Source: https://www.compete2020.gov.pt/pesquisa/detalhe/AAC_15-SI-2016
Timestamp: 2019-10-18 12:06:24+00:00

Document:
Aviso N.º 15/SI/2016
Referência Balcão 2020 | SI-47-2016-15
SI I&DT | Núcleos de I&D - Projetos Individuais
A Prioridade de Investimento (PI) 1.2 tem como objetivo específico aumentar o investimento empresarial em I&I para promover o aumento das atividades económicas intensivas em conhecimento e a criação de valor baseada na inovação.
O diagnóstico da economia portuguesa aponta para a subsistência de um nível incipiente de investimento por parte das empresas em I&D. Visando a atenuação destas insuficiências, pretende-se aumentar o investimento empresarial em atividades de I&D e a criação de novos conhecimentos que promovam a competitividade das regiões menos desenvolvidas, em especial em setores de maior intensidade tecnológica ou de conhecimento.
Para estimular o investimento empresarial em matéria de I&D, a PI 1.2 prevê o apoio à criação e dinamização de núcleos de I&I nas PME`s, através da criação e reforço das competências internas das empresas para a produção de conhecimento com potencial efeito na competitividade e inovação empresarial, no âmbito de plano de atividades de I&D e por um tempo limitado.
Para apresentar a candidatura é indispensável que o beneficiário tenha efetuado registo e autenticação no Balcão 2020. Com essa autenticação é criada uma área reservada na qual o beneficiário poderá contar com um conjunto de funcionalidades, independentemente da natureza do projeto, a Região ou o Programa Operacional a que pretende candidatar-se.
Os projetos a apoiar inserem-se na modalidade de “Projetos individuais” inscrita na tipologia “Núcleos de I&D”, de acordo com o disposto na alínea a) do n.º 4 do Artigo 63.º e da alínea d) do n.º 1 do Artigo 61.º do RECI.
Os projetos “Núcleos de I&D” são realizados por uma PME, visando criar competências internas de I&D e de gestão de inovação, de forma sustentada, através de unidades estruturadas com características de permanência e dedicadas exclusivamente a atividades de I&D e tendo por base um plano de atividades.
De acordo com o disposto no artigo 68º do RECI as entidades beneficiárias são as empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.
Os beneficiários deverão apresentar projetos de investimento que satisfaçam os objetivos e as prioridades referidos no Ponto 1, configurarem-se de acordo com a tipologia de projeto descrita no ponto seguinte e cumprir os critérios de acesso, elegibilidade e de seleção a seguir enunciados.
Não é admitido que num mesmo projeto, existam investimentos localizados em diferentes regiões.
O cofinanciamento dos projetos será efetuado de acordo com o previsto nas alíneas a) e b) do n.º 7 do Anexo A do RECI.
Para os projetos com investimentos localizados nas regiões de Lisboa e do Algarve, a empresa deverá apresentar uma candidatura autónoma para os investimentos localizados nessas regiões.
São enquadráveis projetos inseridos em todas as atividades económicas, com especial incidência nas que visam a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis ou contribuam para a cadeia de valor dos mesmos.
Vendas indiretas ao exterior, de bens a clientes no mercado nacional, quando estas venham a ser incorporados em outros bens objeto de venda ao exterior;
Prestação de serviços a não residentes, devendo este volume de negócios encontrar-se relevado enquanto tal na contabilidade da empresa;
Substituição de importações, aumento da produção para consumo interno de bens ou serviços com saldo negativo na balança comercial (evidenciado no último ano de dados estatísticos disponível).
Estão ainda excluídos projetos com as seguintes atividades, de acordo com a Classificação Portuguesa de Atividades Económicas (CAE - Ver 3):
Financeiras e de seguros – divisões 64 a 66;
Defesa – subclasses 25402, 30400 e 84220;
A atividade económica do projeto deve reportar-se às atividades económicas desenvolvidas pelas empresas ou que venham a ser prosseguidas pelas mesmas na sequência da realização do projeto e que venham a beneficiar da exploração económica dos resultados do mesmo.
Regras e limites à elegibilidade de despesas
Nos termos estabelecidos no n.º 2 do artigo 7.º do RECI e de acordo com a tipologia “Núcleos de I&D” na modalidade de projetos individuais, além das regras definidas nos artigos 72.º e 73.º do RECI, são estabelecidos no Anexo A do presente AAC os limites máximos à elegibilidade das despesas previstas no n.º 2 do referido artigo 72.º e as condições específicas à sua aplicação.
No presente Aviso não são elegíveis as despesas com Formação de Recursos Humanos identificadas no ponto ii) da alínea a) do n.º 2 do artigo 72.º do RECI.
Ao abrigo do presente AAC cada empresa apenas poderá apresentar uma candidatura.
PME`s cujos investimentos estejam localizados nas regiões menos desenvolvidas (NUTS II Norte, Centro e Alentejo) e na região NUTS II Algarve, a taxa máxima de incentivo a atribuir aos projetos é de 50%;
PME`s cujos investimentos estejam localizados na região NUTS II Lisboa - a taxa máxima de incentivo a atribuir aos projetos, de acordo com o definido para o POR Lisboa é de 40%.
29/07/2016 , Por COMPETE 2020
Aviso N.º 15/SI/2016 Referencial de Mérito do Projeto Formulário | Apenas para Visualização

References: Artigo 63
 Artigo 61
 artigo 68
 artigo 7
 artigo 72
 artigo 72