Source: http://docplayer.com.br/2730268-Design-de-ambientes-e-demencia.html
Timestamp: 2017-07-26 04:59:55+00:00

Document:
Design de Ambientes e Demência - PDF
Design de Ambientes e Demência
Download "Design de Ambientes e Demência"
Diogo Paranhos Pedroso
1 1 Design de Ambientes e Demência Por que razão o ambiente é uma intervenção não-farmacológica no contexto da demência? A criação de ambientes de alta qualidade que sustentem o envelhecimento positivo é uma meta para todas as sociedades que valorizam os mais velhos. O design de ambientes para pessoas com demência é realizado para alcançar um objetivo subliminar: dar às pessoas com demência as mesmas oportunidades de envelhecer com qualidade que os seus homólogos não-dementes possuem. Nesse sentido, o design de ambientes para pessoas com demência não deve ser encarado como uma disciplina do design de estabelecimentos de saúde, mas como uma área inserida na abordagem geral para criação de ambientes que permitam aos seus utentes a satisfação das suas necessidades humanas e do seu direito à dignidade, independência de acordo com as suas capacidade, cuidado em todas as suas aceções, auto-realização e participação social. O design de ambientes, da forma como é aplicado o termo neste trabalho, é então: Maior do que a demência apenas - para todos os idosos e relacionado com o movimento do design universal. O seu objetivo é o envelhecimento saudável, não se tratando de um modelo de apoio à deficiência como acontece em grande parte do design de saúde, e Uma ferramenta para satisfazer as necessidades e os direitos humanos. A aplicação do design de ambientes nestas áreas terá como consequência a redução dos sintomas geralmente atribuídos à demência. Por esse motivo, o design de ambientes pode ser considerado uma intervenção não-farmacológica. O que é o ambiente? Embora o tema deste trabalho seja o design do ambiente físico destinado a pessoas com demência, aqueles que trabalham nesta área estão extremamente conscientes de que os efeitos do ambiente físico são sempre mediados pelas pessoas que aí intervêm, pelas características do espaço e pelos programas e rotinas diárias de determinado espaço, quer seja na própria casa do doente, num estabelecimento de saúde, centro de dia, ou qualquer outra instituição. wisdem manifestos: Compreender a demência, melhorar a qualidade de vida.2 2 Quem é afetado pelo ambiente, os utentes Da mesma forma, os utentes desses ambientes representam mais do que o indivíduo incluem a pessoa, outras pessoas com demência que partilham o mesmo espaço, cuidadores, família e a organização. O ambiente - interação com o utente - a quarta dimensão do ambiente Estes utentes, afetados pelo ambiente, influenciam, por seu turno, outros utentes. Assim sendo, o ambiente afeta as pessoas que aí vivem e trabalham, a relação entre utentes da mesma categoria e de categorias diferentes tanto individualmente como em grupo, afetando, desse modo, toda a organização. Por exemplo, a dimensão do local (no caso de uma situação de vida comunitária) influencia a relação proporcional entre os residentes e os funcionários o número de pessoas que cada funcionário tem à sua responsabilidade. Isso, por sua vez, influencia o grau de carga pessoal o seu estado emocional e o stress que eles sentem, o que irá ter efeito no nível de stress sentido pelos residentes. Muitos agentes, para além dos residentes cujas vidas sofrem um impacto direto do ambiente, têm uma participação no ambiente físico. Parceiros cuidadores e gestores querem que o ambiente seja solidário, confortável e seguro para as pessoas de quem cuidam. Eles também querem que o ambiente os faça sentir bem por terem de manter a pessoa lá. Os arquitetos querem que os edifícios que projetam satisfaçam as necessidades dos utentes e de um modo geral representem um valor acrescentado para seus clientes. Os decisores políticos, preocupados tanto com os custos como com a saúde e a segurança, têm de se preocupar com o ambiente físico, assim como os reguladores, o pessoal da manutenção, entre outros. E todas estas interações são dinâmicas: as pessoas mudam, as estações do ano mudam, o nível de capacidade muda. Os efeitos de cada decisão de design são sentidos num contextocontinuamente mutável que poderia ser denominado como a 4ª dimensão do ambiente. O ambiente e o seu uso são, portanto, diretamente afetados e interagem com questões da cultura, valores, auto-estima dos utentes e significado nas suas vidas. Ambientes são ativos, interativos, transacionais e dinâmicos. Modelo de imprensa ambiental Todos as questões de design precisam ser vistas à luz de, talvez, o modelo teórico de comportamento do ambiente mais significativo até à data: o Modelo de Imprensa Ambiental M. Powell Lawton. Neste modelo, que descreve a inter-relação entre as competências individuais e as pressões sociais e físicas, o indivíduo e o ambiente são considerados um sistema interdependente, no qual ambas as variáveis influenciam as características internas da outra. Segundo este modelo, os comportamentos adaptativos ocorrem quando as características individuais e ambientais são congruentes. Pelo contrário, quando as características ambientais não se encaixam com as competências individuais, surgem comportamentos não-adaptativos e emoções negativas. Embora este modelo simplificado tenha sido desenvolvido originalmente para descrever a relação3 3 entre os idosos e o seu ambiente, a sua aplicação no design para a demência tem em conta as capacidades comportamentais, cognitivas e emocionais. Modelo de docilidade ambiental de Lawton + elevado COMPETÊNCIA INDIVIDUAL Comportamento Inadequado Efeito Negativo Efeito Toleráve Comportamento marginalmente adaptativo Zona de máximo conforto Comportamento Adaptativo Efeito Positivo Zona de potencial máximo de desempenho Comportamento Inadequado Efeito Toleráve Comportamento marginalmente adaptativo Efeito Negativo - baixo - fraco PRESSÃO DO AMBIENTE + forte Lawton, M.P. (1994). Quality of life in Alzheimer s disease. Alzheimer s Disease and Associated Disorders, 8 (3), , and Lawton, M. Powell Environment and aging - Monterey, CA Brooks/Cole Pub. Co. c1980.4 4 Principais Questões Ambientais de Design Embora existam muitas maneiras de descrever os processos associados ao design de ambientes, foram identificadas sete pontos críticos de design, todos caracterizados pela a complexidade já descrita. Todos se referem especificamente ao design de instalações residenciais comunitárias lares de terceira idade, casas de repouso ou estabelecimentos de saúde. Os sete pontos são: Tamanho Espaço privado, quartos Ambiente familiar e doméstico Espaço exterior Relação entre os espaços Condições ambientais / controlo da estimulação Localização em cidades e áreas rurais Tamanho A questão do tamanho refere-se especificamente ao tamanho dos grupos residenciais, no contexto dos lares de idosos ou instalações de prestação de cuidados de saúde. O tamanho de uma instituição tem inúmeras implicações para a gestão, as finanças, o atendimento e muitos outros aspetos, e, por isso, podemos referir-nos aos efeitos das decisões sobre tamanho em termos de Implicações de Sistema de Tamanho. Três tipos de tamanho são frequentemente discutidos e pode ser desenvolvido um argumento para cada um. Tamanho Tipo de unidade 7-10 Família Pequeno hotel +/- 30 Comunidade Independentemente do tamanho determinado, a discussão do tamanho tem implicações na experiência dos residentes, da família e da equipa especialmente o nível de ruído e comoção com que eles lidam diariamente. Uma unidade familiar de tamanho ideal terá entre 7 e 10 utentes. O tamanho máximo para esse género de residência parece ser, consensualmente, 12 utentes. Apesar de as residências com 7 a 10 e 12 a 15 utentes constituírem unidades de pequena e média dimensão fáceis de gerir, elas não promovem a criação de comunidades como acontece com as instituições de 30 ou mais utentes. Por outro lado, as instituições de 30 ou mais utentes são muito grandes e requerem uma gestão de atividades mais exigente do que no caso de grupos pequenos. Tamanho da experiência residencial vivida Quando se discute o tamanho de uma instalação de saúde, deve-se fazer a distinção entre o tamanho administrativo (número de funcionários, gestão, entre outras coisas) e o tamanho sentido pelos utentes, familiares e funcionários. Se, por exemplo, uma instituição tem 60 utentes e pessoal associado, as medidas de eficiência de custos são claramente possíveis. Se os 60 residentes estão divididos em duas comunidades de 30 pessoas cada, ou em 4 instalações do tipo hotel pequeno de 15 pessoas cada, ou 6 instalações do tipo hotel familiar de 10 pessoas cada, a experiência dos utentes, dos familiares e dos funcionários será mais influenciada pelo tamanho do ambiente residencial do que pelo tamanho do edifício como um todo.5 5 Tamanho virtual Outra maneira de simular a experiência de vida num contexto familiar, caso os utentes se encontrem num ambiente maior, é através do método de organização das actividades, refeições e outros eventos em grupo. Numa residência de 30 pessoas, é essencial que as actividades sejam organizadas em grupos menores para que os utentes consigam estabelecer relações mais pessoais com os funcionários e outros utentes, evitando-se assim a complexidade de gerir um grupo de 30 pessoas. Compromissos de tamanho As decisões sobre o tamanho dos edifícios e das unidades residenciais não são decisões simples. Elas exigem a ponderação dos fatores que enumeramos em seguida, e o estabelecimento de compromissos entre eles: valores culturais e económicos, valor dos funcionários, dinâmica da situação de vida, conforto e livre-arbítrio dos residentes e objetivos das normas internas. Espaço privado, quartos Atualmente, há um importante movimento de promoção de quartos privados para todas as instituições de saúde, especialmente os hospitais. O principal argumento a favor dessa política é o aumento do controlo sobre as infecções. É muito mais fácil controlar as infecções se os utentes tiverem menos contacto uns com os outros. Nas residências para pessoas com demência, levantam-se outras questões. Quartos partilhados Algumas pessoas em determinadas culturas preferem não viver "sozinhas" num quarto. Muitas vezes há a necessidade de algumas pessoas partilharem um quarto. Isso pode ser conseguido através da subdivisão do espaço, aumentando a privacidade e o território disponível para os residentes. Camas de casal Quando o tamanho dos quartos está sob consideração na planificação de uma residência comunitária, os tamanhos dos quarto são, quase sempre, determinados pela quantidade necessária e o tipo de mobília que tem de caber no quarto. A cama desenhada é, invariavelmente, uma cama de solteiro. Para aqueles moradores que viveram toda a sua vida numa cama maior, passar para uma cama de solteiro é uma das mudanças mais estigmatizante se que podem fazer. Sempre que possível, portanto, alguns quartos precisam ser projetados para acomodar uma cama de casal. Compromissos quanto aos quartos Os quartos representam o espaço privado de cada residente, o lugar que ainda controlam. O design deste elemento não é, por esse motivo, simplesmente uma questão de eficiência, mas sim um problema de equidade social na qual as definições de privacidade culturalmente relevantes também devem ser tidas em conta.6 6 Características domésticas e familiares Em última instância, as residências para pessoas com demência são lugares para elas viverem, onde possam receber os cuidados necessários, e não ambientes de prestação de cuidados onde também vivem. Isso significa que uma das principais preocupações deve ser a criação de um ambiente familiar em que os cuidados de saúde possam ser prestados como parte da vida. Isso é conseguido através da dimensão dos espaços, das cores, do mobiliário e decoração, dos equipamentos e assim por diante. Há dois aspetos que contribuem enormemente para atribuir uma sensação familiar a um espaço. Em primeiro lugar, que haja o mínimo de limitações possíveis no que as pessoas possam trazer para decorar os seus quartos mobília, decoração da parede, entre outras coisas. Em segundo lugar, que haja um mínimo de dois espaços sociais nas instalações. Nenhuma casa em que viva mais do que uma pessoa tem apenas um espaço social só cozinha, só sala de estar ou só sala de jantar. Espaço exterior Um jardim, quintal, pátio algum espaço ao ar livre também é uma exigência para satisfazer as necessidades humanas e os direitos dos residentes num espaço residencial partilhado. Apesar disso poder ser difícil em instituições de vários andares, é sempre mais fácil pensar nisso na fase de projeto e há um número suficiente de jardins e terraços situados em últimos pisos para os designers se sentirem confortáveis na inclusão de um elemento desses nos seus projetos. A questão da segurança tem de ser tida em conta no projeto do espaço exterior. O edifício de uma residência de acolhimento de pessoas com demência é seguro caso a pessoa ande pelo espaço sozinha? Qual será o perímetro de segurança a determinar? Se o perímetro, interno ou externo, for definido, deve-se garantir a segurança de forma pouco invasiva, para que os residentes não se sintam presos. A relação entre os espaços A relação entre os espaços públicos e privados deve estabelecida de modo a que o residente possa movimentar-se com facilidade e em liberdade, apesar das suas dificuldades de orientação, ou seja, deve proporcionar-se um ambiente limpo. Isso pode ser alcançado garantindo linhas de visão claras entre os espaços principais, fornecendo pontos de referência e dando a cada espaço um caráter distintivo. Condiciones Ambientales /Control de la Estimulación Os sons e os cheiros de uma residência combinados com os níveis e o tipo de iluminação tem um efeito profundo sobre a experiência e o comportamento das pessoas que vivem, trabalham e visitam o espaço. O equilíbrio entre a luz natural e artificial, as medidas tomadas para diminuir o ruído e fomentar a comunicação verbal, o fornecimento de ar fresco a uma temperatura confortável, todos esses fatores se combinam para proporcionar um ambiente em que se promova o envelhecimento saudável. wisdem manifestos: Compreender a demência, melhorar a qualidade de vida. À medida que as pessoas envelhecem, o excesso ou o défice de estímulos sensoriais afetam o bem-estar, e, portanto, precisam ser geridos com cuidado na fase de conceção do projeto.7 7 Localização / Características do espaço As opções de localização das residências comunitárias devem ter em conta o contexto dos utentes. Uma residência bem localizada irá reforçar a identidade dos moradores, lembrando-os da sua cultura, da sua experiência de trabalho e da sua vida familiar cada vez que olham pela janela. A localização será, também, determinante na criação de oportunidades para as pessoas da comunidade participarem nas atividades dentro da residência e utilizarem as instalações da residência, incentivando a participação dos moradores locais em iniciativas comunitárias e culturais. Com o tempo, as pessoas que vivem no contexto de uma instituição de prestação de cuidados à demência também representarão mais do que uma geração, com mais do que um conjunto de expectativas, o que também influenciará a localização. O objetivo destas recomendações O espaço físico tem pouca relevância se não for enquadrado num sistema de valores. A esfinge é uma maravilha para os nossos olhos, mas como o seu propósito se perdeu, não passa de um mero objeto. Este documento propõe um ponto de partida para uma discussão sobre a finalidade do design de ambientes para pessoas com demência que não se enquadrem nos modelos de instituições de cuidados de saúde e estejam vocacionados para serem relevantes em diferentes contextos culturais. As recomendações específicas que foram feitas exigem uma enorme amplificação antes de poderem ser colocadas em prática, mas estão todas de acordo com os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, nomeadamente com os seguintes: Artigo 1 Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. Artigo 3 Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Artigo 12 Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei. Artigo 13 Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado. Artigo Toda a pessoa, individual ou colectivamente, tem direito à propriedade. 2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.8 8 Artigo 25 Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade. Artigo 27º Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam. Podemos resumir estes princípios dizendo que o design de ambientes para pessoas com demência partilha com o design de ambientes para qualquer contexto o objetivo de promover e garantir: Dignidade Liberdade Segurança Privacidade Liberdade de movimentos Acesso à propriedade própria Acesso à participação na vida cultural da comunidade Nível de vida promotor de saúde e bem-estar Há, sem dúvida, outros aspetos que poderiam ser incluídos nesta discussão, mas o mais importante é o resultado que daí pode suceder. Esperamos que seja possível chegar a um acordo ou a um plano de ação que conduza ao desenvolvimento de serviços para pessoas com demência, e que chame a atenção dos responsáveis de diferentes países para as necessidades das pessoas envolvidas no complexo fenómeno bio-psico-social a que chamamos demência. Documentos relacionados
BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação Leia mais GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Apoios Sociais Pessoas com Deficiência Leia mais Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,
Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da Leia mais Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida.
1. APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Casa do Povo de Alvalade foi criada em 1943, por grupo informal de pessoas, na tentativa de dar resposta às necessidades das pessoas que a esta se iam associando. Com o Leia mais Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Preâmbulo Considerando Leia mais Educação para a Cidadania linhas orientadoras
Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela Leia mais Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social
Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social, Leia mais DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros Leia mais SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS
SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS DESCRIÇÃO: Modalidade: Centro Dia para pessoa Idosa Serviço voltado para o atendimento, regime parcial, de pessoas idosas de 60 anos ou mais, de Leia mais GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS
GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Respostas Sociais População Leia mais Estes são os direitos de: Atribuídos em: Enunciados pela Organização das Naões Unidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM com a Independência dos E.U.A. e a Revolução Francesa, a Declaração Universal dos Direitos do Homem é um documento extraordinário que precisa ser mais conhecido Leia mais CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL
CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL Associação Amigos da Grande Idade Inovação e Desenvolvimento Posição Institucional 1 LARES DE IDOSOS Desde inicio Leia mais ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL
ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL O processo de envelhecimento e a velhice devem ser considerados como parte integrante do ciclo de vida. Ao longo dos tempos, o conceito de envelhecimento e as Leia mais ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO
ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários Leia mais Declaração Universal dos. Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos Humanos Ilustrações gentilmente cedidas pelo Fórum Nacional de Educação em Direitos Humanos Apresentação Esta é mais uma publicação da Declaração Universal dos Direitos Leia mais CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986
CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro Leia mais CARATERÍSTICAS DE UM BAIRRO AMIGO DAS PESSOAS IDOSAS
Sessões Técnicas do Departamento de Edifícios Lisboa LNEC 29 de Março de 2012 CARATERÍSTICAS DE UM BAIRRO AMIGO DAS PESSOAS IDOSAS João Branco Pedro jpedro@lnec.pt Investigador Auxiliar do LNEC Carla Cachadinha Leia mais O Fórum Económico de Marvila
Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado Leia mais beneficiando da localização privilegiada do equipamento. Número de utentes: Lar 30 utentes Número de postos de trabalho a criar: 22
CASA DE SARRAZOLA Caracterização do imóvel: Edificação datada dos anos sessenta do séc. XIX, com cerca de 313 m2 de área coberta e 1638 m2 de quintal, doada a esta Misericórdia pela senhora drª Glória Leia mais Mestrado em Psicologia da Educação, especialidade em Contextos Comunitários. Sónia Pavão & Ana Moura Arroz
Mestrado em Psicologia da Educação, especialidade em Contextos Comunitários Sónia Pavão & Ana Moura Arroz II Fórum Internacional de Pedagogia Universidade dos Açores, 13 e 14 de Abril de 2012 http://www.alea.pt/html/actual/html/act51.html Leia mais A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA
A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para Leia mais Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação
Educação Especial Informe de Assistência Técnica SPED 2009-2: Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Para: Superintendentes, diretores, Leia mais Reflexões sobre Empresas e Direitos Humanos. Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com
Reflexões sobre Empresas e Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com PRINCÍPIOS ORIENTADORES SOBRE EMPRESAS E DIREITOS HUMANOS (ONU, 2011): 1. PROTEGER 2. RESPEITAR 3. REPARAR Em junho de 2011, o Leia mais DIREITOS DA PESSOA COM AUTISMO
DIREITOS DA PESSOA COM AUTISMO CARTA DOS DIREITOS PARA AS PESSOAS COM AUTISMO 1. O DIREITO de as pessoas com autismo viverem uma vida independente e completa até ao limite das suas potencialidades. 2. Leia mais 1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso?
1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano Vamos falar sobre isso? Algumas estatísticas sobre Saúde Mental Transtornos mentais são frequentes e afetam mais de 25% das pessoas Leia mais CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:
CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração Leia mais ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS RESPOSTAS SOCIAIS
1. bjectivo presente documento tem como objectivo definir o esquema de acreditação para a Certificação do Serviço proporcionado pelas várias Respostas Sociais, tendo em conta os Modelos de Avaliação da Leia mais Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Brasil
Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Brasil Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) Leia mais Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes
Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade Leia mais Lar para Crianças e Jovens
Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Maria Amélia Fernandes Maria Graciete Palma da Silva Lar para Crianças e Jovens (Condições de implantação, localização, instalação Leia mais Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008
Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency Leia mais UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR
UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR Neiva Maestro 1 A participação, sem dúvida, é o principal meio de se assegurar a gestão da escola que se quer democrática. Deve possibilitar Leia mais Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica
Cuidados continuados - uma visão económica Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Introdução Área geralmente menos considerada que cuidados primários e cuidados diferenciados Leia mais A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO
A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO Roberta Ortiz Furian Palavra-chave: ecologia, ambiente, desenvolvimento Este trabalho tem como objetivo destacar a teoria Ecologia do Desenvolvimento Leia mais CARTA EUROPEIA DO DESPORTO
CARTA EUROPEIA DO DESPORTO Objectivo da Carta... 3 Definição e âmbito de aplicação da Carta... 3 O movimento desportivo... 4 Instalações e actividades... 4 Lançar as bases... 4 Desenvolver a participação... Leia mais Declaração de Odense. O ABC para a Equidade Educação e Saúde. 4.ª Conferência Europeia das Escolas Promotoras de Saúde:
Declaração de Odense O ABC para a Equidade Educação e Saúde 4.ª Conferência Europeia das Escolas Promotoras de Saúde: Equidade, Educação e Saúde 7-9 outubro 2013 A 4ª Conferência Europeia sobre escolas Leia mais Desenvolvimento Pessoal e Social em Desporto. O Domínio Sócio-Afectivo
Desenvolvimento Pessoal e Social em Desporto O Domínio Sócio-Afectivo Questões É possível sistematizar a nossa intervenção nesta área? Que objectivos são concretizáveis? Que conteúdos seleccionar? Que Leia mais Worldwide Charter for Action on Eating Disorders
Worldwide Charter for Action on Eating Disorders - CARTA MUNDIAL DE ACÇÃO PARA AS PARTURBAÇÕES ALIMENTARES- DIREITOS E EXPECTATIVAS PARA PESSOAS COM PERTURBAÇÕES ALIMENTARES E AS SUAS FAMÍLIAS PREÂMBULO Leia mais Carla Ribeirinho. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Carla Ribeirinho Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Lisboa, 10 de Maio de 2012 Desafios e oportunidades Crescimento em massa da população idosa. Adopção de medidas que visem minorar situações Leia mais CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS LAR DE IDOSOS REGULAMENTO
CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS LAR DE IDOSOS REGULAMENTO Artigo 1º CAPÍTULO I Disposições Gerais Âmbito O Centro Social Paroquial de Oeiras é uma Instituição Particular de Solidariedade Social com cariz Leia mais QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES
1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade Leia mais A Saúde: Direitos e Deveres como Português e Europeu" Tourigo Outubro de 2013 Vitor Almeida
A Saúde: Direitos e Deveres como Português e Europeu" Tourigo Outubro de 2013 Vitor Almeida Saúde segundo a OMS Saúde: é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência Leia mais REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM
5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as Leia mais O MERCADO DA ENERGIA ESTÁ A MUDAR
O MERCADO DA ENERGIA ESTÁ A MUDAR INFORME-SE BEM PARA DECIDIR BEM Uma iniciativa: LIGUE 808 100 808 VISITE WWW.ESCOLHAASUAENERGIA.PT FALE COM A SUA EMPRESA DE ELETRICIDADE E DE GÁS NATURAL Parceiros: MINISTÉRIO Leia mais Técnico Auxiliar de Saúde
Técnico Auxiliar de Saúde Trabalho elaborado por: Luís Damas Índice Introdução... 3 Técnico Auxiliar de Saúde... 4 O que faz o Técnico Auxiliar de Saúde?... 4 As atividades principais a desempenhar por Leia mais Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo
A mulher e o trabalho nos Piedade Lalanda Grupo Parlamentar do Partido Socialista A data de 8 de Março é sempre uma oportunidade para reflectir a realidade da mulher na sociedade, apesar de estes dias Leia mais Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como
Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada Leia mais O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?
O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo Leia mais CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE
CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e Leia mais IX CONFERÊNCIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CURITIBA-PR
IX CONFERÊNCIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CURITIBA-PR Rosiane Costa de Souza Assistente Social Msc Serviço Social/UFPA Diretora de Assistência Social Secretaria de Estado de Assistência Social do Pará Leia mais C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R :
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA SILVA CORREIA ANO LETIVO 2015-2016 CURSO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE DISCIPLINA: HIGIENE, SEGURANÇA E CUIDADOS GERAIS 11º ANO TURMA F DOCENTE: Leia mais MANIFESTO. A voz dos adultos aprendentes nas acções de alfabetização na Europa
QUEM SOMOS NÓS? MANIFESTO A voz dos adultos aprendentes nas acções de alfabetização na Europa Somos adultos que participam em acções de alfabetização oriundos da Bélgica, França, Alemanha, Irlanda, Holanda, Leia mais PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais:
PROGRAMA AÇÃO 2015 O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: - Preservar a identidade da Instituição, de modo especial no que respeita a sua preferencial ação junto das pessoas, famílias e grupos Leia mais As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado.
CAPÍTULO 3 PROCURA, OFERTA E PREÇOS Introdução As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. O conhecimento destas leis requer que, em Leia mais CADERNO APFN Apostar na Família Construir o Futuro
CADERNO APFN 5 Apostar na Família Construir o Futuro Fevereiro 2002-1 - DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA APFN Acreditamos que: 1. A vida humana deve ser respeitada, reconhecida e protegida desde o momento da Leia mais ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD
1 de 6 Comunidade Global Tema Direitos fundamentais do : Declaração Universal dos Direitos do OBJECTIVO: Participa consciente e sustentadamente na comunidade global 1. Leia, com atenção, a Declaração Universal Leia mais PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT)
PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) BIBLIOGRAFIA Oliveira, Aristeu de. Manual de Salários e Benefícios. 1. ed. São Paulo : Atlas, 2006. Cap. 20 pág. 71 a 73. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria Leia mais TEXTO 1: A DIMENSÃO PARTICIPATIVA DA GESTÃO ESCOLAR
TEXTO 1: A DIMENSÃO PARTICIPATIVA DA GESTÃO ESCOLAR Heloísa Luck O trabalho escolar é uma ação de caráter coletivo, realizado a partir da participação conjunta e integrada dos membros de todos os segmentos Leia mais Ação Social e Inclusão
Ação Social e Inclusão Ação Social O campo de actuação da Ação Social compreende, em primeira instância, a promoção do bem estar e qualidade de vida da população e a promoção duma sociedade coesa e inclusiva, Leia mais Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos
Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura Leia mais Centro Paroquial do Estoril. Funchal, Junho, 2012
Centro Paroquial do Estoril Funchal, Junho, 2012 Índice Quem Somos Como Estamos Organizados Recursos Mais Informação Quem Somos IPSS da Paróquia de Santo António do Estoril, no Concelho de Cascais Visão: Leia mais Os sistemas global e americano de proteção dos direitos humanos parte I. A Declaração Universal dos Direitos Humanos
Os sistemas global e americano de proteção dos direitos humanos parte I Camila Bressanelli* A Declaração Universal dos Direitos Humanos Antes mesmo da análise dos sistemas global e americano de proteção Leia mais Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011
Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Trajectórias de envelhecimento Após os 65 anos de idade a estimulação cognitiva diminui significativamente. A diminuição da estimulação desencadeia/agrava o declínio Leia mais Arte y Trabajo Social. Dr. Eduardo Marques
ARTE Y TRABAJO SOCIAL Dr. Eduardo Marques. Hemisferios Solidarios, Portugal. Desde tu experiencia, Qué es la comunidad? É uma COMUM UNIDADE; isto é, um grupo de pessoas que partilham características comuns, Leia mais Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO
Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Leia mais Luis Natal Marques, Gebalis EEM
Luis Natal Marques, Gebalis EEM TÓPICOS I. Porquê Responsabilidade Social (RS)? II. As Empresas de Serviços de Interesse Geral (SIGs) III. Mais valias da Responsabilidade Social nas Empresas de Serviço Leia mais MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL
1252 Diário da República, 1.ª série N.º 42 2 de março de 2015 ANEXO Montantes dos apoios a atribuir à «Manutenção e recuperação de galerias ripícolas» (a que se refere o n.º 1 do artigo 13.º) Escalões Leia mais Regulamento para a Utilização do Fundo de Emergência Social
Regulamento para a Utilização do Fundo de Emergência Social Regulamento para a Utilização do Fundo de Emergência Social Projeto aprovado por Deliberação da Câmara Municipal, na Reunião Ordinária de 06 Leia mais CÓDIGO DE ÉTICA. Adoptado a 25 de Junho de 1999 pelas três Associações:
CÓDIGO DE ÉTICA Adoptado a 25 de Junho de 1999 pelas três Associações: APDIS Associação Portuguesa de Documentação e Informação na Saúde BAD Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Leia mais ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO
GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais Leia mais POR UMA ESCOLA INCLUSIVA
POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam Leia mais Políticas 2013. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos
Sistema de Gestão da Qualidade Políticas 2013 1 Índice 1. Enquadramento 2. Visão, Missão e Políticas 3. Posicionamento Estratégico 4. Políticas 5. Mapa de controlo das alterações efetuadas 2 1. Enquadramento Leia mais TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL
TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias Leia mais 6º Congresso Nacional da Administração Pública
6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições Leia mais Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hospedes 2º Trimestre 2015
FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas e dos Serviços Divisão de Estatísticas do Turismo Av. Amilcar Leia mais Terapia Comportamental de Casais
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia Comportamental de Casais Ana Paula M. Carvalho Cinthia Cavalcante Leia mais PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO
COMITÉ DE AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PARIS 1991 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. FINALIDADE DA AVALIAÇÃO 5 III. IMPARCIALIDADE E INDEPENDÊNCIA 6 IV. CREDIBILIDADE Leia mais Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva
1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de Leia mais Francisco Cardoso SCBC08
Formando profissionais para a sustentabilidade Prof. Francisco CARDOSO Escola Politécnica da USP Francisco Cardoso SCBC08 1 Estrutura da apresentação Objetivo Metodologia Resultados investigação Conclusão: Leia mais Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP. Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP
Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP Fui atrás de definições Competência: conhecimento aprofundado e reconhecido Leia mais Dados Pessoais. Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - E - mail: Outros contactos:
Errata Dados Pessoais Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - Telefone: Telemóvel: E - mail: Outros contactos: 1 Edição Instituto da Segurança Social, I.P. Coordenação e Supervisão Técnica Departamento Leia mais A SituAção da 2015 PAternidAde no Mundo: resumo e recomendações
Situação a 2015 aternidade o Mundo: esumo e ecomendações ais são importantes. As relações pai-filho/a, em todas as comunidades e em todas as fases da vida de uma criança, têm impactos profundos e abrangentes Leia mais A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS
A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS Agostinho Both3 3, Carmen Lucia da Silva Marques 3,José Francisco Silva Dias 3 As instituições, em especial as educacionais, não podem se furtar Leia mais REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO
REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura Comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro Leia mais PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO
PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO MARKETING SOCIAL DESENVOLVIDO PELA CÁRITAS EM PARCERIA COM A IPI CONSULTING NETWORK PORTUGAL As virtualidades da interação entre a economia social e o empreendedorismo Leia mais REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE. (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001)
REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001) REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião Leia mais remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial
remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das Leia mais Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014. Média do grau de satisfação 4.
Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014 1. Breve apresentação do inquérito De acordo com a disposição relativa a Recolha de opiniões dos destinatários Leia mais Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.
Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou Leia mais Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES
Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza Leia mais Modelling of Policies and Practices for Social Inclusion of People with Disabilities in Portugal
4/6 Modelling of Policies and Practices for Social Inclusion of People with Disabilities in Portugal Design of a governance model for the implementation of a National Disability Strategy in Portugal 27-28 Leia mais DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013. Critérios de avaliação
DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013 Critérios de avaliação 0 MATRIZ CURRICULAR DO 1º CICLO COMPONENTES DO CURRÍCULO Áreas curriculares disciplinares de frequência obrigatória: Língua Portuguesa; Leia mais PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL
PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL ENQUADRAMENTO O tema «envelhecimento» tem sido alvo de estudos de pesquisadores e profissionais e vem desencadeando a produção de conhecimentos Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: Artigo 1
 Artigo 3
 Artigo 12
 Artigo 13
 Artigo 25
 Artigo 27
 Artigo 1
 artigo 13