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Timestamp: 2017-05-27 11:16:14+00:00

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Código de Processo Civil by Vida Económica - issuu
PROCESSO CIVILPor ora, apresenta-se esta ferramenta de trabalho que visa auxiliar os profissionais do foro e estudantes, na adaptação às novas normas e àquelas,
que não sendo novas no seu conteúdo, o são na sua numeração.
Pretende, assim, ser um guia de trabalho, onde a correspondência entre
os artigos antigos e novos seja concreta e clara, permitindo a todos estabelecer ligações sistemáticas e de conteúdos, alertando ainda para o que
é totalmente NOVO.ISBN 978-972-788-770-5www.vidaeconomica.pt
ISBN: 978-972-788-770-5www.processocivil.ptVisite-nos em
livraria.vidaeconomica.pt9 789727 887705Novo CÓDIGO de
PROCESSO CIVILTrata-se da primeira fase do projeto que os autores, todos advogados,
decidiram empreender onde, para além da presente publicação, se inclui
uma plataforma informática – www.processocivil.pt – a qual estará disponível a partir da data de entrada em vigor do novo Código de Processo
Civil. Esta plataforma permitirá, ainda, a participação de todos os interessados que pretendam contribuir para as futuras anotações a este código.e Legislação Complementar - ANOTADOEste trabalho surge a propósito da aprovação do novo Código de Processo
Civil pela Lei n.º 41/2013 da Assembleia da República, de 26 de Junho de
2013.Ana Rebelo Sousa
Miguel Sá Miranda(Advogados)NovoAna Rebelo Sousa
(Advogados)NovoCÓDIGO de
PROCESSO CIVILAna Rebelo Sousa
Advogada na Sá Miranda & Associados - Sociedade de Advogados, RL. Inscrita na Ordem
dos Advogados desde 2009. Docente de direito processual civil na Escola Superior de
Tecnologia e Gestão de Felgueiras (IPP). Doutoranda na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.e Legislação Complementar
ANOTADOLei n.º 41/2013, de 26 de junho
INCLUI:>	TABELA DE CORRESPONDÊNCIA
Ação Declarativa Especial para Cumprimento de Obrigações Pecuniárias
Regime Especial Relativo aos Atrasos de Pagamento em Transações Comerciais
Medidas Contra os Atrasos de Pagamento nas Transações Comerciais
Balcão Nacional de Arrendamento e Procedimento Especial de DespejoMárcia Passos
Advogada. Inscrita na Ordem dos Advogados
desde 1995. Formadora de direito processual
civil na Ordem dos Advogados e na Câmara
dos Solicitadores.Miguel Sá Miranda
Advogado na Sá Miranda & Associados - Sociedade de Advogados, RL. Inscrito na Ordem
dos Advogados desde 1997. Docente de direito processual civil na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras (IPP). Formador de direito processual civil na Ordem dos
Advogados e na Câmara dos Solicitadores.NOTA DOS AUTORES
Este trabalho surge a propósito da aprovação do novo código de processo civil de acordo
com o texto final da Lei nº 41/2013 da Assembleia da República, de 26 de Junho de 2013.
Em consequência da sua atividade profissional, os autores - todos advogados há vários anos
dedicando-se também ao ensino do direito processual civil ao nível superior e pós superior
- porque têm vindo a acompanhar a evolução e a história do processo civil, nomeadamente
no âmbito do código de 1961, entenderam que não poderiam ficar indiferentes a este momento de transformação no regime processual civil português e à mudança que se pretende
na forma de estar, pensar e trabalhar o processo civil.
Esta é uma primeira fase do projeto que decidiram empreender onde, para além da presente
publicação, se inclui uma plataforma informática – www.processocivil.pt – a qual estará
disponível a partir da data de entrada em vigor do novo código de processo civil.
Estas primeiras anotações constituem uma ferramenta de trabalho que visa auxiliar os
profissionais do foro e estudantes, na adaptação às novas normas e àquelas que não sendo
novas no seu conteúdo, o são na sua numeração, pois que, senão principalmente pelas
caraterísticas de reorganização sistemática e de total renumeração dos artigos do código,
falamos hoje de um novo código de processo civil.
Pretende assim ser um guia de trabalho, onde a correspondência entre os artigos antigos
e novos seja concreta e clara, permitindo a todos estabelecer ligações sistemáticas e de
conteúdos, alertando ainda para o que é totalmente NOVO.
Porto, 26 de junho de 2013NOTAS INTRODUTÓRIAS E METODOLOGIA
A expressão “anterior CPC” reporta-se à redação dada ao código de processo civil em 1961
(CPC 1961), na sua versão consolidada e vigente nesta data. Contudo, sempre que a redação
de normas do CPC 1961 tenha sofrido alteração decorrente da Lei n.º 52/2008, de 28 de
agosto, foi essa a considerada como base de trabalho.
Na tabela de correspondência, a indicação “(…)” significa que as normas do CPC 1961 não
têm correspondência no texto final da Lei n.º 41/2013 da Assembleia da República, de 26
de junho de 2013 (NCPC).
As anotações foram efetuadas da seguinte forma:
- onde não existia alteração de redação, referiu-se apenas a mera correspondência
entre artigos;
- onde existia alteração de redação, foi a mesma identificada e o correspondente
artigo do CPC 1961 transcrito;
- não se consideraram as alterações às normas do CPC 1961 já publicadas, mas que,
nesta data, ainda não tinham entrado em vigor;
- quando o artigo era totalmente novo, foi o mesmo identificado como “Artigo novo”;
- não se considerou existir alteração de redação, quando:
- a alteração foi meramente decorrente da aplicação das regras do novo acordo ortográfico;
- a alteração foi meramente decorrente das adaptações à renumeração ou à nova
organização sistemática.
Neste trabalho, optou-se por não incluir as duas leis de organização e funcionamento dos
tribunais judiciais atualmente em vigor – Lei n.º 3/99, de 13 de janeiro, e Lei n.º 52/2008,
de 28 de agosto – face à previsível entrada em vigor, em 1 de janeiro de 2014, de um novo
diploma de organização do sistema judiciário, conforme a Proposta de Lei n.º 114/XII da
Na elaboração desta publicação foi adotado o novo acordo ortográfico, com exceção dos
textos, relativos às redações anteriores, incluídos nas anotações e da legislação complementar, cuja redação publicada em Diário da República não seguiu o novo acordo ortográfico.LEI N.º 41/2013, DE 26 DE JUNHO - APROVA O CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL61LEI N.º 41/2013, DE 26 DE JUNHO
Artigo 2.º - Remissões
1 - As referências, constantes de qualquer diploma, ao processo declarativo ordinário,
sumário ou sumaríssimo consideram-se feitas para o processo declarativo comum.
2 - Nos processos de natureza civil não previstos no Código de Processo Civil, as referências
feitas ao tribunal coletivo, que deva intervir nos termos previstos neste Código, consideram-se feitas ao juiz singular, com as necessárias adaptações, sem prejuízo do disposto no n.º
5 do artigo 5.º.
Artigo 3.º - Intervenção oficiosa do juiz
a) O juiz corrige ou convida a parte a corrigir o erro sobre o regime legal aplicável por
força da aplicação das normas transitórias previstas na presente lei;
b) Quando da leitura dos articulados, requerimentos ou demais peças processuais
podendo vir a praticar ato não admissível ou omitir ato que seja devido, deve o
juiz, quando aquela prática ou omissão ainda sejam evitáveis, promover a superação do equívoco.
a) O Decreto-Lei n.º 44 129, de 28 de dezembro de 1961, que procedeu à aprovação
b) O Decreto-Lei n.º 211/91, de 14 de junho, que procedeu à aprovação do Regime
do Processo Civil Simplificado;
c) O Decreto-Lei n.º 184/2000, de 10 de agosto, que procedeu à aprovação do regime
das marcações de audiências de julgamento;
d) O Decreto-Lei n.º 108/2006, de 8 de junho, que procedeu à aprovação do Regime
Processual Civil Experimental;
e) Os artigos 11.º a 19.º do Decreto-Lei n.º 226/2008, de 20 de novembro;62CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOf) O Decreto-Lei n.º 4/2013, de 11 de janeiro, que procedeu à aprovação de um conjunto de medidas urgentes de combate às pendências em atraso no domínio da
Artigo 5.º Ação declarativa
1 - Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, o Código de Processo Civil, aprovado
em anexo à presente lei, é imediatamente aplicável às ações declarativas pendentes.
2 - As normas relativas à determinação da forma do processo declarativo só são aplicáveis
às ações instauradas após a entrada em vigor do Código de Processo Civil, aprovado em
3 - As normas reguladoras dos atos processuais da fase dos articulados não são aplicáveis
às ações pendentes na data de entrada em vigor do Código de Processo Civil, aprovado em
4 - Nas ações que, na data da entrada em vigor da presente lei, se encontrem na fase dos
articulados, devem as partes, terminada esta fase, ser notificadas para, em 15 dias, apresentarem os requerimentos probatórios ou alterarem os que hajam apresentado, seguindo-se
os demais termos previstos no Código de Processo Civil, aprovado em anexo à presente lei.
5 - Nas ações pendentes em que, na data da entrada em vigor da presente lei, já tenha sida
admitida a intervenção do tribunal coletivo, o julgamento é realizado por este tribunal,
nos termos previstos na data dessa admissão.
6 - Até à entrada em vigor da Lei de Organização do Sistema Judiciário, competem ao juiz
de círculo a preparação e o julgamento das ações de valor superior à alçada do tribunal da
Relação instauradas após a entrada em vigor do Código de Processo Civil, aprovado em anexo
à presente lei, salvo nos casos em que o Código de Processo Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 44 129, de 28 de dezembro de 1961, excluía a intervenção do tribunal coletivo.
Artigo 6.º - Ação executiva
1 - O disposto no Código de Processo Civil, aprovado em anexo à presente lei, aplica-se, com
as necessárias adaptações, a todas as execuções pendentes à data da sua entrada em vigor.
2 - Nas execuções instauradas antes de 15 de setembro de 2003 os atos que, ao abrigo do
Código de Processo Civil, aprovado em anexo à presente lei, são da competência do agente
de execução competem a oficial de justiça.
3 - O disposto no Código de Processo Civil, aprovado em anexo à presente lei, relativamente
aos títulos executivos, às formas do processo executivo, ao requerimento executivo e à tramitação da fase introdutória só se aplica às execuções iniciadas após a sua entrada em vigor.
4 - O disposto no Código de Processo Civil, aprovado em anexo à presente lei, relativamente
aos procedimentos e incidentes de natureza declarativa apenas se aplica aos que sejam
deduzidos a partir da data de entrada em vigor da presente lei.
Artigo 7.º - Outras disposições
1 - Aos recursos interpostos de decisões proferidas a partir da entrada em vigor da presente
lei em ações instauradas antes de 1 de janeiro de 2008 aplica-se o regime de recursos decor-LEI N.º 41/2013, DE 26 DE JUNHO - APROVA O CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL63rente do Decreto-Lei n.º 303/2007, de 24 de agosto, com as alterações agora introduzidas,
com exceção do disposto no n.º 3 do artigo 671.º do Código de Processo Civil, aprovado em
A presente lei entra em vigor no dia 1 de setembro de 2013.Aprovada em 19 de abril de 2013.
O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho.CÓDIGO DE PROCESSO CIVILLIVRO I - DA AÇÃO, DAS PARTES E DO TRIBUNAL[Art. 1.º]67CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
LIVRO I - DA AÇÃO, DAS PARTES E DO TRIBUNALArtigo 1.º - Proibição de autodefesa
A ninguém é lícito o recurso à força com o fim de realizar ou assegurar o próprio direito,
salvo nos casos e dentro dos limites declarados na lei.
■ Corresponde ao artigo 1.º do anterior CPCArtigo 2.º - Garantia de acesso aos tribunais
1 - A proteção jurídica através dos tribunais implica o direito de obter, em prazo razoável,
uma decisão judicial que aprecie, com força de caso julgado, a pretensão regularmente
deduzida em juízo, bem como a possibilidade de a fazer executar.
2 - A todo o direito, exceto quando a lei determine o contrário, corresponde a ação adequada
a fazê-lo reconhecer em juízo, a prevenir ou reparar a violação dele e a realizá-lo coercivamente, bem como os procedimentos necessários para acautelar o efeito útil da ação.
■ Corresponde ao artigo 2.º do anterior CPC.Artigo 3.º - Necessidade do pedido e da contradição
1 - O tribunal não pode resolver o conflito de interesses que a ação pressupõe sem que a
resolução lhe seja pedida por uma das partes e a outra seja devidamente chamada para
deduzir oposição.
3 - O juiz deve observar e fazer cumprir, ao longo de todo o processo, o princípio do contraditório, não lhe sendo lícito, salvo caso de manifesta desnecessidade, decidir questões
de direito ou de facto, mesmo que de conhecimento oficioso, sem que as partes tenham
tido a possibilidade de sobre elas se pronunciarem.
4 - Às exceções deduzidas no último articulado admissível pode a parte contrária responder
na audiência prévia ou, não havendo lugar a ela, no início da audiência final.
■ Corresponde, com alterações, ao artigo 3.º do anterior CPC.
■ Redação anterior:
Artigo 3º - Necessidade do pedido e da contradição
1 - O tribunal não pode resolver o conflito de interesses que a acção pressupõe sem que a resolução lhe seja
pedida por uma das partes e a outra seja devidamente chamada para deduzir oposição.CÓDIGO DE
PROCESSO CIVILTÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES E DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS68CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADO2 - Só nos casos excepcionais previstos na lei se podem tomar providências contra determinada pessoa sem
que esta seja previamente ouvida.
3 - O juiz deve observar e fazer cumprir, ao longo de todo o processo, o princípio do contraditório, não lhe
sendo lícito, salvo caso de manifesta desnecessidade, decidir questões de direito ou de facto, mesmo que
de conhecimento oficioso, sem que as partes tenham tido a possibilidade de sobre elas se pronunciarem.
4 - Às excepções deduzidas no último articulado admissível pode a parte contrária responder na audiência
preliminar ou, não havendo lugar a ela, no início da audiência final.Artigo 4.º - Igualdade das partes
O tribunal deve assegurar, ao longo de todo o processo, um estatuto de igualdade substancial das partes, designadamente no exercício de faculdades, no uso de meios de defesa e
na aplicação de cominações ou de sanções processuais.
■ Corresponde ao artigo 3.º-A do anterior CPC.Artigo 5.º - Ónus de alegação das partes e poderes de cognição do tribunal
1 - Às partes cabe alegar os factos essenciais que constituem a causa de pedir e aqueles
em que se baseiam as exceções invocadas.
b) Os factos que sejam complemento ou concretização dos que as partes hajam
alegado e resultem da instrução da causa, desde que sobre eles tenham tido a
possibilidade de se pronunciar;
c) Os factos notórios e aqueles de que o tribunal tem conhecimento por virtude do
3 - O juiz não está sujeito às alegações das partes no tocante à indagação, interpretação
e aplicação das regras de direito.
■ Corresponde, com alterações, aos artigos 264.º e 664.º do anterior CPC.
■ Redações anteriores:
Artigo 264º - Princípio dispositivo
1- Às partes cabe alegar os factos que integram a causa de pedir e aqueles em que se baseiam as excepções.
2 - O juiz só pode fundar a decisão nos factos alegados pelas partes, sem prejuízo do disposto nos artigos
514º e 665º e da consideração, mesmo oficiosa, dos factos instrumentais que resultem da instrução e discussão da causa.
3 - Serão ainda considerados na decisão os factos essenciais à procedência das pretensões formuladas ou das
excepções deduzidas que sejam complemento ou concretização de outros que as partes hajam oportunamente
alegado e resultem da instrução e discussão da causa, desde que a parte interessada manifeste vontade de
deles se aproveitar e à parte contrária tenha sido facultado o exercício do contraditório.
Artigo 664º - Relação entre a actividade das partes e a do juiz
O juiz não está sujeito às alegações das partes no tocante à indagação, interpretação e aplicação das regras
de direito; mas só pode servir-se dos factos articulados pelas partes, sem prejuízo do disposto no artigo 264º.LIVRO I - DA AÇÃO, DAS PARTES E DO TRIBUNAL[Art. 6.º]69Artigo 6.º - Dever de gestão processual2 - O juiz providencia oficiosamente pelo suprimento da falta de pressupostos processuais
suscetíveis de sanação, determinando a realização dos atos necessários à regularização
da instância ou, quando a sanação dependa de ato que deva ser praticado pelas partes,
convidando estas a praticá-lo.
■ Corresponde, com alterações, ao artigo 265.º do anterior CPC.
Artigo 265º - Poder de direcção do processo e princípio do inquisitório
1 - Iniciada a instância, cumpre ao juiz, sem prejuízo do ónus de impulso especialmente imposto pela lei às
partes, providenciar pelo andamento regular e célere do processo, promovendo oficiosamente as diligências
necessárias ao normal prosseguimento da acção e recusando o que for impertinente ou meramente dilatório.
2 - O juiz providenciará mesmo oficiosamente, pelo suprimento da falta de pressupostos processuais susceptíveis de sanação, determinando a realização dos actos necessários à regularização da instância ou, quando
estiver em causa alguma modificação subjectiva da instância, convidando as partes a praticá-los.
3 - Incumbe ao juiz realizar ou ordenar, mesmo oficiosamente, todas as diligências necessárias ao apuramento
da verdade e à justa composição do litígio, quanto aos factos de que lhe é lícito conhecer.Artigo 7.º - Princípio da cooperação
1 - Na condução e intervenção no processo, devem os magistrados, os mandatários judiciais
e as próprias partes cooperar entre si, concorrendo para se obter, com brevidade e eficácia,
a justa composição do litígio.
2 - O juiz pode, em qualquer altura do processo, ouvir as partes, seus representantes ou
mandatários judiciais, convidando-os a fornecer os esclarecimentos sobre a matéria de
facto ou de direito que se afigurem pertinentes e dando-se conhecimento à outra parte
dos resultados da diligência.
3 - As pessoas referidas no número anterior são obrigadas a comparecer sempre que para
isso forem notificadas e a prestar os esclarecimentos que lhes forem pedidos, sem prejuízo
do disposto no n.º 3 do artigo 417.º.
4 - Sempre que alguma das partes alegue justificadamente dificuldade séria em obter documento
ou informação que condicione o eficaz exercício de faculdade ou o cumprimento de ónus ou
dever processual, deve o juiz, sempre que possível, providenciar pela remoção do obstáculo.
■ Corresponde ao artigo 266.º do anterior CPC.Artigo 8.º - Dever de boa-fé processual
■ Corresponde ao artigo 266.º-A do anterior CPC.CÓDIGO DE
PROCESSO CIVIL1 - Cumpre ao juiz, sem prejuízo do ónus de impulso especialmente imposto pela lei às partes,
dirigir ativamente o processo e providenciar pelo seu andamento célere, promovendo oficiosamente as diligências necessárias ao normal prosseguimento da ação, recusando o que for
impertinente ou meramente dilatório e, ouvidas as partes, adotando mecanismos de simplificação e agilização processual que garantam a justa composição do litígio em prazo razoável.70CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOArtigo 9.º - Dever de recíproca correção
1 - Todos os intervenientes no processo devem agir em conformidade com um dever de
recíproca correção, pautando-se as relações entre advogados e magistrados por um especial
dever de urbanidade.
2 - Nenhuma das partes deve usar, nos seus escritos ou alegações orais, expressões desnecessária ou injustificadamente ofensivas da honra ou do bom nome da outra, ou do respeito
devido às instituições.
■ Corresponde aos nºs 1 e 2 do artigo 266.º-B do anterior CPC.TÍTULO II - DAS ESPÉCIES DE AÇÕESArtigo 10.º - Espécies de ações, consoante o seu fim
b) As de condenação, exigir a prestação de uma coisa ou de um facto, pressupondo
ou prevendo a violação de um direito;
4 - Dizem-se «ações executivas» aquelas em que o credor requer as providências adequadas
à realização coativa de uma obrigação que lhe é devida.
5 - Toda a execução tem por base um título, pelo qual se determinam o fim e os limites
da ação executiva.
■ Corresponde, com alterações, aos artigos 4.º e 45.º do anterior CPC.
Artigo 4º - Espécies de acções, consoante o seu fim
1 - As acções são declarativas ou executivas.
2 - As acções declarativas podem ser de simples apreciação, de condenação ou constitutivas.
Têm por fim:
a) As de simples apreciação, obter unicamente a declaração da existência ou inexistência de um direito
ou de um facto;
b) As de condenação, exigir a prestação de uma coisa ou de um facto, pressupondo ou prevendo a
violação de um direito;
3 - Dizem-se acções executivas aquelas em que o autor requer as providências adequadas à reparação
efectiva do direito violado.LIVRO I - DA AÇÃO, DAS PARTES E DO TRIBUNAL[Art. 11.º]71Artigo 45º - Função do título executivo
1 - Toda a execução tem por base um título, pelo qual se determinam o fim e os limites da acção executiva.
2 - O fim da execução, para o efeito do processo aplicável, pode consistir no pagamento de quantia certa, na
entrega de coisa certa ou na prestação de um facto, quer positivo, quer negativo.CAPÍTULO I - PERSONALIDADE E CAPACIDADE JUDICIÁRIA
Artigo 11.º - Conceito e medida da personalidade judiciária
■ Corresponde ao artigo 5.º do anterior CPC.Artigo 12.º - Extensão da personalidade judiciária
a) A herança jacente e os patrimónios autónomos semelhantes cujo titular não estiver
d) As sociedades comerciais, até à data do registo definitivo do contrato pelo qual se
constituem, nos termos do artigo 5.º do Código das Sociedades Comerciais;
e) O condomínio resultante da propriedade horizontal, relativamente às ações que se
inserem no âmbito dos poderes do administrador;
■ Corresponde ao artigo 6.º do anterior CPC.Artigo 13.º - Personalidade judiciária das sucursais
1 - As sucursais, agências, filiais, delegações ou representações podem demandar ou ser
demandadas quando a ação proceda de facto por elas praticado.
2 - Se a administração principal tiver a sede ou o domicílio em país estrangeiro, as sucursais,
agências, filiais, delegações ou representações estabelecidas em Portugal podem demandar
e ser demandadas, ainda que a ação derive de facto praticado por aquela, quando a obrigação
tenha sido contraída com um português ou com um estrangeiro domiciliado em Portugal.
■ Corresponde ao artigo 7.º do anterior CPC.CÓDIGO DE
PROCESSO CIVILTÍTULO III - DAS PARTES72CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOArtigo 14.º - Sanação da falta de personalidade judiciária
A falta de personalidade judiciária das sucursais, agências, filiais, delegações ou representações pode ser sanada mediante a intervenção da administração principal e a ratificação
ou repetição do processado.
■ Corresponde ao artigo 8.º do anterior CPC.Artigo 15.º - Conceito e medida da capacidade judiciária
■ Corresponde ao artigo 9.º do anterior CPC.Artigo 16.º - Suprimento da incapacidade
2 - Os menores cujo exercício das responsabilidades parentais compete a ambos os pais são
por estes representados em juízo, sendo necessário o acordo de ambos para a propositura
3 - Quando seja réu um menor sujeito ao exercício das responsabilidades parentais dos
pais, devem ambos ser citados para a ação.
■ Corresponde, com alterações, ao artigo 10.º do anterior CPC.
■ Redação anterior
Artigo 10.º - Suprimento da incapacidade
1 - Os incapazes só podem estar em juízo por intermédio dos seus representantes, ou autorizados pelo seu
curador, excepto quanto aos actos que possam exercer pessoal e livremente.
2 - Os menores cujo poder paternal compete a ambos os pais são por estes representados em juízo, sendo
necessário o acordo de ambos para a propositura de acções.
3 - Quando seja réu um menor sujeito a poder paternal dos pais, devem ambos ser citados para a acção.Artigo 17.º - Representação por curador especial ou provisório
1 - Se o incapaz não tiver representante geral deve requerer-se a nomeação dele ao tribunal
competente, sem prejuízo da imediata designação de um curador provisório pelo juiz da
causa, em caso de urgência.
2 - Tanto no decurso do processo como na execução da sentença, pode o curador provisório
praticar os mesmos atos que competiriam ao representante geral, cessando as suas funções
logo que o representante nomeado ocupe o lugar dele no processo.LIVRO I - DA AÇÃO, DAS PARTES E DO TRIBUNAL[Art. 18.º]733 - Quando o incapaz deva ser representado por curador especial, a nomeação dele incumbe
igualmente ao juiz da causa, aplicando-se o disposto na primeira parte do número anterior.5 - O Ministério Público é ouvido, sempre que não seja o requerente da nomeação.
■ Corresponde ao artigo 11.º do anterior CPC.Artigo 18.º - Desacordo entre os pais na representação do menor
1 - Se, sendo o menor representado por ambos os pais, houver desacordo entre estes acerca
da conveniência de intentar a ação, pode qualquer deles requerer ao tribunal competente
para a causa a resolução do conflito.
2 - Se o desacordo apenas surgir no decurso do processo, acerca da orientação deste,
pode qualquer dos pais, no prazo de realização do primeiro ato processual afetado pelo
desacordo, requerer ao juiz da causa que providencie sobre a forma de o incapaz ser nela
representado, suspendendo-se entretanto a instância.
3 - Ouvido o outro progenitor, quando só um deles tenha requerido, bem como o Ministério
Público, o juiz decide de acordo com o interesse do menor, podendo atribuir a representação a só um dos pais, designar curador especial ou conferir a representação ao Ministério
Público, cabendo recurso da decisão.
4 - A contagem do prazo suspenso reinicia-se com a notificação da decisão ao representante
5 - Se houver necessidade de fazer intervir um menor em causa pendente, não havendo
acordo entre os pais para o efeito, pode qualquer deles requerer a suspensão da instância
até resolução do desacordo pelo tribunal da causa, que decide no prazo de 30 dias.
■ Corresponde ao artigo 12.º do anterior CPC, com alteração de tempos verbais.
Artigo 12º - Desacordo entre os pais na representação do menor
1 - Se, sendo o menor representado por ambos os pais, houver desacordo entre estes acerca da conveniência de intentar a acção, pode qualquer deles requerer ao tribunal competente para a causa a resolução
2 - Se o desacordo apenas surgir no decurso do processo, acerca da orientação deste, pode qualquer dos
pais, no prazo de realização do primeiro acto processual afectado pelo desacordo, requerer ao juiz da causa
que providencie sobre a forma de o incapaz ser nela representado, suspendendo-se entretanto a instância.
3 - Ouvido o outro progenitor, quando só um deles tenha requerido, bem como o Ministério Público, o juiz
decide de acordo com o interesse do menor, podendo atribuir a representação a só um dos pais, designar
curador especial ou conferir a representação ao Ministério Público, cabendo recurso da decisão.
5 - Se houver necessidade menor de fazer intervir o em causa pendente, não havendo acordo entre os pais
para o efeito, pode qualquer deles requerer a suspensão da instância até resolução do desacordo pelo tribunal
da causa, que decidirá no prazo de 30 dias.CÓDIGO DE
PROCESSO CIVIL4 - A nomeação incidental de curador deve ser promovida pelo Ministério Público, podendo
ser requerida por qualquer parente sucessível, quando o incapaz haja de ser autor, devendo
sê-lo pelo autor, quando o incapaz figure como réu.74CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOArtigo 19.º - Capacidade judiciária dos inabilitados
1 - Os inabilitados podem intervir em todas as ações em que sejam partes e devem ser citados quando tiverem a posição de réus, sob pena de se verificar a nulidade correspondente
à falta de citação, ainda que tenha sido citado o curador.
2 - A intervenção do inabilitado fica subordinada à orientação do curador, que prevalece
em caso de divergência.
■ Corresponde ao artigo 13.º do anterior CPC.Artigo 20.º - Representação das pessoas impossibilitadas de receber a citação
1 - As pessoas que, por anomalia psíquica ou outro motivo grave, estejam impossibilitadas
de receber a citação para a causa são representadas nela por um curador especial.
2 - A representação do curador cessa quando for julgada desnecessária, ou quando se
juntar documento que mostre ter sido declarada a interdição ou a inabilitação e nomeado
representante ao incapaz.
3 - A desnecessidade da curadoria, quer seja originária quer superveniente, é apreciada
sumariamente, a requerimento do curatelado, que pode produzir quaisquer provas.
4 - O representante nomeado na ação de interdição ou de inabilitação é citado para ocupar
no processo o lugar de curador.
■ Corresponde ao artigo 14.º do anterior CPC.Artigo 21.º - Defesa do ausente e do incapaz pelo Ministério Público
1 - Se o ausente ou o incapaz, ou os seus representantes, não deduzirem oposição, ou se
o ausente não comparecer a tempo de a deduzir, incumbe ao Ministério Público a defesa
deles, para o que é citado, preferencialmente por transmissão eletrónica de dados, nos
termos definidos na portaria prevista no n.º 1 do artigo 132.º, correndo novamente o prazo
3 - Cessa a representação do Ministério Público ou do defensor oficioso logo que o ausente
ou o seu procurador compareça ou logo que seja constituído mandatário judicial do ausente
ou do incapaz.
■ Corresponde ao artigo 15.º do anterior CPC, com alteração de tempos verbais.
Artigo 15º - Defesa do ausente e do incapaz pelo Ministério Público
1 - Se o ausente ou o incapaz, ou os seus representantes, não deduzirem oposição, ou se o ausente não
comparecer a tempo de a deduzir, incumbe ao Ministério Público a defesa deles, para o que será citado,
preferencialmente por transmissão electrónica de dados, nos termos definidos na portaria prevista no n.º 1
do artigo 138.º-A, correndo novamente o prazo para a contestação.LIVRO I - DA AÇÃO, DAS PARTES E DO TRIBUNAL[Art. 22.º]752 - Quando o Ministério Público represente o autor; será nomeado um defensor oficioso.
3 - Cessa a representação do Ministério Público ou do defensor oficioso, logo que o ausente ou o seu procurador compareça, ou logo que seja constituído mandatário judicial do ausente ou do incapaz.1 - Quando a ação seja proposta contra incertos, por não ter o autor possibilidade de identificar
os interessados diretos em contradizer, são aqueles representados pelo Ministério Público.
3 - A representação do Ministério Público ou do defensor oficioso só cessa quando os citados como incertos se apresentem para intervir como réus e a sua legitimidade se encontre
■ Corresponde ao artigo 16.º do anterior CPC.Artigo 23.º - Representação de incapazes e ausentes pelo Ministério Público
1 - Incumbe ao Ministério Público, em representação de incapazes e ausentes, intentar em
juízo quaisquer ações que se mostrem necessárias à tutela dos seus direitos e interesses.
2 - A representação cessa logo que seja constituído mandatário judicial do incapaz ou
ausente, ou quando, deduzindo o respetivo representante legal oposição à intervenção
principal do Ministério Público, o juiz, ponderado o interesse do representado, a considere
■ Corresponde ao artigo 17.º do anterior CPC.Artigo 24.º - Representação do Estado
1 - O Estado é representado pelo Ministério Público, sem prejuízo dos casos em que a lei
especialmente permita o patrocínio por mandatário judicial próprio, cessando a intervenção
principal do Ministério Público logo que este esteja constituído.
2 - Se a causa tiver por objeto bens ou direitos do Estado, mas que estejam na administração
ou fruição de entidades autónomas, podem estas constituir advogado que intervenha no processo juntamente com o Ministério Público, para o que são citadas quando o Estado seja réu;
havendo divergência entre o Ministério Público e o advogado, prevalece a orientação daquele.
■ Corresponde ao artigo 20.º do anterior CPC.Artigo 25.º - Representação das outras pessoas coletivas e das sociedades
2 - Sendo demandada pessoa coletiva ou sociedade que não tenha quem a represente, ou
ocorrendo conflito de interesses entre a ré e o seu representante, o juiz da causa designaCÓDIGO DE
PROCESSO CIVILArtigo 22.º - Representação dos incertos76CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOrepresentante especial, salvo se a lei estabelecer outra forma de assegurar a respetiva
representação em juízo.
■ Corresponde ao artigo 21.º do anterior CPC.Artigo 26.º - Representação das entidades que careçam de personalidade jurídica
Salvo disposição especial em contrário, os patrimónios autónomos são representados pelos
seus administradores e as sociedades e associações que careçam de personalidade jurídica,
bem como as sucursais, agências, filiais ou delegações, são representadas pelas pessoas
que ajam como diretores, gerentes ou administradores.
■ Corresponde ao artigo 22.º do anterior CPC.Artigo 27.º - Suprimento da incapacidade judiciária e da irregularidade de representação
1 - A incapacidade judiciária e a irregularidade de representação são sanadas mediante a
intervenção ou citação do representante legítimo ou do curador do incapaz.
2 - Se estes ratificarem os atos anteriormente praticados, o processo segue como se o vício
não existisse; no caso contrário, fica sem efeito todo o processado posterior ao momento
em que a falta se deu ou a irregularidade foi cometida, correndo novamente os prazos para
a prática dos atos não ratificados, que podem ser renovados.
3 - Se a irregularidade verificada consistir na preterição de algum dos pais, tem-se como
ratificado o processado anterior, quando o preterido, devidamente notificado, nada disser
dentro do prazo fixado; havendo desacordo dos pais acerca da repetição da ação ou da
renovação dos atos, é aplicável o disposto no artigo 18.º.
4 - Sendo o incapaz autor e tendo o processo sido anulado desde o início, se o prazo de
prescrição ou caducidade tiver entretanto terminado ou terminar nos dois meses imediatos
à anulação, não se considera completada a prescrição ou caducidade antes de findarem
estes dois meses.
■ Corresponde ao artigo 23.º do anterior CPC.Artigo 28.º - Iniciativa do juiz no suprimento
1 - Logo que se aperceba de algum dos vícios a que se refere o artigo anterior, deve o juiz,
oficiosamente e a todo o tempo, providenciar pela regularização da instância.
2 - Incumbe ao juiz ordenar a citação do réu em quem o deva representar, ou, se a falta
ou irregularidade respeitar ao autor, determinar a notificação de quem o deva representar
na causa para, no prazo fixado, ratificar, querendo, no todo ou em parte, o processado
anterior, suspendendo-se entretanto a instância.
■ Corresponde ao artigo 24.º do anterior CPC.ÍNDICE SISTEMÁTICO711ÍNDICE SISTEMATICOCódigo de Processo Civil
105ÍNDICE
SISTEMATICOLIVRO I - DA AÇÃO, DAS PARTES E DO TRIBUNAL....................................................
TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES E DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS................................
(Artigo 1.º a Artigo 9.º)
TÍTULO II - DAS ESPÉCIES DE AÇÕES ................................................................
TÍTULO III - DAS PARTES .............................................................................
CAPÍTULO I - PERSONALIDADE E CAPACIDADE JUDICIÁRIA .....................................
(Artigo 11.º a Artigo 29.º)
CAPÍTULO II - LEGITIMIDADE DAS PARTES ........................................................
(Artigo 30.º a Artigo 39.º)
CAPÍTULO III - PATROCÍNIO JUDICIÁRIO...........................................................
(Artigo 40.º a Artigo 52.º)
CAPÍTULO IV - DISPOSIÇÕES ESPECIAIS SOBRE EXECUÇÕES ....................................
(Artigo 53.º a Artigo 58.º)
TÍTULO IV - DO TRIBUNAL ...........................................................................
CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE COMPETÊNCIA ................................
(Artigo 59.º a Artigo 61.º)
CAPÍTULO II - DA COMPETÊNCIA INTERNACIONAL ...............................................
(Artigo 62.º e Artigo 63.º)
CAPÍTULO III - DA COMPETÊNCIA INTERNA .......................................................
SECÇÃO I - COMPETÊNCIA EM RAZÃO DA MATÉRIA.............................................
(Artigo 64.º e Artigo 65.º)
SECÇÃO II - COMPETÊNCIA EM RAZÃO DO VALOR ..............................................
(Artigo 66.º)
SECÇÃO III - COMPETÊNCIA EM RAZÃO DA HIERARQUIA.......................................
(Artigo 67.º a Artigo 69.º) .........................................................................
SECÇÃO IV - COMPETÊNCIA EM RAZÃO DO TERRITÓRIO ......................................
(Artigo 70.º a Artigo 84.º)
SECÇÃO V - DISPOSIÇÕES ESPECIAIS SOBRE EXECUÇÕES .....................................
(Artigo 85.º a Artigo 90.º)
CAPÍTULO IV - DA EXTENSÃO E MODIFICAÇÕES DA COMPETÊNCIA ............................
(Artigo 91.º a Artigo 95.º)
CAPÍTULO V - DAS GARANTIAS DA COMPETÊNCIA ...............................................
SECÇÃO I - INCOMPETÊNCIA ABSOLUTA .........................................................
(Artigo 96.º a Artigo 101.º)
SECÇÃO II - INCOMPETÊNCIA RELATIVA..........................................................
(Artigo 102.º a Artigo 108.º)712CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOSECÇÃO III - CONFLITOS DE JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA....................................
(Artigo 109.º a Artigo 114.º)
CAPÍTULO VI - DAS GARANTIAS DA IMPARCIALIDADE ............................................
SECÇÃO I - IMPEDIMENTOS .......................................................................
(Artigo 115.º a Artigo 118.º)
SECÇÃO II - SUSPEIÇÕES...........................................................................
(Artigo 119.º a Artigo 129.º)
LIVRO II - DO PROCESSO EM GERAL ...................................................................
TÍTULO I - DOS ATOS PROCESSUAIS .................................................................
CAPÍTULO I - ATOS EM GERAL ......................................................................
SECÇÃO I - DISPOSIÇÕES COMUNS ...............................................................
(Artigo 130.º a Artigo 143.º)
SECÇÃO II - ATOS DAS PARTES ....................................................................
(Artigo 144.º a Artigo 149.º)
SECÇÃO III - ATOS DOS MAGISTRADOS ...........................................................
(Artigo 150.º a Artigo 156.º)
SECÇÃO IV - ATOS DA SECRETARIA ...............................................................
(Artigo 157.º a Artigo 162.º)
SECÇÃO V - PUBLICIDADE E ACESSO AO PROCESSO............................................
(Artigo 163.º a Artigo 171.º)
SECÇÃO VI - COMUNICAÇÃO DOS ATOS ..........................................................
(Artigo 172.º a Artigo 185.º)
SECÇÃO VII - NULIDADES DOS ATOS ..............................................................
(Artigo 186.º a Artigo 202.º)
CAPÍTULO II - ATOS ESPECIAIS ......................................................................
SECÇÃO I - DISTRIBUIÇÃO .........................................................................
SUBSECÇÃO I - DISPOSIÇÕES GERAIS ...........................................................
(Artigo 203.º a Artigo 205.º)
SUBSECÇÃO II - DISPOSIÇÕES RELATIVAS À 1.ª INSTÂNCIA ...................................
(Artigo 206.º a Artigo 212.º)
SUBSECÇÃO III - DISPOSIÇÕES RELATIVAS AOS TRIBUNAIS SUPERIORES .....................
(Artigo 213.º a Artigo 218.º)
SECÇÃO II - CITAÇÃO E NOTIFICAÇÕES ..........................................................
SUBSECÇÃO I - DISPOSIÇÕES COMUNS ..........................................................
(Artigo 219.º a Artigo 224.º)
SUBSECÇÃO II - CITAÇÃO DE PESSOAS SINGULARES ..........................................
(Artigo 225.º a Artigo 245.º)
SUBSECÇÃO III - CITAÇÃO DE PESSOAS COLETIVAS............................................
(Artigo 246.º)
SUBSECÇÃO IV - NOTIFICAÇÕES EM PROCESSOS PENDENTES ...............................
DIVISÃO I - NOTIFICAÇÕES DA SECRETARIA ...................................................
(Artigo 247.º a Artigo 254.º)
DIVISÃO II - NOTIFICAÇÕES ENTRE OS MANDATÁRIOS DAS PARTES ........................
(Artigo 255.º)
SUBSECÇÃO V - NOTIFICAÇÕES AVULSAS .......................................................
(Artigo 256.º a Artigo 258.º )108
177TÍTULO II - DA INSTÂNCIA ............................................................................
CAPÍTULO I - COMEÇO E DESENVOLVIMENTO DA INSTÂNCIA ..................................
(Artigo 259.º a Artigo 268.º )
CAPÍTULO II - SUSPENSÃO DA INSTÂNCIA .........................................................
(Artigo 269.º a Artigo 276.º)
CAPÍTULO III - EXTINÇÃO DA INSTÂNCIA ..........................................................
(Artigo 277.º a Artigo 291.º)
TÍTULO III - DOS INCIDENTES DA INSTÂNCIA .......................................................
CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................
(Artigo 292.º a Artigo 295.º)
CAPÍTULO II - VERIFICAÇÃO DO VALOR DA CAUSA...............................................
(Artigo 296.º a Artigo 310.º)
CAPÍTULO III - INTERVENÇÃO DE TERCEIROS.....................................................
SECÇÃO I - INTERVENÇÃO PRINCIPAL ............................................................
SUBSECÇÃO I - INTERVENÇÃO ESPONTÂNEA ...................................................
(Artigo 311.º a Artigo 315.º)
SUBSECÇÃO II - INTERVENÇÃO PROVOCADA ...................................................
(Artigo 316.º a Artigo 320.º)
SECÇÃO II - INTERVENÇÃO ACESSÓRIA ..........................................................
SUBSECÇÃO I - INTERVENÇÃO PROVOCADA ....................................................
(Artigo 321.º a Artigo 324.º)
SUBSECÇÃO II - INTERVENÇÃO ACESSÓRIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ........................
(Artigo 325.º)
SUBSECÇÃO III - ASSISTÊNCIA ....................................................................
(Artigo 326.º a Artigo 332.º)
SECÇÃO III - OPOSIÇÃO ............................................................................
SUBSECÇÃO I - OPOSIÇÃO ESPONTÂNEA .......................................................
(Artigo 333.º a Artigo 337.º)
SUBSECÇÃO II - OPOSIÇÃO PROVOCADA........................................................
(Artigo 338.º a Artigo 341.º)
SUBSECÇÃO III - OPOSIÇÃO MEDIANTE EMBARGOS DE TERCEIRO ...........................
(Artigo 342.º a Artigo 350.º)
CAPÍTULO IV - HABILITAÇÃO .......................................................................
Artigo 351.º a Artigo 357.º)
CAPÍTULO V - LIQUIDAÇÃO .........................................................................
(Artigo 358.º a Artigo 361.º)
TÍTULO IV - DOS PROCEDIMENTOS CAUTELARES ..................................................
CAPÍTULO I - PROCEDIMENTO CAUTELAR COMUM ...............................................
(Artigo 362.º a Artigo 376.º)
CAPÍTULO II - PROCEDIMENTOS CAUTELARES ESPECIFICADOS ................................
SECÇÃO I - RESTITUIÇÃO PROVISÓRIA DE POSSE...............................................
(Artigo 377.º a Artigo 379.º)
SECÇÃO II - SUSPENSÃO DE DELIBERAÇÕES SOCIAIS...........................................
(Artigo 380.º a Artigo 383.º)
SECÇÃO III - ALIMENTOS PROVISÓRIOS ..........................................................
(Artigo 384.º a Artigo 387.º )
SECÇÃO IV - ARBITRAMENTO DE REPARAÇÃO PROVISÓRIA....................................
(Artigo 388.º a Artigo 390.º)713178
229ÍNDICE
SISTEMATICOÍNDICE SISTEMATICO714CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOSECÇÃO V - ARRESTO ..............................................................................
(Artigo 391.º a Artigo 396.º)
SECÇÃO VI - EMBARGO DE OBRA NOVA ..........................................................
(Artigo 397.º a Artigo 402.º)
SECÇÃO VII - ARROLAMENTO .....................................................................
(Artigo 403.º a Artigo 409.º)
TÍTULO V - DA INSTRUÇÃO DO PROCESSO .........................................................
(Artigo 410.º a Artigo 422.º)
CAPÍTULO II - PROVA POR DOCUMENTOS .........................................................
(Artigo 423.º a Artigo 451.º)
CAPÍTULO III - PROVA POR CONFISSÃO E POR DECLARAÇÕES DAS PARTES ...................
SECÇÃO I - PROVA POR CONFISSÃO DAS PARTES ...............................................
(Artigo 452.º a Artigo 465.º)
SECÇÃO II - PROVA POR DECLARAÇÕES DE PARTE .............................................
(Artigo 466.º)
CAPÍTULO IV - PROVA PERICIAL ....................................................................
SECÇÃO I - DESIGNAÇÃO DOS PERITOS ..........................................................
(Artigo 467.º a Artigo 473.º)
SECÇÃO II - PROPOSIÇÃO E OBJETO DA PROVA PERICIAL .....................................
(Artigo 474.º a Artigo 477.º)
SECÇÃO III - REALIZAÇÃO DA PERÍCIA ...........................................................
(Artigo 478.º a Artigo 486.º)
SECÇÃO IV - SEGUNDA PERÍCIA ...................................................................
(Artigo 487.º a Artigo 489.º)
CAPÍTULO V - INSPEÇÃO JUDICIAL.................................................................
(Artigo 490.º a Artigo 494.º)
CAPÍTULO VI - PROVA TESTEMUNHAL .............................................................
SECÇÃO I - INABILIDADES PARA DEPOR ..........................................................
(Artigo 495.º a Artigo 497.º)
SECÇÃO II - PRODUÇÃO DA PROVA TESTEMUNHAL .............................................
(Artigo 498.º a Artigo 526.º)
TÍTULO VI - DAS CUSTAS, MULTAS E INDEMNIZAÇÃO..............................................
CAPÍTULO I - CUSTAS – PRINCÍPIOS GERAIS ......................................................
(Artigo 527.º)
CAPÍTULO II - REGRAS ESPECIAIS ..................................................................
(Artigo 528.º a Artigo 541.º)
CAPÍTULO III - MULTAS E INDEMNIZAÇÃO .........................................................
(Artigo 542.º a Artigo 545.º)
TÍTULO VII - DAS FORMAS DE PROCESSO ...........................................................
(Artigo 546.º a Artigo 547.º)
CAPÍTULO II - PROCESSO DE DECLARAÇÃO .......................................................
(Artigo 548.º a Artigo 549.º)
CAPÍTULO III - PROCESSO DE EXECUÇÃO .........................................................
(Artigo 550.º a Artigo 551.º)230
285ÍNDICE SISTEMATICO715LIVRO III - DO PROCESSO DE DECLARAÇÃO ..........................................................
TÍTULO I - DOS ARTICULADOS........................................................................
CAPÍTULO I - PETIÇÃO INICIAL ....................................................................
(Artigo 552.º a Artigo 565.º)
CAPÍTULO II - REVELIA DO RÉU ....................................................................
(Artigo 566.º a Artigo 568.º)
CAPÍTULO III - CONTESTAÇÃO ......................................................................
SECÇÃO I - DISPOSIÇÕES GERAIS .................................................................
(Artigo 569.º a Artigo 575.º)
SECÇÃO II - EXCEÇÕES .............................................................................
(Artigo 576.º a Artigo 582.º)
SECÇÃO III - RECONVENÇÃO ......................................................................
(Artigo 583.º)
CAPÍTULO IV - RÉPLICA.............................................................................
(Artigo 584.º a Artigo 587.º)
CAPÍTULO V - ARTICULADOS SUPERVENIENTES ..................................................
(Artigo 588.º e Artigo 589.º)
TÍTULO II - DA GESTÃO INICIAL DO PROCESSO E DA AUDIÊNCIA PRÉVIA .......................
(Artigo 590.º a Artigo 598.º)
TÍTULO III - DA AUDIÊNCIA FINAL ....................................................................
(Artigo 599.º a Artigo 606.º)
TÍTULO IV - DA SENTENÇA ............................................................................
CAPÍTULO I - ELABORAÇÃO DA SENTENÇA........................................................
(Artigo 607.º a Artigo 612.º)
CAPÍTULO II - VÍCIOS E REFORMA DA SENTENÇA.................................................
(Artigo 613.º a Artigo 618.º)
CAPÍTULO III - EFEITOS DA SENTENÇA ............................................................
(Artigo 619.º a Artigo 626.º )
TÍTULO V - DOS RECURSOS ...........................................................................
(Artigo 627.º a Artigo 643.º)
CAPÍTULO II - APELAÇÃO ...........................................................................
SECÇÃO I - INTERPOSIÇÃO E EFEITOS DO RECURSO ...........................................
(Artigo 644.º a Artigo 651.º)
SECÇÃO II - JULGAMENTO DO RECURSO ........................................................
(Artigo 652.º a Artigo 670.º)
CAPÍTULO III - RECURSO DE REVISTA ..............................................................
SECÇÃO I - INTERPOSIÇÃO E EXPEDIÇÃO DO RECURSO .......................................
(Artigo 671.º a Artigo 678.º)
(Artigo 679.º a Artigo 685.º)
SECÇÃO III - JULGAMENTO AMPLIADO DA REVISTA.............................................
(Artigo 686.º e Artigo 687.º)
CAPÍTULO IV - RECURSO PARA UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA .......................
(Artigo 688.º a Artigo 695.º)
CAPÍTULO V - REVISÃO ..............................................................................
(Artigo 696.º a Artigo 702.º)287
358ÍNDICE
SISTEMATICO300716CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOLIVRO IV - DO PROCESSO DE EXECUÇÃO .............................................................
TÍTULO I - DO TÍTULO EXECUTIVO ..................................................................
(Artigo 703.º a Artigo 711.º)
TÍTULO II - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ...............................................................
(Artigo 712.º a Artigo 723.º)
TÍTULO III - DA EXECUÇÃO PARA PAGAMENTO DE QUANTIA CERTA .............................
CAPÍTULO I - DO PROCESSO ORDINÁRIO ..........................................................
SECÇÃO I - FASE INTRODUTÓRIA .................................................................
(Artigo 724.º a Artigo 727.º)
SECÇÃO II - OPOSIÇÃO À EXECUÇÃO ............................................................
(Artigo 728.º a Artigo 734.º)
SECÇÃO III - PENHORA .............................................................................
SUBSECÇÃO I - BENS QUE PODEM SER PENHORADOS .........................................
(Artigo 735.º a Artigo 747.º)
SUBSECÇÃO II - DISPOSIÇÕES GERAIS ...........................................................
(Artigo 748.º a Artigo 754.º)
SUBSECÇÃO III - PENHORA DE BENS IMÓVEIS ..................................................
(Artigo 755.º a Artigo 763.º)
SUBSECÇÃO IV - PENHORA DE BENS MÓVEIS ...................................................
(Artigo 764.º a Artigo 772.º)
SUBSECÇÃO V - PENHORA DE DIREITOS ........................................................
(Artigo 773.º a Artigo 783.º)
SUBSECÇÃO VI - OPOSIÇÃO À PENHORA........................................................
(Artigo 784.º e Artigo 785.º)
SECÇÃO IV - CITAÇÕES E CONCURSO DE CREDORES ...........................................
SUBSECÇÃO I - CITAÇÕES .........................................................................
(Artigo 786.º e Artigo 787.º)
SUBSECÇÃO II - CONCURSO DE CREDORES .....................................................
(Artigo 788.º a Artigo 794.º)
SECÇÃO V - PAGAMENTO ..........................................................................
SUBSECÇÃO I - MODOS DE PAGAMENTO ........................................................
(Artigo 795.º a Artigo 797.º)
SUBSECÇÃO II - ENTREGA DE DINHEIRO ........................................................
(Artigo 798.º)
SUBSECÇÃO III - ADJUDICAÇÃO ..................................................................
(Artigo 799.º a Artigo 802.º)
SUBSECÇÃO IV - CONSIGNAÇÃO DE RENDIMENTOS ...........................................
(Artigo 803.º a Artigo 805.º)
SUBSECÇÃO V - DO PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES E DO ACORDO GLOBAL.................
(Artigo 806.º a Artigo 810.º)
SUBSECÇÃO VI - VENDA...........................................................................
DIVISÃO I - DISPOSIÇÕES GERAIS ...............................................................
(Artigo 811.º a Artigo 815.º)
DIVISÃO II - VENDA MEDIANTE PROPOSTAS EM CARTA FECHADA ...........................
(Artigo 816.º a Artigo 829.º)
DIVISÃO III - OUTRAS MODALIDADES DE VENDA ..............................................
(Artigo 830.º a Artigo 837.º)361
441717DIVISÃO IV - DA INVALIDADE DA VENDA........................................................
(Artigo 838.º a Artigo 841.º)
SECÇÃO VI - REMIÇÃO............................................................................
(Artigo 842.º a Artigo 845.º)
SECÇÃO VII - EXTINÇÃO E ANULAÇÃO DA EXECUÇÃO .........................................
(Artigo 846.º a Artigo 851.º)
SECÇÃO VIII - RECURSOS ..........................................................................
(Artigo 852.º a Artigo 854.º)
CAPÍTULO II - DO PROCESSO SUMÁRIO ............................................................
(Artigo 855.º a Artigo 858.º)
TÍTULO IV - DA EXECUÇÃO PARA ENTREGA DE COISA CERTA.....................................
(Artigo 859.º a Artigo 867.º)
TÍTULO V - DA EXECUÇÃO PARA PRESTAÇÃO DE FACTO ..........................................
(Artigo 868.º a Artigo 877.º)444LIVRO V - DOS PROCESSOS ESPECIAIS ................................................................
TÍTULO I - TUTELA DA PERSONALIDADE ............................................................
(Artigo 878.º a Artigo 880.º)
TÍTULO II - DA JUSTIFICAÇÃO DA AUSÊNCIA .......................................................
(Artigo 881.º a Artigo 890.º)
TÍTULO III - DAS INTERDIÇÕES E INABILITAÇÕES ..................................................
(Artigo 891.º a Artigo 905.º)
TÍTULO IV - DA PRESTAÇÃO DE CAUÇÃO ...........................................................
(Artigo 906.º a Artigo 915.º)
TÍTULO V - DA CONSIGNAÇÃO EM DEPÓSITO.......................................................
(Artigo 916.º a Artigo 924.º)
TÍTULO VI - DA DIVISÃO DE COISA COMUM .........................................................
(Artigo 925.º a Artigo 930.º)
TÍTULO VII - DO DIVÓRCIO E SEPARAÇÃO SEM CONSENTIMENTO DO OUTRO CÔNJUGE .....
(Artigo 931.º e Artigo 932.º)
TÍTULO VIII - DA EXECUÇÃO ESPECIAL POR ALIMENTOS ..........................................
(Artigo 933.º a Artigo 937.º)
TÍTULO IX - DA LIQUIDAÇÃO DA HERANÇA VAGA EM BENEFÍCIO DO ESTADO ..................
(Artigo 938.º a Artigo 940.º)
TÍTULO X - DA PRESTAÇÃO DE CONTAS .............................................................
CAPÍTULO I - CONTAS EM GERAL...................................................................
(Artigo 941.º a Artigo 947.º)
CAPÍTULO II - CONTAS DOS REPRESENTANTES LEGAIS DE INCAPAZES
E DO DEPOSITÁRIO JUDICIAL .....................................................
(Artigo 948.º a Artigo 952.º)
TÍTULO XI - REGULAÇÃO E REPARTIÇÃO DE AVARIAS MARÍTIMAS................................
(Artigo 953.º a Artigo 958.º)
TÍTULO XII - REFORMA DE AUTOS....................................................................
(Artigo 959.º a Artigo 966.º)
TÍTULO XIII - DA AÇÃO DE INDEMNIZAÇÃO CONTRA MAGISTRADOS .............................
(Artigo 967.º a Artigo 977.º)463
498ÍNDICE
SISTEMATICOÍNDICE SISTEMATICO718CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADOTÍTULO XIV - DA REVISÃO DE SENTENÇAS ESTRANGEIRAS .......................................
(Artigo 978.º a Artigo 985.º)
TÍTULO XV - DOS PROCESSOS DE JURISDIÇÃO VOLUNTÁRIA .....................................
(Artigo 986.º a Artigo 988.º)
CAPÍTULO II - PROVIDÊNCIAS RELATIVAS AOS FILHOS E AOS CÔNJUGES .....................
(Artigo 989.º a Artigo 993.º)
CAPÍTULO III - SEPARAÇÃO OU DIVÓRCIO POR MÚTUO CONSENTIMENTO ....................
(Artigo 994.º a Artigo 999.º)
CAPÍTULO IV - PROCESSOS DE SUPRIMENTO .....................................................
(Artigo 1000.º a Artigo 1005.º)
CAPÍTULO V - ALIENAÇÃO OU ONERAÇÃO DE BENS DOTAIS E DE BENS SUJEITOS
A FIDEICOMISSO ....................................................................
(Artigo 1006.º a Artigo 1013.º)
CAPÍTULO VI - AUTORIZAÇÃO OU CONFIRMAÇÃO DE CERTOS ATOS ...........................
(Artigo 1014.º a Artigo 1016.º)
CAPÍTULO VII - CONSELHO DE FAMÍLIA............................................................
(Artigo 1017.º a Artigo 1020.º)
CAPÍTULO VIII - CURADORIA PROVISÓRIA DOS BENS DO AUSENTE ............................
(Artigo 1021.º a Artigo 1025.º)
CAPÍTULO IX - FIXAÇÃO JUDICIAL DO PRAZO ....................................................
(Artigo 1026.º e Artigo 1027.º)
CAPÍTULO X - NOTIFICAÇÃO PARA PREFERÊNCIA ................................................
(Artigo 1028.º a Artigo 1038.º)
CAPÍTULO XI - HERANÇA JACENTE ................................................................
(Artigo 1039.º a Artigo 1041.º)
CAPÍTULO XII - EXERCÍCIO DA TESTAMENTARIA .................................................
(Artigo 1042.º a Artigo 1044.º)
CAPÍTULO XIII - APRESENTAÇÃO DE COISAS OU DOCUMENTOS ................................
(Artigo 1045.º a Artigo 1047.º)
CAPÍTULO XIV - EXERCÍCIO DE DIREITOS SOCIAIS ...............................................
SECÇÃO I - DO INQUÉRITO JUDICIAL À SOCIEDADE ............................................
(Artigo 1048.º a Artigo 1052.º)
SECÇÃO II - NOMEAÇÃO E DESTITUIÇÃO DE TITULARES DE ÓRGÃOS SOCIAIS ..............
(Artigo 1053.º a Artigo 1056.º)
SECÇÃO III - CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA DE SÓCIOS .......................................
(Artigo 1057.º)
SECÇÃO IV - REDUÇÃO DO CAPITAL SOCIAL ....................................................
(Artigo 1058.º)
SECÇÃO V - OPOSIÇÃO À FUSÃO E CISÃO DE SOCIEDADES E AO CONTRATO
DE SUBORDINAÇÃO.................................................................
(Artigo 1059.º e Artigo 1060.º)
SECÇÃO VI - AVERBAMENTO, CONVERSÃO E DEPÓSITO DE AÇÕES E OBRIGAÇÕES ........
(Artigo 1061.º a Artigo 1067.º)
SECÇÃO VII - LIQUIDAÇÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS ........................................
(Artigo 1068.º e Artigo 1069.º)
SECÇÃO VIII - INVESTIDURA EM CARGOS SOCIAIS ..............................................
(Artigo 1070.º e Artigo 1071.º)501
529719ÍNDICE SISTEMATICOCAPÍTULO XV - PROVIDÊNCIAS RELATIVAS AOS NAVIOS E À SUA CARGA ...................... 530
(Artigo 1072.º a Artigo 1077.º)
CAPÍTULO XVI - ATRIBUIÇÃO DE BENS DE PESSOA COLETIVA EXTINTA ........................ 532
(Artigo 1078.º a Artigo 1081.º)
LIVRO VI - DO TRIBUNAL ARBITRAL NECESSÁRIO .................................................... 533
(Artigo 1082.º a Artigo 1085.º)LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR• Portaria n.º 419-A/2009, de 17 de Abril .................................................... 599
(Elaboração, contabilização, liquidação, pagamento, processamento e destino
das custas processuais, multas e outras penalidades)
• Lei n.º 26/2013, de 5 de Março .............................................................. 609
(Regime Jurídico do Processo de Inventário)
• Portaria n.º 114/2008, de 6 de Fevereiro .................................................. 633
(Tramitação Electrónica dos Processos Judiciais)
• Decreto-Lei n.º 269/98, de 1 de Setembro ................................................ 647
(Acção Declarativa Especial para Cumprimento de Obrigações Pecuniárias
Emergentes de Contratos e Injunção)
• Decreto-Lei n.º 32/2003, de 17 de Fevereiro ............................................. 657
(Regime Especial Relativo aos Atrasos de Pagamento em Transações Comerciais)
• Decreto-Lei n.º 62/2013, de 10 de Maio ................................................... 661
(Medidas contra os atrasos de pagamento nas transações comerciais)
• Portaria n.º 220-A/2008, de 4 de Março .................................................... 667
(Balcão Nacional de Injunções)
• Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro ......................................................... 673
(Novo Regime do Arrendamento Urbano)
• Decreto-Lei n.º 1/2013, de 7 de Janeiro ................................................... 701
(Balcão Nacional de Arrendamento e Procedimento Especial de Despejo)ÍNDICE
SISTEMATICO• Lei n.º 7/12, de 13 de Fevereiro ............................................................. 575
(Regulamento das Custas Processuais)CÓDIGO de
Advogados e na Câmara dos Solicitadores.All pages:134567910111213141516171821222324252627282930InfoSaveLikeShareDownloadMoreCódigo de Processo Civil Published on Jul 1, 2013 Novo Código de Processo Civil e Legislação ComplementarvidaeconomicaFollowRead moreRead moreSimilar toPopular nowJust for youGo explore

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Artigo 7
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 artigo 1
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 artigo 3

Artigo 3
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Artigo 264

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 artigo 265

Artigo 265
 artigo 417
 artigo 266
 artigo 266
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Artigo 4

Artigo 11
 artigo 5
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 artigo 7
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Artigo 10
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Artigo 12
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 artigo 132
 artigo 15

Artigo 15
 artigo 138
 artigo 16
 artigo 17
 artigo 20
 artigo 21
 artigo 22
 artigo 18
 artigo 23
 artigo 24
 Artigo 9
 Artigo 29
 Artigo 39
 Artigo 52
 Artigo 58
 Artigo 61
 Artigo 63
 Artigo 65
 Artigo 69
 Artigo 84
 Artigo 90
 Artigo 95
 Artigo 101
 Artigo 108
 Artigo 114
 Artigo 118
 Artigo 129
 Artigo 143
 Artigo 149
 Artigo 156
 Artigo 162
 Artigo 171
 Artigo 185
 Artigo 202
 Artigo 205
 Artigo 212
 Artigo 218
 Artigo 224
 Artigo 245
 Artigo 254
 Artigo 258
 Artigo 268
 Artigo 276
 Artigo 291
 Artigo 295
 Artigo 310
 Artigo 315
 Artigo 320
 Artigo 324
 Artigo 332
 Artigo 337
 Artigo 341
 Artigo 350

Artigo 351
 Artigo 357
 Artigo 361
 Artigo 376
 Artigo 379
 Artigo 383
 Artigo 387
 Artigo 390
 Artigo 396
 Artigo 402
 Artigo 409
 Artigo 422
 Artigo 451
 Artigo 465
 Artigo 473
 Artigo 477
 Artigo 486
 Artigo 489
 Artigo 494
 Artigo 497
 Artigo 526
 Artigo 541
 Artigo 545
 Artigo 547
 Artigo 549
 Artigo 551
 Artigo 565
 Artigo 568
 Artigo 575
 Artigo 582
 Artigo 587
 Artigo 589
 Artigo 598
 Artigo 606
 Artigo 612
 Artigo 618
 Artigo 626
 Artigo 643
 Artigo 651
 Artigo 670
 Artigo 678
 Artigo 685
 Artigo 687
 Artigo 695
 Artigo 702
 Artigo 711
 Artigo 723
 Artigo 727
 Artigo 734
 Artigo 747
 Artigo 754
 Artigo 763
 Artigo 772
 Artigo 783
 Artigo 785
 Artigo 787
 Artigo 794
 Artigo 797
 Artigo 802
 Artigo 805
 Artigo 810
 Artigo 815
 Artigo 829
 Artigo 837
 Artigo 841
 Artigo 845
 Artigo 851
 Artigo 854
 Artigo 858
 Artigo 867
 Artigo 877
 Artigo 880
 Artigo 890
 Artigo 905
 Artigo 915
 Artigo 924
 Artigo 930
 Artigo 932
 Artigo 937
 Artigo 940
 Artigo 947
 Artigo 952
 Artigo 958
 Artigo 966
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 Artigo 985
 Artigo 988
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 Artigo 999
 Artigo 1005
 Artigo 1013
 Artigo 1016
 Artigo 1020
 Artigo 1025
 Artigo 1027
 Artigo 1038
 Artigo 1041
 Artigo 1044
 Artigo 1047
 Artigo 1052
 Artigo 1056
 Artigo 1060
 Artigo 1067
 Artigo 1069
 Artigo 1071
 Artigo 1077
 Artigo 1081
 Artigo 1085