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DIRECTORES DE TURMA DA EB123 DE GONDIFELOS: PROVAS DE AFERIÇÃO-EXEMPLOS
DIRECTORES DE TURMA DA EB123 DE GONDIFELOS
A educação desenvolve as faculdades, mas não as cria (Voltaire)
UNS E OUTROS ..OS FILHOS DE UM DEUS MENOR...
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O ANTEPASSADO DO MAGALHÂES
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CARREIRAS DOS PROFESSORES DO ENSINO EM ESPANHA, FRANÇA, ALEMANHA, REINO UNIDO E DINAMARCA
Anexo E - Levantamentos-sintese paises Publish at Scribd or explore others: Other Professores carreira INFORMAÇÕES SOBRE CURSO CEF
Os Cursos de Educação e Formação (CEF) são uma oportunidade para poder concluir a escolaridade obrigatória, através de um percurso flexível e ajustado aos seus interesses, ou para poder prosseguir estudos ou formação que lhe permita uma entrada qualificada no mundo do trabalho. Cada curso corresponde a uma etapa de educação/formação (desde o Tipo 1 ao Tipo 7) cujo acesso está relacionado com o nível de habilitação escolar e profissional já alcançado. No final de cada etapa obterá uma qualificação escolar e profissional.
A duração dos cursos varia entre 1020 e 2276 horas, dependendo da escolaridade de acesso. Consulte aqui os vários percursos de formação em função das habilitações de acesso, bem como a respectiva duração do curso.
A conclusão de cada ciclo de formação permite que prossiga estudos e obtenha formação nos níveis seguintes:
a conclusão de um CEF Tipo 1 permite o ingresso no 3º ciclo do ensino básico;
a conclusão de um CEF Tipo 2 ou 3 permite o ingresso num dos cursos do nível secundário de educação:
desde que cumpra o curso de formação complementar, caso queira continuar nesta modalidade de educação e formação;
desde que realize exames nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, caso optes por um curso da modalidade geral de educação.
a conclusão de um CEF Tipo 4 permite o prosseguimento de estudos num CEF Tipo 5;
a conclusão de um CEF Tipo 5, 6 ou 7 permite o prosseguimento de estudos:
num Curso de Especialização Tecnológica, numa área de estudos afim;
num curso de nível superior, desde que cumpras os requisitos constantes do regulamento de acesso ao ensino superior.
Centros de Formação Profissional do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP);
Para conheceres a rede e obteres informação sobre os cursos em funcionamento, consulta o Guia de Acesso ao Secundário em www.novasoportunidades.gov.pt.
Despacho Conjunto nº 453/2004, DR 175, SÉRIE II, de 27 de Julho - Regulamenta a criação de Cursos de Educação e Formação com dupla certificação escolar e profissional, destinados preferencialmente a jovens com idade igual ou superior a 15 anos
Rectificação n.º 1673/2004, SÉRIE II, de 7 de Setembro - Rectificação do despacho conjunto nº 453/2004
Despacho-Conjunto n.º 287/2005, DR 65, SÉRIE II, de 4 de Abril - Regulamenta as condições de acesso às provas de avaliação sumativa externa e sua certificação para prosseguimento de estudos e define os modelos de certificado, de acordo com o estabelecido nos nº 1,2,3 e 6 do artigo 18º do despacho conjunto nº 453/2004, de 27 de JulhoO Despacho normativo n.º 29/2008, de 5 de Junho, introduziu alterações ao Despacho normativo n.º 36/2007, de 8 de Outubro, que regula o processo de reorientação do percurso formativo dos alunos entre cursos do nível secundário de educação abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março. As alterações introduzidas procuraram aperfeiçoar os mecanismos de reorientação existentes - sobretudo através da adopção de soluções mais flexíveis e de um reforço da diversidade da actual oferta formativa do nível secundário de educação - incidindo, essencialmente, sobre: (i) o apuramento da classificação de disciplinas, nos regimes de permeabilidade e de equivalência;(ii) a frequência de um curso do nível secundário de educação após a conclusão de um outro; e(iii) a creditação de módulos concluídos com aproveitamento no curso de origem. Para um melhor esclarecimento e a devida apropriação das alterações introduzidas pelo Despacho normativo n.º 29/2008, de 5 de Junho, os serviços da Agência Nacional para a Qualificação, I.P. (ANQ, I.P.) e da Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) elaboraram conjuntamente um Documento Informativo sobre este assunto.
Nuno Crato põe fim aos planos de recuperação dos alunos no ensino básico NOVO NOVO NOVO...
Nuno Crato põe fim aos planos de recuperação dos alunos no ensino básicoAs habituais reuniões de início do 2.º período entre directores de turma e pais vão ser diferentes já em Janeiro. Pela primeira vez desde 2006, não serão apresentados os planos de recuperação que os professores eram obrigados a traçar para os alunos do ensino básico com más notas no final do 1.º período.Um despacho do Ministério da Educação e Ciência (MEC), já enviado para publicação em Diário da República, a que o PÚBLICO teve acesso, põe fim não só aos planos de recuperação, como também aos de acompanhamento, destinados a alunos que chumbaram no ano anterior. Estes planos, introduzidos por Maria de Lurdes Rodrigues, têm sido contestados por professores devido à "carga burocrática" que acarretam e à sua fraca utilidade. Nomeadamente os planos de recuperação também foram alvo de críticas por parte de pais e investigadores, por em muitos casos traduzirem uma "desresponsabilização" da escola. Os também chamados planos das "cruzinhas" são um inventário das dificuldades demonstrados pelos alunos, acompanhado por medidas destinadas a superá-las cuja execução é da responsabilidade da escola, do encarregado de educação ou do aluno. Frequentemente a maior parte das cruzes alinhavam-se nas colunas destinadas aos pais e aos alunos. Estes planos eram definidos nas reuniões do Conselho de Turma do final do 1.º período, que terão lugar dentro de dias. O despacho do MEC determina que tal já não acontecerá.Acompanhamento pedagógicoEm sua substituição, o MEC quer agora que escolas e professores estejam aptos a implementar planos de acompanhamento pedagógico "em qualquer momento" em que um aluno revele dificuldades no seu percurso escolar. O que poderá acontecer muito antes do início do 2.º período. Segundo o novo despacho, estes planos podem concretizar-se através das medidas de apoio já elencadas no diploma que consagrou a revisão da estrutura curricular do ensino básico, aprovado em julho. Entre elas destaca-se a possibilidade de constituição temporária de turmas com alunos com o mesmo nível de dificuldades. A duração destes grupos dependerá "das necessidades dos alunos". O novo despacho sobre avaliação estende também aos alunos do 6.º ano a possibilidade, já anunciada para os do 4.º, de repetirem o exame final caso chumbem na primeira prova. Para o 6.º ano esta medida só será implementada no próximo ano letivo. Os do 4.º já poderão beneficiar dela em junho. Estes alunos terão um período de acompanhamento extraordinário já depois do final do ano letivo e até à realização da 2.ª fase das provas finais. Os pais podem prescindir deste acompanhamento.Por outro lado, o MEC recua agora numa das suas medidas emblemáticas. Depois de, em abril, ter determinado que os alunos chumbados por faltas ficavam impedidos também de tentar a sorte nos exames, ficando assim automaticamente retidos, o ministério volta ao regime que vigorava até então. Estes estudantes poderão realizar os exames finais do 2.º e 3.º ciclos desde que anulem a matrícula e se apresentem como autopropostos. Para as disciplinas não sujeitas a exame, que são a maioria, poderão concluí-las através da realização de provas de equivalência à frequência. Estas provas, que passarão também a ser realizadas no final do 2.º ciclo, podem ser ainda feitas por alunos do 6.º e do 9.º anos que não tenham tido aprovação na avaliação final do 3.º período. Esta possibilidade já existia no 9.º ano, mas apenas para alunos que nessa altura já estivessem no limite da idade da escolaridade obrigatória, que agora é de 18 anos. Esta condição não é evocada pelo MEC.Progressão mais rápidaO despacho sobre as novas regras de avaliação dos alunos do básico prevê ainda "casos especiais de progressão" tanto para estudantes excecionais como para aqueles que tenham chumbado.No primeiro caso os estudantes poderão fazer o 1.º ciclo em três anos em vez dos quatro habituais e voltar a transitar uma única vez antes do final do ano lectivo durante o 2.º e o 3.º ciclo. Quando um aluno chumbe num dos anos não terminais destes ciclos, mas demonstre ter adquirido os conhecimentos requeridos, poderá também beneficiar de "uma progressão mais rápida nos anos lectivos subsequentes à retenção", de modo a que possa concluir o ciclo sem atrasos e evitando-se assim os desfasamentos etários, que são hoje uma das marcas de muitas turmas.A decisão sobre estes casos "especiais" compete aos conselhos pedagógicos das escolas e depende da concordância do encarregado de educação do aluno e dos pareceres do docente de educação especial ou do psicólogo escolar.Também é introduzida uma prova extraordinária de avaliação por disciplina destinada a alunos que apenas tenham frequentado as aulas durante um período, devido a "doença prolongada ou impedimento legal devidamente comprovados". E há novidades no que respeita à certificação da avaliação.Para além do diploma de conclusão do básico, o aluno terá direito a um certificado com todas as disciplinas concluídas e respetivas classificações finais, bem como as classificações que obteve nas provas finais de ciclo. Este documento deve ainda discriminar "todas as atividades extracurriculares desenvolvidas pelo aluno, designadamente as realizadas no âmbito de ações de voluntariado". Até agora só a pedido do aluno ou do pai, e apenas para efeitos profissionais, é que apareciam as classificações finais no certificado de conclusão do básico.In: Público online
PROVAS DE AFERIÇÃO-EXEMPLOS
A EDUCAÇÃO E O FUTURO - Paulo Castro Seixas Prof.Universit.
in JORNAL PÚBLICO OPINIÃO -24 JANEIRO DE 2012
Há 20 anos atrás, interessei-me pela aprendizagemprofissional dosprofessores e pela suaprópria carreira. Aindaque tenha treinado o meu olhar paraoutras realidades entretanto, as recentesmudanças na escola, espelhode ver e antever o social, são demasiadaspara não se prestar atenção.Há como que todo um programa deum novo mundo cujos códigos nosaparecem com alguma clareza: politização,concentração, comercialização,instrumentalização, exceção,alienação e panoptização.Vejamos com atenção mas de formabreve. As escolas passam gradualmente paraa dependência das autarquias, tornando-se refénsde processos políticos locais completamentealheios ao processo educativo, implicando, porventura,uma análise dos conselhos de escola e dosseus bastidores. Esta politização tornou-se maisforte pela concentração em mega-agrupamentos,aumentando o poder exercido pela massificação edistanciamento face ao lugar central do processoeducativo: a escola e a sala de aula. Um terceiroelemento claro, potenciado pela concentração, éa comercialização do processo educativo tornandoas escolas máquinas de cativação de capital,independentemente dos resultados em termos decultura de escola e de processos educativos. OsCEF e Efas e Profi ssionais, e outros vários processoscomerciais, parecem sobrepor as vantagenseconómicas à missão educativa da escola semgrandes preocupações.Os agentes centrais do processo educativo dehá 20 anos (professores e alunos) foram, assim,instrumentalizados por um distanciamento faceaos processos de tomada de decisão e pela secundarizaçãocompleta da sala de aula face à politizaçãoparoquial e comercialização. Tal processode instrumentalização é enfatizado, no caso dosprofessores, pela exceção contínua do processoeducativo e das suas carreiras (todos os anos,novas diretivas, novos procedimentos, novasmudanças…), retirando ao professor qualquerpossibilidade de reflexividade e de intervenção.No caso dos alunos, à exceção contínua no processoeducativo (exames que havia, deixam de haverpara voltar a haver; avaliações que contavam edeixam de contar para voltar a contar…) acresce acompleta alienação da escola face à aprendizagemparalela que os alunos fazem através do Facebook,por um lado, e, por outro, dos Grand Theft Auto 4,Call of Duty: Modern Warfare 3 e Counter-Strike.Faz lembrar a hipótese antiga do duplo vínculoentre a pertença ao grupo de vizinhança e as suaspequenas/grandes delinquências e a pertençaao grupo escolar e suas regras de classe média.Acontece que agora o grupo de vizinhança e suaspequenas/grandes delinquências ocupam todo otempo livre do aluno na janela do computador emesmo a família de classe média fi cou refém detais aprendizagens.Finalmente, faltava uma arquitetura adequadaa todo este programa à qual a Parque Escolar pareceter dado uma inestimável ajuda. Temos escolashotel-prisão, ensimesmadas como os condomíniosfechados, com alguns elementos de qualidade masmais fechadas e com recreios pequenos, internose com canteiros, pois não convém que os alunosse movam muito para melhor serem vigiados, poisnunca se sabe. De facto, nunca se sabe, pois ocaminho feito deixa ver e antever a própria sociedadeem que vivemos.
Paulo Castro Seixas Professor universitário
(ISCSP, Univ.Técnica deLisboa)
Growing and Learning in Preschool ..
REGULAMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL -NOVIDADE
Portria 196A-Legislacao sobre educacao sexual
FALTAS NO CURSO CEF DE BAR E MESA
Carga hor cef-sm e limite faltasView more documents from Vanda Monteiro.
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EXAMES NACIONAIS E EXAMES DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA - INSTRUÇÕES PARA A INSCRIÇÃO
Norma_01_EB_2011 EXAMES DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO 9º ANO -INFORMAÇÕES GERAIS
INFORMAÇÕES GERAIS (Despacho n.º 2237/2011)
Exames de 9º ano de Equivalência à Frequência- alunos autopropostos (com mais de 18 anos):
Datas de inscrição:21 de Fevereiro a 2 de Março de 2011- alunos autopropostos (com mais de 15 anos e que tenham anulado a matrícula):Datas de inscrição:
Nos 2 (dois) dias úteis a seguir à anulação da matrícula- alunos autopropostos (com 15 anos até 31 de Agosto de 2011, que não obtenham aprovação na avaliação Sumativa final de 3º período), obrigatoriamente:
Datas de inscrição:No dia útil a seguir à afixação das pautas de avaliação final de 3º período.Datas do ExameEntre 20 de Junho e 1 de Julho de 2011.
(Época de Setembro)Datas de inscrição:- alunos autopropostos (que tendo realizado os exames na fase de Junho e que não concluiram o ciclo de estudos):
18 a 21 de Julho de 2011.Datas do Exame entre 1 e 7 de Setembro de 2011
Resultados das provas:Até 15 de Julho de 2011. (Prova de Junho)
Processo de Reapreciação: Até 8 de Agosto de 2011Até 13 de Setembro de 2011. (Prova de Setembro)
Processo de Reapreciação: Até 6 de Outubro de 2011
Etre et Avoir - Les devoirs - filme
Orientações relativas às Provas de recuperação por motivo de excesso grave de faltas.
Orientações relativas às Provas de recuperação por motivo de excesso grave de faltas, de acordo com o ponto 2 do artigo 22º da Lei n.º 3/2008 e do Despacho n.º 30265/2008
Artigo 86º -A
Limite de faltas para aplicação da Prova de recuperação
A realização da Prova de Recuperação é obrigatória sempre que o aluno atinja o seguinte número de faltas:
Tratando-se de faltas injustificadas e justificadas
a. No 1º ciclo do EB quando o aluno atinja um número total de faltas correspondente a 3 semanas;
b. No 2º e 3º ciclos do EB e no ensino secundário quando o aluno atinja um número total de faltas correspondente ao triplo de tempos lectivos semanais por disciplina.
Tratando-se de faltas exclusivamente injustificadas
a. No 1º ciclo do EB quando o aluno atinja um número total de faltas correspondente a 2 semanas;
b. No 2º e 3º ciclo do EB e no ensino secundário quando o aluno atinja um número total de faltas correspondente ao dobro de tempos lectivos semanais por disciplina
Artigo 86º -B
Tipo/modalidade de Provas a realizar
. A prova de recuperação a aplicar na sequência de faltas exclusivamente justificadas, ou maioritariamente justificadas, tem como objectivo único diagnosticar as necessidades de apoio tendo em vista a recuperação do aluno, pelo que a prova a realizar não assume as características de “Exame”, devendo ter um formato e procedimento simplificado, podendo assumir as seguintes modalidades: teste escrito, oral, prova prática, realização de um projecto ou de entrevista.
A prova de recuperação a realizar, por faltas exclusivamente injustificadas, pode assumir as seguintes modalidades, tendo em conta o carácter da disciplina: teste escrito, oral, prova prática, realização de um projecto.
Artigo 86º -C
A concepção, aplicação e correcção da prova de recuperação é da responsabilidade do professor titular da turma ou do professor da disciplina, quando se trate do 2º, 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário.
Ao aluno deverá ser dado conhecimento prévio da modalidade da prova, dos conteúdos e competências a testar e da data da sua realização.
A aplicação da Prova deverá decorrer no prazo de trinta dias a contar da data em que o aluno ultrapassou o limite de faltas que determinou a sua aplicação.
4. O procedimento da aplicação da prova de recuperação é registado num modelo da Escola e registado na aplicação informática dos alunos. Concluído o procedimento deverá ser arquivado no processo do aluno pelo Director de Turma.
Artigo 86º -D
Efeitos do resultado da Prova
Da prova de recuperação a aplicar na sequência de faltas exclusivamente justificadas, ou maioritariamente justificadas, não pode decorrer a retenção, exclusão ou qualquer outra penalização para o aluno, apenas medidas de apoio ao estudo e à recuperação das aprendizagens.
Da prova de recuperação a realizar, por faltas exclusivamente injustificadas decorrem os seguintes efeitos:
Se o aluno obteve como resultado “aprovado” retoma o seu percurso normal, sem prejuízo do que vier a ser decidido pelo Conselho de Turma, relativamente ao número de faltas consideradas injustificadas.
Se o aluno obteve como resultado “não aprovado”, o Conselho de Turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
O cumprimento de um Plano de Acompanhamento especial e a consequente realização de nova prova;
A retenção do aluno no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade. A decisão de retenção deverá ocorrer na reunião de avaliação do 3º período e ratificada pelo Conselho Pedagógico.
A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, à disciplina ou disciplinas às quais não obteve “aprovação” na respectiva prova.
Artigo 86º -E
Não comparência à realização da Prova
A não comparência do aluno às Provas de recuperação a aplicar na sequência de faltas exclusivamente justificadas, ou maioritariamente justificadas, quando não justificada nos termos do artigo 19º da Estatuto do Aluno dos Ensinos Básicos e Secundários, determina a aplicação de nova Prova. Verificando-se a situação recorrente de não comparência injustificada, o Conselho de Turma pode determinar:
a. A retenção do aluno no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade. A decisão de retenção deverá ocorrer na reunião de avaliação do 3º período e ratificada pelo Conselho Pedagógico;
b. A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, à disciplina à qual recorrentemente faltou de forma injustificada à prova de recuperação.
A não comparência do aluno às Provas de recuperação a aplicar na sequência de faltas exclusivamente injustificadas, quando não justificada nos termos do artigo 19º da Estatuto do Aluno dos Ensinos Básicos e Secundários, determina:
a. A retenção do aluno no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade. A decisão de retenção deverá ocorrer na reunião de avaliação do 3º período e ratificada pelo Conselho Pedagógico.
b. A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, à disciplina ou disciplinas às quais não obteve “aprovação” na respectiva prova.
O aluno só terá direito a realizar duas provas de recuperação por disciplina e por ano lectivo.
Artigo 86º -F
Da prova de recuperação a aplicar na sequência de faltas exclusivamente justificadas, ou maioritariamente justificadas, serão todas as faltas justificadas dadas pelo aluno até à data que determinou a realização da prova consideradas como “ não contabilizadas”, iniciando-se a partir do zero nova contagem.
Da prova de recuperação a realizar, por faltas exclusivamente injustificadas, quando o aluno obteve como resultado “aprovado”, serão consideradas como “ não contabilizadas”, as faltas injustificadas dadas pelo aluno até à data que determinou a realização da prova, iniciando-se nova contagem.
O QUE SÃO OS PEI?
QUEM QUISER ADERIR A ESTE PROJECTO-DADUS- DEVE LER AS INSTRUÇÕES DISPONÍVEIS NO SITE E NO BLOG.
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PROJECTO DADUS....COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE DADOS
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RELATÓRIO DO DIRECTOR DE TURMA: EXEMPLO
Reflexao do Director de Turma O PERFIL DO DIRECTOR DE TURMA....
Director de turma - Perfil: procura-se	Por Armanda Zenhas| 2006-09-27 in Educare...Pela sua importância, é um cargo a merecer reflexão em torno da definição de um perfil e uma formação específica e adequada dos professores que o exercem, devendo corresponder a uma promoção na carreira.Num artigo mais recente, referi-me à importância do papel do director de turma (DT) no apoio aos alunos e aos pais nos anos de transição de ciclo (5.º, 7.º e 10.º), que um estudo recente revela serem aqueles em que se regista maior insucesso. A sua importância, contudo, não se limita a esses anos de escolaridade, fazendo-se sentir durante todo o percurso escolar dos alunos.Que funções tem o DT? No Decreto-Lei n.º 115-A/98, de 4 de Maio (relativo ao regime de autonomia, administração e gestão das escolas), atribui-se-lhe a função de coordenar o desenvolvimento do então chamado plano de trabalho da turma, posteriormente substituído pelo projecto curricular de turma. Este plano era definido como devendo "integrar estratégias de diferenciação pedagógica e de adequação curricular para o contexto da sala de actividades ou da turma, destinadas a promover a melhoria das condições de aprendizagem e a articulação escola-família" (art.º 36.º, § 1).Tendo como objecto as estruturas de coordenação referidas no Decreto-Lei n.º 115-A/99, surgiu o Decreto Regulamentar n.º 10/99, de 21 de Julho, no qual estão definidas as funções do DT. Nele se apontam, entre outras competências, "a articulação entre todos os professores da turma e com os alunos, pais e encarregados de educação"; a promoção de "comunicação e formas de trabalho cooperativo entre professores e alunos"; a já referida "coordenação, em colaboração com os docentes da turma, [da] adequação de actividades, conteúdos, estratégias e métodos de trabalho à situação concreta do grupo e à especificidade de cada aluno"; a articulação das "actividades da turma com os pais e encarregados de educação promovendo a sua participação"; e a coordenação do "processo de avaliação dos alunos" (art.º 7º, § 2).Trata-se, sem dúvida, de funções muito abrangentes e de grande responsabilidade, que apontam para as tarefas de coordenação e de gestão, implicando o estabelecimento de relações interpessoais de diferentes tipos e com diferentes interlocutores. Para adequar o trabalho "à situação concreta do grupo e à especificidade de cada aluno", chamando a ele todos os intervenientes no processo educativo - alunos, professores e encarregados de educação -, o DT tem de acompanhar individualmente cada aluno, mas tem de trabalhar com todos os alunos inseridos no grupo-turma; o DT tem de contactar e colaborar com cada EE no acompanhamento do seu educando, por exemplo em atendimentos individuais, mas tem de trabalhar com o colectivo dos encarregados de educação, por exemplo em reuniões gerais; o DT tem de ir contactando e articulando estratégias individualmente com cada um dos professores da turma, mas tem de o fazer igualmente com o colectivo de professores; finalmente, o DT é ainda chamado a articular, coordenar, conciliar, estabelecer comunicação entre alunos-professores, encarregados de educação-professores, alunos-alunos, professores-professores e até alunos-encarregados de educação.Que perfil define a legislação para um cargo de tão grande responsabilidade? Estranhamente, nada mais do que o disposto no Decreto-Lei 115-A/98, que apenas diz que o DT deve ser designado, pela direcção executiva, "de entre os professores da [turma], sempre que possível, profissionalizado" (art.º 36.º, § 2.º).Que competências deve ter o DT? A legislação não o refere. Que formação especifica é dada ao DT? Nenhuma. Diversas razões estão por detrás da escolha dos professores que serão directores de turma e, infelizmente, nem sempre o seu perfil é a prioritária. Entre outras conta-se o jeito que dá, ao fazer o horário, acrescentar ali aquelas horas de redução.Ser director de turma é um cargo muito importante no acompanhamento do percurso escolar dos alunos e da turma e no estabelecimento de colaboração entre a escola e a família. É um cargo que exige competências de gestão, de coordenação, de comunicação, de relacionamento interpessoal, entre outras.Pela sua importância, é um cargo a merecer reflexão em torno da definição de um perfil e uma formação específica e adequada dos professores que o exercem, devendo corresponder a uma promoção na carreira. A este assunto voltaremos em artigos futuros.
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From: CRE, 8 months ago
Apresentacão para Reuniao de pais em powerpointView SlideShare presentation or Upload your own. (tags: pnl)
Já está disponível no site do PNL a apresentação da reunião de pais. Podem visualiza-la neste slideshare. Vale a pena fazer o upload e divulgá-lo aos pais.
A Escola de Gondifelos
SITE DO CPCJ
http://www.cnpcjr.pt/left.asp?14.02.01
EXAMES 2013 INFORMAÇÕES
INFORMAÇÃOProvas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico14 - Os alunos internos dos 6.º e 9.º anos de escolaridade são automaticamente inscritos, pelos serviços de administração escolar, respetivamente nas provas finais de ciclo de Português/Português Língua Não Materna (PLNM) e de Matemática dos 2.º e 3.º ciclos, sem prejuízo do disposto no n.º 14 do artigo 10.º do Despacho Normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro.15 - Aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos com necessidades educativas especiais de carácter permanente é aplicado o disposto no artigo 11.º do Despacho Normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro.16 - O prazo de inscrição para admissão às provas finais de Português/PLNM e de Matemática e às provas de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos decorre de 18 de fevereiro a 1 de março de 2013 e destina-se aos candidatos autopropostos que:a) Frequentem estabelecimentos de ensino particular e cooperativo sem autonomia ou paralelismo pedagógico;b) Frequentem seminários não abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 293-C/86, de 12 de setembro;c) Estejam abrangidos pelo ensino individual e doméstico;d) Estejam fora da escolaridade obrigatória e não se encontrem a frequentar qualquer estabelecimento de ensino.17 - O prazo de inscrição para as provas finais de ciclo de Português/PLNM e de Matemática dos alunos dos cursos de educação e formação (CEF), dos cursos de educação e formação de adultos (EFA), do ensino vocacional, do ensino básico recorrente, dos percursos curriculares alternativos (PCA) e de alunos que não tenham o português como língua materna e tenham ingressado no sistema educativo português no ano letivo correspondente ao da realização das provas que, estando dispensados das provas finais de ciclo, pretendam prosseguir estudos, respetivamente, no 3.º ciclo na modalidade de ensino básico geral, ou nos cursos científico-humanísticos, na modalidade de ensino regular, decorre igualmente de 18 de fevereiroa 1 de março de 2013.18 - Ao abrigo da Lei n.º 85/2009, de 27 de agosto, os alunos dos 2.º e 3.º ciclos que já tenham completado 18 anos de idade, e que tenham anulado a matrícula após o prazo referido no número anterior, devem efetuar a sua inscrição nos dois dias úteis seguintes ao da anulação damatrícula.19 - Os alunos do 6.º e do 9.º ano de escolaridade que após a avaliação sumativa interna do 3.º período não tenham obtido aprovação e se encontrem em condições de poder aceder às provas de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico inscrevem-se, na qualidade de autopropostos, para a 1.a fase nos dois dias úteis a seguir ao da afixação das pautas de avaliação do 3.º período.20 - Os alunos que tenham ficado retidos por faltas pela aplicação do previsto na alínea b) do n.º 4 do artigo 21.º da Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro - Estatuto do Aluno e Ética Escolar, podem inscrever-se, na qualidade de alunos autopropostos, para a 1.a fase das provas de equivalência à frequência, nos dois dias úteis a seguir ao da afixação das pautas de avaliação do 3.º período.21 - A inscrição para a 2.a fase das provas de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos dos alunos autopropostos que, tendo realizado as provas na 1.a fase, não concluíram o respetivo ciclo de estudos, decorrede 23 a 24 de julho de 2013, desde que a sua realização permita a esses alunos a certificação de conclusão de ciclo.22 - As provas finais dos 2.º e 3.º ciclos realizam-se numa fase única com duas chamadas, nas seguintes datas:1.a Chamada (obrigatória): 17, 20 e 27 de junho de 2013;2.a Chamada (situações excecionais devidamente comprovadas): 2, 5 e 16 julho de 2013.23 - As provas de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico realizam-se em duas fases, com uma só chamada, que decorrem nas datas a seguir discriminadas:1.a Fase: 17 a 28 de junho de 2013;2.a Fase: 2 a 6 de setembro de 2013.24 - As pautas referentes às classificações das 1.a e 2.a chamadas das provas finais de ciclo de Português e de Matemática dos 2.º e 3.º ciclos são afixadas a 22 de julho de 2013.25 - As pautas referentes às classificações da 1.a chamada das provas finais de ciclo de PLNM dos 2.º e 3.º ciclos são afixadas a 10 de julho de 2013. As pautas referentes às classificações da 2.a chamada das provas finais de ciclo de PLNM dos 2.º e 3.º ciclos são afixadas a 1 de agosto de 2013.26 - As pautas referentes às classificações das provas de equivalência à frequência da 1.a fase das restantes disciplinas devem ser afixadas até ao dia 22 de julho de 2013.27 - As pautas referentes às classificações das provas de equivalência à frequência da 2.a fase devem ser afixadas até ao dia 12 de setembro de 2013.28 - Os resultados dos processos de reapreciação das provas finais de ciclo e das provas de equivalência à frequência da 1.a fase são afixados a 12 de agosto de 2013.29 - Os resultados dos processos de reapreciação das provas de equivalência à frequência da 2.a fase são afixados a 4 de outubro de 2013.Despacho nº 2162-A/2013
NOVO- as novas condições para exames dos NEE-IMPORTANTE
http://inclusaoaquilino.blogspot.pt/2013/02/aplicacao-de-condicoes-especiais-na.html
Regime de assiduidade do alunos estatuto do aluno
http://www.slideshare.net/isabelamd/adduo-estatuto-aluno-faltas-2012set13
http://especialcarregal.blogspot.com.es/
http://criancasealunoscomnee.blogspot.pt/
Atribuições.Professor de Educação EspecialO professor de Educação Especial é detentor de uma formação especializada que o qualifica para o exercício de funções, no âmbito do apoio, do acompanhamento e da inclusão educativa e social de alunos com NEE.Deste modo, são suas competências:a) Apoiar activamente a diversificação de estratégias e de métodos educativos, de forma a promover o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças e dos jovens com NEE;b) Organizar programas de educação parental e intervir em processos de envolvimento dos pais na educação pré-escolar, na educação escolar e na formação profissional dos seus filhos, nos respectivos projectos de integração educacional e social;c) Intervir na melhoria das condições e do ambiente educativo da escola numa perspectiva de fomento da qualidade e da inovação educativa;d) Dinamizar a concepção e o desenvolvimento do Projecto Educativo do Agrupamento de forma a responder às características da população escolar e a mobilizar os recursos locais existentes;e) Apoiar e cooperar na Formação Contínua dos Professores e do Órgão de Administração e Gestão do Agrupamento;f) Colaborar na avaliação dos casos devidamente referenciados junto do Órgão de Gestão;g) Colaborar na elaboração dos relatórios técnico – pedagógicos, que decorrem da avaliação referida na alínea anterior;h) Colaborar na elaboração e na revisão dos programas educativos individuais, bem como na avaliação da aplicação das medidas educativas neles designadas;i) Intervir no desenvolvimento de competências específicas dos alunos, no âmbito da prestação de apoio pedagógico personalizado;j) Desenvolver áreas curriculares específicas, que constem dos planos curriculares dos alunos que sigam um currículo específico individual;k) Colaborar na elaboração, desenvolvimento e avaliação regular dos programas individuais de transição;l) Elaborar e adaptar materiais, no âmbito da leitura e escrita transversal ao currículo;m) Promover a utilização de tecnologias de apoio e materiais didácticos adaptados, como forma de desenvolver competências fundamentais, conducentes ao aumento do grau de funcionalidade e à consequente redução dos níveis de incapacidade dos alunos com NEE de carácter permanente;n) Colaborar, no final de cada ano escolar, na elaboração dos relatórios individuais circunstanciados relativos aos alunos com NEE de carácter permanente;o) Participar na planificação e na organização do ano lectivo subsequente.Referenciação de Alunos com Necessidades Educativas Especiais1. A referenciação consiste na comunicação e formalização de situações que possam indiciar a existência de NEE de carácter permanente, seguida do respectivo processo de avaliação. Os processos de referenciação e de avaliação assumem um carácter obrigatório e prioritário, devendo os docentes priorizar a sua execução sobre toda a actividade docente e desenvolver tal tarefa na componente não lectiva do seu horário de trabalho.2. A referenciação pode ser efectuada, sempre que exista suspeita de que uma criança ou um jovem necessita de uma resposta educativa no âmbito da educação especial.3. A referenciação pode ser efectuada pelos Pais ou Encarregados de Educação, pelos Serviços de Intervenção Precoce, por um Docente, por Serviços da Comunidade (Serviços de Saúde, da Segurança Social, da Educação ou outros).4. Sempre que a referenciação seja feita por um qualquer serviço, os pais deverão obrigatoriamente ser contactados para autorizar o início do processo de avaliação.5. A referenciação é feita ao Órgão de Gestão do Agrupamento através do preenchimento de formulário próprio disponibilizado pela escola.6. Após a entrega do formulário, compete ao Órgão de Gestão solicitar ao Núcleo de Educação Especial, a avaliação das crianças ou jovens referenciados e a elaboração do respectivo relatório técnico-pedagógico.Processo de Avaliação1. Referenciada a criança ou jovem, nos termos do artigo anterior, deve proceder-se a uma avaliação que tem por objectivo recolher informações que permitam:a) Verificar se está perante um caso com NEE de carácter permanente;b) Dar orientações para a elaboração do Programa Educativo Individual (adiante designado por PEI) e identificar os recursos adicionais a disponibilizar.2. Uma vez analisada a informação constante do processo de referenciação, se não se tratar de um caso, cujas necessidades educativas não exigem a intervenção da Educação Especial, a equipa deverá proceder ao encaminhamento da situação para as estruturas de apoio disponibilizadas pela escola, que mais se adeqúem à situação em apreço, decisão que ficará registada no relatório técnico-pedagógico a elaborar.3. Se, após a análise dos dados constantes da referenciação, se considerar necessário proceder a uma avaliação especializada, o Órgão de Gestão poderá solicitar a intervenção de outros técnicos ou serviços (Serviços de Saúde, Centros de Recursos Especializados, Escolas ou Unidades de Referência) para que, em conjunto com os encarregados de educação se constitua uma equipa pluridisciplinar, que avalie as necessidades específicas de cada aluno nesta situação.4. A avaliação terá como quadro de referência a Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde para Crianças e Jovens (CIF-CJ3), independentemente de outros meios complementares de avaliação que o Núcleo considerar pertinentes.5. Após a confirmação da anuência do Encarregado de Educação, o relatório Técnico-Pedagógico será homologado pelo Órgão de Gestão e fará parte integrante do processo individual do aluno.6. Este processo de avaliação deverá estar concluído 60 dias, após a referenciação.7. O PEI deverá ser aprovado pelo Conselho Pedagógico.Programa Educativo1. O PEI é um documento concebido para responder adequadamente à especificidade dos alunos com NEE e é considerado um instrumento fundamental para a operacionalização e para a eficácia da adequação do processo de ensino/aprendizagem.2. O modelo de PEI a usar é elaborado pelo Núcleo de Educação Especial e aprovado por deliberação do Conselho Pedagógico.3. O PEI é elaborado, conjunta e obrigatoriamente, pelo docente titular do grupo ou da turma ou pelo Director de Turma, pelo docente de Educação Especial e pelo Encarregado de Educação.4. Sempre que necessário poder-se-á solicitar a participação de outros serviços (Serviços de Saúde, Centros de recursos especializados, escolas ou Unidades de Referência).5. A elaboração e a aprovação do PEI deve decorrer no prazo máximo de 60 dias após a referenciação.6. O PEI é coordenado pelo Educador de Infância, pelo Professor do 1º CEB ou pelo Director de Turma do aluno em causa.Plano Individual de Transição1. Sempre que os alunos apresentem NEE de carácter permanente, que os impeçam de adquirir competências e de realizar aprendizagens definidas no currículo comum, deve a escola, antes do aluno atingir a idade limite da escolaridade obrigatória, complementar o PEI com um Plano Individual de Transição (adiante designado por PIT).2. O PIT é elaborado pela equipa responsável pelo PEI, em conjunto com o próprio aluno, com a família próxima, e com outros profissionais, nomeadamente das áreas da Segurança Social e Serviços de Emprego e de Formação Profissional.3. O PIT deve ser datado e assinado por todos os profissionais que participaram na sua elaboração, pelos pais ou encarregado de educação e, sempre que possível, pelo próprio aluno.Avaliação dos Resultados1. A avaliação dos resultados obtidos pelos alunos, mercê da aplicação das medidas educativas estabelecidas nos seus PEI, é obrigatoriamente realizada em cada um dos momentos de avaliação sumativa interna da escola.2. A referida avaliação deve ser consubstanciada num relatório a elaborar no final de cada ano lectivo.3. Esse relatório circunstanciado deverá:a) Ser elaborado conjuntamente pelo Educador de Infância, pelo Professor do 1º CEB ou pelo Director de Turma, pelo Professor de Educação Especial e por outros profissionais, que tenham acompanhado o desenvolvimento do processo educativo do aluno em causa;b) Explicitar a necessidade, ou não, de o aluno continuar a beneficiar das medidas educativas/ ou adequações no processo de ensino/aprendizagem;c) Propor as alterações necessárias ao PEI;d) Ser aprovado pelo Encarregado de Educação e pelo Conselho Pedagógico;e) Ser parte integrante do processo individual do aluno;f) Ter em anexo o PEI e ser obrigatoriamente disponibilizado ao Estabelecimento de Ensino que receba o aluno, quer por transferência, quer para prosseguimento de estudos.4. A revisão do PEI tem que ser feita obrigatoriamente, no final de cada nível de educação e ensino e no final de cada ciclo do ensino básico.5. O PEI constitui o único documento válido para efeitos de distribuição de serviço docente e não docente e para a constituição de turmas, não sendo permitida a aplicação de qualquer adequação no processo de ensino e de aprendizagem, sem a sua existência.
Cursos da área vocacional legislação saída em julho 2012
NOVO VIA AD DUO-AGENDA ESCOLAR 2012-13
https://www.box.com/s/2db23212ba7b2275fbe4
ALUNOS PCA- O QUE SÃO??
O que são os Percursos Curriculares Alternativos ( PCA)?É uma oferta educativa para alunos do 1. º , 2. º e 3. º ciclos, que tenham menos de 15 anos e que apresentem insucesso escolar repetido, problemas de integração, risco de abandono/ exclusão ou dificuldades condicionantes da aprendizagem, como forte desmotivação, baixa autoestima, falta de expectativas ou elevado índice de absentismo. Entraram em funcionamento em2006, mas só existem dados para o ano letivo 2010/ 2011.Existem em todas as escolas?Não. Depende da escola abrir ou não turmas PCA. As instituições têm até ao final do mês de maio para entregar a sua proposta de turmas PCA para o ano letivo seguinte. Essa proposta é feita de acordo com as necessidades da escola. Normalmente cada ano (5. º , 6. º e 7. º anos – os mais comuns porque os alunos têm de ter menos de 15 anos) tem uma turma. A autorização da constituição de turmas de percursos curriculares alternativos está nas mãos dos diretores regionais de educação.É a escola que indica os alunos para essas turmas?Sim, os professores identificam os alunos que consideram ter os requisitos para integrar com sucesso uma PCA. Mas estes só integram essa turma se os pais autorizarem. A qualquer momento – ou a pedido dos pais ou porque o aluno mostra resultados acima do esperado – o estudante pode ser integrado numa turma regular. As turmas têm no máximo 15 alunos.Que disciplinas têm?As disciplinas de Português e Matemática têm as mesmas horas e o mesmo currículo que o regular. As restantes são dadas em menos horas e de forma mais leve. As horas que sobram das outras disciplinas são canalizadas para áreas mais práticas que possam motivar mais os alunos. Cada escola escolhe a sua: pode ser música, dança, informática ou animação sociocultural.Como são avaliados?Os professores reúnem uma vez por semana para avaliar o desempenho e desenvolvimento da turma. Estes alunos têm sempre aulas na mesma sala e mais horas com o Diretor de Turma. Recebem um acompanhamento mais próximo. Os alunos também são avaliados por disciplina e se concluírem com sucesso o ciclo de estudos é-lhes atribuído um certificado. Se fizeram os exames exigidas por lei podem frequentar o ensino regular.Diário de Notícias 2012-08-20
Manual de procedimentos para educação especial três exemplos
http://www.avmurca.org/portal/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1829&Itemid=59
http://www.aeceleiros.pt/attachments/article/183/Manual_da_Educacao_Especial.pdf
http://pt.scribd.com/doc/71826007/PROCEDIMENTOS-NUCLEO-DE-EDUCACAO-ESPECIAL-2011-2012
BLOGUE AD DUO LEGISLAÇÃO SOBRE A EDUCAÇÃO
INFORMAÇÕES-PEIS.
Educação1 - Existem alguns apoios educativos especiais, previstos para as crianças e jovens com deficiência ou necessidades educativas especiais (NEE)?Sim, as escolas devem incluir nos seus projectos educativos as adequações ao processo de ensino, que se traduzem nas seguintes medidas:Apoio pedagógico personalizadoAdequações curriculares individuaisAdequações no processo de matriculaAdequações no processo de avaliaçãoCurrículo específico individualTecnologias de apoioA aplicação destas medidas, podem ser cumuláveis entre si, excepto as adequações curriculares individuais e o currículo específico individual.Para além destas, para os alunos surdos, cegos, com perturbações do espectro de autismo, multideficiência e surdocegueira congénita, existe ainda a possibilidade de beneficiarem de adequações de carácter organizativo, traduzidas em modalidades específicas de educação.2 - De que forma, se devem organizar os estabelecimentos de ensino, de modo a desenvolverem as referidas modalidades específicas?Em escolas de referência para a educação bilingue de alunos surdos;Em escolas de referência para a educação de alunos cegos e com baixa visão;Em unidades de ensino estruturado para a educação de alunos com perturbações do espectro de autismo;Em unidades de apoio especializado para educação de alunos com multideficiência e surdocegueira congénita.3 - Caso o meu filho apresente alguma daquelas incapacidades, sou obrigado a colocá-lo nas citadas escolas de referência ou unidades de ensino?Não, mas pode fazê-lo, caso pretenda que o seu filho beneficie de respostas educativas especializadas, mais adequadas à incapacidade que detém.4 - A quem cabe a responsabilidade pela organização e funcionamento destas escolas ou unidades de ensino?A responsabilidade cabe ao conselho executivo da escola ou agrupamentos de escolas.5 - A quem posso recorrer, caso não concorde com as medidas educativas propostas pela escola?Pode recorrer junto dos serviços competentes do Ministério da Educação, mediante documento escrito devidamente fundamentado, ao abrigo do direito de participação activa dos encarregados de educação, em tudo o que se relacione com a educação do seu educando.6 - A partir de que grau de ensino, podem ser prestados os apoios educativos especializados?Podem ser prestados desde o ensino pré-escolar, quer frequentem, estabelecimentos de ensino público, particular ou cooperativo.7 - Quais os procedimentos a seguir, para que o meu filho possa usufruir de qualquer medida de apoio educativo especial?Deve iniciar um processo de referenciação da criança, junto dos órgãos de administração e gestão das escolas, da área da residência, o mais precocemente possível, mediante o preenchimento de um documento, onde explique as razões que a levam a crer na necessidade de aplicação ao menor, de medidas educativas especiais.Convém também, juntar toda a documentação (relatórios clínicos, exames médicos...), considerada relevante para o processo de avaliação.Posteriormente, essa avaliação é solicitada pelo conselho executivo da escola, ao departamento de educação especial e ao serviço de psicologia, para que procedam à elaboração de um relatório técnico-pedagógico, o qual servirá de base à eventual preparação do Programa Educativo Individual (PEI), do aluno.8 - É sempre necessário a elaboração de um PEI?Sim, desde que o aluno necessite de qualquer adequação no processo de ensino e aprendizagem, sendo o único documento válido para efeitos de aplicação das respostas educativas especiais e respectivas formas de avaliação.Se mesmo assim, o aluno apresentar NEE, que o impeçam de adquirir as competências terminais definidas no currículo, deve a escola complementar o PEI, com um Plano Individual de Transição (PIT), destinado a promover a transição para a vida pós escolar.9 - Os alunos com dificuldades de aprendizagem decorrentes de outras situações de incapacidade, podem beneficiar de medidas educativas especiais?Podem, desde que de acordo com o relatório técnico-pedagógico, estas dificuldades sejam consideradas, como limitações significativas ao nível da actividade e da participação num ou vários domínios da vida, decorrentes de alterações funcionais ou estruturais, de carácter permanente, ao nível da aprendizagem e do relacionamento interpessoal.De qualquer forma, caso se considere não se estar perante uma situação de necessidades educativas, enquadráveis naquele conceito, que justifique a intervenção dos serviços da educação especial, pode o aluno ser encaminhado para os apoios disponibilizados pela escola que melhor se adequem à sua situação específica, nomeadamente a aplicação de planos de recuperação, acompanhamento ou percursos curriculares alternativos.Através da rede de escolas públicas, particulares e cooperativas, escolas profissionais e centros de gestão directa e participada do IEFP, ou outras entidades acreditadas, são desenvolvidos cursos de educação e formação, destinados preferencialmente a jovens com idade igual ou superior a 15 anos, em risco de abandono escolar, ou que já abandonaram antes da conclusão da escolaridade de 12 anos, bem como aqueles que, após conclusão dos 12 anos de escolaridade, não possuindo uma qualificação profissional, pretendam adquiri-la para ingresso no mundo do trabalho.10 - O recurso à Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde - Crianças e Jovens - da Organização Mundial de Saúde, (CIF-CJ), na avaliação das NEE dos alunos, tem a intenção de restringir o seu acesso às medidas educativas previstas?Não. A CIF - Crianças e Jovens - não define os critérios de elegibilidade ou de acesso às referidas medidas.Os critérios de elegibilidade para que as crianças e jovens tenham direito a beneficiarem das medidas educativas especiais, previstas no novo regime de educação especial, foram determinadas pelo Ministério da Educação.A CIF (CJ) é o quadro de referência que deverá ser tomado em linha de conta, quer para a organização do processo e dos dados de avaliação, quer para a elaboração do PEI.A referida Classificação, permite caracterizar o perfil de funcionalidade e de participação do aluno, descrevendo as suas características ao nível das estruturas e funções do corpo, ao nível das actividades e participação, bem como as barreiras ou facilitadores existentes no meio ambiente.Para mais informações sobre a CIF, poderá consultar, no presente sítio, acedendo ao menu "Recursos" > Categoria "CIF" e clicando nas perguntas do lado esquerdo.11 - No caso de uma criança ou jovem não se adaptar às medidas educativas propostas pela escola, ou as mesmas se revelarem insuficientes, pode mudar de escola?Sim, podem os pais ou encarregados de educação, no caso em que as respostas educativas especiais, aplicadas pela escola não se revelem adequadas ou sejam insuficientes, solicitar a mudança de escola, mediante documento escrito, dirigido ao Ministério da Educação, no qual fundamentem os motivos da sua decisão.Para além dos pais, podem os outros intervenientes no processo de referenciação e avaliação do aluno (professores, educadores, terapeutas, psicólogos, ...) propor a frequência de outro estabelecimento de ensino, ou em último caso, uma instituição de educação especial, quando as medidas de integração adoptadas pela escola, se revelem comprovadamente insuficientes e não passíveis de concretizar, em função do tipo e grau de deficiência do aluno.12 - A certificação dos alunos que beneficiem de "Adequações Curriculares Individuais" ou de um "Currículo Específico Individual", permite-lhes prosseguir os estudos?Relativamente aos que beneficiaram de "Adequações Curriculares Individuais" sim, pois as medidas aplicadas não devem colocar em causa as competências terminais de ciclo ou disciplinas, inserindo-se no padrão do currículo comum.Quanto aos alunos que beneficiem de um "Currículo Específico Individual", que envolva a complementaridade do PEI, por um "Plano Individual de Transição" (PIT), nos casos em que as dificuldades que apresentam, os impeçam de adquirir as competências definidas no currículo comum e seja necessário proceder à sua substituição, eliminação de objectivos e conteúdos, a intenção é que esses alunos, desenvolvam e adquiram competências destinadas a promover a transição para a vida pós-escolar, com vista ao exercício de uma actividade profissional, com adequada inserção social, familiar ou numa instituição de carácter ocupacional.13 - Existem condições especiais no acesso ao ensino superior?Sim, existem contingentes especiais de vagas para os candidatos com deficiência física e sensorial, actualizados anualmente por Portaria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.14 - Que fazer quando os alunos com deficiência não obtêm o diploma do ensino básico e necessitam de frequentar acções de formação profissional ou ingressar num emprego?Devem dirigir-se à escola e solicitar um certificado que identifique as adequações do processo de ensino e de aprendizagem que tenham sido aplicadas ao aluno.15 - É obrigatória a matricula no ensino básico?Sim, a matricula é obrigatória para todas as crianças e jovens em idade escolar.16 - No que consistem as condições especiais de matricula?Os estabelecimentos de ensino e jardins-de-infância, independentemente da área da residência devem conceder prioridade de matrícula às crianças e jovens com necessidades educativas especiais.Podem ainda, estas crianças, em situações excepcionais devidamente fundamentadas, beneficiar do adiamento da matrícula no 1º ano de escolaridade obrigatória, por um ano não renovável.A matrícula pode também ser efectuada por disciplinas nos 2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário, desde que se assegure a sequencialidade do regime educativo comum.17 - Quando cessa a obrigatoriedade de matrícula e de frequência?A obrigatoriedade de matrícula e de frequência cessa, com a obtenção do diploma do ensino básico ou de certificado.Independente disso, cessa a referida obrigatoriedade, no final do ano lectivo em que os alunos perfazem 15 anos de idade, com excepção das situações em que é permitido o adiamento da matrícula.18 - Em que consiste a gratuitidade da escolaridade obrigatória?Consiste na isenção total de propinas, taxas e emolumentos relacionados com a matrícula, a frequência escolar e a certificação do aproveitamento.Abrange ainda o seguro escolar e a faculdade de dispor de apoios complementares que favoreçam a igualdade de oportunidades.19 - Como obter mais informações?Poderá obter mais informações junto das Direcções regionais de Educação, Centros de Área Educativa e escolas ou agrupamentos de escolas da sua residência.Tem ainda disponível, um conjunto de informações sobre o ensino especial, no sítio da Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. 20- Que legislação, devo consultar?Deverá consultar a seguinte legislação:Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro - Perguntas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 14 e 16.Despacho Normativo nº 50/2005, de 9 de Novembro - Pergunta 9Despacho Normativo nº 1/2006, de 6 de Janeiro - Pergunta 9Decreto-Lei nº 301/93, de 31 de Agosto - Perguntas 15 e 17Decreto-Lei nº 189/92, de 3 de Setembro - Pergunta 13Voltar a Perguntas frequentes
Procedimentos Nos Casos Dos Alunos Com Necessidades Educativas
http://pt.scribd.com/doc/69899149/1284918743-Procedimentos-Nos-Casos-Dos-Alunos-Com-Necessidades-Educativas-2
PEI.. QUE FAZER
http://pt.scribd.com/doc/12898984/Pei
Novidade: novo estatuto do aluno-clicar no link
clicar no link - na foto
NOVO - O NOVO ESTATUTO DO ALUNO
http://inclusaoaquilino.blogspot.pt/2012/05/publicacao-da-norma-02jne2012.html
https://docs.google.com/file/d/0B6_xIqZMbfWcSy02VG5waGdOclE/edit
Site com vídeos sobre a educação em vários países
http://www.youtube.com/user/PearsonFdtn?feature=watch
2012/2013 Despacho Turmas do 5.º ao 12 passam a ter um mínimo de 26 e um máximo de 30 alunos
http://www.box.com/s/0dfb3d110edc3c84c720
PEI/CEI.O QUE É? MANUAL
http://www.slideshare.net/comenius.sepia/pei-portogallo-pt-5322767
NOVO -nova legislação de concursos 5 Março de 2012
http://educar.files.wordpress.com/2012/03/concursosversaofinal6mar12.pdf
Blog muito interessante sobre da educação especial
http://inclusaoaquilino.blogspot.com/2010/06/curriculo-especifico-individual-algumas.html
CALENDÁRIO DO ANO ESCOLAR 2011/12
ESQUEMA SÍNTESE DA ADD
Esquema completo da nova ADD (Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21.fev
http://www.box.com/s/g92gq0jtfc2tm6qx20hh
MUITO IMPORTANTE- O FIM DAS COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS
http://educaraeducacao.blogspot.com/2011/12/fim-das-competencias-essenciais.html
MUITO IMPORTANTE REVISÃO CURRICULAR - NOVIDADE
A NOVA REVISÃO CURRICULAR NOVIDADE
NOVIDADE AVALIAÇÃO PROFESSORES IMPORTANTE
INSTRUÇÕES PARA A NOVA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE RADD
http://educar.files.wordpress.com/2011/12/avaliac3a7c3a3o-do-desempenho-docente_comunicado.pdf
ENSINO INCLUSIVO SITE INTERESSANTE
http://pedagogia-inclusiva.blogspot.com/2010_06_16_archive.html
O QUE DEVE CONSTAR NO PROCESSO INDIVIDUAL DO ALUNO SEGUNDO A LEI
No processo individual do aluno devem constar:
e) Os programas educativos individuais e os relatórios circunstanciados,
no caso de o aluno ser abrangido pelo Decreto -Lei n.º 3/2008,
f) Uma auto -avaliação do aluno, no final de cada ano, com excepção
dos 1.º e 2.º anos, de acordo com critérios definidos pelo estabelecimento
g) Outros elementos considerados relevantes para a evolução e formação
14 — Ao processo individual têm acesso, em termos a definir no
regulamento interno da escola ou agrupamento, os professores, o aluno,
o encarregado de educação e outros intervenientes no processo de aprendizagem
do aluno, sendo garantida a confidencialidade dos dados ne
Exames de 2011/2012 normas - Diário República -NOVIDADE
http://dre.pt/pdf2sdip/2011/11/222000000/4572345728.pdf
CRITÉRIOS DE TRANSIÇÃO 5º,6º,7º,8º e 9º anos -2010/11 -NOVIDADE
CONDIÇÕES DE TRANSIÇÃO 2010/11
5º, 6º, 7º, 8º anos
Se o aluno obtiver avaliação inferior a 3 a Língua Portuguesa e Matemática ( LP+M ) ou a três disciplinas (D+D+D) ou a duas disciplinas e Área de Projecto (D+D+AP) não transitará. No entanto, e apenas nestas circunstâncias, o Conselho de Turma poderá decidir pela transição/aprovação sem alteração dos níveis inferiores a 3 propostos caso o Conselho de Turma considere que nos anos não terminais de ciclo , as competências demonstradas pelo aluno permitam o desenvolvimento das competências essenciais definidas para o final do respectivo ciclo. Esta decisão deverá ser tomada por 50% +1 dos professores do Conselho Turma, nos 5º,7º e 8º anos.
O aluno terá de realizar exames nacionais a Língua Portuguesa e Matemática. Nestas disciplinas, a avaliação final é calculada com base na avaliação da frequência (70%) e na classificação da prova de exame (30%). O aluno não será aprovado se obtiver nível inferior a 3 a Língua Portuguesa e a Matemática (LP+M), ou a três disciplinas (D+D+D), ou a duas disciplinas e Área de Projecto( D+D+AP).
Não serão admitidos a exame os alunos que se encontrem nas seguintes condições:
1. Tenham obtido classificação de frequência de nível 1 simultaneamente nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática;
2. Tenham obtido classificação de frequência inferior a 3 em duas disciplinas e de nível 1 a Língua Portuguesa ou Matemática;
3. Tenham obtido classificação de frequência inferior a 3 em três disciplinas, ou em duas disciplinas e a menção de não satisfaz na Área de Projecto, desde que nenhuma dela seja Língua Portuguesa ou Matemática;
4. Tenham obtido classificação de frequência inferior a 3 numa disciplina, a menção de Não Satisfaz na Área de Projecto e nível 1 em Língua Portuguesa ou Matemática.
A ter em atenção este aspectos no que concerne à transição ou retenção dos alunos de uma forma global mas com particular incidência nos anos não terminais.
Em qualquer situação de avaliação o professor/Conselho de turma ponderará ainda os seguintes aspectos:
 . Domínio da Língua Portuguesa
 Capacidade de compreensão das ideias essenciais em diferentes situações de comunicação
 Capacidade de expressão oral nas diversas disciplinas
 Capacidade de expressão escrita nas diversas disciplinas
 Desempenho das Áreas Curriculares Não Disciplinares
 Distanciamento excessivo entre as competências desenvolvidas pelos alunos e as definidas para o final do respectivo ciclo.
 Capacidade de organização
 Atenção/Concentração
 Sentido de Responsabilidade
 Respeito no relacionamento com os outros
DIREITOS DOS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO Participar
na vida da escola e nas actividades da Associação de Pais e Encarregados de
Informar-se, ser informado e informar a comunidade educativa sobre todas as matérias relevantes no processo educativo do seu educando.
Comparecer na escola por sua iniciativa e quando for solicitado.
Ser convocado para reuniões com o Director de Turma e ter conhecimento da
hora semanal de atendimento.
Ser informado, no final de cada período escolar, do aproveitamento e do comportamento do seu educando.
Participar nas reuniões de Conselho de Turma (excepto de avaliação).
Articular a educação na família com o trabalho escolar.
Cooperar com todos os elementos da comunidade educativa no desenvolvimento de uma cultura de cidadania, nomeadamente através da promoção de
Conhecer o Regulamento Interno.
Informar-se sobre todas as matérias relevantes no processo educativo do seu educando.
Comparecer na escola quando para tal for solicitado.
Colaborar com os professores no âmbito do processo de ensino – aprendizagem do
seu educando.
Cooperar com todos os elementos da comunidade educativa no desenvolvimento de uma cultura de cidadania nomeadamente através da promoção de
Responsabilizar-se pelo cumprimento do dever de assiduidade do seu educando.
Participar nas reuniões convocadas pelos órgãos de administração e gestão e pelas
estruturas de orientação educativa, bem como pela
Associação de Pais e Encarregados de Educação.
ASSIDUIDADE NOS CURSOS CEF
1- 90% da carga horária do conjunto de módulos de cada disciplina, nos cursos profissionais e da carga horária da disciplina, admitindo-se um limite de 10% de falta independentemente da natureza das mesmas e sem prejuízo no disposto da alínea seguinte
2- 93% da carga horária do conjunto de módulos de cada disciplina, dos cursos profissionais admitindo-se um limite de 7% de faltas exclusivamente injustificadas
3- A assiduidade do aluno na formação em contexto de trabalho –FCT- não pode ser inferior a 95% da carga horária prevista.,
NOVIDADE DESPACHO DE ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO 2011/12 - Despacho n.º 5328/20
http://dre.pt/pdf2sdip/2011/03/061000000/1451914526.pdf
O TEMPO DAS CRIANÇAS -
http://alea-estp.ine.pt/html/actual/pdf/actualidades_35.pdf
O NOVO ESTATUTO DO ALUNO -2010
ATENÇÃO : DATAS DOS EXAMES NACIONAIS DE 2011
Despacho nº 2237/2011 de 31 de Janeiro -exames nacionais do 3º ciclo e secundário
http://dre.pt/pdf2sdip/2011/01/021000000/0590705909.pdf
Envolvimento Parental na Escola | Resultados
http://www.ese-jdeus.edu.pt/projectoepe/res/resultados2.html
AS TRANSIÇÕES ENTRE CICLOS DE ENSINO
http://repositorio.ipsantarem.pt/bitstream/10400.15/185/1/A2.pdf
ESCLARECIMENTOS SOBRE O CIF..FAQ's sobre DeSPACHO NORMATIVO n.º 6/2010..
http://www.dgidc.min-edu.pt/especial/Paginas/ed_esp_Perg-Freq.aspx
Testes Intermédios 2010/2011 ATENÇÃO
Informação genérica sobre o projecto dedicada a alunos, pais e encarregados de educação [consultar aqui]
Informações específicas de cada disciplina.
Língua Portuguesa - Matemática (a disponibilizar oportunamente)
Língua Portuguesa - Matemática Ciências Físico-Químicas - Ciências Naturais - Geografia - História - Inglês
Biologia e Geologia - Física e Química A - Matemática A Filosofia
PLANOS DE ACOMPANHAMENTO- ANO LECTIVO 2010-2011
COLEGAS AGRADEÇO QUE ATÉ À PRÓXIMA REUNIÃO COM OS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO OS PLANOS DE ACOMPANHAMENTO ESTEJAM DEVIDAMENTE ASSINADOS PELOS MESMOS .OBRIGADO.
LINK DIRECTO PARA O DESPACHO 50
http://w3.dren.min-edu.pt/index.php?controller=cms&action=view&id=789
PARA FAZER O DESPACHO 50
www.dren.min-edu.pt/
LInks com legislação
- Circular sobre a aplicabilidade do Estatuto do Aluno(Circular 06/DREL/2008) - Circular com orientações sobre a aplicação da prova prevista no Estatuto do Aluno (Circular 14/DREL/2008) - Circular sobre a aplicação do Estatuto do Aluno na assiduidade dos alunos dos Cursos Profissionais e CEFs (Circular 16/DREL/2008) - Despacho sobre as consequências das faltas justificadas no Estatuto do Aluno (Despacho da Senhora Ministra da Educação de 16 de Novembro de 2008)
- Princípios Orientadores da Organização e da Gestão Curricular, bem como da Avaliação das Aprendizagens e do Processo de Desenvolvimento do Currículo Nacional (Dec-Lei 6/2001) - Regime de Avaliação (Desp-Norm 1/2005, de 5 de Janeiro), com as alterações constantes na Declaração de Rectificação nº 3/2005, de 10 de Fevereiro
PORDATA -BASE DE DADOS DE PORTUGAL CONTEMPORÂNEO...
PORTAL BULLYING..EM PORTUGUÊS
Como controlar o comportamento de uma turma.
CONTROLAR O COMPORTAMENTO DE UMA TURMA:TEACHER TV
AJUDE O HAITI...SITE DA AMI
SITES SOBRE EDUCAÇÂO SEXUAL...
http://srec.azores.gov.pt/dre/sd/115132020201/Documentos/Proj_Edu_Sex/Proj_%20Ed_Sex_2º_3º.pdf
http://www.eb23-lousa.rcts.pt/Projectos/ESex.html
http://edif.blogs.sapo.pt/2991.html
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/saude+escolar/educacaosexual.htm
BIBLIOTECA DA ESCOLA DE GONDIFELOS
bibliotecadegondifelos.blogspot.com
O PROFESSOR E AS NEE
Em todo o processo de adequação do Currículo Nacional àsnecessidades educativas especiais evidenciadas pelos alunos, esobretudo no que se refere às adequações de carácter maisprofundo, o papel do docente de educação especial assume uma particular importância uma vez que este tem como principal função, no âmbito do agrupamento de escolas a que pertence,participar na organização, gestão e implementação de recursos e medidas diferenciadas a introduzir no processo de ensino e de aprendizagem de crianças e jovens com NEE de carácter prolongado.A sua acção deverá assim ser encarada numa perspectivatransversal, abarcando os vários níveis de educação e ensino,integradora das aprendizagens e conhecimentos dos alunos nosdiferentes contextos educativos.Neste sentido, encontrar-se-á numa posição privilegiada para, emfunção da especificidade de cada situação, participar activamente no processo de identificação e implementação de respostas educativas diferenciadas em contextos integrados e promissores de uma efectiva aprendizagem e participação de todos os alunos.Para o efeito dever-se-á ter por base toda uma série depossibilidades deixadas em aberto por uma intervenção flexível que contemple, entre outros, os seguintes aspectos: (1) eficaz gestão e optimização dos recursos existentes na escola e na comunidade envolvente; (2) implementação de um trabalhocooperativo entre os diferentes intervenientes no processoeducativo dos alunos; (3) alargamento da intervenção directa auma grande diversidade de contextos educativos,nomeadamente, salas de aula, salas de apoio, unidades especializadas, domicílios e outros espaços da comunidade.http://www.appdae.net/documentos/manuais/avaliacao.pdf
Informações sobre alunos com NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS
http://www.esec-emidio-navarro-alm.rcts.pt/e_especial/NEE_Permanentes.htm
CURSO CEF de JARDINAGEM- Algumas informações
http://cef3jardinagem08.blogspot.com/
Prevenção Gripe A - Conselhos Individuais e para Instituições]
http://docs.google.com/gview?a=v&pid=gmail&attid=0.1&thid=122579bfb300823a&mt=application%2Fpdf&pli=1
A ESCOLA FÁBRICA.....
http://www.uma.pt/carlosfino/Documentos/PowerPoint_Escola-Fabrica.pdf
Procedimentos a ter na gripe H1N1
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/saude+publica/gripe/virus+h1h1.htm#a1
TPC SIM OU NÃO?
http://www.profblog.org/2009/03/tpc-sim-ou-nao.html
INCLUSO Espaço destinado à divulgação de actividades e documentos, debates e troca de experiências
http://inclusaoaquilino.blogspot.com/2008/08/ensino-especial-maioria-dos-pases-da-ue.html
http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm32/index.htm
A AVALIAÇÃO DE PROFESSORES NO MUNDO E EM PORTUGAL
http://educar.no.sapo.pt/AvaliacaoUniaoEuropeia.htm
O MODELO DE AVALIAÇÃO CHILENO
http://issuu.com/ramiromarques/docs/30_3_manual_avalia__o_des_chile?mode=embed&documentId=080330212540-7489ec05e9284253b48243eacca023fe&layout=grey
ATENÇÃO - NOVIDADE -ALTERAÇÃO AO ESTATUTO DO ALUNO..
http://www.governo.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/ME/Comunicacao/Notas_de_Imprensa/20081116_ME_Com_Estatuto_Aluno.htm
DIÁRIO DE PROFESSORES PORTUGUESES NA FINLÂNDIA
http://inquietacaopedagogica.blogspot.com/2008_10_01_archive.html
Organização Escolar e Desenvolvimento curricular [Algumas perguntas e respostas]
http://www.prof2000.pt/users/lpitta/de-2/oedc-resumo.htm
http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=6765&Itemid=26
A ESCOLA DO FUTURO OU O FUTURO DA ESCOLA
http://www.guiarh.com.br/z77.htm
http://ptescolas.telecom.pt/escola_futuro/escola_futuro.html
http://edigital.homedns.org/~vitorferreira/avelt/LEI3200818JAN08EstatutoAluno.pdf
http://www.esfga.pt/eescolinha.pdf
ALUNOS SOBREDOTADOS: QUE FAZER?
http://eacea.ec.europa.eu/ressources/eurydice/pdf/0_integral/082PT.pdf
1ª Página dos Jornais
OS PROFESSORES E A DEPRESSÂO
http://educar.files.wordpress.com/2008/10/depressao-em-professores.pdf
Legislação sobre Ensino Especial
http://www.prof2000.pt/users/amf/DL_3-08.pdf
Novo diploma define apoios especializados para crianças e jovens com necessidades educativas especi
http://www.prof2000.pt/users/amf/Inf_3-08.doc
http://sintonizate.net/radios/
Comunidade escolar-material para D.Turma e legislação
http://www.portugaljovem.net/mariolima/educacao/referencias/escola.htm
Denmark: More Democracy in Education ..OU COMO DEV...
A ESCOLA NA DINAMARCA
Redesigning Education: Rethinking the School Corri...
A escola do futuro não terá intervalos nem campain...
AS ACADEMIAS E AS FREE SCHOOLS EM INGLATERRA.
Teorias Do Currículo - Fábrica E Escola

References: artigo 18
 artigo 22

Artigo 86

Artigo 86

Artigo 86

Artigo 86

Artigo 86
 artigo 19
 artigo 19

Artigo 86
 artigo 10
 artigo 11
 artigo 21