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Timestamp: 2018-02-24 02:07:15+00:00

Document:
Illan Nogueira Sales
RG Nº. (I.F.P.) 211.369.87 - 1
Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) - processo em 2009
Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) - processo em 2008
Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06) E Aumento de Pena Por Tráfico Ilícito de Drogas (Art. 40 - Lei 11.343/2006), IV - processo em 2010
Gerente Geral da Favela do Mandela
Mangueirinha, Juramento, Mandela, Jacarezinho, Chatuba
Prisão realizada por Policia Federal e Gaeco - 04/04/2014
- A Polícia Federal, em ação conjunta com o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) do Ministério Público Estadual, acaba de efetuar nesta sexta-feira, 04/04, no Rio de Janeiro, a prisão do traficante conhecido como ‘Capoeira’, de Manguinhos. Com o preso, foram apreendidos armamentos de diversos calibres e drogas.
Integrante da facção Comando Vermelho, Illan Nogueira de Sales o Capoeira faz parte do tráfico de drogas, que comandou os morros do Sereno, Fé e Caixa D’Água, no complexo da Penha. Ele faz parte do grupo de dez traficantes, acusados de participar do resgate de Diogo de Souza Feitoza, o DG, de 29 anos, da 25ª DP (Engenho Novo), no dia 04 de julho de 2012.
Capoeira é apontado pelas investigações da polícia como braço-direito de Fabiano Atanásio da Silva, o FB, preso em 2011. Ele participou do grupo que, em Agosto de 2008, seqüestrou três chineses e um diplomata vietnamita nas Paineiras. “Capoeira” também participou de vários roubos junto a “Di Gato”, morto pela policia, e ter matado o Sargento Joaquim Chaves, do 13º BPM (Praça Tiradentes), na Praça Cruz Vermelha.
Participou também do ataque a policias da DRFA em novembro de 2008 em Benfica. Participou da invasão no Morro dos Macacos, em Outubro de 2009, junto com traficantes do CV, onde derrubaram um helicóptero da polícia. A Fênix 3 sobrevoava a região quando foi alvejada por bandidos, que estavam escondidos em uma mata. Foi então que a aeronave começou a pegar fogo e sofreu a queda. No local, três policiais morreram carbonizados.
Segundo a polícia, três traficantes que tiveram participação direta nos disparos contra o helicóptero tiveram a prisão preventiva solicitada pela Justiça. São eles: Tássio Fernando Faustio, conhecido como Branquinho (preso), Ilan Nogueira Sales, e Ricardo Adão Amorim, o "Barata". Ele assumiu a autoria dos disparos, e teria feito a revelação durante um churrasco organizado pela quadrilha dentro da Favela da Chatuba. Na invasão ao Morro dos Macacos, 13 pessoas foram mortas e oito ônibus foram incendiados em diversos pontos da cidade, para desviar a atenção das autoridades e garantir a fuga dos chefes do tráfico. Possui dois mandados de prisão.
Pelo Sistema de Cadastramento de Mandado de Prisão – Polinter – constam contra Ilan Nogueira Soares, 5 ( Cinco) mandados de prisão, expedidos pelas seguintes Varas Criminais: 33ª Vara Criminal da Capital – expedição em 28/05/2010; 33ª Vara Criminal da Capital – expedição em 22/05/2010; 25ª Vara Criminal da Capital - 31/07/2009 – 32ª Vara Criminal da Capital – 09/12/2008 – 25ª Vara Criminal da Capital – 02/12/2008 – Inquérito 17442/DRFA.
No Sistema de Identificação Criminal, há 4 (quatro) anotações criminais, sendo elas: Delegacia de Combate as Drogas – 2007 – artigo 35 da Lei 11343/06 – 32ª Vara Criminal da Capital; 22ª DP – 22/12/2007 – artigo 14 da Lei 10826/03 e artigo 180 do CP – 38ª DP – 14/11/2008 – artigo 35 da Lei 11343/06 – 25ª Vara Criminal da Capital; 21ª DP – 14/01/2008 – artigo 33 e 35 C/C artigo 40 , III e IV ambos da Lei 11343/06.
Consta no Sistema de Identificação Penitenciária, que Illan Nogueira Sales, ingressou no sistema carcerário em 28/12/2007, indo cumprir pena na Cadeia Pública Paulo Roberto Rocha – SEAPPR -, saindo em liberdade em 09/01/2008.
No Sistema de Cadastramento de Ocorrências Criminais, constam 5 (cinco) procedimentos, sendo eles: DRFA – 2008 – Dano ao Patrimônio Público; 38ª DP – 2008 – Associação para o Tráfico de Drogas – Lei 11343/06; DRFA - 2008 - Associação para o Tráfico de Drogas – Lei 11343/06; DRFA – 2008 – Homicídio (Tentativa); 22ª DP – 2007 – Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido.
Processo nº:	0241165-94.2007.8.19.0001 (2007.001.235584-0)
Tipo do Movimento:	Despacho – Mandado de Prisão
Descrição:	1)	Requisitem-se os denunciados, para apresentarem defesa preliminar, nos moldes do artigo 55 da Lei nº 11.343/06. Na mesma oportunidade deverão ser indagados se desejam ser assistidos pela Defensoria Públi-ca. Caso positivo, encaminhem-se os acusados para entrevista com o ilustre Defensor Público. 2) Requer o Ministério Público a prisão preventiva dos acusados. Assiste razão ao douto órgão ministerial, no que tange à necessidade da custódia cautelar dos acusados. Com efeito, aos acusados é imputada a conduta delituo-sa de associação para fins de tráfico de entorpecentes, em estruturada organização criminosa, sendo certo que a soltura dos réus, nesta fase limiar da instrução probatória comprometerá a garantia da ordem pública e da instrução criminal. Isso porque, em se atentando para a grande extensão das atividades da organização criminosa, tem-se que restará invaria-velmente prejudicada a isenta colheita de provas, com possibilidade de continuidade da traficância em diversos pontos desta cidade e talvez em outros estados. Note-se que o substrato probatório, ao menos por ora, aponta no sentido dos fatos indicados na exordial acusatória. A estabilidade e a permanência da associação são indi-cativos de que, nesta fase processual, a segregação cautelar é reco-mendável, tanto para a garantia da ordem pública, quanto para a aplica-ção da lei penal, consubstanciando o periculum libertatis. Por fim, dada a grande extensão das atividades da orga-nização criminosa, tem-se que restará invariavelmente prejudicada a i-senta colheita de provas, caso estes denunciados permaneçam em li-berdade. O fumus delicti comissi é colorário lógico dos indícios su-ficientes da autoria e da prova da materialidade delitiva encontrada nas peças de informação que acompanham a denúncia. Posto isso, defiro o requerimento do Ministério Público e DECRETO A PRISÃO PREVENTIVA de (1) ILAN NOGUEIRA SALES (vulgo CAPOEIRA -se as diligências requeridas pelo douto órgão ministerial, expedindo-se, inclusive, MBA das FACs e dos laudos indicados na quo-ta que acompanha a exordial. 4) AFASTO O SEGREDO DE JUSTIÇA, cuja manutenção estava adstrita ao Inquérito Policial. P. Intimem-se. Dê-se ciência às partes. Rio de Janeiro, 09 de dezembro de 2008.
2)	09/12/2008
Processo nº:	0377895-78.2008.8.19.0001 (2008.001.376040-8)
Descrição:	Réu preso EDITAL DE CITAÇÃO (Com o prazo de 15 dias) O MM. Juiz de Direito, Dr. Guilherme Schilling Pollo Duarte - Juiz em Exercício do Cartório da 25ª Vara Criminal da Comarca da Capital, Estado do Rio de Janeiro, FAZ SABER que o Promotor de Justiça Titular deste juízo, denunciou o nacional Ilan Nogueira Sales - Alcunha: Capoeira - Nacionalidade Brasileira - Naturalidade: Rio de Janeiro - RJ - Estado Civil: Solteiro - Data de Nascimento: 25/09/1986 Idade: 23 - Filiação: Pai - Jose Airton Vieira Salles Mãe - Maria de Fatima Soares Nogueira - RG: 21.136.987-1 Emissor: IFP - Endereço não informado, acusado nos autos de nº 0377895-78.2008.8.19.0001 (2008.001.376040-8), oriundo do Inquérito, nº 06533/08 de 18/11/2008, da 38ª Delegacia Policial, como incurso no Procedimento Especial da Lei Antitóxicos - Criminal (Lei 11.343/06) - Associação para a Produção e Tráfico e Condutas Afins (Art. 35 - Lei 11.343/06), . Como não tenha sido possível citá-lo pessoalmente, por se encontrar em local incerto e não sabido, pelo presente edital, CITA O ACUSADO PARA, EM 10 (DEZ) DIAS, OFERECER DEFESA ESCRITA (ART. 396, CPP), POR ADVOGADO QUE VENHA CONSTITUIR, FICANDO CIENTE QUE NÃO APRESENTADA A DEFESA NO PRAZO, NÃO CONSTITUÍDO ADVOGADO, SERÁ NOMEADO DEFENSOR PÚBLICO PARA OFERECÊ-LA E PARA PATROCINAR SEUS INTERESSES PROCESSUAIS (§ 2º DO ART. 396-A, CPP). O processo seguirá sem a presença do(a) acusado(a) que citado(a), deixar de comparecer sem motivos justificados, sendo-lhe decretada a revelia, na forma do art. 367 do CPP. E para que chegue ao conhecimento de todos e do referido acusado, foi expedido o presente edital. Rio de Janeiro, 15 de março de 2010. Eu, Neusa Maria Coelho Corredeira - Escrivão - Matr. 01/5825, o subscrevo. Guilherme Schilling Pollo Duarte - Juiz em Exercício
(Atualizado em 04/07/2012)

References: artigo 35
 artigo 14
 artigo 180
 artigo 35
 artigo 33
 artigo 40
 artigo 55