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Timestamp: 2019-12-16 12:22:57+00:00

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Regras do Pool - Caetano Bilhar
REGRAS GERAIS DO POOL
Estas regras gerais do pool foram padronizadas internacionalmente em 1997 e se aplicam a todas as categorias de jogos do pool, exceto quando diferentemente determinado nas regras específicas.
Artigo 1º – Equipamentos
Os jogos nestas regras e categorias são praticados com bolas, equipamentos e mesas que atendam ao padrão prescrito nas especificações de materiais da BCA – Billiard Congress of America.
Artigo 2º – Campo de jogo e caçapas
Medindo internamente 2,54m x 1,27m, é a superfície da pedra do tampo da mesa, revestida de tecido apropriado na área interna, delimitada pelos extremos superiores internos das borrachas dos trilhos das tabelas, igualmente revestidas de tecido.Junto às caçapas o campo de jogo está limitado pelo prolongamento imaginário das linhas delimitadoras do campo de jogo.A abertura das caçapas de canto tem largura de 11,5 cm e as centrais 13,5 cm.
Artigo 3º – Tabelas superior e inferior
São as tabelas que delimitam o campo de jogo nos extremos do seu comprimento, cada uma com a respectiva identificação do campo de jogo contíguo.
Artigo 4º – Campo de jogo superior
É a área definida após a linha superior e delimitada pelas respectivas tabelas, usada para posicionar a bola tacadeira para iniciar uma partida e/ou após estar “na mão”, em alguns casos.
Artigo 5º – Campo de jogo inferior
É a área definida pela linha superior, inclusive e antes dela, delimitada pelas respectivas tabelas.
Artigo 6º – Marca superior
É a “marca de bola” afixada sobre a linha superior, usada para fins específicos segundo as categorias.
Artigo 7º – Marca inferior
É a “marca de bola” afixada no campo de jogo inferior, sobre a linha inferior e usada para fins específicos, segundo as categorias.
Artigo 8º – Linha superior
Perpendicular à linha longitudinal, é a linha que divide o campo de jogo em superior e inferior, sendo considerada como posicionada e pertencendo ao campo de jogo inferior.
Artigo 9º – Linha longitudinal
É a linha imaginária, perpendicular a linha superior, que divide o campo de jogo em esquerdo e direito no sentido do seu comprimento e contém as “marcas de bolas” superior e inferior.
Artigo 10 – Posicionamento das bolas para saída
Objeto apropriado, conhecido como “triângulo” e/ou “diamante”, deve ser usado para colocar as bolas na mesa para o início de partidas. Em qualquer categoria a bola do ápice deve ser colocada sobre a marca inferior. Todas as demais bolas devem ser alinhadas atrás da bola do ápice, em direção à tabela inferior, e pressionadas juntas de modo que estejam em contato (“coladas”) entre si.O ponto de referência para a posição de bola no campo de jogo é determinada pelo seu ponto extremo inferior, onde é estabelecido o contato com o tecido.
Artigo 11 – Bola(s) visada(s)
Exceto a tacadeira, são todas as bolas de jogo que são e/ou podem ser cantadas e jogadas licitamente.
Artigo 12 – Tacada
É o ato de movimentar a bola tacadeira com apenas um toque da sola do taco.
Artigo 13 – Tacada contínua
É o ato de encaçapar sem faltas, seguida e continuadamente, duas ou mais bolas;
Artigo 14 – Tacada válida
Para ser assim considerada, a tacadeira tem que ser movimentada com um só toque da sola do taco, deverá atingir primeiramente a bola visada e, sem cometer falta e salvo quando determinado diferentemente nas categorias, deverá:encaçapar (converter) uma bola legalmente; ou,ao menos uma das bolas, podendo ser a tacadeira ou outra qualquer, deverá tocar no mínimo uma tabela;deixar de cumprir qualquer das exigências das alíneas “a” e “b” anteriores será enquadrado como falta.Ao terminar a ação de um atleta em tacada válida sem converter bola, o adversário iniciará a sua ação em continuidade normal.Encerrar tacada cometendo falta possibilitará ao adversário opções adicionais, segundo as determinações aqui contidas e/ou nas normas das categorias específicas.A tacada e/ou ação do jogador não estará encerrada enquanto houver bola em movimento, de qualquer natureza.
Artigo 15 – Bola “na mão” e bola “livre na mão”
A bola tacadeira é considerada como estando “na mão” para a tacada de saída e após qualquer falta do adversário, significando que o jogador beneficiado:tem a bola tacadeira à sua disposição, podendo posicioná-la em qualquer ponto do campo de jogo superior, após a linha superior, quando identificada como “bola na mão”;pode e deve visar qualquer bola que esteja no campo de jogo inferior e/ou sobre a linha superior;entretanto, poderá também jogar visando qualquer bola que esteja no campo de jogo superior, se antes de atingi-la fizer com que a tacadeira toque qualquer tabela em ponto sobre o campo de jogo inferior.Algumas categorias tem normas especiais que permitem a colocação da tacadeira em qualquer ponto do campo de jogo, nesse caso identificando-a como “livre na mão”.
Artigo 16 – Bola em jogo
Exceto a bola tacadeira quando em situação de “bola na mão” e antes de ser novamente jogada, todas as bolas, a tacadeira inclusive, são consideradas como “em jogo” imediatamente após a caracterização da saída, que se dá simultaneamente ao ser movimentada a tacadeira pela tacada inicial e esta cruze a linha superior.
Artigo 17 – Bola(s) encaçapada(s)
Será considerada como lícita a bola convertida em tacada normal, respeitando as normas e que permaneça naturalmente na caçapa.Segundo as regras das categorias, encaçapar mais de uma bola na mesma tacada poderá ser jogada normal ou faltosa.A bola que, após convertida, retornar ao campo de jogo pela própria impulsão, será considerada como não encaçapada.
Artigo 18 – Tacada de saída
É praticada com a bola tacadeira considerada como “na mão”, posicionada após a linha superior e:para a saída as bolas visadas são posicionadas de acordo com as regras específicas de cada jogo, geralmente agrupadas e unidas entre si (coladas) e compondo formato de “triângulo” ou de “diamante”;a bola do ápice do conjunto deverá estar posicionada sobre a marca inferior;considera-se que a partida está iniciada quando a bola tacadeira cruza a linha superior, por movimento imprimido por um toque da sola do taco.
Artigo 19 – Avaliação para a saída
Os jogadores usarão bolas de tamanho e peso iguais, consideradas como “na mão”, podendo ser duas tacadeiras ou duas de cor lisa (não listradas).Com um jogador à direita e outro à esquerda da marca superior, cada um usando a área de jogo correspondente, e com essas bolas posicionadas atrás da linha superior, devem movimentá-las simultaneamente em direção à tabela inferior, devendo obrigatoriamente tocá-la no mínimo uma vez e com força suficiente para retornar em direção ao campo de jogo superior, sem tocar nas tabelas laterais e sem avançar na área adjacente, do adversário.Vencerá a avaliação o jogador cuja bola parar mais próxima da tabela superior, independentemente de tocá-la ou não.Perderá a avaliação aquele que cometer falta.O vencedor realizará a saída, ou a passará ao adversário que não poderá recusá-la.Se ambos cometerem faltas simultaneamente, ou se impossível determinar vantagem para um deles a avaliação será repetida, sem constituir falta.Constituirá falta na avaliação para a saída se o jogador tocar na tacadeira após esta ultrapassar a linha superior, ou se a bola usada:cruzar a linha longitudinal passando para a área do campo de jogo no lado do adversário;deixar de tocar na tabela inferior;tocar na tabela lateral;for encaçapada;for lançada para fora do campo de jogo;parar próximo da caçapa de canto e ultrapassar o alinhamento do limite do campo de jogo, caracterizado por ultrapassar o “bico de tabela”;tocar a tabela inferior mais de uma vez.Embora exigida para eventos oficiais, em jogos informais e por comum acordo entre os jogadores, a avaliação poderá ser substituída por sorteio.
Artigo 20 – A saída
Nas saídas de partidas o jogador que vencer a avaliação ou sorteio sairá na primeira partida de um jogo, ou a passará ao adversário.Segundo determinações previamente convencionadas as saídas das partidas seguintes poderão ser:alternadas independentemente de resultados;realizadas pelo jogador que perdeu ou que venceu a partida anterior;praticadas pelo jogador que está em vantagem ou desvantagem no número de partidas terminadas.Será considerado como derrotado na partida o jogador que cometer duas faltas na tentativa de saída.A partida estará iniciada no momento em que a bola branca cruzar a linha superior, impulsionada por um toque da sola do taco.
Artigo 21 – Faltas técnicas
São enquadradas como técnicas todas as faltas naturais do jogo, praticadas sem intenção e/ou dolo, assim considerando:na saída, aquelas assim previstas nos artigos pertinentes;movimentar a tacadeira com mais de um toque da sola do taco (“bitoque”);conduzir a tacadeira (“carretão”);encaçapar a bola tacadeira (“suicídio”);jogar sem ter algum contato com o piso;jogar com qualquer bola ainda em movimento, de qualquer espécie;deixar de atingir primeiramente a bola visada, salvo quando cantado toque anterior em tabela;tocar qualquer bola em jogo por forma ou meio que não seja com a sola do taco;tocar em qualquer bola enquanto com a tacadeira “na mão”, salvo antes da saída inicial de partida e nas exceções previstas nas categorias;exceto quando praticando o “massê”, fazer com que a tacadeira salte sobre qualquer bola;praticar tacada fora da sua vez de jogar;tocar em qualquer bola, para qualquer propósito, mesmo que fora do seu tempo de ação;usar bolas ou qualquer objeto para medir e/ou calcular distâncias, ângulos e similares e/ou fazer, criar e/ou estabelecer referências para jogar.
Artigo 22 – Faltas disciplinares
São consideradas como falta disciplinar:movimentar-se indevida e excessivamente durante o tempo de ação do adversário;intencionalmente cometer qualquer falta;desrespeitar árbitros e autoridades do certame;desacatar e/ou desrespeitar entidades e/ou pessoas.outras previstas nas categorias.As faltas disciplinares poderão ser aplicadas independentemente das faltas técnicas e podem ser à elas cumulativas.Duas faltas disciplinares de atleta no mesmo jogo determinam o seu encerramento, com a derrota do penalizado.
Artigo 23 – Enquadramentos de faltas
São consideradas situações particulares:a tacadeira será considerada como encaçapada quando tocar em bolas já encaçapadas, que permaneçam em grande número na caçapa, avolumando-se.quando a bola visada está colada à tacadeira, será admitida a jogada daquela se praticada com apenas um toque da sola do taco. Também nessa situação o toque múltiplo e a condução são considerados como falta;o simples “afastamento” da tacadeira de bola visada à ela colada é considerado como falta;serão faltosos os toques indevidos em bolas, mesmo quando praticados por acessórios e/ou utilitários trazidos à mesa;salvo determinação contrária nas categorias, as bolas movimentadas em ato faltoso serão retornadas às suas posições originais, o mais fielmente possível, e os jogadores não poderão alterar as posições definidas pelo árbitro;serão consideradas como sendo jogadas normais os casos em que as bolas que saltem permaneçam ou retornem ao campo de jogo, sem qualquer interferência estranha. Entretanto, serão consideradas como lançadas para fora do campo de jogo e enquadradas como falta, quando tocando em corpos e/ou objetos que não partes da mesa, mesmo retornando ao campo de jogo e/ou interrompendo seu movimento sobre outras partes da mesa;salvo determinação diferente nas categorias, todas as bolas lançadas para fora do campo de jogo à ele retornam;salvo determinação diferente nas categorias, faltas múltiplas ocorridas simultaneamente serão penalizadas pela ocorrência mais grave;não constitui falta a bola que se movimenta involuntariamente, por defeito da mesa e/ou tecido, permanecendo na nova posição;não será enquadrado como falta usar o taco para cálculos de distâncias e/ou ângulos, se este não tiver qualquer outro apoio que não as mãos;pontos debitados à jogador penalizado podem resultar em placar com valor negativo, e dessa forma também partidas ser encerradas;são enquadradas como faltas disciplinares as previstas nos artigos, incisos e alíneas pertinentes.
Artigo 24 – Após qualquer falta
Exceto quando determinado em contrário nas categorias específicas, após qualquer falta estará encerrada a ação do jogador ativo e:as bolas assim convertidas não serão à ele válidas;a jogada poderá resultar em débito de ponto(s), segundo determinado na categoria;as bolas movimentadas na jogada poderão retornar às posições originais, o mais fielmente possível, quando assim determinado e/ou possível na categoria;para prosseguir a partida o adversário poderá ter a tacadeira “na mão” ou “livre na mão” conforme a situação e/ou categoria,o beneficiado poderá jogar ou passar a jogada, com a tacadeira “na mão”.Duas faltas cometidas em tentativas de saída para partida determinam a derrota do penalizado por uma partida.
Artigo 25 – Cometer falta intencionalmente
Se o árbitro entender ter sido cometida uma falta intencional, a enquadrará como falta disciplinar e:em primeira ocorrência penalizará em igualdade a uma falta técnica; e,advertirá o penalizado do enquadramento como falta disciplinar; e,comunicará ao penalizado que em segunda ocorrência determinará o encerramento do jogo, com a imposição da sua derrota.
Artigo 26 – Situações especiais com “bola na mão”
Quando estando “na mão” para a jogada seguinte, a tacadeira deve ser posicionada no campo de jogo superior, após a linha superior, e seu movimento deverá ser direcionado para o campo de jogo inferior, devendo cruzar a linha superior antes de qualquer contato.Se o jogador inadvertidamente posicionar a bola tacadeira sobre a linha superior ou no campo de jogo inferior deverá ser imediatamente avisado, antes da sua tacada, devendo posicioná-la corretamente e:se assim jogar após avisado, cometerá falta;se não avisado, mesmo assim praticando a tacada, esta será reconhecida como correta.Devem ser visadas as bolas localizadas sobre ou antes da linha superior.Se todas as bolas em jogo estiverem dentro da área superior, aquela que estiver mais próxima da linha superior será recolocada na marca inferior, para ser usada como visada.Se duas ou mais estão a igual distância da linha superior, o jogador ativo poderá escolher uma entre elas para ser reposicionada na marca inferior.Após cruzar a linha superior a tacadeira deverá tocar primeiramente uma bola visada ou tabela antes desta. Não respeitar essa norma constitui falta e o adversário poderá:aceitar a falta como regular e jogar com a tacadeira “livre na mão”; ou,retornar as bolas movimentadas às posições originais e obrigar o adversário a jogar novamente, com a tacadeira “na mão”, posicionada após ou sobre a linha superior, sem penalidades pela ação anterior;nestes casos, o árbitro atuante poderá determinar e impor a falta, sem possibilitar a repetição da tacada.Se, ao praticar a tacada de saída, ocorrer toque indevido em outras bolas:será falta se acontecer após a tacadeira ultrapassar a linha superior;se acontecer antes da tacadeira cruzar a linha superior, o adversário poderá optar pelas situações previstas nas alíneas “a” e “b” do inciso “6” anterior.Se, no caso do inciso “7” anterior, o árbitro entender que a falta foi intencional, enquadrará o jogador em falta disciplinar;Quando “na mão” e/ou “livre na mão”, o posicionamento da bola tacadeira no campo de jogo poderá ser feito de qualquer forma e por qualquer meio. Entretanto, qualquer toque anormal originado na tacada, ou na tentativa de praticá-la, será enquadrado como falta.
Artigo 27 – Situações de “bola colada”
Se a bola visada estiver colada à bola tacadeira e/ou junto a tabela, salvo em casos especiais de categorias especificas, um dos resultados seguintes deverá ser conseguido na prática da tacada:uma bola deverá ser convertida legalmente; ou,a tacadeira ou a bola colada visada deverá tocar pelo menos uma tabela, excluída aquela em que porventura já existia contato.Deixar de obter um dos resultados do inciso “1” anterior constitui falta.Existindo dúvida, a bola será sempre considerada como colada, salvo quando diferentemente for reconhecido pelo árbitro.Conforme a categoria, a bola branca será considerada como se estivesse colada à tabela, quando dela estiver próxima a distância igual ou inferior ao diâmetro de uma bola.
Artigo 28 – Retorno de bolas ao jogo
Quando a categoria determina o retorno de bola visada ao jogo, ela será colocada na marca inferior.Se mais de uma bola retornar ao jogo, a de menor valor será colocada na marca inferior, e as demais, por ordem de valor crescente, serão colocadas sobre a linha longitudinal, o mais próximo possível da marca inferior, sem tocar em outras bolas e em direção à tabela inferior.Se a marca inferior estiver ocupada ou obstruída, o mesmo critério do inciso “2” anterior será adotado, iniciando a colocação pela bola de menor valor, se mais de uma, o mais próximo possível da marca inferior.Se impossível a colocação entre a marca inferior e a tabela inferior, por obstrução de outras bolas, as bolas que retornam respeitarão igual procedimento, mas colocadas em direção à tabela superior.
Artigo 29 – Retorno de bolas às posições originais
A bola que interrompe seu movimento e para próximo a “boca de caçapa”, e venha a ser convertida por ocorrências estranhas ao jogo e não intencionais, será recolocada o mais fielmente possível na sua posição original, dando continuidade normal à partida.Igual procedimento será adotado se e quando ocorrendo após o movimento da tacadeira e antes do toque desta.Se duas bolas prendem-se na “boca de caçapa”, entre os “bicos de tabela”, em posição que possibilite que uma ou ambas sejam convertidas ao serem afastadas uma da outra, o árbitro analisará a situação e:se considerar que apenas uma será convertida ao serem afastadas, assim confirmará a situação e a retirará do jogo como encaçapada, mantendo a outra na posição original;se entender que as duas serão convertidas adotará igual procedimento para ambas; e,a partida terá continuidade normal, considerando as bolas encaçapadas como convertidas, originando créditos de pontos ou penalidades, conforme o caso.Movimentos involuntários de bolas determinam que elas sejam recolocadas nas suas posições originais, com o prosseguimento normal da partida quando:o incidente for provocado por terceiros, contra a vontade do jogador em ação;o incidente for provocado por ocorrências anormais, como queda de luminárias, acidentes severos, movimentações sísmicas, e/ou similares;salvo para a categoria “14×1” que tem normas específicas, se nos casos das alíneas “a” e “b” anteriores for impossível a recolocação das bolas nas posições originais, a partida em curso será considerada nula, outra será oportunamente realizada como se a anterior não existisse, e o jogo terá continuidade normal, mantendo os resultados anteriormente alcançados.
Artigo 30 – Final de partida
A partida estará encerrada por:encerramento natural por atingir o seu objetivo;prática da segunda falta na tentativa de saída para partida;for cometida uma falta continuada;desistência de um dos oponentes;determinação específica da categoria.
Artigo 31 – Encerramento de jogo
O jogo estará terminado quando:for atingido o número predeterminado de partidas para consagrar um vencedor;for aplicada a segunda falta disciplinar;um dos jogadores se considerar vencido no jogo;um dos jogadores for considerado definitivamente desclassificado;houver outra determinação específica da categoria.

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 14

Artigo 15

Artigo 16

Artigo 17

Artigo 18

Artigo 19

Artigo 20

Artigo 21

Artigo 22

Artigo 23

Artigo 24

Artigo 25

Artigo 26

Artigo 27

Artigo 28

Artigo 29

Artigo 30

Artigo 31