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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - PDF
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
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Agustina Santos Palha
1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Minuta do Plano Diretor de Tecnologia de Informação
2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO Finalidade Motivação Abrangência Período de Validade e Revisões Responsáveis pela Elaboração Cronograma DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA PRINCÍPIOS E DIRETRIZES Princípios Norteadores Diretrizes para a Área de TI METODOLOGIA APLICADA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA UNIDADE DE TI REFERENCIAL ESTRATÉGICO DE TI Missão Visão Análise de SWOT da TI Organizacional ALINHAMENTO COM A ESTRATÉGIA DO ÓRGÃO INVENTÁRIO DE NECESSIDADES Necessidades de sistematizar a informação Necessidade de Serviços de TI Necessidade de infraestrutura de TI PLANO DE METAS E DE AÇÕES PLANO DE GESTÃO DE PESSOAS PLANO DE INVESTIMENTOS EM SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS PLANO DE GESTÃO DE RISCOS FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO CONSIDERAÇÕES FINAIS ANEXOS Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 2/46
3 1 INTRODUÇÃO 1.1 Finalidade O objetivo deste documento é apresentar o Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense (IFC). O PDTI é uma importante ferramenta de apoio à tomada de decisão para o gestor, habilitando-o a agir de forma pró-ativa, contra as ameaças e a favor das oportunidades, no contexto atual de constantes mudanças. O PDTI representa um instrumento de gestão para a execução das ações da TI da organização, possibilitando justificar os recursos aplicados em TI, minimizar os desperdícios, garantir o controle, aplicar recursos naquilo que é considerado mais relevante e, por fim, melhorar o gasto público e o serviço prestado a comunidade. A Tecnologia da Informação vem assumindo um imprescindível papel no contexto da instituição. A TI apoia o IFC a atender as exigências por agilidade, flexibilidade, efetividade e inovação. O foco principal da TI no âmbito do IFC é a efetiva utilização da informação como suporte as atividades administrativas e pedagógicas. Todos os procedimentos e soluções apontadas neste documento foram definidos considerando necessidades levantadas junto às Unidades Organizacionais do IF Catarinense e em acordo com o previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). O marco inicial do PDTI no IFC se deu em uma reunião do Colegiado de Dirigentes (Codir) que ocorreu no mês de novembro de 2011 onde, aprovou-se a criação do Comitê Gestor de Tecnologia da Informação (CGTI) e a criação do Fórum de Tecnologia de Informação (FTI). Através de Portarias expedidas pelo Reitor, ficou decidido que o CGTI é responsável por alinhar os investimentos de Tecnologia da Informação com os objetivos estratégicos institucionais e definir a prioridade dos projetos de Tecnologia da Informação. É previsto no Artigo dois do Regimento próprio que o CGTI tem por finalidade a tomada de decisões relacionadas à Tecnologia da Informação no âmbito do IFC. O FTI também possui o seu Regimento próprio e, no Artigo 1º é definido como um órgão de assessoramento e consulta do Instituto Federal Catarinense, criado no ato do Reitor do IFC pela Portaria nº 1791/2011, que tem por finalidade a assessoria ao CGTI em questões técnicas relacionadas à Tecnologia da Informação. 1.2 Motivação A motivação para a elaboração deste PDTI, esta fundamentada nos seguintes princípios e conceitos: Identificar as necessidades de TI do órgão, alinhadas aos seus objetivos estratégicos: A administração deve estar atenta à necessidade de se fazer cumprir aos princípios constitucionais da Legalidade, Eficiência, Economicidade, Efetividade e do Planejamento bem como à necessidade de Alinhamento Estratégico entre os Planos Institucionais, que dispõe a Constituição Federal, em seu Artigo 37 e também no seu Artigo 70, principio que é ressaltado pela Lei n o 8.666/94 em seu Artigo 15, Inciso IV, e as disposições contidas no art. 6º, I, do Decreto-Lei nº 200/67. Este decreto refere-se à necessidade de um processo de planejamento que organize as estratégias, as ações, os prazos, os recursos financeiros, humanos e materiais, a fim de eliminar a possibilidade de desperdício de recursos públicos e de prejuízo ao cumprimento dos objetivos institucionais da unidade. É uma preocupação da Alta Gestão do IFC atender aos princípios Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 3/46
4 apresentados com o objetivo de atender à demanda pela alta qualidade de seus serviços e racionalizar os fluxos de seus trabalhos. Focar esforços em ações nas quais os benefícios são maiores ou onde há maior necessidade (eficácia e efetividade): O IFC foi criado a partir da junção de três Escolas Agrotécnicas Federais e duas vinculadas a Universidade Federal de Santa Catarina, neste cenário algumas Unidades tinham a cultura de priorizar os investimentos para a área de TI, outras nem tanto, isto resultou em estruturas totalmente diferentes. Portanto é prioridade focar nas ações que possam contribuir com aquelas Unidades que tem maior necessidade e buscar uma uniformidade no que tange a destinação de Recursos para a Tecnologia da Informação. Aproveitar melhor os recursos disponíveis (eficiência e economicidade): Até o ano de 2012 o planejamento das aquisições de TI era efetuado por cada Unidade Organizacional. Com a criação dos Institutos Federais esses procedimentos não se justificam. A falta de um planejamento integrado causa desperdícios de dinheiro público e não conformidade com os princípios constitucionais. O IFC com esse planejamento busca uniformizar as contratações adotando um fluxo de processo e estipulando uma rotina integrada de compras. Aumentar a inteligência organizacional por meio de aprendizado e da revisão e análise contínua do planejamento: A atual Gestão do IFC tem proporcionado para a Diretoria de TI todas as condições para a construção desse planejamento. Este apoio é fundamental para tornar a TI sistêmica e realmente estratégica para a Instituição. Sendo este um aspecto fundamental para uma continuidade deste processo construtivo. Conformidade com a Instrução Normativa nº 04/2010 SLTI/MP: Nas organizações públicas, a adoção de modelos de governança e planejamento para as suas áreas de Tecnologia da Informação, vem sendo exigida pelos Órgãos de Controle Federais. A Secretaria de Logística do Ministério do Planejamento SLTI/MP, vem definindo diretrizes para as áreas de TI dos órgãos de governo, estabelecidos na Estratégia Geral de Tecnologia da Informação EGTI, com o objetivo de promover a mudança no modelo de gestão da área de TI dos órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática SISP, adequando-os às melhores práticas de governança de mercado. Neste sentido, o IFC visa atender às recomendações expedidas pela CGU através do Relatório de Auditoria Anual de Contas n o /2010, o qual em síntese constatou que a instituição ainda não implementou na Gestão estrutura adequada na TI. Além destas motivações o PDTI deve estar alinhado com a Missão, Visão, Valores, objetivos gerais de gestão, (estratégias) e políticas que foram definidos no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFC em maio de Sendo que, a Missão do IFC é: Contribuir para o desenvolvimento socioambiental, econômico e cultural, ofertando uma educação de excelência, pública e gratuita, com ações de ensino, pesquisa e extensão. A Visão do IFC é: Ser referência em educação, ciência e tecnologia na formação de profissionais cidadãos comprometidos com o desenvolvimento da sociedade. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 4/46
5 Níveis de Planejamento O planejamento de Tecnologia da Informação compreende os três níveis a seguir: Planejamento Estratégico Institucional Planejamento Diretor de Tecnologia da Informação (IN/SLTI 04/2008, Art. 2º, X E Art. 4º, ÚNICO, III) Planejamento da Contratação (IN/SLTI 04/2008, Art. 8º) 1.3 Abrangência Na reunião do Colegiado de Dirigentes (Codir) que ocorreu no dia 08/11/2011, definiu-se que o referido PDTI abrangerá todas as Unidades Organizacionais do IFC, ou seja, a Reitoria, todos os Câmpus e suas Extensões (Unidades Urbana) e os Campus Avançados. 1.4 Período de Validade e Revisões Este PDTI será válido para os anos de 2012 e 2013, e terá sua revisão realizada a partir de novembro de 2012 e no mês de março e abril de A responsabilidade destas revisões cabe ao Fórum de TI e a sua aprovação ao Comitê Gestor de Tecnologia da Informação. 1.5 Responsáveis pela Elaboração O quadro 1, lista a relação de participantes da equipe de elaboração do PDTI e o papel desempenhado. A equipe de elaboração do PDTI foi nomeada pela Portaria nº 1793, de 08 de novembro de Nome Marcio Crescencio Clóvis Cristiano Brignoli Diego Pereira Jeferson Mendonça de Limas Jonas Antunes da Silva Nildo Carlos da Silva Takanori Ogawa Lincoln H. Teixeira Papel Coordenador Membro Membro Membro Membro Membro Membro Membro Quadro 1: Equipe de elaboração do PDTI Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 5/46
6 Os responsáveis pela aprovação do PDTI são os gestores que compõem o Comitê Gestor de Tecnologia da Informação CGTI, instituído através da Portaria nº 1792, de 08 de novembro de O quadro 2, lista os integrantes do CGTI neste período. Nome Francisco Sobral Jolcemar Ferro Robert Lenoch Papel Reitor DG Campus Concórdia DG Campus Araquari DG Campus Camboriú Oscar Hartmann Carlos Krause Willian B. dos Santos DG Campus Rio do Sul DG Campus Sombrio DG Campus Videira e Campus Avançado Fraiburgo Coordenador do Campus Avançado Ibirama Amir Tauille Coordenador do Campus Avançado São Francisco Coordenador do Campus Avançado Blumenau Eduardo Butzen Fernando Bitencourt Mauricio Lehmann José C. Brancher João Célio de Araújo Josete Pereira Neri Golynski DG Campus Luzerna Pró-Reitor de Administração e Planejamento Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional Pró-Reitor de Extensão Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Pró-Reitora de Ensino Pró-Reitor de Desenvolvimento Social e Humanas Quadro 2: Membros do CGTI 1.6 Cronograma O cronograma para a elaboração do PDTI seguiu as etapas previstas no quadro 3. Etapas Produtos Gerados Início Término Levantamento da Situação atual Inventário da arquitetura atual, hardware e software Estrutura da área de TI 02/ /2012 Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 6/46
7 Etapas Produtos Gerados Início Término Levantamento das necessidades de informação Estudo da Situação desejada Ata de Reunião do FTI Reunião com os Diretores Gerais e Coordenadores de TI in loco Lista de necessidades de informação identificadas Lista de necessidades priorizadas Lista de ações necessárias Plano de investimentos Plano de Gestão de Pessoas 03/ / / /2012 Elaboração do documento Versão Final do PDTI 06/ /2012 Quadro 3: cronograma do PDTI 2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Os documentos utilizados como referência para a elaboração do PDTI são os seguintes: Plano de Desenvolvimento Institucional vigente do IFC. Instrução Normativa/SLTI n. 04/2010 Dispõe sobre o processo de contratação de serviços de tecnologia da informação pela administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Instrução Normativa/SLTI n. 02/2008 Dispõe sobre regras e diretrizes para a contratação de serviços, continuados ou não. Estratégia Geral de Tecnologia da Informação EGTI/SLTI É o instrumento base para que os órgãos do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP) elaborem os seus Planos Diretores de Tecnologia da Informação, visando o aprimoramento institucional e a maturidade da governança de Tecnologia da Informação (TI) nos órgãos que compõem o sistema. Relatório Final de Auditoria nº /2010 da Controladoria-Geral da União. 3 PRINCÍPIOS E DIRETRIZES 3.1 Princípios Norteadores O contexto estratégico da área de Tecnologia da Informação é delimitado pela legislação, diretrizes governamentais, recomendações e decisões dos Órgãos de Controle, melhores práticas para a área de TI e situação atual da respectiva área no âmbito do IFC. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 7/46
8 Diante deste cenário, no quadro 4 são apresentados os princípios que nortearam a elaboração deste PDTI. ID Princípios Origem P1 Estruturar a Governança de TI favorecendo o alinhamento das ações de TI com os princípios, finalidades, características e objetivos do Instituto Federal Catarinense. Estratégia Geral de TI EGTI P2 Aumentar a eficiência dos processos de TI em todas as Unidades Organizacionais do Instituto Federal Catarinense. Estratégia Geral de TI EGTI ; COBIT Control Objetives for Information and related Technology; ITIL Information Technology Infrastructure Library; P3 Buscar a padronização do ambiente de Tecnologia da Informação visando à integração de Soluções de TI implantadas nas Unidades Organizacionais do Instituto Federal Catarinense. Estratégia Geral de TI EGTI ; Decreto nº 7.579/2011; Acórdão TCU 1603/2008- Plenário; P4 Terceirizar atividades de execução, possibilitando a atuação dos servidores efetivos da área de TI em atividades de gestão e governança da TI organizacional. Decreto-lei nº 200/1967, art. 10, 7º e 8º Decreto nº 2.271/1997 P5 Contratar somente serviços que visem o atendimento às necessidades de negócio da Instituição ou a ações de estruturação da área de TI. Acórdão TCU 1.603/2008- Plenário; Instrução Normativa SLTI/MPOG nº 04/2010; Relatório de auditoria nº /2010 CGU. P6 O pagamento de serviços contratados deve, sempre que possível, ser definido em função de resultados objetivamente mensurados. Acórdão TCU 1.603/2008- Plenário; Instrução Normativa SLTI/MPOG nº 04/2010; Relatório de auditoria nº /2010 CGU. P7 Utilizar preferencialmente, padrões de desempenho e qualidade que possam ser objetivamente definidos por meio de especificações de bens e serviços de TI usuais na área, cabendo nesse caso a licitação por pregão. Acórdão TCU 2.471/2008- Plenário; Nota Técnica Sefti/TCU nº 2. Continua... Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 8/46
9 Continuação... P8 Todos os serviços e processos de TI críticos para a organização devem ser monitorados (planejados, organizados, documentados, implementados, medidos, acompanhados, avaliados e melhorados). COBIT - Control Objectives for Information and related Technology; ITIL - Information Technology Infrastructure Library; Acórdão TCU 1603/2008- Plenário; Relatório de auditoria nº /2010 CGU. P9 Promover a otimização de recursos e investimentos em Tecnologia da Informação, tanto com a priorização da adoção de soluções baseadas em software livre quanto na utilização de soluções de mercado que venham promover ganhos efetivos para a organização. Estratégia Geral de TI EGTI ; P10 Buscar a integração das Soluções de TI do IFC às existentes no âmbito da Administração Pública Federal. Estratégia Geral de TI EGTI ; P11 As contratações de bens e serviços de Tecnologia da Informação deverão ser precedidas de planejamento, seguindo o previsto no Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI Decreto nº 2.271/1997; Instrução Normativa SLTI/MPOG nº 04/2010; Acórdão TCU 1.603/2008- Plenário; Relatório de auditoria nº /2010 CGU. P12 O planejamento, implantação, desenvolvimento ou atualização de portais e sítios eletrônicos, sistemas, equipamentos e programas em Tecnologia da Informação no âmbito do IFC reger-se-á pelas políticas, diretrizes e especificações do Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico (e-mag), visando assegurar de forma progressiva a acessibilidade de serviços e sistemas de Governo Eletrônico. Portaria MP/SLTI nº 3/2007; Estratégia Geral de TI EGTI ; Quadro 4: princípios norteadores do PDTI. 3.2 Diretrizes para a Área de TI A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), órgão central do Sistema de Administração de Recursos de Informação e Informática (SISP), vinculado ao Ministério do Planejamento, publicou através de sua Resolução Nº 1 de 18 de Fevereiro de 2010, a Estratégia Geral de Tecnologia da Informação (EGTI) versão 2010, que apresenta as ações de TI definidas para a Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Federal. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 9/46
10 Este PDTI objetiva promover o alinhamento das ações de TI do Instituto Federal Catarinense às políticas de tecnologia da informação publicadas na EGTI Além de estratégias básicas definidas pela SLTI, a área de TI do IFC define alguns princípios estratégicos estruturantes para esta área, alguns são comuns a qualquer área de TI da Administração Pública e por isso, recomendadas pelas melhores práticas de TI, outros são decorrentes da condição atual da área de TI do IFC. Dentro deste cenário, são apresentadas no quadro 5, as diretrizes que guiaram a elaboração deste PDTI. Diretriz 1 Promover a implantação de um novo modelo de governança de TI, baseado nas melhores práticas de Mercado. Diretriz 2 Investir no aumento da produtividade e otimização dos Recursos de TI. Diretriz 3 Garantir atendimento de qualidade aos usuários. Diretriz 4 Buscar a melhoria contínua da infraestrutura de TI. Diretriz 5 Garantir a segurança da informação. Diretriz 6 Pautar o processo de aquisição de software e o desenvolvimento de sistemas nos princípios e no uso de software público. Diretriz 7 Aprimorar quali-quantitativamente os Recursos Humanos da área de TI do IFC. Diretriz 8 Aperfeiçoar o processo de planejamento de TI e o funcionamento do Comitê de Tecnologia da Informação e do Fórum de Tecnologia da Informação. Diretriz 9 Implementar ações para a Gestão do Conhecimento Institucional. Diretriz 10 Manter a disponibilidade e integridade da informação. Diretriz 11 Aprimorar a integração entre os sistemas de informação do Órgão aos processos e outros sistemas do Governo Federal. Diretriz 12 Fortalecer a participação de TI na área de planejamento. Diretriz 13 Melhorar continuamente e manter o relacionamento da TI com as áreas de negócios da Organização. Diretriz 14 Buscar a melhoria contínua do processo de contratação e execução dos serviços de TI. Diretriz 15 Promover a mudança da estrutura organizacional da área de TI da Instituição. Quadro 5: diretrizes para a área de TI. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 10/46
11 4 METODOLOGIA APLICADA A metodologia utilizada para a elaboração deste PDTI é baseada nos estudos efetuados pela Equipe de Elaboração nos materiais disponibilizados pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MPOG) através do Guia de Elaboração de PDTI do SISP e do Modelo de Referência para o Plano Diretor de Tecnologia da Informação do programa Desenvolvimento de Gestores de Tecnologia da Informação da Escola Nacional de Administração Pública ENAP. O modelo adotado prevê 4 etapas: 1. Levantamento da situação atual; 2. Levantamento das necessidades de informação; 3. Estudo da situação desejada; e 4. Elaboração do documento. Com base na fundamentação teórica dos documentos citados, a Equipe de Elaboração adotou alguns instrumentos de consulta e coleta de dados nas suas Unidades Organizacionais. A primeira etapa foi realizada durante os meses de fevereiro e março do ano de 2012, e contou com a participação dos Coordenadores de TI das Unidades Organizacionais do IFC. A segunda etapa ocorreu entre os meses de março e abril do ano de 2012 e contou com a participação dos Gestores das Unidades Organizacionais. Uma planilha eletrônica de Inventário de Hardware foi produzida na primeira etapa e uma planilha de levantamento de necessidades foi produzida na segunda etapa. Ambas foram elaboradas e compartilhadas utilizando a Tecnologia GoogleDocs e os Coordenadores de TI submeteram o preenchimento com base nos critérios definidos na primeira reunião do Fórum de TI que ocorreu nos dias 07 e 08 de fevereiro de 2012 no Campus Araquari. Na segunda etapa, foram realizadas reuniões com os Diretores Gerais, Pró-Reitores e Coordenadores Gerais de Campus para identificar as necessidades de informação, avaliar a situação atual e levantar os novos projetos. Questões como recursos humanos, capacitação, infraestrutura, serviços e padrões foram citadas e compõem o plano. A compilação das reuniões e levantamentos gerou a lista de necessidades de Soluções, bem como a especificação dos novos sistemas e projetos. Desta forma, foi possível obter o incondicional apoio dos gestores e alinhar o processo. As interações com os Coordenadores de TI, através de mensagens eletrônicas e videoconferência foram decisivas na estruturação deste PDTI. 5 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA UNIDADE DE TI Os Órgãos executivos do Instituto Federal Catarinense, definidos no Estatuto e distribuídos pelos níveis de sua estrutura, são os seguintes: I - REITORIA a. Gabinete; b. Pró-Reitorias: i. Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional ii. Pró-Reitoria de Ensino iii. Pró-Reitoria de Extensão iv. Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação v. Pró-Reitoria de Administração c. Diretorias Sistêmicas; d. Auditoria Interna; e. Procuradoria Federal. II - CAMPI. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 11/46
12 De acordo com o Regimento Geral do IFC, a Tecnologia da Informação é uma Diretoria Sistêmica, dirigida por um Diretor nomeado pelo Reitor e subordinada a Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional. O Artigo 47 do Regimento Geral do Instituto Federal Catarinense define que, compete a esta Diretoria de TI: I. Controlar e orientar a aplicação e uso de softwares na Instituição; II. Definir, conjuntamente com os Departamentos Acadêmicos, os planos de utilização dos laboratórios de informática; III. Elaborar, desenvolver e orientar a operação dos sistemas de informação do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Catarinense; IV. Elaborar projetos e relatórios necessários ao bom funcionamento das tecnologias da informação no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Catarinense; V. Propor e acompanhar a implantação de projetos de melhoria de infraestrutura e sistemas relativos à área de informatização da Instituição; VI. Representar o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Catarinense nos foros específicos da área, quando se fizer necessário; VII. Supervisionar a execução da política de informatização da Reitoria e dos Campi; VIII. Realizar outras atividades afins e correlatas. Estrutura Organizacional do IFC atual O quadro 6 e 7 apresentam a quem a TI é subordinada nos Câmpus do IFC. SUBORDINADA À DIREÇÃO GERAL Campus Araquari Campus Concórdia Campus Avançado Blumenau Campus Luzerna Campus Avançado São Francisco Quadro 6: subordinação da área de TI no Campus. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 12/46
13 SUBORDINADA À DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO (DAP) Campus Camboriú Campus Rio do Sul Campus Videira Campus Sombrio Campus Avançado Ibirama Quadro 7: subordinação da área de TI no Campus. 6 REFERENCIAL ESTRATÉGICO DE TI 6.1 Missão Avaliar, propor e implementar soluções na área de Tecnologia da Informação com foco nos objetivos estratégicos do IF Catarinense. 6.2 Visão Ter a função da DTI disseminada e compreendida por toda a comunidade do IF Catarinense com alto índice de satisfação interna. 6.3 Análise de SWOT da TI Organizacional Análise dos ambientes interno e externo da TI organizacional utilizando o método SWOT e enfocando o uso e a gestão de TI pela organização como um todo. O termo SWOT vem do inglês e representa as iniciais das palavras Strenghts (forças), Weaknesses (fraquesas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). No contexto do planejamento de TI, a ideia central da análise SWOT é avaliar os pontos fortes, os pontos fracos, as oportunidades e as ameaças da TI organizacional. Ressalta-se que a análise SWOT apresentada no quadro a seguir não é referente a organização. A análise a seguir é dividida em duas partes: o ambiente interno a TI (forças e fraquezas) e o ambiente externo a TI (oportunidades e ameaças). AMBIENTE INTERNO Forças 1. Criação e atuação do Comitê de TI. 2. Criação e atuação do Fórum de TI. 3. Pessoal de TI dos Câmpus e Reitoria comprometidos. 4. Experiência de alguns profissionais de TI. 5. Apoio a infraestrutura disponibilizada pela Fraquezas 1. Carência de Capacitação em Governança de TI, Gestão de Serviços e Gestão de Contratos para os Coordenadores de TI das UG; 2. Ausência de um Organograma Padrão que demonstre como está estruturada a unidade de TI, evidenciando a hierarquia e as relações de subordinação e comunicação existentes; Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 13/46
14 RNP; 3. A área de TI é composta na maioria de servidores de nível médio, limitando o desenvolvimento de tarefas mais especializadas; 4. Falta de uma Coordenação de Sistemas, infraestrutura e Suporte na TI da Reitoria ou Núcleo de Desenvolvimento de Sistemas Centralizado, área especifica; 5. Falta de uma Coordenação de Infraestrutura na TI da Reitoria, área especifica, para auxiliar os Câmpus; 6. Quantitativo de pessoal de TI baixo nos câmpus e Reitoria; 7. Ausência de pessoal chave de TI (pessoal para reposição/backup) e minimizar o excesso de confiança em um único indivíduo executando uma função crítica; 8. Os coordenadores de TI não participam das decisões de compras das necessidades de TI para a área Pedagógica e Administrativa nos Câmpus, apenas são informados; 9. Ausência de um plano de carreira específico para profissionais de TI; 10. Falta de um direcionamento adequado para os investimentos de TI; 11. Ausência de uma política de capacitação e aperfeiçoamento interno, onde temos somente os cursos oferecidos pela ESR, os quais as vagas são poucas e diversas vezes não estão alinhadas com os sistemas presentes em nossas instalações; 12. Falta de padronização nos Sistemas no IFC, sistemas incompletos e sem documentação, que resultam em muito trabalho para a TI; 13. Falta de padronização na Infraestrutura de Redes no IFC, parque Tecnológico desatualizado e sem nenhum padrão entre os câmpus; 14. Falta de padronização do Portal institucional. Cada campus adota uma tecnologia; 15. Carência de Link de internet apropriada para suprir a demanda dos Câmpus e Reitoria. 16. Não existem Políticas de Segurança da Informação institucionalizadas; 17. Ausência de acordos de Nível de serviços para todos os serviços críticos de TI. AMBIENTE EXTERNO Oportunidades 1. Novas Demandas da área do Negócio; 2. Aumento de serviços educacionais usando a estrutura de TI como meio; 3. Concursos Públicos para recomposição da força de trabalho do IFC; 4. Adquirir e Manter sistemas e aplicações; 5. Necessidade de otimizar os custos, Ameaças 1. Ausência de um Organograma Institucional que demonstre a estrutura organizacional do órgão, apresentando onde se insere a unidade de TI na organização; 2. Expansão do IFC sem planejamento prévio das necessidades relacionadas a TI; 3. A Diretoria de TI não participa do planejamento Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 14/46
15 seguindo sempre que possível um enfoque padronizado; 6. Programa de Capacitação da Escola Superior de Redes; 7. Apoio e consultorias do SISP/MPOG; Quadro 8: análise SWOT para a área de TI. Institucional; 4. Contratação de Servidores somente através de Concurso Público; 5. Não existe dotação orçamentária especifica para investimentos em TI; 6. Espírito e atitude dos servidores contrários a ações multicampi e a padronização; 7. Os objetivos da TI não são bem claros para os gestores da Instituição; 8. A contratação e serviços de terceiros não atende às necessidades de TI; 9. Falta de uma análise de Riscos quanto à segurança da informação; 10. Ausência da classificação da Informação na Instituição; 7 ALINHAMENTO COM A ESTRATÉGIA DO ÓRGÃO Com a criação dos Institutos Federais, a Rede de Educação Profissional e Tecnológica aumenta significativamente sua inserção na área de pesquisa e extensão, estimulando o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas e estendendo seus benefícios à comunidade. De acordo com o Artigo 5º. da Lei no de 29 de dezembro de 2009, os objetivos do Instituto Federal Catarinense são os que seguem: I - ministrar educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente na forma de cursos integrados, para os concluintes do ensino fundamental e para o público da educação de jovens e adultos; II - ministrar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, objetivando a capacitação, o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização de profissionais, em todos os níveis de escolaridade, nas áreas da educação profissional e tecnológica; III - realizar pesquisas aplicadas, estimulando o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas, estendendo seus benefícios à comunidade; IV - desenvolver atividades de extensão de acordo com os princípios e finalidades da educação profissional e tecnológica, em articulação com o mundo do trabalho e os segmentos sociais e com ênfase na produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos; V - estimular e apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda, e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento socioeconômico local e regional; VI - ministrar em nível de educação superior: a) cursos superiores de tecnologia visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia; b) cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas à formação de professores para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional; c) cursos de bacharelado e engenharia, visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia e áreas do conhecimento; d) cursos de pós-graduação lato sensu de aperfeiçoamento e especialização, visando à formação de especialistas nas diferentes áreas do conhecimento; Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 15/46
16 e) cursos de pós-graduação stricto sensu de mestrado e doutorado, que contribuam para promover o estabelecimento de bases sólidas em educação, ciência e tecnologia, com vista ao processo de geração e inovação tecnológica. O Planejamento da Gestão declarado no PDI da Instituição apresenta os seguintes objetivos gerais da Gestão: A) Implantar e Consolidar o Instituto Federal Catarinense: 1. Criar a pessoa jurídica. 2. Edificar, equipar e prover quadro de pessoal na sede da reitoria. 3. Constituir políticas e ações de difusão e fortalecimento do Instituto Federal 4. Fortalecer a marca Instituto Federal Catarinense. B) Desenvolver Gestão Multicampi: 1. Preservar a autonomia pedagógica e administrativa em cada campus, respeitando as especificidades e permitir a elaboração de regulamentos internos para a normatização da atividade pedagógica e administrativa local. 2. Promover a Unidade Gestora para cada campus. 3. Promover oportunidades de sinergia entre os campi. C) Formar Pessoas para Vida e o Trabalho: 1. Contribuir para o desenvolvimento sócio-cultural, econômico, ambiental, ético e do senso crítico, promovendo à melhoria da qualidade de vida e integração social. D) Difundir Informações: 1. Constituir políticas e ações de difusão e integração com as comunidades internas e externas. 2. Criar mecanismos de comunicação entre os campi. 3. Criar e manter um canal permanente com a mídia. E) Realizar Convênios Nacionais e Internacionais com Instituições Públicas e/ou Privadas: 1. Firmar convênios, acordos e cooperações, observando as finalidades e objetivos do Instituto Federal, promovendo a educação, pesquisa e extensão. 2. Criar mecanismos permanentes de registro e controle de acordos, cooperações e convênios. F) Promover a Inserção Comunitária: 1. Analisar as necessidades e expectativas da comunidade regional nas ações de ensino, pesquisa e extensão. 2. Criar mecanismos que viabilizem ações de integração e cooperação com a comunidade de abrangência. 3. Fomentar o desenvolvimento empreendedor através de projetos aplicados. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 16/46
17 8 INVENTÁRIO DE NECESSIDADES 8.1 Necessidades de sistematizar a informação O quadro 9 tem a finalidade de identificar e sistematizar as necessidades de informação vinculadas aos processos de negócio da organização. ID Descrição Objetivo Origem 1 Sistema para Gestão de projetos de pesquisa e inovação 2 Sistema para apuração do Tempo de Serviço, Cálculo de aposentadoria, Pensão e Concessão de Abono de Permanência Gerir as atividades de pesquisa desenvolvidas na forma de projetos, de acordo com as regulamentações internas do IFC. Auxiliar nas simulações de cálculos de aposentadorias. 3 Sistema de gestão de pessoas. Gerir os processos e atividades do setor, atualmente os cálculos e controles são feitos por meio de planilhas, os dados ficam fragmentados, grande dificuldade de pesquisa e muito retrabalho. 4 Sistema de protocolo com leitura do registro por código de barras. 5 Sistema Híbrido de Digitalização/Microfilmagem de documentos. 6 Sistema de registro, controle da emissão de Certificados. 7 Sistema de levantamento de dados socioeconômicos e cadastrais dos acadêmicos. Gerir a entrada e saída de documento do setor, o fluxo é muito grande. Gestão de documento do DGP. Gestão de emissão dos certificados de conclusão, que é feito manualmente. Gestão dos dados dos alunos para diversos fins administrativos e pedagógicos, que é feito manualmente. 8 Sistema para gestão de Patrimônio. Reduzir o retrabalho, melhorar o controle, reduzir a dependência de uma única pessoa realizando uma tarefa e obter informações gerenciais. 9 Sistema para gestão de Almoxarifado. 10 Sistema para gestão de frota de Veículo. Reduzir o retrabalho, melhorar o controle, reduzir a dependência de uma única pessoa realizando uma tarefa e obter informações gerenciais. Reduzir o retrabalho, melhorar o controle, reduzir a dependência de uma única pessoa realizando uma tarefa e obter informações Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Diretoria de Gestão de Pessoas Diretoria de Gestão de Pessoas Diretoria de Gestão de Pessoas Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional Pró-Reitoria de Ensino Pró-Reitoria de Ensino Diretoria de Administração e Planejamento. Diretoria de Administração e Planejamento. Diretoria de Administração e Planejamento. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 17/46
18 11 Sistema para gestão de processos licitatórios do IF Catarinense. 12 Sistema para gestão de serviços gerais (Help Desk). 13 Sistema de Intranet e Portal Web institucional. 14 Sistema de inventário integrado ao patrimônio para o IF Catarinense. 15 Portal do professor para gestão acadêmica. gerenciais. Reduzir o retrabalho, melhorar o controle, reduzir a dependência de uma única pessoa realizando uma tarefa e obter informações gerenciais. Reduzir o retrabalho, melhorar o controle, reduzir a dependência de uma única pessoa realizando uma tarefa e obter informações gerenciais. Melhorar a comunicação em geral no IFC. Contabilizar e gerir os recursos de TI da instituição. Atender rapidamente a auditorias do MEC e TCU. Para o professor fazer a gestão do plano de ensino e lançamentos no sistema de gestão acadêmico. 16 Portal do Aluno. Para o aluno e pais acompanharem as atividades acadêmicas em geral. Quadro 9: Necessidade de sistematizar a Informação do IF Catarinense. Diretoria de Administração e Planejamento. Diretoria de Administração e Planejamento. Coordenadoria Especial de Comunicação. Coordenação de TI da Reitoria. Coordenações de ensino. Coordenações de ensino. 8.2 Necessidade de Serviços de TI ID Descrição Objetivo Origem Alinhamento 1 Elaboração de projetos de telecomunicações e elétrico (lógica e elétrica). 2 Outsourcing de impressão. O IFC não possui no quadro de servidores da instituição os cargos de Engenheiro de telecomunicações e engenheiro elétrico para elaborar os projetos de rede lógica e elétrica em caso de mudança de estrutura física, reformas, construção de novas instalações. Para cada nova situação é efetuada um contrato, o que eleva os custos e não possibilita padronizar a infraestrutura de TI. Portanto, o objetivo é prover uma padronização na infraestrutura de TI, reduzir os custos com projetos, alcançar a eficácia e eficiência para as necessidades do IFC. O alto grau de defasagem dos equipamentos de impressão e a necessidade de gerenciamento de impressão eficiente no Instituto são os principais fatores que motivam a Coordenação de TI da Reitoria, Setor de Engenharia da Reitoria. Coordenação de TI da Reitoria, Campus A. Blumenau, Campus A. Ibirama, Campus Sombrio, Princípios: P3, P5. Diretriz 4. Princípios: P2, P4, P5. Diretriz 2. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 18/46
19 contratação da locação de máquinas reprográficas através de empresa especializada para suprir essas necessidades. A terceirização dos serviços de impressão geram economia de gastos com manutenção de impressoras e aquisição de suprimentos, tendo em vista que é necessário uma gama muito grande de especialização no reparo de impressoras. Campus Rio do Sul. 3 Suporte técnico em informática. O efetivo de servidores especializados da TI nestas unidades é muito pequeno em relação a necessidade de prestação de serviços e atendimentos aos usuários. O objetivo é prover melhor qualidade no atendimento aos usuários. Reduzir o tempo que um equipamento de informática fica indisponível. Possibilitar aos servidores efetivos de TI mais tempo para aprimorar a gestão de TI na sua instituição. Além disso, ampliar os processos de monitoramento, controle e melhoria dos serviços. Coordenação de TI do Campus A. Blumenau, Campus A. Ibirama, Campus Rio do Sul. Princípios: P2, P4. Diretriz 3, 12 e Telefonia fixa comutada, telefonia móvel e Acesso à internet. A contratação de telefonia é imprescindível para a comunicação da Instituição e realização das atribuições diárias. Estabelecer canais de comunicação com os usuários, capazes de facilitar o acesso e dar publicidade à informação, mantendo uma relação de confiança e parceria. Coordenação de TI da Reitoria, Campus A. Blumenau, Campus A. Ibirama. Princípios: P3, P5. PDI: Criar mecanismos de comunicação entre os campi. Criar e manter um canal permanente com a mídia. 5 Serviços de infraestrutura de cabeamento lógico (dados e telefone) e elétrico por demanda, contemplando toda a infraestrutura necessária, teste e certificação. A demanda é crescente de prover acesso à rede local e Internet para os setores administrativos e pedagógicos. Garantir a disponibilidade de infraestrutura de TI, adequados e proporcional às demandas crescentes do IF Catarinense. Coordenação de TI da Reitoria, Campus A. Ibirama, Campus Sombrio, Campus Araquari. Princípios: P3, P5. Diretriz 2, 14. Quadro 10: Necessidade de serviços do IF Catarinense. Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 19/46
20 Reitoria Araquari Blumenau Camboriú Concórdia Fraiburgo Ibirama Luzerna São Francisco Sombrio Rio do Sul Videira 8.3 Necessidade de infraestrutura de TI Nos quadros a seguir, apresentam-se as necessidades de hardware, softwares e ferramentas priorizadas no levantamento efetuado com as Unidades do IFC. O objetivo estratégico é prover soluções tecnológicas em TI para o ensino, pesquisa e extensão, bem como, prover tecnologia para atender as necessidades de sistematização da informação. Hardware Descrição Total Computador Servidor de rede Rack Computador Servidor de rede Rack (Tipo 2) Unidade Storage discos SAS 12 T Unidade Storage (NAS) 4x 2TB SAS + 2 discos em Raid 1 Switch de rede Gigabit (core) * L3 24 portas SFP Switch de rede Gigabit (core) * L3 24 portas com POE Switch de rede Gigabit (core) * L3 48 portas sem POE Switch de rede Gigabit (borda) * L2 24 portas sem POE Switch de rede Gigabit (borda) * L2 24 portas com POE Switch de rede Gigabit (borda) * L2 48 portas sem POE Tranceiver SFP Mini GBIC Multi-Modo 1000BASE-SX Tranceiver Mini GBIC Multi-Modo/Mono-Modo 1000BASE LX Tranceiver 1000BASE-T SFP Wireless Access Point corporativo 802.n POE Wireless Controlador para (500) Aps 1 1 Licenças para 25 AP s 4 4 Instalação, Configuração e treinamento da controladora wireless de APS 1 1 Rack 5U para servidor 5 5 Rack 12U para equipamentos Rack 36U aberto Rack 42U para servidores Plano Diretor de Tecnologia da Informação página 20/46

References: Artigo 1
 Artigo 37
 Artigo 70
 Artigo 15
 Artigo 47
 Artigo 5