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Timestamp: 2013-06-20 10:17:59+00:00

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CAMINHO DA GRA�A O que � o Caminho?
O Caminho � mais que um lugar ou um clube de iluminados. Trata-se de um movimento de subvers�o do Reino de Deus na Terra. Por esta raz�o, "o Caminho" � feito de gente chamada a assumir seu papel de sal que se dissolve e some para poder salgar; de fermento que se imiscui na massa e desaparece a fim de subverter; de pequena semente que se torna grande e generosa �rvore que a todos acolhe; de Casa do Pai para os filhos Pr�digos e tamb�m para os Irm�os Mais Velhos que se alegrarem com a Gra�a do perd�o; e um ambiente espiritual no qual at� o "administrador infiel" possa se consertar, e, assim, tentar fazer o melhor do que restou.
No Caminho todos s�o irm�os, e ningu�m � juiz do outro. Assim, ajudam-se, mas n�o se esmagam uns aos outros, posto que no Caminho todos caem e levantam, todos se enfraquecem, mas n�o desanimam, todos s�o humanos, e, com humanidade s�o tratados, conforme o Dogma do Amor. Convite � Doce Revolu��o
Artigo 1 - Fica decretado que agora n�o h� mais nenhuma condena��o para quem est� em Jesus, pois o Esp�rito da Vida em Cristo livra o homem de toda culpa para sempre.
Artigo 2 - Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive os s�bados e domingos, carregam consigo o amanhecer do Dia Chamado Hoje, por isso qualquer homem ter� sempre mais valor que as obriga��es de qualquer religi�o.
Artigo 3 - Fica decretado que a partir deste momento haver� videiras, e que seus vinhos podem ser bebidos; olivais, e que com seus azeites todos podem ser ungidos; mangueiras e mangas de todos os tipos, e que com elas todo homem pode se lambuzar.
Par�grafo do Momento:
Todas as flores ser�o de esperan�a, pois todas as cores, inclusive o preto, ser�o cores de esperan�a ante o olhar de quem souber apreciar. Nenhuma cor simbolizar� mais o bem ou o mal, mas apenas seu pr�prio tom, pois o que da� passar estar� sempre no olhar de quem v�.
Artigo 4 - Fica decretado que o homem n�o mais julgar� o homem, e que cada um respeitar� seu pr�ximo como o Rio Negro respeita suas diferen�as com o Solim�es, visto que com ele se encontra para correrem juntos o mesmo curso at� o encontro com o Mar.
Par�grafo que nada p�ra:
O homem dar� liberdade ao homem assim como a �guia d� liberdade ao seu filhote para voar.
Artigo 5 - Fica decretado que os homens est�o livres, e que nunca mais nenhum homem ser� diferente de outro homem por causa de qualquer Causa. Todas as morda�as ser�o transformadas em ataduras para que sejam curadas as feridas provocadas pela tirania do sil�ncio. A alegria do homem ser� o prazer de ser quem � para Aquele que o fez, e para todo aquele a quem encontre em seu caminhar.
Artigo 6 - Fica ordenado, por mais tempo que o tempo possa medir, que todos os povos da Terra ser�o um s� povo, e que todos trar�o as oferendas da Gratid�o para a Pra�a da Nova Jerusal�m.
Artigo 7 � Pelas virtudes da Cruz fica estabelecido que mesmo o mais injusto dos homens que se arrependa de seus maus caminhos ter� acesso � Arvore da Vida, por suas folhas ser� curado, e dela se alimentar� por toda a eternidade.
Artigo 8 � Est� decretado que pela for�a da Ressurrei��o nunca mais nenhum homem apresentar� a Deus a culpa de outro homem, rogando com �dio as b�n��os da maldi��o. Pois todo escrito de d�vidas que havia contra o homem foi rasgado, e assustados para sempre ficaram os acusadores da maldade.
Cada um aprender� a cuidar em paz de seu pr�prio cora��o.
Artigo 9 � Fica permanentemente esclarecido, com a Luz do Sol da Justi�a, que somente Deus sabe o que se passa na alma de um homem. Portanto, cada consci�ncia saiba de si mesma diante de Deus, pois para sempre todas as coisas s�o l�citas, e a sabedoria ser� sempre saber o que conv�m.
Artigo 10 � Fica avisado ao mundo que os �nicos trajes que vestem bem o homem diante de Deus n�o s�o feitos com pano, mas com Sangue; e que os que se vestem com as Roupas do Sangue est�o cobertos mesmo quando andam nus.
Par�grafo certo:
A �nica nudez que ser� castigada ser� a da presun��o daquele que se pensa por si mesmo vestido.
Artigo 11 - Fica para sempre discernido como verdade que nada � belo sem amor, e que o olhar de quem n�o ama jamais enxergar� qualquer beleza em nenhum lugar, nem mesmo no Para�so ou no fundo do Mar.
Artigo 12 � Est� permanentemente decretado o conv�vio entre todos os seres; por isso, nada � feio, nem mesmo fazer amizades com gorilas ou chamar de "minha amiga" a sucuri dos igap�s. At� a "comigo-ningu�m-pode" est� liberta para ser somente a bela planta que �.
Par�grafo da vida:
Uma �nica coisa est� para sempre proibida: tentar ser quem n�o se �.
Artigo 13 - Fica ordenado que nunca mais se oferecer� nenhuma Gra�a em troca de nada, e que o dinheiro perder� qualquer import�ncia nos cultos do homem. Os gazofil�cios se transformar�o em ba�s de boas recorda��es, e todo dinheiro em circula��o ser� passado com tanta leveza e bondade que a m�o esquerda n�o ficar� sabendo o que a direita fez com ele.
Artigo 14 � Fica estabelecido que todo aquele que mentir em nome de Deus vomitar� suas pr�prias mentiras e delas se alimentar� como o camelo, at� que decida apenas glorificar a Deus com a verdade do cora��o.
Artigo 15 � Nunca mais ningu�m usar� a frase "Deus pensa que...", pois, de uma vez e para sempre, est� estabelecido que o homem n�o sabe o que Deus pensa.
Artigo 16 - Estabelecido est� que a Palavra de Deus n�o pode ser nem comprada e nem vendida, pois cada um aprender� que a Palavra � livre como o Vento e poderosa como o Mar.
Artigo 17 � Permite-se para sempre que onde quer que dois ou tr�s invoquem o Nome em harmonia, nesse lugar nas�a uma Catedral, mesmo que esteja coberta pelas folhas de um bananal.
Artigo 18 - Fica proibido o uso do Nome de Jesus por qualquer homem que o fa�a para exercer poder sobre seu pr�ximo, e estabelecido que melhor que a insinceridade � o sil�ncio. Daqui para frente, nenhum homem dir� "O Senhor me falou para dizer isto a ti", pois Deus mesmo falar� � consci�ncia de cada um. Todos os homens e mulheres que cr�em ser�o iguais, e ningu�m jamais demandar� do pr�ximo submiss�o, mas apenas reconhecer� o seu direito de livremente ser e amar.
Artigo 19 � Fica permitido o del�rio dos profetas, e todas as utopias est�o agora institu�das como a mais pura realidade.
Artigo 20 - Am�m!
Caio e tantos quantos creiam que uma revolu��o n�o precisa ser sem poesia.

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 14

Artigo 15

Artigo 16

Artigo 17

Artigo 18

Artigo 19

Artigo 20