Source: https://rondoniadagente.com.br/cem-milhoes-foi-o-preco-da-nova-casa-do-povo/
Timestamp: 2019-10-14 00:03:44+00:00

Document:
100 milhões! foi o preço da nova "casa do povo" - Rondônia da Gente
100 milhões! foi o preço da nova “casa do povo”
Senhor deputado, você é digno desta mesa diretora?
já diz o velho provérbio:
” Diga-me com quem andas, que eu te direi quem és!”
https://rondoniadagente.com/deputado-laerte-gomes-a-indignacao-encenada-em-pulpito-revela-seu-mau-caratismo-deslavado/
Jair Monte, que foi preso preventivamente no dia 14 de dezembro pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil de Rondônia, em virtude de condenação por integrar uma quadrilha que atuava com estelionato, envolvimento com tráfico de drogas e falsificação de documentos, faz parte do grupo do deputado Laerte Gomes que almeja a presidência da ALE.
O deputado Jair, ainda é alvo de uma representação interposta pelo Ministério Público Eleitoral onde é acusado de gastos ilícitos e falsidade ideológica em sua campanha eleitoral de 2018. O julgamento da ação pode levar a cassação do diploma do candidato… aguardemos!!
Na época, a operação cumpriu 229 medidas cautelares, entre mandados de busca e apreensão, prisões preventivas e indisponibilidade de bens, gerando ao todo 54 prisões de vereadores, deputados, empresários e funcionários fantasmas
As prisões do deputado eleito Jair Monte (PTC) e Fernando Braga Serrão, o Fernando da Gata, são fruto de uma sentença com 520 páginas prolatada pelo juiz de Direito Glodner Luiz Pauletto, da 1ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho.
Os autos dizem respeito à conhecida Operação Apocalipse, que tomou corpo em 2013 à época de sua deflagração pela Polícia Civil (PC/RO). Ao todo, 50 réus foram denunciados pelo Ministério Público (MP/RO).
De acordo com o magistrado, foram cometidos pelo menos 316 crimes de estelionato com prejuízos avaliados em quase R$ 7,5 milhões. Jair Montes, entretanto, foi sentenciado a 17 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de estelionato, associação para o tráfico e formação de quadrilha ou bando. Ele foi absolvido dos crimes de violação de sigilo funcional.
Referente ao réu JAIR DE FIGUEIREDO MONTE:
Condená-lo pela prática dos 13 (treze) crimes de estelionato, tipificado artigo 171, caput, do Código Penal, na forma do artigo 69 do Código Penal, a pena privativa de liberdade de 13 (treze) anos de reclusão e pagamento de 650 (seiscentos e cinquenta) dias-multa, valorados no mínimo legal. Condená-lo pela prática do crime de associação para o tráfico, tipificado artigo 35, caput, da lei n. 11.343/2006, a pena privativa de liberdade de 03 (três) anos de reclusão, além do pagamento de 700 (setecentos) dias-multa, valorados no mínimo legal. Condená-lo pela prática do crime de quadrilha ou bando, tipificado artigo 288, caput, do Código Penal, conforme redação anterior à alteração pela lei 12.850/2013, a pena privativa de liberdade de 01 (um) anos e 06 (seis) meses de reclusão. Absolvê-lo dos crimes de violação de sigilo funcional, tipificados no artigo 325 do Código Penal, com fundamento no artigo 386, inciso VII, do Código de Processo Penal. Reconheço o concurso material, previsto no art. 69, do CP, para unificar as penas, resultando em 17 (dezessete) anos e 06 (seis) meses de reclusão e pagamento de 1.350 (mil trezentos e cinquenta) dias-multa, cujo pagamento deverá ser feito em10 dias do trânsito em julgado, sob pena de inscrição em dívida ativa. Em consonância com o disposto pelo artigo 33, § 2º, alínea “a”, do CP, o condenado deverá iniciar o cumprimento de sua pena de reclusão em regime fechado. III.
Segundo nossa fonte, se eleito presidente da Assembléia, Laerte Gomes, pretende nomear como PRESIDENTE da Comissão de Constituição e Justiça, essa pessoa que responde pelo nome de JAIR MONTES!
Oras, Como pode um condenado presidir a CCJ? Para quem não sabe, a CCJ possui como competência a apreciação de todos os projetos que tramitam na Assembléia Legislativa, antes que eles sejam votados em plenário. A comissão avalia o aspecto legal e jurídico das proposições.
É o poste mijando no cachorro – Para não usar palavras mais chulas neste texto!! Ou seja, uma total inversão de valores…
Voltando ao grupinho e Laerte Gomes, encontramos Ezequiel Neiva, outro deputado que conta com uma extensa lista de mal feitos.
Em Março de 2018, a juíza de Direito Inês Moreira da Costa, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Velho, deferiu o pedido liminar solicitado pelo Ministério Público (MP/RO) e bloqueou os bens móveis, imóveis e semoventes do ex-diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/RO) no valor de R$ 18, 5 milhões e demais réus no denominado “Escândalo da ponte”.
Denunciado oficialmente pelo promotor de Justiça Geraldo Henrique Ramos que, entre os réus, visa responsabilizar o ex-diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/RO) Ezequiel Neiva pela suposta participação na “trama ardilosa para roubar dinheiro público”.
O famigerado escândalo da ponte de Ji-Paraná foi denunciado pelo promotor Geraldo Henrique Ramos. Diversas pessoas são acusadas de agir em conluio para desviar R$ 30 milhões dos cofres públicos do Estado de Rondônia.
Além de Ezequiel Neiva, ex-diretor-geral do DER/RO, Ramos responsabiliza outros sete réus pelos desvios travados à distância dos olhos dos fiscais da lei.
São eles: Luciano José da Silva, procurador autárquico do DER/RO; Reinaldo Roberto dos Santos, que ocupa o mesmo cargo no departamento; Construtora Ouro Verde; Luiz Carlos Gonçalves da Silva, proprietário da empresa; Câmara de Mediação e Arbitragem de Ji-Paraná (Camaji); Juliana Miyachi, sócia-administradora da Camaji; Maria Aparecida Pires da Silva, sócia cotista da Camaji e o próprio Estado de Rondônia.
Confúcio Moura/Ezequiel Neiva
Alex Redano, integrante desta trupe, também concorre à presidência da ALE no segundo Biênio. Contudo, Redano em 2012, então vereador em Ariquemes, respondeu por abuso do poder econômico, em virtude de alocação de recursos financeiros do orçamento municipal para Associação Beneficente que leva seu nome. Ele foi então condenado à inelegibilidade pelo prazo de oito anos, além de cassação do diploma de vereador, com fundamento no artigo 22, inciso XIV, da Lei Complementar nº 64/90.
Porém, a cassação do mandato de vereador do município de Ariquemes perdeu o objeto com sua renúncia para tomar posse no cargo de deputado estadual, o qual foi eleito em 2014, apesar disso, restou à sanção de inelegibilidade superveniente por oito anos…. porém, não isso que vimos atualmente! Redano continua solto e usufruindo de seu mandato de deputado. Seu intuito é tumultuar a gestão do governador eleito Coronel Marcos Rocha!
Ponte sobre o Rio Machado
Sabe-se que a eleição para a Presidência e Mesa Diretora da Assembleia interessa sim qualquer governo. São poderes independentes, porém um complementa o outro, e uma Assembleia dominada pela oposição, é a causa de danos graves a um governante e a uma administração, já vivemos recentemente essa situação com o então eleito, irmão Walter Araújo no início do governo Confúcio Moura!
“O professor", a tornozeleira e o eterno aprendiz...

References: artigo 171
 artigo 69
 artigo 35
 artigo 288
 artigo 325
 artigo 386
 artigo 33
 artigo 22