Source: http://laranjachoque.blogspot.com/2009/12/
Timestamp: 2018-05-26 19:53:52+00:00

Document:
Laranja Choque: Dezembro 2009
Termino 2009, com um agradecimento a todos os leitores do Laranja Choque.
Este ano, mais de 14.000 visitantes acederam a este espaço, num total de mais de 29.000 páginas vistas.
Mês com mais páginas vistas - Julho - 3.271 páginas vistas
Mês com mais visitantes - Outubro - 1.728 visitantes
Mês com menos páginas vistas - Agosto - 996 páginas vistas
Mês com menos visitantes - Agosto - 629 visitantes
Dia com mais visitantes - 12 de Outubro (143 visitantes, num total de 238 páginas vistas)
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 23:59 Ligações 2 comentários
Homem do Ano - Barack Obama
Completou 1 ano como presidente dos Estados Unidos da América. Foi nomeado prémio nobel da Paz. Obama, foi o homem do ano em 2009.
Mulher do Ano - Angela Merkel
A chanceler da Alemanha, é a dama de ferro do século XXI. Lidera a maior economia da Europa. Em 2009, foi estabelecido o Governo Merkel II.
Facto Político Nacional do Ano - Legislativas 2009
As eleições legislativas trouxeram consigo um novo panorama político em Portugal. Uma vitória do PS de Sócrates, assinalável mas ténue. Impossibilidade de coligação à esquerda com um só partido. CDS a crescer, e preponderante nesta legislatura, assume-se como terceira força política. A Esquerda Radical cresce no Parlamento. O PSD não descola do resultado de 2005. Nenhum pequeno partido elege deputados (excepção para o PEV em coligação com o PCP) mas o MRPP ultrapassa a fasquia dos 50 mil votantes e chega à ansiada subvenção estatal.
Facto Político Internacional do Ano - Atribuição do Prémio Nobel da Paz a Barack Obama
Foi uma atribuição claramente política. Não pelo que fez, mas pelo que pode fazer, tem que fazer e é exigido que faça. Com este prémio nobel da Paz, Barack Hussein Obama ficou ainda mais condicionado na decorrência do seu mandato presidencial.
Facto Não Político Nacional do Ano - Caso BPN
Escândalo no mercado financeiro em Portugal. Falhou tudo. Regulação e sobretudo ética.
Facto Não Político Internacional do Ano - Gripe A
Uma pandemia no grau máximo atribuído pela OMS. Alastrou a quase todos os países do mundo, registando-se, lamentavelmente, milhares de mortes.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 18:00 Ligações 1 comentários
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 16:00 Ligações 4 comentários
Treinador do Ano - Josep Guardiola
Guardiola, em 2009, ganhou pelo Barcelona, a Taça do Rei, Campeonato Espanhol, Liga dos Campeões e Mundial de Clubes. Fantástico é pouco!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 15:00 Ligações 3 comentários
Jogador do Ano - Leonel Messi
Foi considerado o melhor jogador do mundo em 2009. Ganhou tudo no Barcelona. De longe o melhor!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 14:00 Ligações 3 comentários
Prémios Laranja Choque 2009 :)
Como é último dia do ano, e está na moda atribuir prémios, este ano podem contar com os prémios “Laranja Choque 2009”. A partir das 14horas e até às 23horas, sempre à hora certa, serão distinguidas as pessoas ou acontecimentos nas seguintes categorias.
Homem do Ano: 23h
Mulher do Ano: 22h
Facto Político Nacional do Ano: 21h
Facto Político Internacional do Ano: 20h
Facto Não Político Nacional do Ano: 19h
Facto Não Político Internacional do Ano: 18 h
Jogador do Ano: 14h
Treinador do Ano: 15h
Música do Ano: 17h
Filme do Ano: 16h
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 10:30 Ligações 1 comentários
Acabei de ver, agora mesmo, um filme fantástico. Aconteceu na Argentina. É dos melhores filmes que já vi na vida. Uma história arrepiante, baseada em factos veridicos. Remonta, ao período da ditadura militar na Argentina. Ficamos todos a pensar, em realidades como a liberdade de expressão. O perigo das ditaduras. E a força incrível do amor. A ver! Mesmo!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 04:31 Ligações 0 comentários
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 02:16 Ligações 0 comentários
(Retirado do Blogue Psicolaranja)
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 16:42 Ligações 0 comentários
Passou-se mais uma consoada. O meu desejo é sempre o mesmo: Que daqui por um ano, estejam as mesmas pessoas (ou mais – ser tio era bem giro), mas nunca menos do que aquelas que estiveram este ano. Para mim a melhor prenda que tenho, de ano para ano, é ter toda a família reunida. É fantástico, como já o disse aqui várias vezes, ter os meus quatro avós vivos. É fantástico para mim estes momentos de reunião e de partilha. Uma pequena brincadeira, um pequeno sorriso, tudo isso é para mim muito mais valioso do que os bens materiais. Torna-se incompreensível o consumismo desenfreado que observamos nesta época. Tão incompreensível que chega a desvirtuar esta quadra.
É nestes momentos que damos mais valor à família, à harmonia e à saúde. Com saúde tudo se faz, sem saúde nada se faz. É nestes momentos,que com maior intensidade ainda cumpre agradecer a Deus pela enorme felicidade que tenho em ter esta família e esta família completa. É nestes momentos que os pequenos problemas, as pequenas guerrinhas, as pequenas tricas, perdem todo o valor. É nestes dias, que embora com uma profunda nostalgia, me apetece gritar que sou feliz. E que essa felicidade a devo a Deus e à família fantástica que tenho.
Um excelente dia 25 para todos!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 04:29 Ligações 2 comentários
Desejo a todos os leitores do Laranja Choque e às suas famílias e amigos, um santo natal, recheado de paz, harmonia, amor e saúde.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 15:06 Ligações 0 comentários
Neste Natal, A Comissão Política da JSD/Moscavide compendiou um conjunto de campanhas e iniciativas de várias instituições e organizações.
É com grande prazer que vos deixo o caderno por nós elaborado. Poderão consultar aqui as várias iniciativas que estão a decorrer e, eventualmente, colaborarem com algumas dessas iniciativas.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 22:43 Ligações 1 comentários
Questionei o posicionamento ideológico dos leitores do Laranja Choque.
37% dos leitores consideram ser de centro-direita.
33% optaram pela resposta direita-moderada.
Em terceiro lugar, com 16%, a resposta centro-esquerda.
8% consideram ser de esquerda radical.
Apenas 4%, se encaixam no perfil direita radical.
Nenhum leitor considera ser de esquerda moderada.
Assim, 74% dos leitores do Laranja Choque são de direita (37% de centro direita, 33% da direita moderada e 4% da direita radical). Os restantes são de esquerda, preferencialmente de centro-esquerda.
Aproveito para lembrar, que na barra lateral estão já disponiveis um conjunto de votações, algumas delas que terminam já no dia 31 de Dezembro, pelo que, quem quiser participar deverá faze-lo tempestivamente.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 20:24 Ligações 0 comentários
Se fosses presidente da JSD/Lisboa qual seria a tua primeira medida?
Os leitores responderam.
1º - Fazer uma Grande Iniciativa - 36%
2º - Reactivar as Coordenadoras - 26%
3º - Fazer CPDL Alargadas mensalmente - 20%
4º - Descentralizar os Conselhos Distritais - 10%
5º - Ir a uma Assembleia Municipal de cada Concelho - 6%
6º - Criar a NewsLetter da Distrital - 0%
Está registado! Obrigado pela colaboração. Acreditem que será útil!
Relembro que o Grupo Ganhar uma Geração organizou uma grande iniciativa sobre a Energia Nuclear. Relembro também, que muito tenho falado sobre a problemática das Coordenadoras.
Ainda, nota positiva para a CPDL, no sentido em que, tem a intenção de realizar um Conselho Distrital Temático, no próximo mês de Janeiro, descentralizado, em Odivelas. Boa!
Na pergunta relativa ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, 51% das pessoas manifestaram-se favoráveis à realização de um referendo, 44% contra e apenas 3% não têm qualquer opinião. Dia 23, a enunciação e a análise aos resultados da votação relativa à primeira medida que os leitores tomariam caso fossem o Presidente da Distrital de Lisboa da JSD.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 02:27 Ligações 0 comentários
O apoio dos Black Eyed Peas
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 19:00 Ligações 1 comentários
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 10:30 Ligações 0 comentários
In Fine, por Margarida Balseiro Lopes
A divisão tradicional do País é muito antiga. Aparece pela primeira vez no testamento de D. Dinis, datado de 1299. Às unidades desta divisão atribuir-se-á, um século depois, o nome de comarcas; já no decurso do século XVI surgem também as províncias, que acabariam por prevalecer. No século XVII, a província era uma circunscrição militar, sem qualquer interferência nas Câmaras Municipais: os generais que comandavam cada uma das províncias tinham atribuições civis – como a polícia e ordem pública. A Constituição de 1822 e a Carta Constitucional de 1826 acabaram por consagrar a divisão provincial, sem as dotar de órgãos administrativos próprios. Em 1828 gera-se a polémica nas Cortes, reunidas após a outorga da Carta Constitucional: uns defendiam a divisão do Reino em províncias e outros que, temendo os poderes dos governadores destas circunscrições, defendiam a divisão em comarcas ou distritos.
O Decreto n.º 23, de 16 de Maio de 1832 (de Mouzinho da Silveira), dividiu o país em províncias, comarcas e concelhos e colocou à frente de cada uma das 8 províncias um órgão executivo, o Prefeito. Esta foi uma reforma muito contestada pela oposição radical que era contra as províncias, dada a impopularidade da figura do Prefeito, para além de que defendia que só as comarcas deveriam ser supramunicipais. Os partidários do Governo queriam antes as províncias e pretendiam suprimir as comarcas. Ambos queriam apenas uma autarquia supramunicipal. Acabou por se chegar a um compromisso (estabelecido pela lei Rodrigo da Fonseca), em 1835, que deu lugar ao nascimento do distrito. No entanto, a lei de 1835 mantém a província, não como autarquia local ou circunscrição administrativa, mas para o efeito de enquadrar a localização dos vários 17 distritos. Já em 1867 se procurou reduzir o número de distritos para 11, era uma forma de voltar às províncias sem dizer o seu nome (nas palavras do Professor Marcello Caetano). No entanto, em 1872 o Código Administrativo de Rodrigues Sampaio mantém o distrito, que se torna uma autarquia local, mantendo-se como autarquia local até 1892. De 1913 a 1917, o distrito recupera a sua condição de autarquia local. Na Constituição de 1933 surgem 2 entidades acima do município: o distrito e a província, mas só esta última era autarquia supramunicipal. Enquanto o distrito era uma mera circunscrição administrativa sem carácter de autarquia local, que funcionava como área territorial de jurisdição do Governador Civil, a província era uma associação de concelhos com afinidades económicas, geográficas e sociais, destinada a exercer atribuições de fomento, coordenação económica, cultura e assistência. Na Revisão Constitucional de 1959, é substituída a província pelo distrito como autarquia supramunicipal. O problema das províncias, que se prendia com as suas atribuições, mantinha-se com os distritos. Em suma, a província surge, na história portuguesa, como uma emanação espontânea dos municípios, federados para efeitos do desenvolvimento económico e social; o distrito surge como prolongamento do poder central, que quer estar presente localmente para efeitos de tutela e coordenação dos municípios.
E, é fundamental começar por traçar os limites e contornos entre poder político e administrativo, sendo as regiões enumeradas no artigo 255º da CRP apenas administrativas. Como propõe Sérvulo Correia, na função administrativa deve incluir-se "não só a actividade de execução das leis” mas também a actividade "cujo objecto directo e imediato consiste na produção de bens ou na prestação de serviços destinados à satisfação das necessidades colectivas". A função política traduz-se numa actividade de ordem superior que tem por conteúdo a direcção suprema e geral do Estado, tendo por objectivos a definição dos fins últimos da comunidade e a coordenação das outras funções à luz deste fim". Por seu turno, Marcelo Rebelo de Sousa considera como funções primárias do Estado a função política e a legislativa, estando em contraposição a estas, as funções secundárias entre as quais a função administrativa que "compreende o conjunto dos actos de execução de actos legislativos traduzidos na produção de bens e na prestação de serviços destinados a satisfazer necessidades colectivas que, por virtude de prévia opção legislativa, se tenha entendido que incumbem ao poder político do “Estado-colectividade".
No que respeita às atribuições das regiões, o legislador ordinário há-de confiar às regiões aqueles interesses públicos cujo nível óptimo de decisão não seja, nem o municipal, nem o nacional, mas sim o escalão intermédio entre ambos – o escalão regional. Os artigos 257º e 258º da Constituição elencam as atribuições (mínimas) das regiões: dirigir serviços públicos, isto é, dirigir os serviços que a lei criar como serviços regionais, ou por transferência do Estado para a região (transferência para baixo), ou por transferência dos municípios e suas associações para as regiões (transferência para cima), ou ainda por transferência da administração periférica do Estado para a região (transferência horizontal); coordenar e apoiar a acção dos municípios da respectiva área, no respeito da autonomia destes e sem limitação dos respectivos poderes; elaborar os planos regionais de desenvolvimento económico e social; participar na elaboração dos planos de desenvolvimento económico e social de âmbito nacional previstos nos artigos 90º e seguintes da Constituição. A Lei-Quadro das Regiões Administrativas concretiza um pouco mais estas directrizes constitucionais, no artigo 17º, atendendo ao princípio da subsidiariedade, referido também no n.º 4º deste diploma. No entanto, este artigo 4º estipula que a definição das atribuições, competências e recursos da região não pode retirar nem ao Estado nem ao município. Há uma subversão do princípio da subsidiariedade.
A ideia que subjaz à regionalização é: a descentralização do Estado, através das transferências para baixo, isto é do Estado para a região. E, grandes parte das tarefas é já desempenhada pelo Estado ou pelos municípios. O próprio planeamento regional é já feito pelas CCDR’s, que são órgãos do Estado. O princípio da subsidiariedade deve levar a cabo uma repartição de atribuições entre a comunidade maior (Estado) e a comunidade menor (município) para que a comunidade maior só as tenha de realizar, quando a comunidade menor não for capaz disso. Desta forma, a administração central do Estado não deve ocupar-se das funções que possam ser bem desempenhadas pelas regiões, nem estas se devem intrometer no que for melhor resolvido pelos municípios, nem estes hão-de chamar a si o que puder ser mais bem feito pelas freguesias. Na opinião do Prof. Freitas do Amaral, este artigo 4.º é ilegal e inconstitucional. Ilegal porque contraria frontalmente a Carta Europeia da Autonomia Local, aprovada pela resolução n.º 28/90 da AR. É inconstitucional porque contraria os princípios da subsidiariedade e da descentralização democrática da Administração pública (art. 6/1 CRP), bem como o princípio da aproximação dos serviços às populações (267/1 CRP) e porque entre os art. 235º a 265º não se vislumbra a secundarização da região em relação ao Estado. Trata-se de fazer uma delimitação entre os interesses públicos de carácter regional que devam continuar a cargo do Estado e os que devam passar para a esfera própria das regiões.
A Constituição no artigo 259º enumera dois órgãos da região: a assembleia regional e a junta regional. A Assembleia Regional compreende, além dos representantes eleitos pelos cidadãos, membros eleitos pelas Assembleias Municipais, em número inferior ao daqueles (260º CRP). A Junta Regional é o órgão colegial executivo da região, eleita por escrutínio secreto, pela Assembleia Regional de entre os seus membros. Haverá junto da região, um representante do Governo, nomeado em Conselho de Ministros: o governador civil regional, que será um magistrado administrativo e autoridade policial.
As regiões administrativas, apesar de previstas na Constituição desde 1976, nunca foram criadas, tratando-se para o Prof. Fausto de Quadros de uma inconstitucionalidade por omissão. Há já uma Lei-Quadro das regiões administrativas (lei n.º 56/91) e uma lei de criação das regiões administrativas (lei n.º 19/98 de 28 de Abril). Para além destes dois diplomas, é necessário o voto favorável da maioria dos cidadãos eleitores em referendo e depois a aprovação da lei de instituição em concreto de cada região. Em 1998, houve um referendo sobre a regionalização em que venceu o Não. O Prof. Fausto de Quadros sustenta que o projecto de 1998 visava constituir regiões, mais do que administrativas, políticas.
No entanto, o processo de regionalização não está encerrado, tendo há poucos meses reacendido o debate. Importa antes de mais clarificar o conceito de regionalização: é a criação de entidades públicas novas, autónomas, chamadas regiões, com órgãos próprios de decisão, eleitos em sufrágio directo e universal pela população residente em cada região e dotados de competências próprias para resolverem os seus próprios assuntos, através dos seus próprios recursos humanos, materiais e financeiros. Em primeiro lugar, cabe definir que funções poderão ser entregues às regiões: poderão desempenhar funções no âmbito dos seus próprios bens e serviços, património, finanças e funcionários; ou funções transferidas pelo Estado para a região, através de um processo de descentralização; ou ainda funções transferidas pelos municípios para a região, por se chegar à conclusão de que serão mais bem desempenhadas ao nível da região do que ao nível do município. A segunda questão que se coloca é o critério da divisão do país, ou seja, o modelo, com que fronteiras, com que características económicas, sociais, administrativas. Por fim, e não menos importante é definir o sistema de afectação de recursos financeiros às regiões: tem que existir descentralização e autonomia financeira!
Quanto à divisão do território, há dois grandes modelos em alternativa: o modelo da grande região (que daria cinco ou seis regiões administrativas no Continente português, lembrando as Comarcas da Monarquia Tradicional) ou pelo modelo da média região (dez ou onze regiões, à semelhança das províncias dos séculos XIX e XX). A região-comarca é mais favorável ao planeamento económico; como é uma grande unidade heterogénea, é possível ao nível das potencialidades e deficiências haver uma compensação; confere maior peso às decisões e declarações dos órgãos regionais; envolve menor dispêndio na instalação das regiões. As vantagens da região-província: a tradição histórica é-lhe mais favorável; consegue-se uma maior polarização dos entusiasmos regionais; constituem menor perigo para a unidade nacional; maior facilidade na resolução do problema político da divisão regional do Alentejo; melhor articulação com as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.
A existência de inúmeros preceitos constitucionais sobre a regionalização torna mais complexa a sua execução (na opinião do Prof. António Cândido de Oliveira). Em França, por exemplo, puseram-se em funcionamento as regiões (1986) e só quando se tornaram consensuais é que foram introduzidas na Constituição (2003). A Constituição impede a criação de uma região piloto, uma vez que exige que sejam criadas em simultâneo. Antes da Revisão Constitucional de 1997, bastava que a lei criasse as regiões administrativas do continente e depois exigia-se o voto favorável da maioria das assembleias municipais nela inscritas, devendo essa maioria corresponder à maioria dos eleitores dessa região. Mas na realidade o que trouxe de novo a Revisão Constitucional de 1997? Passou-se da consulta às assembleias municipais para uma obrigatória consulta directa dos eleitores, através do instrumento do referendo. O referendo deverá ter duas questões: uma de alcance nacional e outra de alcance regional. O resultado do referendo só é vinculativo caso o número total de votantes seja superior ao número e eleitores. É também necessário que haja 50% de votantes em relação aos recenseados naquela região. Exige-se ainda que se publiquem as leis que instituem cada região administrativa, isto é, cada região teria a sua lei, sendo esta uma matéria de reserva absoluta da AR (164º alínea n). Ou seja, na prática a Constituição revelou-se contra a Regionalização, com este jogo constitucional “sem-fronteiras”, que torna dificílima a implementação das Regiões.
Mais importante do que sermos pró ou contra este processo, devemos assumir uma postura de seriedade e definir de vez: ou se avança realmente para a regionalização ou se estabelece definitivamente que as únicas autarquias locais em Portugal são a freguesia e o município.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 17:40 Ligações 1 comentários
Temas Fracturantes...mas dentro da Jota!
Começa amanhã, o separador Temas Fracturantes…mas dentro da Jota!
Convidei (e continuo a endereçar convites) a todos aqueles cuja opinião, por uma razão ou por outra, suscitam o meu interesse e, creio, o interesse dos leitores do Laranja Choque. Conto ter aqui, a maioria dos principais nomes da JSD. E não faço distinção, como os mais conhecedores dos meandros da estrutura, poderão observar. Convidei pessoas com quem faço politica diariamente, convidei pessoas com quem não faço politica, convidei pessoas a quem me oponho diariamente. Uma coisa não tem nada que ver com outra.
Todos os textos, todas as opiniões são muitíssimo bem vindas. Sem excepção. Dito isto, não estranhe o caro leitor, alguns dos convidados que por aqui vão passar.
Cabe ao Pedro Folgado, presidente da Secção F de Lisboa, uma das secções emblemáticas do Distrito de Lisboa, inaugurar o espaço. Um belíssimo texto, sobre o Voto Obrigatório. Um tema em voga, muito por causa da abstenção galopante com que nos deparamos. Um tema transversal, que extravasa, obviamente, o âmbito da JSD. Sai amanhã, às 19h.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 17:18 Ligações 0 comentários
Ganhar uma Geração? Claro que sim!
A cada dia que passa, fico com cada vez mais certezas de que é possível Ganhar uma Geração.
Ganhar uma Geração, pelas ideias.
Ganhar uma Geração, pelos valores.
Ganhar uma Geração, pela coerência.
Ganhar uma Geração, pela abrangência.
Ganhar uma Geração, pela coragem em se dizer o que se pensa e se ser consequente com isso, sem pensar em nada mais.
Ganhar uma Geração, pela capacidade de acolher. Pela capacidade de se ser flexível sem abdicar de valores e premissas essenciais.
Ontem, no Conselho Distrital, foi eleito para membro da Jurisdição da 1ªInstância, o Hugo Valadas, do grupo Ganhar uma Geração. Em Lista Única, o que permite acrescentar, Ganhar uma Geração, pelo consenso. Este grupo de pessoas, tem feito uma oposição construtiva, respeitável, coerente e com elevação. Tem proposto ideias e realizado iniciativas. Serenamente, sem pressas, sem qualquer obsessão pelo poder, este conjunto de pessoas tem se afirmado. E a sua afirmação não depende da obliteração de ninguém.
Mantenho o que sempre disse (e que até já irrita algumas pessoas): Com calma, com muita calma. Mas lá chegaremos!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 17:17 Ligações 0 comentários
Amanhã começa o IN FINE, no Laranja Choque. Um espaço destinado a debater alguns temas importantes relacionados com o Direito. A inauguração do espaço, cabe à Margarida Balseiro Lopes, excelente aluna da Faculdade de Direito de Lisboa. O texto versa sobre as Regiões Administrativas, importante temática no campo do Direito Administrativo. Sai amanhã (Dia 20), às 19horas.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 02:17 Ligações 0 comentários
Os 100 melhores momentos em 4 minutos.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 16:13 Ligações 0 comentários
Rir...:)
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 19:02 Ligações 0 comentários
Com o ano (civil) a acabar, jogado que está, praticamente metade do campeonato nacional, cumpre fazer uma breve análise ao que se tem passado na nossa Liga.
Em primeiro lugar, este ano, parece que vai existir uma luta a dois pelo título de campeão nacional, entre Sport Lisboa e Benfica e Futebol Clube do Porto, realidade que se torna ainda mais interessante, em vésperas do clássico Benfica – Porto do próximo dia 20 de Dezembro.
O Benfica tem apresentado o melhor futebol da Liga, um futebol goleador que tem dizimado as defesas adversárias em Portugal e no Estrangeiro. Uma excelente trajectória na Liga Europa, que não beliscou a boa carreira conseguida no campeonato Nacional. Chega ao Clássico, com mais um ponto que o Futebol Clube do Porto, e com uma equipa totalmente desfalcada, por lesões e suspensões. Vem de uma série de quatro jogos, onde se impôs ante o BATE da Bielorrússia, de uma vitória contundente ante a Académica, e de empates, em Alvalade e com o Olhanense. O Porto aparece como uma equipa em ascendente de forma, à semelhança do que aconteceu noutros anos, após um Novembro menos positivo. Perante as especificidades do jogo, com tantas baixas, considero que um empate caseiro a zeros, seria um bom resultado para o Benfica, que não só se manteria à frente do Futebol Clube do Porto como tinha boas perspectivas, marcando no Dragão na segunda volta, de ganhar vantagem no confronto directo com o Futebol Clube do Porto. Se Porto ganhar, as coisas ficam complicadas para o Benfica, mas não perdidas. Pelo contrário, se o Benfica ganhar, as suas hipóteses de ser campeão, aumentam exponencialmente, ficando com 4 pontos de vantagem sobre o Futebol Clube do Porto e ainda uma supremacia no Confronto Directo.
Fora desta luta, está quanto a mim o Braga, que iniciou um processo de perca de pontos em quase todos os desafios. Fez um excelente início de época, com vários empurrões, mas julgo ainda não ter estofo para assumir uma séria candidatura ao título. Não obstante, julgo que é um forte candidato, a ficar em terceiro lugar da prova e a completar o pódio.
Uma palavra para os mais pequenos. O Rio Ave vai sendo a sensação da prova, praticando um futebol agradável e ocupando uma posição muito confortável. O Nacional confirmou as boas indicações do ano passado, e ocupa agora um quarto lugar. Marítimo tem sido uma boa surpresa, após um arranque desastroso com Carvalhal, o seu técnico Mitchell vem exibindo qualidade para se afirmar no nosso futebol. Depois palavra para a Naval que com Inácio se tem tornado um caso sério. O Guimarães a crescer. A Académica, com Villas Boas em ascensão muito significativa.
Do lado das decepções, o Sporting, em sétimo lugar, com apenas mais 5 pontos que a Académica que ocupa o 12ºlugar. Um arranque desastroso do Sporting, fruto de incapacidades há muito identificadas e apenas minimizadas graças ao excelente trabalho de Paulo Bento nas épocas anteriores. Paulo Bento, fez Omeletas sem ovos. A contratação de Carvalhal, por incapacidade de ir buscar o treinador do último classificado da liga, na altura, treinador desempregado despedido após um arranque desastroso com o Marítimo, prova bem o estado em que se encontra o reino leonino. Carvalhal insiste num 4-3-3, que na realidade é um 4-5-1, quando o Sporting não tem alas. Angulo, rescindiu. Caicedo pode seguir-lhe as pisadas. Matias, não é jogador para já. O Sporting, podendo investir algum dinheiro em Janeiro, está a apostar no mercado africano, indo buscar desconhecidos ao campeonato moçambicano, numa estratégia que não lembra a qualquer clube da primeira Liga. Carvalhal, ganhou um jogo para o campeonato, perdeu um e empatou dois, senão me falha a memória. Carvalhal não está, seguramente, no top 30 dos melhores treinadores portugueses. É gravíssimo o que Bettencourt tem feito ao Sporting. Acredito, que o Sporting possa ainda subir um pouco na tabela, mas corre sérios riscos de ficar fora das Competições Europeias – devendo, quanto a mim, apostar tudo por tudo na Taça de Portugal, não só na perspectiva de ganhar uma competição (tarefa facilitada após a Saída do Benfica e não sendo esta competição uma prioridade para o Porto) mas também para garantir um lugar na Europa.
Quanto a arbitragens, não vejo todos os jogos. Existe uma contagem feita pelo Luís Fialho, que apenas tem em conta os erros objectivos (por exemplo, desconsidera o grave que é nomear-se Pedro Henriques para o jogo do Porto antes do clássico – um arbitro que mostra pouquíssimos cartões, versus, Artur Soares Dias para o Benfica, um arbitro que apita por tudo e por nada, mostra vários cartões e já tinha prejudicado gravemente o Benfica na primeira jornada), mas como se baseia numa análise dos vários jogos e é objectivo na análise que faz, sirvo-me da mesma. Nessa classificação real: O Benfica teria 33 pontos (prejudicado em três pontos). Em segundo, iria o Porto com 27 pontos (beneficiado em dois pontos). Note-se, que se assim fosse, o campeonato estava praticamente entregue. Depois, Braga, teria 25 pontos e não os actuais 30 (beneficiado em cinco pontos). Por último, o Sporting, somaria 20 pontos e não os actuais 18, ou seja, para este Blogger, o Sporting foi prejudicado em dois pontos. Tudo visto: Benfica e Sporting prejudicados, respectivamente, em três e dois pontos. Porto, beneficiado em três pontos, Braga em cinco. Tudo “normal”, portanto.
Quanto a classificações eu diria:
Equipa Sensação – Rio Ave/Marítimo
Equipa Decepção – Sporting
Equipa que Pratica Melhor Futebol – Benfica
Jogador Revelação – Javi Garcia
Jogador Decepção – Matias Fernandez
Melhor Treinador – 1º - Jorge Jesus, 2º Augusto Inácio, 3º Mitchell
Pior Treinador – 1º Carlos Carvalhal, 2º Rogério Gonçalves, 3º João Carlos Pereira
Uma última palavra para a selecção nacional que com grande dificuldade se conseguiu apurar para o Mundial 2010, na África do Sul, onde terá pela frente um grupo dificílimo.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 17:23 Ligações 2 comentários
Ao longo deste documento, falei-vos de muitas realidades, de diversos problemas, de
múltiplas soluções. Dei-vos, com franqueza, o meu ponto de vista sobre aspectos
estruturais e conjunturais da JSD no Distrito de Lisboa. Partilhei os meus receios,
expus as minhas ambições, apresentei as soluções que considero mais eficientes para
a resolução dos problemas que elenquei.
Queria agora terminar, com uma palavra de esperança e de optimismo, em relação ao
que a JSD pode fazer no futuro. Acredito que voltaremos a ser úteis para os nossos
jovens, que estes se lembrarão do que vamos fazer por eles, que podemos ser a
melhor distrital do País e que a JSD pode e vai ser a melhor organização partidária de
Portugal. Confio nas nossas capacidades para despertar e dinamizar esta geração.
Acredito, verdadeiramente, que podemos Ganhar o Futuro, Ganhar a nossa
A escolha das passagens que durante a última semana vos apresentei, reflectem algumas das áreas de que vos tenho falado menos ao longo dos últimos meses. Essencialmente, não vos transmiti aqui, ideias sobre a questão das Coordenadoras, que de forma exaustiva tenho referido, e algumas ideias em áreas fundamentais como o ambiente, a cultura ou a economia e emprego. Daqui a uns dias podem contar com uma surpresa.
Chegados ao fim deste documento, gostaria de, em primeiro lugar, manifestar a
enorme satisfação que tive ao redigir cada uma destas linhas, na medida em que,
julgo ter contribuído para o levantamento dos problemas estruturais com que se
debate a JSD/Lisboa e para o debate das soluções a adoptar no combate a esses
Não podemos perder nem mais um dia, pois a cada dia que passa é menos um jovem
que se motiva e envolva na dinâmica da estrutura ou é mais um jovem que se alheia da
vida política e, inerentemente, da JSD. Num momento em que muitos jovens se
afastam da política e dos partidos, deve a nossa estrutura ser pioneira numa reflexão
séria das causas dessa realidade.
Quero ainda expressar, que conto com cada um de vós para colocar em prática as
soluções mais adequadas para combater o afastamento dos jovens da política e da
nossa estrutura, voltando a tornar a JSD, em particular no Distrito de Lisboa, numa
estrutura que fala a mesma linguagem dos jovens, que define uma agenda de causas
verdadeiramente representativa dos objectivos e anseios dos nossos jovens e que seja
verdadeiramente útil na prossecução da melhoria da qualidade de vida nos nossos
9.Informação
Não menos importante, a criação de uma Newsletter da Distrital de Lisboa da JSD,
com conteúdos diversificados, salientando a agenda da JSD e a actividade política que
vai sendo desenvolvida pela Comissão Política Distrital e pelas várias secções do
Distrito. Esta newsletter, preferencialmente distribuída através dos meios
tecnológicos com que a Distrital deve estar dotada, deverá chegar junto do maior
número possível de jovens, pelo que é muito importante a colaboração e a motivação
das várias secções do Distrito de Lisboa. Ainda assim, deverão ser seleccionadas
algumas escolas básicas e secundárias bem como Faculdades estabelecidas no
Distrito de Lisboa, para se fazer algumas distribuições do documento.
Por último, deve ser feita menção à necessidade de criar um blogue, gerido pela
CPDL, mas com a contribuição de vários militantes da JSD e de independentes,destinado ao debate diário relativo aos problemas existentes a nível concelhio, mas
também algumas das grandes questões de índole distrital e nacional. Esta ferramenta
deve ser os “ouvidos” da CPDL. A comissão política distrital de Lisboa tem aqui
oportunidade de “ouvir”, de forma quase instantânea, as opiniões dos jovens do
Distrito de Lisboa bem como aferir a reacção dos jovens ao trabalho desenvolvido pela
Distrital, de uma forma independente e verdadeira. Por outro lado, a criação deste
blogue aumenta a frequência do debate político e permite à JSD, de forma mais
constante, marcar a agenda com as suas ideias e intervenções.
Num mundo globalizado onde as novas tecnologias assumem uma preponderância
crescente, deve a JSD utilizar as ferramentas que tem ao seu dispor, para melhorar a
qualidade e quantidade do debate politico e para estar mais próxima dos jovens do
Distrito de Lisboa, integrando-os verdadeiramente na dinâmica da estrutura, levando
mais longe os ideais que defende. É muito importante, que o próximo Gabinete de
Informação da CPDL cumpra este caderno de encargos, num primeiro momento, e
que, de forma constante, vá actualizando e inovando no que a este campo diz
respeito. Quero uma JSD mais moderna e com maior capacidade para Ganhar esta
Quando pensamos no adjectivo arrogante, imediatamente lhe atribuímos uma conotação negativa. Por outro lado, existem várias personalidades, que a generalidade das pessoas apreciam, e a que lhes é atribuída essa característica, sendo a mesma apelidada, nesses casos, como uma “boa arrogância”, numa contradição de ideias.
Pensemos em José Mourinho, ídolo de tantos. Pensemos no primeiro-ministro José Sócrates, apreciado por alguns portugueses. Pensemos nos júris do Programa Ídolos, em particular, no Pedro, apelidados de arrogantes mas que nos provocam tantas gargalhadas. A pergunta é: Serão mesmo arrogantes ou estamos a falar de coisas diferentes?
Quanto a mim cumpre distinguir. Não entre uma boa e uma má arrogância, mas entre as causas dessa arrogância e, muitas vezes, os objectivos dessa arrogância. Excluindo, o caso do primeiro-ministro, já que é uma questão controvertida saber se Sócrates é arrogante ou meramente uma pessoa com grande determinação, pensemos nos outros dois casos. Quanto aos Ídolos, é evidente que não existe uma verdadeira arrogância mas uma mera modelação ao conceito do concurso. Também no caso de Mourinho, é uma mera estratégia, uma mera táctica de sair por cima dos jogos psicológicos antes dos desafios e uma forma de motivação dos seus jogadores. Mais, é o alimentar da Marca “Mourinho”. São pessoas que adoptam determinada postura pública, com objectivos bem definidos. Por exemplo, quando um político afirma que com toda a certeza vai ganhar as eleições, isso não traduz arrogância, mas antes confiança no seu projecto politico e uma forma de contagiar os seus apoiantes à vitória final.
A verdadeira arrogância também não é daqueles que admitem que são bons nesta e naquela matéria. Prefiro isso a falsas modéstias, isso sim bastante irritante. Não considero que uma pessoa por dizer sou um bom aluno, sou um bom jogador ou sou um bom cantor esteja a ser arrogante. Existem dados objectivos que podem ou não comprovar a veracidade dessas afirmações. São constatações de facto. E essas pessoas merecem o elogio por não adoptarem o discurso do “não sou nada bom” com o único intuito de todos dizerem “claro que és”.
A verdadeira arrogância, intrinsecamente má, é aquela que provêm de disfunções de raciocínio, isto é, aquela arrogância que assistimos em certas pessoas que quando observamos a fundo a sua vida, as suas acções, não podiam, nem por um minuto se colocarem nessa posição arrogante. Por exemplo, todas aquelas pessoas, que em função da condição socioeconómica simplesmente se acham melhores e discriminam os que menos podem. Ou pessoas excessivamente mimadas e elogiadas que se tornam absolutamente insuportáveis e completamente incapazes de encaixar uma critica ou uma realidade mais adversa.
Esta “má arrogância” como alguns lhe chamam normalmente aparece associada a outras características como um orgulho sem limites e um egoísmo grande. Todos estes factores transformam-se num melting pot muitíssimo desagradável. As pessoas vivem numa esquizofrenia permanente, pois têm o seu mundo onde são as melhores ou os melhores e não conseguem perspectivar o outro mundo.
Conheço imensas pessoas a quem lhes é atribuído o rótulo de arrogante. Mas, felizmente, apenas num ou dois casos estamos perante a má arrogância. Embora nesses casos, se atinja dimensões que tornam insuportável a interacção.
Última nota, para chamar à colação aquilo que já aqui escrevi há uns meses, aquela minha ideia de que os conceitos são circulares, isto é, o conceito máximo de determinada realidade é o inicio da realidade oposta, por exemplo, o máximo de liberdade corresponde a uma ditadura. Também aqui, uma pessoa excessivamente arrogante, pode, num ápice, passar para um estado depressivo, basta que para isso, seja aberta uma fresta do mundo exterior que, permanentemente, tende a não querer ver.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 22:30 Ligações 3 comentários
Num mundo globalizado, onde as novas tecnologias imperam e onde as distâncias são
cada vez mais encurtadas, onde a comunicação reina e tudo muda em fracções de
tempo muito reduzidas, o domínio da JSD/Lisboa neste dossier é absolutamente
fundamental. E neste ponto, não basta ter um site apelativo e funcional. Não basta
colocar uns conteúdos numa página Web e passivamente esperarmos que nos visitem.
É necessário ousar ir mais longe! É a JSD/Lisboa que se tem de deslocar e ir ao
encontro dos jovens do nosso distrito, utilizando as ferramentas que tem ao seu
dispor para aumentar o debate político em torno das suas actividades, da sua agenda
de causas. É necessário, que tenhamos o retorno, o feedback das iniciativas e medidas
que tomamos. É preciso bem mais do que um site! Em meu entender, existem seis
pontos verdadeiramente importantes no que à Informação diz respeito.
Em primeiro lugar, evidentemente o Site. Um espaço onde facilmente os jovens
podem perceber a agenda, o calendário, as ideias e as iniciativas da JSD/Lisboa. Um
site apelativo, de fácil acesso e que vise a interacção com os jovens de Lisboa. Mas o site sozinho nada faz. São necessárias mais ferramentas que complementem o Site e
que permitam a JSD/Lisboa inovar e fazer melhor do que alguma vez já foi feito no
domínio da Informação na JSD.
Para além do site, uma caixa postal para que todos os jovens do Distrito de Lisboa
possam enviar as suas questões e ter as respostas às mesmas, em tempo útil. É muito
importante a comunicação entre a Distrital de Lisboa e os jovens residentes no
Uma palavra para a presença nas redes sociais. É muito importante que a JSD aposte
na implementação junto dos jovens através das redes sociais, não só na perspectiva da
difusão rápida, económica e em grande escala da sua agenda de causas e das
bandeiras políticas que defende, mas também com o intuito de dar a conhecer aos
jovens a estrutura e a dinâmica da organização, possibilitando o contacto fácil entre
os jovens e os dirigentes da JSD, possibilitando desta forma o aparecimento de uma
nova militância, interessada, enérgica e conhecedora dos valores, objectivos e
bandeiras políticas da Juventude Social Democrata.
Que...Palhaçada!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 21:28 Ligações 0 comentários
Na opinião de David da Silva*
O que está em Jogo em Copenhaga
No passado dia 7 de Dezembro centenas de líderes mundiais reuniram-se em Copenhaga para dar inicio á cimeira do Clima, que decorrerá até dia 18. As expectativas são enormes na 15º reunião das partes, onde o futuro das políticas de combate às alterações climáticas joga-se em terreno muito instável. São múltiplas as variáveis em cima da mesa.
Primeiro, a própria ciência das Alterações climáticas, está, supostamente, em dúvida. Tudo isto devido ao agora muito mediático Climategate. Este caso, que decorreu ainda há poucos dias (que conveniente ser mesmo antes de Copenhaga não é verdade?) consiste nalguns emails de um dos principais investigadores em Alterações Climáticas que, ilegalmente, foram divulgados e que continham, supostamente, informação de que o autor estaria a falsificar dados de modo a disfarçar uma descida das temperaturas médias globais…. Os cépticos saltaram de alegria quando souberam disto.
O grave problema com esta teoria da conspiração é, como já foi dito pela ONU e pela restante comunidade científica, que a realidade do Aquecimento Global e das consequentes Alterações Climáticas, não se baseiam numa única medição, nem num só investigador, nem num só gráfico ou numa só teoria. Muito pelo contrário. O aquecimento global já foi provado por milhares de medições, por investigações levadas a cabo por centenas de milhares de investigadores em centros de investigação espalhados pelo mundo inteiro! Sem esquecer as correlações óbvias com o aumento de CO2, com fenómenos climáticos irregulares e um sistemático e muito brusco aumento da temperatura média global. Só em Portugal, a temperatura média já aumentou em 1,2 graus desde 1930, o dobro do que seria normal! Isto acrescido ao cada vez maior número de vagas de calor, do aumento da amplitude térmica e do aumento das zonas desertificadas a nível nacional.
É por isto que Copenhaga é tão importante. Não só porque alterará, ou pelo menos tem essa possibilidade, todas as nossas políticas económicas, energéticas e Ambientais, mas porque tem a possibilidade de evitar que o mundo caminhe para um futuro de catástrofe em vez de um de progresso.
Mas afinal, o que é que é preciso para que Copenhaga corra bem? Antes de mais tomadas de posições e decisões fortes. Em particular por parte de quatro pessoas. Obama, que já anunciou que quer estabelecer a meta de redução de 17% de emissões de CO2 em relação aos níveis de 2005, pelo Primeiro-Ministro Chinês, visto que a China é o principal poluidor á escala mundial, pelo primeiro-ministro Indiano, um dos países com maior aumento populacional que em breve se tornará um dos maiores poluidores, e do Presidente Lula da Silva, pois o Brasil como crescente super-potência será um dos principais players a nível de uma revolução energética mundial. É preciso ainda que a EU lidere, como tem feito, a luta contra as alterações climáticas, tentando com que o seu pacote climático seja aplicado a uma escala mundial.
Outras das polémicas será o papel dos países em Desenvolvimento, cujo tratamento era diferenciado no último protocolo (no de Quioto as politicas para os países industrializados e para os em desenvolvimento apareciam em anexos diferentes). É de notar o caso de África, o continente que mais sofrerá (como já começa a sofrer, caso da recente epidemia de Dengue em Cabo Verde) com as alterações climáticas e o que menos contribui para o problema, que já exigiu fundos e linhas de crédito para estratégias de desenvolvimento sustentável e investimento por parte dos países desenvolvidos em energias renováveis em solo africano.
Mas a principal questão que se jogará em Copenhaga será indubitavelmente a questão económica. Os líderes mundiais têm medo de que as politicas de combate às alterações climáticas seja uma barreira ao desenvolvimento económico. Mas desta vez, ao contrário de Quioto, existe algo para opor esta teoria, o relatório Stern. Neste documento sobre a economia das alterações climáticas o economista Nicholas Stern prova que o custo da inacção é em larga escala superior ao da acção, argumentando que nos custaria cerca de 2% do PIB mundial para aplicar as politicas necessárias para parar o Aquecimento Global, mas que nos custaria cerca de 20% do PIB mundial as politicas de remediação dos danos e efeitos das Alterações climáticas, em larga medida associadas a catástrofes naturais, como furacões, a um maior número de secas, a um maior número de casos de doenças tropicais e á consequente crise de refugiados climáticos (estima-se que serão cerca de 150 milhões). A opor-se a esta teoria estão os países exportadores de petróleo, como seria de esperar.
Muito mais se jogará em Copenhaga mas estes serão os factores principais de discussão. Mas mais que tudo, é o destino do Mundo que se joga nesta cimeira, é o seu futuro que se decide. Os interesses em que Copenhaga corra mal são muitos, a quantidade de dinheiro que será contabilizada é astronómica mas as decisões serão, em si, igualmente históricas. Ao fim e ao cabo, desta cimeira podem sair um de dois cenários: ou sairá uma decisão fachada, que em nada ajudará a combater as alterações climáticas, ou então pela primeira vez na História todos os principais países do mundo colocarão os interesses do futuro á frente dos interesses do presente, pela primeira vez um pacto a nível global, que afecte todos os cidadãos de todos os países, será assinado. Esperemos, para o bem da Terra que seja o segundo. Esperemos que, para o bem de nós todos, que seja o último caso. A ver vamos…….
*Vice-Presidente da Comissão Política da JSD/Oeiras, uma das vozes mais reputadas da JSD no que a política ambiental diz respeito. Acrescento: Militante empenhado em Ganhar uma Geração!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 01:04 Ligações 0 comentários
"Um terceiro compromisso a ser assumido é o de participar em pelo menos uma
assembleia municipal de cada um dos 10 Concelhos do Distrito de Lisboa. É esta a
melhor forma da CPDL perceber os problemas existentes em cada um dos Concelhos
para que de forma mais eficiente e incisiva possa ajudar os dirigentes das várias
secções a ultrapassar esses mesmos problemas e a melhorar a qualidade de vida dos
jovens de cada um dos 10 Concelhos. Por outro lado, a presença de uma CPDL numa
assembleia municipal motiva e dignifica a intervenção política dos jovens autarcas que
nesse Município façam política, para além de ser a melhor forma de estar próximo dos
vários jovens. Neste ponto o Gabinete Autárquico terá uma enorme importância."
Os 20 cursos mais procurados em 1ª Opção
Clássica (Lisboa) Direito 923 449
Nova (Lisboa) Medicina 622 230
E.S. Enf. (Lisboa) Enfermagem 611 299
Univ. de Coimbra Direito 602 326
Clássica (Lisboa) Medicina 591 295
ISCTE (Lisboa) Gestão 504 180
Univ. do Porto Direito 498 140
Nova (Lisboa) Gestão 476 205
Univ. de Coimbra Medicina 466 255
Clássica (Lisboa) Farmacêuticas 456 214
Univ. do Porto Medicina 430 245
E.S.Enf. (Coimbra) Coimbra 418 320
Univ. do Porto Economia 394 225
Nova (Lisboa) C. Comunicação 389 85
E.S. Enf. (Porto) Enfermagem 382 269
U.B.I. (Covilhã) Medicina 374 114
Univ. Minho (Braga) Medicina 372 120
Univ. do Porto Arquitectura 371 121
Univ. do Porto C. Desporto 355 111
Nova (Lisboa) Direito 354 99
Nota Minha: Parece que o número de candidatos concorrentes são os que estão nos três primeiros digitos. Confirmei em relação à primeira opção, e, efectivamente, foram 923os candidatos em primeira opção a Direito na Clássica. Os restantes digitos não sei a que se referem. Talvez o código do curso. Evidentemente que não poderia ter existido quase um milhão de candidatos :)
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 17:10 Ligações 3 comentários
No final de 2009, o Laranja Choque, entra numa nova fase. Definitivamente, a consolidação da abertura do Laranja ao exterior. O debate sobre temas importantes da JSD será uma realidade, estando os últimos convites a serem feitos, sendo que, posso-vos garantir que aqui marcará presença a nata da JSD e do PSD. O espaço In Fine sobre Direito, vai iniciar, já no inicio da segunda quinzena de Dezembro, com um texto sobre as regiões administrativas, da Margarida Balseiro Lopes, aluna notável da Faculdade de Direito de Lisboa e líder da JSD/Marinha Grande. Por último, os convidados vão ser cada vez mais, estando prometidas muitas e boas novidades nesse domínio. Vão passar pelo Laranja Choque, muitos dos grandes nomes do PSD e da sociedade civil. Esperem um 2010 em grande!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 23:10 Ligações 2 comentários
"Outra das prioridades será a marcação de reuniões de comissão política alargadas a
presidentes de secção. É totalmente inaceitável que os presidentes de secção não
assumam um papel mais importante na execução da actividade política do Distrito de
Lisboa. Devem ser chamados a intervir no processo decisório, sendo
responsabilizados pelo trabalho desenvolvido pela Distrital e contribuindo
decisivamente para as decisões tomadas. Não concordo com uma Distrital fechada
nas suas quatro paredes, nem aceito que decisões importantes para o Distrito de
Lisboa não sejam tomadas numa base decisória o mais alargada possível. As secções,
os seus presidentes, os seus militantes devem ter uma palavra muitíssimo importante
na estratégia prosseguida e na actividade executada. Devem ser parte integrante
deste grande projecto que é Ganhar Esta Geração! Assim proponho, a realização, de
uma reunião alargada a presidentes de secção todos os meses, também esta
descentralizada. Marcando uma reunião por mês, em 24 meses de mandato, teria a
CPDL a excelente oportunidade de visitar todas as secções do Distrito."
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 22:00 Ligações 4 comentários
Carrega MEL!!!!
Grande, grande. Muito bem, a Mel continua a dar que falar!!
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 23:39 Ligações 3 comentários
Post 9 - Apelação, Unhos e Santa Iria da Azoia
Aqui, foram as freguesias, onde a JSD/Moscavide acabou por não ter qualquer representação. Freguesias muitíssimo complicadas, as mais complicadas, pelo menos, da zona de secção do PSD/Moscavide. Os resultados não foram famosos na Apelação e em Santa Iria, mas subiu-se, ligeiramente, em Unhos – os dados que tinha dado em primeira mão, afinal não eram os correctos. Não obstante estes resultados, menos positivos, nas duas freguesias que mencionei, cumpre destacar o excelente trabalho do Michael que desenvolveu uma actividade politica merecedora de um outro resultado. Julgo que, futuramente, o PSD e também a JSD deverão apostar muito na formação de novos quadros nesta freguesia, em especial, Santa Iria, é uma freguesia muito grande e que poderá ter um peso importante no futuro do PSD.
Com estes dois post’s, termino a análise por freguesias. Segue-se uma segunda fase de análise partidária. Esses textos, requerem um pouco mais de “estudo” e de maior desenvolvimento. Pelo que julgo que talvez não seja má ideia fazer uma breve interrupção no Dossier, remetendo esta análise para depois de dia 17, dia da Assembleia Municipal, tentando, no entanto, fechar o Dossier, antes do final de 2009, embora, como já vos disse, tenha uma surpresa para vós, para os últimos dias de Dezembro.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 22:24 Ligações 0 comentários
4.2 Gabinete Autárquico
O Gabinete Autárquico deve ser isso mesmo: um Gabinete. Ao longo dos tempos as
diversas Comissões Políticas Distritais vêm delegando numa pessoa todo o trabalho
autárquico, ao invés de o distribuírem e descentralizarem de forma a obterem uma
maior produtividade desenvolvida pela actividade política da Distrital, nesse domínio.
Assim, em termos orgânicos, defendo que deve existir um coordenador autárquico,
eleito na lista da CPDL, necessariamente pertencente a um dos dez concelhos que a
CPDL tem sob a sua jurisdição. Posteriormente, deve escolher outros nove elementos,
cada um de concelho diferente, para formar um verdadeiro gabinete autárquico com
forte implementação no terreno e que forneça à CPDL todos os dados de que
necessita para executar políticas assertivas e direccionadas para os jovens dos
diversos Concelhos que formam a Distrital de Lisboa. No que à actividade diz respeito,
deve ser feito um dossier com todos os dados importantes dos vários Concelhos,
como por exemplo, a indicação do número e da localização das escolas e
Universidades existentes, quais são as principais associação de jovens e identificar os
principais problemas e anseios dos jovens de cada município.
Para além disso, é impensável que a CPDL não marque presença, no seu mandato,
em pelo menos uma assembleia municipal de cada Concelho, devendo ficar a cargo,
precisamente do Gabinete Autárquico a indicação das datas em que se realizam as
Assembleias e a participação nas mesmas recolhendo mais elementos para que de
forma mais fácil e eficiente se consiga direccionar o trabalho desenvolvido para os
jovens. Para além disto, o Gabinete Autárquico deve ainda ter um papel formativo em
relação aos jovens autarcas nos diversos Concelhos, devendo procurar a comunhão de
esforços entre os diversos autarcas, as comissões políticas residenciais e a CPDL
A Distrital de Lisboa, convocou mais uma reunião de comissão política alargarda a presidentes de secção. É uma boa iniciativa. Vai ao encontro do que tenho pedido várias vezes e da necessidade de maior abrangência que carece a actividade política desta CPDL. Por outro lado, a reunião terá lugar numa secção do Concelho de Lisboa. Não será na sede Distrital, o que poderá representar um sinal de tentativa de descentralização.
É algo de positivo. Deve ser salientado.
Para mim estar na política, apenas com credibilidade. E por isso, para ter legitimidade para criticar, devo elogiar as atitudes que merecem aplauso. Esta é uma delas.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 21:57 Ligações 0 comentários
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 17:20 Ligações 0 comentários
Uma ideia original...
(retirado do Razão e Vontade)
2.1 - Os melhores para fazer o melhor.
Este deveria ser o princípio máximo pelo qual se deveria reger qualquer candidato a
presidente de uma distrital, no momento de constituir a equipa como que se propõe a
trabalhar nos dois anos seguintes. É altamente improvável, para não dizer impossível,
que a reunião de elementos menos qualificados e menos preparados para dirigirem
uma estrutura como é a JSD/Lisboa dê num resultado positivo para os jovens de
A constituição de uma equipa não pode ser uma amálgama de pessoas
repescadas das secções com maior peso eleitoral no distrito de Lisboa, sem qualquer
atribuição de funções, que apenas fazem figura de corpo presente e que comportam
um valor acrescido muitíssimo diminuto. Urge eliminar o preconceito de que não
podemos ter militantes de secções mais pequenas a ocupar os postos de maior
destaque dentro de uma Comissão Política Distrital. Como também não pode haver o
preconceito de não se poder chamar para os cargos, ditos mais importantes, várias
pessoas da mesma secção. Julgo, que se deve ter em atenção o equilíbrio concelhio,
isto é, a distrital deve ser o mais abrangente possível e chamar a colaborar militantes provenientes dos vários Concelhos, mas esse equilíbrio, não poderá ser feito à custa da perca de eficiência da equipa, excluindo militantes muito válidos que poderiam dar um enorme contributo, apenas porque são de uma secção que já tem muitos possíveis candidatos aos lugares disponíveis ou porque são de uma secção com menos militantes mas muitas vezes com mais trabalho feito.
Devemos ter uma Comissão Política Distrital de Pessoas e não de secções. Cada
pessoa deve ser escolhida, exclusivamente pelo seu perfil para desempenhar
determinado cargo. Mais, cada pessoa que for escolhida para uma Comissão Política
Distrital deve ter um caderno de encargos individual que deverá cumprir. Não mais
podemos continuar a convidar para uma Comissão Política Distrital tão importante
como a de Lisboa, pessoas que não estamos sequer no top-50 das suas secções,
exclusivamente porque são “oposição à nossa oposição”. Esta lógica divisionista tem
Provavelmente, o jogo mais importante do campeonato.
Hoje o jogo com a Académica configura talvez o mais importante desafio que o Benfica teve até hoje no decorrer do Campeonato Nacional.
Em caso de vitória, para além de voltar a partilhar a liderança com o Braga, deixa o Futebol Clube do Porto a três pontos, mantendo-se com todas as hipóteses de chegar ao jogo da Luz com o Porto com a possibilidade de mesmo não ganhando essa partida manter a liderança. Por outro lado, em caso de vitória no dia 20 de Dezembro ante os azuis e brancos, o Benfica poderá ter o campeonato praticamente ganho.
Por outro lado, em caso de hoje perder na Luz, frente à Académica, para além de não aproveitar a escorregadela dos arsenalistas, é igualado na tabela classificativa pelo Futebol Clube do Porto (em crescendo de forma), ficando pressionado a, obrigatoriamente, ganhar o jogo na Luz ante o Futebol Clube do Porto.
Hoje o jogo é mesmo muito importante. É quanto a mim decisivo. Logo veremos se o Benfica de Jorge Jesus vai ser capaz de demonstrar mais uma vez o estofo de campeão ou se vai deixar fugir uma oportunidade de ouro para dar um passo importantissimo rumo ao título 2009/2010.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 16:56 Ligações 0 comentários
Ganhar uma Geração - Passagens do Programa
Não de Janeiro a Janeiro, como a música entediante do conhecido hipermercado, mas de Domingo a Domingo, algumas passagens do Programa Ganhar uma Geração, apresentado no dia 18 de Setembro. Às 22horas, todos os dias.
Post 8 - Camarate e São João da Talha
Na continuação, da Análise ao Resultado Autárquico, cumpre fazer menção ao que se passou nestas duas freguesias. Na segunda, conseguiu-se eleger, o Hélder Silva, que ia em segundo lugar, como elemento na Assembleia de Freguesia, alcançando-se um resultado que correspondeu às expectativas criadas, tendo em conta o contexto muito complicado do Concelho e desta freguesia em particular.
Em Camarate, perdeu-se muitíssimos votos, e por pouco não se perdia um elemento na Assembleia de Freguesia. De todo o modo, denota-se o excelente trabalho desenvolvido pelo Tiago Fonseca, que muitas vezes sozinho, ou acompanhado por um ou dois elementos da JSD, foi distribuindo infomails pela freguesia fora, e conseguiu conquistar alguns votos, em especial, no seu Bairro, que viriam a ser determinantes para se segurar o segundo elemento. Camarate deve ser encarado como uma freguesia chave, no panorama do PSD/Moscavide, na medida em que considero que, por um lado, tem um eleitorado bastante volátil, possivelmente conquistado pelo PPD/PSD em próximas eleições e, por último, porque existe um conjunto de bons quadros na estrutura que poderão contribuir decisivamente para a implementação do Partido nesta freguesia.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 02:24 Ligações 0 comentários
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 19:58 Ligações 10 comentários
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 19:57 Ligações 1 comentários
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 19:47 Ligações 0 comentários
Love me Tender - Com Elvis.
Realizam-se hoje, entre as 18horas e as 23horas, as eleições para a Distrital do PSD/Lisboa. Por um lado, o candidato Carlos Carreiras, actual presidente da Distrital de Lisboa, por outro lado, o conhecido professor de Direito, Bacelar Gouveia.
Em primeiro lugar, cumpre dizer que, obviamente, nada tenho a apontar a nenhum dos candidatos. O Professor Bacelar Gouveia é um nome consagrado no Direito Português, com uma vasta obra publicada, uma pessoa com uma carreira profissional independente do PSD. Facto apreciável. O Dr. Carlos Carreiras, porque quem tenho estima pessoal, realizou muitas iniciativas enquanto liderou a Secção de Cascais, tem feito um bom trabalho na Câmara Municipal de Cascais e quanto a mim fez um mandato globalmente positivo enquanto Presidente da Distrital de Lisboa do PSD.
Ganhou-se confortavelmente em Cascais e Sintra, o resultado em Lisboa foi melhor do que muitos esperavam, conseguiu-se quase ganhar em Odivelas (mesmo assim conseguiu-se um resultado histórico) melhorou-se um pouquinho em Mafra e em Vila Franca de Xira. No domínio autárquico, acho que as coisas correram bem. Noutro sentido, julgo que existiu e continua a existir, por parte, do Dr. Carlos Carreiras um esforço de renovação e de apresentar novos quadros políticos. Por outro lado, e ponto muito importante, julgo que nos últimos dois anos, se existiu a um esforço por credibilizar o PSD/Lisboa, que não vinha a ser conhecido pelas boas práticas.
Tudo visto, o Dr. Carlos Carreiras continua a merecer o meu voto. Julgo que devemos dar um voto de confiança, ficando na expectativa, no sentido do Dr. Carlos Carreiras alcançar o seu objectivo de aproximar. Julgo que muito pode ser feito, nomeadamente no domínio da formação interna (não obstante já alguns passos muito significativos terem sido dado a este respeito) e pode-se apostar definitivamente na comunicação. Política sem comunicação, no século XXI, é pouquíssimo eficiente, para não dizer inexistente.
Elegem-se também hoje os delegados à AML na secção de Moscavide. Lista Única. É um sinal, tendo em conta o contexto da secção, particularmente positivo, pois demonstra alguma serenidade e que existe hoje um relativo consenso em torno da comissão política eleita há 6 meses atrás. Foi também por isso, por hoje existir um consenso alargado (diferente do que se passou há dois anos, onde existiam duas facções com representatividade idêntica – relembro que a lista da então comissão politica elegeu 10 delegados contra 9 eleitos pela lista apoiada pela comissão política de hoje) e por existir um passado recente de grande cooperação nas Eleições Autárquicas onde se estreitaram laços e se formaram equipas de trabalho nas várias freguesias, que a JSD aceitou integrar a Lista Única concorrente à eleição para os delegados à AML. Assim, como indicações da JSD, em quarto lugar, eu próprio, e em décimo lugar, o Pedro Correia, num contexto de 20 delegados que cabem a esta secção.
Para além destes nomes, mais três pessoas com idade “Jota” estão na lista, mas estas por terem sido as escolhas feitas nas suas freguesias, muito por via do excelente trabalho realizado, nomeadamente nas últimas Autárquicas. Assim, em 5ºlugar a Mariana Manarte, indicação pela Freguesia de Moscavide, em 8ºlugar o Tiago Fonseca, indicação pela Freguesia de Camarate, e em 20ºlugar o Sérgio Perfeito, indicação pela secção de Moscavide.
Tudo visto, resta apelar ao voto, logo à tarde/noite. É muito importante que todos vão votar e expressar a sua opinião. Não podemos deixar que outros decidam por nós. O meu voto, nas duas situações, ficou aqui expresso.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 19:00 Ligações 2 comentários
Quando estou mais triste, leio este texto de Leif Kristiansson, traduzido por Sophia de Mello Breyner Andersen, que com as bonitas ilustrações de Dick Stenberg resultou num livro cuja simplicidade diz muito e pouco ao mesmo tempo. Foi-me oferecido por uma amiga(?) há uns anos atrás...
se estivesses sozinho.
e te ajuda a saber o que tu és.
Dedico este texto a todos os meus verdadeiros amigos. Aos que dizem que são mas não o sabem ser, aqui está tudo o que precisam saber para o ser.
Publicada por Tiago Mendonça à(s) 19:37 Ligações 2 comentários

References: In Fine
 artigo 255
 artigo 17
 artigo 4
 artigo 4
 artigo 259
IN FINE
In Fine