Source: http://www.grupoinconfidencia.org.br/sistema/index.php?option=com_content&view=article&id=2208:os-indios-e-a-sua-incorporacao-a-comunhao-nacional&catid=63:a-amazonia-e-o-risco-de-perder-nossa-soberania&Itemid=115
Timestamp: 2019-06-20 11:07:41+00:00

Document:
Os Índios e a sua Incorporação à Comunhão Nacional
Artigos de Impacto
A Amazônia e o risco de perder nossa soberania
A Comunização da Educação
O Comunismo da América Latina
ACONTECIMENTOS MAIS ATUAIS
O COMUNISMO
O FORO DE SÃO PAULO Órgão criminoso, que visa comunizar a América Latina
O GRAMSCISMO
Nova estratégia comunista de domínio
Governo Mundial Secreto - verdade aterrorizante
Fortalecimento das Forças Armadas
Exaltação das Forças Armadas
Mensagens para os Militares da Ativa do Facebook
PT (Partido dos Trabalhadores)
Linhas Religiosas
Como elas defendem a sociedade contra o Comunismo
- Livros/Artigos
Jornal Inconfidência nº 251 - Mai/2018
Jornal Inconfidência nº 244 - Out/2017
Jornal Inconfidência nº 243 - Set/2017
Jornal Inconfidência nº 241 - Jul/2018
*Manoel Soriano Neto
O velho cacique Raoni, de 82
anos, reeditou os seus famosos périplos pela Europa, desde quando percorria o mundo na década de 1980, em companhia do cantor inglês Sting. Em sua turnê europeia, lançou a campanha “Emergência Amazônia”, que propaga a importância da floresta amazônica e dos povos indígenas e ribeirinhos que lá vivem. O destaque maior foi o encontro, em no-vembro de 2012, com o presidente francês, François Hollande. Na oportunidade, Raoni teceu rasgados elogios a Hollande e aos países que vêm apoiando as causas ambientais e indigenistas. Também solicitou ao mandatário francês, apoio contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Hollande, em preocupante declaração, afirmou o seu compromisso de “defender a causa dos povos in-dígenas e da floresta amazônica”. Lembrou, ainda, da “ação realizada pela França, a fim de favorecer o desenvolvimento sustentável da zona amazônica da Guiana Francesa”. O conhecido ambientalista francês, Nicolas Hulot, propôs a indicação de Raoni para o Prêmio Nobel da Paz. Aduza-se, por ilustração, que em 2001, foi fundado o “Instituto Raoni”, sediado em Colíder (MT), que é apoiado por notáveis Fundações e organizações norte-americanas e euro-peias e por ONGs, nacionais e es-trangeiras, predadoras e espiãs, que, ao fim e ao cabo, desejam retalhar o Brasil em “nações indígenas”, bem a gosto das potências globais. O pernicioso ideário segregacionista/isolacio-nista para com os nossos indígenas, que tem o desafortunado apoio da Funai, a partir de seus antropólogos românticos e preser-vacionistas, além do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), do Con-selho Indigenista Missionário (CIMI), etc, vem obtendo êxito, ha-ja vista as recentes demarcações de colossais reservas indígenas, riquíssimas em minerais estratégicos e biodiversidade, muitas em faixa de fronteira, um pe-rigo iminente à nossa Soberania. E como dizem, sabiamente, na Amazônia, “onde há índio, há minério”...
Mas nem sempre foi assim! Desde José Bonifácio, seguido pe-lo Marechal Rondon, foi obedecida, no Brasil, uma séria e correta política indigenista com vistas à inserção, gradativa e harmônica, do índio, à sociedade brasileira. As últimas Constituições de nosso País preconizavam a “incorporação dos silvícolas à comunhão nacional”. Vejamos os ditames das nossas duas anteriores Cartas Magnas: a Constituição Fe-deral de 1946 estabelecia, em seu artigo 5°, a competência da União, para legislar sobre a “incorporação do silví-cola à comunhão nacional”. Igualmente, a Constituição de 1967, re-petia, em seu artigo 8°, “ipsis lit-teris”, esta mesma expressão/determinação. Entretanto, tudo mudou, com a promulgação da Constituição de 1988, de viés segrega-cionista e isolacionista em relação aos aborígines, a quem é dedicado todo o longo Capítulo VIII – Dos Índios, contendo dois artigos (231 e 232) que lhes conferem uma es-quipática e desproporcional autonomia em relação ao País. Acrescente-se que o Estatuto do Índio (Lei n° 6001/73), que será denominado, pomposamente, de “Estatuto dos Povos Indígenas”, está sendo revisto para fins de adequação à CF/88, eis que re-za, já no “caput” de seu artigo 1°: “Esta Lei regula a situação jurídica dos índios ou silvícolas e das comunidades indígenas, com o propósito de preservar a sua cul-tura e integrá-los, progressiva e harmoniosamente, à comunhão nacional”. Quanta saudade, pois, das Constituições anteriores à mal cognominada “Constituição Cidadã”, de 1988, que expõe a grave risco, o Objetivo Nacional Permanente, da Soberania Na-cional...
O velho cacique Raoni, de 82 anos, reeditou os seus famosos périplos pela Europa, desde quando percorria o mundo na década de 1980, em companhia do cantor inglês Sting.
Em sua turnê europeia, lançou a campanha “Emergência Amazônia”, que propaga a importância da floresta amazônica e dos povos indígenas e ribeirinhos que lá vivem. O destaque maior foi o encontro, em no-vembro de 2012, com o presidente francês, François Hollande. Na oportunidade, Raoni teceu rasgados elogios a Hollande e aos países que vêm apoiando as causas ambientais e indigenistas.
Também solicitou ao mandatário francês, apoio contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Hollande, em preocupante declaração, afirmou o seu compromisso de “defender a causa dos povos in-dígenas e da floresta amazônica”. Lembrou, ainda, da “ação realizada pela França, a fim de favorecer o desenvolvimento sustentável da zona amazônica da Guiana Francesa”.
O conhecido ambientalista francês, Nicolas Hulot, propôs a indicação de Raoni para o Prêmio Nobel da Paz. Aduza-se, por ilustração, que em 2001, foi fundado o “Instituto Raoni”, sediado em Colíder (MT), que é apoiado por notáveis Fundações e organizações norte-americanas e euro-peias e por ONGs, nacionais e es-trangeiras, predadoras e espiãs, que, ao fim e ao cabo, desejam retalhar o Brasil em “nações indígenas”, bem a gosto das potências globais. O pernicioso ideário segregacionista/isolacio-nista para com os nossos indígenas, que tem o desafortunado apoio da Funai, a partir de seus antropólogos românticos e preser-vacionistas, além do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), do Con-selho Indigenista Missionário (CIMI), etc, vem obtendo êxito, haja vista as recentes demarcações de colossais reservas indígenas, riquíssimas em minerais estratégicos e biodiversidade, muitas em faixa de fronteira, um pe-rigo iminente à nossa Soberania.
E como dizem, sabiamente, na Amazônia, “onde há índio, há minério”...
Mas nem sempre foi assim!
Desde José Bonifácio, seguido pe-lo Marechal Rondon, foi obedecida, no Brasil, uma séria e correta política indigenista com vistas à inserção, gradativa e harmônica, do índio, à sociedade brasileira.
As últimas Constituições de nosso País preconizavam a “incorporação dos silvícolas à comunhão nacional”. Vejamos os ditames das nossas duas anteriores Cartas Magnas: a Constituição Fe-deral de 1946 estabelecia, em seu artigo 5°, a competência da União, para legislar sobre a “incorporação do silví-cola à comunhão nacional”. Igualmente, a Constituição de 1967, re-petia, em seu artigo 8°, “ipsis litteris”, esta mesma expressão/determinação.
Entretanto, tudo mudou, com a promulgação da Constituição de 1988, de viés segregacionista e isolacionista em relação aos aborígines, a quem é dedicado todo o longo Capítulo VIII – Dos Índios, contendo dois artigos (231 e 232) que lhes conferem uma esquipática e desproporcional autonomia em relação ao País. Acrescente-se que o Estatuto do Índio (Lei n° 6001/73), que será denominado, pomposamente, de “Estatuto dos Povos Indígenas”, está sendo revisto para fins de adequação à CF/88, eis que re-za, já no “caput” de seu artigo 1°: “Esta Lei regula a situação jurídica dos índios ou silvícolas e das comunidades indígenas, com o propósito de preservar a sua cul-tura e integrá-los, progressiva e harmoniosamente, à comunhão nacional”. Quanta saudade, pois, das Constituições anteriores à mal cognominada “Constituição Cidadã”, de 1988, que expõe a grave risco, o Objetivo Nacional Permanente, da Soberania Nacional...
* Coronel, Historiador Militar e Advogado
Mais por este Autor:
O General Santa Rosa e a Argentina
Ainda o Foro de São Paulo
Antagonismos e Conflitos Internos
Hino da Bandeira Nacional
O Brasil nunca pertenceu aos índios
O "III Programa Nacional de Direitos Humanos" e a busca da "Sociedade Regulada"
Estratégia Nacional de Defesa: Inconstitucional, Ideológica e Incoerente.
A Segurança Nacional ameaçada
Copyright © 2018 - Grupo Inconfidência.
by Brit Soluções.

References: artigo 5
 artigo 8
 artigo 1
 artigo 5
 artigo 8
 artigo 1