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Timestamp: 2017-11-22 01:47:03+00:00

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CÓDIGO DE ÉTICA DOS CORRETORES DE IMÓVEIS AUTÔNOMOS
Este código foi idealizado em 1988 por um grupo de corretores autônomos que se reuniu e resolveu estabelecer normas de conduta entre os corretores, visando harmonizar o relacionamento entre eles nas questões de atendimento à clientes. Foi desde então definido o conceito de "fifty", ou seja tendo dois corretores efetivamente atendido o mesmo cliente, de bom grado, irão dividir a comissão sobre a venda. De sua criação até hoje houve três atualizações, em Maio de 1994, em Outubro de 1999, em Junho de 2000. Agora para seja adotado também para o Rio de Janeiro foi realizada a quarta atualização.
CAPÍTULO PRIMEIRO -DIRETO DE PARTICIPAÇÃO
Nos Artigos 01,02,03,04 e 05 a seguir serão definidas as situações em que os corretores terão direito de participar em 50% do montante da comissão devida pelo cliente comprador.
Terá direito de participar da comissão aquele corretor que tiver seu nome declinado pelo cliente na entrevista de triagem, durante o preenchimento da proposta de reserva e entrega do cheque pelo cliente comprador .
Terá direito de participar da comissão aquele corretor que tiver ofertado o produto adquirido, mesmo que o cliente não tenha declinado o seu nome. Este fato deverá ser comprovado através da apresentação da FAC -Ficha de Atendimento ao Cliente, que deverá estar atualizada e registrada no CEMAR ( VIDE ARTIGOS 14,15,16,17 E 18 )
Poderá ser solicitada entrevista especial com o cliente para esclarecer os fatos apontados pelos corretores.
Terá direito de participar da comissão o primeiro corretor do cliente, desde que tenha uma proposta de reserva registrada e ativa, conforme convenção em vigor. O direito se estende a qualquer outro produto que este cliente venha reservar ou escriturar .
Entende-se que venda ativa é aquela que está registrada no computador. Uma vez aberta, por qualquer motivo, não será mais considerada como venda ativa ( mesmo que a tratativa com o cliente continue ).
Também são consideradas para efeito deste artigo os cadastros de pré-vendas ( com xerox do RG e CPF) e as vendas condicionais (acompanhadas de cheques ), desde que assinados pelo cliente. Nestes dois casos devem estar registradas conforme convenção entre os corretores.
Segundo convenção, as propostas de reserva devem ser assinadas pelo cliente e estarem acompanhadas de cheque no valor mínimo de R$ 500,00. Não respeitada esta convenção o primeiro corretor perderá as garantias dos artigos 3 e 10.
Se a unidade fechada for a do primeiro corretor, nenhum valor será devido ao segundo corretor.
Terá direito de participar da comissão aquele corretor que ao atender o cliente na qualidade de segundo corretor reserve uma unidade no empreendimento visitado. A proposta de reserva deve obrigatoriamente estar assinada e ser acompanhada de cheque
( VIDE ARTIGOS 40,41,42,43,44 e 45 ).
Tendo a venda sido aberta. o cliente continuará sendo atendido pelo primeiro corretor.
Ocorrendo uma nova reserva do mesmo empreendimento, nos próximos 30 dias após a data da abertura, o segundo corretor terá direito de participar da venda.
Terá direito de participar da comissão aquele corretor que for o primeiro a mostrar o lote no empreendimento a ser adquirido pelo cliente.
Este artigo também se aplica aos casos de clientes que estejam com reserva no empreendimento visitado e que não conheçam o lote.
Se o cliente apesar de conhecer o lote e possuir reserva ativa, quiser visitar novamente o empreendimento poderá ser atendido pelo último corretor do rodízio. Nos Artigos 06,07 ,08,09, 10, II e 12 a seguir serão definidas as situações em que os corretores "NÃO" terão direito de participar em 50% do montante da comissão devida pelo cliente comprador.
Não terá direito de participar da comissão o segundo corretor que, mesmo reservando uma unidade no empreendimento visitado pelo cliente, tenha deliberadamente "OMITIDO"
o nome do primeiro corretor.
Não terá direito de participar da comissão o corretor que, por seu critério, não registrou os dados de seu cliente através da FAC no CEMAR.
Não terá direito de participar da comissão o corretor que abandonou seu cliente ( VIDE ARTIGO 18 ).
Não terá direito de participar da comissão o corretor que ao atender o cliente na qualidade de segundo corretor, reservou uma unidade em "OUTRO" empreendimento, que não o visitado pelo cliente. Este artigo se aplica mesmo ao caso de proposta de reserva assinada pelo cliente com cheque (VIDE ARTIGO 43 ).
Não terá direito de participar da comissão o segundo corretor quando reservar uma outra unidade em um empreendimento em que o primeiro corretor já tenha efetuado uma reserva e esta esteja ativa (VIDE ARTIGO 3).
Não terá direito de participar da comissão o segundo corretor que venha oferecer um segundo lote ao cliente que já tenha um lote reservado e que conheça o lote através do primeiro corretor.
Caso o cliente queira mudar de lote, ou ver novamente o lote adquirido, poderá ser atendido pelo último corretor do rodízio.
Não terá direito de participar da comissão o corretor que não pertencer às equipes de lançamento ou não estiver cadastrado nesta empresa. Bem como não tem direito a reivindicar participação na comissão sobre as vendas realizadas em outras empresas o corretor que estiver cadastrado apenas nesta empresa.
CAPÍTULO TERCEIRO – PRAZO DA SOLICITAÇÃO
Nos Artigos 13 será definido o prazo para reivindicar participação na comissão sobre as vendas. Vencido o prazo o pleito não será analisado.
O prazo para reivindicar participação na comissão sobre as vendas é de "48 HORAS" após a emissão do relatório de unidades escrituradas, o que ocorre sempre no primeiro dia útil após a assinatura do contrato. Quem perder o prazo perderá seus direitos, ou seja, mesmo que tenha razão seu caso não será analisado.
Este prazo é improrrogável.
CAPITULO QUARTO -FICHA DE A TENDIMENTO AO CLIENTE
Nos Artigos 14, 15,16,17,18,19,20,21 e 22 serão definidos os conceitos operacionais de funcionamento da FICHA DE ATENDIMENTO AO CLIENTE, doravante chamada apenas de FAC.
Para que o corretor possa ter direito de participar da comissão sobre as vendas, seu cliente deverá estar cadastrado em FAC. E quando necessário esta deve ser apresentada, tendo validade se estiver, " OBRIGATORIAMENTE", registrada no CEMAR e atualizada (VIDE ARTIGO 17).
Se o CEMAR não conseguir contactar o cliente, ou se os dados estiverem incompletos, a F AC será devolvida ao corretor, ficando este ciente que o registro de seu cliente foi cancelado. Caso o corretor queira registrar novamente o cliente, deverá preencher uma nova FAC, e aí sim poder ter direito de participar na comissão sobre vendas.
Anotações em agenda ou outros controles pessoais do corretor, não substituem o preenchimento da FAC e não servem como prova de que o cliente esta sendo atendido pelo corretor .
Entende-se que a atualização da F AC deve ser feita através de um novo contato com o cliente a cada 15 (quinze) dias corridos. Este contato deve ser feito com o próprio cliente, portanto, recados com secretárias, secretárias eletrônicas, parentes diretos ou indiretos e outros, que não motivem o retomo do próprio cliente, não atualizam a FAC.
Não havendo o contato mencionado no " Artigo 17 " o cliente será considerado como "ABANDONADO". Não tendo o corretor direito de reiniciar o atendimento ou participar da comissão sobre venda realizada, caso outro corretor já esteja atendendo, possua reserva ou escritura deste cliente.
Havendo corretores atuando em dupla, será cadastrado como titular do cliente, o corretor que colocar o nome em primeiro lugar .
O cônjuge também será considerado como cliente registrado pela Fac., todavia se por desencontro do casal os clientes vierem a ser cadastrados por mais de um corretor, deverá dar seqüência no atendimento aquele corretor que possuir o registro mais antigo no CEMAR.
Quando dois corretores estiverem atendendo um mesmo cliente, também deverá dar seqüência no atendimento aquele corretor que tiver o registro mais antigo no CEMAR.
O cliente tem todo o direito de escolher o corretor que ele deseja que continue o atendimento ( podendo ser o primeiro, o segundo, ou um terceiro ). Portanto, havendo manifestação oral ou escrita por parte do cliente, a seqüência de atendimento a partir daquele momento deve ser feita exclusivamente pelo corretor que o cliente escolher, porém caso este realize a aquisição imobiliária com o corretor diferente do corretor que registrou e manteve atualizada o cliente no CEMAR, a comissão/prêmio gerada nesta venda obrigatoriamente será dividida entre as partes envolvidas. Não sendo legítima qualquer reclamação que venha a ser feita.
A chamada "CORRENTE ", somente será aceita e considerada como tal, quando parentes ou amigos do cliente, procurarem o corretor pelo nome. Mencionado o nome do corretor, mesmo que este não conheça o cliente, este será considerado como cliente de sua carteira.
Todavia caso haja omissão do nome do corretor por parte do cliente, este não terá mais direito de participar na comissão sobre vendas realizadas, ou de ter acesso a esse cliente.
Se o cliente declinar que não lembra quem é o corretor que deveria procurar ou que esqueceu o cartão do corretor em casa ou um outro fato semelhante, a venda será realizada devendo colocar-se uma barra ( " I " ) ao lado do nome do corretor que atendeu. Sendo possível colocar o nome do corretor objeto da corrente, até vinte e quatro horas depois de ter sido realizado a venda.
CAPITULO QUINTO -ATENDIMENTO AO CLIENTE
Nos Artigos 23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37 , e 38 serão definidos os conceitos operacionais de atendimento do cliente. Conceitualmente existem dois tipos de clientes: o cliente de um corretor e o cliente do rodízio, que não foi atendido por nenhum corretor e que a partir daquele momento será cadastrado por um corretor em FAC e registrado conforme CAPÍTULO QUARTO.
O corretor ao atender o cliente deverá proceder a triagem formulando a seguinte questão:
"O SENHOR(A) ESTÁ SENDO A TENDIDO POR ALGUM CORRETOR DESTA EMPRESA ? " .Esta triagem será feita pelo corretor segundo da vez.
Declinado o nome do corretor, ou de seu Superintendente, o cliente será,
"OBRIGATORIAMENTE ", atendido na seguinte seqüência :
1 -Pelo próprio corretor que teve seu nome citado, ou
2 -Por um outro corretor da mesma equipe a qual o corretor está vinculado, ou
3 -Pelo corretor que esteja na vez de atender .
Se o corretor que teve seu nome citado estiver atendendo, o cliente terá a opção de aguardar ou ser atendido por um outro corretor.
Nos casos de indicação/oferta ( onde um determinado corretor ou superintendente é procurado) não há mudança na posição do rodízio.
O corretor atende e volta na vez de atendimento, caso tenha passado sua vez, retoma como segundo da vez (VIDE ARTIGO 33).
No caso do atendimento ter sido feito pelo corretor da vez, seu nome deverá ser riscado da folha de rodízio.
O procedimento do ARTIGO 24 deve ser observado tanto nos atendimentos em stands de vendas quanto nos atendimentos telefônicos no plantão da EEUU .
Nos atendimentos em empreendimentos ainda não lançados ( " plantão pirata " ), devem ser seguidos os mesmos procedimentos descritos nos ARTIGOS 23 e 24. Sendo possível a realização da reserva em condição de pré-vendas, desde que o cliente assine a ficha de cadastro e forneça cópia xerox do R.G e do C.P .F .
Não sendo declinado o nome de nenhum corretor o cliente será atendido mediante " RODÍZIO".O rodízio é organizado pelos próprios corretores presentes no stand, mediante sorteio, 15 ( quinze) minutos antes do início de cada plantão. Iniciado o atendimento o nome do corretor é riscado da folha, devendo ser colocado no final da relação pelo próprio corretor, logo após ter concluído o atendimento.
Todo e qualquer cliente que seja do " RODÍZIO " , que demonstre interesse em conhecer o empreendimento, preço ou condições de pagamento será atendido pelo corretor da vez. Se o corretor da vez abdicar do atendimento o cliente será atendido pelo próximo do rodízio. O corretor que abdicou do atendimento, automaticamente perde a vez e passa a ser o último do rodízio.
Antes do horário oficial de início de cada plantão a ordem de atendimento é a de chegada do corretor. Esta ordem será obrigatória até que se inicie oficialmente o plantão às 9:00 horas e 14:00 horas.
A prioridade no atendimento é dos corretores escalados. Um corretor não escalado só poderá fazer uso do ARTIGO 29, se não estiver presente nenhum corretor escalado naquele stand.
Após 30 ( trinta ) minutos do horário oficial de início do atendimento, caso o corretor titular não tenha chegado o plantão poderá ser assumido por qualquer outro corretor cadastrado na empresa.
Os corretores escalados e presentes no stand poderão impedir que colegas que cheguem após 30 ( trinta ) minutos do horário oficial de início do atendimento dêem atendimento a clientes do rodízio. Basta que um dos corretores presentes se manifeste contrário.
Os corretores também poderão impedir o retomo ao atendimento do rodízio, quando os colegas se ausentarem por mais de 2 ( duas ) horas do local de atendimento, independente da justificativa.
Todo que esteja atendendo um cliente que não seja do rodízio, ao retomar, caso tenha passado sua vez de atendimento, deverá voltar na ordem de atendimento como segundo da vez.
Todavia se chegar a vez de atendimento e o corretor estiver ausente do plantão, o nome dele deve ser riscado do rodízio. Quando este corretor retomar ao stand deverá colocar seu nome como último da vez de atendimento.
Nos empreendimentos somente poderão atender clientes do rodízio aqueles corretores que estiverem na escala. Os não escalados poderão estar presentes no stand, aguardando seus clientes. Este fato deve ser levado ao conhecimento dos corretores. O corretor deve aguardar que seu cliente seja triado conforme ARTIGO 23.
Os corretores, não escalados, podem utilizar-se das dependências de qualquer stand de vendas para atendimento de seus próprios clientes. Efetuando a venda não devem participação de comissão a nenhum outro corretor.
O corretor titular de um determinado plantão poderá no caso de sobrecarga no atendimento solicitar que um outro corretor não escalado atenda, tendo direito de
participação em 50% da comissão sobre a venda que vier a ser realizada. Não sendo realizada a venda a FAC do cliente deve ser entregue ao corretor titular do plantão.
É considerada prática anti-ética abordar clientes nas redondezas do plantão ou no estacionamento, escalado ou não. O atendimento deve ser precedido de checagem e presenciada por todos.
Constatando esta pratica os corretores poderão manifestar-se no sentido de impedir a continuidade de atendimento dos clientes do rodízio por parte do corretor infrator.
Nenhum corretor deve interromper o atendimento que está sendo dispensado a um cliente, isto só poderá ocorrer por solicitação do próprio corretor .
Se o cliente está sendo atendido por um segundo corretor e o corretor titular do cliente vier a interrompê-lo, realizada a venda, a comissão será integral do segundo corretor.
CAPÍTULO SEXTO - ATENDIMENTO DO SEGUNDO CORRETOR
Nos Artigos 39,40,41,42,43 e 44 serão definidos os conceitos operacionais do atendimento realizado pelo segundo corretor. Até onde deve ir este atendimento e os direitos do segundo corretor .
O segundo corretor deverá apenas demonstrar o empreendimento visitado e propor a reserva da unidade. Em caso de efetivação da venda haverá divisão da comissão, pois o cliente é do primeiro corretor.
A proposta de reserva deverá ter o nome dos dois corretores, estar assinada pelo cliente e estar acompanhada de cheque, sob pena da venda ser creditada exclusivamente ao primeiro corretor.
Em " plantões pirata " a ficha de cadastro assinada pelo cliente e acompanhada da xerox do R.G e do C.P.F deve ser aceita, sendo os documentos substitutos do cheque.
Nos stands com Superintendente de plantão poderá ser aceita a proposta de reserva assinada pelo cliente, sem cheque, desde que tal fato seja feito para escritura imediata. Basta que o Superintendente de plantão aponha seu visto na proposta. Esta situação não é valida se o Superintendente estiver no plantão na EEUU.
Não sendo realizada a venda, é vedado ao segundo corretor o preenchimento da F AC, bem como obter dados pessoais do cliente ou entrar em contato com o mesmo, a qualquer tempo. O corretor somente poderá entrar em contato com o cliente do primeiro corretor até a concretização da assinatura do .contrato ou desistência do negócio.
Outras opções de imóveis feitas pelo segundo corretor, são consideradas como feitas pelo primeiro. Portanto o segundo corretor não tem direito sobre a venda futura.
Qualquer proposta de reserva feita pelo segundo corretor de um outro empreendimento, que não seja o visitado pelo cliente será considerada como venda integral do primeiro corretor .
Caso o cliente retome ao empreendimento no mesmo dia, o segundo corretor poderá atendê-lo. Todavia em um outro período deverá ser obedecida a ordem de atendimento anteriormente citada.
CAPÍTULO SÉTIMO-MANDAMENTOS DA ÉTICA PROFISSIONAL
Nos Artigos 45,46.47,48,49,50,51,52,53,54,55,56 e 57 serão definidos alguns conceitos que deverão ser seguidos pelos corretores. Será entendido como falta de ética o corretor que estiver enquadrado nesses Artigos, não devendo ter "prejuízo" em vendas realizadas.
Faltar com respeito e educação com colegas, clientes e outros.
Caluniar ou efetuar comentários levianos sobre qualquer pessoa com quem se relacione.
Alegar que o cliente lhe pertence quando de fato não tem direito.
Violar F AC'S dos colegas, bem como quebrar o sigilo dos recados, obtendo dados de clientes de outros colega para oferecer produtos.
Oferecer ou expor material promocional de outros incorporadores no stand de vendas.
Mentir, omitir, enganar ou prejudicar qualquer cliente ou colega.
" VACINAR " o cliente, ou seja, alertar o cliente para que não dê proposta ao colega no empreendimento a ser visitado.
Criticar qualquer produto que esteja a venda na empresa e que seja objeto de oferta de um colega.
Utilizar os telefones do escritório ou stand de lançamentos em detrimento do corretor de plantão.
Deixar cartões de visitas ou folhetos na recepção ou nos stands de vendas para serem distribuídos aos clientes quando não houver corretor presente no stand.
Adotar comportamento ou vestimenta inadequada para o desenvolvimento da atividade.
Entrar em contato com o incorporador sob qualquer pretexto.
Orientar o cliente para que na entrevista de fechamento fale seu nome ou omita o nome do colega.

References: ARTIGO 18
 ARTIGO 43
 ARTIGO 3
 ARTIGO 17
 Artigo 17
 ARTIGO 33
 ARTIGO 24
 ARTIGO 29
 ARTIGO 23