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Timestamp: 2019-06-16 19:26:08+00:00

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Dissertacao Jose Luis Salmaso
Relacaoo Professor - Aluno
Exemplo monografia 2
Plano de estudos 2 ano
A matriz apresentada pela Licenciatura em Educao Social, curso do Departamento de Cincias da Educao e do Patrimnio, pretende acompanhar as directrizes emanadas da Declarao de Bolonha e adaptar-se s normativas do espao educativo europeu que impe alteraes na estrutura do sistema nacional de graus. As preocupaes que nortearam a presente proposta, de convergncia europeia e de resposta ao perfil de licenciado em Educao Social, conduziram definio de certos princpios bsicos que esto presentes no curriculum da licenciatura: 1. Definio de relevantes reas cientficas que agrupam as unidades curriculares; 2. Unidades curriculares semestrais; 3. Ao longo do curso a disposio das unidades curriculares segue uma lgica de especializao progressiva inicialmente surgem as unidades curriculares base, seguidas das unidades curriculares especficas e de interveno que permitem a investigao e a insero no mercado de trabalho em domnios especficos; 4. As unidades curriculares agrupam-se por obrigatrias e de opo; Relevncia crescente em termos de prtica profissional. O ano lectivo constitudo por um total de 60 ECTS, distribudos por dois semestres com 30 ECTS. A carga mxima de trabalho exigida ao aluno de 40 h semanais que perfazem um total anual de 1620 horas de trabalho de um estudante. Desta forma, a cada unidade curricular correspondem 27 horas de trabalho, independentemente da tarefa executada. As 27 horas de trabalho incluem cerca de 4 horas de estudo semanais individuais, horas dedicadas elaborao de trabalhos de projecto, trabalhos de grupo ou individuais, trabalhos de campo, estgios e outros tempos dedicados avaliao. Nestas 27 h esto ainda includas as horas de contacto que contemplam, no plano curricular deste ciclo de estudos, aulas de carcter terico-prtico, trabalho de prtica laboratorial, trabalho de campo, seminrios ou estgios e tempos de orientao tutorial.
PERFIL E COMPETNCIAS DO EDUCADOR SOCIAL
Privilegia-se neste curso a concepo do perfil do Licenciado em Educao Social. Ou seja, considera-se desejvel que a formao ao nvel da licenciatura permita a aquisio de slidos conhecimentos cientficos, bem como de
competncias que habilitem o licenciado ao exerccio profissional em contextos diferenciados, sendo-lhe proporcionado, no mbito da formao acadmica, um contacto directo e activo com o mundo do trabalho.
O educador social um agente de mudana social que utiliza estratgias de interveno educativa. Agem na incluso social e nas inadaptaes sociais e no favorecimento das autonomias e do bem-estar social. Contribui para o
desenvolvimento comunitrio, para a construo de projectos de vida, envolve-se nas necessidades formativas da populao em diversos contextos e desenvolve a adaptao scio-laboral. Atende tambm a grupos sociais com vivncias de risco. Desempenha funes educativas, reeducativas, informativas, de orientao, de animao, gesto, desenvolvimento local, desenho de projectos, interveno, mediao, entre outras.
Entre as competncias (saber, saber fazer, saber estar e saber ser) que o futuro educador deve adquirir ao longo do curso salientam-se as capacidades de: Anlise, crtica e autocrtica Organizao e planificao Comunicao Resoluo de problemas Adaptao a novas situaes Relao com diversas reas disciplinares Respeito pela diversidade e multiculturalidade tica profissional Criatividade, abertura, rigor, compromisso, responsabilidade,
flexibilidade, sensibilidade, solidariedade Liderana e gesto Iniciativa e espirito Empreendedor
O educador Social dever ainda ter adquirido competncias especificas na rea de trabalho, das quais se salientam o conhecimento das seguintes matrias: Processos de interveno scio-educativa Processos de orientao e de mediao Estrutura sociolgica e os meios sociais de interveno Sistemas de organizao e gesto dos servios scio-educativos Legislao social Aco em casos de marginalizao e excluso social Polticas de aco Scio-Educativa Evoluo educativa e psicolgica de crianas e jovens Factores biolgicos, ecolgicos e ambientais Mtodos e estratgias em Educao Social Organizar e gerir projectos e servios Tcnicas de dinmica de grupo e de motivao Tcnicas de animao
SADAS PROFISSIONAIS
Casa de Juventude Ludotecas ATL Interveno Precoce Creches Centros de informao Servios de adopo Assistncia a menores Planeamento familiar Insero Profissional Lares de crianas e jovens Lares de idosos Centros de dia Residncias de acolhimento Universidade Snior
Servio ao domicilio Tempos Livres Educao de adultos Formao Ocupacional Integrao Profissional Centros prisionais Centros de acolhimento Programas comunitrios Programas familiares Educao ambiental Gesto cultural Apoio s deficincias, toxicodependncia, vtimas de violncia, outras Servios de imigrao ONG, IPSS, Associaes Culturais outras Mediao escolar, familiar, outra Materiais Educativos Preveno Educativa Educao Especial Animao Scio-Cultural Sade Casas da Cultura Autarquias Parques temticos
A presente proposta curricular encontra-se estruturada em cinco reas cientficas a seguir enumeradas acompanhadas de estgios prticos:
a) Bases Metodolgicas b) Bases Scio-educativas c) Processos Pedaggicos d) Interveno estratgica e) Orientao Laboral
A primeira rea cientfica, identificada de Bases Metodolgicas correspondem a domnios metodolgicos que possibilitam a aprendizagem dos instrumentos de trabalho necessrios ao Educador Social. Distribuem-se pelo primeiro ano da Licenciatura. A partir deste momento o aluno est apto a concretizar os seus trabalhos de investigao. Esta rea agrupa as seguintes unidades curriculares: Mtodos e Tcnicas em Educao Social Metodologia de Investigao Tcnicas de animao Scio-educativa
A segunda rea cientfica, identificada de Bases Scio-Educativas corresponde a domnios considerados bsicos para a aprendizagem do Ser Educador Social. Distribuem-se de forma homognea durante os trs anos de licenciatura. Esta rea agrupa as seguintes unidades curriculares: Polticas de Aco Social Psicologia Social Educao, Sade e Sexualidade Sociologia tica e Educao Psicologia do Desenvolvimento Tipologia dos Comportamentos Aditivos Deficincias e Construo dos Projectos de vida Psicologia das Organizaes
A terceira rea cientfica, identificada de Processos Pedaggicos corresponde a domnios da Pedagogia que permitem aluno obter as bases educacionais do curso. Esta rea agrupa as seguintes unidades curriculares: Pedagogia Social Pedagogia Penitenciria e de Reinsero Social Pedagogia e Interveno Familiar
A quarta rea cientfica, identificada de Interveno Estratgica permite a transmisso de ensinamentos e tcnicas fundamentais para a aco prtica do Educador Social. A insistncia na Interveno Estratgica, com particular ateno no 2 e no 3 ano, permite ao aluno adquirir mecanismos importantes de aco Esta rea agrupa as seguintes unidades curriculares: Primeiros Socorros e Procedimentos de Emergncia Legislao em Educao Social Interveno Scio-educativa em Adultos Sistemas aumentativos e alternativos da comunicao Estratgias de Incluso Social Interveno Educativa nos Comportamentos Aditivos Interveno Scio-educativa com crianas e jovens
A quinta rea cientfica, identificada de Orientao Laboral permite a mais fcil insero do aluno no mercado de trabalho e a aprendizagem atravs da aquisio de competncias e de experincia em campo. A orientao laboral e insero no mercado de trabalho so preocupaes fundamentais deste novo plano de reestruturao. Esta rea agrupa as seguintes unidades curriculares: Estgio Organizao e Gesto das Instituies scio-educativas Planeamento, Gesto e Avaliao de Projectos Sociais
Entre as reas mais valorizadas encontram-se as bases scio educativas, a interveno estratgica e a orientao laboral, conforme se pode detectar no quadro em anexo.
Cdigo BM BSE PP IE OL
rea Cientfica Bases Metodolgicas Bases scio-educativas Processos Pedaggicos Interveno Estratgica Orientao Laboral
ECTS* 17 45 16 36 46
*Contabilizadas apenas as Unidades Curriculares obrigatrias
Neste sentido, privilegiaram-se os Estgios Profissionais, onde o trabalho de aprendizagem do aluno, que engloba horas de contacto e outras sem contacto, mais exigente e muito prximo das tarefas trabalho. As unidades curriculares de realizadas no futuro mercado de metodolgica, prtico-
laboratorial e de projecto esto creditadas com 6 ECTS uma vez que os tempos de aprendizagem necessitam de um esforo de estudo do aluno que vai alm das horas de contacto estipuladas. s restantes unidades curriculares foram atribudos 5 ECTS, uma medida calculada pelo esforo do aluno em funo das matrias e da metodologia aplicada nas horas de contacto, essencialmente terico-prticas e de orientao tutorial.
DISTRIBUIO DAS UNIDADES DE CRDITO POR UNIDADE CURRICULAR
1 Ano Unidades curriculares 1 Semestre Mtodos e Tcnicas em Educao Social Polticas de Aco Social Pedagogia Social Primeiros Socorros e Procedimentos de Emergncia Educao, Sade e Sexualidade Opo ECTS
6 5 6 6 5 3
2 Semestre Metodologia de Investigao Tcnicas de animao Scio-educativa Sociologia tica e Educao Estgio I Opo 6 5 5 5 6 3
2 Ano Unidades curriculares 1 Semestre Psicologia do Desenvolvimento Tipologia dos Comportamentos Aditivos Legislao em Educao Social Psicologia Social Estgio II Opo 5 5 5 5 14 a) 3 ECTS
2 Semestre Interveno Scio-educativa em Adultos Sistemas aumentativos e alternativos da comunicao Estratgias de Incluso Social Interveno Educativa nos Comportamentos Aditivos Estgio II Opo a) Inclui o 1 e 2 Semestres 5 5 5 5 14 a) 3
3 Ano Unidades curriculares obrigatrias ECTS
1 Semestre Pedagogia Penitenciria e de Reinsero Social Deficincias e Construo dos Projectos de vida Interveno Scio-educativa com crianas e jovens Pedagogia e Interveno Familiar Estgio III Opo 5 5 5 5 14 a) 3
2 Semestre Psicologia das Organizaes Organizao e Gesto das Instituies scio-educativas Planeamento, Gesto e Avaliao de Projectos Sociais 6 Estgio III 14 a) Opo 3 Opo 3 a) Inclui o 1 e 2 Semestres 5 5
Salientam-se entre as componentes do curso os estgios I, II e III, obrigatrios que pretendem orientar o aluno no sentido do contacto com o campo de trabalho, promovendo a aquisio de competncias tcnicas e deontolgicas necessrias ao exerccio futuro da profisso. Assim, os estgio I, II e III tm como objectivos fundamentais: Favorecer a construo de um saber profissional marcado pela autonomia tcnica e pelo sentido de responsabilidade. Confrontar os futuros educadores com a pluralidade de exigncias educativas e com a especificidade de cada contexto de trabalho. Promover um dilogo reflexivo com as situaes concretas de modo a poder consolidar e desenvolver as competncias profissionais
adquiridas ao nvel da preparao acadmica. Proporcionar aos estudantes a oportunidade de trabalhar em equipa com outros tcnicos e a relacionar-se com os diferentes membros de uma comunidade.
As actividades curriculares dos Estgios desenvolvem-se sob a orientao directa de um coordenador da instituio de acolhimento e sob superviso da Universidade Portucalense. So para o efeito designados docentes para
acompanhamento tcnico das diferentes reas de trabalho, de forma a garantir a colocao mais adequada para cada estudante, em funo do seu perfil pedaggico e de acordo com os interesses dessas instituies e a mediao entre a Universidade e as instituies de apoio. Na instituio, o orientador compromete-se pela orientao directa dos trabalhos dos estagirios que se encontrarem sob a sua orientao. O Estgio I tem inicio no 2 semestre do 1 ano, aps uma ambientao do aluno Universidade e aos novos sistemas de aprendizagem. Tem como objectivos principais a colocao do discente em observao no novo ambiente de trabalho e promover o relacionamento com a orientao e com a instituio, atravs da integrao do estagirio na equipa de trabalho institucional. O estgio II, anual, ocorre no 2 ano da licenciatura e tem como principais objectivos o aprofundar do relacionamento institucional, cabendo aos orientadores do local e da Universidade integrar o aluno nas tarefas institucionais e em trabalhos de cooperao com outros tcnicos. Pretende-se que o aluno tenha j capacidade para desenvolver a autonomizao da resoluo de problemas institucionais e para demonstrar envolvimento na instituio e com a populao-alvo. O Estgio III compe o 3 ano do 1 ciclo e tem como principal objectivo adaptar a aprendizagem prtica a uma interveno activa no terreno. O aluno deve demonstrar boa resoluo de problemas, o uso de diferentes estratgias de abordagem e a seleco de actividades novas, adequadas ao grupo de trabalho.
2 E 3 CICLO
Departamento de Cincias da Educao e do Patrimnio, tem como uma das principais preocupaes o desenvolvimento de uma linha de aprendizagem ao longo da vida que se oferece atravs dos ciclos seguintes licenciatura. No 2 ciclo os estudantes podero desenvolver uma aprendizagem mais especializada que se traduz na escolha de um curso de especializao, seguido da apresentao de uma dissertao, projecto ou estgio que lhe permite alcanar o grau de mestre. O aluno poder caminhar num 3 ciclo dentro de uma especialidade escolhida e completar assim um curso de formao avanada e de uma tese de doutoramento. Entre a variada oferta que encontram ao dispor salientam-se as seguintes:
Especializaes: Animao e Educao Educao Especial Estratgias para a Interveno Familiar Gerontologia Social Gesto e Direco de Organizaes Sociais
Mestrados: Educao Social Educao Especial
Doutoramento Educao
O ciclo de estudos que se apresenta teve como preocupao a anlise dos princpios determinados pela Educao Social na Europa e pelos currculos adoptados pelas universidades europeias, muito em particular com as universidades da vizinha Espanha, pas que maior contacto apresenta com Portugal em questes de mobilidade. A mobilidade em Educao Social promovida com as seguintes universidades ao abrigo dos programas do LLP (Lifelong Learning Programm):
ESPANHA Universidade Complutense de Madrid Universidade de Santiago de Compostela Universidade Autonoma de Barcelona
BELGICA Katholieke Hogeschool Limburg
FRANA Institut Rgional du Travail Social Aquitaine Bordus
SUCIA Universidade de Orebro Universidade de Kalmar
Licenciatura em Educao Social
Ficha da Unidade Curricular Ano Lectivo: 2006/2007
Nome da Unidade Curricular: Psicologia do Desenvolvimento rea Cientfica da Unidade Curricular: BSE Departamento(s): Cincias da Educao e do Patrimnio Licenciatura(s):Educao Social Docentes (nome, e-mail) Humberto Carlos Baquero Moreno reitoria@upt.pt Regente(s): 1 Assistente(s):
Semestre curricular: 1 x 2 Obrigatria x Opcional Crditos ECTS : 5 Total de horas de contacto:10
Horas de trabalho independente por estudante (inclui horas dedicadas a estgios, projectos, trabalhos no terreno, estudo e avaliao):
N horas de contacto por semana por tipo: Ensino Terico (T): - 2 Ensino Prtico e Laboratorial (PL): 2 Ensino Terico-prtico (TP) 2 Orientao Tutorial (OT): 2 Trabalho de Campo (TC): 2 Seminrio (S): Estgio (E): Outra (O): Objectivos Conhecer o desenvolvimento do ser humano desde a fecundao at ao termo da sua existncia Recolher os elementos de anlise neste processo evolutivo Passar em Revista os dados adquiridos com a finalidade de elaborar um relatrio de avaliao
Pr-requisitos recomendados(unidades curriculares ou conceitos) Possuir conhecimentos de base de natureza biolgica, com particular incidncia no estudo do sistema nervoso. central de modo a poder acompanhar paulatinamente, o desenvolvimento do cortex cerebral. Integrar o conhecimento da pessoa humana num contexto holstico e globalizante. Programa 1 Perodos na evoluo do ser humano. A psicogenese e a problemtica dos estdios. 2- A hereditariedade, o meio ambiente e o meio interior. 3- Da vida intra-uterina ao nascimento da criana. O perodo do infantil e a primeira infncia. 4- A segunda infncia e a progressiva descoberta do eu. O animismo e o artificialismo. A crise da socializao. 5 A puberdade e as grandes transformaes fisiolgicas. A crise da adolescncia e as suas contradies. 6 A conquista da juventude e a plena entrada no processo da maturidade. 7 O declnio da vida. A velhice e o processo degenerativo intelectual.
Mtodos de ensino (aula expositiva, prtica, tutorial, seminrio, etc) Aula Terica e Prtica
Regime de avaliao de conhecimentos Mtodo de avaliao: Contnuo: Final: x Misto:
Nmero e tipo de provas de avaliao a realizar e respectiva ponderao na classificao final O aluno vai , sendo avaliado ao longo do semestre no final tem de apresentar um estudo obedecendo a parmetros cientficos. Frmula de clculo da nota final Calendarizao da realizao das provas de avaliao Avaliao alternativa (trabalhador/estudante) Era de apresentar um estudo cientfico no fim do semestre. Regras de utilizao de classificaes anteriormente obtidas (caso se aplique)
Fontes de informao Bibliografia recomendada .- Arnold Gerell, Psicologia Evolutiva, ed. Perides Buenos Aires, 1963. - Diane Papalia, O mundo da criana, ed. Mc Grawhill, Lisboa 2001. - Rene Spitz, El primer ao de vida del nio ed. Aguilar, Madrid, 1961 - Jean Piaget, A construo do real na criana, ed. Zahur, Rio de Janeiro, 1979. - Warner Schaie, Psicologia de la Edad Adulta y la Vejez, ed. Person, Madrid, 2003
Bibliografia complementar Antnio Damsio. O erro de Descartes, ed. Europa Amrica, Lisboa, 1994 Webgrafia
Documentao disponibilizada (tipo e suporte) Se existe pgina de suporte, indique URL: Os principais textos utilizados nas aulas.
Ficha da Unidade Curricular Ano Lectivo: _2006/2007
Nome da Unidade Curricular: Interveno Scio-educativa em adultos rea Cientfica da Unidade Curricular:IE
Departamento(s): Cincias da Educao e do Patrimnio Licenciatura(s):Educao Social Docentes (nome, e-mail)Alcina Manuela de Oliveira Martins amom@upt.pt Regente(s): 1 Assistente(s):
Semestre curricular: 1 2 + Obrigatria + Opcional Crditos ECTS : 5 Total de horas de contacto:
N horas de contacto por semana por tipo: Ensino Terico (T): -2 Ensino Prtico e Laboratorial (PL): 2 Ensino Terico-prtico (TP):2 Orientao Tutorial (OT):1 Trabalho de Campo (TC):2 Seminrio (S): Estgio (E): Outra (O):
Objectivos Analisar o desenvolvimento e os aspectos funcionais da famlia; Esclarecer sobre as competncias e princpios da mediao e interveno familiar; Promover o contacto com a realidade profissional e perspectivar estratgias de interveno. Promover uma relao positiva entre pais e filhos
Pr-requisitos recomendados(unidades curriculares ou conceitos)
Programa 1. educao de adultos 1.2 Aprendizagem de adultos 1.3 Desenvolvimento da educao de adultos 2.Olhares sobre a famlia 2.1 Famlia/Funo e desenvolvimento familiar 2.2 Famlia, Educao e Sociedade 2.3 Relaes Familiares e Interveno Familiar 2.4 Programas e Modelos de Interveno nas Famlias 2.5Abordagem e descrio de realidades e contextos 3. Interveno scio-educativa nas famlias disfuncionais 3.1 Instrumentos de avaliao familiar 3.2 Famlia como instituio de cuidados 33. Violncia domstica 3.3 Maus tratos conjugais 3.4 .A famlia e o idoso 4. Delinquncia
Mtodos de ensino (aula expositiva, prtica, tutorial, seminrio, etc) Aula expositiva e prtica
Regime de avaliao de conhecimentos
Mtodo de avaliao: Contnuo: Final: Misto: +
Nmero e tipo de provas de avaliao a realizar e respectiva ponderao na classificao final Frmula de clculo da nota final Calendarizao da realizao das provas de avaliao Avaliao alternativa (trabalhador/estudante) Regras de utilizao de classificaes anteriormente obtidas (caso se aplique)
Fontes de informao Bibliografia recomendada Alarco, M. (2002). (des)Equilbrios familiares. Coimbra: Quarteto. Amors, P. & Fuertes, J. (Eds.) (2000).: Intervencin educativa en inadaptacin social. Madrid: Sntesis. Ausloos, G. (2003). A Competncia das Famlias. Lisboa: Climepsi. Azevedo, J. (1999). Voos de borboleta-escola, trabalho e profisso. Porto: Asa Badesa, S. (1995). Perfil del animador sociocultural. Madrid: Narcea Barroso, J. (1995). Para o desenvolvimento de uma cultura de participao na escola. Lisboa: Instituto de Inovao Educacional. Canrio, R. (1999). Educao de adultos: um campo e uma problemtica. Lisboa: Educa Diogo, J. (1998). Parceria escola famlia. A caminho de uma educao participada. Porto: Porto Editora.
Flekkoy, M. & Kaufman, N. (1997). Rights and responsabilities in family and society. London: Jessica Kingsley Publishers. Freire, P. (204). Pedagogia da autonomia: saberes necessrios prtica educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra Magalhes, T. (2002). Maus tratos em Crianas e Jovens. Coimbra: Quarteto Melo, A. (2003). Em Portugal uma nova vontade poltica de relanar a educao e formao de adultos. Algarve: Universidade do Algarve Moreira, Paulo (2001). Para uma preveno que previna. Coimbra: Quarteto. Ortega, J. (1999). Pedagoga social especializada. Barcelona: Ariel. Rodrigo, J. & Palacios, J. (Coord.) (1998). Familia y desarrollo humano,. Madrid: Alianza Editorial. Synner, R. & Cleese, J. (2001). Famlias e como (sobre)Viver com elas. Porto: Afrontamento.
Documentao disponibilizada (tipo e suporte) Se existe pgina de suporte, indique URL:
Nome da Unidade Curricular: Estratgias de Incluso Social rea Cientfica da Unidade Curricular: Interveno Estratgica
Departamento(s): Cincias da Educao e do Patrimnio Licenciatura(s): Educao Social Docentes (nome, e-mail) Maria da Conceio Dias Leite Freitas dos Santos (conceicao.santos@csroc.com) Regente(s): Maria da Conceio Dias Leite Freitas dos Santos Assistente(s):
Semestre curricular: 1 2 X Obrigatria x Opcional Crditos ECTS : 5 Total de horas de contacto: 60 horas/semestre
Horas de trabalho independente por estudante (inclui horas dedicadas a estgios, projectos, trabalhos no terreno, estudo e avaliao): 4 horas/semana
N horas de contacto por semana por tipo: Ensino Terico (T): Ensino Prtico e Laboratorial (PL): Ensino Terico-prtico (TP): 4 horas/semana Orientao Tutorial (OT): 1 hora/semana Trabalho de Campo (TC): 2 horas/semana Seminrio (S): Estgio (E): Outra (O): 2 horas/semana
Compreender a dinmica social da Educao para melhor abordar os problemas sociais e a sua complexidade. Reconhecer a evoluo dos conceitos de solidariedade e incluso ao longo do tempo. Identificar as principais solues encontradas ao nvel das polticas sociais. Desenvolver competncias para intervir e participar em projectos scio-educativos nas reas da proteco social, da solidariedade, da incluso e do voluntariado.
Pr-requisitos recomendados(unidades curriculares ou conceitos) No Aplicvel
Programa Aulas Terico-Prticas: - Famlia e Escola: Factores de Socializao geradores de laos scio-afectivos, estruturantes e motivadores. - Excluso Social: Situaes de Pobreza, roturas ao nvel das relaes sociais, factores de ordem cultural, psicolgica ou mental; roturas familiares; fenmenos de auto-excluso; comportamentos auto-destrutivos. - Promoo dos Direitos Humanos e Coeso Social. - A concepo dinmica da Pessoa. - A solidariedade e o voluntariado; enquadramento legislativo. - Os Direitos Sociais e a Constituio da Repblica. - A pobreza: Conceito e Extenso; causas da pobreza; as novas formas de pobreza. - Desemprego e precariedade de emprego. - Plano Nacional de Aco para a Incluso 2006/2008 Trabalho de Campo: - Seleco e preparao de visitas Institucionais com projectos na rea da Incluso Social. - Reflexo e debate sobre o que foi possvel conhecerem nas referidas visitas.
Mtodos de ensino (aula expositiva, prtica, tutorial, seminrio, etc) Aulas expositivas complementadas com trabalho de campo
Mtodo de avaliao: Contnuo: Final: Misto: x
Nmero e tipo de provas de avaliao a realizar e respectiva ponderao na classificao final 1 Prova Escrita 50% 1 Trabalho 30% Participao 10% Assiduidade 10% Frmula de clculo da nota final Prova Escrita * 50%+Trabalho* 30%+ Participao * 10% + Assiduidade * 10%= Nota Final Calendarizao da realizao das provas de avaliao Prova Escrita: Final do Semestre Trabalho: A definir na sala de aula Avaliao alternativa (trabalhador/estudante) 1 Prova Escrita 50% 1 Trabalho 50% Regras de utilizao de classificaes anteriormente obtidas (caso se aplique)
Fontes de informao Bibliografia recomendada - Trabalhando com famlias pobres, Patrcia Minuchin e outros Artmed Editora - Excluses Sociais, Alfredo Bruto da Costa Gradiva - Desafios da Pobreza, Luis Capucha Editora Celta - Sociologia Geral A Aco Social, Guy Rocher Editorial Presena - A Sociedade em busca de Valores, Edgar Morin e outros Instituto Piaget - O fim da Pobreza, Jeffrey Sachs Casa das Letras - Resoluo do Conselho de Ministros n166/2006 que aprova o PNAI 2006/2008 Bibliografia complementar A indicar no decurso das aulas Webgrafia
Documentao disponibilizada (tipo e suporte) Se existe pgina de suporte, indique URL: Publicaes Tcnicas e Legislao a ser disponibilizado no decurso das aulas em formato papel
Ficha da Unidade Curricular Ano Lectivo: _2006__/07___
Nome da Unidade Curricular: sistemas Aumentativos e Alternativos da Comunicao rea Cientfica da Unidade Curricular:
Departamento(s): Cincias da Educao e do Patrimnio Licenciatura(s): Educao Social Docentes (nome, e-mail) Regente(s): avieira@upt.pt Assistente(s): Antnio Vieira Ferreira
Semestre curricular: 1 2 X Obrigatria X Opcional Crditos ECTS : Total de horas de contacto:
N horas de contacto por semana por tipo: Ensino Terico (T): Ensino Prtico e Laboratorial (PL): Ensino Terico-prtico (TP): 4h Orientao Tutorial (OT): 1h Trabalho de Campo (TC): Seminrio (S): Estgio (E): Outra (O):
Objectivos Enriquecer o conhecimento dos alunos acerca do desenvolvimento dos sistemas de comunicao Reflectir sobre a comunicao verbal e no verbal Esclarecer os sitema ssem ajuda e com ajuda Informar acerca dos sistemas Bliss, Braille e da Lngua Gestual portuguesa, inerentes s pessoas portadoras de deficincia mental, visual e auditiva
Programa 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Linguagem e comunicao Comunicao verbal e no verbal Sistemas aumentativos e alternativos Sistemas sem ajuda e com ajuda Sistemas Bliss e Braille Lngua Gestual portuguesa Deficincias: mental, visual e auditiva
Mtodos de ensino (aula expositiva, prtica, tutorial, seminrio, etc) Aula expositiva, articulada com aulas prticas e enriquecidas com actividade tutorial
Nmero e tipo de provas de avaliao a realizar e respectiva ponderao na classificao final Trabalho a entregar no fim das aulas + Assiduidade e participao +Exame Frmula de clculo da nota final
Calendarizao da realizao das provas de avaliao Avaliao alternativa (trabalhador/estudante) Trabalho + Exame Regras de utilizao de classificaes anteriormente obtidas (caso se aplique)
Fontes de informao Bibliografia recomendada Amaral, M.A.(1996).Para uma Gramtica da Lngua Gestual Portuguesa. Lisboa: Editorial Caminho Azevedo,L. & (!999) Inovao Curricular na Implementao de Meios Alternativos de Comunicao em Crianas com deficincia Neuromotora Grave. Lisboa: SNRIPD Ferreira, A.Vieira (1991). Gesturio da Lngua Gestual portuguesa Lisboa:SNRIPD Mayor, Juan (198). Educacin especial. Madrid:Anaya Torres Monreal, (2001). Sistemas alternativos de comunicacin. Mlaga: ed Aljibe Bibliografia complementar
CURSO DE EDUCAO SOCIAL REGULAMENTO DE ESTGIOS
Artigo 1 Descrio As actividades prticas compreendidas na licenciatura de Educao Social compem-se pelo Estgio I caracterizado por um mnimo de 80h e includo no 2 semestre da licenciatura, pelo Estgio II composto por 250h e includo nos 3 e 4 semestres da licenciatura e pelo Estgio III composto por 250 horas e includo nos 5 e 6 semestres da licenciatura.
Artigo 2 Protocolos Os estgios so regulados por protocolos assinados entre as instituies de acolhimento e a Universidade Portucalense. Os protocolos devem ser apresentados no inicio do perodo de estgio, por proposta do coordenador do curso.
Artigo 3 Objectivos Gerais do estgio Favorecer a construo de um saber profissional marcado pela autonomia tcnica e pelo sentido de responsabilidade. Confrontar os futuros educadores com a pluralidade de exigncias educativas e com a especificidade de cada contexto de trabalho. Promover um dilogo reflexivo com as situaes concretas de modo a poder consolidar e desenvolver as competncias profissionais adquiridas ao nvel da preparao acadmica. Proporcionar aos estudantes a oportunidade de trabalhar em equipa com outros tcnicos e a relacionar-se com os diferentes membros de uma comunidade.
Artigo 4 Objectivos do Estgio I O Estgio I tem os seguintes objectivos: a) Observar o novo ambiente de trabalho; b) Iniciar relacionamento com a orientao e com a instituio; c) Integrar o estagirio na equipa de trabalho institucional e no funcionamento geral da instituio.
Artigo 5 Objectivos do Estgio II
O Estgio II tem os seguintes objectivos:
a) b) c) d) e) f) g) Aprofundar o conhecimento do funcionamento institucional; Integrar-se nas actividades da instituio; Apresentar trabalho em cooperao com outros tcnicos; Desenvolver a capacidade de autonomia para a resoluo de problemas; Demonstrar envolvimento na instituio; Demonstrar envolvimento com a populao-alvo. Elaborar o pr-plano a desenvolver no estgi III
Artigo 6 Objectivos do Estgio III
O Estgio III tem os seguintes objectivos:
a) b) c) d) e) f) g) Aprofundar o conhecimento do funcionamento institucional; Demonstrar competncia nas actividades institucionais; Apresentar trabalho em cooperao com outros tcnicos; Utilizar diferentes estratgias de abordagem na resoluo de problemas; Demonstrar envolvimento na instituio; Demonstrar envolvimento com a populao-alvo; Procurar e seleccionar actividades novas, adequadas aos grupos de trabalho.
Artigo 7 Funes do supervisor Familiarizar-se com o funcionamento das instituies de apoio, de modo a garantir a colocao mais adequada para cada estudante, em funo do seu perfil pedaggico e de acordo com os interesses dessas instituies. Coordenar as actividades de estgio garantindo a mediao entre a Universidade e as instituies de apoio. Responsabilizar-se pela resoluo desenvolvimento do estgio. de qualquer dificuldade surgida no
Acompanhar regularmente o trabalho de cada estudante estagirio, assegurando a ligao entre a aprendizagem terica e as exigncias prticas. Visitar periodicamente o estudante no seu local de estgio, averiguando, em colaborao com os orientadores, o cumprimento dos respectivos planos de trabalho. Reunir periodicamente com o orientador de estgio de forma a avaliarem continuamente as situaes surgidas no estgio.
Reunir periodicamente com o coordenador do curso, informando-o da natureza e andamento dos trabalhos de estgio.
Artigo 8 Funes do orientador Responsvel directo pela orientao dos encontrarem sob a sua orientao. trabalhos dos estagirios que se
Facilitar o processo de integrao do estudante no contexto de trabalho, ajudando a familiarizar-se com os diferentes aspectos da vida da instituio. Intervir de forma directa na construo dos planos de trabalho, orientando o estudante na definio de objectivos e na seleco de estratgias, de acordo com as necessidades educativas da comunidade e os recursos disponveis. Garantir a avaliao contnua do processo, propondo os devidos reajustamentos e registando os aspectos fundamentais da evoluo do estudante estagirio. Reunir periodicamente com o aluno estagirio. Reunir periodicamente com o supervisor de forma a avaliarem continuamente as situaes surgidas no estgio.
Artigo 9 Princpios do estudante Adaptar-se ao contexto de trabalho, desenvolvendo uma boa relao com todos os membros da comunidade. Respeitar o projecto socio-educativo da instituio, profissionalismo a todas as tarefas que lhe sejam distribudas. respondendo com
Cumprir as regras laborais em vigor no respectivo local designadamente as que se referem assiduidade e pontualidade.
Comparecer em todas as sesses de trabalho convocadas pelo supervisor e pelo orientador. Manter actualizado o seu dossier de estgio no que respeita a planos de trabalho, relatrios de actividade, registos de observao, agenda das sesses de trabalho, elementos da avaliao feita pelo supervisor, registos relativos s visitas do supervisor, entre outras, dos quais resultar a elaborao de um relatrio final. Proceder elaborao de um pr-projecto de interveno socio-educativa no mbito do relatrio final de Estgio I.
Artigo 10 Funcionamento do Estgio O Estgio desenhado em consonncia com a filosofia de formao e projecto educativo seguido pela Universidade e com o projecto das instituies de apoio. Os alunos so integrados nas instituies no Estgio I e a devem permanecer durante os Estgio II e III. S mediante requerimento dirigido ao coordenador da licenciatura os locais de estgio podem ser alterados. Este requerimento ser analisado pelo coordenador de curso e pelos orientadores de estgio que, em conjunto, ditaro a necessidade ou no de alterao de local de estgio.
Artigo 11 Seguro escolar As actividades de estgio esto abrangidas pelo seguro escolar.
Artigo 12 Relatrio de Estgio Os relatrios parcelares e final apresentados pelo aluno estagirio seguem as normas metodolgicas da Universidade descritas em regulamento prprio.
Artigo 13 Avaliao do Estgio A avaliao do estgio feita atravs do relatrio final elaborado pelo estudante, e da ficha de avaliao a ser preenchida por ele e pelo orientador da instituio, seguindo, ainda, as normas includas no regulamento pedaggico da Universidade.
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References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13