Source: https://issuu.com/aevilavicosa/docs/gestao_curricular_dl_139_12
Timestamp: 2016-12-04 21:40:18+00:00

Document:
Gestao curricular dl 139 12 by Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa - issuu
A presente portaria aplica-se ao ano letivo 2011-2012.
A Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território, Maria de Assunção Oliveira
Cristas Machado da Graça, em 25 de junho de 2012. —
O Ministro da Saúde, Paulo José de Ribeiro Moita de
Macedo, em 27 de junho de 2012. — O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Paulo de Sousa Arrobas Crato, em
27 de junho de 2012.
Número mínimo das unidades
ou porções
Maçã. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Pera . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Clementina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tangerina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Laranja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Banana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Cereja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
≈ ½ chávena almoçadeira
(= 7 a 9 porções por
Uvas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ≈ ½ cacho (= 9 a 11 porções por kg).
Ameixa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Pêssego. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Cenoura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tomate (incluindo variedade cereja ou equi- 1 (até 3 quando se trate
de variedade cereja ou
O XIX Governo Constitucional assume no seu Programa
a educação como fator determinante para o futuro do País,
tendo como principal objetivo o aumento da qualidade e
do sucesso escolar.
Assim, de forma a permitir a otimização da gestão dos
recursos disponíveis de acordo com as necessidades concretas dos alunos e não ignorando o papel do Ministério da
Educação e Ciência na definição de orientações gerais nesta
matéria, pretende-se, com a presente iniciativa legislativa,
reforçar o espaço de decisão dos agrupamentos de escolas
e escolas não agrupadas.
Nestes termos, tendo em vista melhorar a qualidade
do que se ensina e do que se aprende, o presente diploma
procede à introdução de um conjunto de alterações destinadas a criar uma cultura de rigor e de excelência, através
da implementação de medidas no currículo dos ensinos
A revisão da estrutura curricular que ora se pretende
concretizar através das alterações às matrizes curriculares
assenta, essencialmente, na definição de princípios que
permitem uma maior flexibilidade na organização das
As medidas adotadas passam, essencialmente, por
um aumento da autonomia das escolas na gestão do currículo, por uma maior liberdade de escolha das ofertas
formativas, pela atualização da estrutura do currículo,
nomeadamente através da redução da dispersão curricular,
e por um acompanhamento mais eficaz dos alunos, através
de uma melhoria da avaliação e da deteção atempada de
Importa ainda valorizar tanto a autonomia pedagógica
e organizativa das escolas como o profissionalismo e a
liberdade dos professores na implementação de metodologias baseadas nas suas experiências, práticas individuais
Para a prossecução destes objetivos, pretende-se adotar
com o presente diploma um conjunto de decisões essenciais.
A autonomia da escola é reforçada através da oferta de
disciplinas de escola e pela possibilidade de criação de
ofertas complementares, bem como por uma flexibilização
da gestão das cargas letivas a partir do estabelecimento
de um mínimo de tempo por disciplina e de um total de
carga curricular. Dá-se flexibilidade à duração das aulas,
eliminando-se a obrigatoriedade de organizar os horários de acordo com tempos letivos de 45 minutos ou seus
A redução da dispersão curricular concretiza-se no reforço de disciplinas fundamentais, tais como o Português,
a Matemática, a História, a Geografia, a Físico-Química
e as Ciências Naturais, na promoção do ensino do Inglês,
que passará a ser obrigatório por um período de cinco anos.
Adicionalmente, na área das expressões reafirma-se um
reforço da identidade disciplinar.
Por outro lado, no presente diploma pretende-se que a
educação para a cidadania enquanto área transversal seja
passível de ser abordada em todas as áreas curriculares, não
sendo imposta como uma disciplina isolada obrigatória,
mas possibilitando às escolas a decisão da sua oferta nos
termos da sua materialização disciplinar autónoma.
Relativamente às ciências experimentais, mantêm-se as
suas características próprias, possibilitando, no 3.º ciclo do
ensino básico, o desdobramento de turmas, e reforçando o
tempo que lhes é dedicado.
No ensino secundário, pretende-se ver reforçado o ensino do Português no 12.º ano de escolaridade, que passará
a contar com uma carga letiva mais adequada à importância
desta disciplina, sem prejuízo de se continuar a valorizar
as duas disciplinas anuais de opção.
O acompanhamento e a avaliação dos alunos são fundamentais para o seu sucesso, sendo importante implementar
medidas que incrementem a igualdade de oportunidades,
nomeadamente a criação temporária de grupos de homogeneidade relativa em disciplinas estruturantes, no ensino
básico, atendendo aos recursos da escola e à pertinência
No 1.º ciclo, as escolas poderão promover a coadjuvação nas áreas das expressões, bem como um reforço do
acompanhamento do desempenho dos alunos e das suas
necessidades de apoios específicos. Quanto ao 2.º ciclo,
passará a ser garantida a possibilidade de apoio diário ao
estudo, em função das necessidades previamente diagnosticadas dos alunos.
Os processos de avaliação interna serão acompanhados de provas e exames de forma a permitir a obtenção
de resultados fiáveis sobre a aprendizagem, fornecendo
indicadores da consecução das metas curriculares e dos
conteúdos disciplinares definidos para cada disciplina.
As ofertas constantes do presente diploma pretendem
proporcionar a todos os estudantes opções adequadas e diversificadas, adaptadas a percursos diferentes de educação
que possam ser orientados tanto para o prosseguimento de
estudos superiores como para a qualificação profissional,
tendo em conta a formação integral do indivíduo, bem
como a sua inserção no mercado de trabalho.
No âmbito do presente diploma foi promovida pelo
Ministério da Educação e Ciência uma consulta pública,
tendo a mesma originado um conjunto vasto de contributos
Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das Regiões
Autónomas e o Conselho Nacional de Educação.
No desenvolvimento do regime jurídico estabelecido
na alínea e) do n.º 1 do artigo 59.º da Lei n.º 46/86, de
14 de outubro, alterada pelas Leis n.os 115/97, de 19 de
setembro, 49/2005, de 30 de agosto, e 85/2009, de 27 de
agosto, e nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 198.º
da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
1 — O presente diploma estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, da avaliação dos conhecimentos
a adquirir e das capacidades a desenvolver pelos alunos e
do processo de desenvolvimento do currículo dos ensinos
2 — As disposições constantes no presente diploma
aplicam-se às diversas ofertas curriculares dos ensinos
básico e secundário ministradas em estabelecimentos de
ensino público, particular e cooperativo.
1 — Para efeitos do disposto no presente diploma, e
em conformidade com o constante na Lei de Bases do
Sistema Educativo para estes níveis de ensino, entende-se
por currículo o conjunto de conteúdos e objetivos que,
devidamente articulados, constituem a base da organização do ensino e da avaliação do desempenho dos alunos,
assim como outros princípios orientadores que venham a
ser aprovados com o mesmo objetivo.
2 — O currículo concretiza-se em planos de estudo
elaborados em consonância com as matrizes curriculares
constantes dos anexos I a VII do presente diploma, do qual
fazem parte integrante, ou outras a aprovar nos termos
legalmente previstos.
3 — Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a
desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo
de ensino têm como referência os programas das disciplinas e áreas curriculares disciplinares, bem como as metas
curriculares a atingir por ano de escolaridade e ciclo de
ensino, homologados por despacho do membro do Governo
4 — As estratégias de concretização e desenvolvimento
do currículo são objeto de planos de atividades, integrados
no respetivo projeto educativo, adaptados às características
das turmas, através de programas próprios, a desenvolver
pelos professores titulares de turma, em articulação com
o conselho de docentes, ou pelo conselho de turma, consoante os ciclos.
A organização e a gestão do currículo dos ensinos básico e secundário subordinam-se aos seguintes princípios
a) Coerência e sequencialidade entre os três ciclos do
ensino básico e o ensino secundário e articulação entre as
formações de nível secundário com o ensino superior e
com o mundo do trabalho;
b) Diversidade de ofertas educativas, tomando em consideração as necessidades dos alunos, por forma a assegurar
a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de
capacidades essenciais para cada ciclo e nível de ensino,
bem como as exigências decorrentes das estratégias de
c) Promoção da melhoria da qualidade do ensino;
d) Redução da dispersão curricular e do reforço da carga
horária nas disciplinas fundamentais;
e) Reforço da autonomia pedagógica e organizativa das
escolas na gestão do currículo e uma maior liberdade de escolha de ofertas formativas, no sentido da definição de um
projeto de desenvolvimento do currículo adequado às características próprias e integrado no respetivo projeto educativo;
f) Flexibilidade da duração das aulas;
g) Eficiência na distribuição das atividades letivas e na
racionalização da carga horária letiva semanal dos alunos;
h) Flexibilidade na construção dos percursos formativos,
adequada aos diferentes ciclos e níveis de ensino;
i) Garantia da reorientação do percurso escolar dos alunos nos ciclos e níveis de ensino em que existam diversas
ofertas formativas;
j) Favorecimento da integração das dimensões teórica
e prática dos conhecimentos, através da valorização da
aprendizagem experimental;
k) Articulação do currículo e da avaliação, assegurando
que esta constitua um elemento de referência que reforce a
sistematização do que se ensina e do que se aprende;
l) Promoção do rigor da avaliação, valorizando os resultados escolares e reforçando a avaliação sumativa externa
m) Reforço do caráter transversal da educação para a
cidadania, estabelecendo conteúdos e orientações programáticas, mas não a autonomizando como disciplina de
oferta obrigatória;
n) Valorização da língua e da cultura portuguesas em
todas as componentes curriculares;
o) Utilização das tecnologias de informação e comunicação nas diversas componentes curriculares;
p) Enriquecimento da aprendizagem, através da oferta
de atividades culturais diversas e de disciplinas, de caráter
facultativo em função do projeto educativo de escola, possibilitando aos alunos diversificação e alargamento da sua
formação, no respeito pela autonomia de cada escola.
1 — O ano escolar corresponde ao período compreendido entre o dia 1 de setembro de cada ano e o dia 31 de
agosto do ano seguinte.
2 — O ano letivo é entendido como o período contido
dentro do ano escolar no qual são desenvolvidas as atividades escolares e corresponde a um mínimo de 180 dias
3 — O calendário escolar é definido por despacho do
Ofertas formativas no ensino básico
1 — O ensino básico visa assegurar uma formação geral
comum a todos os portugueses, proporcionando a aquisição
dos conhecimentos basilares que permitam o prosseguimento de estudos e compreende:
b) Cursos de ensino artístico especializado (EAE);
c) Cursos de ensino vocacional;
d) O ensino básico na modalidade de ensino recorrente.
2 — As ofertas previstas no número anterior não prejudicam a existência de outras ofertas específicas devidamente autorizadas por despacho do membro do Governo
responsável pela área da educação, nomeadamente as
atualmente existentes:
a) Percursos curriculares alternativos;
b) Programa integrado de educação e formação (PIEF);
c) Cursos de nível básico de dupla certificação, designadamente os cursos de educação e de formação (CEF),
destinados preferencialmente a alunos em risco de abandono escolar, permitindo um ensino profissional inicial
como via privilegiada de transição para a vida ativa e
simultaneamente a continuação de estudos;
d) Cursos de educação e formação de adultos (cursos
EFA), orientados no sentido de educação e formação para
adultos que pretendam elevar os seus níveis de qualificação.
3 — Os cursos que se inscrevem no âmbito das ofertas
previstas nas alíneas b), c) e d) do número anterior são
criados e regulados por portaria dos membros do Governo
responsáveis pela área da educação e da área respetiva.
4 — O funcionamento de cursos de nível básico previstos no presente diploma depende de parecer favorável
dos serviços do Ministério da Educação e Ciência com
competências no âmbito da definição da rede nacional de
Ofertas formativas no ensino secundário
1 — O ensino secundário visa proporcionar uma formação e aprendizagens diversificadas e compreende:
a) Cursos científico-humanísticos vocacionados para o
prosseguimento de estudos de nível superior;
b) Cursos com planos próprios;
c) Cursos artísticos especializados, vocacionados, consoante a área artística, para o prosseguimento de estudos
ou orientados na dupla perspetiva da inserção no mundo
do trabalho e do prosseguimento de estudos;
d) Cursos profissionais vocacionados para a qualificação profissional dos alunos, privilegiando a sua inserção
no mundo do trabalho e permitindo o prosseguimento de
e) Ensino secundário na modalidade de ensino recorrente;
f) Cursos de ensino vocacional.
2 — No quadro da diversificação da oferta formativa,
podem ser criadas outras ofertas de educação e formação
qualificantes profissionalmente, devidamente autorizadas
por despacho do membro do Governo responsável pela
área da educação, nomeadamente cursos de educação e
formação de adultos (cursos EFA), orientados no sentido
de educação e formação para adultos que pretendam elevar
os seus níveis de qualificação.
3 — A diversidade da oferta formativa de nível secundário é regulada por portaria do membro do Governo responsável pela área da educação.
4 — Os cursos que se inscrevem no âmbito dos percursos de educação e formação referido no n.º 2 são criados e
regulados por portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da educação e do emprego.
5 — O funcionamento de cursos de nível secundário
previstos no presente diploma depende de parecer favorável dos serviços do Ministério da Educação e Ciência com
Reorientação do percurso formativo dos alunos
1 — É assegurada a possibilidade de reorientação do
percurso formativo dos alunos com recurso à permeabilidade entre cursos com afinidade de planos de estudos
e ao regime de equivalências nas outras situações com
vista a possibilitar ao aluno o prosseguimento de estudos
noutro curso.
2 — A reorientação do percurso formativo dos alunos
é regulada pelas escolas de acordo com orientações gerais
do ministro responsável pela área da educação.
Organização do currículo do ensino básico
1 — São aprovadas as matrizes curriculares dos 1.º, 2.º
e 3.º ciclos do ensino básico constantes dos anexos I a III
do presente diploma.
2 — As matrizes curriculares dos três ciclos do ensino
básico referidas no número anterior integram:
a) Áreas disciplinares e disciplinas;
b) Carga horária semanal mínima de cada uma das disciplinas;
c) Carga horária total a cumprir.
3 — O desenvolvimento das áreas disciplinares e disciplinas assume especificidades próprias, de acordo com
as características de cada ciclo, sendo da responsabilidade
do professor titular de turma, no caso do 1.º ciclo em articulação com o conselho de docentes, e do conselho de
turma, no caso dos 2.º e 3.º ciclos.
4 — Os programas e as metas curriculares para as diversas áreas disciplinares e disciplinas dos três ciclos do
ensino básico são objeto de homologação através de despacho do membro do Governo responsável pela área da
1 — As escolas do 1.º ciclo podem, de acordo com os
recursos disponíveis, proporcionar a iniciação da língua
inglesa, com ênfase na sua expressão oral.
2 — A língua estrangeira de Inglês inicia-se obrigatoriamente no 2.º ciclo e prolonga-se no 3.º ciclo, num mínimo
de cinco anos, de modo a garantir uma aprendizagem mais
consolidada da língua.
3 — A aprendizagem de uma segunda língua estrangeira
inicia-se obrigatoriamente no 3.º ciclo.
O currículo do ensino básico pode integrar a oferta da
disciplina de Português Língua não Materna (PLNM),
que tem como objetivo a aprendizagem do Português por
alunos com outra língua materna.
Tecnologias de informação e comunicação e oferta de escola
1 — A disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação inicia-se no 7.º ano de escolaridade, garantindo
aos alunos mais jovens uma utilização segura e adequada
dos recursos digitais e proporcionando condições para
um acesso universal à informação, funcionando sequencialmente nos 7.º e 8.º anos, semestral ou anualmente,
em articulação com uma disciplina criada pela escola,
designada por oferta de escola.
2 — Nos 7.º e 8.º anos de escolaridade, a matriz integra
uma disciplina de oferta de escola na área artística ou tecnológica, de acordo com a sua especificidade e no âmbito
do seu projeto educativo.
1 — As escolas dos 2.º e 3.º ciclos podem oferecer componentes curriculares complementares com carga horária
flexível que contribuam para a promoção integral dos
alunos em áreas de cidadania, artísticas, culturais, científicas ou outras.
2 — A oferta de componentes curriculares complementares deve ser efetuada através da utilização de um conjunto
de horas de crédito, definidas em despacho normativo do
1 — No 2.º ciclo, a oferta de Apoio ao Estudo é obrigatória para as escolas e agrupamentos de escolas.
2 — A oferta de Apoio ao Estudo é de frequência obrigatória para os alunos para tal indicados pelo conselho
de turma, desde que obtido o acordo dos encarregados
Atividades de enriquecimento do currículo
As escolas do 1.º ciclo, no desenvolvimento do seu projeto educativo, devem proporcionar aos alunos atividades
de enriquecimento do currículo de caráter facultativo e de
natureza eminentemente lúdica, formativa e cultural, incidindo, nomeadamente, nos domínios desportivo, artístico,
científico e tecnológico, de ligação da escola com o meio,
de solidariedade e voluntariado e da dimensão europeia
As escolas, no âmbito da sua autonomia, devem desenvolver projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos, designadamente educação
cívica, educação para a saúde, educação financeira, educação para os media, educação rodoviária, educação para o
consumo, educação para o empreendedorismo e educação
moral e religiosa, de frequência facultativa.
Organização do currículo do ensino secundário
1 — São aprovadas as matrizes curriculares dos cursos
científico-humanísticos, incluindo os cursos de ensino
recorrente, bem como as matrizes curriculares dos cursos
artísticos especializados e dos cursos profissionais constantes dos anexos IV a VII do presente diploma.
2 — As matrizes curriculares referidas no número anterior integram as seguintes componentes de formação:
a) A componente de formação geral, nos cursos científico-humanísticos e nos cursos artísticos especializados, incluindo na modalidade de ensino recorrente, que visa contribuir para a construção da identidade pessoal, social e
cultural dos alunos;
b) A componente de formação sociocultural, nos cursos
profissionais, que visa contribuir para a construção da
identidade pessoal, social e cultural dos alunos;
c) A componente de formação específica, nos cursos
científico-humanísticos, incluindo na modalidade de ensino recorrente, que visa proporcionar formação científica
consistente no domínio do respetivo curso;
d) A componente de formação científica nos cursos artísticos especializados, incluindo na modalidade de ensino
recorrente, e nos cursos profissionais, que visa a aquisição
e o desenvolvimento de um conjunto de conhecimentos e
aptidões de base do respetivo curso;
e) As componentes de formação técnico-artística e técnica, respetivamente, nos cursos artísticos especializados e
nos cursos profissionais, que visam a aquisição e o desenvolvimento de um conjunto de conhecimentos e aptidões
de base do respetivo curso, e integram, salvo nos cursos
na modalidade de ensino recorrente, formas específicas de
concretização da aprendizagem em contexto de trabalho.
3 — As matrizes curriculares referidas no n.º 1 integram
a) As disciplinas;
4 — Os programas e as metas curriculares para as diversas disciplinas do ensino secundário são objeto de homologação através de despacho do membro do Governo
Português nos cursos científico-humanísticos
A carga horária da disciplina de Português no 12.º ano,
dos cursos científico-humanísticos, deve ter em consideração a melhoria da expressão oral e escrita dos alunos.
Os cursos científico-humanísticos e os cursos artísticos
especializados podem integrar a oferta da disciplina de
PLNM, que tem como objetivo a aprendizagem do Português por alunos com outra língua materna.
A matriz curricular dos cursos científico-humanísticos
e dos cursos artísticos especializados, com exceção dos
cursos da modalidade de ensino recorrente, integra a disciplina de Educação Moral e Religiosa, de frequência facultativa.
Gestão do currículo dos ensinos básico e secundário
1 — A gestão do currículo e da oferta formativa de cada
escola ou agrupamento compete aos respetivos órgãos de
administração e gestão, aos quais incumbe desenvolver os
mecanismos que considerem adequados para o efeito.
2 — No âmbito da promoção da autonomia pedagógica
e organizativa da escola ou agrupamento, assume particular
a) A gestão e a aplicação do currículo por ano ou ciclo,
adaptando-o às características dos alunos e de cada escola
ou agrupamento;
b) A criação de condições necessárias, incluindo oferta
de complemento de currículo, permitindo a todos os alunos
colmatar dificuldades de aprendizagem e desenvolver as
suas capacidades;
c) A valorização das experiências e das práticas colaborativas que conduzam à melhoria do ensino.
3 — Tendo em consideração os objetivos e conteúdos
definidos nos programas e metas curriculares, devem os
agrupamentos de escolas e as escolas não agrupadas atender às suas especificidades e necessidades, selecionando,
entre outros aspetos, as metodologias e a duração dos
tempos letivos que se afigurem mais adequados.
4 — No respeito pelos limites constantes das matrizes
curriculares que se referem os artigos 8.º e 16.º, e sem
prejuízo dos regimes próprios aplicáveis aos ensinos profissional e recorrente, compete aos agrupamentos de escolas
e às escolas não agrupadas estabelecer o tempo semanal
por disciplina no cumprimento do total de carga horária
semanal de cada ano de escolaridade ou ciclo, de forma
a facilitar o estabelecimento de estratégias que permitam
atingir os objetivos preestabelecidos em determinadas
5 — Os agrupamentos de escolas e as escolas não agrupadas podem adotar projetos próprios, otimizando os seus
recursos materiais e humanos, tendo em vista a promoção
de um ensino de qualidade.
6 — Em complemento das atividades curriculares dos
ensinos básico e secundário, devem os agrupamentos de
escolas e as escolas não agrupadas organizar e realizar,
valorizando a participação dos alunos, ações de formação
cultural e de educação artística, de educação física e de
desporto escolar, de educação para a cidadania, de inserção
e de participação na vida comunitária, visando especialmente a utilização criativa e formativa dos tempos livres,
orientadas, em geral, para a formação integral e para a
realização pessoal dos alunos.
7 — Na organização dos horários das turmas, assim
como na organização das ofertas de apoio ao estudo, atividades extracurriculares e outras, as escolas e os agrupamentos de escolas devem otimizar os recursos globais e
promover parcerias de forma a permitir a partilha e coordenação de ofertas e recursos.
1 — Com o objetivo de assegurar o cumprimento da
escolaridade obrigatória e combater a exclusão, compete
aos agrupamentos de escolas e às escolas não agrupadas,
no desenvolvimento da sua autonomia e no âmbito do seu
projeto educativo:
a) Conceber, propor e gerir medidas específicas de diversificação da oferta curricular;
b) Promover, através dos serviços de psicologia e orientação, ações de orientação escolar e profissional e de apoio
ao desenvolvimento psicológico individual dos alunos;
c) Desenvolver, através da ação social escolar, medidas
destinadas a compensar os alunos economicamente mais
carenciados, mediante critérios objetivos e de discriminação positiva, previstos na lei;
d) Implementar ações de acompanhamento e complemento pedagógico, orientadas para a satisfação de necessidades específicas;
e) Desenvolver ações de apoio ao crescimento e ao
desenvolvimento pessoal e social dos alunos, visando
igualmente a promoção da saúde e a prevenção de comportamentos de risco;
f) Reorientar o percurso de alunos que revelem insucesso
escolar repetido ou problemas de integração na comunidade educativa, após uma avaliação da situação e posterior
encaminhamento para um percurso que lhe confira certificado de qualificação profissional.
2 — Tendo especialmente em vista a promoção do sucesso escolar dos alunos do ensino básico, os agrupamentos
de escolas e as escolas não agrupadas podem:
a) Adotar medidas que favoreçam a igualdade de oportunidades, criando temporariamente grupos de homogeneidade relativa em disciplinas estruturantes, ao longo de
todo o ensino básico, atendendo aos recursos da escola e
às circunstâncias concretas;
b) Fomentar, no 1.º ciclo, a colaboração nas áreas das
expressões de professores de outros ciclos do mesmo agrupamento de escolas que pertençam aos grupos de recrutamento
destas áreas;
c) Promover, no 1.º ciclo, e através de apoios específicos, um acompanhamento mais eficaz face ao desempenho
dos alunos, através de apoios específicos;
d) Dar continuidade ao apoio ao estudo no 1.º ciclo, a
par das outras atividades de enriquecimento curricular, a
definir por despacho do membro do Governo responsável
pela área da educação;
e) Prestar um maior acompanhamento aos alunos, através de uma oferta de apoio ao estudo, no 2.º ciclo.
Funcionamento de turmas
Compete ao diretor da escola ou agrupamento, dentro dos limites a estabelecer em despacho do membro do
Governo responsável pela área da educação, autorizar o
desdobramento das turmas ou funcionamento de forma
alternada de disciplinas dos ensinos básico e secundário.
1 — A avaliação constitui um processo regulador do
ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos
conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas
2 — A avaliação tem por objetivo a melhoria do ensino
através da verificação dos conhecimentos adquiridos e das
capacidades desenvolvidas nos alunos e da aferição do
grau de cumprimento das metas curriculares globalmente
fixadas para os níveis de ensino básico e secundário.
3 — A verificação prevista no número anterior deve
ser utilizada por professores e alunos para, em conjunto,
melhorar o ensino e suprir as dificuldades de aprendizagem.
4 — A avaliação tem ainda por objetivo conhecer o
estado do ensino, retificar procedimentos e reajustar o
ensino das diversas disciplinas aos objetivos curriculares
5 — Na avaliação dos alunos intervêm todos os professores envolvidos, assumindo particular responsabilidade
neste processo o professor titular de turma, no 1.º ciclo,
e nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e no ensino secundário, os professores que integram o conselho de turma,
sem prejuízo da intervenção de alunos e encarregados de
6 — O regime de avaliação é regulado por despacho do
membro do Governo responsável pela área da educação,
em função dos níveis e ciclos de ensino e da natureza dos
cursos de nível secundário de educação.
1 — A avaliação da aprendizagem compreende as modalidades de avaliação diagnóstica, de avaliação formativa
e de avaliação sumativa.
2 — A avaliação diagnóstica realiza-se no início de cada
ano de escolaridade ou sempre que seja considerado oportuno, devendo fundamentar estratégias de diferenciação
pedagógica, de superação de eventuais dificuldades dos
alunos, de facilitação da sua integração escolar e de apoio
à orientação escolar e vocacional.
3 — A avaliação formativa assume caráter contínuo e
sistemático, recorre a uma variedade de instrumentos de
recolha de informação adequados à diversidade da aprendizagem e às circunstâncias em que ocorrem, permitindo
ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e a
outras pessoas ou entidades legalmente autorizadas obter
informação sobre o desenvolvimento da aprendizagem,
com vista ao ajustamento de processos e estratégias.
4 — A avaliação sumativa traduz-se na formulação de
um juízo global sobre a aprendizagem realizada pelos
alunos, tendo como objetivos a classificação e certificação, e inclui:
a) A avaliação sumativa interna, da responsabilidade
dos professores e dos órgãos de gestão e administração dos
agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas;
b) A avaliação sumativa externa, da responsabilidade
dos serviços ou entidades do Ministério da Educação e
Ciência designados para o efeito.
1 — A evolução do processo educativo dos alunos no
ensino básico assume uma lógica de ciclo, progredindo
para o ciclo imediato o aluno que tenha adquirido os conhecimentos e desenvolvido as capacidades definidas para
cada ciclo de ensino.
2 — A avaliação diagnóstica visa facilitar a integração
escolar do aluno, apoiando a orientação escolar e vocacional e o reajustamento de estratégias de ensino.
3 — A avaliação formativa gera medidas pedagógicas
adequadas às características dos alunos e à aprendizagem
4 — A avaliação sumativa dá origem a uma tomada de
decisão sobre a progressão, retenção ou reorientação do
percurso educativo do aluno.
5 — Em situações em que o aluno não adquira os conhecimentos nem desenvolva as capacidades definidas para o ano
de escolaridade que frequenta, o professor titular de turma,
no 1.º ciclo, ouvido o conselho de docentes, ou o conselho
de turma, nos 2.º e 3.º ciclos, deve propor as medidas necessárias para colmatar as deficiências detetadas no percurso
escolar do aluno, designadamente, nos 1.º e 2.º ciclos, o eventual prolongamento do calendário escolar para esses alunos.
6 — Caso o aluno não adquira os conhecimentos predefinidos para um ano não terminal de ciclo que, fundamentadamente, comprometam a aquisição dos conhecimentos e
o desenvolvimento das capacidades definidas para um ano
de escolaridade, o professor titular de turma, no 1.º ciclo,
ouvido o conselho de docentes, ou o conselho de turma,
nos 2.º e 3.º ciclos, pode, a título excecional, determinar a
retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade.
7 — O previsto no número anterior não se aplica ao
1.º ano de escolaridade.
8 — Verificando-se retenção, compete ao professor titular de
turma, no 1.º ciclo, e ao conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos,
identificar os conhecimentos não adquiridos e as capacidades
não desenvolvidas pelo aluno, as quais devem ser tomadas
em consideração na elaboração do plano da turma em que o
referido aluno venha a ser integrado no ano escolar subsequente.
9 — A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é
considerada para efeitos de progressão dos alunos.
1 — A avaliação sumativa no ensino básico geral e nos
cursos de ensino artístico especializado do ensino básico
traduz-se na formulação de um juízo global sobre a aprendizagem realizada pelos alunos, tendo como objetivos a
classificação e a certificação e inclui:
a) A avaliação sumativa interna que se realiza no final de
cada período letivo e é da responsabilidade dos professores
e dos órgãos de gestão pedagógica da escola;
Ciência designados para o efeito, que compreende a realização de provas finais nos 4.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade,
as quais incidem, respetivamente, sobre os conteúdos dos
1.º, 2.º e 3.º ciclos nas disciplinas de Português, Matemática
e na disciplina de PLNM.
2 — No 1.º ciclo do ensino básico, a informação resultante da avaliação sumativa interna materializa-se de forma
descritiva em todas as áreas curriculares, com exceção das
disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática no 4.º ano
de escolaridade, a qual se expressa numa escala de 1 a 5.
3 — Nos 2.º e 3.º ciclos, a informação resultante da
avaliação sumativa materializa-se numa escala de 1 a 5,
em todas as disciplinas.
4 — Quando, em sequência da aplicação das medidas
previstas no n.º 5 do artigo anterior, houver lugar ao prolongamento da duração do ano letivo pode o aluno aceder
à 2.ª fase das provas finais respetivas.
1 — Aos alunos que concluam com aproveitamento o
ensino básico é passado o diploma do ensino básico pelo
órgão de administração e gestão do respetivo agrupamento
ou escola não agrupada.
2 — A requerimento dos interessados, devem, ainda, ser
emitidas pelo órgão de administração e gestão do respetivo
agrupamento ou escola não agrupada, em qualquer momento do percurso escolar do aluno, certidões das habilitações adquiridas, as quais devem discriminar as disciplinas
concluídas e os respetivos resultados de avaliação.
3 — Pela emissão das certidões, prevista no número anterior, é devida uma taxa de montante a fixar por portaria dos
membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças
e da educação, que constitui receita própria da escola.
1 — A avaliação diagnóstica visa facilitar a integração
escolar do aluno, o apoio à orientação escolar e vocacional
e o reajustamento de estratégias.
2 — A avaliação formativa determina a adoção de medidas pedagógicas adequadas às características dos alunos
e à aprendizagem a desenvolver.
3 — A avaliação sumativa conduz à tomada de decisão, no âmbito da classificação e da aprovação em cada
disciplina ou módulo, quanto à progressão nas disciplinas
não terminais, à transição para o ano de escolaridade subsequente, à admissão à matrícula e à conclusão do nível
secundário de educação.
4 — Exceto quando o aluno pretenda prosseguir estudos
nesta área, a classificação na disciplina de Educação Física
é considerada para efeitos de conclusão do nível secundário
de educação, mas não entra no apuramento da média final.
5 — A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é
1 — A avaliação sumativa consiste na formulação de
um juízo global, tem como objetivos a classificação e a
certificação e inclui:
a) A avaliação sumativa interna, da responsabilidade dos
professores e dos órgãos de gestão pedagógica da escola;
Ciência designados para o efeito, concretizada através da
realização de provas e de exames finais nacionais.
2 — A avaliação sumativa externa aplica-se:
a) Aos alunos dos cursos científico-humanísticos, excluindo os da modalidade de ensino recorrente;
b) Aos alunos dos cursos científico-humanísticos da
modalidade de ensino recorrente que pretendam prosseguir
estudos no ensino superior;
c) A todos os alunos dos outros cursos que pretendam
prosseguir estudos no ensino superior.
3 — A avaliação sumativa externa para os alunos dos
cursos científico-humanísticos realiza-se no ano terminal
da respetiva disciplina, nos termos seguintes:
b) Na disciplina trienal da componente de formação
c) Em duas disciplinas bienais da componente de formação
específica, ou numa das disciplinas bienais da componente
de formação específica e na disciplina de Filosofia da componente de formação geral, de acordo com a opção do aluno.
4 — A avaliação sumativa externa dos alunos dos cursos
profissionais realiza-se nos termos seguintes:
a) Na disciplina de Português da componente de formação geral dos cursos científico-humanísticos;
b) Numa disciplina trienal da componente de formação
específica, escolhida de entre as que compõem os planos
de estudo dos vários cursos científico-humanísticos;
c) Numa disciplina bienal da componente de formação
de estudo dos vários cursos científico-humanísticos.
5 — A avaliação sumativa externa dos alunos dos cursos
de ensino artístico especializado realiza-se nos termos
b) Na disciplina bienal de Filosofia da componente de
6 — É facultada aos alunos dos cursos regulados pelo
presente diploma a realização dos exames a que se referem
os n.os 3, 4 e 5 na qualidade de autopropostos, de acordo
com as disposições do Regulamento de Exames do Ensino
Secundário em vigor.
7 — Em todas as disciplinas constantes dos planos de
estudo são atribuídas classificações na escala de 0 a 20 valores.
1 — A conclusão do nível secundário depende de aprovação em todas as disciplinas do plano de estudos do curso
frequentado pelo aluno.
2 — A conclusão dos cursos científico-humanísticos,
excluindo os da modalidade de ensino recorrente, está
dependente da realização, com caráter obrigatório, de exames finais nacionais às disciplinas sujeitas à modalidade
de avaliação sumativa externa.
3 — Nos cursos artísticos especializados, o aluno deve
ainda obter aprovação na prova de aptidão artística e, consoante a área artística, na formação em contexto de trabalho.
4 — Nos cursos profissionais, o aluno deve ainda obter
aprovação na formação em contexto de trabalho e na prova
de aptidão profissional.
estudos resulta da avaliação sumativa externa realizada
no ano terminal:
a) Na disciplina de Português da componente da formação geral;
b) Na disciplina trienal da componente de formação geral;
3 — O aluno que, por via do disposto no número anterior, fique com a classificação final do ensino recorrente
indexada às classificações dos exames finais não perde o
direito de usar a classificação final que obteve no curso de
origem, nomeadamente para efeitos de prosseguimento de
estudos, de acordo com regime de avaliação desse curso.
4 — A formação obtida nos cursos a que se refere o
n.º 2 do artigo 6.º é certificada e creditada para efeitos de
prosseguimento de estudos de nível secundário ou superior,
conforme a tipologia do curso.
5 — A certificação dos cursos de nível secundário de educação não dispensa o aluno, para efeitos de candidatura ao
ensino superior, do cumprimento dos restantes requisitos a
que estiver sujeito.
1 — A conclusão de um curso de nível secundário é
comprovada através da emissão dos respetivos diplomas
ou certificados.
2 — É emitido certificado de qualificação aos alunos que
concluam qualquer das ofertas de ensino secundário.
3 — Para a emissão de diplomas e certificados, referidos nos números anteriores, é competente o órgão de
administração e gestão dos agrupamentos ou escolas não
agrupadas ou o órgão de gestão pedagógica, no caso dos
estabelecimentos de ensino particular e cooperativo e das
escolas profissionais.
4 — A requerimento dos interessados devem também
ser emitidas, pelo órgão de administração e gestão do
respetivo agrupamento ou escola não agrupada, em qualquer momento do percurso escolar do aluno, certidões das
habilitações adquiridas, as quais devem discriminar as disciplinas concluídas e os respetivos resultados de avaliação.
5 — Pela emissão das certidões, prevista no número anterior,
é devida uma taxa de montante a fixar por portaria conjunta
dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da educação, que constitui receita própria para a escola.
1 — Para certificação da conclusão de um curso profissional, de um curso artístico especializado, de um curso na
modalidade de ensino recorrente ou de um curso vocacional
não é considerada a realização de exames finais nacionais.
2 — No caso de um aluno que, previamente, haja concluído um curso profissional, de ensino artístico especializado ou científico-humanístico ingressando, em ano letivo
posterior, em curso científico-humanístico na modalidade
de ensino recorrente, a classificação final do ensino secundário a considerar para efeitos de prosseguimento de
Os cursos de ensino vocacional são objeto de regulamentação através de portaria do membro do Governo
Modelo de diploma e de certificado
Os modelos de diploma e de certificado, referidos nos
artigos 27.º e 32.º, são definidos por despacho do membro
1 — No ano letivo de 2012-2013, no 9.º ano de escolaridade, a disciplina de Introdução às Tecnologias de
Informação e Comunicação mantém-se com um tempo
mínimo de 90 minutos semanais.
2 — As normas relativas à organização e funcionamento dos cursos tecnológicos, criados pelo Decreto-Lei
n.º 74/2004, de 26 de março, alterado pelos Decretos-Leis
n.os 24/2006, de 6 de fevereiro, 272/2007, de 26 de julho,
4/2008, de 7 de janeiro, 50/2011, de 8 de abril, e 42/2012,
de 22 de fevereiro, mantêm a sua vigência até ao final do
ano letivo de 2013-2014.
A aplicação do presente diploma às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira faz-se sem prejuízo das
competências dos órgãos de Governo próprio em matéria
Áreas disciplinares de frequência obrigatória (a):
Físico-Motoras.
Área de projeto;
Total — 25 horas (a).
Disciplina de frequência facultativa (c):
a) O Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro;
b) O Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, alterado pelos Decretos-Leis n.os 24/2006, de 6 de fevereiro,
272/2007, de 26 de julho, 4/2008, de 7 de janeiro, 50/2011,
de 8 de abril, e 42/2012, de 22 de fevereiro.
1 — O presente diploma produz efeitos a partir do ano
letivo de 2012-2013.
2 — O disposto no n.º 4 do artigo 28.º, relativo à não contabilização da classificação obtida na disciplina de Educação
Física para apuramento da média final do ensino secundário,
produz efeitos de forma progressiva, aplicando-se:
a) No ano letivo de 2012-2013, apenas aos alunos matriculados no 10.º ano de escolaridade;
b) No ano letivo de 2013-2014, também aos alunos
matriculados no 11.º ano de escolaridade;
c) No ano letivo de 2014-2015, a todos os alunos matriculados no ensino secundário.
3 — Os mecanismos de transição para os desenhos curriculares aprovados pelo presente diploma são definidos
área da educação.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 31 de
maio de 2012. — Pedro Passos Coelho — Vítor Louçã
Rabaça Gaspar — Nuno Paulo de Sousa Arrobas Crato.
Promulgado em 21 de junho de 2012.
Referendado em 24 de junho de 2012.
Educação Moral e Religiosa.
Total — 1 hora.
Total — 26 horas.
Atividades de enriquecimento curricular (d).
(a) Do total das horas letivas previstas, no mínimo:
i) 7 horas letivas de trabalho semanal para o Português,
e ii) 7 horas letivas de trabalho semanal para a Matemática.
(b) Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma
componente de trabalho dos alunos com as tecnologias de
informação e da comunicação, e constar explicitamente
no plano de turma.
(c) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do
artigo 15.º, parte final.
(d) Atividades de caráter facultativo, nos termos do
artigo 14.º, incluindo uma possível iniciação a uma língua
estrangeira, nos termos do n.º 1 do artigo 9.º
No âmbito da sua autonomia, as escolas têm liberdade
de organizar os tempos letivos na unidade que considerem
mais conveniente desde que respeitem as cargas horárias
semanais constantes do quadro infra. Os tempos apresentados correspondem aos tempos mínimos por área disciplinar
e disciplinas, pelo que não podem ser aplicados apenas
os mínimos, em simultâneo, em todas as disciplinas. O
tempo a cumprir é realizado pelo somatório dos tempos
alocados às diversas disciplinas, podendo ser feitos ajustes
de compensação entre semanas:
Educação Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Moral e Religiosa (e). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tempo a cumprir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Oferta Complementar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Apoio ao Estudo (g) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Línguas e Estudos Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Matemática e Ciências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Artística e Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(a) Carga letiva semanal em minutos, referente a tempo útil de aula, ficando ao critério de cada escola a distribuição dos tempos pelas diferentes disciplinas de cada área disciplinar, dentro
dos limites estabelecidos — mínimo por área disciplinar e total por ano ou ciclo.
(g) Oferta obrigatória para a escola, de frequência facultativa para os alunos, sendo obrigatória por indicação do conselho de turma e obtido o acordo dos encarregados de educação, nos
termos do artigo 13.º
Se da distribuição das cargas em tempos letivos semanais resultar uma carga horária total inferior ao tempo a cumprir,
o tempo sobrante é utilizado no reforço de atividades letivas da turma.
A presente matriz curricular apresenta, para referência e para efeito exemplificativo, a carga horária semanal organizada em
períodos de 45 minutos, assumindo a sua distribuição semanal e por anos de escolaridade um caráter indicativo para as escolas:
(a) Carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos, assumindo a sua distribuição por anos de escolaridade um caráter indicativo. Em situações justificadas, a escola poderá
utilizar uma diferente organização da carga horária semanal dos alunos, devendo contudo respeitar os totais por área curricular e ciclo, assim como o máximo global indicado para cada ano
No âmbito da sua autonomia, as escolas têm liberdade de organizar os tempos letivos na unidade que considerem
mais conveniente desde que respeitem as cargas horárias semanais constantes do quadro infra. Os tempos apresentados
correspondem aos tempos mínimos por área disciplinar e disciplinas, pelo que não podem ser aplicados apenas os mínimos, em simultâneo, em todas as disciplinas. O tempo a cumprir é realizado pelo somatório dos tempos alocados às
diversas disciplinas e à oferta de escola, podendo ser feitos ajustes de compensação entre semanas:
Português . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Línguas Estrangeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Moral e Religiosa (d) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tempo a cumprir . . . . . . . . . . . . .
Oferta Complementar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Ciências Humanas e Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Ciências Físicas e Naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Expressões e Tecnologias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(c) Nos termos do disposto no artigo 11.º
(d) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do disposto no artigo 15.º, parte final, com carga fixa de 45 minutos.
(e) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, nos termos do disposto no artigo 12.º
Se da distribuição das cargas em tempos letivos semanais resultar uma carga horária total inferior ao tempo a
cumprir, o tempo sobrante é utilizado no reforço de atividades letivas da turma.
A presente matriz curricular apresenta, para referência
e para efeito exemplificativo, a carga horária semanal
organizada em períodos de 45 minutos, assumindo a sua
distribuição semanal e por anos de escolaridade um caráter
indicativo para as escolas:
Educação Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Oferta Complementar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(b) Do total da carga, no mínimo, 2 × 45 minutos para Educação Visual.
(d) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 15.º, parte final, com carga fixa de 1 × 45 minutos.
(a que se referem os artigos 2.º e 16.º)
Ensino secundário — Cursos científico-humanísticos
Português . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Língua Estrangeira I, II ou III (b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Filosofia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Trienal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Bienal 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Bienal 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Anual 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Anual 2 (f) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Moral e Religiosa (g) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tempo a cumprir (h) . . . . . . . . . . . . . .
1 530 a 1 620
(1 620 a 1 710)
Opções (e):
(a) Carga letiva semanal em minutos, referente a tempo útil de aula, ficando ao critério de cada escola a distribuição dos tempos pelas diferentes disciplinas, dentro dos limites estabelecidos — mínimo por disciplina e total por ano.
(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso
de o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, poderá cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação
expressa do acréscimo de carga horária.
(c) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(d) (e) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (d).
(f) Oferta dependente do projeto educativo da escola — conjunto de disciplinas comum a todos os cursos.
(g) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 19.º, com carga fixa de 90 minutos.
(h) Carga máxima em função das opções dos diversos cursos.
A presente matriz curricular apresenta, para referência e para efeito exemplificativo, a carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos, assumindo a sua distribuição semanal e por anos de escolaridade um caráter indicativo
Português . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Língua Estrangeira I, II ou III (b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Filosofia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Trienal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Bienal 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Bienal 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Anual 2 (f) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Moral e Religiosa (g) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tempo a cumprir (h) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(36 a 38)
Anual 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(g) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 19.º, com carga fixa de 2 × 45 minutos.
Ensino secundário — Cursos artísticos especializados
Português . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Língua Estrangeira I, II ou III (b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Filosofia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Física (c) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Subtotal (f) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
225/630
225/990
270/1 080
270/1 260
Educação Moral e Religiosa (e). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tempo a cumprir (f) . . . . . . . . . . . . . .
1 305/1 980
(1 395/2 070)
1 350/2 250
(1 440/2 340)
1 035/2 160
(g) (1 125/2 250)
Duas a quatro disciplinas (d).
Técnica Artística:
Duas a cinco disciplinas (d).
(a) Carga letiva em minutos, referente a tempo útil de aula, ficando ao critério de cada escola a distribuição dos tempos pelas diferentes disciplinas, dentro dos limites estabelecidos — mínimo
por disciplina e total por ano e contemplando ainda os valores mínimos e máximos correspondentes aos planos de estudo, consoante a área artística.
(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No
caso de o aluno iniciar uma segunda língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, poderá cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa,
com a aceitação expressa do acréscimo da carga horária.
(c) Não existe na formação em Dança e Teatro.
(d) Integra uma disciplina bienal, a frequentar nos 11.º e 12.º anos, escolhida de entre um leque de opções a definir de acordo com a natureza do curso e do projeto educativo da escola,
podendo integrar, consoante a sua natureza, a componente de formação científica ou técnico-artística.
(e) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 19.º, com carga fixa de 2 × 45 minutos.
(f) Intervalo no qual se situam os valores da carga letiva consoante o plano de estudos de cada curso.
(g) Pode integrar, consoante a área artística, formação em contexto de trabalho.
Educação Física (c) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Subtotal (f) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tempo a cumprir (f) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(g) (25/50)
utilizar uma diferente organização da carga horária semanal dos alunos, devendo contudo respeitar os totais por disciplina, assim como o máximo global indicado para cada ano de escolaridade,
de acordo com a área artística em que se enquadra o plano de estudos.
Ensino secundário — Cursos profissionais
No âmbito da autonomia, as escolas têm liberdade de organizar os tempos letivos na unidade mais conveniente desde
que respeitem as cargas horárias totais de cada disciplina constantes do presente anexo:
Total de horas (a)
(ciclo de formação)
Português . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Língua Estrangeira I, II ou III (b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Área de integração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Tecnologias de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Educação Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Duas a três disciplinas (c) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Três a quatro disciplinas (d) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Formação em contexto de trabalho (e) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Total. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(a) Carga horária não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação a gerir pela escola, no âmbito da sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma
a otimizar a gestão modular e a formação em contexto de trabalho.
(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário.
(d) Disciplinas de natureza tecnológica, técnica e prática estruturantes da qualificação profissional visada.
(e) A formação em contexto de trabalho visa a aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para a qualificação profissional a adquirir
e será objeto de regulamentação própria.
Ensino secundário — Cursos científico-humanísticos do ensino recorrente
A presente matriz curricular apresenta a carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos, assumindo a
sua distribuição por anos de escolaridade um caráter vinculativo para as escolas:
Anual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
(a) Carga letiva semanal em minutos, referente a tempo útil de aula a cumprir.
(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira, tomando em conta as disponibilidades da escola.
Gestao curricular dl 139 12

References: artigo 59
 artigo 198
 artigo 6
 artigo 28

artigo 15

artigo 14
 artigo 9
 artigo 13
 artigo 11
 artigo 15
 artigo 12
 artigo 15
 artigo 19
 artigo 19
 artigo 19