Source: http://procurados.org.br/detalhe.php?id=331
Timestamp: 2017-12-14 18:51:42+00:00

Document:
Alberto José de Sá Neto
Nº - 118.917.418 - IFP
Indução, Instigação ou Auxílio ao Uso de Drogas (Art. 33, § 2º - Lei 11343/06), LEI 10826/2003
Art. 157, § 2º, Inciso I do Cp - Roubo Qualificado - Com Emprego de Arma, e II
Art.12 da Lei 6.368/76 - Tráfico; Art. 10, caput da Lei 9.437/97 - Possuir, deter, portar e vender arma de fogo
Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) E Quadrilha ou Bando (Art. 288 - CP), § único do CP,n/f do art 70 do CP
Morros do Cajueiro e Congonhas
Morto em 19/10/2012
O chefe do tráfico de drogas da Favela do Cajueiro, em Madureira, Alberto José de Sá Neto, o Robertinho, foi assassinado a tiros dentro da própria comunidade pelo seu segurança, Ari, também conhecido como Ratinho. O assassino já havia sido traficante da Serrinha, morro comandado por uma facção inimiga daquela que controla o Cajueiro. Ari teria se aproximado de Robertinho e fingido lealdade para matá-lo.
Alberto José de Sá Neto, vulgo “Robertinho ou Albertinho”, integrante da facção Comando Vermelho – CV, chefe do tráfico nos Morros do Cajueiro e Congonhas, no bairro de Madureira.
Em 2010, moradores do bairro de Madureira sofreram com intensos tiroteios e momentos de pânico, entre traficantes do Morro do Juramento e da Serrinha, com os traficantes do Morro do Cajueiro e Congonhas. O comandante do 41º BPM, informou que dominar os territórios comandados pelo Terceiro Comando Puro –TCP, tornou-se prioridade para o CV.
Essas operações do tráfico, seriam comandadas pelos traficantes Anderson Sant’Anna da Silva, o vulgo “Gão” e Alberto José de Sá Neto, o vulgo “Robertinho”.
“Robertinho” possui atualmente nove mandados de prisão expedidos pelas seguintes varas criminais: 28ª Vara Criminal da Capital, VEP – Vara de Execuções Penais – 2ª Vara Criminal da Comarca de Madureira/Regional.
Ele se encontra na condição de foragido do sistema penitenciário (evadido), desde 2008, pois ingressou no sistema em novembro de 2002, indo cumprir pena no Presídio Elizabeth Sá Rego – SEAPSR –, de onde foi libertado em março de 2005 da Penitenciária Moniz Sodré – SEAPMS.
Em fevereiro de 2006, ingressou novamente na cadeia, indo para Cadeia Pública Jorge Santana – SEAPJ, de onde em novembro de 2008, ganhou da justiça a passagem para o regime semi-aberto, indo cumprir pena no Instituto Penal Edgard Costa – SEAPEC - em Niterói, para onde nunca mais retornou.
O Disque Denúncia (2253-1177), oferece uma recompensa no valor de R$ 2mil, por informações que levem a sua captura. O anonimato é garantido.
Possui dez anotações criminais por: 28º DP – artigo 12 da Lei 6368/76 e artigo 10 da Lei 9437 N/F 69 do Codigo Penal – foi condenado a 3 anos de reclusão integralmente fechado e 1 ano de detenção/aberto e ao pagamento de 120DM custas e taxas N/F da Lei – 2ª Vara Criminal Regional/Madureira; 29º DP – artigo 121 – 33ª DP – artigo 157 parágrafo 2º inciso I e II do CP – 1ª Vara Criminal Regional de Bangu/RJ; Delegacia de Roubo e Furtos de Cargas – DRFC – artigo 35 da Lei 11343/06 e artigo 288 & único do CP N/F artigo 70 CP – 2ª Vara Criminal Regional de Madureira DECOD – Delegacia de Combate as Drogas – artigo 33 & 2º Lei 113434/06, Lei 10826/03 28ª Vara Criminal da Capital; 22ª DP – artigo 35 C/C 40, IV da Lei 11343/06; 21º DP – artigo 33, N/F do artigo 40, IV da Lei 11343/2006, artigo 35, N/Fdo artigo IV da Lei 11343/06; artigo 16 caput da Lei 10.826/2003; DRFC – Artigo 288, & único do CP, e artigo 35 da Lei 11343/2006, ambos N/F Artigo 69 do CP; DECOD – apreensão de armas de fogo – artigo 33 da Lei e DPF – Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Policia Federal/RJ – artigo 33 da Lei 11343/06 – 36ª Vara Criminal da Capital.
Também possui dez ocorrências criminais por: 28ª DP - tráfico de drogas -; 21ª DP – Comercio Ilegal de Arma de Fogo -; 21º DP – Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido -; Divisão de Homicídios – Homicídio provocado por projétil de Arma de Fogo -; 21º DP – Lei das Drogas (Lei 11343/06) -; 33ª DP – Roubo no Interior de Residências -=; DECOD – Crimes de Lavagem de Dinheiro ou Ocultação de Bens -; 21ª DP – Associação para o tráfico de drogas -.
0005733-69.2010.8.19.0202
Processo nº 0005733-69.2010.0202 (IP 006/10-DRFC) DECISÃO 1- Acolho a promoção ministerial, Citem-se os réus, através do OJA de plantão. Considerando que a hipótese é de réu preso, os Drs. Advogados devem protocolizar suas alegações preliminares diretamente em Cartório, a fim de evitarem retardamento no processamento. Defiro a cota do Ministério Público a fls. 196. Requisitem-se ao Dr. Delegado da DRFC as mídias digitais contendo os diálogos monitorados com as respectivas transcrições, no prazo de 48 h. 3- Consta dos autos do inquérito policial que os denunciados foram identificados pelo eficiente trabalho policial, inclusive com quebra de sigilo telefônico e de dados judicialmente deferidos, e declarações em sede policial. Consoante consta da Denúncia e do inquérito policial que a instrui, os denunciados são integrantes de quadrilha fortemente armada e especializada em roubos de cargas e automóveis com atuação nos bairros de Madureira, Vaz Lobo, Irajá, Vicente de Carvalho e adjacências, tendo como ´base´ as comunidades do Cajueiro e Congonhas. Consoante consignado nos autos, também exploram o comércio ilícito de drogas nas comunidades retro mencionadas e estão vinculados à facção ´Comando Vermelho´. Tais fatos denotam que os denunciados são pessoas perigosas para o convívio social e que, em liberdade, constituem verdadeira ameaça à ordem pública. Ademais, não possuem endereço certo, tanto que não se lograram cumprir os mandados de prisão temporária, Assim sendo, presentes os requisitos do artigo 312 do CPP, em especial a garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal, DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA DE LUIZ CLAUDIO SERRAT CORRÊA, vulgo ´Claudinho CL´, ALBERTO JOSÉ DE SÁ NETO, vulgo ´Robertinho´, BIANCA SILVA QUEIROZ DE CARVALHO, com fundamento nos artigos 312 e 313, I do CPP. Expeçam-se mandados de citação e de prisão preventiva. No que tange aos demais denunciados, considerando que não há endereço certo informado nos autos, além de remetidos aos órgãos de praxe, os mandados deverão ser cumpridos no prazo máximo de 10(dez) dias pelo Dr. Delegado da DRFC, o qual deve ser intimado para informar quanto ao cumprimento, bem como quanto às diligências realizadas para este fim, no prazo consignado, a fim de que se proceda à citação dos mesmos. Rio de Janeiro, 23 de agosto de 2010. Cláudia Garcia Couto Mari Juíza de Direito – Fonte Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – 23/08/2010
2007/042831
2003/10594-7 157
2007/042831 - 12 à 19
2003/105947
Lei 11343/2006 - 28 à 39
capitulação - CPB - 157
28ª Vara Criminal/Capital
0257478-28.2010.8.19.0001
2007/04283-1 - 157

References: artigo 12
 artigo 10
 artigo 121
 artigo 157
 artigo 35
 artigo 288
 artigo 70
 artigo 33
 artigo 35
 artigo 33
 artigo 40
 artigo 35
 artigo 16
 Artigo 288
 artigo 35
 Artigo 69
 artigo 33
 artigo 33
 artigo 312