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Mínimos de Acesso a Provas Internacionais ANO DE PDF
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Aparecida Amaro Desconhecida
1 Mínimos de Acesso a Provas Internacionais ANO DE 2013 NOTA INTRODUTÓRIA O novo ciclo olímpico arranca sob a égide duma conjuntura económica e financeira extremamente adversa não obstante os votos de uma esperança renovada quanto a metas a atingir numa fase em que os resultados desportivos registados a nível internacional pelas nossas selecções nacionais começam a atingir uma expressão qualitativa interessante. Em 2012 algumas classificações evidenciaram o potencial de atletas que estão a consolidar o seu regime de preparação duma forma mais metódica e organizada, em especial os escalões mais jovens a provarem que existe futuro de qualidade na modalidade e a demonstrarem o talento sobre o qual justificam ser implementados programas de treino equilibrados e consistentes. Este é o caminho que a FPPM pretende continuar a trilhar reforçando uma estratégia em articulação com clubes e técnicos de maneira a que objectivos mais ambiciosos voltem a estar na rota de todos quantos se dedicam à vertente competitiva de alto nível. O desporto de rendimento, indiscutivelmente, exige hoje cada vez mais uma estrutura de suporte sistematizada e operacionalizada por uma vasta gama de recursos, e o pentatlo moderno pelas suas características não foge à regra, senão mesmo acentua esses requisitos. Para o novo quadriénio os Jogos Olímpicos da Juventude constituem o primeiro grande objectivo da FPPM, e nesse sentido foi concebido o PEO 2014 (Programa Esperanças Olímpicas) que promete deixar um legado de informação e de funcionalidade com a implementação de mecanismos de interacção FPPM/Clubes/Treinadores/ Atletas. A médio prazo os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro surgirão no horizonte, e mais uma vez a FPPM irá lançar um ou mais atletas na disputa da qualificação procurando fazer novamente regressar o pentatlo português à principal competição do planeta. A definição dos Mínimos de Acesso a Provas Internacionais para 2013 dá continuidade a uma linha de actuação que já vinha sendo seguida anteriormente pela direcção da FPPM, realista e sustentada, reiterando pressupostos de exigência, por um lado, de participações internacionais condignas e meritórias de rendimento desportivo que correspondam aos2 objectivos a que nos propomos, e por outro, na salvaguarda e respeito pela função social da representação nacional, seus princípios e valores. A filosofia de participação das nossas selecções nacionais no circuito internacional aponta para classificações que genericamente possam potencialmente situar-se entre a primeira metade e os primeiros dois terços das tabelas. É habitual para a construção dos quadros de pontuações dar especial e cuidada atenção à evolução estatística das performances que se vão registando nos planos europeu e mundial. Contudo, e uma vez que existem novas tabelas de pontuação que resultam das alterações regulamentares produzidas no formato competitivo (em especial na prova de Combinado), e à ainda ausência de elementos consistentes de leitura e interpretação dos novos valores em competição, optou-se por uma valorização das classificações relativas nas provas de referência. Os critérios estabelecidos definem e seguem ainda um grau de dificuldade progressivo de acesso às provas internacionais correspondente ao seu coeficiente de importância e prestígio no circuito UIPM, até porque os investimentos em deslocação e estadia normalmente se exponenciam. Dada a sua significativa importância no quadro actual, não podemos deixar de reiterar os fundamentos desta conduta recordando o cenário macroeconómico fortemente condicionado pelas crises financeiras conjunturais nacional e internacional e a continuação certamente dos cortes no financiamento do estado às federações, que naturalmente vão diminuir drasticamente os recursos económicos disponíveis. Neste contexto a qualificação para Provas Internacionais em 2013 pode ser garantida por duas vias: a) Qualificação Directa com base em resultados de excelência obtidos em 2012; b) Obtenção dos Critérios que constam dos quadros respectivos.3 A) QUALIFICAÇÃO DIRECTA A necessidade de contribuir para um planeamento mais direccionado para os grandes objectivos desportivos a todos os atletas que na época transacta atingiram patamares relevantes de rendimento internacional, leva a FPPM a criar um regime de Qualificação Directa, só acessível contudo à condição de Atletas no Regime de Alto Rendimento do IPDJ e/ou Atletas inseridos num qualquer Projecto Olímpico do COP. Por esta via estabelecem-se as seguintes regras de participação nos quadros competitivos internacionais: Seniores - Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido apuramento para a Final dos Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais B; Juniores - Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido apuramento para a Final dos Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais B; Juniores A Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido posição classificativa no primeiro terço da tabela final em Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais bem como o Campeonato da Europa 2013; Juvenis - Atletas que na mesma categoria em 2012 tenham obtido posição classificativa no primeiro terço da tabela final em Campeonatos da Europa estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais e o Campeonato da Europa 2013; Transições de Categoria - Atletas que em 2012 tenham obtido posição classificativa na primeira metade da tabela final em Campeonatos da Europa e/ou Mundo estão automaticamente apurados para disputarem Provas Internacionais B em categoria superior. CONDIÇÕES ESPECIAIS: - Atletas com Classificações de Pódio em 2012 (individual ou Colectivamente) ficam automaticamente apurados a disputar em 2013 Provas Internacionais da mesma classe mesmo que transitem de categoria.4 B) OBTENÇÃO DE PONTUAÇÕES Tabela SÉNIOR No Escalão Sénior Masculino e Feminino estão reflectidas as seguintes orientações: - Acesso a Provas Internacionais B mais facilitado; - Posterior apuramento para as restantes competições a partir de classificações prévias obtidas no circuito internacional. MASCULINOS PROVAS INTERN. B TAÇA MUNDO C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 5000 pontos 1ª Terço Tabela Prova B (a) Selecção por Classificação 1ª Metade Tabela TM Selecção por Classificação Finalista 36 CE Coeficiente de Correcção em Provas de Esgrima Nacionais: 0, 875 Masc. FEMININOS PROVAS INTERN. B TAÇA MUNDO C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 4600 pts 1ª Terço Tabela Prova B (a) Selecção por Classificação 1ª Metade Tabela TM Selecção por Classificação Finalista 36 CE Coeficiente de Correcção em Provas de Esgrima Nacionais: 0, 975 Masc. (a) Provas com mínimo de 24 atletas e 6 países MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) ABR 18/21 OPEN CUP BUDAPESTE 10º 2Masc + 1Fem +1TR (HUN) MAI 8/12 TAÇA MUNDO IV BUDAPESTE Final 2Atlet + 1TR (HUN) JUN 6/9 OPEN HUNGRIA BUDAPESTE 10º 1Masc + 1Fem + 1TR (HUN) JUL 11/17 CAMPEONATO DA EUROPA DRZONKOW (POL) Final 1Atlet + 1TR (*) Participação no C. Mundo sujeita a financiamento privado (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013;5 Tabela JÚNIOR No Escalão Júnior Masculino e Feminino estão reflectidas as seguintes orientações: - Acesso a Provas Internacionais B mais facilitado; - Posterior apuramento para as restantes competições a partir de marcas obtidas em qualquer prova nacional e/ou internacional. MASCULINOS PROVAS INTERN. B C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 5000 pts Tetratlo: 4250 pts Finalista 36 CE Coeficiente de Correcção em Provas de Esgrima Nacionais: 0,925 Masc. FEMININOS PROVAS INTERN. B C. EUROPA C. MUNDO (*) Pentatlo: 4500 pts Tetratlo: 3750 pts Finalista 36 CE MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) ABR 18/21 OPEN CUP BUDAPESTE 10º 1Masc +1TR (HUN) JUN 20/26 CAMPEONATO DA EUROPA TBC Final 1Atlet + 1TR (*) Participação no C. Mundo sujeita a financiamento privado (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013;6 Tabela JÚNIOR A No Escalão Júnior A Masculino e Feminino estão reflectidas as seguintes orientações: - Acesso a Provas Internacionais mais facilitado; - Posterior apuramento para as restantes competições a partir de classificações prévias obtidas no circuito internacional. MASCULINOS PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Tetratlo: 3600 pts Classif. PI 1º terço da tabela (b) Referencia Pontuação: 4200 pts FEMININOS Classif. CE 1ª metade da tabela PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Tetratlo: 3250 pts Classif. PI 1º terço da tabela (b) Referencia Pontuação: 3500 pts Classif. CE 1ª metade da tabela (b) Provas com mínimo de 24 atletas e 6 países MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) MAR 9 MEETING INTERNACIONAL GOUCESTERSHIRE 10º 2Masc + 1TR (GBR) ABR 27/28 TROBADA INTERNACIONAL ST BOI Pódio 2Masc +1 Fem+ 1TR (ESP) JUN 6/9 OPEN FRANÇA AIX PROVENCE (FRA) 10º 1Masc + 1Fem + 1TR JUL 18/21 CAMPEONATO DA EUROPA St PETERSBURG (RUS) 16º 1Atlet + 1TR AGO 8/11 CAMPEONATO DO MUNDO WUHAN (CHN) 25º 1Atlet + 1TR (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013;7 Tabela JUVENIS MASCULINOS PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Pódio Camp. Nacional Selecção p/ Classificação 3350 pts Tabela JUVENIS FEMININOS PROVAS INTERN. C. EUROPA C. MUNDO Pódio Camp. Nacional Selecção p/ Classificação 2950 pts MÊS DATA COMPETIÇÃO LOCAL OBJECTIVOS IPDJ PREVISÃO PARTICIP.(**) MAR 9 MEETING INTERNACIONAL GOUCESTERSHIRE 10º 1Masc + 1TR (GBR) ABR 27/28 TROBADA INTERNACIONAL ST BOI Pódio 1Masc +1 Fem+ 1TR (ESP) JUN 13/16 CAMPEONATO DA EUROPA MINSK (BLR) 10º 1Atlet + 1TR (**) O calendário internacional está dependente do financiamento a atribuir pelo IPDJ no âmbito dos Contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo 2013; Tabela CATEGORIAS YOUTH MASCULINOS E FEMININOS Inf / Ini PROVA INTERN. ST BOI Selecção pelo Campeonato Nacional Juventude 1º Apuramento directo A FPPM reserva o direito de decidir a não participação em determinada categoria e/ou sexo Youth NOTA FINAL IMPORTANTE: A FPPM reserva sempre o direito de avaliar a condição física, técnica e psicológica do atleta qualificado e o direito de decidir a sua capacidade e aptidão para um bom desempenho na prova em questão8 SITUAÇÕES ESPECIAIS A participação no calendário internacional da UIPM também é possível quando não suportada financeiramente pela FPPM. Neste sentido os clubes devem obrigatoriamente solicitar a inscrição de atletas seus em competições internacionais com a antecedência mínima de 45 dias. Contudo, e de forma a salvaguardar uma representação condigna ao serviço das cores nacionais estipulam-se os seguintes requisitos de pontuações a obter para as diferentes provas e categorias: - Provas de Pentatlo: 6% abaixo dos mínimos FPPM; Provas Qualificativas (B) UIPM Juniores e Seniores. - Provas de Tetratlo: 5% abaixo dos mínimos FPPM; Campeonatos da Europa e Mundo Juniores A. - Provas de Triatlo: 5% abaixo dos mínimos FPPM. Campeonatos da Europa Juvenis. Situações omissas serão objecto de análise e decisão pela Direcção da FPPM Rua 15 de Agosto, nº 8 B, Caldas da Rainha, Telefone / Fax Site Oficial: Cont. nº Documentos relacionados
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