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Timestamp: 2018-01-19 03:37:36+00:00

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1 Código de Conduta Militar em Sex Mar 11, 2016 1:38 pm
Artigo 4º - Independentemente do credo, raça ou cor, todos os policiais militares e civis que acessam o Habbo Hotel devem ser respeitados de acordo com a Habbo Etiqueta.
Artigo 9º - Dentro de qualquer dependência da Polícia Militar Revolução Contra o Crime é obrigatório o uso do grupo (emblema), missão e fardamento, desde que os mesmos estejam de acordo com a sua patente atual. Sendo proibido, portanto, entrar no batalhão sem os três requisitos obrigatórios.
Artigo 10º - Todos os policiais da Polícia Militar Revolução Contra o Crime que tiverem direitos em quaisquer um dos batalhões, seja praça ou oficial, devem permanecer sempre em modo online.
Artigo 11º - Os Batalhões são os principais quartos da Polícia Revolução Contra o Crime. É liberado o acesso a ele desde que devidamente fardado, com grupo e missão correta. Tendo em vista que deverá também cumprir dentro dos mesmos o artigo 3º e
Artigo 12º - Em todos os demais quartos oficiais da Polícia Revolução Contra o Crime, o policial militar também deve estar fardado e com os demais procedimentos.
Artigo 13º - A única organização aliada à Polícia Revolução Contra o Crime é a G.O.P.H. Todos os membros dela estão autorizados a entrar nos batalhões e demais quartos oficiais. Ressaltando que os mesmos devem estar devidamente uniformizados e identificados com missão e emblema. O Oficial da Guarda irá definir se seus membros irão ficar na Sala de Estado ou serão levados para o Salão Imperial do Batalhão.
Capitulo IV - Batalhão
Artigo 19º - O Oficial da Guarda é responsável por todo e qualquer acontecimento dentro do batalhão da Polícia Militar Revolução Contra oCrime. Seu posto se localiza no palanque que fica a frente do tapete amarelo e seu balão de fala deve ser da cor amarela. Seu objetivo é, portanto, determinar funções aos policiais que estiverem presentes e ativos. Mantendo o batalhão em ordem e em perfeito funcionamento. É o autor do comando "Sentido", que deverá ser executado por todo o batalhão - com exceção dos sentidos para inferiores a Comandantes e Chanceler's, que serão realizados com a exclusão da Recepção.
Artigo 20º - O Cabo da Guarda é responsável pela recepção e pelos policias que estiverem exercendo sua função nesse local. Seu posto se localiza no palanque, que fica a frente do tapete vermelho. Seu balão de fala deve ser da cor vermelha. Ele deve dar o sentido a todo o Batalhão, seguindo as restrições do artigo anterior. Também é responsável pelo treinamento de sua recepção, que, em casos de recepcionistas com recrutas para atender, deve mantê-los atendendo-os.
Observação: Para ocupar esse posto, é necessário que o policial ocupe a patente igual ou superior a Sargento, e tenha o Curso de Formação
de Sargentos devidamente concluído.
Artigo 21º - Todo e qualquer policial presente e ativo no batalhão da Polícia Militar Revolução Contra o Crime que não esteja exercendo nenhuma das funções
necessários do batalhão, deverá se encontrar na Sala de Estado. Mostrando-se, por sua vez, apto a assumir qualquer função para qual for designado. Costuma ser a maior área da polícia. O policial que estiver presente na Sala de Estado não poderá encontrar-se ausente ou inativo.
Artigo 22º - A Sala de Controle é a área responsável pela entrada de policiais praças, aliados e convidados nas dependências da Polícia Militar Revolução Contra o Crime.
Artigo 23º - Os Operadores deverão atuar na sala de controle, liberando a entrada de recrutas, praças, aliados e convidados.
Artigo 24º - O Auxiliar Operacional é o responsável por manter os operadores atentos às suas funções e aos comandos que forem dados na base, sendo também o encarregado de substituir um operador caso o mesmo tenha que sair ou ficar ausente.
Artigo 25º - O Sentinela é o responsável por dar uma pré-instrução aos recrutas enquanto eles estiverem a espera da aula. Deverá, portanto, instrui-los brevemente para que possam fixar melhor tudo o que será dito enquanto estiverem em aula. Também deve abrir a porta de acesso ao
teleporte, que por sua vez dá acesso ao corredor dos Instrutores, para irem à sala de aula.
Artigo 26º - A Sala de Ausência deverá ser usada somente quando o policial deva se ausentar. Caso o policial se encontrar ocupando alguma função do batalhão, deverá pedir autorização para se ausentar. E, caso ele esteja na Sala de Estado, deverá se dirigir sem a necessidade de pedir permissão ao Oficial da Guarda.
Artigo 27º - O Centro de Instrução será utilizado única e exclusivamente para realizar promoções, rebaixamentos ou punições.
Artigo 28º - O Salão Imperial é de uso exclusivo para aqueles que ocupam o posto de Oficial da Polícia Militar Revolução Contra o Crime, tendo exceções para convidados e aliados. Ele também poderá ser utilizado para ausência.
Artigo 29º - A Área de Recrutas é a sala onde os recrutas têm uma pré-instrução, enquanto aguardam um Instrutor para dar sua aula, encontrando-se na companhia de uma Sentinela.
Artigo 30º - A Polícia Revolução C
ontra o Crime possui em sua constituição duas divisões: o Corpo Militar e o Corpo Executivo. Constituídas por 14 patentes e por 25 cargos, respectivamente.
Artigo 31º - Independentemente do Corpo, os policiais devem se respeitar de acordo com as normas vigentes neste Código de Conduta Militar e Habbo Etiqueta.
Artigo 32º - Hierarquia do Corpo Militar da Polícia Revolução
Contra o Crime:
Artigo 35º - O Comandante Supremo é a autoridade máxima da Polícia Revolução Contra o Crime.
Artigo 36º - Todos rebaixamentos ou promoções devem ser realizadas de maneira legal e legítima. De maneira que não haja quaisquer tipos de privilégios ao Policial promovido e ao policial promotor.
Artigo 37º - Todas as demissões também devem ser relizadas de maneira legal e legítima. De maneira que o policial promotor da baixa tenha provas e motivos suficientes para este ato de severa punição. O Policial demitido terá direito de recorrer a um Oficial superior a
Conduta Militar, onde o policial pode rebaixar/demitir com autonomia.
Artigo 40º - Para que que o Policial realize uma promoção/rebaixamento/demissão, o mesmo deverá possuir bons motivos, baseados na moral e ética do bom policial.
Artigo 41º - As seguintes patentes devem possuir os cursos concluídos para que possam ser promovidos a outro posto:
Promoção para Cabos: Poderá ser promovido a patente de Sargento o Cabo que possuir o Curso de Formação de Cabos (CFC), disponibilizado pelos Instrutores da Polícia Militar Revolução Contra o Crime.
Artigo 42º - Mínimo de dias para promoção do policial militar:
Recruta - Soldado: 0 dia (concluir a aula de instrução);
Soldado - Cabo: 0 dia de serviços prestados;
Cabo - Sargento: 1 dias de serviços prestados;
Capitao - Coronel: 5 dias de serviços prestados;
Marechal - Comandante: 10 dias de serviços prestados;
Comandante-geral: 05 vagas
Comandante: 05 vagas
Marechal: 08 vagas
Artigo 45º - [A licença é exclusiva para o Corpo de Oficiais CM]. É proibida a ausência por um tempo superior a um de 10 dias sem avisos prévios ao Setor Administrativo. Caso venha a ser ultrapassado estes dias o policial irá ser realocado como Aspirante a Oficial.
Artigo 49º - Companhia de Instrução: Os instrutores são responsáveis pela formação de policiais da polícia. Sua principal função é aplicar aulas capacitando assim os policiais que ocuparem as patentes de Recruta, Cabo e Subtenente. Segue abaixo a ordem hierárquica da companhia:
Observação: Poderão fazer testes para a Companhia dos Instrutores policiais que tiverem patente igual ou superior a Sargento.
Artigo 52º - Companhia dos Treinadores:
Os Treinadores são os responsáveis por aprimorar a parte prática dos policiais em variados aspectos, desde que os mesmos visem sempre uma melhora em prol da polícia. Seus treinamentos são aplicados para todos os policiais todas as terças e quintas-feiras. Também aplicam o Curso de Formação de Sargentos.
Artigo 55º - Companhias - Regras Gerais:
Medalhas: As medalhas são entregues de acordo com o cumprimento do seu dever para com o grupo. Cada companhia possui um padrão para conceder medalhas aos policiais que cumprem de forma exemplar a sua função dentro da companhia. O padrão será estipulado pelos órgãos maiores: Supremacia e Dia.
Saídas Precoces: Caso um membro saia de uma companhia sem ter concluído sete dias o mesmo estará sujeito a punições, como por exemplo perda de medalhas podendo ter a sua volta ao grupo vetada permanecente. Ficará a critério do Líder. Tanto quanto, após sete dias de experimentação na companhia, o
policial pode, neste momento, pedir a saída do grupo por desgosto.
Observação: Cada policial só poderá pertencer a uma única companhia.
Artigo 56º - O Curso de Formação de Oficiais tem por finalidade aprimorar a capacidade de policiais que ocupam a patente de Aspirante a Oficial, visando melhorar aspectos gerais como por exemplo conduta, respeito, compromisso, entre outras coisas. O Aspirante a Oficial só poderá ser promovido a Tenente após ter concluído todas as aulas do Curso de Formação de Oficiais (CFO).
Artigo 57º - O Centro de Recursos Humanos é o responsável pelo Setor Administrativo. Deve apresentar a patente ou posição dos policiais de forma que a mantenham sempre organizada e atualizada.
Artigo 58º - A Auditoria Fiscal é um órgão responsável pelos dados da polícia. Consiste em em manter a Polícia Militar Revolução Contra o Crime informada o mais detalhado possível sobre sua atual situação em qualquer segmento que se procurar.
Artigo 59º - Todos os policiais que estejam de acordo com as exigências necessárias e pertencerem à outra companhia poderão também se juntar às companhias auxiliares.
Artigo 65º - Os grupos essenciais são aqueles que podem ser utilizados dentro dos batalhões e quartos Oficiais da Polícia Revolução Contra o Crime. São de suma importância para a identificação do Policial e autorização de sua entrada em quartos Oficiais.
Artigo 66º - Os grupos complementares são de utilização para a identificação de demais atividades do Policial. Somente os Grupos Essenciais podem ser favoritados em quartos oficiais da polícia.
Artigo 67º - Órgão essencial de todo regime democrático de direito, a Corregedoria de polícia tem como objetivo corrigir as más ações policiais. É através dela que se faz a justiça no âmbito da corporação e se alcança o judiciário nos crimes praticados pelos seus membros. No comando da corregedoria temos o corregedor de polícia, um policial da corporação escolhido e subordinado ao comandante da polícia militar Revolução Contra o
Crime. Ele é encarregado de realizar o juízo legal da polícia, ou seja, ser a polícia da polícia, combatendo os excessos, e prezando pela manutenção das leis pela corporação e acima de tudo, conservando a imagem da polícia como uma instituição séria.
Artigo 68º - A Corregedoria da Polícia Revolução Contra o Crime possui 17 membros, sendo dois deles Comandantes Supremos.
Artigo 69º - O Alto Comando Supremo da Polícia Revolução Contra o Crime tem o poder de vetar decisões, sendo que os mesmos concordem em cem por cento.
Artigo 70º - Todos os Corregedores têm um peso de 5,75% nas votações, e os Supremos, 6,875%. Em caso de empate, deverá ser consultado o Alto Comando Supremo ou o Corpo de Oficiais Generais.
Artigo 71º - É essencial para ser um bom corregedor:
Artigo 74º - É proibido o requerimento de direitos. Sob pena de rebaixamento.
Artigo 75º - O uso indevido dos direitos em quaisquer quartos da Polícia Revolução Contra o Crime poderá levar a uma pena de demissão permanente.

References: Artigo 4

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11
 artigo 3

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 19

Artigo 20

Artigo 21

Artigo 22

Artigo 23

Artigo 24

Artigo 25

Artigo 26

Artigo 27

Artigo 28

Artigo 29

Artigo 30

Artigo 31

Artigo 32

Artigo 35

Artigo 36

Artigo 37

Artigo 40

Artigo 41

Artigo 42

Artigo 45

Artigo 49

Artigo 52

Artigo 55

Artigo 56

Artigo 57

Artigo 58

Artigo 59

Artigo 65

Artigo 66

Artigo 67

Artigo 68

Artigo 69

Artigo 70

Artigo 71

Artigo 74

Artigo 75