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Timestamp: 2018-06-22 21:04:20+00:00

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Derecho del Bienestar Familiar [DECRETO_1078_2015_PR010]
Artículo LIBRO 1 PARTE 1.1 TÍTULO 1.1.1 1.1.1.1 TÍTULO 1.1.2 1.1.2.1 1.1.2.2 PARTE 1.2 TÍTULO 1.2.1 1.2.1.1 1.2.1.2 1.2.1.3 TÍTULO 1.2.2 1.2.2.1 1.2.2.2 1.2.2.3 LIBRO 2 PARTE 2.1 TÍTULO 2.1.1 2.1.1.1 2.1.1.2 PARTE 2.2 TÍTULO 2.2.1 CAPÍTULO 2.2.1.1 2.2.1.1.1 2.2.1.1.2 2.2.1.1.3 2.2.1.1.4 2.2.1.1.5 2.2.1.1.6 CAPÍTULO 2.2.1.2 2.2.1.2.1 2.2.1.2.2 2.2.1.2.3 2.2.1.2.4 2.2.1.2.5 CAPÍTULO 2.2.1.3 2.2.1.3.1 2.2.1.3.2 2.2.1.3.3 CAPÍTULO 2.2.1.4 2.2.1.4.1 2.2.1.4.2 TÍTULO 2.2.2 CAPÍTULO 2.2.2.1 SECCIÓN 2.2.2.1.1 2.2.2.1.1.1 2.2.2.1.1.2 2.2.2.1.1.3 2.2.2.1.1.4 2.2.2.1.1.5 2.2.2.1.1.6 2.2.2.1.1.7 2.2.2.1.1.8 SECCIÓN 2.2.2.1.2 2.2.2.1.2.1 2.2.2.1.2.2 2.2.2.1.2.3 2.2.2.1.2.4 2.2.2.1.2.5 CAPÍTULO 2.2.2.2 2.2.2.2.1 2.2.2.2.2 2.2.2.2.3 CAPÍTULO 2.2.2.3 2.2.2.3.1 2.2.2.3.2 2.2.2.3.3 2.2.2.3.4 2.2.2.3.5 2.2.2.3.6 CAPÍTULO 2.2.2.4 2.2.2.4.1 2.2.2.4.2 2.2.2.4.3 CAPÍTULO 2.2.2.5 SECCIÓN 2.2.2.5.1 2.2.2.5.1.1 2.2.2.5.1.2 2.2.2.5.1.3 SECCIÓN 2.2.2.5.2 2.2.2.5.2.1 2.2.2.5.2.2 2.2.2.5.2.3 2.2.2.5.2.4 2.2.2.5.2.5 2.2.2.5.2.6 2.2.2.5.2.7 2.2.2.5.2.8 2.2.2.5.2.9 SECCIÓN 2.2.2.5.3 2.2.2.5.3.1 2.2.2.5.3.2 2.2.2.5.3.3 SECCIÓN 2.2.2.5.4 2.2.2.5.4.1 SECCIÓN 2.2.2.5.5 2.2.2.5.5.1 CAPÍTULO 2.2.2.6 2.2.2.6.1 2.2.2.6.2 2.2.2.6.3 2.2.2.6.4 2.2.2.6.5 2.2.2.6.6 2.2.2.6.7 TÍTULO 2.2.3 CAPÍTULO 2.2.3.1 2.2.3.1.1 2.2.3.1.2 CAPÍTULO 2.2.3.2 2.2.3.2.1 2.2.3.2.2 2.2.3.2.3 2.2.3.2.4 2.2.3.2.5 2.2.3.2.6 2.2.3.2.7 2.2.3.2.8 CAPÍTULO 2.2.3.3 2.2.3.3.1 2.2.3.3.2 2.2.3.3.3 2.2.3.3.4 2.2.3.3.5 2.2.3.3.6 2.2.3.3.7 2.2.3.3.8 2.2.3.3.9 2.2.3.3.10 CAPÍTULO 2.2.3.4 2.2.3.4.1 2.2.3.4.2 2.2.3.4.3 CAPÍTULO 2.2.3.5 2.2.3.5.1 2.2.3.5.2 2.2.3.5.3 2.2.3.5.4 2.2.3.5.5 CAPÍTULO 2.2.3.6 2.2.3.6.1 2.2.3.6.2 2.2.3.6.3 2.2.3.6.4 CAPÍTULO 2.2.3.7 2.2.3.7.1 2.2.3.7.2 2.2.3.7.3 2.2.3.7.4 2.2.3.7.5 2.2.3.7.6 2.2.3.7.7 2.2.3.7.8 CAPÍTULO 2.2.3.8 2.2.3.8.1 TÍTULO 2.2.4 CAPÍTULO 2.2.4.1 2.2.4.1.1 CAPÍTULO 2.2.4.2 2.2.4.2.1 2.2.4.2.2 2.2.4.2.3 2.2.4.2.4 2.2.4.2.5 2.2.4.2.6 2.2.4.2.7 2.2.4.2.8 2.2.4.2.9 2.2.4.2.10 2.2.4.2.11 2.2.4.2.12 2.2.4.2.13 CAPÍTULO 2.2.4.3 2.2.4.3.1 2.2.4.3.2 2.2.4.3.3 CAPÍTULO 2.2.4.4 2.2.4.4.1 2.2.4.4.2 2.2.4.4.3 CAPÍTULO 2.2.4.5 2.2.4.5.1 2.2.4.5.2 2.2.4.5.3 2.2.4.5.4 2.2.4.5.5 2.2.4.5.6 TÍTULO 2.2.5 CAPÍTULO 2.2.5.1 2.2.5.1.1 2.2.5.1.2 2.2.5.1.3 2.2.5.1.4 CAPÍTULO 2.2.5.2 2.2.5.2.1 2.2.5.2.2 2.2.5.2.3 2.2.5.2.4 2.2.5.2.5 2.2.5.2.6 2.2.5.2.7 CAPÍTULO 2.2.5.3 2.2.5.3.1 2.2.5.3.2 2.2.5.3.3 CAPÍTULO 2.2.5.4 2.2.5.4.1 2.2.5.4.2 2.2.5.4.3 2.2.5.4.4 2.2.5.4.5 2.2.5.4.6 2.2.5.4.7 2.2.5.4.8 CAPÍTULO 2.2.5.5 2.2.5.5.1 2.2.5.5.2 CAPÍTULO 2.2.5.6 2.2.5.6.1 2.2.5.6.2 2.2.5.6.3 2.2.5.6.4 2.2.5.6.5 CAPÍTULO 2.2.5.7 2.2.5.7.1 2.2.5.7.2 2.2.5.7.3 2.2.5.7.4 2.2.5.7.5 2.2.5.7.6 CAPÍTULO 2.2.5.8 2.2.5.8.1 2.2.5.8.2 2.2.5.8.3 2.2.5.8.4 2.2.5.8.5 2.2.5.8.6 2.2.5.8.7 CAPÍTULO 2.2.5.9 2.2.5.9.1 2.2.5.9.2 TÍTULO 2.2.6 CAPÍTULO 2.2.6.1 SECCIÓN 2.2.6.1.1 2.2.6.1.1.1 2.2.6.1.1.2 2.2.6.1.1.3 2.2.6.1.1.4 2.2.6.1.1.5 2.2.6.1.1.6 SECCIÓN 2.2.6.1.2 2.2.6.1.2.1 2.2.6.1.2.2 2.2.6.1.2.3 2.2.6.1.2.4 2.2.6.1.2.5 SECCIÓN 2.2.6.1.3 2.2.6.1.3.1 2.2.6.1.3.2 2.2.6.1.3.3 SECCIÓN 2.2.6.1.4 2.2.6.1.4.1 2.2.6.1.4.2 SECCIÓN 2.2.6.1.5 2.2.6.1.5.1 CAPÍTULO 2.2.6.2 SECCIÓN 2.2.6.2.1 2.2.6.2.1.1 2.2.6.2.1.2 2.2.6.2.1.3 2.2.6.2.1.4 2.2.6.2.1.5 2.2.6.2.1.6 2.2.6.2.1.7 2.2.6.2.1.8 2.2.6.2.1.9 SECCIÓN 2.2.6.2.2 2.2.6.2.2.1 2.2.6.2.2.2 2.2.6.2.2.3 TÍTULO 2.2.7 CAPÍTULO 2.2.7.1 2.2.7.1.1 2.2.7.1.2 2.2.7.1.3 2.2.7.1.4 2.2.7.1.5 CAPÍTULO 2.2.7.2 2.2.7.2.1 CAPÍTULO 2.2.7.3 2.2.7.3.1 2.2.7.3.2 2.2.7.3.3 2.2.7.3.4 CAPÍTULO 2.2.7.4 2.2.7.4.1 2.2.7.4.2 2.2.7.4.3 2.2.7.4.4 2.2.7.4.5 2.2.7.4.6 CAPÍTULO 2.2.7.5 2.2.7.5.1 2.2.7.5.2 2.2.7.5.3 CAPÍTULO 2.2.7.6 2.2.7.6.1 2.2.7.6.2 2.2.7.6.3 2.2.7.6.4 2.2.7.6.5 2.2.7.6.6 2.2.7.6.7 2.2.7.6.8 2.2.7.6.9 2.2.7.6.10 2.2.7.6.11 2.2.7.6.12 2.2.7.6.13 CAPÍTULO 2.2.7.7 2.2.7.7.1 CAPÍTULO 2.2.7.8 2.2.7.8.1 2.2.7.8.2 TÍTULO 2.2.8 CAPÍTULO 2.2.8.1 2.2.8.1.1 2.2.8.1.2 2.2.8.1.3 2.2.8.1.4 2.2.8.1.5 2.2.8.1.6 2.2.8.1.7 2.2.8.1.8 2.2.8.1.9 2.2.8.1.10 2.2.8.1.11 CAPÍTULO 2.2.8.2 SECCIÓN 2.2.8.2.1 2.2.8.2.1.1 2.2.8.2.1.2 2.2.8.2.2.1 2.2.8.2.2.2 2.2.8.2.2.3 2.2.8.2.2.4 2.2.8.2.2.5 2.2.8.2.2.6 2.2.8.2.2.7 2.2.8.2.2.8 CAPÍTULO 2.2.8.3 2.2.8.3.1 2.2.8.3.2 2.2.8.3.3 2.2.8.3.4 2.2.8.3.5 CAPÍTULO 2.2.8.4 2.2.8.4.1 2.2.8.4.2 2.2.8.4.3 2.2.8.4.4 2.2.8.4.5 2.2.8.4.6 2.2.8.4.7 2.2.8.4.8 2.2.8.4.9 2.2.8.4.10 TÍTULO 2.2.9 CAPÍTULO 2.2.9.1 SECCIÓN 2.2.9.1.1 2.2.9.1.1.1 2.2.9.1.1.2 2.2.9.1.1.3 2.2.9.1.1.4 SECCIÓN 2.2.9.1.2 2.2.9.1.2.1 2.2.9.1.2.2 2.2.9.1.2.3 2.2.9.1.2.4 SECCIÓN 2.2.9.1.3 2.2.9.1.3.1 2.2.9.1.3.2 SECCIÓN 2.2.9.1.4 2.2.9.1.4.1 2.2.9.1.4.2 2.2.9.1.4.3 CAPÍTULO 2.2.9 TÍTULO 2.2.10 CAPÍTULO 2.2.10.1 2.2.10.1.1 2.2.10.1.2 2.2.10.1.3 CAPÍTULO 2.2.10.2 2.2.10.2.1 2.2.10.2.2 CAPÍTULO 2.2.10.3 2.2.10.3.1 2.2.10.3.2 2.2.10.3.3 TÍTULO 2.2.11 2.2.11.1 2.2.11.2 2.2.11.3 2.2.11.4 2.2.11.5 2.2.11.6 2.2.11.7 2.2.11.8 2.2.11.9 2.2.11.10 TÍTULO 2.2.12 CAPÍTULO 2.2.12.1 SECCIÓN 2.2.12.1.1 2.2.12.1.1.1 2.2.12.1.1.2 2.2.12.1.1.3 SECCIÓN 2.2.12.1.2 2.2.12.1.2.1 2.2.12.1.2.2 2.2.12.1.2.3 2.2.12.1.2.4 2.2.12.1.2.5 2.2.12.1.2.6 2.2.12.1.2.7 2.2.12.1.2.8 2.2.12.1.2.9 2.2.12.1.2.10 2.2.12.1.2.11 2.2.12.1.2.12 CAPÍTULO 2.2.12.2 SECCIÓN 2.2.12.2.1 2.2.12.2.1.1 2.2.12.2.1.2 2.2.12.2.1.3 2.2.12.2.1.4 2.2.12.2.1.5 2.2.12.2.1.6 2.2.12.2.1.7 2.2.12.2.1.8 2.2.12.2.1.9 2.2.12.2.1.10 2.2.12.2.1.11 2.2.12.2.1.12 2.2.12.2.1.13 2.2.12.2.1.14 2.2.12.2.1.15 2.2.12.2.1.16 2.2.12.2.1.17 2.2.12.2.1.18 2.2.12.2.1.19 2.2.12.2.1.20 SECCIÓN 2.2.12.2.2 2.2.12.2.2.1 2.2.12.2.2.2 2.2.12.2.2.3 2.2.12.2.2.4 SECCIÓN 2.2.12.2.3 2.2.12.2.3.1 CAPÍTULO 2.2.12.3 2.2.12.3.1 2.2.12.3.2 CAPÍTULO 2.2.12.4 2.2.12.4.1 2.2.12.4.2 CAPÍTULO 2.2.12.5 2.2.12.5.1 2.2.12.5.2 2.2.12.5.3 TÍTULO 2.2.13 CAPÍTULO 2.2.13.1 2.2.13.1.1 2.2.13.1.2 2.2.13.1.3 2.2.13.1.4 2.2.13.1.5 CAPÍTULO 2.2.13.2 2.2.13.2.1 2.2.13.2.2 CAPÍTULO 2.2.13.3 2.2.13.3.1 2.2.13.3.2 2.2.13.3.3 2.2.13.3.4 2.2.13.3.5 CAPÍTULO 2.2.13.4 2.2.13.4.1 CAPÍTULO 2.2.13.5 2.2.13.5.1 2.2.13.5.2 TÍTULO 2.2.14 CAPÍTULO 2.2.14.1 2.2.14.1.1 2.2.14.1.2 2.2.14.1.3 2.2.14.1.4 CAPÍTULO 2.2.14.2 2.2.14.2.1 2.2.14.2.2 2.2.14.2.3 2.2.14.2.4 CAPÍTULO 2.2.14.3 CAPÍTULO 2.2.14.4 CAPÍTULO 2.2.14.5 CAPÍTULO 2.2.14.6 CAPÍTULO 2.2.14.7 TÍTULO 2.2.15 TÍTULO 2.2.16 2.2.16.1 2.2.16.4 TÍTULO 2.2.17 CAPÍTULO 2.2.17.1 CAPÍTULO 2.2.17.2 SECCIÓN 2.2.17.2.1 SECCIÓN 2.2.17.2.2 CAPÍTULO 2.2.17.3 2.2.17.3.2 CAPÍTULO 2.2.17.4 CAPÍTULO 2.2.17.5 2.2.17.5.10 CAPÍTULO 2.2.17.6 2.2.17.6.2 CAPÍTULO 2.2.17.7 2.2.17.7.3 2.2.17.7.4 2.2.17.7.5 2.2.17.7.6 CAPÍTULO 2.2.17.8 2.2.17.8.1 2.2.17.8.2 LIBRO 3 TÍTULO .ÚNICO 3.1.1 3.1.2
RED NACIONAL DE TELECOMUNICACIONES DE EMERGENCIAS (RNTE).
ARTÍCULO 2.2.14.3.1. DEFINICIÓN DE LA RED NACIONAL DE TELECOMUNICACIONES DE EMERGENCIAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> La Red Nacional de Telecomunicaciones de Emergencia (RNTE) es aquella conformada por las redes de telecomunicaciones del SNTE y que soportan las categorías de comunicaciones definidas en el artículo 2.2.14.2.5 del presente decreto.
ARTÍCULO 2.2.14.3.2. IMPLEMENTACIÓN DE LA RED NACIONAL DE TELECOMUNICACIONES DE EMERGENCIAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Se deberán integrar a la RNTE todas las redes de telecomunicaciones que garanticen la comunicación autoridad - autoridad entre la Unidad Nacional para la Gestión del Riesgo de Desastres, los Consejos Territoriales de Gestión del Riesgo de Desastres y las entidades que intervienen directamente en los procesos de conocimiento del riesgo, reducción del riesgo y manejo de desastres.
ARTÍCULO 2.2.14.3.3. CRITERIOS Y CONDICIONES PARA LA IMPLEMENTACIÓN Y OPERACIÓN DE LA RED NACIONAL DE TELECOMUNICACIONES DE EMERGENCIAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones y la Unidad Nacional para la Gestión del Riesgo de Desastres, definirán los criterios y las condiciones para la implementación y operación de la Red Nacional de Telecomunicaciones de Emergencia.
SISTEMAS DE MONITOREO Y DE ALERTA TEMPRANA.
ARTÍCULO 2.2.14.4.1. DEFINICIÓN DE SISTEMAS DE MONITOREO Y DE ALERTAS TEMPRANAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Forman parte del Sistema Nacional de Telecomunicaciones de Emergencias en la categoría autoridad-individuo, los Sistemas de Monitoreo conformados por las redes de telecomunicaciones desplegadas para realizar el seguimiento continuo a los eventos de origen natural que pueden desencadenar una emergencia y los Sistemas de Alerta Temprana conformados por las redes de telecomunicaciones desplegadas para informar a los individuos de una amenaza inminente, con el fin de que se activen los procedimientos de acción previamente establecidos y las medidas individuales de precaución, solidaridad, autoprotección, tanto en lo personal como respecto de sus bienes y acatarán lo dispuesto por las autoridades.
ARTÍCULO 2.2.14.4.2. CRITERIOS Y CONDICIONES PARA LA INTEGRACIÓN DE LOS SISTEMAS DE ALERTA TEMPRANA A LAS REDES DE TELECOMUNICACIONES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones y la Unidad Nacional para la Gestión del Riesgo de Desastres, definirán los criterios y las condiciones para la integración de los Sistemas de Monitoreo y de Alerta Temprana a las redes de telecomunicaciones.
CENTROS DE ATENCIÓN DE EMERGENCIAS.
ARTÍCULO 2.2.14.5.1. DEFINICIÓN DE CENTROS DE ATENCIÓN DE EMERGENCIAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Los Centros de Atención de Emergencias hacen parte del Sistema Nacional de Telecomunicaciones de Emergencias en la categoría individuo-autoridad, y corresponde a estos la recepción y direccionamiento de las comunicaciones hacia las entidades encargadas de atender la emergencia.
ARTÍCULO 2.2.14.5.2. CRITERIOS Y CONDICIONES PARA LA INTEGRACIÓN Y ARTICULACIÓN DE LOS CENTROS DE ATENCIÓN DE EMERGENCIAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de Información y las Comunicaciones y la Unidad Nacional para la Gestión del Riesgo de Desastres, establecerán los criterios y las condiciones para la integración y articulación de los Centros de Atención de Emergencias al Sistema Nacional de Telecomunicaciones de Emergencias.
REDES DE TELECOMUNICACIONES DE LOS INDIVIDUOS.
ARTÍCULO 2.2.14.6.1. DEFINICIÓN DE REDES DE TELECOMUNICACIONES DE LOS INDIVIDUOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Hacen parte del Sistema Nacional de Telecomunicaciones de Emergencias en la categoría individuo-individuo, los Sistemas de Radiocomunicación de Banda Ciudadana, las Redes de los Radioaficionados, el Sistema Nacional de Radiocomunicación de Emergencia Ciudadana, entre otras.
ARTÍCULO 2.2.14.6.2. CRITERIOS Y CONDICIONES PARA LA INTEGRACIÓN Y ARTICULACIÓN DE LAS REDES DE TELECOMUNICACIONES DE LOS INDIVIDUOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de Información y las Comunicaciones y la Unidad Nacional para la Gestión del Riesgo de Desastres, establecerán los criterios y las condiciones para la integración y articulación de las redes de telecomunicaciones de los individuos al Sistema Nacional de Telecomunicaciones de Emergencias.
RESPONSABILIDADES Y OBLIGACIONES FRENTE AL SISTEMA NACIONAL DE TELECOMUNICACIONES DE EMERGENCIA.
ARTÍCULO 2.2.14.7.1. RESPONSABILIDADES DE LAS AUTORIDADES EN EL SNTE. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Cada una de las autoridades listadas en el artículo 2.2.14.2.3 del presente decreto, son responsables, desde el ámbito de sus competencias y de conformidad con la Ley 1523 de 2012 y la Ley 1341 de 2009 y el presente decreto de:
ARTÍCULO 2.2.14.7.2. OBLIGACIONES ASOCIADAS A LA INFRAESTRUCTURA DE TELECOMUNICACIONES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Las entidades públicas, privadas o comunitarias, que son propietarias, administran o hacen uso de la infraestructura empleada para la provisión de redes y servicios de telecomunicaciones deberán poner a disposición, sin costo, su infraestructura, para la implementación de la RNTE en los términos que se definan en cumplimiento del artículo 2.2.14.3.3. del presente decreto.
ARTÍCULO 2.2.14.7.3. OBLIGACIONES DE LOS PROVEEDORES DE REDES Y SERVICIOS DE TELECOMUNICACIONES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Los Proveedores de Redes y Servicios de Telecomunicaciones deben cumplir las siguientes obligaciones:
PARÁGRAFO. La Comisión de Regulación de Comunicaciones definirá las condiciones y características de las obligaciones a cargo de los PRST para la implementación del Sistema nacional de Telecomunicaciones de Emergencias. El Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones, a través de la Dirección de Vigilancia y Control, realizará el control del cumplimiento de estas obligaciones por parte de los Proveedores de Redes y Servicios de Telecomunicaciones.
ARTÍCULO 2.2.14.7.4. OBLIGACIONES DE LOS PROVEEDORES DE SERVICIOS DE RADIODIFUSIÓN SONORA Y LOS OPERADORES DEL SERVICIO DE TELEVISIÓN. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> En casos de emergencia, conmoción interna o externa, desastres o calamidad pública, los proveedores de servicios de radiodifusión sonora y los .operadores del servicio de televisión, deberán atender los requerimientos de las autoridades para la transmisión de las comunicaciones. En cualquier caso, se dará prelación absoluta a las transmisiones relacionadas con la protección a la vida humana.
ARTÍCULO 2.2.14.7.5. OBLIGACIONES ASOCIADAS A LOS CENTROS DE ATENCIÓN DE EMERGENCIAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Las entidades públicas o privadas responsables de la implementación, administración y operación de los Centros de Atención de Emergencias están obligadas dentro del ámbito de sus competencias a:
ARTÍCULO 2.2.14.7.6. OBLIGACIONES DE LOS INDIVIDUOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Los individuos deben hacer un uso adecuado de los recursos que el SNTE ponga a su disposición, de conformidad con la reglamentación que expidan desde el ámbito de sus competencias, la Comisión de Regulación de Comunicaciones, el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones y la Unidad Nacional para la Gestión del Riesgo de Desastres.
ARTÍCULO 2.2.14.7.7. LINEAMIENTOS PARA LOS SISTEMAS DE INFORMACIÓN. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> Los sistemas de información que hagan parte del SNTE deberán cumplir con las disposiciones establecidas en el Libro 2, Parte 2, Título 9, del Decreto número 1078 de 2015, en el cual se establecen los lineamientos generales de Gobierno en Línea y se adopta el Marco de Referencia de Arquitectura empresarial para la gestión de TI.
ARTÍCULO 2.2.14.7.8. DESARROLLO NORMATIVO DEL SNTE. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 2434 de 2015. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones, la Unidad Nacional para la Gestión del Riesgo de Desastres, la Comisión de Regulación de Comunicaciones, la Agencia Nacional del Espectro y demás entidades que tengan competencia en la materia, expedirán, en lo pertinente y desde el ámbito de sus competencias, la normativa necesaria para el desarrollo del presente decreto, dentro de los seis (6) meses siguientes a su publicación.
PARÁGRAFO. En el desarrollo normativo del SNTE las entidades, de conformidad con sus competencias, establecerán las condiciones bajo las cuales se aprobará el cumplimiento de las responsabilidades y obligaciones derivadas del presente decreto, y adelantarán dichas verificaciones.
CRITERIOS PARA LA FORMULACIÓN, PRESENTACIÓN, APROBACIÓN, EJECUCIÓN Y VERIFICACIÓN DE LAS OBLIGACIONES DE HACER COMO FORMA DE PAGO POR EL USO DEL ESPECTRO RADIOELÉCTRICO.
ARTÍCULO 2.2.15.1. OBJETO Y ÁMBITO DE APLICACIÓN. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 54 de 2016. El nuevo texto es el siguiente:> Las disposiciones del presente título tienen por objeto establecer las reglas y condiciones para la formulación, presentación, aprobación, ejecución y verificación de las obligaciones de hacer como forma de pago de la contraprestación económica por el otorgamiento o renovación del permiso para el uso del espectro radioeléctrico, a cargo de los proveedores de redes y servicios de telecomunicaciones, en los casos en que el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones lo determine en los actos particulares correspondientes.
ARTÍCULO 2.2.15.2. RESPONSABILIDADES PARA LA FORMULACIÓN, PRESENTACIÓN, APROBACIÓN, EJECUCIÓN Y VERIFICACIÓN DE LAS OBLIGACIONES DE HACER. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 54 de 2016. El nuevo texto es el siguiente:> Para la ejecución del objeto del presente título, el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones y la Comisión de Regulación de Comunicaciones tendrán las siguientes responsabilidades:
1.1 Determinar, dentro del marco de sus funciones, los eventos en los que establece o autoriza las obligaciones de hacer como forma de pago de la contraprestación económica por el otorgamiento o renovación de los permisos de uso del espectro radioeléctrico.
ARTÍCULO 2.2.15.3. OFERTA OFICIOSA DE OBLIGACIONES DE HACER. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 54 de 2016. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones podrá disponer de planes, programas y proyectos para que los proveedores de redes y servicios de telecomunicaciones adelanten la ejecución de obligaciones de hacer, como forma de pago de la contraprestación económica por el otorgamiento o renovación de los permisos de uso del espectro radioeléctrico. Para el efecto, este Ministerio reglamentará lo correspondiente.
ARTÍCULO 2.2.15.4. PRESENTACIÓN DE PLANES, PROGRAMAS Y PROYECTOS PARA LA EJECUCIÓN DE OBLIGACIONES DE HACER. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 54 de 2016. El nuevo texto es el siguiente:> Los proveedores de redes y servicios de telecomunicaciones podrán presentar al Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones propuestas para la ejecución de obligaciones de hacer como forma de pago de la contraprestación económica por el uso del espectro radioeléctrico, las cuales deberán incluir, cuando menos, los siguientes aspectos:
ARTÍCULO 2.2.15.5. APROBACIÓN DE PLANES, PROGRAMAS Y PROYECTOS PRESENTADOS POR LOS PROVEEDORES DE REDES Y SERVICIOS DE TELECOMUNICACIONES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 54 de 2016. El nuevo texto es el siguiente:> Para la aprobación de los planes, programas y proyectos, el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones realizará los estudios, verificación, elegibilidad y análisis de los planes, programas y proyectos propuestos como forma de pago por el otorgamiento o renovación, los cuales deberán estar enmarcados dentro de los planes y programas del Ministerio, de conformidad con los siguientes términos:
PARÁGRAFO 1o. En ningún caso podrá autorizarse la ejecución de obligaciones de hacer como forma de pago de la contraprestación económica por el uso del espectro radioeléctrico, cuando las mismas constituyan, directa o indirectamente, un mecanismo para sustituir el cumplimiento de las obligaciones de inversión, de cobertura o de despliegue de red asociadas al permiso otorgado.
PARÁGRAFO 2o. La determinación por parte del Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones de aceptar obligaciones de hacer como forma de pago por el otorgamiento o renovación de los permisos de uso del espectro radioeléctrico no excluye la posibilidad para los proveedores de redes y servicios de telecomunicaciones de pagar en efectivo el valor correspondiente al otorgamiento o renovación, sin perjuicio de la indexación correspondiente y los intereses de mora a que haya lugar, aplicados desde el momento en que, conforme al acto administrativo de otorgamiento o renovación, debió pagar la contraprestación respectiva.
ARTÍCULO 2.2.15.6. RIESGOS Y RESPONSABILIDAD DE LOS PROVEEDORES DE REDES Y SERVICIOS DE TELECOMUNICACIONES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 54 de 2016. El nuevo texto es el siguiente:> Las obligaciones de hacer son de resultado. El proveedor de redes y servicios de telecomunicaciones ejecutará estas obligaciones íntegramente por su cuenta y riesgo, y deberá mantener indemne al Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones/Fondo de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones.
ARTÍCULO 2.2.15.7. VIGILANCIA Y CONTROL. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 54 de 2016. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones, a través de la Dirección de Vigilancia y Control, verificará el cumplimiento de las obligaciones de hacer, bajo una metodología general de verificación integral, que deberá incluir la comprobación de la ejecución de la respectiva obligación y la cuantificación de la misma como forma de pago de la contraprestación económica, con base en las inversiones y los costos de operación y mantenimiento en que haya incurrido el proveedor bajo el desarrollo de los proyectos aprobados.
Para efectos de la cuantificación de las inversiones asociadas al cumplimiento de las obligaciones de hacer, la Dirección de Vigilancia y Control del Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones tendrá en cuenta: a) el concepto emitido por la CRC establecido en el numeral 2.1. del artículo 2.2.15.2. del presente Título o en su defecto el documento resultante de la actividad contenida en el numeral 1.5. del artículo 2.2.15.2. del presente Título y b) toda la información y soportes administrativos, jurídicos, técnicos, financieros, fiscales y contables, que le sean requeridos, los cuales deberán ser aportados por el proveedor de redes y servicios de telecomunicaciones dentro del término establecido y de acuerdo con el cronograma aprobado, so pena de no ser considerados dentro de la imputación del valor total a pagar como contraprestación económica por el uso del espectro radioeléctrico, caso en el cual el proveedor de redes y servicios de telecomunicaciones deberá realizar el pago de las obligaciones pendientes en efectivo, sin perjuicio de la indexación correspondiente y los intereses de mora. No serán imputables al pago, igualmente, aquellos valores que no se encuentren debidamente soportados o que no tengan relación directa con la ejecución de las obligaciones de hacer.
REGLAMENTACIÓN DE LOS NUMERALES 23 Y 25 DEL ARTÍCULO 476 DEL ESTATUTO TRIBUTARIO.
ARTÍCULO 2.2.16.1. DEFINICIONES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1412 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Para los efectos del presente título se adoptan los siguientes términos:
ARTÍCULO 2.2.16.2. CLASIFICACIÓN DEL SOFTWARE PARA EL DESARROLLO DE CONTENIDOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1412 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> El software para el desarrollo de contenidos digitales tendrá las siguientes clasificaciones, sin perjuicio de otras que para los efectos del presente título determine el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones:
ARTÍCULO 2.2.16.3. SERVICIOS DE EDUCACIÓN VIRTUAL PARA EL DESARROLLO DE CONTENIDOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1412 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Para los efectos del presente título, se considerarán servicios de educación virtual para el desarrollo de contenidos digitales, aquellos orientados a los siguientes componentes:
ARTÍCULO 2.2.16.4. CERTIFICACIÓN DEL SOFTWARE Y LOS CURSOS PARA EL DESARROLLO DE CONTENIDOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1412 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> El Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones establecerá, a solicitud del interesado, si un determinado curso virtual o software cumple con los presupuestos señalados en los artículos 2.2.16.1, 2.2.16.2 y 2.2.16.3 del presente Decreto.
REGLAMENTACIÓN PARCIAL DEL CAPÍTULO IV DEL TÍTULO III DE LA LEY 1437 DE 2011 Y DEL ARTÍCULO 45 DE LA LEY 1753 DE 2015, A TRAVÉS DEL ESTABLECIMIENTO DE LINEAMIENTOS GENERALES EN EL USO Y OPERACIÓN DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES.
ARTÍCULO 2.2.17.1.1. OBJETO. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> El presente título reglamenta parcialmente el Capítulo IV del Título III de la Primera Parte de la Ley 1437 de 2011 y el artículo 45 de la Ley 1753 de 2015, estableciendo los lineamientos que se deben cumplir para la prestación de servicios ciudadanos digitales, y para permitir a los usuarios el acceso a la administración pública a través de medios electrónicos.
ARTÍCULO 2.2.17.1.2. ÁMBITO DE APLICACIÓN. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Serán sujetos obligados de las disposiciones contenidas en el presente título las entidades que conforman la Administración Pública en los términos del artículo 39 de la Ley 489 de 1998 y los particulares que cumplen funciones públicas.
ARTÍCULO 2.2.17.1.3. DEFINICIONES GENERALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Para efectos de lo establecido en este título, se tendrán en cuenta las siguientes definiciones:
9. Escritura pública electrónica. Es el equivalente funcional de la escritura pública, la cual debe cumplir las normas sustanciales relativas a las diferentes actuaciones notariales que ella contiene y de los preceptos de derecho notarial, conforme al Decreto-ley número 960 de 1970 y demás normas concordantes.
ARTÍCULO 2.2.17.1.4. ACTORES INVOLUCRADOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> La prestación de los servicios ciudadanos digitales involucra la participación de los siguientes actores:
ARTÍCULO 2.2.17.1.5. PRINCIPIOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Además de los previstos en el artículo 209 de la Constitución Política, 2o de la Ley 1341 de 2009, 3o de la Ley 1437 de 2011 y los atinentes a la estrategia de Gobierno en Línea contenida en el presente decreto, la prestación de los servicios ciudadanos digitales se orientará por los siguientes principios:
CARACTERÍSTICAS DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES.
GENERALIDADES DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES.
ARTÍCULO 2.2.17.2.1.1. DESCRIPCIÓN DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los servicios ciudadanos digitales se clasifican en básicos y especiales.
1.1. Servicio de autenticación biométrica. Es aquel que permite verificar y validar la identidad de un ciudadano colombiano por medio de huellas dactilares contra la base de datos biométrica y biográfica de la Registraduría Nacional del Estado Civil, dando pleno cumplimiento a la Resolución número 5633 de 2016 emitida por la Registraduría Nacional del Estado Civil o cualquier otra norma que la adicione, modifique, aclare, sustituye o derogue.
ARTICULADOR, CONDICIONES PARA LOS OPERADORES Y ACUERDOS ENTRE LOS ACTORES.
ARTÍCULO 2.2.17.2.2.1. ARTICULADOR DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los servicios ciudadanos digitales serán articulados a través del mecanismo que determine el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones. Para tal fin, se podrá acudir a la creación de una asociación entre entidades públicas con o sin participación de particulares; a la designación de una entidad descentralizada que pueda cumplir tales funciones a partir de su objeto y experiencia; o a la asunción de dicho rol directamente por el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones.
ARTÍCULO 2.2.17.2.2.2. OPERADORES DE SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> De conformidad con el parágrafo 1 del artículo 45 de la Ley 1753 de 2015, los servicios ciudadanos digitales podrán ser ofrecidos por personas jurídicas públicas o privadas.
ARTÍCULO 2.2.17.2.2.3. CONDICIONES MÍNIMAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Además de cumplir con los requisitos exigidos en el Manual de Condiciones, cada interesado en prestar a título de operador cualquiera de los servicios ciudadanos digitales básicos, deberá acreditar ante el articulador las siguientes condiciones:
4.1. Ofrecer el servicio de validación de identidad biométrica bajo los preceptos de la Resolución número 5633 de 2016 expedida por la Registraduría Nacional del Estado Civil, o cualquier otra norma que la adicione, modifique, aclare, sustituya o derogue.
PARÁGRAFO. Un operador puede prestar más de un servicio ciudadano digital.
ARTÍCULO 2.2.17.2.2.4. VINCULACIÓN DE LAS ENTIDADES PÚBLICAS Y PARTICULARES QUE EJERCEN FUNCIONES PÚBLICAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Corresponderá al articulador suscribir con los organismos y entidades públicas, así como los particulares que ejercen funciones públicas, los convenios y/o contratos para que estos accedan a la prestación de los servicios ciudadanos digitales ofrecidos por los operadores.
ARTÍCULO 2.2.17.2.2.5. VINCULACIÓN DE LOS OPERADORES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Corresponderá al articulador definir el procedimiento bajo el cual los interesados en prestar los servicios ciudadanos digitales deben acreditar el cumplimiento de los requisitos y condiciones que, adicionales a los mínimos fijados en este título, se establecen a nivel técnico, de experiencia, administrativo y financiero, en el Manual de Condiciones. Para ello acudirá a los procesos de selección objetiva necesarios.
ARTÍCULO 2.2.17.2.2.6. CAUSALES DE DESVINCULACIÓN DE LOS OPERADORES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> El articulador podrá desvincular a un operador de la posibilidad de prestar servicios ciudadanos digitales en cualquiera de los siguientes casos:
CONDICIONES DE USO Y VIGENCIA DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES.
ARTÍCULO 2.2.17.3.1. USO DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Será obligatorio para los organismos y entidades públicas, así como para los particulares que desempeñen funciones públicas utilizar los servicios ciudadanos digitales, de conformidad con el artículo 2.2.17.1.2 de este Decreto. Su implementación se hará de conformidad con la gradualidad definida en el artículo 2.2.17.8.1 del presente decreto.
ARTÍCULO 2.2.17.3.2. VIGENCIA DE LOS SERVICIOS DE AUTENTICACIÓN ELECTRÓNICA Y CARPETA CIUDADANA. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los servicios de autenticación electrónica y carpeta ciudadana tendrán vigencia indefinida, y terminarán por las siguientes causas:
MODELO DE GOBERNABILIDAD.
ARTÍCULO 2.2.17.4.1. POLÍTICA DE USO Y APROVECHAMIENTO DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Corresponde al Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones fijar la política de uso y aprovechamiento de los servicios ciudadanos digitales en el marco del desarrollo de los componentes de la Estrategia de Gobierno en Línea.
ARTÍCULO 2.2.17.4.2. SUPERVISIÓN. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> El articulador adelantará la supervisión de las obligaciones derivadas de los contratos suscritos por los distintos operadores de servicios ciudadanos digitales, sin perjuicio que pueda apoyarse en un tercero para adelantar tal función.
ARTÍCULO 2.2.17.4.3. VIGILANCIA Y CONTROL DE LAS ACTIVIDADES INVOLUCRADAS EN LA PRESTACIÓN DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> La vigilancia y control de las actividades involucradas en la prestación de los servicios ciudadanos digitales se realizará por cada uno de los organismos del Estado que en el marco de sus competencias tengan que conocer de una o varias de las actividades involucradas en la prestación de tales servicios.
DERECHOS Y OBLIGACIONES DE LOS ACTORES.
ARTÍCULO 2.2.17.5.1. OBLIGACIONES DEL ARTICULADOR. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> El articulador tendrá a su cargo las siguientes funciones:
ARTÍCULO 2.2.17.5.2. OBLIGACIONES COMUNES DE LOS OPERADORES QUE PRESTEN SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores que presten servicios ciudadanos digitales deberán cumplir las siguientes obligaciones:
ARTÍCULO 2.2.17.5.3. OBLIGACIONES ESPECIALES DE LOS OPERADORES QUE PRESTEN SERVICIOS DE AUTENTICACIÓN BIOMÉTRICA. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores que presten servicios de autenticación biométrica deberán cumplir las siguientes obligaciones especiales:
ARTÍCULO 2.2.17.5.4. OBLIGACIONES ESPECIALES DE LOS OPERADORES QUE PRESTEN SERVICIOS DE AUTENTICACIÓN CON CÉDULA DIGITAL. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores que presten servicios de autenticación con cédula digital deberán cumplir con todas las obligaciones y exigencias que para dicho propósito establezca la Registraduría Nacional del Estado Civil, una vez se expida la cédula de ciudadanía digital.
ARTÍCULO 2.2.17.5.5. OBLIGACIONES ESPECIALES DE LOS OPERADORES QUE PRESTEN SERVICIOS DE AUTENTICACIÓN ELECTRÓNICA. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores que presten servicios de autenticación electrónica deberán cumplir las siguientes obligaciones especiales:
ARTÍCULO 2.2.17.5.6. OBLIGACIONES ESPECIALES DE LOS OPERADORES QUE PRESTEN SERVICIOS DE CARPETA CIUDADANA. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores que presten servicios de carpeta ciudadana deberán cumplir las siguientes obligaciones especiales:
ARTÍCULO 2.2.17.5.7. OBLIGACIONES ESPECIALES DE LOS OPERADORES QUE PRESTEN SERVICIOS DE INTEROPERABILIDAD. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores que presten servicios de interoperabilidad deberán cumplir las siguientes obligaciones especiales:
ARTÍCULO 2.2.17.5.8. OBLIGACIONES DE LAS ENTIDADES PÚBLICAS Y PARTICULARES QUE DESEMPEÑEN FUNCIONES PÚBLICAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Las entidades públicas y los particulares que desempeñen funciones públicas, en la implementación de los servicios ciudadanos digitales tendrán las siguientes obligaciones:
ARTÍCULO 2.2.17.5.9. DEBERES DE LOS USUARIOS DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los usuarios de los servicios ciudadanos digitales tendrán, como mínimo, los siguientes deberes:
ARTÍCULO 2.2.17.5.10. DERECHOS DE LOS USUARIOS DE LOS SERVICIOS CIUDADANOS DIGITALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los usuarios de los servicios ciudadanos digitales tendrán derecho a:
TRATAMIENTO DE DATOS PERSONALES, SEGURIDAD Y PRIVACIDAD DE LA INFORMACIÓN.
ARTÍCULO 2.2.17.6.1. RESPONSABLE Y ENCARGADO DEL TRATAMIENTO. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores de servicios ciudadanos digitales serán responsables del tratamiento de los datos personales que los ciudadanos le suministren directamente y encargados del tratamiento respecto de los datos que otras entidades le proporcionen.
ARTÍCULO 2.2.17.6.2. EVALUACIÓN DEL IMPACTO DE TRATAMIENTO DE DATOS PERSONALES. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Antes de dar inicio a la prestación del servicio, los operadores de servicios ciudadanos digitales deberán evaluar el impacto de las operaciones de dichos servicios en el tratamiento de datos personales, la cual deberá incluir como mínimo lo siguiente:
ARTÍCULO 2.2.17.6.3. RESPONSABILIDAD DEMOSTRADA Y PROGRAMA INTEGRAL DE GESTIÓN DE DATOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores de servicios ciudadanos digitales deberán adoptar medidas apropiadas, efectivas y verificables que le permitan demostrar el correcto cumplimiento de las normas sobre tratamiento de datos personales. Para el efecto, deben crear e implementar un Programa Integral de Gestión de Datos (PIGD), como mecanismo operativo para garantizar el debido tratamiento de los datos personales.
ARTÍCULO 2.2.17.6.4. DELEGADO DE PROTECCIÓN DE DATOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Cada operador designará un encargado de protección de datos que acredite conocimientos especializados en la materia, que actuará de manera autónoma, imparcial e independiente y que tendrá, como mínimo, las siguientes funciones:
ARTÍCULO 2.2.17.6.5. PRIVACIDAD POR DISEÑO Y POR DEFECTO. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los operadores de servicios ciudadanos digitales deberán atender las buenas prácticas y principios desarrollados en el ámbito internacional en relación con la protección y tratamiento de datos personales que son adicionales a la Accountability, y que se refieren al Privacy by design (PbD) y Privacy Impact Assessment (PIA), cuyo objetivo se dirige a que la protección de la privacidad y de los datos no puede ser asegurada únicamente a través del cumplimiento de la normativa, sino que debe ser un modo de operar de las organizaciones, y aplicarlo a los sistemas de información, modelos, prácticas de negocio, diseño físico, infraestructura e interoperabilidad, que permita garantizar la privacidad al ciudadano y a las empresas en relación con la recolección, uso, almacenamiento, divulgación y disposición de los mensajes de datos para los servicios ciudadanos digitales gestionados por el operador. Para ello los operadores deberán tener en cuenta los siguientes lineamientos:
ARTÍCULO 2.2.17.6.6. SEGURIDAD DE LA INFORMACIÓN. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los actores que traten información, en el marco del presente título, deberán adoptar medidas apropiadas, efectivas y verificables de seguridad que le permitan demostrar el correcto cumplimiento de las buenas prácticas consignadas en el modelo de seguridad y privacidad de la información emitido por el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones, o un sistema de gestión de seguridad de la información certificable. Esto con el fin de salvaguardar la confidencialidad, integridad y disponibilidad de los activos de información.
ARTÍCULO 2.2.17.6.7. LIMITACIÓN AL USO DE LA INFORMACIÓN. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los datos personales, la información contenida en la carpeta ciudadana y los datos enviados a través de los servicios de interoperabilidad de los usuarios y en general la información generada, producida, almacenada, enviada o compartida en la prestación de los servicios ciudadanos digitales, no podrán ser objeto de comercialización ni de explotación económica de ningún tipo, salvo autorización expresa del titular de los datos.
REGLAMENTACIÓN PARCIAL DEL CAPÍTULO IV DEL TÍTULO III DE LA LEY 1437 DE 2011.
ARTÍCULO 2.2.17.7.1. SEDES ELECTRÓNICAS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> La sede electrónica es una dirección electrónica que permite identificar la entidad y la información o servicios que provee en la web, a través de la cual se puede acceder de forma segura y realizar con todas las garantías legales, los procedimientos, servicios y trámites electrónicos que requieran autenticación de sus usuarios.
ARTÍCULO 2.2.17.7.2. CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DE LA SEDE ELECTRÓNICA. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> La sede electrónica deberá tener como mínimo las siguientes características:
ARTÍCULO 2.2.17.7.3. PROCEDIMIENTO PARA EL REGISTRO DE USUARIOS POR MEDIOS ELECTRÓNICOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los ciudadanos colombianos, los extranjeros con cédula de extranjería vigente y las personas jurídicas, podrán registrarse ante el operador de autenticación electrónica de su elección. En dicho proceso se les solicitará por parte del operador de autenticación electrónica la información mínima necesaria para adelantar el proceso de registro y la aceptación expresa de los términos y condiciones de uso y operación del servicio.
ARTÍCULO 2.2.17.7.4. EXPEDICIÓN DE CREDENCIALES DE AUTENTICACIÓN ELECTRÓNICA A USUARIOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Como resultado del proceso de registro se otorgará al usuario un conjunto de credenciales las cuales deberán ser usadas en los procesos de autenticación electrónica, para la firma de documentos en los procedimientos y trámites que adelanten ante las entidades públicas a través de medios electrónicos.
ARTÍCULO 2.2.17.7.5. REGISTRO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Las entidades públicas y particulares que desempeñen funciones públicas, deberán disponer los servicios de registro electrónico, accedidos a través de la sede electrónica, para la recepción y remisión de peticiones, escritos y documentos.
ARTÍCULO 2.2.17.7.6. NOTIFICACIÓN ELECTRÓNICA. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Para la notificación de actos administrativos las autoridades podrán usar soluciones de notificación por medios electrónicos, de acuerdo a lo dispuesto en el presente artículo.
ARTÍCULO 2.2.17.8.2 RECURSOS. <Artículo adicionado por el artículo 1 del Decreto 1413 de 2017. El nuevo texto es el siguiente:> Los recursos necesarios para la implementación y operación de los servicios ciudadanos digitales básicos de las entidades que hagan parte del Presupuesto General de la Nación y cuya financiación corresponda a recursos de la nación, serán asumidos por el Fondo de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones.
ARTÍCULO 3.1.1. DEROGATORIA INTEGRAL. Este Decreto regula íntegramente las materias contempladas en él. Por consiguiente, de conformidad con el artículo 3o de la Ley 153 de 1887, quedan derogadas todas las disposiciones de naturaleza reglamentaria relativas al sector Tecnologías de la Información y las Comunicaciones que versen sobre las mismas materias, con excepción, exclusivamente, de los siguientes asuntos:
Decreto 089 de 2010, por el cual se modifica la estructura de la Comisión de Regulación de Comunicaciones- CRC.
Decreto 093 de 2010, por el cual se adopta la estructura de la Agencia Nacional del Espectro, ANE, y se dictan otras disposiciones.
Decreto 2618 de 2012, por el cual se modifica la estructura del Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones y se dictan otras disposiciones.
Decreto 032 de 2013, por el cual se crea la Comisión Nacional Digital y de Información Estatal.
3. Tampoco quedan cobijados por la derogatoria anterior los decretos que desarrollan leyes marco.
4. Igualmente, quedan excluidas de esta derogatoria las normas de naturaleza reglamentaria de este sector administrativo que, a la fecha de expedición del presente decreto, se encuentren suspendidas por la Jurisdicción Contencioso Administrativa, las cuales serán compiladas en este decreto, en caso de recuperar su eficacia jurídica.

References: ARTÍCULO 2
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 ARTÍCULO 476

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 artículo 1
 ARTÍCULO 45

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 artículo 1
 artículo 45

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 artículo 39

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 artículo 209

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 Resolución 

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 artículo 45

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 Resolución 

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ARTÍCULO 3
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