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Como baixar o prémio de seguro vida que tem no Banco - livre escolha de seguro de vida para crédito habitação - Blog dos Seguros
Como baixar o prémio de seguro vida que tem no Banco – livre escolha de seguro de vida para crédito habitação
29 de Julho de 2012 21 de Setembro de 2014 Pedro Monteiro67 Comments
A grande maioria dos Portugueses que tem crédito habitação ignora que não é obrigado a contratar os seguros de vida e multirisco no Banco onde faz o crédito.
A banca, aproveitando-se do desconhecimento do cidadão comum, impõe seguros e outros produtos para conceder o crédito. No caso dos seguros, faz condicionar o montante do spread à contratação destes. O que acontece é que o valor do seguro de vida vem inflacionado e o efeito do ganho do spread é diminuto para não dizer nulo.
Na semana passada, estive com um cliente que pagava 30 euros por mês no seguro de vida e passou a pagar 10 euros tendo aumentado as coberturas. O cliente nem hesitou, fez a mudança e muni-o das informações legais para confrontar o Banco e impor a mudança.
Comece a fazer o mesmo e não se curve perante o Banco.
Vou explicar o conteúdo do decreto lei 222/2009 que é a ferramenta legal mais importante que pode utilizar para escolher a melhor opção para si.
O DL 222/2009 (clique para ler o decreto) visa assegurar a não imposição aos consumidores de seguros de vida associados ao crédito habitação em condições que iriam além da finalidade de proteger os interesses dos credores, neste caso o Banco, e visa proteger o consumidor na celebração de contratos destes seguros de vida.
O Banco tem o direito e deve impor um seguro de vida ao consumidor que pretenda um crédito para a sua habitação, de modo a assegurar o reembolso do capital em dívida em caso de morte ou invalidez da pessoa ou pessoas que pediram o crédito.
É obrigatório garantir a transparência na prestação de informação completa e verdadeira sobre os contratos a realizar e garantir a liberdade de escolha da melhor solução na fase pré-contratual, ou seja, o consumidor tem o direito de contratar o melhor seguro de vida desde que garanta as condições mínimas exigidas pela entidade bancária.
O artigo 3 no número 2 fala em união de contratos, ou seja, o Banco faz depender a concessão do crédito à contratação de um seguro de vida. Está certo, mas o Banco aproveita este artigo para colocar no contrato de concessão de crédito uma cláusula abusiva impondo a contratação do seguro de vida através do próprio Banco, quando o consumidor pode apresentar um seguro de vida de livre escolha desde que cumpra as coberturas exigidas pelo Banco.
Deveres de informação – artigo 4 – refere que o Banco deve, entre outras:
– Declarar que a celebração do contrato de crédito habitação se encontra subordinada à contratação de um seguro de vida. Isto não é dizer ao consumidor “Você tem que fazer o seguro aqui”. O consumidor tem que apresentar um seguro de vida conforme anteriormente explicado.
– Em caso de sinistro, o capital em dívida é pago ao Banco
– Fornecer as condições mínimas que o seguro de vida deve ter, ou seja, quais as coberturas exigidas
– “Declarar que os interessados têm o direito de optar pela contratação do seguro de vida junto da empresa de seguros da sua preferência, ou de dar em garantia um ou mais seguros de vida de que já sejam titulares, desde que respeitem os requisitos mínimos…” Citação da alínea d) do nº 3 artigo 4.
O seu Banco faz isso? O meu não fez, mas já mudei o seguro de vida e multirisco e o Banco nem teve hipótese comigo, pois demonstrei legalmente que o podia fazer e fi-lo. O meu spread nem variou.
– estão proibidas as cláusulas de penalização por resolução antecipada do seguro de vida em situações de amortização do crédito habitação
– ao longo de toda a vigência do contrato crédito habitação, o capital do seguro de vida deve ser igual ao capital em dívida ao Banco. Aqui, o Banco deve informar periodicamente a seguradora qual o capital em dívida. O artigo 7 nº 1 indica que deve haver lugar à restituição retroactiva (“efeitos reportados à data de cada alteração do montante em dívida”) dos valores pagos indevidamente pelo segurado à seguradora pelo facto de o capital seguro ser superior ao capital em dívida.
Havendo incumprimento da parte do Banco ou da seguradora relativo ao artigo 7 nº 1, o segurado tem o direito de rescindir o contrato de seguro de vida e fazê-lo noutra seguradora.
O consumidor também pode fazer um seguro de vida com um capital superior ao capital em dívida ao Banco. Em caso de morte ou invalidez devidamente enquadrados, o capital em dívida é pago ao Banco e o remanescente vai para os herdeiros legais.
Leia este artigo para saber mais ou para elaborar uma carta ao Banco http://blog.sitedosseguros.com/2010/11/como-contornar-a-obrigacao-de-fazer-seguros-no-banco-para-o-seu-credito-habitacao/
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67 thoughts on “Como baixar o prémio de seguro vida que tem no Banco – livre escolha de seguro de vida para crédito habitação”
Joaquim Campos diz:
28 de Agosto de 2017 às 9:49
Por escritura de Outubro de 2007 subscrevi um crédito habitação e, na sequência desse crédito, um seguro vida e um seguro multirriscos.
Como o seguro vida era caríssimo, mudei de seguradora.
Acontece que o banco aceitou a mudança mas aumentou-me o spread em 0,25%.
Verifiquei que o Decreto Lei nº 171/2008 nada refere quanto aos contratos já celebrados ante da sua entrada em vigor.
Será que me pode esclarecer se o Banco pode aumentar o spread?
Verifique, no documento particular que acompanha a escritura, a cláusula relativa aos produtos que tem que ter no Banco. Lá deverá informar as penalizações por deixar de ter o produto X ou Y.
boa tarde sr pedro, obrigado pela sua ajuda a todos nós. ha enquadramento legal para solicitar reduçao da percentagem de 100% para 50% ou 75% do seguro de vida conforme faltar poucos anos se contrato ou por outra situaçao, (ou é apenas um favor do banco quando aceita essa reduçao?)obrigado
Não compreendi bem onde quer chegar.
Pode pedir para actualizar o seguro para o capital em divida, já que a Lei assim obriga.
Paulo Batista diz:
27 de Janeiro de 2016 às 22:44
Gostaria de saber se ainda existem os seguros de vida de capitalização, e se sim se estes podem ser associados ao credito habitação?
10 de Fevereiro de 2016 às 16:42
Os seguros de capitalização estão em desuso pois ficam caros face a outras opções como um seguro de vida de puro risco e uma poupança.
Não podem ser associados a créditos habitação.
Obrigado pelo artigo. Encontro-me numa situação semelhante à comentarista STCarvalho. Com a particularidade de que o meu crédito à habitação é de 2003. Tendo ir reclamar o prémio do valor do seguro de vida, descobri que o mesmo não estava a actualizar o prémio anual com base no capital em dívida. O pedido de estorno do que paguei a mais foi recusado com um simples: “está pago, e enquanto estava a pagar pelo total do capital estava com uma cobertura maior no caso de sinistro”. Quanto a mudar de seguro, dizem que o meu spread agrava em 0,25% uma vez que perco essa bonificação (que segundo eles não é uma penalização, é perda da bonificação). E o problema é que o Barclays vai negando as suas responsabilidades mostrando total desconhecimento ou opinião muito parcial destes decretos lei. Estes decretos lei deveriam ser claros e não deixar margem para dúvidas. A minha interpretação destes decretos é de que não só deveria ter direito ao estorno do que paguei a mais como não me podem tirar uma bonificação (pela mesma me ter sido dada com base numa condição considerada ilegal). A questão aqui é: o que posso efectivamente fazer para obrigar o Barclays a cumprir a lei? Tendo em conta a situação que actualmente atravessam em Portugal (estão a deixar Portugal tendo vendido todo o retalho ao Bankinter), não estarão muito interessados em “atender” a estas exigências dos seus clientes.
Falar com um advogado e ameaçar com um processo judicial pode resultar.
Mónica Mourraia diz:
Bom dia. Em 2010 contraí um crédito bancário no Barkclays no valor de 183 000 euros com um seguro de vida associado no valor de 600 euros anuais para dois titulares. Na altura eu tinha 34 e o meu marido 35 anos de idade. Acontece que nos últimos cinco aumentou significativamente estando atualmente a pagar 870 euros anuais. Segundo o Plano de Pagamento daqui a cinco anos estarei a pagar 1274 euros anuais e é sempre a aumentar. Chega ao cúmulo de no último ano de empréstimo ser suposto pagar 13476 euros. Confrontei o banco com a situação e dizem que é normal e que não posso mudar de seguradora sob pena de aumentar o spread. Acontece que fio obrigado a fazer o seguro na seguradora associada ao banco. Que faço?
Se o spread aumentar qual é o problema?
Os bancos cortam no spread mas compensam no seguro de vida.
No documento com as clausulas do empréstimo procure uma clausula que indica o spread máximo por incumprimento de algum dos requisitos do banco. Depois é só fazer contas com as novas propostas para os seguros de vida.
E verifique de imediato qual o capital seguro e proceda à actualização do capital seguro caso este seja mais alto que o capital em divida.
Se quiser, podemos ajudá-la. Estou ligado à Atlas corretores de seguros.
Caso interesse, envie mail para sitedosseguros@gmail.com com as condições actuais dos seus seguros, condições actuais do emprestimo, data nascimento, profissões e a escritura da casa. Mencione esta “conversação” no mail para eu ficar contextualizado.
Luis Valente diz:
1 de Dezembro de 2015 às 22:59
Em primeiro lugar enaltecer o facto de responder a todas as questões / comentários com prontidão e profissionalismo.
Gostaria ainda de o felicitar pela ajuda na descodificação deste mundo “enovelado” que são os seguros.
Permita-me uma questão:
Enquanto fiador a entidade bancária pode-me exigir um seguro de vida? No caso afirmativo porquê?
Pode haver vários motivos para que tal aconteça. Por exemplo: pouca capacidade financeira dos contraentes do empréstimo; um dos contraentes não estar de boa saúde…
O fiador é chamado a pagar a prestação da casa no caso de os contraentes entrarem em incumprimento. Daí ter um seguro de vida. Mas são poucos os Bancos que o exigem.
boa noite. Parabéns pelo artigo.
tenho um empréstimo habitação com seguro de vida associado (para mim e para a minha esposa). O seguro de vida contratado tem sido calculado com base no valor inicial do empréstimo, e tem a seguinte indicação
“X.-Capital seguro – O capital segurado para cada garantia será o especificado nas Condições particulares, capital a ser constante durante toda a vigência do contrato, bem como igual ao capital inicial do empréstimo associado.”
Questionei o banco sobre este assunto, que já me informou que posso solicitar atualização mensal para o valor em dívida.
A minha questão é saber se posso pedir que seja devolvido o valor pago indevidamente desde o início do contrato, com base no Dec Lei 222/2009, tendo o meu contrato a cláusula que acima apresento.
3 de Dezembro de 2015 às 18:32
Na minha opinião pode e deve. Tem o fundamento legal no artigo que escrevi.
Agradecendo antecipadamente a sua atenção, colocava-lhe a seguinte questão: Para um apartamento com escritura celebrada em Agosto/2006 celebrei um seguro afecto ao montepio (lusitânia) que se encontra acualmente no valor de cerca de 40 euros mensais. Foi celebrado por forma a permitir o valor de spread então praticado. No entanto, considero este valor muito elevado e gostava de saber se o poderei renegociar ou trocar de cª sem perder o “previlégio” do spread que usufruo actualmente. Muito obrigado! Cumprimentos
2 de Dezembro de 2015 às 17:32
http://blog.sitedosseguros.com/2014/10/bancos-nao-podem-mexer-spread-por-alterar-os-seguros-de-vida-multirisco-fundamento-legal/
Ivan Vasconcelos diz:
22 de Outubro de 2015 às 13:13
Não sei se será o topico correcto mas preciso de uma pequena ajuda.
Os meus pais possuem seguro de vida no crédito habitação com cobertura de Incapacidade Definitiva Absoluta. À cerca de um ano a minha mãe sofreu de doença encontrando-se à data à espera de juntam médica para atribuição de Invalidez (que apartida está garantida ainda que com percentagem baixa). Pelo que me informei a cobertura de Incapacidade Definitica Absoluta só cobre quando a invalidez atinge os 100%. A minha questão é, será que dá para alterar esta cobertura para Incapacidade Permanente Absoluta em que cobre acima dos 65% de Incapacidade? Isto porque ainda não há junta médica realizada por isso se fizer agora essa alteração a seguradora irá aceitar… Como poderei contornar estas situação?
De nada serve fazer essa alteração, porque sua Mãe já tem uma doença.
Bom Dia, vou pedir credito para habitação e queria saber se posso escolher dentro Seguro Vida que é obrigatorio nestes casos, um Seguro ITP Invalidez Total e Permanente?ou terei que aceitar o tipo de seguro vida que o banco “impoe”.Obrigado
Todos os bancos aceitam Invalidez Total e Permanente pelo que deve optar por esta solução
Se quiser uma proposta nossa, envie mail para sitedosseguros@gmail.com com o seu nome, data nascimento, contribuinte, profissão, capital a segurar e prazo.
6 de Outubro de 2015 às 21:41
Boa Noite Sr. Pedro Monteiro, o meu pai comprou uma casa e fez o seguro de vida e habitação. No entanto reformou-se por invalidez por isso ativou o seguro pagando lhe a divida da casa – 44 mil euros. Acontece que o capital seguro era de 46 mil euros havendo assim um remanescente de 2 mil euros. Enviei a carta à seguradora a pedir aquela quantia mas esta recusou-se porque o meu pai assinou a opçao 1 do contrato onde diz que o capital seguro é igual ao capital em divida. A verdade é que o meu pai pagou o respetivo premio e taxas em funçao do valor de 46 mil euros. O que posso fazer? Muito obrigada pela sua disponibilidade 🙂
7 de Outubro de 2015 às 18:00
Boa questão 🙂
Sugiro que exponha o caso à seguradora e peça a devolução da quota parte dos prémios indevidamente pagos.
26 de Setembro de 2015 às 12:25
caro amigo, estive a ler todos os seus comentários e realmente à muita forma de resolver acertas situções sendo preciso haver conhecimento para tal.
o que me leva a pedir o seu conselho é o seguinte: a minha comprou uma casa através de empréstimo bancário do qual eu fui fiador, na altura devido ao baixo salario dele e do companheiro tive que fazer um seguro de vida que pago cerca de 120 € mensammente, tendo-me dito na altura se os sálarios dos dois alterassem e se o seu irs justificasse eu poderia pedir a nulação do meu seguro, o que é certo é que a pouco tempo falei nisso no banco e foi-me dito que a lei tinha mudado, gostaria de saber se realmente é assim. o contrato tem cerca de 7 anos.desde já agradeço, os meus cumprimentos
Caro Gabriel Correia
O Banco que lhe esclareça qual o decreto lei, artigo em que se baseiam para lhe dar essa informação.
24 de Agosto de 2015 às 19:40
estive a ler algumas partes do seu blog, parabéns muito bom.
uma pergunta caso saiba, o pagamento do meu seguro sobre o empréstimo bancário foi cancelado por falta de provisionamento na conta, neste momento a conta esta outra vez com saldo para todos os pagamentos mas como o seguro foi cancelado tenho de fazer outro, qual o prazo máximo que posso estar sem seguro de vida sobre o dito empréstimo e que problemas posso ter,
2 de Setembro de 2015 às 17:24
Recomendo que contacte a seguradora para repor a apolice em vigor. No limite, o Banco pode exigir o pagamento das restantes prestações da casa
Filipa Barbosa diz:
Não sei se me pode ajudar, mas queria mesmo mudar de seguradora mas o meu contrato diz expressamente que o spread bonificado está sujeito à contratação do seguro de vida e multiriscos pela seguradora do banco.
Há algo que eu possa fazer, ou estarei apenas a perder tempo se tentar?
envie-me cópia da sua escritura e documento com as condições do emprestimo para sitedosseguros@gmail.com para eu analisar. Pode ser?
20 de Julho de 2015 às 13:20
Boa tarde. Não sei se ainda vou a tempo para resposta 🙂
Em 2007 comprei casa, com crédito habitação no Millenium. Fui obrigado a fazer seguro de vida, bem como um dos meus fiadores, o meu pai. Este mês falei sobre esta situação, sobre o absurdo de valor mensal que pago para o seguro do meu pai e o banco aceitou cancelar se eu contratasse um outro produto – seguro de saúde ou acidentes pessoais. Até aqui tudo bem, pois de quase 100 euros mensais passo apenas a pagar 12 euros.
A minha questão é se posso ser penalizado de alguma forma com o cancelamento do seguro de vida do meu pai e se os prémios do mesmo que já paguei, ficam da seguradora, isto é, não serei reembolsado de nada.
O seguro de vida visa cobrir um risco por um determinado período previamente definido .
O seu Pai teve seguro de vida durante um X tempo, tendo pago um premio de seguro. Caso acontecesse algo a seu Pai e que tivesse enquadramento na apólice, a seguradora assumiria o pagamento do capital contratado.
Terminando o seguro ou cessando o pagamento de prémio de seguro, termina a cobertura do risco, não havendo reembolso de prémios pagos anteriormente.
Tenho 2 apólices de seguro de vida contraidas com a Real Vida Seguros aquando a contratação de dois empréstimos à habitação no então BPN, um em Fevereiro 2008 e outra de Abril de 2009.
Ambas as apólices nunca foram actualizadas em termos de capitais em dívida. Solicitei-o em Abril e os prémios de seguro baixaram em cerca de 30%, e apenas me enviaram estornos de prémios respeitante a 1 mês (Maio 2015).
Tenho direito a ser restituído dos valores de prémios pagos em excesso pela seguradora ? As actualizações deverão ser obrigatórias anualmente ?
“O artigo 7 nº 1 indica que deve haver lugar à restituição retroactiva (“efeitos reportados à data de cada alteração do montante em dívida”) dos valores pagos indevidamente pelo segurado à seguradora pelo facto de o capital seguro ser superior ao capital em dívida”
As actualizações devem ser feitas pelo menos anualmente
8 de Julho de 2015 às 12:40
Boa tarde, fiz o seguro de vida do crédito habitação em 2010, há pouco tempo, verifiquei que a apólice deste seguro era sobre 40 000eur e não sobre o valor total do crédito (150 000). Confrontado o banco este diz que foi um erro de comunicação e agora este e a seguradora (Santander Totta), querem atualizar o valor e que eu pague com efeitos retroativos. Atualizar o valor acho normal, agora efeitos retroativos acho absurdo, caso acontece-se algo a algum dos conjuges neste periodo de certeza o seguro só pagaria os 40 000eur. Agradeço aconselhamento, cumprimentos
16 de Julho de 2015 às 17:09
Não podem exigir pagamento retroativos. Se o Banco insistir, exija que informem por escrito o preceituado legal para essa exigência.
Viva. E essa atualização é feita ao mês, ao trimestre, ao ano!?
Pode ser feita em qualquer altura. Pelo menos anualmente deve ser feita.
bom dia….tenho um empréstimo de habitação no montepio a qual esta associado o seguro de vida.o valor em divida ronda os 114.600 euros e pago de seguro de vida(morte e invalidez) anual cerca 700 euros (eu tenho 46 e minha esposa 41 anos)como associação mutualista que é, nos temos que ser sócios e pagamos cotas mensais,,,tenho um spred de 0,7 mas se mudar o seguro de vida para outra companhia me dizem que o valor do spred e aumentado …o banco pode fazer isto?ja paguei 101 prestações ainda faltam 360,,,,sera que me compensa mudar de seguradora e ver o spred aumentado?
7 de Julho de 2015 às 17:44
Depende das propostas que obtiver. Pode compensar.
Pode pedir-nos cotação em:
http://www.sitedosseguros.com/particulares
FFortunato diz:
Peço desculpa pela meu desconhecimento mas gostava de saber se no caso de pagar o empréstimo até ao fim, se sou reembolsada do valor total do seguro de vida feito na altura do inicio do empréstimo.
A seguradora assumiu um risco no caso de falecer ou ficar inválido. Se ocorresse uma das situações, a seguradora teria que pagar o capital em divida ao banco e o remanescente do capital seguro aos herdeiros. Não acontecendo, os premios ficam na posse da seguradora.
13 de Abril de 2015 às 23:25
A minha situação é idêntica a do sr. Vitor Duque.
A minha escritura foi assinada em 2003. Já tem conhecimento se esse decreto lei se aplica para contratos anteriores a 2008?
Vitor Duque diz:
Dr. Pedro, na escritura que eu fiz com o meu Banco no crédito à habitação está escrito quem os seguros vida e multirriscos tem que ser feitos em determinada Seguradora, pergunto:
Perante a nova legislação sou obrigado a manter os seguros ou posso mudar e seguradora.
Caro Vítor Duque
Se a escritura for posterior a 2008, pode alterar.
Leia este artigo para fundamentar a mudança:
Ainda não tenho certeza se este decreto lei se pode aplicar retroactivamente, ou seja, antes de 2008.
Se tenho os meus pais como fiadores do meu crédito habitação, é obrigatório ter seguro de vida?
É obrigatório ter seguro de vida.
se lhe acontecer algo e não tiver seguro de vida em caso de morte vai onerar seus Pais com a divida da casa? ou no caso de invalidez, vai onerar-se a si própria que não terá capacidade de obter rendimentos e acabando por perder a casa?
O seguro de vida é uma protecção para si e para os seus.
JOSE LEAL diz:
Boa noite, Caro Pedro Monteiro
Desejava saber da obrigatoridade de efectuar seguro de vida aquando da realizaçao de um credito habitaçao…
Grato pela seu suporte.
Felicidadespara o seu blog.
O Banco tem o direito de exigir um seguro de vida para o caso de falecer ou ficar incapacitado para o dia-a-dia de modo a poder recuperar o montante emprestado para o senhor comprar a sua habitação. Também é uma segurança para si, porque se o senhor não estiver cá, quem paga é quem cá fica: fiadores ou herdeiros legais.
STCarvalho diz:
28 de Agosto de 2014 às 16:27
Tenho um crédito habitação no Barclays com a respetiva subscrição do seguro de vida. Contudo,o prémio de seguro tem vindo a aumentar significativamente e acabei por solicitar esclarecimentos à instituição bancária.
Orientada pelas vossas indicações confrontei o banco no sentido de reduzir o valor do seguro ou com a possibilidade de subscrever outro (recebi simulações de prémios com valor inferior), ao qual me responderam que o poderei fazer, contudo, o spread aumentará 0.25%, de acordo com o contrato inicial. Coloquei a hipótese de subscrever outro serviço para não ser penalizada, mas recusaram… Solicitei, também, o reembolso do valor pago indevidamente pelo facto de não fazerem uma atualização automática do valor em dívida, no entanto, este pedido foi de igual modo determinantemente recusado, com a alegação de que me foi remetida a informação de alteração de procedimentos em 2009, e de que teria de ser o cliente a requerer a atualização permanente (não faço ideia se recebi esta informação).
Pelo que peço a vossa ajuda para dar continuidade à resolução desta situação, uma vez que me sinto muito lesada ao longo destes anos (desde 2007).
STCarvalho
31 de Agosto de 2014 às 10:21
A alteração dos procedimentos enviada a si em 2009 foi feita por carta registada ou por mail?
Questione o Banco
Escreva uma carta registada ao Banco exigindo o cumprimento no estipulado no decreto lei referido no artigo.
O banco indica que enviaram a informação junto com o extrato mensal, não me recordo de que tenha recebido qualquer carta registada, tenho quase a certeza que não.
O facto de, supostamente, me terem avisado, mesmo que não tenha sido por carta registada, posso fazer essa exigência?
10 de Setembro de 2014 às 18:12
Informações desse teor não devem ser enviados num extrato mensal, mas sim em carta própria da seguradora
29 de Maio de 2014 às 23:53
Nos casos em que o Banco atribui por exemplo 1,30 de Spread e depois reduz progressivamente por ter PPR, por ter Cartão de crédito, por ter 3 domiciliações, Seguro Vida, seguro MR, etc… até um Spread p.e. de 0,60, mas que escreve no Contrato que se uma dessas permissas deixar de se verificar, todos as “reduções” ao spread inicial serão canceladas.
é um contrato de Dezº de 2009.
Como ficamos? é uma situação sustentável?
P.S.: O Seguro vida esteve sempre indexado ao capital em dívida inicial e quando houve reclamação não procederam ao crédito do montante indevidamente pago, ou seja, não devolveram retroactivamente.
17 de Junho de 2014 às 22:58
Os documentos particulares do Banco costumam indicar qual a percentagem de spread que corresponde a cada produto. Imagine:
PPR – reduz 0,2% spread
Seguros – 0,3% de spread
Domiciliação de vencimento – 0,5% spread
Deixando de ter uma destas premissas o spread aumenta na percentagem igual. Exemplo: deixa de ter o PPR, o spread aumenta 0,2%
Se o banco e a seguradora não actualizam o valor em dívida, reclame por escrito e ameace com uma queixa ao ISP se necessário.
São obrigados a devolver os montantes indevidamente pagos
Paulo Francisco diz:
22 de Dezembro de 2013 às 6:26
Caso o seguro de vida para crédito habitação não tenha qualquer cláusula quanto à actualização ou fórmula de cálculo do prémio este pode ser actualizado (aumentado) apesar da diminuição do valor seguro em função da amortização do crédito?
Agradeço desde já e deixo os meus parabéns pelo blog bem como votos de boas festas.
Há dois factores que fazem variar o prémio de seguro : idade e capital em dívida
O factor idade tem mais impacto do que o factor capital
Daí ocorrer aumentos de prémios mesmo que o capital seguro diminua. Nos últimos anos do empréstimo, se o capital for sempre actualizado, o impacto do factor capital será maior do que o da idade.
Luis Rilhó diz:
Adquiri uma casa em 2007 através de empréstimo bancário na CGD. Por escolher uma seguradora do grupo Caixa, a Fidelidade, fiquei com um spred baixo.
Tendo em conta a actual decisão do governo imposta pelo memorando da Troika de privatizar as seguradoras do grupo Caixa, poderei optar por outra que se proponha cobrir os mesmos, sem alguma penalização contratual, após a privatização destas? O que está em causa são os valores que pago actualmente destes dois seguros obrigatórios (Vida e Multi-riscos), que considero elevados. Muito Obrigado.
21 de Dezembro de 2013 às 0:22
Possivelmente sim. Mas o melhor é aguardar pelo desenrolar dos acontecimentos.
por favor podia me informar da legalidade da seguinte situaçao. o banco obrigou a fazer seguro de vida sob as 2 cabeças do casal , entretanto soube que podia mudar para outra companhia de seguros, mudei e poupei muito por mes,a minha duvida é ser obrigado a ter seguro sob os dois? mesmo que esteja no contrato posso reclamar e solictar só para 1 titular? agradecido
Tem que ser para 2 pessoas. E é melhor para vós. Se um dos cônjuges falecer ou ficar inválido, a casa fica paga.
sim sei que é melhor, mas a lei obriga a 1, mas o banco fez a 2 pessoas, como possr relamar legalmente?
Terá contactar o Banco para o efeito
26 de Abril de 2013 às 13:27
Pretendo um esclarecimento, por favor. Ainda casada, fizemos uma hipoteca de 60,000€, à nossa moradia. No ano de 2008, e porque fiquei com uma incapacidade de 70%, foi pago um valor (seguro de vida). Valor esse que foi depositado na conta do meu ex-marido. Esse valor foi usado para adquirir um imóvel, mas não e meu nome. Julgo que se dá o nome de bem indivisível?). Mas na verdade nem é isso que me preocupa e sim o facto do imóvel (moradia), estar num processo de partilhas especiais, no Tribunal há já 3 anos. Há pouco tempo o meu ex, contactou-me dizendo que iria deixar de pagar a prestação da hipoteca. E que o banco iria buscar a nossa casa. Eu pergunto, caso ele deixe de pagar pode o banco (sobrepor-se) ao tribunal? Quando existem bens em nome dele e que só a ele lhe pertencem?
Outra questão: Como paga ele mensalmente nessa prestação um valor (seguro de vida), se eu fiquei incapacitada? É legal. Posso tentar renegociar com o Banco a prestação? É que o Banco diz que não!
Corro o risco de ficar sem nada? A moradia ficou na posse dele!
Cara MPereira
Lamento mas não sei responder. Só um advogado especializado nessas matérias.
Pingback: Cuidado onde e como faz o seguro de vida para o Crédito à Habitação
Com a agravante de que, na maioria dos casos, os bancos não permitem baixar o valor do capital em risco à medida que se vai amortizando o empréstimo. Contudo, em caso de sinistro, o valor que excede o capital em dívida reverte a favor dos herdeiros legais ou declarados ou do próprio segurado no caso de invalidez.
Peço desculpa, no 1º comentário não li o artigo todo. Não sabia que havia mais texto para além do que se vê na abertura do blog. Assim sendo, o meu 1º comentário repete-se à informação do seu artigo.

References: artigo 3
 artigo 4
 artigo 4
 artigo 7
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