Source: https://pt.scribd.com/document/157754007/Secretario-Escola-Objetiva-08-SP
Timestamp: 2019-06-15 23:31:18+00:00

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SECRETRIO DE ESCOLA - SQC - II - QAE/ SE
Primeira Parte QUESTES OBJETIVAS Instrues Prova Objetiva:
- Voc receber do fiscal: 1 (um) Caderno de Questes contendo 80 (oitenta) questes objetivas de mltipla escolha. 1 (uma) Folha Definitiva de Respostas personalizada para a Prova Objetiva. - Voc ter 4 (quatro) horas para a realizao da prova, incluindo o tempo para o preenchimento da Folha Definitiva de Respostas. - O tempo de permanncia mnima de 2 (duas) horas contadas a partir de seu efetivo incio.
Caderno de Questes:
- Ao ser autorizado o incio da prova, verifique se a numerao das questes e a paginao esto corretas, caso contrrio, solicite ao fiscal de sala outro caderno. - No sero aceitas reclamaes posteriores. - No ser permitida qualquer espcie de consulta. - O candidato interessado em levar o seu Caderno de Questes somente poder retirar-se do local de realizao das provas no decurso dos ltimos 15 (quinze) minutos anteriores ao horrio determinado para o trmino das provas.
Folha Definitiva de Respostas:
- Ao receber a Folha Definitiva de Respostas, verifique se os dados impressos na mesma esto corretos, caso contrrio, comunique ao fiscal de sala. - Assine somente no local indicado. - Voc dever preencher os alvolos, na Folha Definitiva de Respostas, com caneta esferogrfica de tinta azul ou preta. - No sero computadas questes assinaladas a lpis, no assinaladas ou que contenham mais de uma resposta, emenda ou rasura. - No dobre nem amasse a Folha Definitiva de Respostas. - No haver substituio da Folha Definitiva de Respostas.
- Ao trmino da prova, chame o fiscal de sala para devolver sua Folha Definitiva de Respostas. - As questes estaro disponveis no site www.institutocetro.org.br
LNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo, para responder s questes de 1 a 6. Apontamos at aqui as faltas ticas no interior das prticas escolares; cabe-nos agora esboar alguns preceitos que, em nosso entendimento, precisam ser preservados a qualquer custo na interveno pedaggica. O primeiro remete s questes que envolvem as prticas avaliativas, to presentes nas preocupaes dos educadores, bem como de alguns rgos governamentais do setor. No raro que encontremos alegaes do tipo: preciso avaliar constantemente, ou ento: se no houver reprovao, no h ensino de verdade, ou mais drasticamente ainda: professor bom aquele que reprova. Note-se que, a partir de enunciados como esses, acabamos tomando a avaliao (e no a tica) como reguladora da ao profissional docente. Isto , avaliar passa a ser concebido como um direito legal ou moral do professor, enquanto ser avaliado, um dever tambm legal ou moral do aluno. Se a avaliao se naturaliza como a estratgia dominante ou exclusiva da relao pedaggica, corremos o risco tambm de naturalizar o fracasso como seu efeito contingencial (e inevitvel, portanto). o alto preo que se paga por transformar um encontro que se desdobra em torno de regras construdas processualmente em um evento balizado por normas apriorsticas, isto , por um rgido padro normativo (e, por extenso, excludente) como o da avaliao escolar, tal como a conhecemos ou melhor, insistimos em preserv-la. Cabe-nos igualmente questionar o que temos priorizado como foco de nossa atuao profissional: as nuanas e vicissitudes do processo ensino-aprendizagem ou a avaliao dos resultados formais? E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas: a confirmar os prognsticos fatalistas sobre a clientela, ou ao coroamento de nossos esforos cotidianos? Mesmo porque, numa reprovao final, algo de todos ns est sendo colocado sub judice. Portanto, um desfocamento do af avaliativo, alm de bastante oportuno, poderia promover uma nfase mais ntida no dia-a-dia da sala de aula, isto , na qualidade mesma da interveno escolar parte daquilo que entendemos como tica pedaggica. no espao sagrado das aulas, no instigante confronto entre agentes e clientela, no corao mesmo da relao professor-aluno, que a tica pedaggica (ou a falta dela) se presentifica com mais fora. O resto, e a avaliao dos resultados a includa, mera conseqncia! AQUINO, Julio Groppa. Do cotidiano escolar ensaios sobre a tica e seus avessos. So Paulo: Summus, 2000. p. 28-29. 1. Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no primeiro pargrafo do texto, (A) o perodo Apontamos at aqui as faltas ticas no interior das prticas escolares pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Apontou-se, at aqui, as faltas ticas no interior das prticas escolares. o perodo cabe-nos agora esboar alguns preceitos que (...) precisam ser preservados pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: cabem-nos agora esboar alguns preceitos que (...) precisam ser preservados. o perodo cabe-nos agora esboar alguns preceitos que (...) precisam ser preservados pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: cabe-nos agora esboar alguns preceitos que (...) precisam se preservar. o perodo cabe-nos agora esboar alguns preceitos que (...) precisam ser preservados deve ser reescrito da seguinte maneira, para que no ocorra erro gramatical: cabe-nos agora esboar alguns preceitos de que (...) precisam se preservar. no perodo: cabe-nos agora esboar alguns preceitos que (...) precisam ser preservados, a anteposio do pronome destacado em relao forma verbal cabe proibida pela tradio gramatical, apesar de a prclise ser a tendncia do portugus falado no Brasil.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no segundo pargrafo do texto, (A) o perodo O primeiro remete s questes que envolvem as prticas avaliativas, to presentes nas preocupaes dos educadores pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: O primeiro remete s questes que envolvam as prticas avaliativas, to presente nas preocupaes dos educadores. (B) o trecho to presentes nas preocupaes dos educadores, bem como de alguns rgos governamentais do setor pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: to presentes nas preocupaes dos educadores, apesar de alguns rgos governamentais do setor. (C) no trecho: Note-se que, a partir de enunciados como esses, acabamos tomando a avaliao (e no a tica) como reguladora da ao profissional docente, o pronome destacado refere-se s afirmaes apresentadas no ltimo perodo do pargrafo: avaliar passa a ser concebido como um direito legal ou moral do professor. (D) nos trechos: raro que encontremos alegaes do tipo e Note-se que, a partir de enunciados como esses, as palavras destacadas referem-se s seguintes afirmaes citadas pelo autor do texto: preciso avaliar constantemente, se no houver reprovao, no h ensino de verdade e professor bom aquele que reprova. (E) no trecho: avaliar passa a ser concebido como um direito legal ou moral do professor, enquanto ser avaliado, um dever tambm legal ou moral do aluno, a palavra destacada pode ser substituda, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por j que, desde que a ltima ocorrncia de vrgula seja trocada pela locuo verbal passa a ser concebido como. Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no terceiro pargrafo do texto, (A) no trecho: Se a avaliao se naturaliza como a estratgia dominante ou exclusiva da relao pedaggica, corremos o risco tambm de naturalizar o fracasso, as formas verbais destacadas podem ser substitudas, respectivamente, sem necessidade de adaptaes no texto, por naturalizasse e correramos, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico. no trecho: Se a avaliao se naturaliza como a estratgia dominante ou exclusiva da relao pedaggica, corremos o risco tambm de naturalizar o fracasso, os dois fragmentos destacados podem ser substitudos, respectivamente, sem necessidade de adaptaes no texto, por o avaliar e naturalizao, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico. o trecho o alto preo que se paga por transformar um encontro que se desdobra em torno de regras construdas processualmente pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: o alto preo que se paga por transformar um encontro em que se desdobram regras construdas processualmente. o trecho o alto preo que se paga por transformar um encontro que se desdobra em torno de regras construdas processualmente pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: o alto preo que se paga ao transformar um encontro que se desdobra em torno de regras construdas processualmente. no trecho: o alto preo que se paga por transformar um encontro que se desdobra em torno de regras construdas processualmente em um evento balizado por normas apriorsticas, a segunda ocorrncia destacada da preposio fruto da regncia do verbo
transformar, ao contrrio do que ocorre com a primeira.
Governo do Estado de So Paulo - Secretaria de Estado da Educao Secretrio de Escola SQC-II-QAE/SE
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no quarto pargrafo do texto, (A) o trecho Cabe-nos igualmente questionar o que temos priorizado como foco tem de ser redigido, segundo a tradio gramatical, da seguinte maneira: Cabe-nos igualmente questionarmos o que temos priorizado como foco. existe identidade e aproximao entre os fragmentos nuanas e vicissitudes do processo ensinoaprendizagem e a avaliao dos resultados formais, que expressam atitudes afins no dia-a-dia escolar, de acordo com a coeso do texto. possvel, segundo a tradio gramatical, reescrever o trecho E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: E a que se tem prestado nossas prticas avaliativas. o trecho ou ao coroamento de nossos esforos cotidianos? pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: ou o coroamento de nossos esforos cotidianos?. na afirmao: Mesmo porque, numa reprovao final, algo de todos ns est sendo colocado sub judice, a palavra destacada (porque) estabelece relao de causa e conseqncia, respectivamente, entre o ltimo e o primeiro perodos do quarto pargrafo.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no quinto pargrafo do texto, (A) o trecho um desfocamento do af avaliativo, alm de bastante oportuno pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: um desfocamento do af avaliativo, por ser bastante oportuno. na frase: no corao mesmo da relao professoraluno, a palavra destacada tem o mesmo valor semntico que no trecho Mesmo porque, numa reprovao final, algo de todos ns est sendo colocado sub judice, do perodo final do pargrafo anterior. no segundo perodo, o termo cujos ncleos so espao, confronto e corao ganhou destaque por estar anteposto a todos os outros termos do perodo e por ser isolado pela expresso ... que. no trecho final do texto O resto, e a avaliao dos resultados a includa, mera conseqncia! a forma verbal destacada deveria ter sido flexionada na terceira pessoa do plural, por respeito regra geral de concordncia verbal. no trecho final do texto O resto, e a avaliao dos resultados a includa, mera conseqncia! , a primeira expresso destacada refere-se ao antecedente O resto; a segunda tem de ser, segundo a tradio gramatical, flexionada no masculino plural.
Na obra Comunicao em prosa moderna, Othon M. Garcia afirma que quaisquer elementos da frase sejam oraes sejam termos dela , coordenados entre si devam, em princpio, pelo menos, apresentar estrutura gramatical idntica, pois no se podem coordenar frases que no comportem constituintes do mesmo tipo. Assinale a alternativa em que a reescritura do trecho do quarto pargrafo E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas: a confirmar os prognsticos fatalistas sobre a clientela, ou ao coroamento de nossos esforos cotidianos? respeita a recomendao do famoso estudioso. (A) E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas: a confirmar os prognsticos fatalistas sobre a clientela, ou a coroar nossos esforos cotidianos? E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas: confirmao dos prognsticos fatalistas sobre a clientela, ou a coroar nossos esforos cotidianos? E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas: confirmao dos prognsticos fatalistas sobre a clientela, ou coroando nossos esforos cotidianos? E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas: confirmando os prognsticos fatalistas sobre a clientela, ou ao coroamento de nossos esforos cotidianos? E a que se tm prestado nossas prticas avaliativas: a confirmar os prognsticos fatalistas sobre a clientela, ou coroando nossos esforos cotidianos?
Leia o texto abaixo, para responder s questes de 7 a 10. Por que as crianas obedecem? Foi esta a pergunta que, no comeo de nosso sculo [o sculo XX], intrigou vrios autores. Foram em busca de respostas e vrias foram encontradas: superego, sentimento de agrado, heteronomia, hbito etc. Respostas diferentes entre si, mas que levavam em conta o que era considerado um fato: as crianas obedecem a seus pais e, em geral, tambm a seus professores. Hoje, parece-me que a pergunta formulada espontaneamente seria a inversa: por que as crianas no obedecem, nem a seus pais, muito menos a seus professores? Exagero? bem provvel. No sei se, antigamente, elas obedeciam tanto assim e se so to desobedientes hoje. Porm, parece ser esta a queixa atual, traduzida notadamente pelo vocbulo limite: as crianas, hoje, no teriam limites, os pais no os imporiam, a escola no os ensinaria, a sociedade no os exigiria, a televiso os sabotaria etc. (...). O tema delicado, perigoso at. Por trs razes, pelo menos. A primeira: pode-se facilmente cair no moralismo ingnuo e, sob a aparncia de descrever o real, tratar de normatiz-lo. Por exemplo, a indisciplina em sala de aula seria decorrncia da falta de valores de nosso tempo. Porm, falta de quais valores? A segunda: o reducionismo, que explica um fato por uma nica dimenso. Existe o reducionismo psicolgico que, ao fazer abstrao de caractersticas sociais, culturais e histricas, reduz o fenmeno estudado ao jogo de mecanismos mentais isolados do contexto em que esto. Porm, h tambm o reducionismo sociolgico, que consiste em atribuir a causas gerais todo comportamento humano, desprezando variveis psicolgicas (estas consideradas como mero subproduto de determinaes sociais). Para fugir do reducionismo, duas solues: ou possuir um grande sistema explicativo que articule vrias dimenses ou, na ausncia de tal sistema (que o caso mais freqente), situar claramente a anlise no nvel escolhido e sem afirmar a onipotncia da explicao apresentada. A terceira: a complexidade e, at, ambigidade do tema. De fato, o que disciplina? O que sua negao, indisciplina? No to simples. Se entendermos por disciplina comportamentos regidos por um conjunto de normas, a indisciplina poder se traduzir de duas formas: 1) a revolta contra essas normas; 2) o desconhecimento delas. No primeiro caso, a indisciplina traduz-se por uma forma de desobedincia insolente; no segundo, pelo caos dos comportamentos, pela desorganizao das relaes. Aproveito para dizer que, hoje, o segundo caso parece-me valer. Estamos longe de contextos como aquele escolhido pelo filme Sociedade dos Poetas Mortos, em que retratada uma revolta discente. Hoje, o cinismo (negao de todo valor e, logo, de qualquer regra) explica
melhor os desarranjos das salas de aulas. Anteontem, o professor falava a alunos dispostos a acatar; ontem, a certos alunos (pr-)dispostos a discordar e propor; hoje, tem auditrio de surdos. Estou de novo exagerando, s no sei exatamente o quanto... De La Taille, Yves. A indisciplina e o sentimento de vergonha. In: Indisciplina na escola: alternativas tericas e prticas. Julio Groppa Aquino (org.). So Paulo: Summus, 1996. 7. Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no primeiro pargrafo do texto, (A) o trecho Foi esta a pergunta que, no comeo de nosso sculo [o sculo XX], intrigou pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Foi esta a pergunta qual, no comeo de nosso sculo [o sculo XX], intrigou. no trecho: Foram em busca de respostas e vrias foram encontradas, as formas verbais destacadas esto flexionadas na terceira pessoa do plural porque ambas se referem ao mesmo termo. o trecho Respostas diferentes entre si, mas que levavam em conta o que era considerado um fato pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Respostas diferentes entre si, por levarem em conta o que era considerado um fato. o trecho as crianas obedecem a seus pais e, em geral, tambm a seus professores no pode ser reescrito da seguinte maneira, pois ocorre erro gramatical: as crianas obedecem seus pais e, em geral, tambm seus professores. no trecho: por que as crianas no obedecem, nem a seus pais, muito menos a seus professores?, as expresses destacadas podem ser trocadas, respectivamente, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por porque e e no.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no quarto pargrafo do texto, (A) o trecho A segunda: o reducionismo, que explica um fato por uma nica dimenso pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: A segunda: o reducionismo que explica um fato por uma nica dimenso. no trecho: reduz o fenmeno estudado ao jogo de mecanismos mentais isolados do contexto em que esto, o vocbulo destacado, segundo a tradio gramatical, tem de ser flexionado no singular, para concordar com o ncleo jogo. no trecho: reduz o fenmeno estudado ao jogo de mecanismos mentais isolados do contexto em que esto, a preposio destacada, segundo a tradio gramatical, no pode ser suprimida, porque, se o fosse, ocorreria erro gramatical. o trecho consiste em atribuir a causas gerais todo comportamento humano pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: consiste em atribuir todo o comportamento humano a causas gerais. no trecho: desprezando variveis psicolgicas (estas consideradas como mero subproduto de determinaes sociais), os parnteses e o pronome destacado podem ser suprimidos, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no quarto e no quinto pargrafos do texto, (A) o trecho Para fugir do reducionismo, duas solues pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Para fugir do reducionismo, havia duas solues. no haver prejuzo semntico se, no trecho Se entendermos por disciplina comportamentos regidos por um conjunto de normas, a forma verbal destacada for substituda por entendemos. no trecho: no segundo, pelo caos dos comportamentos, pela desorganizao das relaes, evitou-se a repetio dos termos caso, a indisciplina e traduzse, da orao anterior. no trecho: Aproveito para dizer que, hoje, o segundo caso parece-me valer, segundo a tradio gramatical, obrigatrio usar uma preposio de antes da palavra destacada, devido regncia do verbo dizer. no trecho: Anteontem, o professor falava a alunos dispostos a acatar, a forma verbal destacada pode ser trocada, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por falou, j que ambas expressam aes ocorridas no passado.
(B) 8. Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que (C) (A) no trecho do primeiro pargrafo: No sei se, antigamente, elas obedeciam tanto assim, o valor semntico da conjuno destacada equivalente ao que ela tem na frase Se entendermos por disciplina comportamentos regidos por um conjunto de normas, do ltimo pargrafo. no trecho do primeiro pargrafo: Porm, parece ser esta a queixa atual, traduzida notadamente pelo vocbulo limite, o pronome destacado refere-se s afirmaes feitas depois dos dois-pontos, isto , de as crianas, hoje, no teriam limites a a televiso os sabotaria etc. no trecho do primeiro pargrafo: as crianas, hoje, no teriam limites, os pais no os imporiam, a escola no os ensinaria, a sociedade no os exigiria, a televiso os sabotaria, o tempo e o modo verbais utilizados nas formas destacadas expressam hiptese com a qual o autor do texto concorda. no trecho do primeiro pargrafo: os pais no os imporiam, a escola no os ensinaria, a sociedade no os exigiria, a televiso os sabotaria etc., segundo a gramtica normativa, a repetio do pronome proibida, por isso todas as ocorrncias destacadas devem ser suprimidas. o trecho do terceiro pargrafo a indisciplina em sala de aula seria decorrncia da falta de valores de nosso tempo pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: A falta de valores de nosso tempo implica indisciplina em sala de aula.
Leia o texto abaixo, para responder s questes de 11 a 13. Final de aula, numa quarta srie, uma menina aproxima-se de uma colega de classe e lhe pergunta: Adri, por que voc nunca fala na hora da correo das fichas? A resposta, em tom calmo e (auto) compreensivo, surpreende: Sabe o que , Lu? que eu sou lenta e quando a professora manda parar de fazer para comear a corrigir, eu ainda no acabei... Esta cena havia sido antecedida de outra em que a professora de portugus comentara a no participao de Adriana nas discusses de tarefas feitas pelos alunos, individualmente, na primeira parte da aula. O que parece absolutamente corriqueiro, aqui, encerra muitas das faces, da complexidade e dos afetos supostos na constituio da alteridade, na relao com a diferena. As escolas,
como qualquer outra instituio concreta, so ocasio para desdobramentos sem fim dessas situaes que, como uma pintura, do forma a milhes de palavras. Tudo que nelas est no se apreende seno por pontos de vista ou, como prefiro dizer, por recortes. GUIRARDO, Marlene. Diferena e alteridade: dos equvocos inevitveis. In: Diferenas e preconceitos na escola: alternativas tericas e prticas. Julio Groppa Aquino (org.). So Paulo: Summus, 1998. 11. Assinale a alternativa em que a transposio do trecho Adri, por que voc nunca fala na hora da correo das fichas? para o discurso indireto a mais adequada, evitando ambigidades e problemas de coeso. (A) (B) (C) (D) (E) Lu perguntou a Adri porque ela nunca falava na hora da correo das fichas. Lu perguntou a Adri por que esta nunca falava na hora da correo das fichas. Lu perguntou a Adri por que ela nunca falava na hora da correo das fichas? Lu perguntou a Adri porque nunca falar na hora da correo das fichas. Lu perguntou a Adri porque esta nunca falava na hora da correo das fichas.
No dia 5 de setembro de 2006, a organizao Anistia Internacional enviou uma carta aberta aos candidatos brasileiros Presidncia e a governador. Para responder s questes 14 e 15, leia alguns fragmentos dessa carta, que est disponvel, na ntegra, no endereo eletrnico http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u82278.shtl. No momento em que se aproximam as eleies de outubro de 2006, a Anistia Internacional se dirige a Vossas Excelncias, candidatos Presidncia e aos governos estaduais, com o objetivo de reforar a tradio de manter uma comunicao aberta e, ao mesmo tempo, entabular um dilogo positivo com os futuros governos. Aproveitamos ainda esta oportunidade para, juntamente com esta carta, apresentar-lhes um breve DVD com a mensagem da organizao aos candidatos a cargos executivos nestas eleies.(...) A Anistia Internacional pede a Vossas Excelncias, na condio de candidatos e potenciais detentores de cargos, que apresentem uma poltica de segurana pblica de longo prazo, estruturada e financiada adequadamente.(...) A Anistia Internacional exorta ainda Vossas Excelncias a incentivarem um debate transparente sobre a questo da segurana pblica, em todos os nveis de governo e com a sociedade civil, visando a adoo de medidas concretas para reduzir os nveis de violncia nas cidades brasileiras. Por fim, a Anistia Internacional espera que todos os candidatos e os futuros governos se disponham a aceitar o convite para se engajar com a Anistia Internacional, bem como outras organizaes de direitos humanos, em um dilogo aberto que permita prosseguir com o debate acerca dessas questes da maior urgncia e importncia. Atenciosamente, Irene Khan Secretria-Geral Anistia Internacional 14. Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, nos dois primeiros pargrafos do texto, (A) o trecho a Anistia Internacional se dirige a Vossas Excelncias pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: a Anistia Internacional se dirige Vossas Excelncias. no trecho: Aproveitamos ainda esta oportunidade para, juntamente com esta carta, apresentar-lhes um breve DVD, o pronome destacado pode ser trocado, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por essa. no trecho: com o objetivo de reforar a tradio de manter uma comunicao aberta e, ao mesmo tempo, entabular um dilogo positivo, obrigatria, para conferir clareza e correo gramatical ao texto, a incluso de uma preposio de antes do verbo entabular. no trecho: Aproveitamos ainda esta oportunidade para, juntamente com esta carta, apresentar-lhes um breve DVD, o pronome destacado tem de ser trocado por vos, porque a carta se dirige aos candidatos tratados por Vossas Excelncias. no trecho: A Anistia Internacional pede a Vossas Excelncias (...) que apresentem uma poltica de segurana pblica, proibida a substituio da forma verbal destacada por apresenteis.
Assinale a alternativa em que a transposio do trecho que eu sou lenta e quando a professora manda parar de fazer para comear a corrigir, eu ainda no acabei... para o discurso indireto a mais adequada, evitando ambigidades e problemas de coeso. (A) Lu, Adriana afirmou que era lenta e que, quando professora mandava parar de fazer para comear corrigir, ela, Adriana, ainda no havia acabado. Adriana disse a Lu que ela era lenta e que, quando professora mandava parar de fazer para comear corrigir, ainda no havia acabado. Lu disse a Adriana que era lenta e que, quando professora mandava parar de fazer para comear corrigir, ela, Adriana, ainda no havia acabado. Adriana afirmou que Lu era lenta e que, quando professora mandava parar de fazer para comear corrigir, ela, Lu, ainda no acabara. Adriana, Lu afirmou que era lenta e que, quando professora mandava parar de fazer para comear corrigir, ela, Adriana, ainda no havia acabado. a a a a a a a a a a
Levando em considerao as afirmaes do texto, correto afirmar que (A) no trecho do quinto pargrafo: Esta cena havia sido antecedida de outra, o pronome destacado pode ser trocado, sem que ocorra prejuzo semntico, por Essa. no trecho do quinto pargrafo: havia sido antecedida de outra em que a professora de portugus comentara, a preposio destacada pode ser suprimida, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico. no trecho do quinto pargrafo: nas discusses de tarefas feitas pelos alunos, individualmente, o termo destacado foi flexionado no feminino plural para concordar com o termo discusses. no trecho do sexto pargrafo: O que parece absolutamente corriqueiro, aqui, encerra muitas das faces, o termo destacado serve para fazer referncia ao espao da sala de aula. no trecho do sexto pargrafo: Tudo que nelas est no se apreende seno por pontos de vista, a palavra destacada pode ser trocada, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por mesmo.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, nos dois ltimos pargrafos do texto, (A) o trecho exorta ainda Vossas Excelncias a incentivarem um debate transparente pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: exorta ainda Vossas Excelncias a que incentiveis um debate transparente. o trecho visando a adoo de medidas concretas para reduzir os nveis de violncia deve ser reescrito da seguinte maneira, segundo a tradio gramatical: visando adoo de medidas concretas para reduzir os nveis de violncia. no trecho: todos os candidatos e os futuros governos se disponham a aceitar o convite para se engajar, a forma verbal destacada, de acordo com a tradio gramatical, tem de ser flexionada da seguinte maneira: engajarem. no trecho: aceitar o convite para se engajar com a Anistia Internacional, bem como outras organizaes de direitos humanos, a expresso destacada pode ser trocada, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por posto que. no trecho: prosseguir com o debate acerca dessas questes da maior urgncia e importncia, todos os termos da expresso destacada tm de ser flexionados no plural, de acordo com a tradio gramatical, para concordar com o ncleo questes.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no primeiro pargrafo do texto, (A) o trecho Imaginem uma empresa cuja especialidade receber cristais para lapidar pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Imaginem uma empresa que a especialidade receber cristais para lapidar. no trecho: Imaginem uma empresa cuja especialidade receber cristais para lapidar, o artigo indefinido destacado pode ser trocado, sem que ocorra erro gramatical, pelo artigo definido a, e a coerncia do pargrafo no ficaria comprometida devido a essa mudana. o trecho Quando aparece um diamante no meio, como no sabe lapid-lo, ela o joga fora. pode ser reescrito, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, da seguinte maneira: Quando aparece um diamante no meio, porque no sabe lapid-lo, ela o joga fora.. o trecho Quando aparece um diamante no meio, como no sabe lapid-lo, ela o joga fora. pode ser reescrito, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, da seguinte maneira: To logo aparea um diamante no meio, ainda que no saiba lapid-lo, ela o jogar fora.. o trecho Quando aparece um diamante no meio, como no sabe lapid-lo, ela o joga fora. pode ser reescrito, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, da seguinte maneira: Quando aparece um diamante no meio, conforme no sabe lapid-lo, ela o joga fora..
Para responder s questes de 16 a 20, leia o trecho abaixo, um fragmento do texto Diamantes descartados. Imaginem uma empresa cuja especialidade receber cristais para lapidar. Quando aparece um diamante no meio, como no sabe lapid-lo, ela o joga fora. Essa empresa existe? Infelizmente, existe. O seu nome: escola. Ocasionalmente, despontam alunos muito mais talentosos que os demais. Estima-se que somem 3% da populao. So diamantes em meio ao cascalho e ao cristal. Como faz sentido dar um tratamento apropriado ao tipo de talento (e idade prpria para a interveno), todos os pases de educao bem-sucedida criam programas especiais para os talentosos. Na Inglaterra e na Frana, eles ganham acesso s melhores escolas. Nos Estados Unidos, h escolas destinadas a eles (magnet schools) ou programas especiais dentro das escolas regulares (honors programs). Na Rssia (e em Cuba, por sua influncia), h colgios para os talentosos nas artes, nos esportes e nas reas acadmicas. No Brasil, quando vm de famlias mais ricas, os talentosos so identificados e recebem a educao apropriada. Mas e quando so de famlias pobres? So ignorados pela escola. Tanto na teoria tupiniquim quanto na prtica, eles devem ser "integrados" aos demais. No entanto, como j foi demonstrado pela boa pesquisa, os talentosos so impedidos de desabrochar no tipo de escola que o Brasil oferece. Desajustam-se ou fingem ser medocres, a fim de evitar conflitos e embaraos. So diamantes descartados. Claudio de Moura Castro in Revista Veja, Edio 2059, 7 de maio de 2008.
No segundo pargrafo do texto, os parnteses foram usados para indicar respectivamente, (A) conformidade em relao ao que foi dito; citao textual de uma expresso estrangeira j traduzida; citao textual de uma expresso estrangeira j traduzida; dvida em relao ao que foi dito. adio em relao ao que foi dito; citao textual de uma expresso estrangeira j traduzida; citao textual de uma expresso estrangeira j traduzida; adio em relao ao que foi dito. dvida em relao ao que foi dito; citao textual de uma expresso estrangeira que ser traduzida; citao textual de uma expresso estrangeira j traduzida; conformidade em relao ao que foi dito. incluso em relao ao que foi dito; citao textual de uma expresso estrangeira j traduzida; citao textual de uma expresso estrangeira que ser traduzida; conformidade em relao ao que foi dito. perplexidade em relao ao que foi dito; citao textual de uma expresso estrangeira que ser traduzida; citao textual de uma expresso estrangeira j traduzida; incluso em relao ao que foi dito.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que, no segundo pargrafo do texto, (A) no trecho: despontam alunos muito mais talentosos que os demais, a palavra destacada no pode ser antecedida de do, porque a incluso desse vocbulo implicaria alterao de sentido do fragmento. no trecho: Ocasionalmente, despontam alunos muito mais talentosos que os demais. Estima-se que somem 3% da populao, as formas verbais destacadas foram flexionadas na terceira pessoa do plural para indicar a indeterminao do sujeito a que se referem. no trecho: Como faz sentido dar um tratamento apropriado ao tipo de talento (e idade prpria para a interveno), a expresso destacada pode ser trocada, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por medida que. a orao Nos Estados Unidos, h escolas destinadas a eles (magnet schools) pode ser reescrita, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, da seguinte maneira: Nos Estados Unidos existe escolas destinadas a eles (magnet schools). no trecho: eles (1) ganham acesso s (2) melhores escolas. Nos Estados Unidos, h escolas destinadas a (3) eles (4), os pronomes (1) e (4) referem-se ao mesmo antecedente: os talentosos; as duas ocorrncias de preposio a em (2) e (3) so frutos da regncia de acesso e destinadas.
Levando em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa tradicional, correto afirmar que (A) o trecho do terceiro pargrafo No Brasil, quando vm de famlias mais ricas, os talentosos so identificados pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: No Brasil, quando vem de famlias mais ricas, os talentosos so identificados. o trecho do terceiro pargrafo os talentosos so identificados e recebem a educao apropriada. Mas e quando so de famlias pobres? So ignorados pela escola pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra prejuzo semntico: os talentosos so identificados e recebem a educao apropriada, proporo que, quando so de famlias pobres, so ignorados pela escola. o trecho do terceiro pargrafo Tanto na teoria tupiniquim quanto na prtica, eles devem ser integrados aos demais pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: eles devem ser to integrados aos demais, que h implicaes na teoria e na prtica tupiniquins. nos trechos: Estima-se que somem 3% da populao, do segundo pargrafo do texto e Desajustam-se ou fingem ser medocres, do terceiro pargrafo, as duas ocorrncias da palavra destacada tm o mesmo valor semntico. o trecho do terceiro pargrafo Desajustam-se ou fingem ser medocres, a fim de evitar conflitos e embaraos pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Desajustam-se ou fingem ser medocres, para evitar conflitos e embaraos.
(E) 19. Leia o fragmento abaixo, extrado do texto: No entanto, como j foi demonstrado pela boa pesquisa, os talentosos so impedidos de desabrochar no tipo de escola que o Brasil oferece. Assinale a alternativa que apresenta o mesmo sentido do trecho acima. (A) Os talentosos, posto que j tenha sido demonstrado pela boa pesquisa, so, no obstante, impedidos de desabrochar no tipo de escola que o Brasil oferece. Os talentosos, no entanto, so impedidos de desabrochar no tipo de escola que o Brasil oferece, porque j foi demonstrado pela boa pesquisa. Embora, conforme j foi demonstrado pela boa pesquisa, os talentosos sejam impedidos de desabrochar no tipo de escola que o Brasil oferece. Entretanto, conforme j foi demonstrado pela boa pesquisa, os talentosos so impedidos de desabrochar no tipo de escola que o Brasil oferece. Contudo, os talentosos so impedidos de desabrochar no tipo de escola que o Brasil oferece, porque isso j foi demonstrado pela boa pesquisa.
Para responder s questes 21 e 22, leia o trecho abaixo, do artigo Por um pouco de limites, de Lya Luft. Um pouco de ordem na infncia e na adolescncia em casa, na escola e na sociedade em geral ajudaria a aliviar a perplexidade e a angstia dos jovens. Respeito deveria ser algo natural e geral, comeando em casa, onde freqentemente as crianas comandam o espetculo. O exemplo vem de cima, e nisso estamos mal. Corrupo e impunidade so o modelo que se nos oferece publicamente. Se os pais pudessem instaurar uma ordem em casa amorosa, mas firme , dando aos filhos limites e sentido, respeitando o fato de eles estarem em formao, estariam sendo melhores do que agindo de forma servil ou eternamente condescendente. Alis, em casa comearia o melhor currculo, a melhor ferramenta para a vida: respeitar, enxergar e questionar. Nem calar a boca, como antigamente, nem gritar, bagunar ou ofender: dialogar, comunicar-se numa boa, com irmos, pais e outros. Isso estimularia a melhor arma para enfrentar o tsunami de informaes, das mais positivas s mais loucas, que enfrentamos todos os dias: discernimento. O resto, meus caros, pode vir depois: com todas as teorias, nomenclaturas, "modernidades" e instrumentao. ornamento, detalhe, pouco serve para quem no aprendeu a analisar, ler, concentrar-se, argumentar e ser um cidado integrado e firme no catico e admirvel mundo nosso. Lya Luft in Revista Veja, 2007
Assinale a opo correta, levando-se em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa. (A) No trecho do primeiro pargrafo: Um pouco de ordem na infncia e na adolescncia em casa, na escola e na sociedade em geral ajudaria a aliviar a perplexidade e a angstia dos jovens, a forma verbal destacada no pode ser flexionada no plural. No trecho do primeiro pargrafo: comeando em casa, onde freqentemente as crianas comandam o espetculo, o termo destacado pode ser trocado, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por que. O trecho onde freqentemente as crianas comandam o espetculo, do primeiro pargrafo, pode ser reescrito, sem que ocorra erro gramatical, preservando o sentido do texto original, da seguinte maneira: aonde freqentemente as crianas comandam o espetculo. O trecho respeitando o fato de eles estarem em formao, do segundo pargrafo, pode ser reescrito, sem que ocorra erro gramatical, preservando o sentido do texto original, da seguinte maneira: respeitando o fato deles estarem em formao.
Leia o texto abaixo para responder s questes 23 e 24. De autoria de Alceu Lus Castilho, ele foi extrado da verso digital da revista Lngua Portuguesa, no endereo eletrnico http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11554. Jorge Amado conta em seu livro autobiogrfico O Menino Grapina, de 1991, que foi um professor de portugus, o padre Luiz Gonzaga Cabral, o primeiro a dizer que ele seria escritor. Foi no Colgio Antnio Vieira, dos jesutas, onde cursou o ensino mdio sentindo-se encarcerado, com saudades da liberdade em Ilhus. E eis que esse professor, que substitua um certo padre Faria, pediu uma descrio com o seguinte tema: o mar. Amado escreveu sobre o mar de Ilhus. "Na aula seguinte, entre risonho e solene, anunciou a existncia de uma vocao autntica de escritor naquela sala de aula. Pediu que escutassem com ateno o dever que ia ler. Tinha certeza, afirmou, que o autor daquela pgina seria no futuro um escritor conhecido. No regateou elogios. Eu acabara de completar onze anos." Amado considerava o padre um herege, mas "apenas no que se referia aos mtodos de ensino da lngua portuguesa, em uso naquela poca". "Em lugar de nos fazer analisar Os Lusadas, tentando descobrir o sujeito oculto e dividir as oraes, reduzindo o poema a complicado texto para as questes gramaticais, fazendo-nos odiar Cames, o padre Cabral, para seu deleite e nosso encantamento, declamava para os alunos episdios da epopia. Apesar do sotaque de alm-mar, a fora do verso nos tomava e possua. Lia-nos igualmente a prosa de Garrett, a de Herculano, cenas de Frei Luiz de Souza, trechos de Lendas e Narrativas. Patriota, desejava sem dvida nos fazer conscientes da grandeza de Portugal, o Portugal das descobertas e dos clssicos. Obtinha bem mais do que isso: despertava nossa sensibilidade, retirando-nos do poo da gramtica portuguesa (cujas rgidas regras nada tinham a ver com a lngua falada pelo povo brasileiro) para a seduo da literatura, das palavras vivas e atuantes. As aulas de portugus adquiriram outra dimenso. 23. Assinale a opo correta, levando-se em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa. (A) No trecho do primeiro pargrafo: foi um professor de portugus, o padre Luiz Gonzaga Cabral, o primeiro a dizer que ele seria escritor, o tempo e o modo da forma verbal destacada fazem que ela expresse ao hipottica. No trecho do segundo pargrafo: Tinha certeza, afirmou, que o autor daquela pgina seria no futuro um escritor conhecido, proibida, pela tradio gramatical, a utilizao de uma preposio de antes da palavra destacada. No trecho do segundo pargrafo: Eu acabara de completar onze anos, o tempo e o modo utilizados na forma verbal destacada fazem que ela expresse ao ocorrida depois da indicada pela forma verbal da seguinte frase: No regateou elogios. No trecho do quarto pargrafo: reduzindo o poema a complicado texto para as questes gramaticais, fazendo-nos odiar Cames, a tradio gramatical recomenda que a frase em destaque seja escrita da seguinte maneira: fazendo-nos odiarmos Cames. No trecho do quinto pargrafo: Patriota, desejava sem dvida nos fazer conscientes da grandeza de Portugal, o termo destacado pode ser substitudo, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico, por Por ser patriota.
A orao do segundo pargrafo: Corrupo e impunidade so o modelo que se nos oferece publicamente no pode ser reescrita da seguinte maneira, pois ocorre erro gramatical e se perde o sentido do texto original: Corrupo e impunidade so o modelo que oferecido, publicamente, a ns.
Assinale a opo correta, levando-se em considerao as afirmaes do texto e as orientaes da gramtica normativa. (A) O trecho do terceiro pargrafo Alis, em casa comearia o melhor currculo, a melhor ferramenta para a vida: respeitar, enxergar e questionar pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Alis, em casa comea o melhor currculo, a melhor ferramenta para a vida, que respeitar, enxergar e questionar. O trecho do terceiro pargrafo Nem calar a boca, como antigamente, nem gritar, bagunar ou ofender: dialogar, comunicar-se numa boa, com irmos, pais e outros pode ser reescrito da seguinte maneira, sem que ocorra erro gramatical ou prejuzo semntico: Seja calar a boca, como antigamente, seja gritar, bagunar ou ofender: dialogar, comunicar-se numa boa, com irmos, pais e outros. No trecho do terceiro pargrafo: Isso estimularia a melhor arma para enfrentar o tsunami de informaes, das mais positivas s mais loucas, que enfrentamos todos os dias: discernimento, o pronome destacado refere-se ao substantivo discernimento, o que ocorre devido ao uso dos dois-pontos, no final do perodo. No trecho do terceiro pargrafo: Isso estimularia a melhor arma para enfrentar o tsunami de informaes, das mais positivas s mais loucas, que enfrentamos todos os dias: discernimento, a expresso destacada no pode ser trocada por todo o dia, porque, com essa alterao, ocorreria mudana de sentido. O trecho do quarto pargrafo ornamento, detalhe, pouco serve para quem no aprendeu a analisar, ler, concentrar-se, argumentar e ser um cidado integrado e firme no catico e admirvel mundo nosso teria mais clareza se, antes das formas verbais destacadas, fosse utilizada a preposio a.
No segundo pargrafo do texto, h uma seqncia de perodos em que Jorge Amado relata comentrios feitos pelo professor de portugus a respeito dos textos do jovem autor baiano, todos em discurso indireto. Nas alternativas abaixo, h a possibilidade de transposio desses perodos para o discurso direto. Assinale a alternativa de maior clareza, coeso e correo gramatical. (A) Na aula seguinte, entre risonho e solene, o professor anunciou: Existe naquela sala de aula uma vocao autntica de escritor. O professor pediu: Escutem com ateno o dever que ia ler. O professor afirmou, com a redao nas mos: Tenho certeza que o autor desta pgina ser no futuro um escritor conhecido. O professor afirmou, com a redao nas mos: Tenho certeza que o autor dessa pgina ser no futuro um escritor conhecido. O professor afirmou, com a redao nas mos: Tenho certeza que o autor desta pgina poder ser no futuro um escritor conhecido.
MATEMTICA 26. Para no cometer nenhuma injustia devido s variaes que ocorrem no calendrio, o clculo de tempo de servio de um funcionrio foi estabelecido com base em um ano com 360 dias corridos e um ms com 30 dias corridos. Se um trabalhador tem contabilizado 2.725 dias corridos, ento, pode-se concluir que (A) (B) (C) (D) (E) faltam 10 dias corridos para completar mais um ms. esse perodo corresponde a sete anos, seis meses e 25 dias. para completar dois qinqnios faltam mais 775 dias. esse perodo corresponde a sete anos, cinco meses e 20 dias. esse perodo equivale a 1,6225 de um qinqnio.
Um Diretor de escola solicitou ao Secretrio que redigisse um comunicado aos professores, contendo algumas informaes. No quadro abaixo, redigido pelo diretor, podem ser lidas, de forma esquemtica, essas informaes; entre parnteses, esto as relaes de sentido entre algumas delas. Assinale a opo em que elas esto organizadas de forma coerente, clara e gramaticalmente correta.
O governo est promovendo uma ampla pesquisa em nvel estadual, para avaliar e replanejar as prticas de ensino. Coube secretaria de cada escola organizar e enviar os dados pertinentes. Um dos dados solicitados a relao entre o nmero total de alunos da escola e o nmero total de alunos em srie atrasada, em relao idade. Para essa finalidade, em uma pequena escola com apenas 6 salas de aula, foi organizada a tabela abaixo:
Sala 01 02 03 04 05 06
Total de Alunos 32 28 24 36 30 30
Alunos em Srie Atrasada 4 2 4 4 1 3
Nessa escola, a relao entre o total de alunos em srie atrasada e o nmero total de alunos de (A) (B) (C) (D) (E) 1:5 1:10 1:15 1:20 1:25
O trabalho com projetos requer uma srie de compromissos e medidas bastante exigentes e complexos; como desenvolvido em etapas, necessita, acima de tudo, de continuidade. uma nova forma de aprender, transdisciplinar; ultrapassa, pois, os limites da disciplina. O trabalho com projetos requer uma srie de compromissos e medidas bastantes exigentes e complexas; conquanto seja desenvolvido em etapas, necessita, acima de tudo, de continuidade. uma nova forma de aprender, transdisciplinar; ultrapassa, portanto, os limites da disciplina. O trabalho com projetos requer uma srie de compromissos e medidas bastante exigentes e complexos, como desenvolvido em etapas, necessita, acima de tudo, de continuidade, a qual deve ser entendida como uma nova forma de aprender, transdisplinar; porque ultrapassa os limites da disciplina. O trabalho com projetos requer uma srie de compromissos e medidas bastante exigentes e complexos, contudo desenvolvido em etapas, necessita, acima de tudo, de continuidade. Embora seja uma nova forma de aprender, transdisplinar; ultrapassa, pois os limites da disciplina. O trabalho com projetos requer uma srie de compromissos e medidas bastante exigentes e complexas, como desenvolvido em etapas, necessita, acima de tudo, de continuidade. A qual uma nova forma de aprender, transdisplinar; pois ultrapassa os limites da disciplina.
Ainda em relao aos dados da questo 27, sabe-se que a sala que apresenta o maior nmero de alunos em srie atrasada em relao ao total de alunos da sala (isto , maior relao alunos atrasados / total de alunos) ser convocada a fazer aulas especiais de reforo, duas tardes por semana, durante os prximos dois meses. Trata-se da sala (A) (B) (C) (D) (E) 01. 02. 03. 04. 06.
Em uma gincana, um professor, ao dividir o nmero de alunos participantes por 5, encontrou o resto 3; ao dividir o mesmo nmero por 4, encontrou o mesmo resto 3. Se o nmero de alunos est entre 70 e 100, pode-se afirmar que a soma dos algarismos que compem esse nmero (A) (B) (C) (D) 11. 6. 8. 10.
Ao avaliar o fluxo de livros retirados da biblioteca, em um determinado ms do ano letivo, resolveu-se montar uma tabela. Observe-a: Dom 1 Semana 2 F 1 5 8 6 15 5 22 2 29 1 3 F 2 6 9 5 16 4 23 5 30 5 4 F 3 7 10 2 17 3 24 4 31 4 5 F 4 4 11 6 18 5 25 5 6 F 5 10 12 12 19 11 26 10 Sb 6
Livros retirados 2 Semana Livros retirados 3 Semana Livros retirados 4 Semana Livros retirados 5 Semana Livros retirados 28 21 14 7
A diretoria de uma escola decidiu aproveitar uma Festa Junina, realizada nas dependncias do estabelecimento, para angariar alguns fundos extras e atualizar o acervo da biblioteca. A idia sugerida produzir pamonhas, a um custo de R$ 20,00 por receita, e revender para o pblico da festa. Uma barraquinha pode ser montada no dia do evento a um custo total de R$ 120,00, entre estrutura armada, utenslios e decorao. Cada receita rende 50 unidades, que sero vendidas, individualmente, ao preo de R$ 0,80. Com base nesses dados e supondo que no haja sobras nem perdas na produo, a quantidade mnima de receitas que devem ser produzidas e vendidas, a fim de que no haja prejuzo, de (A) (B) (C) (D) (E) 3 receitas. 6 receitas. 4 receitas. 5 receitas. 7 receitas.
Avaliando a tabela, pode-se concluir que a mdia de retirada do (a) (A) (B) (C) (D) (E) 31. 3 feira foi maior que a mdia da 5 feira. 1 semana foi inferior da 2 semana. ms inteiro supera a mdia das trs primeiras semanas. 2 semana foi inferior da 4 semana. 1 semana supera a mdia de todas as outras semanas.
Teresa acabou de ser aprovada no concurso para Secretrio de escola e, antes mesmo que se d conta, j est em sua sala exercendo as funes do cargo. Sua primeira tarefa conferir os valores a serem pagos para os professores regulares da escola, bem como para os temporrios. Em ambos os casos, os salrios dependem do total de aulas ministradas no ms, de acordo com a planilha abaixo. Regime de Trabalho Regular Temporrio Fixo R$ 350,00 Valor pago por aula R$ 8,00 R$ 5,00
Aps um evento de arrecadao, uma escola levantou R$ 180,00 para atualizar parte do acervo da biblioteca. Um dos itens mais solicitados pelos alunos a nova coleo de livros juvenis, estrelando a bruxinha Sally Pepper. A coordenao da escola realizou uma pesquisa com as distribuidoras que tm as colees em estoque e, aps as negociaes, o resultado foi organizado na tabela abaixo. Observe-a: LIVRARIA Dickens Goethe Cervantes Preo por Coleo R$ 30,00 R$ 40,00 R$ 60,00 Taxa de Entrega (por pedido) R$ 30,00 R$ 20,00 isento
Teresa percebe que o professor contratado em regime regular tem direito, ainda, a um fixo mensal no valor de R$ 350,00. Sobre sua mesa, h uma outra planilha com a contagem do nmero total de aulas que cada professor da instituio ministrou no ltimo ms, bem como o respectivo regime de contratao: Professor(a) Berenice Soares Eriberto Cruz Cleonice Valmira Adalberto Pinha Doralice Sampaio Regime de Trabalho Regular Temporrio Regular Regular Temporrio Total de Aulas 85 35 145 120 32
Repare que as livrarias Dickens e Goethe cobram, alm dos preos referentes aos livros, taxas de entrega que devem ser pagas uma nica vez, independente da quantidade de colees encomendadas. Assim, as quantidades de colees que podem ser adquiridas, nas limitaes do oramento disponvel, nas livrarias Dickens, Goethe e Cervantes so, respectivamente: (A) (B) (C) (D) (E) 32. 3 colees; 3 colees e 3 colees. 3 colees; 4 colees e 5 colees. 4 colees; 4 colees e 4 colees. 5 colees; 7 colees e 3 colees. 5 colees; 4 colees e 3 colees.
A partir destes dados, correto dizer que o valor a ser repassado para (A) (B) (C) (D) (E) Berenice de R$ 680,00. Eriberto de R$ 630,00. Cleonice de R$ 1.075,00. Adalberto de R$ 1.310,00. Doralice de R$ 510,00.
Uma escola com 1.600 alunos, 60 professores e 40 funcionrios de apoio receber mais 240 alunos. Para manter as mesmas propores, (A) (B) (C) (D) (E) o nmero de professores contratados dever ser 69. o nmero de funcionrios de apoio contratados dever ser 46. o nmero total de contrataes a serem feitas dever ser 15. o nmero total de professores e funcionrios de apoio para atender a todos os alunos dever ser 116. a diferena entre os nmeros totais de professores e de funcionrios de apoio para atender a todos os alunos dever ser 24.
Um concurso de redao foi realizado na escola e a produo da 3, 4 e 5 sries foi contabilizada e organizada na seguinte tabela de dados: Srie 3 4 5 Redaes 210 140 175
Os professores responsveis pela correo aguardam o envio das redaes, que devem ser embaladas e remetidas em pacotes, de modo a seguir trs regras: R1. Redaes de sries diferentes no podem estar misturadas no mesmo pacote. R2. Todos os pacotes devem ter exatamente o mesmo nmero de redaes. R3. O nmero total de pacotes enviados deve ser o mnimo possvel. Nessas condies, a quantidade de redaes que devem ser colocadas em cada pacote (A) (B) (C) (D) (E) 5. 7. 15. 35. 70.
Em uma escola com 1.200 alunos, servida uma merenda por dia para cada aluno, de 2 a 6 feira, e a freqncia, em cada dia de uma semana normal, isto , sem feriados, de 97 do nmero de alunos. Na semana em que ocorre um 100 feriado na 3, na 4 ou na 5 feira, a freqncia, em cada um dos demais dias da mesma semana, cai para 65 do nmero 100 de alunos. No ms de maio desse ano, houve feriado no dia 1 e no dia 22, conforme pode ser observado no calendrio abaixo. Dom 2 F 3 F 4 F 5 F 1 4 11 18 25 5 12 19 26 6 13 20 27 7 14 21 28 8 15 22 29 6 F 2 9 16 23 30 Sb 3 10 17 24 31
Diante disso, pode-se afirmar que o nmero estimado de merendas consumidas, no ms de maio, foi (A) (B) (C) (D) (E) 20.400. 21.360. 22.300. 23.440. 24.180.
Em uma escola, uma aluna da 7 srie perdeu cerca de um ms inteiro de aulas, em decorrncia de um problema de sade. O caso foi levado autoridade competente, que decidiu que a aluna poderia repor as aulas perdidas, desde que freqentasse aulas no perodo de recuperao, de modo a compensar exatamente o total de horas perdidas. Considere os seguintes dados: dias letivos perdidos: 24 dias. total de aulas em cada dia letivo perdido: 6 aulas/dia. durao de cada aula perdida: 50 minutos.
No perodo de recuperao, cada dia letivo tem 8 aulas com 45 minutos de durao cada uma. Qual o nmero total de dias de recuperao que a aluna dever freqentar? (A) (B) (C) (D) (E) 12 dias. 15 dias. 16 dias. 18 dias. 20 dias.
Surgiu uma emergncia! Um cano rompeu-se e toda a regio teve o fornecimento de gua cortado, sem previso de conserto. De experincias anteriores, sabe-se que a caixa de gua da escola, cheia, consegue abastecer as necessidades do estabelecimento por aproximadamente 2 horas seguidas, em uso regular. Em condies de racionamento, esse consumo mdio cai pela metade. Dez caminhes-tanque de 10.000 litros, cheios, conseguiriam abastecer a escola durante 16 horas, em esquema de racionamento. Qual a melhor estimativa para a capacidade da caixa de gua? (A) (B) (C) (D) (E) 100.000 litros. 50.000 litros. 25.000 litros. 12.500 litros. 10.000 litros.
Uma escola pretende organizar um dia de excurso cultural ao Museu de Arte de So Paulo, na capital, e cabe secretaria organizar os preparativos para a viagem, como redigir a carta de autorizao dos responsveis e calcular os custos por aluno. O transporte entre as cidades ser realizado em um nibus cedido pelo Estado, que estima o custo total com combustvel (ida e volta) em R$ 300,00 e compromete-se a arcar com metade desse valor, alm da diria do motorista e dos pedgios. A outra metade da despesa com combustvel dever ser repartida igualmente entre cada professor e cada aluno inscrito. O grupo, que contar com 5 professores, ser deixado diretamente no museu, cuja entrada gratuita. Quanto alimentao, cada aluno dever entrar com mais R$ 4,60 para contribuir com o custeio de uma refeio especial, feita em mutiro pelas merendeiras da escola, na vspera da viagem. O grupo ainda visitar o Memorial da Amrica Latina, deslocando-se de metr a um custo de R$ 2,40 por pessoa. Novamente, o ingresso, no ponto de visitao, ser gratuito. Aps essa segunda visita, o mesmo nibus que trouxe o grupo estar aguardando nas imediaes do Memorial, para conduzir todos de volta ao municpio de origem. Diante disso, qual o nmero de alunos que deve comparecer excurso, de modo que cada um deles desembolse R$ 12,00? (A) (B) (C) (D) (E) 30 alunos. 25 alunos. 22 alunos. 20 alunos. 18 alunos.
No final do ano passado, os cinco professores de Matemtica de uma escola trabalharam em um esquema de mutiro, durante trs dias, trs horas por dia cada um, para corrigir um total de 450 avaliaes. Nesse ltimo ano, o nmero de alunos da escola foi ampliado e o total de avaliaes a serem corrigidas passou para 600. Como um dos professores da equipe adoeceu e no vai participar do mutiro esse ano, os quatro restantes comprometeram-se a trabalhar no mesmo esquema, cinco horas por dia cada um. Para facilitar a anlise do problema, os dados foram organizados na tabela abaixo. Observe-a: Professores 5 4 Avaliaes 450 600 Horas / Dia 3 5 Dias 3 ?
Em um sistema de recompensa indito, uma escola recebeu um prmio no valor de R$ 192.000,00 pela conservao das instalaes e pela conscientizao dos alunos, para ser distribudo entre os 16 serventes e os 40 professores. Para facilitar os clculos e por ter sido um trabalho de equipe, a Direo resolveu fazer a diviso observando os seguintes critrios, aceitos por unanimidade: I. II. aos serventes, atribuiu-se o peso 3 e, aos professores, o peso 2. todos os serventes receberam o mesmo valor entre si, assim como todos os professores receberam, entre si, igualmente, independente dos seus salrios.
Diante disso, pode-se afirmar que (A) (B) (C) (D) a diferena entre os valores recebidos por um servente e um professor foi R$ 1.250,00. a soma do valor que cada servente recebeu e que cada professor recebeu R$ 8.000,00. cada servente recebeu o dobro do valor que cada professor recebeu. a diferena entre o dobro do valor que cada servente recebeu e o triplo do valor que cada professor recebeu nula. o valor que cada professor recebeu foi superior ao valor que cada servente recebeu.
A coordenao da escola precisa estimar se os professores daro conta dessa tarefa em at quatro dias, que o prazo combinado para a entrega das correes. Supondo que todos os professores tenham um mesmo rendimento e que esse rendimento mantenha-se do ano de 2007 para o ano de 2008, o coordenador deve (A) ficar despreocupado, pois o prazo de quatro dias ser respeitado e com uma margem de segurana de exatamente dois dias. ficar despreocupado, pois o prazo de quatro dias ser respeitado e com uma margem de segurana de exatamente um dia. ficar despreocupado, pois o prazo de quatro dias ser respeitado, mesmo sem margem de segurana nenhuma. adiar a data da entrega em exatamente um dia, pois os professores levaro cinco dias para dar conta das 600 avaliaes. adiar a data da entrega em dois dias, pois os professores levaro seis dias para dar conta das 600 avaliaes.
A comisso de formatura, ao terminar o seu trabalho, resolveu comemorar em um restaurante. Ao final do jantar, a conta de R$ 350,00 seria dividida, igualmente, entre os membros da comisso. Um dos rapazes, gentilmente, sugeriu que as trs moas presentes na comisso no entrassem no rateio, o que acarretou um aumento de R$ 15,00 para cada rapaz presente. Pode-se afirmar que, na comisso, (A) (B) o nmero de rapazes o dobro do nmero de moas. a razo entre o nmero de rapazes e o nmero de moas igual razo entre o valor que cada rapaz pagou e o valor que cada membro da comisso pagaria originalmente. a diferena entre o nmero de rapazes e o nmero de moas quatro. o nmero de rapazes um nmero par. o nmero total de membros um nmero mltiplo de 3.
Nesse ano, a diretoria decidiu premiar os alunos mais dedicados da escola. Um grande concurso foi divulgado e todos os alunos inscritos compareceram ao ginsio municipal na data marcada. Na primeira etapa, o diretor pediu que permanecessem na quadra apenas os alunos que, durante o ano letivo, no perderam um nico dia de aula. Exatamente metade dos alunos se retirou. Na segunda etapa, o diretor solicitou que permanecessem na quadra apenas os estudantes que, no mesmo perodo, no atrasaram um dia sequer. Daqueles alunos restantes aps a primeira etapa, dois teros deixaram a quadra. Na etapa seguinte, quatro em cada dez alunos restantes desistiram, quando o diretor perguntou quem no havia perdido nenhuma aula, inclusive no ano letivo anterior. Finalmente, aps a ltima pergunta (sobre quem nunca havia perdido nem um minuto de aulas, nem para ir ao banheiro), nove alunos se retiraram, restando na quadra apenas os trs ganhadores, cada um deles contemplado com um curso de informtica, um de ingls e um de espanhol. Pode-se afirmar que, no concurso, haviam se inscrito (A) (B) (C) (D) (E) 50 alunos. 100 alunos. 120 alunos. 150 alunos. 180 alunos.
O pequeno Pedro Malagueta, aluno da 5 srie, acabou de cometer um furto na escola em que estuda e a diretoria considera este um fato grave. A escola est relutante em punilo de forma severa, pois acredita que Malagueta tem chance de completar o Ensino Fundamental e at de concluir o Ensino Mdio, caso seja acompanhado pessoalmente por um professor-tutor daqui para frente. Estatsticas apontam que alunos com as caractersticas etrias e scio-econmicas de Malagueta, quando inclusos em um programa de tutelamento, tm boa chance de reabilitao: em mdia, 70 em cada 100 estudantes completam a 9 srie e, desses, 60 em cada 100 completam tambm o Ensino Mdio. Com base nestes dados, a estimativa de que Malagueta complete o Ensino Mdio, se incluso em um programa de tutelamento, de, aproximadamente, (A) (B) (C) (D) (E) 130 em 100 casos. 130 em 1.000 casos. 130 em 10.000 casos. 42 em 100 casos. 42 em 100.000 casos.
Em um evento musical, a receita do estacionamento ser destinada aos alunos do 3 ano do Ensino Mdio, para reforar o oramento da festa de formatura. A tabela de preos foi montada como se segue:
A Secretaria da Educao solicitou a todas as escolas da rede pblica que fizessem um levantamento, com os custos de reforma e manuteno de instalaes, para a virada do ano letivo. A secretaria da escola ficou encarregada dessa tarefa e iniciou uma pesquisa. Quatro itens entraram na primeira verso do formulrio: 1. pintura completa de 3 salas de aula (cada sala consome 3 latas grandes de tinta, mais mo-deobra); 2. servios de carpintaria completa em 80 carteiras; 3. servios de carpintaria completa em 4 mesas grandes de professor; e 4. troca de 6 vasos sanitrios.
1 Hora Demais horas
Valor a ser pago R$ 1,00 R$ 0,50 cada hora adicional
Ficou combinado que a hora sempre seria cobrada inteira, sem tolerncia. Por exemplo, um motorista cujo carro permanecesse no estacionamento por uma hora e cinco minutos pagaria R$ 1,00 pela primeira hora, mais R$ 0,50 pela segunda hora, mesmo que esta seja incompleta. Se foram contabilizadas 200 horas e a receita foi de R$ 140,00, pode-se afirmar que freqentaram o estacionamento (A) (B) (C) (D) (E) 60 carros. 70 carros. 80 carros. 87 carros. 90 carros.
Os produtos e servios listados foram cotados na regio, como segue:
a. lata grande de tinta: R$ 50,00 cada lata; b. pintura (mo-de-obra): R$ 60,00 para cada sala de aula; c. carpintaria: R$ 10,00 cada carteira e R$ 25,00 cada mesa grande; d. vaso sanitrio + servio de troca: R$ 80,00 cada vaso. Aps o envio do levantamento, a Secretaria da Educao liberou uma verba de R$ 1.500,00 para cobrir parte dessas despesas. Assinale a alternativa que indica o pacote de servios que custaria mais que a verba disponvel. (A) (B) (C) (D) (E) Pintura das 3 salas de aula e carpintaria das 80 carteiras. Pintura das 3 salas de aula e carpintaria das 80 carteiras e das 4 mesas. Carpintaria das 80 carteiras e das 4 mesas e troca dos 6 vasos sanitrios. Pintura das 3 salas de aula e troca dos 6 vasos sanitrios. Carpintaria das 80 carteiras e troca dos 6 vasos sanitrios.
Em um Estado, foi proposto um plano de carreira para os professores nas seguintes condies: I. durante os dois primeiros qinqnios, ao final de cada um deles, o salrio-base de cada professor seria acrescido de 1 do seu vencimento.
II. aps os dois primeiros qinqnios, ao final de cada um dos prximos trs quadrinios, o salrio-base do professor seria acrescido de 1 do seu vencimento.
III. aps esses primeiros vinte e dois anos, o mesmo benefcio se repetiria a cada binio.
Se necessrio, utilize os dados abaixo para responder questo. 48. 2 x 1,2 3 x 1,2 4 x 1,2 5 x 1,2 6 x 1,2 =2,4 =3,6 =4,8 =6,0 =7,2 1,22 1,23 1,24 1,25 1,26 =1,44 =1,728 =2,0736 =2,48832 =2,985984 0,22 0,23 0,24 0,25 0,26 =0,04 =0,008 =0,0016 =0,00032 =0,000064 Em uma apresentao esportiva, os alunos foram colocados em n filas e n colunas, sobrando 15 alunos. Em uma outra tentativa, acrescentaram uma fila e uma coluna, o que resultou na falta de 20 alunos para completar o novo quadrado. Dessa forma, a soma dos algarismos que compem o nmero total de alunos (A) (B) (C) (D) (E) 5. 6. 7. 8. 9.
Nessas condies, pode-se afirmar que (A) (B) (C) o professor, aps o segundo qinqnio, estar recebendo 1,5 vezes o seu salrio inicial. aps 18 anos, o salrio do professor ser maior que o dobro do salrio inicial. no perodo aps 22 anos e antes de completar 24 anos, o professor estar recebendo mais que 2,5 vezes o seu salrio inicial. o salrio do professor triplicar antes dos 24 anos de trabalho. no possvel efetuar os clculos solicitados por no se conhecer o valor do salrio inicial.
Uma escola recebeu um lote de cestas bsicas, que devem ser armazenadas em uma sala, cujo comprimento de 5,10m e cuja largura de 3,70m, com uma porta lateral, conforme mostra a figura abaixo. Considere que as dimenses da caixa da cesta bsica so: 60cm de comprimento, 36cm de largura por 24cm de altura e que as caixas sempre so apoiadas na base com dimenses de 60cm por 36cm. Considere ainda que, para maior controle, todas as caixas foram colocadas na mesma posio.
INFORMTICA 51. Celeste, Diretora de uma escola estadual, est com a sua mquina em processo de manuteno e pede para usar o computador do Secretrio. Ao procurar, no Windows XP, pelo Word 2003 no Iniciar > Todos os programas > Microsoft Office (configurao padro do computador do Secretrio), ela percebe que o Word 2003, bem como o Excel 2003, no esto presentes. Observa a rea de trabalho do computador e verifica que os cones dos referidos aplicativos tambm no esto na tela. Dessa forma, a Diretora questiona o Secretrio quanto possibilidade de acessar o Word 2003 ou qualquer outro aplicativo existente na mquina dele, atravs da opo: Iniciar > Executar... . Diante disso, o Secretrio afirma que (A) possvel acessar qualquer aplicativo desde que se digite corretamente o caminho em que o aplicativo foi instalado e o nome dele, atravs da opo: Iniciar > Executar... . qualquer aplicativo s pode ser acessado atravs do ambiente grfico ou da opo: Iniciar > Programas. depende das permisses atribudas ao usurio. s ser possvel se o Windows Explorer estiver instalado. somente possvel se o sistema operacional estiver em modo de segurana.
3,70 m 0,8 m 1m
(B) Respeitando o espao retangular reservado para a porta, conforme mostra a figura acima, e empilhando no mximo 5 unidades, para no danific-las, pode-se afirmar que o nmero mximo de caixas que podem ser armazenadas na sala (A) (B) (C) (D) (E) 380. 390. 400. 410. 370. (C) (D) (E)
O Secretrio de uma escola recebeu um novo computador e precisava organizar o contedo das informaes. Para isso, entrou no Windows Explorer, cujo sistema operacional o Windows XP, e notou, na barra de ferramentas, os seguintes botes:
O ginsio de esportes de uma escola estadual tem a forma de um paraleleppedo reto-retngulo, representado abaixo, com medidas de 60m de comprimento, 40m de largura e 23m de altura. Esses botes representam, respectivamente, (A) (B) (C) (D) (E) pesquisar; arquivos e figuras. zoom; pastas e modos de exibio. pesquisar; pastas e modos de exibio. zoom; arquivos e figuras. pesquisar; pastas e figuras.
53. Para sediar um evento musical, por motivo de segurana, as autoridades competentes estipularam duas condies: I. para uma circulao adequada, o nmero mximo de pessoas deveria ser 7 pessoas por metro quadrado de piso. para uma ventilao adequada, deveria haver, no mnimo, 4 metros cbicos por pessoa presente nesse evento.
No primeiro dia de trabalho de um Secretrio de escola, foram solicitadas a ele algumas tarefas a serem realizadas no Excel 2003. Ele observou a figura abaixo que mostra parte da barra de ferramentas do Excel 2003.
Ento, para obedecer as duas condies, pode-se concluir que (A) (B) (C) o evento comporta at 17.000 pessoas. pode haver, no mximo, 6 pessoas por metro quadrado de piso. as duas condies apresentadas acima (I e II) so contraditrias e no possvel definir o nmero mximo de pessoas que podem freqentar o evento. o nmero mnimo de pessoas que o evento pode comportar 14.500. na prtica, cada metro quadrado de piso, durante o evento, comportar uma mdia de at 5,75 pessoas.
Trata-se de dois botes denominados "Estilo de moeda" e "Estilo de porcentagem", respectivamente. A seqncia inicial para ele executar, via menu, as aes desses botes : (A) (B) (C) (D) (E) Formatar > Clulas Ferramentas > Suplementos Formatar > Marcadores e numerao Ferramentas > Opes Formatar > Estilo
Aps preparar, no Excel 2003, uma planilha que contm a mdia dos alunos da turma M1, o Diretor de uma escola solicita que o Secretrio de escola inclua a mensagem REPROVADO em todas as clulas da coluna D, para os alunos que obtiveram mdia menor que 5. Que procedimento dever ser adotado pelo Secretrio para atender a esta solicitao?
Um Secretrio de escola preparou uma apresentao sobre a primavera, em PowerPoint 2003, para ser projetada no dia da rvore. Depois de feito o ltimo slide, ele achou que seria interessante alterar o marcador do estilo de texto de segundo nvel de todos os slides. Como eram muitos, fez a alterao no slide Mestre. Observe.
Assinale a alternativa que indica o caminho percorrido para se chegar ao slide Mestre. (A) (B) (C) (D) (E) Editar > Slide mestre Editar > Mestre > Slide mestre Exibir > Slide mestre Exibir > Mestre > Slide mestre Formatar > Slide mestre
Digitar, na clula D3, o comando: =Se(C3<5,REPROVADO) e escrever este mesmo comando nas demais clulas da coluna D, compreendidas de 4 a 16. Digitar, na clula E3, o comando: =SeC3<5,D3=REPROVADO e escrever este mesmo comando nas demais clulas da coluna D, compreendidas de 4 a 16. Digitar, na clula D3, o comando: =Se(C3<5; "REPROVADO";""), posicionar o cursor na clula D3, pressionar a combinao de teclas Ctrl + C, selecionar as clulas da coluna D, compreendidas de 4 a 16 e pressionar a combinao de teclas Ctrl + V. Digitar, na clula E3, o comando: =SeC3<5,REPROVADO,), posicionar o cursor na clula E3, pressionar a combinao de teclas Ctrl + C, selecionar as clulas da coluna E, compreendidas de 4 a 16 e pressionar a combinao de teclas Ctrl + V. Digitar, na clula D3, o comando: =Se(C3<5,REPROVADO), selecionar a opo: Dados > Classificar... e pressionar o boto OK da janela que ir aparecer.
Um Secretrio de escola estava utilizando a planilha do Excel 2003 descrita na figura abaixo, para criar uma lista de todos os alunos da escola, que contm aproximadamente 300 alunos. Em um dado momento, durante a rolagem de pgina, a linha de cabealho desapareceu. Assinale a alternativa que apresenta o procedimento que o Secretrio dever adotar para deixar a linha de cabealho sempre visvel.
Em uma reunio para divulgar comunidade o projeto pedaggico de uma escola, seu Diretor e seu Secretrio prepararam uma apresentao, feita em PowerPoint 2003, para ser projetada em uma tela. Para aplicar uma transio de slides, via menu, eles clicaram, inicialmente, em (A) (B) (C) (D) (E) Exibir > Animao > Transio de slides Inserir > Transio de slides Formatar > Transio de slides Ferramentas > Animao > Transio de slides Apresentaes > Transio de slides
Posicionar o cursor na clula A2 e selecionar a opo: Janela > Congelar painis. Posicionar o cursor na clula F1 e selecionar a opo: Dados > Filtrar. Selecionar a linha 1 e, em seguida, selecionar a opo: Formatar > Estilo... . Posicionar o cursor na clula F1 e selecionar a opo: Janela > Ocultar. Selecionar a linha 1 e, em seguida, pressionar a combinao de teclas Alt + F5.
Um Secretrio de escola, ao formatar um texto, observa que, na janela de formatao de pargrafo no Word 2003, na guia Recuos e Espaamento, h: "Geral", "Recuo" e "Espaamento". Sobre estes recursos de formatao, escolha a nica alternativa em que todas as afirmaes so verdadeiras. (A) Em "Geral", pode-se determinar se permitido quebrar linhas do pargrafo entre pginas. Em "Espaamento", pode-se determinar se o espaamento duplo ou simples. Em "Geral", pode-se determinar se o pargrafo justificado. Em "Recuo", pode-se determinar as distncias entre os pargrafos anterior e posterior. Em "Recuo", pode-se determinar o quanto a primeira linha se afasta da margem esquerda. Em "Espaamento", pode-se determinar, em pontos, uma distncia livre depois do pargrafo. Em "Recuo", centraliza-se um pargrafo. Em "Espaamento", pode-se determinar se um pargrafo sempre fica junto do prximo. Em "Recuo", determina-se o alinhamento do pargrafo. Em "Espaamento", todo o espaamento definido somente em centmetros.
No final do ano, o Diretor de uma escola resolveu premiar o melhor aluno de cada uma das dezesseis classes. Pediu ao Secretrio da escola que elaborasse, no Word 2003, uma lista, em uma tabela, com as seguintes informaes de cada um: nome, classe e conceito final de resultado. A tabela teria, ento, dezessete linhas (uma para ttulo) e trs colunas. Os comandos e opes usados para construir a tabela foram: (A) (B) (C) (D) (E) Inserir > Tabela > Nmero de colunas: 3, Nmero de linhas: 17 > OK Tabela > Inserir > Tabela > Nmero de colunas: 3, Nmero de linhas: 17 > OK Inserir > Tabela > guia Ajuste > Nmero de colunas: 3, Nmero de linhas: 17 > OK Tabela > Tabela > Nmero de colunas: 3, Nmero de linhas: 17 > OK Inserir > guia Ajuste > Nmero de colunas: 3, Nmero de linhas: 17 > OK
Maria, Secretria de escola, est preparando uma planilha, no Excel 2003, que dever conter os horrios dos perodos: Matutino, Vespertino e Noturno. Observe a figura abaixo e indique qual o procedimento aplicvel para trocar o nome das guias Plan1, Plan2 e Plan3 pelos nomes dos perodos citados acima.
Uma escola organizou uma gincana social entre as quatro turmas do terceiro ano do Ensino Mdio. Cada turma deveria arrecadar alimentos para serem doados a uma entidade social do bairro e a pontuao seria de acordo com a arrecadao. Uma planilha do Excel 2003 foi usada para registrar e acompanhar a pontuao de cada turma e o resultado geral foi
Assinale a alternativa que compreende os contedos mais provveis para as clulas B6, B7, B8 e B9.
(A) (A) Selecionar a opo: Editar > Substituir... e, em seguida, informar o nome desejado para cada guia, na caixa de dilogo que ser exibida. Selecionar, atravs do mouse com clique duplo, a guia Plan1 e, em seguida, escrever o nome desejado, ou ainda, posicionar o mouse em cima do nome da guia Plan1, pressionar o boto direito do mouse e selecionar a opo Renomear. Em seguida, repetir este procedimento para as demais guias. Selecionar a guia Plan1, selecionar a opo: Ferramentas > Personalizar... e digitar o nome desejado. Em seguida, repetir este procedimento para as demais guias. Pressionar as teclas Alt + R e digitar os nomes desejados nas respectivas guias. Selecionar a guia desejada, pressionar a tecla Ctrl e, em seguida, digitar o nome desejado.
A Associao de Pais e Mestres de uma escola possui no Access 2003 uma tabela com o cadastro de todos os pais de alunos. Alm do nome do aluno e dos seus responsveis, h tambm um campo com o nmero de familiares que residem com o aluno. Para o nome do aluno, o tamanho do campo definido em suas propriedades 50. Considerando que o nmero de familiares na mesma residncia ser sempre menor do que 100 e que o campo para essa informao do tipo nmero, o menor tamanho de campo que deve ser definido para este campo (A) (B) (C) (D) (E) 1. 2. 99. Byte. Inteiro.
Um Secretrio de escola observou que, em uma planilha do Excel 2003, possvel colocar os dados em ordem alfabtica, aps selecion-los, atravs do incio da seguinte seqncia de menu: (A) (B) (C) (D) (E) Exibir > Classificar Dados > Ordenar Tabela > Classificar Dados > Classificar Ferramentas > Ordenar
LEGISLAO 66. Joo Antnio, de 13 (treze) anos, aluno regularmente matriculado, solicitou a transferncia para o perodo noturno, anexando ao seu pedido uma declarao de seu progenitor afirmando a necessidade do trabalho do estudante para contribuir com o sustento da famlia. O Secretrio de escola explicou que, em 1990, os adolescentes obtiveram novas conquistas com a edio da Lei n 8.069, que dispe sobre a proteo integral criana e ao adolescente. O direito profissionalizao e proteo do trabalho acha-se regulado no citado diploma legal, abrangendo os artigos 60 a 69. O ECA Estatuto da Criana e do Adolescente estabelece que proibido (a) (A) aos menores do sexo feminino de 12 a 18 anos e aos do sexo masculino de 12 a 21 anos trabalharem mais de sete horas consecutivas, por dia. a insero precoce no mercado de trabalho, salvo quando ocorrer em duas ordens de fatores: a pobreza que obriga as famlias a adotarem formas de comportamento que incluem a oferta da mo-de-obra dos filhos menores de idade e, em especial, o desemprego dos pais; e a necessidade de utilizar o trabalho como elemento disciplinador e preventivo da marginalidade. aos meninos e s meninas com idade at 18 anos contriburem com a produo de bens ou servios, para sustento prprio e/ou de seus familiares, qualquer que seja a forma de insero no mercado de trabalho, mesmo na condio de aprendiz. retirar imediatamente da atividade laborativa toda criana e adolescente (meninos e meninas at 14 anos) em situao de trabalho irregular. O trabalhador adolescente com idade de 16 a 17 anos no tem mais o direito ao trabalho protegido, mas to somente aos direitos trabalhistas e previdencirios. qualquer trabalho a menores de 14 anos de idade. A legislao nacional em vigor permite, em circunstncias especiais, o trabalho para maiores de 14 anos na condio de aprendizes e para maiores de 16 anos na condio de trabalhadores, protegidos e com os direitos trabalhistas e previdencirios assegurados.
O Diretor de uma escola examina a planilha abaixo que o Secretrio de escola confeccionou, no Excel 2003, e solicita que toda vez que houver a necessidade de imprimi-la, seja impressa somente a rea que est selecionada, sem que para isso, ele ou qualquer outra pessoa tenha que selecion-la novamente. Assinale a alternativa que indica o procedimento correto a ser adotado pelo Secretrio para que isso ocorra.
Pressionar as teclas Ctrl + Print Screen do teclado. Selecionar a opo: Arquivo > Imprimir... e marcar a opo Seleo na caixa de dilogo que aparecer. Selecionar a opo: Arquivo > Visualizar impresso. Pressionar a combinao de teclas Ctrl + A e, em seguida, digitar A2-F8. Selecionar a opo: Arquivo > rea de impresso > Definir rea de impresso.
Um Diretor de escola solicita Joana, Secretria de escola, que adicione uma marca dgua em um documento que ele escreveu, utilizando o Microsoft Word 2003. Assinale a alternativa que indica a opo inicial correta para realizar esta solicitao. (A) (B) (C) (D) (E) Formatar > Tema... Arquivo > Imprimir > Marca dgua Exibir > Cabealho e Rodap e colar uma imagem desbotada. Formatar > Plano de Fundo > Marca dgua impressa... Formatar > Quadros > Novo quadro de pginas
A professora Maria de Lourdes, que permaneceu 90 (noventa) dias em licena mdica para tratamento de sade, solicitou secretaria da escola o pagamento da Gratificao por Trabalho no Curso Noturno que no lhe foi pago. O Secretrio de escola, Joo, informou que a Lei Complementar n 444, de 27 de dezembro de 1985, em seu Artigo 83, afirma que os funcionrios e servidores, integrantes da srie de classes de docentes e das classes de especialistas de educao, do Quadro do Magistrio, enquanto atuarem nos Ensinos Fundamental e Mdio das Unidades Escolares da Secretaria da Educao, no perodo noturno, faro jus Gratificao por Trabalho Noturno nesse perodo. A Lei Complementar n 774, de 20 de dezembro de 1994, altera a Lei Complementar n 444, de 27 de dezembro de 1985. Os funcionrios e servidores integrantes do Quadro do Magistrio perdero o direito Gratificao por Trabalho no Curso Noturno quando ocorrer afastamento, licena ou ausncia de qualquer natureza, (A) salvo nas hipteses de falta abonada, frias, licenaprmio, licena gestante, licena adoo, gala, nojo, jri, afastamento para participar de treinamento, orientao tcnica ou curso, promovidos pela Secretaria da Educao e de licena para tratamento de sade, neste ltimo caso, at o limite de 45 (quarenta e cinco) dias. O valor da Gratificao por Trabalho no Curso Noturno ser computado no clculo do dcimo terceiro salrio e frias. A Gratificao por Trabalho no Curso Noturno no se incorporar aos vencimentos ou salrios para nenhum efeito. incluindo as faltas abonadas, justificadas, injustificadas, licenciamentos, ainda que considerados como de efetivo exerccio. No sero computados como ausncias as frias, a licena-prmio, licena gestante, licena adoo, gala, nojo, jri, afastamento para participar de treinamento, orientao tcnica ou curso, promovidos pela Secretaria da Educao e de licena para tratamento de sade, neste ltimo caso, at o limite de 45 (quarenta e cinco) dias. O valor da Gratificao por Trabalho no Curso Noturno ser computado no clculo do dcimo terceiro salrio e frias. A Gratificao por Trabalho no Curso Noturno se incorporar aos vencimentos ou salrios aps 5 (cinco) anos consecutivos de trabalho nos Cursos Noturnos. incluindo as faltas abonadas, justificadas, injustificadas e licena para tratamento de sade. O valor da Gratificao por Trabalho no Curso Noturno no ser computado no clculo do dcimo terceiro salrio e frias. A Gratificao por Trabalho no Curso Noturno no se incorporar aos vencimentos ou salrios. mesmo em virtude de consulta, exame ou sesso de tratamento de sade referente sua prpria pessoa. O disposto acima descrito aplica-se, tambm, ao servidor que se ausentar para acompanhar consulta, exame ou sesso de tratamento de sade: I - de filhos menores, menores sob sua guarda legal ou com deficincia, devidamente comprovados; II - do cnjuge, companheiro ou companheira; e III - dos pais, madrasta, padrasto ou curatelados. sem exceo. A gratificao de 20% (vinte por cento), prevista na legislao, somente ser paga aos servidores que, em carter permanente, exercerem suas funes em horrio noturno. Considera-se permanente, para efeitos legais, o servio prestado, em horrio noturno, por perodo ininterrupto superior a 6 (seis) meses. No considerado permanente o trabalho noturno exercido em regime de planto ou de revezamento.
Um aluno com 28 anos de idade, solteiro e sem filhos, gozando de boa sade, trabalha quatro horas dirias em empresa privada, conforme declarao do empregador apresentada pelo estudante no ato da matrcula, no curso de Educao de Jovens e Adultos (EJA) do perodo noturno de uma escola estadual. Considerando o que estabelece o 3 do artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educao (Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996), com a redao que lhe foi dada pela Lei n 10.793, de 1 de dezembro de 2003, pode-se afirmar que o (a) (A) (B) (C) (D) (E) aluno trabalhador e por isso est dispensado da prtica de Educao Fsica. aluno possui mais de 21 anos e, portanto, est dispensado da prtica de Educao Fsica. prtica de Educao Fsica facultativa a aluno trabalhador desde que tenha mais de 21 anos. aluno trabalhador em questo est obrigado prtica de Educao Fsica. estudante do perodo noturno est automaticamente dispensado da prtica de Educao Fsica.
Um servidor efetivo ausentou-se ao servio interpoladamente, sem causa justificvel, por 20 (vinte) dias. Nesta hiptese, segundo o que prev a Lei n 10.261, de 28 de outubro de 1968 (Estatuto dos Funcionrios Pblicos Civis do Estado de So Paulo), o servidor (A) (B) (C) (D) (E) incorrer em abandono de cargo, nos termos do 1 do artigo 256 da citada Lei. perder automaticamente o direito licena-prmio, conforme dispem os artigos 209 e 210 da citada Lei. ter reduzido o seu perodo de frias, conforme o 3 do artigo 176 da citada Lei. no ser penalizado, por estar submetido apenas Lei 500/74. poder ser exonerado a bem do servio pblico, garantida a ampla defesa, conforme o artigo 257 da citada Lei.
Agente de Organizao Escolar, que trabalha das 8 s 17 horas, estuda em curso universitrio no perodo das 19 s 23 horas e pleiteia, nos termos do artigo 17 do Decreto Estadual n 52.054, de 14 de agosto de 2007, a concesso do benefcio do horrio de estudante. Justifica sua solicitao no fato de a sua faculdade situar-se muito distante do local de trabalho. Neste caso, a solicitao (A) (B) (C) (D) (E) ser deferida, desde que o servidor comprove documentalmente sua matrcula no curso. ser indeferida por no estarem atendidas as condies para a concesso do benefcio. ser deferida mediante simples requerimento do servidor, presumidas verdadeiras suas afirmaes. ser indeferida se o servidor no comprovar a relevncia do curso para o exerccio do cargo. poder ser deferida, desde que mediante despacho fundamentado do Secretrio de escola.
Elias, pai de um aluno do 1 ano do Ensino Mdio, gostaria de saber qual seria sua participao dentro da escola. O Secretrio de escola explicou que o Conselho de Escola um espao em que a voz do aluno, do professor, do diretor, do funcionrio e dos membros da comunidade ouvida. O artigo 95 do Estatuto do Magistrio, constando da Lei Complementar n 444, de 27 de dezembro de 1985, instituiu o Conselho de Escola, rgo colegiado composto por professores, especialistas, funcionrios, pais e alunos, definindo, de forma incisiva e explcita, o seu carter (A) consultivo. O Conselho de Escola o momento de professores, coordenadores e diretores se reunirem para conversar sobre o aproveitamento escolar dos alunos. Em algumas ocasies, a idia simplesmente aprovar ou reprov-los diante dos resultados apresentados por eles no decorrer do ano. Outras vezes, a equipe pedaggica observa as disciplinas nas quais os estudantes apresentam mais dificuldade e formula aulas extras, diferentes programas de ensino ou metas a serem atingidas at o fim do ano letivo. deliberativo. O Conselho de Escola, tal como est constitudo, uma conquista que viabiliza a efetiva participao da comunidade na discusso, reflexo e soluo dos problemas que lhes so inerentes, legitimando a autonomia da Unidade Escolar. Assim, a responsabilidade pelas polticas administrativa, financeira e pedaggica da escola, em consonncia com as normas legais e diretrizes da Secretaria de Educao, passa a ser de todos. consultivo. O Conselho de Escola um espao meramente burocrtico. Os pais se interessam cada vez menos em participar das atividades da escola. importante lembrar que, para participar do Conselho de Escola, os indivduos precisam contribuir financeiramente com a Associao de Pais e Mestres, mesmo sabendo que a colaborao com esse rgo da sociedade civil deva ser voluntria. consultivo. O Conselho de Escola tem como funo auxiliar as gestes financeira, administrativa e pedaggica da instituio escolar. A princpio, tudo deve ser feito para ratificar as opinies do Diretor da escola, o nico que no pode concorrer s eleies, j que a tarefa dele presidir as sesses e apresentar as propostas que devem ser ratificadas. deliberativo. O Conselho de Escola uma assemblia geral da comunidade educativa, que decide sobre o projeto pedaggico da escola. Suas reunies so abertas ao pblico e todos os presentes tm direito voz e a voto.
Celeste, supervisora aposentada, quer assumir o cargo de Diretora de escola. A secretaria informa que seu acmulo ilegal, pois o captulo III da Lei n 10.261/1968, que trata das acumulaes remuneradas com redao decorrente da Constituio Federal de 1988 e do Decreto Estadual n 41.915/97, determina que vedada a acumulao remunerada, exceto quando houver (A) dois vnculos empregatcios diferentes, a saber: cargo tcnico exercido na Administrao pblica direta, com emprego tcnico em autarquias, fundaes, empresas pblicas, sociedades de economia mista, suas subsidirias, e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo poder pblico. compatibilidade de horrios, sendo permitido acumular proventos de aposentadoria com remunerao de cargo efetivo. No caso, permitida a acumulao de dois cargos tcnico ou cientfico, por exemplo: Diretor de escola aposentado com Superviso de Ensino. situaes de empregos e funes que abranjam autarquias, fundaes, empresas pblicas da administrao direta para apenas dois cargos tecnocientficos. compatibilidade de horrios para: I) a de um especialista da educao e um cargo de professor; II) a de dois cargos de especialista da educao; III) a de dois cargos tcnico ou cientfico; IV) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de sade; e V) a de um promotor de justia e um cargo de Diretor de escola. compatibilidade de horrios para: I) a de um juiz e um cargo de professor; II) a de dois cargos de professores; III) a de um cargo de professor e outro tcnico ou cientfico; IV) a de cargos ou empregos privativos de profissionais de sade, com profisses regulamentadas; e V) a de um promotor de justia e um cargo de professor.
A me de Jos, menino de 7 (sete) anos de idade que cursou a pr-escola em instituio privada de educao infantil, foi at a escola pblica prxima da sua residncia, para matricular seu filho na 1 srie do Ensino Fundamental. Como na referida escola no havia vaga, a responsvel pelo atendimento da secretaria deveria adotar o seguinte procedimento: (A) informar que no h vaga e que a famlia dever percorrer as escolas do municpio atrs da vaga, pois esta s garantida para crianas que cursaram a prescola em instituio pblica, atravs do mecanismo da transferncia. informar que no h vaga e que a famlia dever aguardar o prximo ano, fazendo o cadastro do aluno em data certa. informar que no h vaga, registrar o nome da criana no livro de demanda e esperar alguma desistncia para efetuar a matrcula. informar que no h como garantir a matrcula, pois o prazo para a mesma j acabou e solicitar que a famlia faa a matrcula no prximo ano, na data certa. garantir a matrcula, pois o Ensino Fundamental obrigatrio e direito pblico subjetivo. Deve verificar se h vaga nas escolas prximas residncia da criana e encaminhar o cadastro para a Secretaria para viabilizar a mesma.
Atravs de requerimento datado de 23 de junho de 2008 e endereado ao Diretor da unidade escolar, professor ingressante em 10 de fevereiro de 2003 solicita o gozo de licena-prmio, nos termos do artigo 209 da Lei n 10.261, de 28 de outubro de 1968. Desde o seu ingresso, o servidor fez uso de todas as faltas abonadas permitidas para cada um dos primeiros 5 (cinco) anos de seu exerccio no cargo, apresentando apenas uma falta justificada no ms de junho de 2007. No se ausentou no ano de 2008, inexistindo faltas injustificadas consignadas em sua folha de freqncia ou penalidades administrativas consignadas em seu pronturio. Seu pedido de licena-prmio dever ser, portanto, (A) deferido, pois foi atendido o limite de ausncias abonadas previsto no artigo 213 da Lei Estadual n 10.261/68. indeferido, pois o professor endereou seu pedido extemporaneamente. deferido, uma vez que o professor no ultrapassou o limite de ausncias injustificadas no perodo aquisitivo. indeferido, uma vez que foi ultrapassado o limite de ausncias permitido para o perodo aquisitivo. deferido, por se tratar de direito lquido e certo incontestvel do servidor.
Um docente, em acmulo lcito de cargos, reclama com o Secretrio de escola, uma vez que deixou de receber o benefcio de auxlio-alimentao por um de seus cargos. Neste caso, com base no que estabelece a Lei Estadual n 7.524, de 28 de outubro de 1991, pode-se afirmar que o professor (A) faz jus ao recebimento do benefcio nos dois cargos por perceber, em ambos, menos de 80 Unidades Fiscais do Estado. faz jus ao recebimento pelo motivo de se encontrar em acmulo lcito de cargos. no faz jus ao recebimento, pois o servidor em acmulo de cargos contemplado com o benefcio apenas por um dos cargos. no faz jus ao recebimento por estar a classe dos docentes excluda dentre os servidores beneficiados nesta legislao. faz jus ao recebimento do benefcio, o qual ser incorporado remunerao do servidor em ambos os cargos.
No presente ano, um docente faltou ao servio, injustificada e sucessivamente, da quinta-feira de uma semana segundafeira da semana subseqente, sendo certo que a sexta-feira desse perodo era um feriado nacional. Com base no que estabelece o artigo 9 do Decreto n 39.931, de 30 de janeiro de 1995, o docente (A) (B) (C) (D) (E) ter inclusive o feriado descontado de sua retribuio pecuniria. ter consignados como faltas-aula somente os dias das ausncias. poder levar as ausncias para compensao no perodo de frias. ter os dias intercalados entre as ausncias computados como faltas para todos os fins legais. perder as aulas da classe ou classes, se integrarem sua carga suplementar.
Servidor, submetido jornada de 40 horas semanais, ausenta-se ao servio na 3 feira, comparecendo normalmente nos dois dias subseqentes. Na 6 feira, comparece ao trabalho e apresenta atestado, expedido pelo Sistema nico de Sade SUS, requerendo o no desconto da falta da 3 feira em virtude de consulta mdica ento realizada. Neste caso, conforme determina o 4 do artigo 1 da Lei Complementar n 883, de 17 de outubro de 2000, dever (A) (B) (C) (D) ser consignada falta ao servidor por no ter apresentado atestado regularmente expedido pelo IAMSPE. ser consignada falta ao servidor por no ter apresentado o atestado mdico no mesmo dia da consulta. ser aceito normalmente o atestado mdico posto que expedido por rgo pblico de sade. ser consignada falta pelo motivo de no ter sido apresentado o atestado mdico at o dia til imediato ao da ausncia. ser aceito sem ressalvas o atestado mdico por se tratar de servidor assduo e pontual, nos termos do artigo 241 da Lei n 10.261/68.
Iracema mudou-se com sua famlia para So Paulo e gostaria de matricular seus filhos em uma escola da rede regular de ensino, mas temia enfrentar algumas dificuldades, j que um de seus filhos possua necessidades educacionais especiais. O Secretrio da escola em que Iracema buscou orientaes informou que a Lei n 9.394/96 declara que a educao, dever da famlia e do Estado, inspirada nos princpios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exerccio da cidadania e sua qualificao para o trabalho. Declara que o ensino ser ministrado com base no princpio da igualdade de condies para o acesso escola e permanncia na mesma. Portanto, garante a todos o direito educao e ao acesso escola. Toda escola, assim reconhecida pelos rgos oficiais como tal, deve atender aos princpios legais, no podendo excluir (A) nenhuma pessoa em razo de sua origem, raa, sexo, cor, idade e deficincia. O atendimento educacional especializado para os alunos com necessidades educacionais especiais deve estar disponvel em todos os nveis de ensino escolar, de preferncia nas escolas comuns da rede regular. Este o ambiente escolar mais adequado para se garantir o relacionamento dos alunos com seus pares de mesma idade cronolgica e para a estimulao de todo o tipo de interao que possa beneficiar seu desenvolvimento cognitivo, motor e afetivo. crianas em razo de sua origem, raa, sexo, cor e idade. O atendimento s crianas que tm necessidades educacionais especiais, por deficincias mentais, deve estar disponvel nas chamadas classes especiais e/ou nas instituies especializadas. Este o ambiente escolar mais adequado para se garantir a estimulao necessria ao desenvolvimento cognitivo, motor e afetivo das crianas com deficincia mental. crianas com deficincias auditivas, visuais e motoras. O atendimento educacional especializado ser feito sempre em classes, escolas, ou servios especializados, pois sempre possvel a substituio do ensino regular pelo especial. crianas com deficincias auditivas, visuais e motoras. A Educao Especial vista como a modalidade de ensino que pode substituir os servios educacionais comuns. As crianas e adolescentes que apresentam diferenas significativas tm direito de acesso educao, em ambiente especializado e segregado, juntamente com seus pares da mesma idade cronolgica e portadores da mesma deficincia. crianas com deficincias motoras, devendo ser garantida a acessibilidade escola. As crianas com deficincias auditivas e visuais devem ser matriculadas em instituies especializadas que contam com recursos especializados, como instrutor de Libras e Braille. As crianas com deficincias mentais devem ser, preferencialmente, matriculadas em classes especiais e/ou em instituies especializadas, portanto, segregadas.
(B) 77. O Secretrio de escola da E.E. Patronmico determina a um Agente de Organizao Escolar que proceda a limpeza do ptio da escola, que se encontra com muito lixo acumulado em decorrncia da utilizao da unidade escolar no final de semana pela comunidade. Neste caso, consoante as atribuies previstas no artigo 5 da Lei Complementar n 888, de 28 de dezembro de 2000, a determinao do Secretrio de escola no est correta, pois (A) (B) (C) (D) cabe ao Agente de Limpeza Escolar atender a tais necessidades da comunidade. tal atribuio no do Agente de Organizao Escolar, caracterizando um desvio de funo. a competncia para tal determinao do Diretor de escola. s seria admissvel se houvesse o pagamento ao Agente de Organizao Escolar de adicional de insalubridade. uma irregularidade, devendo o Agente de Organizao Escolar representar ao Delegado de Polcia local.
Um aluno do 3 ano do Ensino Mdio decidiu que, devido poca do vestibular, faltaria nos ltimos 15 (quinze) dias de novembro, porm este aluno j havia faltado 40 (quarenta) dias durante o ano letivo, totalizando 240 (duzentas e quarenta) horas letivas. Procurou o Secretrio de escola para informar o motivo das faltas e solicitar o abono. O Secretrio lhe informou que a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional fixa a marca mnima de 200 (duzentos) dias letivos e 800 (oitocentas) horas letivas como um critrio de distribuio da carga horria. Como conseqncia, o ano letivo no pode ser dado por encerrado sem que o nmero de horas letivas tenha sido cumprido. As escolas so responsveis pelo controle de freqncia dos alunos, que devem atender s normas do respectivo sistema de ensino e, obrigatoriamente, a exigncia da freqncia mnima de (A) 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horria prevista. A lei determina que a verificao do rendimento escolar fica a cargo dos estabelecimentos, compreendendo a avaliao do aproveitamento e a apurao da assiduidade. A verificao do rendimento um composto de dois aspectos a serem considerados concomitantemente: aproveitamento e assiduidade. 85% (oitenta e cinco por cento) do total das horas letivas previstas. O controle da freqncia contabiliza a presena do aluno nas atividades escolares programadas, das quais est obrigado a participar. Deste modo, a insuficincia revelada na aprendizagem pode ser objeto de correo, pelos processos de recuperao a serem previstos no regimento escolar, mas as faltas, no, pois no h compensao de ausncias. Se o aluno ultrapassar o limite de faltas previstas na legislao, estar reprovado no perodo letivo correspondente. A freqncia de que trata a lei deve ser apurada sobre a carga especfica de cada componente curricular. 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas para aprovao, no existindo a figura do abono para ausncias. O aluno tem o direito de faltar, no importando qual seja o motivo at o total mximo de 25% (vinte e cinco por cento) das aulas dadas durante o ano. Estas normas devem constar dos regimentos escolares e devem ser de conhecimento dos alunos. A apurao da freqncia dos alunos deve ser realizada pelo total de horas letivas e no mais por disciplina. No entanto, no se pode excluir nenhuma disciplina ou componente curricular do cmputo da freqncia, desde que ela faa parte da base curricular. 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas para aprovao, existindo a figura do abono para ausncias. O aluno tem o direito de faltar, no importando qual seja o motivo at o total mximo de 25% (vinte e cinco por cento) das aulas dadas durante o ano e alm do limite descrito s pelo abono por motivo de sade. Estas normas devem constar dos regimentos escolares e devem ser de conhecimento dos alunos. A apurao da freqncia deve ser realizada pelo total de horas letivas por disciplina, excluindo a freqncia em Educao Fsica. 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas. A verificao do rendimento escolar, na educao bsica, conjuga dois elementos: a avaliao do aproveitamento e a apurao da assiduidade, relativamente a cada disciplina, rea de estudo ou atividade. A freqncia mnima est relacionada com a verificao da aprendizagem. A exigncia da freqncia sustenta-se no reconhecimento de que, sem a regular participao do aluno nas atividades programadas, no se pode esperar a sua efetiva aprendizagem.
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References: Artigo 83
 artigo 26
 artigo 256
 artigo 176
 artigo 257
 artigo 17
 artigo 95
 artigo 209
 artigo 213
 artigo 9
 artigo 1
 artigo 241
 artigo 5