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CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY CAMPEONATO BRASILEIRO DE RALLY DE VELOCIDADE 2013 REGULAMENTO TÉCNICO - PDF
CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY CAMPEONATO BRASILEIRO DE RALLY DE VELOCIDADE 2013 REGULAMENTO TÉCNICO
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Ayrton Santana Esteves
1 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY CAMPEONATO BRASILEIRO DE RALLY DE VELOCIDADE 2013 REGULAMENTO TÉCNICO ARTIGO 1 - DEFINIÇÃO... 1 ARTIGO 2 - FICHA DE HOMOLOGAÇÃO... 1 ARTIGO 3 - VEÍCULOS ADMITIDOS... 2 ARTIGO 4 - CATEGORIAS... 3 ARTIGO 5 - COMBUSTÍVEL... 4 ARTIGO 6 - PNEUS... 4 ARTIGO 7 - REGULAMENTAÇÕES E RESTRIÇÕES AO ANEXO "J" AO CDI DA FIA, ART GRUPO N... 5 Artigo 1 - DEFINIÇÃO O Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade 2013 seguirá a regulamentação do Anexo J ao CDI da FIA, Art Grupo "N" e Art Grupo A, com as restrições e regulamentações técnicas especificadas nesse Regulamento. Artigo 2 - FICHA DE HOMOLOGAÇÃO É obrigação de cada participante do Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade 2013 apresentar à CNR/CBA a Ficha de Homologação completa e com todos os dados técnicos do veículo participante.
2 2 Qualquer outra modificação não indicada expressamente nesse Regulamento, no Anexo J ao CDI da FIA, Art Grupo N e Art Grupo A vigente em 2013 e na Ficha de Homologação do veículo, não será aceita Serão criados Anexos a este Regulamento com as Fichas de Homologação válidas de cada veículo, para a participação no Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade Todos os itens liberados por este Regulamento deverão constar na Ficha de Homologação, com os seus respectivos, pesos, tamanhos e fotos Os veículos que não possuírem as suas Fichas de Homologação homologadas pela CBA, terão até a data a ser informada pela CNR/CBA, para entregá-las para que sejam homologadas. Após a data limite os concorrentes que não tiverem entregado a Ficha de Homologação dos veículos à CNR/CBA, não poderão continuar a participar do Campeonato. ARTIGO 3 - VEÍCULOS ADMITIDOS Apenas poderão participar do Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade 2013, os veículos que estejam em conformidade com as prescrições do Anexo J ao CDI Todos os veículos deverão ter sua Ficha de Homologação devidamente regularizada junto a CBA Serão definidas em anexos a esse Regulamento as Fichas de Homologação válidas de cada veículo, para a participação no Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade Os veículos deverão respeitar os pesos nominativos informados pelos fabricantes e/ou constante na Ficha de Homologação.
3 Todos os veículos participantes do Campeonato que apresentem um desempenho superior ao dos demais participantes, da categoria, não permitindo um equilíbrio entre os mesmos, poderão sofrer algumas restrições e/ou algumas exigências após analise e avaliação da CNR/CBA É proibido o uso de kit-car Todos os veículos deverão seguir as normas de segurança conforme previsto no Art. 253 do Anexo J - FIA vigente. Artigo 4 - CATEGORIAS O Campeonato será disputado nas seguintes categorias: - 4x4; - 4x2 Super; - 207; - 4x Na categoria 4x4 serão admitidos os seguintes veículos homologados: XRC (Classe 2); Maxi Rally (Classe 2); Veículos da Classe 3; Veículos Grupo R Na categoria 4x2 Super serão admitidos os seguintes veículos homologados: Veículos da Classe Na categoria 207 serão admitidos os seguintes veículos homologados: Veículos Peugeot Fica vetado à participação de pilotos que tenham sido campeões e vice-campeões Brasileiro ou Sul Americano, nas categorias A6, A7, N4,
4 4 XRC, das Classes 2,3,6,7,8 e da categoria 207 Super da Copa Peugeot Na categoria 4x2 serão admitidos os seguintes veículos: Veículos da Classe 9; Veículos da Classe 8; Veículos Peugeot Fica vetado à participação de pilotos que tenham sido campeões e vice-campeões Brasileiro ou Sul Americano, em qualquer categoria de Rally de Velocidade, Copas Monomarcas de Rally e Cross Country, exceto os campeões e vice-campeões da Classe 9. Fica vetado também à participação dos campeões das categorias 207 Super da Copa Peugeot e L200 Triton RS da Mitsubishi Cup. Artigo 5 - COMBUSTÍVEL Para as categorias 4x2, 207 e 4x2 Super, somente é permitido álcool etílico hidratado comercial, de teor alcoólico de no máximo 94,7, ou gasolina, comercializados em postos de combustível Para a categoria 4x4 o combustível é livre. Artigo 6 - PNEUS Cada concorrente poderá utilizar uma quantidade determinada de pneus dependendo da categoria, por evento, conforme abaixo: - categoria 4x4-12 (doze) pneus; - categoria 4x2 SUPER - 08 (oito) pneus; - categoria (seis) pneus; - categoria 4x2-06 (seis) pneus A critério dos Comissários Desportivos, dependendo das condições meteorológicas, poderão ser lacrados pneus de chuva, conforme definido no Art. 6.1, além dos pneus de piso seco.
5 No evento coincidente com o Campeonato Sul Americano, as quantidades de pneus acima definida, poderá ser alterada A marca e o modelo dos pneus são livres, para todas as categorias Os pneus deverão ser entregues para a lacração durante a vistoria técnica do veículo Os concorrentes só poderão utilizar os pneus que estiverem lacrados No caso de necessidade e por livre escolha dos pilotos os pneus poderão ser frisados É proibido o uso de pneus com mousse e cravos Os pneus deverão ter sulcos com profundidade de no mínimo 02 (dois) mm Os carros de competição poderão levar no máximo 02 (dois) estepes. Artigo 7 - Regulamentações e restrições ao Anexo "J" ao CDI da FIA, Art Grupo N Categoria 4x4 Essa categoria deverá seguir na sua totalidade o Art. 254 do Anexo J ao CDI / FIA ano 2013, publicado em 11/12/2012, com exceção para as modificações especificadas nesse Regulamento e na Ficha de Homologação do veículo Motor É permitido aos veículos da marca Mitsubishi Lancer Evolution até o modelo VIII e aos veículos da marca Subaru até o modelo Spec-C ano 2006 de usarem o restritor com diâmetro máximo interior de admissão de ar do compressor de 34 (trinta e quatro) mm, devendo manter todas as outras medidas conforme o Anexo J ao CDI da FIA, Art Grupo N.
6 Peças de Fibra Está autorizado nos veículos o uso das peças relacionadas abaixo em fibra de vidro, devendo respeitar as dimensões e formas indicadas na Ficha de Homologação: - Capo dianteiro e traseiro; - Paralamas; - Aerofólio traseiro; - Spoiler dianteiro; - Parachoques dianteiro e traseiro Suportes O material dos elementos elásticos dos suportes do motor e da caixa de câmbio é livre, mas não o número de suportes Apêndices É permitida a colocação de uma entrada de ar no teto do veículo para a ventilação do habitáculo. Os veículos que não tem este equipamento homologado o deverão fazer e só será permitida 01 (uma) homologação para cada modelo de veículo Espelhos Os espelhos retrovisores exteriores do veículo poderão ser de um desenho distinto ao dos originais, sempre que tenha ao menos uma superfície de cristal de espelho de 09 (nove) centímetros quadrados Categoria 4x2 SUPER Essa categoria deverá seguir na sua totalidade o Art. 255 do Anexo J ao CDI / FIA ano 2013, publicado em 11/12/2012, com exceção para as modificações especificadas nesse Regulamento e na Ficha de Homologação do veículo Motor Somente serão permitidos os veículos que possuam um motor original com até 125 cv.
7 É permitida a colocação de tubos na caixa de ar, sendo 02 (dois) na parte posterior às rodas dianteiras e 02 (dois) na parte anterior às rodas traseiras, somente visando encaixar os cavaletes para o levante do carro Apêndices É permitida a colocação de uma entrada de ar no teto do veículo para a ventilação do habitáculo. Os veículos que não tem este equipamento homologado o deverão fazer e só será permitida 01 (uma) homologação para cada modelo de veículo Categoria 207 Essa categoria deverá seguir na sua totalidade o Art. 254 do Anexo J ao CDI / FIA ano 2013, publicado em 11/12/2012, com exceção para as modificações especificadas nesse Regulamento e na Ficha de Homologação do veículo Categoria 4X2 Essa categoria deverá seguir na sua totalidade o Art. 254 do Anexo J ao CDI / FIA ano 2013, publicado em 11/12/2012, com exceção para as modificações especificadas nesse Regulamento e na Ficha de Homologação do veículo Motor Somente serão permitidos os veículos que possuam um motor original com até 125 cv Injeção Livre, sendo permitido o uso de um chicote adaptador que faça a ligação entre o chicote original do veículo e a caixa de injeção do mesmo Escape É permitido como Variante de Opção, o uso do coletor de escape 4 em 1, sendo o tubo de escape livre, devendo o mesmo terminar no local original do veículo. É permitida a retirada do catalisador e dos silenciadores.
8 Suportes O material dos elementos elásticos dos suportes do motor e da caixa de câmbio é livre, mas não o número de suportes Não é permitido o uso de diferencial auto blocante Apêndices É permitida a colocação de uma entrada de ar no teto do veículo para a ventilação do habitáculo. Os veículos que não tem este equipamento homologado o deverão fazer e só será permitida 01 (uma) homologação para cada modelo de veículo Os veículos da marca Peugeot 206 deverão possuir em seu interior um lastro de 50 (cinquenta) kg. O mesmo deve ser instalado pelo concorrente e deve estar solidamente fixado em local de fácil acesso para que possa ser lacrado e caso seja necessário seja pesado Estas Regulamentações e restrições não são necessariamente válidas para a participação em uma prova do Campeonato Sul americano (CODASUR), ou de outro Campeonato Internacional no Grupo N e no Grupo A. O presente regulamento foi elaborado pela Comissão Nacional de Rally, aprovado pelo Conselho Técnico Desportivo Nacional e homologado pelo Presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo. Rio de Janeiro, 21 de janeiro de Comissão Nacional de Rally Djalma de Faria Neves Presidente Conselho Técnico Desportivo Nacional Nestor Valduga Presidente Confederação Brasileira de Automobilismo Cleyton Tadeu Correia Pinteiro Presidente
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