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Timestamp: 2019-01-22 02:05:48+00:00

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Código de Ética Profissional do Designer Gráfico - HOFMANN DESIGN
Postado em 20/12/2013 17/01/2019 por HOFMANN Design
Artigo 1º – O Código de Ética Profissional do Designer Gráfico tem por objetivo indicar formas de conduta que devem orientar suas atividades profissionais, regulando suas relações com a classe, empregados e a sociedade.
Artigo 4º – O designer gráfico terá sempre em vista a honestidade, a perfeição e o respeito à legislação vigente, e resguardará os interesses dos clientes e empregados, sem prejuízo de sua dignidade profissional e dos interesses maiores da sociedade.
2. Contribuir para a emancipação econômica e tecnológica de nosso país, procurando utilizar técnicas e processos adequados ao nosso meio ambiente e aos nossos valores culturais e sociais;
Artigo 6º – O designer gráfico, em relação aos colegas, deve empenhar-se em:
1. Não cometer ou contribuir para que se cometam injustiças contra colegas;
2. Não usar descortesia no trato com colegas de profissão ou de outras profissões, fazendo-lhes críticas ou alusões depreciativas ou demeritórias;
6. Não se interpor entre outros profissionais e seus clientes, sem ser solicitada e esclarecida sua intervenção, e, neste caso, evitar, na medida do possível, que se cometa injustiça;
7. Não se aproveitar nem concorrer para que se aproveitem de idéias, planos ou projetos de autoria de outros profissionais sem a necessária citação ou autorização expressa destes;
8. Não procurar suplantar outro profissional depois de ter tomado providência para obtenção de emprego ou serviço;
9. Não substituir profissional em relação de trabalho ainda não encerrada, sem seu prévio conhecimento e autorização;
10. Não rever ou corrigir o trabalho de outro profissional sem o seu prévio conhecimento e sempre após o término de suas funções;
12. O designer gráfico não deve reivindicar ter crédito sozinho em um projeto no qual outros designers gráficos colaboraram;
13. Quando o design gráfico não é de um só autor, cabe a esse designer ou à empresa de design identificar claramente as responsabilidades específicas e o envolvimento com o trabalho executado. Os trabalhos não devem ser usados para publicidade, display ou portfólio sem uma clara identificação das autorias específicas.
2. Desde eleito, desempenhar cargos diretivos nas entidades de classe;
3. Acatar as resoluções regularmente votadas pelas entidades de classe;
7. Não utilizar o prestígio da classe para proveito pessoal; ter sempre em vista o bem-estar, as adequadas condições de trabalho e o progresso técnico e funcional dos demais profissionais; e tratá-los com retidão, justiça e humanidade, reconhecendo e respeitando seus direitos.
Artigo 8º – O designer gráfico, em relação a seus clientes e empregadores deve:
2. Orientá-los, de preferência de forma expressa, com dados e elementos precisos sobre o que for consultado, após cuidadoso exame;
3. Considerar sigilosa e confidencial toda informação de que dispuser em razão de suas funções, não as divulgando sem o consentimento dos clientes e/ou empregadores.
4. Receber somente de única fonte honorários ou compensações pelo mesmo serviço prestado, salvo se, para proceder de modo diverso, tiver havido consentimento de todas as partes interessadas;
5. O designer gráfico não deverá aceitar instruções do cliente que impliquem em infrações contra os direitos próprios de outras pessoas ou, conscientemente, agir de maneira a acarretar alguma infração;
2. Envidar esforços para que se estabeleça a mais ampla coordenação entre as classes profissionais, de forma a concorrer para a maior e melhor justiça social;
3. Contribuir para a utilização racional dos recursos materiais e humanos, visando o estabelecimento de melhores condições sociais e ambientais.
Artigo 10º – Recomenda-se ao designer gráfico fixar previamente, em contrato escrito, seus honorários:
1. O designer gráfico não deve encarregar-se de nenhum trabalho sem que tenha havido a devida compensação financeira, exceto em caso de prestação de serviço para instituições não lucrativas.
Artigo 11º – Os honorários profissionais devem ser fixados de acordo com as condições locais dos mercados de trabalho, atendidos os seguintes elementos:
1. A complexidade, o vulto e a dificuldade do trabalho a executar;
2. O trabalho e o tempo necessário;
3. A situação econômico-financeira do cliente ou empregador e os benefícios que para ele advirão de seu serviço profissional;
4. O caráter do serviço a prestar conforme se tratar de cliente ou empregador eventual, habitual ou permanente;
5. O lugar da prestação de serviço;
6. O conceito do profissional de classe;
Artigo 12º – O designer gráfico não deve, sozinho ou em concorrência, participar de projetos especulativos pelos quais só receberá o pagamento se estes vierem a ser aprovados:
2. Uma taxa administrativa justa pode ser adicionada, com o conhecimento e a compreensão do cliente, como porcentagem de todos os itens reembolsáveis pelo cliente que tenham passado pela contabilidade do designer gráfico;
3. O designer gráfico que é chamado para opinar sobre uma seleção de designers ou outros consultores não deverá aceitar nenhuma forma de pagamento por parte do designer ou do consultor recomendado.
Artigo 15º – Este Código de Ética Profissional entrou em vigor na data de sua aprovação em Assembléia Geral da ADG – Associação dos Designers Gráficos.
As infrações deste Código de Ética Profissional serão julgadas pela ADG – Associação dos Designers Gráficos.
Fonte: O Valor do Design: guia ADG Brasil de prática profissional do designer gráfico. São Paulo: Editora SENAC São Paulo; ADG Brasil Associação dos Designers Gráficos, 2003.
Postado em BlogTagged ADG, código de ética, designer gráfico
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Portfólio – Maravilhas do Bem Casado

References: Artigo 1

Artigo 4

Artigo 6

Artigo 8

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 15