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Timestamp: 2020-08-13 20:52:30+00:00

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PONTE GUSTAVE EIFFEL EM VIANA DO CASTELO E MONTE DE SANTA LUZIA NOS FINAIS DO SÉCULO XIX
PLANTA GERAL DAS OBRAS A EXECUTAR NO PORTO DE VIANA DO CASTELO EM 30 DE SETEMBRO DE 1929
PARLAMENTO DEBATEU EM 1821 A CONSTRUÇÃO DA PONTE SOBRE O RIO COURA
A pretensão dos comerciantes de Caminha relativamente à construção de uma ponte sobre o rio Coura foi pela primeira vez apresentada às Cortes Geraes e Extraordinarias da Nação Portugueza em 11 de Dezembro de 1821.
Em 31 de Janeiro de 1823, o deputado Francisco de Paula Travassos leu na Câmara dos Senhores Deputados da Nação Portugueza, o parecer da Comissão de Estatística que, segundo o boletim oficial, consta o seguinte: “Leu mais o Sr. Travassos, por parto da mesma Commissão um parecer sobre as representações da camara e negociantes de Caminha, que pertendem se imponha o tributo do dez réis em cada alqueire de sal que entrar pela barra de Caminha, ou ali for armazenar-se entrando por qualquer outro porto, e isto pelo tempo de seis annos para a construcção de uma ponto sobre o rio Coura, de que muito se precisa para commodidades daquelles e vizinhos povos. Ficou para 2.ª leitura.”
REQUERIMENTO DATADO DE 1821, DE CARVALHO E FILHO, NEGOCIANTES DA VILA DE CAMINHA, SOLICITANDO A NECESSIDADE DA CONSTRUÇÃO DE UMA PONTE SOBRE O RIO COURA
GUIMARÃES RECEBE CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE GEOENGENHARIA
Guimarães/UMinho recebe Conferência Internacional em Tecnologia de Informação em Geoengenharia
Especialistas de renome participam na iniciativa organizada pela Sociedade Portuguesa de Geotecnia e a Universidade do Minho, que decorre no Centro Cultural Vila Flor de 30 de setembro a 2 de outubro.
Esta é a 3ª Conferência Internacional que se segue às anteriores realizadas na China (Shangai) e no reino Unido (Durham) na temática em título e que contará com 71 intervenções de especialistas internacionais oriundos de 28 países e selecionados a partir de cerca de 500 propostas iniciais.
Trata-.se de um congresso de referência científica internacional, que visa a discussão e abordagem dos desenvolvimentos técnicos e científicos atuais e efetivos nas Tecnologias da Informação em Geoengenharia sob o pano de fundo da era digital. As intervenções cobrem vários temas de impacto nacional e internacional, com destaque para: o uso da informação e tecnologias de comunicação, sensores e monitorização, Big Data e base de dados, Data Mining e Data Science, materiais e construção inteligentes, gestão de ativos, com aplicações ao projeto, construção e manutenção de geoestruturas.
A organização pertence à Sociedade Geotécnica Portuguesa e à Universidade do Minho, sob os auspícios da Federação das Sociedades Internacionais de Geoengenharia (FedIGS), um consórcio que congrega as mais prestigiadas sociedades profissionais de todo o mundo nesta área: ISSMGE - International Society for Soil Mechanics and Geotechnical Engineering; ISRM - International Society for Rock Mechanics and Rock Engineering; IAEG - International Association for Engineering Geology and the Environment e IGS - International Geosynthetics Society.
A sessão de abertura do evento, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, no dia 30 de setembro às 9h00 contará com intervenções dos dirigentes destas várias organizações, incluindo a do Presidente eleito da Associação dos Engenheiros Civil Americana (ASCE) e do Presidente do Congresso, Prof. António Gomes Correia.
Para informações complementares enviamos em anexo o programa detalhado do evento e a imagem do Congresso.
Convidamos ainda a consultar o portal do Congresso para informações mais detalhadas sobre a Conferência, Programa e Oradores.
SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MONTE COMEMORA DUZENTOS ANOS DA MORTE DO ARQUITETO BRACARENSE CARLOS AMARANTE
Passam precisamente duzentos anos sobre a data da morte do arquiteto bracarense Carlos Amarante. Para assinalar a efeméride, o Coro e orquestra Sinfónica do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga realiza no próximo dia 24 de janeiro, um concerto no Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga.
Carlos Luís Ferreira da Cruz Amarante de seu nome completo, Carlos Amarante foi um notável engenheiro e arquiteto que deixou obras notáveis na nossa região, como o Palácio da Brejoeira em Monção, as igrejas do Pópulo e do Hospital em Braga, a Escola Secundária Carlos Amarante, a reconstrução das muralhas de Valença e ainda o Santuário do Bom Jesus.
O Arquiteto Carlos Amarante nasceu em Braga, em 1748, tendo vindo a falecer no Porto, em 22 de janeiro de 1815, encontrando-se sepultado na Igreja da Trindade, nessa cidade, curiosamente também obra sua.
BRAGA: ELEVADOR DO BOM JESUS DO MONTE CLASSIFICADO MONUMENTO DE INTERESSE PÚBLICO
A Presidência do Conselho de Ministros - Gabinete do Secretário de Estado da Cultura acaba de classificar como monumento de interesse público o Elevador do Bom Jesus do Monte, no lugar do Bom Jesus, freguesia de Tenões, concelho e distrito de Braga. A Portaria nº. 305/2013 vem publicada no Diário da República, 2.ª série — N.º 99, de 23 de maio de 2013.
Portaria n.º 305/2013
O Elevador do Bom Jesus do Monte, inaugurado em 1882, foi o primeiro funicular construído na Península Ibérica, permanecendo ainda hoje como o mais antigo em serviço no mundo a utilizar o sistema de contrapesos de água. O projeto, da autoria do suíço Nikolaus Riggenbach, foi realizado sob supervisão de Raul Mesnier de Ponsard, engenheiro português de ascendência francesa posteriormente envolvido na construção
dos elevadores lisboetas do Lavra, da Glória e de Santa Justa.
Trata-se de um ascensor de sistema funicular ou de corda, composto por duas cabinas independentes montadas sobre carris, assentes no plano inclinado da colina, e ligadas por cabo de aço, servindo de contrapeso uma à outra através de um depósito de água. Operado pela Confraria do Bom Jesus do Monte, o elevador liga a parte alta da cidade de Braga ao Santuário da mesma invocação, vencendo um desnível de mais de cem metros de altura e seguindo um percurso paralelo ao Escadório do Bom Jesus.
Esta estrutura, quase única na Europa, bem como a colina na qual se insere, faz parte integrante do conjunto de exceção do Santuário doBom Jesus do Monte. Ao seu valor tecnológico vem assim juntar-se o seu notável enquadramento paisagístico, bem como a sua íntima ligação ao Santuário, em cuja zona de proteção o imóvel se encontra.
A classificação do Elevador do Bom Jesus do Monte reflete os critérios constantes do artigo 17.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, relativos ao caráter matricial do bem, ao seu valor estético, técnico e material intrínseco, à sua conceção arquitetónica, urbanística e paisagística, à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva e à sua importância do ponto de vista da investigação histórica ou científica.
Procedeu-se à audiência escrita dos interessados, nos termos gerais do artigo 101.º do Código do Procedimento Administrativo e de acordo com o previsto no artigo 25.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, alterado pelos Decretos-Lei n.º 115/2011, de 5 de dezembro, e n.º 265/2012, de 28 de dezembro.
Foi também promovida a audiência prévia da Câmara Municipal de Braga.
Sob proposta dos serviços competentes, nos termos do disposto no artigo 15.º, no n.º 1 do artigo 18.º e no n.º 2 do artigo 28.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, conjugado com o disposto no n.º 2 do artigo 30.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, e no uso das competências conferidas pelo n.º 11 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 86-A/2011, de 12 de julho, manda o Governo, pelo Secretário de Estado da Cultura, o seguinte:
É classificado como monumento de interesse público o Elevador do Bom Jesus do Monte, no lugar do Bom Jesus, freguesia de Tenões, concelho e distrito de Braga, conforme planta constante do anexo à presente portaria, da qual é parte integrante.
14 de maio de 2013. — O Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier
PONTE DE LIMA: QUEM ACODE À PONTE DE ESTORÃOS?
In jornal “NOVO PANORAMA”, nº 86, de 10 de janeiro de 2013
As recentes chuvadas fizeram subir drasticamente o caudal dos cursos de água na nossa região, destruindo um talha-mar da ponte romana de Estorãos e colocando em risco a sua própria preservação. Parafraseando o poeta, “Do rio que tudo arrasta se diz que é violento./Mas ninguém diz violentas/As margens que o comprimem”. Por outras palavras, importa saber se as principais causas dos danos causados a esta obra de arte não resultarão de erros provocados pelo homem na sua relação com o rio, mormente a regularização do seu leito e das suas margens.
Os engenheiros romanos revelaram-se verdadeiros sábios nas técnicas de construção de pontes, a comprovar pela utilização que delas ainda é feita nos nossos dias, inclusive para a circulação automóvel. Ao procederem à sua construção, os romanos calcularam com precisão o caudal do rio de modo a dotarem-na de uma estrutura capaz de resistir à força das correntes, incluindo a dimensão dos arcos e talha-mares quando as águas atingissem as cotas mais elevadas.
Com três arcos de volta perfeita, a ponte dispõe encostados aos pegões de três talha-mares triangulares bastante salientes, denunciando intervenções arquitetónicas posteriores à fase inicial da sua construção, como aliás confirmam os estudiosos. Não obstante, a ponte de Estorãos atingiu o estado de ruínas na década de quarenta do século passado, tendo em 1949 sido objeto de intervenção por parte da Câmara Municipal de Ponte de Lima que procedeu à substituição do pavimento, consolidação das juntas e renovação das guardas.
A situação atual da ponte de Estorãos exige uma rápida intervenção que consolide a sua estrutura sem colocar em causa as suas caraterísticas arquitetónicas. Sem prejuízo de melhor opinião, será muito provavelmente necessário proceder a um estudo prévio dos níveis e caudais de cheia e a um estudo geotécnico por forma a avaliar as condições das fundações resultantes dos efeitos do escoamento da água, agravado quando em situação de cheia, e ainda a possível deterioração da alvenaria ao longo do tempo. A intervenção propriamente dita poderá eventualmente contemplar o restabelecimento do leito do rio a montante e a jusante da ponte, a consolidação das fundações através de injeção da alvenaria e enrocamento das fundações atuais, a consolidação e reforço da estrutura de alvenaria e, naturalmente, a reconstrução do talha-mar destruído.
Classificada como de Interesse Municipal ao abrigo do Decreto n.º 129/77, publicado em Diário da República, I Série, n.º 226, de 29 de setembro de 1977, a ponte romana na freguesia de Estorãos, no concelho de Ponte de Lima, é um exemplar da arquitetura civil que na época romana ligava Braga ao noroeste da Península Ibérica através de Ponte de Lima. Merece, pois, os maiores cuidados por parte das entidades oficiais, atenção que deverá estender-se ao rio e área envolvente em que aquela obra de arte se integra.
Foto: https://www.facebook.com/serra.dearga.7
Rua Agostinho José Taveira * 4990-072 * Ponte de Lima * http://novopanorama.pontedelima.com
BRAGA: ELEVADOR DO BOM JESUS DO MONTE É O FUNICULAR MAIS ANTIGO DO MUNDO!
EM 1981, DEPUTADO ROLEIRA MARINHO DEFENDEU NO PARLAMENTO A CONTRUÇÃO DE UM PORTO DE MAR EM VIANA DO CASTELO
Na reunião plenária da Assembleia da República ocorrida em 26 de fevereiro de 1981, António Roleira Marinho, deputado pelo PSD, teceu considerações sobre a necessidade de construção de um porto de mar em Viana do Castelo. Transcrevemos a sua intervenção.
O Sr. Roleira Marinho (PSD): - Sr. Presidente, Srs. Deputados: Viana do Castelo, quando pensada em termos nacionais, não deixa de ter ligado a si o folclore, as festas populares, encimadas pela internacionalizada Festa de Nossa Senhora da Agonia, a beleza da sua paisagem, que emoldura a ternura e franqueza das suas gentes... enfim, uma cidade, capital de um distrito, para quem os Portugueses olham como se de uma criança se tratasse!...
O Orador - Mas cãs crianças crescem, as suas ambições evoluem e, como tal, Viana do Castelo, cidade e distrito, embora pretendendo manter vivas as suas tradições, manter o seu encanto e beleza, não pode parar, tem de projectar-se no futuro e garantir para os seus habitantes melhores condições de vida e bem-estar social, precisando para tal das infra-estruturas indispensáveis que, necessariamente, hão-de emanar das suas vocações próprias.
Sr. Presidente, Srs. Deputados: Viana do Castelo é uma cidade marinheira. Dela rumaram frotas na época dos descobrimentos e aí existiu assinalável frota de pesca do bacalhau que a conjuntura nacional e internacional, e as condições do porto, reduziram a quase nada, mantendo-se, contudo, uma ainda significativa frota de pesca costeira!...
Nestas circunstâncias, e pesados os diversos factores - sobretudo turístico-paisagísticos -, houve que pensar na reestruturação e dinamização das actividades ligadas ao mar, lançando-se a reconstrução ou, melhor dizendo, a autêntica construção de um novo porto de mar em Viana do Castelo, com despacho inicial do Governo datado de 2 de Setembro de 1976.
Sr. Presidente, Srs. Deputados: O Governo da Aliança Democrática, atento ao problema do desenvolvimento regional, tem dado a melhor atenção a esta obra e, por despacho do Sr. Primeiro-Ministro de 14 de Março de 1980, foi dotada a verba de 1280000 contos, como reforço da verba inicial, que era de 440 000 contos, não só correspondendo ao inerente agravamento dos preços da empreitada por alteração das circunstâncias económicas e sua revisão nos termos contratuais, mas também do aumento do volume dos trabalhos previstos na primeira fase, tais como o prolongamento da regularização da margem norte para montante, em cerca de 1000 m, a construção de uma pequena doca para embarcações de recreio e a ampliação do cais comercial na margem sul em cerca de 240 m.
Prosseguem em bom ritmo as obras do Porto de Viana do Castelo e, será caso para dizê-lo, podem constituir exemplo de como deveriam ser geridas e processadas as obras públicas em Portugal, tudo levando a crer que os prazos previstos para a sua conclusão, o terceiro trimestre de 1982, serão cumpridos. São inumeráveis os benefícios que as novas condições do porto trarão à cidade de Viana do Castelo, ao distrito, à província do Minho e à economia do País, desde a possibilidade de expansão das actividades piscatória e comercial do porto, ao alargamento dos horizontes da construção naval, com o peso que aí têm os estaleiros navais de Viana do Castelo - hoje perfeitamente lançados na exportação-, bastando dizer que, nos últimos seis anos, os estaleiros cobraram do estrangeiro qualquer coisa parecida com 106 milhões de dólares.
Os próprios Estaleiros de Viana passam por uma fase de modernização, mas a sua projecção como unidade rentável está intimamente ligada à existência de um porto de mar capaz, o que decerto também é ambição dos 2000 trabalhadores aí em serviço. Outro tanto se poderá dizer da zona industrial que está a nascer nos arredores da cidade e que, por certo, será tanto mais desenvolvida quanto melhores forem as condições do porto, não esquecendo as indústrias e as actividades que existem no interior da província do Minho, nomeadamente em Braga e Guimarães, que muito poderão aproveitar deste pólo de ligação à Europa e ao mundo.
Sr. Presidente, Srs. Deputados: Os órgãos autárquicos locais têm noção do valor que esta obra representa para a região, a qual tem sido analisada nos seus mais variados aspectos, e a conclusão a que se chegou é a de que os benefícios que se colham ultra» passam em muito os pequenos prejuízos circunstanciais, bastando para tanto debruçarmo-nos um pouco sobre os números.
O porto de Viana do Castelo verá, previsivelmente, a sua capacidade de tráfego comercial triplicar - de 200 000 t/ano para 600 000 t/ano e o movimento do seu porto de pesca poderá quadruplicar, passando de 3800 t/ano para 15 000 t/ano. O porto disporá, na primeira fase, de uma área de apoio da ordem dos 15 ha, zona onde se instalarão parques de contentores e camiões TIR, parque de mercadorias, armazéns de separação, armazéns de carga geral, edifícios de apoio e outros.
Todo o investimento referente a esta primeira fase alargada tem sido suportado pelo Orçamento Geral do Estado.
Sr. Presidente, Srs. Deputados: Importa ter em conta que as verbas em causa representam um grande esforço, impedindo outras acções que são também urgentes e que as populações reclamam. Mas a verdade é que a Região do Alto Minho merece que o governo da Aliança Democrática contribua para o arranque sócio-económico daquelas populações e, por isso, o investimento é perfeitamente justificável e merece o apoio do Partido Social-Democrata, porque vai ao encontro da vontade generalizada da população. E a minha intervenção nesta Assembleia tem por fim justificar o alcance e valor desta obra, mas também alertar o Governo para o interesse que há em prever, desde já, a segunda fase que compreenderia a dragagem geral do porto, o cais de turismo, as infra-estruturas terrestres, as redes de abastecimento e esgotos, os acessos rodoviário e ferroviário e o equipamento de exploração portuário, tanto mais que parece existir a hipótese de um financiamento alemão a aplicar na conclusão deste empreendimento, que não poderá deixar de dispor das condições desejáveis.
Srs. Presidente, Srs. Deputados: Aqui deixamos, perante a Assembleia da República, perante os Portugueses, o testemunho público do empenhamento político do Partido Social-Democrata em ver concretizado, a curto prazo, sonho de séculos das gentes de Viana na certeza de que estamos a lutar peio engrandecimento de uma região e do País e pela melhoria das condições de vida de gente simples e trabalhadora que da cruz do dia-a-dia faz a sua bandeira - os pescadores, os trabalhadores da construção naval, os homens do campo, que também se preparam para competir na exportação, os trabalhadores das mais diversas indústrias, todos, enfim, irmanados no mesmo desejo, de verem finalmente a sua cidade e o seu distrito tidos no conceito que merecem no conjunto das cidades e dos distritos de Portugal. Todos, dizia, esperam que o porto de mar de Viana do Castelo seja a nova porta que há-de relançar a região para os grandes desafios que o futuro nos reserva.

References: artigo 17
 artigo 101
 artigo 25
 artigo 15
 artigo 18
 artigo 28
 artigo 30
 artigo 10