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Timestamp: 2017-11-21 11:43:41+00:00

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NO NOVO CENÁRIO DA EDUCAÇÃO A QUESTÃO DO ENSINO DO ESPANHOL NO CURSO DE LETRAS :: EDUCADORES UNIDOS
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O Brasil vivencia uma nova estrutura de aprendizado, principalmente no ensino de idiomas. Neste meio ressurge o Espanhol que se justifica pelo acordo do MERCOSUL (Mercado Comum do Sul), da integração econômica, social e cultural que o Brasil faz parte. Ao reintroduzir e oficializar o ensino do espanhol na grade curricular do ensino Básico e Superior há uma forte necessidade de mais professores habilitados na área. Com a grande proliferação dos cursos de Letras, em todo o país. Assim analizando as questões propostas, é necessário sustentar um ensino de qualidade do Espanhol no Brasil, tendo como ponto de referência a formação e a capacitação pedagógica - cultural de docentes e mudança na concepção de igualdade entre as línguas Portuguesa e Espanhola. Neste artigo, discute-se a questão do Espanhol no curso de Letras.
PALAVRAS CHAVE: Línguas Estrangeiras, Educação, Espanhol.
A questão da construção da qualidade no Ensino tem sido preocupação constante de educadores e de gestores de política educacional ao longo da primeira década. Isto conduz à reflexão sistemática sobre a prática pedagógica desenvolvida pelos professores, na medida em que essa prática é o elemento mediador entre história social e pessoal, entre instituição e sociedade, entre educação e sociedade. Dados os seus próprios objetivos de produção e disseminação de conhecimentos e de inovações tecnológicas, de formação profissional, caberia à instância universitária propiciar a formação contínua do corpo docente da escola pública, para assim, avançar na direção de uma preparação que fornecesse as bases para a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos diferentes processos produtivos.
A construção de uma concepção de professor como profissional que antevê progressos na carreira relacionados à sua competência e desempenho, e por isso mesmo busca aperfeiçoar-se mediante a exposição sistemática ao debate e ao confronto entre conhecimento e realidade, à troca e ao intercâmbio, ao estabelecimento de redes de relacionamento nas respectivas áreas de atuação, constitui certamente o núcleo de uma política educacional voltada para a qualidade de ensino em que também a interlocução contínua entre teoria e prática é importante e necessária. Hoje, diante da parcela de responsabilidade social e de compromisso dos professores da Educação Superior na formação do aluno como cidadão e futuro profissional da educação que seja capaz de uma atuação eficiente no contexto social, cultural e educacional, justifica-se a preocupação com a formação efetivada nos cursos de Letras. Destaca-se a importância da capacidade de que o aluno administre seu pensamento para atualizar, ampliar, modificar e confirmar os conhecimentos adquiridos anteriormente, indo além de sua prática discursiva anterior.
Segundo Perrenoud (1996), a formação constitui o material de base da pesquisa sobre as condições favoráveis a uma articulação entre formação e prática. A ação consiste em desenvolver a ferramenta educativa, experimentando-as nas salas de aula de maneira a poder depurá-la e adaptá-la aos contextos para os quais foi concebida; sendo isto o objeto da formação. A ação é a oportunidade de expor práticas e de construir um material que permita aos professores desenvolver a reflexão em seguida à sua prática.
O curso de Letras nas Universidades oferece licenciatura plena em Língua Portuguesa-Língua Inglesa (Tradução e Interprete) e em Língua Portuguesa-Língua Espanhola, dando ao profissional a oportunidade de lecionar ambas as línguas e literaturas no Ensino Fundamental, Médio ou ainda no Ensino Superior, após complementação de estudos em cursos de pós-graduação. Ao término do curso de Letras, além de atuar na área da educação, o profissional terá condições de atuar em vários campos de trabalho, devido aos estudos desenvolvidos com o principal instrumento de expressão: a língua. As áreas que mais absorvem os profissionais de Letras são as escolas públicas, particulares e universidades, as editoras, empresas jornalísticas e empresas privadas.
O MERCOSUL E OS NOVOS CENÁRIOS DA EDUCAÇÃO
É possível compreender, com base em Soares, (1997) que o Mercado Comum do Sul, é uma associação econômica integrada pela Argentina, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai. É não só uma área de livre comércio entre esses países, mas também uma união alfandegária com o desejo de virar um mercado comum, uma das formas mais acabadas de integração, só superada pela figura da união econômica. O mundo todo hoje tende a se globalizar. O que reflete nas imigrações de trabalhadores de um país ou do outro. Esta é a nova Economia Global; neste contexto, os países mais desenvolvidos optaram por associar-se para competir mais eficazmente. Dessa maneira se reúnem em áreas de livre comércio (USA, Canadá) ou mercados comuns (Europa).
A criação de um espaço econômico como o MERCOSUL também foi devida a um objetivo ambicioso dos Estados membros: a formação de uma área social e cultural que integra as expressões artísticas de sociedades com matizes diferentes, mas que partilham raízes culturais e históricas comuns. As artes, através das suas múltiplas manifestações, não só difundiu pelo mundo a realidade que vive esta parte do planeta, mas também contribuiu com a riqueza patrimonial e cultural do mundo inteiro.
A razão pela qual a demanda por cursos de espanhol aumentou nos últimos dez anos, nos centros públicos e privados, deve-se a situações importantes na vida econômica, social e cultural do país, como por exemplo: a criação do Mercado Comum dos países do Sul das Américas MERCOSUL, em 1991; a aparição de grandes empresas de origem espanhola o que proporcionou estreitos laços comerciais com a Espanha, principalmente a partir de 1996 e o peso da cultura espanhola em geral. Essas circunstâncias têm dado frutos em um terreno já abonado pelo trabalho de muitos hispanistas e professores brasileiros que fizeram um grande trabalho de difusão do idioma e da cultura dos países de língua espanhola. Segundo SEDYCIAS (2005).
Portanto, por estes motivos a língua espanhola ganhou um espaço definitivo em nosso contexto educacional e isso se deve também ao grande apoio dado pelo governo brasileiro ao sancionar da lei 11.161, que obriga o ensino de espanhol nas escolas de ensino primário. Essa atitude do governo é bastante positiva.
Afirmado no relato de Fernández:
“Como equilíbrio da situação do espanhol no sistema educativo, estamos assistindo a uma situação favorável o ensino-aprendizagem do espanhol- independente de que a obrigatoriedade se chegue a aprovar ou não-, e que as autoridades educativas deviam ser conscientes da força da demanda do espanhol e da necessidade de satisfazer as exigências do MERCOSUL.” (Fernández /2005, p.24)
De acordo com essa lei sancionada no dia 05/08/2005, torna-se obrigatória a oferta da disciplina língua espanhola nas escolas do Ensino Médio. Os alunos poderão optar por matricular-se na disciplina ou não, mas as escolas públicas e privadas deverão ter a disciplina em seus currículos. Já no Ensino Fundamental, a oferta da disciplina será facultativa. De acordo com o site oficial do MEC (2008), a implantação da lei será gradativa e deverá ser concluída no prazo de cinco anos, ou seja, até 2010. Segundo o portal do MEC, até 2010, os quase dez milhões de alunos do Ensino Médio estudarão espanhol. As escolas terão também esse prazo para adaptarem seus currículos e incluírem a língua espanhola. Ou seja, a demanda por professores de língua espanhola advinda da lei está aumentando e tende a aumentar ainda mais, já que até o prazo para a entrada em vigor da lei será no dia 05/08/2010. Portanto as escolas já começaram a corrida pela contratação de professores de espanhol a fim de preparam-se para a inclusão desse idioma em seus currículos.
Hoje há cerca de 14 (quatorze) mil professores na rede pública e privada, sendo a maioria da rede pública. Para atender a demanda advinda da lei e garantir o ensino da língua espanhola até 2010, será necessário agregar mais de 29 mil profissionais a rede de ensino privada e aproximadamente 26 mil professores á rede pública. Desse modo, o governo brasileiro terá de investir na formação de professores com a abertura de mais vagas nas licenciaturas e de concursos públicos para docentes.
Contudo, ressalta Celeda (2005), que os representantes dos países latino-americanos e da Espanha, se comprometeram a ajudar o Brasil na implementação da lei do espanhol, como foi apelidada a Lei nº 11.161/05, especialmente ao intercâmbio de alunos e professores e à concessão de bolsas, além de programas conjuntos de formação de professores de espanhol. Esses professores terão um papel fundamental para que a inclusão da língua espanhola seja efetiva em nosso país.
A importância da inclusão do ensino da língua espanhola no Brasil é muito importante, pois o país está cercado de países que falam a língua espanhola; o espanhol tornou-se um dos principais veículos de comunicação nos meios diplomáticos, no comércio mundial, nas competições esportivas, no turismo, nos encontros de líderes políticos mundiais, nos congressos sobre ciência, tecnologia entre outros.
De acordo com o (Presidente da República/2005) a escolha do espanhol como oferta obrigatória para o currículo do ensino médio no Brasil se deu por questões políticas. A escolha significa o fortalecimento político de países que tentam a unificação das Américas. O Congresso Nacional decretou e ele sancionou a Lei nº 11.161, de 5 de agosto de 2005. Fazendo saber que no artigo 1º O ensino da língua espanhola, de oferta obrigatória pela escola e de matrícula facultativa para o aluno, será implantado, gradativamente, nos currículos plenos do ensino médio, 1º o processo de implantação deverá estar concluído no prazo de cinco anos, a partir da implantação desta Lei, 2º É facultada a inclusão da língua espanhola nos currículos plenos do ensino fundamental de 5a a 8a séries. No artigo 2º a oferta da língua espanhola pelas redes públicas de ensino deverá ser feita no horário regular de aula dos alunos.
Já no artigo 3º Os sistemas públicos de ensino implantarão Centros de Ensino de Língua Estrangeira, cuja programação incluirá, necessariamente, a oferta de língua espanhola; artigo 4º A rede privada poderá tornar disponível esta oferta por meio de diferentes estratégias que incluam desde aulas convencionais no horário normal dos alunos até a matrícula em cursos e Centro de Estudos de Língua Moderna; artigo 5º Os Conselhos Estaduais de Educação e do Distrito Federal emitirão as normas necessárias à execução desta Lei, de acordo com as condições e peculiaridades de cada unidade federada. artigo 6 º A União, no âmbito da política nacional de educação, estimulará e apoiará os sistemas estaduais e do Distrito Federal na execução desta Lei. Em suma no artigo 7º esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Após o decreto oficial da Lei em vigor da língua estrangeira Espanhola, o curso visa essencialmente à formação de um profissional que conheça e saiba utilizar as línguas Portuguesa e Espanhola e suas literaturas, nas formas oral e escrita, além de todas as suas manifestações literárias e culturais em seus diversos registros de linguagem. É função primordial de tal profissional acompanhar a evolução da sociedade, permitindo a outros cidadãos, por meio de sua orientação, o desenvolvimento de capacidades de melhor aproveitamento dessas línguas e suas literaturas, como forma de aquisição de conhecimento e expressão de sua vontade.
O curso permite ao aluno: Melhorar o nível de uso das línguas Portuguesa e Espanhola em quatro frentes: desenvolver o conhecimento dos fatos lingüísticos ou gramaticais, ampliar a prática da produção do discurso, tanto oral, quanto escrito, aperfeiçoar a capacidade de análise de textos e promover a prática pedagógica no ensino das várias linguagens, com uma formação ampla, sempre ligado à proteção ao meio-ambiente, enfatizando a biodiversidade e a multiplicidade cultural.
Preparar-se para uma grande multiplicidade de tarefas. E em urgente adaptação, acompanhar as novas necessidades da educação e da cultura em geral; contribuir para desenvolver, no ser humano em geral, o senso crítico e estético, a sensibilidade e o próprio conhecimento da diversidade cultural dos povos e pesquisar as diferentes linguagens no mundo, especialmente das comunicações, na sala de aula.
Donnay e Charlier, (1990). Os estudos desses autores desenvolveram um modelo que permite gerar competências. Em função de um projeto de formação [...] o formador examina possibilidades diferentes de ações e toma decisões; escolhe, resolve, projeta, planeja. O formador analisa a pertinência de sua ação, reajustando-a, e adaptando-a para tirar dela lições para depois. Um profissional realiza autonomamente atos intelectuais que não são rotineiros, que envolvem sua responsabilidade. Ressaltando os estilos de ensino se permite criar uma ferramenta de formação para a auto-análise, propiciando aos professores, tanto na formação inicial quanto na formação contínua, criar para si uma imagem objetiva de seu estilo de interação e de ensino, é possível que os professores modifiquem suas práticas para oferecer melhores condições de aprendizagem a seus alunos. Em suma, um profissional é um analista de situações e um operador de decisões reflexivo.
É possível ilustrar a competência do profissional no seguinte trecho:
Essencialmente na prática e a partir da prática. Distingue a reflexão na ação da reflexão sobre a ação. Em seu local de trabalho, o professor aprende na ação – ele se surpreende com as conseqüências de sua ação; estas diferentes do que foi imaginado – ele reflete sobre esse acontecimento e experimenta uma nova ação para resolver o problema – se esta tem êxito, ele a memoriza. Logo é a prática que suscita e valida a nova conduta experimentada. Schon /1987, p. 92)
Freire, (2000) afirma que ensinar não é transferir o conhecimento, mas sim criar possibilidades para sua produção ou sua construção. Cada educador é um sujeito de aprendizagem; e posteriormente um sujeito de ensino. “Quem ensina, aprende ao ensinar e quem aprende, ensina ao aprender” (p. 25). Quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. Este é o sentido de que: ensinar não é transferir conhecimento e nem conteúdos, nem formar seja ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. O ensinar e o aprender são históricos, pois fazem História, é um processo de criação e re-criação, em sua natureza educativa e política.
Diante de uma boa formação superior é necessário considerar que o curso de Letras compõe uma boa diversidade de disciplinas correlacionadas a língua estrangeira.
As Ementas das DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS Português Espanhol insere a Didática, Psicologia, Teoria da Literatura, Filosofia, e prática de Ensino de Língua Estrangeira e Língua Materna, com pressupostos teóricos e metodológicos do idioma. As atividades de prática de ensino como componente curricular . O estudo das origens da língua espanhola, bem como, o desenvolvimento da competência comunicativa em “nível Elemental”: estruturas lingüísticas, funções elementares de comunicação e aproximação às manifestações culturais do mundo hispânico. As disciplinas relacionadas a Métodos e Técnicas da Pesquisa visa abordar os principais tipos de pesquisa nas ciências humanas, bem como técnicas afins.
A Classificação da pesquisa; pesquisa científica; pesquisa bibliográfica; pesquisa social; leitura e suas classificações; elaboração de um projeto de pesquisa; formas básicas de apresentação de textos. Também, os discentes serão submetidos à produção de um Pré-Projeto de pesquisa de acordo com as normas de apresentação da ABNT. A carga horária das disciplinas se mantém entre . Estudo teórico- prático da realidade da instituição de ensino e da sala de aula, enfocando as atividades de tutoria e reconhecimento das condições do processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola. As principais abordagens históricas de ensino da língua espanhola como língua estrangeira no contexto escolar. Atividade de prática como componente curricular 13 h.
O ENSINO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA:
O Seminário sobre o ensino do Espanhol como língua estrangeira despertou o interesse de grandes editoriais ibero-americanos que pretendem investir no Brasil. Enfim, com fontes do IBGE, todos estes interesses estão conjugados num sistema educacional de mais de nove milhões de alunos de ensino médio público e privado, sobre os quais recairá a obrigatoriedade do ensino. Somando-se cerca de trinta milhões de brasileiros que já falam espanhol, perfaz-se um total de quarenta milhões de consumidores potenciais de educação, material didático, formação extra e continuada, mídia, como cinema e internet, eventos, como feiras, congressos e encontros que promovam e saciem a “fome-de-espanhol”, nome que recebeu o atual fenômeno da língua espanhola pelo Brasil após a sanção da lei 11.161/05.s
Também integram esse fenômeno aproximadamente 20 mil professores de espanhol sendo eles certificados ou não, dentro ou fora do sistema de ensino oficial brasileiro – de acordo com a Associação de Professores de Espanhol do Estado de São Paulo, as redes particulares de ensino de idiomas, as 26 universidades públicas e as 24 privadas que oferecem cursos de formação universitária para ensino da língua espanhola, as Associações de Professores de Espanhol dos estados, os Centros Interescolares de Línguas – o Colégio Miguel de Cervantes, o Instituto Cervantes, os Centros Culturais Brasil-Espanha e a Agência Espanhola de Cooperação Internacional – AECI (Fernández, 2005). Mesmo todas essas forças atuando juntas para promover um cenário promissor, o que se nota é um déficit de mais de 200 mil professores para atuar no ensino do espanhol nos próximos anos; desses demandados cerca de 10% para atuação imediata nas escolas (Arias, 2006).
Dentre algumas das medidas propostas destaca-se a ampliação da oferta de cursos no ensino superior para a formação inicial de docentes para cobertura do déficit de 200 mil professores. A formação continuada, bem como os cursos de formação à distância, deve ser aplicada somente aos professores com formação inicial na área de língua espanhola, por meio de cursos de pós-graduação latos e Stricto Sensu. “Uma vez que os programas de formação continuada e ensino à distância possam parecer uma alavanca de transformação mais fácil de acionar em curto prazo” (Perrenoud /1999, p.54)
Dominar a língua espanhola abre portas para o mercado de trabalho, sendo um diferencial para uma boa colocação ou até mesmo uma recolocação. No atual mundo da informação, a falta do segundo ou terceiro idioma pode eliminar chances da inclusão no mercado. As empresas cada vez mais exigentes procuram profissionais qualificados, por isso o domínio de uma ou mais línguas estrangeiras que antes era “desejável” hoje passou a se tornar um “requisito”, para profissionais de nível superior, médio e técnico, em todas as áreas. Com, aprender espanhol deixou de ser um luxo para se tornar praticamente uma emergência. Com o comércio exterior, o advento do MERCOSUL, o Brasil hoje comercializa muitos produtos e serviços com outros países latinos como Bolívia, Argentina, Uruguai, Colômbia, Peru, México, Venezuela, Chile, todos originário da língua espanhola, e a tendência é o crescimento deste livre comércio entre os países. Mencionando também a Espanha que é o segundo maior investidor de capital privado no Brasil.
A posição que a língua espanhola ocupa no mundo de hoje é de tal importância que quem decidir ignorá-la poderá correr o risco de perder muitas oportunidades de cunho comercial, econômico, cultural, acadêmico ou pessoal; além da importância econômica, cultural e social, é um idioma muito belo. A língua espanhola hoje é considerada uma necessidade dentro do contexto educacional brasileiro. Isso nos leva a refletir sobre a importância da aprendizagem do idioma espanhol em nosso país, já que atualmente o Brasil tem estreitado seus laços com os países hispano-americanos, não somente por questões comerciais que foram o ponto de partida para o fortalecimento da língua, mas também por questões sociais e políticas.
Formar profissionais é a meta principal dos professores, da educação infantil à universidade. Um professor profissional consegue dominar as habilidades do ofício e revela uma competência prática no âmbito do ensino, tendo capacidade, sozinho e com outros, de definir e ajustar projetos nos objetivos e nos princípios de ética, de analisar suas práticas e, através desta análise, de se auto qualificar no decorrer de sua carreira. Charlier, (1992).
El Brasil experimenta una nueva estructura de aprendizaje, principalmente en la enseñanza de idiomas. Esto significa reaparece español está justificada por el acuerdo de MERCOSUR (co-política de mercado del Sur), la integración económica, social y cultural que Brasil hace parte. Por lo tanto, la reintroducción autoriza la enseñanza del español en el currículo de educación básica y superior; hay una fuerte necesidad de más maestros calificados en la zona. Con gran proliferación de cursos de Letras, en todo el país.
Las cuestiones así analizando propuestas, es necesario mantener una educación de calidad de Español en Brasil, tomando como punto de referencia la formación pedagógica y capacidad - cultural maestros y el cambio en el diseño de la igualdad entre las lenguas española y portuguesa. En este artículo, analizase la cuestión del español en el curso de Letras.
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[1] Trabalho de conclusão de Curso, apresentado à Universidade Nove de Julho - UNINOVE, sob orientação da Professora Maria do Socorro Taurino.
[2] Formada no curso de Letras Português – Espanhol, na UNISANT’ANNA.
[3] Tornar-se um só. Estreitar relações através do mundo virtual.
Línguas Estrangeiras | Educação | Espanhol.

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 artigo 7