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Timestamp: 2018-02-19 00:41:26+00:00

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Derek Santos de Mendonça
2 DISPOSIÇÕES NORMATIVAS SINALIZAÇÃO de NÓS de LIGAÇÃO DOCUMENTO BASE Trabalho realizado para o InIR pelo Eng. Carlos de Almeida Roque da empresa ACLIVE projectos de engenharia civil, lda
3 ÍNDICE 1. Introdução Marcação Rodoviária Introdução Entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem Marcas longitudinais Marcas transversais Marcas reguladoras do estacionamento e paragem Marcas orientadoras de sentidos de trânsito Marcas diversas e guias Dispositivos retrorreflectores complementares Marcadores Delineadores Secção corrente dos ramos de ligação Marcas longitudinais Marcas transversais Marcas reguladoras do estacionamento e paragem Marcas orientadoras de sentidos de trânsito Marcas diversas e guias Dispositivos retrorreflectores complementares Intersecções de nível nas vias com faixa de rodagem única Sinalização vertical Introdução Entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem Características dimensionais Critérios cromáticos Critérios de colocação Colocação transversal Colocação vertical Colocação longitudinal Sistema Informativo Sistema Informativo Base Adaptações do Sistema Informativo Secção corrente dos ramos de ligação Intersecções de nível nas vias com faixa de rodagem única Critérios de utilização da sinalização Referências Anexo i
4 Índice de Figuras Figura Exemplo de convergência... 5 Figura Exemplo de divergência... 5 Figura Exemplo de via de abrandamento e linha mista... 6 Figura Comprimento da linha descontínua de abrandamento em divergências... 7 Figura Exemplo de utilização de balizas cilíndricas em zonas mortas... 8 Figura Símbolo triangular em vias de aceleração e de entrecruzamento... 8 Figura Características geométricas do símbolo triangular... 8 Figura Colocação das setas de selecção Figura Via de entrecruzamento Figura Setas de selecção incorrectas em vias de entrecruzamento Figura Raias oblíquas delimitadas por uma linha contínua em cunhas Figura Raias oblíquas numa divergência Figura Inscrições exemplo de utilização numa divergência em auto-estrada Figura Colocação de marcadores em zonas raiadas de vias de aceleração e de abrandamento de nós de ligação Figura Delineadores Tipo Figura Exemplo de redução de uma via de trânsito num ramo de ligação Figura Delineadores em ramo de ligação Figura Delineadores apoiados na guarda de segurança e no solo Figura Entroncamento de ramo de ligação com via secundária Figura Transições de lancil galgável para DBA e lancil não galgável Figura Sinais de código Figura Pré-avisos e sinais de selecção de vias dimensionamento Figura Dimensionamento de setas de direcção de nós de ligação Figura Dimensionamento de sinais de confirmação Figura Sinais de pré-aviso gráfico representados no RST Figura Exemplos de pré-avisos e de sinais de selecção de vias Figura Sinais de selecção de vias e de direcção, colocados numa divergência Figura Exemplos de blocos em sinais de selecção de vias E Figura Exemplos de sinais de selecção de vias Figura Exemplo de Esquema de atribuição de destinos, com blocos nos sinais de selecção de vias Figura Exemplos de conjugação de sinais de código num mesmo suporte Figura Colocação transversal, vertical e orientação dos sinais verticais Figura Colocação vertical de conjuntos de setas de direcção Figura Sinalização de vias de abrandamento e de entrecruzamento em AE Figura Exemplo de utilização incorrecta do sinal A29 antes do sinal A1a Figura Sinal de cedência de passagem e respectivo pré-aviso Figura Sinalização de via de aceleração em AE Figura Exemplos de utilização de sinais de número e sentido das vias de trânsito Figura Baias direccionais para balizamento de pontos de divergência Figura Colocação longitudinal de setas de direcção em nós de ligação Figura Sinal E1 utilizado como sinal de direcção Figura Colocação longitudinal do sinal E1 utilizado como sinal de direcção Figura Sistema Informativo Base - Faixa com duas vias de trânsito Figura Sistema Informativo Base - Faixa com três ou mais vias de trânsito Figura Sinal T2 e Sistema Informativo Figura Sistema Informativo com indicação turístico-cultural Figura Sistema Informativo com indicação desportiva Figura Sistema Informativo com indicação industrial Figura Referências a tomar para as distâncias d1 a d4 em intersecções desniveladas 42 Figura Exemplo para faixa de estrada, ou arruamento, com três vias de trânsito Figura Divergência Separação de uma via de trânsito em faixa com duas vias de trânsito ii
5 Figura Divergência Separação de uma via de trânsito em faixa com três ou mais vias de trânsito Figura Divergência Separação de duas ou mais vias de trânsito em faixa com quatro ou mais vias de trânsito Figura Exemplo de separação de três vias de trânsito em via urbana Figura Sinais de código mais usados em secção corrente de ramos de ligação Figura Colocação de baias direccionais em sucessão múltipla Figura Colocação de baias direccionais e de BPD num ramo de saída Figura Sinalização de contramão em ramo bidireccional (rotunda) Figura Sinalização de contramão em ramo de ligação bidireccional (entroncamento).. 49 Figura Sinalização de contramão em ramo de ligação unidireccional (nó em diamante) Figura Painéis de contramão Figura Ramo de entrada e via de aceleração em dupla faixa de rodagem Figura Critério de colocação dos sinais H24, H25, H38 e H Figura C4e + Modelo Figura Sinal C3h Figura Exemplo de pré-aviso gráfico com sinal C4e iii
6 Índice de Quadros Quadro Exemplos de ramos de ligação. Vias com dupla faixa de rodagem... 2 Quadro 1. 2 Exemplos de ramos de ligação. Via secundária de faixa única... 2 Quadro Tipos de nós de ligação mais frequentes... 3 Quadro Dimensões das marcas longitudinais (m)... 6 Quadro Comprimento da linha de aviso... 7 Quadro Largura das marcas reguladoras do estacionamento e paragem (m)... 9 Quadro Comprimento das setas de selecção... 9 Quadro Espaçamento entre setas de selecção Quadro Dimensões das guias Quadro Altura das inscrições no pavimento Quadro Espaçamento entre delineadores Quadro Espaçamento entre setas de desvio tipo Quadro Afastamento entre marcadores em linhas longitudinais descontínuas Quadro Sistema Informativo Base Nós de ligação Quadro Alturas de letra em função da velocidade, da colocação vertical do sinal e do número de inscrições Quadro Identificação Cromática das Estradas Quadro Distâncias de colocação do sinal B9d Quadro Distâncias de colocação dos sinais do SI em nós de ligação Quadro Adaptação do Sistema Informativo Áreas metropolitanas e rede primária urbana Quadro Adaptação do Sistema Informativo Divergências Quadro Critérios de utilização da sinalização vertical em vias de saída em nós (via de abrandamento ou divergência e ramo) Quadro Critérios de utilização da sinalização vertical em vias de entrada em nós (ramo e via de aceleração ou convergência) iv
7 Sinalização de nós de ligação 1. Introdução Para os efeitos do disposto no Código da Estrada (CE) [1] e legislação complementar, o significado dos seguintes termos é o que lhes é atribuído no seu artigo 1.º que se transcreve: Auto-estrada (AE) via pública destinada a trânsito rápido, com separação física de faixas de rodagem, sem cruzamentos de nível nem acesso a propriedades marginais, com acessos condicionados e sinalizada como tal. A esta definição corresponde o sinal de auto-estrada H24. Via reservada a automóveis e motociclos (VR) via pública onde vigoram as normas que disciplinam o trânsito em auto-estrada e sinalizada como tal. A esta definição corresponde o sinal de Via reservada a automóveis e motociclos H25. De salientar que face à definição de VR e às regras invocadas na mesma, não podem ser sinalizadas como vias reservadas a automóveis e motociclos estradas de faixa de rodagem única 1. Assim as intersecções desniveladas ou nós de ligação 2 surgem fundamentalmente nas AE e VR que, por definição legal, não têm cruzamentos de nível nem acessos a propriedades marginais. O Plano Rodoviário Nacional de 2000 (PRN 2000) inclui, como focado no Preâmbulo do Autor desta Disposição Técnica (DT), a Rede Nacional de Auto-estradas que é formada pelos elementos da rede rodoviária nacional especificamente projectados e construídos para o tráfego motorizado, que não servem as propriedades limítrofes e que: a) excepto em pontos especiais ou que temporariamente disponham de faixas de rodagem distintas para os dois sentidos de tráfego, as quais serão separadas uma da outra por uma zona central não destinada ao tráfego ou, excepcionalmente, por outros dispositivos; b) não tenham cruzamentos de nível com qualquer outra estrada, via-férrea ou via de eléctricos ou caminho de pé posto; e c) estejam especialmente sinalizados como auto-estrada 3. A RRN integra também estradas urbanas com dupla faixa de rodagem (e.g. VCI e Eixo N-S) que se incluem no nível 1 da rede viária urbana. Também no nível 2 da rede viária urbana, os 1 Ver a DT Princípios da sinalização do trânsito e regimes de circulação. 2 Em todas as restantes DT sobre Sinalização do Trânsito a designação mais frequentemente utilizada é intersecção desnivelada que corresponde à utilizada pelo RST. Quando a designação intersecção desnivelada é utilizada pela primeira vez naquelas DT é esclarecido, entre parêntesis, que se trata de um nó de ligação. 3 N.º 1 do Artigo 5.º do DL 222/98, de 17 de Julho PRN
8 arruamentos principais, se encontram exemplos de intersecções desniveladas, como considerado na DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo. Segundo a Norma de Nós de Ligação da JAE (JAE P6/90) um nó de ligação é o conjunto de ramos de ligação na vizinhança de um cruzamento a níveis diferentes, que assegura a ligação das estradas (ou vias públicas 4 ) que aí se cruzam. A designação ramo de ligação (ou ramo de nó de ligação ) inclui todos os tipos e geometrias de vias que ligam duas vias que se cruzam numa intersecção desnivelada. Um ramo de ligação é constituído pela secção corrente do ramo e pelas zonas terminais (vias de abrandamento, de aceleração, de entrecruzamento, convergências e divergências e intersecções de nível cruzamentos, entroncamentos ou rotundas) e pela sua vizinhança nas vias em que se inserem. Temos assim que, esquematicamente, um nó de ligação é constituído: pelas duas ou mais vias que se cruzam a diferentes níveis, na sua zona de influência; pelos ramos de ligação e pelas intersecções de nível dos ramos com as vias anteriores, que podem ser constituídas por meras entradas (mediante vias de aceleração, de entrecruzamento e convergências, sinalizadas com o sinal B9d - entroncamento com via sem prioridade) e saídas na mão (mediante vias de abrandamento e divergências) ou por cruzamentos, entroncamentos e rotundas. Os ramos de ligação podem ser de vários tipos apresentando-se, de um modo esquemático, no Quadro 1. 1 e no Quadro 1. 2 os tipos de ramos de ligação mais correntes. Quadro Exemplos de ramos de ligação. Vias com dupla faixa de rodagem Exteriores Interior Directos Semi-directo Laço Quadro 1. 2 Exemplos de ramos de ligação. Via secundária de faixa única Exteriores Diagonal Interior Laço 4 Designação mais genérica utilizada pelo RST. Via pública será referida geralmente como via daqui para a frente, enquanto via de trânsito (segundo a terminologia do RST) é sempre designada como tal. 2
9 No Quadro 1. 2 o ramo diagonal pode ser parte de um nó em diamante (ver Anexo) ou de uma rotunda desnivelada ver a DT Sinalização de Rotundas. Neste mesmo quadro a intersecção de nível, representada por um ponto na via secundária no laço, pode ser um entroncamento ou uma rotunda. Há ainda ramos direccionais que resultam das divergências, tal como consideradas na DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo. Os ramos de ligação apresentados nos quadros anteriores permitem compor nós de ligação como os do Quadro 1. 3, que se encontram entre os mais frequentes na nossa rede viária. Quadro Tipos de nós de ligação mais frequentes Vias com dupla faixa de rodagem Via secundária de faixa única Trevo Trompete Direccionais Meio Trevo Diamantes Os ramos de ligação devem ser sempre unidireccionais podendo ter zonas em que constituem, com um segundo ramo unidireccional, um ramo bidireccional mas com faixas de rodagem independentes 5 tanto o trompete como o meio trevo (na diagonal) do Quadro 1. 3 tem este tipo de ramos. A sinalização a aplicar num nó de ligação pode assim ser sistematizada pelos componentes do mesmo, a menos de situações específicas, não incluídas nesta DT, que necessitam de uma abordagem mais detalhada. Os componentes considerados são: as entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem, a secção corrente dos ramos de ligação e as intersecções de nível nas vias com faixa de rodagem única. Destes serão especialmente abordados os primeiros. As intersecções de nível (cruzamentos, entroncamentos e rotundas) são objecto de DT específicas e a secção corrente segue as regras de sinalização apresentadas nas restantes DT sobre Sinalização do Trânsito, pelo que só alguns aspectos pontuais são abordados. A sinalização de um nó de ligação inclui a aplicação de sinalização vertical, de marcação rodoviária e ainda de equipamento de guiamento e balizagem que, de acordo com o Regulamento de Sinalização do Trânsito (RST) [2], se inclui nos dois itens anteriores. 5 Trata-se de uma questão óbvia de segurança rodoviária. A partilha da mesma faixa de rodagem de um ramo de ligação por trânsito de sentidos contrários facilita a entrada em contra mão na faixa de rodagem das vias que se cruzam desniveladamente. Os ramos de ligação bidireccionais com uma única faixa de rodagem existentes, devem ser providos de separador materializado, sendo o seu tipo dependente do ambiente rodoviário prevalecente: com lancil, em arruamentos, e com dispositivos de retenção, de nível de retenção e largura útil adequados, em estradas. 3
10 2. Marcação Rodoviária 2.1. Introdução As marcas rodoviárias destinam-se a regular a circulação e a advertir e orientar os utentes das vias públicas, podendo ser completadas com outros meios de sinalização [2]. As marcas rodoviárias são utilizadas, quando a autoridade competente o considerar necessário, para regular o trânsito ou para avisar ou guiar os utentes da via pública. Podem ser utilizadas isoladamente ou em conjugação com outros meios de sinalização que reforcem ou clarif i- quem o seu significado [3]. As marcas rodoviárias têm como objectivo definir inequivocamente as zonas do pavimento destinadas aos diferentes sentidos de trânsito, ou à circulação de determinados tipos de veículos, bem assim como indicar, em determinados casos, os comportamentos que os utentes devem seguir [3]. As marcas rodoviárias são utilizadas nos nós de ligação, nas vias que se cruzam e nos ramos de ligação. As marcas utilizadas em nós de ligação são quase todas, senão todas, as previstas no RST. A correcta utilização das marcas rodoviárias nos nós 6 passa pelo conhecimento da sua hierarquia, características e regras de utilização e colocação, pelo que é fundamental o conhecimento da DT Características dimensionais e critérios de utilização e colocação das Marcas Rodoviárias (DTMR) [4]. O princípio da homogeneidade da sinalização exige que em condições idênticas o condutor encontre sinais com o mesmo valor e dimensão, colocados segundo as mesmas regras. Assim, em termos gerais, a definição das características geométricas da sinalização do trânsito deve resultar fundamentalmente da velocidade permitida, ou seja, do regime de circulação prevalecente, contribuindo para a clarificação do ambiente rodoviário 7. O regime de circulação de uma via 8, a que está associada uma velocidade máxima permitida para os veículos ligeiros de passageiros, determina as características geométricas da generalidade das marcas rodoviárias ver a DTMR. 6 Designação simplificada que é utilizada a partir deste ponto do texto. 7 Ver a DT Princípios da sinalização do trânsito e regimes de circulação. 8 Conjunto de regras de circulação, fixadas no CE, que devem ser respeitadas pelos utentes dessa via, e que resulta exclusivamente da sinalização vertical aplicada. Ver a DT Princípios da sinalização do trânsito e regimes de circulação. 4
11 2.2. Entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem As entradas em vias com dupla faixa de rodagem são as seguintes: vias de aceleração; vias de entrecruzamento; convergências. Uma convergência é a ligação de um ramo de entrada que tem continuidade numa via de trânsito da faixa de rodagem principal que se soma às preexistentes Figura Figura Exemplo de convergência As saídas em vias com dupla faixa de rodagem são as seguintes: vias de abrandamento; vias de entrecruzamento; divergências. Uma divergência é a ligação a um ramo de saída que tem continuidade com uma ou mais vias de trânsito da faixa de rodagem principal Figura Figura Exemplo de divergência No Anexo a esta DT são apresentados em pormenor estes desenhos esquemáticos, bem como os respeitantes às restantes entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem Marcas longitudinais As linhas longitudinais são utilizadas em nós como linhas delimitadoras de vias de trânsito, como linhas de guiamento (de abrandamento, de aceleração e de entrecruzamento) e ainda como linhas delimitadoras de raias oblíquas paralelas. As características dimensionais das marcas longitudinais estão definidas na DTMR, de que reproduz parte no Quadro As entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem devem ser sinalizadas de acordo com os exemplos apresentados no Anexo a esta DT. Os exemplos foram realizados para auto-estrada, mas os princípios porque se regem são os que se aplicam nas restantes situa- 5
12 ções com as devidas adaptações do sistema informativo nos arruamentos principais (nível 2) da rede primária urbana. Quadro Dimensões das marcas longitudinais (m) Linhas Velocidades Designação RST Projecto 110 km/h km/h (Auto-estradas) 90 km/h km/h (Vias Reservadas) 60 km/h - 90 km/h (Restantes estradas e ramos de ligação 9 ) Largura Traço Espaço Largura Traço Espaço Largura Traço Espaço Largura (a) 40 km/h - 60 km/h (Restantes estradas e arruamentos urbanos 10 ) Traço Espaço Linha contínua M1 LBC 0, , , , Linha descontínua M2 LBT 0,15 4,0 10,0 0,12 4,0 10,0 0,12 4,0 10,0 0,10 2,0 Linha de aviso M4 LBTa 0,15 10,0 4,0 0,12 5,0 2,0 0,12 5,0 2,0 0,10 2,5 1,0 Linha mista M3 LBM 0,15 4,0 10,0 0,12 4,0 10,0 0,12 4,0 10,0 0,10 2,0 Linha de abrandamento Linha de aceleração Linha de entrecruzamento Linha contínua na sequência de LBTg M6 LBTg 0,30 3,0 4,0 0,25 1,5 2,0 0,20 1,5 2,0 0,20 1,5 2,0 M6a LBTg 0,30 3,0 4,0 0,25 1,5 2,0 0,20 1,5 2,0 0,20 1,5 2,0 - LBTg 0,30 3,0 4,0 0,25 1,5 2,0 0,20 1,5 2,0 0,20 1,5 2,0 M1 LBC 0, , , , * restantes estradas (a) tem vindo a ser utilizada, também neste escalão de velocidades, a largura de 0,12 m, o que melhora a visibilidade das marcas. ** arruamentos urbanos *** afastadas, no mínimo, de 0,10 m (normalmente 0,12 m para permitir a colocação de marcadores) 3,0 3,0 5,0* 4,0** 5,0* 4,0** Destes desenhos destacam-se os seguintes aspectos relativos às marcas longitudinais: A linha contínua utiliza-se no limite esquerdo da via de trânsito mais à direita da faixa principal, em toda a extensão da via de abrandamento, de entrecruzamento ou da divergência (a partir do sinal de selecção de vias colocado à distância d3 da saída) e da zona raiada que se lhe segue, para limitar a manobra de viragem para a via de saída a partir da(s) via(s) de trânsito à esquerda. Esta linha pode ser complementada com uma linha descontínua do lado da via de abrandamento, convertendo-se então numa linha mista, solução mais correcta vide Figura 2. 3 e a DTMR. Figura Exemplo de via de abrandamento e linha mista 9 Nas restantes estradas incluem-se estradas interurbanas e urbanas. Neste escalão de velocidades incluem-se ainda os ramos de ligação em estradas AE, VR e Restantes estradas). 10 Nas restantes estradas incluem-se estradas interurbanas e urbanas. Neste escalão de velocidades incluem-se as estradas interurbanas que devido ao seu traçado em planta, nomeadamente à geometria das curvas, não permitem velocidades superiores às indicadas. 6
13 A montante de uma linha contínua delimitadora de vias de trânsito, utiliza-se a sequência linha descontínua e linha descontínua de aviso, tendo a linha de aviso o comprimento do Quadro 2. 2, em função da velocidade do tráfego (V 85 ) ver a DTMR. Quadro Comprimento da linha de aviso Velocidade V 85 (km/h) Comprimento da linha de aviso L (m) A linha contínua na sequência de LBTg (linha de abrandamento, de aceleração ou de entrecruzamento) deve ter uma extensão igual à distância percorrida durante um segundo à velocidade considerada. Os nós de ligação devem localizar-se preferencialmente em recta. É de boa prática o alinhamento transversal das várias linhas descontínuas e das setas de selecção, tal como mostrado nos exemplos do Anexo. O comprimento da linha descontínua de abrandamento no caso de uma divergência deve corresponder sensivelmente à distância d3, de colocação do sinal de selecção de vias do Sistema Informativo, subtraída da extensão de linha contínua de igual largura ver o desenho esquemático da Figura Linha descontínua de abrandamento - LBTg(0.30) 3/4 d3 - ver a DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo distância percorrida em 1 s Figura Comprimento da linha descontínua de abrandamento em divergências A utilização de balizas cilíndricas ao longo das linhas contínuas delimitadoras das raias oblíquas paralelas (marca M17a) é incorrecta 11, por não ter qualquer valor legal e por ser desnecessária desde que os ramos de ligação e a sua transição para estas vias sejam adequadamente dimensionados ver Figura 2. 5, Quadro 4. 1 e Quadro Estas linhas contínuas estão assinaladas enquanto tal (LBC) nos desenhos do Anexo. Nos projectos são normalmente indicadas com a designação das guias (G) a que dão continuidade, por simplificação do trabalho de medição. 7
14 Figura Exemplo de utilização de balizas cilíndricas em zonas mortas Marcas transversais As linhas de paragem e de cedência de passagem não têm aplicabilidade neste âmbito, sendo unicamente utilizado o símbolo triangular como complemento e reforço do sinal B1 no final dos ramos de entrada. No início das vias de aceleração, de entrecruzamento e das convergências deve utilizar-se sempre o símbolo triangular em complemento da sinalização vertical de cedência de passagem (B1), embora não seja utilizada a marca transversal correspondente Figura Figura Símbolo triangular em vias de aceleração e de entrecruzamento Na Figura 2. 7 definem-se as dimensões do símbolo triangular utilizado nestas circunstâncias. Y X Z 0.15 Velocidade X (m) Y (m) Z (m) > 90 km/h (Auto-estradas e vias reservadas) 90 km/h > V 60 km/h (Restantes estradas e ramos de ligação) 60 km/h > V 40 km/h (Restantes estradas e arruamentos urbanos) Figura Características geométricas do símbolo triangular 1,00 6,00 2,00 1,00 4,00 2,00 0,50 2,00 1,00 8
15 2.2.3 Marcas reguladoras do estacionamento e paragem As marcas reguladoras do estacionamento e paragem não têm em geral aplicabilidade neste âmbito. Nas restantes estradas (que não sejam auto-estradas ou vias reservadas a automóveis e motociclos) e em arruamentos principais (nível 2) podem ser utilizadas as marcas M12 e M12a, linha contínua junto ao limite da faixa de rodagem e linha contínua sobre o bordo do passeio, respectivamente, para indicar a proibição de paragem e estacionamento ao longo de toda a zona da via de saída ou de entrada. Estas marcas têm as dimensões do Quadro Quadro Largura das marcas reguladoras do estacionamento e paragem (m) Marcas Velocidades 60 km/h - 90 km/h (Restantes estradas e ramos de ligação) 40 km/h - 60 km/h (Restantes estradas e arruamentos urbanos) M12 e M12a (LAC) 0,15 0, Marcas orientadoras de sentidos de trânsito As Setas de selecção utilizam-se para orientar os sentidos de trânsito na proximidade de cruzamentos ou entroncamentos e significam, quando apostas em vias de trânsito delimitadas por linhas contínuas (ou em faixa com uma única via de trânsito), obrigatoriedade de seguir no sentido ou num dos sentidos por elas apontados. Estas setas podem ser antecedidas de outras com igual configuração e com função de pré-aviso, as quais podem conter a indicação de via sem saída [2]. As setas de desvio M16a são utilizadas na redução do número de vias, situação presente nalguns ramos de ligação de maior extensão. As setas de selecção (marcas M15) têm os comprimentos e os espaçamentos definidos em função do regime de circulação (velocidade máxima permitida), de acordo com o Quadro 2. 4 e com o Quadro 2. 5, respectivamente. As restantes características dimensionais das Marcas orientadoras de sentidos de trânsito estão definidas na DTMR. 110 km/h km/h (Auto-estradas) Quadro Comprimento das setas de selecção 90 km/h km/h (Vias Reservadas) 60 km/h - 90 km/h (Restantes Estradas e ramos de ligação) 40 km/h - 60 km/h (Restantes estradas e arruamentos urbanos) 7,5 m 7,5 m 6,0 m 5,0 m 9
16 Quadro Espaçamento entre setas de selecção Velocidade (km/h) >90 (Auto-estradas e vias Reservadas) (Restantes estradas e ramos de ligação) (Restantes estradas e arruamentos urbanos) Espaçamentos entre setas (m) da 1.ª à 2.ª da 2.ª à 3.ª da 3.ª à 4.ª As setas de selecção devem ser aplicadas em grupos de 3 ou 4 unidades por via de trânsito, em função das características geométricas do local onde vão ser colocadas e do regime de circulação prevalecente. Assim, em arruamentos principais, onde as velocidades de circulação são relativamente baixas, pode considerar-se a utilização de grupos de 3 setas de selecção. Em estradas, urbanas ou interurbanas, locais onde as velocidades permitidas são mais elevadas, devem utilizar-se, em regra, grupos de 4 setas de selecção. Se uma via de trânsito dá acesso a outras que se destinam a movimentos distintos, a seta de selecção a utilizar deve indicar ao condutor as direcções possíveis que este pode tomar. Contudo, logo que existam as vias a que se destinam esses movimentos devem ser colocadas setas que explicitem os movimentos exclusivos de cada via 12. As setas de selecção devem ser aplicadas, em regra, em grupos de três ou quatro unidades por via de trânsito, ao eixo e segundo o eixo da mesma ver a Figura 2. 8 e o Anexo a esta DT. linha descontínua linha descontínua via ½ via linha descontínua de aviso linha descontínua de aviso via ½ via guia guia Figura Colocação das setas de selecção Não devem existir, para uma dada via de entrada ou de saída e qualquer que seja o número de vias de trânsito em causa, setas de selecção desencontradas. Consequentemente elas são alinhadas transversalmente a partir ponto de referência considerado, respeitando ainda o alinhamento transversal com os traços das linhas descontínuas adjacentes ver exemplos na Figura 2. 2, na Figura 2. 9 e no Anexo. 12 Assim é na generalidade dos casos, embora em vias de abrandamento em nós de ligação, não seja esta a prática seguida, pelas razões apresentadas mais à frente. 10
17 A primeira seta de selecção a colocar na aproximação a uma via de saída deve estar sensivelmente no perfil transversal onde se inicia o bisel da via de saída ou no início da via de entrecruzamento, alinhada transversalmente com o traço da linha descontínua separadora de vias de trânsito vide Figura 2. 3 e Figura Nas divergências a primeira seta deve estar sensivelmente onde se inicia a divergência, ou seja junto dos sinais de selecção de vias à distância d3 da saída, de igual modo alinhada transversalmente com o traço da linha descontínua separadora de vias de trânsito vide a Figura 2. 2 e a Figura A partir deste ponto são contadas os espaçamentos a aplicar em relação às outras setas de acordo com o Quadro Em nós as setas de selecção antecedem sempre os sinais de selecção de vias (E1 e E2). O princípio da homogeneidade não aconselha a utilização de setas de selecção M15b em vias de abrandamento que se seguem àqueles sinais, sejam do tipo paralelo ou em bisel, o que corresponde à prática mais corrente no nosso País 13. Nas vias de entrecruzamento (ver Figura 2. 9) e nas divergências (ver Figura 2. 2 e Anexo) são sempre utilizadas as setas M15b, associadas neste último caso a inscrições no pavimento. De salientar que a associação sistemática de inscrições às setas de selecção em nós de ligação, prática pontual e recente, constitui sobrecarga de informação e é contrária ao princípio da homogeneidade. Em nós de ligação a utilização de inscrições associadas a setas de selecção deve ser limitada às divergências. De lembrar que as setas de selecção significam, quando apostas em vias de trânsito delimitadas por linhas contínuas, obrigatoriedade de seguir no sentido ou num dos sentidos por elas apontados [2], como acontece no final da via de entrecruzamento da Figura Figura Via de entrecruzamento De acordo com o RST, as setas de selecção podem ser antecedidas de outras com igual configuração e com função de pré-aviso, pelo que numa mesma via de trânsito e num mesmo grupo de setas de selecção não podem existir setas com geometrias distintas, como se vê com demasiada frequência Figura No âmbito do conjunto de medidas de engenharia de baixo custo implementadas em 1998 no IP 5 [6] foram utilizadas setas de selecção em vias de abrandamento do tipo paralelo, uma vez que o traçado promovia a confusão destas vias com as vias de lentos existentes ao longo daquele IP. 11
18 Figura Setas de selecção incorrectas em vias de entrecruzamento A prática incorrecta apresentada na Figura parece ter subjacente o seguinte raciocínio: é conveniente alertar o condutor para a possibilidade de mudar de via de trânsito, antes que seja impedido de o fazer pelas setas de selecção mais próximas da intersecção. As setas de selecção têm como função orientar os sentidos de trânsito e não alertar para a possibilidade de mudança de via de trânsito, a qual é muito claramente definida pela linha descontínua de entrecruzamento neste caso. Esta prática viola a expectativa do condutor, pois transmite uma mensagem contraditória com a geometria da infra-estrutura, desrespeitando o princípio da homogeneidade. As setas de selecção duplas ou triplas só podem ser utilizadas numa via de trânsito que dá acesso a outras que se destinam a movimentos distintos, nunca numa via de trânsito com continuidade num ramo de ligação como no caso presente Marcas diversas e guias Para fornecer determinadas indicações ou repetir as já dadas por outros meios de sinalização, podem ser utilizadas as marcas diversas e guias. As marcas deste tipo mais utilizadas em nós de ligação são as seguintes: as raias oblíquas delimitadas por linhas contínuas, as guias, as inscrições e ainda as bandas cromáticas, embora com menos frequência. As guias utilizam-se para delimitar mais visivelmente a faixa de rodagem podendo ser utilizadas junto dos bordos da mesma e são constituídas por linhas que não são consideradas marcas longitudinais para efeitos do n.º 1 do artigo 60.º (Marcas longitudinais) do RST. As guias dentadas são guias constituídas por uma linha longitudinal contínua 14 (guia contínua) munida de barras (ressaltos) a toda a sua largura, obtidas por aplicação de material retrorreflector. As guias têm as larguras definidas em função do regime de circulação e da velocidade Quadro linha longitudinal mas não marca longitudinal, como foi sublinhado. 12
19 110 km/h km/h (Auto-estradas) Quadro Dimensões das guias 90 km/h km/h (Vias Reservadas) 60 km/h - 90 km/h (Restantes estradas e ramos de ligação) 40 km/h - 60 km/h (Restantes estradas 15 ) 0,20 m 0,15 m 0,15 m 0,12 m As características dimensionais das restantes marcas diversas e guias estão definidas na DTMR. As raias oblíquas delimitadas por uma linha contínua (marca M17a), também conhecidas como zonas raiadas, têm a geometria da Figura 2. 11, em função da velocidade permitida pelo regime de circulação prevalecente, devendo dar continuidade a uma linha contínua com um comprimento mínimo igual à distância percorrida durante 1 s à velocidade considerada e por uma linha de guiamento (aceleração, abrandamento ou entrecruzamento), tal como se pode ver nos desenhos esquemáticos do Anexo a esta DT. V 40 km/h - 60 km/h B 20 V 60 km/h B 50 B 1 b 1.00 a c c b 1.00 b b a a para V 90 km/h b mínimo 0.50 para V > 90 km/h 0.30 desejável c para V 90 km/h 1.50 para V > 90 km/h Figura Raias oblíquas delimitadas por uma linha contínua em cunhas As zonas raiadas são constituídas por barras oblíquas definindo áreas cujo limite é normalmente constituído por linhas contínuas que dão continuidade a guias (ver Anexo). Definem zonas mortas", normalmente não utilizáveis do pavimento, devendo as raias oblíquas estar inclinadas de modo a afastar o tráfego das áreas que delimitam [3]. Têm ainda a função, não menos importante do que a anterior, de área de recuperação de veículos descontrolados. As zonas raiadas dos ramos de saída em nós e das divergências devem ter dimensões e inclinação adequadas a esta última função. Assim a inclinação transversal deve ser idêntica à da faixa de rodagem principal, quando as inclinações desta faixa e do ramo de saída são do mesmo sentido, ou igual à do ramo de saída, no caso contrário. O mesmo se passa com as zonas raiadas dos ramos de entrada e das convergências, na medida em que a geometria descrita facilita a visibilidade e a inserção do ramo na via de aceleração e, como tal na faixa de rodagem principal. A transição entre a largura de uma via de abrandamento do tipo paralelo, ou de uma via de entrecruzamento, e a largura do ramo de ligação do nó 16 que se lhe segue (ou vice-versa no 15 Em arruamentos urbanos é incorrecta a utilização de guias. Ver a DTMR (parágrafo 6.3). 16 Com uma única via de trânsito a eventual passagem a duas vias faz-se a jusante desta transição. De igual modo a eliminação de uma eventual segunda via no ramo faz-se a montante da transição, por 13
20 10.00 caso de uma via de aceleração do tipo paralelo) deve realizar-se totalmente ao longo da zona raiada da divergência (ou da convergência, no caso de uma via de aceleração). As raias oblíquas devem prolongar-se, em vias de abrandamento e de aceleração, cerca de 10 m para além do nariz da divergência e da convergência, respectivamente. Em cunhas a linha de quebra das raias da marca M17a, que liga o ponto de divergência entre as vias com o ponto médio do nariz, deve descrever uma curva regular e não limitar-se a reproduzir a largura de uma das bermas Figura De lembrar que os sinais O5 (BPD) devem ser colocados exclusivamente na zona de divergência que assinalam, sobre a marca M17a (raias oblíquas), em intersecções desniveladas Figura Raias oblíquas numa divergência Em arruamentos principais (vias urbanas de nível 2) não é necessário que as zonas raiadas se prolonguem para além do nariz da divergência ou da convergência, para cumprirem a função de afastar o tráfego desses obstáculos [3]. Basta que preencham essa função a montante ou a jusante dos mesmos, respectivamente. As guias são utilizadas em secção corrente em estradas (interurbanas ou urbanas) e nos ramos de nós de ligação respectivos dando continuidade às linhas contínuas delimitadoras de raias oblíquas. Em arruamentos (vias urbanas de níveis 2 a 4), dotados ou não de passeios sobrelevados, as guias não devem ser utilizadas em secção corrente, pois a sua presença viola a expectativa dos condutores acerca do ambiente rodoviário prevalecente (aparentemente é o regime fora das localidades) tendo o efeito de aumentar as velocidades praticadas, de que resulta um acréscimo do risco de acidentes. As bandas cromáticas com espaçamentos degressivos são utilizadas para alertar relativamente a pontos singulares, que exigem velocidades mais baixas do que as que se praticam a montante, em complemento da sinalização vertical de regulamentação. São exemplos algumas curvas em planta, passagens particularmente estreitas, aproximação a locais de cobrança de portagem, etc. Verifica-se que as reduções de velocidade obtidas não são significativas [8], pelo que este equipamento deve ser utilizado com parcimónia, para evitar a habituação do condutor e, como tal, a perda do seu relativo poder indutor de diminuição da velocidade escolhida. rebatimento sobre a via de trânsito da direita. A Norma de Nós de Ligação da JAE define a geometria destas transições. Ver o Anexo a esta DT. 14
21 Podem utilizar-se inscrições no pavimento para transmitir aos utentes indicações úteis, complementando a sinalização vertical [2]. Os caracteres das inscrições a utilizar na marcação rodoviária são alongados no sentido longitudinal, para ter em consideração o ângulo segundo o qual são vistos pelos condutores. Os abecedários e numerários da CEMT [7], adoptados pela NMR [5], estão reproduzidos no Anexo à DTMR. A altura das inscrições a utilizar é função da velocidade permitida de acordo com o Quadro 2. 7, podendo o seu afastamento às setas de selecção a que estejam associadas ser igual à sua altura [5], como no exemplo da Figura Quadro Altura das inscrições no pavimento Velocidade >60 km/h 40 km/h - 60 km/h Altura (m) 4,00 1,60 As mensagens que auxiliam o condutor na escolha de um destino, normalmente associadas a setas de selecção na aproximação a divergências, devem reproduzir os destinos dos sinais de pré-aviso e de selecção de vias correspondentes. Nos exemplos apresentados no Anexo, de que se pode ver um pormenor da divergência na Figura 2. 13, as mensagens utilizadas são os números das estradas obrigatoriamente associados aos destinos dos sinais de pré-aviso e de selecção de vias correspondentes (n.º 10 do artigo 18.º do RST). Em estrada esta é a solução mais simples, pois o espaço disponível para a colocação da inscrição correspondente ao destino é muito limitado. De lembrar que, em estrada, as inscrições só devem utilizadas em divergências e nunca na aproximação a vias de abrandamento. Figura Inscrições exemplo de utilização numa divergência em auto-estrada 15
22 2.2.6 Dispositivos retrorreflectores complementares Marcadores Os marcadores podem ser utilizados na secção corrente de estradas com dupla faixa de rodagem (interurbanas e urbanas) nomeadamente nas guias e nas linhas separadoras de vias de trânsito em locais sujeitos a nevoeiros frequentes, de acordo com o descrito na DT Dispositivos retrorreflectores complementares das Marcas Rodoviárias (DT DRCMR). Os marcadores são úteis na identificação das cunhas em entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem, nomeadamente perante condições de visibilidade reduzidas, e no encaminhamento nocturno dos condutores. Na Figura (adaptação de desenho tipo existente) mostra-se a colocação dos marcadores nas zonas raiadas de vias de aceleração (e de convergências) e de abrandamento (e de divergências) ver também a DT DRCMR. Figura Colocação de marcadores em zonas raiadas de vias de aceleração e de abrandamento de nós de ligação Nos desenhos esquemáticos do Anexo os marcadores estão indicados com simbologia idêntica à do desenho acima, com a indicação do afastamento. Exemplo: Mu//3.5 = Marcadores Unidireccionais afastados de 3,5 m Delineadores Em faixas unidireccionais os delineadores a utilizar são unidireccionais (Tipo 2), possuindo, na face virada para o sentido de tráfego a que respeitam, retrorreflectores rectangulares, de cores branca à direita e amarela à esquerda Figura BERMA BERMA Figura Delineadores Tipo 2 16
23 Em secção corrente da via principal os delineadores são sempre colocados de cada lado da plataforma no mesmo perfil transversal. Nas zonas em que a distância de visibilidade é superior a 250 m em todas as secções, o espaçamento entre delineadores é de 48 m (ver a DT DRCMR). Nas zonas de visibilidade limitada, curvas em planta e concordâncias convexas, o espaçamento é determinado em função da distância de visibilidade de acordo com o Quadro 2. 8 e com a metodologia definida na DT DRCMR. Os espaçamentos deste quadro são os valores práticos adoptados para se adaptarem à modulação das guardas de segurança flexíveis, sobre cujos prumos afastados de 4 m se apoiam, com frequência, os delineadores. Quadro Espaçamento entre delineadores Distância de visibilidade mínima d (m) Espaçamento e (m) A DT DRCMR contém quadros para a determinação do espaçamento entre delineadores para as várias situações (curvas verticais e horizontais) e para os tipos de plataforma mais frequentes. Nas vias de abrandamento, de aceleração, de entrecruzamento e nas extensões correspondentes das vias adicionais resultantes de convergências e divergências de nós de ligação é de boa prática duplicar o número de delineadores do lado direito e ao longo destas vias e dos respectivos biséis 17, pela inclusão de delineadores a meia distância entre os que normalmente seriam colocados em secção corrente da via principal, tal como mostrado nos desenhos esquemáticos do Anexo. Esta prática permite acentuar, para os condutores da via principal, o carácter especial daquelas vias e facilita o guiamento dos que utilizam os ramos de ligação na sua continuidade, pois os espaçamentos resultantes, na generalidade de 24 m, são mais próximos dos utilizados nesses ramos. Com esta duplicação obtêm-se assim dois efeitos: acentua-se a diferença em relação à secção corrente da via principal, pela assimetria conseguida, e facilita-se a transição dos espaçamentos entre delineadores nestas vias e nos ramos de ligação a montante e a jusante delas. 17 As vias de aceleração e de abrandamento devem localizar-se exclusivamente do lado direito da faixa de rodagem em nós de ligação. 17
24 LBT(0.12) 4/ Secção corrente dos ramos de ligação Marcas longitudinais As linhas longitudinais são utilizadas na secção corrente dos ramos de ligação unicamente como linhas delimitadoras de vias de trânsito. As características dimensionais das marcas longitudinais estão definidas na DTMR, reproduzidas parcialmente no Quadro As linhas delimitadoras de vias de trânsito surgem assim em ramos de ligação com duas ou mais vias de trânsito Marcas transversais Na secção corrente dos ramos de ligação não é utilizado este tipo de marcas Marcas reguladoras do estacionamento e paragem As marcas reguladoras do estacionamento e paragem não têm em geral aplicabilidade neste âmbito. Nas restantes estradas (que não sejam auto-estradas ou vias reservadas a automóveis e motociclos) e em arruamentos principais (nível 2 da rede viária urbana) podem ser utilizadas as marcas M12 e M12a, linha contínua junto ao limite da faixa de rodagem (em substituição da guia) e linha contínua sobre o bordo do passeio, respectivamente, para indicar a proibição de paragem e estacionamento ao longo de todo o ramo de ligação Marcas orientadoras de sentidos de trânsito Conforme referido a propósito das marcas orientadoras de sentidos de trânsito (parágrafo 2.2.4) as setas de desvio são utilizadas na redução do número de vias, situação presente nalguns ramos de ligação de maior extensão. As setas de desvio tipo 1 (M16a) são utilizadas em situações em que é suprimida uma via de trânsito ver a DTMR. Na Figura (ver também o Anexo) apresenta-se um exemplo da sua utilização num ramo de um nó de ligação de uma via com o regime de circulação das restantes estradas (fora das localidades). 150 m D(f)//24m 2.50 LBTa(0.12) 5/2 D(s)//24m D(s)//24m D(s)//48m Figura Exemplo de redução de uma via de trânsito num ramo de ligação O seu espaçamento é função, tal como no caso das setas de desvio tipo 2, da velocidade do tráfego (V 85 ), de acordo com a DTMR e o Quadro Quadro Espaçamento entre setas de desvio tipo 1 18
25 Velocidade V 85 (km/h) da 1.ª à 2.ª seta Espaçamento (m) da 2.ª à 3.ª seta Marcas diversas e guias As bandas cromáticas são linhas transversais colocadas na via, no sentido de trânsito a que respeitam. Têm como objectivo alertar o condutor para a necessidade de praticar velocidades mais reduzidas através de um efeito visual, que pode ser complementado por um efeito sonoro provocado pela cadência de impactos dos pneus nas bandas transversais (efeito sonoro). As características dimensionais das bandas cromáticas e os respectivos critérios de utilização estão definidas na DTMR, bem como das restantes marcas diversas e guias. As guias têm as larguras definidas em função do regime de circulação e da velocidade de acordo com o Quadro Dispositivos retrorreflectores complementares Os marcadores podem ser utilizados na secção corrente de ramos de ligação em estradas (interurbanas e urbanas) nas guias e nas linhas separadoras de vias de trânsito em locais sujeitos a nevoeiros frequentes, de acordo com o descrito na DT DRCMR. De salientar que os nós de ligação são iluminados, pelo que outras condicionantes que levam à utilização destes dispositivos não estão presentes. A colocação dos marcadores deve coincidir sempre com a meia distância entre traços nas linhas longitudinais descontínuas, obedecendo o afastamento entre eles a um múltiplo ou submúltiplo de 14 m. Em secção corrente em ramos de ligação e de acordo com as linhas descontínuas utilizadas, os afastamentos entre marcadores devem ser os do Quadro Quadro Afastamento entre marcadores em linhas longitudinais descontínuas Relação traço / espaço 4/10 2/5 5/2 2.5/1 Afastamento (m) Na secção corrente de ramos de ligação o espaçamento entre delineadores é determinado de acordo com a metodologia definida na DT DRCMR. No caso dos delineadores colocados no intradorso de um ramo de ligação unidireccional que tem guardas de segurança metálicas de ambos os lados da plataforma, como no exemplo da Figura e nalguns trechos dos exemplos do Anexo, o respeito da regra de colocação dos dois delineadores na mesma secção transversal não permite a colocação dos delineadores de 19
26 intradorso sobre a guarda de segurança. Nesta situação o delineador deve apoiar-se no solo, ficando então a uma distância mínima de 0,40 m da superfície da viga de segurança ver a Figura e a DT DRCMR). delineador apoiado na guarda de segurança delineador apoiado no solo Figura Delineadores em ramo de ligação DELINEADOR APOIADO NA GUARDA GUARDA E DELINEADOR INDEPENDENTE FAIXA BERMA FAIXA BERMA 0.40 >=0.50 >=0.50 Min. Figura Delineadores apoiados na guarda de segurança e no solo 2.4 Intersecções de nível nas vias com faixa de rodagem única As intersecções de nível nas zonas terminais dos ramos de ligação são os entroncamentos e as rotundas, como se viu na Introdução (Capítulo 1). A sinalização deste tipo de intersecções é objecto da DT Sinalização de cruzamentos e de entroncamentos e da DT Sinalização de rotundas. Nas DT referidas é descrita com pormenor a sinalização destas intersecções, sendo um ramo de ligação do nó sempre um ramo secundário de um cruzamento ou entroncamento, com uma única diferença em relação aos desenhos apresentados naquelas DT: a via secundária nunca é bidireccional mas sim a junção de dois ramos unidireccionais, de que resulta um ramo com dupla faixa de rodagem, sendo o tipo de separador central dependente do ambiente rodoviário prevalecente: com lancil, em arruamentos, e com dispositivos de retenção, de nível de retenção e largura útil adequados, em estradas. Na transição entre o separador central do ramo bidireccional, normalmente estreito (0.60 m), e a ilha separadora de sentidos na via secundária de um entroncamento de nível Figura 2. 19, pode ser adoptada uma das soluções apresentadas na Figura 2. 20, assim que este atingir aquela largura. 20
27 LBTc(0.30) 0.4/0.3 LBC(0.15) LBTg(0.15) 1.5/2 LBC(0.15) LBC(0.20) LBTg(0.20) 1.5/2 LBC(0.15) LBC(0.15) LBTg(0.15) 1.5/2 LBC(0.15) LBTg(0.15) 1.5/2 LBC(0.15) LBTc(0.30) 0.4/0.3 LBC(0.15) LBC(0.15) LBC(0.15) LBC(0.15) LBC(0.15) Figura Entroncamento de ramo de ligação com via secundária TRANSIÇÃO DE LANCIL GALGÁVEL PARA GUARDA RÍGIDA LANCIL GALGÁVEL BERMA ESQUERDA BERMA ESQUERDA FAIXA DE RODAGEM PLANTA LANCIL GALGÁVEL 0.15 ALÇADO TRANSIÇÃO DE LANCIL GALGÁVEL PARA LANCIL NÃO GALGÁVEL LANCIL GALGÁVEL BERMA ESQUERDA 5.00 BERMA ESQUERDA FAIXA DE RODAGEM PLANTA LANCIL NÃO GALGÁVEL LANCIL GALGÁVEL ALÇADO Figura Transições de lancil galgável para DBA e lancil não galgável 21
28 3. Sinalização vertical 3.1. Introdução O sistema de sinalização vertical a colocar nas vias públicas compreende sinais de perigo, sinais de regulamentação, sinais de indicação, sinalização de mensagem variável e sinalização turístico-cultural [2]. Os sinais normalmente designados como de código são os sinais constituídos por uma só placa, abrangendo os sinais de perigo, de regulamentação, com excepção dos sinais de selecção e de afectação de vias, e ainda os sinais de informação de pequenas dimensões. Os principais sinais utilizados na sinalização de nós de ligação são os sinais de código, os sinais de informação (de número e sentido das vias de trânsito), os sinais complementares (de aproximação de saída, baias direccionais e baias direccionais para balizamento de pontos de divergência) e ainda os sinais do sistema informativo, pelo que os sinais abordados neste capítulo são principalmente estes. Uma abordagem mais profunda da sinalização vertical pode ser encontrada nas DT sobre Sinalização Vertical Entradas e saídas em vias com dupla faixa de rodagem Características dimensionais Cada espécie de sinais pode ter mais de um tipo de dimensões, de acordo com o RST, não devendo ser considerada a orla exterior para efeitos da dimensão indicada para o sinal [2]. Os sinais de código podem tomar quatro dimensões nominais: grande (115 cm), normal de 90 cm, normal de 70 cm e reduzida (60 cm). A dimensão nominal corresponde, com excepção dos sinais em forma de losango, à largura ocupada pelo sinal, sem ter em consideração a orla exterior Figura Oe Oe L Oe L Oe L L L DIMENSÕES (cm) REDUZIDO NORMAL GRANDE L 60.0 Oe Figura Sinais de código 18 Características dos Sinais Verticais, Critérios de utilização da Sinalização Vertical, Critérios de colocação da Sinalização Vertical, Sinalização de Orientação - Sistema Informativo e Sinalização Turístico-cultural. 22
29 O critério de escolha da dimensão dos sinais de código nos nós de ligação baseia-se no regime de circulação da via, no tipo de via (estrada ou arruamento) e na largura da faixa de rodagem no caso de estradas de faixa única: a) Sinais de dimensão grande (115 cm, no caso geral, e 130 cm para os sinais H24 a H26, H38 e H39): - auto-estradas e vias reservadas a automóveis e motociclos. b) Sinais de dimensão normal de 90 cm (100 cm para os sinais H24 a H26, H38 e H39): - estradas com dupla faixa de rodagem que não se incluam na alínea anterior; - ramos de nós de ligação e vias de abrandamento e de aceleração respectivas, das vias da alínea a). c) Sinais de dimensão normal de 70 cm: - todos os arruamentos urbanos; - ramos de nós de ligação e vias de abrandamento e de aceleração respectivas, das vias da alínea b). d) Sinais de dimensão reduzida (60 cm): Só podem ser utilizados quando as condições de localização não permitam o emprego do sinal de dimensões normais [2], o que deve ser devidamente justificado. Em circunstâncias especiais, dentro das localidades ou para repetir um sinal, podem utilizar-se, excepcionalmente, sinais de dimensões inferiores às previstas (n.º 4 do artigo 16.º do RST). As baias direccionais têm, de igual modo três dimensões (por cada módulo quadrado ou chevron): grande (90 cm), normal (60 cm) e reduzida (40 cm), correspondendo assim à dimensão normal uma única dimensão nominal. O critério de escolha da dimensão das baias direccionais deve seguir o dos sinais de código: - Baias de dimensão normal: utilizam-se em secção corrente com os sinais de dimensão normal de 70 cm e nos ramos de nós de ligação; - Baias de dimensão grande: utilizam-se em secção corrente com os sinais de dimensão normal de 90 cm e com os sinais de dimensão grande. As baias direccionais para balizamento de pontos de divergência (sinais O5 BPD) têm duas dimensões: normal e reduzida (190 cm e 125 cm de largura, respectivamente). Utiliza-se em geral o sinal de dimensão normal, reservando-se o de dimensão reduzida para quando as condições de localização não permitem o emprego do sinal de dimensões normais, o que deve ser devidamente justificado, como determina o RST. O dimensionamento dos sinais constituídos por painéis resulta do comprimento das inscrições 19, directamente dependente da dimensão dos caracteres utilizados, que é, por sua vez função do regime de circulação prevalecente, do número de inscrições e da colocação vertical dos sinais, de acordo com o Quadro Ver a DT Características dos Sinais Verticais sobre o comprimento das inscrições e seu sobredimensionamento habitual por má interpretação da NSVO da JAE. 23
30 Quadro Alturas de letra em função da velocidade, da colocação vertical do sinal e do número de inscrições Altura da letra maiúscula H (cm) Velocidades Até quatro inscrições por painel, ou conjunto de painéis quando colocados por cima da via 20 Cinco ou mais inscrições por painel, ou conjunto de painéis quando colocados por cima da via 20 Pórtico Painel lateral Pórtico Painel lateral 110 km/h km/h (Auto-estradas) 90 km/h km/h (Vias Reservadas) 60 km/h - 90 km/h (Restantes estradas e ramos de ligação 21 ) 40 km/h - 60 km/h (Restantes estradas 22 e arruamentos urbanos) , , ,5 20 Legenda: H altura da letra maiúscula. H = 1.4 x h, em que h é a altura da letra minúscula correspondente. O dimensionamento dos sinais constituídos por painéis depende ainda das dimensões das orlas e da composição do sinal que por sua vez depende dos grafismos (setas, símbolos e sinais incluídos no painel), dos afastamentos entre inscrições e destas às orlas e grafismos e, ainda, entre bordos nos sinais compostos por mais de um painel, de acordo com as regras descritas na DT Características dos Sinais Verticais. Nos nós de ligação a dimensão da altura da letra nas setas direccionais deve respeitar o escalão de velocidade da estrada em que se encontram Figura Nas figuras 3. 2 a 3. 4 [2, 9] apresentam-se os grafismos (setas) e espaçamento horizontais e verticais utilizados nos sinais da sinalização de orientação de nós de ligação. Para mais pormenores ver a DT Características dos Sinais Verticais. 20 Estão neste caso o conjunto I2e+I2f, no caso dos pré-avisos gráficos, e o conjunto E1+E1 ou E1+ E2, no caso dos sinais de selecção de vias. De salientar que estes sinais são constituídos por um só painel, quando colocados lateralmente ver Figura Nas restantes estradas, incluem-se estradas interurbanas e urbanas. Neste escalão de velocidades incluem-se ainda os ramos dos nós de ligação em estradas (AE, VR e Restantes estradas). 22 Nas restantes estradas, incluem-se estradas interurbanas e urbanas. Neste escalão de velocidades incluem-se aquelas que, por razões geométricas, nomeadamente devido ao seu traçado em planta, não permitem velocidades superiores às indicadas. 24
31 O O 0.35H Ri Ri H H H H H H H 0.75H 45 a 60 O H 1.5H (mín) H H Sinal de pré-aviso em pórtico 0.25H 0.25H Sinal de pré-aviso em pórtico Ri H H H 0.25H 0.25H Painéis laterais ou em pórtico Ri 1.5H 0.25H H O Ri mín m 0.75H H H Ri H 0.25H Sinal de pré-aviso simplificado (painel superior) Sinais de pré-aviso gráfico O H H H H H H O H mín 0.25H O 1.5H 1.5H 0.35H 0.35H Ri Ri Sinais de selecção de vias em pórtico Quadro de orlas e raios Tabela de dimensões para setas a utilizar nos sinais de indicação e3 Velocidades km/h km/h Orlas (cm) Raios interiores (cm) Velocidades 40 km/h - 60 km/h 60 km/h - 90 km/h 90 km/h km/h 110 km/h km/h a1 a2 Dimensões (cm) b1 b2 e1 e2 e variável a 60 e3 min.0.10 Setas para pré-avisos gráficos a1 b1 45 e 30 e2 e2 variável 25 b2 variável b2 a1 b1 variável 40 variável 25 a2 45 e1 e1 a2 Setas para painéis de pré-sinalização em pórtico e simplificados Setas para painéis de selecção em pórtico Figura Pré-avisos e sinais de selecção de vias dimensionamento 25
32 O 1.5xO 0.75H H H 0.75H H Ri H H 1.5xO 3xO 90 Quadro de orlas e raios Velocidades km/h km/h Orlas (cm) Raios interiores (cm) variável Seta de direcção Figura 3. em 3 - intersecções Dimensionamento desniveladas setas de direcção de nós de ligação Ri 0.06H 0.1H 0.35H 1.5H H 2H 0.175H 0.06H H O o = 2.5 cm e R = 5.0 cm para V = km/h variável Figura Dimensionamento de sinais de confirmação De salientar que é de boa prática uniformizar a geometria das setas dos pré-avisos gráficos ao longo de um itinerário, ou seja, utilizar os mesmos ângulos das setas indicadoras da via de saída para todos os pré-avisos gráficos colocados lateralmente (I2d) e para todos os pré- o- veitamento do espaço permite, tal como mostrado nos exemplos do RST Figura I2d-Pré-aviso gráfico (Intersecção desnivelada) I2f-Pré-aviso gráfico Figura Sinais de pré-aviso gráfico representados no RST 26
33 Na Figura 3. 6 apresentam-se exemplos de dimensionamento de pré-avisos e de sinais de selecção de vias utilizados em nós de ligação em auto-estradas. Estes sinais são apresentados com dimensionamento no Anexo a esta DT Figura Exemplos de pré-avisos e de sinais de selecção de vias Critérios cromáticos Os sinais de pré-sinalização, de selecção de vias, de direcção e de confirmação (sinais do Sistema Informativo ver a DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo) bem como os sinais de afectação de vias e os complementares de demarcação e de aproximação de saída, devem ter cor de fundo correspondente à rede viária em que estão colocados de acordo com o Quadro 3.2. Às vias públicas da rede urbana (estradas e arruamentos) corresponde a cor de fundo branca. 27
34 Quadro Identificação Cromática das Estradas Tipo de via Cor de fundo do sinal Cor de fundo da identificação da estrada e da demarcação AE Azul Azul Itinerários Principais VR Verde Vermelho E Verde Vermelho AE Azul Azul Itinerários Complementares VR Branco Branco Estradas Nacionais e Regionais E Branco Branco E Branco Branco Estradas Municipais 23 E Branco Amarelo Legenda: AE - Auto-estrada VR - Via reservada a automóveis e motociclos E - Estrada Estes sinais devem obedecer ainda às seguintes características: a) Sobre fundo azul, verde ou vermelho: inscrições e orla de cor branca; b) Sobre fundo branco ou amarelo: inscrições e orla de cor preta. Nos sinais de selecção de vias, de pré-sinalização e de direcção, se a saída der acesso a estradas caracterizadas com cor diferente, o número dessa estrada deve ser inscrito em rectângulo de cor de fundo a ela correspondente, de acordo com o definido no Quadro Nestes sinais deve ainda ser inscrito, em rectângulo de cor de fundo correspondente à estrada identificada, a localidade a que a mesma dá acesso, sempre que: a) o sinal esteja colocado num itinerário principal e indique localidade servida por auto-estrada; b) o sinal esteja colocado nas restantes vias e indique localidade servida por itinerário principal ou auto-estrada 24. Os sinais de selecção de vias, quando colocados sobre a via pública, e os sinais de direcção que indiquem saídas (sinais E2, J1 e J2 em nós de ligação) têm cor de fundo correspondente à da via que a saída indica [2]. Esta cor de fundo manter-se-á idêntica à da estrada em que estão colocados os sinais, se à primeira indicação dessa saída não corresponder cor de fundo diferente ver exemplo na Figura Nos sinais de direcção J3a, J3b, J3c e J3d (sinais de indicação de âmbito urbano), devem ainda ser respeitadas as cores de fundo seguintes: - azul, para indicações de apoio ao utente - emergência e turísticas; 23 Classificadas como tal ou estradas nacionais desclassificadas no âmbito do PRN 2000 (D.L. n.º 222/98, de 17 de Julho, alterado pela Lei n.º 98/99, de 26 de Julho e pelo D.L. n.º 182/2003, de 16 de Agosto), por exemplo: M538 e M118 (trecho desclassificado da N118). 24 Ver tabelas do Quadro 3.2 da DT Características dos Sinais Verticais. 28
35 - branco, para outras indicações de apoio ao utente; - castanho, para indicações ecológicas, geográficas e culturais; - laranja, para indicações desportivas; - cinzento, para indicações industriais. A estas cores de fundo correspondem inscrições e orlas a branco, com excepção da cor de fundo branco a que correspondem inscrições e orlas a preto. Figura Sinais de selecção de vias e de direcção, colocados numa divergência Nos restantes sinais do Sistema Informativo, os destinos associados à simbologia de informação (Quadro X, anexo ao RST e Anexo da Norma de Sinalização Turística (NST) ver a DT Sinalização Turístico-cultural) são inscritos sobre rectângulo com cor de fundo de acordo com a lista anterior, sempre que as regras da NST permitam a sua inclusão. Assim os destinos principais da Rede Nacional só podem ser inscritos sobre bloco naquelas condições quando utilizado o símbolo auto-estrada, de acordo com as regras do RST. Na associação de um dos restantes símbolos a um destino principal, mesmo quando se trata de um pólo não classificado incluído nos Níveis 2 a 4 (ver a DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo), mantém-se a cor de fundo correspondente à rede viária em que o sinal está colocado, ou seja não há lugar à formação de bloco. A associação de um símbolo a um destino principal da RRN não implica a formação de um bloco com a cor de fundo correspondente ao símbolo, com a única excepção do símbolo de auto-estrada. Por exemplo, a associação do símbolo de património mundial ao destino Sintra não resulta na formação de um bloco de fundo castanho nos sinais do Sistema Informativo (como erradamente se vê), pois Sintra está incluída na lista dos destinos principais da RRN (ver a DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo). Os símbolos utilizados nos sinais de indicação só têm orla quando a sua cor de fundo e a cor de fundo do sinal, ou do bloco homogéneo 25, em que estão inseridos, são iguais (branca ou azul), ou ainda quando a cor de fundo do símbolo é azul e a cor de fundo do sinal é verde. A orla é de cor preta quando a cor de fundo, do símbolo e do sinal, é branca. A orla é de cor branca quando a cor de fundo do símbolo é azul e a cor de fundo do sinal é azul ou verde. Existe um caso singular: o símbolo gruta, que tem fundo preto e se insere em fundo castanho, tem sempre orla de cor branca. Ver a Figura 3. 7 e a DT Características dos Sinais Verticais e a DT Sinalização Turístico-cultural. 25 Bloco é um conjunto de inscrições não superior a três que estão relacionadas entre si, nomeadamente por associação a um símbolo. Um bloco diz-se homogéneo desde que agrupe inscrições identificadas pela mesma cor, e relativas a uma mesma direcção [5]. Ver a DT Características da Sinalização Vertical. 29
36 A utilização de blocos nos sinais de pré-sinalização, de selecção de vias e de direcção pode assim ser feito desde que o bloco se refira a destinos sobre uma estrada de importância superior à do sinal em que está inserido. Deste modo não pode existir um bloco num sinal colocado numa AE (cor de fundo azul) com as cores verde (identificadora de IP) ou branca (identificadora de IC, EN, ER ou EM) por serem vias de importância inferior, com as excepções apresentadas a seguir, a propósito da sinalização de saídas correspondentes a ramos seguidos de um mesmo nó, para os sinais de selecção de vias. Nos sinais de pré-aviso simplificado os blocos podem abranger parte ou a totalidade da área central do sinal, nos casos considerados no Quadro 3. 2 Critérios cromáticos dos sinais de pré-sinalização e de selecção de vias da DT Características dos Sinais Verticais, ou constituir um painel separado nesta área, nos casos previstos na NST. No segundo caso os destinos contidos no painel individualizado só voltam a surgir no sistema informativo respectivo nas setas de direcção ver os DTSC na Figura Nos sinais de selecção de vias E1 - destinos sobre o itinerário, quando se utilizam blocos (painéis separados), as setas que indicam as vias devem estar contidas numa área própria com a cor que identifica a estrada em que estão colocados exemplos na Figura 3. 8 e na DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo. DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 DS1.1 DS1.2 DS2.1 DS2.2 DS1.1 DS1.2 DS2.1 DS2.2 DS1.1 DS1.2 Sinais colocados em IC / EN com saídas para AE Sinais colocados em IC / EN com saídas para IP Figura Exemplos de blocos em sinais de selecção de vias E1 Sinais colocados em IC / EN com saídas para IC / EN No caso do PS1 da Figura 3. 10, que sinaliza ramos seguidos do mesmo nó, e porque os sinais de selecção de vias colocados por cima da via pública que indiquem saídas têm cor de fundo correspondente à da via que a saída indica [2] a regra do parágrafo anterior e este critério cromático imposto pelo RST ditam que além dos exemplos da Figura 3. 8 sejam possíveis os exemplos da Figura 3. 9 em aparente contradição com as regras respeitantes a blocos, já referidas. Os blocos dos sinais E1 são, em ambas as figuras, por si mesmos sinais E1 que assinalam a saída respeitante ao segundo ramo de saída do nó, e como tal têm que respeitar a cor de fundo da via que a saída indica, independentemente de ser uma estrada de importância superior ou inferior àquela em que o sinal está colocado. DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 DS1.1 DS1.2 DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 DS1.1 DS1.2 DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 DS1.1 DS1.2 Sinais colocados em AE com saídas para AE Sinais colocados em AE com saídas para IP Sinais colocados em IP com saídas para IC / EN / EM Figura Exemplos de sinais de selecção de vias 30
37 NÓ N DS2.1 DS2.2 DS2.3 ESQUEMA 3 RAMOS SEGUIDOS DO MESMO NÓ DS1.1 DS1.2 DS1.3 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 2 DSTC Destinos de Saída Turístico-Culturais. Duas indicações no máximo a somar às do sistema informativo, com um máximo de três por direcção. DI1 DI2 DS1.1(N+1) Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 1 T2 PAS PAG PS1 SD1 PS2 SD2 SC DS1.1 DS1.2 DS1.3 DS2.1 DS2.2 DS2.3 * DS1.1 DS1.2 DS1.3 DS2.1 DS2.2 DS2.3 DS1.1 DS1.2 DS2.1 DS2.2 DSTC1 (DSTC2) * Os DS1.3 e DS2.3 só aparecem se a estrada intersectada não tiver intersecções de nível. Se não houver T2 correspondente. Ou indicação desportiva ou industrial, de acordo com o parágrafo da NST. DI1 DI2** DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 ** DI1 DI2 DS1.1(N+1) ** DS1.1 DS1.2 ** ** DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 ** ** DI1 DI2** DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 DS1.1 DS1.2 ** ** DS1.1 DS1.2 DS1.3 DSTC Máximo 6 Destinos e 4 setas DS1.1 DS1.2 ** *** Máximo 6 Destinos. O DI1 não aparece sempre. Havendo DI1, reter-se-á de entre os DSi.2 o destino de nível mais elevado ou o mais próximo. DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DI1 DI2 DS1.1 (N+1) DS2.1 DS2.2 sse no PAG DS1.1 DS1.2 *** sse no PAG DS2.1 DS2.2 DS2.3 DSTC *** Máximo 6 Destinos e 4 setas 2 setas se os destinos não estiverem sobre a mesma estrada (ver exemplo Esquema 1) DI1 DI2 DS1.1 (N+1) com via de abrandamento DI1 DI2 DS1.1 (N+1) com via de entrecruzamento DC1 DC2 DC3 DC4 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxogragrama 3. Figura Exemplo de Esquema de atribuição de destinos, com blocos nos sinais de selecção de vias DS2.1 DS2.2 sse no PAG DS2.1 DS2.2 sse no PAG De salientar que embora os exemplos apresentados, na Figura 3. 8 e na Figura 3. 9, de conjuntos de sinais colocados por cima da via tenham aparentemente mais de seis destinos, os Fluxogramas para a escolha dos destinos e os Esquemas de atribuição de destinos, como o da Figura 3. 10, limitam-nos àquele número (ver a DT Sinalização de Orientação - Sistema Informativo) Critérios de colocação Os sinais devem ser colocados de forma a garantir boas condições de legibilidade das mensagens neles contidas e a acautelar a normal circulação e segurança dos utentes das vias [2]. Entende-se por colocação o posicionamento dos sinais em relação à plataforma ou ao ponto da via a que se referem. Podem assim distinguir-se: a) Colocação transversal, que é o afastamento lateral do sinal em relação à faixa de rodagem, ao limite do passeio ou ao dispositivo de retenção. b) Colocação vertical, que se relaciona com a altura do sinal ao solo e com a conjugação de sinais num mesmo suporte número de sinais e sua posição relativa. c) Colocação longitudinal, que respeita à distância entre o sinal e o ponto da via a que se refere Colocação transversal Os sinais verticais são colocados do lado direito ou por cima da via, no sentido do trânsito a que respeitam e orientados pela forma mais conveniente ao seu pronto reconhecimento pelos 31
38 utentes [2], devendo para tanto seguir-se os esquemas da Figura para as várias espécies e tipos de sinais ali representados. Nas faixas de rodagem que comportem mais de uma via de trânsito no mesmo sentido, os sinais podem aplicar-se apenas a alguma ou algumas dessas vias, desde que: a) O sinal esteja colocado por cima da via a que respeita, completado, se necessário, por uma seta; b) o sinal esteja colocado lateralmente à faixa de rodagem e as marcas rodoviárias indiquem inequivocamente que o sinal respeita apenas à via de trânsito mais próxima, caso em que o sinal se limita a confirmar a regulamentação já materializada pelas marcas rodoviárias; c) sejam utilizados sinais de afectação de vias; d) seja utilizado o painel adicional do modelo 17 [2]. Os sinais colocados do lado esquerdo só são válidos quando em repetição de um sinal colocado do lado direito 26 ou quando se tratar de um sinal de fim de zona. Dentro das localidades, a distância entre a extremidade do sinal mais próxima da faixa de rodagem e a vertical do limite desta não deve ser inferior a 0,50 m, salvo casos excepcionais de absoluta impossibilidade. Fora das localidades, os sinais devem estar colocados para além da berma e a uma distância da faixa de rodagem não inferior a 0,50 m, medida entre o bordo do sinal mais próximo da referida faixa e a vertical do limite desta Figura Esta regra aplica-se a estradas urbanas e interurbanas. Sempre que exista mais de uma via de trânsito no mesmo sentido e ainda quando as condições da via o justifiquem, ou seja quando haja o risco de os sinais não serem vistos pelos condutores a que se dirigem, os sinais de perigo e de regulamentação devem ser repetidos no lado esquerdo ver exemplos na Figura 3. 14, na Figura 3. 17, na Figura e no Anexo. Este critério de repetição da sinalização não se aplica aos sinais de selecção e de afectação de vias quando as condições da via não o permitirem [2]. Nesta eventualidade podem utilizar-se sinais de selecção de vias colocados por cima da via e os sinais de afectação de vias podem ser substituídos pelos sinais de código, com idêntico critério de colocação. A orientação dos sinais deve ser a mais conveniente para um pronto reconhecimento pelos utentes, devendo para tanto seguir-se os esquemas da Figura Colocação vertical A altura dos sinais acima do solo conta-se entre o bordo inferior do sinal e o ponto mais alto do pavimento, devendo, salvo casos excepcionais de absoluta impossibilidade, manter-se uma altura uniforme dos sinais e respeitar-se os seguintes valores: a) Fora das localidades: 1,50 m; 26 Com excepção dos sinais D3a, O7a, de alguns sinais de direcção que, por serem colocados nas intersecções, têm critérios de colocação próprios e dos sinais complementares O6a e O6b, cuja colocação depende do sentido do troço em curva cujo desenvolvimento indicam. 32
39 b) Dentro das localidades ou quando o sinal está colocado em intersecções de nível ou ainda sobre passeios ou vias destinadas a peões: não inferior a 2,20 m 27 ; c) Sinais colocados por cima da via: não inferior a 5,50 m. Exceptuam-se, de acordo com o RST (n.º 8 do art.º 13.º), os sinais de direcção e os sinais complementares, que podem ser colocados à altura mais conveniente atendendo à sua localização. Os sinais de direcção, bem como as baias direccionais, devem, em regra, respeitar os valores anteriores ver Figura As baias direccionais devem sempre respeitar a altura mínima de 1,5 m, de modo a não violarem a expectativa dos condutores relativamente ao plano de busca da informação fornecida por este tipo sinalização. Devem ser colocadas a alturas superiores, se a distância de visibilidade resultante for compatível com a velocidade de aproximação ao alinhamento curvo, ou à intersecção, em que estão colocadas. Cada suporte não pode conter mais de dois sinais e de dois painéis adicionais. Não devem colocar-se mais de quatro setas de direcção (sinais J1 e J2) no mesmo suporte. Em divergências a existência de setas esquerdas e direitas no mesmo local, impõe a não utilização do mesmo suporte. Neste caso os sinais de direcção (J1, J2) devem encostar pelo extremo oposto à seta, tal como mostrado na Figura Na Figura dão-se exemplos de conjugações correctas e menos correctas de sinais de código e painéis adicionais num mesmo suporte. (Mod.17) (excepto sinal H1a) Figura Exemplos de conjugação de sinais de código num mesmo suporte Na Figura apresenta-se um desenho esquemático de sistematização dos critérios de colocação transversal e vertical em nós de ligação. 27 Com excepção do conjunto D3a / O7a que é sempre colocado a 1,50 m. 33
40 90 90 SINAIS "DE CÓDIGO" Colocação / Orientação SINAIS COMPLEMENTARES Colocação / Orientação SINAIS DE APROXIMAÇÃO DE SAÍDA BAIAS DIRECCIONAIS 04 >=1.50 >=1.50 Berma ou >= Berma ou > BAIA DIRECCIONAL DE PONTOS DE DIVERGÊNCIA Berma Berma Secção corrente em estrada 0.20 c O5a L=1.90 c=1.50 min. O5b L=1.25 c=1.00 min. L SINAIS DE DIRECÇÃO Colocação SINAIS DE GRANDES DIMENSÕES Colocação lateral / Orientação Berma >=W 1.50 Berma >=0.40 Colocação por cima da via (Sinais E1+E2) >=W 1.50 (E2 colocado por cima da berma) 80 >=5.50 >=W 1/2 via 1/2 via 1/2 via 1/2 via >=W Colocação por cima da via (Sinais I1 e L1) Colocação por cima da via (Sinais I2e+I2f) /2 1/2 >=5.50 >=5.50 >=W >=W >=W Figura Colocação transversal, vertical e orientação dos sinais verticais 34
41 Na Figura encontram-se alguns exemplos de associações correctas e incorrectas de setas de direcção em nós de ligação. Correcto Incorrecto Figura Colocação vertical de conjuntos de setas de direcção Colocação longitudinal Cada espécie de sinais tem as suas próprias regras de colocação longitudinal, as quais vêm explicitadas no RST. É normal a utilização de sinalização de perigo e de regulamentação referente aos ramos de saída, colocada na via de abrandamento ou de entrecruzamento, tal como se mostra nos exemplos da Figura (ver também Anexo). Figura Sinalização de vias de abrandamento e de entrecruzamento em AE Os sinais de perigo não devem ser colocados a menos de 150 m nem a mais de 300 m do ponto da via a que se referem, a não ser que as condições do local o não permitam, devendo, neste caso, ser utilizado um painel adicional indicador da distância (modelo 1a) [2]. O sinal utilizado, como se vê na Figura é o sinal A1a - curva à direita. Neste caso este sinal deve respeitar uma distância de colocação ao local a que se refere (início da curva horizontal) de 150 m a 200 m (ver a DT Critérios de colocação da Sinalização Vertical e o Quadro 3. 3). É vulgar ver os sinais de perigo colocados a distâncias inferiores às regulamentares, sem qualquer painel adicional indicador de distância, ou exactamente no ponto da via a que se referem situação quase sistemática no caso do sinal A1a - curva à direita, nos ramos de ligação dos nós das auto-estradas. O painel adicional do modelo 17 presente nos exemplos da Figura (associado tanto ao sinal de perigo como ao de regulamentação ver a DT Critérios de utilização da Sinalização 35
42 Vertical) tem a seguinte descrição no RST: Painel indicador de via de saída: destina-se a indicar que a regulamentação ou o perigo constante do sinal apenas se aplicam na via de abrandamento ou de saída indicada pela direcção da seta. Os sinais de perigo e de regulamentação podem, assim, ser colocados à distância regulamentar mais conveniente na própria auto-estrada (respeitando, neste caso uma distância de colocação de 250 m a 300 m do ponto da via a que se referem), ou noutra via interessada, dirigindo-se unicamente aos condutores que tomam a via de saída. É também corrente ver uma tentativa de superação da má colocação longitudinal do sinal A1a pela utilização do sinal A29 - outros perigos, sinal que não deve ser utilizado quando existe sinal adequado ao perigo prevalecente como é o caso, nem como pré-aviso deste último colocado antes dele, como tem vindo a ser utilizado nas nossas estradas muito recentemente Figura Figura Exemplo de utilização incorrecta do sinal A29 antes do sinal A1a Os sinais de cedência de passagem, dada a sua diversidade e o facto de alguns terem também carácter de sinais de perigo, têm regras para cada tipo de sinal. B1 B1+ mod. 1a Figura Sinal de cedência de passagem e respectivo pré-aviso O sinal B1 - cedência de passagem deve ser colocado na proximidade imediata da intersecção, tanto quanto possível na posição correspondente ao local onde os condutores devem parar e aguardar a passagem dos veículos na via com prioridade [2] ou seja, no caso presente no limite da linha contínua da via de aceleração ou de entrecruzamento ver a Figura 3. 14, a Figura e o Anexo. O pré-aviso do sinal B1 é efectuado através daquele sinal complementado com o painel adicional do modelo 1a exemplo na Figura Figura Sinalização de via de aceleração em AE 36
43 O sinal B9d - entroncamento com via sem prioridade, não deve ser colocado a menos de 150 m nem a mais de 300 m do ponto da via a que se refere, a não ser que as condições do local o não permitam, devendo, neste caso, ser utilizado um painel adicional indicador da distância (modelo 1a), tal como no caso dos sinais de perigo ver a DT Critérios de utilização da Sinalização Vertical. Para a escolha da distância de colocação pode ser seguido o critério do Quadro 3. 3, idêntico ao utilizado para os sinais de perigo. Quadro Distâncias de colocação do sinal B9d Velocidades (km/h) (Auto-estradas) (Vias Reservadas) (Restantes estradas e ramos de ligação) Distância a utilizar (m) Em arruamentos urbanos, dadas as velocidades permitidas e os espaços em jogo, os sinais de cedência de passagem, bem como os sinais de perigo, são quase sempre colocados a distâncias inferiores a 150 m, pelo que devem ser complementados com o painel adicional do modelo 1a. Os sinais de proibição e de obrigação devem ser colocados na proximidade imediata do local onde a proibição ou a obrigação começa. É o caso dos sinais C13 - proibição de exceder a velocidade máxima de... km/h e D1c - sentido obrigatório, utilizados nas saídas, estando os primeiros associados ao painel adicional do modelo 17 ver Figura e o Anexo a esta DT. Figura Exemplos de utilização de sinais de número e sentido das vias de trânsito Os sinais de número e sentido das vias de trânsito (H31) representados nas situações de divergência e convergência da Figura 3. 18, são normalmente colocados na proximidade imediata do ponto da via a que se referem. Esta proximidade corresponde a uma distância de 100 m em auto-estradas e vias reservadas a automóveis e motociclos e de 50 m nas restantes vias. O dimensionamento dos sinais representados, tal como dos restantes sinais de número e 37
44 sentido das vias de trânsito está definido nos Anexo da DT Características dos Sinais Verticais. Os sinais O5 - baias direccionais para balizamento de pontos de divergência (BPD Figura 3. 19) devem ser colocados na zona de divergência da saída que assinalam em intersecções desniveladas sobre a marca M17a, de acordo com o RST vide Figura e o Anexo a esta DT. O5a Figura Baias direccionais para balizamento de pontos de divergência O5b Os sinais O5 são, de acordo com o artigo 44.º do RST, específicos de intersecções desniveladas, não devendo ser colocados noutros locais. É assim de banir a prática de colocação destes sinais em rotundas e noutras intersecções de nível. Neste último caso o utente pode ser levado a confundir uma via de abrandamento de um cruzamento ou entroncamento, a que se seguem curvas em planta de raio muito reduzido, com uma via de abrandamento de um ramo de ligação de um nó, em que o raio da curva em planta é normalmente substancialmente maior, permitindo velocidades de circulação mais elevadas. Na colocação dos sinais de direcção em nós (sinais J1 e J2) deve ser ponderada a utilização de suportes frágeis se a zona livre 28 tiver uma extensão superior a 10 m. Na hipótese de utilização de um dispositivo de retenção frontal na divergência deve ser respeitada a sua zona de isolamento, definida no documento de homologação respectivo Figura zona de isolamento (exemplo para uma ponta metálica) Figura Colocação longitudinal de setas de direcção em nós de ligação Sempre que, em nós de ligação, o sinal de direcção (conjunto de sinais J1 ou de J1 e de J2) é substituído por um sinal E1 seleccionando a via de saída Figura 3. 21, a sua colocação longitudinal deve corresponder ao ponto limite da zona morta definida entre o ramo de saída e a via principal 29, no final da via de abrandamento Figura Parcela da área adjacente à faixa de rodagem disponível para uso seguro por veículos descontrolados talude de inclinação inferior a 1/4 e pontos de quebra com raio de curvatura igual ou superior a 12 m. 29 Ponto em que a linha contínua que limita o bordo direito da faixa de rodagem da via principal LBC (0.30), no caso de uma AE, em continuidade da guia correspondente G (0.20) e da linha contínua LBC 38
45 Figura Sinal E1 utilizado como sinal de direcção Dada a função de sinal de direcção atribuída, neste caso, ao sinal E1 e a sua colocação por cima da via, não pode o mesmo ser recuado para além do ponto assinalado (ponto limite da zona morta definida entre o ramo de saída e a via principal) por ser este o último ponto em que é possível associar a seta vertical ao centro da via de saída, preservando uma adequada leitura do sinal para os condutores a que se dirige. É frequente ver este tipo de solução mas com o sinal colocado já no ramo de saída, sem qualquer possibilidade de leitura a partir da via principal, não cumprindo, como tal, a sua função. Estas situações devem ser corrigidas. Ponto referido no texto distância percorrida em 1 s via de abrandamento paralela 1/2 via 1/2 via Figura Colocação longitudinal do sinal E1 utilizado como sinal de direcção Sistema Informativo O sistema informativo é o conjunto de sinais verticais susceptíveis de serem utilizados na sinalização de orientação de uma intersecção, de nível ou desnivelada, e inclui os seguintes sinais do RST: - sinais de pré-sinalização (I1, I2a a I2f, I3a e I3b); - sinais de selecção de vias (E1 a E3); - sinais de direcção (J1, J2 e J3a a J3d); - sinais de confirmação (L1) Sistema Informativo Base O Sistema Informativo (SI) Base para ramos de saída em nós de ligação em estradas com dupla faixa de rodagem é constituído, de acordo com o Quadro 2. 11, por um sinal de pré-aviso simplificado, por um sinal de pré-aviso gráfico, por sinais de selecção de vias, por sinais de direcção e por um sinal de confirmação nas estradas da rede nacional. Em função do número de vias de trânsito da faixa de rodagem, assim são usados sinais colocados lateralmente ou por cima da via. Quadro Sistema Informativo Base Nós de ligação Perfil transversal Faixa com duas vias de Faixa com três ou mais vias (0.20), se encontra com a linha contínua que limita o bordo esquerdo da faixa de rodagem do ramo LBC (0.15) no exemplo evocado, em continuidade da guia correspondente G (0.15). 39
46 Sistema Informativo trânsito de trânsito Sinal de pré-aviso simplificado I1 30 I1 (colocado por cima da via) Sinal de pré-aviso gráfico I2d I2e + I2f Sinais de selecção de vias Sinais de direcção Sinal de confirmação (só na Rede Nacional) E1 + E2 J1 ou J2 Em caso de exiguidade de espaço para colocação dos sinais de direcção, de eventuais problemas de visibilidade ou simplesmente para evitar um obstáculo físico na divergência (que necessita que o tráfego seja dele protegido), deve utilizar-se um sinal E1, colocado por cima da via, em substituição destes sinais ver o critério de colocação deste sinal na Figura L1 L1 (colocado por cima da via) Este sistema informativo é apresentado esquematicamente na Figura e na Figura : d1 d2 d3 d4 I1 J E1+E2 I2d Figura Sistema Informativo Base - Faixa com duas vias de trânsito L1 d1 d2 d3 d4 I1 J I2e+I2f E1+E2 E1 Figura Sistema Informativo Base - Faixa com três ou mais vias de trânsito L1 As distâncias indicadas nas figuras precedentes têm os valores do Quadro 3. 4 [5] [10]. Quadro Distâncias de colocação dos sinais do SI em nós de ligação 30 As referências dos sinais reportam-se à classificação do RST. 31 Nestes desenhos, bem como nos restantes deste tipo, é representada unicamente uma das duas faixas de rodagem da via considerada. 40
47 Velocidades (km/h) (Auto-estradas) (Vias Reservadas) (Restantes estradas e ramos de ligação 33 ) (Restantes estradas 34 e arruamentos urbanos) Distâncias (m) d1 d2 d3 32 d A Sinalização Turístico-cultural integra-se por vezes no Sistema Informativo. Apresenta-se na Figura a localização dos sinais T2 - património e dos sinais de direcção correspondentes, no caso apresentado na Figura [11]. J (T2) E1+E2 L1 T2 I1 I2d Figura Sinal T2 e Sistema Informativo As indicações turístico-culturais não cobertas pelos sinais T2 bem as indicações desportivas e industriais, podem ser consideradas em IP e IC para equipamentos de interesse regional a definir caso a caso (vide parágrafo da NST, Anexo à DT Sinalização Turístico-cultural). A inclusão destas indicações nos SI de nós de ligação faz-se exclusivamente nos sinais de pré-aviso simplificado e nos sinais de direcção, conforme Figura a Figura I1 J E1+E2 I2d Figura Sistema Informativo com indicação turístico-cultural L1 32 A distância d3 é apenas indicativa, pois os sinais E1+E2 devem ser colocados no início do bisel da via de saída, ou da própria via de saída ver a DT Critérios de colocação da Sinalização Vertical. 33 Nas restantes estradas incluem-se estradas interurbanas e urbanas. Neste escalão de velocidades incluem-se ainda os ramos de ligação em estradas (AE, VR e Restantes estradas). 34 Nas restantes estradas, incluem-se estradas interurbanas e urbanas. Neste escalão de velocidades incluem-se aquelas que, por razões geométricas, nomeadamente devido ao seu traçado em planta, não permitem velocidades superiores às indicadas. 41
48 I1 J E1+E2 I2d Figura Sistema Informativo com indicação desportiva L1 I1 J E1+E2 I2d Figura Sistema Informativo com indicação industrial L1 Não podem assim ser utilizados os restantes sinais do SI em nós de ligação para a inclusão deste tipo de indicações, a não ser no caso de acessos exclusivos nos termos do parágrafo 3.3 da NST (ver a DT Sinalização turístico-cultural). Na Figura pormenorizam-se os pontos de referência a tomar para a determinação das distâncias d1 a d4 (ver também a DT Critérios de colocação da Sinalização Vertical). d1 d2 d4 d1 d2 d3 d4 Figura Referências a tomar para as distâncias d1 a d4 em intersecções desniveladas Adaptações do Sistema Informativo 42
49 Áreas Metropolitanas e Rede Primária Urbana As vias das áreas metropolitanas, nomeadamente as da rede primária urbana (estradas urbanas e arruamentos principais) que têm intersecções desniveladas, são normalmente vias de grande capacidade, com duas faixas de rodagem e duas ou mais vias de trânsito por faixa. O Sistema Informativo adaptado é constituído por um sinal de pré-aviso gráfico, quando é possível respeitar os critérios de colocação longitudinal destes sinais (ver Quadro 3. 4), ou por sinais de selecção de vias em sua substituição no caso contrário, por sinais de selecção de vias no início do bisel de saída e por sinais de direcção, que podem ser substituídos por um sinal de selecção de vias E1, nomeadamente no caso de três ou mais vias de trânsito por sentido, e por um sinal de confirmação, quando se trata de uma estrada da rede nacional, de acordo com o Quadro Quadro Adaptação do Sistema Informativo Áreas metropolitanas e rede primária urbana Perfil transversal tipo Sistema Informativo Sinal de pré-aviso gráfico ou sinais de selecção de vias Sinais de selecção de vias Sinais de direcção Sinal de confirmação (só na Rede Nacional) Faixa com duas vias de trânsito Faixa com três ou mais vias de trânsito I2d I2e + I2f quando é possível respeitar os critérios de colocação longitudinal destes sinais (500 m, em estrada) ou E1 + E1, no caso contrário. E1 + E2 J1 ou J2 E1 colocado por cima da via, para estrada com 3 ou mais vias de trânsito por sentido (ver Figura 3. 30). J3 em arruamentos principais. L1, quando possível (colocado por cima da via para 3 ou mais vias de trânsito). Esta adaptação do sistema informativo é apresentada esquematicamente na Figura 3. 30, para o caso de uma via com dupla faixa de rodagem e três vias de trânsito por sentido. d2 d3 d4 I2e+I2f ou E1+E2 E1 (L1) J3 em arruamentos principais E1+E1 Figura Exemplo para faixa de estrada, ou arruamento, com três vias de trânsito Por claras razões de homogeneidade da sinalização ao longo de uma mesma via, a substituição do sinal de pré-aviso gráfico por sinais de selecção de vias num determinado nó, implica a 43
50 manutenção do mesmo critério em todos os restantes nós dessa via, independentemente da possibilidade física de respeitar o critério de colocação longitudinal do pré-aviso gráfico nos restantes nós. Estes sinais devem assim ser colocados sempre à mesma distância (inferior à distância d2, definida no Quadro 3. 4) dos pontos de referência apresentados na Figura 3. 29, também por razões de homogeneidade da sinalização Divergências As divergências exigem um tratamento diferenciado ao nível do Sistema Informativo, que deve ser tanto mais diferenciado quanto mais a geometria da divergência se afasta da geometria habitual de um ramo de saída que se inicia por uma via de abrandamento. O sistema informativo em divergências é constituído de acordo com o Quadro 3. 6, por um sinal de pré-aviso simplificado, de pré-aviso gráfico ou de selecção de vias, conforme as características geométricas da divergência e a possibilidade de respeitar os critérios de colocação longitudinal daqueles sinais, por sinais de pré-aviso gráfico ou de selecção de vias, por sinais de selecção de vias e por sinais de direcção ou de selecção de vias. Esta adaptação do sistema informativo é apresentada esquematicamente na Figura 3. 31, na Figura e na Figura (em que não representados os sinais L1). Quadro Adaptação do Sistema Informativo Divergências Tipo de divergência Sistema Informativo Separação de uma via de trânsito Faixa com duas vias Faixa com três ou mais vias Separação de duas ou mais vias de trânsito Sinal de pré-aviso ou sinais de selecção de vias E3 I1, colocado em pórtico. I2e + I2f Sinal de pré-aviso ou sinais de selecção de vias Sinais de selecção de vias Sinais de direcção, ou de selecção de vias Sinais de confirmação (só na Rede Nacional) E3 E1+E1 E3 em arruamento principal J + J (1 ou 2) ou conjunto J3 em arruamentos principais L1 I2e + I2f E1 + E1, em vias urbanas, quando não é possível respeitar os critérios de colocação longitudinal dos sinais I2e + I2f E1 (eventual J, em estrada) E1 + E1 E1 + E1 L1 (colocado por cima da via para 3 ou mais vias de trânsito) 44
51 d1 d2 d3 E3 E3 Conforme geometria da divergência Figura Divergência Separação de uma via de trânsito em faixa com duas vias de trânsito J+J E1+E1 E3 e J3 em arruamentos principais d1 d2 d3 I1 I2e+I2f E1+E1 E1 ( ) J eventual Figura Divergência Separação de uma via de trânsito em faixa com três ou mais vias de trânsito d1 d2 d3 I2e+I2f I2e+I2f E1+E1 E1+E1 Figura Divergência Separação de duas ou mais vias de trânsito em faixa com quatro ou mais vias de trânsito Na rede primária urbana estradas urbanas e arruamentos principais as divergências são tratadas de modo semelhante, eliminando-se unicamente o primeiro sinal ou conjunto de sinais (colocados à distância d1 da intersecção) e substituindo, tal como no caso anterior, os sinais de pré-aviso gráfico por sinais de selecção de vias, quando não é possível respeitar o critério de colocação longitudinal daqueles sinais. Nos arruamentos principais os sinais de direcção são de âmbito urbano e, no primeiro caso apresentado (Figura 3. 31), o conjunto de sinais E1+E1 é substituído pelo sinal E3 de grafismo adequado à divergência, como assinalado na própria figura. 45
52 A separação de uma faixa de rodagem de três vias de trânsito em outras tantas vias individualizadas que conduzem a destinos distintos é uma situação possível, nomeadamente numa ligação terminal da rede primária urbana à rede nacional, a qual deve ser tratada, ao nível do sistema informativo, de acordo com o esquema da Figura A utilização, nesta ou noutra situação, de um sinal do tipo I2f para indicar uma saída à esquerda, não tem cobertura no RST, tal como graficamente assinalado na figura. d2 d3 E1+E1+E1 E1+E1+E1 E1+E1+E1 Figura Exemplo de separação de três vias de trânsito em via urbana 3.3 Secção corrente dos ramos de ligação Os sinais mais usados na secção corrente dos ramos de ligação são os sinais de perigo (A1a e A1b - curva à direita e curva à esquerda respectivamente), de proibição (C13 - proibição de exceder a velocidade máxima de... km/h) e de informação (H6 - velocidade recomendada, associado aos sinais A1) ver Figura 3. 35, H31 - sinais de número e sentido das vias de trânsito (quando há alteração daquele número em ramos com duas vias de trânsito, precedidos pelo sinal A4b - passagem estreita ver a Figura 2. 16) e baias direccionais utilizadas em sucessão múltipla, em complemento da sinalização de perigo para indicar o desenvolvimento de um troço em curva. A1a A1b C13 H6 - Curva à direita e curva à esquerda Proibição de exceder a velocidade máxima de... km/h Velocidade recomendada Figura Sinais de código mais usados em secção corrente de ramos de ligação Para a determinação do espaçamento entre baias direccionais simples (sinal o6a, incluído nos sinais complementares), deve começar-se por determinar o espaçamento entre delineadores no caso de uma curva em planta ver o parágrafo e a DT DRCMR. 46
53 Este espaçamento é determinado de modo que sejam sempre visíveis cinco delineadores ao longo da curva e é função da distância de visibilidade mínima determinada sobre a plataforma. O espaçamento final é ajustado para um múltiplo de 4 m, por um critério de uniformidade que permite posicionar os delineadores do lado de extradorso da curva nos prumos das guardas de segurança metálicas, quando existentes. Este critério é explicado na DT DRCMR e está sintetizado na Figura e no Quadro 2. 8 Para garantir a visibilidade de pelo menos três baias direccionais, é necessário utilizar um espaçamento entre si igual a 1,5 vezes o anterior, de modo a garantir uma relação entre os espaçamento destas e dos delineadores, uma vez que podem coexistir e o seu espaçamento é sempre definido ao longo do extradorso da curva. As baias em sucessão múltipla devem ser posicionadas de acordo com a Figura 3. 36, colocando a primeira sensivelmente na perpendicular à trajectória do veículo que entra na curva, e assegurando a existência de duas baias antes desta. D D D D e Figura Colocação de baias direccionais em sucessão múltipla Nos ramos de saída de nós a primeira baia direccional deve estar afastada da baia para balizamento de pontos de divergência (BPD) do valor do espaçamento calculado Figura D D D Figura Colocação de baias direccionais e de BPD num ramo de saída 47
54 3.4 Intersecções de nível nas vias com faixa de rodagem única As intersecções de nível nas zonas terminais dos ramos de ligação são fundamentalmente os entroncamentos e as rotundas, como se viu na Introdução (Capítulo 1). A sinalização deste tipo de intersecções é objecto da DT Sinalização de cruzamentos e de entroncamentos e da DT Sinalização de rotundas, na qual é especialmente abordada a sinalização das chamadas rotundas desniveladas. Como medida de desencorajamento da utilização dos ramos de saída dos nós para acesso à faixa de rodagem de sentido contrário, em auto-estradas e outras vias com dupla faixa de rodagem, e ainda na plena via quando conveniente, devem ser colocados dois sinais C1 - sentido proibido, no final dos ramos de saída, um de cada lado do ramo, voltados em sentido contrário ao da marcha, ou seja no sentido da eventual entrada indevida ver Anexo. Deve utilizar-se sempre sinais de dimensão normal de 90 cm de diâmetro, independentemente da dimensão dos sinais previstos no ramo. Deve ser dada especial atenção aos ramos de saída a que correspondem intersecções de nível na via secundária, pois são aqueles em que a manobra irregular se encontra, por vezes, menos dificultada pela geometria da intersecção ver Figura a Figura É ainda recomendada a utilização das setas de selecção assinaladas a vermelho nestas figuras [13]. No caso das rotundas deve ter-se o cuidado adicional de não prejudicar a mensagem visual transmitida pelo sinal B1, em que a forma única do sinal (triângulo invertido) pode ser anulada pela colocação no seu tardoz de um sinal circular. Assim os sinais C1 devem ser colocados no tardoz dos sinais D4 e nunca no tardoz dos sinais B1. Nestes casos tem sido recomendada, em vários relatórios de Auditorias de Segurança Rodoviária realizadas para o IEP e para a EP, uma medida complementar de segurança que consiste em repetir esta sinalização um pouco a jusante da anterior (25 a 50 m, conforme os casos), criando um efeito de porta, para melhorar a eficácia da medida anterior. Esta repetição pode ser realizada utilizando os chamados painéis de contramão, representados na Figura 3. 38, na Figura e na Figura A execução da manobra irregular, que se pretende prevenir com esta sinalização, tem normalmente como consequência um choque frontal no ramo de ligação ou na faixa de rodagem da via principal. Os painéis de contramão, pormenorizados na Figura [13], apresentam duas dimensões: a maior, que contém o sinal C1 com a dimensão de 70 cm, deve ser utilizada nos ramos de ligação de auto-estradas e de vias reservadas a automóveis e motociclos; a menor, que contém o sinal C1 com a dimensão de 40 cm, deve ser utilizada nos ramos de nós de ligação das restantes estradas com dupla faixa de rodagem. Estes painéis devem ser colocados preferencialmente entre 25 m a 50 m após os sinais C1, sempre que possível de ambos os lados da faixa de rodagem e virados para o sentido de trânsito contrário ao legalmente permitido. Na impossibilidade de colocar o painel de um dos lados 48
55 do ramo de ligação deve ser mantido o sinal C1, preferencialmente, de 90 cm de diâmetro, em sua substituição. Os painéis de contramão deverão ser colocados de forma a não poderem ser vistos pelos condutores que circulem no sentido legal [13]. Figura Sinalização de contramão em ramo bidireccional (rotunda) Figura Sinalização de contramão em ramo de ligação bidireccional (entroncamento) 49
56 Figura Sinalização de contramão em ramo de ligação unidireccional (nó em diamante) R R Ø Ø Figura Painéis de contramão A utilização do sinal C1, para demover a entrada em sentido contrário nos ramos de entrada em duplas faixas de rodagem, deve ser feita de acordo com a Figura É ainda recomendada a utilização das setas de selecção, assinaladas a vermelho nesta figura para prevenir a entrada em contra mão na faixa de rodagem principal. 50
57 Figura Ramo de entrada e via de aceleração em dupla faixa de rodagem Os sinais de informação que definem o início ou o fim de um regime de circulação (H24, H25 e H38, H39) devem ser colocados no ponto da via em que esse regime começa a vigorar ou termina, respectivamente. Figura Critério de colocação dos sinais H24, H25, H38 e H39 Devem ser colocados no início e no fim dos ramos de entrada e de saída das vias assinaladas, respectivamente, para que o conjunto de regras especialmente previstas para o trânsito nestas infra-estruturas vigore também nos ramos de ligação Figura Não corresponde, contudo, à mudança de regime de circulação introduzida por aqueles sinais nos ramos de entrada nestas vias, uma efectiva alteração da velocidade máxima permitida 35 que implique uma alteração das características dimensionais da sinalização de trânsito nestes ramos. 35 Esta velocidade pode ser regulada pela colocação de sinais C13, sempre que necessário. 51
58 A sua colocação fora dos locais indicados é incorrecta, podendo levar a situações no mínimo estranhas, de que é um exemplo a colocação de um destes sinais (H24 ou H25) após um sinal C13, vulgar nos ramos de ligação, anulando a prescrição por este transmitida. No início dos ramos de ligação àquelas vias, ou preferencialmente, na sua proximidade, deve ser limitada, pela colocação do sinal C4e - trânsito proibido a peões, a animais e a veículos que não sejam automóveis ou motociclos, e do painel adicional modelo 17, a circulação dos utentes não permitidos pelo regime previsto a jusante Figura Figura C4e + Modelo 17 Este sinal também proíbe o trânsito a veículos agrícolas (não são veículos automóveis), pelo que é incorrecta a sua conjugação ao sinal C3h (Figura 3. 45), como muitas vezes se vê. Figura Sinal C3h É possível assinalar nos pré-avisos gráficos das intersecções de nível a proibição do trânsito a peões, a animais e a veículos que não sejam automóveis ou motociclos, pela intercalação do sinal C4e nas setas do esquema gráfico que representam os ramos de acesso às vias com aquelas limitações, sejam ou não auto-estradas ou vias equiparadas - Figura Figura Exemplo de pré-aviso gráfico com sinal C4e 52
59 4. Critérios de utilização da sinalização No Quadro 4. 1 e no Quadro 4. 2 resumem-se os critérios, expostos neste documento, de utilização da sinalização vertical e da marcação rodoviária em nós de ligação. São ainda dadas indicações complementares sobre práticas menos correctas, ou mesmo totalmente erradas, seguidas na sinalização deste tipo de intersecções. No Anexo dão-se exemplos de vias de entrada e de saída em auto-estrada, da sinalização de um ramo de ligação com duas vias de trânsito e ainda de dois tipos de entroncamentos (normal e de ramos de diamante) em que está representado todo o sistema de sinalização a utilizar. 53
61 Quadro Critérios de utilização da sinalização vertical em vias de saída em nós (via de abrandamento ou divergência e ramo) Sinalização Utilização Perigo e Cedência de passagem Proibição Obrigação Indicação e Selecção de vias Sinais complementares Marcas rodoviárias Indispensável no início da via de saída, eventualmente associado a sinal de limitação de velocidade (C13) ou adequados à situação, na via principal BPD adequados ao tipo de via, em estrada Setas de selecção Zona raiada nas divergências de vias Marcadores nas zonas raiadas Linha de guiamento LBTg Guias em estrada Aconselhada em laços e outros ramos em curva, colocado na via principal ou na via de abrandamento limitação de velocidade adequada complementado por se colocados na via principal ou na via de abrandamento só em divergências no final do ramo quando as condições locais não permitirem a utilização do sinal de dimensão normal em sucessão múltipla ao longo das curvas do ramo Inscrições (números de estradas ou destinos) associados a setas de selecção em divergências Útil associado a sinal de perigo A1a em substituição do BPD, em arruamento urbanos Inútil Pré-avisos sem destinos, ou sinais de código, associados a uma ou mais saídas Desaconselhada uma via de abrandamento não é indicada com este sinal A banir a anteceder outro sinal de perigo Setas de direcção esquerdas indicando destinos sobre o itinerário pré-avisos de outras estradas em alinhamentos rectos Setas de selecção duplas em vias de trânsito que não dão acesso a outras Inscrições associadas a setas de selecção na aproximação a vias de abrandamento Balizas cilíndricas na via principal na via de abrandamento
62 Quadro Critérios de utilização da sinalização vertical em vias de entrada em nós (ramo e via de aceleração ou convergência) Sinalização Utilização Perigo e Cedência de passagem Proibição Obrigação Indicação e Selecção de vias Sinais complementares Marcas rodoviárias Indispensável na via principal, repetido do lado esquerdo quando há duas ou mais vias de trânsito por sentido no início da via de aceleração, onde termina a linha contínua na via principal, repetido do lado esquerdo quando há duas ou mais vias de trânsito por sentido só na Rede Nacional, na via principal Zona raiada nas convergências de vias Marcadores nas zonas raiadas Linha de guiamento LBTg Símbolo triangular em vias aceleração e de entrecruzamento Guias em estrada no início da via de aceleração, onde termina a linha contínua Aconselhada no ramo que se continua pela via de aceleração nas entradas, em sentido contrário ao da marcha no início do ramo de ligação em sucessão múltipla ao longo das curvas do ramo Útil na via de aceleração, na sequência de proibições no ramo (a uma distância de 50 m do conjunto C11b + B1) no final da via de aceleração, repetido do lado esquerdo quando há duas ou mais vias de trânsito por sentido, em via reservada a automóveis e motociclos só em convergências na via principal e no ramo, respectivamente Inútil Desaconselhada sinais de código respeitantes à via principal colocados ao longo da via de aceleração uma via de aceleração não é indicada com estes sinais no final da via de aceleração A banir a anteceder outro sinal de perigo na via de aceleração em conjunto na via principal em auto-estrada e via reservada, respectivamente na via de aceleração em alinhamentos rectos Setas de selecção duplas em vias de trânsito que não dão acesso a outras Setas de desvio tipo 1 em vias de aceleração Balizas cilíndricas 56
63 Referências 1 - Código da Estrada - aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de Maio, revisto e republicado pelo Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de Fevereiro e alterado pelo Decreto-Lei n.º 113/2008, de 1 de Julho. 2 - Regulamento de Sinalização do Trânsito - D. R. n.º 22-A/98, de 1 de Outubro, alterado pelos D. R. n.º 41/2002, de 20 de Agosto e n.º 13/2003, de 26 de Junho. 3 - Convention on Road Signs and Signals of 1968 (Convenção de Viena). European Agreement Supplementing the Convention and Protocol on Road Markings, Additional to the European Agreement (2006 consolidated versions). United Nations, Carlos de Almeida Roque. Características dimensionais e critérios de utilização e colocação das Marcas Rodoviárias. Disposição Técnica InIR, Norma de Marcas Rodoviárias da Junta Autónoma de Estradas Norma JAE P13.1.1/ Almeida Roque, C., Cardoso, J. - Low cost engineering measures and stricter enforcement. A successful combination to improve road safety on a dangerous rural route. Routes / Roads nº 311. World Road Association, CEMT Règles européennes en matière de circulation et de signalisation routières SETRA - Note d Information 18. Les Bandes rugueuses. CETE Normandie Centre Norma de Sinalização Vertical de Orientação da Junta Autónoma de Estradas - Norma JAE P13.1.1/ Sousa Marques, J. - Sinalização de Informação Urbana - Estudo Normativo. DGV Norma de Sinalização Turística. JAE, Divisão de Circulação e Segurança. Almada, Marcadores. Disposições Normativas de Aplicação. JAE, Divisão de Circulação e Segurança. Almada, Instrução Técnica sobre Sinalização de Contramão. EP, E.P.E
65 59 Anexo
67 3.º conjunto de setas de selecção a 56 m do 2.º 4.º conjunto de setas de selecção a 84 m do 3.º As setas do sinal de selecção de vias (SSV) E1 devem estar centradas com as vias de trânsito e com as setas de selecção.o SSV E2 deve estar colocado por cima da berma. Seta do SSV E1 centrada com a via de abrandamento no ponto de tangência. DEL // 48 m DEL // 48 m DEL // 48 m G(0.20) LBTa (0.15) 10/4 L=252m G(0.20) LB C(0.15) 3.75 LB C(0.15) LB T(0.15) 4/10 G(0.20) G(0.20) LB Tg(0.30) 3/ distância percorrida em 1 s LB C(0.20) Mu// G(0.20) DEL // 48 m DEL//48 m DEL//24 m 3.50 LB C(0.30) LB C(0.15) Mu//3.50 d DEL // 48 m 10.0 Alternativa DEL//24 m Transição do espaçamento de 24 m para espaçamento no ramo do nó, de acordo com a DT Dispositivos retrorreflectores complementares. d d 500 m 250 m G(0.20) 1.00 DEL//48 m DEL//24 m Limites de velocidade a definir caso a caso Sinais com dimensão de 0.90 m distância mínima = 150 m NOTA: O sinal E1 pode ser utilizado em substituição dos sinais J1/J2 (setas de direcção) de acordo com a DT Sinalização de Orientação. Sistema Informativo. L=0.60m d = 1.5 e, em que e = espaçamento entre delineadores no ramo. 750 m NOTA: Em ambos os casos, previstos pela Norma de Nós de Ligação da JAE, há mudança de largura da guia de 0.20 m para 0.15 m no início da via de abrandamento. Sinais "de código" com dimensão de 1.15 m As setas dos sinais de selecção de vias E1 devem estar centradas com as vias de trânsito, com as setas de selecção e com o símbolo triangular. Seta do SSV E1 centrada com a via de abrandamento no ponto de tangência. DEL // 48 m DEL // 48 m DEL // 48 m G(0.20) LBTa (0.15) 10/4 L=252m G(0.20) LB C(0.15) 3.75 LB C(0.15) LB T(0.15) 4/10 G(0.20) LBC (0.20) Mu//3.50 LBC (0.30) LBTg(0.30) 3/ LB C(0.20) Mu// G(0.20) DEL // 48 m L=0.60m d = 1.5 e, em que e = espaçamento entre delineadores no ramo LBC (0.15) G (0.15) Mu//3.50 Trans iç ão do es paçamento no ramo do nó para o espaç amento de 24 m, de ac ordo com a DT Dis positivos retrorreflec tores complementares. DEL//24 m DEL//24 m 3.50 LB C(0.30) Transição do espaçamento de 24 m para espaçamento no ramo do nó, de acordo com a DT Dispositivos retrorreflectores complementares. LB C(0.15) Mu// d d DEL // 48 m d G (0.15) G (0.15) Limites de velocidade a definir caso a caso Sinais com dimensão de 0.90 m 250 m Sinais com dimensão de 0.90 m (ramos de AE) NOTA: O sinal E1 pode ser utilizado em substituição dos sinais J1/J2 (setas de direcção) de acordo com a DT Sinalização de Orientação. Sistema Informativo. L=0.60m d = 1.5 e, em que e = espaçamento entre delineadores no ramo. 750 m 500 m 300 m L/2 (comprimento máximo ocupado pelas setas de selecção) L (comprimento da via de entrecruzamento) Sinais "de código" com dimensão de 1.15 m DEL // 48 m DEL // 48 m LB T(0.15) 4/10 G(0.20) 3.75 LB T(0.15) 4/10 G(0.20) LB T(0.15) 4/10 G(0.20) G(0.20) LB C(0.20) Mu//3.50 LBC(0.30) LB Tg(0.30) 3/ LB Tg(0.30) 3/4 G (0.20) L=0.60m d = 1.5 e, em que e = espaçamento entre delineadores no ramo LB C(0.15) Mu//3.50 Trans iç ão do es paçamento no ramo do nó para o espaç amento de 24 m, de ac ordo com a DT Dis positivos retrorreflec tores complementares. DEL//24 m 3.50 Alternativa DEL//24 m DEL//48 m NOTA: Em ambos os casos, previstos pela Norma de Nós de Ligação da JAE, há mudança de largura G(0.20) da guia de 0.15 m para 0.20 m no final da via de LB T(0.15) 4/10 aceleração. G (0.20) 1.00 Sinais com dimensão de 0.90 m DEL//24 m DEL//48 m 300 m 50 m VIAS DE ABRANDAMENTO, DE ENTRECRUZAMENTO E DE ACELERAÇÃO EM AE Desenhos esquemáticos (s/ escala)
69 LBC (0.30) LBTg(0.30) 3/ Sinais "de código" com dimensão de 1.15 m DEL // 48 m DEL // 48 m DEL // 48 m LB T(0.15) 4/10 G(0.20) 3.75 LB T(0.15) 4/10 G(0.20) DEL//48 m G(0.20) LBC (0.20) Mu//3.50 LBC (0.15) G (0.15) Mu// LB Tg(0.30) 3/4 LB T(0.15) 4/10 G (0.15) G (0.20) DEL//24 m DEL//48 m L=0.60m Transição do espaçamento no ramo do nó para o espaçamento de 24 m, de acordo com a DT DEL//24 m Dispositivos retrorreflectores complementares. e = 1.5 a em que a = afastamento entre delineadores no ramo G (0.15) G (0.15) Sinais com dimensão de 0.90 m Sinal de número e sentido das vias de trânsito Sinal de número e sentido das vias de trânsito 300 m L=0.90m 50 m As setas dos sinais de selecção de vias E1 devem estar centradas com as vias de trânsito e com as setas de selecção. As setas dos sinais de selecção de vias E1 devem estar centradas com as vias de trânsito. DEL // 48 m DEL // 48 m DEL // 48 m LBTa (0.15) 10/4 L=252m 3.75 G(0.20) 3.75 LB C(0.15) LB T(0.15) 4/10 LB T(0.15) 4/ LB Tg(0.30) 3/ dis tânc ia percorrida em 1 s LB C(0.20) Mu// G(0.20) LB T(0.15) 4/ LB T(0.15) 4/ LB T(0.15) 4/10 LB C(0.30) LB C(0.20) DEL // 48 m 3.75 G(0.20) 3.75 G(0.20) Mu//3.50 DEL // 48 m G(0.20) G(0.20) Sinal de número e sentido das vias de trânsito (SNSVT) 100 m d SNSVT (= 100 m em AE e VR; = 50 m nas restantes vias) 250 m 500 m d3 - ver a DT Sinalização de Orientação. Sistema Informativoo 750 m EXEMPLOS DE CONVERGÊNCIA E DE DIVERGÊNCIA EM AE Desenhos esquemáticos (s/ escala)
71 LBT(0.12) 4/10 D(f)//24m D(f)//24m D(f)//32m D(f)//40m LBTC(0.25) D(f)//48m Mu//3.50 Mu// LBTa(0.12) 5/2 LBT(0.12) 4/10 L=350m D(s)//24m D(s)//24m D(s)//32m D(s)//40m D(f)//48m D(s)//48m D(s)//48m LBT(0.12) 4/10 LEGENDA D(f) - delineador apoiado na guarda de segurança D(s) - delineador apoiado no solo REDUÇÃO DO NÚMERO DE VIAS EM RAMO UNIDIRECCIONAL (Regime fora das localidades) LBC(0.15) LBC(0.15) LB Tg(0.20) 1.5/2 LBC(0.15) LBC(0.15) LB Tg(0.15) 1.5/2 LB Tg(0.15) 1.5/2 LBC(0.15) LB Tg(0.20) 1.5/2 LBC(0.20) LBC(0.15) LBC(0.15) LBC(0.15) LBC(0.15) LBTc(0.30) 0.4/0.3 LBC(0.15) LBC(0.15) ENTRONCAMENTO NA VIA SECUNDÁRIA DE UM RAMO DE LIGAÇÃO DE UMA AE (Regime fora das localidades) RAMOS DE DIAMANTE (Regime fora das localidades)
73 R R R R R R R º
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References: artigo 1
 Artigo 5
 artigo 60
 artigo 18
 artigo 16
 artigo 44