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Timestamp: 2018-12-11 12:47:16+00:00

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ANEXO II - FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. 2. Número do RG (Identidade) 3. Órgão Expedidor 4. UF. 11. UF 12. CEP 13. Telefone residencial /Celular - PDF
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Elias Espírito Santo Veiga
1 FOTO ANEXO II - FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO 3 X 4 1. Nome do Candidato 2. Número do RG (Identidade) 3. Órgão Expedidor 4. UF 5. Nascimento 6. Sexo (F/M) 7. CPF 8. Endereço Permanente (rua/avenida, nº) 9. Bairro 10. Cidade 11. UF 12. CEP 13. Telefone residencial /Celular 14. Profissão 15. Nº da Carteira do Conselho de Classe 16. PIS / PASEP 17. EM AIL 18. Área de Lotação - Sanitarista ( ) I REGIÃO DE SAÚDE-Recife ( ) VII REGIÃO DE SAÚDE Salgueiro ( ) II REGIÃO DE SAÚDE-Limoeiro ( ) VIII REGIÃO DE SAÚDE Petrolina ( ) III REGIÃO DE SAÚDE- Palmares ( ) IX REGIÃO DE SAÚDE Ouricuri ( ) IV REGIÃO DE SAÚDE Caruaru ( ) X REGIÃO DE SAÚDE Afogados da Ingazeira ( ) V REGIÃO DE SAÚDE- Garanhuns ( ) XI REGIÃO DE SAÚDE Serra Talhada ( ) VI REGIÃO DE SAÚDE Arcoverde ( ) XII REGIÃO DE SAÚDE - Goiana ( ) Sede da SES Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde/Recife 19. Pessoa com Deficiência: Visual ( ) Motor ( ) Física ( ) DECLARAÇÃO Declaro que, ao efetivar minha inscrição para o processo de SELEÇÃO PÚBLICA SIMPLIFICADA, realizado pela Secretaria de Saúde de Pernambuco, tomei conhecimento das normas deste Processo Seletivo o qual concordo plenamente. Recife, de de Assinatura do candidato
2 NOME: REQUERIMENTO À Comissão, ANEXO III - CAPA DO CADERNO DE APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS Na condição de candidato na Seleção Pública Simplificada da SES, solicito análise da documentação anexa, apresentada na seguinte ordem: Seqüência de Quantidade de apresentação Especificação dos Documentos Folhas TOTAL DE FOLHAS QUE COMPÕEM O CADERNO Declaro ter conhecimento de que a avaliação curricular será realizada mediante análise dos documentos acima descritos e apresentados em anexo. Recife, de de 2012 Assinatura PROTOCOLO DE RECEBIMENTO NOME DO CANDIDATO: RECEBIDA EM / / ASSINATURA DO RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO
3 ANEXO IV - TABELA DE PONTUAÇÃO PARA AS FUNÇÕES DE SANITARISTA A) TABELA DE PONTUAÇÃO - AVALIAÇÃO CURRICULAR ATIVIDADE Curso de aperfeiçoamento na função para a qual concorre com carga horária compreendida entre 120 e 359 horas. Certificado/Declaração de conclusão de curso de especialização lato sensu na área de Saúde Pública/Coletiva ou Saúde da Família com carga horária mínima de 360 horas. Certificado/Declaração de conclusão de curso stricto sensu (mestrado/doutorado) na área de Saúde Pública/Coletiva. PONTUAÇÃO UNITÁRIA PONTUAÇÃO MÁXIMA Experiência em Vigilância em Saúde. 4 pontos por período de 06 meses trabalhado 24 (Pontuação máxima de 3 anos) TOTAL 40 B) TABELA DE PONTUAÇÃO - AVALIAÇÃO TÉCNICA CURSO INTRODUTÓRIO TÓPICOS A SEREM AVALIADOS Produção de informe técnico: a ser avaliado através da capacidade de elaboração de relatório resumido em curto prazo e com consistência técnica. Prova Discursiva e Objetiva de Conhecimento na área de Vigilância em Saúde e Doenças Negligenciadas: 15 (Quinze) questões, na área de Vigilância Epidemiológica, Vigilância Ambiental, Vigilância e Controle das Doenças Negligenciadas (tuberculose, hanseníase, esquistossomose, geo-helmintíases, filariose e doença de Chagas), Vigilância e Controle de Vetores, Monitoramento e Avaliação em Saúde. Pontuação Máxima Pontuação Total 60.
4 ANEXO V - CALENDÁRIO Evento Data/Período Local Inscrição presencial e via SEDEX 1 a 15/10/2012 Inscrição via Sedex endereçados à Sede da SES localizada na Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 Bongi, CEP Ou inscrição presencial nos locais e horários do Anexo VII. Divulgação do Resultado 26/10/2012 Site: Preliminar da Avaliação Curricular Recurso ao Resultado da Avaliação Curricular Divulgação do Recurso, do Resultado Definitivo da Avaliação Curricular e Convocação para a Avaliação Técnica Realização da Avaliação Técnica Resultado Preliminar da Avaliação Técnica Recurso ao Resultado da Avaliação Técnica Divulgação do Recurso e Resultado Final 29, 30 e 31/10/ /11/ , 22 e 23/11/2012 Via Sedex endereçados à Sede da SES localizada na Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 Bongi, CEP- CEP Ou presencial no endereço acima citado. Site: Auditório da sede da SES, localizado na Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 Bongi, CEP- CEP /12/2012 Site: 05, 06 e 07/12/ /12/2012 Resultado Final da Seleção 18/12/2012 Via Sedex endereçados à Sede da SES localizada na Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 Bongi, CEP- CEP Ou presencial Ou presencial no endereço acima citado. Site: Diário Oficial do Estado e site
5 ANEXO VI - REQUERIMENTO PARA RECURSO NOME A Presidente da Comissão: Como candidato a função de Sanitarista, solicito revisão da minha Avaliação, pelas seguintes razões: Atenção: 1. Preencher o recurso com letra legível. 2. Apresentar argumentações claras e concisas. 3. Preencher o recurso em 02 (duas) vias, das quais 01 (uma) será retida e outra permanecerá com o candidato, sendo atestada a entrega. PROTOCOLO DE RECEBIMENTO NOME DO CANDIDATO: RECEBIDA EM / / ASSINATURA DO RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO
6 ANEXO VII - LOCAIS E HORÁRIOS DAS INSCRIÇÕES PRESENCIAIS GERES Local Horário SEDE DA SES e XII I II III IV V VI VII VIII IX X XI Secretaria Estadual de Saúde Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 Bongi - Recife/PE CEP: Sede da I Região de Saúde Rua Quarenta e oito, 224 Espinheiro Recife/PE CEP: Sede da II Região de Saúde Rua Padre Nicolau Pimentel. s/n, José Fernandes Salsa/Limoeiro - CEP: Sede da III Região de Saúde Engenho Paú, Km 186, Br 101 Sul. Posto Trevão II. - Palmares. CEP: Sede da IV Região de Saúde Rua General Estilac Leal s/n Salgado/Caruaru - CEP: Sede da V Região de Saúde Rua Joaquim Távora, nº 240 Heliópolis/Garanhuns - CEP: Sede da VI Região de Saúde Rua das Acácias, s/n São Cristóvão/Arcoverde - CEP: Sede da VII Região de Saúde BR 232, Km 520 Salgueiro - CEP: Sede da VIII Região de Saúde Av. Fernando Góes, s/n Centro/Petrolina - CEP: Sede da IX Região de Saúde Av. Hidelbrando Coelho, s/n Centro/Ouricuri - CEP: Sede da X Região de Saúde Avenida Julho Câmara, nº 625 Centro/ Afogados da Ingazeira - CEP: Sede da XI Região de Saúde Rua Antonio Alves de Oliveira, 2380 IPSEP Serra Talhada CEP: às 16.30
7 ANEXO VIII DECLARAÇÕES DE DEFICIÊNCIA A) DECLARAÇÃO DE DEFICIÊNCIA FÍSICA Dr.(ª) CRM - PE: Especialidade:, fundamentado no Texto da Lei DE 24/10/1989, Artigo 2º, Parágrafo Único, em seu inciso III, alíneas b, que diz: O empenho do poder público quanto ao surgimento e a manutenção de empregos inclusive de tempo parcial, destinados a pessoas portadoras de deficiência que não tenham acesso aos empregos comuns. A qual foi normatizada pelo Decreto 3.298/99 e que foi alterado pelo Decreto 5.296/04 que diz no seu Artigo 4º: É considerada pessoa portadora de deficiência Física a que se enquadra na seguinte categoria: Inciso I Deficiência Física: Alteração completa ou parcial de um ou mais segmento do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membro com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. (nova redação dada pelo Decreto Nº de 02 de dezembro de 2004 DOU de 03/12/2004). Declaro que o(a) Sr(ª) Identidade Nº inscrito(a) na Seleção Pública concorrendo a uma vaga de como Portador(a) de Deficiência Física. Fundamentado no exame clínico que o(a) mesmo(a) apresenta e com base no previsto nos termos da Lei e nos Decreto alterado pelo Decreto 5.296, AFIRMO que: O(A) candidato(a) (É) (NÃO É) portador(a) de Deficiência Física, cujo CID 10 da Deficiência é. Em razão do(a) mesmo(a) apresentar o seguinte quadro deficitário motor: E que será necessário para acesso à sala onde será realizada a prova escrita, e em razão da paralisia nos membros superiores, será necessidade para preencher o cartão de resposta da prova. NOTA: O(A) candidato(a) inscrito(a) como Deficiente Físico(a) é obrigado(a) a além deste documento para a análise da comissão organizadora da Seleção encaminhar em anexo exames atualizados que possa comprovar a Deficiência Física (laudo dos exames acompanhados da tela radiológica, escanometria, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética, etc). Recife, / / Ratifico as informações acima. Ass. c/ Carimbo do Médico Assistente
8 B) DECLARAÇÃO DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA Dr.(ª) CRM - PE: Especialidade:, fundamentado no Texto da Lei DE 24/10/1989, Artigo 2º, Parágrafo Único, em seu inciso III, alíneas b, que diz: O empenho do poder público quanto ao surgimento e a manutenção de empregos inclusive de tempo parcial, destinados a pessoas portadoras de deficiência que não tenham acesso aos empregos comuns. A qual foi normatizada pelo Decreto 3.298/99 alterado pelo Decreto 5.296/04 que diz no seu Artigo 4º: É considerada pessoa portadora de deficiência Auditiva a que se enquadra nas seguintes categorias: Inciso II Deficiência Auditiva: Perdas bilaterais, parciais ou totais, de quarenta e um decibéis(db) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. a) de 25 a 40 db surdez leve; b) de 41 a 55 db surdez moderada; c) de 56 a 70 db surdez acentuada; d) de 71 a 90 db surdez severa; e) acima de 91 db surdez profunda; f) anacusia. Declaro que o(a) Sr(ª) Identidade Nº inscrito(a) na Seleção Pública concorrendo a uma vaga de como Portador(a) de Deficiência Auditiva. Fundamentado no exame clínico que o(a) mesmo(a) apresenta e com base no previsto nos termos da Lei e no Decreto alterado pelo Decreto 5.296, AFIRMO que: o(a) candidato(a) (É) (NÃO É) portador(a) de Deficiência Auditiva, cujo CID 10 da Deficiência é. Em razão do(a) mesmo(a) apresentar surdez bilateral em nível de acentuada a profunda ou anacusia, conforme demonstrado na audiometria tonal e vocal datada de / / em anexo. E que (SERÁ) (NÃO SERÁ) necessário a presença de um(a) leitor(a) de libras na sala onde será realizada a prova escrita, em razão da necessidade comunicação do candidato para prestar os esclarecimentos necessário, uma vez que NÃO SERÁ permitido o uso de Prótese Auditiva durante a realização da Prova. NOTA: O(A) candidato(a) inscrito(a) como Deficiente Auditivo(a) é obrigado(a) além deste documento para a análise da comissão organizadora da seleção encaminhar em anexo Audiometria atualizada e Audiometrias anteriores que por ventura possua, que possam comprovar a deficiência Auditiva Bilateral a partir de 56 db na freqüência de 500 Hz e sua evolução, se for o caso. Recife, / / Ratifico as informações acima. Ass. c/ Carimbo do Médico Assistente
9 C) DECLARAÇÃO DE DEFICIÊNCIA VISUAL Dr.(ª) CRM - PE: Especialidade:, fundamentado no Texto da Lei DE 24/10/1989, Artigo 2º, Parágrafo Único, em seu inciso III, alíneas b, que diz: O empenho do poder público quanto ao surgimento e a manutenção de empregos inclusive de tempo parcial, destinados a pessoas portadoras de deficiência que NÃO tenham acesso aos empregos comuns. A qual foi normatizada pelo Decreto 3.298/99 alterado pelo Decreto 5.296/04 que diz no seu Artigo 4º: É considerada pessoa portadora de deficiência Visual a que se enquadra nas seguintes categorias: Inciso III Deficiência Visual - Cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60 º; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores. (nova redação dada pelo Decreto Nº 5.296/04) e pela Súmula STJ 377/09 para os portadores de visão monocular. Declaro que o(a) Sr(ª) Identidade Nº inscrito(a) na Seleção Pública concorrendo a uma vaga de como Portador(a) de Deficiência VISUAL. Fundamentado no exame clínico que o(a) mesmo(a) apresenta e com base no previsto nos termos da Lei e nos Decreto alterado pelo Decreto 5.296, e pela Súmula STJ 377/09. AFIRMO que: o(a) candidato(a) (É) (NÃO É) portador(a) de Deficiência Visual, cujo CID 10 da Deficiência é. Em razão do(a) mesmo(a) apresentar Cegueira bilateral ou Visão Monocular as custas do Olho, conforme a acuidade visual C/S correção e na Campimetria Digital Bilateral datada de / / anexa. E que (SERÁ) (NÃO SERÁ) necessário que a prova seja escrita em Braille ou com letra ampliada para corpo. NOTA: O(A) candidato(a) inscrito(a) como Deficiente Visual é obrigado(a) encaminhar além deste documento para a análise da comissão organizadora da Seleção Pública anexar Campimetria Digital Bilateral atualizada e estudo da acuidade visual com e sem correção. Será considerado portador de Cegueira monocular visão monocular aquele que tenha acuidade visual igual ou inferior a 0,05 com a melhor correção, no olho afetado. Recife, / / Ratifico as informações acima.7ass. c/ Carimbo do Médico Assistente
10 ANEXO IX CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BIBLIOGRAFIA INDICADA PARA ABORDAGEM NA AVALIAÇÃO TÉCNICA PARA SANITARISTAS 1- Legislação Sobre Vigilância em Saúde e Doenças Negligenciadas Portaria GM/MS Nº , de 22 de dezembro de 2009, que aprova as diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde; Portaria GM/MS Nº de 07 de outubro de 2010, que aprova as diretrizes para vigilância atenção e controle da hanseníase. Portaria GM/MS Nº. 594 de 29 de outubro de 2010, que estabelece mecanismos para organização e implantação de Redes Estaduais e Municipais de Atenção à Hanseníase; Portaria GM/MS Nº. 104 de 25 de janeiro de 2011, que define as terminologias adotadas em legislação nacional conforme o disposto no Regulamento Sanitário Internacional de 2005 (RSI 2005), a relação de doenças e agravos...; Portaria GM/MS Nº. 227 de 09 de setembro de 2011, que estabelece o mecanismo de repasse financeiro fundo a fundo; Portaria GM/MS Nº , de 28º de outubro de 2011, que estabelece mecanismo de repasse financeiro Findo a Fundo para Hanseníase e outras doenças em eliminação. Portaria GM/MS Nº , de 29 de dezembro de 2011, que autoriza o repasse dos valores de recursos federais, relativos ao incentivo de qualificação das ações de hanseníase e outras doenças em eliminação; 2-Legislação do Sistema Único de Saúde: Lei Nº de 19 de Setembro de 1990; Lei Nº de 28 de Dezembro de 1990; Decreto Nº de 28 de Junho de 2011; 3- Série Cadernos da Atenção Básica do Ministério da Saúde disponível em: Caderno21- (Capítulos: 3-Esquistossomose, 4-Hanseníase; 6-Tracoma e 7- Tuberculose). Disponível em: Caderno22 (Capitulo: 2 doença de Chagas). Disponível em: 4 Manuais, Artigos, Publicações em geral Manual para recomendações para o controle da tuberculose no Brasil Disponível em: ose_brasil.pdf Doença de Chagas Aguda. Manual Prático de Subsídio à Notificação Obrigatória no SINAN, disponível em: Guia de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde do Brasil 7ª. Edição (Tracoma, esquistossomose, doença de Chagas) Guia de Vigilância Epidemiológica e Eliminação da Filariose Linfática Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Disponível em:
11 Controle da Filariose no Brasil, 1951 a 2000 Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde Avaliação em Saúde: Bases Conceituais e Operacionais. Samico I, Felisberto E, Figueiró AC, Frias PG, organizadores. Rio de Janeiro: MedBook; p. Cad. Saúde Pública vol.27 no.1 Rio de Janeiro Jan Disponível em. Organização Pan-Americana da Saúde. A atenção à saúde coordenada pela APS : construindo as redes de atenção no SUS: contribuições para o debate. / Organização Pan-Americana da Saúde. Brasília : Organização Pan-Americana da Saúde, p.: il. (NAVEGADORSUS, Disponível em: 9&limit=5&limitstart=0&order=date&dir=DESC&Itemid=423

References: Artigo 2
 Artigo 4
 Artigo 2
 Artigo 4
 Artigo 2
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