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Timestamp: 2019-08-25 11:53:45+00:00

Document:
Enviado por Maria Diovani Fiuza Speth
2015-10-14_14-13-21_edital_cursos_tecnicos_2016 1
ppc_tecnologia_eletronica industrial_sbv.pdf
Apresentação Do Curso de Servicos Publicos
Edital_19_2015_Cursos Superiores de Pos-graduacao 2015.2_Especializacao Presencial
Campus Barra Do Corda - Técnico Em Informática - Regime Anual
DECRETO 45.599
O ENEM e sua função certificadora do EM
Grade curso técnico Serviços Públicos IFSP
ppc_lma_cjo_2016_vfinal_maro2016
estatudoifg
Edital Nº 70 Docente e Técnico 2015
EDITAL PRE No 63-2015_1a Chamada_PRE-MATRICULA_Tec.secretaria Escolar_2015.2 -Via Edital 125-2015
Regulamento - FEMA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, CINCIA E TECNOLOGIA DE SO PAULO CAMPUS SALTO
MANUAL DO ALUNO 2 Semestre 2009
Caro (a) aluno (a), Este Manual do Aluno tem o objetivo de fornecer o maior nmero possvel de informaes sobre o sistema de funcionamento do IFSP CAMPUS SALTO. Esperamos que voc possa utiliz-lo no seu cotidiano escolar facilitando, assim, a sua integrao Escola. Diretoria do Campus (DSL) Professor Jos Antonio Neves Gerncia Acadmica (GAC) Professor Paulo Sergio Prampero Coordenadoria de Curso/rea (Informtica) Professor Andr Luis Gobbi Primo Coordenadoria de Curso/rea (Automao) Professor Nilton Costa Junior Gerncia de Apoio ao Ensino (GAE) Marcos da Silva Vinhote Coordenadoria de Registros Escolares (CRE) Roseli de Ftima Miranda Gomazako Coordenadoria de Ensino (CEN) Professor Pedro Henrique Franco Becker Coordenadoria de Informtica e Pesquisa (CIP) Professor Waldo Lus de Lucca Coordenadoria de Extenso (CEX) Fernanda Romanezi da Silveira Coordenadoria de Administrao (CAD)
Leonardo Moneda Rehder
Coordenadoria de Manuteno (CEM)
Regis Eduardo Suda Endereo do Campus Salto Rua Rio Branco, 1780 Vila Teixeira Salto/SP CEP: 13.320-271 Tel.: (11) 4602-9191 Fax.: (11) 4602-9181 http://www.cefetsp.br/edu/salto MINISTRIO DA EDUCAO E DO DESPORTO Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia de So Paulo Campus Salto Prezado Aluno, O Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia de So Paulo vem demonstrando, ao longo dos anos, ser uma Instituio Federal de Ensino que prima pela qualidade. Prova disso o alto conceito que desfrutamos junto ao setor produtivo. Nossos tcnicos tm sido absorvidos por um mercado de trabalho extremamente competitivo, sendo reconhecidos por suas qualidades especficas e intelectuais. Voc fez por merecer estar nesse grupo. Voc o principal motivo de estarmos aqui. , portanto, o elemento mais importante em nossa estrutura e como tal deve ser tratado. Nosso trabalho voltado no apenas para torn-lo um tcnico competente, mas tambm, e principalmente, um cidado consciente. A MISSO DO IFSP O IFSP, historicamente, se constitui como espao formativo no mbito da educao e do ensino profissionalizante. A sua identidade vem sendo continuamente construda a partir de referenciais tico-polticos, cientficos e tecnolgicos presentes nos seus princpios e diretrizes de atuao. Estes refletem a opo da Instituio em abarcar diversas demandas da sociedade, incluindo a escolarizao daqueles que, no contexto da vida, no participaram das etapas regulares de aprendizagem. Acompanhando os processos de transformao no mundo do ensino, do trabalho e com a perspectiva de diminuio das desigualdades sociais no Brasil, busca
construir uma prxis educativa que contribua para a insero social, formao integradora e produo do conhecimento.
APRESENTANDO O IFSP Depois que o Presidente Nilo Peanha criou as Escolas de Aprendizes e Artfices, instituindo no Brasil a partir de 1909 o ensino profissional, foi criada em So Paulo, no ano seguinte, a Escola de Aprendizes, que viria a transformar-se na Escola Tcnica Federal de So Paulo de ensino profissionalizante secundrio. Em 1971, durante o governo militar, institui-se o ensino profissionalizante compulsrio para todos os alunos de segundo grau do pas. A partir da promulgao da Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional de dezembro de 1996, a Escola Tcnica Federal de So Paulo passa por profundas transformaes. Comea a oferecer curso de ensino Mdio (antigo segundo grau), independente dos cursos tcnicos, que agora passam a ter organizao modular, tornando o curso mais gil e flexvel em relao s mudanas do mundo do trabalho. Institui-se na Escola uma nova formao com cursos de qualificao profissional em nvel mdio e pretendia-se, em curto prazo, a instalao de cursos em nvel superior, o desenvolvimento de pesquisa e produo nas reas de atuao institucional. Em 18 de Janeiro de 1999, atravs de Decreto Presidencial, foi implantado o Centro Federal de Educao Tecnolgica de So Paulo (CEFET-SP), com atuao prevista para cursos em nvel superior na rea tecnolgica. Desde Janeiro de 2009 o CEFET passou a ser Instituto Federal de Educao Cincia e Tecnologia, IFSP.. As organizaes que servem sociedade devem ter muito claramente definidos os seus objetivos. O IFSP tem uma finalidade social definida na sua misso. Voc agora far parte da histria da Escola que estamos construindo. CONHECENDO A HISTRIA DA UNIDADE DE ENSINO SALTO O Campus Salto, situada na cidade de Salto/SP, teve sua implantao e funcionamento autorizado em 20 de outubro de 2006, por ato do Ministro da Educao. A regio onde se insere a cidade de Salto est entre as primeiras no processo de penetrao do territrio, desde a segunda metade do sculo XVI. Na dcada de 1950, isenes de impostos atraram empresas de porte considervel para a poca que juntas chegaram a oferecer mais de 3.500 empregos, momento em que foi consolidado o perfil industrial da cidade. Esse caminho teve seguimento nos anos 1970, com a criao de distritos
industriais e novos incentivos vinda de indstrias. Cerca de vinte unidades se instalaram no municpio, justificando a chegada de grandes contingentes de migrantes provenientes de vrios estados da Federao. Ao entrar no sculo XXI, Salto conta com mais de 98% de sua Populao (de aproximadamente 106 mil habitantes) na zona urbana. Embora boa parte dos empregos esteja nos setores de servios e comrcio, a cidade no perdeu sua caracterstica industrial, concentrando dezenas de empresas espalhadas no pequeno territrio de 160 km. Existem na cidade importantes indstrias de vrios segmentos, como metalrgico, automotivo, de minerao, cermico, qumico, txtil, de papel, moveleiro, etc. A cidade de Salto tambm se transformou em Estncia Turstica pela Lei Estadual 10.360 de 02 de Setembro de 1999. As aulas do IFSP no Campus Salto iniciaram no 2 semestre de 2007 com o curso de Tcnico em Informtica, Habilitao em Programao e Desenvolvimento de Sistemas, o qual obteve grande aceitao da populao. J no 1 semestre/2008, alm do curso de Tcnico em Informtica, Habilitao em Programao e Desenvolvimento de Sistemas, foi oferecido tambm o curso de Tcnico de Automao em Processos Industriais, aumentando deste modo a capacidade de oferecimento de vagas. Dessa forma, o Campus Salto espera tornar-se uma referncia do ensino tcnico, participando ativamente no processo de aquisio cultural e no desenvolvimento da regio. A Unidade apresenta infra-estrutura composta de salas de aula, Laboratrios (Informtica, Automao, Eltrica, Eletrnica, Pneumtica e Hidrulica, Processos), Biblioteca, Auditrio e Cantina. O QUE POSSO E O QUE NO POSSO FAZER A filosofia do IFSP a de que todos devem aprender a respeitar-se, responsabilizar-se pelos seus atos, buscando sempre o melhor para a coletividade. Essa tarefa exige da Escola fazer valer seus direitos e cobrar as suas responsabilidades. DIREITOS, DEVERES E RESPONSABILIDADES importante salientar que o uso do uniforme opcional, porm visando a segurana do aluno e sua possvel identificao, indicamos o seu uso, mas fica a critrio do prprio aluno ou seu responsvel a utilizao do mesmo. So Direitos do aluno:
Apresentar aos professores, ou ao rgo da administrao da Escola, sugestes que visem ao bom andamento do ensino; Ser tratado com cortesia e respeito por todos os servidores e colegas da Unidade; Solicitar o auxlio dos professores para o equacionamento dos problemas encontrados nos estudos de qualquer disciplina e/ou atividade; Freqentar, dentro das normas estabelecidas, a Biblioteca e Laboratrios, sem prejuzo dos trabalhos escolares; Participar das atividades artsticas, culturais e desportivas que forem organizadas ou patrocinadas pela Escola; Solicitar ajuda dos rgos assistenciais da Escola; Representar junto a Gerncia de Ensino, qualquer assunto da vida escolar; Obter, junto aos rgos competentes, os documentos referentes sua vida escolar. So deveres do aluno: Tratar com cortesia e respeito todos os servidores e colegas da Unidade Escolar; Comparecer com pontualidade s aulas, provas e demais atividades escolares que tenham sido determinadas pela Escola; Estar munido dos materiais didticos solicitados pelos professores; Manter, durante as aulas, respeito e ateno; Apresentar-se sempre vestido de forma adequada na Escola e em conformidade com o ambiente; Manter em perfeito estado de conservao equipamentos e mobilirios da escola, comunicando ao Professor qualquer avaria referente ao material escolar; Efetuar a limpeza das mquinas, ferramentas e dos locais de que se tenha utilizado; Contribuir para o asseio e conservao do Prdio Escolar; Abster-se de conversas ruidosas em qualquer local do Estabelecimento; Ter um bom comportamento social, concorrendo sempre, onde quer que esteja, para a elevao do conceito da Escola; Realizar as tarefas escolares no perodo solicitado; Obedecer s normas de segurana do trabalho adotadas pela Escola; Dever apresentar a identificao fornecida pela escola (carteirinha ou outra) na entrada ou sempre que solicitado por funcionrio.
Responder s convocaes de todos os Departamentos da Escola; Obedecer s normas contidas neste documento, e as que forem apresentadas pelas autoridades do Estabelecimento. vedado ao aluno: Causar danos ao prdio, mobilirio, equipamentos ou materiais, ficando obrigado a indenizar a Escola pelos eventuais prejuzos causados; Empenhar-se em luta corporal, praticar atos turbulentos ou perigosos, participar de algazarras nas dependncias da escola ou em suas proximidades; Perturbar aulas e trabalhos escolares; Trajar shorts, camisetas regata, bons, calo, blusas decotadas e minissaias; Usar cdigos e linguagem imprprios e praticar atos indecorosos, inadequados ao convvio social; Utilizar-se de processo fraudulento na realizao de trabalho escolar; Comparecer s aulas com atraso, tolerado somente em casos excepcionais, na 1 aula do perodo a critrio do Professor; Ausentar-se da sala de aula ou do local de trabalho escolar sem autorizao do respectivo Professor, ou da Coordenao Educacional; Permanecer na sala de aula ou no local de trabalho escolar aps o trmino das atividades escolares normais, sem autorizao de quem de direito; Praticar jogos de azar, ingerir bebidas alcolicas ou apresentar-se alcoolizado nas dependncias da Escola; Portar ou repassar drogas ilegais; Danificar as reas de Paisagismo da Unidade, como por exemplo, pisar na grama; Fumar em ambientes internos da escola; Ocupar-se com trabalhos estranhos ao regime escolar, desde que no sejam tarefas devidamente autorizadas; Portar ou introduzir na Escola armas e materiais inflamveis ou explosivos, bebidas alcolicas, etc.; Ignorar as convocaes que receber; Aplicar trote; Desacatar, agredir moral ou fisicamente qualquer pessoa desta Instituio de Ensino;
Utilizar aparelhos sonoros, como walkman, MP3 player e celular durante as aulas, alm de acessar a Internet, MSN e Orkut sem prvia autorizao do professor; Utilizar aparelho telefnico celular nas dependncias da sala de aula e/ou laboratrio; Instalar, desinstalar ou alterar programas existentes nos computadores da escola sem prvia autorizao do professor; Acessar endereos eletrnicos que agridam a moral e aos bons costumes. MEDIDAS DISCIPLINARES A sua liberdade vai at onde comea a do outro. Por isso se voc no tiver atitudes adequadas, estar sujeito s medidas disciplinares e conseqente perda de direitos. Essas medidas disciplinares so aplicadas pela Gerncia de Apoio ao Ensino (GAE): Repreenso/Advertncia: O aluno ser repreendido ou advertido por desacatar as determinaes deste ou de outros rgos da administrao; Suspenso: O aluno ser suspenso por perodo determinado pela GAE, por faltas graves; Desligamento: O desligamento ser estabelecido pela Instituio por prtica de atos incompatveis com a dignidade da vida escolar. ALGUNS PROCEDIMENTOS A QUE VOC DEVER FICAR ATENTO No dia-a-dia do IFSP voc deve ficar atento aos procedimentos operacionais para que a sua vida acadmica seja bastante tranqila. Esses procedimentos esto de acordo com a Organizao Didtica dos Cursos Tcnicos. Alm disso, todos os procedimentos tm prazos estabelecidos no Calendrio Escolar que devero ser observados. A perda desses prazos acarretar prejuzos para a sua vida acadmica e fica a critrio da Instituio o parecer final de alguma solicitao. MATRCULA Para efetuar sua matrcula ou rematrcula, esteja atento aos prazos no Calendrio Escolar e s Orientaes da Coordenadoria de Registros Escolares. O aluno que deixar de efetuar sua matrcula, de acordo com o prazo estabelecido no Calendrio Escolar, dever justificar sua ausncia
conforme prazo estabelecido pela respectiva Coordenadoria de Registros Escolares, sem o que ser considerado desistente! FREQNCIA A freqncia s aulas e demais atividades escolares obrigatria conforme Organizao Didtica do Curso Tcnico contida neste manual. O aluno dever freqentar no mnimo 75% das atividades escolares, sem o que ser considerado reprovado.
DISPENSA DE DISCIPLINAS O aluno ou representante legal poder requerer junto Coordenadoria de Registros Escolares dos Cursos Tcnicos a dispensa de disciplinas. Esta s se concretizar quando houver equivalncia entre o contedo programtico e a carga horria cursados na escola de origem e os do IFSP Campus Salto. Aps a anlise da Coordenadoria de rea/Curso, a Coordenadoria de Registros Escolares dos Cursos Tcnicos efetivar a dispensa da(s) disciplina(s). Lembre-se: dever estar anexado ao requerimento o Contedo Programtico e Grade Curricular da (s) disciplina (s) em questo e comprovante de aprovao. Obs. Verificar prazo de solicitao de dispensa no calendrio escolar. ADAPTAES Para sanar diferenas curriculares porventura existentes entre os cursos freqentados e os desta instituio, os alunos transferidos submeterse-o a estudos de adaptao, condicionados at o mximo de 02 (duas) disciplinas, exceto para alunos de outra Instituio Federal de Ensino. As adaptaes, condicionadas a um nmero mximo de 02 (duas) disciplinas, podero ser cursadas simultaneamente srie matriculada, fora do perodo normal de aulas, cumprindo-se as mesmas exigncias para aprovao. TRANCAMENTO E CANCELAMENTO DE MATRCULA De acordo com o Calendrio Escolar e os critrios estabelecidos pelo IFSP - Campus Salto, o aluno, se maior de idade, ou o representante legal, poder, junto Coordenadoria de Registros Escolares, requerer formalmente o pedido de trancamento ou cancelamento de matrcula. Obs.: No h trancamento de curso para o 1 mdulo / bsico!
MUDANA DE TURNO O aluno poder solicitar mudana de turno, nos prazos estabelecidos pelo Calendrio Escolar, desde que haja disponibilidade de vagas no turno pretendido e apresente a justificativa para tal pedido. Se for por motivo de trabalho, o mesmo dever apresentar comprovante da Empresa justificando o pedido de mudana e o horrio de trabalho. Obs.: No h mudana de turno para o mdulo bsico! TRANSFERNCIA A transferncia desta e para esta instituio poder ocorrer dentro dos prazos estabelecidos pelo Calendrio Escolar. Caso a transferncia seja para outra instituio, o aluno ou representante legal dever formalizar o pedido junto Coordenadoria de Registros Escolares e justificar o motivo para as providncias legais. AVALIAES Durante todo o semestre voc avaliado. A avaliao do desempenho escolar feita em cada componente curricular mediante provas e/ou trabalhos. REVISO DE PROVAS um dever e direito do aluno solicitar reviso de provas de qualquer disciplina. Se voc achar que a avaliao no foi satisfatria, no perca tempo, formalize na Coordenadoria de Registros Escolares a solicitao e esclarea com fundamentos e argumentos. O pedido ser encaminhado ao professor para as providncias cabveis. SEGUNDA CHAMADA DE PROVAS A segunda chamada de provas e/ou trabalhos poder ser requerida formalmente pelo aluno se maior de idade ou representante legal junto a Coordenadoria de Registros Escolares dentro do prazo de 48 horas da data da falta. ABONO DE FALTAS O abono de faltas s ocorre nos casos previstos em Lei, tais como: Servio Militar Obrigatrio, Licena Gestante e Doenas infecto-contagiosas. O aluno ou seu representante legal tem um prazo de 48 horas para entrar com o pedido de abono, por meio de requerimento na Coordenadoria de Registros Escolares, anexando o atestado, para a justificativa da falta.
ESTGIOS Os estgios supervisionados constam de atividades de prtica prprofissional, exercidas em situaes reais de trabalhos. O aluno, a partir da concluso do curso, ter at dois anos para a concluso do estgio curricular, devendo obrigatoriamente, requerer matrcula de estgio, respeitando os prazos deferidos na Organizao Didtica do Curso Tcnico. A Coordenadoria de Extenso quem acompanha todo o processo de ensino-aprendizagem realizado na empresa, a integrao Escola/Empresa. O aluno poder iniciar os estgios a partir do 1 mdulo / bsico, mas somente nos 3 e 4 mdulos haver superviso de estgio. A partir do 3 ou 4 mdulo, dever dirigir-se a Coordenadoria de Extenso para regularizar a situao fazendo o contrato de estgio. REPROVAO Ser reprovado o aluno que no alcanar a mdia semestral e freqncia inferior a 75% no decorrer do semestre e/ou ficar em dependncia em mais do que 02 (duas) disciplinas por nota e freqncia. Os critrios esto estabelecidos na tabela contida na Organizao Didtica anexa a este Manual. DEPENDNCIA Ser assegurada ao aluno a possibilidade de cursar as dependncias, levando-se em conta que o nmero de dependncias no poder ultrapassar o definido pelas condies estabelecidas na Organizao Didtica do Curso Tcnico anexa a este Manual. JUBILAMENTO Ocorrer quando o aluno no obtiver aprovao no mesmo mdulo por duas vezes consecutivas, conforme art. 34 2 da Organizao Didtica. APROVAO O registro do rendimento escolar do aluno compreender a apurao da assiduidade e a avaliao do rendimento em todos os componentes curriculares. Os critrios esto estabelecidos em tabela contida na Organizao Didtica do Curso Tcnico anexa a este Manual. DIPLOMAS O IFSP - Campus Salto expedir diplomas e certificados aos concluintes de todas as modalidades de cursos oferecidos, assim como certificados de qualificao, de acordo com o previsto na Organizao Didtica dos Cursos Tcnicos anexa a este Manual.
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA No que se refere ao Ensino, o IFSP - Campus Salto por se tratar de uma autarquia, possui uma estrutura administrativa um pouco diferenciada de outras escolas que voc conhece. Dado o seu objetivo, neste Manual, estaremos apresentando somente os servios e setores que se relacionem diretamente com a vida dos alunos. COORDENADORIA DE REGISTROS ESCOLARES nesta Coordenadoria que voc far os requerimentos necessrios para que a sua vida escolar seja bastante tranqila, pois aqui se encontram todos os registros acadmicos dos alunos do IFSP - Campus Salto, tais como: dados pessoais; notas semestrais; todos os documentos inerentes vida escolar de cada aluno. Alm disso, nesta Coordenadoria voc poder requerer os seguintes documentos e servios: atestado de Matrcula; atestado de Concluso de Competncia Modular; alterao de Notas e/ou Faltas; boletim de Notas; declarao de horas para estgio; diplomas; guia de Transferncia de escola; histrico Escolar; reviso de Notas; segunda chamada de Provas; trancamento e cancelamento de Matrcula; transferncia de Turno; passe escolar COORDENADORIA DE EXTENSO
O objetivo principal da Coordenadoria de Extenso proporcionar ao aluno a insero no mercado de trabalho, estabelecendo parcerias com as empresas nos segmentos dos cursos oferecidos pelo IFSP. Portanto, na Coordenadoria de Extenso, o aluno dever matricular-se para o estgio, ficando esta responsvel pelo acompanhamento/anlise dos estgios realizados. Lembrando que para os alunos do 1 e 2 semestres, cujo estgio no tem valor acadmico, os mesmos devero comparecer a esta Coordenadoria para o registro de seu estgio, a partir do 3 semestre, o estgio passa a ter valor acadmico, desta maneira o aluno ser supervisionado, durante todo o processo de estgio; cabendo a Coordenadoria analisar todos os estgios do ponto de vista acadmico e legal. importante salientar que aluno dever observar no calendrio escolar os prazos para a sua matrcula nos programas de estgio. BIBLIOTECA A Biblioteca tem como funo organizar, disseminar e recuperar informaes para o estudo e a pesquisa visando o processo ensinoaprendizagem. Como aluno regularmente matriculado no IFSP - Campus Salto, voc poder utilizar a biblioteca. O acervo est destinado tambm ao corpo de servidores (docentes e tcnico-administrativos). Para que os livros estejam sempre disponveis quando voc precisar, devolva-os na data correta. Evite perdas e danos, assim outros podero utilizar e voc evita pagar multas. REGULAMENTO DA BIBLIOTECA: Do uso: no permitido entrar nas alas do acervo com mochilas, cadernos e pastas; obrigatrio manter silncio e atitudes compatveis com o ambiente; proibido consumir alimentos ou bebidas nas dependncias da Biblioteca; proibido jogar lixo ou papis no cho; proibido fumar. Normas de funcionamento: Horrio de Funcionamento: Segunda a Sexta-Feira das 9h00 s 21h30. Do emprstimo:
O emprstimo domiciliar restrito a alunos e servidores do Campus Salto. O emprstimo ser de at 02 (duas) obras por usurio durante perodo de 07 (sete) dias para alunos e de 15 (quinze) dias para professores. Caso o livro procurado esteja emprestado poder ser feito reserva do mesmo que ficar a disposio do interessado por 03 (trs) dias a partir da data fixada para retirada. A renovao de emprstimo ser realizada desde que a obra no esteja reservada para outro usurio e mediante apresentao da mesma. Da Utilizao do Guarda-Volumes A biblioteca disponibilizar aos usurios um guarda-volumes para que estes possam preservar seus pertences. O guarda-volume somente poder ser utilizado enquanto o usurio permanecer nas dependncias da Biblioteca. Da Utilizao dos Computadores O uso do computador dever ser agendado previamente, podendo ser utilizao sem este ato, caso no esteja reservado para outro usurio. O usurio pode utilizar o computador pelo perodo de trinta minutos podendo ser prorrogado caso no esteja reservado. O uso do computador somente para pesquisa e elaborao de trabalhos acadmicos. No so permitidas alteraes na configurao do sistema, jogos, instalao de programas ou acesso a sites de bate-papo, a sites com contedo pornogrficos, acesso a comunidade virtuais, e demais sites considerados inadequados atividades acadmicas e de pesquisa, os quais no condizem com os objetivos da Instituio Educacional. A prtica reiterada de qualquer das situaes previstas no caput, assim considerada a segunda ocorrncia em qualquer dos casos, penalizada com a proibio de uso dos equipamentos pelo usurio infrator, por perodo determinado pelo coordenador da Biblioteca, sem prejuzo de formulao de representao disciplinar conta o transgressor. Materiais no disponveis para emprstimos: - Obras de referncia como: Enciclopdias, Dicionrios, Atlas, Normas, Apostilas, Teses, Revistas, Jornais e CDs. Penalidades:
terminantemente proibido o emprstimo em nome de outra pessoa. O usurio que assim proceder ficar suspenso durante 03 (trs) meses e no poder retirar livros para emprstimo. O usurio responsvel pelo material em uso. Em caso de extravio ou dano, a Biblioteca dever ser indenizada. O usurio que no devolver o material no prazo estabelecido no caso de emprstimo domiciliar ter que pagar uma multa de R$ 1,00 por dia de atraso e livro retirado, conforme Resoluo do Conselho Diretor n 112 de 01/08/2006.
ORIENTAES DE ESTUDO Importantes fatores para um bom resultado nos estudos: planejar e organizar seu horrio de estudos; anotar corretamente as aulas expositivas como tambm as leituras de textos; utilizar fontes seguras para as suas pesquisas; interessar-se pelo estudo e pelo curso. Aprender na sala de aula: Fique atento s explicaes do professor; anote s o importante; demonstre que est interessado nas aulas; no tenha receio de perguntar; no faa uso da Internet, MSN e Orkut sem a autorizao do professor; no fique distrado; faa esforo para pensar somente no assunto da aula; acredite que qualquer desordem em sala de aula resulta em prejuzo para voc, seus colegas e para o professor. Como fazer boas provas: Esteja preparado para fazer boas provas; preparado significa saber o contedo e estar pronto para qualquer tipo de pergunta e no apenas para algumas delas; relaxe e confie no que voc sabe; examine toda a prova e preste ateno nas instrues do professor;
leia com ateno os enunciados das questes; procure fazer a prova com capricho, limpeza e letra legvel; releia a prova antes de entreg-la ao professor. LABORATRIOS DE INFORMTICA E AUTOMAO: Informaes atravs do site: www.cefetsp.br/edu/salto EXTRATO DA ORGANIZAO DIDTICA DO CURSO TCNICO Artigo 12 2. A rematrcula dos alunos que tenham obtido trancamento no perodo anterior estar condicionada a: a) entrega de requerimento no prazo estabelecido no Calendrio Escolar; b) existncia da vaga; c) existncia do curso ou adaptao ao curso de mesma rea. 3. O aluno com direito a rematrcula, que deixar de efetu-la dentro dos prazos previstos, dever justificar o fato at trs dias aps a data estabelecida, sem o que ser considerado desistente, perdendo sua vaga na Instituio. 4. O aluno que deixar de freqentar as atividades escolares durante os dez primeiros dias aps o incio das aulas, sem motivo justificado, ser imediatamente convocado a comparecer dentro de dois dias teis a CRE para manifestar, por escrito, sua desistncia ou justificar ausncia, sob pena de ser considerado desistente, com o cancelamento da matrcula. CAPTULO V Da Verificao do Rendimento Escolar e da Promoo Artigo 13. O registro do rendimento escolar dos alunos compreender a apurao da assiduidade e a avaliao do rendimento em todos os componentes curriculares. Pargrafo nico. O professor dever registrar no Dirio de Classe ou qualquer outro instrumento de registro adotado, diariamente, a freqncia dos alunos, as bases desenvolvidas, os instrumentos de avaliao utilizados e os resultados das respectivas avaliaes. I. as avaliaes devero ser contnuas e diversificadas obtidas com a utilizao de vrios instrumentos tais como: exerccios, provas, trabalhos, fichas de observaes, relatrios, auto-avaliao, projetos interdisciplinares e outros;
os critrios e valores de avaliao adotados pelo professor devero ser explicitados aos alunos no incio do perodo letivo, observadas as normas estabelecidas neste documento; III. todo instrumento ou processo de avaliao dever ter seus resultados explicitados aos alunos mediante vistas do instrumento ou processo de avaliao; IV. dos resultados das avaliaes caber pedido de reviso, num prazo de 02 dias teis, desde que devidamente justificado; V. ao final do processo, ser registrada somente uma nica nota e as faltas para cada componente curricular. Artigo 15. Os resultados das avaliaes sero expressos em notas graduadas de zero (0,0) a dez (10,0) pontos admitidas apenas a frao de cinco dcimos (0,5). Artigo 16. Ser atribuda nota zero (0,0) ao rendimento escolar do aluno que, por falta de comparecimento s aulas, deixar de ser avaliado. 1. Ser concedida segunda chamada para realizao de prova ou trabalho aos alunos que, comprovadamente, por motivo de sade, falecimento de ascendente, descendente, cnjuge, colateral de segundo grau, ou motivo previsto em lei, deixar de ser avaliado na primeira chamada. 2. A segunda chamada ser concedida, se requerida pelo aluno ou seu responsvel, Coordenadoria de Registros Escolares, no prazo no superior a 2 (dois) dias teis aps a realizao da primeira chamada, devendo esta dar imediata cincia ao respectivo professor, se deferido o pedido. 3. O pedido apresentado fora do prazo estabelecido no pargrafo anterior s poder ser deferido com a anuncia do respectivo professor. Artigo 17. A freqncia s aulas e demais atividades escolares obrigatria. Pargrafo nico. S sero aceitos pedidos de abono de faltas para os casos previstos em lei, (licena gestante, doena infecto-contagiosa e apresentao no servio militar), sendo computados diretamente pela Coordenadoria de Registros Escolares - CRE e comunicados aos professores. Artigo 18. Para efeito de promoo ou reteno nos mdulos dos cursos tcnicos sero aplicados os critrios abaixo, resumidos na Tabela I. I. Estar APROVADO (condio satisfatria) o aluno que obtiver mdia global (MG) no mdulo, maior ou igual a 6,0; nota por componente curricular (NCC) maior ou igual a 5,0 em cada um dos componentes curriculares. Exemplo:
O aluno fictcio Joaquim foi aprovado, porque possui as seguintes notas em suas respectivas disciplinas: Nome MEF DET RQA EL1 OST TDG INF TOTAL Joaquim 6,0 6,0 7,0 5,0 5,0 7,0 6,0 42,0 MDIA 6,0
que compe o mdulo, e freqncia global (FG) igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento). III. Estar APROVADO (condio satisfatria) o aluno que obtiver mdia global (MG) no mdulo, maior ou igual a 7,5; nota por componente curricular (NCC) maior ou igual a 4,0 em cada um dos componentes curriculares que compe o mdulo e freqncia global (FG) igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento).
Exemplo: O aluno fictcio Joo foi aprovado, porque possui as seguintes notas em suas respectivas disciplinas: Nome Joo MEF 10,0 DET 10,0 RQA 4,0 EL1 4,0 OST 6,0 TDG 10,0 INF 10,0 TOTAL 54,0 MDIA 7,71
O aluno que obtiver mdia global (MG) maior ou igual a 6,0; nota (NCC) menor do que 5,0 em um nico componente curricular, se o mdulo for composto por at cinco componentes curriculares; ou dois componentes curriculares, se o mdulo for composto por mais de cinco componentes curriculares e freqncia global (FG) igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e ainda que no tenha sido aprovado no item II deste artigo, ser considerado APROVADO (condio parcialmente satisfatria), devendo cursar os componentes curriculares reprovados (com notas inferiores a 5,0) na forma de dependncias. Exemplo: O aluno fictcio Pedro, foi aprovado parcialmente, porque possui as seguintes notas em suas respectivas disciplinas:
Nome MEF DET RQA EL1 OST TDG INF TOTAL
Pedro 6,0 7,0 7,0 4,0 4,0 7,0 7,0 42,0 6,0 O aluno ficou com duas dependncias EL1 e OST, pois o mdulo formado por mais de 5 componentes curriculares; caso o referido mdulo possusse at 5 componentes, o mesmo seria reprovado. V. Estar REPROVADO (condio insatisfatria), o aluno que obtiver, no mdulo, mdia global menor que 6,0 ou freqncia global inferior a 75% (setenta e cinco por cento) ou ainda que no tenha sido aprovado nos itens I, II ou III deste artigo.
CONDIO MG 6,0 (NCC 5,0 e FG 75%) ou MG 7,5 (NCC 4,0 e FG 75%) MG 6,0 (NCC < 5,0 em 1 se NCC 5 CC ou 2 CC se > 5 CC e FG 75% e no aprovado em II) MG < 6,0 ou FG < 75% ou no aprovados em I,II ou III
SITUAO FINAL APROVADO (SATISFATRIA) APROVADO (PARCIALMENTE SATISFATRIA) REPROVADO (INSATISFATRIA)
Tabela I sinopse das condies de promoo ou reteno
1. O aluno REPROVADO no mdulo nas condies explicitadas nos itens V, VI e VII, dever curs-lo integralmente. 2. Excepcionalmente, a critrio da diretoria de desenvolvimento de ensino, um conselho de classe deliberativo poder ser convocado. 3. Periodicamente, a diretoria de ensino convocar conselhos de classe pedaggicos, que tero carter preventivo, com discusses de temas globais e pertinentes ao processo ensino-aprendizagem, selecionados pelos professores e pela CRE. Artigo 19. Ser assegurado ao aluno a possibilidade de cursar as dependncias, levando-se em conta que o nmero de dependncias no poder ultrapassar ao definido pelas condies estabelecidas no artigo 18 item III. 1. A rematrcula no mdulo seguinte estar condicionada a:
I. aprovao integral no mdulo anterior ou; II. aprovao com dependncias, desde que as mesmas sejam cursadas simultaneamente ao mdulo a que se refere a rematrcula. 2. Caso haja reprovao nas dependncias, o aluno dever cursar somente as mesmas sem poder matricular-se no mdulo seguinte. Artigo 20. Ser de 05 (cinco) anos, contados a partir da data de ingresso do aluno no primeiro mdulo, o prazo mximo para concluso do curso, inclusive considerando-se as dependncias ou complementao de competncias e o estgio curricular. Artigo 21. O aluno com aprovao parcial dever matricular-se nas dependncias e nos componentes curriculares do mdulo seguinte. As dependncias podem ser cursadas em turnos diferentes, desde que estejam sendo oferecidas pela Instituio. Pargrafo nico. O aluno dever cursar somente as dependncias ou complementao de competncias, se no tiver disponibilidade de curs-las concomitantemente ao mdulo. CAPTULO VI Da recuperao Artigo 22. Em todos os componentes curriculares, dos mdulos dos cursos tcnicos, a recuperao ser obrigatoriamente paralela. Artigo 23. A recuperao, organizada com o objetivo de garantir ao aluno o desenvolvimento mnimo que lhe permita o prosseguimento dos estudos, ser estruturada de maneira a possibilitar a aquisio das competncias no adquiridas, bem como proporcionar a obteno de notas que possibilitem sua promoo. 1. O processo de recuperao paralela poder substituir a nota obtida nas avaliaes regulares at o valor mximo de 6,0. 2. Os professores devero registrar nos Dirios de Classe as estratgias e valores dos instrumentos adotados, especificando tratar-se de recuperao paralela. 3. O processo de recuperao paralela dever ocorrer, preferencialmente, utilizando-se atividades simultneas ao desenvolvimento dos contedos. 4. O aluno que no comparecer s avaliaes no ter assegurado o direito recuperao, ficando a critrio do professor incluir ou no o aluno nesse processo. CAPTULO VII Do Estgio Curricular
Artigo 24. O estgio curricular, respeitados os limites legais, ter sua carga horria e validade definidas por meio da Estrutura Curricular e pelos critrios de superviso, orientao e avaliao definidos nos respectivos Planos de Curso aprovados. 1. O prazo mximo pra a concluso do estgio curricular obrigatrio de at dois anos aps a concluso de todos os mdulos do curso, devendo o aluno, obrigatoriamente, requerer matrcula de estgio, respeitados os prazos referidos no artigo 20. 2. Decorrido o tempo previsto no pargrafo anterior, o aluno no ter mais direito matrcula no estgio curricular. 3. No sero computados, para efeito de estgio curricular, os perodos de trancamento de matrcula. 4. Os alunos tero a sua disposio um servio especfico de integrao Escola/Empresa (CIE), com atribuio, entre outras, de acompanhar o processo de ensino-aprendizagem realizado na empresa. CAPTULO VIII Das transferncias Recebidas e Expedidas Artigo 25. O deferimento de matrcula por transferncia ficar condicionado existncia de vaga, salvo nos casos previstos em lei. Pargrafo nico. Em caso de necessidade de desempate, para os casos previstos no caput deste artigo, sero utilizados os seguintes critrios: I. o aluno ser de origem das unidades do IFSP; II. o aluno ser de origem da rede federal de ensino; III. o aluno ser de origem da rede pblica de ensino; IV. maior idade. Artigo 26. O deferimento da matrcula por transferncia de alunos de outros estabelecimentos de ensino estar, tambm, condicionado anlise da Estrutura Curricular do curso de origem, que deve contemplar os Referenciais Curriculares da respectiva rea para as habilitaes profissionais e, a critrio da Instituio, da aprovao em processo seletivo. 1. Para a verificao da equivalncia de estudos, a Instituio dever exigir, para anlise, o Histrico Escolar, a Estrutura Curricular e os Programas de Ensino pertinentes. 2. O IFSP poder, de acordo com o previsto no artigo 23 1 da Lei n 9394/96, reclassificar os alunos, inclusive quando se tratar de transferncias entre estabelecimentos situados no Pas e no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais (Referenciais Curriculares Nacionais da respectiva rea profissional).
Artigo 27. Os pedidos de transferncia sero recebidos somente no prazo estabelecido no calendrio escolar, salvo nos casos previstos em lei ou por motivo justo e devidamente comprovado, a critrio do Diretor de Unidade, sem prejuzo da anlise curricular. Artigo 28. No sero aceitas transferncias para os mdulos iniciais quando o ingresso a eles se der atravs de exames classificatrios, exceto nos casos previstos em lei, devidamente documentados. Artigo 29. A aceitao de transferncia de estudantes oriundos de estabelecimentos estrangeiros, inclusive aqueles amparados por acordos oficiais, depender do cumprimento, por parte do interessado, de todos os requisitos legais vigentes e das normas contidas neste documento. Artigo 30. Os pedidos de transferncia que apresentarem documentao incompleta sero automaticamente cancelados. Das Adaptaes Artigo 31. Para sanar diferenas curriculares, porventura existentes entre os cursos freqentados e os desta Instituio, os alunos transferidos submeterse-o a estudos de adaptao, condicionados at o mximo de 2 (dois) componentes curriculares, desde que no haja pr-requisitos. 1. As adaptaes podero ser cursadas simultaneamente com o mdulo matriculado, fora do perodo normal de aulas, cumprindo-se as mesmas exigncias para aprovao (artigo 18). 2. Caso haja impossibilidade de atendimento ao disposto no pargrafo anterior, o aluno dever trancar matrcula e cursar somente as adaptaes. 3. vedado ao aluno freqentar o mdulo seguinte, com adaptaes pendentes, devendo ainda acompanhar a matriz curricular de ingresso no IFSP. 4. Quando reprovado no mdulo cursado e nas adaptaes, o aluno dever cursar novamente os componentes curriculares do mdulo e adaptaes na forma de dependncias. 5. Quando aprovado no mdulo cursado e reprovado em qualquer das adaptaes, no poder matricular-se no mdulo seguinte, devendo cursar apenas as adaptaes em que foi reprovado. 6. O aluno transferido em meio de perodo letivo cursar quaisquer adaptaes somente no perodo seguinte. Do Aproveitamento dos Componentes Curriculares Artigo 32. Ser concedido aproveitamento de estudos de componente curricular se as competncias, habilidades, bases e carga horria cumpridos pelo aluno na escola de origem forem equivalentes aos do IFSP.
1. Para a verificao do aproveitamento de estudos, a Instituio dever exigir, para anlise, o Histrico Escolar, a Estrutura Curricular e os Programas de Ensino pertinentes. I. O aluno poder ser dispensado de cursar os componentes curriculares que j tenha cursado na escola de origem, desde que o contedo desenvolvido (competncias, habilidades e bases) sejam equivalentes aos do IFSP; II. No caso dos componentes curriculares aproveitados, o aluno poder, mediante autorizao de cada professor responsvel, freqentar as aulas na qualidade de ouvinte, estando dispensado da obrigatoriedade de freqncia e avaliao de rendimento. 2. A definio de compatibilidade dos contedos estar condicionada anlise do Coordenador do Curso/rea, sob superviso do Ncleo TcnicoPedaggico. 3. Nos casos onde houver dvidas ou impossibilidade de comprovao de estudos na anlise do contedo da disciplina para aproveitamento de estudos (competncias, habilidades e bases), o aluno poder ser submetido a uma avaliao para efetivar o aproveitamento. I. A avaliao por aproveitamento de estudos dever ter data marcada em calendrio escolar, sendo estas avaliaes solicitadas mediante requerimento; II. As avaliaes de aproveitamento tero direito vista de provas, uma semana aps a realizao das avaliaes. CAPTULO IX Do Trancamento e Cancelamento de Matrcula Artigo 33. O trancamento da matrcula dever ser feito mediante requerimento dirigido Gerncia de Apoio ao Ensino - GAE. 1. O trancamento da matrcula s poder ser efetuado a partir do segundo mdulo. 2. O trancamento da matrcula dever ser requerido pelo prprio aluno, quando igual ou maior de 18 (dezoito) anos, ou por seu responsvel legal, quando menor. 3. No ser autorizado trancamento nas adaptaes e/ou dependncias. 4. O trancamento de matrcula s ter validade por um mdulo, devendo o aluno refazer sua matrcula na poca prevista no Calendrio Escolar. 5. O aluno s poder trancar a matrcula por dois mdulos consecutivos ou trs alternados em todo o Curso.
6. Durante o trancamento de matrcula, se houver mudana da Estrutura Curricular, o aluno, quando retornar, dever fazer as adaptaes para adequao nova estrutura. Artigo 34. O cancelamento da matrcula poder ocorrer mediante: 1. Requerimento do aluno dirigido Gerncia de Apoio ao Ensino - GAE, se igual ou maior de 18 (dezoito) anos de idade ou do seu responsvel legal, se menor; 2. De ofcio, ordinariamente, quando o aluno regularmente matriculado deixar de freqentar, injustificadamente, um mdulo, ou no obter aprovao no mesmo mdulo por duas vezes consecutivas. 4. De ofcio, na hiptese do artigo 12, 4. 3. De ex-ofcio quando o aluno cometer irregularidade ou infrao disciplinar apurada em sindicncia designada pelo Diretor Geral para esta finalidade, com a garantia do contraditrio e a ampla defesa, nos seguintes casos: 1. apresentar para matrcula documento falso ou falsificado; 2. portar arma branca ou de fogo dentro da instituio; 3. agredir fisicamente ou fazer ameaa grave contra a integridade fsica a qualquer pessoa dentro da instituio; 4. portar, fazer uso ou oferecer a outrem substncias narcticas; 5. participar de atos grupais conhecidos como trote que atentem contra a integridade fsica dos alunos calouros, dentro da instituio, nas proximidades ou em qualquer outro local; 6. realizar atos de vandalismo ou depredao do patrimnio do IFSP. CAPTULO X Da mudana de turno Artigo 35. A mudana de turno no curso tcnico estar condicionada apresentao de requerimento na Coordenadoria de Registro Escolares. 1. Os alunos, matriculados nos mdulos iniciais pela primeira vez, podero requerer mudana de turno, desde que exista disponibilidade de vaga e que comprove: I maior dificuldade de freqentar aulas no perodo em que esteja matriculado, por problema de sade devidamente atestado; II maior dificuldade de conciliar horrio das aulas com o de trabalho; III residir em local mais distante do IFSP - Campus Salto ou inconveniente para o turno em que est matriculado; 2. Os alunos dos mdulos subseqentes podero requerer mudana de turno uma nica vez por perodo letivo, dentro dos prazos estabelecidos no
calendrio escolar, observando-se a existncia de vagas, sendo os critrios de desempate dados pela ordem abaixo: I maior dificuldade de freqentar aulas no perodo em que esteja matriculado, por problema de sade devidamente atestado; II maior dificuldade de conciliar horrio das aulas com o de trabalho; III residir em local mais distante do IFSP - Campus Salto ou inconveniente para o turno em que est matriculado; IV maior idade. 3. No existindo vagas, ser facultada ao aluno a solicitao de permuta como forma de mudana de turno. 4. O pedido de mudana de turno, quando solicitado em fase final de estudos, ser analisado pela Gerncia de Apoio ao Ensino - GAE e pelos Coordenadores de rea/Curso, que devero emitir parecer sobre a continuidade do processo ensino aprendizagem.
CAPTULO XI Dos diplomas e Certificados Artigo 36. IFSP - Campus Salto expedir diploma de Tcnico de Nvel Mdio aos que conclurem todos os mdulos de um curso e o estgio curricular, quando obrigatrio, alm da concluso do ensino mdio, de acordo com a legislao vigente. Artigo 37. Os mdulos podero ter carter de terminalidade para efeito de qualificao profissional, dando direito, nestes casos, a certificado de qualificao profissional. CAPTULO XII Das Disposies Gerais Artigo 38. Com a finalidade de sanar defasagens de conhecimentos essenciais continuidade do processo ensino-aprendizagem, a Instituio poder organizar perodos de complementao de formao, dimensionados em projeto prprio e voltados preparao ou adaptao dos alunos. Artigo 39. O IFSP - Campus Salto poder, em caso de ocorrncia de nmero reduzido de alunos para a constituio de turmas, ou ainda em decorrncia de outros problemas de ordem tcnica ou pedaggica, criar novas turmas e agrupar ou extinguir as j existentes. Pargrafo nico. No haver garantia de vaga, no perodo, para alunos reprovados e/ou oriundos de turmas extintas e/ou reagrupadas.
Artigo 40. Os casos omissos sero apreciados e julgados pelo Diretor Geral do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia de So Paulo, ouvidos os rgos competentes.
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Veviane Cristina
EDITAL_DOC_IFPA_2010_.pdf
ZecaGuarani-KaiowáSacramento
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Edital n 223-2013 - Lic Letras Hab Lingua Portuguesa EaD VAGAS REMANESCENTES
Edital_44_2017_Cursos Tecnicos Subsequente 2017.2 - Vagas Remanescentes Do Edital 18_2017
Diploma PRONATEC Final (1)
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Nathalia Juliany
Edital 004-2012 (Ensino Técnico 2012-2 - Fortaleza)
Olinda Brady
Mais de Maria Diovani Fiuza Speth
CFE 2010 Power Point
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121 a Joaninha
Unidade 7 - Arquitetura Paleocristã e Bizantina

References: Artigo 12
 Artigo 13
 Artigo 15
 Artigo 16
 Artigo 17
 Artigo 18
 Artigo 19
 artigo 18
 Artigo 20
 Artigo 21
 Artigo 22
 Artigo 23

Artigo 24
 artigo 20
 Artigo 25
 Artigo 26
 artigo 23

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 Artigo 28
 Artigo 29
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 Artigo 31
 Artigo 32
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 Artigo 34
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 Artigo 35
 Artigo 36
 Artigo 37
 Artigo 38
 Artigo 39

Artigo 40