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Timestamp: 2019-06-25 22:41:58+00:00

Document:
Vem ai o Lengow Ecommerce Day – E-mergin Markets Brasil!
Este é evento dedicado ao e-commerce de alta performance que irá acontecer nos dias 13 e 14 de março, em São Paulo.Em 2010 o E-merging Markets consolidou-se como o maior e mais bem sucedido encontro do e-commerce brasileiro, completando um ciclo de eventos organizados pela Latin Pacific em grandes mercados da América Latina.
São dois dias de imersão total com uma visão de 360 graus da realidade do e-commerce brasileiro para permitir aos profissionais do mercado como validar e otimizar as suas estratégias de vendas, o de lançamento no mercado e estabelecer novas parcerias, gerar novas oportunidades e acompanharem as tendências mundiais.
Alguns dos temas em pauta são: Gerenciamento de XML, Comparadores de preços, Marketplaces, Re-targeting, uso do RTB (Real Time Bidding) e Plataformas de e-commerce. Dentre eles destaca-se Jérémie Peiro, co-fundador da Lengow.
Lengow é um software SaaS (Software as a Service) que permite centralizar a gestão de todos os canais de marketing online, como comparadores de preços e marketplaces, em uma única plataforma.
As inscrições podem ser realizadas pelo: http://www.eventbrite.pt/e/registo-e-merging-markets-brasil-6446486615?aff=es2&rank=5&sid=346e2d85a54911e38dd112313d091a6a
Agenda Lengow – Ecommerce Day
Local: Sala 2 do E-Merging Markets E-Commerce Summit – Frei Caneca Centro de Convenções – Rua Frei Caneca, 569 – Cerqueira César – São Paulo – SP.
Para instalar o seu certificado digital você precisa logar no seu CPANEL ou no WHM.
– Instrução para cPanel
– Instrução para WHM
O CPANEL (Painel de controle do cliente) e o WHM (Painel de controle do Host / Hospedagem) tem ligeiras diferenças na instalação dos certificado.
É preciso que o seu site / domínio esteja em um IP dedicado para fazer a instalação do SSL.
Nós enviaremos o certificado para você em um arquivo normalmente chamado “seu_dominio_com_br.crt” e também o arquivo “ca-bundle” que tem a extenção .ca-bundle.
INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO PELO WHM
1) Login no WHM.
No menu a esquerda navegue até a seção “SSL/TLS” e clique em “Install a SSL Certificate and Setup the Domain”.
2) Abra o arquivo do certificado
(o arquivo seu_dominio_com_br.crt) em um editor de texto, selecione todo o conteúdo, copie e cole no primeiro campo.
Click no segundo botão “Fetch”, perto do campo destinado a chave (.key destacado em vermelho).
3) Isto irá capturar no servidor a sua chave privada, usuário, endereço IP e irá preencher os campos automaticamente para você.
4) Role a página para baixo até ver o campo com o nome “Paste the ca bundle here (optional)”.
Se o campo não for preenchido automaticamente na etapa anterior abra o arquivo “ca-bundle” que recebeu em um editor de texto, selecione e copie o conteúdo colando em seguida neste campo.
Click no botão “Submit”, e em um ou dois minutos a instalação do certificado será feita e o domínio será configurado automaticamente.
Caso não tenha recebido o arquivo “ca-bundle” veja as notas abaixo.
INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL PELO CPANEL
1) Faça login no seu CPANEL
Localize o menu “Security”, click em “SSL/TLS Manager”.
2) Click no botão “Certificates”.
Abra o arquivo do seu certificado (normalmente o nome do arquivo é “seu_dominio_com_br.crt”) em um editor de texto, copie o conteúdo e cole no box “Paste the crt below:”.
Se preferir você pode fazer o upload do arquivo .crt clicando no botão “Upload”.
Será feito o upload do certificado que então será instalado automaticamente.
Se você não recebeu o arquivo “ca-bundle”, entre em contato suporte@brasilnaweb.com.br
Olá pessoal! Neste post deixamos algumas dicas interessantes sobre Marketing Digital, na verdade uma forma de como encarar toda a coisa. Vamos lá!
• Considere a Internet como uma rede de pessoas não de computadores. Assim o pilar e o foco do site e demais ferramentas utilizadas deverá ser as pessoas. Para entender de internet é preciso entender de pessoas.
• A Internet é considerada uma ferramenta imprescindível, um guia, uma mola mestra. Não um complemento devido a modismo.
• Crie por meio da Internet um contato direto com o mercado, com as pessoas. Sendo assim a criação do site terá como foco o ser humano e o seu comportamento. Toda a construção do site terá como ponto de partida a pergunta: como o usuário perceberá e se comportará mediante apresentação, conteúdo, produto,etc? – A Brasil na Web te ajuda a responder essa pergunta!
• ENCONTRABILIDADE: o usuário devera ter facilidade de encontrar o seu site e seus produtos – Estrutura do site, navegabilidade e usabilidade.
• A melhor maneira de encontrar o usuário é ser encontrado por ele. Resumindo: Estar no Google! Os sites produzidos pela Brasil na Web são projetados para ser interpretados pelos buscadores, mesmo com o sistema de gerenciamento de conteúdo CMS você não terá problemas, pois as plataformas que usamos para os sites são amigáveis aos buscadores.
• Considerar a simplicidade e exatidão: será apresentado ao usuário aquilo que é imprescindível. Não incluir na página aquilo que não auxiliar o usuário na sua navegação – É privilegiar nas páginas as informações necessárias para o objetivo do site, o que você pretende vender por exemplo, mas existem critérios nisso!
• USABILIDADE: O usuário precisa se sentir bem ao acessar ao site, como se estivesse em casa. – Visual deve ir de encontro com o sentimento que se deseja passar/transmitir.
• FLASH – Um site totalmente em FLASH impossibilita o conteúdo ser encontrado pelos buscadores, ele pode até ser interpretado de algumas formas, mas não aproveitará o máximo que você pode oferecer aos buscadores para ser pontuado por isso! Aconselhamos utilizar Flash para banners e topo do site apenas!
• CLIQUES: Títulos diferentes para gerar cliques, para aumentar pontos no Google. – Títulos são potenciômetro para o Google quando resumem diretamente os textos – muito importantes em cada página. No conceito da imprensa é a manchete do site que atrairá a atenção do leitor.
• Escolher palavra chave é uma arte. – evite palavras curtas demais e genéricas, quanto mais preciso o termo maior as possibilidades de conversão da visita em uma ação em seu site ou loja virtual.
• DESIGN: Brasileiros valorizam muito a beleza do site – gera credibilidade. Invista sempre que possível na diferenciação e um design bonito, na cara do seu negócio, mas sem estravagâncias, afinal o foco não é a beleza do site e sim converter esse visitante em um cliente – o foco é o seu negócio.
• CONTEÚDO: Importantíssimo. – Realmente deve ser bem elaborado pois:
• Precisa falar do usuário/cliente. Coloque a quantidade de informação necessária em cada página. Ao invés de falar o quanto é bom… mostre!
– Vídeos (mesmo que um pouco amadores) tem sido cada vez mais uma ferramenta importante neste momento da verdade. Linguagem dos textos e imagens também são importantes para auxiliar a interpretação por parte do leitor.
• Dar informações sobre o produto. Escrever de todas as formas possíveis e por meio de diversos canais sobre o que se faz. Aparecer cada vez mais por meio da Internet. – Mostre como o produto traz BENEFÍCIO, vantagens em seguida a suas características, tente traduzir o benefício em um sentimento percebido / mensurável e importante para o público-alvo. Existem técnicas para persuasão em sites e o cliente Brasil na Web tem acesso a este material!
• O site precisa ter informações relevantes sobre algum assunto, assim ele se torna referência para outro site. Falar de tudo um pouco é ser generalista, você não se aprofunda no que pode dizer e deixa de gerar novos conteúdos para internet. Os buscadores querem coisas originais e boas para destacarem nos resultados de suas buscas para ir de encontro com a pesquisa do internauta. Pense nisso quando for elaborar os seus textos e planejar as páginas do seu site! Lembre-se você é o que publica em seu site!
• Os 4 Ps do site (Mix Marketing): Palavra chave, Público alvo, Produto, Promoção, pense nisso quando elaborar o seu conteúdo.
• Quanto maior nossa presença na rede, mais confiáveis parecemos e seremos. – Conquiste links em outros sites e coloque informação em seu site de forma que você ganhe links em outros sites simplesmente por ofererecer um bom conteúdo e ser referência no assunto! – Escreva algo relevante e original. (Sites de empresas parceiras, de amigos, são algumas fontes para você começar a obter links! – Quanto mais links sem ganha de outros sites na internet, mais popular você é para os buscadores – Link Popularity – A Brasil na Web oferece serviços para obtenção de links de várias formas para turbinar a sua popularidade.
• 3 C´s: Comunidade, conteúdo e comércio. – Relação importante para geração de lucro com sites.
• Comunicação viral: tornar o consumidor um veículo do processo de divulgação. Não é simples, deve ser bem pensado, mas é realmente muito bom!
Este texto lhe ajudou a refletir sobre o seu negócio e como traduzí-lo em um site? Então comece a anotar suas idéias, contrate o seu projeto na Brasil na Web e coloque essas informações no GABARITO DE MATERIAL que lhe será enviado após a contratação do serviço 🙂
Veja o conceito de logística de ecommerce para entrega de encomendas por meio aéreo utilizando Drones automatizados da Amazon!
O serviço se chama Prime Air e é apenas um conceito ainda, mas estamos loucos pra que se torne realidade logo!
Você está frente a uma nova revolução tecnológica, se não percebeu ainda, leia o restante desta matéria do Financial Times.
Rodney Brossart, dono de uma fazenda de 1.214 hectares em Dakota do Norte, é um definidor de tendências improvável. Em 2011, seis vacas de uma propriedade vizinha entraram em sua fazenda. Quando ele se recusou a devolver as vacas e impediu a entrada da lei em suas terras, a polícia solicitou um Predator (Drone – um veículo aéreo não tripulado) de uma base local da Força Aérea americana, que voou sobre sua fazenda para descobrir se Brossart estava armado.
No mês que vem, o fazendeiro será julgado por acusações de roubo, depois que uma corte rejeitou sua alegação de que ele foi submetido a uma “busca sem mandado”. Mas ele já fez história como o primeiro cidadão a ser preso em solo americano com a ajuda de um drone – como são chamados no setor os sistemas aéreos não tripulados.
Armados com mísseis Hellfire, os drones se tornaram o símbolo da guerra global dos Estados Unidos contra o terrorismo. Operar um drone no país exige uma licença especial cuja concessão é criteriosa. Porém, o Congresso decidiu que, a partir de 2015, os drones deverão ter acesso ao espaço aéreo doméstico. Para seus defensores, isso equivale à criação do automóvel ou da internet – uma tecnologia poderosa capaz de transformar dezenas de setores da economia e mudar a ideia de distância.
Eles veem os drones, com um valor de mercado potencial de US$ 12 bilhões até 2023, como a chegada da era da robótica. “É como o lançamento do computador na década de 80, está no mesmo patamar”, afirma Peter Singer, um acadêmico da Brookings Institution. “Ele apresenta muitos usos e aplicações diferentes, mas também levanta questões complexas.”
Para os críticos, o advento dos drones domésticos traz a ameaça de um novo tipo de vigilância – uma versão exagerada da espionagem conduzida pela tecnologia, dramatizada recentemente pelas revelações de Edward Snowden sobre a Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês). “A maior das ameaças à privacidade dos americanos é o drone, seu uso e as poucas regulamentações que existem hoje”, diz Dianne Feinstein, uma importante senadora pelo Partido Democrata.
Lembrete visceral
Chris Anderson, ex-editor da revista “Wired” e que hoje comanda a 3D Robotics, uma companhia que fabrica pequenos drones, diz que o setor de certa forma é “um subproduto da revolução do smartphone”, que criou novas câmeras, sensores e dispositivos de localização que são ao mesmo tempo pequenos e baratos. “Os militares inventaram a internet, mas as pessoas a colonizaram”, diz ele. “Queremos desmilitarizar e democratizar os drones.”
Don Roby, um capitão da polícia de Baltimore e um dos maiores defensores dos drones, diz que a tecnologia poderia ser eficiente em operações de busca e resgate, para mapear cenários de crimes ou monitorar acidentes de trânsito. “Imagine que haja uma criança desaparecida em uma área pequena e confinada – esse é o tipo de coisa em que poderíamos usá-los”, diz ele. “Comparado aos helicópteros, estamos falando de centavos de dólar para operar.”
Mas antes dessas ideias ganharem força, intensas preocupações políticas são despertadas com o impacto dos drones sobre a privacidade e o obstáculo previsto na Quarta Emenda da constituição americana, sobre “buscas e apreensões desmedidas”. Após as revelações de Snowden, aumentaram as preocupações com os riscos à privacidade representados pela vigilância do Estado.
Os drones domésticos levantam muitas dúvidas sobre quando e onde o Estado pode monitorar as pessoas e como as informações são usadas. “Os drones aglutinam vários tipos de medos quanto a mudanças tecnológicas reais”, diz Daniel Rothenberg, especialista em direitos humanos da Arizona State University. “Não aconteceu até agora, mas há potencial para intrusões profundas, escandalosas”.
Executivos do setor dizem acreditar que os drones ganham mais visibilidade entre muitas formas de vigilância. “Nesta manhã, passei por 32 semáforos e 19 bancos, cada um provavelmente com uma câmera. Tenho GPS em meu carro e Bluetooth em meu telefone”, diz Michael Toscano, presidente da AUVSI, o grupo lobista das empresas de drones. “Não é preciso um drone para rastrear meu paradeiro”.
Essas tecnologias ainda estão em fase experimental, mas demonstram o potencial para que os drones façam da vigilância permanente uma realidade. “Os drones são um lembrete muito mais visceral da situação de vigilância do que qualquer coisa que a NSA esteja fazendo”, diz Ruan Calo, especialista jurídico em questões de privacidade na University of Washington.
Da mesma forma que o Google sabe mais sobre mais pessoas do que a NSA poderia sonhar, operadoras de drones privados poderiam monitorar e coletar informações de maneiras que o Estado não teria permissão. Os clientes desses dados poderiam ser agências do governo, mas também detetives particulares ou jornais sensacionalistas. “Qualquer restrição sobre a vigilância pelo governo não valerá nada se o governo simplesmente puder comprar a mesma informação de um grupo privado”, diz Catherine Crump, advogada da American Civil Liberties Union (Aclu), que já trabalhou na defesa do direito de que cidadãos tirem fotos em lugares públicos.
Da mesma forma que no debate sobre a NSA, a oposição a drones vem unindo estranhos companheiros, desde a direita libertária até a esquerda favorável às liberdades civis – um novo segmento político que une críticos ao “establishment”. A lei antidrone mais estrita foi aprovada na Virgínia, que instituiu uma moratória de dois anos em qualquer uso de seu espaço aéreo. O autor foi Todd Gilbert, um republicano conservador, acusado pela Aclu de intolerância contra os homossexuais. Quando chegou a hora de votar o projeto de lei antidrone, no entanto, Gilbert e a Aclu de Virgínia trabalharam juntos.
“Quem iria reclamar de agricultores sobrevoando seus próprios campos?”, pergunta Steven Gitlin, executivo da Aerovironment, cujos pequenos drones que podem ser usados na agricultura.
Geoff Dyrer, do Financial Times, em Washington – fonte
Módulo – Frete por Bairros – OpenCart
Olá Pessoal! Depois de um bom tempo, finalmente lançamos comercialmente o módulo de frete por bairros que permite que você configure um valor de frete para cada bairro de sua cidade.
Por exemplo, você conta com o serviço de entrega de uma empresa de Motoboys que lhe cobra um valor específico para cada entrega na cidade de acordo com o bairro. Você pode configurar em sua loja cada um desses valores acertados com a empresa de motoboy através do Frete por Bairros.
Como comprar o módulo de frete por bairros para OpenCart:
O módulo está disponível para venda na Loja Brasil na Web (loja de módulos OpenCart da Brasil na Web) e disponibilizamos também o banco de dados de bairros separados por estados do Brasil para você importar apenas os bairros do seu estado.
Como configurar o módulo de frete por bairros – OpenCart:
– Instruções em breve (24/02/2015)
Download do Banco de dados de Bairros por estado pronto para importação no módulo:
Dica: Importe apenas 1 estado no seu módulo para não desnecessariamente o seu banco de dados!
Desde 13 de setembro de 2013 três grandes bancos (Bradesco, Itaú e Santander) no Brasil mudaram suas formas de operar com relação a pagamentos de compras internacionais feitas pelo cartão de crédito. Essas compras feitas no cartão de crédito internacional devem ser pagas na moeda de origem do vendedor e a conversão para R$ Real só é feita pelo cartão de crédito de acordo com o dia de emissão da fatura do cliente aqui no Brasil.
Se você está com problemas para pagar compras de sites no exterior ou mesmo de serviços internacionais que você já assinava antes, terá que utilizar um método que lhe permita pagar sem realizar a conversão da moeda original para o Real, só assim o seu cartão de crédito irá aceitar a compra.
Um bom exemplo é para quem usa paypal para pagar compras e serviços internacionais. Logo que os bancos passaram a recusar as transações, muitas pessoas começaram a reclamar nas redes sociais e nós aqui também tivemos transações canceladas. Rapidamente achamos a solução para o Paypal, que é bem “escondida”, mas resolve na hora!
Na tela de Pagamento da Paypal, antes de clicar em “Pagar” você terá um link no texto entre os 2 botões de pagamento, o link é: “opções de conversão”
Basta clicar e configurar o seu paypal para não mais converter a compra para Real e então ele irá deixar sempre na moeda de origem do vendedor.
Pronto! Você já pode voltar a comprar no exterior e pagar com Paypal!
Veja o comunicado da Paypal sobre este assunto:
“Olá, *****
Como você sabe, no Brasil, assim como em diversos outros Países, o PayPal oferece a possibilidade de conversão do valor das suas compras internacionais para Reais, no momento da finalização da compra. Porém, recentemente os bancos Bradesco, Itaú e Santander decidiram bloquear compras internacionais em Reais nos cartões de crédito emitidos por eles.
Para qualquer dúvida estamos à disposição para ajudá-lo pelo telefone 0800 892 1555 (de segunda a domingo, das 8h às 22h), ou por meio da nosso site:
Espero ter ajudado! Até a próxima 🙂
Você já passou pela situação de ter tanta coisa para fazer que nem sabe por onde começar? Ou ainda, tem tanta coisa na cabeça que se esquece de fazer algumas delas? Bem, você não está sozinho. Com o dia corrido e cheio de atividades que temos é normal esquecermos de realizar algumas delas. No entanto, nada nos tira a culpa ou o sentiment de indignação quando esquecemos de realizar algo.
Uma maneira de tentarmos resolver este problema é realizar a Administração ou Organização do tempo. Para isso existem várias metodologias, técnicas e aplicativos. Mas nenhum deles funciona sem o nosso envolvimento e dedicação.
Para os interessados em conhecer um pouco sobre essas metodologias e técnicas, segue uma série de artigos sobre como organizar seu tempo e Fazer as coisas acontecerem.
O artigo de hoje é sobre o método para gerenciar tarefas, GTD – Getting Things Done, criada por David Allen e apresentado em seu livro homônimo em 2001. Minha intenção é mostrar um pouco sobre este método e sua aplicação para que todos possam ter uma noção do que se trata e, caso queiram se aprofundar no assunto, busquem o citado livro GTD.
Organizando tarefas com o GTD
As tarefas no GTD são organizadas por meio de um fluxo de trabalho. Este fluxo consiste em 5 estágios: Coletar, Processar, Organizar, Revisar e Fazer.
Com essa técnica você conseguirá se concentrar no que está fazendo e não no que fará, uma vez que você têm certeza que o que deverá ser feito no futuro está documentado em seu sistema GTD.
A fase coletar pode ser vista como “download de sua mente”. Nela você deve colocar no papel (aplicativo, planilha, etc) tudo que está em sua mente e que deve ser realizado hoje ou em algum dia. Estas informações devem ficarão no que chamamos de In Box ou Caixa de entrada.
A In Bix serve para fazermos o descarregamento de todas as ações que precisam ser feitas, capturando tudo o que precisamos acompanhar, lembrar ou tomar alguma ação. Tudo que vier a sua mente deve estar na sua In Box e for a de sua cabeça. Esta é uma forma de esvaziar a sua mente e deixá-la livre para processor o que realmente importa.
A Inbox é um local temporário onde as ações ficam esperando pela realização da segunda fasa do GTD, que é processor as informações coletadas.
2 – Processar
A fase de processar as informações consistem em analisar, item a item, o que foi inserido na Inbox. O objetivo do processamento é esvaziar a Inbox e deixar as tarefas prontas para serem organizadas na Terceira fase do GTD. O processamento ocorre sempre que você tiver algo na Inbox.
Como processo uma informação da Inbox?
Ao ler os itens presentes em sua inbox, pegue um item por vez e faça as perguntas abaixo até encontrar a resposta correta:
1º – Esse item pode ser feito imadiatamente e leva menos de 2 minutos? ( Se sim, FAÇA AGORA. Caso contrário, pule para a próxima pergunta.)
2º – Esse item precisa de mais de um passo para ser realizado? ( Se sim, coloque este item na lista/pasta Projeto. Veremos a frente o que fazer com ele.)
3º – Este item tem data e hora para acontecer? ( Se sim, este item é um compromisso e deve ir para a sua agenda. Deixe no GTD somente tarefas e não compromissos.)
4º – Esse item pode ser delegado para alguém fazer para você e/ou você precisa de aguardar um evento externo para realize-lo? ( Se sim, encaminhe a atividade para a pessoa responsável e coloque este item na lista/pasta chamada Aguardando.)
5º – Este item pode ser realizado tão logo quanto for possível? ( Se sim, coloque na sua lista/pasta de Próximas Ações.)
6º – Esse item não pode ser feito tão cedo por conta de um mpedimento? ( Se sim, coloque este item na lista/pasta Algum Dia /Talvez.)
7º – Essse item não pode ser feito porque não é uma ação ou é algo totalmente absurdo? (Neste caso você tem 2 opções: pode guarder este item em sua lista/pasta de referência ou simplismente deletá-lo.)
Feito a análise de cada item da Inbox, podemos ir para o próximo passo, onde veremos que que fazer com cada item inseridos nas listas/pastas citados acima.
Na fase de Processamento nos lançamos os itens nas listas/pastas citadas abaixo. Veja a explicação clara de cada uma delas:
Próximas Ações: Nesta lista ficam as ações que podem ser realizadas assim que houver tempo para realize-las, ou seja, são as próximas ações que devemos fazer.
Comprar um presente de aniversário para a Fulano
Ligar para a assistência técnica da TV
Pagar a conta de Luz
Aguardando: Nesta lista ficam as ações que podemos delegar para alguém fazer por nós. Também ficam nesta lista ações que estão aguardando um evento externo para acontecer.
Aguardando o retorno do suporte técnico da TV
E-mal do chefe sobre a liberação para o feriado
Algum Dia/Talvez: Nesta lista ficam as ações que você não pode realizar tão cedo, também são ações que não precisamos necessariamente fazer.
Viajar para Ilha de Malta
Projetos: Nesta lista ficam tarefas que são tidas como compostas, ou seja, tarefas que podem ser decompostas em mais vários passos para serem realizadas.Projetos são um conjunto de ações que são necessárias para concluir uma ação maior.
Cotar/Comprar passagens
Cotar/Comprar hospedagem
Marcar as ferias
Os exemplos de ações acima são meramente ilustrativos, cada uma dessas atividades poderia estar em lista diferentes, de acordo com o processamento que você fez de cada um dos itens de sua Inbox. As ações só podem ser processadas e organizadas por você. Por exemplo, a ação “Comprar um presente para Fulano” está na minha lista de Próximas Ações porque o aniversário dele é depois de amanhã. No entanto, se o aniversário dele for daqui a 2 semanas, eu poderia lance esta ação em Aguardando. Logo, pode-se dizer que só você entende ( ou entenderá) as ações que estarão em seu GTD.
Bem, se as ações vão caindo na Inbox e depois as processamos e lançamos nas listas/pastas o nosso trabalho acabou? Não! A etapa de organização das tarefas deve ser realizada periodicamente. Caso contrário, não iremos realizar as atividades que estão organizadas no GTD, iremos apenas realizar as ações que duram menos de 2 minutos ou as Próximas Ações.
A revisão das atividades é um item muito importante de GTD. Logo, para que você tenha um sistema confiável de GTD o ideal, de acordo com David Allen, é que você realize o controle diário e seminal dos itens.
Controle diário:
Faça download de sua mente inserindo os item em sua Inbox.
Processe os dados coletados.
Organize os itens da Inbox nas listas/pastas
Faça o que pode ser feito o quanto antes.
Controle Semanal:
Revise as listas de Próximas Ações e Aguardando. Se algo não pode ser realizado tão cedo, coloque de volta na Inbox para processar o item e lançá-lo na lista/pasta Algum Dia/ talvez.
Revise todos os projetos.
Verifique as ações que estão em Aguardando, Projetos, etc, e reorganize estas transferindo para a lista/pasta de Próximas Ações ou outra pasta caso necessário.
Revise a lista de Algum Dia/ Talvez, se algo pode ser realizado, coloque-o novamente em sua Inbox para processá-lo e migrá-lo para a lista/pasta de Próximas Ações.
Lembre-se, com o tempo a sua visão sobre as atividades a serem executadas muda, por isso é muito importante realizar as revisões
Após coletarmos as informações, processá-las e revisá-las, chegamos ao estágio do “Simplesmente Faça”. Não adianta nada o tempo empenhado em organizar as ações se você não executá-las. Não há segredo nesta etapa, simplesmente faça o que deve ser feito! Fique atento e não caia no vicio de ficar organizando e revisando as ações e não executando nada. Pegue o seu GTD e Faça as coisas acontecerem!
Ok, eu sei que executar ou priorizar tarefas nem sempre é fácil, David Allen e outros estudiosos do assunto propõem uma série de modelos e dicas para lhe auxiliar nesta etapa. Mas isso já é assunto para outros posts.
Olá pessoal! Alguns clientes as vezes nos acionam com essa situação de mensagem de phishing para o site deles e então, após algumas pesquisas no Google achei o método do próprio Google para você solicitar a remoção deste aviso de seu site, vamos lá:
Quando você entra no site aparece a mensagem:
“Phishing denunciado no site a seguir”
1) Primeiramente, certifique-se que seu site realmente não está infectado com malware ou qualquer outro arquivo malicioso ou mesmo hackeado. Aqui na BNW nós primeiramente jogamos para o departamento de Segurança avaliar, uma vez “ok” vamos em frente.
É só aguardar agora.
Não tenho noção de quanto tempo leva para ser removido ainda, mas agora é necessário que você tenha paciência.
Espero ter ajudado! Se ajudei, comente ai 🙂
Categoria OpenCart, Programador
Olá Pessoal. Este é um post bem técnico direcionado para desenvolvedores, logo se você é um Lojista que utiliza OpenCart, não precisa se preocupar com tudo isso. Mas para o mundo dos códigos a documentação é algo muito importante então estamos compartilhando essa informação que pode ajudar muito na hora de resolver problemas ou criar novos módulos para OpenCart!
OpenCart 1.5.x desenvolvedor guia rápido para iniciantes na plataforma.
Este guia foi escrito para desenvolvedores já familiarizados com PHP, OOP (orientação a objeto) e da arquitetura MVC (Model – View – Control).
Esse conteúdo é voltado para o ambiente da pasta CATALOG. O lado administrativo é idêntico em função, com exceção dos VIEWS que serão informados nas sessões relevantes.
Entendendo as bibliotecas
Todas as funcionalidades da biblioteca são acessíveis através do Controller, Model e Views usando $this->library_name. Tudo isso pode ser encontrado no diretório /System/Library/ pasta. Por exemplo, para ter acessar os produtos no carrinho de compras, você vai precisar usar o carrinho de classe, que está em /System/Library/cart.php e pode ser acessado usando $this->cart->getProducts()
Itens comumente usados:
customer.php – Funções relacionadas ao cliente
user.php – funções relacionadas usuário admin
cart.php – funções relacionadas Carrinho
config.php – Todas as configurações são carregadas a partir deste
url.php – funções de geração de URL
Entendendo o parâmetro de rota
O FrameWork do OpenCart depende da rota = aaa/bbb/ccc no parâmetro de string de consulta para saber o que carregar, e é o recurso que encontrar os arquivos que você precisa editar para cada página. A maioria das rota usa somente o formato aaa/bbb que deve ser visto como duas partes, no entanto alguns contêm três partes aaa/bbb/ccc A primeira parte aaa geralmente relacionada com a pasta dentro de uma pasta genérica, como o controlador ou pastas de modelos. A segunda parte geralmente relaciona-se com o nome do arquivo, sem a extensão . Php ou extensão TPL.. A terceira parte é explicado como funciona os Controllers abaixo.
Entendendo o Languages (idiomas)
Idiomas são armazenados em /catalog/language/pasta na subpasta do idiomas. Dentro disso, os valores de texto gerais utilizados em várias páginas são armazenadas no arquivo seu-idioma.php dentro da pasta, então, para a linguagem Inglês no lado do catálogo, você encontrará os valores em catalog/language/ English/english.php . Para o texto página específica, você vai precisar da rota para a página (Este é geralmente o caso, mas não sempre, como você pode especificar qualquer arquivo de Language que você gosta). Por exemplo, a página de pesquisa tem o produto Route/Search e, portanto, o texto linguagem específica para essa página pode ser encontrada no catalog/language/English/product/search.php (Observe o nome do arquivo e subpasta deve coincidir com a rota seguida por. php.
Para carregar o idioma em um controlador, você pode usar
$this->language->load(‘produto/search’);
Então você pode usar a função de biblioteca de linguagem que começa a recuperar textos de linguagem específicas, tais como
$titulo = $this->language->get (‘heading_title’);
As variáveis ​​linguísticas são atribuídos no arquivo de idioma usando uma variável especial $_ que é um conjunto de chaves e valores de texto. Em seu /catalog/language/english/product/search.php você deve encontrar algo semelhante ao
$_ [‘heading_title’] = ‘Pesquisar’;
Os valores no arquivo de língua global english/english.php são automaticamente carregados e disponíveis para uso sem o $this->language->load metodo.
Os controladores são carregados com base na rota e são bastante simples de entender. Controladores estão localizados no diretório /catalog/controller/ pasta. Continuando a partir do último exemplo, o controlador para a página de pesquisa está em /product/ search.php dentro desta pasta. Observe mais uma vez que a rota seguida por .Php é usado.
Abrindo o arquivo do controlador, você verá um caso classname camelo estendendo a classe Controller, chamado ControllerProductSearch. Este novo é específico para a rota, com Controller seguido pelo nome da subpasta e o nome do arquivo sem a extensão capitalizados. A capitalização não é realmente necessário, mas é recomendado para facilitar a legibilidade. É interessante notar que classnames não tomar quaisquer valores do nome da subpasta e arquivo diferente de letras e números. Sublinhados são removidos.
Dentro da classe são os métodos. Métodos na classe declarada pública são acessíveis a ser executado pela via – privado não são. Por padrão, com um padrão de dois rota parte (aaa / bbb acima), um método de índice de inadimplência () é chamado. Se a terceira parte de uma rota (ccc acima) é usado, este método será executado em seu lugar. Por exemplo, a conta de retorno / / insert irá carregar o / catalog / controller / account / file return.php e classe, e tentar chamar o método de inserção
Compreensão de modelos
Modelo em OpenCart são encontrados no diretório / catalog / modelo / folder e são agrupados de acordo com a função e não a rota e, portanto, você terá que carregá-los em seu controlador via
$ This-> load-> model (‘xxx / yyy’);
Isto irá carregar o arquivo no xxx subpasta chamada yyy.php. É então disponíveis para uso através do objeto
$ This-> model_xxx_yyy
e como com os controladores só pode chamar seus métodos públicos. Por exemplo, para redimensionar uma imagem, você deve usar a ferramenta / modelo de imagem e chamá-lo de método de redimensionamento da seguinte forma
$ This-> load-> model (‘ferramenta / imagem’);
$ This-> model_tool_image-> resize (‘image.png’, 300, 200);
Compreender atribuição de variável em vistas do controlador
A fim de passar valores para a vista do controlador, basta atribuir os seus dados para o $ this-> dados variáveis, que é essencialmente um conjunto de pares chave => valor. Como um exemplo
$ This-> data [‘example_var’] = 123;
Acessando isso em um ponto de vista é um pouco deve ser fácil de entender se você está familiarizado com o método extract () que converte cada tecla em uma variável. Portanto, a chave torna-se example_var $ example_var e pode ser acessado, como tal, na visão
Temas compreensão
Temas estão disponíveis apenas para o lado do catálogo, e são basicamente uma pasta de modelos, folhas de estilo e imagens do tema. Pastas temáticas são colocados no diretório / catalog / view / theme / pasta seguido do nome do tema. O nome da pasta não é de importância com exceção para a pasta padrão
O lado administrador usa / admin / view / template / (ignorando o / tema / theme-name / do caminho, uma vez que não permite que diferentes temas)
Os arquivos de modelo residir em uma pasta de modelo dentro da pasta do tema. Se algum modelo não estar disponíveis para o tema selecionado, modelo da pasta de padrão é usado em vez como um fallback. Isso significa que os temas podem ser criados com muito poucos arquivos e ainda funcionar plenamente. Ele também reduz a duplicação de código e questões como as atualizações são feitas
Vistas Entendimento (templates)
Tal como acontece com linguagem e modelos, do arquivo de exibição geralmente estão relacionadas à rota, que não tem que ser em tudo. Templates no lado do catálogo são normalmente encontrados em / catalog / view / theme / seu-tema / template / a não ser que não existe, no caso em que os modelos do tema padrão será usado. Para o nosso exemplo de busca da página acima, o arquivo é um produto / search.tpl. Para rotas com três partes, é geralmente em aaa / bbb_ccc.tpl que não há nenhuma regra set duro. Na administração, a maioria das páginas seguem este, com a ressalva de que páginas de anúncio itens, como a página de listagem de produtos estão em catalog / product_list.tpl eo produto formulário de edição é no catálogo / product_form.tpl. Novamente, estes não estão definidos, mas um padrão para o carrinho padrão
Vale a pena salientar que o arquivo de modelo é na verdade apenas mais um arquivo PHP, mas com uma extensão TPL. E é realmente executado no arquivo controlador, portanto, todas as coisas que você pode codificar em um controlador pode ser executado em um arquivo de modelo ( Embora não seja recomendável, a menos que seja absolutamente necessário)
Compreender o objeto de banco de dados
Consultas são executadas usando
$ Result = $ this-> db-> query (“SELECT * FROM` “DB_PREFIX” tabela `”..);
DB_PREFIX como o nome sugere é uma constante que contém o prefixo do banco de dados, se houver
$ Resultado irá retornar um objeto para consultas SELECT, que contém algumas propriedades
$ Result-> linha contém os dados da primeira linha se um ou mais são retornados como uma matriz associativa
$ Result-> linhas contém um conjunto de resultados de linha, ideal para fazer loop para usar foreach
$ Result-> num_rows contém o número de resultados retornados
Existem também alguns métodos extra de $ this-> db objeto tem
$ This-> db-> escape () usa mysql_real_escape_string () sobre o valor passado
$ This-> db-> countAffected retorna o número de linhas afetadas por uma consulta UPDATE e assim por diante
$ This-> db-> getLastId () retorna o último ID de auto incremento usando mysql_insert_id ()
Compreender variáveis ​​reservadas
OpenCart tem variáveis ​​pré-definidas para usar no lugar do padrão de $ _GET, $ _POST, $ _SESSION, $ _COOKIE, $ _FILES, $ _SERVER e $ _SERVER
$ _SESSION É editado usando $ this-> Session-> data em que os dados é uma matriz associativa imitando o $ _SESSION
Todos os outros podem ser acessados ​​usando $ this-> pedido e foram “limpas” para cumprir com magic quotes ativado / desativado, por isso
$ _GET Se torna $ this-> request-> get
$ _POST Se torna $ this-> request-> mensagem
$ _COOKIE Se torna $ this-> request-> Cookie
$ _FILES Se torna $ this-> request-> arquivos
$ _REQUEST Se torna $ this-> request-> pedido
$ _SERVER Se torna $ this-> request-> servidor
Espero que esse breve Manual da OpenCart tenha sido útil!
Aparece lá pela fórum oficial da opencart ou pela fórum brasileiro! Nos vemos lá! 🙂
Paypal lança promoção “Quero uma ilha” para sua Loja Virtual
Publicado em 5 jul 2013
Olá pessoal! Já estava ansioso para postar essa novidade que é bem interessante para quem trabalha com lojas virtuais. É a promoção “Quero uma ilha” da Paypal no Brasil, pegando forte na divulgação do meio de pagamento Paypal para os brasileiros.
A Paypal é um grande intermediador de pagamentos e um dos mais antigos inclusive! É amplamente utilizado no exterior, diferente do Brasil onde outras empresas pegaram muito market share da Paypal. Então, com o intuito de reverter esse quadro, eles lançaram uma promoção que é super simples de participar e beneficia compradores e vendedores que usam Paypal nas compras online!
Quem ganha a promoção?
De fato, quem concorre ao grande prêmio da viagem para a ilha e dos prêmios semanais são os compradores que usarem Paypal entre os dias 02/07/2013 a 30/09/2013 em suas compras online, simples assim!
Benefício para os lojistas
Pra quem vende online e ainda não oferece Paypal na loja virtual, está perdendo essa boa promoção para impulsionar as vendas! Ao oferecer Paypal e comunicar essa promoção em seu e-commerce você incentiva o cliente a fechar a compra e participar de uma promoção de peso! Afinal, quem não quer passar aquelas férias numa bela ilha? Sem falar que a operação por Paypal pode ser muito interessante em vários casos, afinal é muito parecido com Pagseguro, Bcash entre outros.
Paypal e OpenCart
Clientes Brasil na Web cuja a plataforma base é a OpenCart, e claro, demais utilizadores de OpenCart, contam facilmente com módulos totalmente automatizados para integração de pagamentos com Paypal. É necessário acessar sua conta Paypal e obter o TOKEN de segurança para fazer a configuração do módulo em sua loja e concluir as demais configurações. Se você é nosso cliente, consulte nossa equipe de suporte sobre como habilitar a opção Paypal em sua loja. Certifique-se de ter criado uma conta Paypal antes. =)
Já oferece Paypal e quer divulgar a promoção em sua loja?
Pra encurtar o caminho colocamos abaixo o link para download dos banners oficiais que a Paypal disponibiliza para a promoção e também fizemos mais alguns banners visando o tamanho de áreas comumente usados por nossos clientes de loja virtual. Se tiver dúvidas para configurar e colocar o banner em sua loja, você sabe que pode consultar nossa equipe de suporte né! =)
– Download do pacote de banners da promoção da Paypal “Quero uma Ilha”
Veja aqui um exemplo de loja virtual que já está usando e divulgando essa promoção.
É isso ai pessoal, fiquem atentos temos muitas outras novidades pra postar ainda. Obrigado pela leitura e até o próximo post! Ah, gostou? Comente! : )
Lei de entrega agendada para o E-commerce – 2013
Olá Pessoal! Hoje iremos relembrar um assunto que tem deixado muitos gestores de lojas virtuais de cabelo branco – A Lei de Entrega Agendada. Aliás, não só para o e-commerce, como, também, para as lojas físicas. O que ainda poucos consumidores sabem é que esta Lei já existia no Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
Adicionalmente é importante não ficar parado e tentar adaptar-se ao máximo para essa lei. Para os clientes Brasil na Web que já utilizam a plataforma OpenCart para loja virtual, temos à disposição um módulo pago para disponibilização de escolha de DATA e HORÁRIO ou TURNOS, para o cliente, sendo que caberá a sua gestão administrativa, garantir que a entrega seja feita no respectivo horário. Consulte nossa equipe comercial sobre esse e outros módulos por aqui.
Obrigado pela leitura mais uma vez pessoal, voltamos em breve com mais novidades nessa área também!
Este artigo é uma adaptação e complemento da fonte original aqui.
Olá Pessoal, hoje temos um post muito interessante de nosso parceiro de Cursos de Alta Performance para E-commerce – a Ecommerce School, vale a pena conferir. Ah, e aqui pela Brasil na Web você tem 15% de desconto em qualquer curso! Confira!
Performance no ecommerce não é apenas vender mais. É vender mais com o mesmo. Me lembro como se fosse hoje de ouvir algumas pessoas falando que os Correios estavam com os dias contados porque o e-mail iria substituir as cartas. Passados alguns anos, observamos que aconteceu o contrário, ao invés de afundar os Correios, a Internet ajudou a aumentar seu volume de cargas transportadas, em função de milhões de brasileiros que agora fazem compras online.
O mesmo não posso dizer quanto ao telefone. A Internet deve ter causado uma queda significativa no uso desse aparelho. Deve haver alguma pesquisa que mostre isso, mas que não é publicada. Não tenho dúvidas de que muitos brasileiros preferem usar os “instant messengers” pra se comunicar. As redes sociais então, nem se fala. Os bate papos do Facebook e do Gmail devem causar uma boa queda no número de ligações telefônicas.
Do lado das empresas, esse mundo de SAC 2.0 é quase perfeito. Digo quase porque ainda há muito o que aprender em usar redes sociais como ferramenta de atendimento, mas isso é um assunto para outro artigo. Se observarmos as áreas de atendimento das empresas de ecommerce que tem investido em atendimento 2.0, veremos que houve um ótimo ganho de produtividade. Atendentes que antes só conseguiam falar com um cliente por vez, pelo telefone, agora respondem simultaneamente, várias pessoas.
Ao investir em usabilidade para facilitar a navegação pela loja virtual, as empresas também ganham com a redução de clientes que acionam o SAC para tirar dúvidas, uma vez que as pessoas conseguem encontrar mais facilmente o que procuram, por si mesmas.
Será então que o uso do telefone nas empresas de ecommerce tenderá a desaparecer? Minha resposta para isso é não. Por enquanto. Pelo menos no Brasil, onde o boleto é o meio de pagamento utilizado em 10% das vendas online.
O telefone é um grande aliado das lojas virtuais no aumento da performance. Como? Principalmente na análise de risco e na recuperação de carrinhos abandonados.
Na análise de risco, uma ligação feita pelo analista consegue reduzir a probabilidade de fraude em 95%. Considerando como exemplo uma empresa que tenha tíquete médio de R$ 180,00, utilize sistema de telefonia VoIP e tenha operadores próprios e bem treinados, o custo por ligação representaria menos que 0,5% do valor de compra, caso todas as compras fossem analisadas, o que sabemos que não é necessário. A redução nas taxas de chargeback e fraudes cai drasticamente.
No caso da recuperação de carrinhos abandonados, o telefone é ainda mais poderoso. Sabemos que em média, 10% das vendas no ecommerce brasileiro são feitas com boletos bancários. O que poucos sabem, no entanto, é que aproximadamente 50% dos boletos gerados nas lojas virtuais, NÃO SÃO PAGOS.
Os clientes entram na loja virtual, escolhem o produto, colocam no carrinho, calculam o frete, se cadastram e ao final geram um boleto. É obvio que estão interessados na compra do produto, mas por que motivo 50% deixa de fazer o pagamento? Acredite: muitas pessoas deixam de pagar os boletos simplesmente porque ficam aguardando que cheguem pelos Correios.
Nesse momento, um telefonema com um roteiro bem feito, ajuda a recuperar em média 50% dos boletos abandonados. Isso significa dizer que a loja virtual pode aumentar diretamente sua performance em 5%. É muita coisa.
O telefone também é uma ótima ferramenta para atualização de cadastros, principalmente endereços de e-mails desatualizados, assim como para pesquisas de satisfação. Não economize no treinamento da equipe, seja ela ativa ou receptiva. São esses funcionários que estarão na linha de frente com o cliente.
Inclua no treinamento os erros de Português mais frequentes, técnicas de persuasão, dicas de cordialidade e gestão de conflitos, pois nem sempre os clientes estarão de bom humor. Seja rigoroso em eliminar por completo o gerúndio. O “vou estar enviando” já virou piada entre os clientes. Erros básicos gramaticais e de concordância podem colocar a imagem de sua empresa em risco.
Por último, não deixe que o telefone se torne um vilão no final do mês. A conta pode ser alta. Pesquise pelos serviços de telefonia VoIP. A maioria tem custos muito mais baixos e qualidade idêntica à da telefonia fixa.
E você, vai ficar parado aí? Pegue já o telefone e vá ligar pros seus clientes!
A Ecommerce School é a única escola no Brasil que oferece cursos de Ecommerce e Marketing Digital de Performance com certificados reconhecidos.
Autor: Mauricio Salvador – Ecommerce School
Fundador e Diretor da Ecommerce School. Autor dos livros “Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso” e “Como vender pela Internet sem gastar (quase) nada“. Mestre em Comunicação e Administração, MBA em Gestão e Estratégias em Negócios, foi Executivo de Contas pelo Yahoo! Brasil e Diretor de Marketing e Vendas para América Latina na e-bit Informação, empresa de informações de comércio eletrônico do Grupo BuscaPé, atendendo diretamente clientes como Claro, Pernambucanas, Wal-Mart, Saraiva, Polishop, Ponto Frio e MasterCard, entre outros.
E para os clientes da Brasil na Web e demais utilizadores da plataforma OpenCart para Loja Virtual, deixo uma dica interessante. É possível acoplar em sua loja o módulo de Recuperação de pedidos não pagos enviando emails automáticos e pré-definidos para os clientes, consulte nossa equipe comercial sobre o módulo.
Espero que tenha gostado das sugestões inspiradoras do Mauricio Salvador e em breve teremos mais dicas! Obrigado pela leitura!
Olá pessoal! Atendendo a pedidos de clientes fizemos uma leitura pontual da nova lei do e-commerce – decreto nº 7.962 de 15 de março de 2013, que passa a vigorar dia 15 de maio de 2013. Neste artigo fazemos sugestões do que fazer em sua loja virtual para se adequar a lei com base em cada artigo da mesma e sugestões adicionais com base nas boas práticas do e-commerce também.
A lei na íntegra você encontra aqui e abaixo você já encontra nossas sugestões e entendimentos, item a item.
I) Exige mais clareza de informações do produto. Descrição completa das características, condições e de contratação.
– Benefícios e vantagens do produto
– Sugestões, aplicabilidade, alertas, avisos ou modo de utilização.
– Opções disponíveis e/ou obrigatórias
– Garantia/Condições de devolução ou troca (ou link para as informações completas e gerais)
II) Informações de contato:
– Telefone no topo e/ou no rodapé da loja
– Email de contato ou link para formulário de contato no rodapé da loja.
– CPF/CNPJ no rodapé ou área lateral da loja.
– Endereço físico da empresa ou negócio no rodapé ou página de contato da loja.
III) Informar em cada produto as questões de garantia, troca e devolução ou mesmo colocar o link para as políticas gerais que incluam tais termos.
Adicionalmente, incluir na página de políticas, informações sobre como realizar o processo de arrependimento/devolução que deve ser possível de ser realizado pelo próprio site/loja virtual.
I, II, e III) Conforme sugestões completas para o item 1 w 2 do artigo 1.
IV e V) Informar na página do produto:
– Disponibilidade (em estoque, sob importação, sob encomenda, indisponível e etc)
– Opções de pagamento e condições de parcelamento
– Consulta sob opções de entrega, prazo e valores
– Valores adicionais de opções ou de utilização do produto/serviço.
Artigo 3 – Somente para Sites de Compras Coletivas.
I) Apresentar antes do processo final de contratação, acesso ao termo de políticas (contrato) da loja que deve ser aceito pelo consumidor antes do registro do pedido e pagamento.
II) Apresentar o resumo da compra e possibilidade de edição do carrinho de compras e das informações do pedido de forma a evitar contratações com dados incorretos.
III e IV) Confirmar, após o pagamento, o recebimento do pedido com sucesso e demais dados importantes ao cliente para os momentos e dias a seguir (dados de contato, acesso ao contrato, número do pedido, demais instruções) – adicionalmente, incluir link para o contrato no rodapé da loja.
V e VI) Vendeu Online – Atendeu Online. É necessário disponibilizar ao menos 1 endereço de email ou formulário de contato online para o consumidor com resposta automática de confirmação de recebimento. Toda via, recomendamos a utilização de sistema de TICKET (help desk) para protocolação e confirmação automática do recebimento das demandas do cliente, além de permitir ao mesmo acesso a qualquer momento a todo histórico de atendimento do chamado.
Adicionalmente, se possível, utilizar sistema de atendimento online com envio automático de cópia do atendimento para o cliente. Não requer atendimento 24 horas e sim um meio de ser contactado 24 horas, logo a geração de protocolos é uma forma profissional de concretização deste primeiro atendimento (recebimento do chamado do consumidor).
VII) Mesmo para os que utilizam PagSeguro, Bcash entre outros Gateways que já utilizam HTTPS – Criptografia – Certificado digital para dados de cartão, a sugestão tratar e proteger também os dados de cadastro na LOJA, logo contratar um certificado digital para a loja virtual, que geralmente é ativado no momento de cadastro do cliente ou login do mesmo na loja.
I) Informar no contrato de venda (termos de aceitação, contrato online, etc) as condições para ARREPENDIMENTO / DEVOLUÇÃO, cujo processo de abertura deste tipo de chamado/comunicado/ticket deve ser executada por meio da loja virtual.
Adicionalmente, incluir link direto no rodapé da loja para consulta a tal informação e acesso ao procedimento de comunicação de intensão do arrependimento por parte do consumidor.
Adicionalmente, incluir tal informação também nos comunicados por email sobre o pedido e, se possível, em informativos enviados juntamente com o produto.
II) O arrependimento não pode implicar ônus ao consumidor.
Neste ponto vemos uma questão em aberto e não clara.
Pelo entendimento, toda loja virtual deverá então arcar com a logística reversa do produto, ou seja, 1 devolução grátis, como grandes lojas fizeram, uma vez que o processo de devolução ou logística reversa causa ônus ao cliente quando não arcado pela loja virtual.
III) Realizar procedimento de estorno imediato ou evitar o faturamento no cartão do cliente.
Uma vez que 99% das lojas só entregam após a confirmação do pagamento, o procedimento será sempre o de realização de estorno.
Porém a realização do estorno requer o retorno e recebimento da mercadoria por parte da loja, que avalia as condições do produto para então realizar o estorno / garantia, concluindo assim o processo de devolução.
Logo, a comunicação “automática” as instituições financeiras como prega a lei, se torna praticamente inviável e até impossível, uma vez que, que ao pé da letra, “automático” significa que o processo de realização do estorno seria integrado as instituições financeiras ou de cartão. Para o caso de cartões de crédito isso é possível, porém para pagamentos feitos em boleto, depósito ou transferência online o pagamento deveria ser realizado via DOC, TED ou mesmo transferência bancária online, e muitas instituições financeiras não permitem que sistema terceiros realizem este tipo de ação em uma conta bancária.
Então, o texto requer mais detalhes como inclusão de prazo máximo para realização do estorno e a questão do recebimento do produto de forma integral e sem vícios (defeitos), para só então ser liberado processo de estorno.
IV) O recebimento do aviso da intensão de arrependimento / devolução deve enviar email de confirmação da ação ao consumidor, o simples alerta na tela pode não ser válido.
Artigo 6 e 7
A loja deve cumprir com todas as condições da oferta (venda), não realizando estará sujeita a aplicação de sanções conforme Artigo 56 da Lei Nº 8.078 de 1990 – Código de Defesa do Consumidor.
Artigo 56 da Lei Nº 8.078 de 1990 – Código de Defesa do Consumidor:
Para usuários OpenCart
Por fim, para usuários da plataforma OpenCart – base do novo sistema de E-commerce usado em projetos de loja virtual da Brasil na Web, passamos abaixo observações interessantes:
1) Reveja em sua loja e aplique todas as sugestões possíveis que fornecemos para o Artigo 1 e 2.
2) A OpenCart, por padrão, já exige ao cliente/consumidor a aceitação dos termos da loja antes de concretizar o pedido e o pagamento, confira se esta etapa está devidamente configurada em sua loja em > Sistemas > Configurações > Aba Opções. Reveja também o texto de seus termos/políticas/contrato se ele engloba todos os itens do artigo 4 e 5.
3) A OpenCart, por padrão, já possui um processo de devolução ou logística reversa. O cliente pode fazer login na loja, acessar os pedidos, entrar no pedido específico e clicar no botão de “devolução” ou ícone da Seta Inversa como padrão no sistema. O pedido é recebido no sistema e tão logo haja interações de mudança de status é possível comunicar tais atualizações por email ao cliente.
Estamos trabalhando em um módulo para que o pedido de devolução gere automaticamente o envio de confirmação da ação por email AO CLIENTE e que por padrão o a opção de notificar o cliente por email em cada mudança de status, esteja sempre marcada. Uma contribuição que será gratuita para a comunidade OpenCart, além de outros recursos do módulo, como alerta no painel administrativo.
4) Se você quer profissionalizar ainda mais, utilize um sistema de TICKETS em sua loja para registrar abertura de chamados dos clientes com protocolos, permitir rapidamente que vários usuários tenham acesso ao chamado para acelerar o atendimento além de gravar toda a interação como cliente e permitir ao mesmo a consulta a todo histórico a qualquer momento. Há opções de módulos integrados ao OpenCart assim como sistema mais bem elaborados como KAYAKO (pago – profissional), ZENDESK (pago – profissional) e o OSTICKET (gratuito).
Temos um debate em aberto na Comunidade OpenCart também sobre este assunto e muito em breve pretendemos atualizar este artigo com mais informações, conforme as coisas se tornem mais claras! Esperamos ter ajudado a esclarecer um pouco mais sobre a nova lei do ecommerce. Sinta-se a vontade para comentar e nos ajudar a obter o melhor entendimento também! Até o próximo!

References: artigo 1

Artigo 3

Artigo 6
 Artigo 56

Artigo 56
 Artigo 1
 artigo 4