Source: http://almadaforma.net/index.php/formacao/normativos/avaliacao-da-formacao/27-formacao/normativos
Timestamp: 2018-03-21 11:07:24+00:00

Document:
Formulário para proposta de ACD
Avaliação da ACD pelos formandos
Avaliação da ACD pelos formadores
Registo de presenças
Requerimento para reconhecimento da ACD
Foi aprovado, em reunião da Comissão pedagógica do Centro de Formação, o regulamento que se disponibiliza e cujo objetivo é a criação de uma bolsa local de formadores. Esta bolsa, formada por docentes pertencentes às escolas do concelho de Almada, certificados pelo Conselho Científico de Formação Contínua, permitirá proporcionar, de forma cooperativa, formação contínua, aos docentes em exercício no concelho de Almada. Todos os docentes que estiverem interessados em aderir à BLF, devem fazer um requerimento em formulário próprio , disponível também neste website.
1 - Pessoal Docente
2 - Pessoal Não Docente
1 – PESSOAL DOCENTE – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS
1 – As acções de formação contínua devem assegurar a avaliação individual do aproveitamento do formando.
2 – A avaliação é realizada, preferencialmente, sob forma escrita, sem prejuízo de utilização, cumulativa ou em alternativa, de outros instrumentos, designadamente relatórios, trabalhos, provas, comentários e apreciações críticas.
3 – A responsabilidade final da avaliação cabe à entidade formadora.
4 – Do resultado da avaliação realizada nos termos dos números anteriores cabe recurso para o órgão científico-pedagógico da entidade formadora.
Ler mais: Critérios de avaliação
Cada acção de formação é alvo da aplicação de uma Ficha de Avaliação das Acções de Formação, a ser preenchida por cada formando e que visa recolher informação sobre os processos, os resultados, as condições logísticas, visando um ajuste dinâmico da formação aos interesses e necessidades dos formandos.
Ficha de Avaliação das Acções de Formação – Óptica do Formando – Pessoal Docente
Ficha de Avaliação das Acções de Formação – Óptica do Formando – Pessoal Não Docente
O relatório crítico, a cargo do(s) formador(es) de cada acção, onde são analisados, nuclearmente, o empenho e o desempenho dos formandos, bem como o acréscimo de elementos sobre o eventual impacto profissional derivado das actividades e trabalhos desenvolvidos e ainda as respectivas classificações individuais é realizado num formulário específico para o efeito.
Relatório de Avaliação das Acções de Formação – Formador – Pessoal Docente
Relatório de Avaliação das Acções de Formação – Formador – Pessoal Não Docente
Formulário AV – DGRHE – Pessoal Não Docente
3 - Ações de Formação
PESSOAL DOCENTE:
O Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro (com as alterações que lhe foram introduzidas pela Lei n.º 60/93 , de 20 de Agosto, pelo Decreto-Lei n.º 274/94 , de 28 de Outubro pelo Decreto-Lei n.º 207/96 , de 2 de Novembro, pelo Decreto-Lei n.º 155/99 , de 10 de Maio) constitui o quadro de referência para a formação contínua de professores do ensino não superior e estabelece no seu Artigo 11.º o processo de avaliação dos formandos, determinando que:
A publicação do Decreto-Lei n.º 15/2007 de 19 de Janeiro, que aprova o novo Estatuto da Carreira de Educadores e Professores dos Ensinos Básico e Secundário, introduz, no seu artigo 4.º, alterações significativas ao referido Regime Jurídico, nomeadamente, a obrigatoriedade de classificação quantitativa/qualitativa das acções de formação e da frequência de 2/3 da formação na área científico-didáctica dos formandos;
Ler mais: Avaliação da Formação
As acções de formação contínua têm subjacente à sua organização áreas e domínios específicos, nomeadamente:
A - ÁREA DE CIÊNCIAS DA ESPECIALIDADE
A01 Administração
A02 Alemão
A03 Antropologia
A04 Arqueologia
A05 Artes Gráficas/Artes Visuais
A06 Astronomia
A07 Biologia
A08 Burótica
A09 Ciências da Comunicação
A10 Ciências da Natureza/Ciências Naturais
A11 Ciências da Saúde
A12 Ciências Físico-Químicas
A13 Contabilidade
A14 Desenho Técnico
A15 Desenho/Geometria Descritiva
A16 Desenvolvimento Económico e Social
A17 Desenvolvimento Pessoal e Social
Ler mais: Áreas e Domínios de Formação
Regulamento para acreditação e creditação de acções de formação na modalidade Estágio (CCPFC)
O Estágio é uma modalidade de formação contínua dominantemente realizada segundo componentes de saber fazer prático ou processual, orientada para os seguintes objectivos:
a) Reflexão sobre práticas desenvolvidas;
b) Tratamento de aspectos específicos da actividade profissional;
c) Aquisição de novas competências;
d) Construção de novos saberes, designadamente práticos ou processuais.
Pela sua natureza, a modalidade Estágio, sendo embora aplicável a qualquer das áreas de formação enunciadas no artigo 6º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, ajusta-se predominantemente à área C — Prática e Investigação Pedagógica e Didáctica nos diferentes domínios da docência.
3. Modo de Realização
O Estágio suporta-se, dominantemente, na actividade individual dos formandos, dentro do princípio de que a sua actuação será assistida e discutida pelo orientador da acção, em termos de proporcionar uma reflexão conjunta nas e sobre as práticas.
Ler mais: Estágio
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Regulamento para acreditação e creditação de acções de formação na modalidade Seminário (CCPFC)
O Seminário, enquanto modalidade de formação prevista no Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores , destina-se a exercitar os formandos no estudo autónomo e nos métodos e processos do trabalho científico, bem como na elaboração de relatórios e de outras produções escritas decorrentes do estudo e do trabalho científico.
Destina-se, igualmente, à abordagem avançada de temas de estudo de áreas específicas da prática profissional ou do domínio das Ciências da Educação.
A modalidade Seminário pode enquadrar-se em qualquer das áreas referidas no artigo 6º do Regulamento Jurídico da Formação Contínua de Professores , ajustando-se, predominantemente, às áreas B — Ciências da Educação e C — Prática e Investigação Pedagógica e Didáctica.
Trata-se de um procedimento clássico para promover competências de investigação, de estudo autónomo e de reflexão crítica.
Por isso envolve o relato, em grupo, de estudos e de investigação desenvolvidos pelos formandos, e o seu comentário e debate promovido pelos pares e pelo director do Seminário (formador).
A concluir, cada um dos participantes deve apresentar ensaio escrito sobre os estudos realizados ou relatório científico da investigação produzida durante o Seminário.
O Seminário, como forma autónoma de formação contínua, não deverá ultrapassar 3 horas semanais, distribuídas ao longo de 12 a 20 semanas.
5. Acreditação
A acreditação das acções propostas na modalidade de Seminário só será acreditada mediante as seguintes condições:
a) Satisfazer a caracterização descrita em 1;
b) Respeitar os requisitos estabelecidos no artigo 30º do RJFCP;
c) Situar-se nos referenciais de duração previstos;
d) Apresentar um número de 7 a 15 participantes;
e) Ter um director de Seminário (formador) que satisfaça as condições das alíneas a), b), c) ou d) do nº 1, ou o nº 3, do artigo 31º do RJFCP;
f) Delimitar as faltas dos participantes ao máximo de um terço das horas do Seminário.
6. Creditação
6.1 Uma acção na modalidade Seminário, quando acreditada, será imediatamente creditada, a título provisório, pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua.
O número de créditos a atribuir decorre da aplicação directa do disposto no nº 1 do artigo 14º do Regime RJFCP.
6.2 A conversão da creditação provisória em definitiva será feita, relativamente a cada formando, pelos Centros e Instituições de Formação, com base em parecer do director do Seminário, que procederá à avaliação dos trabalhos, depois de submetidos a discussão dos respectivos formandos.
6.3 A creditação definitiva, relativamente a cada formando, oscilará entre 50% e 100% da creditação provisória original ( cf. Carta – Circular 1-2008 – Creditação de Acções de Formação).
6.4 Os Centros e Instituições de Formação darão conhecimento, no prazo de 120 dias após terminada a acção, da creditação atribuída, em definitivo, aos formandos e, bem assim, da avaliação por estes realizada sobre a adequação do Seminário aos objectivos propostos e a utilidade para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

References: Artigo 11
 artigo 4
 artigo 6
 artigo 6
 artigo 30
 artigo 31
 artigo 14