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Timestamp: 2020-07-06 21:33:49+00:00

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Jornal Ecos de Rodao 112 | Casamento | Portugal
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8 séculos Língua Portuguesa - DN, 21-fev-2013
Rota Do Barrocais
Nº. 112 de 19 de Setembro de 2013 – Neste número: 12 Páginas – Gratuito
Aí está a campanha eleitoral pelas ruas de todo o concelho mas, diga-se, desde já, primando pela ordem e até sem qualquer poluição sonora. Nada, por- tanto, em demasia. Efeitos da crise, cansaço na linha da continuidade? É possível que as pessoas já estejam “vacinadas” contra os exageros Ainda bem, e que vença, quem, para além de ser o melhor e mais capaz de go- vernar os seus respectivos concelhos e de administrar os novos modelos das Juntas de Freguesia, a seguir mais compactadas, já são agora pessoas muito corajosas para enfrentarem “tantas coisas” que, previsivelmente, vão ter pela frente. Sem quaisquer resquícios de maldade, desejamos aos novos autarcas as maiores felicidades para uma governação difícil que os espera. Sem que estejamos aqui a fazer qualquer futurologia.
Julgar a Política
Escreveu CRUZ DOS SANTOS
Consultado o dicionário da Língua por- tuguesa “Porto Editor”, este diz que é a
“ciência ou arte de governar uma nação; orientação admi1nistrativa de um governo”,
Bom! O termo tem origem no grego
“politiká”, uma derivação de “polis” que designa aquilo que é público. O signifi- cado de política, é muito abrangente e está, em geral, relacionado com aquilo que diz respeito ao espaço público. E nós, como cidadãos, como qualquer cidadão portu- guês – pagadores de impostos – temos a possibilidade de “julgar” a política, uma coisa que diz respeito a todos. Sabemos que
AtrásAtrásAtrásAtrás dosdosdosdos tempostempostempostempos outrosoutrosoutrosoutros tempostempostempostempos surgirãosurgirãosurgirãosurgirão
BAPTISTA BASTOS in-Jornal online “ Negócios”
Sá Carneiro tinha uma visão restritiva da democra- cia. Provinha da grande burguesia do Norte, com escalas de valores muito próprias e um padrão de vida que se não confundia com o da miuçalha. Uma educação rígida fizera dele um espírito autoritário, e com dificuldade aceitava o vendaval de liberdade e a euforia correspondente à explosão do 25 de Abril.
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existe uma concepção, a do realismo político, segundo a qual a política está para além da moral e que não pode ser julgado moralmente. O problema de uma ética pública racional, é apenas o de encontrar critérios publicamente aceites, para provocar esse juízo.
O sistema político é uma forma de governo que engloba instituições políticas para governar uma Nação. Monarquia e República são os sistemas políticos tradicionais. Dentro de cada um desses sistemas podem ainda haver variações significativas ao nível da organização. Por exemplo, o Brasil é uma “República Presidencialista”, enquanto Portugal é uma “República Parlamentarista”. Os vários estudiosos puseram a ênfase sobre os vários aspectos da valorização moral em ética pública. Os “utilitaristas”, centraram a sua atenção sobre a utilidade colectiva. Os políticos, segundo eles, são avaliados em relação aos benefícios colectivos que produzem. Os “Kantianos” defenderam, que os princípios de uma sociedade justa, apenas podem nascer do diálogo, da convergência de pessoas racionais totalmente motivadas e que se encontram na mesma situação à partida. Segundo esta perspectiva, uma sociedade igualitária apenas poderá nascer de um diálogo racional, entre pessoas que tenham assumido uma posição igualitária, imparcial, e que se empenharam – seriamente – para alcançar um acordo. Deve existir honestidade de intenções, sem egoísmos, condicionalismos, ameaças, fraudes ou enganos. A finalidade da política é, então, a de defender estes limites contra as invasões por parte dos outros indivíduos mas, sobretudo, por parte do Estado. O conceito de direito, foi elaborado como defesa contra o Estado totalitário, mas hoje também, como defesa contra a burocracia. É exactamente isto, que caracteriza a racionalidade moderna. O bom, não é aderir a uma outra “seita”, mas emerge da discussão racional, do pensar os critérios, do afrontar racionalmente os dilemas da vida pública.
Cruz dos Santos - Coimbra
António Guterres ao seu melhor
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Danone integra estrutura portuguesa na direcção espanhola
A multinacional francesa Danone vai integrar a sua direcção de Portugal na equipa em Espanha, no âmbito da reestruturação que está a aplicar em vários países e que inclui a venda da sua unidade em Castelo Branco.
Com a integração da administração portuguesa em Espanha a Danone prescinde do administrador português, dando mais poder ao director geral em Espanha, Jerome Boesch.
Na semana passada a Danone confirmou a venda da sua fábrica em Castelo Branco, que emprega 110 pessoas, garantindo que a unidade manterá a produção e os postos de trabalho.
A nota adiantava que, com este acordo, "que também engloba unidades em mais
dois países - Bulgária e República Checa -, a Danone encontra a oportunidade de preservar a continuidade dos empregos e a actividade industrial nestes países, optimizando os seus recursos industriais, num contexto de crise de longo prazo na Europa, e em alguns mercados locais, que tem levado a uma redução do poder de compra e da procura dos consumidores".
Paralelamente, refere o portal, a Danone está a comprar ações da Danone Espanha, tendo nos últimos dois anos adquirido 18,5% do capital às famílias
catalãs Carasso, Portabella, Botton e Fuster por 890 milhões de euros, segundo o
Autarquia mantém refeições gratuitas nas escolas e jardins de infância
Segundo noticia o Diário Digital de Castelo Branco, as famílias com crianças nos Jardins-de- Infância e Escolas do Concelho da Covilhã vão continuar a usufruir das refeições gratuitas, até ao final do mês de Dezembro.
Trata-se de uma medida de grande alcance social, implementada nas escolas no iní- Ciop do corrente ano, que irá abranger cerca de 2.000 crianças, com o objectivo de ajudar a economia doméstica das famílias. O esforço financeiro, no valor global de 200.000 euros, permitirá minimizar a situa- ção criada devido aos problemas sociais resultantes da crise que o País atravessa.
No dia 4 de Outubro o Município da Sertã comemora esta efeméride dedicada à Terceira Idade do concelho com actividades que decorrem na Alameda Carvalha.
Santa Casa da Misericórdia iniciou comemorações dos seus 500 anos
O Provedor Manuel Duarte Cardoso Martins relembrou as palavras de Alexandre Herculano, que escreveu que
“ A História de Portugal não se escreve sem as Misericórdias “
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IDANHAIDANHAIDANHAIDANHA----AAAA----NOVANOVANOVANOVA Inauguração do Complexo Escolar
Armindo Jacinto, presidente da Câmara Municipal, Inaugurou no dia 13, o Complexo Escolar de Idanha- -a-Nova, coincidindo com a abertura do ano lectivo.
As instalações acolhem as valências de Jardim de Infância e Escola Básica do 1º. Ciclo, e beneficiam de obras realizadas pela Câmara, num investimento de um milhão de euros comparticipado por fundos comunitários. O presidente do Agrupamento de Escolas José “ Silvestre Ribeiro” – António Rijo Sal- gueiro, felicitou a Câmara de Idanha-a-Nova por proporcionar condições magníficas às crianças do concelho.
IX Encontro dos Ex-Combatentes de Guerra
Promovido pelo Núcleo do Concelho de Vila Velha de Ródão, realizou-se no último Domingo, dia 15, o IX Encontro dos Ex-Combatentes de Guerra, designadamente da Guerra do ex-Ultramar. Esteve presente o coronel José Augusto Rodrigues Alves, presidente do Núcleo de Castelo Branco da Liga dos Combatentes de Guerra, que esteve acompanhado de António Arnel Afonso, seu colega de direcção. O programa foi preenchido com as seguintes cerimónias: A delegação local dos ex-comba- tentes, já acompanhada pelos dirigentes do núcleo de Castelo Branco, iniciou o seu périplo de homenagens no cemitério de Fratel, junto das campas de militares dali naturais, seguin- do-se, a habitual concentração junto ao monumento evocativo dos heróis deste concelho que tombaram ao serviço da Pátria. Foi ali colocada uma coroa de flores pelo coronel José Au- gusto Alves. Seguiu-se uma Missa, por intenção dos militares falecidos, celebrada pelo Ministro Extraordinário da Palavra de Deus, João Mendes,. na ausência do Presbítero. Participaram no solene acto, familiares e amigos de quantos foram homenageados postuma- mamente. Depois, na Câmara Municipal, mais uma homenagem prestada, durante breve sessão de cumprimentos à presidente da Autarquia, Dra. Maria do Carmo Sequeira, que lembrou os filhos da terra, destacando o seu heroísmo. Proferiram, por último, palavras de circunstância, Aníbal Caratão, pela comissão organizadora do evento, e o presidente do Núcleo de Castelo Branco, coronel José Alves. A autarquia entregou depois lembranças a todos os que assistiram a este acto. Finalmente, para uma troca de impressões sobre a homenagem e indicação de nomes para a próxima comissão organizadora, reuniram-se num almoço-convívio todos os participantes.
Pelo Jornalista BAPTISTA BASTOS
Jornal online “Negócios”
Ao classificar de "democráticos" uns partidos, e outros de "não democráticos" estabeleceu, logo, o separar das águas que conduziram a uma crispação dolorosa da sociedade portuguesa. E percebeu a agitação que se produziria, com conflitos de toda a ordem política, os quais contrariavam, ou até impediriam, a construção da democracia que entendia como tal.
A criação da frase famosa, "Um Presidente, um Governo, uma Maioria", associava-se perfeitamente aos seus desígnios. Para ele, um regime tenaz e "musculado" seria o que melhor convinha ao Portugal ainda com a febre da revolução. Quase conseguiu o intento, e, agora, será falacioso prever o que seria o País com a materialização deste projecto. No entanto, a experiência por nós hoje vivida, e na qual a consigna se tornou em funesta realidade, o resultado previsto pode ser encarado como aterrador. Pedro Passos Coelho não possui o estilo de um estadista nem o estofo de um "reformador", no sentido progressista do termo. Age como um soberano, e o desdém que tem demonstrado pelo Partido Socialista, não dando conta a este partido das decisões que irá tomar, e ignorando sem a condição de classe que impelia o "menino de oiro" do Norte às mais imponderáveis atitudes.
. Ele também é uma continuidade de Manuela Ferreira Leite, independente do verdete que os separa e torna ferozes inimigos. Não esqueçamos que, perante as dificuldades do País, a senhora propôs a suspensão da democracia durante seis meses, até as coisas se ajeitarem. Esta cultura de democracia com halteres ou mitigada severamente, tem sido periodicamente experimentada, ou proclamada como salvífica, quando o PSD ascende ao poder. Nenhum dos primeiros-ministros "sociais-democratas" tem resistido à tentação do despotismo com fachada "democrática", e a situação política europeia é propícia a demonstrações de autoritarismo. Num livro a vários título notável, "Pourquoi nous n’aimons pas la démocratie", Editions Seuil, Myriam Revault d’Allonnes sugere que o cansaço do sistema, contaminando a apatia das pessoas e a própria desorganização dos regimes, estimula a decadência democrática. Isso talvez explique o desmoronar da social-democracia alemã, a queda da República de Weimar e da Escola de Filosofia de Frankfurt, e o surgimento de Hitler, chanceler por votação demo- crática quanto baste.
Quando, em Portugal, ante os arbítrios deste Governo, a imaturidade expressa, e a arrogância que não esconde, muitos comentadores e antigos dirigentes políticos começam a advertir dos perigos que o regime corre, os motivos de reflexão e as razões de alarme não são despiciendas. É confrangedor assistir ao despautério intelectual e à indigência moral da maioria dos articulistas de Imprensa, e dos comentadores das televisões, que passa ao lado das questões fulcrais, para dar prevalência a um humorismo serôdio e tolo, ou uma falaciosa profundidade na análise, quando tudo isso resulta de incúria mental e de leviandade. São sempre os mesmos, a dizer as mesmas coisas, com a mesma característica de esmoleres culturais e sociais.
Por outro lado, não há resposta concreta dos partidos da "oposição", numa pobreza de espírito, cultural e ideológica que brada aos céus. Que fazer? A pergunta "leninista" encontra, neste momento e nesta época, um desenredo caótico. Nada parece fazer sentido, mas creio que as coisas não podem permanecer nesta perigosíssima paz podre e letal que nos querem envolver. Atrás dos tempos, outros tempos surgirão.
“Poesia,“Poesia,“Poesia,“Poesia, umumumum dia”dia”dia”dia” emememem VilaVilaVilaVila VelhaVelhaVelhaVelha dededede RódãoRódãoRódãoRódão
Em Vila Velha de Ródão, entre 19 e 21 de setembro, celebrou-se a poesia com o evento «Poesia, um dia». Com esta iniciativa a Biblioteca Municipal José Baptista Martins esteve a assinalar duas efemérides muito importantes localmente: a data de abertura da biblioteca municipal ao público e a comemoração das Jornadas Europeias de Património 2013. Os objectivos desta iniciativa foram idênticos aos da primeira edição deste evento, realizada no ano transato: viver Ródão como território poético. Assim, este ano, a organização propõs que se vivessem plenamente os lugares do tempo, da memória e da história local, sendo celebrada a expressão poética com leituras em passeios de barco no rio, conversas, palestras, performances, feira do livro de poesia, oficinas e espectáculos, nos quais participaram os poetas António Salvado, Jaime Rocha, Miguel-Manso, Carlos Alberto Machado e Margarida Vale de Gato, os mediadores literários Elsa Ligeiro e Andante Associação Artística, as artistas Elisa Aragão, Teodora Boneva e Natércia d’Almeida e o actor Paulo Lages. As actividades, com entradas gratuitas, foram muito participadas.
O Grupo de Teatro do CDRC de Vila Velha de Ródão apresentou ao público uma leitura encenada da mais recente peça de teatro de Jaime Rocha “O Regresso de Ortov”. Decorreu esta Sexta-feira, dia 20, no Miradouro do Almourão (junto à Aldeia de Foz do Cobrão), um fim de tarde extraordinário. Entre o público esteve o autor do texto, Jaime Rocha, e o seu editor, Carlos Alberto Ma- chado, que aproveitaram o ensejo para apresentar a Editora “Companhia das Ilhas”. O Centro Desportivo, Recreativo e Cultural, endereçou convites a toda a população.
Vilar do Boi (V.V- de Ródão)
António Francisco Mendes e
Cesaltina do Rosário Moura
No passado dia 9 do corrente mês de
Setembro, quando participava nas festas
de sua terra natal, o casal António Men-
des e Cesaltina Moura, foi surpreendido
pelos seus filhos José Manuel, Albertina e
Paulo que os estreitaram num abraço de
felicitações, a que agora se junta o “Ecos
de Ródão”, com um “xi-coração” para
ambos com votos de saúde e longa vida.
Tocam os sinos em hino de campanha
É difícil, que não mesmo impossível, dissertar sobre o Poder Local ou
valores municipais face a missionários prioritários terem procedido, com mais ou menos eficiência, sobre assuntos virados às populações. No entanto, caberá aos novos detentores do Poder resolver algumas situações que foram ficando pelo caminho, mais parecendo uma radiografia cheia de percalços, aguardando o paciente por um tratamento milagreiro.
Ao corrermos o País por tudo quanto é canto (autárquico), verificamos que a conservação de vias públicas (avenidas, ruas, becos e passeios), a manuten- ção dos espaços verdes (jardins, parques e rotundas) são uma autentica mi-
ragem. A não desbastação do capim que circunda as estradas, espaços ver- des, edifícios oficiais camarários, mais parecendo o ressurgir de uma mata selvagem, ou seja autênticos suplícios para os nossos olhos, tal o estado de- gradante em que se encontram. Os risco constantes a que estão sujeitos todos os pedestres que utilizam os passeios públicos face à desconexão dos paralelos aplicados, já deram pro-
A não limpeza das sarjetas que, em muitos casos, mais parecem
vas disso
floreiras implantadas no alcatrão das ruas, tal como a iluminação pratica- mente inexistente nos interiores de agrupamentos escolares, levam às popu- lações locais a inquietação diária ou nocturna, face à segurança das insta- lações!
As autarquias (na sua grande parte) abdicaram do seu papel principal de “fa- zedores” e “fiscalizadores” como, também, se alhearam de outras coisas a que estão obrigadas, originando, já em muitos casos, o abandono dos seus territórios, colocando, de mão beijada, no inimigo, todo o conjunto de obriga- ções locais com as consequências nefastas que daí advêm.
A limpeza e manutenção inexistentes criaram, assim, situações drásticas e que, infelizmente, são de todos nós bastante conhecidas! Vêm a propósito as infaustas mortes de inocentes bombeiros voluntários, que, implicitamente, têm vindo a provar a total inércia em claras situações como a limpeza das matas Há leis que determinam condenações para certos responsáveis. Pena é que as mesmas não sejam cumpridas à risca!
Aproximamo-nos a passos largos de um renovação (ou não, em alguns casos) do Poder Local. Gostaríamos que não houvesse apenas mudanças de nomes e/ ou mudança das cadeiras. Seria louvável e útil que se programasse uma verdadeira purificação de atitudes e não se viesse apenas a constatar o re- mediar de erros cometidos. É, com toda a certeza uma absoluta necessida- de! E porquê? Porque a grande maioria dos autarcas que agora dizem adeus, apenas se preocuparam com a sua imagem social e a do seu próprio poder
AindaAindaAindaAinda aaaa propósitopropósitopropósitopropósito dodododo sucessosucessosucessosucesso dadadada organizaçãoorganizaçãoorganizaçãoorganização dasdasdasdas
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SenhoraSenhoraSenhoraSenhora dadadada AlagadaAlagadaAlagadaAlagada
Uma carta do Senhor Professor Jorge Gouveia:
As festividades em honra de Nª Srª da Alagada decorreram com assinalável sucesso, alicerçado num ambiente de agradável convívio, para o qual contribuíram um programa estruturado de forma a garantir a qualidade, sem colocar em causa a sustentabilidade financeira da organização, e o empenho da equipa de festeiros que esteve atenta aos pormenores que garantem a qualidade deste tipo de iniciativas. Este evento contou ainda com as excelentes noites, pautadas por uma temperatura que convidava a sair de casa. Nestas condições nem a falha da energia eléctrica conseguiu estragar a noite de sábado, aquela que mais gente juntou e que maior animação proporcionou, em grande medida pela expectativa que a artista Rosinha criou nas gentes das terras vizinhas, mas também pela oportunidade que foi dada aos grupos locais de actuarem perante o seu público. Neste evento não podemos deixar de destacar a organização da quermesse, da responsabilidade das senhoras da comissão, que proporcionou ao espaço de um dos bares, que por norma costuma ser muito discreto, uma animação e uma afluência de pessoas, de todas as idades, que tentavam a sua sorte para levar para casa os atractivos e utilitários brindes que a empresa AMS Gòma-Camps, gentilmente, disponibilizou. A segunda-feira, dia do feriado municipal, foi dedicado pela organização à população e ao convívio mais próximo entre os locais, tendo para isso disponibilizado um almoço gratuito que seria a antecâmara para um resto de dia que se ambicionava fosse passado à sombra das centenárias oliveiras, a participar nas actividades ocupacionais disponibilizadas e para colocar a conversa em dia, entre amigos que nem sempre têm a oportunidade de o fazer. Felizmente este objectivo foi alcançado tendo a população acorrido em número elevado e justificado, plenamente, as intenções da organização. Como balanço geral queremos agradecer à população pela sua presença, aos patrocinadores que, uma vez mais, deram o seu inestimável contributo para o sucesso do evento e lembrar que esta festa popular, realizada num cenário único, precisa do apoio de todos para que se mantenha com os níveis de qualidade que merece e que, só a generosidade dos festeiros que compõem as diferentes comissões, permite a sua realização num contexto de dificuldades em que o país e a região vivem.
A comissão de festas da Srª da Alagada
A denominada pobreza envergonhada não recorre, muitas vezes, a quem pode ajudar, nomeadamente aos órgãos de informação” . Pois bem, nós estamos aqui, receptivos, e com este jornal está um Senhora que nos faz chegar alguns emocionantes apelos
A Vitória Pereira Pontes precisa da nossa ajuda. Tem um cancro em estado avançado e para ser tratado precisa de ir à Alemanha
O Diogo é um menino de 10 anos que luta contra um cancro maligno há 6 anos. Precisa da nossa ajuda monetária para conseguir combater esta doença, mas também precisa do apoio moral e da força para vencer esta enfermidade. Se não pode contribuir com dinheiro contribua com palavras e com carinho Procure a sua página no facebook.
Nº, 112 de 19 de Setembro de
Neste número:12 Páginas Semanário Regionalista Editado em Vila Velha de Ródão Director
Árbitros da “ A.F.C.B.” para a nova Época
Este Domingo, dia 22 de Setembro irá iniciar-se mais um Campeonato Distrital de Seniores de Futebol. São onze equipas que vão participar, com o Quadro de Árbitros do “Distrital” a ser constituído por 50 elementos, divididos por duas categorias:
C3 (árbitros que apitam os jogos de seniores) e C4 (árbitros que apitam os jogos de camadas jovens). Estes árbitros são jovens com idades entre os 18 e os 35 anos, dedicados a esta causa - treinam, estudam as leis do jogo, defendem o emblema da Associação de Futebol de Castelo Branco, saem e voltam para casa certos que darão o seu melhor e procuram aplicar as leis de jogo para que a justiça impere e o futebol saia valorizado. O Conselho de Arbitragem é o órgão da AFCB que dirige os árbitros. É composto por cinco elementos que organizam a arbitragem distrital de futebol e futsal. Nomeiam e formam árbitros para as competições distritais de Infantis, Iniciados Juvenis Juniores e Seniores. Somando aos já referidos 50 árbitros de futebol, a AFCB tem mais 30 árbitros de futsal. Na época 2013/ 2014 que agora se terá iniciado, a AFCB devia ter mais de 120 árbitros para os jogos de cada fim-de-semana. Este número permitiria que os árbitros em actividade não tivessem que fazer 3 ou 4 jogos por fim-de- semana
Aproveitamos estas linhas para convidar os jovens leitores deste Jornal a frequentarem o curso de candidatos a árbitros que promovemos a partir de meados de Outubro na AFCB. Aceitamos quem queira fazer parte da nossa “família” desde os 16 até aos 32 anos. É uma actividade interessante, formadora de pessoas e com carreira de futuro. É um curso gratuito aberto a homens e mulheres que permite saberem mais de futebol, fazerem parte de um grupo unido e serem juizes numa modalidade que mais mobiliza a atenção e emoção deste país.
Tanto o marido como a mulher têm legitimidade para contrair dívidas sem o consentimento do outro cônjuge (prescreve o artigo 1690º do Código Civil), mas dados os efeitos patrimoniais do casamento, a lei estabelece um conjunto de regras sobre quem é o responsável pelas dívidas contraídas pelos cônjuges, definindo os termos em que os respectivos bens respondem. Para a determinação da responsabilidade dos cônjuge, é relevante a data do facto que deu origem à dívida (estatui o nº 2 do artigo 1690º, do mesmo diploma). No artigo 1691º do Código Civil, encontram-se enunciadas as dívidas que responsabilizam ambos os cônjuges, e no artigo 1692º do CC as que são da responsabilidade de um deles apenas. Pelas dívidas comuns respondem os bens comuns do casal e, na falta ou insuficiência deles, solidariamente (salvo se vigorar o regime da separação de bens, caso em que a responsabilidade dos cônjuges é conjunta), os bens próprios de qualquer dos cônjuges (confrontar o artigo 1695º do Código Civil). As dívidas próprias, ou da responsabilidade de um dos cônjuges, são aquelas por cujo cumprimento respondem os bens próprios do cônjuge devedor e, subsidiariamente, a sua meação nos bens comuns – artigo 1696º, nº 1, do Código Civil.
Tais dívidas são, no essencial, definidas na lei pela negativa: todas as contraídas, antes ou depois do casamento, por cada um dos cônjuges sem o consentimento do outro, fora dos casos indicados nas alíneas b) e c) do nº 1, do artigo 1691º do Código Civil, exceptuando as que tendo sido contraídas nestas circunstâncias, o tenham sido para ocorrer aos encargos normais da vida familiar ou pelo cônjuge administrador, em proveito comum do casal e nos limites dos seus poderes de administração, ou no exercício do comércio.
A lei declara, ainda, no seu artigo 1692º, alínea b) do Código Civil, da exclusiva
responsabilidade do cônjuge a que respeitam «…as dívidas provenientes de crimes e as indemnizações, restituições, custas judiciais ou multas devidas por factos imputáveis a cada um dos cônjuges, salvo se esses factos, implicando
responsabilidade meramente civil …», estiverem abrangidos no artigo 1691º do Código Civil, que define as dívidas comuns. São igualmente próprias as dívidas que onerem doações, heranças ou legados, salva a excepção prevista no artigo 1693º, nº
2, do Código Civil, e aquelas que onerem bens próprios dos cônjuges, salvo se
tiverem sido contraídas instrumentalmente ao recebimento dos respectivos rendimentos, e estes devessem ser considerados comuns, em função do regime de bens adoptado – artigo 1694º, nº 2, do Código Civil. Respondem pelas dívidas próprias de um dos cônjuges, em primeira linha, os seus
bens próprios e, simultaneamente com estes, (1) os levados para o casal pelo cônjuge devedor ou posteriormente adquiridos a título gratuito, bem como os respectivos rendimentos; (2) os bens sub-rogados no lugar destes; (3) e o produto do trabalho e
os direitos de autor do cônjuge devedor – consultar o artigo 1696º, nº 2, do Código
lei estabelece que, se os bens antes indicados faltarem ou forem insuficientes para
pagamento das dívidas próprias de um dos cônjuges, responderá subsidiariamente
a sua meação nos bens do casal ou comuns - ver artigo 1696º, nº 1, do Código Civil.
A. Ferreira da Rocha e Ana Cristina Santos
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References: artigo 1690
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 artigo 1692
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 artigo 1696
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