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Timestamp: 2018-05-20 16:54:46+00:00

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Nathalie Prado Tavares
1 REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO E DE MUDANÇA DE PAR INSTITUIÇÃO/CURSO SETEMBRO/2015 Artigo 1º Objeto REG.SEC Página 1 de 7
2 O presente regulamento estabelece as normas relativas aos regimes de reingresso e de mudança de par instituição/curso na Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, adiante designada ESSCVP (de acordo com o estabelecido na Portaria n.º 181-D/2015 de 19 de junho). Artigo 2º Âmbito O disposto no presente regulamento aplica-se aos ciclos de estudos conducentes ao diploma de técnico superior profissional, ao grau de licenciado e ao grau de mestre. Artigo 3º Reingresso Reingresso é o ato pelo qual um estudante, após interrupção dos estudos num par instituição/curso de ensino superior, se matricula na mesma instituição e se inscreve no mesmo curso ou em curso que lhe tenha sucedido. Artigo 4º Requerimento de reingresso Podem requerer o reingresso num par instituição/curso os estudantes que: a) Tenham estado matriculados e inscritos nesse par instituição/curso ou em par que o tenha antecedido; b) Não tenham estado inscritos nesse par instituição/ curso no ano letivo anterior àquele em que pretendem reingressar. Artigo 5º Limitações quantitativas no reingresso O reingresso não está sujeito a limitações quantitativas. Artigo 6º Mudança de par instituição/curso REG.SEC Página 2 de 7
3 1 Mudança de par instituição/curso é o ato pelo qual um estudante se matricula e ou inscreve em par instituição/curso diferente daquele(s) em que, em anos letivos anteriores, realizou uma inscrição. 2 A mudança de par instituição/curso pode ter lugar com ou sem interrupção de matrícula e inscrição numa instituição de ensino superior. Artigo 7º Requerimento de mudança de par instituição/curso 1 Podem requerer a mudança para um par instituição/curso os estudantes que: a) Tenham estado matriculados e inscritos noutro par instituição/curso e não o tenham concluído; b) Tenham realizado os exames nacionais do ensino secundário correspondentes às provas de ingresso fixadas para esse par, para esse ano, no âmbito do regime geral de acesso; c) Tenham, nesses exames, a classificação mínima exigida, nesse ano, pela ESSCVP no âmbito do regime geral de acesso. 2 O regime de mudança de par instituição/curso aplica-se igualmente aos estudantes que tenham estado matriculados e inscritos em instituição de ensino superior estrangeira em curso definido como superior pela legislação do país em causa, e não o tenham concluído. 3 Não é permitida a mudança de par instituição/curso técnico superior profissional, ou curso estrangeiro de nível correspondente, para ciclos de estudos de licenciatura ou ciclos de estudos integrados de mestrado. Artigo 8º Estudantes titulares de cursos de ensino secundário não portugueses Para os estudantes titulares de cursos não portugueses legalmente equivalentes ao ensino secundário português, a condição estabelecida pelas alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo anterior pode ser satisfeita através da aplicação do artigo 20.º -A do Decreto-Lei n.º 296 -A/98, de 25 de setembro, na sua redação atual. Artigo 9º Estudantes que ingressaram através de modalidades especiais de acesso REG.SEC Página 3 de 7
4 1 Para os estudantes que ingressaram no ensino superior através das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, reguladas pelo Decreto -Lei n.º 64/2006, de 21 de março, alterado pelo Decreto - Lei n.º 113/2014, de 16 de julho, a condição estabelecida pelas alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo 7.º pode ser substituída pela aplicação dos n.os 2 e 3 do artigo 12.º do referido diploma. 2 Para os estudantes que ingressaram no ensino superior com a titularidade de um diploma de especialização tecnológica, a condição estabelecida pelas alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo 7.º pode ser substituída pela aplicação dos artigos 7.º e 8.º do Decreto -Lei n.º 113/2014, de 16 de julho. 3 Para os estudantes que ingressaram no ensino superior com a titularidade de um diploma de técnico superior profissional, a condição estabelecida pelas alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo 7.º pode ser substituída pela aplicação dos artigos 10.º e 11.º do Decreto -Lei n.º 113/2014, de 16 de julho. 4 Para os estudantes internacionais, a condição estabelecida pelas alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo 7.º pode ser substituída pela aplicação do disposto nos artigos 5.º e 6.º do Decreto -Lei n.º 36/2014, de 10 de março, alterado pelo Decreto -Lei n.º 113/2014, de 16 de julho. Artigo 10º Data de realização dos exames Os exames a que se referem a alínea b) do n.º 1 do artigo 7.º e o artigo 8.º podem ter sido realizados em qualquer ano letivo. Artigo 11º Limitações quantitativas na mudança de par instituição/curso 1 A mudança de par instituição/curso está sujeita a limitações quantitativas. 2 O número de vagas para cada par instituição/curso é fixado anualmente pelo órgão legal e estatutariamente competente da instituição de ensino superior, de acordo com as regras e limites estabelecidos pelo artigo 25.º do Decreto -Lei n.º 113/2014, de 16 de julho, para o conjunto dos concursos de mudança de curso e de transferência. REG.SEC Página 4 de 7
5 Artigo 12º Estudantes colocados no mesmo ano letivo Não é permitida a mudança de par instituição/curso no ano letivo em que o estudante tenha sido colocado em par instituição/curso de ensino superior ao abrigo de qualquer regime de acesso e ingresso e se tenha matriculado e inscrito. Artigo 13º Prazos 1 Os prazos em que devem ser requeridos o reingresso e a mudança de par instituição/curso são fixados por despacho do Conselho de Direção da ESSCVP e publicados no sítio da instituição na Internet (www.esscvp.eu). 2 Os requerimentos de reingresso e de mudança de par instituição/curso no decurso do ano letivo só podem ser aceites a título excecional, por motivos especialmente atendíveis, e desde que existam condições para a integração académica dos requerentes. Artigo 14º Processo da candidatura 1 A candidatura consiste na indicação do curso ou cursos que o candidato pretende frequentar, e é feita mediante pedido dirigido ao Presidente do Conselho de Direção da ESSCVP. 2 A candidatura é válida apenas para o ano letivo em que se realiza. 3 A candidatura é feita mediante a apresentação da seguinte documentação: a) Fotocópia do bilhete de identidade, cartão do cidadão ou passaporte do estudante; b) Documento comprovativo da última inscrição efetuada na instituição de ensino superior de origem (excetuam-se os candidatos da ESSCVP); c) Certificado de habilitações discriminado onde constem as unidades curriculares realizadas, com classificação atribuída; d) Certidão descritiva das cargas horárias e programas dos cursos em que esteve ou está inscrito; e) Declaração escrita, sob compromisso de honra, em que o candidato declara não ter estado matriculado e/ou inscrito nesse ano letivo noutro par instituição/curso; REG.SEC Página 5 de 7
6 f) No caso de mudança de par instituição/curso, documento que comprove ter realizado as provas a que se refere os artigos 7.º ou 9.º, consoante os casos. e) Procuração, se a candidatura não for apresentada pelo próprio; 4 Aos estudantes provenientes de instituições de ensino superior estrangeiras, reconhecidas como tal pela legislação do país em causa, pode ser exigida a entrega dos documentos devidamente traduzidos, caso não sejam originalmente escritos em português, situação em que os mesmos devem ser visados pelos competentes serviços consulares. 5 Compete ao candidato assegurar a correta instrução do processo de candidatura. 6 A candidatura está sujeita ao pagamento dos emolumentos fixados pela ESSCVP. Artigo 15º Seriação Os critérios de seriação são estabelecidos anualmente pelos órgãos próprios da ESSCVP e divulgados através de edital a afixar nos Serviços Académicos. Artigo 16º Comunicação da decisão 1 O resultado final do concurso é tornado público através de edital afixado nos Serviços Académicos e no sitio da internet da ESSCVP (www.esscvp.eu). 2 A colocação é válida apenas para a matrícula e inscrição no ano letivo para o qual a candidatura foi apresentada. Artigo 17º Matrícula e inscrição 1 Os candidatos colocados devem proceder à matrícula e inscrição nos Serviços Académicos, nos prazos estabelecidos por edital. 2 Os candidatos que não procedam à matrícula e inscrição, no prazo referido no número que antecede, perdem o direito à vaga. 3 Sempre que um candidato não proceda à matrícula e inscrição no prazo fixado, será chamado o candidato seguinte da lista ordenada resultante dos critérios de seriação REG.SEC Página 6 de 7
7 aplicáveis, até à efetiva ocupação do lugar ou ao esgotamento dos candidatos ao concurso em causa. Artigo 18º Creditações 1) Nos casos de mudança de par instituição/curso, a creditação de unidades curriculares é feita pelo Conselho Técnico-Científico, mediante a análise do processo de candidatura. 2) Nos casos de Reingresso, são automaticamente creditadas todas as unidades curriculares a que o candidato tenha obtido aprovação, salvo se, por alteração de plano de estudos do curso em causa, tenha havido supressão ou alteração substancial do conteúdo de algumas dessas unidades curriculares. Artigo 19º Requerimentos de caráter excecional Os requerimentos de reingresso e de mudança de par instituição/curso no decurso do ano letivo só podem ser aceites a título excecional, por motivos especialmente atendíveis, e desde que existam condições para a integração académica dos requerentes. Artigo 20º Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua aprovação. REG.SEC Página 7 de 7

References: Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 7
 Artigo 8
 artigo 20
 Artigo 9
 artigo 7
 artigo 12
 artigo 7
 artigo 7
 artigo 7
 Artigo 10
 artigo 7
 artigo 8
 Artigo 11
 artigo 25
 Artigo 12
 Artigo 13
 Artigo 14
 Artigo 15
 Artigo 16
 Artigo 17
 Artigo 18
 Artigo 19
 Artigo 20