Source: http://contoseafinslucianesilva.blogspot.com/2011/
Timestamp: 2017-04-26 19:23:58+00:00

Document:
pergunta ao meu cavalo: 2011
À convite do poeta português Antônio Silva Oliveira, participo com contos curtos na edição número 5 da Revista Piolho, que esteve presente na Feira do Porto -Portugal. A Revista foi Coordenada por Sílvia C. Silva, Meireles de Pinho (capa e arranjo gráfico),Fernando Guerreiro e A. Dasilva O. com colaboração especial de Érica Zingano e do grupo a «piolheira».
Sofia Gubaidulina "De Profundis" part 2
Caixa Economica - Paulo Betti
Amoros Andres Julio Cortazar Introduccion A Rayuela Pdf
La Dama Oval De Leonora Carrington Pdf
A Oficina Lietrária Santa Sede, com o escritor e músico Rubenz, tem apenas uma vaga a ser preenchida! Vale a pena porque o Rubem é muito cri-cri com relação aos textos dos oficineiros, sempre respeitando o estilo de cada um. No final é lançada uma Antologia :) Informações: rubempenz@yahoo.com.br
Prefeitura de Tapes: está chegando a hora dos acertos de contas
Tive numa reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Tapes/RS – CONDERT, em que esteve presente entre outros um representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Eduardo Silva, e do IRGA, Theodoro Soares. Parece que ninguém vai aturar mais a opacidade com relação às contas da Prefeitura de Tapes.
Deus é pai, não é padrasto :)
Silvia Marisa Duncan: - País mais pobre que a India e os marajás super megas bilionários, desfilando pelo mundo etc, tu viste que tem um circulando por aqui, não sei que negócio quer montar,me tapei de nojo. Só falta ele querer montar um frigorifico, daí é demais.Eu: - Ahã, vai montar um parque eólico em Tapes. E parece que o prefeito Sylvio Tejada vai fazer uma Cooperativa do sopro, reunindo um grande contigente da população miserável a fim de sensibilizar os governos estaduais e federais para pleitear recursos que os beneficiarios verão minimamente. Os trabalhadores vão assoprar nos dias que não há vento.Silvia: - Será que ele vai trazer as odaliscas ou as russas?Eu: - Pra quê? se tem a câmara de vereadores?
Enquanto a Cooperativa Mista do Carroceiros e Recicladores de Tapes dívide o pagamento dos 24 cooperados em duas vezes- metade pagam num mês, metade noutro- o valor de R$ 58 por cada cooperado, a Prefeitura de Tapes acumulou um rombo de R$ 1.673.517,02 junto INSS. A multa do Tribunal de contas do estado por essa e outras irregularidades do perfeito Sylvia Tejada foi a irrisória quantia de R$ 1.500.
"...podridão do seu comportamento, roubando escola de criança"
nossa, dá até vontade de chorar. deus esteja com ela. bem feito para esses bandidos. se alguém rouba uma moranga- como eu vi uma vez uma mulher esconder uma dentro do casaco num mercadinho, é encaminhado para delegacia de polícia. nos crimes deles não entra camburão.
POEMA DE AGRADECIMENTO À " CORJA " ... de Joaquim Pessoa
Via Teresa Campos, d'As Padeiras de Aljubarrota Obrigado, excelências.
Por não nos darem explicações. Obrigado por se orgulharem de nos tirar
A partir de manhã, estarei postando aqui: http://perguntaaomeucavalo2.blogspot.com/Acabou minha quota para postar fotografias, então criei outra conta.
...Pois não posso
(Miltom Nascimento)
Prefeito de Tapes Sylvio Tejada é condenado pelo Tribunal de Contas do Estado
Estado do Rio Grande do SulTribunal de ContasGabinete do Conselheiro Cezar MiolaTRIBUNAL DE CONTAS
Relator: CONSELHEIRO SUBSTITUTO ALEXANDRE MARIOTTI
Processo nº 001611-02.00/09-4
Órgão: EXECUTIVO MUNICIPAL DE TAPES
Gestores: SYLVIO TEJADA XAVIER E JOSÉ PATRÍCIO FARIAS
Data da sessão: 25-11-2010
PROCESSO DE CONTAS. MULTA. PARECERDESFAVORÁVEL (SYLVIO TEJADA XAVIER). PARECERFAVORÁVEL (JOSÉ PATRÍCIO FARIAS).RECOMENDAÇÃO AO ATUAL GESTOR.As condutas infringentes a regras e princípiosconstitucionais e à legislação incidente determinam aimposição de penalidade pecuniária e a emissão deparecer desfavorável à aprovação das Contas.A inexistência de falhas no período de substituiçãoimpõe a emissão de parecer favorável.As infringências ao ordenamento jurídico justificamrecomendação ao atual Administrador no sentido daimplementação de medidas preventivas e corretivas.RELATÓRIOTrata-se do Processo de Contas dos Senhores Sylvio Tejada Xavier(Prefeito) e José Patrício Farias (Vice-Prefeito), Administradores do Municípiode Tapes no exercício de 2009 (o segundo, de 12 a 19-01 e de 07 a20-02-2009; e, o primeiro, nos demais períodos).A Supervisão de Instrução de Contas Municipais – SICM noticia aocorrência de falhas (fls. 185 a 187).No Processo de Gestão Fiscal relativo ao período examinado, estaSegunda Câmara, em sessão de 20-05-2010, emitiu parecer peloatendimento à Lei Complementar nº 101/2000.Intimados os Gestores, apenas o Prefeito, presta esclarecimentos(fls. 201 a 209), através de Procurador devidamente habilitado (o AdvogadoGladimir Chiele – fl. 112), juntando documentação comprobatória (fls. 210 a255), a partir de cujo exame a SICM (fls. 256 a 274) conclui pelapermanência de todos os apontes, a saber:1.1 – pagamento de diárias com base na Lei Municipalnº 2.194/2003, que prevê valores para a indenização dos servidorescomissionados, em deslocamento para fora do Município, superiores aosdevidos aos servidores efetivos, nas mesmas circunstâncias. Privilégioinfringente ao princípio da impessoalidade, expresso no caput do artigo 37da Constituição Brasileira (fls. 95, 96, 121 e 122);2.1 – cedências de três estagiários, com ônus para o Município,destinadas ao atendimento de necessidades do Fórum e da DefensoriaPública locais. Despesas com repercussão anual de R$ 20.484,00. Satisfaçãode demandas de outras esferas do Poder Público em detrimento das que sãopróprias do Município, tais como a reivindicação de um veículo formuladapelo Conselho Tutelar, a qual foi, inclusive, objeto de Termo de Ajustamentode Conduta – TAC, firmado entre o Executivo Municipal e o Ministério Públicoem 04-08-2009. Deficiências de aparelhamento do Conselho Tutelar,prejudiciais à sua ação institucional, voltada à execução da política deatendimento dos direitos da criança e do adolescente, prevista nos artigos 86e 132 da Lei Federal nº 8.069/1990. Inobservância ao disposto no artigo 4ºda Lei Federal nº 4.320/1964, segundo o qual os recursos do PoderExecutivo Municipal devem ser aplicados em suas próprias despesas (fls. 96,97, 122 a 124);2.2.1 – contratação de Agentes Comunitários de Saúde e deControle da Dengue mediante convênio mantido com a APAE – Associaçãode Pais e Amigos dos Excepcionais de Tapes, ajuste firmado em 11-02-2005e cujo prazo de vigência sofreu a última prorrogação em 28-12-2008,prevendo um novo período de 12 meses, a contar de 31-12-2008.Terceirização de pessoal infringente das disposições da EmendaConstitucional nº 51/2006, conforme orientação estabelecida pelo TribunalPleno na decisão proferida no Processo nº 003707-02.00/06-7, em sessão de20-12-2006 (fls. 98 e 124);2.2.2 – repasses de recursos públicos à APAE executados naRubrica 335043010000 – Subvenções Sociais – Instituições de CaráterAssistencial, Cultural e Educacional, que não integra o cálculo de despesascom pessoal para efeito de aferição do limite estabelecido na alínea b doinciso III do artigo 20 da Lei Complementar nº 101/2000. Dispêndios queconsubstanciam despesas com pessoal, pois a contratação dos servidoresprevista no convênio deveria ter sido feita diretamente pelo Poder Público,consoante disposto na Emenda Constitucional nº 51/2006. Gastos, até o finaldo exercício, no montante de R$ 264.927,65 (fls. 99, 125 e 126);2.2.3 – ausência de recolhimento da contribuição previdenciáriadevida ao INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social – pela APAE, nacondição de empregadora dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentesde Controle da Dengue. Isenção da contribuição previdenciária asseguradaàs entidades filantrópicas pelo artigo 55, inciso V, da Lei Federalnº 8.212/1991, no exercício de suas finalidades institucionais, que nãoalcança a intermediação de mão de obra pactuada com o Município deTapes. Passivo potencial que a qualquer momento poderá ser reivindicadopelo INSS, acrescido de encargos de mora, levando ao comprometimentodos recursos da execução orçamentária de exercícios futuros. Irregularidadejá apontada nos exercícios de 2006, 2007 e 2008 e que, somada aos valoresrelativos ao exercício de 2009, perfaz o montante de R$ 1.673.517,02 (fls. 99a 101 e 126 a 128);2.2.4 – desatendimento da reiterada sugestão deste Tribunal deContas, contida nos Processos nºs 003712-02.00/06-5 e 010618-02.00/07-6,relativos aos exercícios de 2006 e 2007, no sentido de que fosse efetuadaconsulta junto ao INSS para dirimir dúvidas quanto ao alcance do Certificadode Entidade de Fins Filantrópicos – CEFF no que concerne à contribuiçãopatronal. A falta de contribuição para o INSS constou do rol deirregularidades que deram ensejo à imposição de multa ao Administrador,consoante decisão proferida no Processo nº 010618-02.00/07-6. Premênciada adoção de tal medida administrativa, diante da falta de provisionamentodos valores não pagos, revelando a inexistência de ação planejada etransparente voltada à prevenção de riscos e à correção de desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, medida acautelatória prevista noartigo 1º da Lei Complementar nº 101/2000. Eventual reconhecimento dadívida que poderá ensejar ao Ordenador de Despesas o dever de restituiçãodos encargos de mora a que der causa, conforme prevêem os incisos XIV doartigo 1º do Decreto-Lei nº 201/1967, e o X do artigo 10 da Lei Federalnº 8.429/1992, combinados com o artigo 1º da LRF (fls. 101, 102, 128 a130);3 – deficiências no registro, controle e guarda de benspermanentes. Ausência de realização de inventários, sendo que os valoresregistrados na Contabilidade não apresentam expressão nos registrosauxiliares de patrimônio, além da destinação dos bens não ser processadamediante requisição formal e da ausência de elaboração de termos deresponsabilidade pela guarda dos bens patrimoniais. Inobservância aodisposto nos artigos 94, 95 e 96 da Lei Federal nº 4.320/1964 (fls. 103, 130e 131);4.1 – falta de envio de informações ao SISCOP. Descumprimentoao artigo 2º, § 1º, da Resolução nº 612/2002, deste Tribunal de Contas.Falha já verificada no exercício anterior (fls. 103, 104 e 131);4.2 – expiração do prazo de vigência dos instrumentoscontratuais, sem que tenha sido providenciada sua aditivação em relação àsTomadas de Preços nºs 011 e 12/2008, que geraram os Contratos nºs 237 e235/2008, respectivamente. Infringência ao princípio constitucional daeficiência (fls. 104, 131 e 132);2 da consolidação – a remessa de normas à Base de LegislaçãoMunicipal do Tribunal de Contas do Estado – BLM não foi procedida deacordo com as condições e os prazos previstos na Resolução nº 843/2009 ena Instrução Normativa nº 12/2009, ambas desta Casa (fls. 185 e 186).O Órgão Técnico consigna que não foram constatadasirregularidades nos períodos em que o Senhor José Patrício Farias,Vice-Prefeito, esteve à frente do Executivo Municipal (fl. 273).Instado, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contasmanifesta-se por meio do Parecer MPC nº 8120/2010, exarado pela Adjuntade Procurador Fernanda Ismael, concluindo, em síntese, pela advertência àOrigem; imposição de multa e emissão de pareceres desfavorável à aprovação das Contas do Senhor Sylvio Tejada Xavier e favorável àquelasrelativas ao Senhor José Patrício Farias (fls. 275 a 281).É o relatório.VOTOI – O conjunto das irregularidades apontadas nos autos,notadamente aquelas objeto dos apontes nºs 2.2.1, 2.2.2, 2.2.3, 2.2.4 e 3,revela a prática de atos administrativos e de gestão contrários às normas deadministração financeira e orçamentária e a dispositivos constitucionais,constituindo motivo para fundamentar, além da emissão de parecerdesfavorável à aprovação das Contas do Senhor Sylvio Tejada Xavier,também a aplicação de penalidade pecuniária.Especialmente quanto à matéria versada no tópico nº 2.2 esubitens (convênio firmado com a APAE – Associação de Pais e Amigos dosExcepcionais de Tapes, visando o desenvolvimento de atividades deprogramas de saúde elencados no plano de trabalho anexo ao termo aditivode 29-12-2008, destacando o PACS – Programa de Agentes Comunitários deSaúde e o PNCD – Programa Nacional de Controle da Dengue), sãoreiteradas as manifestações da Corte, e deste Conselheiro, tanto em sede deorientação quanto nos processos de contas, reafirmando que a“terceirização” de ações e serviços de saúde e as repetidas alocações deencargos afetos à Administração para associações, cooperativas ou outrasinstituições e empresas intermediadoras do fornecimento de mão-de-obraviolam os princípios que regem o Sistema Único de Saúde, expressos noartigo 198 da Constituição da República, e as disposições da Lei Federalnº 8.080/1990 (arts. 7º e 24).Nesse sentido, ressalto importante decisão prolatada peloTribunal Pleno (sessão de 19-03-2008), em declinação de competência,nos autos da Prestação de Contas do Prefeito de Carazinho (Processonº 002624-02.00/05-9, Relator o Conselheiro Helio Saul Mileski), exercíciode 2004. Sobredito decisum, confirmado em sede de reconsideração(Processo nº 003560-02.00/08-9 – sessão de 17-12-2008, Relator oConselheiro Victor José Faccioni) e adotado como orientação normativa a seraplicada aos órgãos jurisdicionados, acolheu os termos dos Pareceresnºs 0029/2007, da douta Auditoria, e 0151/2008, do MPC. Deliberação nomesmo sentido se deu também nos Processos nºs 007514-02.00/08-0 (Executivo de Vila Maria), 007939-02.00/08-0 (Executivo de Cotiporã),005428-02.00/08-0 (Executivo de São Francisco de Paula) e006492-02.00/08-3 (Executivo de Carazinho), em sessões de 05-11-2009,03-12-2009, 04-03-2010 e 23-09-2010, respectivamente. E, em todos oscasos, o parecer exarado pela Casa foi no sentido da desaprovação dasContas.A situação também revela afronta ao princípio da acessibilidadeaos cargos e empregos públicos pelas vias constitucionalmente previstas(art. 37, incs. II e IX), bem como incide nas disposições da Súmula nº 331do TST, registrando, ainda, que a utilização de tal prática distorce aapuração do percentual de gastos com pessoal previstos no artigo 19 daLRF.Destaco, ainda, que a ocorrência em foco foi igualmente apontadanas Contas dos três exercícios anteriores (Processos nºs 003382-02.00/07-3,010618-02.00/07-6 e 007037-02.00/08-0). A equipe auditora noticia que, de2006 a 2009, o valor que o INSS poderá exigir da APAE, a título decontribuição previdenciária não recolhida, e que deverão ser assumidas peloErário, atinge o montante nominal de R$ 1.673.517,02. Registrando, poroportuno, que o Gestor era o Sr. Sylvio Tejada Xavier (fls. 98 a 102 e 124 a130).Por fim, cabe recomendar ao atual Administrador que evite aocorrência de falhas como as apontadas e implemente medidas corretivasem relação àquelas passíveis de regularização e, em especial, que seabstenha de efetivar ou renovar a contratação de pessoal através dequaisquer entes com o fito de intermediar o fornecimento de mão-de-obra, oque deverá ser examinado em futura auditoria.II – Já no que diz com o Senhor José Patrício Farias, Vice-Prefeito,considerando os seus exíguos períodos de gestão e a ausência de falhasespecíficas a ele imputáveis, entendo descaber a imposição de penalidadepecuniária ao mesmo.III – Em face do exposto, acolhendo in totum os fundamentos doinforme técnico e aqueles declinados no parecer ministerial, voto por:a) impor multa no valor de R$ 1.500,00 ao Senhor Sylvio TejadaXavier, nos termos dos artigos 67 da Lei Estadual nº 11.424/2000 e 132 do Regimento Interno deste Tribunal, por afronta a normas constitucionais elegais reguladoras da gestão administrativa;b) remeter os autos à Supervisão de Instrução de ContasMunicipais para que proceda à elaboração do demonstrativo da penalidadepecuniária imposta na alínea a deste decisum, em conformidade com odisposto na Resolução nº 585/2001;c) intimar o Responsável para que, no prazo de 30 dias, comprovea este Tribunal o recolhimento do valor de que trata a alínea a destedecisório aos Cofres do Estado;d) extrair-se Certidão de Decisão – Título Executivo, nos termosda Instrução Normativa nº 06/2004, caso não cumprida a presente decisão eapós o seu trânsito em julgado;e) recomendar ao atual Gestor que evite a ocorrência de falhascomo as apontadas no relatório, em especial as destacadas no título I destevoto e adote providências corretivas em relação àquelas passíveis deregularização, a serem aferidas em futuro procedimento de fiscalização juntoàquele Órgão e, especificamente se abstenha de efetivar ou renovar acontratação de pessoal através de quaisquer entes com o fito de intermediaro fornecimento de mão-de-obra;f) emitir parecer desfavorável à aprovação das Contas do SenhorSylvio Tejada Xavier, Prefeito do Município de Tapes no exercício de 2009,com fundamento no artigo 3º, incisos VIII e XI, da Resolução nº 414/1992;g) emitir parecer favorável à aprovação das Contas do SenhorJosé Patrício Farias, Vice-Prefeito do Município de Tapes, no exercício de2009, com fundamento no artigo 5° da mesma Resolução;h) dar ciência do parecer de que trata a alínea f deste decisório aoProcurador Regional Eleitoral, consoante preceitua o artigo 87 do RegimentoInterno desta Corte;i) dar ciência da presente decisão, do relatório e voto que afundamentam, bem como do parecer de que cuida a mesma letra f, aoMinistério Público Estadual;j) após o trânsito em julgado, cumpridos os procedimentosreguladores, seja o processo encaminhado ao Legislativo Municipal de Tapes,para o exercício de suas competências constitucionais e legais.É o meu voto.Gabinete, em 25-11-2010.Conselheiro Substituto Alexandre Mariotti,Relator.AMVT001611094-16.
Por que o PT participa da administração Tejada em Tapes?
É mesmo lamentável que o PT faça parte do governo Tejada em Tapes. Saiu a primeira etapa do projeto de renovação da orla- que custou R$ 380 mil aos cofres públicos, num convênio com a Metroplam. O documento está fechado no gabinete municipal e não houve manifestação do Diretório do PT de Tapes para que fosse aberto à comunidade para organização de seminários e debates, que é a tradição deste partido. Agora a prefeitura repassou a conta de luz aos pescadores, caso contrário haverá corte, mas a Unidade, que possibilitaria que eles comercializassem o gelo para pagar a conta, não.E, ainda, quem visitar a Unidade de Filetagem terá a oportunidade de ver as câmaras frigoríficas desligadas desde 2006, porque falta fiação na obra. O dinheiro já veio faz tempo e daí?A máquina de produção de gelo, adquirida por licitação, da Empresa de Caxias do Sul, é uma verdadeira engendração, que nem em fundo de quintal se faria coisa pior, atestou um engenheiro de Porto Alegre.E, coisas deste tipo são comuns para atual administração, que em 2008 comprou máquinas de costuras para uma cooperativa de costureiras daqui, elas tinham trabalho, mas as máquinas não funcionavam. O que administração fez? Recolheu-as e deixou as trabalhadoras a ver navios, ou melhor, barcos encalhados na Sanga dos Charquedas, a espera dos molhes dos pescadores, cuja verba de R$ 150 mil está disponível desde 2006. A assessoria de Imprensa da prefeitura enviava, até outubro do ano passado, a alegação de que a obra não saia porque não tinha a licença da FEPAM. Só que o processo está arquivado porque, mesmo depois de parecer favorável, a prefeitura não deu notícias.Na comunidade das Camélias há violação dos direitos humanos, porque a comunidade não tem água decente para beber ou transporte público e trabalha numa cooperativa, cuja água foi cortada porque a Prefeitura havia se comprometido de pagar a conta e não pagou, fornecer creche às trabalhadoras, moradia e complementar o salário que não chega a R$ 240 por mês.
Não vou atrás deste absurdos administrativos. Eles se esfregam na cara da gente.
devolvo-te ao sonho
e à palavra
se é sonho
e se é palavra que desejas
devolvo-te a ti mesmo se acaso
desvio a luz
para que olhando vejas
Y. K. Centeno, Perto da Terra, 1984, p. 67
A Arte da Cultura: Silêncios - Símbolos - Máscaras. Colóquio de Homenagem à Professora Yvette Kace Centeno
Sou apenas um sinal sou apenas um caminho (quantas vezes, percorrido até chegar ao destino?) A Oriente
Ô da rua! Ô da internet! Vem renovar-te. Ô da rua! Vem para a festa! Há música na noite! Ouves? Da montanha, o som estridente dos sinos de bronze, tambores e flautas ressonantes. Sabacio! Baco! Yaco! Básaro! Zalmoxis! Ó Dionísio! Ô da rua! O Deus se rebaixa a nós, se transfere para a terra e para o corpo! Alegra-te! A terra geradora é o túmulo e o ventre, onde tudo cresce profusamente, é a vida e o começo. Vem morrer para renascer maior e melhor! Um cordão umbilical nos liga ao ventre fecundo da terra. Eia, lá vai um corpo velho, acompanhado de mãos do velho aio, vestidos em nébridas coloridas, desejosos de executarem as danças. Dois corpos imperfeitos, com toda sua materialidade imediata. E, haverá um rei travestido de mulher. Ri-te! O riso degrada e materializa! Em êxtase, as Loucas te predizem: a compreensão desta imagem cômica se perderá no futuro, interpretada com absoluta seriedade e unilateralidade, razão pelo qual se tornará falsa e anódina. Eia Bacas! E, o mesmo Rei será despedaçado. Ô do palácio! As Loucas, libertas da verdade deste mundo, a contemplá-lo libertas dessa verdade! Ri-te, ri-te, ri-te, com relevo. Reações: Nenhum comentário:
"Vamos fazer um trato? Eu não me suicido e
tu também não te suicidas.
Eu não lavo a tua louça e tu não precisas lavar a minha." RS
Teatro Anatómico: My own private Roy Channing story
Intervenção do Roberto Silva :))))
Escrito por Óscar Paúl Castro
(poeta mexicano) El amor es uno de los tantos caminos de la sangre Mas todo alto crimen es amor Fiera plena Jadeando tras el salto El hocico manchado Jirones de miel goteando de las garras Un silencio convocó la primera grieta La primera piedra en el espejo
Una onda rota que hasta ti se arrastra todavía Desde mí se han vuelto pesados nuestros pasos Hunden tu cuerpo en el agua Huella Herida Es tu camino Y donde seas gritan Sígueme A tus fantasmas
Tu sombra es larga en mí No me abandona Rompe la piel de mis fronteras Desborda todo margen Marchitando Y de vez en cuando Todo lo desbanda Como un sueño de halcón en la paloma
Desde mí estás solo Innumerable y solo Sitiado por espejos que te vuelven
el rostro Que se alejan un paso a cada paso Avanzas como un pez de niebla Y si derrotado mendigas de ternura Boqueas apenas ecos Amargos despojos de palabras Es baja tu miseria
Alta es mi miseria No lo entenderás nunca Si mendigo es porque todo lo poseo Mis manos nunca han de llenarse No sé lo que es la sed Amor es una palabra
entre palabras Donde tú temes Donde tú adelantas sombra para sondear el abismo Y regresas Yo avanzo siempre Solo
Solo Solo Cien veces solo seas Miserable Regresas cada día Hundes una llave como daga Mas no hay gritos Las paredes y las puertas se sostienen y derrumban silenciosas Incluso la hierba Donde allende descansaba la mirada Ha huido para siempre Sólo tus fantasmas permanecen
Bien Quizás sea hora de dejar la mesa Antes de acostarme quisiera fumar Mirar la lluvia Deja eso ahí Amor Que los perros devoren los restos como siempre Antes de que salgas Enciéndeme un cigarro Dame un beso
Y no olvides esconder el puñal bajo la almohada
Publicado em Refundación. Revista Latinoamericana Ficha del autor
Culiacán, México, 1979. Poeta y traductor. Es licenciado en Lengua y Literatura Hispánicas por la Universidad Autónoma de Sinaloa. Es coautor de los libros de poesía Antes de los veinte (DIFOCUR, 1998), Los límites acordados (DIFOCUR, 2000), 1979 Antología poética (Palabras del Humaya, 2005), La luz que va dando nombre, Veinte años de la poesía última en México (Secretaría de Cultura del Gobierno del Estado de Puebla, 2007), La permanencia del relámpago. Antología de poesía de Sinaloa (Praxis, 2008), La letra en la mirada Antología de crónica literaria (Palabras del Humaya, 2009), El vértigo de los aires (Asociación de Escritores de México, 2009), Renovigo Piezas teatrales (Palabras del Humaya, 2009). Ha publicado en las revistas Generación, Literal, Crótalo, Flecha y Espejo, TextoS, Tierra Adentro, La Otra. Ha publicado traducciones en las revistas TextoS, Punto de Partida y en el Periódico de Poesía de la UNAM. http://tradiuttore.wordpress.com/
Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N5839 e divulga-o por teus contatos. Reações: Nenhum comentário:
“Por que não temos nossos molhes?”, questionam pescadores no esforço de desencalharem embarcações
Desde 2007 há verba de 150 mil para a construção dos molhes. A FEPAM dá como aceite o termo de referência, que já foi encaminhado em 2007, mas abandonado pela Prefeitura. E, com vontade política, a Superintendência de Portos e Hidrovias poderia realizar a batimetria. Os molhes resolveriam não só o problema da seca da Sanga dos Charqueadas como também das enchentes na Vila dos Pescadores. “Na verdade só é necessária uma carreira de pedra para atacar tanto a água como a areia, porque esta areia a água traz”, diz o presidente da Associação dos Pescadores, Paulo Afonso Rodrigues Castro
Mesmo a licença para o desassoreamento já está vencida, junto à FEPAM
Convivem há cem anos com o problema que teria fim se a verba que está disponível, desde 2007, de R$ 150 mil fosse aplicada pela Prefeitura Municipal para a construção dos molhes. Obra de baixo impacto ambiental, devido a própria constituição da orla, teve o termo de referência, encaminhado pela Prefeitura, em 2007, aceito pela FEPAM em três de abril de 2008. A partir desta data, a FEPAM não obteve reposta da Prefeitura, e este ano o processo foi arquivado. Segundo informações da autarquia, caso a Prefeitura tenha interesse em discutir novamente o termo de referência original- a FEPAM terá que fazer novo estudo porque, a partir de 2007, há muita legislação nova que pode incidir sobre a região.O presidente da Associação dos Pescadores, Paulo, disse que o prefeito informou que iria mudar o projeto original por um mais simples para que o valor disponível de R$ 150 mil abarque a construção da obra. “Eles queriam fazer tipo um cais, mas é para barcos de grande porte”, considera Paulo.Conforme o prefeito, Sylvio Tejada, “ali exige tipo de projeto que envolve batimetria, que custa 31 mil reais- último orçamento que tivemos, então estamos tentando viabilizar uma forma para reduzir”. Entretanto, a redação do Regional de Notícias entrou em contato com a Superintendência de Portos e Hidrovias, e a assessoria de comunicação informou que se for encaminhado um ofício ao Superintendente Diretor, explicando a situação dos Pescadores, é provável que este órgão realize a batimetria.
“A situação dos pescadores é péssima”, diz Paulo. ”A água baixa e quem chega da lagoa não consegue entrar para o porto ou sair”. Nessa época, eles costumam fazer viagens de férias com a família ou receber pescadores de outras localidades. O desassoreamento da Sanga, realizado pela Prefeitura, ou por eles mesmos, a contratarem empresa particular por R$ 70 por hora, quando a Prefeitura alega não ter máquina disponível, dura pouco, porque depende dos ventos. “Eles puxam a terra e não tiram, então o mar bate ali e joga toda a areia para dentro da sanga novamente”, explica Paulinho.Com a correnteza da água vêm pedaços de madeira, pedras. “Aconteceu várias vezes de, tentando entrar ou sair da sanga, a quebra de eixos, hélices”, conta Paulo. Em época de chuvas ou temporais é comum os pescadores se atirarem na água- muitas vezes na madrugada, porque as ancoras não seguram, e há o risco das embarcações irem para cima dos trapiches velhos. “Já aconteceu de furar barco”. Segurar âncoras, tirar água das embarcações não têm sido uma rotina fácil. Quando há muito vento até levam para o náutico. “Mas se levar para lá, a gente tem que ficar cuidando dos barcos, e eles também não aceitam muito os pescadores lá”, diz Paulo. “É complicado para eles, porque lá estão só veleiros e barcos de passeio”. Matéria publicada com algumas alterações no Regional de Notícias- Tapes.
Amoros Andres Julio Cortazar Introduccion A Rayuel...

References: artigo 37
 artigo 4
 artigo 20
 artigo 55
 artigo 10
 artigo 1
 artigo 2
 artigo 19
 artigo 3
 artigo 5
 artigo 87