Source: http://curiosidades-felinas.blogspot.com/
Timestamp: 2015-05-29 19:59:11+00:00

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Como animal de estimação um gato é fácil, mas há regras simples que você deve seguir. Não segure um gato muito apertado, apertar os gatos nunca é uma coisa boa. Vigie as crianças pequenas quando lidam com gatos, eles são macios e fofinhos, mas lembre-se que eles não são brinquedos.
Acaricie um gato onde ele gosta de ser afagado. Normalmente, os gatos adoram carícias na cabeça e por baixo da mandíbula, mas odeiam pessoas a tocar-lhes na barriga e nos pés. Acaricie um gato na direção do crescimento do pêlo, do pescoço ao longo das costas. Aplique uma pressão suave e faça com que o movimento seja lento e contínuo. Se o gato gostar do que está a fazer, ele vai arquear as costas para adicionar mais pressão na sua mão. Quando levar a sua mão de volta para onde começou, o gato pode esfregar a parte de cima da cabeça com firmeza contra a sua mão, para incentivá-lo a acariciá-lo novamente. Se o gato colocar as orelhas para trás ou se esquivar para longe da sua mão, pare de o acariciar.
Corky antes da cirurgia, com as patinhas para trás. Foto: Reprodução / The Sun«Um gatinho que nasceu com as patas viradas para trás passou por uma cirurgia pioneira. Corky foi encontrado por um menino, com sete meses de vida, e levado para um abrigo de animais. Sem poder andar, o animal se arrastava pela chão.
O gatinho ainda leva ataduras coloridas. Foto: Reprodução / The SunO procedimento durou cinco horas. Além dos pinos, o veterinário cortou também o tendão de Aquiles de Corky, para que as patinhas fossem viradas e o gatinho voltasse a andar. O animal sentiu fortes dores no pós-operatório e precisou ficar no hospital por dias.
1 - São proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal.2 - Os animais doentes, feridos ou em perigo devem, na medida do possível, ser socorridos.3 - São também proibidos os actos consistentes em:a) Exigir a um animal, em casos que não sejam de emergência, esforços ou actuações que, em virtude da sua condição, ele seja obviamente incapaz de realizar ou que estejam obviamente para além das suas possibilidades;b) Utilizar chicotes com nós, aguilhões com mais de 5 mm, ou outros instrumentos perfurantes, na condução de animais, com excepção dos usados na arte equestre e nas touradas autorizadas por lei;c) Adquirir ou dispor de um animal enfraquecido, doente, gasto ou idoso, que tenha vivido num ambiente doméstico, numa instalação comercial ou industrial ou outra, sob protecção e cuidados humanos, para qualquer fim que não seja o do seu tratamento e recuperação ou, no caso disso, a administração de uma morte imediata e condigna;d) Abandonar intencionalmente na via pública animais que tenham sido mantidos sob cuidado e protecção humanas, num ambiente doméstico ou numa instalação comercial ou industrial;e) Utilizar animais para fins didácticos, de treino, filmagens, exibições, publicidade ou actividades semelhantes, na medida em que daí resultem para eles dor ou sofrimentos consideráveis, salvo experiência científica de comprovada necessidade;f) Utilizar animais em treinos particularmente difíceis ou em experiências ou divertimentos consistentes em confrontar mortalmente animais uns contra os outros, salvo na prática da caça.4 - As espécies de animais em perigo de extinção serão objecto de medidas de protecção, nomeadamente para preservação dos ecossistemas em que se enquadram.
CAPÍTULO IIComércio e espectáculos com animais
Artigo 2.ºLicença municipal
1 - Qualquer pessoa física ou colectiva que utilize animais para fins de espectáculo comercial não o poderá fazer sem prévia autorização da entidade ou entidades competentes (Inspecção-Geral das Actividades Culturais e município respectivo. 2 - É lícita a realização de touradas, sem prejuízo da indispensabilidade de prévia autorização do espectáculo nos termos gerais e nos estabelecidos nos regulamentos próprios.3 - São proibidas, salvo os casos excepcionais cujo regime se fixa nos números seguintes, as touradas, ou qualquer espectáculo, com touros de morte, bem como o acto de provocar a morte do touro na arena e a sorte de varas.4 - A realização de qualquer espectáculo com touros de morte é excepcionalmente autorizada no caso em que sejam de atender tradições locais que se tenham mantido de forma ininterrupta, pelo menos, nos 50 anos anteriores à entrada em vigor do presente diploma, como expressão de cultura popular, nos dias em que o evento histórico se realize. 5 - É da competência exclusiva da Inspecção-Geral das Actividades Culturais conceder a autorização excepcional prevista no número anterior, precedendo consulta à câmara municipal do município em causa, à qual compete pronunciar-se sobre a verificação dos requisitos ali previstos. 6 - O requerimento da autorização excepcional prevista nos números anteriores é apresentado à Inspecção-Geral das Actividades Culturais com a antecedência mínima de 15 dias sobre a data da realização do evento histórico.Artigo 4.Proibição de utilização de animais feridos
CAPÍTULO IIIEliminação e identificação de animais pelas câmaras municipais
Artigo 5.ºAnimais errantes
1 - Nos concelhos em que o número dos animais errantes constituir um problema, as câmaras municipais poderão reduzir o seu número desde que o façam segundo métodos que não causem dores ou sofrimentos evitáveis.2 - Estas medidas deverão implicar que, se esses animais tiverem de ser capturados, isso seja feito com o mínimo de sofrimento físico ou psíquico, tendo em consideração a natureza animal, e, bem assim, que, no caso de os animais capturados deverem ser detidos ou mortos, tal seja feito em conformidade com métodos não cruéis
Artigo 6.ºReprodução planificada
As câmaras municipais deverão:1) Aconselhar os donos dos animais a reduzir a reprodução não planificada de cães e gatos, promovendo a sua esterilização quando tal se revele aconselhável;2) Encorajar as pessoas que encontrem cães ou gatos errantes a assinalá-los aos serviços municipais.
Artigo 7.ºTransportes públicos
Artigo 8.ºDefinição
Artigo 9.ºSanções
Artigo 10.ºAssociações zoófilas
Aprovada em 21 de Junho de 1995.O Presidente da Assembleia da República, António Moreira Barbosa de Melo.Promulgada em 24 de Agosto de 1995.Publique-se.O Presidente da República, MÁRIO SOARES.Referendada em 29 de Agosto de 1995.O Primeiro-Ministro, Aníbal António Cavaco Silva.Lei n.º 19/2002 de 31 de JulhoPrimeiras alterações à Lei n.º 12-B/2000, de 8 de Julho (proíbe como contra-ordenação os espectáculos tauromáquicos em que seja infligida a morte às reses nele lidadas e revoga o Decreto n.º 15355, de 14 de Abril de 1928), e à Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro (protecção aos animais). A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:Artigo 1.º O artigo único da Lei n.º 12-B/2000, de 8 de Julho, passa a ter a seguinte redacção: «Artigo único 1 - ... 2 - Exceptuam-se do disposto no número anterior as autorizações excepcionais concedidas ao abrigo do disposto no artigo 3.º da Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro. 3 - (Anterior n.º 2.) 4 - (Anterior n.º 3.)» Artigo 2.º O artigo 3.º da Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro, passa a ter a seguinte redacção: Artigo 3.º Outras autorizações1 - Qualquer pessoa física ou colectiva que utilize animais para fins de espectáculo comercial não o poderá fazer sem prévia autorização da entidade ou entidades competentes (Inspecção-Geral das Actividades Culturais e município respectivo). 2 - É lícita a realização de touradas, sem prejuízo da indispensabilidade de prévia autorização do espectáculo nos termos gerais e nos estabelecidos nos regulamentos próprios. 3 - São proibidas, salvo os casos excepcionais cujo regime se fixa nos números seguintes, as touradas, ou qualquer espectáculo, com touros de morte, bem como o acto de provocar a morte do touro na arena e a sorte de varas. 4 - A realização de qualquer espectáculo com touros de morte é excepcionalmente autorizada no caso em que sejam de atender tradições locais que se tenham mantido de forma ininterrupta, pelo menos, nos 50 anos anteriores à entrada em vigor do presente diploma, como expressão de cultura popular, nos dias em que o evento histórico se realize. 5 - É da competência exclusiva da Inspecção-Geral das Actividades Culturais conceder a autorização excepcional prevista no número anterior, precedendo consulta à câmara municipal do município em causa, à qual compete pronunciar-se sobre a verificação dos requisitos ali previstos. 6 - O requerimento da autorização excepcional prevista nos números anteriores é apresentado à Inspecção-Geral das Actividades Culturais com a antecedência mínima de 15 dias sobre a data da realização do evento histórico.» Aprovada em 11 de Julho de 2002. O Presidente da Assembleia da República, João Bosco Mota Amaral. Promulgada em 22 de Julho de 2002. Publique-se. O Presidente da República, JORGE SAMPAIO. Referendada em 23 de Julho de 2002. O Primeiro-Ministro, José Manuel Durão Barroso.

References: Artigo 2

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10
 artigo 161
 artigo 3
 Artigo 2
 artigo 3
 Artigo 3