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Timestamp: 2018-11-21 17:04:45+00:00

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REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS - PDF
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Raquel Desconhecida Gesser
1 REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente regulamento rege as atividades de elaboração e defesa pública do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de graduação em Engenharia Civil, do Campus do Agreste da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Art. 2º Para a obtenção do grau no curso de graduação em Engenharia Civil, o aluno, além de cumprir os créditos exigidos, integralizando as matérias do currículo do curso, deverá elaborar o TCC, constituindo-se em requisito obrigatório para a colação de grau. Art. 3º - Com base no PPI (Projeto Pedagógico Institucional) e no PPC (Projeto Pedagógico do Curso) podem ser definidos e/ou sugeridos grupos de professores, temas e projetos dentre os quais os alunos farão suas escolhas. O TCC deve estar adequado à área de atuação e/ou formação do docente orientador e com o tema objeto do trabalho. O TCC deve estar previsto com espaço próprio na estrutura curricular, permitindo sua elaboração, orientação e defesa. A partir da identificação dos orientadores e dos orientandos, devem ser oferecidos mecanismos de apoio para a realização do TCC. Art. 4º - O trabalho a ser desenvolvido pelo acadêmico deverá compreender uma dentre as seguintes modalidades: Projeto Técnico Profissional, Pesquisa ou Extensão. I - Considerar-se-á como Projeto Técnico Profissional, o trabalho que objetive a elaboração de projetos técnicos normalmente solicitados aos engenheiros no exercício profissional; II - Será considerado Pesquisa, o trabalho que objetive a análise e/ou solução de determinado problema de interesse para a Engenharia Civil, que se proponha a desenvolver tecnologia ou gerar novos conhecimentos, preferencialmente através de experimentação; III - Considerar-se-á Extensão, o trabalho que objetive a interação entre a Universidade e a comunidade local, aplicáveis nas áreas de interesse da Engenharia Civil. Art. 5º - O TCC deve ser orientado por um professor do Curso de Engenharia Civil em exercício, docente regular, podendo ter co-orientadores de outros cursos, outras instituições e não necessariamente docentes. O tema, o projeto e o orientador do TCC devem ser escolhidos pelo aluno de acordo com as diferentes áreas temáticas oferecidas pelo curso. Art. 6º - A componente curricular TCC será desdobrada em duas, TCC-I e TCC-II, tendo cada uma 60 horas. Art. 7º - A defesa do TCC deve ser realizada em sessões públicas perante banca examinadora composta por 3 (três) membros, indicados pelo Orientador e pelo Coordenador do TCC e designado pelo Coordenador do Núcleo. CAPÍTULO II DA COORDENAÇÃO DO TCC Art. 8º - Os Coordenadores de TCC são parte integrante do Colegiado de Curso.
2 Art. 9º - Aos Coordenadores de TCC compete: receber a relação dos alunos matriculados em TCC pelo Coordenador do Curso e iniciar o processo junto aos orientadores; operacionalizar o processo no Curso; assegurar a orientação a todos os alunos matriculados nos componente curriculares TCC-I e TCC-II; acompanhar a realização das diferentes etapas do TCC previstas neste regulamento; providenciar livro de atas para o registro das sessões de exame das bancas e reuniões dos examinadores. Art. 10º - A lista de orientadores e orientandos será encaminhada pelo Coordenador do Curso aos Coordenadores de TCC. No caso de haver necessidade de afastamento do orientador, os Coordenadores de TCC, ouvidos o Colegiado de Curso e o aluno, providenciarão a substituição. O processo de orientação só poderá ser interrompido por motivo justo e comprovado. Art. 11º - Resolver os casos omissos e interpretar os dispositivos deste regulamento, analisar e aprovar ou rejeitar sugestões, bem como efetuar eventuais alterações deste regulamento, são atribuições do Colegiado do Curso competente levado a efeito pelos Coordenadores de TCC. CAPÍTULO III DA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 12º - Cada professor orientará ou co-orientará no máximo 5 (cinco) alunos no total (TCC-I + TCC-II), sendo esse o seu limite por semestre. Quando a quantidade de orientandos ou co-orientandos por orientador for maior que 5 (cinco), o Coordenador do Curso adotará critério classificatório tomando por base a média global de cada aluno no Curso. Art. 13º - Compete ao Orientador: 1º - orientar e avaliar a construção da proposta do trabalho que o aluno em TCC-I deverá realizar para, se aprovado, passar ao TCC-II; acompanhar o aluno nas distintas fases do TCC, indicando a existência de bibliografia adequada, ajudando-o no acesso às informações da área do TCC em outras bibliotecas, inclusive na Internet, incluindo a revisão e adequação do projeto à realidade do estudante, visando a apresentação do projeto à banca examinadora na defesa pública. 2º - reunir-se semanalmente com seus orientandos nos locais e horários previamente fixados. Preencher formulário mensal de freqüência e de acompanhamento dos diferentes momentos da realização do TCC-I e TCC-II dos orientandos sob sua responsabilidade, e entregá-lo à Coordenação do TCC. Cabe ainda ao orientador escolhido para a componente curricular TCC-II, acompanhar a elaboração do trabalho até a sua defesa perante banca examinadora. Art. 14º - Compete ao orientando: 1º - submeter proposta de elaboração do TCC ao orientador que escolheu e reunir-se semanalmente com seu orientador, atendendo às solicitações e cumprindo as tarefas semanais, obedecendo aos horários e locais fixados pelo Curso no calendário acadêmico destinado ao componente curricular TCC; 2º - de acordo com a legislação em vigor e com as normas regimentais da Universidade Federal de Pernambuco, o aluno deverá registrar 75% de freqüência obrigatória às sessões de orientação prevista;
3 3º - não há possibilidade regimental de abono de faltas. Nos casos previstos pela Lei nº 6.202/75 (gestantes) e o decreto lei nº 1.044/69 (incapacidade física relativa), deverá ser encaminhado requerimento acompanhado de atestado médico à Escolaridade nos prazos por ela definidos, solicitando o tratamento excepcional; IV participar de reuniões convocadas pela Coordenação do Curso, Coordenador do TCC e orientadores do TCC, podendo participar de oficinas de TCC, eventos e treinamentos recomendadas pelo orientador; V redigir o TCC-II e reescrevê-lo tantas vezes quantas forem necessárias para adequar-se às exigências acadêmicas. CAPÍTULO IV DO ENCAMINHAMENTO, HOMOLOGAÇÃO E PRAZOS DAS PROPOSTAS Artigo 15º - Todo acadêmico a ser matriculado no componente curricular TCC-I deverá apresentar proposta de trabalho, em formulário próprio fornecido pela Coordenação do Colegiado do Curso, até 30 dias contados a partir da data de publicação do Edital de Inscrição no TCC-I. 1º - a proposta de trabalho, nos termos do artigo 4º, deverá ser encaminhada via protocolo à Coordenação do Curso, com anuência do possível orientador, sendo então apreciada pelo Colegiado do Curso para homologação. 2º - as propostas serão julgadas pelo mérito, exeqüibilidade, e adequação da metodologia proposta aos objetivos do TCC. Artigo 16º - Num prazo máximo de 15 dias, cumprido o estabelecido no artigo 15º, a Coordenação do TCC publicará o Edital de Homologação das propostas. Artigo 17º - Propostas não homologadas deverão ser reapresentadas em no máximo 15 dias após a publicação do Edital de Homologação estabelecido no Artigo 16º, seguindo o mesmo trâmite de encaminhamento da proposta inicial. Parágrafo único - a não homologação nessa instância implicará na perda do direito ao desenvolvimento do TCC-I no semestre. CAPÍTULO V DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 18º - A atribuição das notas segue o sistema numérico da Universidade Federal de Pernambuco. O aluno, para ser aprovado, deverá obter média igual ou superior a 5 (cinco) no TCC-I e no TCC-II. Na hipótese do trabalho não atender estas exigências, o aluno deverá cursar novamente o componente curricular em questão. Art. 19º - Caso a proposta de trabalho realizada no TCC-I seja avaliada e aprovada, obtendo os alunos nota de 5,00 a 10,00, será feita a recomendação ao aluno através de parecer do orientador, para que se matricule em TCC-II, cumprindo as exigências apresentadas, até a submissão do seu trabalho à avaliação. O registro da nota obtida
4 pelo aluno no TCC-I será feito no histórico escolar como qualquer componente curricular. Art. 20º - O depósito do TCC-II ocorrerá na Escolaridade, mediante ato protocolar, pessoalmente pelo aluno ou por procurador com poderes específicos para este fim, no prazo estipulado no calendário previamente fixado pela Coordenação do TCC. No ato do protocolo, o aluno fará a entrega de tantos exemplares impressos quantos forem os membros da Banca Examinadora, munido do parecer do orientador em formulário próprio. Parágrafo único os exemplares impressos do TCC deverão seguir formatação e recomendações das normas da ABNT vigentes. Art. 21º - O descumprimento do prazo para o depósito do TCC-II implica em reprovação do acadêmico, exceto nos casos amparados por legislação educacional em vigor. CAPÍTULO VI DA DEFESA PÚBLICA DO TCC DA BANCA EXAMINADORA Art. 22º - A banca de avaliação do TCC-II será composta por no mínimo 3 (três) e no máximo 5 (cinco) membros, dentre os quais 1 (um) será o Orientador, que presidirá a Banca, e 2 (dois) outros professores do quadro permanente do curso ou docentes convidados. Os demais membros poderão ser da comunidade técnica vinculada à área de elaboração do projeto. No caso de existência de mais de 1 (um) orientador apenas 1 (um) poderá compor a Banca Examinadora. Deverá ser designado 1 (um) suplente, docente do quadro permanente do curso. Art. 23º - As bancas examinadoras serão constituídas e divulgadas com a antecedência mínima de 15 (quinze) dias a partir da data da defesa pública e atuarão desde a sua constituição até que sejam lavradas e assinadas as respectivas atas quando então serão desfeitas. Art. 24º - A defesa pública do TCC-II ocorre em sessões de acordo com o calendário semestral. Cada defesa pública terá duração máxima de 50 (cinqüenta) minutos com a seguinte distribuição: o aluno terá em média 25 (vinte e cinco) minutos para a sua apresentação oral e a banca terá em média 25 (vinte e cinco) minutos para as argüições ao aluno. Art. 25º - A banca examinadora do TCC-II é responsável pela aprovação ou reprovação do TCC-II submetido à avaliação. Art. 26º - O aluno que obtiver nota igual ou superior a 7,00 (sete) será aprovado por média. O aluno que obtiver nota inferior a 3,00 (três) será reprovado, devendo reiniciar todo o processo de elaboração de um novo TCC-II. O aluno que obtiver nota superior a 3,00 (três) e inferior a 7,00 (sete) deverá revisar o trabalho de acordo com a apreciação da banca. Posteriormente, em data pré-estabelecida, e ainda no mesmo semestre, o aluno poderá re-encaminhar o TCC-II para nova avaliação, em outra data proposta, devendo obter nota igual ou superior a 5,00 (cinco). Art. 27º - O aluno cujo TCC-II for constatado como cópia, plágio ou mera compilação de outros trabalhos, será sumariamente reprovado, deliberação esta irretratável e irrevogável para a qual não caberá recurso. O aluno deverá matricular-se no semestre seguinte e reiniciar todo o processo de elaboração de um novo TCC-II.
5 Art. 28º - Concluídas todas as revisões necessárias, solicitadas pela banca, o aluno aprovado fará o encaminhamento de um exemplar impresso e um CD-ROM com todos os registros do trabalho, os quais serão arquivados na Biblioteca do Centro de Acadêmico do Agreste. Além disso, o aluno deverá encaminhar cópias reimpressas endereçadas aos membros da banca. Art. 29º - As notas atribuídas devem ser lavradas no livro de atas respectivo, assinado por todos os membros da banca, e em caso de aprovação, devem constar na folha de aprovação das cópias do TCC-II e no CD-ROM. Art. 30º - Em caso de não comparecimento para a sua defesa oral, sem motivo justificado na forma da legislação em vigor, o aluno será considerado reprovado com a conseqüente obrigatoriedade de matrícula para o semestre seguinte.

References: Artigo 15
 artigo 4
 Artigo 16
 artigo 15
 Artigo 17
 Artigo 16