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Timestamp: 2017-01-19 04:31:53+00:00

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MESTRADO PROFISSIONAL EM PRÁTICAS TRANSCULTURAIS
Artigo 1º - O Programa de Pós-Graduação da FACVEST tem como meta a formação de profissionais de alto nível e também de docentes destinados ao mercado de trabalho englobando todos os níveis da educação brasileira. § 1º - A Pós-Graduação outorgará ao concluinte diploma de Mestrado Interdisciplinar em Ciências Humanas na área de concentração denominada Práticas da linguagem e da cultura.
Artigo 2º - Para inscrição no Programa de Pós-Graduação, o candidato deverá ter diploma de curso superior, em nível de Tecnólogo, Bacharelado ou de Licenciatura nas áreas de Ciências Humanas, Letras ou Aplicadas ou em áreas afins.
Artigo 3º - No ato da inscrição, os candidatos deverão entregar a documentação que segue: Ficha de inscrição.
Três vias do pré-projeto de pesquisa vinculado a uma das linhas de pesquisa.
Diploma de graduação (fotocópia autenticada). no caso de Diploma expedido por Instituições estrangeiras, deverá estar reconhecido e revalidado pelo MEC.
Histórico escolar de graduação (fotocópia autenticada).
Três vias do curriculum vitae (formato lattes).
Carteira de identidade e CPF (fotocópias autenticadas).
Fotocópia autenticada do comprovante do Serviço Militar (brasileiros natos ou naturalizados do sexo masculino).
Fotocópia autenticada do Certificado de Especialização, se houver.
Declaração de dedicação de pelo menos 20 horas semanais ao Mestrado.
§ 1° - O exame e a classificação dos pré-projetos terão caráter classificatório e eliminatório.
Vinculação do pré-projeto às linhas de pesquisa.
Validade e qualidade da formulação do projeto.
Prova de proficiência em uma língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês).
Entrevista sobre assuntos pertinentes ao currículo e ao pré-projeto.
§ 2º - A correção da prova de proficiência em língua estrangeira atribuirá o conceito “suficiente” ou “insuficiente”.
§ 3º - O candidato considerado insuficiente na prova de língua estrangeira e aprovado nas demais etapas do processo seletivo poderá ser admitido a critério da Comissão de Seleção. Contudo, a permanência do aluno no Programa estará condicionada à comprovação de proficiência realizada no prazo máximo de 6 (seis) meses após o início do Curso como aluno regular. § 4º - Candidatos estrangeiros, cuja língua materna não seja o português, deverão realizar a prova de proficiência em língua portuguesa.
Artigo 5º - Terá direito à matrícula o candidato classificado no processo de seleção, sempre se respeitando o número de vagas ofertadas. § 1º A rematrícula no Programa é semestral, mesmo após a conclusão das disciplinas, e será efetuada segundo datas fixadas pela Secretaria do PPG, atendendo-se ao calendário escolar estabelecido pela FACVEST.
§ 3º O cancelamento de matrícula em disciplina poderá ser realizado em até 30 (trinta) dias depois do início do semestre.
§ 4º O aluno desligado pelo não cumprimento dos prazos para o exame de qualificação e/ou para a defesa do trabalho final poderá reingressar no Programa submetendo-se a novo processo seletivo. Nesse caso, o aluno será enquadrado no programa do curso vigente e terá mais dois anos para concluir o Programa, podendo solicitar o aproveitamento de créditos das disciplinas cursadas, caso o reingresso ocorra no primeiro processo de seleção realizado depois de transcorridos 30 (trinta) meses de seu primeiro ingresso no curso.
§ 4º Para os reingressos que ocorrerem fora do período estipulado no parágrafo anterior, o aluno terá mais dois anos para concluir o Programa, mas poderá aproveitar apenas 50% (cinquenta por cento) dos créditos das disciplinas cursadas.
§ 5º Em qualquer caso de reingresso, o aluno deverá apresentar comprovação de mais uma apresentação de trabalho em eventos da área do Curso (totalizando três apresentações, desde o primeiro ingresso no Curso) e da publicação integral de mais um artigo científico (totalizando três publicações, desde o primeiro ingresso no Curso), sobre tema relacionado às disciplinas do Curso, em anais ou em revistas indexadas (eletrônicas ou impressas).
Artigo 7º - Após cursar o 1° (primeiro) semestre, poderá ser concedido ao mestrando o trancamento da matrícula, para obter prorrogação dos prazos de qualificação ou defesa. O pedido deverá ser documentado, indicando o motivo que impede o aluno de dar continuidade aos estudos. São necessários o consentimento do orientador e a anuência da Coordenação.
Admitido como aluno regular no Programa de Pós-Graduação, o aluno poderá aproveitar os créditos de até duas disciplinas cursadas.
Artigo 10º - O Mestrado consiste em um elenco de disciplinas eletivas de modo a flexibilizar a estrutura do Curso e atender às peculiaridades de cada projeto a ser desenvolvido. § 1º - Os candidatos ao Mestrado deverão integralizar 58 (cinquenta e oito) créditos.
§ 2º - O mestrando deverá integralizar 24 (vinte e quatro) créditos em disciplinas teóricas de caráter eletivo.
§ 3º - A qualificação do trabalho final equivalerá a 12 (doze) créditos.
§ 4º - A defesa do trabalho final equivalerá a 18 (dezoito) créditos.
§ 5º - Serão computados 4 (quatro) créditos para o aluno que apresentar documentos comprobatórios da apresentação oral de 2 (dois) trabalhos científicos diferentes, em eventos relacionados à área do Curso, e da publicação integral de 2 (dois) artigos científicos distintos, sobre temas relacionados às disciplinas do Curso, em anais ou em revistas indexadas (eletrônicas ou impressas). As apresentações orais e as publicações devem ocorrer ao longo do Mestrado e não é necessário que os textos publicados estejam vinculados às comunicações. § 6º - A integralização dos créditos nas diferentes atividades deverá ocorrer até, no máximo, 2 (dois) meses depois da defesa do trabalho final.
§ 7º - Créditos obtidos em disciplinas isoladas em Programas de Pós-Graduação recomendados poderão ser reconhecidos, desde que o plano de ensino seja julgado equivalente e o número de créditos seja compatível. O Programa reconhecerá 6 (seis) créditos, no máximo. § 8º - Os professores deverão atribuir conceitos ao desempenho dos alunos no final de cada disciplina, sendo: A correspondente a valores variáveis entre 9,0 (nove) e 10,0 (dez);
Artigo 11 - Os prazos mínimos e máximos para a conclusão do Programa de Mestrado serão de 12 (doze) e 24 (vinte e quatro) meses, respectivamente, quando não for solicitado trancamento.
Artigo 12 - Antes da defesa do trabalho final, o aluno deverá submeter-se à qualificação de seu trabalho de pesquisa. § 1º - A banca de qualificação será composta pelo orientador, por 1 (um) docente do Programa e 1 (um) convidado externo.
§ 2º - A qualificação do projeto de Mestrado deverá ser realizada a partir do 3° (terceiro) semestre do Curso. § 3º - Será considerado apto o candidato que obtiver o conceito "aprovado". § 4º - O candidato não aprovado terá um prazo máximo de 60 (sessenta) dias para submeter-se a nova qualificação.
DO TRABALHO FINAL DE MESTRADO
Artigo 13 - Além das outras atividades necessárias para obtenção do título de mestre, será exigida a aprovação em defesa pública do trabalho final.
§ 1º - É considerado trabalho final a confecção de texto que demonstre domínio crítico em pesquisa e revele capacidade de pesquisa em sua elaboração sobre tema conexo a uma das linhas de pesquisa do Programa. § 2º É considerado trabalho final a publicação de artigo completo em veículo classificado no webqualis da área sobre tema conexo a uma das linhas de pesquisa do Programa. § 3º É considerado trabalho final o desenvolvimento de projeto acompanhado de produto (tais como material didático, objetos educacionais digitais – OED -, desenvolvimento de protótipo de produtos e/ou sistemas e/ou serviços aplicados à educação) cujo tema seja conexo a uma das linhas de pesquisa do Programa. § 4º - Sob a presidência do orientador, o trabalho final será submetido a uma banca examinadora composta por 3 (três) doutores, um dos quais não pertencente ao corpo docente do Programa. § 5º - A análise do trabalho final será o principal critério para a banca examinadora decidir se o aluno está apto ou não ao título de mestre.
Artigo 14 - O corpo docente será constituído por professores com doutorado. § 1º - Professor permanente com 30 ou 40 horas. O docente neste regime constitui o núcleo do Programa e deve participar de maneira ativa das atividades de ensino, pesquisa e orientação. § 2º - Professor colaborador. O docente nesta categoria deve atender ao que dispõe o artigo 4º da portaria 191, de 04 de outubro de 2011: “Art. 4º Integram a categoria de docentes colaboradores os demais membros do corpo docente do programa que não atendam a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes ou como visitantes, mas participem de forma sistemática do desenvolvimento de projetos de pesquisa ou atividades de ensino ou extensão e/ou da orientação de estudantes, independentemente do fato de possuírem ou não vínculo com a instituição. § 1o O desempenho de atividades esporádicas como conferencista, membro de banca de exame ou coautor de trabalhos não caracteriza um profissional como integrante do corpo docente do programa, não podendo, pois, o mesmo ser enquadrado como docente colaborador”.
§ 4º - Outros. O docente nesta categoria participa de forma esporádica junto ao Programa, quando convidado a integrar bancas de qualificação/defesa do trabalho final ou a ofertar atividades de extensão universitária, como palestras, conferências, oficinas, dentre outras atividades. § 5º - O credenciamento dos docentes junto ao Programa de Mestrado será realizado pelo Colegiado do Curso.
§ 6º Para ser credenciado, o professor deverá possuir título de doutor em Letras ou áreas correlatas aos projetos e linhas de pesquisa do Programa; curriculum vitae com publicações nos últimos 3 (três) anos e pontuação compatível com os critérios da Capes; projeto de pesquisa vinculado a uma das linhas de pesquisa do Programa.
Artigo 15 – Sobre os orientadores. § 1º - Os orientadores serão designados no 2° (segundo) semestre do Curso, conforme oferta de vagas. § 2º Caso o orientador escolhido pelo aluno não possa assumir a orientação, caberá ao Colegiado do Curso indicar esse orientador, de acordo com a natureza do projeto de pesquisa do candidato, entre os professores que dispuserem de vagas.
§ 4º - Cada orientador não poderá ter mais de 5 (cinco) orientandos, levando-se em conta todos os Programas nos quais estiver credenciado.
§ 5º - Nos casos previstos no Termo de Orientação, poderá haver mudança de orientador, por solicitação deste ou do orientando, mediante aceitação de novo orientador, devidamente aprovado pela Coordenação.
§ 6º - O professor orientador ou o aluno poderá solicitar um ou mais coorientadores.
Artigo 16 - O Coordenador e o Vice-Coordenador serão escolhidos dentre os professores do Programa e nomeados pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação. Parágrafo único - O Colegiado do Curso será formado pelo Coordenador, Vice-Coordenador e por 2 (dois) professores representantes das diferentes linhas de pesquisa do Curso.
Artigo 17 - Os casos omissos neste regimento serão solucionados pela Coordenação do Mestrado em conjunto com o Colegiado do Curso, respeitadas as disposições da legislação superior vigente.
REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA DE PÓS-GRADUANDO FACVEST
Art. 1º O pós-graduando em estágio de docência é um aluno bolsista, regularmente matriculado em curso de Mestrado da FACVEST, que, no exercício de suas atribuições como estagiário docente, tem a oportunidade para sua formação em docência dos cursos de graduação. § 1º - O estágio de docência é obrigatório para os bolsistas do Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Superior Particulares - PROSUP/CAPES. § 2º - O aluno não bolsista regularmente matriculado em curso de Mestrado da FACVEST poderá realizar o estágio de docência mediante indicação ou exigência do orientador e respectiva homologação da Coordenação do Programa de Pós-Graduação.
§ 1º - O aluno deverá estar com a matrícula regularizada no curso de pós-graduação. § 2º - O requerimento deverá ser preenchido sob a supervisão do orientador, devendo conter plano de disciplina, atividades docentes que serão desenvolvidas e carga horária da disciplina. Art. 3º - O aluno em estágio será supervisionado pelo orientador. § 1º - O estágio deverá realizar-se ao longo de um semestre. § 2º - Será exigido um número mínimo de 50% da carga horária da disciplina, considerando-se a colaboração do estagiário em atividades teóricas e/ou práticas e/ou atividades complementares de pesquisa. § 3º - O estágio sempre ocorrerá em dias alternados às atividades previstas pelo Programa de Mestrado. § 4º - O estágio contará 02 (dois) créditos para o aluno devendo ser registrado com avaliação no histórico escolar do bolsista. § 5º – Admitir-se-á a realização do estágio de docência na rede pública do ensino médio, conforme determinação da CAPES. Artigo 4º - Este regulamento entrará em vigor na data de sua publicação.

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 5

Artigo 7

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 14
 artigo 4

Artigo 15

Artigo 16

Artigo 17
 Artigo 4