Source: http://professoraraqueltinoco.blogspot.com/2012/08/
Timestamp: 2018-04-25 14:35:20+00:00

Document:
Professora Raquel Tinoco: 01/08/12
TRE-RJ: Analista Judiciário - Administrativa - comentários
Cargo 1 - Analista Judiciário - Área Administrativa
Com relação ao direito eleitoral, julgue os itens que se seguem.
63. Os analfabetos, mesmo aqueles que se tenham alistado, são inelegíveis para qualquer cargo.
Gabarito C - Art. 14, § 4° da CF.
Correta a banca. Os analfabetos são absolutamente inelegíveis, ainda que possuam a capacidade eleitoral ativa.
64. Uma das condições de elegibilidade previstas pela CF é a filiação partidária, requisito esse que estará devidamente preenchido caso o candidato seja filiado a mais de um partido político.
Gabarito E - Art. 14, § 3°, V da CF c/c art. 22, parágrafo único da L. 9.096/95.
Correta a banca. A dupla filiação é vedada, constituindo causa de nulidade.
Com o apoio de 252 policiais e 70 fiscais, o TRE/RJ realizou uma operação no Complexo da Maré, que mobilizou dois blindados e um helicóptero. Trata-se da primeira grande ação do Centro de Controle e Comando das Eleições 2012 para impedir a formação de currais eleitorais e combater a propaganda irregular. “Mostramos que não existe lugar em que a justiça eleitoral não possa entrar”, disse o presidente do TRE/RJ, que comandou a operação. “Queremos que a população se sinta segura para escolher livremente seus candidatos”, complementou. Na operação, foram recolhidos três caminhões de placas e faixas com propaganda irregular. O presidente do TRE/RJ anunciou ainda que haverá novas operações em municípios do interior. TRE/RJ faz operação no Complexo da Maré. In: Internet: (com adaptações). A notícia acima aborda o problema da propaganda eleitoral irregular. A respeito desse assunto, julgue os seguintes itens.
65. É permitida, independentemente de autorização da justiça eleitoral, a veiculação de propaganda eleitoral em bens particulares por meio de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições, desde que estes não ocupem área superior a quatro metros quadrados e não contrariem a legislação eleitoral.
Gabarito C - Art. 37, § 2°da L. 9.504/97 (independe de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral). Marcaria certa, mas encrenquei um pouco com a expressão "não ocupem área superior". Pode ser interpretada como área territorial e não com a área do próprio material de propaganda. Acho que dá pé para um recursinho.
Correta a banca, embora tenha omitido a dispensa de licença municipal. Incompleta, mas correta.
66. É vedada a colocação de propaganda eleitoral, de qualquer natureza, em árvores e jardins situados em área pública, ainda que não lhes cause dano.
Gabarito C - Art. 37, § 5°da L. 9.504/97
Correta a banca.
67. Embora seja proibida a fixação de faixas com propaganda eleitoral nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público, sua colocação é permitida nos bens de uso comum, como, por exemplo, postes de iluminação pública e de sinalização de tráfego.
Gabarito E - Art. 37, Caput da L. 9.504/97
Correta a banca. Vedada nos bens de uso comum, como postes de iluminação pública e de sinalização de tráfego.
No que se refere aos privilégios e garantias eleitorais, julgue os próximos itens.
68. É autorizada a disponibilização, pela União, à justiça eleitoral, de veículos e embarcações, incluídos os de uso militar, para o transporte gratuito de eleitores em zonas rurais nos dias de eleição.
Gabarito E - salvo os de uso militar, dentre outros. Art. 1°, Caput e § 1° da L. 6.091/74
Correta a banca. Excluídos os de uso militar e os indispensáveis ao funcionamento dos serviços públicos.
69. Nenhum membro de mesa receptora poderá ser preso durante o exercício de suas funções, salvo em flagrante delito, garantia essa que se estende, em iguais condições, a fiscal de partido político.
Gabarito C - Art. 236, § 1° do Código Eleitoral
Correta a banca. Imunidade durante o exercício das funções aos mesários e fiscais.
70. A interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade, em prejuízo da liberdade do voto, serão coibidos e punidos na forma da legislação eleitoral.
Gabarito C - Art. 237 do Código Eleitoral
Correta a banca. Cópia quase literal do artigo.
Com base no disposto no Regimento Interno do TRE/RJ (RI-TRE/RJ), julgue os itens a seguir.
115. O vice-presidente do TRE/RJ será substituído, por exemplo, quando estiver de férias. Há casos, entretanto, em que a substituição não é possível, como, por exemplo, quando, no exercício da presidência, ele atuar como relator.
Gabarito C - Art. 27 do RITRE
Correta a banca. O Vice não será substituído, quando no exercício da Presidência, estiver presidindo sessão de processo em que for relator. Nos de outro relator, apenas desempata.
116. Havendo necessidade de restauração dos autos, a classe do processo deverá ser alterada, sendo-lhe atribuída, ainda, nova numeração.
Gabarito E - Art. 40, § 2°, V c/c art. 53 do RITRE
Correta a banca. Não haverá a alteração da classe e nem atribuição de nova numeração. Terá a numeração dos autos extraviados.
117. De acordo com o que determina o RI-TRE/RJ, no julgamento dos feitos, têm precedência o habeas corpus e o habeas data, desde que previamente incluídos na pauta da sessão.
Gabarito E - Art. 59, a c/c 64, § 1°, a do RITRE
Correta a banca. Embora, a CF preveja o processo e julgamento de HD por parte de TRE, o RITRE cita apenas o HC e afirma que a preferência independe de pauta.
118. Imediatamente após a sustentação oral das partes, é realizada a votação, que se inicia com o voto do relator do processo.
Gabarito - Cespe - E
Como desconfiava, o Cespe poderia estar omitindo o PRE de propósito, uma vez que, nem sempre funciona como parte. Art. 68, Caput e § 1°do RITRE.
Entretanto, considero que a assertiva traz prejuízo à interpretação do candidato.
A questão trata da ordem dos trabalhos no Tribunal. No artigo 58, "e" - após discussão vem a fase de votação. A discussão são os debates, a sustentação oral. No artigo 68, Caput - Depois do relatório, facultada às partes... a sustentação oral e concedida a palavra pelo Presidente ao PRE, segue-se a votação. Art. 68, § 1°- os votos serão dados na ordem decrescente de antiguidade, a partir do relator.
A manifestação do MP, seja fiscal da lei ou parte, nas sessões do TRE, podem ser por escrito ou oralmente (art. 37, IV). Manifeste-se em primeiro lugar (parte) ou após as partes (fiscal da lei), a próxima fase será a de votação, iniciada pelo relator. É a regra dos trabalhos.
É claro que, como Presidente da sessão, cabe àquele que a conduz determinar o desenvolvimento dos trabalhos, mas aí estaríamos trabalhando com hipóteses e não com a letra da norma.
Passível de recurso. Pela Anulação.
119. O TRE/RJ possui competência institucional para criar, mediante ato normativo específico, a Escola Judiciária Eleitoral, cujas atribuições serão regulamentadas por resolução editada pela secretaria administrativa do tribunal.
Gabarito E - Art. 141 do RITRE
Correta a banca. Embora, tenha sido a Escola criada por norma interna do TRE (Regimento), a regulamentação coube à Resolução do próprio órgão e não de sua Secretaria Administrativa.
120. Aplicam-se os prazos do Código Civil e do Código de Processo Civil ao trâmite dos processos ajuizados no TRE/RJ.
Gabarito E - Art. 131 do RITRE.
Correta a banca. O RITRE prevê regras do CPC. Não cita o Código Civil no artigo respectivo.
por Professora Raquel Tinoco às 14:27 | Marcadores: TRE - RJ | 0 comentários
TRE-RJ: Técnico Judiciário - Administrativa - Comentários
TJ-Área Administrativa - Cargo 8 - Tipo 1
71. Apesar de prever que as informações constantes do cadastro eleitoral são acessíveis às instituições públicas e privadas e às pessoas físicas, a norma garante a preservação de informações pessoais dos eleitores, como filiação e escolaridade, como forma de resguardar a privacidade dos cidadãos.
Gabarito: C – Art. 29, Caput e §§ 1° e 2° da Resolução 21.538/03
Correta a banca. Embora acessíveis às instituições públicas e privadas e às pessoas físicas, a Resolução prevê dados de caráter personalizado que, em regra, não serão fornecidos. Filiação e escolaridade são alguns deles. A exceção está no artigo 29, § 3°.
72. Em nenhuma hipótese poderá ser realizada revisão de eleitorado em ano de eleição.
Gabarito E - Art. 58, § 2° da Resolução 21.538/03
Correta a banca. Em regra, a Revisão de Eleitoral não será realizada em ano eleitoral, mas poderá ser, excepcionalmente, em casos autorizados pelo TSE.
73. Do despacho que indeferir o requerimento de transferência de domicílio eleitoral não caberá recurso.
Gabarito E – Art. 18, § 5° da Resolução 21.538/03
Correta a banca. Tanto do despacho que defere, quanto do que indefere o requerimento de transferência haverá a possibilidade de recurso de delegado de partido, no prazo de 10 dias ou do próprio eleitor, no prazo de 05 dias, respectivamente.
74. É facultado aos partidos políticos formar coligações, atribuindo-lhes denominação própria que não faça referência a nome ou a número de candidato.
Gabarito C - Art. 6°, § 1°-A da L. 9.504/97
Correta a banca. Os partidos têm autonomia para deliberar, em convenção, sobre coligações. Com o advento da L. 12.034/09, algumas vedações quanto à denominação das coligações foram incluídas com o § 1°-A, do art. 6° da L. 9.504/97. Cada coligação terá denominação própria, que pode ser, inclusive, a junção de todas as siglas dos partidos que a integram, mas não podem coincidir, incluir ou fazer referência a nome ou número de candidato, nem conter pedido de voto para partido político.
75. A filiação do candidato que deseje concorrer às eleições deve ter sido deferida pelo partido político, no mínimo, um ano antes do pleito, sendo facultado ao partido estabelecer, em seu estatuto, prazo superior a esse, desde que essa previsão não decorra de alteração realizada no estatuto em ano eleitoral.
Gabarito C - Art. 9°, Caput da L. 9.504/97 c/c art. 18 e 20, parágrafo único da L. 9.096/95
Correta a banca. Para concorrer às eleições, o pretenso candidato deve ter como condição de elegibilidade a filiação partidária, salvo a exceção do militar estável. A L. 9.096/95 estabeleceu como limite mínimo, o prazo de 01 ano antes do pleito, mas autorizou que os partidos, fundados em sua autonomia, estabelecessem em seus Estatutos, prazos superiores, desde que não o fizessem em ano eleitoral. Embora o Cespe tenha fundamentado a assertiva, especialmente na L. 9.504/97, a parte grifada está prevista na L. 9096/95, art. 20.
76. A votação e a totalização dos votos devem, obrigatoriamente, ser realizadas por meio eletrônico.
Gabarito E - Art. 59, Caput da L. 9.504/97
Correta a banca. A votação eletrônica não revogou ou aboliu a convencional. Ao contrário, as duas caminham juntas. Claro que o sistema eletrônico tornou-se a regra. Entretanto, o próprio artigo 59, Caput da L. 9.504/97, estabelece que o TSE pode autorizar, excepcionalmente, a aplicação das regras fixadas nos artigos 83 ao 89 (votação e totalização convencional).
77. Para que possam participar das eleições, os partidos políticos devem, entre outros requisitos, registrar seu estatuto no TSE no mínimo um ano antes do pleito.
Gabarito C - Art. 4° da L. 9.504/97
Correta a banca. Um dos requisitos para que um partido participe das eleições é estar com seu estatuto registrado no TSE, pelo menos, um anos antes do pleito.
A respeito dos órgãos da justiça eleitoral, julgue os itens subsequentes.
78. A presidência do TSE cabe a todos os ministros do tribunal, que se revezam no cargo.
Gabarito E – Ministro do STF – Art. 119 da CF e 17 do Código Eleitoral
Correta a banca. O texto constitucional e o próprio texto do Código Eleitoral, nos artigos citados, afirmam que o Presidente do TSE será um dos três Ministros do STF que o integram. A forma de escolha se dá por eleição do próprio TSE. Quanto ao revezamento, embora as normas não citem o mandato mínimo ou máximo de um membro diretivo do órgão, tal informação pode ser encontrada em seu Regimento Interno.
79. Compete à junta eleitoral a apuração das eleições realizadas nas zonas sob a sua jurisdição.
Gabarito C – Art. 40, I do Código Eleitoral
Correta a banca. Uma das competências da Junta Eleitoral, no artigo 40 do Código é apurar as eleições realizadas nas Zonas sob a sua jurisdição. Cópia literal do dispositivo.
80. As juntas eleitorais devem ser compostas, necessariamente, por, pelo menos, um juiz eleitoral.
Gabarito E – Art. 36, Caput c/c 37, Caput do Código Eleitoral
Correta a banca. O Código prevê que as Juntas são presididas por Juízes de Direito, ainda que não sejam eleitorais. Além disso, cada Junta deve ter, no mínimo, 3 membros, incluído o seu Presidente.
81. Não pode haver mais de uma junta eleitoral por zona.
Gabarito E – Art. 37 do Código Eleitoral
Correta a banca. O Código prevê que podem ser organizadas tantas Juntas quantas permitir o número de Juízes de Direito, ainda que não sejam eleitorais.
82. A nomeação dos membros das juntas eleitorais deve ocorrer sessenta dias antes das eleições, e a escolha desses membros deve ter sido aprovada pelo tribunal regional eleitoral.
Gabarito C – Art. 36, § 1° do Código Eleitoral
Correta a banca. O Código prevê que cabe ao Presidente do TRE, após aprovação deste, nomear os membros das Juntas, 60 dias antes do pleito.
Acerca do alistamento eleitoral, julgue os próximos itens.
83. A suspensão ou perda de direitos políticos não dá causa ao cancelamento do alistamento eleitoral.
Gabarito E – Art. 71, II do Código Eleitoral
Correta a banca. O artigo 71 do Código Eleitoral prevê, claramente, como causas de cancelamento da inscrição eleitoral (alistamento), a suspensão ou perda dos direitos políticos.
84. Caso seja detectada a existência, nos registros de determinado tribunal regional eleitoral, de inscrição de um mesmo eleitor em mais de uma zona eleitoral sob sua jurisdição, o fato deverá ser comunicado ao juiz competente para que se proceda ao cancelamento de uma das inscrições.
Gabarito C – Art. 75, Caput do Código Eleitoral
Correta a banca. A assertiva é cópia quase fiel do artigo 75, Caput do Código Eleitoral.
85. Cessada a causa do cancelamento, o eleitor estará automaticamente qualificado a votar.
Gabarito do Cespe - C
Não concordo com a banca. Embora não tenha citado a norma de origem das assertivas, percebe-se claramente que foram retiradas do tópico "Do Cancelamento e Exclusão" constante do edital. Tal procedimento, com todas as suas fases, somente está previsto na norma legal, a saber, arts. 71 ao 81 do Código Eleitoral.
Não basta a cessação da causa de cancelamento para que o eleitor esteja qualificado ao voto. Ele precisa restabelecer a sua situação de eleitor. Art. 77 ao 80 do Código Eleitoral: Processo de cancelamento e exclusão.
Art. 81 do Código Eleitoral: "Cessada a causa do cancelamento, poderá o interessado REQUERER NOVAMENTE a sua qualificação ou inscrição."
Se não houver novo requerimento, não haverá possibilidade de voto, pois um eleitor cuja inscrição tenha sido cancelada e que não regulariza, mediante requerimento, sua condição, não pode votar.
O voto só será possível enquanto durar o processo de cancelamento e caso haja absolvição ao final (Art. 72 do CE). Cancelada a inscrição, pode o eleitor, segundo o Código Eleitoral e o TSE, inclusive, ser excluído do cadastro. Cessada a causa do cancelamento, o eleitor estará qualificado a novo alistamento.
Nem mesmo a Resolução 21.538/03 prevê a qualificação automática do eleitor para o voto após cessada a causa de cancelamento. O artigo 27 da norma do TSE, repetindo quase que integralmente o artigo 76 do Código Eleitoral, afirma, em seu parágrafo único, que "qualquer irregularidade determinante e cancelamento de inscrição deverá ser comunicada por escrito ao Juiz Eleitoral, que observará o procedimento estabelecido nos arts. 77 ao 80 do Código Eleitoral". Logo, trata-se do devido processo legal.
TSE - (Res. nº 21.931, de 2.10.2004, rel. Min. Peçanha Martins.). "O procedimento de exclusão previsto pelo Código Eleitoral (art. 71 e ss.), observado o rito nele disciplinado, no qual se assegura ao eleitor o exercício do contraditório e da ampla defesa, admite a retirada do eleitor da folha de votação, após a sentença de cancelamento, ainda que haja recurso, cujo efeito é apenas devolutivo. Efetivada a providência em período que inviabilize a regularização do eleitor no cadastro, não ficará o excluído sujeito às sanções decorrentes do não-cumprimento das obrigações eleitorais”.
Ora, cancelada a inscrição por sentença judicial, o ex-eleitor deverá requerer nova inscrição, novo alistamento. Não volta à condição de eleitor automaticamente. Não adquire a capacidade ativa automaticamente. É, inclusive o que prevê o artigo 4° da Resolução 21.538/03.
Se estivéssemos falando de restrições ao exercício dos direitos políticos (art. 15 da CF), cessadas estas, restabelecer-se-ia automaticamente, se for o caso, o direito ao exercício do sufrágio, mas ainda assim, a Justiça Eleitoral precisaria ser comunicada para que a situação em seu cadastro fosse atualizada. Arts. 51 ao 53 da Resolução 21.538/03.
Pela alteração de Gabarito de C para E com fundamento no art. 81 do Código Eleitoral.
86. O processo de cancelamento de alistamento eleitoral não pode ser iniciado de ofício por juiz eleitoral.
Gabarito E – Art. 71, § 1° do Código Eleitoral
Correta a banca. O que o Código proíbe é o cancelamento ou a exclusão de ofício, devendo respeitar devido processo legal. O processo, entretanto, pode ser iniciado de ofício pelo Juiz Eleitoral, a requerimento de Delegado de Partido ou de qualquer eleitor.
por Professora Raquel Tinoco às 13:10 | Marcadores: TRE - RJ | 0 comentários
por Professora Raquel Tinoco às 17:13 | Marcadores: Simples assim... | 0 comentários
TRE-RJ: Gabarito extraoficial de Analista - Administrativo
Gabarito nos termos da CF, leis e RITRE. Agora é só aguardar o gabarito segundo o Cespe.
63. Os analfabetos... C - Art. 14, § 4° da CF.
64. Uma das condições de... E - Art. 14, § 3°, V da CF c/c art. 22, parágrafo único da L. 9.096/9565.
65. Embora seja proibida a fixação... E - Art. 37, Caput da L. 9.504/97
66. É permitida... C - Art. 37, § 2°da L. 9.504/97 (incompleta, mas considero correta). Marcaria certa, mas encrenquei um pouco com a expressão "não ocupem área superior". Pode ser interpretada como área territorial e não com a área do próprio material de propaganda.
67. É vedada a colocação... C - Art. 37, § 5°da L. 9.504/97
68. É autorizada a disponibilização... E - salvo os de uso militar, dentre outros. Art. 1°, Caput e § 1° da L. 6.091/74
69. Nenhum membro de mesa... C - Art. 236, § 1° do Código Eleitoral
70. A interferência do... C - Art. 237 do Código Eleitoral
115. Havendo necessidade... E - Art. 40, § 2°, V c/c art. 53 do RITRE
116. De acordo com o que... E - O RITRE cita apenas o HC e afirma que a preferência independe de pauta - Art. 59, a c/c 64, § 1°, a do RITRE
117. Imediatamento após... C - Considero correta, embora o Cespe possa estar omitindo o PRE de propósito, uma vez que, nem sempre funcionará como parte. O mais correto seria: "após a sustentação oral"... Art. 68, Caput e § 1°do RITRE.
118. O TRE/RJ possui... E - Art. 141 do RITRE - Resolução do próprio TRE.
119. O Vice-Presidente... C - Art. 27 do RITRE
120. Aplicam-se os prazos... E - O RITRE prevê regras do CPC. Não cita o Código Civil no artigo respectivo. Art. 131 do RITRE.
por Professora Raquel Tinoco às 20:36 | Marcadores: TRE - RJ | 0 comentários
TRE-RJ: Gabarito extraoficial do cargo 8 - Técnico
Segundo a CF, leis e Resolução, eis o gabarito. Vamos aguardar agora, segundo o Cespe.
Cargo 8 – Técnico Judiciário – Área Administrativa
71. Do despacho... E – Art. 18, § 5° da Resolução 21.538/03
72. Apesar de prever...C – Art. 29, Caput e §§ 1° e 2° da Resolução 21.538/03
73. Em nenhuma... E - Art. 58, § 2° da Resolução 21.538/03
74. É facultado... C - Art. 6°, § 1°-A da L. 9.504/97
75. A filiação... C - Art. 9°, Caput da L. 9.504/97 c/c art. 20, parágrafo único da L. 9.096/95
76. A votação... E - Art. 59, Caput da L. 9.504/97
77. Para que possam... C - Art. 4° da L. 9.504/97
78. A nomeação... C – Art. 36, § 1° do Código Eleitoral
79. A presidência... E – Ministro do STF – Art. 119 da CF e 17 do Código Eleitoral
80. Compete à Junta... C – Art. 40, I do Código Eleitoral
81. As Juntas... E – Art. 36, Caput c/c 37, Caput do Código Eleitoral
82. Não pode haver... E – Art. 37 do Código Eleitoral
83. O processo de... E – Art. 71, § 1° do Código Eleitoral
84. A suspensão ou perda... E – Art. 71, II do Código Eleitoral
85. Caso seja detectada... C – Art. 75, Caput do Código Eleitoral
86. Cessada a causa... E – Art. 81 do Código Eleitoral
por Professora Raquel Tinoco às 18:07 | Marcadores: TRE - RJ | 0 comentários
Brava gente brasileira....
Sempre acreditei que o possível pertence a nós, mas também sempre tive a certeza de que Deus esteve à frente de todos os meus sonhos, como uma ponte sobre águas turbulentas.
Nunca duvidei do dia em que eles seriam realizados, pois só não vê onde se pode chegar aquele que deixa de sonhar.
Hoje falei aos alunos que não havia melhor data para que estivessem sonhando. É dia do Soldado. Amanhã será uma de suas batalhas. Talvez a mais importante de suas vidas.
Vocês não sabem, mas hoje também é o aniversário de meu pai e o orgulho que sinto de suas lições me faz seguir em frente, sempre. Ele jamais desistiu de um sonho. Ele sempre deixou de lado as coisas que passavam e prosseguia em direção ao seu alvo. Seus olhos sempre se mantiveram fixos naquilo que considerava importante para ele e para nós.
Elvis, uma das vozes mais lindas para mim, embora não tenha acreditado que pudesse ir além dos sonhos que já havia realizado, nos deixou a mensagem nessa linda música. "Siga em frente.. Continue...É a sua vez de brilhar... Todos os seus sonhos estão a caminho... Veja como eles brilham..." Boa prova!!! Deus os abençoe!!!
por Professora Raquel Tinoco às 22:58 | Marcadores: Apenas ouça | 0 comentários
Lista Sêxtupla X Lista Tríplice - Juízes da Classe de Advogados - TSE
Embora a Constituição da República, em seu artigo 119, não seja clara quanto à forma de indicação dos advogados para os Tribunais Eleitorais, TSE ou TREs, afirmando apenas que seis nomes serão indicados pelos STF e TJ, respectivamente, ao Presidente da República, para o preenchimento das duas vagas existentes, o Código Eleitoral, em seu artigo 25, § 1º põe fim à discussão em relação aos Tribunais Regionais. Não bastasse o Código, os Regimentos Internos também são claros quanto ao assunto. O problema reside na composição do TSE. O Código Eleitoral é omisso e a interpretação de alguns doutrinadores já passou pela possibilidade de os seis nomes serem indicados em uma única lista sêxtupla, inclusive questão já abordada em prova. Entretanto, o Regimento Interno do STF traz alguma luz sobre o tema.
"Pleno de Supremo define lista tríplice para TSE (17/02/2011)
O Plenário do Supremo Tribunal Federal aprovou, nesta quinta-feira (17/2), a lista tríplice de candidatos para ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral que cabe à categoria dos advogados. A lista será encaminhada nos próximos dois dias à presidente da República para a escolha de um dos seguintes nomes: Joelson Costa Dias, Evandro Luís Castello Branco Pertence e Luciana Christina Guimarães Lossio. Todos os três receberam oito votos. A escolha aconteceu porque está sendo encerrado o mandato de dois anos do advogado Joelson Costa Dias no cargo, que, como foi escolhido em primeiro lugar na lista aprovada hoje, pode ser reconduzido ao cargo. Cada um dos indicados recebeu oito votos. O advogado Joelson Costa Dias foi nomeado em março de 2009 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para, como ministro substituto, ocupar a vaga decorrente da posse do ministro Arnaldo Versiani no cargo de titular. A novidade da escolha é o fato de, pela primeira vez, uma mulher integrar lista tríplice de advogados candidatos à vaga de ministro do TSE. Luciana Lóssio é advogada com reconhecida atuação não apenas no TSE, como no Superior Tribunal de Justiça e no próprio Supremo Tribunal Federal. Tem 36 anos, trabalhou na área jurídica da campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) e fez diversas sustentações orais no plenário da Corte Eleitoral em 2010. A competência do Pleno do STF aprovar a lista tríplice consta no artigo 7º, inciso II do Regimento Interno do STF, que tem a seguinte redação: "compete ainda ao Plenário — eleger, dentre os ministros, os que devam compor o Tribunal Superior Eleitoral e organizar, para o mesmo fim, as listas de advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral a serem submetidas ao presidente da República".
Ver ainda: Listas tríplices para membros efetivos e substitutos:
http://www.youtube.com/watch?v=gBNNNvcPH6Q&feature=relmfu
http://www.youtube.com/watch?v=0fTU2K9oXSU
por Professora Raquel Tinoco às 20:50 | Marcadores: Direito Eleitoral | 0 comentários
por Professora Raquel Tinoco às 11:48 | Marcadores: Direito Eleitoral | 0 comentários
Prefeito de São José da Lagoa Tapada-PB permanece no cargo
O prefeito de São José da Lagoa Tapada-PB, Evilásio Formiga Neto, vai permanecer no cargo.
Na sessão desta quinta-feira (2), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitaram recurso que pedia a cassação do diploma de Evilásio Neto por supostamente o candidato ser inelegível na eleição de 2008.
Segundo o autor do recurso no TSE, Jucélio Formiga de Sousa, o prefeito seria inelegível, uma vez que seu vice, José de Araújo, foi assim considerado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) em razão de parentesco com o vice-prefeito anterior.
De acordo com Jucélio, o prefeito também deveria ser considerado inelegível, já que a chapa para os cargos é “única e indivisível”.
No entanto, por unanimidade de votos, os ministros do TSE entenderam que a inelegibilidade do vice-prefeito não atinge o prefeito.
A decisão dos ministros foi tomada após a presidente do Tribunal, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, apresentar na sessão desta quinta-feira seu voto-vista no plenário.
A ministra acompanhou o relator do processo, ministro Gilson Dipp, que negou o recurso de Jucélio Formiga.
O vice-prefeito José de Araújo foi declarado inelegível pelo TRE da Paraíba por ser irmão de Antônio de Araújo Silva, que foi vice-prefeito do município nas eleições de 2000 e 2004.
Pelo artigo 14 da Constituição Federal, são inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos e afins até o segundo grau ou por adoção.
Antes do voto-vista da ministra Cármen Lúcia, os ministros Marco Aurélio, Arnaldo Versiani e Marcelo Ribeiro, que já não integra mais o Tribunal, já haviam votado com o relator em sessões passadas.
O ministro Gilson Dipp rejeitou o recurso contra o prefeito por considerar que a inelegibilidade no caso “é pessoal” e, portanto, atinge apenas o vice-prefeito José de Araújo.
O relator afirmou que a inelegibilidade do artigo 14 da Constituição Federal alcança José de Araújo por ele ter se candidatado ao mesmo cargo (vice-prefeito) ocupado por seu irmão nas duas gestões anteriores do município.
Porém, o ministro Gilson Dipp disse que essa inelegibilidade é de natureza pessoal e não tem o poder de atingir o mandato do prefeito nem de afetar a legitimidade da eleição de 2008 em São José da Lagoa Tapada.
Processo relacionado: RO 22213
por Professora Raquel Tinoco às 11:30 | Marcadores: Direito Eleitoral | 0 comentários
TRE-RJ: Analista Judiciário - Administrativa - com...
TRE-RJ: Técnico Judiciário - Administrativa - Come...
TRE-RJ: Gabarito extraoficial de Analista - Admini...
TRE-RJ: Gabarito extraoficial do cargo 8 - Técnico...
Lista Sêxtupla X Lista Tríplice - Juízes da Classe...

References: artigo 58
 artigo 68
 artigo 29
 artigo 59
 artigo 40
 artigo 71
 artigo 75
 artigo 27
 artigo 76
 artigo 4
 artigo 119
 artigo 25
 artigo 7
 artigo 14
 artigo 14