Source: http://paleontologiageral.blogspot.com/2012/05/
Timestamp: 2017-10-18 20:20:23+00:00

Document:
Paleontologia Geral 2016 : Maio 2012
doi:10.1038/nature11195
An analysis of microscopic and spectroscopic features of sediments deposited in a South African cave one million years ago suggests that human ancestors were using fire much earlier than had been thought.
http://www.nature.com/nature/journal/vaop/ncurrent/full/nature11195.html?WT.ec_id=NATURE-20120524
Postado por marcuscabral às terça-feira, maio 29, 2012 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Helmut Sick, um dos maiores ornitólogos brasileiros é o homenageado do Avistar Rio.
(foto: LC Marigo - COA RJ)
Sick foi também um ati vo observador de aves, além de ser um dos fundadores do "COA - RJ - Clube dos Observadores de Aves do Rio de Janeiro". A homenagem a Helmut Sick acontecerá na abertura do AvistarRio, com uma palestra de José Fernando Pacheco, seguida de apresentação de vídeo.
A cada ano a organização do Avistar elege um pioneiro da Observação de Aves no Brasil para prestar uma homenagem. Essa niciativa tem como objetivo dar o devido reconhecimento àqueles que com seu trabalho e dedicação criaram as bases para o desenvolvimento da cultura naturalista, incentivando assim o conhecimento, respeito, admiração e conservação pelas aves brasileiras.
Marcadores: aves, Avistar, Helmut Sick
Presidente vetou artigos da lei por 'contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade'
28 de maio de 2012 | 9h 55
As explicações da presidente Dilma Rousseff para os vetos feitos ao Código Florestal na última sexta-feira, foram publicados nesta segunda, 28, no Diário Oficial da União. De acordo com a publicação, Dilma vetou alguns artigos da lei "por contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade".
Além disso, também foi publicada a medida provisória 571, que preenche as lacunas deixadas pelo veto e torna rígidas as punições previstas no Código Florestal. Tanto a medida quanto os vetos, porém, ainda têm de passar pela análise da Câmara dos Deputados e do Senado.
Artigo 1º - sobre as normas gerais do Código Florestal
De uma forma geral, Dilma apontou que "o texto não indica com precisão os parâmetros que norteiam a interpretação e a aplicação da lei".
Inciso XI do artigo 3º - sobre a interrupção de atividades agrícolas para a recuperação da capacidade do solo (pousio)
O argumento de Dilma é de que "o conceito de pousio aprovado não estabelece limites temporais ou territoriais para sua prática", o que dá brechas para que propriedades permaneçam em regime de pousio indefinidamente e a fiscalização seja inviabilizada.
Parágrafo 3º do artigo 4º - sobre as áreas de preservação de salgados e apicuns
Segundo Dilma, "o dispositivo deixa os apicuns e salgados sem qualquer proteção contra intervenções indevidas. Exclui, ainda, a proteção jurídica dos sistemas úmidos preservados por normas internacionais subscritas pelo Brasil". A presidente argumentou que tais sistemas devem ter normas específicas.
Parágrafos 7º e 8º do artigo 4º - sobre as faixas marginais de rios, riachos e cursos d'água em áreas urbanas.
A presidente considerou um retrocesso que a distância dessas faixas sejam estabelecidas por planos diretores e leis municipais de uso do solo, segundo os conselhos estaduais e municipais de meio ambiente. Segundo ela, é necessária a observância dos critérios mínimos de proteção, a serem estabelecidos pelo Código.
Parágrafo 3º do artigo 5º - sobre o uso e conservação de reservatórios artificiais
O veto se deu pelo fato de que essa regulação se daria pelo Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial, ainda não transformado em lei, o que engessaria sua aplicação.
Parágrafos 1º e 2º do artigo 26 - sobre áreas de proteção ambiental federais e municipais
"As proposições tratam de forma parcial e incompleta", o que justificou o veto.
Artigo 43 - sobre a recuperação de áreas nativas por parte de empresas concessionárias de serviços de abastecimento de água e de geração de energia hidrelétrica
O artigo, afirma Dilma, não impõe a essas empresas o dever de recuperar, manter e preservar as áreas de toda a bacia hidrográfica em que houver uma instalação. Segundo a presidente, o estabelecimento da recuperação apenas parcial da bacia é desproporcional e contraria o interesse público.
Artigo 61 - sobre a recuperação das margens de rios
A justificativa é de que o texto é "impreciso e vago" e parece conceder anistia aos que descumpriram a legislação, eliminando "a possibilidade de recomposição de uma porção relevante da vegetação do País". A presidente também critica a falta de parâmetros ambientais para a recomposição das margens, uma vez que não são estabelecidas regras levando em conta a dimensão dos imóveis rurais envolvidos.
Artigo 76 - sobre a conservação dos biomas nacionais
Dilma vetou o artigo devido ao estabelecimento de prazo para que o Poder Executivo envie projetos de lei ao Congresso. Segundo ela, isso fere o princípio da separação dos Poderes da Constituição.
Artigo 77 - sobre o impacto ambiental de obras
O artigo se refere às "Diretrizes de Ocupação do Imóvel", mas não há definição desse termo ao longo do Código Florestal, não havendo, portanto, forma de definir o que deve ser apresentado pelos empreendedores.
Postado por marcuscabral às segunda-feira, maio 28, 2012 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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28 de maio de 2012 | 16h 00
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África Incomparável: Rio Nilo (Novo link)
Postado por marcuscabral às domingo, maio 27, 2012 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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África Incomparável: Saara
18:20 Bastet Marcus V. Cabral
O Saara é o maior deserto do mundo, cobrindo um terço de todo o continente africano, além de ser um dos lugares mais quentes e secos do planeta. Apesar disso, existem criaturas únicas que se adaptaram para viver neste lugar.
Marcadores: África, documentário, documentários, Saara
Posted: 22 May 2012 05:14 PM PDT
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Postado por marcuscabral às sábado, maio 26, 2012 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: raptor, Utah, Yurgovuchia doellingi
Posted: 24 May 2012 11:13 AM PDT
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Ambiente. Também serão feitas 32 modificações no texto aprovado na Câmara - 14 recuperam o projeto do Senado; versão do governo estabelece faixas proporcionais de recuperação da mata ciliar segundo o tamanho da propriedade e protege os manguezais
26 de maio de 2012 | 3h 03
Decisão. Em abril, a Câmara impôs uma derrota ao governo ao modificar o texto do Senado, considerado mais equilibrado entre as reivindicações de ambientalistas e ruralistas. Dilma esperou até o último dia para bater o martelo sobre o tema.
Marcadores: APP, Código Florestal, Código Florestal brasileiro, Senado
Vida pré-cambriana na China
REDAÇÃO | Edição 195 - Maio de 2012
© SHUHAI XIAO/NSF
Embriões bem conservados, com 600 milhões de anos
Shuhai Xiao e sua equipe do Instituto Politécnico e Universidade Estadual de Virgínia (Virginia Tech), Estados Unidos, estão encontrando no sul da China evidências de que animais semelhantes a corais podem ter vivido no chamado período Ediacarano, que começou há 635 milhões de anos e terminou há 542 milhões de anos, quando se iniciou o período Cambriano.
Os microfósseis de embriões bastante preservados, como os da foto ao lado, podem ter de 635 milhões a 551 milhões de anos de idade – importantes por serem um registro anterior à explosão de formas de vida ocorrida no Cambriano, possivelmente em consequência de níveis mais altos de oxigênio no planeta. Em um de seus estudos mais recentes, Xiao argumenta que o surgimento de colônias com milhares de microfósseis deve estar associado a variações locais de oxigenação em lagunas na China (Precambriam Research, janeiro).
Postado por marcuscabral às quinta-feira, maio 24, 2012 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: China, microfósseis, período Ediacarano, pré-cambriano
CARLOS FIORAVANTI | Edição 195 - Maio de 2012
© INFOGRÁFICO TIAGO CIRILLO ILUSTRAÇÃO DRüM
© GUSTAVO MACEDO DE PAULA-SANTOS / IG-USP
© MARLY BABINSKI / IG-USP
1. CAXITO, F. A. et al. Marinoan glaciation in east central Brazil. Precambrian Research. v. 200-203, p. 38-58. 2012.
2. BABINSKI, M., VIEIRA, L.C. e TRINDADE, R.I.F. Direct dating of the Sete Lagoas cap carbonate (Bambuí Group, Brazil) and implications for the Neoproterozoic glacial events. Terra Nova. v. 19, p. 401-06. 2007.
Marcadores: Brasil Central, Cambriano, datação, fóssil, Grupo Bambuí, hidrocarbonetos
Veja.com - 17/05/2012
MUDANÇA CLIMÁTICACriada durante a Rio 92, a Convenção da ONU sobre Mudança Climática (UNFCCC, sigla em inglês) conseguiu que os países assinassem o Protocolo de Kyoto, acordo em que se comprometiam a minimizar as emissões de gases causadores do aquecimento global. Sem a adesão dos Estados Unidos, o tratado caiu em desuso, principalmente após o Canadá anunciar que pularia fora em 2011. Segundo o relatório, apesar das manchetes geradas pelo fator que se tornou a principal questão ambiental conjunta, as emissões de carbono continuaram a aumentar: 40%, de 1992 a 2011, de acordo com o programa ambiental da ONU (Pnud).
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Liana John - 24/05/2012 às 11:19
O petróleo tem mais ou menos 500 componentes químicos, dependendo de sua origem.
Por isso, vira um problemão quando vaza para o meio ambiente, tanto pior quanto mais complexo for o ecossistema atingido. Petróleo no mangue, por exemplo, é quase impossível de se limpar: parte dos componentes químicos se infiltra pelo solo lodoso, parte se espalha com a maré que vai e volta, parte volatiliza e compromete a respiração dos seres vivos de qualquer tamanho. A maioria desses químicos persiste por muitos anos no ambiente e não há técnicas ou produtos de limpeza capazes de tirar o conjunto de poluentes dali sem causar ainda mais dano do que o próprio derramamento.
Seria possível, então, encontrar outra maneira de remediar a situação a partir do estudo de bactérias presentes no solo (geobactérias) após um acidente com petróleo? Essa pergunta foi o ponto de partida para um grupo de 5 pesquisadores formado em 2004, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que deu origem ao atual Grupo de Pesquisa em Biotecnologia de Petróleo (CROB), com a colaboração externa dos doutores Jonathan Van Hamme, do Canadá e Bharat Patel, da Austrália, e do qual também participam alunos de iniciação científica e pós-graduação.
“Nossas pesquisas estão voltadas à descoberta de bactérias nativas em sedimentos de áreas de exploração, na Bacia Petrolífera Potiguar, que tenham capacidade de responder a um impacto de contaminação com petróleo”, informa o pesquisador Carlos Alfredo Galindo Blaha, doutor e pós-doutor em Genética e Biologia Molecular.
Segundo explica o especialista, a partir da determinação dos perfis microbianos nativos em ambientes de risco é possível organizar ações biotecnológicas para a solução de problemas ambientais. Trocando em miúdos, isso quer dizer que estimular e orientar as bactérias locais para acelerar a degradação do petróleo é mais eficiente do que adicionar químicos de limpeza a uma equação já complexa. As bactérias, quando devidamente incentivadas, podem funcionar como um verdadeiro exército de ações coordenadas. E com a vantagem de se multiplicarem bem diante do inimigo e desaparecerem quando o problema é sanado.
“Cada ‘evento de contaminação/poluição’ deve ser biorremediado de forma ‘personalizada’ para aprimorar o sucesso”, observa Blaha. “Dada a complexidade molecular dos poluentes, o processo de biorremediação deve ser otimizado utilizando uma mistura de vários tipos de bactérias ou ‘consórcios microbianos’ com capacidades individuais conhecidas e de ação sinérgica. A estratégia de tratamento é sequencial”.
Assim como nas antigas guerras primeiro se alinhava a artilharia, depois carregava a cavalaria e só então atacava a infantaria, na batalha contra o petróleo derramado no solo primeiro entram as bactérias capazes de digerir as moléculas maiores; depois vêm aquelas que pegam os químicos meio transformados e acrescentam mais uma etapa de transformação e assim sucessivamente até chegar a ‘infantaria’ das bactérias e seu poder de reduzir a poluição até chegar, eventualmente, à água mais gás carbônico.
“As bactérias degradam os constituintes do petróleo através de enzimas. Na degradação total, os produtos finais são água e CO2, num processo também chamado de mineralização, o qual é raro”, pondera o pesquisador. O mais comum é a degradação parcial feita por grupos de bactérias especializadas em uma família de componentes químicos presentes no petróleo. Em outras palavras, alguns poluentes podem ser modificados bioquimicamente pelas bactérias, tornando-se “componentes menos perigosos, menos biodisponíveis ou mais facilmente removíveis do local contaminado para um aterro onde se possa continuar com o processo de biorremediação”.
Nos casos mais frequentes, um produto de degradação bacteriano é substrato para outra bactéria do consórcio, que será novamente modificado bioquimicamente e gerará um produto, que também poderá ser utilizado por outro integrante do consórcio… E de modificação em modificação, o ambiente vai ficando mais e mais limpo.
O grupo de pesquisa da UFRN usa a metagenômica para conhecer a diversidade de bactérias que compõem um exército desses. Os diferentes ‘batalhões’ são identificados pelos genes ou sequências de genes de cada bactéria, por meio de biomarcadores moleculares.
O mais interessante é que as bactérias já identificadas também incluem espécies degradadoras de outros poluentes complicados, como metais pesados, enxofre e seus derivados (sulfatos), metano, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs, considerados cancerígenos) e outros hidrocarbonetos, além do petróleo. Ou, nas palavras técnicas de Carlos Blaha: “No bioma Caatinga e no ecossistema mangue, estudados pelo nosso grupo, já detectamos a ocorrência de bactérias alcanotróficas, redutoras de sulfato, oxidoredutoras de metais (incluindo metais pesados), metanogênicas, produtoras de biossurfactantes, degradadoras de HPAs, dentre outras”.
Esses estudos ainda são realizados no microuniverso de laboratório, mas sua aplicação em campo pode revolucionar a biorremediação ambiental. O grupo de pesquisa conta com apoio financeiro do Fundo Setorial do Petróleo e Gás Natural (CT-Petro) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além de bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O grupo de especialistas também estabeleceu, recentemente, uma parceria com o Laboratório de Geoprocessamento da UFRN no âmbito de um projeto financiado pela Petrobras.
Na guerra contra a poluição, portanto, nada de chorar sobre o químico derramado: a melhor estratégia é recorrer à sequência de ataques do consórcio das geobactérias potiguares!
Fotos: Liana John (mangue e caranguejos de mangue)
Marcadores: biorremediação, derramamento de petróleo, Petróleo
Postado por marcuscabral às domingo, maio 20, 2012 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: diarreia, doença celíaca, glúten
Gravuras da genitália feminina podem ser as mais antigas fromas arte em caverna de 37000 anos.
by Michael Balter on 14 May 2012, 3:10 PM | 15 Comments
Eye of the beholder? An engraving of what might be female genitalia (inset) from France's Abri Castanet clocks in at 37,000 years, at least as old as the famous Chauvet Cave.
Postado por marcuscabral às sábado, maio 19, 2012 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: cavernas, forma de arte, pintura rupestre, pinturas

References: Artigo 1
 artigo 3
 artigo 4
 artigo 4
 artigo 5
 artigo 26

Artigo 43

Artigo 61

Artigo 76

Artigo 77