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10 de ago2016
Amarc Brasil no Encontro sobre Software Livre no Equador
Nos dias 1, 2 e 3 de junho ocorreu o II Encontro Rádios Comunitárias e Software Livre, na cidade de Quito no Equador. O evento foi sediado na Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (Flacso) e contou com a participação de radialistas comunitários e livres de diferentes países latinos.
Durante os três dias de evento, foi possível conhecer mais a fundo a experiência de rádios e coletivos que se apropriaram do software livre em seus estúdios. Desde comunidades rurais no interior do México, até a própria rádio da Flacso se apropriaram desta cultura livre de maneira a repensar as questões políticas e de segurança por trás de softwares e serviços comerciais.
O encontro contou com palestras e oficinas que esclareceram sobre o uso dos programas e sistema operacional livres. Ao todo, foram doze oficinas distribuídas nos três dias de evento, que abordaram questões mais técnicas como programação avançada, destinada à operadores de áudio; edição de áudio passando pelo audacity e o profissional ardour; edição de imagem por meio do Gimp e Inkscape; telefonia via internet e comunicação segura. Esses são apenas alguns exemplos do que foi abordado nas oficinas.
Dentre as oficinas, chamou atenção a de comunicação digital e segura, ministrada por Oliver Piper e Jávier Obregón. O encontro mostrou as ameaças constantes às quais estamos expostxs na internet, e a facilidade com que os nossos dados pessoais são pegos por grandes empresas.
Tags : Amarc, Internet, Rádios Comunitárias, segurança, software livre, ultimas
Brasil – segundo lugar na América Latina em assassinatos de jornalistas
Aproveitando a visibilidade das Olimpíadas, a organização internacional Repórteres Sem Fronteiras lançou uma campanha para denunciar o elevado número de assassinatos e agressões contra comunicadores no Brasil. A ideia é sensibilizar a sociedade em geral e pressionar as autoridades para que tomem medidas concretas para garantir a segurança dos profissionais da comunicação.
Entendendo que a AMARC tem um trabalho importante na defesa do direito à comunicação e no combate à violência contra comunicadores, o integrante do escritório para América Latina da Repórteres sem Fronteiras, Artur Romeu, solicitou apoio na divulgação da campanha, que deve publicar, nos próximos dias, um outro comunicado destacando alguns casos de assassinatos emblemáticos de comunicadores que ocorreram de 2012 para cá – foram 22 jornalistas mortos no período.
Entre 2009 e 2014, de acordo com levantamento da organização, 321 jornalistas foram vítimas de violências no Brasil.
Para maiores informações sobre a campanha e para ajudar a divulgar, basta acessar o link: https://rsf.org/es/noticias/rio-2016-rsf-lanca-campanha-algumas-vitorias-nao-merecem-medalhas.
Professoras e professores da Universidade do Estado do Amazonas lançam manifesto contra a cultura do estupro
Aprovado no XVI Encontro Pedagógico do Centro de Estudos Superiores de Tefé CEST/UEA de 2016/2, reproduzimos a Nota Pública de Repúdio a Violência contra Mulher, enviada pelo professor Guilherme Figueiredo, da Universidade do Estado do Amazonas e integrante da Rádio Xibé.
Justiça eu quero, violência não!
Pelo fim da cultura do estupro e de toda forma de violência contra as mulheres!
Nos últimos dias temos acompanhado a repercussão de muitos crimes cuja as vítimas são adolescentes entre idades de 5 a 24 anos, primeiro, noticiado nacionalmente no Rio de Janeiro e outra foi uma criança de oito anos que morreu após ser estuprada e asfixiada na manhã de quinta-feira (9/06/2016) no bairro Novo Aleixo, na Zona Norte de Manaus. Aos 16 anos, a primeira, foi vitimada por mais de 30 homens que cometeram estupro contra ela, a segunda pelo padrasto de 22 anos de idade. Embora as palavras possam parecer fortes e, cada vez que são pronunciadas, violentem mais uma vez essa menina e todas as outras mulheres vítimas de violência ou com medo de serem a próxima, é preciso dizê-lo: enquanto do ponto de vista da lei se trata de um crime, do ponto de vista da luta queremos dizer não a qualquer forma de violência: institucional, doméstica, moral, psicológica e patrimonial contra as mulheres.
Nesse sentido, esta Universidade como espaço que promove o ensino, pesquisa e extensão sobre e com Mulheres e Jovens, tanto na instituição quanto para além dela, nos sentimos desafiados (as) a erguer nossa voz juntamente com tantas outras para denunciar tais injustiças que se materializam no sacrifício dos corpos de tantas mulheres todos os dias. Há décadas as teorias feministas têm denunciado as injustiças e os sofrimentos dos corpos das mulheres. Os maltrato e as torturas a que milhares de mulheres e adolescentes são submetidas cotidianamente através de atos extremos como a violência institucional em seu lugar de trabalho, o estupro e outras práticas desumanizantes que configuram a cultura patriarcal e colonialista que nossa sociedade está submetida.
Não podemos deixar de denunciar todo o sistema que permite que esse tipo de cultura opressora contra as mulheres se mantenha intactos. Nossas relações interpessoais e institucionais são marcadas por estruturas patriarcais que reproduzem as desigualdades de gênero, as quais se manifestam como violência e, muitas vezes, são aceitas como naturalizadas. No momento de crise política que vivemos em nosso país, não podemos deixar de relacionar o ataque às práticas democráticas em diversos âmbitos com o ataque e o retrocesso no campo dos direitos das mulheres. A misoginia que tem marcado os processos políticos vividos e as práticas políticas em âmbito governamental, restringindo legislações e políticas públicas de promoção da igualdade de gênero e proteção dos direitos das mulheres, é a mesma revelada no aumento de feminicídios e de outras formas de violência contra as mulheres em intensidade e frequência. Precisamos de novas relações que estejam pautadas pela justiça de gênero e Justiça Social.
9 de ago2016
Igualdade de gênero e raça nas eleições municipais 2016 – o que a mídia tem a ver com isso?
Foto: Luciana Araújo
Não foi à toa que a diretora do Instituto Patrícia Galvão abriu o Seminário Nacional Desafios para a Igualdade de Gênero e Raça nas Eleições Municipais 2016 com a frase “A questão das mulheres na política não é uma questão das mulheres – é uma questão do país, do compromisso com a democracia. ”
De acordo com pesquisa do IBOPE/Instituto Patrícia Galvão (2013), 8 em cada dez pessoas entrevistadas consideram que as mulheres, sendo hoje mais da metade da população, deveriam ter acesso à metade dos cargos legislativos – Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas, Câmara dos Deputados e Senado Federal.
Adriana Mota, consultora do IBAM (Instituto Brasileiro de Administração Municipal) lembra que 2016 representa o centenário da luta pelo voto feminino no Brasil. Seguindo a projeção do pequeno aumento de mulheres eleitas no âmbito municipal, o país vai levar 150 anos para alcançar a paridade entre homens e mulheres.
A Cartilha Mais Mulheres na Política chama a atenção para o pequeno avanço da participação feminina: em média, de 1% de 1992 a 2012. Esta baixa representação está na contramão do protagonismo feminino, já que o chamado “sexo frágil” corresponde à 42% da população economicamente ativa, tem, em média, mais de 11 anos de estudo, ou seja, um nível de escolaridade maior do que o dos homens, e tem maior expectativa de vida.
O Brasil está atrás de países como Iraque e Afeganistão, ocupado o triste 121º lugar no ranking de igualdade entre homens e mulheres na política, segundo dados da IPU (Inter-Parlamentary Union).
Para trocar informações e refletir sobre o desafio da busca da igualdade, representantes de partidos políticos, especialistas, pesquisadoras e pesquisadores e jornalistas – mais de 60 pessoas, na maioria, mulheres- vindas de várias partes do país, estiveram reunidas em São Paulo, no dia 8 de agosto, no seminário promovido pelo Instituto Patrícia Galvão – Mídia e Direitos, com apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres.
O pesquisador Luis Felipe Miguel, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília, associa o acesso das mulheres à política à forma como nossa sociedade divide os papéis sociais entre masculino e feminino. Ele afirma que nas cidades menores, onde as mulheres são mais eleitas, o trabalho e a campanha política ocupam menor volume de horas, tornando menos inviável a competição e o exercício da representação política – seja na prefeitura, seja na Câmara Municipal.
Para a socióloga e especialista em pesquisas de opinião Fátima Jordão, a sociedade está mais à frente do que os partidos políticos. “A sociedade é contemporânea, o partido não é.” E ela vai além ao afirmar que muitas vezes, os maiores obstáculos para as candidaturas femininas não são seus adversários, e sim, seus próprios partidos.
E onde entra o papel da mídia neste contexto de desigualdade? Onde estão as notícias sobre os equipamentos municipais, como creches, escolas em tempo integral, postos de saúde, utilizados majoritariamente por mulheres? Onde é possível se informar e refletir sobre as questões de gênero?
Para muito além dos números divulgados nas pesquisas eleitorais, rádios, TVs, jornais, revistas, blogs ou sites, sobretudo as rádios comunitárias pela proximidade com seu público, podem fazer a diferença no processo eleitoral, fornecendo informações e provocando reflexões que possibilitem que eleitoras e eleitores façam de fato suas escolhas.
Tags : Amarc, Eleições, mídia, mulheres, ultimas
ARTIGO 19 E REDE DE MULHERES DA AMARC REALIZAM OFICINA COM COMUNICADORAS DO NORDESTE SOBRE VIOLAÇÃO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Atividade realizada durante o projeto Compreendendo a Violência contra Mulheres Comunicadoras no Brasil. (foto: artigo 19)
O aumento nos casos ameaças e intimidações a comunicadores durante o exercício profissional tem preocupado organizações como a Artigo 19 e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc Brasil).
Segundo o último relatório Violações à Liberdade de Expressão, da Artigo 19, houve um aumento de 67 por cento no número de graves violações à liberdade de expressão, sendo que a região Nordeste concentrou a maioria dos casos.
O índice alarmante chamou atenção para um dado que ainda é pouco explorado em pesquisas como essa: quais as dificuldades enfrentadas pelas mulheres comunicadoras num cenário marcado pela violação à liberdade de expressão?
Com o intuito de responder a esta pergunta e propor ações em conjunto com as comunicadoras nordestinas, a Artigo 19, em parceria com a Rede de Mulheres da Amarc Brasil, realizou, entre os dias 16 e 20 de julho, o projeto Compreendendo a Violência contra Mulheres Comunicadoras no Brasil.
A atividade consistiu em encontros nas cidades de Valente, na Bahia e Olinda, em Pernambuco. Ao todo, 22 mulheres radialistas participaram das oficinas, que tiveram como principal objetivo mapear as principais violências sofridas pelas mulheres comunicadoras durante o exercício da profissão.
A coordenadora da área de proteção à liberdade de expressão da Artigo 19 e responsável pelo projeto, Julia Lima, conversou com a Pulsar Brasil sobre a iniciativa. Segundo ela, a ideia é que o projeto tenha uma abrangência nacional, mas num primeiro momento, a intenção foi começar pelo Nordeste por conta do grande número de casos de violações contra comunicadores na região.
As dinâmicas propostas pelos dois encontros foram mediadas pela Rede de Mulheres da Amarc. A representante nacional da Rede, Ligia Apel, falou que o encontro buscou debater sobre a maior probabilidade das mulheres serem vítimas de assédios sexual e moral no ambiente de trabalho. Segundo Ligia, todas as 22 participantes já sofreram algum tipo de violência durante o exercício profissional.
O próximo passo da Artigo 19 será analisar a pesquisa realizada com as radialistas e propor atividades que fortaleçam a presença das mulheres nos meios de comunicação. Além disso, a intenção do projeto é também ampliar o debate sobre a questão de gênero para a esfera administrativa das emissoras e para o poder público local. (pulsar)
Tags : Amarc, comunicadoras, mulheres, rede, ultimas, Violações
1 de ago2016
AMARC Brasil na Jornada de Lutas Rio 2016 contra os Jogos da Exclusão
Na próxima quarta-feira, dia 3 de agosto, a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC) realiza uma roda de conversa sobre os meios de comunicação comunitários e independentes no contexto dos Megaeventos Esportivos no Brasil. A atividade faz parte da Jornada de Lutas contra os Jogos da Exclusão 2016, que ocorre de 2 a 5 de agosto no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.
Diante de um histórico de repressão e violação de direitos d@s comunicador@s comunitári@s, a AMARC Brasil debate o direito humano à comunicação no contexto dos megaeventos esportivos e do Golpe à democracia no Brasil.
Debates, Rodas de Conversas, Vídeos, atividades culturais e uma rádio acompanhando e repercutindo o que não sai na grande mídia.
Diversas entidades que atuam na área da comunicação com a perspectiva da promoção dos direitos humanos se juntaram para amplificar os debates com a Rádio Jogos da Exclusão. Toda a programação da rádio-poste será gravada e disponibilizada na internet posteriormente. AMARC Brasil, CRIAR Brasil, IBASE e FASE estarão lá!
A “Jornada de Lutas” é um evento organizado por diversos coletivos do Rio de Janeiro que visa denunciar o legado de violações aos direitos humanos que a realização dos Jogos Olímpicos na cidade deixará.
Confira a divulgação do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/319508798438711/
Confira a programação da Jornada de Lutas: http://migre.me/ut5Nn
30 de jul2016
Mídia dos Povos chega ao Quilombo de Curiaú, em Macapá
etnoturismonocuriau.blogspot.com
O projeto Mídia dos Povos vem com o objetivo de dar continuidade a uma série de encontros e oficinas promovidos em 2015 por dois projetos da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC Brasil) junto de parceiros na Amazônia, no intuito de fortalecer e garantir o direito à comunicação no país.
Nossa aposta para o período 2016-2017 consiste em impulsionar a emergente rede de mídia transamazônica em direção a um diálogo mais intenso e uma auto-organização. A proposta é estimular o intercâmbio e proporcionar uma dinâmica de trocas em torno de conhecimentos tradicionais e midiáticos que se sobressaem em cada local, identificado-os junto com os próprios atores dos povos amazônicos.
Esse processo de aprendizagem mútua e de produções colaborativas consistirá em encontros presenciais no Brasil e na amazônia não-brasileira. A proposta temática, desenvolvida em parceria com diferentes ativistas e coletivos, trará tanto a aprendizagem técnica como estimulará a pesquisa e o intercâmbio entre os diferentes saberes locais do fazer midiático na floresta, contribuindo para uma melhor comunicação transregional da população. O primeiro encontro do ciclo de encontros do projeto Mídia dos Povos, irá acontecer entre os dias 3 a 7 de agosto a 12 km da capital do Amapá, Macapá, no quilombo do Curiaú. Este foi o segundo território quilombola reconhecido no Brasil, certificado pela Fundação Cultural Palmares em 1999. O território é conhecido pela cultura do tambor como o marabaixo e o batuque.
Por estar muito próximo da cidade, o quilombo sobre uma interferência direta dos costumes do modo de vida urbano e, de acordo com algumas lideranças locais, a juventude quilombola, na sua maioria, precisa se apropriar da sua própria ancestralidade.
A temática do encontro será apropriação de tecnologias para rádios livres e comunitárias. Além de debater estratégias para a comunicação dos povos tradicionais, vão ser criados espaços para diferentes oficinas, como construção de mini-transmissores de rádio. Além disso, todos os participantes terão espaço para oferecer oficinas e/ou rodas de conversa sobre algum conhecimento que queiram compartilhar com todos.
A convocatória dos próximos encontros será divulgada em breve. Ainda esse ano será realizado um encontro em Alter do Chão, no Pará e outro junto ao indígenas Mundurukus, em Itaituba, ambos no Pará. Para o ano de 2017 estão sendo programados encontros durante o Fórum Social Pan-Amazônico (FSPA) que vai acontecer em abril, em Tarapoto no Peru e em junho/julho em Tefé no estado do Amazonas.
Tags : Amarc, Amazônia, mídias, tecnologias, úlimas
26 de jul2016
Mulheres comunicadoras promovem diálogo sobre violações à liberdade de expressão
A violência contra mulheres comunicadoras no Brasil, com especial atenção às radialistas no nordeste brasileiro foi o tema de dois encontros com mulheres comunicadoras nordestinas, nesse mês de julho. O primeiro na Bahia, município de Valente na região do sisal baiano, nos dias 16 e 17 de julho, e o segundo em Olinda, Pernambuco, nos dias 19 e 20.
Os encontros fazem parte de um Projeto da Organização Não Governamental Artigo 19, em parceria com a Rede de Mulheres da AMARC, e tem como objetivo conhecer os desafios e dificuldades enfrentados por mulheres que trabalham na comunicação radiofônica, mas que, também, atuam em convergência midiática.
A Rede de Mulheres da AMARC há mais de 20 anos está na luta pela defesa da comunicação, da liberdade de expressão e da democratização da comunicação, proporcionando às mulheres o exercício humano à comunicação. Promover e fortalecer a vez e a voz das mulheres na sociedade é a sua missão.
A ONG Artigo 19, com sede em Londres, está no Brasil desde 2007 com a missão de defender e promover o direito à liberdade de expressão e de acesso à informação. Seu nome tem origem no 19º artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU: “Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, este direito implica a liberdade de manter as suas próprias opiniões sem interferência e de procurar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de expressão independentemente das fronteiras”.
Unindo estas experiências, o Projeto busca entender quais são as violências que as mulheres comunicadoras sofrem e quer promover o diálogo junto com a sociedade para que estas violações sejam denunciadas e combatidas.
Os dados do último relatório anual sobre violações contra comunicadores publicado pela ARTIGO 19 apontam o Nordeste como a região com o maior índice de casos, tendo como radialistas homens os perfis mais frequentes de vítimas.
Neste cenário, é preciso entender onde estão as mulheres, quais são os tipos e quais os graus de violência que sofrem no exercício de sua profissão e o que deve ser feito para enfrentar, denunciar e punir seus agressores.
Todos e todas devem exercer seu pleno direito à opinião, à “livre manifestação do pensamento e à expressão intelectual, artística, cientifica e de comunicação”, como garante o Artigo 5º da Constituição Federal brasileira.
Tags : Amarc, mulheres, rede de mulhere

References: ARTIGO 19
 artigo 19
 Artigo 19
 Artigo 19
 Artigo 19
 Artigo 19
 Artigo 19
 Artigo 19
 Artigo 19
 ARTIGO 19
 Artigo 5