Source: http://friendsarelikeflowerss.blogspot.pt/2016/04/
Timestamp: 2017-10-21 13:45:54+00:00

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FRIENDS ARE LIKE FLOWERS: Abril 2016
OLHAS O AMANHECER, POEMA DE ALPHONSUS DE GUIMARAENS FILHO
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 11:18 3 comentários:
UM PONTO DE LUZ, POEMA DE SARA TAVARES
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 16:54 5 comentários:
Postado por Renata Maria às 13:14 3 comentários:
TATUADOS, POEMA DE SILVIA SCHMIDT
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 09:17 4 comentários:
DEPOIS..., POEMA DE PAULO MAURICIO G. SILVA
Para onde vão as folhas, depois das ramagens?...
E por quais ventos elas são sempre levadas,
Talvez cobrindo chãos de sombras arruinadas,
Trilhos mortos de fuliginosas paragens?...
Como as cinzas também, das paixões consumadas,
Levadas pelo vago sopro das aragens?...
Para quais horizontes, para quais paisagens?...
Bem como as borboletas, depois das floradas...
Para onde vão as nuvens, alvas passageiras?...
Pétalas ressequidas de tantas roseiras,
E as rosas também, depois que elas são beijadas?...
- Também irei, depois das ilusões primeiras,
Passadas as felicidades derradeiras...
Depois do teu adeus... Das tuas costas voltadas...
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 16:41 3 comentários:
O QUE O VENTO NÃO LEVOU, MÁRIO QUINTANA
No fim tu hás de ver que as
coisas mais leves
o cheiro que tinha um dia o próprio vento..
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 05:55 3 comentários:
Uma grande estrela cairá no meu colo*
A noite será de vigília
A noite será de reconciliação*
Há tantos Deuses caindo sobre nós.
Nossos corações são meninos
querem a paz, meigos-cansados
E os beijos em nossos lábios afloram
– Por que a hesitação?
Não se choca no limite o meu coração com o teu?
O teu sangue não pára de dar-me cor às faces
Se nos entregarmos, a morte não virá
Trad. de Renata Cordeiro
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 16:32 2 comentários:
COROAI-ME DE ROSAS, POEMA DE RICARDO REIS, HETERÔNIMO DE FERNANDO PESSOA
De rosas — rosas que se apagam
Em fronte a apagar-se tão cedo!
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 04:43 Um comentário:
A LUZ que de teus pés sobe a tua cabeleira,
a turgência que envolve tua forma delicada,
não é de nátar marinho, nunca de prata fria:
é de pão, de pão amado pelo fogo.
A farinha acumulou seu celeiro contigo
e cresceu incrementada pela idade venturosa,
quando os cereais duplicaram teu peito
meu amor era o carvão trabalhando na terra.
Oh, pão tua fronte, pão tuas pernas, pão tua boca,
pão que devoro e nasce com luz cada manhã,
bem-amada, bandeira das fornadas,
uma lição de sangue te concedeu o fogo,
da farinha aprendeste a ser sagrada,
e do pão o idioma e o aroma.
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 16:31 4 comentários:
A LARANJA CORTADA AO MEIO...
"A laranja cortada ao meio,
É assim, é bem assim que eu te desejo!"
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 07:52 3 comentários:
Artigo 1 O amor pode apropriar-se de todo e qualquer coração, com ou sem anuência do dono.
Artigo 2 Em presença de sentimentos inferiores, tais como a raiva, o ódio e o ressentimento, ao Amor é permitido julgá-los e extraditá-los sem direito à reconsideração da pena.
Artigo 3 O Amor deve ser respeitado em todas as suas formas, sejam elas dirigidas a pessoas, coisas, vegetais ou animais.
Artigo 4 Ao Amor é sempre permitida a companhia do perdão, pois que sem este Ele está falsificado.
Artigo 5 O Amor tem o direito de ficar cego, surdo e mudo quando em presença de maledicências e pode apresentar-se como agente de paz diante de desarmonias e atos prejudiciais a todos os seres do Planeta.
Artigo 6 O Amor tem licença plena para manifestar-se livremente, independente de raça, credo ou religião. Ele é incondicionalmente livre para viver em seu habitat natural: o coração.
Artigo 7 O Amor é bússola que aponta o caminho para a Felicidade e assim deve ser indiscutivelmente reconhecido.
Artigo 8 A todo aquele que banir o Amor do seu coração será imputada a pena de solidão, isolamento e sofrimento perpétuos.
Artigo 9 O Amor nunca deverá ser responsabilizado por dores, perdas ou danos e tem amplos poderes para neutralizar todas as batalhas, sejam elas emocionais, familiares ou sociais.
Artigo 10 Ao Amor não se aplicam Leis Trabalhistas: Ele pode exercer suas funções 24hrs por dia durante TODOS os dias do ano.
Artigo 11 Quando o Amor entra em corações, deve ser bem recebido, bem tratado, bem nutrido e absolutamente livre para agir em prol de todos os envolvidos por Ele.
Artigo 12 Em nenhuma hipótese o Amor deverá ser álibi para atitudes de más intenções, tais como usá-Lo como desculpa para enganar, iludir ou controlar corações.Também nunca poderá ser instrumento de brincadeira com o sentimento do (a) companheiro (a). [1]
Artigo 13 Toda e qualquer tentativa de matar o Amor será tratada pelo Universo como crime contra a vida do próprio mandante.
Artigo 14 O Amor é partidário da Lei de Causa e Efeito: Ele pode partir em definitivo da Vida daqueles que optam pelo sofrimento diante das adversidades, e também daqueles que se deixam cair em abandono.
Artigo 15 Ao Amor nada deve ser acrescentado e Dele também nada retirado, posto ser o mais perfeito de todos os sentimentos e manifestação absoluta de Deus.
® Silvia Schmidt
[1] Aqui fiz uma pequena alteração já que o amor existe independentemente da opção sexual de quem ama.
Postado por RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO às 18:33 2 comentários:
NEM SEMPRE O QUE SE VÊ É O QUE PARECE SER
1975 Por trás de um bonito rosto posso encontrar a bela natureza divina que existe em mim... Por trás de um rosto desc...
OLHAS O AMANHECER, POEMA DE ALPHONSUS DE GUIMARAEN...
COROAI-ME DE ROSAS, POEMA DE RICARDO REIS, HETERÔN...
AR DE NOTURNO, DE FEDERICO G. LORCA
POEMA nº 06, DE PABLO NERUDA
DESPEDIDA, POEMA DE CECÍLIA MEIRELLES
ANJO DO AMOR, POEMA DE DANIEL COSTA

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 14

Artigo 15