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Timestamp: 2019-11-17 11:58:40+00:00

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Decreto 5731/06 | Decreto nº 5.731, de 20 de Março de 2006, Presidência da Republica
Decreto 5731/06 | Decreto nº 5.731, de 20 de Março de 2006
Dispõe sobre a instalação, a estrutura organizacional da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e aprova o seu regulamento. Ver tópico (2537 documentos)
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 11.182, de 27 de setembro de 2005, DECRETA:
Art. 1o Ficam aprovados o Regulamento, os Quadros Demonstrativos dos Cargos Efetivos e Comissionados, o Quadro-Resumo dos Custos de Cargos Comissionados, o Quadro das Gratificações de Exercício em Cargo de Confiança - Oficiais-Generais e Oficiais, e o Quadro das Gratificações de Representação pelo Exercício de Função - Graduados, da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, na forma dos Anexos I a V a este Decreto.
Art. 1º Ficam aprovados o Regulamento, os Quadros Demonstrativos dos Cargos Efetivos e Comissionados, o Quadro-Resumo dos Custos de Cargos Comissionados, na forma dos Anexos I a III a este Decreto. (Redação dada pelo Decreto nº 9.725, de 2018) Ver tópico (3 documentos)
Art. 2o A Delegação Permanente do Brasil junto ao Conselho da Organização de Aviação Civil Internacional - OACI, subordinada ao Ministério das Relações Exteriores, atuará em coordenação com a ANAC e com o Comando da Aeronáutica em assuntos de natureza técnica, cabendo: Ver tópico (3 documentos)
I - ao Ministro de Estado das Relações Exteriores indicar o chefe da Delegação Brasileira; Ver tópico
II - à Diretoria da ANAC indicar o assessor da Delegação Brasileira responsável por assuntos relativos ao transporte aéreo internacional; e Ver tópico
III - ao Comandante da Aeronáutica indicar o assessor da Delegação Brasileira responsável por assuntos relativos à navegação aérea internacional. Ver tópico
Art. 3o O regimento interno da ANAC será aprovado pela Diretoria e publicado no Diário Oficial da União, no prazo de até noventa dias, contado da data de publicação deste Decreto. Ver tópico (1 documento)
Art. 4o A partir da data da publicação deste Decreto, fica a ANAC investida no exercício pleno de suas atribuições, cabendo-lhe exercer o controle sobre todas as atividades, contratos de concessão e permissão e autorizações de serviços aéreos, celebrados por órgãos ou entidades da administração direta ou indireta da União. Ver tópico (37 documentos)
§ 1o Até que seja decretada a extinção do Departamento de Aviação Civil - DAC e demais unidades do Comando da Aeronáutica que tiveram suas atribuições absorvidas pela ANAC, nos termos do art. 42 da Lei no 11.182, de 27 de setembro de 2005, e observado o prazo de que trata o § 5o do art. 14 deste Decreto, as atribuições referidas no caput serão exercidas com o auxílio daquelas unidades, sob a coordenação da ANAC. Ver tópico (2 documentos)
§ 2o As unidades referidas no § 1o prestarão todo o apoio necessário ao adequado funcionamento da ANAC, até que seja concluído o inventário e declarada a extinção dessas unidades. Ver tópico
§ 3o Decretada a extinção do DAC e das unidades que tiveram suas atividades absorvidas, totalmente ou em parte, pela ANAC, serão remanejados para o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão todos os cargos comissionados e gratificações a eles alocados. Ver tópico
Art. 5o Ficam transferidos para a ANAC: Ver tópico (6 documentos)
I - o acervo técnico e patrimonial, as obrigações, os direitos e as receitas: Ver tópico
a) do DAC; Ver tópico
b) do Instituto de Aviação Civil; Ver tópico
c) da Comissão de Estudos Relativos à Navegação Aérea Internacional - CERNAI, naquilo que diz respeito ao transporte aéreo e às demais competências absorvidas pela ANAC; Ver tópico
d) do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial, do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial, naquilo que diz respeito à aviação civil e às demais competências absorvidas pela ANAC; e Ver tópico
e) de outras unidades do Comando da Aeronáutica que tiveram atribuições transferidas para a ANAC; Ver tópico
II - os saldos orçamentários necessários ao atendimento das despesas de estruturação e manutenção da ANAC, utilizando como recursos as dotações orçamentárias destinadas às atividades finalísticas e administrativas, observados os mesmos subprojetos, subatividades e grupos de despesas previstos na Lei Orçamentária em vigor. Ver tópico
Art. 6o O Ministério da Defesa, por intermédio do Comando da Aeronáutica, prestará os serviços de que a ANAC necessitar, durante cento e oitenta dias após a sua instalação, devendo as despesas decorrentes da atividade, excluída a remuneração dos servidores, serem ressarcidas pela ANAC. Ver tópico (6 documentos)
Parágrafo único. Após o prazo estabelecido no caput deste artigo, poderão ser celebrados convênios para a prestação dos serviços. Ver tópico (6 documentos)
Art. 7o Os servidores públicos federais considerados necessários às atividades da ANAC e que, em 31 de dezembro de 2004, se encontravam em exercício nas unidades do Ministério da Defesa, cujas competências foram para ela transferidas, serão redistribuídos, integrando o seu Quadro de Pessoal Específico. Ver tópico (5 documentos)
Art. 8o A ANAC poderá requisitar, com ônus, servidores e empregados de órgãos e entidades integrantes da administração pública federal. Ver tópico (17 documentos)
Parágrafo único. Durante os primeiros vinte e quatro meses subseqüentes à sua instalação, a ANAC poderá complementar a remuneração do servidor ou empregado público requisitado, até o limite da remuneração do cargo efetivo ou emprego permanente ocupado no órgão ou na entidade de origem, quando a requisição implicar redução dessa remuneração. Ver tópico
Art. 9o Nos termos do inciso IX do art. 37 da Constituição, fica a ANAC autorizada a efetuar a contratação temporária de pessoal imprescindível à implantação de suas atividades, por prazo não excedente a trinta e seis meses, a contar da publicação deste Decreto. Ver tópico (6 documentos)
Parágrafo único. As contratações temporárias serão feitas por tempo determinado, observado o prazo máximo de doze meses, podendo ser prorrogadas, desde que sua duração não ultrapasse o termo final da autorização de que trata o caput. Ver tópico
Art. 10. A remuneração do pessoal contratado nos termos referidos no art. 9o terá como referência os valores definidos em ato conjunto da ANAC e do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC. Ver tópico (7 documentos)
Art. 11. Fica a ANAC autorizada a custear as despesas com remoção e estada dos profissionais que, em virtude de nomeação para cargos comissionados de Direção, de Gerência Executiva e de Assessoria dos níveis CD I e II, CGE I e II, CA I e II, e para os Cargos Comissionados Técnicos, nos níveis CCT IV e V e correspondentes Gratificações Militares, vierem a ter exercício em cidade diferente de seu domicílio, conforme disposto em norma específica da ANAC, observados os limites de valores estabelecidos para a administração pública federal direta. Ver tópico (5 documentos)
Art. 12. Os militares do Comando da Aeronáutica, da ativa, em exercício nos órgãos do Comando da Aeronáutica, correspondentes às atividades atribuídas à ANAC, passam a ter nela exercício, sendo considerados como em serviço de natureza militar. Ver tópico (1 documento)
§ 1o Os militares do Comando da Aeronáutica a que se refere o caput deste artigo deverão retornar à Força no prazo máximo de sessenta meses, a contar daquela data, à razão mínima de vinte por cento a cada doze meses. Ver tópico
§ 2o O Comando da Aeronáutica deverá enviar à ANAC, com antecedência mínima de cento e vinte dias, relação dos militares que deverão retornar à Força. Ver tópico
§ 3o O Comando da Aeronáutica poderá substituir, a seu critério, os militares em exercício na ANAC, devendo, para tanto, observar o prazo estipulado no § 2o. Ver tópico (1 documento)
§ 4o Caso inexista interesse da Diretoria da ANAC em receber o militar em substituição, na forma prevista no § 3o, aplica-se o disposto no § 1o. Ver tópico
§ 5o Os militares de que trata este artigo somente poderão ser movimentados no interesse da ANAC e com autorização do Comandante da Aeronáutica. Ver tópico
Art. 13. Os militares do Comando da Aeronáutica, da ativa, em exercício na ANAC, poderão exercer atribuições correspondentes aos cargos de Gerência Executiva, de Assessoria, de Assistência e Cargos Comissionados Técnicos da sua estrutura, fazendo jus, nesse caso, às Gratificações de Exercício em Cargo de Confiança e de Representação pelo Exercício de Função, privativas dos militares. Ver tópico (101 documentos)
Parágrafo único. Cabe à Diretoria dispor sobre a concessão das gratificações de que trata o caput deste artigo. Ver tópico
Art. 14. O Ministro de Estado da Defesa instituirá comissão especial a fim de coordenar os trabalhos de inventário dos bens e obrigações transferidos para a ANAC. Ver tópico (36 documentos)
§ 1o O patrimônio imóvel da União, utilizado pelos órgãos do Comando da Aeronáutica, a ser transferido para a ANAC, passa a ser por ela administrado. Ver tópico
§ 2o Não será transferido patrimônio imóvel da União indissociável de instalação militar do Comando da Aeronáutica. Ver tópico
§ 3o Os contratos de prestação de serviços, inclusive os celebrados por tempo determinado, nos termos da Lei no 8.745, de 9 de dezembro de 1993, e de fornecimento de materiais, bem como os materiais de consumo e congêneres adquiridos para atender, no todo ou em parte, às necessidades dos órgãos do Comando da Aeronáutica cujas atribuições foram absorvidas pela ANAC, serão transferidos ou sub-rogados, total ou parcialmente, em favor da ANAC. Ver tópico
§ 4o A sub-rogação dos contratos de que trata o § 3o fica condicionada à existência, na ANAC, da dotação orçamentária para fazer frente às despesas, devendo constar no termo de sub-rogação a nova classificação dos recursos a elas destinados. Ver tópico
§ 5o O prazo para a conclusão dos trabalhos da comissão especial de que trata o caput será de noventa dias, prorrogáveis até o limite de cento e oitenta dias, ao final do qual as providências pendentes deverão ser por ela transferidas à ANAC ou ao Comando da Aeronáutica, no que couber. Ver tópico (2 documentos)
Art. 15. O Ministro de Estado da Defesa instituirá comissão para estabelecer procedimentos, definir programação e acompanhar o retorno ao Comando da Aeronáutica dos militares da ativa que passarem a ter exercício na ANAC. Ver tópico (1 documento)
Parágrafo único. Cabe à ANAC manter estrutura própria, na sede e nas unidades regionais, para desempenhar as atividades e procedimentos estabelecidos na forma do caput. Ver tópico
Art. 16. A ANAC adaptará, no prazo de cento e oitenta dias, os contratos de concessão ou convênios de delegação relativos à administração e exploração de aeródromos, celebrados pela União com órgãos ou entidades da administração federal, direta ou indireta, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Ver tópico
Art. 17. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Ver tópico (5 documentos)
Este texto não substitui o publicado no DOU de 21.3.2006
REGULAMENTO DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC
Art. 1o A Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, autarquia sob regime especial, criada pela Lei no 11.182, de 27 de setembro de 2005, com independência administrativa, autonomia financeira, ausência de subordinação hierárquica e mandato fixo de seus dirigentes, com sede e foro no Distrito Federal, vinculada ao Ministério da Defesa, tem por finalidade regular e fiscalizar as atividades de aviação civil e de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária. Ver tópico (3 documentos)
Art. 2o A ANAC, no exercício de suas competências, deverá observar orientações, diretrizes e políticas formuladas pelo Conselho de Aviação Civil - CONAC, nos termos do art. 3o da Lei no 11.182, de 2005. Ver tópico (3 documentos)
Art. 3o A ANAC atuará como Autoridade de Aviação Civil. Ver tópico (1 documento)
Art. 4o Cabe à ANAC adotar medidas para o atendimento do interesse público e para o desenvolvimento e fomento da aviação civil, da infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária do País, atuando com independência, legalidade, impessoalidade e publicidade, competindo-lhe: Ver tópico (37 documentos)
I - implementar, em sua esfera de atuação, a política de aviação civil; Ver tópico
II - representar o País junto aos organismos internacionais de aviação civil, exceto nos assuntos relativos ao sistema de controle do espaço aéreo e ao sistema de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos; Ver tópico
III - elaborar relatórios e emitir pareceres sobre acordos, tratados, convenções e outros atos relativos ao transporte aéreo internacional, celebrados ou a serem celebrados com outros países ou organizações internacionais; Ver tópico
IV - realizar estudos, estabelecer normas, promover a implementação das normas e recomendações internacionais de aviação civil, observados os acordos, tratados e convenções internacionais de que seja parte a República Federativa do Brasil; Ver tópico (3 documentos)
V - negociar o estabelecimento de acordos e tratados sobre transporte aéreo internacional, observadas as diretrizes do CONAC; Ver tópico
VI - negociar, realizar intercâmbio e articular-se com autoridades aeronáuticas estrangeiras, para validação recíproca de atividades relativas ao sistema de segurança de vôo, inclusive quando envolvam certificação de produtos aeronáuticos, de empresas prestadoras de serviços e fabricantes de produtos aeronáuticos para a aviação civil; Ver tópico (7 documentos)
VII - regular e fiscalizar a operação de serviços aéreos prestados, no País, por empresas estrangeiras, observados os acordos, tratados e convenções internacionais de que seja parte a República Federativa do Brasil; Ver tópico
VIII - promover, junto aos órgãos competentes, o cumprimento dos atos internacionais sobre aviação civil ratificados pela República Federativa do Brasil; Ver tópico
IX - regular as condições e a designação de empresa aérea brasileira para operar no exterior; Ver tópico
X - regular e fiscalizar os serviços aéreos, os produtos e processos aeronáuticos, a formação e o treinamento de pessoal especializado, os serviços auxiliares, a segurança da aviação civil, a facilitação do transporte aéreo, a habilitação de tripulantes, as emissões de poluentes e o ruído aeronáutico, os sistemas de reservas, a movimentação de passageiros e carga e as demais atividades de aviação civil, ressalvadas as competências do Comando da Aeronáutica sobre as atividades de controle do espaço aéreo; Ver tópico (3 documentos)
XI - expedir regras sobre segurança em área aeroportuária e a bordo de aeronaves civis, porte e transporte de cargas perigosas, inclusive o porte ou transporte de armamento, explosivos, material bélico ou de quaisquer outros produtos, substâncias ou objetos que possam pôr em risco os tripulantes ou passageiros, ou a própria aeronave ou, ainda, que sejam nocivos à saúde; Ver tópico
XII - regular e fiscalizar as medidas a serem adotadas pelas empresas prestadoras de serviços aéreos, e exploradoras de infra-estrutura aeroportuária, para prevenção quanto ao uso por seus tripulantes ou pessoal técnico de manutenção e operação que tenha acesso às aeronaves, de substâncias entorpecentes ou psicotrópicas, que possam determinar dependência física ou psíquica, permanente ou transitória; Ver tópico
XIII - regular e fiscalizar a outorga de serviços aéreos; Ver tópico (2 documentos)
XIV - conceder, permitir ou autorizar a exploração de serviços aéreos; Ver tópico (20 documentos)
XV - promover a apreensão de bens e produtos aeronáuticos de uso civil, que estejam em desacordo com as especificações; Ver tópico
XVI - fiscalizar as aeronaves civis, seus componentes, equipamentos e serviços de manutenção, com o objetivo de assegurar o cumprimento das normas de segurança de vôo; Ver tópico (1 documento)
XVII - proceder à homologação e emitir certificados, atestados, aprovações e autorizações, relativos às atividades de competência do sistema de segurança de vôo da aviação civil, bem como licenças de tripulantes e certificados de habilitação técnica e de capacidade física e mental, observados os padrões e normas por ela estabelecidos e, em especial: Ver tópico
a) homologar e certificar os produtos e os processos industriais aeronáuticos; Ver tópico
b) reconhecer a homologação e a certificação estrangeira, nos termos dos acordos internacionais celebrados com outros países; Ver tópico
c) expedir "Certificado de Homologação de Empresa" para empresas fabricantes de produtos aeronáuticos, fiscalizando-as; Ver tópico
d) expedir "Certificado de Homologação de Tipo"; Ver tópico
e) expedir "Certificado de Autorização de Vôo Experimental"; Ver tópico
f) aprovar a aeronavegabilidade de produtos aeronáuticos para exportação; Ver tópico
g) homologar e expedir certificado de homologação de empresa de transporte aéreo; Ver tópico
h) homologar e expedir certificado de homologação de empresa de revisão, reparo ou manutenção de aeronaves, motores, hélices e outros produtos aeronáuticos; Ver tópico
i) vistoriar aeronaves para expedição de certificados de aeronavegabilidade; e Ver tópico
j) conceder certificados de aeronavegabilidade para aeronaves; Ver tópico
XVIII - administrar o Registro Aeronáutico Brasileiro; Ver tópico
XIX - regular as autorizações de horários de transporte (HOTRAN), observadas as condicionantes do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro e da infra-estrutura aeroportuária disponível; Ver tópico (1 documento)
XX - compor, administrativamente, conflitos de interesses entre prestadoras de serviços aéreos e de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária; Ver tópico
XXI - regular e fiscalizar a infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, com exceção das atividades e procedimentos relacionados com o sistema de controle do espaço aéreo e com o sistema de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos; Ver tópico (1 documento)
XXII - regular e fiscalizar a infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, visando a garantir sua compatibilidade com a proteção ambiental e com o ordenamento do uso do solo; Ver tópico
XXIII - aprovar os planos diretores dos aeroportos e os planos aeroviários estaduais; Ver tópico
XXIV - propor ao Presidente da República, por intermédio do Ministro de Estado da Defesa, a declaração de utilidade pública, para fins de desapropriação ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários à construção, manutenção e expansão da infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária; Ver tópico
XXV - conceder ou autorizar a exploração da infra-estrutura aeroportuária, no todo ou em parte; Ver tópico
XXVI - estabelecer o regime tarifário, revisões e reajustes referentes à exploração da infra-estrutura aeroportuária; Ver tópico (4 documentos)
XXVII - homologar, registrar e cadastrar os aeródromos; Ver tópico
XXVIII - arrecadar, administrar e suplementar recursos para o funcionamento de aeródromos de interesse federal, estadual ou municipal; Ver tópico
XXIX - aprovar e fiscalizar a construção, a reforma e a ampliação de aeródromos e sua abertura ao tráfego, observada a legislação e as normas pertinentes e após prévia análise pelo Comando da Aeronáutica, sob o ponto de vista da segurança da navegação aérea; Ver tópico
XXX - expedir normas e padrões que assegurem a compatibilidade, a operação integrada e a interconexão de informações entre aeródromos; Ver tópico
XXXI - expedir normas e estabelecer padrões mínimos de segurança de vôo, de desempenho e eficiência, a serem cumpridos pelas prestadoras de serviços aéreos e de infra-estruturas aeronáutica e aeroportuária, inclusive quanto a equipamentos, materiais, produtos e processos que utilizarem e serviços que prestarem; Ver tópico (2 documentos)
XXXII - expedir certificados de aeronavegabilidade; Ver tópico
XXXIII - regular, fiscalizar e autorizar os serviços aéreos prestados por aeroclubes, escolas e cursos de aviação civil; Ver tópico
XXXIV - expedir, homologar ou reconhecer a certificação de produtos e processos aeronáuticos de uso civil, observados os padrões e normas por ela estabelecidos; Ver tópico
XXXV - integrar o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos - SIPAER; Ver tópico
XXXVI - reprimir infrações à legislação, inclusive quanto aos direitos dos usuários, e aplicar as sanções cabíveis; Ver tópico
XXXVII - arrecadar, administrar e aplicar suas receitas; Ver tópico
XXXVIII - contratar pessoal por prazo determinado, de acordo com a legislação aplicável; Ver tópico
XXXIX - adquirir, administrar e alienar seus bens; Ver tópico
XL - apresentar ao Ministro de Estado da Defesa proposta de orçamento; Ver tópico
XLI - elaborar e enviar o relatório anual de suas atividades ao Ministério da Defesa e, por intermédio da Presidência da República, ao Congresso Nacional; Ver tópico
XLII - aprovar o seu regimento interno; Ver tópico
XLIII - administrar os cargos públicos, os cargos comissionados e as gratificações de que trata este regulamento; Ver tópico
XLIV - decidir, em último grau, sobre as matérias de sua competência; Ver tópico (2 documentos)
XLV - deliberar, na esfera administrativa, quanto à interpretação da legislação sobre serviços aéreos e de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, inclusive casos omissos, quando não houver orientação normativa da Advocacia-Geral da União; Ver tópico
XLVI - deliberar, na esfera técnica, quanto à interpretação das normas e recomendações internacionais relativas ao sistema de segurança de vôo da aviação civil, inclusive os casos omissos; Ver tópico
XLVII - editar e dar publicidade às instruções e aos regulamentos necessários à aplicação da legislação e deste Regulamento; Ver tópico
XLVIII - promover estudos sobre a logística do transporte aéreo e do transporte intermodal, ao longo de eixos e fluxos de produção, em articulação com os demais órgãos governamentais competentes e entidades privadas interessadas; Ver tópico
XLIX - firmar convênios de cooperação técnica e administrativa com órgãos e entidades governamentais, nacionais ou estrangeiros, tendo em vista a descentralização e fiscalização eficiente dos setores de aviação civil e infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária; e L - contribuir para a preservação do patrimônio histórico e da memória da aviação civil e da infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, em cooperação com as instituições dedicadas à cultura nacional, orientando e incentivando a participação das empresas do setor. Ver tópico
§ 1o A ANAC poderá credenciar, nos termos estabelecidos em norma específica, pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, de notória especialização, de acordo com padrões internacionalmente aceitos para a aviação civil, para expedição de laudos, pareceres ou relatórios que demonstrem o cumprimento dos requisitos necessários à emissão de certificados ou atestados relativos às atividades de sua competência. Ver tópico (2 documentos)
§ 2o A ANAC observará as prerrogativas específicas da Autoridade Aeronáutica, atribuídas ao Comandante da Aeronáutica, relativas à edição de normas e procedimentos de controle do espaço aéreo. Ver tópico
§ 3o O Comandante da Aeronáutica editará, em coordenação com a ANAC, ressalvadas as situações de urgência ou emergência, normas e procedimentos de controle do espaço aéreo que tenham repercussão econômica ou operacional na prestação de serviços aéreos e de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária. Ver tópico
§ 4o Quando se tratar de aeródromo compartilhado, de aeródromo de interesse militar ou de aeródromo administrado pelo Comando da Aeronáutica, o exercício das competências previstas nos incisos XXIII, XXIV, XXV, XXVII, XXIX e XXX deste artigo dar-se-á em conjunto com o Comando da Aeronáutica. Ver tópico
§ 5o Sem prejuízo do disposto no inciso X deste artigo, a execução dos serviços aéreos de aerolevantamento dependerá de autorização emitida pelo Ministério da Defesa. Ver tópico
§ 6o Sem prejuízo do disposto no inciso XI deste artigo, a autorização para o transporte de explosivo e material bélico em aeronaves civis que partam ou se destinem a aeródromo brasileiro ou com sobrevôo do território nacional é de competência do Comando da Aeronáutica. Ver tópico
§ 7o Para os efeitos previstos neste regulamento, o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro será explorado diretamente pela União, por intermédio do Comando da Aeronáutica, ou por entidade a quem ele delegar. Ver tópico
§ 8o As expressões infra-estrutura aeronáutica e infra-estrutura aeroportuária, mencionadas neste Regulamento, referem-se às infra-estruturas civis, não se aplicando o disposto nele às infra-estruturas militares. Ver tópico
§ 9o O exercício das atribuições da ANAC, na esfera internacional, dar-se-á em coordenação com o Ministério das Relações Exteriores e, no que tange à navegação aérea internacional, com o Comando da Aeronáutica. Ver tópico
Art. 5o Constitui infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, para efeito de orientação, coordenação, regulação e fiscalização da ANAC, o conjunto de órgãos, instalações ou estruturas terrestres de apoio à aviação civil, para promover-lhe a segurança, a regularidade e a eficiência, compreendendo, nos termos do art. 25 da Lei no 7.565, de 19 de dezembro de 1986: Ver tópico (6 documentos)
I - o sistema aeroportuário; Ver tópico
II - o sistema de segurança de vôo; Ver tópico
III - o sistema de Registro Aeronáutico Brasileiro; Ver tópico
IV - o sistema de facilitação, segurança e coordenação do transporte aéreo; Ver tópico
V - o sistema de formação e adestramento de pessoal destinado à aviação civil e à infra-estrutura aeronáutica civil; Ver tópico
VI - o sistema de indústria aeronáutica; Ver tópico
VII - o sistema de serviços auxiliares; e Ver tópico
VIII - o sistema de coordenação da infra-estrutura aeronáutica. Ver tópico
§ 1o Para os efeitos deste artigo, sistema é o conjunto de órgãos e elementos relacionados entre si por finalidade específica, ou por interesse de orientação, coordenação, supervisão, fiscalização e regulação, não implicando subordinação hierárquica. Ver tópico
§ 2o A instalação e o funcionamento de qualquer serviço de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, dentro ou fora do aeródromo civil público, dependerá de prévia autorização da ANAC, que o fiscalizará, respeitadas as atribuições das demais autoridades. Ver tópico (3 documentos)
Art. 6o No exercício de suas atribuições, cabe à ANAC apurar, julgar, aplicar penalidades ou adotar providências administrativas por infrações previstas na Lei no 7.565, de 1986, e na legislação complementar, inclusive as relativas a tarifas e condições gerais de transporte, bem como conhecer os respectivos recursos. Ver tópico (6 documentos)
Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se também às infrações relativas ao Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro.
Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às infrações relativas ao Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro. (Redação dada pelo Decreto nº 7.245, de 2010). Ver tópico (6 documentos)
Art. 7o Ressalvadas as atribuições específicas fixadas em lei, o tráfego aéreo e a entrada e saída do espaço aéreo brasileiro submetem-se às normas, orientação, coordenação, controle e fiscalização do Comando da Aeronáutica, nos termos previstos nos arts. 11 a 22 da Lei no 7.565, de 1986. Ver tópico (5 documentos)
§ 1o Subordinam-se, também, à orientação, coordenação, controle e fiscalização do Comando da Aeronáutica as atividades de controle de tráfego aéreo, telecomunicações aeronáuticas e dos auxílios à navegação aérea, de meteorologia aeronáutica, de cartografia e informações aeronáuticas, de busca e salvamento, de inspeção em vôo, de coordenação e fiscalização do ensino técnico específico, de supervisão de fabricação, reparo, manutenção e distribuição de equipamentos terrestres de auxílio à navegação aérea e de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos, previstas nos arts. 47, 48 e 86 a 93 da Lei no 7.565, de 1986. Ver tópico
§ 2o O Comandante da Aeronáutica estabelecerá o regime jurídico das "Tarifas de Uso das Comunicações e dos Auxílios à Navegação Aérea em Rota", observado o disposto no Ver tópico
§ 3o do art. 4o deste Regulamento. Ver tópico
Art. 8o Com o objetivo de harmonizar suas ações institucionais na área da defesa e promoção da concorrência, a ANAC celebrará convênios com os órgãos e entidades do Governo Federal competentes sobre a matéria. Ver tópico (17 documentos)
Parágrafo único. Quando, no exercício de suas atribuições, a ANAC tomar conhecimento de fato que configure ou possa configurar infração contra a ordem econômica, ou que comprometa a defesa e a promoção da concorrência, deverá comunicá-lo aos órgãos e entidades referidos no caput deste artigo, para que adotem as providências cabíveis. Ver tópico
Art. 9o No exercício de seu poder normativo e de coordenação, supervisão e fiscalização dos serviços aéreos e da infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, cabe à ANAC disciplinar, dentre outros aspectos, a outorga, a exploração, a administração e a utilização dos serviços aéreos e de infra-estrutura, com vistas a: Ver tópico (6 documentos)
I - definir prioridades na exploração e na utilização de serviços aéreos e de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, de acordo com as diretrizes estabelecidas na política de aviação civil; Ver tópico (4 documentos)
II - garantir a integridade de passageiros, tripulantes, pessoal de terra, público em geral, aeronaves e instalações de aeroportos brasileiros, nacionais e internacionais, protegendo as operações da aviação civil contra atos de interferência ilícita cometidos no solo ou em vôo; Ver tópico
III - assegurar o princípio da confiabilidade do serviço público, garantindo a movimentação de pessoas e bens, em cumprimento a padrões de eficiência, segurança, regularidade, continuidade, atualidade, generalidade e cortesia na prestação dos serviços públicos; Ver tópico
IV - promover e divulgar regularmente estudos específicos sobre as condições do mercado, tráfego e demanda por serviços de transporte aéreo; Ver tópico
V - implementar programas de incentivos para o aumento da produtividade do setor aéreo e para viabilizar o acesso à infra-estrutura e ao transporte aéreo para as localidades não atendidas; Ver tópico
VI - assegurar os direitos dos usuários; Ver tópico
VII - arbitrar conflitos de interesses; Ver tópico
VIII - preservar o cumprimento das obrigações de continuidade da prestação de serviços; e Ver tópico
IX - buscar harmonia com as demais instituições regulatórias, cujos sistemas de regência interfiram na produção dos serviços regulados. Ver tópico
Art. 10. Na regulação dos serviços aéreos, a atuação da ANAC visará especialmente a: Ver tópico (7 documentos)
I - assegurar às empresas brasileiras de transporte aéreo regular a exploração de quaisquer linhas aéreas domésticas, observadas, exclusivamente, as condicionantes do sistema de controle do espaço aéreo, a capacidade operacional de cada aeroporto e as normas regulamentares de prestação de serviço adequado; Ver tópico
II - manter, enquanto forem atendidas as exigências regulamentares de prestação de serviço adequado, os horários alocados às empresas de serviços aéreos para pouso e decolagem nos aeroportos; Ver tópico
III - assegurar a liberdade tarifária; e Ver tópico
IV - zelar para que as empresas de prestação de serviços mantenham regularidade com suas obrigações fiscais e previdenciárias, bem como com o pagamento de taxas à Agência e de tarifas e preços públicos específicos devidos pela utilização de serviços de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária. Ver tópico (5 documentos)
Art. 11. Na regulação da exploração de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, a atuação da ANAC objetivará em especial: Ver tópico (5 documentos)
I - promover a modernização e a expansão de capacidade das infra-estruturas física e operacional existentes, bem como a intensificação da utilização dessas infra-estruturas; Ver tópico
II - buscar assegurar a todos os segmentos da aviação civil acesso adequado à infra-estrutura aeroportuária e aeronáutica; Ver tópico
III - estabelecer regime tarifário e de preços específicos que: Ver tópico (4 documentos)
a) promova maior circulação de pessoas e intercâmbio de bens e serviços entre as regiões do País e deste com o exterior; Ver tópico
b) assegure a eficiência na alocação e uso dos recursos dos aeroportos; Ver tópico
c) gere receita suficiente para recuperar custos; e Ver tópico
d) proporcione orientação para investimentos futuros; Ver tópico
IV - assegurar que as tarifas iniciais sejam determinadas com valores compatíveis aos custos marginais de longo prazo; Ver tópico
V - assegurar a modicidade das tarifas e o repasse de ganhos de produtividade aos usuários; Ver tópico
VI - proceder à revisão e ao reajuste de tarifas dos serviços prestados segundo as disposições contratuais e as regras estabelecidas, após prévia comunicação ao Ministério da Fazenda; Ver tópico
VII - assegurar o cumprimento das normas pertinentes ao meio ambiente, de forma a garantir o desenvolvimento sustentável da aviação civil; Ver tópico
VIII - assegurar a implementação dos padrões de segurança operacional e de segurança da aviação civil contra atos ilícitos; e Ver tópico (1 documento)
IX - assegurar o cumprimento das normas pertinentes às Zonas de Proteção de Aeródromos, Zonas de Proteção de Helipontos e Zonas de Proteção de Auxílios à Navegação Aérea expedidas pelo Comando da Aeronáutica, em complemento às normas da ANAC. Ver tópico
Art. 12. A ANAC acompanhará as atividades dos operadores estrangeiros que atuam no transporte aéreo internacional com o Brasil, visando a identificar práticas operacionais, legislações e procedimentos adotados em outros países, que restrinjam ou conflitem com regulamentos e acordos internacionais firmados pelo Brasil. Ver tópico (1 documento)
§ 1o Para os fins do disposto no caput deste artigo, a ANAC poderá solicitar esclarecimentos e informações aos agentes e representantes legais dos operadores que estejam sob análise. Ver tópico
§ 2o Identificada a existência de legislação, procedimento ou prática prejudiciais aos interesses nacionais ou de empresas brasileiras, a ANAC instruirá o processo respectivo e proporá, ou aplicará, conforme o caso, sanções, na forma prevista na legislação brasileira e nos regulamentos e acordos internacionais. Ver tópico
Art. 13. A outorga para a exploração dos serviços de transporte aéreo público regular de passageiros, carga e mala postal observará as normas legais e regulamentares aplicáveis. Ver tópico (101 documentos)
Art. 14. A autorização e a designação para a prestação de serviços de transporte aéreo internacional obedecerá ao disposto nos tratados, convenções ou acordos bilaterais de que o Brasil seja signatário, bem como às leis brasileiras aplicáveis. Ver tópico (36 documentos)
Art. 15. A prestação de serviços de infra-estrutura aeroportuária e aeronáutica sujeitar-se-á às normas estabelecidas pela ANAC, especialmente quanto: Ver tópico (1 documento)
I - aos critérios para a fixação, o reajuste, a revisão e o acompanhamento das tarifas e dos preços das empresas prestadoras de serviços de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária, de forma a garantir sua publicidade; Ver tópico
II - ao prazo para os detentores de outorgas ou de delegações anteriores à vigência deste Regulamento se adaptarem às novas condições estabelecidas na Lei no 11.182, de 2005; Ver tópico
III - às regras que disciplinarão o compartilhamento de infra-estrutura e instalações aeronáuticas, em conjunto com o Comando da Aeronáutica; e Ver tópico
IV - à regulamentação para a preservação do sigilo das informações técnicas, operacionais, econômico-financeiras e contábeis solicitadas às empresas ou entidades prestadoras dos serviços de infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária. Ver tópico
Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo não se aplica ao Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro. Ver tópico
Art. 16. A ANAC terá a seguinte estrutura organizacional: Ver tópico
I - Diretoria: Ver tópico
b) Assessoria Técnica; Ver tópico
II - Procuradoria; Ver tópico
III - Ouvidoria; Ver tópico
IV - Corregedoria; Ver tópico
V - Auditoria Interna; Ver tópico
VI - Conselho Consultivo; Ver tópico
VII - Superintendências; e Ver tópico
VIII - Unidades Regionais. Ver tópico
Parágrafo único. O regimento interno disporá sobre a estrutura, competências, atribuições e organização das unidades que compõem a estrutura organizacional da ANAC. Ver tópico
Art. 17. A ANAC será dirigida por um Diretor-Presidente e quatro Diretores. Ver tópico (5 documentos)
§ 1o Os membros da Diretoria serão nomeados pelo Presidente da República, após aprovação pelo Senado Federal, para cumprir mandatos de cinco anos, não coincidentes, observadas as disposições dos arts. 12 e 13 da Lei no 11.182, de 2005. Ver tópico
§ 2o O Diretor-Presidente será nomeado pelo Presidente da República dentre os integrantes da Diretoria e investido na função pelo prazo fixado no ato de nomeação. Ver tópico
§ 3o A Diretoria designará um de seus integrantes para assumir a presidência nas ausências eventuais e impedimentos do Diretor-Presidente, e os demais Diretores serão substitutos eventuais entre si. Ver tópico (5 documentos)
§ 4o A data da posse dos primeiros membros da Diretoria será considerada como termo inicial de todos os mandatos, devendo ser observada, a partir de então, para a renovação anual de Diretores. Ver tópico
§ 5o O termo inicial fixado de acordo com o § 4o prevalecerá para cômputo da duração dos mandatos, mesmo que as nomeações e posses subseqüentes venham a ocorrer em datas diferentes. Ver tópico
Art. 18. É vedado aos dirigentes ter interesse, direto ou indireto, em empresa relacionada com a área de atuação da ANAC. Ver tópico (3 documentos)
Parágrafo único. No caso de descumprimento da obrigação prevista no caput, o infrator perderá o cargo, sem prejuízo de responder a ações cíveis e penais cabíveis. Ver tópico
Art. 19. O ex-Diretor fica impedido para o exercício de atividades ou de prestar qualquer serviço no setor regulado pela ANAC, por um período de quatro meses, contados da exoneração ou do término do seu mandato. Ver tópico
Parágrafo único. No prazo estipulado no caput, é vedado ainda, ao ex-dirigente, utilizar em benefício próprio informações privilegiadas obtidas em decorrência do cargo exercido, sob pena de incorrer em ato de improbidade administrativa. Ver tópico
Art. 20. O Procurador deverá ser bacharel em Direito, com experiência no efetivo exercício da advocacia, atendidos os pré-requisitos legais e as instruções normativas da Advocacia-Geral da União. Ver tópico (1 documento)
Art. 21. O Ouvidor será nomeado pelo Presidente da República para mandato de dois anos, admitida uma recondução. Ver tópico
Art. 22. O Corregedor será indicado pelo Ministro de Estado da Defesa e nomeado pelo Presidente da República. Ver tópico
Art. 23. Os demais dirigentes serão nomeados segundo o disposto na legislação pertinente. Ver tópico (1 documento)
Art. 24. À Diretoria da ANAC compete, em regime de colegiado, analisar, discutir e decidir, em instância administrativa final, as matérias de competência da Agência, bem como: Ver tópico (14 documentos)
I - propor, por intermédio do Ministro de Estado da Defesa, ao Presidente da República, alterações no regulamento da ANAC; Ver tópico
II - cumprir e fazer cumprir as normas relativas à aviação civil e à infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária; Ver tópico (1 documento)
III - propor ao Ministro de Estado da Defesa políticas e diretrizes governamentais destinadas a permitir à ANAC o cumprimento de seus objetivos institucionais; Ver tópico
IV - orientar a atuação da ANAC nas negociações internacionais; Ver tópico
V - aprovar procedimentos administrativos de licitação; Ver tópico (1 documento)
VI - outorgar a prestação de serviços aéreos; Ver tópico (1 documento)
VII - conceder ou autorizar a exploração da infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária; Ver tópico
VIII - exercer o poder normativo da ANAC; Ver tópico (3 documentos)
IX - aprovar minutas de editais de licitação, homologar adjudicações, bem como decidir pela prorrogação, transferência, intervenção e extinção, em relação a concessões, permissões e autorizações, na forma do regimento interno, normas, regulamentos de prestação de serviços e dos contratos firmados; Ver tópico
X - aprovar o regimento interno da ANAC; Ver tópico (1 documento)
XI - apreciar, em grau de recurso, as penalidades impostas pela ANAC; Ver tópico
XII - aprovar as normas relativas aos procedimentos administrativos internos da ANAC; Ver tópico (4 documentos)
XIII - decidir sobre o planejamento estratégico da ANAC; Ver tópico (2 documentos)
XIV - estabelecer as diretrizes funcionais, executivas e administrativas a serem seguidas, zelando pelo seu efetivo cumprimento; Ver tópico (1 documento)
XV - decidir sobre políticas administrativas internas e de recursos humanos e seu desenvolvimento; Ver tópico
XVI - deliberar sobre a nomeação dos superintendentes e gerentes de unidades organizacionais, inclusive regionais; Ver tópico
XVII - deliberar sobre a criação, a extinção e a forma de supervisão das atividades das unidades regionais; Ver tópico
XVIII - aprovar propostas de declaração de utilidade pública necessária à execução de projetos e investimentos no âmbito das outorgas estabelecidas ou das delegações em curso, nos termos da legislação pertinente; Ver tópico
XIX - decidir sobre a aquisição e a alienação de bens; Ver tópico
XX - autorizar a contratação de serviços de terceiros, bem como firmar convênios, na forma da legislação em vigor; Ver tópico
XXI - aprovar o orçamento da ANAC, a ser encaminhado ao Ministério da Defesa; Ver tópico
XXII - deliberar, na esfera administrativa, quanto à interpretação da legislação e sobre os casos omissos; e Ver tópico (2 documentos)
XXIII - elaborar relatório anual de suas atividades, nele destacando o cumprimento das políticas do setor. Ver tópico
Parágrafo único. É vedado à Diretoria delegar a qualquer órgão ou autoridade as competências previstas neste artigo. Ver tópico
Art. 25. As decisões da Diretoria serão tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros, cabendo ao Diretor-Presidente, além do voto ordinário, o voto de qualidade, e serão registradas em atas que ficarão disponíveis para conhecimento geral, juntamente com os documentos que as instruam. Ver tópico (2 documentos)
§ 1o A Diretoria reunir-se-á com a maioria de seus membros. Ver tópico
§ 2o A matéria sujeita à deliberação da Diretoria será distribuída ao Diretor responsável pela área, para apresentação de relatório.
§ 2º As matérias sujeitas à deliberação da Diretoria serão distribuídas, por sorteio, a um dos diretores para apresentação de relatório. (Redação dada Decreto nº 9.533, de 2018) Ver tópico (2 documentos)
§ 3o As decisões da Diretoria serão fundamentadas. Ver tópico
§ 4o Cada Diretor votará com independência, fundamentando seu voto, vedada a abstenção. Ver tópico
Art. 26. Ao Gabinete compete: Ver tópico
I - assistir ao Diretor em sua representação funcional, ocupar-se das relações públicas e do preparo e despacho dos seus expedientes pessoais; Ver tópico
II - acompanhar o andamento dos projetos de interesse da ANAC em tramitação no Congresso Nacional; Ver tópico
IV - providenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação da ANAC; Ver tópico
V - planejar, coordenar e supervisionar o desenvolvimento das atividades de comunicação social da ANAC; e Ver tópico
VI - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelos Diretores. Ver tópico
Art. 27. À Assessoria Técnica compete prestar apoio à Diretoria, organizando as pautas das reuniões, expedindo as convocações e notificações e, quando for o caso, providenciando as publicações correspondentes e elaborando as atas e as súmulas das deliberações. Ver tópico
Art. 28. À Procuradoria, órgão vinculado à Procuradoria Geral Federal, compete: Ver tópico
I - executar as atividades de consultoria e assessoramento jurídicos; Ver tópico
II - emitir pareceres jurídicos; Ver tópico
III - exercer a representação judicial da ANAC; Ver tópico
IV - representar judicialmente os titulares e ex-titulares de cargos comissionados e cargos comissionados técnicos da ANAC, inclusive promovendo ação penal privada ou representando perante o Ministério Público, quando vítimas de crime, quanto a atos praticados no exercício de suas atribuições constitucionais, legais ou regulamentares, no interesse público, especialmente da Agência, podendo, ainda, quanto aos mesmos atos, impetrar habeas corpus e mandado de segurança em defesa dos agentes públicos; Ver tópico
V - apurar a liquidez e certeza dos créditos, de qualquer natureza, inerentes às suas atividades, inscrevendo-os em dívida ativa, para fins de cobrança amigável ou judicial; Ver tópico
VI - assistir às autoridades da ANAC no controle interno da legalidade administrativa dos atos a serem praticados, inclusive examinando previamente os textos de atos normativos, os editais de licitação, contratos e outros atos dela decorrentes, bem assim os atos de dispensa e inexigibilidade de licitação; e Ver tópico
VII - opinar previamente sobre a forma de cumprimento de decisões judiciais. Ver tópico
Art. 29. À Ouvidoria compete: Ver tópico
I - receber, apurar e encaminhar à Diretoria reclamações, críticas e comentários dos cidadãos, usuários e dos prestadores dos serviços aéreos ou de infra-estrutura aeroportuária e aeronáutica, atuando com independência na produção de apreciações sobre a atuação da ANAC; Ver tópico
II - receber denúncias de quaisquer violações de direitos individuais ou coletivos, de atos legais, bem como de qualquer ato de improbidade administrativa, praticados por agentes ou servidores públicos de qualquer natureza, vinculados direta ou indiretamente à atuação da ANAC; e Ver tópico
III - promover as ações necessárias à apuração da veracidade das reclamações e denúncias, solicitando as providências necessárias ao saneamento das irregularidades e ilegalidades constatadas. Ver tópico
§ 1o O Ouvidor terá acesso a todos os assuntos, autos e documentos da ANAC e contará com o apoio administrativo adequado ao desempenho de suas funções, mantendo o sigilo das informações. Ver tópico
§ 2o A Ouvidoria manterá sigilo da fonte e a proteção do denunciante, quando for o caso. Ver tópico
§ 3o A Diretoria assegurará os meios adequados ao exercício das atividades da Ouvidoria. Ver tópico
Art. 30. À Corregedoria, órgão do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, compete: Ver tópico (1 documento)
I - fiscalizar as atividades funcionais da ANAC; Ver tópico
II - dar o devido andamento às representações ou denúncias fundamentadas que receber, relativamente à atuação dos servidores; Ver tópico
III - realizar correção nos diversos órgãos e unidades, sugerindo as medidas necessárias à racionalização e eficiência dos serviços; e Ver tópico
IV - instaurar, de oficio ou por determinação superior, sindicâncias e processos administrativos disciplinares relativamente aos servidores, submetendo-os à decisão da Diretoria. Ver tópico (2 documentos)
Parágrafo único. A instauração de sindicâncias e de processos administrativos disciplinares relativos a atos da Diretoria ou de seus membros será da competência do Ministro de Estado da Defesa. Ver tópico
Art. 31. À Auditoria Interna compete: Ver tópico
I - fiscalizar a gestão orçamentária, financeira, administrativa, contábil, técnica e patrimonial e demais sistemas administrativos e operacionais da ANAC, de acordo com o Plano Anual de Atividades de Auditoria aprovado pela Diretoria; Ver tópico
II - elaborar relatório das auditorias realizadas, propondo medidas preventivas e corretivas dos desvios detectados, se for o caso, encaminhando-o à Diretoria; e Ver tópico
III - responder pela sistematização das informações requeridas pelos órgãos de controle do Poder Executivo. Ver tópico
Art. 32. Às Superintendências compete planejar, organizar, executar, controlar e avaliar os processos organizacionais e operacionais da ANAC, no âmbito de suas respectivas competências. Ver tópico
Art. 33. Às Unidades Regionais compete: Ver tópico
I - administrar e gerenciar os serviços, programas e projetos descentralizados atribuídos à Unidade, fiscalizando o cumprimento das normas e padrões estabelecidos; Ver tópico
II - propor as medidas necessárias à agilização e ao aprimoramento de suas atividades; e Ver tópico
III - exercer outras atividades que lhe forem atribuídas pela Diretoria. Ver tópico
Art. 34. A ANAC disporá de um órgão de participação institucionalizada da comunidade de aviação civil, denominado Conselho Consultivo. Ver tópico (6 documentos)
§ 1o O Conselho Consultivo, órgão colegiado, será composto por membros titulares e respectivos suplentes, designados pelo Diretor-Presidente da ANAC. Ver tópico (4 documentos)
§ 2o O Conselho Consultivo será presidido pelo Diretor-Presidente da ANAC, composto por um membro indicado pelo Comandante da Aeronáutica e por membros indicados por organizações representativas dos seguintes segmentos da sociedade: Ver tópico (2 documentos)
I - três representantes das empresas de serviços de transporte aéreo; Ver tópico
II - um representante das empresas de serviços aéreos especializados; Ver tópico
III - quatro representantes dos usuários de serviços aéreos; Ver tópico
IV - dois representantes dos exploradores de serviços de infra-estrutura aeroportuária; Ver tópico
V - dois representantes da aviação geral, aeroclubes e aerodesporto; Ver tópico
VI - dois representantes da indústria aeronáutica e de manutenção aeronáutica; Ver tópico
VII - dois representantes dos trabalhadores do setor; Ver tópico
VIII - um representante das instituições de formação e adestramento de pessoal destinado à aviação civil; e Ver tópico
IX - um representante das empresas prestadoras de serviços auxiliares. Ver tópico
§ 3o A ANAC disporá sobre os critérios para designação das entidades que poderão participar da indicação dos representantes dos respectivos segmentos no Conselho Consultivo e designará as entidades participantes para cada segmento. Ver tópico (1 documento)
§ 4o Os membros do Conselho Consultivo não serão remunerados e exercerão mandato de três anos, vedada a recondução. Ver tópico
§ 5o Os membros do Conselho Consultivo serão substituídos, em suas ausências e impedimentos, pelos respectivos suplentes. Ver tópico
§ 6o Os Diretores da ANAC poderão participar das reuniões do Conselho Consultivo. Ver tópico
§ 7o Poderão ser convidados para participar das reuniões do Conselho Consultivo representantes de órgãos e entidades públicas e privadas, em função da matéria constante da pauta. Ver tópico
§ 8o Compete ao Conselho Consultivo: Ver tópico
I - assessorar a Diretoria da ANAC, emitindo pareceres sobre os assuntos submetidos a sua análise; Ver tópico
II - apreciar e emitir parecer sobre os relatórios anuais da Diretoria; e Ver tópico
III - outras atribuições estabelecidas pela Diretoria da ANAC. Ver tópico
§ 9o O funcionamento do Conselho Consultivo será disposto em regimento interno próprio, proposto pelo Conselho e aprovado pela Diretoria da ANAC. Ver tópico
§ 10. As despesas de instalação e funcionamento do Conselho Consultivo correrão à conta da ANAC, cabendo às entidades e setores representados o custeio do deslocamento e hospedagem dos respectivos representantes para participar das reuniões. Ver tópico
Art. 35. Incumbe ao Diretor-Presidente: Ver tópico (323 documentos)
I - representar a ANAC; Ver tópico (1 documento)
II - exercer o comando hierárquico sobre pessoal e serviços, coordenando as competências administrativas; Ver tópico (12 documentos)
III - presidir as reuniões da Diretoria; Ver tópico
IV - gerir o Fundo Aeroviário; Ver tópico (1 documento)
V - aprovar a requisição, com ônus para a ANAC, de servidores e empregados de órgãos e entidades integrantes da administração pública, quaisquer que sejam as funções a serem exercidas, nos termos do art. 16 da Lei no 9.986, de 18 de julho de 2000; Ver tópico (1 documento)
VI - autorizar, na forma da legislação em vigor, o afastamento do País de servidores para o desempenho de atividades técnicas e de desenvolvimento profissional; e Ver tópico (94 documentos)
VII - aprovar a cessão, requisição, promoção e afastamento de servidores para participação em eventos de capacitação lato e stricto sensu, na forma da legislação em vigor. Ver tópico (4 documentos)
Art. 36. São atribuições comuns aos Diretores da ANAC: Ver tópico (1 documento)
I - cumprir e fazer cumprir as disposições regulamentares no âmbito das atribuições da ANAC; Ver tópico
II - zelar pelo desenvolvimento e credibilidade interna e externa da ANAC e pela legitimidade de suas ações; Ver tópico
III - zelar pelo cumprimento dos planos e programas da ANAC; Ver tópico
IV - praticar e expedir os atos de gestão administrativa no âmbito das atribuições que lhes forem conferidas; Ver tópico
V - executar as decisões tomadas de forma colegiada pela Diretoria; e Ver tópico
VI - contribuir com subsídios para propostas de ajustes e modificações na legislação, necessários à modernização do ambiente institucional de atuação da ANAC. Ver tópico
Art. 37. Ao Procurador-Geral incumbe: Ver tópico
I - coordenar as atividades de assessoramento jurídico da ANAC; Ver tópico
II - participar, quando convocado, das sessões e reuniões da Diretoria, sem direito a voto; Ver tópico
III - receber as citações e notificações judiciais; Ver tópico
IV - desistir, transigir, firmar compromisso e confessar nas ações de interesse da ANAC, autorizado pela Diretoria; Ver tópico
V - aprovar os pareceres jurídicos dos procuradores; e Ver tópico
VI - representar ao Ministério Público para início de ação pública de interesse da ANAC. Ver tópico
Art. 38. Ao Ouvidor incumbe: Ver tópico
I - receber pedidos de informação, esclarecimentos, reclamações, denúncias e sugestões, respondendo diretamente aos interessados; Ver tópico
II - planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades da Ouvidoria, encaminhando providências, relatórios e apreciações objeto de sua atuação; e Ver tópico
III - produzir, quando oportuno, apreciações sobre a atuação da ANAC, e, semestralmente, relatório circunstanciado de suas atividades, encaminhando-o à Diretoria, à Corregedoria, à Auditoria, ao Conselho Consultivo e ao Ministro de Estado da Defesa. Ver tópico
Art. 39. Ao Corregedor incumbe fiscalizar as atividades funcionais da ANAC. Ver tópico
Art. 40. Ao Auditor-Chefe incumbe fiscalizar a gestão administrativa, orçamentária, contábil, patrimonial e de pessoal da ANAC. Ver tópico
Art. 41. Ao Chefe de Gabinete, ao Assessor Técnico, aos Superintendentes, aos Chefes de Unidades Regionais e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades das respectivas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno. Ver tópico (63 documentos)
Art. 42. O processo decisório da ANAC obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, eficiência, moralidade e publicidade, assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa. Ver tópico
Art. 43. Ressalvados os documentos e autos cuja divulgação possa violar a segurança do País, o segredo protegido ou a intimidade de alguém, todos os demais permanecerão abertos à consulta pública. Ver tópico
Parágrafo único. Observado o disposto no caput deste artigo, a ANAC dará tratamento sigiloso às informações técnicas, operacionais, econômico-financeiras e contábeis que solicitar às empresas prestadoras de serviços, desde que sua divulgação não seja diretamente necessária para: Ver tópico
I - impedir a discriminação de usuários ou prestadores de serviço; e Ver tópico
II - verificar o cumprimento das obrigações assumidas em decorrência de outorga de autorização, permissão ou concessão. Ver tópico
Art. 44. As sessões deliberativas da Diretoria que se destinem a resolver pendências entre agentes econômicos, ou entre estes e usuários de bens e serviços compreendidos na área de atuação da ANAC, serão públicas. Ver tópico
Art. 45. As iniciativas ou alterações de atos normativos de competência da ANAC, que afetem os direitos de agentes econômicos, inclusive de trabalhadores do setor, ou de usuários de serviços de aviação civil e de infra-estrutura aeroportuária e aeronáutica serão precedidas de audiência pública, convocada e dirigida pela ANAC, com os seguintes objetivos: Ver tópico (21 documentos)
I - recolher subsídios para o processo decisório da ANAC; Ver tópico
II - assegurar aos agentes e usuários dos respectivos serviços o encaminhamento de seus pleitos e sugestões; Ver tópico
III - identificar, da forma mais ampla possível, os aspectos relevantes da matéria objeto da audiência pública; e Ver tópico
IV - dar publicidade à ação regulatória da ANAC. Ver tópico
Parágrafo único. A ANAC deverá disponibilizar em seu sítio na rede mundial de computadores os atos normativos objetos de audiência ou consulta pública, sem prejuízo de outras formas de divulgação. Ver tópico (7 documentos)
Art. 46. A ANAC cobrará Taxa de Fiscalização da Aviação Civil - TFAC pelo exercício do poder de polícia decorrente das atividades de fiscalização, homologação e registros, nos termos do previsto na Lei no 7.565, de 1986, destinando o produto da arrecadação ao seu custeio e funcionamento. Ver tópico
§ 1o A cobrança prevista no caput deste artigo recairá sobre as empresas concessionárias, permissionárias e autorizatárias de prestação de serviços aéreos comerciais, os operadores de serviços aéreos privados, as exploradoras de infra-estrutura aeroportuária, as agências de carga aérea, pessoas jurídicas que explorem atividades de fabricação, manutenção, reparo ou revisão de produtos aeronáuticos e demais pessoas físicas e jurídicas que realizem atividades fiscalizadas pela ANAC. Ver tópico
§ 2o Os valores da TFAC são os fixados no Anexo III da Lei no 11.182, de 2005. Ver tópico
Art. 47. Constituem receitas da ANAC: Ver tópico (12 documentos)
I - dotações, créditos adicionais e repasses que lhe forem consignados no Orçamento Geral da União; Ver tópico (11 documentos)
II - recursos provenientes de convênios, acordos ou contratos celebrados com órgãos ou entidades federais, estaduais e municipais, empresas públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, e organismos internacionais; Ver tópico
III - recursos do Fundo Aeroviário; Ver tópico
IV - produto de arrecadação de taxas de fiscalização; Ver tópico
V - recursos provenientes da prestação de serviços de natureza contratual, inclusive pelo fornecimento de publicações, material técnico, dados e informações, inclusive para fins de licitação; Ver tópico
VI - valores apurados no aluguel ou alienação de bens móveis ou imóveis; Ver tópico
VII - produto das operações de crédito que contratar, no País e no exterior, e rendimentos de operações financeiras que realizar; Ver tópico
VIII - doações, legados e subvenções; Ver tópico
IX - rendas eventuais; e Ver tópico
X - outros recursos que lhe forem destinados. Ver tópico
Art. 48. A ANAC submeterá ao Ministério da Defesa sua proposta orçamentária anual, nos termos da legislação em vigor, acompanhada de quadro demonstrativo do planejamento plurianual das receitas e despesas, visando ao seu equilíbrio orçamentário e financeiro nos quatro exercícios subseqüentes. Ver tópico (2 documentos)
Art. 49. A prestação de contas anual da administração da ANAC, depois de aprovada pela Diretoria, será submetida ao Ministro de Estado da Defesa, para remessa ao Tribunal de Contas da União, observados os prazos previstos em legislação específica. Ver tópico
Art. 50. A ANAC poderá organizar e implantar, em benefício de seus servidores e respectivos dependentes, serviços e programas de assistência social, médica, odontológica, hospitalar, alimentar e de transportes, na forma da lei. Ver tópico
Parágrafo único. Os serviços e programas de que trata este artigo poderão ser executados diretamente ou mediante convênios e contratos com entidades especializadas, públicas ou particulares. Ver tópico
Art. 51. A ANAC disponibilizará ao Ministério da Defesa as informações referentes ao setor e às suas atividades, visando a subsidiar a formulação da política de aviação civil. Ver tópico
Parágrafo único. Para os fins previstos neste artigo, a ANAC implantará sistema de informações setoriais e banco de dados unificado, disponibilizando o acesso ao Ministério da Defesa. Ver tópico
QUADROS DEMONSTRATIVOS DOS CARGOS EFETIVOS E COMISSIONADOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL
a) QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EFETIVOS Ver tópico
b) QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS COMISSIONADOS
b) QUADRO DEMONSTRATIVO DE CARGOS COMISSIONADOS E DE CARGOS COMISSIONADOS TÉCNICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC (Redação dada pelo Decreto nº 9.000, de 2017) (Vigência)
QUADRO-RESUMO DOS CUSTOS DE CARGOS COMISSIONADOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL
100.353,60
28.224,54
834.503,39
220.918,42
1.055.421,81
(Redação dada pelo Decreto nº 9.000, de 2017) (Vigência)
QUADRO RESUMO DOS QUANTITATIVOS E DOS CUSTOS DE CARGOS COMISSIONADOS DE CARGOS COMISSIONADOS TÉCNICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC
SITUAÇÃO INICIAL (Decreto nº 5.731, de 10 de junho de 2006 e
Medida Provisória nº 341, de 29 de dezembro de 2006)
SITUAÇÃO ATUAL (com fundamento no art. 14 da Lei nº 9.986, de 18 de julho de 2000)
60.515,16
100.327,71
143.325,30
305.760,72
89.180,21
76.440,18
525.525,88
465.807,03
453.863,26
214.987,77
533.488,17
501.638,13
63.700,15
250.819,17
107.493,93
95.550,16
9.975,48
46.552,24
45.276,66
55.338,14
52.822,77
172.219,21
91.559,58
227.082,00
275.526,16
272.498,40
134.966,16
188.067,60
179.217,36
50.521,05
80.833,68
76.342,92
10.886,92
9.897,20
2.177.602,16
2.177.239,19
2.088.887,73
*Valores vigentes a partir de 1º de janeiro de 2017, conforme previsto na Lei nº 13.328, de 29 de julho de 2016vogado
(Revogado dada pelo Decreto nº 9.725, de 2018)
QUADRO DAS GRATIFICAÇÕES DE EXERCÍCIO EM CARGO DE CONFIANÇA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - OFICIAIS-GENERAIS E OFICIAIS
Círculo de Postos
Coronéis, Tenentes-Coronéis e Majores
Grupo (E)
Capitães e Tenentes
QUADRO DAS GRATIFICAÇÕES DE REPRESENTAÇÃO PELO EXERCÍCIO DE FUNÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - GRADUADOS
Suboficiais, 1o, 2o e 3o Sargentos
Artigo 93 da Lei nº 7.565 de 19 de Dezembro de 1986
Artigo 86 da Lei nº 7.565 de 19 de Dezembro de 1986
Artigo 48 da Lei nº 7.565 de 19 de Dezembro de 1986
Artigo 47 da Lei nº 7.565 de 19 de Dezembro de 1986
Artigo 25 da Lei nº 7.565 de 19 de Dezembro de 1986
Artigo 22 da Lei nº 7.565 de 19 de Dezembro de 1986
Artigo 11 da Lei nº 7.565 de 19 de Dezembro de 1986
Artigo 42 da Lei nº 11.182 de 27 de Setembro de 2005
Artigo 13 da Lei nº 11.182 de 27 de Setembro de 2005
Artigo 3 da Lei nº 11.182 de 27 de Setembro de 2005
Artigo 16 da Lei nº 9.986 de 18 de Julho de 2000
Decreto nº 7.245 de 28 de Julho de 2010
Disponível em: https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/95911/decreto-5731-06

References: Artigo 93

Artigo 86

Artigo 48

Artigo 47

Artigo 25

Artigo 22

Artigo 11

Artigo 42

Artigo 13

Artigo 3

Artigo 16