Source: https://vdocuments.site/artigo-de-divulgao-em-um-artigo-de-divulgacao-o-formato-textual-da-apresentacao.html
Timestamp: 2020-06-06 22:08:09+00:00

Document:
Artigo de divulgao - ?· Em um artigo de divulgação, o formato textual da apresentação seqüencial… - [PDF Document]
artigo de divulgao - ?· em um artigo de divulgação, o formato textual da apresentação...
Artigo de divulgao - ?· Em um artigo de divulgação, o formato textual da apresentação seqüencial…
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC PR-REITORIA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO PROPED Centro de Artes Departamento de Msica
Relatrio Final da Pesquisa: Som de Classe: desenvolvimento de rotinas de gravao e edio de udio digital para o professor de msica
Incio: 01 de Agosto de 2002 | trmino: 31 de Julho de 2004 Artigo de divulgao / Agosto de 2004
Som de classe: a apropriao autoral nas etapas da produo em udio digital pelo professor de msica Autores: Srgio Paulo Ribeiro de Freitas1 Diogo Andrei Benvenutti2 Paulovik Pizzolatti Debiasi3 Rodrigo Cantos4. Resumo: A partir de uma investigao aos recursos de processamento de udio digital em computadores tipo PC, este artigo de divulgao apresenta contribuies a uma normalizao de procedimentos que viabilizem uma incluso significativa de rotinas de produo em udio digital no espao escolar. Considerando o fato de que, muito embora, tal aparato no tenha se desenvolvido especificamente para as interaes tpicas da aula de msica, verificou-se positiva a hiptese de uma possvel incluso de conhecimentos e habilidades na instrumentalizao do professor que o capacite para tais usos. Essa aproximao analtica alcanou seus objetivos gerais circunstanciando tcnicas e operaes abrangentes para o uso dos recursos de udio disponibilizados por esse tipo de tecnologia. Os experimentos se realizaram no Estdio Experimental e no Laboratrio de Ensino da rea de Fundamentos da Linguagem Musical do Departamento de Msica do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina, em estaes de trabalho com configuraes bastante simples e domsticas. Som de Classe resulta por fim numa contribuio construo de um conceito de apropriao autoral, que se delineia a partir de rotinas de reaes e atitudes onde o contedo fundamental daquilo que se aprende/ensina justamente a maneira como se aprende/ensina. Essa apropriao dita autoral, ento percebida como uma capacitao resultante dos gestos e aes que lhe deram origem, onde a causa da sua proposio, fundao ou descoberta, se manteve permanentemente a cargo daquele sujeito professor de msica em formao, que agora quer gravar os sons da e na sua sala de aula. Palavras chave:
1. Instrumentalizao do professor de msica 2. Recursos tecnolgicos musicais 3. Gravao e edio digital 4. udio digital em plataformas PC 5. Msica.
1 Professor coordenador do Laboratrio de Ensino da rea de Fundamentos da Linguagem Musical do Departamento de Msica Ceart / Udesc. Contatos: c2sprf@udesc.br 2 Acadmico da Licenciatura em Msica Ceart/Udesc, bolsista de iniciao cientfica PROBIC, agosto de 2002 a fevereiro de 2003. 3 Acadmico do Bacharelado em Piano Ceart/Udesc, bolsista de iniciao cientfica PROBIC, fevereiro a agosto de 2003. 4 Acadmico do Bacharelado em Piano Ceart/Udesc, bolsista de iniciao cientfica PROBIC, maro a agosto de 2004.
Som de Classe: a apropriao autoral nas etapas da produo em udio digital pelo professor de msica 2
E quando voc finalmente pensa que j dominou tudo, a realidade intervm para lhe mostrar que o
nico fator constante a mudana. Richard James Burges
em A arte de produzir msica. O aluno egresso dos cursos superiores de msica, aqui em especial, em suas atividades de professor de msica, pode mesmo estar capacitado a trabalhar com uma enorme gama de recursos e tecnologias hoje disponveis para a concretizao de produtos musicais e sonoros. Tanto um professor de msica, oriundo dos programas de licenciatura em msica, voltado para atuar nas escolas da rede pblica e/ou em situaes de educao musical no formal as mais variadas, quanto um outro tambm professor de msica oriundo dos programas de bacharelado, professor de instrumento musical e/ou das demais disciplinas da msica, que atua em situao de ensino particular, escolas de msica, conservatrios e universidades, enfim. Os muitos perfis do que pode ser um professor de msica agora se deparam com a generalizao do uso dos meios digitais nos processos de manipulao de udio, e com a permanente redefinio de sistemas que gerenciam a gravao, a edio, o arquivamento e a distribuio dos sons. E justamente essa particularidade da permanente redefinio de sistemas que implica, na formao desses professores, na necessria aquisio de habilidades caracterizadas pela capacidade de adaptao, de maleabilidade e de transformao freqente. O superado paradigma do domnio de uma determinada e nica ferramenta, linguagem, instrumento ou mquina, vem sendo substitudo por uma nova exigncia ao ofcio do educador em msica, onde o que importa mesmo a capacidade de permanentemente aprender a aprender, de amortecer o trauma da mudana, e, sobretudo, de adquirir novos hbitos rotineiramente. nesta perspectiva, de capacitao de trnsito em processos de mobilidade constante, que esse projeto de pesquisa pretende contribuir, propondo a discusso de atitudes que visem o aperfeioamento desta habilidade de atualizao permanente no manuseio dos, sempre novos e diversificados sistemas de produo de udio, no aparelhamento tecnolgico do professor de msica nesta conjuntura profissional. Algumas referncias poderiam se apontar para esquentar a polmica geral, pano de fundo (ou de frente), onde as reflexes especificamente levantadas por esse Som de Classe podem vir a se inserir. Questes sobre as mltiplas e amplas relaes entre o espao escolar, a formao de professores, dos professores de msica, e as ditas novas tecnologias e sistemas computacionais, so recorrentes em CHAVES 2004; em AZEVDO 2004; em MORAN, MASETTO, e BEHRENS 2003; em PALLOFF e PRATT 2002; em ARMSTRONG e CASEMENT 2001. Sobre as interaes entre novas tecnologias e a educao musical na escola, poderamos recuperar LIVERMORE 1993; assim como incluir as contribuies de GOHN 2004. Mas o caldo grosso das referncias que sustentam a argumentao aqui construda no se encontra mesmo nesse formato de texto publicado. Seria importante referenciar e agradecer s muitas informaes verbais, discusses, trocas de materiais e suportes, horas de desenvolvimento de trabalho laboratorial propriamente dito em situaes experimentais de palco, estdio, domsticas e de sala de aula, a muitssimas pessoas. Em especial, aos alunos das disciplinas Msica e Mdia I e II dos cursos de msica da Udesc nos anos de 2001 a 2003, que contriburam ativamente na
Som de Classe: a apropriao autoral nas etapas da produo em udio digital pelo professor de msica 3
construo de um projeto de escola que inclusse a capacitao em produo em udio digital; ao Paulo Roberto MASCARENHAS do Berimbau Estdio na cidade de So Carlos que, nos anos de 1990 a 2002, criou inmeras situaes de efetivo ensino, aprendizagem e produo de conhecimento nos campos agora aqui em questo e; ao professor Glauber Lcio SANTIAGO da Universidade Federal de So Carlos - Ufscar, que numa convivncia de mais de dez anos tem sido um interlocutor, educador, pesquisador e slida e constante referncia numa enorme gama de saberes. O ponto de vista aqui neste artigo, no ainda aquele que j observa as relaes e/ou efeitos da presena dessas tecnologias no espao escolar. O que est sendo prioritariamente focado aqui, uma etapa talvez anterior a uma observao ou exerccio direto dessas relaes, que seria um dimensionamento de uma formao conceitual e tecnolgica necessria ao educador musical para que ele, o professor, manuseando diretamente essas mdias e conceitos, sem a interferncia daqueles terceiros que sabem mexer com o computador, como um usurio suficientemente capaz dessas poderosas engenhocas musicais que se transformaram os softwares e os hardwares das plataformas tipo PC que nos invadem por todos os lados, possa ento refletir com autonomia critica e criativamente a respeito dos modos de insero desses recursos nos espaos escolares. De igual modo ao que um dia aconteceu aos recursos, instrumentos e materiais didticos agora tradicionais, partimos aqui da hiptese central de que, a instrumentalizao tecnolgica do professor de msica uma das etapas presentes na prpria construo dos entendimentos de atualizao, interveno e uso dessas tais tecnologias enquanto recursos, instrumentos, materiais didticos, espaos e meios de educao musical. Ocorre agora que uma formao do professor de msica j pode estar apoiada tambm em uma infra-estrutura fsica e de equipamentos disponibilizadas ao ensino da msica atravs de prticas laboratoriais que oferecem ao graduando uma boa experincia geral para enfrentar as exigncias do ofcio nesta rea de atuao, ao mesmo tempo em que cria uma evidente necessidade de um treinamento mais especializado, aprofundado e menos generalista nesse domnio. O problema que nos tem ocupado ento, o pensamento em torno de o que seria essa instrumentalizao e de que modo ela poderia se realizar. 2. As etapas de uma produo musical em udio no espao escolar As etapas de uma produo em udio, e assim, uma decorrente capacitao nesse domnio, podem ser descritas e desenvolvidas em seqncias do tipo antes, durante e depois. O antes quando voc no sabe, mas j est gravando seu CD. O durante aquele momento da realizao de tarefas de pr-produo, gravao, edio, mixagem e finalizao (ou masterizao). E o depois envolve o armazenamento, a reproduo, a utilizao e a distribuio do udio produzido. Essas etapas, ou fases, no entanto, esto profundamente interligadas, de tal modo que cada uma delas pressupe, antecipa, depende e permanentemente faz referncia s demais. Em um artigo de divulgao, o formato textual da apresentao seqencial dessas etapas oculta suas constantes interferncias transversais, e isso deve ser salientado de incio, pois a condio textual/seqencial no valoriza justamente o melhor dessa natureza de dependncia constante entre todas as fases do processo, que precisamente um dos fatores
Som de Classe: a apropriao autoral nas etapas da produo em udio digital pelo professor de msica 4
que mais se evidencia na realizao de uma produo ef
1 Hiding, Renomeação, Composição Seqüencial e Refinamento Alexandre Mota (acm@cin.ufpe.br)
CURSO SUPERIOR SEQÜENCIAL DE COMPLEMENTAÇÃO ?· organograma do ibc pg. 15 15. estrutura administrativa…
Exercícios de arte seqüencial para publicação paulosilveira/Oficina Exercícios de... · a de artes-flnals…
Fauna associada a Bromlias da Mata Atlntica: divulgao ... associada a Bromlias da Mata Atlntica: divulgao dos resultados do projeto pra populao. CCB Mnica Ulyssa, Josefina Steiner, Anne
Raizes artigo 244 artigo aderivaldo_marilda
ARTIGO CIENTÍFICO - eder.clementino/GESTÃO... · Características: artigo científico
Plus 148 Injeção Seqüencial para GNV-GLP ?O-Esquema-de... · Sensor de nivel SCN Interface ... Preto…
Artigo 1 Artigo 2 Artigo 3 Artigo 4 Artigo 5 Artigo 6 ...bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/57seminario_…
MINISTRIO PBLICO FEDERAL Procuradoria da antonio sousa carvalho filho dados pessoais omitidos na divulgao marcio kleib cominho dados pessoais omitidos na divulgao
Claremont na perspectiva da - ?· -colombianos eram formas de arte seqüencial, assim como as cartas…
Avaliação de estratégia ventilatória seqüencial em pacientes com
O dilema do controle RSP e a falha seqüencial nas reformas ...re ?· transformações nas estruturas…
Universidade de São Paulo - teses.usp.br ?· Extração seqüencial e especiação de metais pesados,…
REATOR ANAERÓBIO EM BATELADA SEQÜENCIAL ?· COMO NASCE UM PARADIGMA Um grupo de cientistas colocou…
Mabel Carneiro Fraga Paginas Permitidas Para Divulgao . PDF
Estudo artigo a artigo do Novo Código de Ética ?· Estudo artigo a artigo do Novo Código de Ética…
Evolução hemodinâmica seqüencial no transplante ?· ce cardíaco (IG), volume sistólico (VS), resistência…
Classificação e Pesquisa - ?· • Pesquisa de Dados Seqüencial Binária • Métodos de ordenação…
?· Web viewDas disposições gerais 7 Apresentação 11 Artigo 1º 11 Artigo 2º 11 Artigo 3º 12 Artigo…

References: artigo 244

Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3