Source: http://www.baronezaderezende.com/projeto-politico-pedagogico/
Timestamp: 2019-03-23 22:48:40+00:00

Document:
Projeto Político Pedagógico - Instituto Baroneza de Rezende
1.1. Da Entidade Mantenedora
Sociedade de Educação e Promoção Social Imaculada Conceição – SEPROSIC.
Av. Prudente de Morais, 659 – Centro – Araraquara – São Paulo – Caixa Postal 463.
CEP: 14.801-170 – Fone: (16) 3336-6902.
CNPJ: 43.975.465/0001-70.
1.2. Do Estabelecimento
Av: Barão de Serra Negra, 375 – Vila Rezende – Piracicaba – São Paulo.
CEP: 13.405-121
Fone: (19) 3421-2411 / Fax: (19) 3421-2885.
CNPJ: 43.975.465/0003-32.
Página na Internet: www.baronezaderezende.com
Endereço eletrônico: contato@baronezaderezende.com
Escola Confessional de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio
1.3. Níveis Escolares Mantidos
Educação Infantil: de 2 a 5 anos (Maternal, Pré I e Pré II).
Ensino Fundamental: do 1º ao 9º ano.
Ensino Médio: da 1ª à 3ª série.
1.4. Horário de Funcionamento
Educação Infantil: das 13:00h às 17:50h.
Ensino Fundamental I: das 13:00h às 17:50h.
Ensino Fundamental II e Ensino Médio: das 7:00h às 12:20h.
1.5. Percurso Histórico
A história do Instituto Baroneza de Rezende (IBR) inicia em 1922, quando as Irmãs Franciscanas das Escolas Católicas de Graz, Áustria, vieram para o Brasil a convite de Dona Lydia Sofia de Souza Rezende, filha dos Barões de Rezende. Eram elas: Madre Maria Joana Batista Minks, Irmã Maria Geralda, Irmã Maria Adolfina, Irmã Maria Fortunata, Irmã Edmunda e Irmã Maria Leocádia.
Sua missão era instalar em Piracicaba a Escola de Economia Doméstica e Agrícola, nos moldes das escolas da Suíça e da Bélgica.
Para que as irmãs pudessem vir para o Brasil, Dona Lydia arcou com as despesas e encargos da viagem, pois julgava que o projeto de importação do modelo europeu seria um sucesso em curto prazo.
Madre Joana Batista Minks foi escolhida para ser a aplicadora do modelo austríaco de educação feminina desenvolvido na Escola de Graz.
No dia 19 de março de 1922 era fundado o Instituto Baroneza de Rezende. Em junho do mesmo ano, a Escola de Economia Doméstica e Agrícola começava a funcionar. O jardim da infância e o primário também iniciaram na mesma data, tendo então aprovação das autoridades de ensino.
Foi um trabalho pioneiro, realizado com muita dedicação, que teve importante função social em nossa cidade, pois centenas de moças foram preparadas para constituir família, administrar com competência suas casas e até mesmo colaborar com a renda familiar, exercendo as atividades culinárias e manuais, desenvolvidas pelas educadoras católicas.
Todavia, as mudanças que se operam na sociedade não pedem licença para acontecer. Mudam-se os valores morais e sociais; as estruturas familiares vão se alterando, sendo necessário enfrentar as dificuldades econômicas, que nos são impostas. E a escola, sobretudo, deve estar preparada para essas mudanças. Assim, tornou-se necessário mudar o sistema da Escola de Economia Doméstica, porque a clientela à qual sempre procurou atender também se transformava rapidamente. Era preciso buscar novas soluções para os problemas financeiros vividos pelas irmãs, então denominadas Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição (FIC). Para manter a escola, elas firmaram uma parceria com o SESI – Serviço Social da Indústria.
Desse modo, em 1962, o Centro Educacional SESI 085 se instalava no prédio da Av. Barão de Serra Negra e ali permaneceria por trinta e dois anos, dirigido pela Ir. Regina Beltrame, com a mesma filosofia franciscana, trazida em 1922.
Em 1994, a parceria entre SESI e Irmãs Franciscanas se desfez, pois o Centro Educacional se transferiu para sua sede própria. Mais uma vez, o espírito empreendedor das irmãs se manifesta e no ano seguinte, em 1995, inicia-se o curso de ensino fundamental conjuntamente à pré-escola já existente, mantido agora pela Sociedade de Educação e Promoção Social Imaculada Conceição (SEPROSIC), que até hoje mantém uma história que se resume em muito trabalho; fundamentado na pedagogia franciscana que prepara seus alunos para serem cidadãos aptos para a vida moderna, sem se afastarem do amor a Deus e ao próximo.
Frente aos desafios da sociedade contemporânea, em 2008, atendendo aos pedidos da comunidade escolar, o Instituto Baroneza de Rezende inicia o curso de Ensino Médio, gradativamente, e hoje conta com uma sala de cada série, atendendo, portanto, à Educação Infantil, ao Ensino Fundamental e ao Ensino Médio.
1.6. Comunidade e Localização
O Instituto Baroneza de Rezende está localizado em Piracicaba, na Vila Rezende, que atualmente tem se caracterizado como um bairro onde seus moradores têm acesso a todas as redes bancárias, cartório de registro, correio, posto de saúde, hospital, clínicas especializadas, enfim, um bairro autossuficiente para seus moradores.
Contudo, mantém um perfil de um bairro residencial. Em seu entorno, há grandes indústrias com predomínio das metalúrgicas e muitas outras pequenas e médias empresas na linha de peças e serviços. Conta ainda com um comércio bem aquecido com muitas opções em serviços, alimentação e lazer.
A população abrange todas as classes sociais e o grau de escolaridade, heterogeneamente, varia de semianalfabetos a pós-doutorados, prevalecendo o Ensino Fundamental completo como maioria, segundo o último censo do IBGE (2010).
A Vila Rezende agrega muitas escolas, tanto da rede pública quanto da rede privada e atualmente oferece aos seus moradores todos os níveis de ensino, desde o Infantil até cursos superiores e de pós-graduação.
Com relação às opções de lazer, o bairro conta com praças de diversos tamanhos, algumas com parques e o shopping center da cidade.
O IBR localiza-se entre avenidas que são de muita importância para os moradores de toda a cidade. Dá acesso ao centro comercial do bairro e ligam o bairro ao centro da cidade. Dispõe de muitas linhas de ônibus com acesso ao centro-bairro e bairro-centro.
As famílias que constituem a comunidade escolar do IBR vêm de diversos bairros da cidade, com concentração de cerca de 30% provenientes da Vila Rezende, com cultura e condições sociais e econômicas diferenciadas.
O principal diferencial do IBR para as demais escolas que oferecem os mesmos serviços é que a escola é confessional e busca mais do que conhecimento acadêmico: boa formação humana, com valores cristãos, comprometida com a educação integral da criança e do adolescente.
1.7. Realidade da Comunidade
Um dos grandes desafios da sociedade atual é conseguir atuar na formação integral do aluno, em todos os aspectos: sociais, humanos, educacionais e cristãos. Os diversos arranjos familiares existentes em nossa sociedade não favorecem à criança e ao adolescente uma estrutura emocional madura, segura e voltada à coletividade. Os conteúdos curriculares nacionais tratam, muitas vezes, de realidades e assuntos que estão distantes da vivência e expectativa do aluno e as mudanças culturais ocorrem constantemente e em ritmo acelerado; invadidas pelos meios de comunicação de massa que estão presentes no cotidiano destas famílias, favorecendo o egoísmo e o individualismo exacerbados.
A escola sempre fez a opção por manter-se em condições de acompanhar as mudanças que surgem. Busca atender o bem-estar e fornecer condições para que o educando possa alcançar a integralidade do seu desenvolvimento.
O IBR procura, na busca dessa integralidade, envolver a família durante todo o processo educacional, orientando-os quanto à necessidade de leitura, hábitos culturais saudáveis, incentivo ao estudo diário, moderação no uso das ferramentas tecnológicas e de comunicação. Busca ainda conscientizar e tranquilizar as famílias no sentido de contextualizar cada educando em sua fase de desenvolvimento específica, procurando aliviar tensões e ansiedades exageradas.
Enfim, procura ter um olhar atento aos que necessitam de intervenção e atenção, devido às necessidades educacionais especiais, de acordo com as possibilidades de cada educando, escola e família.
A escola tem clareza quanto aos seus objetivos e princípios dentro de uma postura de profundo diálogo e abertura, sem abrir mão de sua identidade e missão, interagindo com as aspirações dos alunos, pais e professores. Tal interação alicerça-se em seis critérios essenciais: justiça, verdade, misericórdia, respeito, solidariedade e tolerância.
A escola tem uma responsabilidade muito grande, pois representa, com a família, parcela indispensável ao desenvolvimento da criança e adolescente, influenciando sua personalidade, penetrando em todo o seu cotidiano.
Desta forma, a escola é um espaço privilegiado de inserção do educando na esfera do conhecimento científico, no seu desenvolvimento social, configurado em suas relações e no exercício pleno da cidadania.
A qualidade de ensino é o objetivo principal da escola. Prioriza a formação necessária ao desenvolvimento de potencialidades como elemento de auto realização, qualificação para o trabalho e preparo para o exercício consciente da cidadania, estimulando a criação permanente e auto avaliação constante. Para funcionamento satisfatório do sistema escolar é necessário a integração dos recursos humanos, financeiros e materiais.
A Escola tem como função social apresentar e difundir o processo de ensino-aprendizagem, atendendo às necessidades atuais de seus alunos e familiares. A primeira tarefa é valorizar o modo de ser e agir de cada pessoa considerando-a como parceira e aliada, sem barreiras de cargos ou funções.
Neste processo todos são responsáveis: direção, professores, especialistas, alunos, pessoal administrativo e de apoio, pais e comunidade; todos estimulados, motivados, envolvidos e comprometidos, trabalhando por uma Escola de qualidade.
É um trabalho complexo, dando importância a pequenas especificidades para grandes e firmes resultados, com uma equipe, que em sintonia assumiu a responsabilidade com muito amor, compreensão e perseverança.
Dessa maneira, o desenvolvimento do Projeto Político Pedagógico, torna-se necessário na busca de um instrumento prático de organização, e norteia todas as ações pedagógicas da escola.
2.2. Objetivos e Valores
O Instituto Baroneza de Rezende, desde seu início, defende a formação humana e cristã como princípios norteadores de suas ações administrativo-pedagógicas, com uma proposta de educação dirigida às crianças e aos jovens, transformada em lema perseverantemente buscado por todos que escolhem a instituição.
O lema: “A Serviço da Formação Humana e Cristã” tem como meta assegurar aos alunos o conhecimento formal, referentes às linguagens, ciências humanas, da natureza e exatas, agregando valores humanos e cristãos a essa formação, proporcionando ao educando a condição de construtor da humanidade, protagonista de sua própria história, iniciando-se na Educação Infantil, procurando que os alunos criem e fortaleçam os vínculos e a socialização em ambiente escolar e possam iniciar seu processo de alfabetização e desenvolver seu raciocínio lógico-matemático e espacial. Há ainda a opção do atendimento em dois períodos, como atividade complementar no contra turno, chamado de Integral, que busca favorecer às crianças oportunidades de brincar, enfrentar obstáculos, cooperar com os amigos, expressar livremente pensamentos e emoções, buscar soluções, visando ao resgate dos valores éticos, morais, sociais e cristãos; bem como conscientização sobre a realidade local e global na qual ele vive levando-os a uma ação social e cristã séria e responsável, tanto para as crianças da Educação Infantil quanto para os alunos de Ensino Fundamental até o 5º Ano.
No Ensino Fundamental, espera-se que os alunos, ao concluírem, estejam aptos a interpretar corretamente os textos e a analisarem-no gramaticalmente, que dominem os conhecimentos matemáticos mais fundamentais, conheçam grande parte da história brasileira e mundial, dominem os principais aspectos geográficos mundiais, estejam cientes dos conteúdos que concernem à biologia – natureza e corpo humano e tenham uma boa noção das línguas inglesa e espanhola.
Ao término do Ensino Médio, espera-se que o aluno domine as técnicas de redação e interpretação de textos, em língua vernácula e estrangeira, domine os principais conteúdos matemáticos, especialmente os mais solicitados nos grandes exames vestibulares nacionais, bem como dominem os assuntos concernentes a esses exames nas Ciências Humanas e nas Ciências da Natureza.
Toda a instrumentalização técnico-científica oferecida por uma escola não servirá de nada se não se olha para os valores vivenciados por ela. Todo desenvolvimento intelectual, sem a dimensão humana, pode tornar-se infértil.
Por isso, é que, no IBR, todo o ensinamento escolar-formal baseia-se nos valores cristãos, conduzidos pelas Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição. O conjunto de valores que envolvem a prática pedagógica se inspira na filosofia e vida de Francisco de Assis, que viveu a justiça, a humildade e a simplicidade como atitudes capazes de construir um mundo justo, digno e fraterno. Francisco demonstrou que o cristianismo é a vivência do amor. O amor de Deus não pode separar-se do amor ao próximo. Demonstrou também que o cristianismo não é apenas uma exaltação mística, mas, principalmente, uma ação concreta e são esses valores que se buscam agregar ao desenvolvimento intelectual dos alunos.
Ao trabalhar-se com os valores humanos e cristãos caminha-se para alcançar um saudável desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças e dos jovens, criando um ambiente social de mediação de conflitos, oferecendo-lhes condições para que possam superar dificuldades, necessidades, carências e faltas que implicam no desenvolvimento emocional mais saudável. Os resultados desse trabalho são percebidos por meio da observação atenta e direta dos alunos nos variados espaços e tempos na escola, seja em sala de aula, sejam nos horários de intervalos, nas aulas diversificadas, no Integral, nas campanhas de arrecadação solidária, nas Exposições Culturais, nas viagens pedagógicas e demais eventos e atividades promovidos pela Escola.
É isso que representa o lema do IBR: uma escolha por uma forte formação acadêmica, pela simplicidade, humildade e justiça cristãs, aliada à proposta de humanos mais saudáveis emocionalmente. Representa, enfim, o permanente propósito de criação de um mundo melhor, desenvolvendo Projetos Educacionais Interdisciplinares e Atividades Acadêmico-Pedagógicas.
O IBR, de acordo com o disposto na Lei 9.394/96 e demais leis vigentes, e inspirado nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por fim:
compreender os direitos e deveres da pessoa humana, do cidadão, do Estado, da família e dos grupos que compõem a comunidade;
respeitar a dignidade e as liberdades fundamentais do homem;
desenvolver integralmente a personalidade humana e estimular a participação na obra do bem comum;
preparar o indivíduo para o domínio dos recursos científicos e tecnológicos que lhes permitem utilizar as possibilidades e vencer as dificuldades do meio;
preservar e expandir o patrimônio cultural;
condenar qualquer tratamento desigual por motivo de convicção filosófica ou religiosa, bem como a quaisquer preconceitos de classe ou de etnia.
transformar em atividade de pesquisa tudo o que for possível, para motivar a leitura questionadora, a busca de dados, a reunião de informações pertinentes;
privilegiar a elaboração própria, estimulando a apresentação de textos pessoais, as propostas criativas, os projetos alternativos;
proporcionar atividades interdisciplinares que envolvam as disciplinas de Elementos de Informática, Educação Musical, Artes, Dança, Educação Física, Judô, Espanhol, Inglês e Cultura Religiosa;
fomentar o trabalho pessoal, incentivando o aluno realizar pesquisas, apresentar sugestões e encontrar materiais complementares que enriqueçam sua aprendizagem;
organizar eventos sistemáticos que induzam o aluno a produzir, como: Exposição Cultural, Olimpíada Esporte Cultural, Olimpíadas de Física, Matemática e outras, Sarau, exposição histórica, artística, concursos de redação e leitura, de textos, relatórios de viagens pedagógicas, dentre outros;
proporcionar ao aluno situações em que possa, cada vez mais, produzir textos e outras atividades, de modo que se torne cada vez mais construtivo e participativo;
ressaltar o trabalho de equipe, bem sistematizado, com responsável e relator, levando os alunos a enfrentar tarefas comuns de leitura, montagem de dados, coleção de materiais, em todos os componentes curriculares quanto forem possíveis;
promover seminários, entendendo-os como sessões em que grupos discutem certo tema, após preparação prévia acurada e elaborada, com o compromisso de chegar a resultados consensuais;
impulsionar o uso de materiais diversificados, além dos livros didáticos, para que os alunos estudem criticamente, aprendendo a ler de modo questionador, refazendo sempre os argumentos do texto e buscando, se couber, contra-argumentos elaborados, em todas as disciplinas;
valorizar a tendência lúdica da criança e do adolescente, no sentido de organizar a aprendizagem em ambiente estimulante, por meio da música, informática, coral, dramatizações, gincana esportiva e cultural, dentre outros;
aproveitar a experiência cultural da criança e adolescente, para motivá-los, ainda mais, a assumir comportamento construtivo e participativo, na medida em que se reconhecem como sujeitos capazes de propor e inovar;
ressaltar, sempre que possível, a aplicação prática do conhecimento, principalmente em assuntos mais abstratos, compreendendo sua normalidade e utilidade na vida das pessoas.
2.4. Missão
Educar, proteger, desenvolver e socializar crianças e adolescentes, proporcionando o exercício pleno da cidadania, através de um conjunto de ações integradas e articuladas, de forma a zelar pelo processo de crescimento intelectual, existencial e espiritual, facultando-lhes o desenvolvimento integral em condições de liberdade e dignidade, tendo a família como parceira, a exemplo de Madre Francisca Lampel, fundadora da Congregação das Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição, nossa mestra inspiradora.
O Instituto Baroneza de Rezende possui como metas prioritárias que, na Educação Infantil, a criança possa conhecer e reconhecer o alfabeto, adquira raciocínio lógico-matemático e tenha uma noção espacial de si e do ambiente que a cerca.
No Ensino Fundamental I, espera-se que em 90% dos alunos seja desenvolvido o raciocínio lógico, utilizando as quatro operações, bem como a leitura e interpretação de textos e outras representações gráficas.
Já, para os alunos do Ensino Fundamental II, espera-se que os alunos consolidem os conteúdos do Ensino Fundamental I e ampliem seus conhecimentos científicos. Espera-se ainda que alcancem percentuais de acerto em torno de 90% nos simulados, ao longo do ano. Ao término do Ensino Fundamental espera-se que a maioria dos alunos tenha a criticidade e a formação desenvolvidas e estejam preparados para os desafios do Ensino Médio.
No Ensino Médio, espera-se que os alunos alcancem percentuais de acerto nos simulados internos em torno de 80%, que 90% dos alunos se inscrevam e participem do ENEM e que possamos atingir, com isso, uma classificação entre as cinco primeiras escolas da cidade em percentual de rendimento e aprovações, como tem acontecido tradicionalmente nos últimos anos.
3. FILOSOFIA DA ESCOLA: FILOSOFIA FRANCISCANA
A maior contribuição que Francisco dá à nossa vida hoje é a fundamentação evangélica. Esse relacionamento fraterno de irmão a irmão, na base do serviço mútuo, na humildade, na paciência, na alegria; esse desprendimento e despojamento em relação às posses (que suscitam tantas divisões), essa abertura à comunidade maior, para não criar pequenos guetos.
O Instituto Baroneza de Rezende deseja efetivamente apresentar e testemunhar algo novo diante dessa sociedade e deve, como Francisco, solidarizar-se. Solidarizar-se para libertar-se de seu jugo e criar um novo estilo de vida, com valores e perspectivas que respondam aos anseios e esperanças dos homens e das mulheres de hoje.
Francisco de Assis foi o homem que soube ver bem todas as coisas, sentir tudo, entender tudo. Soube dar voz às coisas, compreender sua linguagem. Soube descobrir em cada ser, um irmão, uma irmã para amar. Porque ele tinha o coração cheio de Deus, sabia falar com a irmã água, o irmão fogo, a irmã ave, o irmão peixe, o irmão lobo, a irmã terra, o irmão sol e até mesmo a irmã morte.
São Francisco considera o ser humano como o grau de excelência no mundo, porque Deus o fez à sua imagem e semelhança. Foi um homem simpático, amou todas as coisas e desceu ao nível delas para amá-las mais. Seu olhar era simples e ia direto à realidade presente. Simpatizava com os seres para compreendê-los, falava com os seres com amor e respeito, esquecia-se de si mesmo para admirar, entender e amar as coisas e todas as pessoas do mundo.
Pela simpatia, sabia descobrir a verdade que se oculta mesmo nos maiores erros. Simpatia que o fez pobre para conhecer e amar aos pobres, que o fez dar tudo aos outros, esquecido de si mesmo.
Amava as coisas e as criaturas com um amor sincero e sem interesses secundários, porque sentia o coração transbordar de amor pelos outros e porque antes havia compreendido os seres e as criaturas.
Para Francisco tudo era sagrado. Em primeiro lugar, Deus, é claro. Para louvá-lo, Francisco não encontra suficientes adjetivos. Nele se resumem todas as qualidades e virtudes. Depois as criaturas, entre as quais ressalta o homem, que é sagrado porque pode louvar a Deus, porque nele reside o próprio Deus. Em tudo via ele o reflexo da bondade e da misericórdia de Deus. A sua amada Igreja, o clero, os leprosos, os pobres, os confrades, porque eram sinais do Deus maravilhoso e cheio de amor, tornava-se sagrado e mereciam o respeito de Francisco.
Necessária seria uma radical revisão do nosso modo de vida para nos convertermos à atitude de Francisco, para sermos amigos de Deus como ele o era, para sermos amigos e servos dos homens como ele o era, especialmente dos pobres, dos enfermos, dos que sofriam mais do que ele; para sermos amigos e admiradores da natureza, das coisas e do mundo (somos, quem sabe, mais depredadores e inimigos, porque queremos tudo sob nosso domínio e guarda, o que é uma atitude extremamente antifranciscana).
Francisco de Assis é o homem que realizou o doar-se, em plenitude, nas condições e possibilidades oferecidas pelo seu ser-homem. Feito pobre, dependente, limitado, frágil. Diante de seu Criador, reconhecia-se o menor de todas as criaturas, sentia-se possuidor de infinitas aspirações que não se plenificavam com as coisas, por mais infinitas que lhe parecessem. Sentia a angústia do ideal a ser conquistado e sua limitação para atingi-lo e sentia o profundo abismo entre o infinito desejado e o real, em sua possibilidade. Essa parece ser a situação de todo homem.
Porém, há um detalhe que torna Francisco radicalmente diferente do comum dos homens. Francisco sabia ser criatura e, como tal, ser dom, gratuidade. Sabia que o criador tudo lhe dera e que sua função, como criatura, era de acolher. Pela acolhida que dera à doação incondicional do Criador, optou por ser servo e mensageiro do amor, sem nada receber, nem mesmo a alegria de dar.
Como convém a mensageiros de Paz e Bem, sonhamos minimizar todas as formas de violência, construir uma cultura de paz e solidariedade, promover a justiça e a vida. Nos propomos a abraçar a causa da educação na ótica de São Francisco e Seus Companheiros(as), e fazer de nossas famílias, nossas escolas, nossas comunidades e nossa Igreja centros de conscientização e ação em prol da Fraternidade, Justiça, Paz e Vida.
O IBR é uma escola alicerçada na Filosofia Franciscana e sua missão educacional faz parte da missão evangelizadora, abrangendo a comunidade, a escola e a família. Como Educadores Franciscanos temos a ousadia de sonhar sempre… os sonhos fazem por nós:
Ajudam-nos a seguir em frente. Os sonhos são o combustível que nos impulsionam a avançar em direção aos nossos objetivos.
Guiam nosso crescimento pessoal. Especialmente em momentos turbulentos, precisamos de uma luz para nos indicar o caminho.
Empurram-nos para a ação. Acreditar em um sonho nos obriga a trabalhar para realizá-lo quase sem esforço, já que aquilo que acreditamos se converte em diversão e prazer.
Ajudam a superar obstáculos. Se os sonhos forem suficientemente grandes e motivadores, nada poderá destruí-los.
Inspiram e unem. Os sonhos também podem ser compartilhados, como a História demonstrou inúmeras vezes.
Mostram que a ilusão não tem idade. Quando sabemos o que queremos e nos esforçamos para atingir nossos objetivos, nos sentimos cheios de energia para levar nosso projeto adiante.
Geram fortaleza e confiança. As coisas parecem muito mais simples quando todos os nossos esforços estão voltados para uma meta.
Abrem novas fronteiras. Os únicos limites que existem são aqueles que nós mesmos estabelecemos. E a função de um sonho é justamente abrir brechas nas limitações da realidade.
Tenhamos bons sonhos… com os olhos abertos e à disposição de agir sem demora.
A escola procura orientar seus alunos, professores e funcionários para esta vivência, procurando ser coerente com o tipo de pessoa que se deseja formar.
4. LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), número 9.394, de 1996 afirma que a educação abrange diversos processos formativos desenvolvidos na vida familiar, na convivência, nas instituições de ensino e diversos outros ambientes. Tem por finalidade disciplinar a educação escolar desenvolvida por meio do ensino.
Em seu Artigo 2º declara que: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho” e busca por meio de processos formativos levar o aluno a aprender. Segundo a legislação vigente:
“Art. 22: A educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”.
Conclui-se, então, que a educação básica só será eficaz quando oriunda de um querer coletivo e quando houver outro enfoque pedagógico: mais importante é saber “como se aprende” do que “como se ensina”.
Quanto à Educação Infantil, a lei afirma que:
Art. 30. A educação infantil será oferecida em: […]
V – expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança.(Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)
A legislação, quanto ao Ensino Fundamental, estabelece que:
Art. 32: O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. […]
Quanto ao Ensino Médio, a LDB prevê que:
Art. 35: O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finalidades:
Art. 36: O currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular e por itinerários formativos específicos, a serem definidos pelos sistemas de ensino, com ênfase nas seguintes áreas de conhecimento ou de atuação profissional: (Redação dada pela Medida Provisória nº 746, de 2016)
I – linguagens; (Redação dada pela Medida Provisória nº 746, de 2016)
II – matemática; (Redação dada pela Medida Provisória nº 746, de 2016)
III – ciências da natureza; (Redação dada pela Medida Provisória nº 746, de 2016)
IV – ciências humanas; (Redação dada pela Medida Provisória nº 746, de 2016) […].
5. CONCEITUAÇÃO
5.1. A Pessoa
O nascimento de toda pessoa, constitui-se num momento pleno de significado; um mistério que precisa ser investigado, olhado, considerado, lido, estudado, amado e assumido como demonstração do ser, ou seja, como o sentido não apenas desse recém-nascido, mas de toda a humanidade.
Todas as pessoas trazem como herança características não apenas de seus pais, mas também da história, da natureza e do tempo. O ser humano não aparece a modo de um repentino cometa, fruto de um simples acaso ou de uma desalentadora fatalidade, sem começo, fim ou enredo. Há uma história dentro da qual vai sendo gerado.
Ninguém nasce ou parte do zero. Todos recebem determinada família, determinada companhia de crianças e jovens, um determinado nome, uma cultura, uma fé. Variam as circunstâncias, mas a essência é sempre a mesma.
Cada ser humano é desejado, anunciado, preparado e chamado à vida, portanto, não apenas através dos pais que os geraram, mas também da história e do mundo que os acolhe. São filhos também do tempo e da Terra. Essa é a primeira vocação e missão de um ser humano: cuidar de sua origem, da sua terra e do seu tempo.
Paradoxalmente, a justiça divina é uma “não-justiça”, contraria toda e qualquer justiça humana, cujo princípio é dar a cada um o que lhe compete ou merece. Mas, se Deus agisse assim conosco estaríamos todos dupla e irremediavelmente condenados e perdidos. Primeiramente porque tudo o que temos e somos, como a própria vida, nos é dado de graça e ininterruptamente, em segundo lugar porque a humanidade se tornou destruidora da criação.
Restaurar, recriar o mundo e as criaturas de Deus – a justiça divina – é o novo caminho, a nova missão do ser humano. Caminho iniciado por Cristo através de sua obediência ao Pai até a morte e morte de cruz; caminho da criação do novo Adão, da nova existência humana, novo Céu e nova Terra.
A cruz, portanto, antes de um fato, se constitui na consumação do grande ato de amor, compaixão e misericórdia, introduzido no coração de cada homem e de cada criatura. Em resumo, Cruz é o modo de ser do próprio Deus; o modo de ser do inocente, do puro, do limpo, do ingênuo, do justo. Um exemplo clássico desse modo de ser é a criança. Na criança, como em Deus, o mal não cresce, não vai adiante, simplesmente porque não cria raiz.
Na atualidade, torna-se cada vez mais clara a consciência e viva a alegria de que somos um só povo, uma só raça, uma só nação e não um aglomerado de indivíduos. Daí, o surgimento e a multiplicação cada vez mais intensa de grupos e associações.
Por essa razão, a tendência à unidade se faz cada vez mais forte e necessária. Nunca na história da humanidade assistimos à criação de tantas entidades e organizações nacionais e internacionais. Por bem ou por mal, o ser humano vai ter que aprender a viver junto, em comunhão, em grupo. Acerca disso, afirmou São Basílio Magno (379):
Deus, nosso criador, quis que precisássemos uns dos outros, para que vivêssemos em unidade uns com os outros (…). Na realidade, se você vive sozinho, vai lavar os pés de quem? De quem você vai cuidar? Como é que você vai fazer para se colocar no último lugar se mora sozinho?
5.2. A Escola
A escola é o lugar, por excelência, de individuação. Tanto o aluno como o professor e os demais integrantes são entendidos como pessoa, sujeitos em construção na história. Por isso, deve haver um clima de estímulos recíprocos ao crescimento, valorizando a pessoa e a comunidade.
Como base neste âmbito geral, convém detalhar algumas características particulares da escola, sobretudo no que diz respeito aos atributos da pessoa:
a escola deve cumprir, em primeiro lugar, seu papel essencial de proporcionar a transmissão da cultura, despertando no aluno uma contínua reflexão crítica, servindo-se, para isso, da disciplina e dos recursos necessários. Se de um lado transmite conhecimento; por outro, reconhecedora dos conhecimentos adquiridos pelo aluno através de outras fontes, estimula o “vir à luz” de suas próprias ideias;
a escola educa para os valores e para a cidadania, procurando infundir no aluno o anseio por uma ética pessoal, que se importa com a construção de uma sociedade justa e fraterna. Faz parte de sua visão de sociedade a busca pela justiça, paz e fraternidade universal, elementos essenciais do Evangelho;
a escola, enquanto confessional, estimula o cultivo da própria religiosidade, tanto nas expressões simbólicas de uma comunidade de fé, como no encontro mais pessoal e íntimo com Deus;
a escola procura educar, relevando toda a história de vida do aluno, encaminhando-o para uma vida saudável, ancorada no processo contínuo do autoconhecimento e na evolução positiva da sua autoestima.
Agindo assim, a escola crê estar contribuindo significativamente para a construção pessoal do aluno em seu contínuo e progressivo processo de se tornar pessoa, na sua integralidade.
5.3. O Professor
É o profissional consciente do seu papel de mediador na construção do conhecimento, capaz de despertar nos educandos a mobilização sensata para as mudanças, na sua competência didática e na sua rota vocacional, sem receio de fracassos, com otimismo e perseverança na sua “arte de ensinar”, dentro da perspectiva da educação personalista, se desenvolvendo enquanto pessoa, crescendo com as mudanças, elucidando dúvidas, caminhando com e em grupo, fazendo parcerias, gerando solidariedade e esperança.
5.4. Os Colaboradores
Os colaboradores são todos os agentes escolares que dão suporte a alunos e ao corpo docente, desempenhando papel fundamental na educação e formação escolar. Garantem o bem-estar e a organização de todo o processo educacional nos diversos âmbitos de atuação: Secretaria, Atendimento, Contabilidade, Manutenção e Serviços Gerais.
5.5. O Aluno
O aluno é o sujeito que dá sentido a todo processo educativo. É um indivíduo para o qual todos os esforços são dirigidos e que, no dinamismo escolar global, se edifica como pessoa ao edificar, progressivamente, todas as instâncias de sua existência. Objetiva-se que o aluno, coletivamente, atinja graus satisfatórios de autonomia e integridade pessoal. É também o indivíduo que se manifesta em forma de participação crítica, criativa e, ao mesmo tempo, respeitosa.
5.6. A Família
A família é uma das parceiras nas atividades escolares, tanto no que diz respeito à reflexão como à prática pedagógica. Busca, em unidade com a escola, o melhor desempenho para o educando, participando do processo pedagógico, assumindo atribuições específicas.
Um dos grandes desafios educacionais contemporâneos encontrados em todos os níveis de ensino é o aprender a aprender, que vai além do mero ensinar e do mero aprender.
A didática do “aprender a aprender” trata-se de uma metodologia emancipatória, traduzida em competências e habilidades. A pessoa torna-se capaz de pensar, de avaliar processos, de criticar e criar, intervindo na realidade, com base no conhecimento renovado e renovador. Tem como objetivo principal a atitude de pesquisa. A pesquisa como atitude significa a base da produção científica e base da educação, ancorada no manejo e produção de conhecimento. Na criança, pesquisa significa o despertar e o motivar da atitude de questionamento, de criatividade via manifestação lúdica, de curiosidade crítica de postura de sujeito.
Nesta dinâmica não cabe professores que apenas ensinam, não pesquisam, nem detêm capacidade de produzir conhecimento próprio. O professor tem que estar em constante aperfeiçoamento e buscar fontes de pesquisa para sempre estar se renovando, precisa ser autônomo, crítico, criativo, renovador e aberto para toda e qualquer fonte de conhecimento.
Aprender a aprender é hoje a competência própria do educador contemporâneo, de quem se espera, principalmente, que consiga motivar o aluno para o mesmo desafio. Deve adquirir a virtude de conjugar adequadamente o desafio técnico e humanista.
A didática do aprender a aprender precisa ser construída no contexto globalizado do conhecimento. As teorias mais atuais em educação apontam com persistência para essa direção, a par do reconhecimento consensual em torno da relevância da educação, ciência e tecnologia para o desenvolvimento.
É muito importante que os educadores estejam sempre atualizados nos estudos das teorias educacionais atuais, conhecendo autores como Piaget, Vygostsky, Bernstein, Wallon, Habermas e Kohlberg, Luria, Leontiev e outros, com o objetivo de estar sempre focados nos diversos conceitos de educação;
6.1. O Aluno que desejamos formar
Conscientes da complexidade e riqueza da natureza humana, nosso objetivo, enquanto educadores, é o desenvolvimento global do indivíduo.
Defendemos que a finalidade da educação é proporcionar um harmonioso desenvolvimento da personalidade para que o educando saiba criticar, analisar, compreender e reagir adequadamente às circunstâncias físico, socioculturais e religiosas, despertando a pessoa para suas potencialidades, adquirindo assim, gradativamente, um senso de liberdade com responsabilidade, superando os obstáculos com generosidade e constância.
Para essa formação, levando em consideração os princípios cristãos em que a escola se fundamenta, nos propomos a:
Desenvolver habilidades acadêmicas de modo a formar alunos com autonomia na busca do conhecimento, para que se tornem profissionais responsáveis, com ferramentas para enfrentar a vida cotidiana com liberdade, autoridade, limites e sabedoria, engajados na sociedade em que estão inseridos;
Propiciar um cotidiano com limites e responsabilidades, de maneira que os alunos tenham a consciência da existência de normas, tanto na vida escolar quanto na social;
Formar o aluno de maneira que seja capaz de dialogar, propiciando atividades coletivas e estimulando o respeito às diferenças individuais;
Estimular a vivência de valores morais, compromissados com a vida e com a espiritualidade.
6.2. Da Adaptação Escolar
A adaptação escolar é um tempo dedicado ao aluno, normalmente no início do ano escolar, ou na entrada do aluno na escola, quando no meio do período letivo, favorecendo a alunos e pais conhecimento e organização da rotina e do cotidiano específicos da escola.
Inicia na apresentação da escola quando, ao recepcionar a família, é oferecida a opção de conhecer o espaço físico escolar, os alunos da classe, quando possível, a opção de fazer uma entrevista com a coordenação pedagógica, a fim de sanar as dúvidas e anseios pertinentes à etapa que o aluno será inserido na escola, oferecendo, inclusive, adaptação em sala, no período de aula, para o aluno ter contato com a futura turma.
Neste processo e durante toda a vida escolar do aluno, a visão humanista e a filosofia religiosa são trabalhadas diariamente, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, através dos momentos de Bom-Dia e Boa-Tarde e das comemorações internas como missas e celebrações, além das aulas de Cultura Religiosa.
Há ainda um trabalho diferenciado feito junto aos pais e alunos, proporcionando um momento de segurança e integração entre escola e família durante todo o ano, quando também são realizados vários eventos em que a participação dos pais é fundamental no processo ensino-aprendizagem. Busca-se ainda um acompanhamento individualizado do aluno nas diversas atividades escolares.
Para a Educação Infantil e 1º ano, é desenvolvido o Projeto Pais e Filhos na Escola, que visa proporcionar aos pais, crianças e professores, uma apresentação prévia do espaço escolar e a confecção de um objeto transicional que auxilia os alunos a se adaptarem melhor à cada nova etapa que se inicia.
6.3. Da Transição de Etapas
O processo de adaptação para alunos em transição de etapas ocorre da seguinte forma:
Da Educação Infantil para o 1º ano do Ensino Fundamental os alunos são acolhidos com dinâmicas e atividades integradoras que possibilitam a adaptação e o desenvolvimento das crianças nessa etapa. No início do ano letivo os alunos participam do Projeto Pais e Filhos na Escola, onde constroem na classe, com a professora e os pais, um objeto transicional que auxilia essa troca de fase.
Do 5º para o 6º ano do Ensino Fundamental é preparada uma aula demonstrativa, em que os professores do 6º ano vêm até o 5º ano, no contra turno, para fazer uma aula em que os alunos possam conhecer quem serão seus futuros professores. Também é promovido um momento em que os alunos do 5º ano fazem aula no período da manhã, com os demais alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, para que possam conhecer a escola neste período, sentir o clima e a dinâmica escolar que permeia essa nova etapa. Essa prática reduz a ansiedade e os temores próprios dessa fase de transição. No 6º ano os professores desenvolvem um trabalho específico de adaptação e acolhimento para que os alunos se sintam seguros.
Do 9º ano para o Ensino Médio os alunos são preparados para enfrentar esse novo desafio, visando o vestibular. Como na etapa anterior, os professores do Ensino Médio preparam uma aula demonstrativa para se apresentarem para os futuros alunos e, durante a 1ª Série do Ensino Médio, desenvolvem um trabalho diferenciado de acolhimento e integração.
Todo esse trabalho é pautado em um processo de adequação à nova realidade que enfrentam para a realização desse novo processo de construção da aprendizagem.
7. PROPOSTA PEDAGÓGICA
O Instituto Baroneza de Rezende procura desenvolver uma pedagogia integral e participativa, apoiada numa abordagem dialética, na qual o ser humano só se modifica na relação com o outro e, ao mesmo tempo, modifica o outro.
Por isso, na construção do Projeto Pedagógico, optou-se por uma proposta interacionista. Dois teóricos se destacam como principais colaboradores na fundamentação de nosso projeto:
Seu objetivo era investigar a origem do conhecimento (epistemologia). Apontou a evolução do conhecimento humano, dividindo-o em estágios de desenvolvimento ao longo dos quais se constroem certas estruturas cognitivas e a relação entre aprendizagem e desenvolvimento.
O desenvolvimento do conhecimento é influenciado por quatro fatores: a maturação biológica, a experiência, os efeitos do ambiente físico sobre as estruturas das inteligências, a transmissão sutil no sentido amplo (transmissão linguística ou educacional) e a equilibração ou auto-regulação.
A construção do conhecimento, que é dinâmica e contínua, ocorre através do processo de equilibração, nos quais dois mecanismos complementares são acionados: a assimilação e a acomodação. A assimilação é a integração de algum tipo de realidade que passa a fazer parte das características estruturais e funcionais do indivíduo, enquanto que a acomodação provoca uma mudança nestas estruturas e origina-se um novo nível de conhecimento.
Lev Semenovich Vygotsky:
Criador da teoria sócio-interacionista. Para Vygotsky existe uma relação recíproca entre o desenvolvimento e a aprendizagem, pois a aprendizagem impulsiona o desenvolvimento; este, por sua vez, cria novos patamares para a aprendizagem. Vygotsky acredita na existência de dois níveis de desenvolvimento: o nível de desenvolvimento real (composto por aquilo que o indivíduo consegue fazer sozinho, por já ter se apropriado, já dominado e utilizar, sem o auxílio do outro); e o nível de desenvolvimento proximal (composto por atividades que o indivíduo é capaz de realizar mediante a ajuda de uma pessoa mais experiente: professor, aluno e outros). Assim, somente através da interação com alguém que sabe mais, o indivíduo irá incorporar novos aprendizados, provocando, desse modo, o desenvolvimento.
Tanto Piaget como Vygotsky contribuem para a compreensão do processo de construção do conhecimento pelo indivíduo, em que suas experiências anteriores têm de ser levadas em consideração, pois possibilitam novas construções, além das relações que este indivíduo estabelece com o ambiente onde, num determinado contexto histórico.
A proposta pedagógica da Construção Social do Conhecimento (Sócio-Interacionista) apresenta-se sempre com caráter inovador, busca constantemente a transformação social, valorizando o indivíduo como ser presente, que participa de grupos libertos, atuantes e participativos. É esse o principal objetivo da proposta, levando o aluno a ser:
mais crítico;
pesquisador dos seus conhecimentos.
8.1. Planejamento dos Conteúdos
É necessário considerar o planejamento como um todo na Escola, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, estabelecendo relações dos conteúdos com o aluno, escola e comunidade.
Segundo Libâneo (1994), conteúdos de ensino:
São os conteúdos culturais universais que se constituíram em domínio de conhecimento relativamente autônomo, incorporados pela humanidade, mas permanentemente avaliados face às realidades sociais […]. Não basta que os conteúdos sejam bem ensinados, ainda que bem ensinados; é preciso que se liguem, de forma indissociável, à sua significação humana e social.
Pensando nesse processo de aquisição da autonomia citada por Libâneo, o IBR adota os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) como parte fundamental e referencial para o planejamento.
Os PCNs orientam o planejamento escolar, as ações de reorganização do currículo, referenciam para a renovação e reelaboração da proposta curricular, reforçam a importância da formulação do projeto educacional, compartilhado por toda a equipe.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, ao reconhecerem a complexidade da prática educativa, buscam auxiliar o professor na sua tarefa de assumir, como profissional, o lugar que lhe cabe pela responsabilidade e importância no processo de formação do ser cidadão.
Valorizando essa formação do ser cidadão, os Temas Transversais entram com grande ênfase no processo do “Aprender a Aprender”, pois têm o compromisso com a construção da cidadania, em que se pede, necessariamente, uma prática educacional voltada para a compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal, coletiva e ambiental.
Estão incorporados como Temas Transversais as questões da Ética, da Pluralidade Cultural, do Meio Ambiente, do Trabalho e Consumo, da Saúde e da Orientação Sexual, que devem ser inseridos nas áreas já existentes e no trabalho educativo da escola. Essa forma de organizar o trabalho didático recebe o nome de Transversalidade.
8.2. Planejamento de Ensino-Aprendizagem
O planejamento de ensino-aprendizagem é o planejamento mais próximo do professor e de sua prática de sala de aula. Deve estar baseado no relacionamento pessoal entre professor e aluno. É através dele que o professor se tornará um pesquisador constante na busca de conteúdos significativos para o aluno e um constante avaliador de suas práticas pedagógicas.
9. A AVALIAÇÃO
Jussara Hoffmann (2003), em seu livro: “Avaliação: mito e desafio”, propõe que “a avaliação seja uma trajetória de entendimento e troca de ideias por ambos os elementos da ação educativa”.
Não se concebe a avaliação de forma isolada, pois ela reflete a concepção que se tem de educação, escola e sociedade. Entretanto, na medida em que refletimos sobre a avaliação, estamos construindo um caminho para se trilhar o relacionamento de todo o processo pedagógico.
A análise da avaliação feita por direção, coordenação e corpo docente deve ser um processo constante para que se revise a efetividade da aprendizagem e verifique se tem se atingido ou não os objetivos por ela propostos.
O conceito de avaliação da aprendizagem necessita ser sistematicamente refletido, pois a aquisição das competências e habilidades por parte do aluno reflete diretamente no sucesso das práticas pedagógicas da escola. A não-aquisição dessas competências e habilidades obrigam todo o corpo docente a rever e modificar suas práticas de ensino.
A avaliação deve ser direcionada no sentido de atribuir qualidade aos resultados da aprendizagem dos educandos, tendo por base seus aspectos essenciais e, como objetivo final, uma tomada de decisão que direcione o aprendizado e, consequentemente, o desenvolvimento do educando.
Dessa forma, o professor deverá:
coletar, analisar e sintetizar, da forma mais objetiva possível, as manifestações das condutas-cognitivas, afetivas e psicomotoras dos educandos, produzindo uma configuração do efetivamente aprendido;
atribuir uma qualidade a essa configuração da aprendizagem, a partir de um padrão (nível de expectativa) preestabelecido e admitido como válido pela comunidade dos educadores e especialistas dos conteúdos que estejam sendo trabalhados;
a partir dessa qualificação, tomar uma decisão sobre as condutas docentes e discentes a serem seguidas, tendo em vista:
a reorientação imediata da aprendizagem, caso sua qualidade se mostre insatisfatória e o conteúdo, habilidade ou hábito, que esteja sendo ensinado e aprendido, sejam efetivamente essenciais para a formação do educando;
o encaminhamento dos educandos para passos subsequentes da aprendizagem, caso se considere que, qualitativamente, atinjam um nível da satisfatoriedade no que estava sendo trabalhado.
Assim, o objetivo primeiro da aferição do aproveitamento escolar não será a aprovação ou reprovação do educando, mas o direcionamento da aprendizagem e seu consequente desenvolvimento.
Hoffmann (2003) ainda afirma:
Para que se use corretamente a avaliação no processo ensino-aprendizagem, no contexto escolar, importa estabelecer um padrão mínimo de conhecimentos, habilidades e hábitos que o educando deverá adquirir; num padrão mínimo de conhecimentos, habilidades e hábitos e não uma média mínima de notas, como ocorre hoje na prática escolar.
A aprovação ou reprovação do educando dar-se-á pela efetiva aprendizagem dos conhecimentos mínimos necessários, com o consequente desenvolvimento de habilidades, hábitos e convicções.
9.1. Do Sistema de Avaliação e Recuperação
Eis o que contempla, na íntegra, o Regimento Escolar aprovado para 2018:
Artigo 63 – A avaliação da escola, no que concerne a sua estrutura, organização, funcionamento e impacto sobre a situação do ensino e aprendizagem; constitui-se em um dos elementos para reflexão e transformação da prática escolar e terá como princípio o aprimoramento da qualidade do ensino.
Parágrafo único – Após avaliações diagnósticas iniciais, com base na legislação vigente, os alunos que identificados com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação são indicados no Sistema de Cadastro Informatizado e encaminhados aos serviços de apoios necessários, os quais também serão indicados em sistema próprio.
Artigo 64 – A avaliação interna do processo de ensino e de aprendizagem, responsabilidade da escola, tem caráter processual, formativo, participativo, contínuo, cumulativo e diagnóstico, trazendo como um de seus objetivos o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada aluno, em relação à Proposta Curricular do Colégio, de acordo com as Diretrizes do Estado de São Paulo e Nacionais previstas e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade e/ou adaptações curriculares, quando for o caso.
Parágrafo único – A avaliação interna do processo de ensino e de aprendizagem tem por objetivos:
possibilitar que os alunos auto avaliem sua aprendizagem;
orientar o aluno quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades;
identificar potencialidades e dificuldades de aprendizagem e detectar problemas de ensino;
subsidiar decisões sobre a utilização de estratégias e abordagens de acordo com as necessidades dos alunos, criando condições de intervir de modo imediato e em longo prazo para sanar dificuldades e redirecionar o trabalho docente;
utilizar vários instrumentos e procedimentos, tais como a observação, o registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, provas, questionários, dentre outros, tendo em conta a sua adequação à faixa etária e às características de desenvolvimento do educando;
fazer prevalecer os aspectos qualitativos da aprendizagem do aluno sobre os quantitativos, bem como os resultados ao longo do período sobre os de provas finais, quando essas ocorrerem;
fundamentar as decisões do Conselho de Ano/Série quanto à necessidade de procedimentos paralelos ou intensivos de recuperação da aprendizagem, de classificação e reclassificação de alunos;
orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares e implementar flexibilizações curriculares que considerem metodologias de ensino diversificadas e recursos didáticos diferenciados para o desenvolvimento de cada aluno da educação especial, em consonância com o projeto pedagógico da escola.
Artigo 65 – A avaliação do rendimento do aluno se dá de forma contínua e sistemática, ao longo do trimestre e de todo ano letivo, a cada atendimento nos serviços de apoio pedagógico especializado, em todos os componentes curriculares, através de diferentes instrumentos de avaliação, pela aprendizagem cooperativa em sala de aula, por trabalho de equipe na escola e incide sobre o desempenho do aluno nas diferentes experiências de aprendizagem, levando em consideração os objetivos estabelecidos nos planos escolares.
1º – O registro dos resultados do processo de avaliação é realizado por meio de sínteses trimestrais e finais em cada componente curricular.
2º – O estabelecimento de ensino tem a incumbência de:
divulgar para pais e estudantes, no ato da matrícula, as modalidades e instrumentos de avaliação utilizados, bem como os critérios de promoção e retenção e períodos para recursos, que são disponibilizados a todos por meio eletrônico através do website da Escola;
manter a família informada sobre o desempenho dos alunos, disponibilizando boletins trimestralmente e agendando reuniões individuais e coletivas;
reconhecer o direito do aluno e da família de discutir os resultados da avaliação, inclusive em instâncias superiores à escola;
assegurar que aos alunos com menor rendimento sejam oferecidas condições de ser devidamente atendidos ao longo do ano letivo;
prover estudos de recuperação contínuos e paralelos no período letivo, prever formas de compensação de ausências e submeter alunos a processos de reclassificação nos termos da Lei 9394/96, art. 23, parágrafo 1º.
Artigo 66 – O sistema de avaliação, processo contínuo desenvolvido durante todo o período escolar, tem por objetivo verificar a capacidade do aluno quanto à responsabilidade, assiduidade, reflexão, análise, crítica, criatividade, bem como a apuração do rendimento escolar para fins de promoção.
1º – A avaliação do aproveitamento dos alunos do Curso de Educação Infantil é contínua e incide sobre o desempenho do Aluno nas diferentes experiências de aprendizagem, em função dos objetivos propostos.
2º – A avaliação do aproveitamento dos alunos do 1º e 2º Ano do Ensino Fundamental é contínua e, para fins de promoção, é computada pela frequência maior ou igual a 75% (setenta e cinco por cento) durante o ano letivo.
3º – A avaliação do aproveitamento dos alunos do 3º ao 9º Ano do Ensino Fundamental e da 1ª à 3ª Série do Ensino Médio, para fins de promoção, é computada pelo desempenho dos alunos nos componentes da Base Nacional Comum e da Parte Diversificada, bem como aferição de frequência.
4º – Aplicam-se aos alunos público alvo da educação especial, os critérios de avaliação previstos na Proposta Pedagógica, acrescidos dos procedimentos de flexibilização curricular e das formas alternativas de comunicação e adaptação dos materiais didáticos e dos ambientes físicos disponibilizados.
Artigo 67 – A cada trimestre, são avaliadas as atividades de ensino-aprendizagem que são registradas através de notas de 0 (zero) a 10 (dez), graduadas de cinco em cinco décimos (0,5).
Na Educação Infantil são atribuídos conceitos, de acordo com o desenvolvimento da criança em cada Componente Curricular. Os conceitos são Ótimo (O), Bom (B) e Melhorando (M), indicando em que processos a criança assimilou os conteúdos e em quais ela ainda demonstra dificuldade em desenvolver.
No Ensino Fundamental os alunos são avaliados, no mínimo, por meio de duas provas, chamadas de Mensal e Trimestral. Além das provas os alunos são submetidos a avaliações e atividades de maneira contínua, em que se utilizam vários instrumentos e procedimentos, tais como a observação, o registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, provas, questionários, dentre outros, tendo em conta a sua adequação à faixa etária e às características de desenvolvimento do educando, cujo resultado incidirá sobre a síntese trimestral. Ainda são avaliados, com uma nota de 0 (zero) a 10,0 (dez), de acordo com seu desenvolvimento atitudinal, que contempla desempenhos individuais dos alunos como assiduidade, compromisso e participação em sala de aula, disciplina, apresentação regular do material didático individual, pontualidade nas trocas de aulas e diversas atividades em espaços diferenciados, e respeito a toda comunidade escolar, evidenciando a autoestima e o autocuidado, cujo resultado incidirá sobre a síntese trimestral. Os alunos do 6º ao 9º Ano ainda contam com um Simulado, ao final de cada trimestre, com 40 (quarenta) questões para o 6º Ano, 60 (sessenta) questões para o 7º Ano, 80 (oitenta) questões para o 8º Ano e 100 (cem) questões para o 9º Ano, cuja pontuação máxima de 1,5 (um ponto e meio) é acrescida à nota da Avaliação Trimestral, em todos os componentes curriculares que o aluno não tiver sua pontuação zerada, como uma pontuação bônus. Não são computados estes pontos nas disciplinas de Educação Física, Arte e Informática, cuja avaliação é contínua e se dá por meio de atividades práticas e/ou teóricas, conforme o objeto de estudo, para cada trimestre em cada Ano escolar.
Na 1ª e 2ª Séries do Ensino Médio os alunos contam, no mínimo, com duas avaliações, chamadas de prova Mensal e Trimestral. Além das provas os alunos são submetidos a avaliações e atividades de maneira contínua, em que se utilizam vários instrumentos e procedimentos, tais como a observação, o registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, provas, questionários, dentre outros, tendo em conta a sua adequação à faixa etária e às características de desenvolvimento do educando, cujo resultado incidirá sobre a síntese trimestral. Ainda são avaliados, com uma nota de 0 (zero) a 10,0 (dez), de acordo com seu desenvolvimento atitudinal, que contempla desempenhos individuais dos alunos como assiduidade, compromisso e participação em sala de aula, disciplina, apresentação regular do material didático individual, pontualidade nas trocas de aulas e diversas atividades em espaços diferenciados e respeito a toda comunidade escolar, evidenciando a autoestima e o autocuidado, cujo resultado incidirá sobre a síntese trimestral. Contam ainda com um Simulado de 180 (cento e oitenta) questões, ao final de cada trimestre, cuja pontuação máxima será 10,0 (dez pontos) computada como uma das atividades ocorridas durante o trimestre, em todos os componentes curriculares que o aluno não tiver sua pontuação zerada, compondo a Média Trimestral. Não são computados estes pontos na disciplina de Educação Física, cuja avaliação é contínua e se dá por meio de atividades práticas e/ou teóricas, conforme o objeto de estudo para cada trimestre em cada Série escolar.
Na 3ª Série do Ensino Médio a avaliação se dá por meio de, ao menos, dois simulados durante cada trimestre, sendo um Simulado Dissertativo, com 05 (cinco) questões cada e um Simulado Objetivo de 180 (cento e oitenta) questões, divididas em dois dias de 90 (noventa) questões cada, cuja pontuação é proporcional para cada componente curricular, de acordo com o número de questões, pontuadas de 0 (zero) a 10 (dez), em cada componente curricular. Não são computados estes pontos na disciplina de Educação Física, cuja avaliação é contínua e se dá por meio de atividades práticas e/ou teóricas, conforme o objeto de estudo para cada trimestre em cada Série escolar. Além dos simulados, os alunos são submetidos a avaliações e atividades de maneira contínua, em que se utilizam vários instrumentos e procedimentos, tais como a observação, o registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, provas, questionários, dentre outros, tendo em conta a sua adequação à faixa etária e às características de desenvolvimento do educando, cujo resultado incidirá sobre a síntese trimestral. Ainda são avaliados, com uma nota de 0 (zero) a 10,0 (dez), de acordo com seu desenvolvimento atitudinal, que contempla desempenhos individuais dos alunos como assiduidade, compromisso e participação em sala de aula, disciplina, apresentação regular do material didático individual, pontualidade nas trocas de aulas e diversas atividades em espaços diferenciados e respeito a toda comunidade escolar, evidenciando a autoestima e o autocuidado, cujo resultado incidirá sobre a síntese trimestral.
2º – As médias trimestrais do Ensino Fundamental e Médio são calculadas até centésimos e aproximadas da seguinte maneira:
de 0,01 a 0,24 os centésimos são desprezados e permanece o inteiro;
de 0,25 a 0,74 para cinco décimos (0,5);
de 0,75 a 0,99 para o inteiro imediatamente superior.
Artigo 68 – A Média Final é a média ponderada dos 3 (três) trimestres, sendo que o primeiro e o segundo trimestres têm peso 1 (um) e o terceiro trimestre tem peso 2 (dois).
1º – A média final é obtida pelo aluno ao término do período letivo, refletindo seu aproveitamento ao longo do Ano e da Série cursada.
2º – A média final é registrada através de notas de 0 (zero) a 10 (dez), graduadas de 0,1 (um décimo) em 0,1 (um décimo).
3º – Esta média deve ser igual ou superior a 6,0 (seis), em todos os componentes curriculares, para que o Aluno seja aprovado.
Artigo 69 – Os alunos com nota mensal inferior a 6,0 (seis) é submetido ao processo de recuperação contínua e paralela.
Parágrafo Único – Após período de recuperação contínua e paralela, para os alunos com nota inferior a 6,0 (seis), considera-se a maior nota entre a mensal e a obtida na recuperação contínua ou paralela, para indicação no sistema de registro de aproveitamento.
Artigo 70 – A recuperação oferecida aos alunos é: contínua, no período entre as avaliações mensais e trimestrais, paralela, ao longo de cada trimestre, e intensiva, no final do período letivo.
1º – A recuperação contínua, oferecida ao aluno entre as avaliações mensais e trimestrais, consiste em atividades que dão ao Aluno a oportunidade de realizar com êxito trabalhos ou estudos nos quais sua produção, em determinada fase do período letivo, esteve abaixo do padrão considerado razoável dentro de suas condições, cabendo ao Professor estabelecer quando e como essas atividades são realizadas, bem como determinar as técnicas a serem usadas e, posteriormente, aplicando nova avaliação, cujo valor será considerado em sua média final. Na terceira série do Ensino Médio essa recuperação acontecerá ao fim do período de aplicação de simulados objetivos e/ou dissertativos.
2º – A recuperação paralela consiste em atividades específicas de reforço escolar e de aprofundamento de estudos, as quais visam criar oportunidades de aprendizagem diferenciadas, na perspectiva de revisão dos componentes curriculares com os quais o aluno se encontra em dificuldades. A indicação dos alunos que precisam de recuperação paralela é feita em conjunto, pelo(s) Professor(es) da(s) respectiva(s) disciplina(s), Coordenação Pedagógica e Direção e é aplicada, no Ensino Fundamental, por um ou mais professores integrantes do Corpo Docente escolar, indicado pela Coordenação Pedagógica e Direção. No Ensino Médio, o professor responsável de cada disciplina é quem trabalha o aprofundamento de estudos, que é oferecido para toda a classe.
3º – A recuperação intensiva é feita por meio de estudos dirigidos ou outra modalidade, a critério da Direção, Coordenação Pedagógica e Professores, após a qual o Aluno é novamente avaliado.
4º – A verificação do rendimento escolar, para alunos em recuperação intensiva, é feita por meio de provas ou trabalhos.
5º – A média final de cada componente curricular, após recuperação intensiva, é a média aritmética entre a média anual parcial e a nota de recuperação intensiva.
6º – Após a recuperação intensiva a média para a promoção, em todos os componentes curriculares, é igual ou superior a 6,0 (seis).
Artigo 71 – São encaminhados à recuperação intensiva os alunos com frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total das horas letivas e média final inferior a 6,0 (seis) em até 3 (três) componentes da Base Nacional Comum e/ou até 2 (dois) componentes da Parte Diversificada.
Artigo 72 – Com o objetivo de analisar e refletir sobre os procedimentos de ensino adotados, assim como para fins de interposição de reconsideração e recursos, as datas dos resultados de aprendizagem alcançados e os resultados das médias trimestrais e finais constam no Calendário Escolar, além das datas de reuniões trimestrais com pais e professores.
Parágrafo único – O Calendário Escolar, a Proposta Pedagógica e o Regimento encontram-se disponíveis, durante todo ano letivo, em meio eletrônico, na página do Colégio, sendo acessíveis aos pais e alunos.
10. PROCESSO DE ADAPTAÇÃO
De acordo com nosso Regimento Escolar, o processo de adaptação se dá da seguinte forma:
Artigo 94 – O Aluno recebido por transferência é classificado no Ano ou Série adequados, de acordo com a documentação da escola de origem ou, na sua ausência, mediante avaliação classificatória, devendo, ainda, submeter-se ao processo de adaptação, quando houver discrepância entre os componentes curriculares da escola de origem e os do Estabelecimento.
Artigo 95 – Pode ser recebida transferência de Aluno proveniente do exterior, classificado no Ano ou Série adequados, de acordo com a idade e competência, através de análise da documentação recebida do exterior ou avaliação diagnóstica feita pela Escola, que defina o grau de seu desenvolvimento e experiência.
Artigo 106 – No caso de diversidade entre o currículo dos Anos ou Séries anteriores, respectivamente do mesmo nível, já cursadas pelo Aluno na escola de origem, e o previsto para os mesmos Anos ou Séries do Estabelecimento, o Aluno é submetido a processo de adaptação.
1º – O processo de adaptação obedece à programação elaborada pelo Professor do componente curricular sob a supervisão do Coordenador Pedagógico.
2º – A adaptação, no caso de não coincidência de componentes curriculares da Parte Diversificada, obedece às Diretrizes fixadas pelo Conselho Estadual de Educação.
3º – O componente curricular cumprido em regime de adaptação é registrado na ficha escolar do Aluno.
4º – Os resultados obtidos através dos diferentes procedimentos de adaptação constam dos registros da Escola e do Prontuário do Aluno.
5º – Mediante parecer do Conselho Escolar, a Escola pode dispensar, do processo de adaptação, o Aluno transferido, quando se configura identidade de objetivos entre os componentes curriculares cumpridos na escola de origem e os a cumprir na Escola, mesmo sob diversidade de tratamento metodológico e de nomenclatura.
6º – Nas transferências ocorridas durante o período letivo, se do currículo da escola de origem não constam componentes curriculares previstos para o Ano ou Série em que o Aluno se matricula, são tomadas as seguintes providências:
o Professor do componente curricular faltante cuida para que o Aluno, no menor espaço de tempo, possa acompanhar regularmente o desenvolvimento do referido componente;
computa-se a frequência sobre o total das aulas ministradas na Escola, a partir da data da matrícula.
11. CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO
De acordo com nosso Regimento Escolar, o processo de Classificação e Reclassificação se dá da seguinte forma:
Artigo 76 – O Aluno sem comprovante de escolaridade pode matricular-se no Ensino Fundamental ou no Ensino Médio, em Ano ou Série compatível com sua idade e nível de conhecimento, mediante avaliação para classificação adequada, sendo permitido o recuo quando necessário, de no máximo 2 anos, com encaminhamento e aprovação dos órgãos competentes.
Artigo 77 – O Aluno recebido por transferência do país ou do exterior, considerando o documento apresentado e seu desenvolvimento, é classificado em Ano ou Série compatível com seu desenvolvimento, mediante avaliação, sendo permitido recuo, de no máximo, 2 (dois) anos em relação à idade esperada para série, em caráter de exceção, com justificativa e pedido de homologação da Diretoria Regional de Ensino.
Parágrafo Único – Os resultados da avaliação para classificação são registrados em ata e passam a constar do Histórico Escolar do Aluno em observação específica.
Artigo 78 – A reclassificação do Aluno é feita com base na correspondência idade/série e avaliação de competência nas disciplinas da Base Nacional Comum.
Parágrafo Único – A avaliação das competências é feita a partir de:
proposta apresentada pelo professor ou professores dos alunos com base nos resultados da avaliação diagnóstica;
solicitação dos responsáveis pelo aluno, mediante requerimento dirigido ao Diretor da Escola.
Artigo 79 – São procedimentos para reclassificação:
avaliação de competências, versando sobre todos os componentes curriculares da Base Nacional Comum, além de uma redação em Língua Portuguesa;
parecer do Conselho de Ano/Série sobre o grau de desenvolvimento e maturidade do Aluno para cursar o Ano ou Série pretendida, sendo necessária a compatibilidade com a idade;
registrar o parecer do Conselho de Ano/Série em ata;
Parágrafo Único – Após a decisão do Conselho de Ano/Série é dada ciência ao aluno ou aos seus responsáveis e encaminhadas as demais providências pela Coordenação Pedagógica.
12. DO ATENDIMENTO A ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS
De acordo com nosso Regimento Escolar, o processo de Atendimento a Alunos com Necessidades Educacionais Especiais se dá da seguinte forma:
Artigo 53 – A escola realiza a matrícula no ensino regular dos alunos público alvo da educação especial: alunos com deficiência, transtorno global do desenvolvimento, altas habilidades ou superdotação.
1º – A escola se organiza para o atendimento desses educandos, de modo a propiciar condições necessárias a uma educação de qualidade para todos e padrões de acessibilidade, mobilidade e comunicação, com intercâmbio e cooperação com outras instituições, com intuito de aprimorar essas condições.
2º – A escola encaminha para instituição especializada, após avaliação multiprofissional e pedagógica realizada pelos órgãos competentes e conforme a legislação vigente, os alunos que necessitam de apoios permanentes ou pervasivos e que ainda não podem se beneficiar do ensino regular.
3º A escola oferece certificado de terminalidade específica, atendida a legislação vigente sobre o assunto, em casos que os alunos não conseguem atingir o nível exigido para conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio, em virtude de suas deficiências.
Artigo 54 – A escola, com a colaboração do Estado, da família e da sociedade:
realiza a distribuição ponderada dos alunos da educação especial pelas várias classes da fase escolar em que forem classificados, buscando a adequação entre idade e série/ano;
realiza flexibilizações curriculares que considerem metodologias de ensino diversificadas e recursos didáticos diferenciados para o desenvolvimento de cada aluno da educação especial, em consonância com o projeto pedagógico da escola;
realiza atividades de orientação e de formação continuada de professores com vistas à melhoria e aprofundamento do trabalho pedagógico na área de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.
realiza o aprofundamento e enriquecimento curricular, com o propósito de favorecer o desenvolvimento das potencialidades dos alunos com altas habilidades ou superdotação;
garante a presença de intérpretes da Libras e guias–intérpretes, sempre que necessário;
garante, sempre que necessário, a presença de cuidadores – atendente pessoal, profissional de apoio escolar ou acompanhante – ou de profissionais de apoio escolar, para atendimento individual ou não, em atuação colaborativa com o professor da classe regular;
realiza aprendizagem cooperativa em sala de aula regular, trabalho de equipe na escola e interage para a constituição de redes de apoio, com a participação da família e de outros agentes da comunidade no processo educativo;
oferece apoios pedagógicos, tais como:
apoios didático-pedagógicos necessários à aprendizagem, à comunicação, com utilização de linguagens e códigos aplicáveis;
atendimento educacional especializado, em sala de recursos, na escola ou em outras escolas ou instituições parceiras, no contra turno de sua frequência na sala regular, onde se utiliza de procedimentos, equipamentos e materiais próprios, por meio da atuação de professor especializado, para orientação, complementação ou suplementação das atividades curriculares.
13. DO ATENDIMENTO A ALUNOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS
De acordo com nosso Regimento Escolar, o processo de Atendimento a Alunos em Situações Especiais se dá da seguinte forma:
Artigo 55 – É dispensado tratamento especial ao Aluno que estiver nas condições previstas no Decreto Lei Federal nº 1.044, de 21 de dezembro de 1.969, comprovadas por laudo médico fornecido por órgão oficial ou entidade, que mereça credibilidade pública, anexado a requerimento protocolado na Secretaria;
1º – O Aluno que estiver em situação de regime especial descrita anteriormente, ou o seu representante legal, se menor, deve requerer as atividades domiciliares, anexando o documento comprobatório para o seu caso.
2º – O Professor, após receber solicitação de regime especial, deve organizar atividades e avaliações relacionados aos conteúdos curriculares ministrados em sala de aula, que devem ser realizados pelo Aluno ausente.
3º- Todos os exercícios, atividades e avaliações de tratamento especial são entregues na Secretaria, que os encaminha ao Professor para a devida correção.
14. DEFINIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES E ATIVIDADES
De acordo com nosso Regimento Escolar, as atribuições de cada agente escolar estão abaixo descritas, trazendo uma síntese das obrigações e deveres de cada um.
14.1. Direção e Vice-Direção
Artigo 14 – O Diretor é educador qualificado, legalmente habilitado e investido em suas funções. Compete ao Diretor:
unificar e dinamizar toda atividade da Comunidade Escolar, visando conseguir o esforço solidário de todos os elementos que a compõe para a consecução dos objetivos a que se propõe a escola;
supervisionar os serviços administrativos, pedagógicos e didáticos da Escola;
cumprir e fazer cumprir as disposições legais relativas ao ensino, à organização da Escola e ao pessoal que nela trabalha;
promover o aperfeiçoamento do ensino através de técnicas novas;
autorizar a realização de atividades extraclasse;
presidir as reuniões do Conselho Escolar, do Conselho de Ano/Série e as Reuniões Pedagógicas;
elaborar, juntamente com o Conselho Escolar, o plano das atividades anuais;
representar o Estabelecimento em qualquer ato público e nas relações com outros órgãos culturais;
admitir o pessoal administrativo e docente e demiti-los quando se fizer necessário;
organizar escala de férias do pessoal administrativo e seus auxiliares;
dar assistência aos atos escolares de qualquer natureza, quando julgar conveniente;
verificar a assiduidade do pessoal, abonando e justificando ou não as ausências;
mediar conflitos e aplicar sanções, quando for o caso, de acordo com o Regimento Escolar;
firmar convênios com autoridade de direito público;
subscrever a correspondência, visar, abrir, encerrar e rubricar os livros de escrituração escolar;
organizar classes e curso
indicar à equipe avaliadora, analisar e decidir sobre a concessão ou retirada de bolsas de estudo.
Artigo 15 – A Vice-Direção é um órgão auxiliar da Direção, a ela subordinada.
1º – O Vice-Diretor é educador qualificado, legalmente habilitado e investido em suas funções.
2º – O Vice-Diretor substitui o Diretor nas suas atribuições, em suas ausências ou impedimentos.
14.2. Secretaria e Departamento Contábil e Financeiro
Artigo 16 – A Secretaria, subordinada à Direção, é encarregada do serviço de escrituração, registro, arquivo e preparação de correspondência do Estabelecimento, é exercida por profissional que tenha a habilitação exigida por lei.
Artigo 17 – Cabe a(o) Secretária(o):
desincumbir-se das atribuições que lhe são peculiares, atendidas as normas legais atinentes e os dispositivos aplicáveis deste Regimento, coadjuvado por tantos auxiliares quantos forem necessários;
supervisionar a expedição e tramitação de qualquer documento ou transferência, assinando, com o Diretor os atestados, as transferências, os históricos escolares, os certificados, as atas e outros documentos oficiais;
supervisionar o serviço de escrituração e registro escolar e de arquivo ativo e inativo;
articular-se com os setores técnico-pedagógicos para que, nos prazos previstos, sejam fornecidos todos os resultados escolares dos alunos referentes às programações regulares e especiais;
manter atualizados as pastas e os registros individuais dos alunos e de pessoal, quanto à documentação exigida e à permanente compilação e armazenamento de dados;
evitar o manuseio, por pessoas estranhas ao serviço, bem como a retirada do âmbito do Estabelecimento, de pastas, livros, Diários de Classe e registros de qualquer natureza, salvo quando oficialmente requeridos por órgão autorizado;
participar do planejamento geral do Estabelecimento e demais reuniões;
adotar medidas que visem preservar toda a documentação sob sua responsabilidade;
executar outras tarefas delegadas pelo Diretor do Estabelecimento, no âmbito de sua competência;
lavrar atas e anotações de resultados finais, de recuperação, de exames especiais e de outros processos de avaliação, cujo registro de resultados seja necessário;
cuidar do recebimento de matrículas e transferências e respectiva documentação;
cuidar da comunicação externa do Estabelecimento com a Comunidade Escolar ou com terceiros.
Parágrafo Único – Por necessidade administrativa, podem ser investidos secretários substitutos, também legalmente habilitados.
Artigo 18 – O Departamento Contábil e Financeiro, órgão subordinado à Direção da Escola, tem sua função exercida por profissional qualificado, que se encarrega de manter o controle contábil-econômico-financeiro da Escola, os recebimentos de numerários e pagamentos, as compras e suprimentos de almoxarifado e o cumprimento das obrigações previdenciárias e trabalhistas relativas ao pessoal em geral.
1º – A critério da Direção da Escola, a escrituração contábil pode ser delegada a profissional ou firma especializada, sob condições previamente estipuladas.
2º – A critério da Direção da Escola, o trabalho de Departamento Contábil e Financeiro poderá ser efetuado juntamente à Secretaria do Estabelecimento.
14.3. Serviços Auxiliares da Administração
Artigo 19 – O serviço de Inspeção de Alunos constitui-se de auxiliares para a manutenção da ordem, que atuam como orientadores de comportamento disciplinar dos alunos, na escola e nas imediações.
Artigo 20 – O serviço de Limpeza e Higiene tem a seu encargo a conservação das dependências escolares.
Artigo 21 – O serviço de Reprografia é responsável pelas fotocópias de avaliações, atividades, comunicados e autorizações utilizadas por professores e alunos durante ano letivo.
14.4. Núcleo de Apoio Técnico-Pedagógico
Artigo 22 – Constituem órgãos do núcleo de apoio Técnico-Pedagógico:
Os Serviços de Coordenação Pedagógica e Orientação Educacional;
Os Serviços de Orientação Religiosa;
Os Conselhos Escolares e de Ano/Série;
Os Serviços Técnico-Pedagógicos Auxiliares.
Artigo 23 – Os órgãos Técnico-Pedagógicos, exercidos por profissionais qualificados, legalmente habilitados e investidos em suas funções, subordinam-se à Direção da Escola.
Artigo 24 – Os Serviços Técnico-Pedagógicos, e outros que vierem a ser implantados, têm regulamento próprio, sob normas legais e técnicas estabelecidas.
14.5. Serviço de Coordenação Pedagógica e Orientação Educacional
Artigo 25 – O Serviço de Coordenação Pedagógica incumbe-se:
do planejamento do ensino, de acordo com os objetivos fixados neste Regimento, levando em consideração o diagnóstico da problemática da escola e a proposição, se necessário, de novos métodos;
do levantamento de interesses dos Professores e Pessoal Administrativo, para a programação de cursos, aperfeiçoamento e atualização do pessoal, a serem proporcionados pela escola ou por outras entidades de ensino, associação ou empresas;
da integração dos conteúdos programáticos das diversas disciplinas, áreas de estudos e atividades;
de assessorar a Direção do Estabelecimento nas questões pedagógicas, emitindo parecer e propondo medidas para melhorar a eficiência do ensino;
de avaliar e analisar o trabalho de cada Professor e o rendimento escolar das turmas e propor soluções;
de supervisionar os trabalhos, avaliações, atividades e estudos de recuperação;
da orientação dos professores para elaboração do Plano de Atendimento Individualizado (PAI) dos alunos com necessidades educacionais especiais.
Artigo 26 – O Serviço de Orientação Educacional tem por objetivo a assistência ao educando, individualmente ou em grupo, visando o desenvolvimento integral e harmonioso de sua personalidade, acompanhando e articulando elementos que influem em sua formação.
Parágrafo Único – A Orientação Educacional é realizada pela Coordenação Pedagógica, com o auxílio de professores, família e comunidade escolar.
14.6. Serviço de Orientação Religiosa
Artigo 27 – O Serviço de Orientação Religiosa articula as atividades da escola, buscando meios de viver a proposta evangélica. Esse caráter se justifica à medida que a Escola se define com base na Filosofia Cristã, de modo que se procura desenvolver o processo educativo à luz do Evangelho e da Igreja Católica.
Artigo 28 – A Orientação Religiosa visa:
Formação Espiritual dentro do mundo em transformação;
orientação de Professores, pais e alunos para a integração de valores humanos e cristãos;
criação de uma atmosfera de Comunidade Escolar, animada pelo espírito evangélico da caridade e liberdade, auxiliando o educando na formação de sua personalidade.
Artigo 29 – A função de Orientador Religioso é exercida por um Professor qualificado, integrante do corpo docente, e sua indicação fica a critério da Direção, que leva em consideração a cultura religiosa do Professor, a sua espiritualidade, o seu entusiasmo para o anúncio do Evangelho, a sua atualização nos diversos processos de renovação pelos quais passam a Igreja e em Pedagogia Catequética.
14.7. Conselho Escolar e Conselho de Ano/Série
Artigo 30 – O Conselho Escolar é integrado por todos os docentes da Escola, pelo Vice-Diretor, pelos Coordenadores Pedagógicos e Orientador Religioso, sob a presidência do Diretor.
1º – Na ausência do Diretor, assume a presidência do Conselho Escolar, pela ordem, o Vice-Diretor e o Coordenador Pedagógico.
2º – As reuniões do Conselho Escolar são realizadas anualmente, antes do início das aulas, e extraordinariamente, sempre que convocadas pelo Diretor, em dias e horas pré-estabelecidos e são secretariadas pelo Secretário da Escola, que lavra as atas em livros próprios.
3º – O Secretário não tem direito a voz nem a voto, exceto quando substituído por um Professor, sob a designação do presidente da reunião.
4º – As decisões do Conselho Escolar são tomadas por consenso.
Artigo 31 – Cabe ao Conselho Escolar:
analisar e sugerir medidas que visem à melhoria do processo ensino-aprendizagem;
propor diretrizes com vistas à elaboração do plano geral da unidade escolar;
reunir-se, quando necessário ou convocado, para assessoramento didático-pedagógico com a Direção;
estimular os colegas a desenvolver atividades pedagógicas integradas.
Parágrafo Único – O Conselho Escolar é de caráter consultivo e deliberativo nas questões pedagógicas.
Artigo 32 – Os Conselhos de Ano/Série são presididos pelo Diretor e integrados pelo(s) Coordenador(es) Pedagógico(s) e pelos Professores de igual Ano para turmas do 1º ao 9º Ano do Ensino Fundamental e pelos Professores da mesma Série da 1ª à 3ª Série do Ensino Médio.
Parágrafo Único – O Diretor pode delegar a presidência dos Conselhos ao Vice-Diretor ou a qualquer um dos membros desses Conselhos.
Artigo 33 – Os Conselhos de Ano/Série têm as seguintes atribuições:
avaliar o rendimento da classe e verificar os resultados de aprendizagem relativos aos diferentes componentes curriculares:
analisando os critérios e instrumentos de avaliação utilizados;
identificando as causas de aproveitamento insuficiente;
coletando e utilizando informações sobre as necessidades, interesses e aptidões dos alunos;
elaborando a programação das atividades de recuperação.
avaliar a conduta da classe:
analisando o relacionamento da classe com os diferentes Professores;
identificando os alunos com dificuldades de adaptação à situação da classe e da escola;
propondo medidas que visem melhor adaptação do Aluno.
decidir sobre a promoção do Aluno:
homologando a nota definitiva dos alunos aprovados;
determinando retenção dos alunos, cujas médias indiquem aproveitamento inferior ao mínimo exigido;
homologando a nota definitiva dos alunos submetidos a estudos de Recuperação Final;
decidir sobre a classificação ou reclassificação dos alunos.
1º – Os Conselhos de Ano/Série reúnem-se, ordinariamente, uma vez por trimestre, ou quando convocados pelo Diretor.
14.8. Coordenação de Classe
No Ensino Fundamental, do 6º ao 9º Ano do e da 1ª à 3ª Série do Ensino Médio, a Escola mantém um serviço de Coordenação de Classe, realizado por um ou mais professores, por classe ou Ano/Série, distribuídos conforme a opção de escolha do docente.
É função do(s) Coordenador(es) de Classe:
orientar o estudo e o trabalho em grupo;
transmitir avisos;
observar, entrevistar e aconselhar os alunos;
discutir com os alunos os problemas da classe e tentar resolvê-los;
desenvolver atividades para o entrosamento da classe;
fazer reuniões com os pais das classes que coordenam;
montar o mapa de sala;
comunicar à Inspeção de Alunos, à Coordenação Pedagógica e à Direção da Escola os acontecimentos que julgar necessário.
14.9. Serviços Técnicos Auxiliares
Artigo 34 – São Serviços Técnicos Auxiliares os de:
Laboratório Unificado de Ciências Físicas e Biológicas;
Artigo 35 – A Sala de Leitura é o centro de leitura e fonte de consulta e informação para alunos e Professores.
1º – Podem ter acesso a ela pessoas estranhas à Sala de Leitura da escola, desde que autorizadas pelo Diretor.
2º – A responsabilidade pela Sala de Leitura cabe a funcionários investidos na função pelo Diretor.
Artigo 36 – O Laboratório Unificado de Ciências Físicas e Biológicas destina-se à experimentação básica no ensino de Ciências, no Ensino Fundamental, e no ensino de Biologia, Física e Química, no Ensino Médio.
Parágrafo Único – Conforme as Normas de Orientação para Funcionamento de Laboratórios vigentes, há no Instituto Baroneza de Rezende um laboratorista, podendo ser um professor, cuja atribuição define-se pela manutenção dos equipamentos, inventário do material existente, levantamento e apresentação ao Diretor, do material em falta ou que necessite de reposição.
Artigo 37 – O Laboratório de Informática do Estabelecimento destina-se à aprendizagem e uso de novas tecnologias aplicadas à educação.
Parágrafo Único – A critério do Diretor há um encarregado da manutenção dos equipamentos do Laboratório que deve inventariar o material existente, relacionar e apresentar ao Diretor o material em falta, além de atender às suas solicitações.
São atividades promovidas pela escola aos alunos com o objetivo de despertar e aumentar o interesse por atividades físicas e esportivas, realizadas fora do horário regular de aula. São elas:
Basquetebol para meninos do 6º ao 9º Ano;
Dança para meninas do 1º ao 5º Ano;
Futsal para meninos do 3º ano do Ensino Fundamental à 3ª Série do Ensino Médio;
Ginástica Acrobática para meninas do 2º ao 5º ano;
Ginástica Rítmica para meninas do Pré II ao 1º ano;
Handebol para meninos e meninas do 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª Série do Ensino Médio;
Judô para meninos e meninas do 1º ao 5º Ano;
Voleibol para meninas do 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª Série do Ensino Médio.
O IBR oferece ainda atividades musicais e pedagógicas complementares, fora do horário regular de aula:
Coral Infantil para meninos e meninas do Ensino Fundamental e Médio;
Robótica para meninos e meninas do Ensino Fundamental e Médio;
Projeto de Redação e Literatura para meninos e meninas do Ensino Médio;
Projeto de Filosofia e Sociologia para meninos e meninas do Ensino Médio.
Estas atividades extracurriculares são oferecidas aos alunos, mediante número suficiente de inscrições. São opcionais e terão seus horários definidos no início do ano letivo; será cobrada uma taxa mensal, cujo valor será estipulado no período em que as inscrições para as modalidades estiverem abertas, habitualmente no mês de fevereiro de cada ano letivo. A escola se reserva no direito de acrescentar ou suprimir algumas atividades, de acordo com a necessidade ou possiblidade.
16. PROJETOS E ATIVIDADES ACADÊMICO-PEDAGÓGICAS
Os projetos educacionais são desenvolvidos, no decorrer do ano letivo, em conjunto, por diversos professores e alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio, pretendendo atender aos princípios de contextualização e interdisciplinaridade, abordando os Temas Transversais, cuja duração varia de acordo com os objetivos propostos, e com o eixo temático abordado.
Os projetos propostos têm como objetivo diversificar a metodologia de ensino partindo da realidade, para assim, gerar o aprendizado de conceitos e valores. Acredita-se que o trabalho com projetos é uma experiência rica e proveitosa para os nossos alunos. O IBR acredita que é possível desenvolver o conhecimento através de atividades que despertem o interesse e a sensibilidade para aprender de modo significativo e de forma diferenciada.
As atividades acadêmico-pedagógicas são atividades contínuas, realizadas em todos os níveis de ensino, com o objetivo de diversificar o conteúdo acadêmico, enriquecer o quadro curricular, proporcionando ao corpo discente maior contato com a cultura, o esporte e o entretenimento, almejando uma qualidade de ensino superior.
O projeto interdisciplinar descrito abaixo será desenvolvido por todos os níveis de ensino, desde a Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II até o Ensino Médio. Será trabalhado durante todo o ano letivo com maior ênfase dos frutos deste trabalho de apresentação na Exposição Cultural, em setembro.
Em seguida são descritas todas as atividades e projetos realizados ao longo do ano letivo, de maneira contínua até que se proponha uma nova atividade ou a sua descontinuação.
Projeto Eu sou +
Apresentação: Trata-se de um projeto educativo que assume e articula o tema da Campanha da Fraternidade com o Projeto Unidade FIC. A ideia central deste projeto é articular e criar condições para que toda comunidade participe, da Educação Infantil ao Ensino Médio, reflita e incorpore o tema e os objetivos da Campanha da Fraternidade de cada ano, conforme objetivos descritos abaixo, participando da rede de socialização dos trabalhos educativos realizados pelas escolas das Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição. O projeto propõe discutir, refletir e servir de roteiro para o trabalho pedagógico.
Por ser um projeto macro todas as etapas, nas diversas disciplinas, trabalharão este tema durante o ano, de maneira adequada a cada idade/ano, para que todos consigam compreender a importância do projeto proposto na vida da comunidade. Portanto, todas as disciplinas, de alguma maneira, trabalharão este tema para que seja refletido, discutido, analisado e conscientizado com todos os nossos alunos.
Objetivo Geral: Inserir a Campanha da Fraternidade no contexto educacional do IBR em suas variadas disciplinas, levando o aluno a se conscientizar da importância da Campanha da Fraternidade na vida da comunidade.
Justificativa: O IBR acolhe a Campanha da Fraternidade em seu projeto pedagógico pela importância da discussão e difusão do tema em cada componente curricular. Todos os anos o tema da campanha trata de um assunto importante e que sempre merece a discussão e a participação de todos para seu desenvolvimento e compreensão.
Objetivo Geral: Preparar o corpo docente para a concretização do Projeto Pedagógico do ano, criando condições necessárias para o relacionamento educando-educador, inspirando-se nos princípios cristãos segundo o carisma de São Francisco de Assis. Trabalhar a Campanha da Fraternidade do ano, capacitando todos os professores para que o tema seja estudado e discutido por todos, em todos os cursos.
Conscientizar o professor de suas atribuições;
Aprofundar o estudo e a prática docente;
Discutir e aprimorar o Projeto Político Pedagógico da escola;
Retomar as principais orientações do Regimento Escolar;
Planejar os eventos e atividades propostas para o ano letivo;
Rever as mudanças legais e orientações sobre Educação Especial;
Refletir sobre a temática da Campanha da Fraternidade e do Projeto Eu Sou +.
Justificativa: O primeiro contato com os professores, antes do início das aulas, é de fundamental importância para a integração de toda a escola, uma vez que é nessa semana de discussões e formação que é apresentada toda a linha de trabalho que será traçada durante o ano letivo. O Planejamento se torna necessário para se trabalhar a interdisciplinaridade e nortear o trabalho conjunto.
Reunião Pedagógica e Formação de Professores
Objetivo Geral: Investigar, analisar e refletir com o grupo de professores e educadores, em geral, as questões, vivências e problemas mais comuns oriundos da prática pedagógica e das relações sociais vividas na escola.
Organizar discussões que levem os educadores a progredirem em suas práticas pedagógicas cotidianas, a partir das dificuldades levantadas.
Justificativa: A prática pedagógica deve ser a todo o momento refletida e redimensionada. Diante de uma sociedade que a cada dia nos apresenta novos desafios em todos os aspectos, sejam psicológicos, tecnológicos ou mesmo éticos. A reflexão sobre o saber pedagógico deve ser sempre posta em cheque. Não conhecemos o suficiente sempre, o cotidiano da sala de aula pode aprisionar, tanto os alunos, quanto os próprios professores, por isso, esses momentos para aprofundamento e reflexão da prática tornam-se essenciais para o progresso do trabalho na escola.
Objetivo Geral: Deliberar sobre os alunos que têm apresentado dificuldades ou um rendimento acadêmico insuficiente. Espaço onde o colegiado pode ter um olhar mais individualizado sobre o processo de ensino-aprendizagem dos alunos, em geral.
Proceder encaminhamentos quanto à promoção e retenção dos alunos;
Tomar outras resoluções necessárias para o melhor desenvolvimento de cada aluno.
Justificativa: As reuniões de professores têm caráter reflexivo sobre temas oriundos da prática educativa de modo generalizado. O Conselho de Classe torna-se um espaço onde a escola oferece um olhar individualizado para o desenvolvimento integral dos educandos, podendo assim, realizar encaminhamentos sobre as necessidades de cada um e, ainda, ser um espaço para exercitar as análises para compreensão do processo de desenvolvimento educacional dos alunos.
Objetivo Geral: Aproximar família e escola, com o intuito de atender as necessidades dos alunos, trocando experiências com os pais.
Comunicar aos pais os rendimentos acadêmicos dos alunos;
Ouvir as necessidades e os anseios que cada pai traz para a reunião em relação à escola.
Justificativa: A escola e a família precisam caminhar juntas na educação e formação do aluno. A vida atual, onde impera a falta de tempo, o pensamento rápido, a perda das tradições e, por consequência, os valores éticos, não facilitam que esse caminhar junto se efetive; por isso, as reuniões de pais se tornam essenciais para esse processo. Nesse espaço é possível apresentar o rendimento acadêmico dos alunos e compreender melhor seus comportamentos, possibilitando, assim, fazer um atendimento mais específico de suas demandas.
Atividade Turno Integral
Objetivo geral: Favorecer às crianças oportunidades de aprender por meio de brincadeiras, enfrentar obstáculos, cooperar com os amigos, expressar livremente pensamentos e emoções, buscar soluções, visando ao resgate dos valores éticos, morais, sociais e cristãos; bem como conscientizar sobre a realidade local e global que nos cerca levando-nos a uma ação social e cristã séria e responsável, tanto para as crianças da Educação Infantil quanto para os alunos de Ensino Fundamental até o 5º Ano.
Promover brincadeiras que desenvolvam na criança a capacidade de cooperar, interagir com o meio e com o outro;
Compreender a realidade por meio de atividades lúdicas e prazerosas;
Resgatar valores éticos, morais, sociais e cristãos, através de atividades dirigidas;
Realizar atividades escolares e estudos diários para desenvolvimento de leitura e escrita;
Participar de projetos relacionados ao meio-ambiente, à sustentabilidade e a outros temas transversais;
Facilitar a relação professor-aluno como garantia de vivência de valores, desenvolvimento do conhecimento, das habilidades e competências.
Justificativa: A Escola tem como afirmação básica dar uma resposta favorável às necessidades atuais de seus alunos e familiares, assim sendo, procuramos responder aos anseios dos pais que precisam de uma escola que atenda seus filhos em período integral (turno e contra turno), para que possam trabalhar e realizar outras atividades tranquilos, porque seus filhos estão sob os cuidados na escola.
16.2. Atividades Acadêmico-Pedagógicas
As atividades acadêmico-pedagógicas são atividades contínuas, realizadas nos diversos níveis de ensino, com o objetivo de diversificar o conteúdo acadêmico, enriquecer o quadro curricular, proporcionando ao corpo discente maior contato com a cultura, o esporte e o entretenimento, almejando uma qualidade de ensino superior.
Turmas Envolvidas: do 3º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio (aproximadamente 290 alunos).
Metodologia: no 3º, 4º e 5º ano as atividades de Redação são aplicadas na disciplina de Língua Portuguesa, no decorrer de todo o ano. Do 6º ao 9º ano e no Ensino Médio é trabalhada em um componente curricular específico. Para as três séries do ensino Médio é oferecido mais duas horas semanais, opcionais, no contra turno, para leitura, escrita e discussões de textos pertinentes. A formação da turma é feita mediante inscrição na Secretaria da Escola.
Objetivo geral: Formar alunos-escritores competentes, capazes de criar textos coerentes, coesos e eficazes.
Promover uma prática constante de produção de textos, organizada em torno de situações que permitam lidar com uma grande variedade de textos;
Produzir textos de diferentes linguagens e estruturas;
Redigir textos motivadores, com características que precisam ser aprendidas e desenvolvidas em condições prazerosas de produção, num ambiente de camaradagem e respeito, de prazer e trabalho.
Justificativa: A produção de texto requer desenvolvimento de hábitos de leitura de textos variados, acesso aos diversos tipos de informações e análise crítica de tudo que é reproduzido na mídia. As aulas de Redação têm essa função, fazer com que os alunos, por meio da riqueza de atividades oferecidas, desenvolvam habilidades de leitura e produção de textos escritos, orais, apresentações literárias através de encenações e músicas, fazendo com que os estudantes tenham prazer em escrever e ler, utilizando-se das regras gramaticais e das técnicas de redação existentes.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil e Ensino Fundamental I (aproximadamente 190 alunos).
Metodologia: disciplina curricular, trabalhando musicalização na Educação Infantil até o 3º ano. No 3º, 4º e 5º ano também é trabalhado o ensino da flauta doce.
Objetivo geral: Melhorar o processo de comunicação, interação social e estética musical.
Apurar a capacidade de percepção auditiva;
Estimular o silêncio, para ser capaz de ouvir os sons e ruídos do próprio ambiente;
Desenvolver a capacidade de reconhecer sons de diferentes timbres, alturas, longos, curtos, intensidade, lento, moderado e rápido;
Aprimorar a capacidade de reconhecer e executar as pausas musicais;
Reconhecer e vivenciar os compassos musicais;
Conhecer e reproduzir os sons da escala musical;
Conscientizar o aluno das possibilidades de se escrever todos os sons graves e agudos, usando as linhas suplementares inferiores e superiores;
Valorizar as expressões folclóricas de nosso país e as características de nossa música;
Distinguir os diversos gêneros da música popular brasileira.
Justificativa: A música é, sem dúvida, uma das mais valiosas formas de expressão da humanidade. Vários estudos comprovam a importância da música ao ser humano, especialmente às crianças, em fase de desenvolvimento e aprendizado do mundo. Os ganhos que a prática musical nessa fase proporcionam, seja pela expressão das emoções, pela sociabilidade, pela disciplina, pelo desenvolvimento do raciocínio, são valiosíssimos e são para a vida toda. O trabalho com a música, no Ensino Fundamental, possibilita uma variedade de modos de percepção e sensações do aluno na sua relação com o mundo, através dos recursos expressivos de que dispõe o seu organismo para a comunicação do mundo em que ele vive. A Educação Musical através das dimensões estéticas, sonoras, visuais, plásticas e gestuais, busca desenvolver a consciência crítica dos valores humanos e encontrar meios de levar os alunos a atuarem como cidadãos.
Turmas Envolvidas: 3º, 4º e 5º ano do Ensino Fundamental (aproximadamente 95 alunos).
Metodologia: utilização do instrumento e de partituras para aprendizagem musical efetiva por meio da flauta doce.
Objetivo Geral: Despertar na criança o gosto por um instrumento musical, pela música e pelos sons, trabalhando a percepção auditiva e coordenação motora através do manuseio do instrumento.
Prover conhecimentos básicos da pauta e das notas musicais na escala de Sol;
Executar músicas folclóricas e cânones;
Desenvolver na criança a capacidade de reconhecer e executar as pausas musicais;
Sentir a pulsação rítmica da música;
Perceber as diferentes durações do som;
Vivenciar os compassos musicais;
Diferenciar os sons graves dos agudos.
Justificativa: No mundo atual torna-se cada vez mais necessário trabalhar a interação social e a sensibilidade, principalmente auditiva, a atenção e o silêncio, que é tão massacrado pela mídia moderna. Nisso é que as aulas de Flauta Doce auxiliam a todos os alunos a ter uma percepção mais sensível do mundo que os cerca, ensinando-os a trabalhar em conjunto, uma vez que todos interagem na música e aprendem regras e normas disciplinares, que são fundamentais em toda boa execução e escuta de uma boa música, porém de uma forma prazerosa e lúdica.
Turmas Envolvidas: Pré II e Ensino Fundamental I (aproximadamente 40 alunos).
Metodologia: no contra turno escolar os alunos aprendem técnicas vocais e canto coral para se apresentarem em eventos escolares e lugares onde são convidados, além de serem responsáveis por cantarem em duas missas anuais – a das mães e a dos pais.
Duração: de março a junho e de agosto a novembro.
Objetivo Geral: Organizar um Coral com os alunos de diversos anos do Ensino Fundamental I que possam interagir entre si, aprender a trabalhar em grupo, entendendo que cada membro tem uma função específica dentro da música. Através da música diferenciada, procura-se alcançar equilíbrio, ordem, disciplina e respeito entre educandos e educadores, melhorar o processo de comunicação, interação social e estética musical.
Aprender a interpretar músicas em uníssono e cânones;
Conhecer músicas folclóricas e festivas, de acordo com o tempo da apresentação (Natal, Páscoa, etc.);
Utilizar a voz, corpo e instrumentos como expressão de música e arte.
Justificativa: No mundo atual torna-se cada vez mais necessário trabalhar a interação social e a sensibilidade, principalmente auditiva, a atenção e o silêncio, que é tão massacrado pela mídia moderna. Nisso é que as aulas do Coral Infantil auxiliam a todos os alunos a ter uma percepção mais sensível do mundo que os cerca, ensinando-os a trabalhar em conjunto, uma vez que todos interagem na música e aprendem regras e normas disciplinares, que são fundamentais em toda boa execução e escuta de uma boa música, porém de uma forma prazerosa e lúdica.
Estudo de Língua Estrangeira – Inglês e Espanhol
Turmas Envolvidas: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio (aproximadamente 420 alunos no Inglês e 160 alunos no Espanhol).
Metodologia: por meio de conversação, livros didáticos e paradidáticos, CDs de áudio e vídeos os alunos tomam contato com a cultura (também por meio da culinária e da dança) e a língua inglesa desde a Educação Infantil até a 3ª série do Ensino Médio e com a língua espanhola do 6º ano à 1ª série do Ensino Médio.
Objetivo Geral: Desenvolver o interesse do aluno, de acordo com sua faixa etária, para o aprendizado de uma nova língua, introduzindo ludicamente conteúdos básicos que exploram seus interesses e experiências, bem como praticar funções comunicativas básicas, inserindo-o no universo da língua inglesa e espanhola.
Vivenciar a língua estrangeira e as tradicionais histórias, tanto na linguagem escrita quanto oral.
Dominar e ampliar o vocabulário aprendido em cada aula;
Valorizar as datas comemorativas, o folclore e a culinária de cada país;
Aprender a aplicar corretamente as regras gramaticais essenciais para o uso da língua, bem como manusear corretamente o dicionário de cada idioma;
Ler, escrever e interpretar textos específicos de cada língua.
Justificativa: A oportunidade de uma nova língua não oferece somente um instrumento de interação social, mas permite que o aluno desempenhe, efetivamente seu papel de cidadão, assim reafirmando sua identidade sociocultural. O mundo acadêmico, bem como o mercado de trabalho, exige de todos o conhecimento de línguas estrangeiras, imprescindível no mundo moderno.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil e Ensino Fundamental (aproximadamente 350 alunos).
Metodologia: por meio da utilização de computadores, tablets e equipamentos de robótica, os alunos têm contato com as novas tecnologias da informação e comunicação, aprendendo cada dia mais a interagir com esses recursos.
Objetivo Geral: Manter a escola no mundo tecnológico e moderno, levando o que há de mais atual tanto para os alunos quanto para os diversos setores da instituição.
Levar o aluno a ter maior contato e conhecimento das ferramentas de Tecnologia da Informação, por meio das aulas e atividades propostas, com uso intenso do Laboratório de Informática;
Prover ferramentas de apoio aos educadores, administração, coordenação e direção da escola;
Possibilitar que os alunos possam utilizar os recursos de internet através da disponibilização na Sala de Leitura;
Manter a integração de equipamentos de tecnologia da informação através da ligação em redes;
Desenvolver apresentações sofisticadas com recursos multimídia de ponta através do uso combinado de computadores, DVD, equipamento de som, projetor multimídia e telão em diversos eventos.
Justificativa: A sociedade atual vive um momento de profundas transformações, principalmente no que diz respeito às novas ferramentas de informação e comunicação. Há uma massificação de informações e dados que circulam nos diversos meios de comunicação, principalmente no ciberespaço, causando uma descartabilidade informacional acelerada. O ser humano vem convivendo diariamente com essa realidade, mas principalmente o educando contemporâneo, que já nasce com essa experiência. É primordial que a disciplina de Elementos de Informática venha nortear o uso das novas tecnologias de comunicação e informação, no sentido de orientar e conscientizar os alunos de maneira que utilizem-nas consciente e responsavelmente e levem-nos a conhecer as principais ferramentas tecnológicas computacionais disponíveis para o desenvolvimento da coordenação motora, do trabalho em grupo, do espírito crítico, da criatividade, do raciocínio lógico, do aprimoramento da linguagem e alfabetização, da produção de textos, confecções de planilhas e apresentações multimidiáticas que serão utilizadas na sua vida pessoal e educacional, auxiliando-os a desenvolver e produzir conhecimento.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio (aproximadamente 420 alunos).
Metodologia: com vasto acervo literário e de apoio pedagógico os alunos podem ter contato com o mundo das histórias infantis, com o melhor da literatura nacional e estrangeira, podem ter acesso a conteúdos complementares para estudos, dicionários, pesquisas na internet por meio de computadores e tablets e podem até assistir vídeos educativos por meio do equipamento de multimídia disponível no local.
Objetivo Geral: Levar o aluno a desenvolver a capacidade de aprender através de pesquisas, com auxílio de livros e da internet. Ajudar o professor em todas as suas necessidades, para complementação do conteúdo a ser desenvolvido em sala de aula, através de livros, DVDs, CDs, e outros recursos multimidiáticos. Prover um espaço coletivo de estudo e pesquisa, onde os alunos possam, em grupo, desenvolver trabalhos didáticos de maneira efetiva.
Proporcionar o hábito da leitura;
Desenvolver no aluno hábitos saudáveis de leitura individual e coletiva;
Levar o aluno a desenvolver a capacidade de manusear livros, enciclopédias e internet para realização de trabalhos e pesquisas;
Aprender a ler, interpretar e resumir o conteúdo ministrado para realização de trabalhos escritos;
Desenvolver técnicas ligadas à elaboração de cartazes;
Proporcionar ao aluno um espaço de estudos individual e coletivo, no contra turno escolar, para que possa aprimorar seus conhecimentos e aprender a produzir material em grupos.
Justificativa: A Sala de Leitura é o centro de estudo e de trabalho dentro da escola. É nela que são realizados diversos tipos de atividades para que o aluno crie e desenvolva hábitos de leitura e consiga, através deste exercício, suprir boa parte de suas dificuldades intelectuais. Também é espaço lúdico e de aprendizagem sistemática, sem deixar seu objetivo maior – o desenvolvimento intelectual e cultural. Com os alunos do EFII e Ens. Médio, devido bàs dificuldades de tempo e locomoção hoje existentes, a escola se torna um lócus interessante de desenvolvimento da aprendizagem extraclasse, já que nela podem ser realizados trabalhos e pesquisas individuais e em grupo, facilitando para as famílias e propiciando uma estrutura adequada para esse tipo de atividade.
Equipes de Treinamento (Futsal, Handebol, Basquete e Vôlei)
Turmas Envolvidas: Ensino Fundamental II e Ensino Médio (aproximadamente 60 alunos).
Metodologia: por meio do treinamento dos esportes, como Futsal, Basquete, Handebol e Vôlei, os alunos aprendem o fundamento destes esportes e participam dos campeonatos estudantis promovidos pela Prefeitura Municipal de Piracicaba.
Objetivo Geral: Conhecer as regras e fundamentos dos esportes, despertando o gosto pela prática de atividades físicas, proporcionando saúde, lazer, bem-estar físico, mental e emocional.
Criar espírito de equipe por meio do trabalho em grupo, desenvolvendo o sentimento de coletividade e autoestima;
Aferir os aspectos técnicos dos alunos através de competições;
Desenvolver a parte técnica e tática das diversas modalidades;
Promover a integração e socialização dos alunos;
Favorecer o desenvolvimento do autodomínio diante das adversidades provocadas pelos jogos;
Participar de Campeonatos Interescolares, integrando os alunos das diversas escolas.
Justificativa: A sociedade moderna, cada vez mais, tem valorizado a inclusão social por meio do esporte, sendo um instrumento importante para trabalhar perdas e ganhos; incentivando o “participar” mais do que o “ganhar”; além de ajudar no desenvolvimento social, psíquico e motor do aluno. É sabido também que o esporte contribui muito no combate à violência.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil e Ensino Fundamental I (aproximadamente 30 alunos).
Metodologia: por meio das técnicas de luta e da vestimenta adequada, seja na Educação Infantil, que é componente curricular masculino ou seja no Ensino Fundamental, como atividade extraclasse, os alunos aprendem os fundamentos e técnicas do esporte, além de participarem de apresentações durante o ano letivo.
Objetivo Geral: Praticar o Judô, conhecendo suas regras, filosofia e cultura e, através desse esporte, adquirir hábitos saudáveis, respeito e disciplina.
Aprender as regras do Judô como um esporte olímpico;
Vivenciar a vitória e a derrota;
Adquirir habilidades motoras e capacidades físicas básicas, através do conhecimento das regras do esporte;
Conhecer o próprio corpo, suas possibilidades e limites;
Vivenciar a luta com regras e cuidados que se devem ter para preservar a integridade física do companheiro;
Descobrir os costumes, a língua e a cultura oriental;
Demonstrar amor e respeito com a família e com os mais velhos.
Justificativa: Como um esporte oriental o Judô proporciona ao aluno uma disciplina rígida e respeitosa, além de aprender como se defender diante de situações e adversidades da vida sem, com isso, humilhar o companheiro, sabendo que há limites que necessitam ser valorizados e respeitados, proporcionando valores para toda a vida do educando.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil (aproximadamente 20 alunas).
Metodologia: por meio das técnicas de dança, as alunas aprendem os fundamentos e técnicas desta atividade, de maneira curricular, além de participarem de apresentações durante o ano letivo.
Objetivo Geral: Trabalhar a coordenação motora e a expressão corporal através da música e da dança.
Assimilar atividades por meio de passos de balé e dança contemporânea;
Desenvolver habilidades motoras, noções de espaço e capacidades físicas básicas;
Executar coreografias e danças para a Festa Junina e Olimpíada Esporte Cultural;
Apresentar danças em festivais interescolares, quando possível.
Justificativa: A dança, como expressão da arte, aguça a sensibilidade e a percepção musical e dos movimentos, proporcionando saúde física, emocional e psíquica. Além disso, trabalha a interação social e a sensibilidade, proporciona uma percepção mais sensível do mundo que os cerca, ensinando-os a trabalhar em grupo, uma vez que todos interagem na dança e aprendem regras e normas disciplinares, que são fundamentais em toda execução de uma boa coreografia, porém de uma forma prazerosa e divertida.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil e Ensino Fundamental I (aproximadamente 40 alunas).
Metodologia: por meio das técnicas adequadas, como atividade extracurricular, as alunas aprendem os fundamentos e técnicas do esporte além de participarem de diversas apresentações durante o ano letivo.
Objetivo Geral: Trabalhar a coordenação motora e a expressão corporal através da prática da ginástica. A Ginástica Acrobática: que tem como objetivo fazer acrobacias de forma que se tenha habilidade, força, equilíbrio, flexibilidade, cuja realização ocorre em equipe e a Ginástica Rítmica: envolve movimentos em forma de dança em variados tipos e dificuldades e também com a utilização de pequenos equipamentos.
Desenvolver coreografias e danças para a Festa do Dia das Mães e Dia dos Pais e comemorações internas;
Apresentar coreografias e danças para a Festa Junina e Olimpíada Esporte Cultural;
Participar de apresentações em festivais interescolares.
Justificativa: A ginástica é uma atividade esportiva que melhora o condicionamento físico e mental, sendo uma atividade lúdica e prazerosa em que a aluna poderá explorar e desenvolver diversas habilidades colaborativas por meio de música e coreografias, favorecendo a disciplina corporal e a coordenação motora.
(Aniversário do Colégio – São José, Páscoa, Missa para Mães e Pais, Coroação de Nossa Senhora, Sagrado Coração de Jesus, Vocações, Bíblia, Fundação da Congregação das Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição (FIC), São Francisco, Ação de Graças, Natal, Missa de Formatura e Confraternização de Final de Ano da Equipe)
Turmas Envolvidas: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio (aproximadamente 420 alunos), além dos pais, em alguns eventos (aproximadamente 400 pessoas), e da equipe (aproximadamente 60 pessoas).
Metodologia: por meio da utilização de variados recursos e objetos os alunos e professores celebram as diversas festividades religiosas durante o ano letivo.
Objetivo Geral: Conduzir os alunos a conhecer e aprofundar os motivos das datas religiosas e celebrações, aprofundando sua religiosidade e favorecendo e estimulando a reflexão sobre temas específicos em tempo próprio.
Desenvolver habilidades em expressão oral e escrita nas apresentações e celebrações;
Estimular habilidades artísticas na confecção de cartazes e objetos em geral que sejam condizentes com o momento celebrativo;
Preparar cantos próprios, condizentes com a celebração;
Estudar melhor as datas celebrativas, entendendo os motivos de cada festividade.
Justificativa: O lema a Serviço da Formação Humana e Cristã é o diferencial no IBR concretizando a relação entre o conhecimento formal e a religiosidade. As celebrações são momentos organizados que contribuem para o exercício da religiosidade e da fé cristã. Os alunos precisam vivenciar momentos de celebração como irmãos.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio (aproximadamente 420 alunos) além da equipe envolvida (aproximadamente 30 pessoas).
Metodologia: caminhando pelas áreas verdes do Engenho Central e Vila Rezende os alunos apreciam a natureza e promovem a sensibilização em relação aos cuidados com o meio ambiente. Ao término fazem o plantio de uma árvore no nosso jardim.
Duração: um dia letivo no mês de março.
Objetivo Geral: Promover atos concretos de sensibilização e conscientização que propiciem a reflexão no sentido de consolidar atitudes sustentáveis e reforçar o papel individual e social na luta por um novo e constante comportamento para com o planeta, particularmente os biomas brasileiros, por meio de uma caminhada pelo Engenho Central e Área de Lazer da Rua do Porto.
Integrar a família, a escola e a comunidade por meio de uma caminhada nas áreas verdes do Engenho Central, Área de Lazer da Rua do Porto e ruas do entorno do colégio;
Divulgar o tema da Campanha da Fraternidade;
Comemorar o aniversário do IBR;
Ajudar entidades assistenciais através da arrecadação de mantimentos ou produtos de higiene.
Justificativa: Em comemoração ao aniversário do IBR, a Caminhada Ecológica é uma maneira de integrar a escola, a família e a comunidade na divulgação da Campanha da Fraternidade e dos objetivos propostos pelo colégio, os quais visam dar continuidade à formação Cristã em consonância com a defesa da vida no planeta.
Olimpíada Esporte-Cultural
Metodologia: por meio de jogos e competições esportivas, divididos em quatro times, os alunos disputam e se integram nas atividades esportivas, recebendo troféus e medalhas para as equipes campeãs.
Duração: última semana letiva do mês de junho.
Objetivo Geral: Trabalhar temas culturais em integração com as atividades esportivas.
Realizar jogos esportivos de futsal, handebol, vôlei, basquete, atletismo, além de outros jogos individuais, coletivos e de tabuleiro;
Estimular a prática de diversas atividades culturais sobre temas relacionados à cultura de nosso país;
Apresentar trabalhos, cartazes, teatros, músicas e danças relacionadas ao tema escolhido.
Desenvolver o sentimento de equipe e autoestima;
Favorecer o desenvolvimento emocional diante das adversidades provocadas pelos jogos;
Arrecadar alimentos, válidos na contagem de pontos de cada equipe, com o objetivo de ajudar o Fundo de Solidariedade do Município ou outras entidades carentes.
Justificativa: Os jogos esportivos têm sido uma ferramenta eficiente para trabalhar nos alunos o espírito de colaboração mais do que de competição. Na entreajuda, no trabalho em equipe, eles percebem como é importante a participação de cada um para alcançar um resultado global satisfatório. A Olimpíada Esporte-Cultural tem despertado ainda toda a comunidade escolar para temas que estão sempre em pauta na nossa sociedade, e tem levado os alunos, através de competições e brincadeiras, a uma participação mais efetiva de todas as atividades escolares que se relacionam com esse projeto.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil, Ensino Fundamental e 1ª e 2ª séries do Ensino Médio (aproximadamente 390 alunos).
Metodologia: por meio da montagem de estandes, cartazes, encenações, vídeos, experiências e maquetes os alunos apresentam trabalhos voltados para a temática da CF do ano e outros trabalhos científicos e de pesquisa.
Duração: um sábado letivo do mês de setembro.
Objetivo Geral: Trabalhar temas culturais e científicos, que são apoiados nos objetivos e tema da Campanha da Fraternidade, através da exposição de trabalhos, experiências, maquetes, apresentações teatrais, eletrônicas, levando o educando a aprofundar seus conhecimentos através da pesquisa e da aplicação prática.
Resgatar valores construídos no resgate da dignidade humana, no convívio com o próximo e nas ações do dia-a-dia;
Refletir que ser fraterno é ser solidário, compreensivo e generoso. É estar disposto a repartir não só aquilo que se tem, mas principalmente o que se é;
Desenvolver e conscientizar sobre a noção de responsabilidade social, no sentido de favorecer a todos o reconhecimento de si como agentes de transformação da realidade social;
Promover o senso crítico diante dos falsos valores transmitidos através dos meios de comunicação social;
Montar painéis fotográficos;
Despertar para a prática da convivência solidária, no dia-a-dia, através das campanhas realizadas pela escola.
Justificativa: A temática da Campanha da Fraternidade sempre traz à tona assuntos importantes e que carecem de reflexão e mudanças de postura de toda a sociedade. Utilizar um evento como a Exposição Cultural para despertar toda a comunidade escolar para estes temas é fundamental, e leva os alunos, através da pesquisa e de reflexões, a uma participação mais efetiva de todas as atividades escolares que se relacionam com esse projeto.
Metodologia: por meio da utilização de recursos variados (pesquisas, materiais recicláveis, contação de histórias, músicas, parlendas, trovinhas) os alunos fazem a releitura do folclore brasileiro e sua aplicação na realidade.
Duração: todo o mês de agosto.
Objetivo Geral: Resgatar tradições antigas e repassar os valores culturais de cada região.
Resgatar a importância do folclore brasileiro;
Respeitar a sabedoria que nasce da experiência do povo;
Estudar os mitos, traduzindo as experiências humanas em formato de histórias, contadas de maneira simples, de modo que a criança possa compreender comportamentos e atitudes inerentes às pessoas;
Desenvolver a criatividade através de uma exposição utilizando lendas, parlendas, cantos, danças, brincadeiras, personagens, comidas e plantas medicinais do nosso folclore;
Dar noções da produção de xilogravura e literatura de Cordel e outras artes pertinentes;
Desenvolver a linguagem oral, escrita e artística;
Pesquisar fatos e lendas próprios da localidade.
Justificativa: Num mundo de cultura globalizada a tendência de se esquecer as origens e tradições dos nossos antepassados é muito intensa; por isso é de grande importância entender, resgatar e demonstrar a cultura e a história do nosso país, principalmente no que diz respeito ao folclore brasileiro.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio (aproximadamente 420 alunos) e seus familiares (aproximadamente 800 pessoas), além de toda equipe de colaboradores e voluntários (aproximadamente 80 pessoas).
Metodologia: por meio de danças e coreografias, os alunos encenam a festividade popular e tradicional em nossa cidade e por meio de comes, bebes e brincadeiras a comunidade se integra e se diverte durante o dia todo.
Duração: um sábado letivo no mês de junho.
Objetivo Geral: Integrar, desenvolver e intensificar a relação família-escola, valorizando a tradição, os costumes juninos e as festividades populares.
Executar danças, coreografias e desenvolver as habilidades necessárias para este tipo de apresentação, como espontaneidade, responsabilidade e movimentos motores;
Conhecer as tradições folclóricas e a história dos principais santos celebrados no mês de junho;
Valorizar a cultura junina através da caracterização e encenação nas coreografias e brincadeiras existentes.
Justificativa: A Festa Junina tem sido marcada, ao longo do tempo de sua realização, por um clima de muita integração e alegria entre pais, alunos e professores, sendo, enfim, um momento muito saudável para a efetividade da busca pela relação família-escola. Além do aproveitamento para alicerçar a relação, a Festa Junina tradicionalmente vem desenvolvendo nos alunos o conhecimento e a aprendizagem de danças e músicas tanto tradicionais como os ritmos mais comuns brasileiros como o forró, o xote e o country americano.
Turmas Envolvidas: Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental (aproximadamente 60 alunos) e seus pais (aproximadamente 100 pessoas).
Metodologia: por meio de uma dinâmica acontece a primeira atividade de integração entre os alunos, pais e escola. Posteriormente, cada turma em sua sala, por meio da utilização de materiais artesanais, os alunos confeccionam com os pais um objeto transicional, que auxilia na adaptação das crianças durante o ano letivo.
Duração: primeiro dia letivo do ano (janeiro).
Objetivo Geral: Acolher, aproximar, integrar e efetivar as relações de confiança entre escola e família.
Acolher e favorecer o primeiro contato da criança com a escola sem que sejam rompidos os laços familiares, fortalecendo a relação família-escola;
Garantir aos pais a responsabilidade do corpo docente em relação ao cuidado e segurança com seus filhos;
Realizar dinâmicas de integração entre pais, filhos e professores, confeccionando objetos, para que fiquem na escola, como uma referência de segurança para o aluno, no período de adaptação.
Justificativa: A entrada da criança na escola é sempre um desafio para a família, sobretudo, no contexto atual, quando deixam as crianças sob a guarda das escolas desde muito cedo. As mães trabalhadoras precisam deixar seus filhos para exercer suas profissões e auxiliar na renda familiar; as que não precisam trabalhar, também acabam levando seus filhos para a escola, pois conhecem as benfeitorias que esta pode proporcionar para a educação das crianças, nos aspectos de maturidade, autonomia, desenvolvimento cognitivo e psicológico. Diante desse fato a Educação Infantil é uma realidade em todas as classes sociais, no entanto, é muito sofrido para mãe e/ou pai efetivar o ato de deixar seus filhos na escola. Nesse sentido, a entrada da criança na Educação Infantil produz sentimentos confusos por parte dos pais e dos filhos, e a escola, enquanto outro nesta relação, deve ter muito cuidado e respeito com esses sentimentos.
Turmas Envolvidas: 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental (aproximadamente 120 alunos).
Metodologia: por meio de atividades e brincadeiras, os alunos utilizam o espaço escolar de maneira diferenciada e divertida, no período da noite, tomam lanche juntos, organizam o espaço para o sono e se confraternizam e, para muitos, é a primeira experiência de dormir fora de casa e distante dos pais, construindo a autonomia, cumplicidade e a cooperação mútua.
Duração: dois momentos da noite de sexta-feira à manhã de sábado (das 20h30 às 8h30).
Objetivo Geral: Integrar alunos e professores, numa atividade informal e diferenciada do cotidiano, para que se possa, diante dessa experiência, estar mais próximo do aluno.
Realizar atividades e brincadeiras lúdicas, com intuito de conhecer melhor o aluno em uma outra dimensão que não só a pedagógica/acadêmica;
Transformar a escola em um espaço diferente, onde os alunos poderão se confraternizar, passando a noite na escola e encerrando as atividades com um café da manhã.
Justificativa: A dinâmica agitada que impera na organização da sociedade atual nos coloca vários desafios e, por consequência, nos afasta da possibilidade de manter relações mais próximas entre as pessoas. A escola, muitas vezes não contrária a esta situação, acaba ficando muito distante do seu alunado. Por isso, a ideia do Acampadentro, que sugere passar uma noite com as crianças, nos coloca concretamente mais próximos de suas intimidades, de seus costumes e também de seus medos. Esse espaço significa muito para os profissionais da escola, que podem conhecer melhor seu aluno, explorar seus limites e avançar, certamente, em suas relações no cotidiano da sala de aula.
Turmas Envolvidas: Ensino Fundamental II e Ensino Médio (aproximadamente 230 alunos).
Metodologia: por meio da utilização de palestras, vídeos e outras atividades, os alunos vivenciam, durante a primeira semana de aula, momentos para refletirem sobre assuntos e conflitos cotidianos da vida adolescente.
Duração: de uma a duas aulas por dia durante a primeira semana letiva (janeiro).
Objetivo Geral: Levar os alunos a refletir sobre conflitos ético-valorativos em uma atividade educativa informal. Buscar soluções para os conflitos oriundos dos dramas que a adolescência traz, enquanto uma fase de transformação culturalmente definida.
Exercitar, a partir de um diagnóstico prévio, valores éticos que sejam um desafio para as turmas;
Refletir com os alunos os problemas próprios da adolescência;
Chamar a todos para a responsabilidade e comprometimento com a vida.
Justificativa: O espaço do cotidiano da escola é sempre um lócus de análise para os educadores. Entretanto, com o tempo, tem-se percebido que o espaço formal de relações dos papéis professor-aluno, coordenador-aluno e aluno-aluno limita a possibilidade de um olhar diferenciado e, por isso, mais qualificado para com o outro. Nos espaços criados pela escola e na escola, mas com uma organização mais livre, onde os papéis não estão burocraticamente definidos, com possibilidade de ter uma organização mais lúdica, com técnicas específicas de dinâmica de grupo, pode-se ter um resultado mais concreto. Aproveitar desse clima, para que os conteúdos de formação de valores éticos sejam mais aceitos e assim, mais eficazes, auxiliam na formação do indivíduo.
Metodologia: por meio de textos e conversas, na reunião de pais, são abordados assuntos pertinentes ao estudo e ao desenvolvimento das crianças e adolescentes.
Duração: três reuniões anuais.
Objetivo Geral: Levar os pais dos alunos, em um espaço educativo informal, a refletir sobre conflitos e problemas próprios da idade em que se encontram os filhos. Desenvolver os conflitos oriundos dos dramas que a adolescência traz, enquanto uma fase de transformação culturalmente definida, orientando os pais através de uma discussão aberta.
Discutir, a partir de um diagnóstico prévio, sobre temas próprios da infância e adolescência e sua relação com pais e filhos;
Refletir com os pais sobre problemas próprios da infância e adolescência e como lidar com eles;
Favorecer o encontro e a partilha de dificuldades e acertos dos pais na formação de seus filhos.
Justificativa: O espaço do cotidiano da escola é sempre um lócus de análise para os educadores. Entretanto, com o tempo tem-se percebido que os problemas ou situações identificadas devem ser partilhados e discutidos com os pais, que muitas vezes se tornam ausentes do ambiente escolar, ou somente o frequentam em época de entrega de notas. Espaços criados pela escola e na escola, mas com uma organização mais livre, com espaço aberto para que os pais possam partilhar suas angústias, suas dificuldades e seus sucessos têm contribuído muito para o desenvolvimento intelectual e afetivo de todos.
Festa a Fantasia, Trotes e Carnaval
Metodologia: por meio de momentos de festividade, os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental I, comemoram o Carnaval na escola, em um ambiente alegre e descontraído. Os alunos do 9º ano e 3ª série do Ensino Médio também promovem, como maneira de angariar fundos para a formatura e se confraternizar, um “trote” por mês, quando vêm para a escola fantasiados de acordo com a temática escolhida e uma vez por ano montam uma “Festa a Fantasia” para complementar a renda das festividades de formatura.
Duração: Carnaval e um dia letivo por mês.
Objetivo Geral: Criar condições para aproximação de alunos, pais e professores, numa relação prazerosa e divertida, transformando a escola num ambiente informal e saudável.
Comemorar a festividade de carnaval de uma maneira saudável e prazerosa com a Educação Infantil e Ensino Fundamental;
Trazer para os alunos, pais e professores festas temáticas, num ambiente descontraído e divertido;
Permitir aos alunos, do 9º ano do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio, no ambiente escolar formal, se fantasiarem, mensalmente, como uma forma de comemorar o término de mais uma etapa.
Justificativa: Numa época de tantos compromissos e tanta falta de tempo, propiciar um momento de lazer torna-se indispensável para o bom andamento do ano letivo, para melhorar as relações e estreitar os laços entre a comunidade escolar.
Projeto Literário – Educação Infantil
Turmas Envolvidas: Educação Infantil (aproximadamente 30 alunos).
Metodologia: por meio da utilização de uma temática artístico-literária, os alunos estudam a vida e a obra do artista, fazem a releitura da obra e produzem atividades voltadas para a temática escolhida.
Objetivo Geral: Trazer para o cotidiano da criança e seus familiares a releitura de clássicos da Literatura Infantil por meio das histórias em livros, filmes, desenhos e teatro.
Apresentar clássicos da literatura infantil;
Apresentar vida e obra de artistas conhecidos nas diversas áreas artísticas e literárias;
Refletir, a partir da literatura, sobre a nossa existência, utilizando-se dos contos para compreender a dinâmica da própria história de vida;
Perceber que as histórias retratam nuances, mudanças, decisões e transformações em nossa vida.
Justificativa: Na raiz da vida humana está a razão de nossa saudade e esperança; nascemos filhos e filhas de reis em que num determinado momento da história, por descuido ou por opção, perdemos essa realeza (a madrasta, a bruxa, os vilões…). Pretendemos, de modo simples e alegre, incentivar as crianças a buscar seu lugar na história e agir como tal. Somente assim haverá o: “Viveram felizes para sempre!”.
(Dia do Índio, Tiradentes, Descobrimento do Brasil, Dia do Trabalho, Aniversário de Piracicaba, Independência do Brasil, Dia da Bandeira, Dia da Árvore, Proclamação da República).
Metodologia: por meio de diversos instrumentos, seja por uma atividade, uma comemoração no momento do Bom-Dia ou Boa-Tarde ou em sala de aula, os alunos têm a oportunidade de conhecer e relembrar as principais datas cívicas e comemorativas.
Objetivo Geral: Promover a discussão e reflexão sobre o nosso país, articular os conteúdos programáticos da disciplina de História de maneira interdisciplinar.
Comemorar as datas cívicas com o intuito de levar o educando a valorizar, respeitar e compreender o passado político para que possam significar a importância do passado histórico do Brasil;
Cantar o Hino Nacional, da Independência, da Bandeira, da República e de Piracicaba, resgatando os valores implícitos em cada comemoração.
Justificativa: O conceito de democracia assumida pelos cidadãos atualmente tem, de um certo modo, se associado a um errôneo conceito de liberdade, como se nos dias atuais nós não tivéssemos um passado de luta para a construção da democracia que hoje vivemos. Infelizmente, podemos concluir que, atualmente, os grandes ícones dessa história não têm mais “peso” na memória e na constituição das nossas crianças e jovens. Com certeza esse é um aspecto que faz com que nossa nação viva demasiadamente as influências dos modismos e ditames internacionais. Desse modo, se faz indispensável criarmos em nossa comunidade escolar a identidade histórica do nosso país, para que assim possam valorizar e se sentir pertenços à nação brasileira. Sabemos que a própria história de evolução do modelo democrático foi passo a passo desvalorizando as comemorações cívicas, em contrapartida, de um passado recente (ditadura), onde essas comemorações eram muito incentivadas, contudo, obrigatórias. Nosso intuito é dar aos personagens e aos processos históricos a justa posição que merecem, a partir de discussões e reflexões atualizadas sobre o passado de nosso país.
Bom-Dia e Boa-Tarde
Metodologia: diariamente, os professores, por meio de mensagens, músicas, orações e celebrações proporcionam aos alunos, todos os dias, antes do início das aulas, uma preparação e reflexão humanista para bem iniciarem as atividades diárias.
Duração: de segunda a sexta-feira, os cinco primeiros minutos antes do início das aulas, durante todo o ano letivo.
Objetivo Geral: Oferecer aos alunos momentos de reflexão como caminho de crescimento integral, no qual possam refletir sobre valores cívicos e religiosos, desenvolvendo suas potencialidades, sendo a primeira atividade escolar a promover a concentração do educando antes do início das aulas.
Acolher os alunos através de mensagens, reflexões e orações, ajudando-os a assimilar os valores cívicos e religiosos;
Despertar e desenvolver nos alunos a própria espiritualidade e a autoestima;
Celebrar e homenagear com os alunos as datas, eventos e personalidades da nossa história.
Justificativa: Constatamos em nossa sociedade os interesses voltados para o imediatismo e o materialismo devido à grande influência do consumismo e dos modismos sobre as novas gerações, provocando, assim, grande questionamento sobre os valores tradicionais. Desta forma, os momentos de reflexão antes do início das aulas, ajudam na concentração do aluno e o prepara para o período escolar, levando-o a refletir, rezar e celebrar antes de iniciar suas atividades escolares.
17. DEPENDÊNCIAS DA UNIDADE ESCOLAR
Nº Dep. Tipo de Dependência Capacidade Física M² Nº Dep. Tipo de Dependência Capacidade Física M²
3 Almoxarifado – 40,32 1 Sala de Espera 6 14,20
1 Brinquedoteca 28 33,32 1 Sala de Atendimento 5 15,51
1 Campo de Futebol – 420,00 1 Sala de Leitura 40 54,70
1 Cantina – 20,00 1 Sala p/ Artes 30 36,48
1 Capela 69 122,10 3 Sala p/ Ed. Física 73 88,06
1 Cozinha – 39,10 1 Sala p/ Professores 34 40,30
1 Diretoria 19 22,78 3 Sala de Aula p/ Ed. Infantil
1 Ginásio de Esportes 1050 1260,00 11 Sala de Aula p/ Ens. Fundamental
1 Jardim – 600,00 4 Sanitário Adequado a Ed. Infantil 2 2,34
1 Laboratório Integrado de Física, Química e Biologia 40 63,71 2 ♀Feminino 1
1 Laboratório de Informática 32 38,74 2 ♂Masculino 1
1 Parque Infantil (Playground) 35 319,00 3 Sanitário Aluno Feminino 11 48,16
1 Pátio Coberto 143 171,00 3 Sanitário Aluno Masculino 12 43,20
1 Pátio Descoberto 167 200,00 1 Secretaria – 47,90
1 Quadra de Esportes Coberta 363 435,00 1 Vestiário Feminino (A) 15 35,40
1 Recepção – 24,36 1 Vestiário Masculino (B) 15 17,50
1 Sala de Coordenação Pedagógica 8,85 10,62 – – – –
17.1. Dimensão e Capacidade das Salas de Aula
Nº Sala / Dep. Descrição Área (m2) Capacidade Física Tipo de Construção
1 Sala de aula 64,99 54 Alvenaria
2 Sala de aula 41,54 35 Alvenaria
3 Sala de aula 38 32 Alvenaria
4 Sala de aula 32,9 27 Alvenaria
5 Sala de aula 57,2 48 Alvenaria
6 Sala de aula 52,2 43 Alvenaria
7 Sala de aula 38 32 Alvenaria
8 Sala de aula 41,31 34 Alvenaria
9 Sala de aula 51 43 Alvenaria
10 Sala de aula 56,1 47 Alvenaria
11 Sala de aula 36,4 30 Alvenaria
12 Sala de aula 43,41 36 Alvenaria
13 Sala de aula 25,22 21 Alvenaria
14 Sala de aula 25,22 21 Alvenaria
15 Sala de aula 11,34 9 Alvenaria
16 Sala de aula 32,34 27 Alvenaria
18. MATERIAL DIDÁTICO E DE APOIO
Aparelhos de Som e Gravadores Aparelhos de Vídeo Cassete e DVD
Diversas coleções de Slides Interdisciplinares DVDs, VHS, Cds, Fitas Cassete de Áudio e Lps
Episcópio Fitas de vídeo – interdisciplinares
Globo Terrestre Impressoras e Scanners
Livros Paradidáticos Mapas Históricos e Geográficos
Máquina de Escrever Elétrica Máquina Fotográfica Digital
Máquinas Copiadoras e Multifuncionais Materiais para Desenho, Matemática e Geometria
Micro Computadores Microfones, Mesas de Som e Pedestais
Pianos, teclados, bateria, violões, baixo, bandinha rítmica Projetor de slides
Projetores Multimídia com telas Retroprojetores
Telas de Projeção Televisores
Material de Apoio / Pedagógico
Astronomia na Sala de Aula Baú de Lego
Bonecas Brinquedos para o Parque e Areia
Carimbos Pedagógicos Casinha de Boneca
CDs educativos e musicais Cordas de Pular e Bolas
Dominó Alfabético e Numérico Fantoches e Cenários
Fitas de Vídeo Jogos Alfabéticos e Pedagógicos
Jogos para Montar Jogos Pedagógicos
Livros de História Infantil Livros Didáticos e Paradidáticos diversos
Maquetes Interdisciplinares Quadro de Chamada
Tapetes Alfabéticos Twistlight
Apitos Arcos
Balança Biométrica Bancos suecos e Plinto
Bolas de Borracha para Iniciação Esportiva Bolas de Futebol de Salão e Vôlei
Bolas de Handebol e Basquetebol Bolas de Meia para Queimada
Colchões grandes para ginástica Colchonetes para ginástica
Compressor de Ar Cordas, Bastões e Cones
Jogos de Uniformes Mesa de Pebolim
Mesas de Tênis de Mesa, Raquetes e Bolinhas Placar Manual
Material do Laboratório Integrado de Ciências, Física, Química e Biologia
Equipamento Medida Quantidade Material
Balança com sensibilidade de 0,1grama — 01 —
Balão Volumétrico 100 (ml) 06 Vidro
Balão Volumétrico 125 (ml) 01 Vidro
Balão Volumétrico 250 (ml) 5 Vidro
Balão Volumétrico 50 (ml) 03 Vidro
Balão Volumétrico 500 (ml) 03 Vidro
Balão Volumétrico 1000 (ml) 01 Vidro
Béquer 250 (ml) 10 Plástico
Béquer 600 (ml) 50 Plástico
Béquer 1000 (ml) 04 Plástico
Béquer 2000 (ml) 10 Plástico
Béquer 50 (ml) 18 Vidro
Béquer 100 (ml) 01 Vidro
Béquer 250 (ml) 18 Vidro
Béquer 400 (ml) 2 Vidro
Béquer 600 (ml) 13 Vidro
Béquer 2000 (ml) 01 Vidro
Bico de Bunsen com Registro — 02 Metal
Boneco Anatômico — 01 —
Erlenmeyer 500 (ml) 01 Plástico
Erlenmeyer 250 (ml) 30 Vidro
Erlenmeyer 500 (ml) 05 Vidro
Erlenmeyer 1000 (ml) 01 Vidro
Espátula Canaleta 15 (cm) 01 Aço Inox
Espátula com Colher 15 (cm) 28 Aço Inox
Espátula com Colher 18 (cm) 05 Aço Inox
Esqueleto — 01 —
Estantes para Tubos de Ensaio — 02 Madeira
Estantes para Tubos de Ensaio — 02 Plástico
Frasco Lavador — 07 Plástico
Frasco Reagente — 38 Plástico
Frasco Reagente — 20 Vidro
Funil Analítico Liso — 31 Plástico
Funil Analítico Liso — 03 Vidro
Gral ou Almofariz — 15 Porcelana
Microscópio Binocular — 01 —
Microscópios Monocular — 03 —
Misturador para Béquer — 60 Vidro
Pinça — 01 Aço Inox
Pinça para Tubo de Ensaio — 13 Madeira
Pipeta Volumétrica 25 (ml) 01 Vidro
Pipetas Sorológicas Graduadas 05 (ml) 30 Vidro
Pipetas Sorológicas Graduadas 10 (ml) 05 Vidro
Pipetas Volumétricas 20 (ml) 03 Vidro
Placas de Petri Fundo Plano — 30 Vidro
Provetas Graduadas 50 (ml) 10 Plástico
Provetas Graduadas 100 (ml) 05 Plástico
Provetas Graduadas 10 (ml) 07 Vidro
Provetas Graduadas 25 (ml) 06 Vidro
Provetas Graduadas 100 (ml) 20 Vidro
Provetas Graduadas 250 (ml) 01 Vidro
Provetas Graduadas 500 (ml) 01 Vidro
Telas de Amianto — 40 —
Termômetro — 95 —
Tripés — 12 —
Tubos de Ensaio pequenos 14 Vidro
Tubos de Ensaio médios 87 Vidro
Tubos de Ensaio grandes 20 Vidro
Não é possível refazer este País, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos… (FREIRE, Paulo, 1979).
Todo Projeto Político Pedagógico precisa ser elaborado para ser executado e acompanhado por uma constante avaliação diagnóstica.
A elaboração, por sua vez, precisa constar de um marco referencial, no qual se explicita o conjunto de ideias, opções e teorias que orientarão a prática pedagógica, fazendo um diagnóstico, no qual se julga a distância entre o real e o ideal da prática e uma proposta de ação, no qual são indicadas ações, atitudes e normas aptas a diminuir essa distância.
A implementação de um Projeto Político Pedagógico escolar é uma construção planejada e coletiva, pois é um meio eficaz para a superação da ação parcelada e fragmentada, tanto na educação, quanto na escola.
É importante salientar que, com esta metodologia de trabalho, assim como em qualquer metodologia, considera-se que os alunos não aprendem todos da mesma forma e ao mesmo tempo, por isso é que se buscam alternativas eficientes para nossas atividades cotidianas e novas formas de ver e realizar avaliações, pois entende-se que, só após a compreensão e transformação do conhecimento, o aluno pode prosseguir.
Este projeto foi reelaborado a partir de reflexões e estudos, atualizados de acordo com a legislação vigente; todos os temas aqui colocados foram estudados e discutidos com os professores da escola e estão abertos a modificações sempre que se fizer necessário; nosso objetivo é a formação da criança e adolescente em todos os níveis, físico, mental, espiritual, afetivo e cognitivo, enfim, formação integral.
A experiência de elaboração do Projeto de forma participativa constituiu verdadeiro processo de aprendizagem para todos os envolvidos, uma vez que proporcionou maior conhecimento pessoal e de reconhecimento do outro, desenvolveu um crescimento de ajuda e disponibilidade em todo o grupo, proporcionou uma visão clara da dimensão social e política do nosso trabalho escolar e possibilitou um avanço na compreensão da importância do planejamento para garantir um trabalho inovador e transformador.
Este Projeto Político Pedagógico contém 54 folhas, por mim rubricadas.
Piracicaba, 26 de abril de 2018.
Rita de Cássia Saturno
RG 18.085.831-2

References: Artigo 2

Artigo 63

Artigo 64

Artigo 65

Artigo 66

Artigo 67

Artigo 68

Artigo 69

Artigo 70

Artigo 71

Artigo 72

Artigo 94

Artigo 95

Artigo 106

Artigo 76

Artigo 77

Artigo 78

Artigo 79

Artigo 53

Artigo 54

Artigo 55

Artigo 14

Artigo 15

Artigo 16

Artigo 17

Artigo 18

Artigo 19

Artigo 20

Artigo 21

Artigo 22

Artigo 23

Artigo 24

Artigo 25

Artigo 26

Artigo 27

Artigo 28

Artigo 29

Artigo 30

Artigo 31

Artigo 32

Artigo 33

Artigo 34

Artigo 35

Artigo 36

Artigo 37