Source: http://www.jobis.org.br/regulamento-tecnico-jiu-jitsu
Timestamp: 2019-06-27 07:57:11+00:00

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REGULAMENTO TÉCNICO – JIU-JITSU – JOBIS
REGULAMENTO TÉCNICO - JIU-JITSU
Os golpes válidos são aqueles que procuram neutralizar, imobilizar, estrangular, pressionar, torcer
articulações, como também lançar seu adversário ao solo através de quedas enquanto os golpes não válidos, considerados desleais, como morder, puxar cabelo, enfiar os dedos nos olhos, atingir os órgãos genitais, torcer dedos ou qualquer outro processo tendente a traumatizar com o uso das mãos, cotovelos, cabeça, joelhos e pés.
O regulamento é a carta magna do esporte, nesta consta os direitos e deveres, de todos aqueles
envolvidos, como atletas, técnicos-professores, dirigentes, e até mesmo o público assistente. Pois teremos a responsabilidade de cumprir e fazer cumprir este regulamento, pois, só assim, poderemos conquistar os nossos objetivos.
Artigo 1° – Das inscrições – Deverão ser realizadas de forma individual, no site dos JOBIS, conforme Regulamento Geral da competição.
Artigo 2° – Área de Competição – É toda a área que componha o palco da competição, que poderá ser composta de uma ou mais áreas de lutas, com todo pessoal de apoio: direção dos trabalhos, arbitragem, cronometristas, fiscais, segurança e um departamento disciplinar convocado pela diretoria que atuará no julgamento no decorrer do evento, com poderes de punir qualquer conduta anti-esportiva ou ética de técnicos-professores, atletas, árbitros e de qualquer assistente que se mantenha no recinto da competição que esteja atrapalhando o bom andamento do evento em questão.
ÁREA DE LUTAS: Cada área (ringue) será composta de no mínimo 64,00 m2 e no máximo de 100 m2. A área de 64 m2 será assim dividida: Área interna, (Área de Combate) 36,00 m2. Área de Segurança, composta de tatames em toda a volta da área de combate sendo que de cor diferente. Exemplo: tatames de 2×1: 18 placas na área de combate e 14 placas na área de segurança.
Artigo 3°- Equipamentos – MESA DIRETORA: Será a mesa de direção dos trabalhos da
competição, onde ficará somente o locutor controlador das chaves e autoridades competentes;
ficará ela, localizada à frente do ringue, devendo tanto quanto possível, ser uma mesa para cada
área de luta. Paralelamente à mesa diretora ficarão as cadeiras para os Árbitros e Anotadores e
somente eles poderão ocupar as essas cadeiras. Ao lado das cadeiras dos árbitros ficará uma
mesa, que será ocupada pelo Fiscal da arbitragem. Cabe ao Fiscal da arbitragem fiscalizar o bom
andamento da arbitragem, também fiscalizará as credenciais dos atletas da competição.
a) Cadeiras e mesas – Haverá mesas laterais em posição estratégica para o assentamento de
toda essa equipe de trabalho.
b) Placar – Para cada área de combate haverá dois placares, indicando a contagem
horizontalmente, situados fora da quadra de competição, onde possa ser facilmente visualizados
pelos árbitros,membros da comissão, oficias e espectadores.
c) Cronômetros – Serão necessários os seguintes cronômetros:
Artigo 4º- Arbitragem – O combate será conduzido por um árbitro central sob supervisão da
comissão de arbitragem. O árbitro central será assistido pelos anotadores e cronometristas.
O árbitro central será a autoridade máxima dentro do ringue, não podendo ninguém mudar o seu
resultado, a não ser o próprio, em casos de interpretação errada do placar, cabendo a ele
unicamente o comando da luta e a possibilidade de desclassificação dos lutadores durante a luta.
Em casos especiais o Tribunal de Justiça Desportiva da CBJJ, poderá julgar e decidir no
resultado, cumprindo os prazos legais. Caso o árbitro mostre-se incapacitado de continuar a
arbitrar pôr motivos de erros, os Fiscais do evento poderão trocá-lo. Durante o combate o Árbitro
Central, estará sempre dirigindo os lutadores para o centro da área de luta (ringue), caso perceba
que os lutadores estão muito próximos à linha divisória conduzirá a luta para o centro, e dizendo energicamente a palavra “PAROU”, seguido do gesto relativo a este comando, os lutadores não poderão se mexer até que determine a continuação da luta. O mesmo ocorrerá quando os lutadores tenham até 2/3 (dois terços) do corpo para fora da área de luta. O Árbitro puxará os contendores para o meio, obedecendo à mesma posição em que estavam, caso o Árbitro tenha dificuldade de mover os atletas, o mesário e somente ele, ajudará o Árbitro ou poderá fazer com que os atletas se coloquem de pé e retornem para o centro da área de luta na mesma posição.
O Árbitro não permitirá a interferência de terceiros durante a luta, o médico, enfermeiro ou massagista, somente poderão dar assistência quando solicitados e autorizados pelo Árbitro. Durante o transcorrer da luta, é rigorosamente proibido a quem quer que seja, exceto o Árbitro, conversar com o mesário, o qual também não pode dirigir a palavra a outras pessoas exceto ao Árbitro e este só poderá conversar com os lutadores, com o anotador e com a mesa Diretora. Expirado o tempo determinado para o combate, o cronometristas notificará, imediatamente, o árbitro central, por um sinal claramente audível. Após a mesa apitar o término do combate, o árbitro poderá dar uma vantagem para o atleta que estiver em posição que vale ponto e este não tiver sido dado ainda, ou no caso de uma posição de finalização que estiver encaixada, exceto para queda que deverá ser dado o ponto, pois esta não precisa de tempo para domínio.
OBS: Fica a critério da CBJJ a utilização de três árbitros por área, sendo que, quando os três estiverem em atuação os critérios são estes: Os dois árbitros laterais têm poderes iguais ao Central, ou seja, de validar os pontos, vantagens ou punições que árbitro central tenha marcado ou não, e discordar da pontuação validada pelo árbitro central. Sempre teremos o critério de dois contra um, isto é, quando dois estiverem de acordo e um não concordar, fica valendo a pontuação dos dois que haviam concordado. Caso os dois árbitros laterais marcarem pontos, vantagens ou punições e o Central não tiver marcado, este tem de acatar a marcação dos dois laterais e, caso os três tenham marcado pontuações diferentes fica valendo a pontuação intermediária. Ex: O central marca ponto de passagem de guarda, um lateral marca somente uma vantagem e o outro lateral não marca nada. Ficará validada a pontuação de vantagem por ser a intermediária.
Posição e função do árbitro central – O árbitro central de modo geral deverá permanecer na área de combate. Deverá dirigir o combate proferindo os resultados e certificando-se que suas decisões sejam corretamente registradas no placar. O árbitro central colocará de frente para a mesa, e o primeiro atleta a ser chamado ocupará o lugar a sua direita e receberá a faixa verde e amarela de identificação da arbitragem, caso os atletas estejam com kimonos da mesma cor, o outro atleta ocupará a sua esquerda, caso estejam de kimonos de cor diferente o atleta de kimono
azul ficará do lado direito do árbitro e os atletas de kimono preto ou branco do lado esquerdo, e caso um dos atletas esteja de kimono branco e o outro de preto, o de preto ficará do lado direito, e após as recomendações e cumprimento de praxe, ordenará o início da luta, dizendo combate.
Os lances técnicos das lutas, à ordem do Árbitro Central, serão anotados em placares ou papeletas próprias pelo anotador de acordo com os pontos correspondentes. Caso haja empate nos pontos ou vantagens determinados pelo Árbitro, ou não tendo havido pontos durante o combate, o Árbitro Central, após analisar qual dos lutadores desempenhou maior performance, de acordo com o regulamento, dá a vitória ao atleta que ele julgou com maior ímpeto e virilidade durante a luta. Não haverá empate em hipótese alguma. Compete ao Árbitro Central determinar o vencedor da luta, sendo sua decisão soberana. O árbitro central deverá assegurar-se de que tudo esta correto; por exemplo: área de combate, equipamentos, uniformes, higiene, oficiais, etc., antes de iniciar o combate. O árbitro deve se certificar de que não haja espectadores, torcedores ou fotógrafos em posições que possam incomodar ou provocar riscos e de ferir os competidores.
INTERPRETAÇÃO DO PLACAR – O placar tem os seguintes pontos colocados horizontalmente lado a lado:
Medidores – O medidor verificará antes da luta, o comprimento das unhas dos atletas, cor e estado da faixa e o estado do kimono (deverá passar pelo padrão exigido pelo medidor oficial da CBJJ)
Altura total do medidor: ……………………………………………. 15,0 cm
Largura do medidor: …………………………………………………. 3,5 cm
Tamanho da gola: ……………………………………………………. 5,0 cm
Largura da gola: ……………………………………………………… 1,5 cm
Largura da manga em todo seu comprimento: ………………….. 7,0 cm
Artigo 5º – Gestos – O árbitro central fará os gestos abaixo, indicados de acordo com as ações
Queda, raspagem e joelho na barriga: o árbitro levantará a mão referente ao atleta que esteja
com a faixa ou o kimono de identificação sinalizando 2 pontos.
Passagem de guarda: o árbitro levantará a mão referente ao atleta que esteja com a faixa ou o
kimono de identificação sinalizando três pontos.
Montada pela frente, montada pelas costas e pegada pelas costas: o árbitro levantará a mão
referente ao atleta que esteja com a faixa ou com o kimono de identificação sinalizando 4 pontos.
Penalidades: o árbitro com os punhos fechados dobrará seus braços na altura do peito fazendo
movimento circulares com os antebraços e levantando o braço na altura do ombro com a mão
fechada referente ao atleta punido em seguida dará uma vantagem ou dois pontos para o outro.
Vantagens: o árbitro estica o braço referente ao atleta que esteja com a faixa ou com o kimono
de identificação na altura dos ombros.
Para interrupção da luta: O árbitro abrirá os dois braços ao mesmo tempo, na altura dos
Para interrupção do tempo de luta: O árbitro colocará uma mão em baixo da outra em forma de
“T”, determinando assim que o mesário interrompa o tempo durante o período determinado pelo
Para desclassificação: O árbitro cruzará os dois braços no alto e após apontará para o atleta
Para retirar um ponto atribuído: O árbitro levanta o braço esticado no alto referente ao atleta
dado o ponto e balança o braço.
Para amarração da luta: O árbitro coloca as mãos em cima dos antebraços na altura do peito
sendo que para a punição verbal ele somente fará o gesto sem punir o infrator, do segundo gesto
em diante ele irá punir de acordo com a regra pertinente a amarração.
Para começar a luta: O árbitro posiciona os atletas um de frente para o outro e colocará um dos
braços esticado a frente na altura dos ombros entre eles e abaixará o braço falando ao mesmo
tempo a palavra “combate”.
Artigo 6º – Decisão das lutas – Não haverá empate, as lutas serão decididas por:
I – DESISTÊNCIA – Desistência é a superioridade técnica que um dos atletas impõe ao adversário decretando sua derrota. Ela pode ocorrer nas seguintes hipóteses:
7- Ao atleta que, com um golpe encaixado, fala ou grita “Ai”, será o mesmo que bater;
8- Ao atleta que alega estar sentindo câimbras será o mesmo que bater. Quando o Árbitro, verificando que um dos atletas acidentando-se ou ainda por determinação do médico da competição, ficando comprovada a impossibilidade de continuar a luta ou sangrando sem parar, tendo direito a dois pedidos médicos, caso não pare o sangramento após o 2º pedido, dá a vitória ao adversário, desde que não tenha havido falta intencional de desclassificação.
1º) São as que acarretam desclassificação imediata pelo Árbitro, são elas:
a) Proferir palavras obscenas, de baixo calão, ou atitudes acintosas de imoralidade, ou desrespeito à mesa, ao Árbitro, ao público e ao adversário;
b) Morder, puxar cabelos, golpes nos órgãos genitais, nos olhos, golpes traumáticos (socos, cotoveladas, joelhadas, cabeçadas, pontapé e etc.), aplicar chave de calcanhar ou chave que torça o joelho, bate-estaca, tesoura e cervical;
c) Quando o lutador tem seu kimono inutilizado e não o troque no prazo máximo determinado pelo árbitro, a fim de se evitar a interrupção excessiva da luta;
d) É obrigatório o uso de sunga ou cuecas pôr baixo da calça do kimono, tendo em vista o risco de rasgar ou descosturar a calça, caso ocorra algumas destas hipóteses, o atleta terá um tempo determinado pelo Árbitro para vestir outra calça. Não o fazendo neste prazo, será desclassificado imediatamente;
2º) Punição:
Na 3o advertência o atleta recebe a 2ª punição com 2 pontos para o adversário e sucessivamente até a desclassificação. Após a 3o advertência o Árbitro poderá desclassificar a qualquer outra falta.
f) Obs: Punição c/ perda direta de 2 pontos: Quando o atleta foge deliberadamente do ringue evitando uma raspagem, que o árbitro considere que ia ser concretizada, ou quando o atleta sai do ringue evitando um golpe que ainda não estava encaixado e desta forma não se enquadra no artigo “e” de Desclassificação.
1º – Pontos positivos
A competição pôr sua natureza impõe aos atletas a usarem suas habilidades técnicas, tentando finalizar ou neutralizar as do seu adversário, o ponto é a superioridade técnica que os atletas conquistam durante a competição através de colocações e pontos negativos do adversário. Para o atleta receber o ponto, é necessário que ele domine por 3 segundos a posição.IMPORTANTE – Não ganhará novos pontos o atleta que estando em posição de domínio, já tendo conseguido os pontos daquela posição, abandona voluntariamente a posição para conseguir novos pontos. Exemplos: Estando fazendo joelho na barriga gira para o outro lado, não marcará novos pontos. A luta deve seguir uma condição crescente de desenvolvimento técnico, visando o domínio de um dos adversários, levando-o à desistência da luta, pôr aplicação de golpes de finalização. Não será computado ponto a favor de um atleta que esteja aplicando um golpe, ou esteja em posição de contagem de ponto, mas que esteja preso a outro golpe dado pôr seu adversário. Somente ao se libertar do golpe é que a contagem será positiva. Exemplo: Um atleta montado no adversário, mas tem a cabeça presa em uma gravata. Os pontos da montada, somente serão contados quando ele se libertar da gravata.
a) Projeção: (quedas) É todo ou qualquer desequilíbrio do adversário, sendo este projetado ao solo de costas e lado, 2 pontos. Caso o atleta A der uma queda e o atleta B cair de joelhos e o atleta A dominar pelas costas são 2 pontos. Caso o atleta A derrube o atleta B que não seja de costas ou de lado, terá que mantê-lo no solo, ou pelas costas por trás durante 3 segundos para ganhar os pontos da queda.
Obs 2: Se o atleta estiver ajoelhado com uma das pernas em pé e sofrer uma queda, quem deu a queda receberá os 2 pontos desde que estivesse em pé no momento da queda. Caso o atleta esteja com os dois joelhos no solo e o que está em pé, derrubá-lo e passar para o lado mantendo a posição, contará como vantagem.
c) Joelho na barriga: É quando o atleta estiver pôr cima do lado e colocar o joelho na barriga do adversário que está pôr baixo, segurando o braço, a gola ou mesmo a faixa, dominando-o e a outra perna semi-flexionada com o pé apoiado no solo. 2 pontos . Obs.: Se o atleta que estiver pôr baixo, não permitir a colocação do joelho na barriga e se o de cima também não estiver com o pé apoiado no solo, não será considerado ponto, e sim uma vantagem.Não será considerado nada, nem vantagem quando o atleta coloca o joelho que esta próximo da cabeça na barriga e não o joelho que esta próximo das pernas, isto é: ele fica de frente para as pernas do adversário e
não de frente para a cabeça.
f) Raspagem: É quando o atleta estiver por baixo, com o adversário dentro de sua guarda (dentro das pernas) ou até mesmo meia guarda (prendendo uma das pernas do adversário com suas pernas) e consiga ir para cima do adversário, invertendo a posição, isto é, desequilibrando para o lado, para cima ou para trás. 2pontos;
Obs 1: Não será considerada raspagem todo o movimento de inversão (capotagem) sem que seja partindo (iniciado) de dentro da guarda ou meia guarda do atleta que está pôr baixo;
Obs 2: Quando o atleta é raspado e vira de costas para o que raspou não consolidar a posição, mas o que raspou consegue segura-lo indo para cima e se mantendo nas costas mesmo sem os ganchos, caracteriza a raspagem, desde que o adversário esteja com pelo menos um joelho no chão;
2º – Pontos Negativos: (penalidades)
Imobilização: caso de imobilização clássica no sentido lateral, longitudinal sem iniciativa de finalização. Assim que o Árbitro perceber que a imobilização foi consolidada e que o atleta não está procurando a finalização e somente se limita a segurar o adversário, o Árbitro começará a contagem de 20 segundos marcada à solicitação do Árbitro que dará uma advertência dizendo a palavra ”LUTE”seguido do gesto de amarração. Após este tempo, se o atleta não estiver tentado um ataque ou mudado de posição, o árbitro falará novamente a palavra “LUTE” seguido do gesto de amarração e o atleta será punido com uma vantagem para o adversário e, permanecendo na posição, o árbitro interromperá a luta e o atleta será punido novamente com dois pontos para o adversário e a luta se reiniciará em pé, podendo ser desclassificado na terceira advertência.
É considerada vantagem quando o atleta não conseguir conquistar as posições fundamentais da luta, mas chegar muito próximo delas, como: Raspagem, Queda, montada pela frente e pelas costas, joelho na barriga, pegada pelas costas, passagem de guarda; e também, todas as iniciativas de finalização onde exista real perigo de desistência do adversário; tanto em pé como no chão: Vantagem na queda: Quando existe um desequilíbrio visível no qual o adversário quase completa a queda Vantagem no caso da guarda dentro das pernas:
a) O que está por cima fará jus a esta vantagem se estiver em ofensiva, tentando dominar a guarda de seu adversário (passar), para que o Árbitro considere a vantagem o atleta que está por cima tem que chegar em posições de quase passagem, obrigando o adversário a gastar grande energia para repor a posição. Ex: (meia guarda, quase conseguir a imobilização, conseguir emborcar e manter a posição por 3 segundos, etc…).
b) O que está por baixo, fará jus a esta vantagem, se quase conseguir raspar, não conseguindo consolidar a raspagem, mas colocando o adversário em posição de perigo, também quando conseguir encaixar um golpe que leve perigo de finalização ao adversário. Obs. Para que a tentativa de raspagem possa valer como vantagem o atleta de baixo terá que abrir a perna tentando ir para cima do adversário.
Quando um dos atletas demonstra tanto na luta em pé como na luta de chão tentativa de golpes, colocações iniciativas técnicas, levando o oponente a uma situação de defesa, então caberá ao Árbitro, a decisão da luta a favor daquele atleta que superou em vantagem seu adversário, o qual mostrou evidência de domínio durante o combate. Vantagem, no caso da luta em pé, será dada àquele atleta que procurar com maior ímpeto e virilidade e iniciativas de quedas ou de ataques de finalização durante a luta em pé. Vantagem no caso de luta no chão, será dada aquele atleta que com maior ímpeto, virilidade e técnica procurar levar seu adversário à atitude de defesa.
Artigo 7º – Restrições – Em todas as categorias o Árbitro Central poderá interromper o combate quando perceber que um golpe está perfeitamente encaixado e na certeza que poderá expor o atleta a sérios danos físicos, interferindo parando a luta e dando vitória a quem aplicou o golpe – que o fez tomar esta atitude. A chave de cervical pelo risco que oferece, não vale para nenhuma categoria (desclassificação imediata), com exceção para os estrangulamentos nas categorias juvenis e adultos em todas as faixas. Atleta menor de idade no caso Juvenil, só será permito participar do absoluto quando for acima do peso Médio.
Não será permitido uso de sapatilhas, protetores de orelhas nem outros protetores que possam prejudicar o bom andamento das lutas, bem como o uso de qualquer tipo de camisa por baixo do kimono. No caso do triângulo encaixado se o atleta ficar de pé retirando o oponente do chão o árbitro deverá se colocar de modo a proteger a coluna cervical do atleta que estiver aplicando o golpe, nas categorias de pré-mirim até infanto-juvenil.
 Bate Estaca.
 Chave de Bíceps.
 Mão de Vaca.
 Triângulo Puxando a Cabeça.
 Chave de Pé (todas as formas).
 Chave de joelho, Leg-Lock
 Cervical.
 Mata Leão de frente
 Ezequiel
 Chave de Panturrilha
 Omoplata
 Gravata técnica de frente
 Kanibasami (tesoura)
 Chave de calcanhar
 Ezequiel.
 Bate estaca,
 Leg lock
 Chave de bíceps
 Mão de Vaca
 Mata leão no pé
 Bate Estaca
 Adulto à Sênior 5 (faixas marrom e preta)
Artigo 8º – Higiene
 O Kimono deverá estar limpo, seco e sem odores desagradáveis;
 As unhas dos pés e das mãos devem estar cortadas e curtas;
 Cabelos longos deverão ser presos de modo a não causar incômodo ao outro competidor;
 O atleta não poderá pintar o cabelo com spray, caso isto aconteça e o árbitro veja, será desclassificado.
Artigo 9º – Kimono – Os competidores deverão usar os kimonos atendendo as seguintes condições:
 Tecido resistente em algodão ou material similar, em boas condições (sem remendos ou rasgos). O material não deverá ser muito espesso ou duro de modo a impedir que o oponente possa fazer a pegada, é obrigatório o uso de kimono trançado para as categorias juvenil e adulto.
 Cor preta, azul ou branca, não podendo ser misturado, nada: calça azul e paletó branco, gola de uma cor e paletó de outra.
 O paletó será suficientemente longo devendo ir até as coxas e, no mínimo alcançar a altura dos punhos, estando os braços completamente estendidos a frente do corpo. A manga deverá ter uma folga de acordo com a medida oficial da CBJJ entre a manga e o braço em toda a extensão do braço.
 Uma faixa resistente de 4 a 5cm de largura, cuja a cor corresponda a graduação com a ponta preta, deverá ser usada sobre o paletó, na altura da cintura e amarrada com um nó duplo, suficientemente apertada para impedir que o paletó se solte.
 É proibido ao atleta iniciar o combate com kimono rasgado, descosturado, camisa pôr baixo do kimono (com exceção da categoria feminina), ou ainda fora dos padrões exigidos, ou seja, manga apertada, ou curto no comprimento da manga, da saia e da calça.
 É proibido o uso de kimonos pintados em qualquer parte a não ser que seja a logomarca de sua academia ou de seu patrocinador.
Artigo 10 – Categorias por faixa:
Adulto: Todas as idades.
Artigo 11 – Duração das lutas
O tempo de duração das lutas serão:
Artigo 12 – Pontos atribuídos para os atletas de acordo com a colocação
 Campeão – 9 pontos
 Vice-campeão – 3 pontos
 Terceiro lugar – 1 ponto
Artigo 13 – Critérios para desempate de um campeonato em caso de academias com o mesmo número de pontos
 Maior número de medalhas de ouro.
 Maior número de medalhas de prata.
 Campeão mais graduado.
 Campeão mais pesado.
Artigo 15 – A qualquer época, a Coordenação Nacional dos JOBIS – caso considere importante – acrescentará novas instruções visando esclarecer dúvidas e assegurar o bom andamento do campeonato.
Art. 16 – Os casos não previstos neste regulamento poderão estar contidos no Regulamento Geral dos JOBIS, ou serem editados em ANEXOS, que serão parte integrante deste Regulamento e do Regulamento Geral dos JOBIS.
Art. 17 – Os casos omissos neste Regulamento ou que venham a gerar dúvidas de interpretação serão resolvidos pelo CNJ.
Bernardo Campos Reply 6 de junho de 2018 at 10:41
Bom dia! Não haverão categorias para atletas com mais de 90kg?
Suporte Informática Reply 6 de junho de 2018 at 15:03
Nessa primeira edição dos JOBIS iremos ter somente até 90kg.
Sgt Pereira Reply 24 de agosto de 2018 at 10:43
A pesagem é sem kimono?
Organização JOBIS Reply 29 de agosto de 2018 at 17:46
Olá, Sim a pesagem é sem o Kimono.

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 15