Source: https://bo.io.gov.mo/bo/ii/2008/22/anotariais.asp
Timestamp: 2019-09-21 11:29:42+00:00

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為公布的目的，茲證明上述社團的設立章程文本自二零零八年五月二十日起，存放於本署之“2008年社團及財團儲存文件檔案”第1/2008/ASS檔案組第33號， 有關條文內容載於附件。
一﹑積極支持澳門特區政府的各項工作，並適時適度地提出監督意見，努力發揮“澳人治澳”的作用。
二﹑積極支持和配合街坊總會的各項工作，認真貫徹落實街坊總會“團結坊眾，參與社會，關注民生，服務社群，共建特區”的方針，致力做好各項街坊工作。
三﹑各部門
五﹑積極開展公民教育，使街坊關心社會，熱愛社區，提倡服務社群之風尚。
為公布的目的，茲證明上述社團修改章程的文本自二零零八年五月二十一日起，存放於本署之“2008年社團及財團儲存文件檔案”第1/2008/ASS檔案組第34號 ，有關條文內容載於附件。
Balanço anual em 31 de Dezembro de 2007
Demonstração de resultados do exercício de 2007
O Gerente-Geral, Tan ZhiqingO Chefe da Contabilidade, Zhu Ying
Em 2007, o Bank of Communications Co., Ltd. conseguiu voltar para as acções de modelo A através da estréia das acções da Bolsa de Valores de Shanghai, obtendo brilhante resultado de reforma e bom desempenho de administração. No dia 22 de Outubro, com o apoio e a paixão de todos os sectores de actividade de Macau, estabeleu-se oficialmente a nova filial em Macau. Desde a sua abertura, a filial em Macau aderiu-se a directriz de desenvolvimento estável, administração regulamentar, decisão com cautela e realização de criatividade, progrediu em todos os sentidos e atingiu a todas as metas com sucesso.
Neste momento a filial do Bank of Communications Co., Ltd. - Sucursal de Macau gostaria de agradecer no fundo do coração ao Governo da Região Administrativa Especial de Macau e aos grupos e indivíduos da sociedade de Macau.
Ano 2008 vai ser o aniversário de 100 anos do Bank of Communications Co., Ltd., a filial em Macau vai continuar manter e desenvolver a boa impressão de uma marca de 100 anos, aproveitar a excelente oportunidade de política estável, sociedade em paz e desenvolvimento de economia com alta velocidade de Macau. Os funcionários de toda filial vão avançar com cooperação, abrir mercado com energia, fortalecer administração científica, aperfeiçoar mecanismo de controlo interno, reforçar a interacção entre Macau e cidades interiores, esforçar-se para realizar o objectivo estratégico de ser banco de administração de riqueza de primeira linha e, como consequência, contribuir para a prosperidade de economia e desenvolvimento da sociedade de região de Macau.
Para a Direcção do Bank of Communications Co., Ltd. — sucursal de Macau (registado em Macau como Sucursal)
As demonstrações financeiras resumidas anexas do Bank of Communications Co., Ltd. — Sucursal de Macau («a Sucursal») referentes ao período findo em 31 de Dezembro de 2007 resultam das demonstrações financeiras auditadas e dos registos contabilísticos da Sucursal no período compreendido entre a data de constituição, 28 de Setembro de 2007 e 31 de Dezembro de 2007. Estas demonstrações financeiras resumidas, as quais compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2007 e a demonstração dos resultados no período compreendido entre a data de constituição, 28 de Setembro de 2007 e 31 de Dezembro de 2007, são da responsabilidade da direcção da sucursal. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião sobre se as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas e com os registos contabilísticos da sucursal.
Auditámos as demonstrações financeiras da sucursal no período compreendido entre a data de constituição, 28 de Setembro de 2007 e 31 de Dezembro de 2007 de acordo com as Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria emitidas pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau, e expressámos a nossa opinião sem reservas sobre essas demonstrações financeiras, no relatório de 21 de Abril de 2008.
As demonstrações financeiras auditadas compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2007, a demonstração dos resultados, a demonstração de alterações nas reservas e a demonstração dos fluxos de caixa no período compreendido entre a data de constituição, 28 de Setembro de 2007 e 31 de Dezembro de 2007, e um resumo das principais políticas contabilísticas e outras notas explicativas.
Macau, aos 25 de Abril de 2008.
Conta de lucros e perdas do exercício de 2007
Gerente-Geral, Scott Lin A Chefe da Contabilidade, Tamy Tong
As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 13 371,345 Patacas. Porque a sucursal adopta as Financial Reporting Standards of the Macau SAR («MFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas MFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das MFRS (antes do impostos diferidos de 1 823,365 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
2007 foi um ano de prosperidade continuada da economia em Macau. Introduzimos recursos adicionais, mediante a promoção da rede de ATM’s e lançamento de serviços de mediação de seguros, com vista à prestação aos clientes de serviços especializados e modernos.
As actividades essenciais do Banco em 2007 consistiram na prestação, aos clientes individuais e às empresas, de serviços de «trade finance», financiamentos em geral, empréstimos para giro comercial, hipotecas sobre imóveis, contas e depósitos bancários, transferências e operações cambiais, cobrança de cheques e cobranças electrónicas, na área comercial e em serviços bancários pessoais. No dia do encerramento do exercício, os montantes dos depósitos e empréstimos ascendiam, respectivamente, a um bilião trezentos e oitenta milhões de patacas e dois biliões e quarenta milhões de patacas. O lucro depois de impostos foi de vinte e oito milhões seiscentas e setenta mil patacas.
Olhando para 2008, continuaremos a fazer esforços no desenvolvimento e lançamento de outros serviços e produtos bancários, bem como no fortalecimento das relações com os clientes existentes, na procura de outros clientes, no aperfeiçoamento do cumprimento das formalidades e no sistema de gestão, com vista a melhorar a eficiência e qualidade dos serviços prestados.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer aos serviços públicos, a todos os clientes, aos estimados colegas e empregados, o apoio prestado ao Banco.
O Gerente da Sucursal de Macau
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Hang Seng Bank Limited — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 16 de Maio de 2008, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que se acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2007, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações no capital próprio e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Macau, aos 16 de Maio de 2008.
O banco teve no ano de 2007 o lucro de setenta e sete milhões patacas, com um crescimento de 140% relativamente ao ano passado, do qual a receita em juros foi de setenta e sete milhões patacas, com um crescimento de 24%, e as outras receitas foram de quarenta milhões patacas, com um crescimento de 71%. O montante global de empréstimos atingiu a duas bilhões trezentas milhões patacas, com um crescimento de 18%; o montante de depósitos pelos clientes foi de duas bilhões quatrocentas e setenta milhões patacas, com uma ligeira redução de 7%; o activo líquido aumentou para três bilhões cento e noventa milhões patacas, com um crescimento de 10%.
Considerando que a economia de Macau continuou a ter prosperidade e a fim de aumentar as oportunidades negociais, o banco deu início no ano passado, às actividades de «Private Banking», prestando aos clientes VIP os serviços de investimento e consultadoria de alta qualidade.
Olhando para o futuro, o banco vai melhorar os serviços bancários gerais de alta qualidade, com lançamento de novos produtos, e oferecerá contribuições aos clientes e à prosperidade económica de Macau.
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria, aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004, da RAEM, e as Normas Técnicas de Auditoria, aprovadas pelo Despacho do Secretário para a Economia e Finanças n.º 68/2004, as demonstrações financeiras do DBS Bank (Hong Kong) Limited — Sucursal de Macau referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2007, e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 1 de Fevereiro de 2008.
Pel’O Conselho de Administração, José Morgado O Chefe da Contabilidade, Francisco F. Frederico
Macau, aos 15 de Fevereiro de 2008.
As principais economias asiáticas mantiveram durante 2007, à semelhança de 2006, um crescimento económico sustentado, com particular relevância para a R.P. da China, Índia, Coreia do Sul e Regiões Administrativas Especiais de Hong Kong e Macau.
A R.P. da China continua a registar uma forte expansão económica, com o PIB a apresentar um crescimento de 11,4%, contra 10,4% em 2006, confirmando um longo ciclo de crescimento e posicionando a China como a terceira maior potência económica do mundo nos próximos dois anos (E.U.A., Japão, R.P. da China e Alemanha).
O Comércio Externo continua a assumir um papel determinante no forte crescimento da economia chinesa, atingindo o excedente da balança comercial em 2007 o valor de 261,5 mil milhões de dólares americanos.
De salientar, igualmente, que a R.P. da China é actualmente o primeiro país do mundo no que se refere a reservas cambiais, atingindo as mesmas, em Dezembro de 2007, o valor de 1 528,5 mil milhões de USD.
A Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) deverá apresentar, em termos homólogos, um crescimento do PIB superior a 25%, comparativamente a 2006, fruto do contínuo crescimento da Indústria do Turismo e do Jogo/Entretenimento, das importantes obras infra-estruturantes que têm vindo a ser concretizadas no território, de condições excepcionais negociadas com o Governo Central da R.P. da China (Acordos CEPA, Vistos Individuais….) e com um vasto conjunto de províncias chinesas.
De realçar a forte procura do imobiliário comercial e particular, permitindo que o sector imobiliário em Macau continue a evidenciar taxas de crescimento elevadas.
Em 2007, o Banco Espírito Santo do Oriente (BESOR) apresentou uma evolução positiva nos seus principais Indicadores de Gestão, com o total do Activo Líquido a atingir o valor de MOP 1 900 560 639,68 e a apresentar um aumento de 88,65%, comparativamente a 2006.
Relativamente ao ano de 2006, o exercício de 2007 registou as seguintes principais variações:
— Crédito Concedido (+170,67%), Depósitos de Clientes (+229,56%), Aplicações junto de Outras Instituições de Crédito (+88,51%) e Acções, Obrigações e Outros Títulos (-25,13%).
O aumento do Resultado Financeiro de 27,42%, por via do efeito volume e margem, reflectiu-se positivamente na rendibilidade do BESOR, tendo o rácio Produto Bancário/Activos Financeiros apresentado um valor de 2,5% em 2007.
Num contexto económico regional muito favorável, o BESOR tem vindo a reforçar o seu posicionamento no Mercado local, através de uma participação acrescida nas operações dos sectores do Turismo e do Jogo/Entretenimento, originadas na RAEM, bem como um interesse acrescido do Banco pela actividade de Mercado de Capitais/Banca de Investimento, onde se têm verificado taxas de crescimento elevadas (Participação do BESOR em operações de Crédito Sindicado na Ásia-Pacífico, contribuindo de forma significativa para o crescimento da Carteira de Crédito).
Nos termos legais e estatutários o Conselho de Administração propõe, para aprovação da Assembleia Geral, que o resultado do exercício findo em 31 de Dezembro de 2007 que se apura em MOP 15 581 925,47 (quinze milhões, quinhentas e oitenta e uma mil, novecentas e vinte e cinco patacas e quarenta e sete avos) seja aplicado da seguinte forma:
Para reserva legal (a) MOP 3 116 385,09
Para resultados transitados MOP 12 465 540,38
Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram vimos submeter à Vossa apreciação o relatório sobre a actividade fiscalizadora desenvolvida e dar o parecer sobre o relatório do Conselho de Administração, o Balanço e a Demonstração de Resultados do BANCO ESPÍRITO SANTO DO ORIENTE, S.A., relativamente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2007.
O relatório do Conselho de Administração evidencia de maneira clara a situação económica e financeira e a evolução da actividade do Banco durante o exercício de 2007.
Macau, aos 28 de Fevereiro de 2008.
Instituições em que detém participação superior a 5% do respectivo
capital ou superior a 5% dos seus fundos próprios
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco Espírito Santo do Oriente, S.A. relativas ao ano 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 15 de Fevereiro de 2008, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Síntese do relatório de actividades — 2007
O número de novos empréstimos concedidos em 2007 foi superior ao do ano anterior e o montante mutuado em circulação no final do ano foi de cerca de 156 milhões de patacas.
No final de 2007, o total dos depósitos foi de cerca de 869 milhões de patacas, registando-se um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior.
O resultado do ano foi de cerca de 23 milhões de patacas, muito próximo do valor previsto.
A partir de 1 de Janeiro de 2007, a CEP adoptou um método mais adequado para reconhecer as receitas de juros e de comissões. Dada a alteração da política contabilística, o valor dos Resultados Transitados de Exercícios Anteriores aumentou MOP 1 430 000,00.
Composição da Comissão Administrativa durante 2007
No exercício das competências previstas no artigo 24.º do Regime Financeiro dos Serviços de Correios, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 50/99/M, de 27 de Setembro, e no artigo 7.º do Regulamento da Caixa Económica Postal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 24/85/M, de 30 de Março, acompanhei o desenvolvimento da actividade da Caixa Económica Postal ao longo do exercício económico de 2007.
Tendo em atenção a análise efectuada aos documentos contabilísticos reportados a 31 de Dezembro de 2007, sou de parecer e considero que:
— São claros e elucidativos os elementos contabilísticos referentes ao balanço em 31 de Dezembro de 2007 e à demonstração de resultados para este ano;
— As contas relativas ao ano económico de 2007 mostram a real situação financeira em 31 de Dezembro de 2007 e estão em condições de ser aprovadas.
Representante dos Serviços de Finanças, Vitória Alice Maria da Conceição.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da Caixa Económica Postal («CEP») relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 3 de Abril de 2008, expressámos uma opinião, sem reservas, relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que se acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2007, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações no capital próprio e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das politícas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Macau, aos 3 de Abril de 2008.
Ye Yi-Xin O Chefe da Contabilidade,
Síntese do relatório do desenvolvimento da actividades
No ano de 2007, a economia global de Macau, impulsionado por indústria de lazer turístico, tem mantido o crescimento de alta velocidade e obtido o resultado no sentido de diversificação adequada industrial, entrando assim na cena internacional. Esta situação favorável proporcionou para a indústria bancária uma boa oportunidade comercial. O resultado global de exploração no sector bancário foi melhor do que ano passado.
No decurso do ano transacto, continuando a persistir no objectivo de gerência de «Radicar-se em Macau, servir em prol de Macau» e bem como, a empenhar a diligência para a concretização da sua filosofia de serviços de «persistir em tratar seus clientes como alvo de atenções e considerações e o mercado como a orientação», Bank of China Limited, Sucursal de Macau expandiu activamente suas actividades bancárias por ter agarrado esta ocasião do desenvolvimento do mercado. Durante este ano, este banco reforçou-se ainda mais na promoção de marketing do mercado, envidou todos os esforços para optimizar os serviços de clientes, empenhou todas as energias por elevar as capacidades inovadoras de produtos e o nível de controlo interno e assim realizou a optimização da estrutura de activos e rendimentos. Com apoio empenhado do cliente geral e contado com os esforços colectivos de empregados gerais desta instituição, este banco materializou a meta dos seus desejos de exploração. Os rendimentos de juro líquido e de comissão líquida foram aumentados de dois dígitos em relação ao ano de 2006. Deduzindo o rendimento do item extraordinário, os resultados líquidos após a dedução do imposto tem conseguido o crescimento ideal por trinta por cento.
Ao olhar para o ano de 2008, sob a estratégia da linha governativa de «desenvolver activamente a economia e prestar apoio ao empenho total na melhoria da vida da população», do Governo da Região Administrativa Especial de Macau, preveremos que a economia local manterá o crescimento de alta velocidade e a dimenção do mercado financeiro será ainda mais ampliada. Este banco continuará a persistir no princípio de «desenvolvimento, «compliance», qualidade e eficiência», a tratar seus clientes como alvo de atenções e considerações, em concentrar todos os esforços para elevar o nível de serviços, em impulsionar activamente a inovação de produtos financeiros, em fornecer às empresas e aos clientes os produtos financeiros de personalização e profissionalização e os serviços bancários de boa qualidade, em intensificar continuadamente a gestão de risco e a construção do control interno e constantemente elevar a capacidade da concorrência nuclear. Bank of China Limited é o único parceiro da cooperação bancária de Jogos Olímpicos de Beijing. Com o espírito olímpico de «mais alto, mais rápido e mais forte», este banco basear-se-á em Macau e alcançará a meta do desenvolvimento deste ano novo por agarrar firmemente as oportunidades estratégicas.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Bank of China Limited, Sucursal de Macau relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 26 de Março de 2008, expressámos uma opinião, sem reservas, relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Para a melhor compreensão da posicão financeira do sucursal e dos resultados das suas operações, no período e âmbito abrangido pela nossa auditoria, as demonstrações financeiras resumidas devem ser lidas conjuntamente com as demonstrações financeiras das quais as mesmas resultam e com o respectivo relatório de auditoria.
Macau, aos 26 de Março de 2008.
* As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de $ 89 604 867 Patacas. Porque o Banco adopta as Normas de Relato Financeiro de Macau e as Normas Internacionais de Relato Financeiro («NIRF») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas NIRF podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das NIRF (antes do impostos diferidos de $ 12 218 845 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
O Director e Gerente-geral,
Lee Tak Lim O Chefe da Contabilidade,
Graças ao contínuo e significativo desenvolvimento da economia de Macau, o resultado de exercício alcançado por este Banco atingiu um novo máximo no ano de 2007. No mesmo ano, o lucro a que os accionistas tinham direito foi apurado em trezentos e onze milhões de patacas, enquanto o valor de lucro apurado no ano de 2006 foi de duzentos e trinta e sete milhões de patacas, sendo a taxa de crescimento calculada em 31,4%. O activo total do Banco era de vinte e um mil e cem milhões de patacas contra mil trezentos e cinquenta e quatro milhões de patacas, o valor de capital dos accionistas deste Banco. Em relação ao ano de 2006, esses valores traduzem-se, respectivamente, num aumento de 12,4% e 21,1%. A taxa média de retribuição de activo e a taxa média de retribuição de capital dos accionistas são calculadas, respectivamente, em 1,6% e 25,2%.
No ano de 2007, a incontornável força motriz da economia de Macau foi, de novo, a maior responsável pelo forte crescimento da economia local. No que respeita ao valor de Produto Interno Bruto(PIB), a seguir do aumento substancial no valor de 17,0% verificado no ano de 2006, foi novamente conseguido o significativo aumento de PIB no ano de 2007, sendo o mesmo calculado na ordem de 27,3%. No ano passado, os sectores de turismo e de jogos de fortuna ou azar continuaram a desempenhar o seu papel dominante na economia de Macau. Face à conclusão sucessiva de projectos de grande empreendimento afectos ao sector de jogos de fortuna ou azar, era de verificar a subida cada vez mais acentuada das receitas provenientes desse sector, o que torna o nome de Macau mais conhecido no mundo. Por outro lado, em virtude do grande desenvolvimento e potencialidade de Macau terem captado a atenção e apreciação de investidores do capital estrangeiro, grande quantidade de investimentos tem afluído a Macau. A esses factores favoráveis, acresce-se ainda o factor de taxa de juro que se situava a um nível relativamente baixo, contribuindo, desta forma, para o aumento considerável das transacções no mercado imobiliário verificado no ano de 2007.
A boa perspectiva da economia e a constante subida do preço de imóveis são os maiores responsáveis pelo crescimento ideal dos serviços de empréstimo, incluindo créditos à habitação e consumo e dos demais créditos. Do levantamento dos dados anuais, verifica-se que, no que se refere ao empréstimo concedido aos clientes, foi registado um aumento de 42.8%, tendo o valor de empréstimo sido calculado em nove mil e setecentos milhões de patacas. Apesar de se ter verificada uma concorrência cada vez mais forte entre as instituições bancárias no ano de 2007, a que se associa o estreitamento de diferença entre o «Prime Rate» e as taxas de juro interbancárias, devido ao cuidadoso planeamento concebido por este Banco, conseguiu-se um resultado do exercício muito positivo com o aumento ideal das receitas provenientes de juro líquido.
As transacções dos títulos bateram o novo recorde, fazendo com que fosse arrecadada uma bom rendimento provenientes de comissão de compra e venda dos títulos. A baixa taxa de juro leva a população, beneficiada por aumento generalizado do rendimento, à procura activa de instrumentos de investimento, em detrimento do depósito bancário tradicional. Por este motivo, os clientes mostram cada vez mais interessados pela procura de produtos de gestão de riqueza. Depois de lançamento do serviço designado por «Escol do Serviço Bancário (Elite Banking)», torna-se cada vez mais alargado o leque de clientes, por o mesmo serviço ir ao encontro das necessidades dos clientes na procura de produtos de investimento. Assim sendo, no ano em análise, o resultado alcançado foi considerado muito positivo pelo serviço de gestão de riqueza. É de acrescentar que, devido à prosperidade do mercado de consumo e do sector de turismo, este Banco conseguiu um resultado modelar no serviço de cartão de crédito. Em suma, no ano de 2007, este Banco conseguiu ter um forte crescimento de rendimento de não juros.
Por outro lado, face à subida dos preços de habitação, dos comestíveis e energia, tem-se verificado a tendência para deterioração da taxa de inflação em Macau. Na Região continua-se a sentir a falta e a escassez de mão-de-obra. A subida do salário e do custo de exploração, constitui grande pressão sobre todas as empresas em Macau, incluindo nestas, o sector bancário. A título de exemplo, no ano de 2007, o custo para com pessoal atingiu um aumento de dois dígitos. Através de contenção das diversas rubricas de despesas, este Banco esforçou-se para manter em 33% o rácio entre as despesas oneradas e o rendimento arrecadado durante o ano.
Até aos finais do mês de Dezembro de 2007, estavam ao serviço do Banco Weng Hang de Macau 421 trabalhadores, enquanto o Grupo Financeiro de Weng Hang tinha contratado um total de 2833 funcionários. Para satisfazer as necessidades que o alargamento do serviço desejado, o Banco Weng Hang de Macau pretende recrutar mais pessoal, cerca de mais de 10% do actual número de trabalhadores. Com esse recrutamento, o número de trabalhadores passará a ser de cerca de 500.
São 12 o número de sucursais actualmente existentes em Macau. No entanto, tendo em consideração o drástico crescimento demográfico e económico, este Banco está activamente empenhado em alargar a sua rede de dependências. A fim de dar resposta à almejada procura dos serviços de banco personalizado, o Banco Weng Hang de Macau já escolheu o local para o efeito. É de esperar que seja instalado ainda no ano de 2008, no local escolhido, o centro autónomo de gestão de riqueza, no intuito de prestar aos clientes uma boa qualidade de serviço de gestão de riqueza. Prevê-se que esta iniciativa permita os clientes tratar dos assuntos do seu interesse num único balcão de atendimento (One Stop).
No mês de Junho de 2007, a sociedade-mãe do Banco Weng Hang de Macau, o Banco Weng Hang de Hong Kong constituiu a sua dependência em Shenzhen — Banco Weng Hang (China), Limitada — com capital totalmente detido pela sociedade-mãe. Trata-se do primeiro banco com capital estrangeiro que estabeleceu a sua sede em Shenzhen. A constituição do Banco Weng Hang (China), Limitada em Shenzhen simboliza a viragem de uma nova página da história deste grupo financeiro. Actualmente, o Banco Weng Hang (China), Limitada tem 3 sucursais e 2 filiais no continente chinês, as quais estão principalmente vocacionadas para prestar o completo jogo de serviços em Reminbi à população do Delta das Pérolas e às pequenas e médias empresas dos diversos sectores comerciais. Dado o facto de que os numerosos clientes habituais deste Banco vão expandir as suas actividades comerciais na China, o Banco Weng Hang (China), Limitada vê-se forçado a concretizar o projecto da criação de uma sucursal em Zhuhai no ano de 2008. Com a intervenção do grupo financeiro, este Banco pretende prestar serviços mais céleres e abrangentes aos seus clientes.
Olhando para o futuro, a conclusão sucessiva de vários projectos de hotéis e das instalações para recreio e entretenimento em grande escala irão, de certeza, proporcionar aos utentes e consumidores mais escolhas na compra e maior diversificação dos tipos de divertimento, o que irá suprir a lacuna resultante de excessiva singularidade que se tem sentido no sector de turismo local ao longo dos anos. Além desses factores, o potencial desenvolvimento do sector de exibições e conferências irá captar a visita a Macau de um maior número de comerciantes, ou de visitantes em geral, para aí fazerem negócio ou passarem as suas férias. Em resposta à necessidade de desenvolvimento do mercado, este Banco está activamente empenhado em alargar a gama de crédito ao consumo e de financiamento das pequenas e médias empresas. Independentemente dos vários factores inconstantes provocados pela crise de crédito surgida na economia dos Estados Unidos, a que se associa ainda a política de contenção monetária adoptada pelo Governo da República Popular da China, prevê-se que a economia poderá manter-se em crescimento. Este Banco compromete-se a aperfeiçoar o serviço de gestão de riqueza, além de lançar no mercado produtos inovadores de investimento, o Banco Weng Hang de Macau continua a organizar uma série de simpósios com temas específicos, por ter reparado que os simpósios realizados no passado, tiveram uma boa aceitação por parte dos seus participantes. Serão introduzidas obras de benfeitoria e renovação nas diversas sucursais, com vista a oferecer aos clientes um ambiente agradável e confortável. Além das referidas acções, o Banco Weng Hang de Macau aproveita a oportunidade para promover a venda cruzada nas sucursais e no centro de gestão de riqueza, visando alargar ainda mais a fonte de rendimento de não juro.
Com grande afluência de capital local e estrangeiro ao mercado imobiliário ocorrida no ano passado, o preço de imóveis de Macau tem subido e atingiu já um nível bastante alto, de tal modo que o Governo de Macau viu-se obrigado a intervir e a implementar uma política de habitação válida e eficaz de modo a resolver o problema de habitação com que encara parte da população. Calcula-se que continuará a contar, a médio e longo prazo, com a constante procura de imóveis destinados exclusivamente a habitação, de baixo e médio custo do preço de venda, atendendo à necessidade de importar, nos próximos anos, trabalhadores não residentes para suprir a falta de recursos humanos sentida no mercado de trabalho. Por outro lado, o lançamento a curto prazo de vários edifícios de luxo no mercado fará aumentar o número de oferta de edifícios do mesmo género existentes no mercado. Porém, como é do conhecimento geral, o preço de venda desses edifícios está muito além do poder de compra da população em geral. À medida que este Banco vai envidando o seu melhor esforço para prestar um notável serviço aos clientes locais e lançar produtos inovadores de hipoteca no mercado, tem plena consciência da importância de manter em ordem a política cautelosa de concessão de empréstimos.
Crê-se que a situação de falta de recursos humanos se prolongará por algum tempo e, nessa perspectiva, o Banco Weng Hang de Macau vai redobrar o seu investimento na formação de pessoal, com vista a ter uma equipa estável de trabalhadores com alto conhecimento profissional, a fim de assegurar a prestação de boa qualidade de serviço aos clientes por parte do seu pessoal; valorizar o mérito profissional do pessoal e alcançar o objectivo de controlar o rácio entre o rendimento e o custo.
Por último, em nome do Conselho de Administração aproveito a oportunidade para dirigir a todos os clientes o nosso sincero agradecimento pelo apoio e confiança depositada neste Grupo, além de manifestar os melhores cumprimentos ao pessoal deste Banco pelo seu incessante esforço e pela sua grande dedicação ao serviço.
O Presidente do Conselho de Administração, Fung Yuk Bun Patrick.
O balanço, a demonstração de resultados e a conta de exploração e lucros e perdas deste Banco, respeitantes ao exercício do ano findo em 31 de Dezembro de 2007, foram elaborados nos termos da lei bancária e auditados pela KPMG e segundo o nosso parecer, as mesmas corresponderam às regras de contabilidade bancária, sendo, portanto, documentos suficientes para mostrar a real situação financeira deste Banco até 31 de Dezembro de 2007, e o lucro apurado do exercício que terminou nesta data.
O Presidente do Conselho Fiscal, Lo Wai Ching Maggie.
Macau, aos 23 de Fevereiro de 2008.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco Weng Hang, S.A. relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau e Normas Internacionais de Auditoria. No nosso relatório, datado de 15 de Março de 2008, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Macau, aos 15 de Março de 2008.
Inventário de participações financeiras em 31 de Dezembro de 2007
Ms. Lo Wai-Ching, presidente
Sr. Wong Chun- Kau Stephen, membro
As actividades desenvolvidas pelo Banco durante o ano de 2007, marcaram um crescimento satisfatório, consequentemente, as receitas provenientes de juros recebidos subiram 75%, correspondendo a seis milhões trezentas e dez mil patacas. Por outro lado, proveitos de outras operações aumentaram também a 49%, ou seja cerca de três milhões cento e treze mil patacas. Porque o valor sobre empréstimos concedidos registou-se com um maior aumento, que segundo a Lei, a respectiva provisão deve ter também um aumento correspondente, cujo montante se cifrou cinco milhões quinhentas e trinta mil patacas. Por consequente, originou que os outros custos operacionais subiram 63%, equivalendo a cinco milhões e seiscentas mil patacas. Em resumo, o valor do lucro antes de impostos em 2007 comparando com o ano transacto, subiu 65% ou seja nove milhões setecentas e oitenta mil patacas.
Macau, aos 18 de Abril de 2008.
Para a Direcção do BNP PARIBAS — Sucursal de Macau
As demonstrações financeiras resumidas anexas do BNP Paribas – Sucursal de Macau («a Sucursal») referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2007, resultam das demonstrações financeiras auditadas e dos registos contabilísticos referentes ao exercício findo naquela data. Estas demonstrações financeiras resumidas, as quais compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2007 e a demonstração dos resultados do exercício findo naquela data, são da responsabilidade da Direcção da Sucursal. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião sobre se as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas e com os registos contabilísticos da Sucursal.
Auditámos as demonstrações financeiras da Sucursal referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2007 de acordo com as Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria emitidas pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau, e expressámos a nossa opinião sem reservas sobre essas demonstrações financeiras, no relatório de 18 de Abril de 2008.
As demonstrações financeiras auditadas compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2007, a demonstração dos resultados, a demonstração de alterações na conta com a sede e a demonstração dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e um resumo das principais políticas contabilísticas e outras notas explicativas.
CITIC KA WAH BANK LIMITED — SUCURSAL DE MACAU
(Publicações ao abrigo do artigo 76.º do RJSF, aprovado pelo Decreto-Lei n. º 32/93/M, de 5 de Julho)
As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 12,695,048 Patacas. Porque a sucursal adopta as Macau Financial Reporting Standards («MFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas MFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das MFRS (antes do impostos diferidos de 1,731,143 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
O ambiente de negócios de Macau em 2007, foi marcado por um fortíssimo crescimento económico, com o PIB a aumentar 27,3%. Este crescimento foi provocado pelo fluxo do IDE (Investimento Directo Estrangeiro) no sector da construção e pelo constante crescimento da chegada de visitantes, o que originou maiores gastos nos sectores do jogo, de entretenimento, no sector hoteleiro, no retalho e em restaurantes.
A economia de Macau também beneficiou do forte investimento no sector imobiliário, e aumentou o volume de negócios das empresas comerciais, tanto locais como offshore. Este cenário económico e o aumento da internacionalização da economia de Macau proporcionaram uma excelente plataforma para o forte e acelerado desempenho do «CITIC Ka Wah Bank Limited», Sucursal de Macau, permitindo ao Banco que cumprisse a sua estratégia de fortalecer as suas principais competências e de se reposicionar como o principal banco chinês para o fornecimento de soluções financeiras oportunas e inovadoras aos seus clientes na Ásia.
Dado o baixo registo de desemprego, nos 2,9%, o que traduz dificuldades em recrutar trabalhadores, têm ocorrido diversos desafios e uma mudança no ambiente competitivo de Macau, tanto para os bancos como para os seus clientes. A deterioração do mercado global causado pela crise do crédito hipotecário de alto risco (sub-prime) nos Estados Unidos tem também afectado a economia de Macau, principalmente através da desvalorização do US Dólar, cujos efeitos têm contribuído para o aumento da taxa de inflação local para mais de 6.68%.
As principais vendas de serviços bancários prestados a empresas e instituições (Wholesale Banking) pelo Banco em Macau, registaram um fortíssimo desempenho em 2007, gerando um crescimento de 92% e 170%, nos rendimentos de juros líquidos e nas taxas líquidas, bem como nos rendimentos provenientes da intermediação, respectivamente, quando comparados com o ano de 2006. Desta forma conseguiu-se recordar um resultado do exercício positivo de MOP 11,7 milhões em 2007, após um resultado negativo de MOP 3,1 milhões em 2006.
O ano de 2007 foi o segundo ano completo de operações financeiras do Banco em Macau e graças ao apoio do Governo da Região Administrativa Especial de Macau assim como dos seus funcionários, clientes e das outras instituições financeiras, o Banco conseguiu alcançar neste curto espaço de tempo um crescimento estável dando um contributo positivo a todos as entidades envolvidas, aos quais se estendem sinceros e sentidos agradecimentos.
Gerente Geral, Sucursal de Macau.
Para a gerência do CITIC Ka Wah Bank Limited, Sucursal de Macau (Sucursal de um banco comercial de responsabilidade limitada, incorporado na Região Administrativa Especial de Hong Kong)
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do CITIC Ka Wah Bank Limited, Sucursal de Macau relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 27 de Março de 2008, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Balanço anual em 31 de Dezembro de 2007 (Consolidado)
Nota: Fizeram parte de outras reservas as provisões genéricas requeridas no Aviso n.º 18/93-AMCM no montante total de MOP 98 324 249,00.
Gestor Principal e Administrador Executivo Gerente Geral e CFO,
Gestor Principal e Administrador Executivo, Gerente Geral e CFO,
No ano findo, a economia de Macau cresceu de uma forma muito rápida, o que se repercutiu no Produto Interno Bruto que atingiu um aumento na ordem dos 27%. O acelerado crescimento da economia de Macau melhorou a conjuntura de exploração das actividades comerciais. No ano em apreço, o Banco Seng Heng, S.A., além de manter a tendência para o desenvolvimento saudável em sintonia com a economia de Macau, conseguiu um lucro que, após a dedução do imposto, se avaliou em trezentas e vinte e seis milhões de patacas. Em comparação com o ano de 2006, o lucro conseguido no ano de 2007 representa um aumento de 5%. As taxas médias de retribuição das equidades e do activo total eram de 17% e 1,2%, respectivamente. Até ao final do ano de 2007, o activo total deste Banco ascendeu a vinte e nove mil e quatrocentos milhões de patacas, o que representa um acréscimo de 16%. As demonstrações financeiras deste Banco já auditadas que foram elaboradas de acordo com «Normas Internacionais de Relatório Financeiro». Se atendermos ao reforço de provisões previsto no «Regime Jurídico do Sistema Financeiro», o lucro passará a ser trezentos e vinte e dois milhões de patacas, depois de feito o necessário ajustamento.
O resultado de exploração positivo alcançado por este Banco ao longo dos anos, granjeou uma boa apreciação por parte da comunicação social especializada em assuntos económicos e financeiros com prestígio mundial, tendo as publicações periódicas «The Banker» e «Global Finance» atribuído a este Banco, respectivamente, durante 7 e 5 anos consecutivos, prémios como «O Banco do Ano» e «Melhor Banco em Macau».
No dia 29 de Agosto de 2007, foi assinado entre a Socidade de Turismo e Diversões de Macau, S.A. e o Sr. Huen Wing Ming Patrick o contrato de compra e venda. Nos termos do mesmo contrato, o «Industrial and Commercial Bank of China Limited» adquiriu 119 900 acções deste Banco pelo preço de quatro mil seiscentos oitenta e três milhões de patacas. O número das acções adquiridas pelo «Industrial and Commercial Bank of China Limited» representa 79,9333% do total das acções emitidas por este Banco, sendo o processo de transmissão definitivamente concluído no dia 28 de Janeiro de 2008. Trata-se de um importante passo na estratégia de internacionalização, que o Banco adquirente pretende pôr em prática. A aquisição das acções do Banco Seng Heng, S.A. tem grande significado para o «Industrial and Commercial Bank of China Limited», no tocante à consolidação e ao aumento da sua liderança no círculo económico em que se integram Hong Kong, Macau e Zhuhai, além de colocar em prática a estratégia de alcançar o topo da lista dos bancos comerciais, tanto a nível da Ásia, como a nível global. Após a aquisição, este Banco poderá tirar proveito da extensa rede das dependências do Banco adquirente, do enorme número de clientes, da grande capacidade financeira do «Industrial and Commercial Bank of China Limited», do sistema avançado de tecnologia e do desenvolvimento multidireccional para transformar este Banco numa instituição de renome na Região Administrativa Especial de Macau, passando o mesmo a diferenciar-se das outras instituições bancárias pela racionalização dos serviços prestados, pela actividade mais estável e saudável, pelo leque mais abrangente de clientes e pela constante aumento dos valores patrimoniais. Quando assim for, o Banco Seng Heng, S.A. irá compartilhar o fruto de desenvolvimento económico de Macau com o «Industrial and Commercial Bank of China Limited».
Com o apoio dos accionistas, do Conselho de Administração e de todo o pessoal ao seu serviço, o Banco Seng Heng, S.A. tem plena confiança de que será capaz de melhorar ainda mais a sua imagem social, conseguir um lugar de maior destaque na esfera do sector bancário e elevar a capacidade de aumentar os lucros e os seus valores patrimoniais. A par desses esforços, o Banco Seng Heng, S.A. não se esquecerá da sua obrigação social de contribuir no seu melhor para a prosperidade e progresso da Região Administrativa Especial de Macau.
De acordo com as Normas Internacionais de Auditoria das Contas e «Normas de Auditoria» aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004, decretado pelo Chefe Executivo da Região Administrativa Especial de Macau, conjugado com «Normas Técnicas de Auditoria» aprovadas pelo Despacho n.º 68/2004 do Secretário para a Economia e Finanças, este auditor deu por concluídos os trabalhos de auditoria das demonstrações financeiras do Banco Seng Heng, S.A., com data de 31 de Dezembro de 2007. O mesmo auditor pronunciou opinião sem reservas, no dia 28 de Março de 2008 o seu parecer sobre o referido relatório das contas.
No entendimento deste auditor, as demonstrações financeiras em anexo estão conformes com as referidas demonstrações financeiras já auditadas, à excepção das provisões, no montante de quatro milhões e vinte e uma mil duzentas e cinquenta e sete patacas, reforçadas de acordo com o «Regime Jurídico de Sistema Financeiro», as quais já foram directamente descontadas no Mapa das Contas Consolidadas de Ganhos e Perdas do corrente ano. Em conformidade com as Normas Internacionais do Relatório das Contas, as provisões reforçadas ao abrigo do «Regime Jurídico do Sistema Financeiro» já foram transferidas do lucro retido para outra reserva.
Para melhor conhecimento da situação financeira e do resultado das operações alcançado pelo mesmo Banco, as presentes demonstrações financeiras consolidadas devem ser analisadas e apreciadas juntamente com as respectivas contas anuais já auditadas.
Nos termos do disposto na alínea e) do artigo 27.º dos Estatutos e para o efeito previsto na mesma disposição legal, o Conselho de Administração do Banco Seng Heng, S.A. entregou a este escritório de auditoria o relatório das actividades e contas já verificadas do exercício de 2007, para efeito de parecer.
Depois de examinados os documentos entregues, para efeito de emissão do parecer, conclui-se que os referidos documentos reflectem, por uma forma clara, não só a situação patrimonial, mas também a situação financeira e económica do Banco.
O relatório do Conselho de Administração reflecte, por uma forma precisa, as actividades promovidas e desenvolvidas pelo Banco no ano de exercício ora em apreço.
Tendo em atenção o relatório apresentado pelo auditor externo, este escritório concorda com o exposto no referido relatório, o qual, com base nos documentos apresentados reflectem, de uma forma correcta e real, a situação financeira demonstrada no balanço com data de 31 de Dezembro de 2007, bem como o resultado financeiro do exercício findo em 31 de Dezembro de 2007.
Recapitulando o acima exposto, é do nosso parecer a aprovação do referido relatório de actividades e contas do Conselho de Administração.
Dr. Ho Hung Sun, Stanley Presidente e Administrador-Delegado
Sra. Chan Yuk Ying
(representando a CSC & Associados-Sociedade de Auditores) Membro
No ano que findou , a Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A., além de manter a tendência para o desenvolvimento saudável em sintonia com a economia de Macau, atingiu lucros avaliados, após a dedução do imposto, em três milhões, duzentos e vinte mil patacas, enquanto as taxas médias de retribuição das equidades e do activo total eram, respectivamente, de 4,4% e 4,3%. Até ao final do ano de 2007, o activo total desta Sociedade ascendeu a setenta e seis milhões de patacas, o que representa um acréscimo de 5,6%.
Na sequência do processo de aquisição de 79,9333% das acções do Banco Seng Heng, S.A., sociedade dominante da Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A., levado a cabo pelo “Industrial and Commercial Bank of China Limited” no princípio do ano, esta Sociedade tornou-se um dos membros desse último Banco. Esta Sociedade tem forte confiança de que, graças à extensa rede das dependências do “Industrial and Commercial Bank of China Limited”, ao seu elevado número de clientes e à sua grande capacidade financeira, a Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A. irá certamente transformar-se numa instituição financeira com sustentável crescimento económico e financeiro, assegurando, por parte dos clientes, retribuição mais estável e forte dos seus investimentos.
De acordo com as Normas Internacionais de Auditoria das Contas e “Normas de Auditoria”aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004, decretado pelo Chefe Executivo da Região Administrativa Especial de Macau, conjugado com «Normas Técnicas de Auditoria» aprovadas pelo Despacho do Secretário para a Economia e Finanças n.º 68/2004 este auditor deu por concluídos os trabalhos de auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A., com data de 31 de Dezembro de 2007. O mesmo auditor pronunciou opinião sem reservas, no dia 28 de Março de 2008 o seu parecer sobre o referido relatório das contas.
No entendimento deste auditor, as demonstrações financeiras em anexo estão conformes às referidas demonstrações financeiras já auditadas.
Para melhor conhecimento da situação financeira e do resultado das operações alcançado pela mesma Sociedade, as presentes demonstrações financeiras devem ser analisadas e apreciadas juntamente com as respectivas contas anuais já auditadas.
Nos termos do disposto na alínea e) do artigo 25.º dos Estatutos e para o efeito previsto na mesma disposição legal, o Conselho de Administração da Sociedade Financeira Seng Heng Capital Ásia, S.A., entregou a este Conselho o relatório das actividades e contas já verificadas do exercício de 2007, para efeito de parecer.
Depois de examinados os documentos entregues ao Conselho Fiscal, para efeito de emissão de parecer, conclui-se que os referidos documentos reflectem, de uma forma clara, não só a situação patrimonial, mas também a situação financeira e económica da referida Sociedade.
Tendo em atenção o relatório apresentado pelo auditor externo, este Conselho concorda com o exposto no referido relatório, sendo que os documentos que serviram de base à elaboração das contas reflectem, de uma forma correcta e real, a situação financeira demonstrada no balanço com data de 31 de Dezembro de 2007, bem como o resultado financeiro do exercício findo em 31 de Dezembro de 2007.
Sr. Huen Chung Yuen Ian Vice-Presidente (Nomeado em 30 de Março de 2007)
No ano que findou, a Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A além de manter a tendência para o desenvolvimento saudável em sintonia com a economia de Macau, atingiu lucros avaliados, após a dedução do imposto, em quatrocentas e cinquenta mil patacas. Até ao final do ano de 2007, o activo líquido desta Sociedade ascendeu a trinta e dois milhões de patacas, o que representa um acréscimo de 1,4%.
Na praça comercial, o valor do activo sob a gestão da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A. foi calculado em mais de duzentos e quarenta milhões de patacas, o que traduz um aumento na ordem de 38% em relação ao ano de 2006. No mesmo ano em análise, a taxa de retribuição do fundo de aposentação atingiu também um aumento na ordem de 6,6.
Na sequência do processo de aquisição de 79,9333% das acções do Banco Seng Heng, S.A., sociedade dominante da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A., levado a cabo pelo «Industrial and Commercial Bank of China Limited» no princípio do ano, esta Sociedade tornou-se um dos membros desse último Banco. Esta Sociedade tem a forte confiança de que, graça à extensa rede das dependências do «Industrial and Commercial Bank of China Limited», ao seu enorme número de clientes e à sua grande capacidade financeira, a Sociedade de Gestão do Fundo de Aposentação do Banco Seng Heng, S.A. irá certamente transformar-se numa exímia sociedade de gestão de fundo de aposentação com o sustentável crescimento económico e financeiro, assegurando, por parte dos clientes, a gestão mais firme e rentável de fundo de aposentação.
De acordo com as Normas Internacionais de Auditoria das Contas e «Normas de Auditoria» aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004, decretado pelo Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau, conjugado com «Normas Técnicas de Auditoria» aprovadas pelo Despacho do Secretário para a Economia e Finanças n.º 68/2004 este auditor deu por concluídos os trabalhos de auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A., com data de 31 de Dezembro de 2007. O mesmo auditor pronunciou opinião sem reservas, no dia 28 de Março de 2008 o seu parecer sobre o referido relatório das contas.
No entendimento deste auditor, as demonstrações financeiras em anexo estão conformes as referidas demonstrações financeiras já auditadas.
Nos termos do disposto na alínea e) do artigo 24.º dos Estatutos e para o efeito previsto na mesma disposição legal, o Conselho de Administração da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões Seng Heng, S.A. entregou a este escritório de auditoria o relatório das actividades e contas já verificadas do exercício de 2007, para efeito de parecer.
Depois de examinados os documentos entregues a este escritório para efeito de emissão de parecer, conclui-se que os referidos documentos reflectem, de forma clara, não só a situação patrimonial, mas também a situação financeira e económica da referida Sociedade.
Tendo em atenção o relatório apresentado pelo auditor externo, este escritório concorda com o exposto no referido relatório, sendo que os documentos que serviram de base à elaboração das contas reflectem, de forma correcta e real, a situação financeira demonstrada no balanço com data de 31 de Dezembro de 2007, bem como o resultado financeiro no exercício de 2007 findo em 31 de Dezembro.
Acções Percentagem
Banco Seng Heng, S.A 30.000 100%
Dr. Ho Hung Sun, Stanley Presidente e Administrador Delegado
Sr. So Yu Keung Membro (Resignou em 18 de Dezembro de 2007)
Macau, aos 10 de Março de 2008.
Síntese do relatório de actividades de 2007 — Banco de Construção da China (Macau), S.A.
Beneficiando do rápido crescimento de infra-estrutura, turismo e sector de jogo, a economia de Macau desenvolve-se de forma acelerada e sustentável com o novo recorde de número de turistas e confiança reforçada dos consumidores, apresentando um acréscimo de 27,3% do seu Produto Interno Bruto.
No âmbito de circunstância económica favorável, as actividades deste Banco conseguiram resultados ideais, registando aumentos, respectivamente, 29% na concessão de crédito, e 8% no depósito em relação ao mesmo período do ano anterior. Para além dos produtos e serviços de investimento de alto valor agregado, as actividades relacionadas a investimento produzem também lucros notórios devido à atmosfera de investimento que está na moda globalmente, apresentando aumentos, respectivamente, 41% na receita não-juro, 15% na receita de juro líquido, 13% no lucro de exercício após imposto. É de notar que, a qualidade de crédito mantém-se ao nível excelente.
Vislumbrando o futuro, o crescimento contínuo da economia de Macau e a concretização de construção de ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau proporcionarão mais oportunidades para o desenvolvimento de Macau. Sendo altamente confiante ao desenvolvimento de Macau, e para o acompanhar, este banco abriu, em Dezembro de 2007, o quarto sucursal na Taipa, e planeia instalar mais três sucursais nos locais adequados durante o ano de 2008, com finalidade de ampliar a rede local de sucursais, oferecer mais facilidade, serviços aperfeiçoados e diversificados e produtos renovados e de alta qualidade aos actuais e futuros clientes.
O Banco de Construção da China (Macau), S.A. é a companhia subsidiária e de capital total do Banco de Construção da China (Ásia), S.A., e possui, actualmente, quatro sucursais em Macau, que oferecem produtos e serviços comerciais e a retalho de forma diversificada. Em área de actividades bancárias comerciais, este Banco oferece serviços de financiamento comercial, crédito a particulares, empréstimo, e investimento electrónico. No que toca aos serviços bancários a retalho, este Banco oferece serviços tradicional de balcão, transferências e transacções em numerários, assim como depósito, crédito, investimento, seguro e investimentos electrónicos, etc. Para mais dados detalhados, pode consultar a nossa página www.asia. ccb.com.
China Construction Bank, S.A.
A companhia-mãe do China Construction Bank, S.A. tem uma longa história de serviço. O Banco Popular de Construção da China foi fundado em 1954, e alterou a sua denominação para China Construction Bank, S.A. em 1996. China Construction Bank, S.A. foi fundado em Setembro de 2004, sucedendo nas actividades bancárias comerciais de China Construction Bank, S.A., bem como os seus activos e passivos, e instalando a sua sede em Beijing. Este Banco possui mais que 13,000 sucursais no interior do país, e em Hong Kong, Singapura, Frankfurt, Joanesburgo, Tokyo e Seul, e delegações em Londres, Nova Iorque. Este Banco domina a capital total do China Construction Bank (Asia) Corporation Limited, 75,1% das acções do Sino-German House Saving Bank, e 65% do CCB Principal Asset, e tem contratado aproximadamente 300 mil empregados.
As acções de tipo H deste Banco foram listadas em Hong Kong Stock Exchange a 27 de Outubro de 2005, com código 0939; as suas acções de tipo A foram listadas em Shanghai Stock Exchange a 25 de Setembro de 2007, com código 601939.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco de Construção da China (Macau), S.A. relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 10 de Março de 2008, expressámos uma opinião, sem reservas, relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
O balanço e a demonstração de resultados deste Banco respeitantes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2007, elaborados nos termos das leis de Macau e auditados pela Sociedade de Auditores KPMG, são documentos suficientes para mostrar a real situação financeira deste Banco em 31 de Dezembro de 2007 e o lucro apurado do exercício que terminou nesta data.
O Conselho de Administração do Banco de Construção da China (Macau), S.A. (noutro tempo nome Banco da América (Macau), S.A.) tem o prazer em submeter aos accionistas o seguinte resultado do exercício respeitante ao ano findo em 31 de Dezembro de 2007:
Lucro de exploração (líquido de todas as despesas, amortizações e provisões diversas) 69 326 579,15
8 347 000,00
Resultado do exercício 60 979 579,15
139 507 055,29
Totais 200 486 634,44
187 486 634,44
(Antigamente chamava Bank of America (Asia) Ltd.)
Sra. Kwok Pui Fong, Miranda Administrador
Sra. Lau Mei Yuk, Fonnie Vogal
Sra. Ho Mei Va Vogal - Auditora
Sr. Ho Sik Ming Secretária
STANDARD CHARTERED BANK – SUCURSAL DE MACAU
1. As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 13 006 983,93 Patacas. Porque a sucursal adopta as Hong Kong Financial Reporting Standards («HKFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas HKFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das HKFRS (antes do impostos diferidos de 1 773 680,00 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
No ano de 2007, Macau continuou a marcar a sua dinâmica com o desenvolvimento económico. Depois dos anos de 2005 e 2006, estou muito satisfeito em poder assistir ao grande sucesso que Macau voltou a alcançar em 2007. Como instituição bancária, este Banco tem sempre como lema «servir é o nosso principal objectivo», tendo envidado os seus melhores esforços para prestar aos clientes de diferentes sectores de actividade de serviços bancários céleres e de boa qualidade.
No ano passado, devido ao apoio dos clientes deste Banco e ao grande empenho dos seus trabalhadores com espírito competitivo, o resultado de exercício deste Banco voltou a ser coroado de êxito. O lucro apurado antes e depois de dedução dos impostos foi calculado em MOP$ 33,761,553 e MOP$29,699,989, respectivamente, tendo-se verificado um aumento de 42% em relação ao ano de 2006.
Aproveito a oportunidade para manifestar os meus sinceros agradecimentos aos clientes dos diversos sectores de actividade, à entidade tutelar e a todos os colegas que estão ao serviço deste Banco, bem como ao grupo financeiro a que pertence o Banco.
Olhando para o futuro, este Banco continuará a assegurar os excelentes tipos de gestão de risco e a prestar alta qualidade de serviços bancários, ao mesmo tempo que procurará alargar as actividades desenvolvidas por este Banco.
Aos 23 de Maio de 2008.
Sucursal em Macau
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Standard Chartered Bank, Macau Branch relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 23 de Maio de 2008, expressámos uma opinião, sem reservas, relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Macau, aos 23 de Maio de 2008.
As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de $ 49 299 663,08 Patacas. Porque a sucursal adopta as International Financial Reporting Standards («IFRSs») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas IFRSs podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das IFRSs. Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
Chief Executive Officer Macau, Financial Controller Macau,
Au Sing Kun Kenny Wong
Lucros antes de impostos cresceram 27 por cento para MOP$ 367,9 milhões (MOP$ 290,5 milhões em 2006).
Activos cresceram 9 por cento para MOP14,217 milhões (MOP$ 13,103 milhões em 2006).
2007 foi um ano com muitas oportunidades de negócio no sector bancário. Face a essas circunstâncias, os rendimentos provenientes de juros cresceu 28% e não juros aumentaram 22%. As despesas de funcionamento foram mantidas sob controle.
Em 2007, os financiamentos a clientes cresceram 21%, encontrando-se diversificados pelos principais sectores da actividade de Macau. Os depósitos de clientes cresceram 8%.
Em 2007, foram facultados aos nossos clientes diversos novos produtos financeiros e de investimento. Iremos continuar em 2008 a investir recursos no melhoramento dos nossos serviços bancários e da rede, e lançaremos mais produtos de investimento.
Finalmente, aproveitamos esta oportunidade para agradecer os nossos estimados clientes o seu apoio continuado, e aos nossos empregados a sua dedicação e entusiasmo.
Administrador Executivo – Sucursal de Macau
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do The Hongkong and Shanghai Banking Corporation Limited — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 7 de Maio de 2008, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Macau, aos 7 de Maio de 2008.
A partir de Julho de 2007, há meio ano, data em que a Companhia deu início às suas actividades formalmente, a aplicação do «Macau Pass» foi alargado a várias áreas de Macau, incluindo os transportes públicos, cadeias de supermercados, máquinas de venda de bedidas, universidades, etc. tendo sido realizadas mais de 23 milhões de transacções, o comportamento operacional tem melhorado progressivamente.
Contudo as despesas efectuadas na implementação do sistema monetário electrónico completo e compra dos equipamentos foram elevadíssimas; tendo a Companhia iniciado as suas actividades há apenas seis meses, levou a que, em 2007, a Companhia tenha tido um défice de MOP$3 691 076.00.
Perspectivas para o ano 2008
No primeiro quarto de 2008, o MacauPass tem sido aplicado plenamente em todos os transportes públicos das duas companhias de autocarros de Macau. Além disso, o «MacauPass S.A.» fornece uma plataforma de operação tecnológica que torna possível a transferência de passageiros entre os meios de transportes públicos de Macau.
Uma cadeia de lojas de conveniência de grande escala vai passar a fazer uso do MacauPass no 2.º quarto deste ano, prevendo-se um acréscimo no uso do MacauPass. Este ano serão lançados projectos de colaboração entre mega-lojas, empresas, gerências imobiliárias, escolas, instituições financeiras locais e ultramarinas.
Prevê-se que o ano 2008 seja o período de desenvolvimento acelerado do MacauPass S.A. Tendo em conta o desenvolvimento sustentável da economia de Macau e falta de recursos humanos e de capitais, de modo a diminuir a sobrecarga administrativa no tratamento de dinheiro diário e aumentar a eficiência, as empresas procuram promover o consumo electrónico em diversos aspectos, promovendo favoravelmente o desenvolvimento do MacauPass S.A.
A Companhia espera desenvolver continuamente novos produtos e serviços, ampliar a área de aplicação, esperando obter melhores resultados no ano próximo.
Pelo Conselho de Administração, Liu Hei Wan, administrador.
Nos termos do Código Comercial e dos Estatutos da Companhia, o Fiscal Único supervisionou a administração da MACAU PASS S.A. ao longo do ano de 2007 até dia 31 de Dezembro, acompanhou a actividade da Companhia e obteve todas as informações e esclarecimentos que considerou necessários. O Fiscal Único considera que as demonstrações financeiras e relatório de actividade estão correctos e completos, explicando de forma breve e clara a situação financeira da Companhia, o desenvolvimento das suas actividades e os resultados das operações referentes ao exercício do ano 2007. O Fiscal Único não verificou qualquer irregularidade nem acto ilícito.
Proponho à Assembleia Geral a aprovação do relatório das actividades financeiras do ano até ao dia 31 de Dezembro de 2007, submetido pelo Conselho de Administração.
Auditámos as demonstrações financeiras da MACAU PASS S.A. referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2007, de acordo com as Normas de Auditoria de Macau, e expressámos a nossa opinião sem reservas no relatório de 27 de Março de 2008.
Lao Kin Keong Secretário da Companhia: Vong Chak Kin
Administrador: Man Wing Chuen (Data de início da comissão: 18 de Dezembro de 2007)
Administrador: Cheung Chi Leung (Data do termo da comissão: 18 de Dezembro de 2007)
*As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de $ 14 331 199 Patacas. Porque a sucursal adopta as Macau Financial Reporting Standards («MFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas MFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das MFRS (antes do impostos diferidos de $ 1 954 254 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
O Gerente-Geral da Sucursal de Macau, A Chefe da Contabilidade,
Em 2007, o Sector do Jogo e Turismo de Macau manteve-se próspero e o investimento aumentou mais de 23% em relação a 2006. Este aumento benefício a economia de Macau, os montantes de empréstimos e despósitos de cliente subiram 2,5 vezes e 1,1 vez respectivamente.
Além disso, a sucursal do banco em 28 de Dezembro de 2007, mudou suas instalações para a Nape, sendo sua anterior localização sita na Nam Van, passou a ser uma agência que continua a fornecer serviços ao público. Até Abril de 2008, além da sucursal em Macau o banco tem aberta três agências na Avenida de Horta e Costa, na Nam Van e na Taipa.
Prevê-se que em 2008 a economia de Macau se desenvolva e progrida graças ao sector turístico. Para coordenar o desenvolvimento da economia de Macau e às necessidades dos clientes, o Banco vai instalar mais agências em Macau, mantendo o seu comportamento comercial e estabelecendo um espírito criativo continua visam prestar o serviço profissional de alta qualidade aos cidadãos, entitades comerciais e diversos sectores de actividade de Macau.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco da East Asia, Limitada, Sucursal de Macau relativas ao ano de 2007, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 19 de Maio de 2008, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Macau, aos 19 de Maio de 2008.
Síntese do relatório de actividade referente ao exercício de 2007
Decorrente da execução da política da economia diversificada do Governo da RAEM, e o aumento contínuo de investimento e consumo estrangeiro na RAEM, a economia de Macau no ano 2007 verificou o rápido desenvolvimento na base de melhoramento da sua estrutura, continuando a manter a boa actividade.
No ano 2007, o Banco Industrial e Comercial da China S.A., Sucursal de Macau («ICBC») aproveitou a oportunidade do rápido desenvolvimento da RAEM, inovou e melhorou os procedimentos das actividades, as vias de distribuição, o sistema informático, o sistema de gestão, o modelo de serviços e os tipos de produtos. Usando a marca global do ICBC, criando novos produtos e serviços, a estrutura de activo e a capacidade de lucros aumentaram manifestamente, melhorando progressivamente o controlo e prevenção de risco, todos os serviços desenvolveram-se rapidamente. No ano 2007, o valor do activo aumentou-se 58%, o saldo dos depósitos dos clientes aumentou-se 27%, os proveitos de serviços bancários aumentaram-se 70%, atingindo o lucro anual de quarenta e três milhões e novecentas e noventa mil patacas.
No ano 2007, ICBC, sucursal da RAEM, como o primeiro surcusal exterior do ICBC iniciou a executar o sistema global de actividades bancárias, integrando as redes de serviços da globalização do ICBC, criando o efeito de coordenação entre interzonas, intermercados e mundo global, atingindo a base sólida para o desenvolvimento das actividades do ICBC para o futuro. No ano 2007, ICBC instalou dois novos sub-branch na zona norte e Venetian Resort, pondo no mercado os auto-serviços bancários e melhorando os serviços do banco no Internet, fazendo o balco de serviços na rede físico e no rede informático em qualquer momento.
O ICBC integrou o cumprimento da responsabilidade da empresa social como política de desenvolvimento global, insistindo a uniformidade da economia, da pessoa e da sociedade, e no mesmo momento de trabalhar para criar utilidades económicas, assumindo activamente responsabilidade perante a sociedade e a população da RAEM, preocupando a vida da população, participando as actividades de caridade pública, retribuindo à sociedade da RAEM pelo seu apoio continuo. Quanto ao ano 2008, o ICBC continua a executar o espírito de exercício de «Raiz integrado na RAEM e Goza conjuntamente a vida e o prestígio», progredindo activamente a actividade e exercendo progressivamente a actividade, fornecendo mais produtos financeiros e serviços com altas qualidades e eficiências para a população e as empresas da RAEM, contribuindo para o bom desenvolvimento da sociedade da RAEM.
Ao Banco Industrial e Comercial da China – Sucursal de Macau
Examinámos, de acordo com as Normas de Auditoria, aprovadas pelo Regulamento Administrativo n.º 23/2004 da RAEM, e as Normas Técnicas de Auditoria, aprovadas pelo Despacho do Secretário para a Economia e Finanças n.º 68/2004, as demonstrações financeiras do Banco Industrial e Comercial da China – Sucursal de Macau, referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2007, e a nossa opinião sobre as demonstrações financeiras está expressa, sem reservas, no nosso relatório datado de 16 de Maio de 2008.
A economia de Macau registou de novo em 2007 um elevado crescimento, tendo o produto interno bruto aumentado 27,3 por cento, depois de em 2006 se ter expandido em 17 por cento.
Para o crescimento da economia continuou a ser determinante a evolução muito positiva do sector do turismo e o aumento do investimento privado na construção de novos hotéis e casinos e de edifícios para habitação e escritórios.
As economias da China Continental e de Hong Kong, principais mercados emissores dos turistas que visitam Macau, continuaram a registar índices de crescimento elevados em 2007.
Em particular, a economia da China Continental cresceu 11,4 por cento, a taxa mais elevada registada nos últimos 13 anos, impulsionada pelo aumento do investimento em capital fixo, exportações de bens e pelo consumo interno reflectindo o crescente poder de compra da população urbana e rural.
A economia de Hong Kong, cujos sectores financeiros, turístico e de logística, dependem também muito da evolução da economia da China Continental, registou uma expansão de 6,2 por cento em 2007, tendo o consumo privado beneficiado com a tendência para o aumento dos preços no mercado imobiliário, da subida do principal índice de acções e descida das taxas de juro.
Os principais indicadores do sector do turismo em Macau registaram uma evolução muito positiva em 2007:
Cerca de 27 milhões de turistas visitaram Macau em 2007, um aumento de 23 por cento relativamente a 2006.
As receitas brutas do jogo registaram um crescimento muito significativo e bastante acima do esperado no início do ano, atingindo os 83,8 biliões de Patacas, um aumento de 45,7 por cento face ao anterior, ultrapassando as receitas dos casinos de Las Vegas Strip.
— A taxa de ocupação dos hotéis aumentou para 77,2 por cento em 2007 (72,9 por cento em 2006) não obstante o aumento da oferta de quartos.
— O período médio da estadia dos turistas aumentou para 1,4 dias (1,21 dias em 2006) e a despesa média cresceu 10,7 por cento.
O investimento privado, em 2007, em particular na construção e equipamento de hotéis e casinos, com uma taxa de crescimento 23 por cento e de 25,2 por cento respectivamente, constitui a componente mais dinâmica da procura interna.
O consumo privado registou também um crescimento significativo de 10,7 por cento em 2007 reflectindo o aumento dos salários, da população activa e a redução da taxa de desemprego.
No mercado imobiliário continuou a verificar-se a tendência para alta dos preços e do volume de transacções impulsionados também pela diminuição da “prime rate” em 75 pontos percentuais.
As tensões nos mercados financeiros, no terceiro trimestre, decorrentes da crise no mercado do crédito hipotecário de alto risco nos EUA, reflectiram-se sobretudo numa subida temporária das taxas de juro no mercado interbancário que, no entanto, para o final do ano retomaram a tendência de baixa.
O elevado e rápido crescimento da economia e da procura interna tem acentuando as pressões inflacionistas e contribuído para uma subida generalizada dos salários, dada a forte procura de mão-de-obra nos vários sectores da economia, num contexto em que se continuou a registar uma redução de desemprego que no final de 2007 se situava em apenas 3,1%.
O Índice de Preços no Consumidor aumentou 5,57 por cento em 2007, após ter subido 5,2 por cento no ano anterior, para o que contribuiu o aumento dos preços de bens importados, nomeadamente de produtos alimentares e da energia.
A evolução positiva da economia contribuiu para o dinamismo da procura de crédito bem como para o aumento dos depósitos de clientes, tendo como consequência uma melhoria da liquidez, rendibilidade e da qualidade dos activos do sistema bancário.
Num mercado cada vez mais concorrencial, a estratégia do Banco tem sido ajustada de modo a adaptar-se às novas realidades de uma economia em profunda mudança estrutural, à medida que Macau se desenvolve como um centro de conferências, exposições e entretenimento para a China e a Ásia em geral.
As principais prioridades da estratégia do BNU são aumentar de uma forma sustentada e diversificar a base das suas receitas – através de uma contribuição equilibrada entre a banca comercial e a banca de particulares e um aumento do peso das comissões cobradas no produto bancário — e afectar eficientemente os recursos humanos e financeiros.
Na área de banca de particulares, o objectivo principal é aumentar o número de produtos vendidos a cada cliente e oferecer opções ainda mais atractivas nas áreas de cartões de crédito, crédito ao consumo e à habitação e produtos de investimento.
Outro vector importante da estratégia definida é o envolvimento do Banco no financiamento de projectos no sector do turismo, nomeadamente de complexos de hotéis/casinos, sector de maior potencial de crescimento e rendibilidade, e também com as novas pequenas e médias empresas na área de serviços.
Em resposta ao aumento significativo da nossa base de clientes, o BNU abriu uma nova agência no complexo do Venetian Macau no Cotai, havendo a destacar o lançamento do serviço de banca através da Internet para empresas, com funcionalidades que vão de encontro às necessidades operacionais tanto das pequenas como das grandes empresas.
Para responder ao aumento acentuado do volume de transacções, resultante do número crescente de turistas que visitam Macau e do aumento da população residente, o BNU está empenhado em fazer os investimentos necessários à actualização e ao aumento de capacidade de processamento das plataformas operacionais, em especial das redes de ATMs, terminais de pagamento e banca através da Internet.
No desempenho do Banco destaca-se o forte crescimento do volume de actividade nas várias áreas de negócio com os resultados a registarem, novamente em 2007, um aumento muito expressivo.
O Activo Líquido aumentou 24,2 por cento em 2007, ascendendo a 30 079 mil milhões de patacas em 31 de Dezembro de 2007, para o que contribuiu a carteira de crédito a particulares, com um crescimento de 68,5 por cento, que se ficou a dever sobretudo à expansão do crédito para habitação, e ao crédito concedido a empresas que registou um aumento de 40,8 por cento.
A carteira de depósitos de clientes registou igualmente um crescimento significativo, que se cifrou em 25,6 por cento, continuando o Banco a manter uma posição credora no mercado interbancário.
O Resultado Líquido registou um crescimento de 23,3 por cento em 2007, atingindo os 379,5 milhões de patacas, depois de em 2006 ter aumentado 52 por cento.
A margem financeira registou um crescimento de 21,8 por cento e a margem complementar aumentou 43 por cento.
O rácio cost-to-income sofreu uma redução de 3,5 por cento para 30,4 por cento em 2007, não obstante o aumento dos custos associados à expansão do volume de actividade, do investimento em novos equipamentos e lançamento de novos produtos e serviços, num quadro em que se acentuado a tendência para o aumento dos salários e dos preços de bens e serviços.
O rácio de solvabilidade, calculado de acordo com as normas estabelecidas pela AMCM, situou-se em 15,9 por cento.
O Conselho de Administração do Banco Nacional Ultramarino, S.A., submeteu ao Fiscal Único, nos termos e para efeitos da alínea e) do artigo 32.º dos estatutos, para emissão de parecer, o balanço, as contas e o relatório anual respeitantes ao exercício de 2007. Complementarmente foi também enviado o Relatório dos Auditores Externos “Deloitte Touche Tohmatsu”, sobre as contas do Banco Nacional Ultramarino, S.A., relativas àquele mesmo exercício.
O Relatório dos Auditores Externos, tido em devida conta pelo Fiscal Único, refere que os documentos de prestação de contas apresentados evidenciam de forma verdadeira e apropriada a situação financeira do balanço em 31 de Dezembro de 2007, bem como os resultados das operações referentes ao exercício findo naquela data, com observância dos princípios contabilísticos da actividade bancária.
Face ao exposto, o Fiscal Único decidiu dar parecer favorável à aprovação do :
Macau, aos 5 de Maio de 2008.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco Nacional Ultramarino, S.A. relativas ao ano de 31 de Dezembro de 2007, nos termos das Normas de Auditoria aprovadas pelo Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau e as Normas Técnicas de Auditoria aprovadas pelo Secretário para a Economia e Finanças. No nosso relatório datado de 28 de Março de 2008, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.

References: artigo 24
 artigo 7
 artigo 76
 artigo 27
 artigo 25
 artigo 24
 artigo 32