Source: http://albertofigueiredo.blogspot.com.br/2012/06/
Timestamp: 2018-04-22 05:07:11+00:00

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Meninos e meninas! A parte do povo que usa jornal (prá ler), internet ou revista já sabe de tudo isso e muito mais. Mandar: Vejam isso, vejam aquilo (divulguem)não vai alterar nada, querem fazer alguma coisa que realmente sirva? Vão para as ruas, para a frente do congresso, do STF, TSEdo STE etc, etc, e noutros coitos, exigir mudanças, se não forem atendidos sigam o exemplos que eles mesmos deram. Se não encontrarem homens e mulheres para isso, falem com Bruno Maranhão prometam a ele, uns R$200 mil e ele arruma gente para encher a praça dos três poderes as instalações do puteiro etc., etc. SACARAM? Equantoficarem na frente de computadores dizendo que lula é isso, dilma aquilo, o congressos é um puteiro, o supremo é conivente, o STE é o serviço de tramoias eleitorais, nada vai acontecer. Voces conhecem algum cabra safado (ou cabrita) que tenha vergonha na cara? Então quem não tem vergonha pouco esta se lixando se vocês stão chamando elesl de ladrões. Se não vão para as ruas gritar por socorro, poque o tempo de conseguir alguma coisa apenas no grito passou, podem se acostumarem a ser feitos de palhaços., Assembléias, Câmaras, Prefeituras , palácios de governos, e demais coitos, nada conseguirão, esta revolta digital já era esperada, faz parte do jogo, “estão vendo? No Brasil o povo pode reclamar, chamar todo mundo de ladrão, é a liberdade de expressão”, teatro para o mundo, enquanto isso, nos redutos das quadrilhas, o futuro do Brasil vai indo pró brejo, reclamações? Tolice, gente safada não tem vergonha. Deixa este povinho idiota gritar, em outubro ele vai ás urnas e nos concede mais quatro anos de liberdade para roubar, mesmo que não queiram o resultado já é conhecido.As inexpugnáveis urnas brasileiras nos garantirão um futuro tranquilo. Eis a vontade livre e democratica do povo.
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por Rosemary Figueiredo, sábado, 16 de Junho de 2012 às 21:50
Parte I - Verdades sobre Lula que a doutrina da Grande Mentira não conta
Um amigo meu preocupado que a pescaria não fosse se transformar em férias mandou por e-mail uma história bem interessante desconhecida da grande maioria dos brasileiros. De autoria do geólogo João Victor Campos, mostra um Lula muito diferente dos seus discursos e da imagem construída pela doutrina da Grande Mentira, isso que estão querendo fazer com a presidenta Dilma. Como é um pouco longa resolvi publicá-la em capítulos. Vamos aos fatos: Para entender bem a razão do VETO do Presidente Lula ao artigo 64 (com a emenda, do senador Pedro Simon) da Lei nº 12.351/2010 proibindo a devolução dos royalties para quem produz, faz-se necessário recorrer e aludir à seu passado político que tem muitas vertentes. Vamos tentar abordá-las dentre as muitas versões que constam do nosso cotidiano na Internet, de uma profusão de autores, os mais diversos. Tentamos destarte concatenar o que nos pareceu familiar, buscando uma seqüência, a mais lógica, e passível de melhor compreensão dos fatos ao leitor interessado.
Ao fim, veja a conclusão a que chegamos.
APEDEUTA? Engana-se quem atribui à Lula a condição de apedeuta (ignorante), devido a ausência de escolaridade acima do curso primário não concluído, em seu currículo. Ele possui “qualidades natas de liderança”, tanto que o fizeram líder do sindicato dos metalúrgicos do ABC . O resto foi conseqüência para quem disto se apercebeu e o utilizou inteligentemente.
Por João Victor Campos Geólogo, considerado um das maiores autoridades em petróleo do mundo
É muita incompetência petista gastar US$ 20 mil (cerca de R$ 33,5 mil), para construir uma mentira, no momento em que o país vive a sua maior tragédia provocada pelas chuvas e pela incompetência dos governos.
PARTE II - Verdades sobre Lula que a doutrina da Grande Mentira não conta
http://lucioneto.blogspot.com/2011/01/parte-ii-verdades-sobre-lula-que.html
No segundo capítulo, João Victor Campos, nos conta das ligações de Lula com os militares. Leia e veja se não é realmente uma doutrina da Grande Mentira.
A aproximação de Lula com os militares deveu-se ao empresário Paulo Villares (Indústrias Villares), ex-patrão de Lula, em reconhecimento as habilidades demonstradas por Lula, numa greve “armada” por Paulo Villares para rescindir um contrato mal feito com a COFAP em 1973, que lhe daria grande prejuízo, quando ganhou alguns milhões de dólares com a rescisão.
Depois desse fato Lula foi apresentado ao General Golbery do Couto e Silva (fundador do SNI), num churrasco na casa deste na Granja do Riacho Fundo, na presença de centenas de empresários amigos de Golbery e financiadores do Movimento Militar de 1964. Posteriormente, ainda em 1973, o governo militar escolheu Lula para realizar treinamento sob os auspícios da AFL-CIO, com direito a interpretes, na Johns Hopkins University em Baltimore, Maryland, USA.
*Nota 4: Todo mundo sabe que Lula foi inflado no contexto dessa relação sistêmica. Feito sindicalista somente porque o irmão – o Frei Chico (filiado do PCB) – se achava inseguro para ser do conselho fiscal do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, na chapa de Paulo Vidal, abençoada pelo regime militar, Lula logo caiu nas graças do Iadesil, onde já havia sido aluno, que pode ser considerada uma “ONG” montada com a ajuda da CIA para fabricar, subornar e cooptar os líderes sindicais no Brasil.*
PARTE III - STANLEY GACEK – O AMIGO “STAN” DO LULA E JOHN SWEENEY
http://lucioneto.blogspot.com/2011/01/parte-iii-stanley-gacek-o-amigo-stan-do.html
No Capítulo de ontem, João Victor Campos nos contou alguns detalhes da aproximação de Lula com os militares. Afirmou, por exemplo, que Lula foi uma invenção do general Golbery do Couto e Silva, um dos líderes da revolução de 64, e que também foi ele, Golbery, quem teve a idéia, incentivou e planejou a criação do PT. Esse fato é muito importante e bastante conhecido nos bastidores da política nacional. Como você pode notar aquela "historinha" que o PT tem "vendido" todos esses anos não passa de conversa para boi dormir. Partido da ética uma ova. Ele nasceu sob inspiração do regime militar por um dos maiores estrategistas da política brasileira - Golbery. E a prova irrefutável de que não tem ética nenhum é de que conseguiu ser, em oito anos da era Lula, o governo mais corrupto da nossa história. Hoje, João Victor Campos vai nos contar quem é STAN, o amigão do Lula e também SWEENEY. Feche a boca para não entrar mosca e o queixo não cair. Desde a sua criação em 1983, a trajetória da CUT está muito ligada a uma figura emblemática do imperialismo ianque, Stanley Gacek, dirigente da AFL-CIO, organização que tem sido desde os primeiros dias da “guerra fria” uma verdadeira cobertura para atividades criminosas da CIA em várias partes do mundo – particularmente no Terceiro Mundo. Esse senhor ocupa o cargo de diretor internacional adjunto da central sindical norte-americana para a América Latina. A primeira aparição pública de Gacek no Brasil, com a missão de aproximar os sindicalistas norte-americanos dos brasileiros, foi em 1981, quando foi levar solidariedade a Lula, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, preso por organizar uma greve e processado sob a Lei de Segurança Nacional.
Aproveito também para registrar a presença de Lula, na reunião do Diálogo de 1992, lado a lado com FHC, que o havia convidado. Não é uma graça? No palanque da vitória petista de Lula na Avenida Paulista, no dia 28 de outubro de 2002, estava lá Stanley Gacek quando teve a oportunidade de declarar: “Para o movimento sindical internacional, a eleição de Lula é importante porque agora temos “um de nós” na presidência do maior país da América Latina e uma das maiores economias do mundo. Isto é empolgante”, exulta.
John Sweeney foi presidente da AFL-CIO de 1995 até 16.09.2009 quando se aposentou (em termos), mas continua atuante como presidente honorário. John Sweeney, quando presidente em exercício, eleito em 1995, foi o arquiteto da virada na orientação internacional da AFL-CIO que levou à aproximação da central americana com a CUT e o PT. A primeira vez que viu Lula foi na recepção de 2002, quando da eleição de Lula, quando alegou: “Mas foi como se eu o conhecesse há muitos anos”. A aproximação entre os dois ocorreu em um período em que algumas empresas brasileiras, como a Gerdau e Vale, aprofundavam seu movimento de internacionalização, envolvendo-se com disputas com sindicatos na América do Norte.
A CUT mantinha relações formais com apenas alguns sindicatos americanos, como o de trabalhadores automotivos, e tinha como seu principal contato nos EUA o advogado Stanley Gacek. Em 1997, Sweeney fez uma reestruturação na área internacional da AFL-CIO, fundindo o Iadesil com outros órgãos que atuavam em outras partes do mundo e criou o Centro de Solidariedade para cuidar das relações internacionais da sindical. Iniciou relações formais com a CUT e outros sindicatos mais a esquerda na América Latina.
Parte IV - A CUT – UMA TRAJETÓRIA DE ACOMODAÇÃO E TRAIÇÃO AOS TRABALHADORES
http://lucioneto.blogspot.com/2011/01/parte-iv-cut-uma-trajetoria-de.html
Lendo e relendo essas histórias e outras que você é obrigado por força da pesquisa e para ter um melhor entendimento, você tem a perfeita convicção de que Lula e sua turma de petistas e pelegos são e querem aparentar ser sempre os "bons malandros" do tipo "malandro que é malandro vai para o Norte, enquanto os patos vão para o Sul".
Esse relato do geólogo João Victor Campos, que estamos publicando na íntegra, é apenas parte de uma história suja que a conivente imprensa não publica. E essa não publicação já vem manchada de sujeiras das gorduras das polpudas verbas que vão de anúncios publicitários aos colunistas "formadores de opinião".
Na política, infelizmente, não há nenhum grande líder que não tenha o "pé na lama". Você pode observar no texto de João Victor que, mesmo "en passant", ele cita Fernando Henrique Cardoso. É claro que nem de longe se pode comparar a trajetória de FHC com a de Lula. Embora tenha também os seus "pecados", Fernando Henrique Cardoso foi o último grande estadista depois de JK. Lula se fez "mito" em troca de mais de 10 bilhões gastos em propaganda e marketing. A sua trajetória de grande líder é um blefe como foi o seu governo.
No Capítulo de hoje, João Victor Campos narra um pouca da história da CUT. Para entender melhor basta você ler este texto e comparar com as notícias atuais sobre a negociação do novo salário mínimo. E isso, nos leva a pergunta: - Até quando iremos para o Sul e permitir que "eles" continuem indo para o Norte?
É assim que se constrói a doutrina da Grande Mentira Petista. Leia:
Em sua fundação, a CUT, inegavelmente financiada pelo imperialismo, teve que assumir posições combativas para atrair seguidores, arrastar massas e ganhar força, marcando sua atuação por greves, lutas por reajustes salariais, defesa da “reforma agrária radical sob controle dos trabalhadores”, repúdio ao FMI e disputas acirradas pelo controle de sindicatos com os pelegos tradicionais. Tudo fachada.
Durante o governo Sarney radicaliza suas posições contra a proposta do pacto social feita pelo governo, caracterizando-se este momento como o período por excelência de sua projeção nacional e internacional. Em setembro de 1988, aprova o apoio a primeira candidatura de Luiz Inácio e inicia o gradual abrandamento do discurso e incrementação da burocratização da central, dificultando a participação dos delegados para os próximos congressos.
Durante o governo Collor fica mais explicita a política de colaboração de classes da CUT, com a prioridade da “negociação”, “concertação”, e as parcerias com a patronal, através da participação nas Câmaras Setoriais (mecanismo adotado pelo governo para defender os interesses dos setores monopolizados e prejudicar os trabalhadores).
A combativa greve de 32 dias dos petroleiros, no governo FHC, é desautorizada por Lula e a central. Através de seu presidente Vicentinho, atua para isolá-la, pressionando os trabalhadores ao recuo sem conquista alguma. Aliado ao embate eleitoreiro, também ocorre a contemporização com a participação na reforma da Previdência do governo e a traição de aceitar a mudança do tempo de serviço pelo tempo de contribuição, entre outras. As medidas de flexibilização de direitos de FHC, banco de horas, terceirização e contrato temporário, tiveram acolhida nas discussões com a CUT e foram praticadas nos sindicatos a ela filiados.
*Nota 8: disso se aproveitou FHC para fazer o que fez quanto ao tratamento “dispensado” desde então à nós trabalhadores da Petrobrás, ativos e aposentados, entre outros o achatamento salarial e a terceirização, continuados harmonicamente por Lula em seus dois mandatos de governo. Pudera, FHC já contava com a anuência de Lula e da CUT, não é mesmo?
Lembro também que o ex-ministro do Trabalho e ex-dirigente da CUT-Bahia, Jacques Wagner (hoje governador reeleito da Bahia), disse em 2003, que teriam que ser retirados “penduricalhos da CLT “, tais como férias e 13º salário (o deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB/BA), chegou a apresentar PL neste sentido, amplamente divulgado na Internet. Indagado sobre o que poderia ser alterado na legislação trabalhista, afirmou: “Pode se mexer até em tudo” (Estadão, SP – 06/01/2003.)
A trama do governo FMI-PT (antes do pagamento da dívida com o FMI), após o ataque aos direitos previdenciários dos servidores públicos, é inicialmente fazer a contra-reforma sindical e depois a contra-reforma trabalhista, prevendo a resistência feroz às medidas de flexibilização e precarização dos direitos trabalhistas. Tudo para atender às determinações do FMI/Banco Mundial e servir às reacionárias classes dirigentes. CAPÍTULO V - AFINAL, QUEM MANDA NA CUT?
http://lucioneto.blogspot.com/2011/01/capitulo-v-afinal-quem-manda-na-cut.html
Estamos chegando ao V Capítulo da série A doutrina da Grande Mentira, com fatos narrados pelo geólogo João Victor Campos. No Capítulo anterior, ele nos relata que a história da CUT é mais uma contada pela doutrina da Grande Mentira. Segundo ele, a CUT tem uma trajetória de acomodação e traição aos trabalhadores. Cita ainda a famosa greve de 32 dias dos petroleiros, durante o governo FHC, e que Lula desautorizou, resultando num esforço em vão dos petroleiros. Não conquistaram nada.
Fica claro também na sua narrativa que as Câmaras Setoriais foi um mecanismo adotado pelo governo para defender os interesses dos setores monopolizados e prejudicar os trabalhadores. A prática vingou durante o governo Collor. E diz mais, a CUT não passa de um instrumento servil às reacionárias classes dirigentes.
No Capítulo de hoje, você vai saber quem manda na CUT. Quem determina essa política servil às reacionárias classes dirigentes. Segure o queixo, pois o geólogo João Victor Campos conta tudo. Leia....
Quem manda na CUT é o Lula. Isto ficou positivado quando do 8º Congresso Nacional da CUT (junho de 2003), quando indicou e garantiu a eleição do xará Luiz Inácio Marinho para presidente da entidade. Ele não havia sido indicado pelos delegados presentes ao Congresso da CUT, nem mesmo surgiu de qualquer debate na base da articulação; foi uma indicação direta do Presidente da República. Homem de sua confiança pessoal, Marinho notabilizou-se no ABC pelo bom relacionamento com as montadoras transnacionais, a defesa ardorosa da participação nas câmaras setoriais, flexibilização dos direitos trabalhistas, banco de horas, redução de salários e terceirização.
Marinho entrou para o sindicato dos metalúrgicos em 1984, ocupou diversos cargos e veio a suceder a Vicentinho na presidência, em 1993, até recentemente. Sua atuação à frente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC é marcada pelo bom e direto relacionamento com as matrizes das transnacionais do ABC. Sempre se dobrando as montadoras, Marinho fez várias viagens à Alemanha e EUA, assinando acordos nocivos aos trabalhadores, encobertos por um discurso corporativo e de colaboração de classes.
Toda essa colaboração de classes se traduz no arrocho salarial dos metalúrgicos do ABC e na terceirização aplicada em larga escala, além dos bancos de horas, negociação de férias, 13º salário, entre outras violações de direitos, e até implantação de controles (típicos da Gestapo Nazista) de comissões de avaliação de desempenho, formados por chefia e comissão de empresa para avaliar a produtividade dos trabalhadores e encaminhar demissões.
*Nota 9: esta política é também aplicada pelo RH da Petrobrás até hoje, tais como: arrocho salarial, terceirização (em setembro de 2010 o contingente era de 274.000 terceirizados), além da retirada de direitos constantes do Plano BD e a criação de outros planos que prejudicam os petroleiros. Tanto a CUT como também a FUP foram financiadas pelos americanos e é por isso que obedecem, servilmente, as diretrizes da AFL-CIO. E Marinho mostrou a que veio: uma de suas primeiras ações como presidente da CUT foi entregar ao governo um documento onde sua central, além de defender a reforma da Previdência, faz apologia sobre a suposta “ampliação de direitos” que as reformas trarão.
*Nota 10: “Esta política é também aplicada pelo Gerente Executivo de Recursos Humanos da Petrobrás até hoje, tais como arrocho salarial, exagerada terceirização (em setembro de 2010 o contingente era de cerca de 274.000 terceirizados), além da ilegal retirada de direitos constantes do Plano de Aposentadoria – Benefício Definido, instituído pela Fundação Petrobrás de Seguridade Social – Petros e a criação de outros planos que causarão prejuízos aos petroleiros.
CAPÍTULO VI: As revelações comprometedoras de Garnero sobre Lula
http://lucioneto.blogspot.com/2011/01/capitulo-vi-as-revelacoes.html
No Capítulo anterior você ficou sabendo quem realmente manda na CUT. Segundo nos revela o geólogo João Victor, a comprovação de que Lula é quem manda na CUT ficou evidente no 8º Congresso Nacional da CUT (junho de 2003), quando indicou e garantiu a eleição do xará Luiz Inácio Marinho para presidente da entidade. Ele não havia sido indicado pelos delegados presentes ao Congresso da CUT, nem mesmo surgiu de qualquer debate na base da articulação; foi uma indicação direta do Presidente da República.
Conta ainda que na CUT foram implantados controles (típicos da Gestapo Nazista) de comissões de avaliação de desempenho, formados por chefia e comissão de empresa para avaliar a produtividade dos trabalhadores e encaminhar demissões. Hoje, transcrevemos para você trechos do livro do empresário Mário Garnero - JOGO DURO. Leia, inicialmente, os comentários do geólogo João Victor Campos.
Capítulo VI: JOGO DURO – MARIO GARNERO
O empresário Mario Garnero retornou ao centro do poder em 2004 pelas mãos do PT, quase 20 anos depois de ser banido do mercado financeiro, acusado de desviar US$ 95 milhões. O ex-banqueiro foi a estrela de um seminário patrocinado pelo Banco do Nordeste, em Fortaleza, aquele ano, para a atração de investimentos para a região, a frente dos então presidentes do Senado, José Sarney, e do STF, Nelson Jobim, dos ministros Dilma Roussef e Ciro Gomes e de sete governadores. “Tutti buona gente”.
Lula e Garnero se conhecem desde que o presidente era um jovem sindicalista em ascensão, e quando ele, Garnero, comandava a Volkswagen e era genro de um dos homens mais ricos do país, Joaquim Monteiro de Carvalho. Embalado por esse relacionamento antigo e pelo sucesso de uma viagem que organizou para José Dirceu aos EUA, conquistou, novamente, o acesso ao Palácio do Planalto.
“JOGO DURO” é um livro de autoria de Mario Garnero, editado pela Best Seller em 1988, já esgotado, relatando sua relação com Lula nos anos 70. O depoimento vai da página 130 à 135, e indaga-se: “Alguém já estranhou o fato do Lula jamais ter contestado o que o Garnero disse no livro nem tê-lo processado?”
Mario Garnero procurado por Hugo Studart para conversar sobre o assunto, saiu-se desconversando: “Não quero mais falar sobre isso”. Sobre o livro, ele disse que já passou, que os tempos são outros (escreveu-o depois de ser preso), e que hoje não tem qualquer intenção de ressuscitar o assunto.
→ Transcrição do livro de Mário Garnero - JOGO DURO - páginas 130 a 135
Simonsen apenas comentou, de passagem, que Geisel tinha recomendado que Lula não falasse naquela noite na televisão, como estava programado. Ele era o convidado do programa Vox Populi, que ia ao ar na TV Cultura - o canal semi-oficial do governo de São Paulo. Seria uma situação melindrosa. “Nem ele, nem ninguém mais que fale em greve”, ordenou Geisel.
Mais tarde, ele chegou a ser preso, julgado pelo Supremo Tribunal Federal, enfrentou a ameaça de helicópteros do Exército voando rasantes sobre o estádio de Vila Euclides, mas tenho um outro testemunho pessoal que demonstra o tratamento respeitoso, eu diria quase especial, conferido pelo governo Geisel ao Lula- por governo Geisel eu entendo, particularmente, o general Golbery. Dois ex-ministros do Trabalho - Almir Pazzianotto e Murilo Macedo – podem dar fé ao que vou narrar.
- E se for eu o fiador? – perguntei. Era a única garantia que poderia oferecer
- O seguinte: se o Lula não voltar ao sindicato, eu, na qualidade de presidente da Anfavea, vou ao público e conto esta história, dizendo que eu também fui ludibriado. Entro nisso com vocês. Lula pensou um minuto: - Aceito.
“O sindicalista Lula – ao contrário do que parece - não se absteve de estudar. Há relatos – nunca desmentidos – de sua preparação em cursos de AFL CIO, as centrais sindicais norte-americanas, quintessência do peleguismo e do anti-esquerdismo em geral e na John Hopkins University, em Baltimore, Estados Unidos (em 1972 ou 73), onde teria feito um curso de liderança sindical, desenhado sob medida para parecer de esquerda, apenas parecer, mas servir ao sistema dominante." (...)
Capítulo Final: Lula e o Pré-Sal, uma grande mentira aos brasileiros
http://lucioneto.blogspot.com/2011/01/capitulo-final-lula-e-o-pre-sal-uma.html
Chegamos ao último Capítulo dessa reveladora narrativa do geólogo João Victor Campos que mostra um Lula bem diferente daquele "vendido" pela máquina da propaganda. Não se trata de uma narrativa de ficção não. É real, mesmo! Tivemos durante oito anos na presidência do país um líder "forjado" para atender a objetivos da Revolução Militar de 64. Um político comprometido com a poderosa entidade americana AFL-CIO, que financiou várias de suas ações. Neste ponto, você poderá perguntar: - E as ligações de Lula com Fidel Castro? Com Hugo Chávez? E com Mahmoud Ahmadinejad, do Irã? E eu respondo: - Após essa narrativa, essas ligações não seriam simples disfarces? Esse documento de João Victor não é apenas comprometedor. É antes de tudo revelador. Ele nos faz imaginar como reais os cenários de grandes conspirações internacionais. Nos leva a crer numa grande rede de intrigas comandada por senhores que se julgam os donos do mundo, como: o Bilderberg Clube ou Comitê dos 300, uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui as rainhas da Inglaterra, da Holanda e da Dinamarca e as famílias reais da Europa e que também atende por Iluminati, Maçons e Grupo Milner. Mas, este assunto fica para o post de amanhã, quando irei apresentar as minhas conclusões.
Hoje, no Capítulo VII e Final, o géologo João Victor Campos fala sobre o veto presidencial ao artigo 64 da Lei do Pré-Sal e apresenta as suas conclusões.
Capítulo VII: PETROBRÁS, O BRASIL E O VETO
O veto do Presidente Lula ao artigo 64 da Lei nº 12.351/2010 (que continha a emenda do Senador Pedro Simon) é um acinte, não só à Petrobrás mas ao Brasil. O artigo proibia a devolução dos royalties (pagos em dinheiro) para quem produz, em petróleo, o que é mais acintoso ainda. A denuncia partiu da AEPET, detectada pelo seu presidente, Fernando Siqueira, que prontamente ao constatar a gravidade da “armação”, deslocou-se para Brasília aonde conseguiu ser ouvido pelo Senador Pedro Simon, que se sensibilizou com a exposição do Fernando e prontamente apresentou a emenda.
*Nota 11: O royalty é um imposto a ser pago em dinheiro (reais) pelo Consórcio vencedor (em qualquer rodada de licitação da ANP), sobre a produção de petróleo, ao Estado afetado, para fins de compensação para eventuais danos causados pelas facilidades construídas para este fim (porto e operações de barcos de apoio, heliportos, oleodutos, gasodutos, acidentes como explosão, derramamento de óleo, etc.). Foi originalmente concebido para ressarcir (aos donos) os danos causados pela exploração em terra, em propriedades rurais, pois ainda não existia a exploração marinha.
Parafraseando Fernando Siqueira, presidente da AEPET:
“O relator, deputado Henrique Alves (PMDB/RN) escancaradamente, inseriu o § 20 ao artigo 42 da proposta do Governo, que dizia: os royalties pagos serão ressarcidos em petróleo ao consórcio produtor. Fica a pergunta: afinal quem paga então o imposto?
Na ocasião, o Senador Romero Jucá, líder do governo no Senado, retirou a emenda. No entanto, posteriormente, recolocou, sub-repticiamente, disseminando-a nos artigos 20, 100,150 e 29. Por isto, Pedro Simon inserira o parágrafo terceiro do artigo 64 que proibia esse absurdo.
Mas a força do lobby do governo americano junto com o cartel internacional do petróleo – encastelado no IBP – agiu sobre o Congresso e, agora, sobre o executivo.
O Wikileaks ratificou essas nossas denúncias.
Assim, o presidente Lula vetou o artigo 64, deixando no projeto final uma doação da União para o consórcio produtor, NA FORMA DE DEVOLUÇÃO DOS ROYALTIES. Esse montante superará os US$ 30 bilhões em 2020.”
*NOTA 12: E eu acrescento para maior esclarecimento: o relator aumentou os royalties de 10% para15%. Em 2020 as estimativas são de que estaremos produzindo 5,7 milhões de b/d, o que dá cerca de 2 bilhões de barris por ano. A US$ 100.00/b (no mínimo, até lá) teremos um montante de 200 bilhões. Portanto: 15% = 30 bi.
Daria para pagar o “choro” dos governadores, pela perda de receita dos estados do Rio e Espírito Santo, e ainda sobraria alguns bilhões para o governo usar em benefício do povo brasileiro. Será que o Lula não atentou para isto? Não foi isto que propôs Pedro Simon?
No que concerne a Petrobrás, Lula também privatizou: um balanço geral revela que 41,7 mil km2, ou seja 28% da área total da província do pré-sal, já foram concedidos. Isto, indubitavelmente, significa privatização. Enquanto que o governo tucano deu concessões nas diversas bacias petrolíferas brasileiras que abrangeram 176,4 mil km2, o governo Lula deu 349,7 mil km2 em concessões. A favor de Lula, só tem o fato que desse total somente 23% ( 80 mil km2) foram no mar, onde a possibilidade de encontrar petróleo em grandes volumes é maior, enquanto que no governo FHC foram 87% (cerca de 153 mil km2).
Embora a Partilha (novo marco regulatório) represente um avanço em relação ao sistema anterior das concessões, é preciso dizer que não há, nem houve motivo para o CNPE se decidir por ela. Porque parceria se somos detentores da tecnologia, temos capital e praticamente o pré-sal tem risco mínimo ou nenhum?
Dá para desconfiar que os 22 meses que o CNPE levou estudando as modificações do marco regulatório, foi para “engendrar um esquema discreto” na tentativa de beneficiar os parceiros estrangeiros sem causar muita celeuma. Esta diretriz só pode ter sido emanada pelo Lula, com base em tudo que foi dito acima, vassalo que é da AFL-CIO.
Também se pergunta por que as modificações do marco regulatório, só foram dadas à conhecer logo após a viagem de Lula aos EUA, para a entrevista com Obama, levando a tiracolo a então candidata Dilma e o Ministro Lobão, agora respectivamente Presidente e Ministro de Minas e Energia, reconduzido ao cargo. Não teriam eles levado as modificações para serem primeiramente “aprovadas”, para ver se os americanos concordavam? Não dá para desconfiar?
*NOTA 13: A presença de Dilma na comitiva não seria também para apresentá-la formalmente como a próxima presidente do Brasil, para aprovação pelo CFR, presente a reunião e um dos “Senhores do Mundo”? O CFR (Council on Foreign Relations – Conselho das Relações Exteriores), representam os “Illuminati” na versão americana.
1. O PT manda na CUT e na FUP.
2. Quem manda no PT é o Lula.
3. Quem manda no Lula é a AFL-CIO. Já foi anteriormente FMI/AFL-CIO/LULA. Com o pagamento da dívida para com o FMI, restou a AFL-CIO.
4. A FUP manda no RH da Petrobrás como também comanda toda a parte gerencial da empresa, prejudicando os trabalhadores, tanto ativos como aposentados, significando que esta segue a risca todos os preceitos “emanados” da AFL-CIO, conforme exposto. Para tanto, os gerentes recebem alta remuneração, destoante do que recebem outros servidores de igual formação e mesmo tempo de serviço. Em resumo, foram comprados pela AFL-CIO, via RH da Petrobrás, e se prestam à este ignominioso despautério.
5. A CUT faz o mesmo papel pois foi financiada pela AFL-CIO como também o PT.
6. Lula foi membro ativo da AFL-CIO durante muitos anos (não sabemos se ainda continua, mas, pelo visto, sim).
7. Lula incorre em crime de lesa-pátria, agora duplamente qualificado:
a) Por ter assinado a homologação das Terras Indígenas Raposa Serra do Sol, imposta por nações estrangeiras com o beneplácito da ONU, abrindo as portas para a tentativa de “balcanização” da Amazônia. Isto põe em risco a segurança da Nação Brasileira.
b) Por ter vetado a emenda Pedro Simon conforme acima exposto e, ter, destarte, beneficiado consórcios certamente estrangeiros, em detrimento do povo brasileiro, após este ter lhe outorgado 87% de aprovação ao seu governo. Traiu a confiança do povo.
*NOTA 14: Quando argüido por militares porque assinara a homologação (conforme exposição no Seminário “Amazônia, Cobiçada e Ameaçada”, realizado no Clube da Aeronáutica, em março de 2008), saiu-se com esta: “Não pude resistir as pressões”. Faltou explicar por parte de quem.
Depois de tomar conhecimento de tudo isto, alguém ainda acredita que a Presidente Dilma, ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobrás (do qual emanam as diretrizes para o RH da empresa), não vai dar continuidade ao governo Lula, nas suas diretrizes essenciais em consonância com os ditames dos interesses alienígenas? É esperar para ver.
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Postado por Alberto Figueiredo às 15:35 Um comentário: Links para esta postagem
Mesmo nos países desenvolvidos, o lixo é desperdiçado por pessoas desleixadas”.
A invenção, que Ito bolou em 2010 e vem aperfeiçoando, já foi vendida a compradores de 80 diferentes países, em geral pelo site de sua empresa Blest Corporation. O cientista japonês tem levado sua maquininha também a comunidades pobres da África e da Ásia, onde promove educação ambiental para crianças e doa aparelhos.
Como é que a coisa funciona? Simples: os itens de plástico são depositados na parte superior da máquina – não há necessidade de triturá-los – e depois aquecidos. Retêm-se os vapores gerados, que posteriormente vão sendo distribuídos por um complexo arranjo de tubos e recipientes de água. Em seguida, resfria-se os gases, convertendo-os em petróleo.
Postado por Alberto Figueiredo às 02:37 Nenhum comentário: Links para esta postagem

References: artigo 64
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 artigo 42
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