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Timestamp: 2017-04-27 20:40:41+00:00

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EDUCANDO NA AÇÃO: Abril 2012
Vale-coxinha do servidor estadual sobe para R$ 8
Após 12 anos congelado, o valor do vale-refeição dos servidores passará de R$ 4 para R$ 8. O anúncio foi feito ontem pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Apelidado de vale-coxinha pelos servidores, o novo valor do auxílio começará a valer a partir de 1º de maio. De acordo com o governo do Estado, o aumento irá beneficiar 381 mil servidores que recebem salário de até R$ 2.600. Serão 170 mil funcionários da Educação, 72 mil da Segurança e mais 64 mil da Saúde. Os demais funcionários públicos são da administração pública. Postado por
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sexta-feira, 27 de abril de 2012 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 122 (80) – 18/19 Resolução SE 46, de 25-4-2012 Dispõe sobre formação em serviço do Professor Educação Básica I, e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, considerando a significativa melhora do rendimento escolar alcançada pelos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental no SARESP/2011, especificamente quanto à aquisição das competências leitora e escritora, resultante da eficácia da implementação do Programa Ler e Escrever; a importância que o desenvolvimento de ações articuladas, de formação em serviço e de acompanhamento da prática docente, representa para a equipe escolar, na elaboração do plano de ação; a diversidade das condições de exequibilidade dessas ações nas escolas, que continuam a reivindicar ampliação da reorganização dos tempos e espaços escolares de forma a assegurar, com a eficácia desejada, na continuidade do Programa Ler e Escrever, a aprendizagem dos demais conceitos e conhecimentos relativos às disciplinas que integram o currículo do ensino fundamental, em especial à Matemática; resolve: Artigo 1º - Os docentes regentes de classe do segmento de 1º a 5º anos do ensino fundamental, interessados em ampliar sua formação profissional, com aprofundamento de conhecimentos, poderão, opcionalmente, a partir do corrente ano, fazer jus a mais 2 (duas) horas semanais de trabalho, para participar de ações e reuniões voltadas à melhoria da prática docente, previstas pelo Programa Ler e Escrever, com especial ênfase ao ensino da Matemática. Parágrafo único – As 2 (duas) horas semanais, a serem acrescidas à carga horária total atribuída ao Professor Educação Básica I, deverão ser cumpridas na unidade escolar, em horas de trabalho docente, consecutivas, que serão remuneradas a título de horas de trabalho pedagógico.
Artigo 2º - As atividades de aprofundamento de conhecimentos, desenvolvidas nas 2 (duas) horas semanais de trabalho, a que se refere o artigo anterior, deverão: I - integrar, obrigatoriamente, o plano de ação elaborado pela unidade escolar, como atividades destinadas ao trabalho de planejamento e formação em serviço, a serem explicitadas em documento específico, indicativo dos conteúdos, procedimentos metodológicos, estratégias e recursos selecionados, bem como do horário de desenvolvimento e da natureza dos instrumentos de acompanhamento e monitoramento dos resultados alcançados pelos professores em sua rotina docente; II – ser atribuídas ao professor interessado em participar dessas atividades e que apresente condições de cumprir as normas estabelecidas. Parágrafo único – As 2 (duas) horas semanais, de que trata esta resolução, são devidas, exclusivamente, ao regente em exercício da respectiva classe, sendo que o pagamento correspondente dar-se-á mediante o efetivo cumprimento dessas horas, não podendo ser estendido a casos de ausências ou afastamentos a qualquer título. Artigo 3º - Orientações específicas, destinadas ao desenvolvimento das atividades de aprofundamento de conhecimentos, com ênfase ao ensino da Matemática, serão objeto de normas complementares, a serem expedidas pela Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB. Artigo 4º - Fica acrescentado ao artigo 1º da Resolução SE 86, de 19-12-2007, o inciso III com a seguinte redação: Artigo 1º - “III – na continuidade, a partir do ano de 2012, assegurar a eficácia da aprendizagem dos conteúdos programáticos das demais disciplinas integrantes do currículo do ensino fundamental, em especial os da Matemática.” (NR) Artigo 5º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial os artigos 2º, 3º e 4º da Resolução SE 86, de 19-12-2007.
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26/04/2012 - A Secretaria Municipal de Educação publicou no Diário Oficial da Cidade desta quinta-feira convocações de docentes e gestores. Foram convocados 98 professores de educação infantil, 40 de educação infantil e ensino fundamental I, 89 de ensino fundamental II e médio (um de Espanhol, seis de Biologia, 38 de Português e 44 de Educação Física), 21 coordenadores pedagógicos e três diretores de escola. A escolha de vagas para o provimento dos cargos, para todas as convocações, será realizada no dia 16 DE MAIO, conforme os seguintes cronogramas publicados nas páginas 77 e 78 do DOC de 26 de abril de 2012: CONVOCAÇÃO Nº 14 – DIRETORES E PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO: DIRETOR DE ESCOLA HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 17h 348 a 350 PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO – BIOLOGIA HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 17h15 15 a 20 Retardatários da escolha, das 17h30 até 18h CONVOCAÇÃO Nº 15 – PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO: PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO - EDUCAÇÃO FÍSICA HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 13h 225 a 268 PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO – PORTUGUÊS HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 14h 343 a 380 15h 381 a 418 PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO – ESPANHOL HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 16h 18º COORDENADOR PEDAGÓGICO HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 16h 298 a 318 Retardatários da escolha, das 16h30 até 17h CONVOCAÇÃO Nº 16 – PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL E PROFESSOR D EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL I PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL I HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 8h 5370 a 5409 PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL HORÁRIO CLASSIFICAÇÃO 9h 2412 a 2450 10h 2451 a 2490 11h 2491 a 2509 Retardatários da escolha, das 11h30 às 12h Observação: o não comparecimento dos candidatos convocados às sessões de escolha acarretará a imediata disponibilização das vagas para chamadas subsequentes de outros candidatos aprovados. Postado por
Fonte: 21/04/2012 Rafael Italiani e Thâmara Kaoru do Agora A Secretaria de Estado da Educação irá convocar, na segunda quinzena de maio, 9.000 professores de educação básica (PEB 2). A informação é do governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Serão convocados os educadores aprovados no concurso de março de 2010. Eles precisarão passar pela escola de formação, que tem duração de quatro meses. Caso consiga a pontuação necessária na prova final, o educador poderá dar aulas. Segundo o governador, os professores devem iniciar a escola de formação no segundo semestre e começar a dar aula no ano que vem. Postado por
DECRETO Nº 57.986, DE 19 DE ABRIL DE 2012 Coloca à disposição da Justiça Eleitoral servidores e dependências dos estabelecimentos da Rede Estadual de Ensino, com vistas ao pleito de 7 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 28 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e em atenção ao disposto no Código Eleitoral, Lei federal nº 4.737, de 15 de julho de 1965, Decreta: Artigo 1º - As dependências de prédios dos estabelecimentos de ensino requisitados pelos Juízes Eleitorais, nos termos do § 2º do artigo 135 do Código Eleitoral, para a instalação de Mesas Receptoras de Votos e Mesas Receptoras deJustificativas, no pleito de 7 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 28 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver, deverão estar à disposição das autoridades requisitantes a partir das 8 (oito) horas dos dias 5 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 26 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver, com observância do seguinte cronograma: I - dias 5 e 6 de outubro de 2012, sexta-feira e sábado, em primeiro turno, e dias 26 e 27 de outubro de 2012, sexta-feira e sábado, em segundo turno, se houver, para montagem das seções, orientação e treinamento do pessoal das escolas para o dia do pleito, recepção das urnas e vistoria dos prédios; II - dia 7 de outubro de 2012, domingo, em primeiro turno, e dia 28 de outubro de 2012, domingo, em segundo turno, se houver, emprego do pessoal das escolas na tarefa de orientação e fluxo dos eleitores no interior do prédio. Parágrafo único - O pessoal aludido no inciso II deste artigo deverá ser distribuído em turnos, a partir das 7 (sete) horas, a fim de que a prestação de orientação ao público não sofra interrupções, assegurado o dever de votar na respectiva seção. Artigo 2º - Os servidores administrativos, docentes e Diretores de Escolas dos estabelecimentos de ensino requisitados ficam obrigados a comparecer ao serviço nos dias 5 e 6 de outubro de 2012, sexta-feira e sábado, em primeiro turno, assim como nos dias 26 e 27 de outubro de 2012, sexta-feira e sábado, em segundo turno, se houver, às 8 (oito) horas, para montagem e preparação das seções eleitorais e mesas receptoras de justificativas, localização das cabinas, colocação de cartazes indicativos e outras providências, de acordo com a orientação previamente recebida da Justiça Eleitoral, quando da entrega do material próprio e recepção das urnas. Parágrafo único - Os servidores e os Diretores deverão aguardar, nos dias 6 de outubro de 2012, sábado, em primeiro turno, e 27 de outubro de 2012, sábado, em segundo turno, se houver, a vistoria a ser feita no prédio por funcionários designados pelo Juiz Eleitoral. Artigo 3º - Cabe ao Diretor do estabelecimento de ensino requisitado: I - responsabilizar-se, pessoalmente, pelo recebimento do material e das urnas que lhe serão entregues, medianterecibo, bem como pela respectiva guarda, a partir das 8 (oito) horas dos dias 6 de outubro de 2012, sábado, em primeiro turno, e 27 de outubro de 2012, sábado, em segundo turno, se houver; II - providenciar a entrega, aos membros das mesas receptoras de votos e das mesas receptoras de justificativas, do material e respectiva urna a eles destinados; III - adotar providências para que, nos dias 7 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 28 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver, o prédio esteja à disposição da Justiça Eleitoral para votação, a partir das 6 (seis) horas, bem como cuidar de seu fechamento, quando do encerramento dos trabalhos; IV - dar ciência dos termos deste decreto a cada servidor convocado. Artigo 4º - Aos servidores que, nos termos deste decreto, prestarem serviços à Justiça Eleitoral nos dias 5, 6 e 7 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 26, 27 e 28 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver, fica assegurado um dia correspondente de dispensa de ponto a cada 7 (sete)horas trabalhadas, para gozo até 31 de dezembro de 2013, a ser usufruído mediante autorização de seu superior imediato e atendida a conveniência do serviço. Artigo 5º - Os Dirigentes Regionais de Ensino, Supervisores de Ensino e demais autoridades escolares deverão prestar a mais ampla colaboração à Justiça Eleitoral, providenciando, se for o caso, remanejamento de pessoal. Artigo 6º - A inobservância das determinações previstas neste decreto sujeitará os infratores às medidas disciplinares cabíveis. Artigo 7º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
convocação eleição,
folga eleição,
trabalho eleição
Fica instituído, no âmbito da Secretaria da Educação, o Programa Residência Educacional destinado a alunos matriculados em instituições de ensino superior, e que estejam efetivamente frequentando os respectivos cursos de Licenciatura, com a finalidade de propiciar lhes condições de atuação nas unidades escolares da rede estadual de ensino, em regime de estágio obrigatório, para colaborar no desenvolvimento do currículo e tendo como objetivo o aprimoramento de sua formação como educadores. Postado por
Em 2011, o percentual de alunos egressos da rede pública era 25% O percentual de alunos da rede pública de ensino que ingressaram na USP (Universidade de São Paulo) chegou a 28% neste ano, de acordo os dados do Inclusp (Programa de Inclusão Social da instituição), divulgados nesta sexta-feira. O número, que corresponde a 3.038 vagas. Em 2011, o percentual de alunos egressos da rede pública era 25%. Os cursos com o maior percentual de alunos vindos do ensino público foram: farmácia-bioquímica (45,3%), letras (42,8%), pedagogia (40%), jornalismo (39%) e ciências sociais (34,5%). Todos os cursos, entretanto, tiveram matrículas de alunos oriundos do ensino público.
O Inclusp estabelece um Pasusp (Programa de Avaliação Seriada) além de um sistema de bônus para os estudantes da rede pública. Entre os alunos de escola pública que entraram na universidade, 31,9% declararam que a mãe tinha ensino médio completo e 25,2% nível universitário completo. Na média da USP, 21,6% das mães têm ensino médio completo e 48% nível universitário completo. Postado por
alunos de escola pública na usp,
usp e escola pública
Função gratificada de Professor Coordenador - SEE SP
Quando a gente pensa que não pode ficar píor, eis que surgem as patacoadas educacionais. Agora que o PCP via perder ainda mais credibilidade. Já faltava preparo mesmo quando tinha a prova, agora que não, segura... qualidade??? continuara do mesmo jeito ou ainda pior. Vamos esperar. E ver para crer.
Resolução SE - 88, de 19-12-2007 alterada pela Resolução SE 53 de 26/06/2010 pela Resolução SE 8 de 15/02/2011 e pela Resolução SE 42 de 10/04/2012
A Secretária da Educação, considerando que a coordenação pedagógica se constitui em um dos pilares estruturais da atual política de melhoria da qualidade de ensino e que os Professores Coordenadores atuam como gestores implementadores dessa política com objetivos de: - ampliar o domínio dos conhecimentos e saberes dos alunos, elevando o nível de desempenho escolar evidenciado pelos instrumentos de avaliação externa e interna; - intervir na prática docente, incentivando os docentes a diversificarem as oportunidades de aprendizagem, visando à superação das dificuldades detectadas junto aos alunos; - promover o aperfeiçoamento e o desenvolvimento profissional dos professores designados, com vistas à eficácia e melhoria de seu trabalho resolve: Art.1º - A coordenação pedagógica, nas unidades escolares e oficinas pedagógicas, a partir de 2008, será exercida por Professores Coordenadores, na seguinte conformidade: I - Professor Coordenador para o segmento de 1ª a 4ª série do ensino fundamental; II - Professor Coordenador para o segmento de 5ª a 8ª série do ensino fundamental; III - Professor Coordenador para o ensino médio. § 1º - Nas unidades escolares a coordenação pedagógica será compartilhada com o Diretor da Escola e com o Supervisor de Ensino. § 2º - Serão organizadas Oficinas Pedagógicas em órgãos que atuam especificamente na área de coordenação pedagógica da Secretaria da Educação. Art. 2º - O docente indicado para o exercício da função de Professor Coordenador terá como atribuições: I - acompanhar e avaliar o ensino e o processo de aprendizagem, bem como os resultados do desempenho dos alunos; II - atuar no sentido de tornar as ações de coordenação pedagógica espaço coletivo de construção permanente da prática docente; III - assumir o trabalho de formação continuada, a partir do diagnóstico dos saberes dos professores para garantir situações de estudo e de reflexão sobre a prática pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional; IV - assegurar a participação ativa de todos os professores do segmento/nível objeto da coordenação, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador; V - organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e de aprendizagem; VI - conhecer os recentes referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e aprendizagem, para orientar os professores; VII - divulgar práticas inovadoras, incentivando o uso dos recursos tecnológicos disponíveis. Art. 3º - A carga horária a ser cumprida pelo docente para o exercício da função de Professor Coordenador será de 40 (quarenta) horas semanais. Artigo 4º - São requisitos de habilitação para o docente exercer as atribuições de Professor Coordenador: I – ser portador de diploma de licenciatura plena; II – contar, no mínimo, com 3 anos de experiência docente na rede pública de ensino do Estado de São Paulo; III – ser efetivo ou ocupante de função-atividade abrangido pelo § 2º, do artigo 2º, da Lei Complementar 1.010, de 1º.6.2007, na unidade escolar em que pretende ser Professor Coordenador; § 1º - A experiência docente, de que trata o inciso II deste artigo, deverá incluir, preferencialmente, docência nas séries/ anos do segmento/nível de ensino da Educação Básica referente ao posto de trabalho pretendido. § 2º - Na inexistência de candidato que atenda a qualquer um dos requisitos previstos no inciso III deste artigo, poderá ser designado, para o posto de trabalho de Professor Coordenador, docente efetivo ou docente ocupante de função-atividade abrangido pelo § 2º, do artigo 2º, da Lei Complementar 1.010/2007, de outra unidade escolar da mesma Diretoria de Ensino. § 3º - Poderá ser designado Professor Coordenador o docente efetivo que se encontre na condição de adido ou o docente ocupante de função-atividade abrangido pelo § 2º, do artigo 2º, da Lei Complementar 1.010/2007, mesmo que se encontre sem aulas atribuídas, cumprindo apenas horas de permanência na unidade escolar, desde que tenha sido aprovado no processo seletivo simplificado, previsto pela Lei Complementar 1.093, de 16.7.2009. § 4º - O docente efetivo ou docente ocupante de função atividade abrangido pelo § 2º do artigo 2º da Lei Complementar 1.010, de 1º.6.2007, que pretende ser Professor Coordenador da Oficina Pedagógica deverá estar classificado ou ter sede de controle de frequência em unidade escolar da mesma Diretoria de Ensino em que irá atuar. § 5º - Na inexistência de docente que atenda ao requisito previsto no parágrafo anterior, poderá ser designado, para o posto de trabalho de Professor Coordenador da Oficina Pedagógica, docente efetivo ou docente ocupante de função-atividade abrangido pelo § 2º do artigo 2º da L.C. 1.010/2007 que seja classificado, ou tenha sede de controle de frequência em unidade escolar de qualquer das Diretorias de Ensino pertencentes a mesma Coordenadoria de Ensino.” (NR) “Artigo 5º - A designação para o posto de trabalho de Professor Coordenador, na unidade escolar, dar-se-á por ato do Diretor de Escola e no Núcleo Pedagógico das Diretorias de Ensino, por ato do Dirigente Regional, em ambos os casos, devidamente publicado no Diário Oficial do Estado.” (NR). Artigo 6º - Revogado Artigo 7º - Revogado “Artigo 8º - O Professor Coordenador não poderá ser substituído e terá a designação cessada, em qualquer uma das seguintes situações: I – a seu pedido, mediante solicitação por escrito; II - se removido para unidade escolar de outra Diretoria de Ensino; III - a critério da administração, em decorrência de: a) não corresponder às atribuições do posto de trabalho; b) entrar em afastamento, a qualquer título, por período superior a 45 (quarenta e cinco) dias; c) a unidade escolar deixar de comportar o posto de trabalho. § 1º - Na hipótese de o Professor Coordenador não corresponder às atribuições relativas ao posto de trabalho, a cessação da designação dar-se-á, no caso de unidade escolar, por decisão conjunta entre a equipe gestora e o Supervisor de Ensino da unidade, e no caso do Núcleo Pedagógico, pelo Dirigente Regional de Ensino, devendo, em ambos os casos, a cessação ser justificada e registrada em ata. § 2º - O docente que tiver sua designação cessada, em qualquer uma das situações previstas no inciso I e nas alíneas “a” e “b” do inciso III deste artigo, poderá ser novamente designado somente no ano letivo subsequente ao da cessação. § 3º - Exclui-se da restrição a que se refere o parágrafo anterior, o docente cuja designação tenha sido cessada em uma das seguintes situações: 1 - em virtude da concessão de licença-gestante ou licença adoção; 2 - em decorrência de provimento de cargo docente na rede estadual de ensino.” (NR) Art. 9º - A recondução do Professor Coordenador, para o ano seguinte, dar-se-á após a avaliação de seu desempenho, a ser realizado no mês de dezembro, pela Direção da unidade escolar e Supervisor de Ensino da escola, no caso de unidade escolar e do dirigente do órgão, no caso de oficinas pedagógicas. Parágrafo único - A recondução de que trata o caput deste artigo será registrada em ata, justificada pela comprovação do pleno cumprimento das atribuições de Professor Coordenador. Art 11 - Revogado Art. 10 - O exercício das atribuições de posto de trabalho de Professor Coordenador por docente que se encontre na condição de readaptado, dependerá de manifestação prévia da C.A.A.S. da Secretaria de Estado da Saúde. Art. 12 - O critério para definir a quantidade de Professores Coordenadores em unidades escolares e oficinas pedagógicas será objeto de resoluções próprias. Art. 13 - Os atuais Professores Coordenadores terão suas designações cessadas: I - em 01.07.2008 os Professores Coordenadores que atuam em escolas estaduais que mantêm exclusivamente classes de 1ª a 4ª série do ensino fundamental; II – em 31.01.2008 para todos os demais. Art.14 - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, surtindo efeitos a partir de 01/02/2008, quando ficarão revogadas as Resoluções SE 66/2006 e 78/2006 e demais disposições em contrário. Postado por
legislação de professor coordenador,
PCNP,
Uma empresa de informática, precisa de dinheiro fácil. Monta um programas simples para a educação e pronto. Vai ganhar muito dinheiro, assim funciona a PPP. Assim a SEE SP cria a Aula Interativa. Percebam que a demanda a necessidade pela aulas de informática não partiu da SEE SP e sim da empresa de informática que quer vender um produto. Ou seja, vão formatar programas para atender uma rede com mais de 5 milhões de alunos. Mais um programa que generaliza e nesse caso não vem com essa palhaçada de argumentar que as escolas e os professores podem adaptar, porque com programas prontos isso torna-se impossível. Com isso dinheiro jogado no lixo. Porque quando as demandas forem diferentes dos programas, os mesmos não serão usados. Simples. Não precisa ser gênio. Quem ganha com isso: o aluno? claro que não. Mas a empresa de informática e sabe lá Deus quem mais em um país que a corrupção esta presente em todos os lugares, é algo quase que institucionalizado. Será que não é mais fácil valorizar e capacitar de fato para o que já existe. Não precisamos inventar a roda novamente. Precisamos sim de vergonha na cara, para que enxerguem a educação paulista de fato como ela é e não como os gestores pensam que é. Discurso temos quase todos os dias, precisamos de prática, de ação. Não visitem polos, visitem as escolas nas periferias, no meio das comunidades, onde o toque de recolher existe, onde os alunos consomem drogas no meio da escola, onde os professores são ameaçados quase que diariamente, isso quando não apanham. Isso sim é sério e real. Mas com certeza vão dizer "é algo pontual", pois tudo na SEE SP é pontual. Os poderosos mandam, os dirigentes obedecem e impoem na cadeia pedagógica: supervisor, diretor, vice, coordenador, professor.... e assim a humanidade caminha para onde? não sei, talvez para o precipício. Fonte: Folha de São Paulo - Fábio Takahashi - 05/04/2012
O governo de São Paulo decidiu que uma empresa será a responsável por instalar equipamentos de tecnologia nas escolas, treinar professores para as atividades e até desenvolver conteúdos digitais para as aulas. Segundo as regras anunciadas ontem pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB), 40% das aulas passarão a ser dadas com esses conteúdos. Haverá, por exemplo, vídeos de cinco minutos para a explicação de conceitos e jogos para fixação de conteúdo. O projeto abrange todas as disciplinas dos colégios estaduais de 5º ao 9º ano dos ensinos fundamental e médio. O investimento previsto pelo governo é de R$ 5,5 bilhões, em dez anos. O valor é cinco vezes maior do que o reservado para este ano para reformas nas escolas. A empresa ainda será escolhida. Segundo a Secretaria da Educação, o governo vai analisar critérios técnicos. A pasta prevê que em 2013 comece a instalação de lousas digitais (sensíveis ao toque e conectadas à internet). Depois, serão distribuídos "dispositivos móveis" (como notebooks ou tablets). Com a utilização de conteúdos digitais, hoje escassos na rede, o governo visa melhorar seu ensino -que apresentou pouca melhora no ensino fundamental e recuo no ensino médio, segundo o Idesp (avaliação do Estado). Os conteúdos deverão seguir o currículo da rede, disse a Secretaria da Educação. Pesquisas nacionais e internacionais que abordaram o uso de tecnologia na educação não detectaram melhora no rendimento dos alunos. Uma das hipóteses é a de que o conteúdo e a formação dos professores eram inadequados -por isso, o aluno se distraía com a tecnologia. De acordo com o governo, o projeto vai melhorar o interesse dos alunos e a qualidade das aulas. A decisão ocorre em meio a uma crise. Nos últimos meses, o governo chegou a chamar até docentes reprovados no teste de admissão. Presidente da Apeoesp (sindicato docente), Maria Izabel Noronha diz ser favorável à incorporação da tecnologia nas escolas. Porém, ela critica o fato de uma empresa ser responsáveis pelos conteúdos. "É uma invasão", disse. A presidente do sindicato também crítica a política do governo. "Não tem recursos para nossa valorização, mas tem para essa parceria privada? Parece até que querem cobrir a falta de professores com esses conteúdos." A Secretaria da Educação diz que terá de aprovar os conteúdos e que já há política de valorização aos docentes. Para educadores, tecnologia deve ser usada com cautela Pesquisadores consultados pela reportagem afirmaram ser favoráveis à introdução de tecnologia nas escolas estaduais. Disseram, porém, que o projeto do governo tem problemas. "Muita gente diz que a escola mantém práticas defasadas. O projeto pode ser interessante, até porque os índices de qualidade estão ruins", disse a professora do curso de pedagogia Angela Soligo, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Por outro lado, ela vê como problema o fato de empresas criarem conteúdos para as aulas. Ele disse que há o risco de a iniciativa privada passar suas ideias e conceitos aos estudantes. "Mesmo que sutil, é privatização de uma obrigação do Estado." Ela criticou também a fixação de um percentual destinado aos conteúdos digitais. "O professor deve ter liberdade. As turmas são diferentes." Ex-representante da Unesco (braço de educação da ONU) no Brasil, Jorge Werthein, disse que "os alunos estão familiarizados com as tecnologias, o que pode aumentar o interesse nas aulas". Ele destaca, porém, "que todas as pesquisas mostram que há dificuldade em converter essa política em qualidade de ensino". CAPACITAÇÃO Para ele, a experiência de países com bons desempenhos mostra que o primordial é investir na formação dos professores. "Não é rejeitar as tecnologias. Deveria haver uma interação melhor entre o que as redes de ensino querem e o que as faculdades oferecem aos seus estudantes", afirma. Em reposta às críticas, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que os conteúdos digitais seguirão seu currículo e que deverão ser aprovados pela própria pasta. Disse ainda que os professores não perdem autonomia com o projeto e que um dos seus pilares é justamente a formação de docentes. PROPOSTA A ideia do projeto apresentado pelo governo, chamado Aula Interativa, foi proposta pela Dell Computadores. A companhia fez uma manifestação de interesse da iniciativa privada, mecanismo previsto na legislação das PPPs (Parcerias Público-Privadas). Nesse dispositivo, cabe ao poder público avaliar a pertinência da proposta -que, neste caso, foi aprovada. Agora, caberá ao Estado definir qual empresa efetivamente implementará o projeto. Postado por
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Fonte: Sinpeem 04/04/2012
Em assembleia geral ocorrida nesta quarta-feira, que reuniu mais de seis mil profissionais de educação da rede municipal de ensino, a categoria decidiu manter a greve iniciada na segunda-feira, dia 02 de abril, e realizar nova assembleia na próxima terça-feira, dia 10. A deliberação pela continuidade da paralisação ocorreu após reunião entre o governo e as entidades representativas dos servidores da educação, na qual as propostas apresentadas pela administração municipal foram consideradas insatisfatórias, posto que não atendem reivindicações importantes para a categoria, como a antecipação dos índices de reajustes previstos para 2013 (10,19%) e 2014 (13,43%), ampliação das tabelas de vencimentos, transformação do agente de apoio em agente escolar, redução do número de alunos por sala de aula ; melhoria urgente do atendimento médico hospitalar, entre outras. PROPOSTAS DO GOVERNO APRESENTADAS ÀS ENTIDADES NÃO AVANÇAM A pauta de reivindicações da categoria, entregue pelo SINPEEM ao governo em fevereiro, é ampla e abrange questões salariais, funcionais e educacionais, contemplando todos os segmentos da categoria. No entanto, em sua contraposta, a administração municipal apresentou apenas quatro itens e uma relação de itens que ainda estão em estudo técnico e de impacto econômico. Alguns destes itens constam, inclusive, dos Protocolos de Negociação de 2010 e de 2011, que não foram atendidos. READAPTADOS: o governo garantiu a publicação, até o dia 09 de abril, de comunicado sobre a regulamentação da aposentadoria especial do magistério para os readaptados e a publicação, em dez dias, dos critérios para a solicitação do benefício. PRÊMIO POR DESEMPENHO EDUCACIONAL: antecipação, em junho, da primeira parcela do PDE nos seguintes valores; R$ 1.200,00 para Jeif, J-30 e J-40; R$ 900,00 para a JBD; e R$ 600,00 para JB. Atendendo à solicitação do SINPEEM, o governo se comprometeu em discutir o fim dos descontos de licenças médias para tratamento da própria saúde e licenças por acidente de trabalho. O SINPEEM solicitou a publicação do Decreto ainda no primeiro semestre; ASSISTENTES DE DIRETOR: criação de 360 cargos para os Centros de Educação Infantil (CEIs). FÉRIAS COLETIVAS EM JANEIRO: o governo disse que o Projeto de Lei do Executivo enviado à Câmara Municipal e publicado no DOC de 04 de abril dispõe sobre o calendário anual de atividades, garantindo o benefício a todos os profissionais de educação, em todas as modalidades de ensino. Disse também que existe a possibilidade de inclusão, na Portaria de organização das escolas, do direito de recesso em julho para os CEIs. PROPOSTAS EM ESTUDO O governo afirmou que estão em estudo a criação de referências para o magistério, a ampliação do módulo das unidades educacionais, a transformação do agente de apoio em agente escolar que exercem função equivalente, a regulamentação da Gratificação por Local de Trabalho, investimento na criação dos Centros de Formação nas Diretorias Regionais de Educação e investimento em cursos de capacitação para os profissionais da rede. Afirmou, ainda, que está concluindo análise técnica e jurídica sobre a possibilidade de pagamento do Abono Complementar aos comissionados. GOVERNO CONDICIONA PROPOSTAS AO FIM DA GREVE Ao final da reunião, o governo condicionou suas propostas ao fim da greve. O presidente, Claudio Fonseca, ressaltou que as negociações não avançaram e que o SINPEEM é uma entidade autônoma e independente e que a decisão sobre a continuidade ou não da greve seria tomada em assembleia pela categoria. Diante desta resposta da administração municipal, a categoria decidiu manter a greve e realizar nova assembleia geral e manifestação na próxima terça-feira, 10 de abril, na Praça do Patriarca, de onde os servidores sairão em passeata até a Câmara Municipal para pressionar os vereadores a aprovarem o Projeto de Lei que garante férias coletivas em janeiro para a educação infantil e inclusão, em Lei, do recesso de julho para os CEIs. Veja a entrevista com o presidente Claudio Fonseca. Até a assembleia, serão mantidos os debates com a comunidade e os profissionais de educação. O Comando de Greve do SINPEEM continuará realizando visitas nas escolas para ampliar a adesão ao movimento, até agora, de 60% das unidades educacionais. TODOS À ASSEMBLEIA GERAL DA CATEGORIA 10 DE ABRIL – ÀS 14 HORAS LOCAL: PRAÇA DO PATRIARCA (em frente à sede da Prefeitura) Postado por
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Alguma coisa de errado tem sim. E muito difícil (para não dizer raro) uma escola tirar 10 no idesp em matemática, pois com esse resultado, todos os alunos sabem tudo de matemática. Ta na cara que houve alguma coisa. Mas será que isso somente aconteceu nessa escola. Mas para resolver; algo muito simples pode ser feito. Porque não aplicar uma nova prova com o mesmo grau de dificuldade. Coloque fiscais e pessoas sérias para aplicar a prova. Com o resultado (que duvido que será igual) faz uma comparação e pronto. Assim ninguém precisa descobrir a roda. Mas pelo o que conheço do sistema. Daqui alguns dias todo mundo esquece e fica por isso mesmo. Assim caminha a humanidade e a vergonha nas escolas públicas paulistas.
Fonte: 04/04/2012 11h07 UOL, em Sorocaba
Um resultado que deveria ser comemorado por pais e alunos se transformou em motivo de polêmica na Escola Estadual Reverendo Augusto da Silva Dourado. A unidade de ensino, que fica em Sorocaba, a 90 quilômetros de São Paulo, obteve 9,3 no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) de 2011, entre as escolas dos anos iniciais do ensino fundamental. O índice vai de 0 a 10. No entanto, pais e alunos acusam a escola de fraudar a avaliação estadual, que é revertida em bônus salarial para professores e funcionários. Segundo os relatos, os estudantes teriam sido ajudados pelos professores durante a aplicação das provas de português e matemática. Alguns pais de alunos ouvidos pela reportagem consideram que o resultado, que coloca a unidade no topo do ranking entre escolas de 1º ao 5º ano, não reflete o nível de aprendizado de seus filhos. “Não adianta nada ver essa nota e os nossos filhos continuarem com dificuldades. Essa não é a realidade”, afirma Alessandra da Silva, mãe de um aluno da Reverendo Augusto da Silva Dourado. Acusação de fraude na prova Os alunos conseguiram nota máxima em matemática e 9,2 em português, o que resultou na média de 9,3. A nota ultrapassa o dobro da média das escolas do 5º ano de São Paulo, que foi de 4,24. Em 2010, a escola sorocabana obteve uma média de 6,07. Durante uma visita ao bairro, que fica na zona industrial da cidade, é fácil ouvir comentários sobre o assunto. A mãe de uma aluna que participou da prova disse que a filha tirou dúvidas com uma professora. “Ela [a aluna] disse que não tinha entendido bem as questões e a professora explicou melhor cada assunto”, afirma Raquel Laminda dos Santos, 30. Ela comentou ainda que o fiscal não teria se incomodado com a presença da professora de classe na sala, durante a avaliação do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). Há relatos, ainda, de que os melhores estudantes teriam respondido mais de uma prova: "Eles terminavam rápido e faziam a prova de quem faltou”, contou uma aluna. Investigação A diretora da Escola Estadual Reverendo Augusto da Silva Dourado, Vicentina de Jesus, nega qualquer tipo de fraude. Ela diz que a unidade de ensino se empenhou para melhorar a colocação no ranking. “As pessoas pensam que só alunos de escolas particulares têm o direito a ensino de qualidade e nós mostramos que não”, afirma categórica. “As professoras apenas aplicaram um simulado antes da prova e nesse dia, sim, ajudaram os alunos”, completa. Por nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que já solicitou à Fundação Vunesp, responsável pela aplicação do Saresp, um relatório sobre as circunstâncias da prova realizada na Escola Estadual Reverendo Augusto da Silva Dourado, em Sorocaba. Com base nos esclarecimentos prestados, a secretaria decidirá quais providências serão tomadas. A secretaria ressalta que o exame não foi aplicado por professoras da própria escola, mas sim por um docente de outra unidade para garantir a idoneidade do Saresp. Com as denúncias, o Ministério Público em Sorocaba decidiu investigar o caso. O promotor Antonio Domingues Farto Neto pretende acionar as promotorias da Infância e da Juventude e Criminal e a Delegacia da Infância e da Juventude. Ele explicou que o fato de haver premiação aos docentes das escolas que conseguem bons resultados caracterizaria um crime de estelionato se for comprovada a ajuda dos professores. Postado por
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Se a grande maioria concordou, essa mãe quer mais chamar a atenção. Apenas 6 pais foram contra, nesse caso sugiro a estes que procurem uma escola em que os filhos podem fazer tudo sem vigilância, segurança. Sei que isso apenas não basta, que é algo paliativo, que o problema e muito maior. Mas não podemos ficar nesse argumento e não agir. A escola precisa tomar algumas decisões e foi correto ao ouvir os pais. Assim toma uma decisão coletiva. Uma pena a mãe ter permitido a exposição de sua filha nos meios de comunicação. Mas já teve seu cincos minutos de fama. Agora espero que essa mãe brigue também para melhores condições de ensino e de aprendizagem. Nesse caso muito mais importante do que querer aparecer para reclamar de uma câmera de segurança na escola. O que me deixa indignado e que essa mãe poderia primeiro ir na secretaria de educação, mas aparecer na TV Globo vale qualquer exposição. Fonte: 03/04/2012 20h12 Suellen Smosinski Do UOL, em São Paulo A pedido dos pais de alunos, a escola municipal Sebastiana Cobra, em São José dos Campos (SP), instalou dezesseis câmeras de segurança pelo prédio, inclusive nos banheiros utilizados pelos estudantes. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, os equipamentos são fixos e voltados para os lavatórios, o que garante a privacidade. Ainda de acordo com o órgão, apenas uma mãe reclamou da ação e teria solicitado a retirada dos equipamentos. O pedido específico das câmeras no banheiro teria sido feito para evitar depredações no espaço, como lixos espalhados pelo chão e entupimento de vasos e pias, e também para coibir intimidações e situações de bullying entre alunos de diferentes idades. “Os alunos se sentem mais seguros com o monitoramento. Antes havia pichações e intimidação dos alunos maiores com os menores”, afirmou a chefe de divisão de ensino fundamental da Secretaria da Educação, Glícia Maria Figueira. Para Cleide Bezerra Soares, 48, mãe de um aluno do 6º ano, as câmeras significam segurança, pois “evitam drogas e evitam brigas”. “Estou ‘passada’ com a mãe que foi fazer essa reclamação. Estamos fazendo um abaixo assinado para não permitir que tirem as câmeras, porque está muito bom assim”, disse Cleide. Ela também afirmou que “seria bom colocarem câmeras dentro das salas de aula para os pais terem acesso às imagens de casa e poderem monitorar as atitudes dos filhos e dos professores”. Heliana Lopes, 38, é mãe de uma aluna do 9º ano e também concorda com o monitoramento: “Essa história das câmeras é uma reivindicação dos pais há muito tempo, não é uma coisa que surgiu agora. A gente optou por essas instalações pela segurança dos nossos filhos e pela manutenção do patrimônio público”. Heliana disse que a aprovação das filmagens foi feita em uma reunião com mais de 350 pais e que todos foram a favor. Segundo ela, há um “pequeno número de pais reclamando agora”, mas eles não teriam participado das discussões. A reportagem do UOL tentou falar com a mãe que seria contra a instalação das câmeras, porém a Secretaria Municipal de Educação da cidade não disponibilizou o contato e um número de telefone encontrado não atendeu durante todo o dia. Invasão de privacidade Para Miriam Abramovay, Coordenadora da Área de Juventude e Políticas Públicas da FLACSO (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), o uso de câmeras e sistemas de monitoramento nas escolas é uma forma de se tirar o foco da discussão sobre a violência e colocá-lo nas medidas repressivas. “É muito mais fácil colocar polícia, câmera e circuito interno, mas não melhora tudo, só piora. Porque não se discute o problema estrutural das más relações, das pessoas se bateram e se xingarem no ambiente estudantil. Agora, colocam câmeras e acham que tudo vai ficar maravilhoso. No começo pode até ser, mas não vai resolver o problema, ele só vai mudar de lugar”, afirmou. Ela ainda destaca que os pais deveriam pensar que essas filmagens são uma invasão da privacidade nas escolas. “As pessoas passam a ser monitoradas todo o tempo e isso não é escola, isso é prisão, é caverna”, disse Miriam. A chefe de divisão da secretaria de educação afirmou que os pais que desaprovam a medida são convidados a dialogar com a comunidade escolar, mas também disse que não está em discussão a retirada dos equipamentos, já que foi uma decisão aprovada pela maioria. Quanto custou Segundo a Secretaria Municipal de Educação o custo para instalar cada câmera foi de R$ 3.600. Quase R$ 58 mil foram gastos na instalação dos 16 equipamentos.
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References: Artigo 1

Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 5
 Artigo 1
 artigo 135
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 7
 Artigo 4
 artigo 2
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