Source: http://salteiro.blogspot.com/2013/
Timestamp: 2019-01-23 11:03:19+00:00

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Ilídio Salteiro: 2013
Ana do Souto Vasques - Ciberanima Project - Virtual Exibition
Ana do Souto Vasques, 2010.
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Retratos Fictícios de Keith Cottingham
Keith Cottingham, Single, Twins and Triplets, 1992.
Pintura digital, dimensões várias
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Dora Garcia, The Tunnel People, 2000
«....O enorme e profundo impacto exercido fundamentalmente pelas tecnologias da informação e comunicação em estreita relação com os dispositivos tecnológicos de matriz digital, que procuram mimetizar ciberneticamente a plasticidade do pensamento humano, acabaram por instaurar uma dimensão cujo axis mundi é o computador entendido como extensão cerebral indispensável e imprescindível à escala do indivíduo, dispositivos esses que interagem à escala planetária, interferindo com todas as actividades humanas e sem os quais não se pode existir. Percebemos que teremos de lidar e coexistir com máquinas que representam formas de domínio draconiano de mega empresas que estão a privatizar as tecnologias intelectuais humanas capazes de modelar, no presente, as mentes humanas mas que futuramente arquitectarão organismos patenteados e com um limite de duração devidamente calculado. ..» (Hugo Ferrão)
Hugo Ferrão, Citor - Novas ideias e conceitos paratecno-imaginário da cibercultura.
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Uma proposta mitodológica
O Livro Vermelho de Carl Jung, 55ª Bienal de Veneza, 2013
Comunicação e imaginário - uma proposta mitodológica
A relação com o real é discussão estratégica no campo da Comunicação. Dada a importância cada vez mais reconhecida do imaginário na construção de realidades, este artigo propõe uma metodologia de estudo de imagens simbólicas específica para a Comunicação, área na qual o imaginário, apesar de não ser ignorado, não é estudado empiricamente. Recenseiam-se as questões lexicais e heurísticas ligadas ao termo imaginário, bem como algumas noções-chave provenientes dos Estudos do Imaginário, a saber a de imaginação material, sincronicidade, arquétipo, illud tempus e mito. Busca-se na Teoria Geral do Imaginário de Gilbert Durand a mitodologia como proposta para a pesquisa em Comunicação, exemplificando sua aplicação.
Ler artigo aqui...
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Ícone 5, 2008. Óleo sobre tela, 30 cm x 30 cm.
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Ícone 8, 2008. Óleo sobre tela, 30 cm x 30 cm.
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Ícone 11
Ícone 11, 2008. Óleo sobre tela, 30 cm x 30 cm
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O centro do mundo é o museu da memória.
O centro do mundo é o mapa do lugar.
O centro do mundo é o ícone da humanidade.
O centro do mundo é o stress das dinâmicas.
(I. Salt, O Centro do Mundo, 2013)
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Uma ilha / Um museu, 2007.
4 Óleos sobre tela instalados na sala D. José I
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A montanha, a ponte e a casa (lugar, percurso, memória)
oferecido a Rosana Almendares - projeto Mil Mãos
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Stress / Construções inauditas ou coisas para bricar enquanto o tempo passa, 2013.
Instalação na sala D. João V do Museu Militar de Lisboa
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Edson Chagas, fotos de Luanda empilhadas numa sala de um palácio veneziano, 2013
Pavilhão de Angola, Bienal de Veneza
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Ilidio Salteiro, Mapa USA / Mexico, 2013. Óleo sobre papel, 150 cm x 200 cm
Muitos agradecimentos à Maria Teresa Fernandez e Ana Teresa
Photo: Maria Tereza Fernandez
Ana Teresa Fernandez, Borrando la Barda: Erasing the Border, 2010.
© 2010 Ana Teresa Fernandez All rights reserved
Design & development by Hugo Baeta
Fernandezhttp://anateresafernandez.com/borrando-la-barda-tijuana-mexico/borrando05/
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O Centro do Mundo, 2013. Caves manuelinas do Museu Militar de Lisboa.
Pela Humanidade e pela perenidade.
Pela plataforma continental.
O mundo não é geocêntrico! Nem heliocêntrico! É deambulante.
Contra a globalização cultural e o culto centralista do pensamento provinciano.
A recusa do conceito de periferia e a escolha da auto-estima. O centro do mundo é aqui!
A arte pela arte, para quem? A arte é muito mais do que isso.
i.s. – 15jun2013
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O Centro do Mundo / Stress / Sala das Lutas Liberais / Retrato facebook
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Artigo 1.º Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. Artigo 2.º Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania. Artigo 3.º Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Artigo 4.º Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos. Artigo 5.º Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. Artigo 6.º Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento em todos os lugares da sua personalidade jurídica. Artigo 7.º Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação. Artigo 8.º Toda a pessoa tem direito a recurso efetivo para as jurisdições nacionais competentes contra os atos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei. Artigo 9.º Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado. Artigo 10.º Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida. Artigo 11.º 1. Toda a pessoa acusada de um ato delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas. 2. Ninguém será condenado por ações ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam ato delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o ato delituoso foi cometido. Artigo 12.º Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a proteção da lei. Artigo 13.º 1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado. 2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país. Artigo 14.º 1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países. 2. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por atividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas. Artigo 15.º 1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade. 2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade. Artigo 16.º 1. A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais. 2. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos. 3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta e do Estado. Artigo 17.º 1. Toda a pessoa, individual ou coletivamente, tem direito à propriedade. 2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade. Artigo 18.º Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos. Artigo 19.º Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão. Artigo 20.º 1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas. 2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação. Artigo 21.º 1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direção dos negócios públicos do seu país, quer diretamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos. 2. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país. 3. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos; e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto. Artigo 22.º Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos económicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país. Artigo 23.º 1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à proteção contra o desemprego. 2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual. 3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de proteção social. 4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para a defesa dos seus interesses. Artigo 24.º Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas. Artigo 25.º 1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade. 2 A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma proteção social. Artigo 26.º 1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional deve ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito. 2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das atividades das Nações Unidas para a manutenção da paz. 3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos. Artigo 27.º 1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam. 2. Todos têm direito à proteção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria. Artigo 28.º Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efetivos os direitos e as liberdades enunciados na presente Declaração. Artigo 29.º 1. O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade. 2. No exercício destes direitos e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática. 3. Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente aos fins e aos princípios das Nações Unidas. Artigo 30.º Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver para qualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma atividade ou de praticar algum ato destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10-12-1948.
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Vista geral das Caves Manuelina onde se expõem «ícones», 2007-2013.
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Uma princesa precisa sempre de um reino, 2013
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Mapas na Sala da Grande Guerra, Museu Militar de Lisboa, 2013
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MUSEU - como centro do mundo
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Uma afirmação e quatro pensamentos
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Uma vista da sala Vasco da Gama, durante a inauguração da exposição «O Centro do Mundo» no Museu Militar de Lisboa em 17 de Maio de 2013. Fotografia de Miguel Proença.
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O Centro do Mundo, Museu Militar de Lisboa, 17 de Maio, às 18 horas
Estou a convidá-los a fazerem uma visita a uma exposição, por três motivos:
I - Pela vossa presença.
II – Pela visita ao Museu Militar de Lisboa. Uma “memória” de Portugal.
III - Pela nomeação deste lugar como Centro do Mundo até 30 de setembro de 2013.
A inauguração será dia 17 de Maio às 18 horas.
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Военный музей Лиссабона, 17 мая по 30 сентября
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Il Centro del Mondo è qui!
Museo Militare di Lisbona, 17 maggio - 30 Settembre
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The Centre of the World is Here
Military Museum of Lisbon, 17 May to 30 September
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Le Centre du Monde est ici!
Musée militaire de Lisbonne, le 17 mai to 30 Septembre
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Das Zentrum der Welt ist hier!
Military Museum von Lissabon, 17. MAI - 30. September
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El centro del mundo es aquí!
Museo Militar de Lisboa, 17 mayo a 30 septiembre
Museu Militar de Lisboa, 17 maio - 30 setembro
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Transcrições I, 2011
Duração 00.01.28
Transcrições I surge na sequência de uma recolha sonora. Consiste num núcleo de gravações sonoras de ped­intes a proferirem repetitivamente as suas súplicas.
Dessas mesmas gravações foi feita uma transcrição/interpretação da linguagem falada para uma musical, rit­mada, tendo em conta a prosódia da língua portuguesa.
A peça foi posteriormente interpretada
Lea Managil nasceu em 1991, em Lisboa. Estuda na Faculdade Belas Artes de Lisboa e na Escola de Música do Conservatório Nacional. O seu trabalho explora a relação híbrida da música com diferentes linguagens, passando também pela instalação, a experimentação sonora e a pintura.
Exposições/Projetos Coletivos
Junho de 2011 - AAA, Abertura dos Ateliers Abertos, Associação Castelo D’If, Faculdade de Belas Artes de Lisboa
Outubro de 2011 - G.A.B-A Galerias Abertas das Belas Artes, Lisboa
Março de 2012 - 96 Horas, Exposição colectiva, Lisboa
- G.A.B-A, Galerias Abertas das Belas Artes, Lisboa
Outubro de 2012 - AAA, Abertura dos Ateliers Abertos, Associação Castelo D’If, Faculdade de Belas-Artes de Lisboa
Novembro de 2012 - Venus <3 Adonis, de André Godinho e Paula Garcia, Centro Cultural de Belém, Lisboa
Novembro de 2012 - Pré-Reforma, Faculdade Belas Artes de Lisboa
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O seu trabalho incide sobre a prática do Desenho, Pintura e Gravura. No desenho a artista procura explorar a utilização da linha enquanto elemento estrutural de toda a composição. A linha é trabalhada como se de uma ponta-seca ou água-forte se tratasse, transportando o espectador para o vasto universo da gravura. A ligação do desenho e da gravura é transversal a todo o trabalho da artista, que procura estabelecer paralelos entre ambas as práticas artísticas. Na gravura, encontramos composições centradas na questão do mundo natural, nas formas e motivos naturalistas, caracterizadas por fortes contrastes, jogos entre cheios e vazios, que resultam em múltiplas orientações quer estéticas como iconográficas.
Actualmente encontra-se a trabalhar em atelier próprio na zona de São Bento - Lisboa. Paralelamente lecciona as aulas de Artes Plásticas no Liceu Francês e na Escola de Belas Artes Pedro Serrenho em Lisboa, no Atelier de Pintura de Corroios e no seu atelier - Atelier de São Bento - artes visuais e gráficas. Mestrado e Licenciatura em Pintura, com especialização nas áreas da gravura e cerâmica, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Expõe regularmente Pintura, Desenho e Gravura, tendo já obtido, alguns prémios e menções honrosas.
www.ginamartins.com www.ginamartins.blogspot.com gina.arte@gmail.com
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Frederico Mesquita nasceu em 1991, em Lisboa. Atualmente frequenta o quarto ano do curso de Pintura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. O seu trabalho no âmbito das artes plásticas aborda as questões da autoria num jogo de verdadeiro e falso. Usa muitas vezes identidades alheias, reais ou fictícias, fazendo-se passar por elas.
As suas peças são sobretudo auto-referenciais, numa tarefa de constante auto-análise que procura a justificação para o seu próprio trabalho.
Sobre a peça a apresentar no ISEG a partir de 22 de março:
A peça em exposição simula, a propósito do título “Encontros, próximos” uma carta que a curadora Anabela Mota enviara a Frederico Mesquita, a propósito do convite que lhe fizera para participar na exposição. A carta, na qual a curadora pede ao autor que faça justiça ao título da exposição, acaba ela-própria por ser a forma de aceder ao pedido.
Título: Encontros, próximos: Carta da Curadora
Publicada por Salteiro em 23:33:00 No comments:
Joana Rainha, “Que as coisas sejam realmente o que parecem ser”, 2013
Eu nasci da minha mãe. E pouco mais há que saber.
O meu trabalho é maioritariamente auto-refectivo e por vezes assume a posição de experiência.
Pretende provar a sua razão. Nos últimos meses tenho vindo a desenvolver pequenos
projetos cuja referência comum é o dinheiro, como objecto e como culto, como impulsor de mercadoria.
A pintura, nalguns casos, surge como base e não como objecto-pintura.
A minha relação com a pintura só a mim me diz respeito; aquilo que eu mostro diz respeito a toda a gente.
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série de 6 gravuras
água-tinta sobre papel, várias dimensões
o caminho é sempre igual.
e a cada instante de dissipa.
na paisagem, o luminoso apelo. sereno.
torna próximo o meu olhar.
Coimbra, 1980. Licenciada em Piano pela Escola Superior de Música de Lisboa, aperfeiçoou os seus conhecimentos com o pianista Lazar Berman na Accademia Europea di Música em Milão, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Durante esse período obteve diversos prémios, de entre os quais se destaca o primeiro lugar na 17.ª edição do Prémio Jovens Músicos, que a levou a apresentar-se como solista com a Orquestra Gulbenkian. Ao longo do seu percurso artístico actuou em diversos palcos nacionais e internacionais, e efectuou digressões que a levaram a Nova Iorque, Washington, Madrid, Índia, Itália, Indonésia, Bélgica e Áustria. Frequenta o último ano da Licenciatura em Desenho na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Em 2012 participou na exposição colectiva 12x12 na Galeria Travessa em Lisboa.
Publicada por Salteiro em 23:19:00 No comments:
Na minha terra a gente tem medo do escuro e do que os outros pensam.
Do quanto os outro vão crescendo e atenuam na terra
Do quanto alguns ficam, em preto, quase pó
De mascara preta.
Transformam-se numa linha,
A linha que percorrem no seu dia-a-dia.
A linha que tanto são fiéis que não desencontram, que não excluem.
Uns existem, outros apenas passam.
Outros estão sem vontade de ser.
É o limitado e o pequeno espaço desse mesmo sítio, em paralelo com a sua intemporalidade e marcas que deixa num local.
O preto do luto, o preto do tempo nulo e não recuperado, do tempo morto à escuridão.
Publicada por Salteiro em 23:25:00 No comments:
Ana do Souto Vasques - Ciberanima Project - Virtua...
O Centro do Mundo, Museu Militar de Lisboa, 17 de ...

References: Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 7
 Artigo 8
 Artigo 9
 Artigo 10
 Artigo 11
 Artigo 12
 Artigo 13
 Artigo 14
 Artigo 15
 Artigo 16
 Artigo 17
 Artigo 18
 Artigo 19
 Artigo 20
 Artigo 21
 Artigo 22
 Artigo 23
 Artigo 24
 Artigo 25
 Artigo 26
 Artigo 27
 Artigo 28
 Artigo 29
 Artigo 30