do Minc é retrógrada porque, num mundo no qual a capacidade de pesquisa e inovação é determinante para o progresso das nações, o projeto legaliza a cópia não autorizada e não remunerada, contanto que “para fins educativos”. Sim, é isto mesmo, segundo o projeto, quando for para fins educativos, não vale o direito do autor.
São tantas as consequências nefastas desta proposta que é difícil enumerá-las. A mais grave é o desincentivo à produção intelectual brasileira. Ou será que os redatores do projeto acreditam que autores e pesquisadores vão dedicar anos de trabalho para escrever obras sem perspectiva de recompensa pelo seu labor? Se este dispositivo for implantado, a produção de obras educacionais cairá e escolas e universidades brasileiras terão que, cada vez mais, usar livros produzidos em outros países, nos quais a criação acadêmica, científica e intelectual é incentivada e protegida.
É difícil de acreditar que num país no qual o número de universitários dobrou na última década, mas, como consequência da reprografia ilegal, a publicação de obras técnicas e científicas caiu 40%, um projeto de lei do próprio governo agrave a situação de um setor estratégico que está sendo varrido do mapa pela violação sistemática do direito autoral.
É por isto que a Academia Brasileira de Letras, o Sindicato Nacional dos Editores de Livro e inúmeras outras entidades se posicionam firmemente contra este projeto de lei, descrito pelo Minc como modernizador e democrático, mas que é precisamente o contrário.
Ultimamente o Ministério da Cultura desenvolveu algumas iniciativas de qualidade, como uma política vigorosa na ampliação e capacitação de bibliotecas públicas. Mas a proposta de alteração da Lei do Direito Autoral é um grave equivoco. Esperamos que o novo ministro da Cultura abandone este projeto que levaria a um retrocesso sem precedentes para o país.
Digitalização reduz gastos do judiciário
Assunto: e-government, governo eletrônico
Fonte: Agência Brasil. Data: 17/12/2010.
Em 2010, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reuniu-se em 38 sessões ordinárias e em 71 extraordinárias. Durante o ano, foram tomadas 10,7 mil decisões colegiadas e 98 mil monocráticas.
O balanço foi apresentado hoje (17) pelo presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso, na sessão de encerramento do ano do Judiciário.
Na opinião de Peluso, o instituto da repercussão geral foi um dos destaques do ano. Adotado pela Suprema Corte desde 2007, desde então, foram analisados 338 temas e julgados 76.
Peluso ressaltou também a digitalização de processos como uma das principais medidas do ano. Com isso, a economia de papel foi significativa. “Só no Supremo, em 2009, os agravos processados somaram 20 milhões de folhas de papel”, disse o ministro. Neste ano, o número foi menor.
A visualização de processos pela internet também contribuiu para reduzir a emissão de papeis no STF. “No Tribunal de Justiça do Rio, tribunal que começou com a prática, em três anos, a economia foi de R$ 7 milhões com a dispensa de papel para envio de mensagens e correspondências pelos Correios", afirmou.
Entre os julgamentos que marcaram o ano judiciário, Peluso apontou o que analisou a Lei da Ficha Limpa, o caso do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e a não obrigatoriedade da apresentação de documento oficial de identidade com foto no momento do voto.
“Caminhamos a passos largos, mas reconhecemos que há muito a fazer. E é preciso pensar em como fazer. O grande desafio é transformar os avanços em ganhos efetivos com o mínimo de despersonalização”, disse Peluso. “O cidadão que procura o Judiciário tem nome e sobrenome, e a demanda que busca na Corte afeta sua vida”, completou.
As atividades serão retomadas em fevereiro do ano que vem. Durante o recesso, Peluso e o vice-presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, se revezarão no plantão.
Porque Informação é poder...
Assunto: Acesso à Informação, Administração Publica, Modernização Administativa
A pesar do esforço meritório de alguns municípios, não seria interessante algo semelhante em Portugal ou no Brasil?
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0 Comentários terça-feira, dezembro 21, 2010
Assunto: biblioteca no metrô, biblioteca popular, biblioteca pública
Fonte: Diário do Comércio de Indústria DCI (São Paulo). Data: 19/12/2010.
URL: http://www.dci.com.br/
A experiência bem sucedida da biblioteca que há quatro anos empresta livros aos usuários do metrô do Rio de Janeiro deverá ser estendida em 2011 ao sistema de ônibus da cidade, responsável pela maior parte dos deslocamentos de passageiros na capital fluminense. A informação é do Instituto Brasil Leitor (IBL) [URL: http://brasilleitor.org.br/www/default.aspx], que comemora este mês o quarto aniversário da Biblioteca Livros & Trilhos, instalada na Estação Central do metrô carioca, com resultados expressivos: quase 8 mil sócios e quase 80 mil livros emprestados. “Nós temos no Rio de Janeiro um dos melhores índices de leitura por sócio, uma média de 1,5 livro por mês, ou seja, 14 a 15 livros por ano”, informou William Nacked, diretor-geral do IBL, organização responsável pela criação e gestão de bibliotecas em estações de metrô e de trem e terminais de ônibus em todo o país.
Deputado quer liberar cópia de livros para alunos
Assunto: direito autoral, Direitos de Autor
Fonte: Agência Câmara. Data: 21/12/2010.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 7458/10, do deputado Mendes Thame (PV-SP), que autoriza a reprodução de um exemplar de qualquer livro por alunos de mestrado e de doutorado. A proposta altera a Lei de Direitos Autorais (9.610/98) [ver texto completo no URL: http://www.camara.gov.br/sileg/integras/295013.pdf]. Para ter o direito de fazer a cópia de forma legal, o estudante precisará de declaração do orientador, documentada pela instituição onde é feita a pesquisa. A legislação atual já permite a reprodução de pequenos trechos de obras, desde que para uso particular de quem fez a cópia. Mas a cópia integral só é permitida com prévia e expressa manifestação do autor.
Nota: o texto integral da lei atual dos direitos autorais pode ser visto no URL:
http://www.blogger.com/www.lexml.gov.br/urn/urn:lex:br:federal:lei:1998-02-19;9610
2010 - o ano dos ebooks!
Assunto: comportamento informacional, e-book, livro eletrônico, novas tecnologias
A tecnologia está a revolucionar o comportamento informacional, desde os hábitos de leitura até à interacção multi-canal da informação, proporcionando uma reengenharia do comportamento info-comunicacional. Calma... pois ainda estamos no início! :-)
A jornalista Isabel Coutinho escolhe os melhores livros do ano. No papel ou no ebook.
Realização: Joana Bourgard
Autora: Mariana Mandell.
Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 13/12/2010.
Educadores afirmam que o segredo para despertar o gosto pelos livros nas crianças e jovens está muito mais no comportamento dos pais que nas orientações da escola. “Os pais devem ler junto com os filhos, mantendo o canal de comunicação aberto, sem censurar o que as crianças querem ler”, aconselha José Manuel Moran, diretor de Educação a Distância da Anhanguera Educacional e professor aposentado da ECA-USP. “Ler mostrando o quanto isso pode ser gostoso deve ser encarado como uma tarefa pelos pais”, opina Teresa Ferreira, psicopedagoga da Unifesp. “É mais fácil despertar o gosto pela leitura no jovem dessa forma do que pela imposição que a escola e os vestibulares fazem.”
Para o professor da área de educação e ciência da computação da Universidade de Stanford, Paulo Blikstein, o grande desafio da escola é a motivação. “É preciso direcionar o aprendizado para coisas interessantes. Aí entra o papel dos pais e professores: apontar obras e criar condições para que os alunos se interessem de forma genuína”, afirma. “Conversar com amigos pelo celular é ótimo, mas isso não vai necessariamente levar ninguém a ler Machado de Assis.”
Portugal: Um terço nunca lê por gosto
Fonte: Diário de Notícias. Data: 13/12/2010.
Mais de um terço dos alunos portugueses que participaram no estudo da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE) disse que não lê por gosto. Aliás, 22% disseram que só mesmo por obrigação, uma percentagem 8% acima da média da OCDE. Outros 29% acham difícil chegar ao fim de um livro e quase um quinto acha que ler é uma perda de tempo. Este é um lado menos animador do estudo da OCDE, sobretudo quando comparado com a melhoria do desempenho dos alunos portugueses nos testes - foram mesmo os que mais progrediram na leitura, matemática e ciência. Por outro lado, 35% dizem que ler é um dos hobbies favoritos. E, em compensação, 43% lêem e-mails e conversam online várias vezes ao dia
Vai o Delicious acabar?
0 Comentários segunda-feira, dezembro 20, 2010
Assunto: Delicious, Yahoo
As notícias do encerramento ou da venda começaram no final da passada semana e tomaram proporções tais que a Yahoo!, dona da Delicious, veio a público com a nota que a seguir publicamos. Como se costuma dizer "onde há fumo, há fogo" e os layoffs até já começaram...
Aprovado o cargo de bibliotecário escolar em Santa Catarina
1 Comentários sábado, dezembro 18, 2010
Assunto: biblioteca escolar, bibliotecário escolar
URL: http://www.alesc.sc.gov.br/expediente/2010/PLC_0039_0_2010_Original.rtf
Fonte: Assessoria de Comunicação Deputado Estadual Pedro Uczai.
O plenário da Assembléia Legislativa aprovou, na tarde desta quarta-feira (8), um projeto de lei complementar (PLC 39/10) de autoria do deputado estadual Pedro Uczai que cria o cargo de bibliotecário escolar dentro do quadro de pessoal do magistério público estadual. Com isso, as escolas estaduais deverão contratar o profissional com formação específica para atuar na função. O projeto segue agora para a sanção do governador.
"Essa é uma luta fundamental para avançarmos na qualidade da educação nas escolas da rede pública estadual, à medida que mantém o professor em sala de aula e coloca um profissional especificamente preparado para exercer a função de bibliotecário escolar", concluiu Uczai.
0 Comentários sábado, dezembro 18, 2010
Assunto: hábito de leitura, livro infantil, mercado livreiro
Autora: Simone Intrator.
Fonte: O Globo. Data: 12/12/2010.
URL: > http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2010/10/21/peter-hunt-um-bom-livro-infantil-feito-de-respeito-334171.asp
Moral da história: livro para criança não tem que ter final feliz. > Precisa, sim, estar cheio de fantasia, ser inovador, diferente, > instigante, subversivo. Quem lista os segredos da boa narrativa é um dos maiores estudiosos mundiais da literatura infantil, o inglês Peter Hunt, fundador e professor da cadeira na Cardiff University, na Grã-Bretanha. Pai de quatro filhas, todas ótimas leitoras, Hunt diz que livro infantil não pode ser igual à comida fast-food, "que satisfaz de imediato mas está longe de ser a opção mais saudável".
No Brasil para fazer uma palestra no auditório American Express da PUC-Rio, durante o seminário Crítica, Teoria e Literatura Infantil no Brasil e no Mundo, em outubro, Hunt aproveitou para logo depois autografar "Crítica, teoria e literatura infantil" (Ed. Cosac Naify). O livro, lançado em 1991, "numa época em que se lutava arduamente para provar a importância de publicações para crianças", focava nesta primeira edição na academia. Agora, revisado, atualizado e ampliado, chega com o objetivo de atingir um público maior e bem mais eclético. Nesta versão há um novo capítulo - sobre livros para crianças e mídias sociais -, um apêndice - em que o autor refina a definição de literatura infantil a partir de opiniões suas que mudaram ao longo destes 20 anos - e várias atualizações, com exemplos mais universais, e não tão britânicos, dos livros citados. Nesta obra, Hunt, que respondeu às perguntas do GLOBO por e-mail antes de pegar o avião para cá, sai em defesa de um maior apuro e mais conhecimento sobre a teoria e a crítica de publicações para crianças. E dá um conselho a todos que querem formar bons leitores: "Um bom livro infantil é um livro que faz todos, adultos e crianças, pensarem. Mas o mais importante é que as crianças estejam sempre em contato com as obras. Quanto mais livros as crianças lerem, maior será a capacidade delas de escolha e de comparação".
Este é um conselho fácil de dar e nem tão simples de ser seguido: PENSANDO!!!! Trate desta questão de escolher livros com seriedade. Se for seguir o conselho de outras pessoas (críticos, por exemplo), gaste um tempo avaliando se concorda ou não com a maneira como pensam. Esta não é uma ciência exata, e as pessoas muitas vezes se colocam como autoridades, quando todos, na verdade, têm suas próprias opiniões. Ainda assim, se tiverem experiência com crianças, as pessoas não serão todas as crianças, ou não será a sua criança. Acima de tudo, olhe com atenção, pense bastante e decida o que você quer para o seu filho.
Nessa boa cruzada pela leitura, a gente vai encontrando batalhadores por todos os cantos. E com as mais variadas "armas". No Youtube, outra bela iniciativa é o vídeo "Ler Devia Ser Proibido", criado e produzido por Luciano Midlej, Filipe Bezerra e Marcos Diniz, baseado no texto da escritora mineira Guiomar de Grammont.
Veja detalhes no vídeo [URL: http://www.youtube.com/watch?v=57hum9zwjZc&feature=player_embedded] , afinal, ler pode tornar as pessoas "perigosamente humanas.
Qualificação da Função Pública
3 Comentários quinta-feira, dezembro 16, 2010
Assunto: profissional da informação, qualidade
Uma determinada Câmara Municipal quer admitir para o seu quadro de pessoal um Técnico Superior caracterizando o posto da seguinte forma:
Planear a gestão e direcção técnica da biblioteca; executar todas as rotinas inerentes às operações de tratamento do fundo documental tais como: registo, catalogação, indexação e cotação; gestão de catálogos, mantendo-os actualizados; assegurar serviços de atendimento ao público, apoiando e orientando o utilizador de serviços; executar pesquisas bibliográficas e rotinas de empréstimo, reservas e devoluções; supervisionar a arrumação dos fundos documentais; fazer a gestão das devoluções difíceis. Preparar instrumentos de difusão, aplicando normas de funcionamento de bibliotecas e serviços de documentação, de acordo com métodos e procedimentos previamente estabelecidos; organizar e promover estatísticas de leitura, consultas e utilização de recursos. Propor a realização de actividades de promoção da leitura, acompanhando a sua realização, após decisão superior; realizar mostras bibliográficas e outras exposições.
Pela caracterização é óbvia a intenção da contratação, a Câmara Municipal precisa de um Bibliotecário / Profissional da Informação. Hoje, com a solidificação da Ciência da Informação, a proliferação e o aprofundamento da formação na área tornou-se uma realidade. De cursos profissionais, Licenciaturas, Pós-graduações, passando pelos Mestrados e Doutoramentos a oferta é muita e estruturada. Ora a dita Câmara Municipal ao invés de apostar na qualidade dos serviços que presta aos seu cidadãos contratando um profissional qualificado, prefere exigir como nível habilitacional uma Licenciatura na área da Sociologia e Licenciatura na área Animação Educativa e Sociocultural que em nada têm que ver com as funções descritas anteriormente. São casos como este que demonstram o quanto se tornou necessário rever o Decreto-Lei n.º 121/2008, de 11 de Julho, que reestrutura as carreiras da Administração Pública.
É no mínimo incongruente Portugal andar, neste caso, a par com a vanguarda internacional no que concerne à formação e, ao mesmo tempo, posicionar-se na cauda internacional quando toca à aplicação ao mercado de trabalho, nomeadamente da Administração Publica, dessa qualificação.
O que está em causa não é uma questão de classe profissional, é, acima de tudo, uma questão de qualidade nos serviços prestados pelos organismos públicos e essa qualidade deveria iniciar-se com a qualificação dos recursos humanos da função pública.
Petição para a Obrigatoriedade de Requisitos de Formação para a Carreira de Biblioteca e Arquivo - http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=CI2010
Escrito em facebook.com/nunodematos
0 Comentários quarta-feira, dezembro 15, 2010
Assunto: Código da Vinci, Leornardo da Vinci
1 Comentários quarta-feira, dezembro 15, 2010
Editoras procuram alternativas para o acesso livre
Fonte: Publishing Perspectives. Data: 12/12/2010.
URL: http://publishingperspectives.com/2010/12/making-open-access-pay/
Siobhan O’Leary relata o debate na Alemanha sobre o acesso livre. A reunião do German Book Office Editor, que reuniu editores de universidades norte-americanas e acadêmicos alemães, além de editores de livros CTP da Alemanha, mais uma vez levantou a questão do acesso gratuito a publicações, especialmente de como editores podem ganhar dinheiro com isso num momento em que a pressão de bibliotecas, autores, acadêmicos e outros são cada vez maior para que o conteúdo seja aberto e acessível. As experiências que surgem na Alemanha são várias, mas fazem parte basicamente de modelos híbridos de impressão e livro digital: acesso livre quando o autor levanta fundos para a publicação; conteúdo livre por um período na web e depois passa a ser pago; institutos desenvolvendo os seus próprios produtos “open access” e outras opções.
Máquina que vende informação
Será que no futuro existirá este tipo de máquina? Gostaria de receber os comentários dos leitores do nosso blog.
Fonte: GoComics.
URL: http://imgsrv.gocomics.com/dim/?fh=28abd36f346573d692580b4196ec87ef&w=450.0
A BAD junta-se à luta
0 Comentários segunda-feira, dezembro 13, 2010
Assunto: Associação BAD, profissional da informação
A BAD tornou público o seu apoio à petição para a Obrigatoriedade de requisitos de formação para a carreira de Biblioteca e Arquivo.
Independente do timing é de louvar este apoio da BAD bem como a capacidade de mobilização dos profissionais da informação.
Portugal: Acordo ortográfico será aplicado gradualmente até 2012
0 Comentários sexta-feira, dezembro 10, 2010
Fonte: Portal Terra Educação. Data: 09/12/2010.
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que unifica as diferenças do idioma entre as variantes europeia, brasileira e africana, será aplicada gradualmente até 2012 no sistema educacional e na Administração pública de Portugal, anunciou o governo de Lisboa nesta quinta-feira.
O Acordo entrará em vigor em 2011-2012 no ensino, mas a agência estatal de notícias Lusa, o jornal Correio da Manhã - o mais lido em Portugal -, o periódico esportivo Record e as revistas Expresso e Visão já começaram a usar as novas regras. A norma foi estabelecida inicialmente em 1990 pela Academia de Lisboa, pela Academia Brasileira de Letras e por delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. No Brasil, a norma entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2009 e foi ratificada em 2006 junto com Cabo Verde e São Tomé, enquanto Portugal, no meio de uma grande polêmica, aprovou o acordo somente no ano passado.
Assunto: biblioteca pública, Programa Mais Cultura, telecentros
Fonte: Ministério da Cultura. Data: 06/12/2010
Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo MinC, revelou que apenas 45% dos estabelecimentos possuem computador com internet. E, do total, somente 29% oferecem o serviço ao usuário. "Para nós, do Ministério da Cultura, a biblioteca tem de ser um centro cultural dinâmico, espaço para todos os suportes de leitura", afirma o diretor de Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos Piúba.
A iniciativa faz parte do programa de Inclusão Digital do Governo Federal, que vem realizando um grande esforço para diminuir o número de brasileiros sem acesso à internet. Até o momento foram instalados mais de sete mil telecentros no país. Carlos Paiva, coordenador-geral de Acompanhamento de Projetos Especiais do Ministério das Comunicações, destaca a parceria dos dois ministérios como exemplo de "otimização das políticas públicas". Para ele, a instalação dos telecentros nas bibliotecas é "de uma importância sem precedentes, pois possibilita ao leitor geral e ao usuário do local a
introdução desta tecnologia". Paiva diz que a prioridade do Ministério das Comunicações é o atendimento às bibliotecas do Programa Mais Cultura. Mas, além destas, o ministério cadastrou, em junho, 1.250 bibliotecas, que também serão contempladas. Desde 2007, quando foi criado, o Programa Mais Cultura já implantou 1,2 mil bibliotecas e modernizou outras 1 mil.
Assunto: bibliotaxi, biblioteca pública, hábito de leitura
Fonte: EFE. Data: 6/12/2010.
A última proposta nas caóticas ruas do Cairo é "o táxi do conhecimento", que oferece literatura aos passageiros para ajudá-los a se distrair do barulho e dos engarrafamentos diários, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura em um país com 17 milhões de analfabetos.
"Abrir uma livraria ajuda a divulgar a importância da leitura, mas sabemos que muitos egípcios não a visitarão porque para eles não é natural ler ou comprar livros", revelou à Agência Efe Ismail Elnagar, um dos responsáveis pela livraria que promoveu a iniciativa.
Segundo Elnagar, a principal razão que afasta os egípcios das páginas de um romance é a falta de tempo, "pois são muitos os que perdem até duas horas por dia dentro de um táxi para chegar ao trabalho".
"A única maneira de promover a leitura era fazer com que os livros ultrapassassem as prateleiras das livrarias", disse Elnagar, que afirma que foi a partir desse pensamento que surgiu "a ideia de colocar entre cinco e dez livros dentro de um táxi".
"Os egípcios têm agora a possibilidade de ler em um ambiente agradável e climatizado para esquecer o barulho das ruas e se concentrar no livro até chegar a seu destino", acrescentou.
Um dos primeiros taxistas a adotar a iniciativa foi Abdel Ghany, de 58 anos, que admite ser um "amante e defensor da importância da leitura" e que fuma um charuto enquanto dirige pelas ruas dominadas pelo constante barulho das buzinas.
"A iniciativa agradou muito às pessoas mais cultas", destacou Ghany, enquanto mostrava com orgulho os livros, cujas capas já estão um pouco deterioradas após um mês à disposição dos passageiros.
Para o taxista, a iniciativa já é "um sucesso" que o levou a solicitar à livraria contos infantis para as famílias que entram em seu táxi, além de guias e mapas em inglês para os turistas.
"O primeiro taxista para quem contamos sobre o projeto nos pediu para descer do carro", declarou Elnagar, que ressaltou, no entanto, que muitos motoristas têm nível superior e estão interessados em incentivar a leitura.
"Os resultados estão sendo incríveis. Os taxistas estão contentes e sentem que estão oferecendo um serviço muito útil à comunidade", revelou Elnagar. O livreiro afirma que não tem nenhum interesse em que os táxis se transformem em pontos de venda de livros porque "o objetivo não é financeiro".
"As pessoas estão lendo. E isso é que buscávamos", destacou.
Ibero-América quer fim do analfabetismo até 2015
Assunto: analfabetismo, biblioteca escolar, biblioteca pública, hábito de leitura
Fonte: France Presse. Data: 04/12/2010.
Os países da América Latina, junto com Espanha, Portugal e Andorra, comprometeram-se nesta sexta-feira a erradicar em cinco anos o analfabetismo no espaço ibero-americano, estabelecendo um plano educacional com investimento superior a 100 bilhões de dólares.
"Realizar a alfabetização plena em todos os países da região antes de 2015", destacou a declaração final da 20ª cúpula ibero-americana na cidade argentina de Mar del Plata, que debateu, entre outras questões, a "educação como instrumento de inclusão social".
Os 16 chefes de Estado e governo e os seis chefes de delegação ibero-americanos presentes em Mar del Plata comprometeram-se a "fortalecer programas existentes e os de emergência" para cumprir a meta de erradicar o analfabetismo até 2015.
A América Latina possui 39 milhões de analfabetos; 110 milhões de adolescentes da região não chegaram a concluir a escola primária, segundo a UNESCO, o organismo de educação e cultura da ONU.
O compromisso é investir 102.824 milhões de dólares nos próximos dez anos.
A cúpula ibero-americana propôs-se também a "incorporar nos sistemas educativos o princípio da inclusão de forma que nenhuma pessoa deixe de ter oferta pertinente e oportuna a suas necessidades pedagógicas", diz a declaração.
A iniciativa quer levar à prática programas de alfabetização que já demonstraram sucesso em outros países da região, garantindo também um proceso posterior voltado para a consolidação da aprendizagem da leitura e da escrita de 4,5 milhões de pessoas na América Ibérica.
Facebook, YouTube e Portugal: eis os termos mais pesquisados em 2010
0 Comentários quinta-feira, dezembro 09, 2010
O Google deu a conhecer hoje a lista de termos mais pesquisados pelos portugueses em 2010: Facebook, Youtube e Portugal ocuparam os três primeiros lugares.
Um comunicado da Google dá a conhecer ainda outras listas reveladoras das tendências de 2010. Entre os nomes de pessoas mais procurados pelos portugueses, Carlos Cruz liderou.
Nos termos que registaram maior crescimento foi a Casa dos Segredos que se distinguiu.
Em contrapartida, nos negócios a liderança foi atribuída à Via Verde.
Na secção de Beleza e Bem-estar o cabelo liderou no número de pesquisas. No desporto, o futebol confirmou a popularidade já conhecida e na sociedade, foi a escola que imperou sobre as pesquisas.
Nas notícias mais procuradas, é o termo Portugal que lidera.
Todos estes dados foram apresentados num índice criado pela Google que dá pelo nome de Zeitgeist.
O livro mais caro do mundo foi posta a leilão em Londres
0 Comentários quarta-feira, dezembro 08, 2010
.Fonte: BBC. Data: 7/12/2010.
URL: http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/12/101207_livro_caro_pu.shtml
Aves da América, do ambientalista John James Audubon, é um dos principais livros de história natural do século 19. Apenas duzentos foram produzidos pelo autor. Dos que ainda existem só 11 estão nas mãos de particulares.
Uma das mais criticadas mostra uma serpente atacando, de forma dramática, um ninho de pássaros.
Para a curadora, o desenho é uma obra de arte no papel, mas vai contra "todas as regras" do ponto de vista científico.
Centro cultural mineiro em novo endereço
Assunto: bibliografia brasileira, Insituto Cultural Amilcar Martins, Mineriana, obra rara
URL: http://www.icam.org.br/
Fundado em 2001 e com o objetivo de estudar, preservar e divulgar a história e a cultura de Minas Gerais, o Instituto Cultural Amilcar Martins (ICAM) ganhou nova sede e passa agora a funcionar na Rua Ceará, 2037, no bairro Funcionários, em Belo Horizonte. O novo espaço, com aproximadamente 500m2, tem uma biblioteca com capacidade para mais de 30 mil títulos – já são 10 mil sobre Minas, uma sala de obras raras e duas de consulta e um espaço para pesquisa com terminais de computadores conectados à internet. Conta ainda com uma oficina de restauro e encadernação de livros, sala de triagem de livros que passarão por processo de higienização e restauração e um auditório multimídia com capacidade para 40 pessoas.
Além da biblioteca com capacidade para 30 mil volumes, a nova sede do ICAM tem espaço para cursos e oficinas de restauro de livros.
Brasileiro lê melhor, mas segue defasado
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 08/12/2010.
Autores: Fábio Takahashi, Fabiana Rewald e Larrisa Guimarães.
Os estudantes brasileiros com 15 anos melhoraram em leitura, ciências e matemática nos últimos nove anos. Seguem, porém, entre os mais atrasados do mundo. A constatação é da avaliação internacional chamada Pisa, coordenada pela OCDE (organização de nações desenvolvidas), que analisou a educação em 65 países. O exame avalia as áreas a cada três anos. Nesta edição, a prioridade foi leitura, em que a média brasileira avançou 4%. Essa melhora significa que o aluno de hoje tem um conhecimento equivalente a seis meses de aula a mais do que os de 2000, conforme cálculo da Folha. Para o OCDE, o avanço foi "impressionante". Ainda assim, os brasileiros estão com mais de três anos de defasagem ante os chineses, os líderes da lista, que passaram Finlândia e Coreia. No ranking, o Brasil está na 53ª posição, com nota semelhante a Colômbia e Trinidad e Tobago.
Google Editions - digital book distribution channel
0 Comentários terça-feira, dezembro 07, 2010
Assunto: digital, eBooks, Google, Google Editions
"buy anywhere read anywhere" o Google Editions já está disponível nos EUA. Mais um passo para o cada vez mais real mercado dos livros digitais. Leiam Google's 'buy anywhere read anywhere' ebook store due in December
O direito autoral e o livro digital
1 Comentários terça-feira, dezembro 07, 2010
Assunto: direito autoral, livro digital
NOVAS CLÁUSULAS PARA O CONTRATO DE CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS/ DE EDIÇÃO PARA ABARCAR OS DIREITOS SOBRE O LIVRO DIGITAL
Autora: Joana Teixeira de Mello
Fonte: http://www.joanamello.com.br/artigos/index.php?id=6
Data: 2/12/2010.
O sistema jurídico brasileiro de proteção aos direitos autorais é regulado, atualmente, pela Lei 9.610 de 1998. Esta dispõe como princípios fundamentais, o princípio da interpretação restritiva e o princípio da divisibilidade.
O artigo 4º da referida Lei determina que os negócios jurídicos sobre os direitos autorais devem ser interpretados restritivamente. Isso significa que onde se lê cessão para comercialização de livro, não se lê livro em geral, não incluindo o livro digital. Portanto, no momento da elaboração de um contrato de cessão de direitos autorais ou de edição, em que se quer incluir a comercialização do livro digital, é importante prever expressamente que a cessão abarca esse novo formato, além do livro impresso.
A Lei também determina, em seu artigo 31, que as diversas modalidades de utilização de obras literárias são independentes entre si e a autorização concedida pelo autor não se estende às demais modalidades. Esse é o chamado Princípio da Divisibilidade do Direito Autoral, fundamentado, por sua vez, na finalidade do legislador de proteger o autor, assim, como o faz, o princípio da interpretação restritiva explanado acima. O foco é que o autor possua controle sobre sua criação e os frutos que essa render.
Ademais, o artigo 29, X da Lei 9.610/1998 prevê claramente que depende de autorização expressa do autor a utilização da obra por quaisquer outras modalidades de utilização existentes ou que venham a ser inventadas. Dessa forma, concluímos que os novos contratos de cessão de direitos autorias e os de edição deverão ter como paradigma que a cessão para o formato de livro digital (ebooks) deverá ser expressa e, a partir, disso, estipularem novas cláusulas que diferenciaram o tratamento deste produto para o do livro impresso.
Assim, os novos contratos poderão prever a cessão de direitos autorais para ambos os formatos, ou até para outros ainda, como video-games e audiobooks. O importante é que o formato, ou modalidade de utilização como chama a Lei, esteja expresso, nada impedindo que o tratamento a cada formato seja diferenciado nas cláusulas contratuais. Quanto aos contratos já firmados, o uso de aditivos contratuais é uma maneira suficiente para suprir essa necessidade. Ressaltando a premência de aditar o contrato já existente, o artigo 49, V da Lei 9.610/1998 determina que a cessão só se operará para modalidades de utilização já existentes à data do contrato.
Uma determinação já existente para o livro impresso, mas que talvez seja essencial para o livro digital é a previsão de concordância do autor com a possibilidade de traduzir o texto. Como o mercado do livro digital não conhece fronteiras, pela facilidade de vendê-lo mundo afora, é interessante que a Editora preveja essa cláusula com fundamento no artigo 29, IV que determina a necessidade de autorização prévia e expressa do autor para tanto.
Entretanto, ressalta-se que para a comercialização em livrarias virtuais que não brasileiras, é necessário que o contrato preveja que sua validade abarca não só o mercado nacional, como, também, o internacional – exegese do artigo 49, IV da atual Lei de Direitos Autorais. Nesse ponto, consideramos que a Editora (ou o autor em relação a esta) pode não ter o interesse de possuir os direitos autorais de validade internacional sobre o livro impresso, mas, somente, que a validade internacional recaia sobre o livro digital, por questões de logística e limitação de empenho. Nada impede, diante do princípio da divisibilidade referido acima, que haja essa divisão: cessão com validade nacional para o livro impresso e com validade internacional para o livro digital, contanto, que tudo esteja previsto expressamente e de forma clara no contrato firmado com o autor.
Vale prever, ainda, no contrato, algumas precauções para a Editora diante da mudança rápida e constante do mercado de livros digitais por conta do avanço de sua tecnologia. É interessante uma previsão contratual no sentido de garantir a extensão da cessão aos livros digitais inertes e animados, bem como a adição de conteúdo ao texto ou à ilustração de seu criador. Pode ser interessante à Editora, por exemplo, adicionar links no ebook para sites parceiros que tratam do mesmo assunto, como um livro de receitas ter o link para o site do Programa de Culinária que aquele autor apresenta na TV, ou possuir vídeos em que o leitor assiste à receita sendo feita. No mesmo sentido, a previsão de autorização da cessão para mais de uma edição do livro digital. Como a tecnologia vem se superando constantemente, a qualidade do livro digital pode ganhar novas e novas edições ao longo dos anos. E a Lei 9.610/1998 exige essa previsão, sob pena de interpretar-se, no caso de omissão desta cláusula, que o autor cedeu os direitos autorais apenas para uma edição.
Para aqueles editores com medo da pirataria sobre o livro digital, pode ser interessante, prever uma cláusula sobre a proteção do arquivo. Dispondo ou sua não responsabilização pela cópia irregular do produto ou dispondo que se esforçará nesse sentido adotando determinadas medidas – como a inclusão de DRM no arquivo, que tem sido a maneira mais comum de lutar contra esse problema.
É interessante para o autor manter a estipulação de um prazo para que a Editora publique o livro digital, seja 12 ou 24 meses, como a Lei prevê para o livro impresso em seu artigo 62, parágrafo único.
Alguns entendidos do mercado editorial de livros digitais, como o americano Mike Shatzkin, sugerem que o contrato sobre os direitos autorais para o formato de livro digital possua uma duração mais curta do que os cinco anos geralmente praticados, justamente porque o mercado é ainda incipiente e muitas mudanças ainda acontecerão. O que hoje possa parecer interessante para uma das partes pode se mostrar, mais à frente, não ser tão bom assim. Dessa forma, um contrato com validade temporal mais curta poderá permitir a revisão de suas cláusulas caso haja o interesse de sua renovação. O americano sugere o prazo de dois anos para tanto.
Resta, finalmente, abordarmos a cláusula sobre o pagamento a título de direitos autorais cedidos. O royalty mais praticado nos Estados Unidos, Reino Unido e outros países em que esse mercado já possui certa expressão é aquele fixado em 25%. Entretanto, esse valor vem sido amplamente combatido pelas associações de autores nesses países que argumentam ser muito baixo, principalmente, em face ao livro impresso que possui gastos, segundos essas associações, muito maiores do que os do livro digital. Cumpre ressaltar que a praxe parece estar se firmando em percentual sobre o valor líquido recebido pela Editora deduzido o desconto da livraria.
De qualquer forma, seja qual for o valor do royalty adotado pela Editora, é importante atentar que a previsão do pagamento deverá ser feita em atenção às disposições acertadas com as livrarias virtuais. Muitas destas só repassam os valores das vendas após atingir determinado valor – geralmente entre R$100,00 e R$200,00. Assim, a cláusula contratual deverá levar em consideração esse vínculo com as livrarias, dispondo o pagamento trimestral, ou semestral, por exemplo, desde que repassado o valor à Editora pelo distribuidor nos termos do contrato firmado entre estes.
Nova revista: Perspectivas em gestão & conhecimento
PERSPECTIVAS EM GESTÃO & CONHECIMENTO está recebendo submissões para o
lançamento do seu primeiro número em 2011.
Convidamos você a navegar pelo site da revista:
Como o mais novo periódico editado pela Universidade Federal da Paraíba com a cooperação do Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica, Perspectivas em Gestão & Conhecimento tem por objetivo publicar trabalhos originais e inéditos relacionados com as temáticas Gestão e Conhecimento sob abordagens que priorizem diálogos inter/pluri/multi/transdisciplinares e representem contribuição para o desenvolvimento de novos conhecimentos e/ou para aplicação nos diversos setores e organizações da sociedade.
Aguardando sua contribuição na construção e diálogo de saberes em Gestão e Conhecimento, agradecemos pelo interesse no periódico.
Quaisquer informações, favor nos contactar pelo e-mail:
lucianna.costa@yahoo.com.br.
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Assunto: AMA, conhecimento, sociedade da informação, UMIC, União Europeia
A UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento publicou, no seu website, o documento “A Sociedade da Informação em Portugal – Maio de 2010”, onde são sintetizados alguns dos principais vectores de desenvolvimento da Sociedade da Informação em Portugal.
Com a publicação deste documento, a UMIC visa “ilustrar a variedade de áreas de intervenção das políticas públicas no desenvolvimento da Sociedade da Informação e procura reunir informação relativa aos diferentes sectores, sempre que possível numa perspectiva evolutiva”.
Para o efeito, o documento apresenta os principais indicadores internacionais em matéria de Sociedade da Informação e o contexto da definição das prioridades da agenda digital europeia, no quadro da estratégia europeia UE 2020 - Estratégia para um Crescimento Inteligente, Sustentável e Inclusivo.
A Barsa ainda pulsa
Assunto: enciclopédia, Enciclopédia Barsa, obra de referência, Wikipedia
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 04/12/2010.
Presente no imaginário de várias gerações da era pré-internet, a Enciclopédia Barsa Universal ainda resiste ao avanço da Wikipedia e afins, indica a coluna Painel das Letras. Com 55 mil exemplares vendidos até novembro passado, ela já supera em 3.000 as cifras do ano passado. A região Norte é a que mais puxa esse crescimento. A editora estima que ele se manterá em 2011 e deverá ser da ordem de 10%.
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Agência faz mapa das redes sociais
Quarta-feira, 11 de agosto de 2010 - 09h50
SÃO PAULO (Brasil) - A agência de marketing digital Flowtown apresentou uma mapa representativo das redes sociais. No mapa, cada site, como Facebook, Orkut, Twitter etc. é representado em tamanho proporcional ao seu número de usuários.
O mapa é dividido em “continentes” e ilhas, que representam os diferentes nichos do setor online.
O Google lidera em tamanho, com aproximadamente 1 bilhão de usuários.
Em seguida, vem o Facebook (*), com 500 milhões e o Habbo, com 178 milhões de usuários.
Destacam-se ainda o Twitter, YouTube e LinkedIn (networking profissional).
(*) Estreia hoje no Brasil o filme "A rede social" (The Social Network), baseado no Facebook.
O mapa também abusa da ironia ao nomear algumas regiões como "Antigo Reino do MySpace", “Geleiras Descongelantes da AOL e do Windows Live ", ou “Ilhas em Ascensão do Google Buzz”.
O mapa pode ser visto na íntegra neste link:
Google vai lançar sua própria livraria virtual ainda este ano, diz Wall Street Journal
Publicada em 01/12/2010 às 16:57
http://extra.globo.com/ciencia/plantao/2010/12/01/google-vai-lancar-sua-propria-livraria-virtual-ainda-este-ano-diz-wsj-923159299.asp
Assunto: biblioteca publica, Universidade Federal do Ceará
As bibliotecas públicas têm papel importante para fomentar as práticas da leitura começam a se organizar pelo País afora. No Ceará, elas estão debatendo as boas experiências de voluntários e instituições no sentido de ampliar o acesso e promover a leitura em locais onde, muitas vezes, o Estado não consegue chegar. A realização é do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Ceará [URL: http://projetolerparacrer.blogspot.com/].
O vídeo sobre as atividades do Projeto pode ser visto no Youtube [URL: http://www.youtube.com/watch?v=pvcL6HHE-HI&feature=player_embedded].
MinC suspende repasse de recursos a municípios sem biblioteca
Assunto: biblioteca pública, Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas
Autora: Juliana Nepomuceno.
Fonte: Ministério da Cultura. Data: 2/12/2010.
O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, assinou, na manhã desta quinta-feira (02), no auditório do Ministério da Cultura, uma portaria que suspende, a partir de hoje, o repasse de recursos do MinC para a prefeitura que não tiver pelo menos uma biblioteca pública municipal (BPM) em funcionamento. “Essa portaria estimula a relação de compromisso com municípios que precisarão manter suas bibliotecas abertas, para terem acesso aos recursos que repassamos”, afirmou Ferreira.
Para Fabiano dos Santos, Diretor de Livro, Leitura e Literatura (DLLL), diretoria vinculada ao MinC, um dos grandes desafios dessa portaria é de expandir “a política para ampliação e modernização das bibliotecas, seja relacionado à ampliação do acervo, programações culturais das bibliotecas ou qualificação dos gestores, para que elas se tornem centros culturais importantes para os municípios”, explicou Fabiano.
Desde abril, o MinC investiu R$ 21 milhões no envio de 2 mil livros, mobiliário, TV, DVD e computador para todas as 420 prefeituras que, segundo o Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, realizado pela Fundação Getúlio Vargas, não possuíam biblioteca.
Dessas, 403 prefeituras já receberam o kit. Até o final deste ano, o ministério ainda enviará os equipamentos para os 17 municípios restantes. “Essa pesquisa também permitiu que o MinC pudesse ajustar e avançar cada vez mais em suas políticas de leitura. Nesses oito anos, tivemos um enorme crescimento que pode ser traduzido pela ampliação dos investimentos, que passaram de R$ 6 milhões para R$ 95 milhões anuais, sobretudo com o lançamento do programa Mais Cultura, em 2006”, explicou a secretária de Articulação Institucional do MinC, Silvana Meirelles.
O envio, pelo MinC, do material necessário para a implantação das BPMs tem como contrapartida do município a responsabilidade de manter o espaço físico adequado e garantir os recursos para o seu funcionamento. Entretanto, há casos de municípios que, mesmo tendo recebido todo o material para implantar a BPM, não cumprem as contrapartidas e sequer inauguram sua biblioteca. Em outros casos, a inauguração é realizada, mas a biblioteca é fechada ou extinta, tempos depois. De acordo com o Censo Nacional, dos 420 municípios sem biblioteca, apenas 11 nunca tiveram o equipamento. O restante fechou ou extinguiu a sua biblioteca. “A biblioteca é um equipamento essencial na história da cultura brasileira. No entanto, elas nunca foram tão valorizadas como deveriam ser. A portaria é indutiva e não punitiva”, enfatizou o ministro Juca Ferreira. “Se o prefeito achar que não precisa de recursos federais, ele pode manter os cidadãos do seu município alheios a essas possibilidades de informação. Mas defendemos que isso deve acabar”, explicou. Atualmente, existem 17 municípios que estão resistindo a manter suas bibliotecas abertas. “Resquícios do passado, e o Brasil do século XXI não pode conviver com esse tipo de mentalidade”, completou o ministro.
Por meio do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), o MinC detectou que alguns dos equipamentos estaduais estão defasados, por isso a exigência também se estenderá aos 27 estados e Distrito Federal, para que mantenham as bibliotecas públicas estaduais abertas e em funcionamento. Em geral, essas bibliotecas são a referência e sede de todo o sistema estadual.
“O MinC dá o apoio para abrir e para equipar, mas é preciso ter a contrapartida. Estamos criando a consciência da importância de se ter uma biblioteca aberta nos estados e municípios”, explicou Ferreira, para quem é fundamental instituir uma política pública que garanta o acesso à cultura. “A biblioteca é um ambiente democrático para ampliar o acesso aos livros e formar novos leitores”, avaliou. O ministro acrescenta que ainda há outros dois ambientes de formação: a família e a escola.
Ainda este ano o MinC também lançará o portal Leia Mais. Seja Mais, de incentivo à leitura. Trata-se de um espaço virtual para diversos públicos, inclusive para quem não tem o hábito de ler, onde haverá informações e depoimentos de autores brasileiros e obras, que vão desde a literatura contemporânea até os grandes clássicos, bem como dicas de projetos bem sucedidos de leitura. Boa parte do material estará disponível em versões multimídia.
O Portal será também um espaço para saber onde encontrar bibliotecas públicas e comunitárias, pontos de leitura e para o internauta comentar sobre a biblioteca da sua cidade.
0 Comentários quinta-feira, dezembro 02, 2010
Assunto: Comitê Gestor da Internet no Brasil, e-government
Estante Virtual: 5 anos e um livro vendido por segundo
Assunto: Estante Virtual, livro raro, sebo
Fonte: PublishNews. Data: 02/12/2010.
Com 7 milhões de livros disponíveis e uma média de 25 mil novos livros cadastrados por dia, a Estante Virtual faz 5 anos e segue firme na meta de ter o acervo de todos os sebos on-line do Brasil reunido em seu portal [URL: http://www.estantevirtual.com.br/]. Hoje, já existem 3 milhões de livros até R$12 e quase um milhão de leitores cadastrados. De acordo com a empresa, a cada 5 segundos um livro é vendido. Para comemorar o aniversário, melhorou o sistema de busca do site. Agora, é possível filtrar as buscas por faixas de preço, ano de edição, nome do vendedor e últimos livros cadastrados.
Quo vadis profissionais da Ciência da Informação?
Assunto: Arquivista, Associação BAD, bibliotecários, profissional da informação
A discussão parece ter vindo para durar e ainda bem. O interessante é que esta partiu dos profissionais, daqueles que se preocupam com a sua formação, que frequentam os cursos profissionais, licenciaturas, mestrados e até doutoramentos na área da Ciência da Informação.
E onde está a Associação Portuguesa de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas (BAD) no meio de tudo isto? Bem, a BAD aprovou uma moção na Assembleia Geral Extraordinária, realizada a 7 de Abril de 2010, em Guimarães, onde exige ao Governo e às entidades que tutelam serviços e programas de bibliotecas, arquivos e de informação que garantam a inclusão obrigatória da formação especializada nos requisitos dos concursos nestas áreas funcionais... O problema é que a BAD representa cada vez menos a "classe" e a sua expressão pública parece ter diminuído drasticamente.
Como tinha escrito anteriormente é dos profissionais que nasce esta iniciativa, mas seria ainda mais interessante se a ela se juntasse a BAD. É necessário desenvolver uma dinâmica de discussão de forma a trespassar os "muros" da dita "classe". É preciso sensibilizar as pessoas ,em geral, e os políticos, em particular. Afinal e como escreveu o colega António Regedor no bibvirtual...
Actualmente existem licenciados, pós-graduados e Mestres na área de Ciências da Informação e Documentação. E é no momento em que a formação aumentou, que o governo extinguiu as carreiras profissionais específicas. É o contra-senso, o desnorte, a ignorância governamental. Alguém anda a aconselhar mal os nossos governantes.
Qualquer pessoa de bom senso verifica a aberração que a actual lei significa inclusive para a qualidade e transparência dos serviços do Estado. Já agora, a petição está a decorrer aqui.
0 Comentários quarta-feira, dezembro 01, 2010
Assunto: audioteca, Braille, livros para cegos
Fonte: Rede Globo, Programa RJTV. Data: 19/11/2010.
URL: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/11/audioteca-no-rio-precisa-da-ajuda-de-voluntarios.html
De acordo com a administração da Audioteca, faltam recursos para passar todas as fitas para CDs, mídia mais moderna.
“Temos uma parceria com a Secretaria estadual de Assistência Social que acaba em novembro. E a partir de novembro vamos ficar sem recursos. Por isso a Audioteca pede recursos, ajuda da sociedade para quem puder, quem gosta da ideia da Audioteca”, disse a voluntária Cristhiane Blume.
Voluntários podem fazer contribuições em dinheiro. Mas, quem preferir, também pode ajudar lendo e gravando livros. A aposentada Nilza Lopes, de 81 anos, diz que ajuda há 17 anos. Ela conta que já leu livros de massoterapia, telemarketing, câmara escura, culinária e até tricô.
A magia dos livros gravados também chega ao ouvido de crianças com deficiência visual. Juliana, de 10 anos, conta que o lugar a deixa muito feliz.
“Aqui é o maior lugar que eu já encontrei na minha vida. Cheio de gente legal. Cheio de livros”, diz a menina.
Os interessados em contribuir com a Audioteca Sal e Luz podem obter mais informações pelo telefone: 2233-8007. A instituição fica na Rua 1º de Março, 125, 7º andar, no Centro. [Rio de Janeiro, RJ]
Brasil precisa concretizar planos culturais, diz perita da ONU
Fonte: Agencia EFE. Data: 19/11/2010.
A Perita Independente em direitos culturais das Nações Unidas (ONU), Farida Shaheed, afirmou nesta sexta-feira que o Brasil precisa reforçar seus esforços para que as leis e os programas culturais se transformem em realidade.
Ao concluir a visita oficial de 10 dias ao Brasil, a perita paquistanesa avaliou o acesso dos brasileiros às manifestações culturais e indicou que, apesar da promoção de projetos, "muitos indivíduos e comunidades ainda não se sentem participantes ativos na vida nacional".
"Proteger os direitos à cultural num país do tamanho do Brasil não é uma tarefa fácil, pois cada estado e cada pequena cidade é um universo de diversidade", explicou Farida, que durante sua passagem pelo país se reuniu com funcionários, representantes de movimentos culturais e comunidades indígenas.
A perita da ONU avaliou positivamente o trabalho de "colaboração inovadora" do Governo brasileiro com os organismos das Nações Unidas, com as organizações da sociedade civil e com o setor privado.
Também sustentou que proteger os direitos culturais não é só documentar e promover as manifestações de expressão de cada indivíduo, mas também "ajudar às comunidades na construção de sua auto-estima, para que preservem os elementos de sua cultura".
Farida destacou que em sua viagem por Rio de Janeiro, São Paulo, Dourados-MS, Salvador e Brasília, teve a oportunidade de conhecer alguns projetos culturais brasileiros que podem servir como exemplo para outros países, entre eles programas nacionais dirigidos à construção e a adoção de bibliotecas públicas.
No ano que vem, papel eletrônico vai ganhar cores
Assunto: e-book reader, papel eletrônico
Autor: Bruno Romani.
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 01/12/2010.
A partir do ano que vem, os leitores de livros eletrônicos poderão ganhar cores. A empresa detentora da tecnologia de papel eletrônico, conhecido em inglês como "E Ink", anunciou que a sua nova geração de telas deixará de ser monocromática. As telas, famosas por não serem tão agressivas aos olhos como as de LCD e LED, vão ganhar 4.096 cores. A tecnologia, porém, continua a mesma: não há fonte de iluminação interna no aparelho e a luz ambiente refletida é que torna as imagens visíveis. O primeiro leitor com E Ink colorido será vendido na China, a partir de fevereiro do ano que vem. Segundo a Hanvon, fabricante do dispositivo, ele custará o equivalente a R$ 907.
Assunto: Digital Right Management, e-book

References: artigo 4
 artigo 31
 artigo 29
 artigo 49
 artigo 29
 artigo 49
 artigo 62