Source: http://ganhodigital.blogspot.com/2008/09/
Timestamp: 2017-06-27 20:50:50+00:00

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GANHO DIGITAL : Setembro 2008
a) IntroduçãoUsualmente, os sistemas de custos são classificados em função dos dois seguintes critérios:1. A natureza do processo produtivo; e2. O tipo de custo usadoDe acordo com a natureza do processo produtivo, o sistema de custo é classificado segundo a forma pela qual o produto acabado é manufaturado – as duas principais alternativas dentro dessa classificação são:1. Ordens de produção; e2. Processo de produção.De acordo com o critério do tipo de custo utilizado, os sistemas podem se:1. De custos históricos; e2. De custos predeterminados.Daí resulta a dupla classificação a que estão sujeitos, os sistemas de apropriação de custos.Numerosas variações e combinações desses sistemas de custos são encontradas na prática – são os chamados sistemas de custos híbridos.A natureza do processo de manufatura, a estrutura organizacional, e o tipo das informações desejadas pela alta administração são os determinantes do tipo de custeamento a ser utilizado em cada empresa.b) Custos Históricosb.1. Sistema de Custo por Ordem de ProduçãoO sistema de custo por ordem de produção é o sistema de custeamento no qual cada elemento do custo é acumulado separadamente, segundo ordens específicas de produção emitidas pelo Setor de Programação e Controle de Produção – PCP. As ordens de produção são emitidas para o início da execução do serviço e nenhum trabalho poderá ser iniciado sem que ele seja devidamente autorizado pela correspondente emissão de uma ordem de produção.O sistema de ordem de produção é mais apropriado para o custeio da fabricação de produtos por encomenda. Os termos “ordem de fabricação”, “ordem de serviço”, ou “ordem de trabalho” são sinônimos de ordem de produção e, conforme já vimos, tanto os custos históricos como os custos predeterminados podem ser usados no seu custeamento.O procedimento utilizado nesse sistema é provavelmente a mais antiga forma de apuração de custos que se conhece, muito anterior ainda ao já antigo RKW, surgido na Alemanha. Este tipo de custeamento atende às necessidades de controle de inventário e de desenvolvimento da experiência dos custos, atendendo ainda aos requisitos do sistema de serviços por contrato. É útil para o controle de inventário, porque acompanha o fluxo físico do material; é útil na experiência de custos, porque reúne todos os custos ocorridos em um único documento e é útil nos serviços por contrato porque, uma vez encerrada a ordem de produção, servirá de indicação dos lucros ou prejuízos gerados por esse contrato.b.1.1. Natureza da contabilidade de ordem de produçãoNa contabilização dos custos das ordens de produção, cada elemento do custo é coletado separadamente para cada trabalho desenvolvido na fábrica. O pré-requisito do método é a identificação da produção por lotes, grupos ou pedidos.O sistema de ordem de produção raramente é usado nas indústrias de produção em massa – do tipo Fordista – mas é freqüentemente usado por ferramentarias ou estamparias ou ainda por empresas onde a quantidade produzida é pequena. É, ainda, bastante empregado nas empresas de projetos de engenharia, para controle das construções e para atividades de manutenção, mesmo quando o sistema de processo de fabricação é regularmente utilizado na empresa.b.1.2. Características da contabilidade da ordem de produçãoAs ordens de produção são emitidas e seu custo mantido para cada lote de produto manufaturado. Estas ordens são controladas através da conta de Produtos em Processo de Elaboração, separando-se os custos diretos dos indiretos. Os gastos gerais de fabricação são lançados inicialmente às contas departamentais e posteriormente aplicados a cada ordem de produção concluída. A conta de Produtos em Processo de Elaboração é usada para registrar os custos, os produtos manufaturados e o inventário dos produtos em processo. A distinção entre custos diretos e indiretos é muito mais enfatizada nesse sistema do que no sistema de processo de fabricação.O sistema de ordens de produção apresenta algumas desvantagens, tais como:O seu custo administrativos é muito elevado. É um sistema bastante dispendioso porque exige considerável trabalho burocrático para o registro das informações minunciosas nas ordens de produção. Um controle ostensivo e permanente é necessário para verificar se o material e a mão-de-obra foram corretamente lançados na ordem de produção. Quando um embarque parcial é efetuado antes de se completar a ordem de produção é necessário estimar os custos para determinação do custo.b.1.3. Formulário da ordem de produçãoO formulário da ordem de produção é o centro nevrálgico e o item mais importante do sistema. Basicamente, esse formulário fornece o registro do material direto, mão-de-obra direta e uma estimativa dos gastos gerais de fabricação para cada trabalho executado durante o período de produção.Apesar desse formulário necessitar de adaptações de acordo com cada tipo de empresa, podemos aqui indicar as informações mínimas necessárias que este formulário deverá conter:Número da ordem de produção; Descrição do produto a ser manufaturado; Data da emissão, término previsto e término efetivo; Seção para registrar o material direto; Seção para registrar a mão-de-obra direta; Estimativa de gastos gerais de fabricação; Sumário dos custos. Os custos incorridos devem ser suportados por documentos, tais como: requisição do almoxarifado, cartões de tempo, etc., que devem sempre indicar o número da ordem de produção, à qual o custo deve ser aplicado. Os custos indiretos são geralmente estimados como uma porcentagem do material direto, mão-de-obra direta, etc.As ordens de produção podem ser controladas através de uma ou várias contas de Produção em Elaboração dependendo do grau de controle requerido pela administração.B.1.4. Contabilização do materialA requisição de material representa o primeiro documento de suporte na contabilização do material. Deverá indicar se o material solicitado será aplicado direta ou indiretamente, e qual o número da ordem de produção em que o material será aplicado.As requisições são emitidas e enviadas ao almoxarifado e, posteriormente, lançadas no registro de estoques e arquivadas, obedecendo-se à seqüência da ordem de produção.Ao final do mês são preparados sumários, debitando-se Material em Processo de Elaboração e creditando-se Estoque de Material Direto.Quando ocorrer o caso de o material ser devolvido ao almoxarifado, deverá também ser emitido um documento suportando o seu retorno ao estoque.A conta de Material em Processo de Elaboração deverá ser resumida tendo como suporte as ordens de produção em processo de fabricação.Quando o produto é concluído na fase de fabricação, a conta de Material em Processo é creditada e debita-se a conta de Produtos Acabados. Ao final de um determinado período contábil, o saldo da conta de Material em Processo de Elaboração deve ser igual ao custo do Material dos Produtos em Fase de Elaboração lançados nas ordens de produção.b.1.5. Contabilização da mão-de-obraO primeiro documento de suporte da contabilização da mão-de-obra é o cartão de tempo. O cartão de tempo deve indicar se a mão-de-obra é direta ou indireta.A mão-de-obra direta deve, sempre, identificar-se com um determinado trabalho ou ordem de produção.Os cartões de registro de tempo devem ser colocados em ordem, diariamente, por número de ordem de produção e, periodicamente, resumidos para efeito dos lançamentos contábeis, debitando-se Mão-de-obra em Processo e creditando-se Salários a Pagar.Posteriormente, um lançamento creditando-se Mão-de-obra em Processo e debitando-se Produtos Acabados é efetuado quando o trabalho é concluído. O saldo da conta de Mão-de-obra em Processo, no final de um determinado período, deverá corresponder ao custo da mão-de-obra lançada à conta de produtos ainda em processo.A mão-de-obra indireta é debitada como Gasto Geral de Fabricação dentro da conta de Mão-de-Obra Indireta. b.1.6. Contabilização dos gastos gerais de fabricaçãoA apropriação dos Gastos Gerais de Fabricação por Ordem de Produção é um pouco mais complexa do que a apropriação do material direto e da mão-de-obra direta implicando, normalmente, quatro etapas:1.a) Acumulação das despesas atuais de manufatura, em total ou por departamento, o que significa efetuar os lançamentos referentes à mão-de-obra indireta, despesas de manutenção, depreciação, seguros, aluguel, energia elétrica, telefone, etc.;2.a) Distribuição dos custos dos departamentos auxiliares, de apoio ou de serviços aos departamentos de produção, implicando,, em primeiro, acumular todas as despesas dos departamentos auxiliares, de apoio ou de serviços para, posteriormente, seguindo critérios racionais de prestação de serviço, efetuar as alocações por departamentos de produção;3.a) Aplicação dos gastos de manufatura às Ordens de Produção com base em taxas predeterminadas, o que implica, muitas vezes, a utilização de uma taxa-padrão desenvolvida anteriormente (geralmente os gastos passados divididos pela mão-de-obra direta);4.a) Apuração da diferença entre o gasto real e o aplicado através de taxas predeterminadas, verificando-se as razões da diferença encontrada.A apropriação desta diferença pode ser realizada proporcionalmente às ordens de produção encerradas dentro do mês e as que ainda estão em processo, o que, de acordo com o volume de ordens de produção, pode implicar em trabalho adicional considerável. Muitas empresas preferem apropriar esta diferença diretamente em Lucros e Perdas.Discutiremos, a seguir e separadamente, as quatro etapas acima:1.a ) Acumulação das despesas atuais indiretas de fabricaçãoContas separadas de custos indiretos podem ser mantidas no razão para acumular os custos atuais, porém é comum usar uma conta de controle denominada Conta de Controle dos Gastos Gerais de fabricação e manter uma subdivisão por tipo de custo. Requisições de materiais indiretos, cartões de tempo e pagamento de mão-de-obra indireta, aluguel, energia elétrica, etc., representam os documentos de suporte para acumulação dos custos. Outros custos como depreciação, seguro, impostos, etc. são apropriados no final do mês.2.a) Distribuição dos custos entre os departamentos auxiliares, de apoio ou de serviços e de produçãoNas empresas departamentalizadas é necessário determinar os gastos gerais de fabricação aplicáveis a cada departamento. A apropriação dos custos aos departamentos de produção, auxiliares, de apoio ou de serviços é conhecida como distribuição primária; a redistribuição dos custos dos departamentos auxiliares, de apoio ou de serviços aos departamentos de produção é conhecido como distribuição secundária.3.a) Aplicação dos gastos gerais de fabricação por ordem de produçãoDesde que os custos primários, material direto e mão-de-obra direta são lançados ao custo dos produtos em processo na base do custo real, seria lógico também apropriar o terceiro componente do custo da mesma maneira. Na prática, porém, este tipo de custo não pode ser apropriado diretamente, porque exigiria um elevado e exaustivo trabalho administrativo sem que, contudo, fosse construída uma significativa medida de controle de custos.Como poderíamos, por exemplo, distribuir por ordem de produção os gastos com manutenção de equipamentos ou mesmo a energia elétrica consumida? Em substituição, usamos taxas predeterminadas.As taxas predeterminadas não requerem um elevado trabalho administrativo, podendo custear as operações após o seu encerramento, sem prejuízo da exatidão dos custos desde que as taxas de atribuição sejam determinadas através de critérios racionais.4.a) Apuração dos gastos gerais absorvidos a mais ou a menosO total dos gastos gerais de fabricação, absorvidos a mais ou a menos, é obtido pela comparação das despesas atuais, refletidas na conta de Controle de Gastos Gerais de Fabricação, com o total aplicado que aparece na conta de Gastos Gerais de Fabricação Aplicados. Essa comparação pode ser feita mensalmente ou por ocasião do encerramento anual.O total aplicado representa a taxa predeterminada aplicada sobre a mão-de-obra direta ou sobre o material direto, dependendo da base escolhida para sua alocação, representando, também, a parcela de custo dos gastos gerais de fabricação relativos a cada ordem de produção.É lógico, como dissemos anteriormente, que esses valores representam apenas uma estimativa que visa eliminar o elevado e exaustivo trabalho burocrático acarretado pela tentativa de contabilização dos custos reais.b.1.7 Avaliação dos produtos em processoO valor dos produtos em processo de elaboração ao final do período contábil representa o saldo acumulativo do Material em Processo. Mão-de-Obra em processo e Gastos Gerais de Fabricação em Processo. Esses totais podem ser verificados pela soma dos custos lançados nas diversas ordens de produção, que se encontram ainda em processo de fabricação.b.1.8 Relatórios no sistema de ordem de produçãoO Balanço Patrimonial e O Demonstrativo de Resultados de uma empresa que usa o sistema de ordem de produção não é diferente dos de outras empresas que usam outros sistemas de acumulação dos custos.Uma característica especial do sistema de ordem de produção é o da preparação de demonstrativos envolvendo os gastos e o tempo por trabalho executado. Estes demonstrativos geralmente envolvem:Uma comparação histórica com trabalhos similares; Algumas bases para futuras estimativas de custo e preço de venda; e Comparações com estimativas iniciais b.1.9 Registro das ordens de produção concluídasDepois de concluído o trabalho, os lançamentos finais cobrindo material, mão-de-obra e gastos gerais são registrados na folha de custo.As seguintes etapas são executadas:Todas as colunas da ordem de produção são totalizadas, e os valores lançados no sumário; Computa-se o custo total; Computa-se o custo unitário. Autor: Airton MartinsFonte: http://www.wwc.com.br/wwc/artigos/OsSistemasDeCustos.htm
1° Passo:Freqüência a curso de T.T.I.(técnico em transações imobiliárias) ou cursos superiores Seqüenciais e Tecnológicos de Ciências Imobiliárias ou de Gestão de Negócios Imobiliários.Como o CRECI não possui nenhum desses cursos, deverá o interessado verificar a instituição autorizada a ministrá-los, através de consulta junto a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, ou pelo fone 0800-7700012, ou através da página na Internet do Conselho Estadual de Educação. 2° Passo:Na freqüência do curso, deverá o aluno requerer junto ao CRECI o registro de estágio, obrigatório para a obtenção do diploma e posterior registro profissional definitivo. Através do próprio site do CRECI, no item "Serviços", sub-item "Formulários Secretaria", o interessado poderá acessar a página "Estagiário" e nela obter todas as informações sobre a documentação necessária e as taxas a serem pagas, além de poder imprimir diretamente os formulários de requerimento. 3° Passo:Concluído o curso e obtido o respectivo diploma, já poderá o interessado promover o registro de sua inscrição definitiva, mediante requerimento específico, apresentação de determinada documentação e pagamento de uma taxa. Todas estas informações, inclusive os formulários que se fazem necessários, também se encontram disponíveis no site do CRECI, conforme relatado no 2° passo, porém na página "Inscrição". Antes de ser referendado pelo Plenário do Conselho, o processo de inscrição é submetido à análise de uma Comissão, que poderá ou não solicitar informações ou documentos adicionais, antes de elaborar o seu parecer. Em condições normais, toda essa tramitação, desde o protocolo do requerimento até a solenidade de entrega da carteira profissional oscila entre 30 a 90 dias. Fonte: CRECI SP
Dicas para quem quer liberdade A chave do sucesso profissional pode ser uma reserva de dinheiro para enfrentar os solavancos na carreira A principal preocupação de quem perde o emprego é não ter como pagar as contas no fim do mês. Até aqui, nenhuma novidade. Quem é que gosta de ter de baixar o padrão de vida e ficar endividado? Se por um lado é comum olharmos para o bolso, por outro fica logo claro que essa preocupação reflete o quanto as pessoas agem de pessoas de maneira errada quando o assunto é dinheiro. Dá para ser diferente? Claro e com uma solução simples. Guardando dinheiro. Síndrome do contra-cheque A falta de planejamento financeiro tem forçado muita gente a viver correndo atrás do contracheque. Conseqüência: a carreira, além da vida pessoal, acaba se tornando refém do salário, o que é uma péssima alternativa hoje em dia. Numa situação de demissão, então, pior ainda. Nesse caso, não há a calma necessária para a escolha e a carreira pode sair prejudicada por causa disso. A necessidade de assumir o controle total da própria carreira está cada vez maior. A autoconfiança para gerenciar o futuro profissional está intimamente ligada à autonomia financeira. Sem dinheiro no caixa pessoal como é que alguém pode discordar do chefe? Recusar-se a cumprir uma ordem absurda? Impor-se? Tão importante quanto isso é, como bancar cursos de desenvolvimento como uma pós-graduação, por exemplo? Não se recomenda esperar que a empresa pague pelo curso. Afinal, a responsabilidade pela atualização do conhecimento e pela capacitação é de cada um de nós -- não dos empregadores. Reserve para investir em você Quanto mais autonomia você quiser na sua vida profissional, maior deverá ser sua poupança. E, quando nos referimos a ter grana para a carreira, isso significa ter economias investir em você. Ou seja, ter capital para financiar, além do seu mestrado (se for o caso), o seu curso de idioma ou um seminário imperdível, que geralmente custa caro. E vale incluir também o lazer e as férias, por que não? Tudo causa impacto na vida profissional. Se você não é a criatura mais organizada do mundo com sua vida financeira, fique tranqüilo. Siga algumas dicas práticas para cultivar o tão sonhado pé-de-meia. E então, como fazer? Anote as suas despesas por três meses, incluindo até gorjetas, estacionamentos e contas em bares Corte pequenos gastos que não afetam muito o seu estilo de vida Estabeleça prazos para cortar as dívidas maiores e tente renegociá-las Fuja das compras a prazo como leasing e financiamentos Não use o cartão de crédito para pagar pequenas despesas como gasolina e refeições Espere até uma semana para efetuar uma compra depois de provar uma roupa ou ouvir um CD no shopping Elimine as dívidas com juros elevados antes de começar a guardar dinheiro Determine um valor fixo, possível de cumprir, para a poupança mensal Fonte: Você S.A On Line
Por Júlio César ZanlucaDEDUÇÕES PARA A FONTE PAGADORA Para não sofrer retenção excessiva do imposto na fonte, apresente à fonte pagadora os seguintes documentos e informações, que constituem-se deduções da base de cálculo: Declaração de dependentes, por escrito. O INSS retido deduz da base de cálculo, tanto para o autônomo quando para o assalariado. Contribuição de previdência privada, para os assalariados e dirigentes de empresa, desde que o valor seja encargo da pessoa física, no limite de 12% da renda tributável do contribuinte. Pensão alimentícia judicial, quando a fonte pagadora tiver a obrigação de reter. DEDUÇÃO DE DESPESAS PROFISSIONAIS Para os profissionais liberais é admissível a dedução, no livro caixa, das despesas decorrentes de tais atividades. Desta forma, o recolhimento do imposto mensal (carne-leão ou mensalão) pode ser minimizado, pois a base de cálculo compreenderá as receitas auferidas na atividade profissional menos as despesas escrituradas em livro caixa (como água, luz, telefone, aluguel de consultório, salários e encargos pagos aos empregados, etc.) DEDUÇÕES ANUAIS Ao longo do ano, vá guardando os recibos (ou cópias dos cheques nominais emitidos, que também são comprovantes válidos) com despesas médicas, odontológicas e pagamentos de seguro-saúde e planos médicos. Estes valores são dedutíveis na apuração anual do imposto, desde que os mesmos tenham sido ônus da pessoa física declarante. ALIENAÇÃO DE BENS E DIREITOS DE PEQUENO VALORA partir de 16.06.2005, fica isento do imposto de renda o ganho de capital auferido na alienação de bens e direitos de pequeno valor, cujo preço unitário de alienação, no mês em que esta se realizar, seja igual ou inferior a:I - R$ 20.000,00 (vinte mil reais), no caso de alienação de ações negociadas no mercado de balcão;II - R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), nos demais casos.Base: Lei 9.250/1995, art. 22, na redação dada pelo art. 35 da MP 252/2005 (período de 16.06.2005 a 13.10.2005) e artigo 38 da Lei 11.196/2005 (a partir de 14.10.2005).ATÉ 15.06.2005Até 15.06.2005, era isento de Imposto de Renda o ganho de capital auferido na alienação de bens e direitos de pequeno valor, cujo preço unitário de alienação, no mês em que esta se realizar, seja igual ou inferior a R$ 20.000,00 (Lei nº 9.250/1995, art. 22).ALIENAÇÃO DO ÚNICO IMÓVELTambém é isento o ganho de capital auferido na alienação do único imóvel que o titular possua, cujo valor de alienação seja de até R$ 440.000,00 (quatrocentos e quarenta mil reais), desde que não tenha sido realizada qualquer outra alienação nos últimos cinco anos (Lei 9.250/95, art. 23). SIMPLES NACIONAL – DISTRIBUIÇÃO DE LUCROSConsideram-se isentos do imposto de renda, na fonte e na declaração de ajuste do beneficiário, os valores efetivamente pagos ou distribuídos ao titular ou sócio da microempresa ou empresa de pequeno optantes pelo Simples Nacional, salvo os que corresponderem a pro labore, aluguéis ou serviços prestados. Limite de Isenção A isenção fica limitada ao valor resultante da aplicação dos percentuais de que trata o art. 15 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, sobre a receita bruta mensal, no caso de antecipação de fonte, ou da receita bruta total anual, tratando-se de declaração de ajuste, subtraído do valor devido na forma do Simples Nacional no período, relativo ao IRPJ. Base: § 1° do artigo 6º da Resolução CGSN 4/2007 (na redação dada pela Resolução CGSN 14/2007).Regime Anterior (Simples Federal) - Até 30.06.2007São isentos os valores pagos ao titular ou a sócio da microempresa ou empresa de pequeno porte, que eram optantes pelo Simples Federal, salvo os que corresponderem a pro labore, aluguéis ou serviços prestados (Lei 9.317/96, art. 25).VENDA DE IMÓVEIS RESIDENCIAISA PARTIR DE 14.10.2005A partir de 14.10.2005, fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais, desde que o alienante, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato, aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País.No caso de venda de mais de 1 (um) imóvel, o prazo referido será contado a partir da data de celebração do contrato relativo à 1a (primeira) operação.A aplicação parcial do produto da venda implicará tributação do ganho proporcionalmente ao valor da parcela não aplicada.No caso de aquisição de mais de um imóvel, a isenção aplicar-se-á ao ganho de capital correspondente apenas à parcela empregada na aquisição de imóveis residenciais.O contribuinte somente poderá usufruir do benefício de que trata este artigo 1 (uma) vez a cada 5 (cinco) anos.Base: artigo 39 da Lei 11.196/2005.PERÍODO DE 16.06 A 13.10.2005O artigo 36 da MP 252/2005 estipulava isenção do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no país na venda de imóveis residenciais. Como a MP 252 não foi votada pelo Congresso até 13.10.2005, perdeu sua eficácia. Portanto, no período de 16.06.2005 a 13.10.2005, ficou isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais, desde que o alienante, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato, aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais.No caso de venda de mais de um imóvel, o prazo referido será contado a partir da data de celebração do contrato relativo à primeira operação. A aplicação parcial do produto da venda implicará tributação do ganho, proporcionalmente, ao valor da parcela não aplicada.No caso de aquisição de mais de um imóvel, a isenção aplicar-se-á ao ganho de capital correspondente à parcela empregada na aquisição de imóvel residencial. A pessoa física somente poderá usufruir do benefício de isenção especificado uma vez a cada cinco anos. Base: artigo 36 da MP 252/2005.Fonte: http://www.portaltributario.com.br/dicaspf.htm
DE: FINANCEIRO N°:029/07 PARA: COMPRAS DATA: 22/05/2007 ASSUNTO: Material de Escritório Solicito o material abaixo relacionado: 01 unid extensão elétirca de 5 metros Atenciosamente,NomeCargo
Após 3 anos de debates e negociações, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa foi sancionada.o Presidente da República aprovou um conjunto de normas que determinam um tratamento diferenciado, simplificado e favorecido aos pequenos negócios.Com a nova lei, vai ficar mais simples pagar impostos, obter crédito, ter acesso à tecnologia, exportar, vender para o governo, se formalizar. Com menos burocracia e mais oportunidades, os empresários vão ganhar mais, gerar emprego e renda.Conheça a Lei Geral e saiba como ela pode abrir um ciclo de desenvolvimento para os pequenos negócios e para o Brasil.Principais Perguntas Relacionadas:O que muda no cálculo e no pagamento de impostos?O Supersimples unifica os impostos federais, estaduais e municipais (ISS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, IPI, ICMS e ISS). No lugar de várias guias de recolhimento, com várias datas e cálculos diferentes, haverá apenas um pagamento, com data e cálculo único de quitação.Além de menos burocracia, haverá redução da carga tributária. A grande maioria das micro e pequenas empresas pagará menos impostos com essa integração. A redução média será de 20% para quem já opta pelo Simples Federal, podendo chegar a 50%, dependendo do Estado em que a empresa estiver instalada. Para aquelas empresas que agora poderão optar pelo Supersimples a redução poderá chegar a 80%. Entretanto, é bom ressaltar que cada caso deve ser analisado individualmente.O capítulo tributário é o coração da Lei Geral, mas não é o único benefício que ela trará quando os demais capítulos forem regulamentados pelos Estados e municípios.Vai ficar mais simples abrir uma empresa?A desburocratização para micro e pequenas empresas não ficou restrita aos impostos. Chegou também para a abertura da empresa. Serão necessários menos comprovantes e documentos. Em vez de vários números de identificação (inscrição estadual, inscrições municipais, CNPJ, entre outros) haverá um único número baseado no CNPJ. A abertura da empresa será efetuada mediante registro simplificado dos seus atos constitutivos, dispensando as empresas de inscrição em qualquer outro cadastro. Além disso, todas as exigências para a abertura da empresa serão consolidadas e disponibilizadas de uma só vez, para que o empresário saiba o que deve fazer para formalizar seu negócio.A Lei Geral também ajuda aqueles que precisavam esperar meses até conseguir fechar sua antiga empresa para abrir um novo negócio. A baixa da empresa sem atividade há mais de 3 anos será automática, sendo os débitos tributários assumidos pelos sócios.A obtenção dos alvarás de funcionamento ficou mais simples?No médio prazo será possível que a empresa tenha funcionamento imediato por meio da emissão de um Alvará de Funcionamento Provisório. Os órgãos envolvidos na abertura e no fechamento de empresas, e responsáveis pela emissão de licenças, alvarás e autorizações de funcionamento, somente realizarão vistorias após o início de operação do estabelecimento, exceto nos casos de risco considerado alto para empregados e consumidores dessas empresas.Os pequenos negócios terão mais facilidades de participar das licitações e vender para o governo?A partir da regulamentação da Lei Geral, os órgãos públicos poderão dar preferência aos pequenos negócios em suas licitações. Está previsto que as licitações de até R$ 80.000,00 poderão ser feitas exclusivamente para micro e pequenas empresas. Também será permitida a sua subcontratação por empresas de maior porte e a possibilidade de fornecimentos parciais de grandes lotes, quando empresas de pequeno porte terão preferência caso os preços sejam próximos aos das grandes. Espera-se que 34 bilhões de reais sejam vendidos pelas pequenas empresas para os governos dos municípios, dos Estados e da União.O que está previsto para que a pequena empresa exporte mais?Está prevista a desburocratização e a instituição de incentivos fiscais na exportação. Isso reduzirá os impostos sobre as exportações das pequenas empresas, levando a esse segmento benefícios já usufruídos pelas grandes empresas. Os optantes pelo Supersimples terão uma grande redução de custos tributários.Como os pequenos negócios podem obter ganhos de escala e mais poder de negociação na compra e venda de mercadorias e serviços?Foi criado o consórcio simples, tipo de associação empresarial com o qual os pequenos negócios poderão se associar visando ganhos de escala, competitividade e acesso a novos mercados. Com maior poder de negociação, as pequenas empresas poderão comprar melhor e também vender melhor, fortalecendo o que se faz hoje por meio das centrais de negócios.Vai ficar mais simples obter crédito e ter acesso à tecnologia?Será mais fácil e barato conseguir empréstimos e financiamentos com prazos maiores, já que as microfinanças serão fortalecidas pelo microcrédito e pelo cooperativismo de crédito. As cooperativas de crédito de micro e pequenas empresas poderão repassar recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador/FAT, que tem mais de 120 bilhões de reais de patrimônio.Também estão previstos incentivos para investimentos em tecnologia com a alocação de um mínimo de 20% dos recursos federais, estaduais e municipais aplicados em pesquisa, desenvolvimento e capacitação tecnológica por parte de instituições públicas de fomento à tecnologia. Estima-se que 3 bilhões de reais sejam investidos anualmente nos pequenos negócios por força desse dispositivo.Quais as vantagens de se formalizar?Com tantos fatores que ajudarão a impulsionar os pequenos negócios, a Lei Geral estimulará que milhões de empresas saiam da informalidade. O registro da empresa amplia os horizontes do negócio, pois permite vender para grandes empresas e para o governo, dá acesso a linhas de crédito e à tecnologia, entre outras oportunidades. Segundo estudo do McKinsey Global Institute, uma redução de 20% na informalidade seria capaz de elevar a taxa de crescimento brasileiro em pelo menos 1,5%.Haverá espaços para discussão dos temas de interesse das pequenas empresas?O Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte já existe e conta com a participação de órgãos federais competentes e de entidades de representação e apoio empresarial. Sua função é orientar a formulação e a coordenação da política nacional de desenvolvimento do segmento, bem como acompanhar e avaliar a sua implantação. Juntamente com instituições governamentais, deverá articular e incentivar a criação de fóruns regionais com participação dos órgãos públicos e das entidades vinculadas ao setor empresarial.Você também poderá acompanhar todas as discussões de qualquer lugar do Brasil. Basta acessar pela internet no www.desenvolvimento.gov.brQuando os empresários poderão usufruir dos benefícios da Lei Geral?Grande parte dos benefícios da Lei Geral depende de regulamentação por parte dos governos municipais e estaduais. O Brasil tem 5.562 municípios e centenas de instituições que terão de se ajustar para realizar os atendimentos às empresas. Vários entendimentos estão sendo firmados pelos órgãos públicos e instituições envolvidos nessa regulamentação, no sentido de implementar os benefícios e políticas previstas na Lei Geral. Estima-se que já no segundo semestre de 2007 vários de seus dispositivos estarão funcionando e gerando efeitos práticos na vida das pequenas empresas.O Supersimples, que simplifica o pagamento de impostos, passa a valer a partir do segundo semestre de 2007, sendo que a adesão deverá ser feita entre 1º e 31 de julho, para as empresas que hoje não são optantes pelo Simples Federal. Aquelas já inscritas no Simples Federal migrarão automaticamente para o novo regime.A Lei Geral foi aprovada. Agora é preciso lutar pela sua implantação.A lei foi aprovada a partir da mobilização de milhares de colaboradores, e na sua implantação não será diferente. É fundamental que os empresários de pequenos negócios procurem suas entidades de classe e conscientizem seus representantes políticos (vereadores, prefeitos, deputados, secretários, etc) sobre a regulamentação da Lei Geral em suas respectivas esferas.A partir do mês de maio, as instituições de representação e apoio empresarial e os órgãos públicos iniciarão uma campanha de divulgação da nova lei, com cartilhas, folders, cursos, palestras e seminários.
Conceito de Produção O conceito de produção é um dos guias mais antigos dos vendedores.* O conceito de produção parte do princípio de que os clientes darão preferência àqueles produtos que estão amplamente disponíveis e são de custo baixo. Os administradores de organizações orientadas para a produção concentram-se em atingir alta eficiência produtiva e ampla cobertura de distribuição.Necessidades e DesejosPodemos distinguir entre cinco:1.Necessidades declaradas. O consumidor deseja um carro barato.2.Necessidades reais: O consumidor está interessado em um carro de manutenção barata, não em seu preço inicial.3.Necessidades não declaradas. O consumidor espera bons serviços do revendedor.4.Necessidades de prazer. O consumidor compra o carro e recebe um mapa rodoviário do país.5.Necessidade de secretas. O consumidor deseja ser visto pelos amigos como alguém de bom senso orientado para o valor do produto.Ao descrever o sucesso do automóvel Lexus, um executivo japonês da Toyota disse a este autor: “O propósito de minha empresa vai além de satisfazer o consumidor. Nosso objetivo é encantar o consumidor.” É algo para se pensar e pode ser o segredo das grandes empresas orientadas para marketing. Consumidores encantados são divulgadores mais eficazes do que todos os anúncios pagos veiculados pela mídia.Fonte: www.fesppr.br/~erico/0000%20LEITURAS%20ESSENCIAIS/Marketing-Kotler.doc
FLUXO DE CAIXA é a demonstração visual das receitas e despesas distribuídas pela linha do tempo futuro. Para a montagem da projeção do fluxo de caixa devemos considerar os seguintes dados: Entradas a) contas a receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios Saídas a) contas a pagar b) despesas gerais de administração (custos fixos) c) pagamento de empréstimos d) compras à vista LUCRO DE CAIXAé o retorno positivo de um investimento feito por um indíviduo ou uma pessoa nos negócios.Lucro Bruto: diferença positiva de Receitas menos Custo; Lucro Operacional: diferença positiva do lucro bruto e das despesas operacionais; Lucro não operacional: resultado positivo das receitas e despesas não operacionais; Lucro Líquido: diferença positiva do lucro bruto menos o lucro operacional e o não operacional; Lucro a ser distribuído: lucro liquido menos a quantia destinada a Reservas de Lucros ou compensada com os Prejuízos Acumulados; Fontes:www.ivansantos.com.br/fluxo.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Lucro
é a abreviatura de Junta Comercial do Estado de São Paulo.é o órgão responsável pelo registro de empresas.alguns serviços prestados pela Jucesp:Abertura de filial COOPERATIVAPROTEÇÃO AO NOME EMPRESARIALCERTIDÕES AUTENTICAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE ESCRITURAÇÃO DE EMPRESÁRIOTRANSFORMAÇÃO, INCORPORAÇÃO, FUSÃO E CISÃOentre outros.Fonte: http://www.jucesp.sp.gov.br
ELENCO DE CONTAS E CORRESPONDENTE CONJUNTO DE NORMASO Plano de Contas, genericamente tido como um simples elenco de contas, constituí na verdade um conjunto de normas do qual deve fazer parte, ainda, a descrição do funcionamento de cada conta - o chamado "Manual de Contas", que contém comentários e indicações gerais sobre a aplicação e o uso de cada uma das contas (para que serve, o que deve conter e outras informações sobre critérios gerais de contabilização).Como exemplo, temos a conta "Caixa", que registrará o dinheiro em espécie (papel-moeda) disponível na tesouraria da empresa. Trata-se de uma conta do Ativo Circulante, subgrupo Disponibilidades.Sugiro que o Plano de Contas contenha, no mínimo, 4 (quatro) níveis:Nível 1: Ativo, Passivo, Patrimônio Líquido, Receitas, Custos e Despesas.Nível 2: Ativo: Circulante, Realizável a Longo Prazo e Permanente. / Passivo e Patrimônio Líquido: Circulante, Passivo Exigível a Longo Prazo e Patrimônio Líquido. / Receitas: Receita Bruta, Deduções da Receita Bruta, Outras Receitas Operacionais e Receitas Não Operacionais. / Custos e Despesas Operacionais e Não Operacionais.Nível 3: Contas que evidenciem os grupos a que se referem, como por exemplo:Nível 1 - AtivoNível 2 - Ativo CirculanteNível 3 - Bancos Conta MovimentoNível 4: Sub-contas que evidenciem o tipo de registro contabilizado, como por exemplo:Nível 1 - AtivoNível 2 - Ativo CirculanteNível 3 - Bancos Conta MovimentoNível 4 - Banco A Abaixo, segue um exemplo bem simples de uma estrutura de plano de contas em 4 níveis:1 ATIVO1.1 ATIVO CIRCULANTE1.1.1 Caixa1.1.1.01 Caixa Geral1.1.2 Bancos C/Movimento1.1.2.01 Banco Alfa1.1.3 Contas a Receber1.1.3.01 Clientes1.1.3.02 Outras Contas a Receber1.1.3.09(-) Duplicatas Descontadas1.1.4 Estoques1.1.4.01 Mercadorias1.1.4.02 Produtos Acabados1.1.4.03 Insumos1.1.4.04 Outros1.2 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO1.2.1 Contas a Receber1.2.1.01 Clientes1.2.1.02 Outras Contas1.3 PERMANENTE1.3.1 INVESTIMENTOS1.3.1.01 Participação em Cooperativas1.3.2 IMOBILIZADO1.3.2.01 Terrenos1.3.2.02 Construções e Benfeitorias1.2.3.03 Máquinas e Ferramentas1.2.3.04 Veículos1.2.3.05 Móveis1.2.3.98 (-) Depreciação Acumulada1.2.3.99 (-) Amortização Acumulada1.3.3 INTANGÍVEL1.3.3.01 Marcas1.3.3.02 Softwares1.3.3.99 (-) Amortização Acumulada1.3.4 DIFERIDO2 PASSIVO2.1 CIRCULANTE2.1.1 Impostos e Contribuições a Recolher2.1.1.01 Simples a Recolher2.1.1.02 INSS2.1.1.03 FGTS2.1.2 Contas a Pagar2.1.2.01 Fornecedores2.1.2.02 Outras Contas2.1.3 Empréstimos Bancários2.1.3.01 Banco A - Operação X2.2 EXIGÍVEL A LONGO PRAZO2.2.1 Empréstimos Bancários2.2.1.01 Banco A - Operação X2.3 PATRIMÔNIO LÍQUIDO2.3.1 Capital Social2.3.2.01 Capital Social Subscrito2.3.2.02 Capital Social a Realizar2.3.2. Reservas2.3.2.01 Reservas de Capital2.3.2.02 Reservas de Lucros2.3.3 Prejuízos Acumulados2.3.3.01 Prejuízos Acumulados de Exercícios Anteriores2.3.3.02 Prejuízos do Exercício Atual3 CUSTOS E DESPESAS3.1 Custos dos Produtos Vendidos3.1.1 Custos dos Materiais3.1.1.01 Custos dos Materiais Aplicados3.1.2 Custos da Mão-de-Obra3.1.2.01 Salários3.1.2.02 Encargos Sociais3.2 Custo das Mercadorias Vendidas3.2.1 Custo das Mercadorias3.2.1.01 Custo das Mercadorias Vendidas3.3 Custo dos Serviços Prestados3.3.1 Custo dos Serviços3.3.1.01 Materiais Aplicados3.3.1.02 Mão-de-Obra3.3.1.03 Encargos Sociais3.4 Despesas Operacionais3.4.1 Despesas Gerais3. 4.1.01 Mão-de-Obra3.4.1.02 Encargos Sociais3.4.1.03 Aluguéis3.5 Despesas Não Operacionais3.5.1 Despesas Gerais3.5.1.01 Custos Alienação Imobilizado4 RECEITAS4.1 Receita Líquida4.1.1 Receita Bruta de Vendas4.1.1.01 De Mercadorias4.1.1.02 De Produtos4.1.1.03 De Serviços Prestados4.1.2 Deduções da Receita Bruta4.1.2.01 Devoluções4.1.2.02 Serviços Cancelados4.2 Outras Receitas Operacionais4.2.1 Diversos4.3 Receitas Não Operacionais4.3.1 Diversos4.3.1.01 Receita de Alienação Imobilizado Fonte: http://www.portaldecontabilidade.com.br
308- A INTERFERÊNCIA DA AVALIAÇÃO ESCOLAR NO RELACIONAMENTO PROFESSOR-ALUNO - NOVA 71p. 307- O PROFESSOR ALFABETIZANDO AS CRIANÇAS A TEREM NOVAS CONCEPÇÕES DE MUNDO - NOVA 52p. 306- A PRODUÇÃO TEXTUAL NA 2ª SÉRIE - NOVA 40p. 305- O PLANEJAMENTO DOCENTE NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL - NOVA 55p. 250- EDUCAÇÃO SEXUAL NAS SÉRIES INICIAIS 54p. 249- O USO DE JOGOS DIDÁTICOS NAS AULAS DE MATEMÁTICA 66p. 248- EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS SÉRIES INICIAIS 49p. 246- O PAPEL DO DIRETOR NA GESTÃO POLÍTICO PEDAGÓGICO 55p. 173- O BRINCAR NA ESCOLA 45p. 172- AVALIAÇÃO NO ENSINO MÉDIO 64p. 146- A IMPORTÂNCIA DE DESPERTAR O HÁBITO DE LEITURA NAS SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL 52p. 135- ETIOLOGIA DO ALCOOLISMO E SUA INTERVENÇÃO NA FAMÍLIA 67p. 134- O ENSINO DA MATEMÁTICA A EDUCANDOS CEGOS 46p. 133- APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E AFETIVIDADE: RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO 55p. 125- OS CONTOS DE FADAS DA CONSTRUÇÃO NO IMAGINÁRIO INFANTIL 49p. 123- DEFICIÊNCIA NA LEITURA 63p. 122- O ENSINO FUNDAMENTAL E A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS ENVOLVENDO PROPORCIONALIDADE 57p. 109- MOTIVANDO O ADOLESCENTE ATRAVÉS DO ENSINO DA GRAMÁTICA DA LÍNGUA INGLESA 51p. 107- O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS ATRAVÉS DO LÚDICO 48p. 104- VISÃO SUB-NORMAL EM ESCOLARES COMO CAUSA DE DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM 64p. 103- O QUE OS ALUNO DO ENSINO MÉDIO PENSAM SOBRE AVALIAÇÃO 64p. 102- A INFLUÊNCIA DO TABAGISMO NA ESCOLA 56p. 098- MERENDA ESCOLAR COMO REFLEXO NO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM 56p. 096- GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA 61p. 092- CLASSES MULTISSERIADAS 60p. 091- PRECONCEITO RELIGIOSO NO ENSINO NAS SÉRIES INICIAIS 53p. 090- DIFICULDADE DA ESCOLA NA ORIENTAÇÃO SEXUAL NAS SÉRIES INICIAIS 68p. 087- CAUSAS DA EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL 54p. 083- REPETÊNCIA E FRACASSO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL 44p. 082- A NECESSIDADE DE INCORPORAR OS TEMAS TRANSVERSAIS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA 78p. 081- CAUSAS DA EVASÃO ESCOLAR NA ESCOLA ESTADUAL NO MUNICÍPIO 52p. 080- EVASÃO ESCOLAR NO EJA (Educação de Jovens e Adultos) 46p. 079- A EVASÃO ESCOLAR COMO CONSEQÜÊNCIA DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL 47p. 078- RELAÇÃO ENTRE AFETIVIDADE E INTELIGÊNCIA 61p. 077- A CONSTRUÇÃO DA ESCRITA (2) 72p. 076- RENOVAÇÃO LEXICAL: OS NEOLOGISMOS NA LÍNGUA PORTUGUESA 41p. 075- FRACASSO ESCOLAR: UM DOS MAIS GRAVES PROBLEMAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA 44p. 074- FORMAÇÃO DE PROFESSORES 44p. 073- PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA COMUNIDADE ESCOLAR 60p. 070- AVALIAÇÃO COMO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO 53p. 068- ARTES VISUAIS E EDUCAÇÃO 43p. 067- O USO DO LÚDICO NA LITERATURA INFANTIL 71p. 066- EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: UMA CONSTRUÇÃO POLÍTICO SOCIAL NAS SERIES INICIAIS 62p. 065- A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NAS SÉRIES INICIAIS 50p. 064- MEIO DE COMUNICAÇÃO COMO INFLUENCIADORES NO COTIDIANO ESCOLAR 61p. 062- EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL 45p. 058- A BRINQUEDOTECA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 50p. 057- A PRODUÇÃO DE VIOLÊNCIA SIMBÓLICA PELA ESCOLA 45p. 056- EDUCAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL E SUAS PERSPECTIVAS 40p. 051- GESTÃO ESCOLAR E O USO DO COMPUTADOR NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 52p. 050- DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM E AUTO-ESTIMA 45p. 049- A IMPORTÂNCIA DA INTEGRAÇÃO ESCOLA X FAMÍLIA 45p. 048- CURRÍCULOS E PROGRAMAS NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE DA PRÁTICA PEDAGÓGICA 60p. 047- VIOLÊNCIA ESCOLAR 42p. 046- DISTÚRBIO DE COMPORTAMENTO: UM PROBLEMA NA APRENDIZAGEM 49p. 045- JOGOS INFANTIS COMO INSTRUMENTOS PEDAGÓGICOS NO AUXÍLIO DA ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA 53p. 044- A PSICOPEDAGOGIA APLICADA À EDUCAÇÃO 48p. 042- SÍNDROME DE DOWN 35p. 041- DESENVOLVENDO DO SENSO CRÍTICO RELACIONADOS A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A SUSTENTABILIDADE 60p. 038- A INDISCIPLINA DOS ALUNOS NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA ESCOLA PÚBLICA 53p. 036- O LÚDICO NA EDUCAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DO CONHECIMENTO NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL À LUZ DE UMA PERSPECTIVA PIAGETIANA 53p. 035- OS ASPECTOS IDEOLÓGICOS DA LITERATURA INFANTIL NAS SÉRIES INICIAIS, DO ENSINO FUNDAMENTAL EM ESCOLAS DA REDE PÚBLICA: UMA ETNOGRAFIA DA PRÁTICA - PEDAGÓGICA DA LEITURA 49p. 034- QUALIDADE DA VIDA FAMILIAR COMO PROPULSORA DO ÊXITO NA ESCOLA E NA VIDA 53p. 033- UMA ANÁLISE SOBRE OS FATORES QUE DESESTIMULEM O ENSINO DA MATEMÁTICA NO CONTEXTO DO ENSINO DO 1º GRAU 35p. 029- A AFETIVIDADE ENTRE PROFESSOR-ALUNO E A REALIDADE DO FRACASSO ESCOLA: UMA TENTATIVA DE PROBLEMATIZAÇÃO 41p. 021- A CONSTRUÇÃO DA ESCRITA 35p. 008- O TRABALHO NO LIVRO DIDÁTICO DE 1.ª A 4.ª SÉRIE 46p. 007- RELACIONAMENTO PROFESSOR-ALUNO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA 48p. 006- O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM 43p. 005- A CONSTRUÇÃO DA DISCIPLINA NA SALA DE AULA E NA ESCOLA: A BUSCA POR UMA SOCIEDADE DE CIDADÃOS AUTÔNOMOS 35p. 004- A EDUCAÇÃO E A SOCIEDADE MODERNA 46p. 003- LEITURA UMA QUESTÃO SOCIAL 43p. 002- AVALIAÇÃO ESCOLAR: O QUE REFLETE A PROVA? 61p. 001- A FORMAÇÃO DE ALUNOS LEITORES NAS SÉRIES INICIAIS 50p. 000- A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA DE SINAIS NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 60p. Fonte: http://www.sul-sc.com.br/afolha/monografia/indexm_ped.html
Aluna inadimplenteUniversidade não pode negar pedido de transferênciaUniversidade não pode reter documentos de aluno inadimplente e impedir a transferência para outra instituição de ensino. A decisão, da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, determina que a Asoec — Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura efetue a transferência de uma aluna devedora para outra universidade. Cabe recurso.A estudante, depois de concluir o quinto semestre do curso de Direito, pediu a transferência para outra instituição de ensino por causa do aumento das mensalidades. A universidade se recusou a expedir a guia de transferência, sob o argumento de que a aluna estaria inadimplente e deveria primeiro quitar sua dívida.Ela, então, entrou com pedido de Mandado de Segurança contra o reitor da Asoec, para que fosse reconhecido o seu direito de ter acesso aos documentos necessários para mudar de universidade. A 7ª Vara Cível de Uberlândia concedeu a liminar, determinando à Asoec que expedisse a guia de transferência no prazo máximo de 48 horas. No mérito, a decisão foi confirmada.O centro universitário recorreu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que confirmou a decisão de primeira instância. A 16ª Câmara Cível do TJ entendeu que, embora a universidade faça jus ao recebimento dos valores devidos pela aluna, não pode utilizar meios de cobrança como a retenção de documentos escolares, prática que não é legalmente prevista.Fonte: Consultor Juridico
O Técnico em Mineração é um profissional com formação e capacitação para atuar em empresas nas áreas de:• prospecção de jazidas;• perfuração e desmonte em lavras a céu aberto e subterrâneas;• tratamento de minérios. O Técnico em Mineração está apto a controlar a programação de lavras por meios computacionais e é o profissional adequado para atuar em empresas de extração e beneficiamento de minérios e rochas ornamentais. Também poderá atuar em laboratórios especializados.Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Av. Amazonas 5253 - Nova Suiça - Belo Horizonte - MG - Brasil CEP: 30.510-000Telefone: +55 (31) 3319-7002 - Fax: +55 (31) 3319-7009
Conceito de jornada, classificação, horas extras, acordo de prorrogação de horas, compensação de horas, força maior, paralisações, intervalos, repouso semanal remunerado. Conceito: a jornada normal de trabalho será o espaço de tempo durante o qual o empregado deverá prestar serviço ou permanecer à disposição do empregador, com habitualidade, excetuadas as horas extras; nos termos da CF, art. 7º, XIII, sua duração deverá ser de até 8 horas diárias, e 44 semanais; no caso de empregados que trabalhem em turnos ininterruptos de revezamento, a jornada deverá ser de 6 horas, no caso de turnos que se sucedem, substituindo-se sempre no mesmo ponto de trabalho, salvo negociação coletiva.Redução legal da jornada: poderá ser feita pelas partes, de comum acordo, por convenção coletiva e pela lei.Classificação da jornada de trabalho: 1) quanto à duração: é ordinária ou normal (que se desenvolve dentro dos limites estabelecidos pelas normas jurídicas); é extraordinária ou suplementar (que ultrapassam os limites normais); limitada (quando há termo final para sua prestação); ilimitada (quando a lei não fixa um termo final); contínua (quando corrida, sem intervalos); descontínua (se tem intervalos); intermitente (quando com sucessivas paralisações); 2) quanto ao período: diurna (entre 5 e 22 horas); noturna (entre 22 horas de um dia e 5 do outro); mista (quando transcorre tanto no período diurno como noturno); em revezamento (semanal ou quinzenal, quando num periodo há trabalho de dia, em outro à noite); 3) quanto à condição pessoal do trabalhador: será jornada de mulheres, de homens, de menores, de adultos; 4) quanto à profissão: há jornada geral, de todo empregado, e jornadas especiais para ferroviários, médicos, telefonistas, etc.; 5) quanto à remuneração: a jornada é com ou sem acréscimo salarial; 6) quanto à rigidez do horário: há jornadas inflexíveis e flexíveis; estas últimas não são previstas pela lei brasileira; porém a lei não impede que sejam praticadas; são jornadas nas quais os empregados não tem horário fixo para iniciar ou terminar o trabalho.horas extras: horas extras são aquelas que ultrapassam a jornada normal fixada por lei, convenção coletiva, sentença normativa ou contrato individual de trabalho.Conceito: significa, em primeiro lugar, o ajuste de vontade entre empregado e empregador, tendo por fim legitimar a prorrogação da jornada normal; em segundo lugar, significa, o documento escrito no qual se materializa a vontade das partes, para o fim acima mencionado.Forma: a forma jurídica do acordo é escrita, e se individual basta um documento assinado pelo empregado expressando a sua concordância em fazer horas extras; em se tratando de ajustes entre sindicatos, empresas, a forma será a convenção coletiva ou o acordo coletivo.Cabimento: á cabível para todo empregado, como regra geral; todavia, há exceções que devem ser respeitadas; o fundamento legal é a CLT, art. 59, que declara que a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de duas, mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante convenção coletiva de trabalho.Duração: o acordo é um contrato; se é a prazo (determinado), sua duração terminará com o termo final previsto entre as partes; se sem prazo (indeterminado), sua eficácia estender-se-á durante toda a relação de emprego.Distrato: sendo de natureza contratual, pode ser desfeito pelos mesmos meios com os quais se constituiu, ou seja, o distrato, ato bilateral e que deve ser expresso.Efeitos: os efeitos do acordo são salariais, isto é, a obrigação do pagamento de adicional de horas extras de pelo menos 50% (CF, art. 7º) e materiais, isto é, a faculdade, que dele resulta para o empregador e a correspondente obrigação assumida pelo empregado, de ser desenvolvido o trabalho prorrogado por até 2 horas.Denúncia: é o ato pelo qual uma das partes da relação de emprego dá ciência à outra da sua decisão de não mais continuar cumprindo os termos de uma obrigação estipulada; no caso do acordo de prorrogação de horas extras, denúncia é a comunicação que uma das partes faz à outra, dando ciência de que não pretende mais o prosseguimento do acordo, para o fim de limitação do trabalho às horas normais. Recusa do cumprimento do acordo pelo empregado: os efeitos da recusa o sujeitam à mesma disciplina de todo o contrato de trabalho; com o acordo, ele obriga-se a fazê-las quando convocado.Conceito: consiste na distribuição das horas de uma jornada por outra ou outras jornadas diárias do quadrimestre (Lei 9601/98); com o sistema de compensação, o empregado fará até 2 horas prorrogadas por dia. (art. 59, § 2º)A compensação de horas prevista na CLT, significa que durante o quadrimestre que servirá de parâmetro as horas além das normais, serão remuneradas sem adicional de horas extras; completados os 120 dias o empregador terá que fazer o levantamento do número de horas nas quais o empregado trabalhou durante esse período; se esse número não ultrapassar o limite normal do quadrimestre, não haverá nenhum pagamento adicional a ser efetuado; no entanto, se ultrapassar, o empregador terá que pagar as horas excedentes com adicional; nesse caso, como haverá reflexos sobre pagamentos já efetuados nos meses anteriores do quadrimestre, a empresa estará obrigada a, nessa ocasião, completar as diferenças.Natureza das horas compensadas: são horas extraordinárias não remuneradas com adicional.Forma: a CF, art. 7º, XIII, admite compensação de horas através de acordo ou convenção coletiva; a inobservância da forma escrita prejudicará a eficácia do acordo (Enunciado 85 do TST).Obs: os mesmos critérios adotados para o acordo de prorrogação devem ser observados no sistema de compensaçào quanto à duração, distrato, que será bilateral, e denúncia, cabível aqui também.Horas extras nos casos de força maior: força maior é o acontecimento imprevisível, inevitável, para o qual o empregador não concorreu (art. 501 da CLT); nesses casos a lei permite horas extras (art. 61 da CLT).Horas extras para conclusão de serviços inadiáveis: serviços inadiáveis são os que devem ser concluídos na mesma jornada de trabalho; não podem ser terminados na jornada seguinte sem prejuízos; basta a ocorrência do fato, o serviço inadiável, para que as horas extras possam ser exigidas do empregado, em número máximo de até 4 por dia, remuneradas com adicional de pelo menos 50%.Horas extras para a reposição de paralisações: a empresa pode sofrer paralisações decorrentes de causas acidentais ou de força maior; o art. 61, § 3º, da CLT, autoriza a empresa, a exigir a reposição de horas durante as quais o serviço não pode ser prestado, mediante prévia concordância da DRT e durante o máximo de 45 dias por ano, com até 2 horas extras por dia.Excluídos da proteção legal da jornada de trabalho: nem todo o empregado é protegido pelas normas sobre a jornada diária de trabalho; as exclusões operam-se em razão da função; são os casos do gerente (art. 62 da CLT) e do empregado doméstico (Lei 5859/72).Horas extras ilícitas: são as prestadas com violação do modelo legal; são as que lhe conferem disciplina prejudicial (CLT, art. 9º); a ilicitude pode caracterizar-se pelo excesso da limitação das horas, pela falta de comunicação à DRT, e quando são prestadas em trabalho no qual é vedada a prorrogação.Classificação dos adicionais: classificam-se em fixos quando invariáveis; progressivos quando variáveis de forma gradativamente crescente na medida da elevação do número de horas extras na jornada diária; fracionáveis quando fixadas em valores que representam um fração daquele que é previsto, como ocorre nos sistemas de sobreaviso e prontidão, do trabalho ferroviário.Redução da jornada com diminuição do salário: é inquestionavelmente lícita, uma vez que a CF/88 permite, pela negociação, a redução da jornada.Intervalos: há intervalos especiais além dos gerais e intervalos interjornadas e intrajornadas; entre 2 jornadas deve haver um intervalo mínimo de 11 horas; a jurisprudência assegura o direito à remuneração como extraordinárias das horas decorrentes da inobservância desse intervalo pela absorção do descanso semanal, vale dizer que os empregados têm o direito às 24 horas do repouso semanal, mais as 11 horas do intervalo entre 2 jornadas, quando o sistema de revezamento da empresa provocar a absorção; a lei obriga o intervalo de 15 minutos quando o trabalho é prestado por mais de 4 horas e até 6 horas; será de 1 a 2 horas nas jornadas excedentes de 6 horas; eles não são computados na duração da jornada, salvo alguns especiais.Repouso semanal remunerado: é a folga a que tem direito o empregado, após determinado número de dias ou horas de trabalho por semana, medida de caráter social, higiênico e recreativo, visando a recuperação física e mental do trabalhador; é folga paga pelo empregador; em princípio, o período deve ser de 24 honsecutivas, que deverão coincidir, preferencialmente, no todo ou em parte, com o domingo. Fonte: Central Juridica
PROJETO DE LEI Nº 2032/2004EMENTA: PROIBE A ABERTURA DE CASAS DE JOGOS DE COMPUTADORES, TAMBÉM CONHECIDOS COMO "CYBER-CAFÉS" OU "LAN HOUSES", NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Autor(es): Deputado PAULO MELOA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRORESOLVE:Art. 1º - Fica proibida a abertura de estabelecimentos comerciais voltados para a locação de máquinas de jogos de computador, denominadas “cyber-cafés" ou "lan houses", a uma distância menor de 500 (quinhentos) metros das unidades de ensino de 1º e 2º graus, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro.Art. 2º - A não observância da presente lei implicará no fechamento imediato do estabelecimento comercial.Art. 3° - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Plenário Barbosa Sobrinho, 06 de outrubro de 2004.Deputado PAULO MELOLíder da Bancada do PMDBJUSTIFICATIVAA Internet vem causando uma grande revolução no acesso a informação, democratizando a cultura e facilitando o acesso irrestrito aos mais variados costumes e culturas mundiais.Por outro lado, em razão da rápida evolução dos computadores e da facilidade de acesso trazida pela rede mundial Internet, ficou franqueado, também, o acesso a jogos eletrônicos com conteúdo violento e/ou de cunho atentatório ao pudor e aos bons costumes, que atraem a natural curiosidade de crianças e jovens. Atentos ao fato de que crianças e jovens, cujos valores estão em fase de formação e absorção e cuja personalidade ainda carece de maturidade, os transforma em presas fáceis da informação deturpada ou do desvio de atenção daquilo que realmente interessa, ou seja, da cultura e educação, esta lei tem o objetivo de criar instrumento que evite desvios de atenção e conduta de crianças e jovens, coibindo, ao mesmo tempo, a evasão e a repetência escolar, em nível de 1º e 2º graus.Acreditando que a limitação de distância entre os chamados “cyber cafés” ou as denominadas “lan houses” e as escolas de 1º e 2º graus, esta Casa de Leis contribui significativamente para evitar a evasão e a repetência escolar, apresentamos o presente projeto de lei, para o qual solicitamos aprovação.
Advogados avaliam em planilha o potencial de vitória de reclamações previdenciárias na Justiça Luciene BragaRio - Aposentados e pensionistas do INSS são responsáveis por cerca de 5 milhões de processos judiciais nos tribunais do País. As causas, resultados de anos da ineficiência do atendimento nas agências da Previdência Social, são fundamentadas por advogados e juristas, que se especializaram em defender os segurados. Algumas até já foram alvo de acordos entre os beneficiários e o governo, a partir do reconhecimento do direito pelos tribunais superiores. Teses novas surgem a cada dia, em meio a outras tantas que já estão pacificadas nos tribunais.O novo site www.assessorprevidenciario.com.br destaca uma relação de possíveis ações e as classifica como “excelentes”, que já apresentam súmulas em algum Tribunal Regional Federal; “muito boas”, já decididas favoravelmente em algum Tribunal Superior ou Turma de Uniformização; “boas”, decididas favoravelmente em um ou mais Tribunais Regionais Federais ou “teses novas”, ainda sem decisão favorável. Exemplos de “excelentes”, ou seja, com grandes chances de deferimento, seriam as ações que pedem a correção monetária dos salários de contribuição pela variação da ORTN, para quem teve benefício concedido de junho de 1977 a outubro de 1988; e a reivindicação da correção pela variação do INPC, o chamado “Buraco Negro”, para concessões de outubro de 1988 a abril de 1991.“Os segurados tem nessa tabela a indicação dos caminhos para se obter revisão dos benefícios. Muitos não sabem que têm direito, em alguns casos, a teses novas, com potencial para discussão nos tribunais. A classificação ajuda o segurado a decidir se deve ou não recorrer à Justiça para pedir a atualização dos benefícios e o pagamento de atrasados”, avalia o advogado previdenciário Marcos Anflor. Outro “excelente”, para os advogados que construíram a tabela, é a correção com inclusão do Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM), que contempla segurados que passaram a receber benefícios de março de 1994 a fevereiro de 1998. Essa ação, que pode dar direito a até 39,67% de atualização no valor do benefício, ficou conhecida como “URV” e foi alvo de acordo do INSS com aposentados e pensionistas.Segundo o advogado David Nigri, as teses da ORTN e da URV, as chances de êxito são grandes. “Para esses tipos de ação, o INSS não está mais recorrendo”, ele explica. Nigri informa que há ainda o “Buraco Verde”, que coincide com parte do período do “Buraco Negro”. “No Verde, busca-se a revisão de renda mensal inicial, e, no Negro, corrigir os 36 últimos salários de contribuição. O Verde tem decisão favorável da Turma Recursal de Santa Catarina e do Superior Tribunal de Justiça, mas as ações que ingressei no Rio não obtiveram êxito”, adverte. “Embora diversas ações sejam rotuladas como excelentes e até obtido êxito em outros estados, no Rio, elas não estão sendo bem recebidas”, pondera.Considerada “muito boa”, a ação que pede a correção monetária do menor valor teto pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do IBGE) está entre as que sugerem boa aceitação na Justiça. Nela, o que se busca é revisar o salário de benefício e a RMI (renda mensal inicial) do segurado utilizando o INPC como fator de reajuste, em substituição aos índices governamentais adotados. “Para esse tipo de ação, já existem decisões do Tribunal Regional Federal, mas, das ações que ingressei, só uma foi julgada procedente em primeira instância”, observa o advogado.EM DIA COM AS NEGOCIAÇÕESIDADE X CONTRIBUIÇÃOO presidente do Sindicato dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini, alerta que um dos principais pontos de conflito entre governo e aposentados é a intenção do governo de elevar o tempo de contribuição ao INSS necessário à aposentadoria de 35 para 40 anos, vinculado à idade de 65 anos. “Nós (os representantes dos aposentados, trabalhadores, governo federal e empresários que participaram do Fórum) aceitamos o aumento de contribuição desde que não esteja atrelado à idade”, disse.TESE DOS 95 ANOSPara o sindicato, a melhor alternativa seria conceder a aposentadoria integral àquela pessoa cuja idade e tempo de contribuição somasse 95 anos. Desta forma, trabalhadores que começassem a trabalhar mais cedo poderiam se aposentar com menos idade, desde que tivessem contribuído por mais tempo. O sistema atual também não é considerado justo para quem começou cedo no batente. Hoje, o trabalhador só recebe o benefício de forma integral se tiver mais de 63 anos, mesmo que tenha contribuído por 35 anos.FOLHA DO INSSO Ministério da Previdência marcou nova reunião do ministro Luiz Marinho com representantes dos 23 bancos credenciados para o pagamento da folha de benefícios dos 25 milhões de segurados do INSS. O objetivo é fechar um acordo para que as instituições financeiras paguem para ter os segurados em suas carteiras de clientes. Na semana passada, a reunião não levou a consenso.LEILÃOO ministro Luiz Marinho vem ameaçando leiloar a folha de pagamento, se não houver acordo até o fim do ano. Mas ele prefere evitar essa medida, para não tornar obrigatória a migração dos segurados para outros bancos. Se houver leilão, aposentados e pensionistas deixarão de escolher a instituição pagadora de seus benefícios.PERDA NO FATOR PREVIDENCIÁRIOO advogado Marcos Anflor afirma que as mulheres têm sido prejudicadas pelo fator previdenciário, uma das teses novas. Segundo ele, o caso de uma segurada do Rio Grande do Sul comprova que “meras operações aritméticas” permitem concluir que o cálculo adotado pela Previdência fez com que o benefício dela tivesse resultado inferior ao que seria devido, se a média dos salários-de-contribuição sofresse a incidência do fator aplicável ao homem — com cinco anos a mais na idade e no tempo de contribuição.Em petição, ele comprovou: com a média dos salários em R$ 2.552,77, a aplicação do fator levou ao índice de 0,7085, com benefício calculado em R$ 1.808,63. Se ela fosse homem, o índice seria de 0,8552, que significaria benefício no valor de R$ 2.183,13. A diferença é de 20,71%. “Conforme se passa a demonstrar, o cálculo do Fator Previdenciário, tal como delineado na Lei nº 9.876, termina por violar a discriminação positiva constitucionalmente estabelecida em favor das mulheres”, defende o advogado.Anflor explica que o aumento da idade das mulheres diminuiria a expectativa de sobrevida, a ser considerada no cálculo do fator. A perda acontece devido ao acréscimo de cinco anos na idade das mulheres. Na hora do cálculo, o sexo frágil fica mais frágil ainda. “É uma tese muito interessante”, diz.No início do ano, o INSS corrigiu administrativamente os benefícios de 10 mil seguradas, devido a falha no sistema. Não foi preciso ação judicial para a revisão desses benefícios. O advogado explica que esses casos não se aplicam à tese.RISCO DE DEVER HONORÁRIOS“Quando falamos de Previdência Social, devemos ter bastante cuidado”, alerta o advogado Eurivaldo Neves Bezerra. “A perda do poder aquisitivo, por força da desvinculação do salário mínimo, afeta a todos os aposentados, fazendo com que qualquer tipo de revisão seja aceita como ‘salvadora’ do problema. A tabela apresentada tem muitas ‘aventuras’ jurídicas, que entendo descabidas”, pondera.Bezerra afirma que a consideração dos maiores salários de contribuição é redundante, porque o INSS já teria estabelecido regras para atuar desta forma, com a adoção dos 80% maiores salários para gerar a ser adotada na plicação do fator previdenciário. “Vale ressaltar que ação judicial somente deve ser ajuizada com a clareza de um bom pedido e causa de pedir, pois o autor ainda corre o risco de ser condenado como litigante de má-fé, e sair devendo honorários à parte contrária”, alerta o advogado. Fonte: O Dia Online, 1 de dezembro de 2007. Na base de dados do site www.endividado.com.br
Ana Paula Santos, dona do sebo Ciranda dos Livros - e-mail: cirandadoslivros@terra.com.br - Tel.: (11) 5051-7122.Em depoimento exclusivo, ela relata que o tino para o comércio de objetos culturais é uma herança familiar, revelando ainda as formas inovadoras que vem utilizando para divulgar e garantir a presença do negócio na região com a consolidação da clientela.UNIVERSO CULTURAL"A idéia inicial de montar um sebo foi da minha irmã, e entramos nesse ramo por meio de uma amiga que vem de uma família de sebeiros. Eu trabalhei na loja da minha irmã por um ano e resolvi montar a minha. Há quatro anos, estou desenvolvendo o meu projeto. A vontade de atuar nesse ramo surgiu porque percebi que, dentro de um sebo, eu poderia crescer intelectualmente, o que para mim é muito prazeroso. Hoje, a loja tem a minha cara, e é muito bom lidar com isso e com as pessoas que freqüentam o ambiente. A maioria já chega aqui sabendo o que busca e possui muita cultura. Por isso, todos os dias eu recebo informações diversas dentro desse universo cultural. Atualmente, temos um acervo de 40 mil livros. Abrimos a loja com 5 mil exemplares, as prateleiras ficavam vazias, mas os livros vão chegando. Muita gente conhece esse segmento, que se vem expandindo muito em São Paulo."LIBERDADE DE AÇÃO"Sou uma empreendedora versátil, que promove muito a interação com os funcionários. Respeito a opinião deles e dou liberdade para que cada um a expresse, porque cultura é mudança. Uma vez por mês, promovemos um sarau aberto no qual as pessoas têm a oportunidade de recitar poesias, de cantar e de pintar. Temos uma parceria com um portal de artesanato e uma amiga cantora independente que traz os alunos dela para dar aula aqui. Uma vez por ano, mexemos em todos os livros, e com aqueles que estão parados há muito tempo, fazemos doações ou uma grande promoção para girar o estoque. Daí veio a idéia do nome Ciranda dos Livros, como uma atividade rotativa para levar o conhecimento adiante. Hoje, oferecemos um espaço para leitura, pesquisa e audição de música. O nosso objetivo é fazer com que o cliente permaneça mais tempo dentro da loja do que apenas consumir e ir embora. Futuramente, pretendemos ainda montar um café aqui dentro."E-COMMERCE"Do ano passado para cá, as vendas caíram por um motivo interno da loja, que necessitava de mudanças. Para enfrentar o problema, contratei um profissional para fazer um planejamento de marketing, que passou um mês conosco observando o negócio. A partir disso, fizemos uma revisão geral e mexemos em todos os valores defasados. Também investimos na estratégia do e-commerce, na panfletagem e na mala direta. Agora, temos todo um planejamento anual para seguir em cada momento comercial. Decidimos também entrar na internet e, recentemente, compramos uma loja virtual, para acompanhar o crescimento do comércio eletrônico. Por ser um trabalho minucioso e lento, porque precisamos cadastrar livro por livro, resolvemos inovar com o www.cirandadosprecos.com.br, proporcionando aos nossos clientes preços bons, entrega rápida e produtos de qualidade. Atualmente estamos hospedados no site www.estantevirtual.com.br, feito apenas para sebos. Daqui a dois anos, quem não estiver bem posicionado no mundo dos negócios on-line vai ficar fora do mercado, porque esse é o caminho."Fonte: EMPRESARIO.COM.BR
1.Entenda que você não vai ficar rico com esta atividade. Poderá sobreviver, mas jamais vai comprar uma Porsche. 2.Sebo demanda tempo e depende essencialmente de sua habilidade. Sua presença será importante, você não terá muito tempo livre. 3.Livro usado, como qualquer produto de segunda mão, pode ser perigoso. Cheque seus fornecedores. Fuja de qualquer coisa que lhe desperte a mais vaga desconfiança. Lembre que o livro que aquela simpática pessoa está lhe vendendo pode, na verdade, pertencer a outrem. 4.Os registros de mercadoria de um sebo tendem a ser muito incompletos. O que quer dizer que é muito fácil, para um eventual empregado desonesto, lesar você. Já aconteceu comigo, em larga escala. Portanto, organize-se. 5.Compre bem. O que quer dizer: olhe para o seu mercado. Aprenda quem pode ser seu cliente e o que ele compra. Pague pouco pelo que compra. Não estou sendo mesquinha não – seu trabalho vale mais do que o papel de que são feitos os livros. Comprar, selecionar, limpar, organizar, disponibilizar e entregar são os serviços que você presta ao comprador e é por estes serviços que ele vai pagar. 6.Repetindo: Entenda que você vende serviços, não somente livros. Por isso, seu serviço tem que ser competente. 7.Cultive seus clientes. Não tente levar vantagem no curto prazo. O cliente vale mais no longo prazo do que um bom negócio a curto prazo. 8.Organize sua loja. Você só vai vender aquilo que o cliente encontrar. 9.Cuidado com pontas de estoque. Geralmente há razões para terem sobrado. 10.Lembre qua alguns livros levarão anos para serem vendidos e alguns nunca o serão. O capital de giro, portanto, é crítico. Fonte: Blog da Traça
A emissão da nota fiscal de serviços deve ser feita sempre que for prestado algum serviço, tenha sido ele pago ou não. Elas possuem no mínimo duas vias, e devem ter a numeração respeitada. Caso sejam canceladas, devem-se manter todas as vias no talão. Caso a pessoa ou empresa queira emitir uma nota fiscal diferente do que está estipulado nas leis, precisa de autorização do DTM (Departamento de Tributos Mercantis) devendo dirigir-se a Centro de Atendimentos ao Contribuinte, adquirir um formulário e fazer o pagamento em um banco credenciado.A nota fiscal de serviços avulsa é utilizada quando o prestador de serviços não tiver um bloco de notas fiscais autorizado pela prefeitura. Neste caso deve ir até o DTM e solicitá-la. Estão isentos da emissão de nota fiscal de serviços os profissionais autônomos, as empresas de ônibus, os cinemas, locais de diversões públicas e as casas de loteria controladas pela CEF (Caixa Econômica Federal).A impressão de notas fiscais deve ser sempre autorizada pelo Departamento de Tributos Mercantis e feitas em gráficas autorizadas pela prefeitura. O extravio das notas fiscais deve ser comunicado ao DTM no prazo máximo de 30 dias do ocorrido, devendo o contribuinte prestar queixa na polícia ou no corpo de bombeiros, no caso de incêndio ou roubo.Hoje em dia com o uso da internet e facilidade das atividades bancárias on-line, surgiram maneiras de agilizar as operações entre fornecedores e clientes, e deste modo prestadores de serviço passaram a fazer contratos com os bancos, de maneira que os consumidores pudessem fazer o pagamento de serviços contratados em locais próximos a sua residência ou trabalho, diminuindo tempo e custos.Fonte: Nota Fiscal.org
O SEEVISSP – Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança, Vigilância eSimilares de São Paulo – obteve sucesso na ação que ajuizou para que as empresas desegurança paguem a Participação nos Lucros e Resultados – PLR – aos seus empregados.No último 29 de outubro, ficou decidido pelo TRT que o assessor econômico Pedro Jorgede Oliveira começará, junto com o sindicato e as empresas, a decidir as diretrizes para pagamento da PLR.A primeira audiência para que os trabalhos de definição da PLR está marcada para odia 21 de novembro. Segundo o artigo 7º, inciso 11, da Constituição Federal, osempregados têm direito a receber a PLR. E, de acordo com o artigo 621 da CLT, aporcentagem que os trabalhadores devem receber pode ser definida para cada categoriaatravés de convenção coletiva.Como através das convenções nunca nenhum resultado sobre PLR foi alcançado, oSEEVISSP decidiu levar o problema ao tribunal. Sendo assim, em breve ficará decididoquanto cada vigilante receberá da porcentagem de lucro das empresas de segurança.Fonte:Informativo eletrônico - 06/11/07 - nº 02 do Sindicato dos Empregados emEmpresas de Vigilância, Segurança e Similares de SãoPaulo SEEVISSPSede: Largo do Arouche, 307, Centro - São Paulo/SP - Telefone: 11 3363 3310Subsede Santo Amaro: Rua André Leão, 64, Bairro Socorro - São Paulo/SP -Telefone: 11 5564 6083Jornalista Responável: Sylvia Barreto
Investir no Intangível Houve um tempo em que o valor de uma empresa era medido pelo seu patrimônio tangível.Mas, isso faz muito tempo. Hoje se avalia uma empresa pelos seus ‘ativos intangíveis de marketing’, que, em última instância, são o que efetivamente têm potencial de gerar lucro para o comprador interessado.Por isso, se você quisesse vender sua empresa hoje, os únicos bens que poderiam ‘atrair’ compradores interessados seriam:Sua Carteira de Clientes (se ela for grande, estável e lucrativa); Marca (se ela tiver forte presença no mercado); Informações de mercado; e Funcionários com conhecimento. Tudo intangível, ou melhor dizendo, tudo “Ativos de Marketing”. Todos os demais bens (imóveis, veículos, móveis e utensílios, instalações, central de monitoramento, etc.), embora possam ser valiosos, teriam pouca ou nenhuma relevância para atrair candidatos interessados em comprar sua empresa.Afinal, não é preciso comprar uma empresa para se adquirir equipamentos, instalações, imóveis, veículos, etc. Quem compra empresa está em busca de lucro e não de imobilização de capital.Assim, se os intangíveis ‘ativos de marketing’ são o que têm valor, então o mais sensato para qualquer empresa seria priorizar e concentrar a maior parcela dos lucros destinados ao investimento, no desenvolvimento desses ativos.Agora, investir no intangível implica numa mudança mental bastante significativa e nada fácil, porque é oposta à cultura tradicional que reverencia os bens tangíveis como forma de ‘proteger’ o capital.É por isso que a maioria dos empresários retira dinheiro da empresa para investir em imóveis, por exemplo, aplicando num negócio totalmente alheio à sua ‘praia’.O que não deixa de ser um paradoxo, afinal retira-se dinheiro de circulação de um negócio que está dando lucro para imobilizá -lo num outro negócio que não tem liquidez imediata e que não se sabe se vai ou não dar retorno e quando.Como dizem os americanos, ‘negócio bom é o que dá lucro e não o que imobiliza capital’.Investir em algo cujo custo é certo e o resultado, embora previsível, é incerto, nunca fez parte da nossa cultura.Com certeza, o que vale na Microsoft, no Google, no Yahoo, etc. não é o patrimônio líquido dessas empresas, mas o ‘conhecimento’ de seus funcionários que se transforma em potencial de gerar lucros. Por outro lado, a marca Coca-Cola vale 82 bilhões de dólares. A marca Itaú já vale 1,2 bilhões de dólares. Agora, sem clientes, uma empresa não tem receitas e nem lucros e, portanto também não tem valor de mercado.A questão é que os consumidores não compram produtos e serviços, compram MARCAS... Quem compra produtos e serviços são as empresas.Por isso, alguns dos produtos mais desejados do mundo são fabricados por um conjunto de empresas das quais, a maioria das pessoas nunca ouviu falar.Os mais de 22.000 funcionários da Nike não lidam com pares de tênis diretamente, mas com projetos de marketing. A linha de produção passou a ser totalmente terceirizada, espalhada por inúmeras fábricas mundo afora.Com maior ou menor taxa de terceirização, seguiram a tendência companhias como IBM, Coca-Cola, Ericsson, Hewlett-Packard, Kodak, Microsoft e Motorola.Essas empresas canalizaram sua energia para projetos de divulgação da marca como forma de cativar os consumidores.É das linhas de montagem da Flextronics (empresa com 95.000 funcionários e fábricas em 29 países) que saem os consoles de jogos da Microsoft, telefones celulares da Ericsson, antenas da Motorola e câmeras da Kodak. No ano passado, suas vendas chegaram a 40 bilhões de reais.Sua maior rival é a Solectron, também nascida nos Estados Unidos e dona de um faturamento na casa de 35 bilhões de reais. É ela a fabricante dos computadores IBM e da HP no Brasil. Suas unidades ficam no interior de São Paulo.Em outras palavras: hoje o mundo está se dividindo entre empresas que vendem sua MARCA para os consumidores finais e empresas que fabricam e prestam serviços para aquelas empresas (terceirizadas).Assim, enquanto os lucros das segundas provêem dos investimentos em máquinas e equipamentos para produzir (bens tangíveis), os lucros das primeiras provêem dos investimentos em Marketing (serviços intangíveis).Por isso, se a sua empresa vende para o consumidor final, seja ele pessoa física ou jurídica, na realidade está vendendo uma MARCA e não produtos e serviços. Nesse caso, os compradores não estão em nada preocupados se os produtos e serviços que sua empresa vende são fabricados por ela mesma ou se são fabricados e prestados por terceiros.Eles confiam na MARCA da sua empresa e querem comprar dela, porque acreditam que ela sabe o que está fazendo para preservar os interesses dos seus clientes.Uma marca conhecida gera indicações e chamados (é mais confiável...). O mesmo não acontece com uma marca recém introduzida no mercado.Então, se isso é assim o negócio é investir para ampliar a base de clientes rentáveis e tornar mais rentável a carteira de clientes atuais. Ou seja, o negócio é investir para ampliar os ‘Ativos Intangíveis de Marketing’. Naquilo que efetivamente tem valor de mercado.Afinal, quanto mais clientes sua empresa tiver, mais conhecida ela fica e mais confiança transpira para o mercado e isso faz gerar mais chamados e mais vendas. Prof. Faccinprofessor@faccin.com.br
Segundo a NBC T 19.5, é obrigatório o reconhecimento da depreciação, amortização e exaustão. Depreciação é a redução do valor dos bens pelo desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência. A depreciação de um ativo começa quando o item está em condições de operar na forma pretendida pela administração, e cessa quando o ativo é baixado ou transferido do imobilizado. A amortização consiste na recuperação contábil: 1) do capital aplicado na aquisição de bens e direitos classificados no ativo imobilizado, cuja existência ou exercício tenha duração limitada ou cuja utilização pelo contribuinte tenha o prazo limitado por lei ou contrato; e 2) dos custos, encargos ou despesas, registrados no ativo diferido, que contribuirão para a formação do resultado de mais de um período de apuração. A principal distinção entre esses dois encargos é que, enquanto a depreciação incide sobre os bens físicos de propriedade do próprio contribuinte, a amortização relaciona-se com a diminuição de valor dos direitos (ou despesas diferidas) com prazo limitado (legal ou contratualmente). Fonte: Equipe Portal de Contabilidade
ESCOLA DO EXERCITOA EsSEx é um Estabelecimento de Ensino Militar, diretamente subordinada à Diretoria de Especialização e Extensão (DEE), que orienta e supervisiona as atividades de ensino que nela se realizam, conforme diretrizes baixadas pelo Departamento de Ensino e Pesquisa (DEP).Endereço: Rua Francisco Manuel, 44Bairro: BenficaCidade: Rio de JaneiroUF: RJCEP: 20911-270Telefone: (0xx21) 3878-9400, 3878-9401, 3878-9402, 3878-9418, FAX: 3860-4127Aniversário da OM: 6 de janeiroEsSEx - Escola de Saúde do Exército(MASCULINO E FEMININO)LOCAL: Rio de Janeiro-RJ DURAÇÃO: 1 anoCURSO: Formação de Oficiais Médicos, Farmacêuticos,Dentistas, Veterinários eEnfermeiros.IDADE:Não completar 37 anos em 01/03 do ano da matrículaSEXO FEMININO: Não estar grávida no período entre a inscrição e a conclusão doCurso de Oficiais de Saúde, Enfermagem e Veterinária do Exército.ESCOLARIDADE: Ter concluído ou estar concluindo Faculdade reconhecida peloMEC em Medicina, Farmácia(Bioquímica e/ou Industrial), Odontologia, Veterináriaou Enfermagem.MATÉRIAS: Conhecimentos Especializados e Gerais , língua inglesa ou espanhola.PROVAS: outubro INSCRIÇÃO: agosto/setembroOs Alunos graduados em MEDICINA, após a conclusão do Curso, serão nomeados1º Tenente da Ativa podendo atingir até o Posto de General de Divisão, e osgraduados em FARMÁCIA, VETERINÁRIA, ODONTOLOGIA e ENFERMAGEM, após aconclusão do Curso, serão nomeados 1º Tenente da Ativa podendo atingir até oPosto de Coronel.A EsSEx é um estabelecimento de ensino de formação e de especialização de graussuperior e médio, aperfeiçoamento de grau médio, da Linha de Ensino Militar deSaúde, diretamente subordinado à Diretoria de Especialização e Extensão (DEE)destinado a:___- formar e especializar oficiais do Serviço de Saúde (médicos, dentistas efarmacêuticos)para o serviço ativo do Exército;___- formar especializar e aperfeiçoar sargentos da Qualificação Militar deSubtenentes e Sargentos (QMS) de Saúde-Apoio e da QMS de Saúde Técnico emEnfermagem;___- contribuir para o desenvolvimento da doutrina militar na área de suacompetência;___- realizar pesquisas na área de sua competência, inclusive, se necessário, com aparticipação de instituições congêneres;___- ministrar estágios sobre assuntos peculiares à EsSEx; e___- realizar concursos para ingresso na Linha de Ensino Militar de Saúde.1) Como ingressar na Escola de Saúde do Exército?___R: A Escola de Saúde do Exército realiza Concursos Públicos, a nível nacional,para os Cursos de:_____- Formação de Oficiais Médicos, Farmacêuticos e Dentistas; e_____- Formação de Sargentos da QMS/Saúde Técnicos em Enfermagem.2) Qual a faixa etária para ingresso na Escola de Saúde do Exercito?___R: De acordo com os últimos editais que regem os concursos da EsSEx, asfaixas etárias para ingresso na EsSEx são:_____- Curso de Formação de Oficiais Médicos, Farmacêuticos e Dentistas não vira completar, até 1º de março do ano da matrícula, 37 (trinta e sete) anos ou mais;e_____- Curso de Formação de Sargentos da QMS/Saúde Técnicos emEnfermagem completar, até 31 de dezembro do ano da inscrição no concurso, nomínimo 18 (dezoito) e na máximo 24 (vinte e quatro) anos de idade.3) Qual o nível de escolaridade para ingresso na Escola de Saúde do Exercito?___R: Curso de Formação de Oficiais Médicos, Farmacêuticos e Dentistas:Os candidatos deverão possuir nível de escolaridade superior e serem diplomadospor Faculdade cujo Curso de Graduação seja reconhecido pelo Ministério daEducação, em área de atividade, objeto do Concurso, na forma da LegislaçãoFederal que regula a matéria. Os candidatos deverão satisfazer ainda, os seguintesrequisitos:_____- para os Médicos, ter concluído o Curso de Especialização, Residência ouPós-graduação, até a data de matrícula no Curso de Formação de Oficiais Médicos;_____- para os Farmacêuticos, ter concluído o Curso de Farmácia Bioquímica ouFarmácia Industrial com o Apostilamento do diploma ou Certificado de conclusão decurso nas habilitações Análises Clínicas ou I ndust rial , até a data de mat rícula no Curso de Formação de Oficiais Farmacêuticos;_____- para os Dentistas, ter concluído o Curso de Especialização, Residência ouPós - Graduação, até a data de matrícula no Curso de Formação de OficiaisDentistas.___Curso de Formação de Sargentos da QMS/Saúde Técnicos em Enfermagem:Os candidatos deverão ter concluído o ensino médio, apresentando, por ocasião damatrícula, o original do certificado de conclusão respectivo, expedido porestabelecimento de ensino reconhecido oficialmente, de conformidade com alegislação federal, registrado em órgãos do Ministério da Educação e ter concluído oCurso de Técnico em Enfermagem, até a data da matrícula no CFS Sau-Tec Enf,apresentando, nesta ocasião, cópia do certificado ou declaração de conclusão doCurso, autenticado em cartório. O Curso deverá ter seu registro reconhecido noMinistério da Educação e no Conselho Regional de Enfermagem (COREN), deconformidade com a legislação federal;4) Para onde são as vagas oferecidas pelos concursos da Escola de Saúde doExército?___R: As vagas somente são disponibilizadas ao final dos cursos e são distribuídaspelas organizações militares em todo Brasil de acordo com o mérito intelectual econforme as necessidades do Exército Brasileiro.5) A Escola de Saúde realiza concursos para outras áreas de saúde como porexemplo: fonoaudiologia, psicologia, enfermagem, fisioterapia, biomedicina, etc... ?___R: Não, a EsSEx oferece somente Cursos de Formação de Oficiais para as áreasde atuação de medicina, farmácia e odontologia, já que o Serviço de Saúde doExército engloba apenas estas 3 profissões.This document was created with Win2PDF available at http://www.daneprairie.com.The unregistered version of Win2PDF is for evaluation or non-commercial use only.PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE A ESSEX , ACESSE :www.essex.ensino.eb.br
Sinopse: Reuben Feffer conseguiu construir uma vida e uma carreira sólidas optando sempre pelo certo em vez do incerto. Assessor de uma companhia de seguros líder no mercado, ele é perito em minimizar danos: sem risco, sem perda. Polly Prince vive a vida como um jogo de azar, se divertindo com tudo o que o acaso lhe apresenta. Há sempre uma nova oportunidade, um novo trabalho e até um outro apartamento em outra cidade caso não consiga ficar com esse. Nada de se preocupar com o futuro.Recém-trocado pela recente esposa, Reuben decide ceder ao destino ao menos uma vez, achando que este pode estar ao seu lado, ao encontrar Polly numa festa. Ela pode ser a chave para o assessor voltar a dar rumo a sua vida. É atraente, original, engraçada e, afinal de contas, eles se conhecem desde a sétima série da escola.Será que uma pessoa pode mudar tanto? Bem, provavelmente Polly não tinha tatuagem, não era fanática por comida picante nem por dançar salsa e muito menos por colecionar lembranças de ex-namorados, como o ferret quase cego que adotou na Itália. E Reuben também não deveria ter essa tendência de planejar tudo em sua vida nem a compulsão por uma existência totalmente equilibrada. Mas mesmo se equilibrando, Reuben descobre que há espaço para comidas indigestas, histórias infantis assustadoras e animais de estimação problemáticos. A vida é um risco, bem como o amor - em se tratando de estar ao lado de Polly. E alguém podia esperar menos que isso?Título Original: Along Came PollyGênero: ComédiaOrigem/Ano: EUA/2004Duração: 90 minDireção: John HamburgFonte: http://www.webcine.com.br/filmessi/alocampo.htm
Como deve ser feita a seleção do Aprendiz Bancário?Os jovens beneficiários do Programa Nacional Jovem Aprendiz no Setor Bancário serãoselecionados pelo banco, de acordo com a Cláusula Segunda e seus §§ 3º e 4º, do Termode Cooperação Técnica (pág. 17):• dentre aqueles cadastrados no sistema informatizado disponibilizado pelo MTE, devendo terprioridade de encaminhamento os adolescentes e jovens egressos das ações de qualificaçãosócio-profissional do PNPE;• o banco também poderá selecionar os adolescentes e jovens de forma independentedo cadastro do sistema informatizado disponibilizado pelo MTE, desde que providenciemsua inclusão no respectivo cadastro e comprove a contratação junto à fiscalização do MTE.Saiba Mais Lendo o Manual do Aprendiz Bancário Febraban
A Constituição Federal assegura a todos os cidadãos do direito à vida. A saúde é decorrência desse direito, o direito à saúde representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida.O artigo 196 da Constituição determina: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.A Justiça tem determinado ao Estado através do SUS (Sistema Único de Saúde) que compre remédios para os doentes sem possibilidade financeira de adquiri-los.Para obter esse benefício, no entanto, é necessário entrar com ação judicial (Mandado de Segurança).Pode ser solicitado um pedido de Liminar, o processo tende a andar rápido e, em mais ou menos 20 dias o doente já pode obter o remédio, caso a Liminar seja concedida.O Supremo Tribunal Federal, o mais alto tribunal do país, tem decidido reiteradamente que é obrigação do Estado, fornecer medicamentos aos pacientes carentes, que não possuam recursos para a aquisição dos medicamentos que necessitam.Fonte: www.forticare.com.br/site/pacientes/fornecimento_sus.asp
As várias classificações que encontramos dividem os estilos de gestãopor personalidades, características humanas inerentes a cadagestor, que se adequam a diferentes cenários.Classificação segundo P. PitcherUma outra classificação:Gary Williams,Robert MillerCarismáticosSeguidoresControladoresPensadoresCéticosVEJA UM CASO PRÁTICO AQUIFontes:http://www.fep.up.pt/disciplinas/ce708/trabalhos0304/Estilos%20de%20gest%E3o%20-%20apresenta%E7%E3o.pdfhttp://www.fep.up.pt/disciplinas/ce708/trabalhos0304/Estilos%20de%20gestao.pdf

References: artigo 38
 artigo 6
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 artigo 39
 artigo 36
 artigo 36
 artigo 7
 artigo 621
 artigo 196