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Timestamp: 2019-04-18 14:18:59+00:00

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Ementa: The course will seek to project experimental techniques in acquisition to the challenges of Fieldwork. We will explore simple experimental setups, see where unsuspected problems might lie, and move as far as possible toward developing experimental techniques that uncover complex aspects of syntax involving quantification and movement operations. It will begin with a brief presentation of the experiments involved in a large test for language disorders (the DELV). It goes from simple tests identifying tense, plurality, and binding to covering long-distance movement, paired -wh, articles and quantifiers. We will see which ones seem to be most appropriate to the Amazonian languages. These experimental methods (see examples in the Prism of Grammar) can be used in informal settings with individuals or in more formal settings. Then we will ask each student to choose one construction and develop an experiment around it in the course with critiques from fellow students in a laboratory atmosphere. This will happen partially in the course time and partially between sessions. If possible, students will pilot the test (in a native language or possibly in Portuguese or English) to see how the materials work and how they can be revised.
Roeper, T. (2007) The Prism of Grammar (MIT Press). Available digitally from Amazon or MIT Press.
O'Grady, William (2005) How Children Learn Language. Cambridge University Press (Available on Amazon.
Seymour, H. Roeper, T. and J. deVilliers (2005) Diagnostic Evaluation of Language Disorders Psychological Corporation.
O CONHECIMENTO LINGUÍSTICO EM AÇÃO. GRAMÁTICAS PEDAGÓGICAS: O QUE SÃO? COMO CONSTRUÍ-LAS? PARA QUE SERVEM?
Ementa: As gramáticas pedagógicas (Odlin, 1994) podem ser um instrumento importante de aplicação do conhecimento linguístico em áreas como o ensino de primeira ou segunda língua, a preparação de professores e a documentação de línguas indígenas. Apesar do grande interesse por esse tipo de material, não existem muitos trabalhos que expliquem as características e aplicações dos diferentes tipos de gramáticas pedagógicas, assim como as principais teorias linguísticas e de aprendizado que informam a sua produção. O objetivo desse curso é entender a estrutura de certos modelos de gramáticas pedagógicas assim como a teoría por trás de seu desenvolvimento. A partir da análise de exemplos já consagrados (e.g., Alonso et al., 2008; Murphy, 2004), estudaremos as propriedades estruturais de gramáticas pedagógicas para entender o que as distingue das gramáticas descritivas e prescritivas. Exploraremos os seus possíveis usos em diferentes áreas de conhecimento e aprenderemos algumas técnicas usadas na confecção de suas unidades. Nosso ponto de partida será uma breve revisão das teorias de aprendizado de língua que motivam a organização e a apresentação das estruturas linguísticas em gramáticas pedagógicas (e.g., Schmidt, 2010; Gass and Mackey, 2007; VanPatten, 2007a; Ellis, 2006, 2005; Swain, 2005; DeKeyser, 2003; Carter, 2003; Long, 2000; Lightbown and Spada, 1999). Em seguida analisaremos alguns dos princípios teóricos das técnicas usadas na preparação do material (e.g., Polio, 2007; VanPatten, 2007b; Williams, 2005; Bygate et al., 2001; Ferris, 2006) e observaremos a sua aplicação nos exemplos das gramáticas selecionadas. Ao compreendermos as justificativas teóricas das técnicas de organização e apresentação dos conceitos linguísticos usados nas gramáticas pedagógicas, poderemos mais facilmente discernir suas propriedades estruturais e diferenciar esse tipo de gramática de outros tipos de materiais didáticos e/ou descritivos. Além disso, veremos como as gramáticas pedagógicas aproximam teorias funcionais e estruturais a partir de uma abordagem descritiva baseada na conexão forma-significado, que tem como objetivo facilitar o aprendizado de certas estruturas linguísticas estabelecendo uma relação direta entre sua forma morfossintática, sua descrição semântica e seus usos discursivos em contextos comunicativos específicos. Na parte final do nosso curso estudaremos algumas técnicas de confecção de unidades e suas diferentes aplicações. Usaremos como estudo de caso o projeto de documentação de línguas indígenas do Museu do Índio/UNESCO que utiliza esse modelo de gramática pedagógica como instrumento de documentação, revitalização e educação bilíngue em cinco comunidades distintas. Veremos como a preparação de gramáticas pedagógicas cuja apresentação das estruturas linguísticas está baseada em contextos comunicativos desenvolvidos pelos próprios falantes está ajudando na formação de professores de língua nas aldeias e facilitando a colaboração entre linguistas e professores/informantes, tanto na produção do material didático quanto na descrição de estruturas linguísticas para futuras pesquisas.
Alonso, R., Castaneda, A., Martinez, P., Miquel, L., Ortega, J., and Ruiz, J. (2008). Gramática Básica del Estudiante de Español. Prentice Hall, New Jersey.
Bygate, M., Skehan, P., and Swain, M. (2001). Researching Pedagogic Tasks, Second Language Learning, Teaching and Testing. Longman, Harlow.
Carter, R. (2003). Language awareness. ELT Journal, 57(1):64–65.
DeKeyser, R. (2003). Implicit and explicit learning. In Doughty, C. and Long, M., editors, The Handbook of Second Language Acquisition, pages 313–348. Blackwell.
Ellis, R. (2006). Modelling learning difficulty and second language porficiency: The differential contributions of implicit and explicit knowledge. Applied Linguistics, 27(3):431–463.
Ferris, D. (2006). Does error feedback help student writters? new evidence on the short- and longterm effects of written error correction. In Hyland, K., , and Hyland, F., editors, Feedback in Second Language Writing: contexts and issues, Cambridge Applied Linguistics, chapter 5, pages 81–104. Cambridge University Press, Cambridge, UK.
Gass, S. and Mackey, A. (2007). Input, interaction, and output in second language acquisition. In VanPatten, B. and Williams, J., editors, Theories in Second Language Acquisition, pages 175–199.
Routledge, Mahwah, NJ. Lightbown, P. M. and Spada, N. (1999). How languages are learned. Oxford University Press, Oxford.
Long, M. (2000). Focus on form in task-based language teaching. In Lambert, R. and Shohamy, E., editors, Language Policy and Pedagogy: Essays in honor of A. Ronald Walton, pages 179–192.
John Benjamins Publishing Company, Philadelphia. Murphy, R. (2004). English Grammar in Use. Cambridge University Press, Cambridge, UK.
Odlin, T. (1994). Perpectives on Pedagogical Grammars. Cambridge University Press, Cambridge, UK.
Polio, C. (2007). A history of input enhancement: Defining an evolving concept. In Cascoigne, C., editor, Assessing the impact of input enhancement in second language education, chapter 1, pages 1–17. New Forums Press, Stillwater, OK.
Schmidt, R. (2010). Attention, awareness and individual differences in language learning. In Chan, W. M., Chi, S., Cin, K. N., Isato, J., Nagami, M., Sew, J. W., Suthiwan, T., and Walker, I., editors, Proceedings of CLaSIC 2010, pages 721–737, Singapore. National University of Singapore.
Swain, M. (2005). The output hypothesis: Theory and research. In Hinkel, E., editor, Handbook on research in second language learning and teaching. Lawrence Elrbaum Associates, Mahwah, NJ.
VanPatten, B. (2007a). Input processing in adult second language acquisition. In VanPatten, B. and Williams, J., editors, Theories in Second Language Acquisition, pages 115–136. Routledge, Mahwah, NJ.
VanPatten, B. (2007b). Some thoughts on the future of research on input enhancement. In Cascoigne, C., editor, Assessing the impact of input enhancement in second language education, chapter 10, pages 169–189. New Forums Press, Stillwater, OK.
Williams, J. (2005). Form-focused instruction. In Hinkel, E., editor, Handbook of Research in Second Language Teaching and Learning, chapter 37, pages 671–691. Lawrence Elrbaum Associates, Mahwah, NJ.
Ementa: This course reexamines several fundamental theoretical assumptions and analytical practices of both traditional and generative grammar frameworks from a functional perspective. Following an introduction comparing the philosophical and methodological differences between functional and formal linguistics, the course reexamines the treatment and analysis of the following topics/phenomena: parts of speech, constituency, semantic roles and grammatical relations, relative clauses and nominalizations. The reading materials relevant to each topic will be suggested in class.
Shibatani, Masayoshi. 2013. What can Japanese dialects tell us about the function and development of the nominalization particle 'no'. Japanese/Korean Linguistics 20. 421-444.
Shibatani, Masayoshi and Hiromi Shigeno 2013. Amami nominalizations. International Journal of Okinawan Studies, Vol 7.107-139.
Masayoshi Shibatani 2008 Relativization in Sasak and Sumbawa, Eastern Indonesia. Language and Linguistics 9.4:865-916.
Shibatani, Masayoshi "On the conceptual framework for voice phenomena." Linguistics, 44-2 (2006): 217-269.
Ementa: This series of lectures will off an overview of syntactic theory, concentrating on two approaches quite distinct from the Minimalist Program; some familiarity with it is presupposed. The two approaches are Role and Reference Grammar [RRG] (Van Valin 2014) and Lexical-Functional Grammar [LFG] (Broadwell 2014). The first lecture will survey the current theoretical situation, with some reference to its historical development (see Culicover 2014), and then the remaining lectures will be split between RRG and LFG, with the goal of giving the participants an introduction to how these approaches analyze some of the core grammatical phenomena.
The Routledge Handbook of Syntax, 556-78. New York: Routledge.
Culicover, Peter. 2014. The history of syntax. In Carnie, et al. (eds.), 465-89.
Van Valin, Robert. 2014. Role and Reference Grammar. In Carnie, et al. (eds.), 579-603.
Ementa: Este curso tem como objetivo o estudo da oração básica e relações gramaticais a partir de uma perspectiva funcionalista.
Ementa: O desenvolvimento das novas tecnologias nas últimas duas décadas que facilitou cada vez mais as gravações em áudio e vídeo revitalizou o interesse dos pesquisadores para os elementos não-verbais na comunicação. Dois desses elementos estão no foco deste curso: os gestos que acompanham o discurso oral, interagindo com a linguagem, e os ideofones. Enquanto que os gestos co-occorrentes com a fala podem ser observados em todas as línguas, os ideofones, definidos como "palavras marcadas que retratam o imagético sensorial" , embora que tenham uma occorrência mais restrita nas línguas do mundo, são um fenômeno muito comum nas línguas indígenas amazônicas. As primeiras análises focalizando nos gestos como parte integral da comunicação humana surgiram nos anos 1990. Gestos co-ocorrendo com a fala podem exercer várias funções, contribuindo informações no nível semântico, pragmático e de interação conversacional. Ao mesmo tempo podem ser estudados como indicadores para a estruturação mental de conceitos básicos da percepção humana. Os primeiros ideofones foram estudados no contexto de línguas africanas. Tipicamente expressam aspectos característicos de eventos. Eles têm uma prosodia marcada; p.ex. podem ter um ritmo específico, ou são pronunciados com alongamento de vogal. Frequentemente são reduplicados ou repetidos várias vezes em sequência. Sintaticamente podem formar uma unidade própria, ou podem ser integrados na frase de maneira similar à fala direta. No discurso, eles são utilizados como técnica para salientar um evento. Ideophones já foram chamados de "gestos vocais" porque são elementos performativos. Também distinguem-se de (outras) palavras pela referência não totalmente arbitrária. Vários estudos mostram uma conexão estreita entre ideofones e gestos. Neste curso vamos conhecer a teoria básica referente ao estudo e à classificação de gestos e de ideofones. Vamos conhecer trabalhos nos quais esses dois fenômenos foram estudados de várias maneiras, em termos da sua função comunicativa e referente à cognição. Em sessões de vídeo, vai ser analisado o seu uso no discurso, principalmente em línguas amazônicas.
Dingemanse, M. (2011). The Meaning and Use of Ideophones in Siwu. Doctoral Dissertation. Radboud Universiteit Nijmegen.
Duncan, S.D. (2002). "Gesture, verb aspect, and the nature of iconic imagery in natural discourse ". Gesture, 2 (2): 183–206.
Goldin-Meadow, S. (2004). "Gesture's Role in the Learning Process". Theory into practice, 43 (4): 314-321.
Harrison, S. (2010). "Evidence for node and scope of negation in coverbal gesture". Gesture, 10 (1): 29-51.
Haviland, J.B. (2000). "Pointing, gesture spaces and mental maps". In: McNeill, D. (ed.), Language and gesture. Cambridge: Cambridge University Press, 13-46.
Kendon, A. (2004). Gesture. Visible Action as Utterance. Cambridge: Cambridge University Press.
Kita, S. (1997). "Two-dimensional semantic analysis of Japanese mimetics". Linguistics 35(2), 379-415.
Kita, S. (ed.) (2003). Pointing: Where Language, Culture and Cognition meet. Mahwah, NJ: Erlbaum.
Kita, S. and A. Özyürek (2003). "What does cross-linguistic variation in semantic coordination of speech and gesture reveal?: Evidence for an interface representation of spatial thinking and speaking". Journal of Memory and Language, 48: 16-32.
McNeill, D. (1992). Hand and Mind: What Gestures reveal about Thought. Chicago: University of Chicago Press.
McNeill, D. (2005). Gesture and Thought. Chicago: University of Chicago Press.
Mittelberg, I. (2007). Methodology for multimodality. One way of working with speech and gesture data. In: M. Gonzales-Marquez, I. Mittelberg, S. Coulson and M. J. Spivey (eds.). Methods in Cognitive Linguistics. Amsterdam/ Philadelphia: John Benjamins, 225-248.
Nuckolls, J. B. (1996). Sounds like Life: Sound-Symbolic Grammar, Performance, and Cognition in Pastaza Quechua. New York/ Oxford: OUP Núñez, R. E. & E. Sweetser (2006). "With the Future behind Them: Convergent Evidence from Aymara Language and Gesture in Crosslinguistic Comparison of Spatial Construals of Time". Cognitive Science (30): 401-450.
Pereira, Ana Cristina Carvalho (2010). Os Gestos da Mãos e a Referenciação: Investigação de Processos Cognitivos na Produção Oral. Tese de Doutorado. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais.
Shopen, Timothy (org). 2007. Language Typology and syntactic description, vols 1, 2 e 3. Cambridge: Cambridge University Press.
Moore, Denny. 1984. Syntax of the language of the Gavião Indians of Rondônia, Brazil. Tese de doutorado. City University of New York. ( http://www.etnolinguistica.org/tese:moore-1984)____. 2006. Cláusulas relativas em Gavião de Rondônia. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, v. 1, n. 1, pp135-143, janeiro-abril 2006. (http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1981-81222006000100010&script=sci_arttext) ____. 2009. Construções causativas em Gavião de Rondônia. Revista Moara 32. ____. 2009. Partículas sentenciais na língua dos Gavião de Rondônia. Arquivo 01 – File 10) do CD 'Anais do I CIELLA / X JELL' org. por Germana Maria Araújo Sales e Mari Tereza Furtado. Belém: Paka Tatu.
Ementa: Este curso introdutório procurará discutir, em primeiro lugar, o que é que se entende pelo termo 'política linguística' e quais os diferentes aspectos do tema e diferentes sentidos do termo, chamando atenção para as armadilhas que podem estar no caminho de quem se envereda nessa empreitada. Em seguida, será feito um esforço no sentido de focar a importância e onipresença da questão política em praticamente todas as discussões relativa a língua(gem).
Metodologia: Aulas serão ministradas de forma expositiva, intercalada com amplo espaço para discussão em grupo visando troca de experiências e posições.
Avaliação: Será feita com base na participação de cada aluno nas discussões na sala de aula.
Calvet, Louis-Jean (2007). As Políticas Linguísticas. São Paulo: Ed. Parábola.
Lopes da Silva, Fábio e Rajagopalan, K. (2004). A Linguística que Nos Faz Falhar. São Paulo: Ed. Parábola.
Fishman, Joshua A. (2006). Do NOT leave your Language Alone: The Hidden Status Agendas within Corpus Planning in Language Policy. Mahwah, New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers.
Hall, Robert A. (1950). Leave Your Language Alone! Ithaca: Linguistica.
Rajagopalan, K. (2003). Por uma Linguística Crítica. São Paulo: Ed. Parábola.
——— (2005a). Applied Linguistics in Latin America. Amsterdam: John Benjamins.
——— (2005b). The language issue in Brazil: when local knowledge clashes with specialized knowledge. In S. Canagarajah (ed.). Reclaiming the Local in Language Policy and Practice. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Publishers.
——— (2006). Review of Language Policy and Language Planning. From Nationalism to Globalisation by S. Wright. The Journal of Language, Identity, and Education. 5. 4. pp. 326-331.
——— (2007a). Review of J. Joseph: Language and Politics. Applied Linguistics. 28. (2). 330-333.
——— (2008). The role of geopolitics in language planning and language politics in Brazil. Current Issues in Language Planning. 9. 2. pp. 179-192.
——— (2010). Linguagem, identidade nacional e a importância da perspectiva geopolítica. Em: Nuñes, A., Padoin, M.M. e Machado de Oliveira, T. C. (orgs.) Diálogos e Dilemas Platinos - volume 1. Dourados, MS: Ed, da UFGD e Ed. da UFP.
——— (2012). O papel eminentemente político dos materiais didáticos de inglês como língua estrangeira. Em: Scheyerl, Denise e Siqueira, Sávio (orgs.) Materiais Didáticos de Língua Estrangeira; Contestações e Proposiçõe. Salvador: Edufba. pp. 57-82.
——— (2012). Linguistics and the ordinary folks 'out there'. Language Forum. 38. 6. pp. 5 - 25.
——— (2013a). O ensino de línguas como parte da macro-política lingüística. Gerhardt, A. F. L. M.; Amorim, M. A. de.; Carvalho, A. M. (Orgs.) Linguística aplicada e ensino: língua e literatura. Campinas: Pontes/ALAB, no prelo.
——— (2013b). A política de ensino de línguas no Brasil: um breve apanhado de sua história e algumas reflexões prospectivas. Em: Moita-Lopes (Org.) Lingüística Aplicada na Modenidade Recente: Festschrift for Antonieta Celani. São Paulo: Ed. Parábola.
——— (2013c). Política linguística: do que é que se trata, afinal? In: Nicolaides, C. et alii. (orgs.) Políticas e Políticas linguísticas. Pontes/ALAB. pp. 19 – 42.
——— (2014). A pesquisa política e socialmente compromissada em pragmática. Em: Silva, D.N. et alii (orgs.) Nova Pragmática – modos de fazer. São Paulo: Editora Cortez. pp. 101 – 128.
——— (no prelo-1). O professor de línguas e a suma importância do seu entrosamento na política linguística do seu país. Djane (orga.) Política linguística e ensino de língua. São Paulo: Editora Pontes.
——— (no prelo-2). On the challenge of teaching English in Latin America with special emphasis on Brazil. In Rivers, D. (ed). Resistance to the Known: Counter-Conduct in Foreign Language Education. Reino Unido: Palgrave.
Shohamy, E. (2006) Language Policy: Hidden Agendas and New Approaches. London/New York: Rotledge.
——— (2007). Response to Kanavillil Rajagopalan's review of Shohamy, 2006, Language Policy: Hidden agenda and new approaches. International Journal of Applied Linguistics. Vol. 17. no. 2. pp. 439-442.
Ementa: Este curso discute os princípios teóricos e metodológicos relacionados com a Fonologia de Laboratório (Pierrehumbert, Beckman & Ladd, 2000/2011). Pretende-se discutir os seguintes temas: 1) a natureza da Fonologia de Laboratório; 2) A relação entre a Fonética e a Fonologia, 3) Percepção, Corpora, Sociofonética e Frequência e 4) Trabalho de campo e Desenho experimental.
Boersma, Paul. (2011). Modelling phonological category learning. In: The Oxford Handbook of Laboratory Phonology. Oxford University Press. Oxford.
Bybee, Joan (2014) Articulatory Processing and Frequency of Use in Sound Change. In: The Oxford Handbook of Historical Phonology. Patric Honeybone & Joseph Salmons (Eds). Oxford University Press. Oxford. [a sair em Nov 2014].
Cieri, Christopher. (2011). Making a field recording. In: Sociophonetics: a student's guide. Routledge. London & New York.
Clopper, Cynthia & Pisoni, David. (2008). Perception of dialect variation. In: The Handbook of Speech Perception. David Pisoni and Robert E.Remez (eds).
Clopper, Cynthia; Hay, Jennifer and Plichta, Bartholomiej (2011). Experimental speech perception and perceptual dialectology. In: Sociophonetics: a student's guide. Routledge. London & New York.
Cohn, Abigail C. (2010). Laboratory Phonology: Past Successes and current questions, challenges and goals. In: Laboratory Phonology 10. Fougeron, Cecile; Kuhnert, Barbara; D'Imperio, Mariapaola and Valee, Nathalie (eds). Mouton de Gruyter. Berlin & New York.
Di Paolo, Marianna and Malcah Yaeger-Dror. (2011). Field Methods: gathering data, creating a corpus, and reporting your work. In: Sociophonetics: a student's guide. Routledge. London & New York.
Foulkes, Paul; Scobbie, James and Watt, Dominique. Sociophonetics. (2013). In: The Handbook of Phonetic Sciences. 2nd edition. Wiley-Blackwell. West Sussex.
Gick, Brian; Wilson, Ian and Derrick, Donald. (2013). Articulatory Phonetics. Wiley-Blackwell. West Sussex.
Ohala, John. (2013). The relationship between Phonetics and Phonology. In: The Handbook of Phonetic Sciences. 2nd edition. Willey-Blackwell. West Sussex.
Pierrehumbert, Janet B., and Cynthia G. Clopper. (2010). What is LabPhon? And where is it going? In: In: Laboratory Phonology 10. Fougeron, Cecile; Kuhnert, Barbara; D'Imperio, Mariapaola and Valee, Nathalie (eds). Mouton de Gruyter. Berlin & New York.
Pierrehumbert, Janet B., Beckman, Mary. & Ladd, D. Robert (2011) Conceptual foundations of phonology as a laboratory science. (reprint from 2000). In: The Oxford Handbook of Laboratory Phonology. Oxford University Press. Oxford.
Stone, Maureen. (2013). Laboratory Techniques for Investigating Speech Articulation. In: The Handbook of Phonetic Sciences. 2nd edition. Wiley-Blackwell. West Sussex.
Ementa: Este curso proverá uma rápida introdução à Linguística Histórica, tratando, inicialmente, da questão da mudança linguística, suas causas, motivações e variedades, detendo-se, em seguida, no método histórico-comparativo e seu uso na reconstrução de proto-línguas e na classificação de línguas atuais (o qual será apresentado e sobre o qual serão feitos exercícios práticos), e concluindo com um apanhado geral das últimas novidades na área.
Campbell, Lyle. Historical lingistics: An introduction. MIT Press, 1998.
CANÇADO, M. (2005). Papéis Temáticos. In: Cançado, M. Manual de Semântica. Belo Horizonte: Editora UFMG.
CUNHA, C. & CINTRA, L. (1985). Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira.
NEGRÃO, E. (2002). A competência linguística. In: FIORIN, J. L. Introdução à Linguística: objetos teóricos. São Paulo: Contexto.
NEGRÃO, E. et alii. (2003). Sintaxe: explorando a estrutura da sentença. In: FIORIN, J. L. Introdução à Linguística: princípios de análise. São Paulo: Contexto.
FRANCHI, C. et alii. (2006). Um exemplo de análise e de argumentação em sintaxe. In: Possenti, Sírio (0rg). Mas o que é mesmo gramática? São Paulo: Parábola.
LARSON, R. (2010). Grammar as Science. Cambridge (MA), MIT Press.
MENDES DE SOUZA, L. (2012). Estrutura Argumental e Papéis Temáticos. In: TAVEIRA DA CRUZ, R. As Interfaces da Gramática. Curitiba: Editora CRV.
PERINI, M. (2006). Princípios de linguística descritiva: introdução ao pensamento gramatical. S. Paulo: Parábola.
ROCHA LIMA, C. H. (1986). Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro, José Olympio.
Ementa: Partindo dos traços que configuram as interações face a face, tem este curso o objetivo de focalizar a oralidade em textos escritos com base em fundamentos da enunciação. Além de discutir princípios teóricos, o curso pretende abrir perspectivas de trabalho com a oralidade em aulas de língua portuguesa.
BARROS, D. L. P. de. Efeitos da oralidade no texto escrito. In: Dino Preti. (Org.). Oralidade em diferentes discursos. São Paulo: Humanitas, 2006, p. 57-84.
BENTES, A. Ch,; LEITE, M. Q. (org.). Linguística de texto e análise da conversação: panorama das pesquisas no Brasil. São Paulo: Cortez, 2010.
FIORIN, J. L. Pragmática. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à linguística (II): princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2003, p.161-185.
HILGERT, J. G; CRESTANI, L. M. O blog noticioso na perspectiva da oralidade no texto escrito. Calidoscopio (Online), v. 11, p. 259-269, 2013.
MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001.
Ementa: A nova disciplina Sintaxe Experiental procura integrar as pesquisas em Linguística Teórica e Psicolinguística Experimental. O curso iniciará revisando a constituição deste campo de pesquisa e discutindo os níveis de representação epistemológica e psicológica dos construtos lingüísticos. Em seguida, será desenvolvida uma tipologia dos métodos de pesquisa utilizados nas ciências e na Linguística, em particular, tais como o método etnográfico, o método da elicitação, do julgamento de gramaticalidade/aceitabilidade, concentrando-se, então, no método experimental, para caracterizar suas propriedades (hipóteses explícitas, variáveis independentes e dependentes, design fatorial, sujeitos, tarefas objetivas). Revisaremos de modo prático diferentes métodos psicolinguísticos on-line e off-line, tais como os paradigmas de priming/masked priming, decisão lexical, leitura/audição automonitoradas, julgamento imediato de gramaticalidade/aceitabilidade, detecção de incongruência, sentence/picture matching, rastreamento ocular (eye-tracking). Finalmente, analisaremos diferentes experimentos levados a efeito na literatura internacional e nacional a respeito da computação de palavras e frases em diversas línguas, incluindo línguas indígenas. Abordaremos questões gramaticais centrais tais como a recursividade sintática, o processamento da correferência anafórica, a produção e a compreensão de construções sintaticamente ambíguas, o processamento de sintagmas QU, de categorias vazias e da estrutura argumental de verbos. Na última sessão do curso, faremos uma oficina prática, em que os participantes desenvolverão um projeto de experimento investigando questão gramatical de sua escolha.
CORRÊA, L. M. S. . Relação processador lingüístico-gramática em perspectiva: problema de unificação em contexto minimalista. DELTA. Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada, v. 24, p. 231-282, 2008.
FRANÇA, A. I.; MAIA, M.. (orgs.) Papers in Psycholinguistics. Rio de Janeiro: Ed. Imprinta, 2010. v. 1. 457 p.18.
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Ementa: Em seu último livro, Discours et analyse du discours, publicado pela Armand Colin, 2014, Dominique Maingueneau, defende a tese de que a análise de discurso deveria ser pensada como uma disciplina de um campo de estudos maior, o dos estudos do discurso. Neste minicurso, assumindo a proposição de Maingueneau (2014), objetivamos inicialmente, refletir sobre as condições históricas e epistemológicas que possibilitaram diferentes irrupções de alguns dos estudos brasileiros que circulam no campo do discurso. Em seguida, realizamos uma espécie de cartografia dos estudos discursivos tal como praticados atualmente na geografia brasileira, destacando algumas das principais correntes em vigor e também os seus principais temas de interesse. Para tanto, além de Maingueneau (2014), nos ancoramos teórico-metodologicamente, por um lado, na metodologia dos programas de pesquisa, proposta por Lakatos (1973) e, por outro, nas contribuições discursivas de Jacques Guilhaumou (2009) acerca da noção de narrativa do acontecimento. Tomamos como recorte temporal quatro percursos históricos: os anos setenta; os anos oitenta; os anos noventa do século passado e os anos 2000. Para este minicurso, recortamos enquanto estudos discursivos praticados no Brasil: a abordagem dialógica, tributária de Bakhtin e seu círculo e desenvolvida por Brait; Faraco e Geraldi; a semiótica greimasiana, tributária de Greimás e desenvolvida por Pais; Blikstein; Silva, Lopes; Barros e Fiorin; a semiótica pierceana, tributária de Pierce e desenvolvida por Santaella; a semiolinguística, tributária de Charaudeau e desenvolvida por Machado; a análise do discurso crítica, tributária de Fairclough e Van Djick e desenvolvida por Magalhães; a materialista, tributária de Pêcheux e desenvolvida por Orlandi; a historicista, tributária de Michel Foucault; Jean-Jacques Courtine e Jean-Marie Marandin e desenvolvida por Gregolin e Coracini e a enunciativa, tributária de Maingueneau e desenvolvida por Possenti e Souza-e-Silva.
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Ementa: Fundamentos teóricos e metodológicos para o estudo da variação e dos contatos linguísticos na perspectiva de macroanálises pluridimensionais de variedades linguísticas em contato em diferentes configurações do espaço geográfico e social, considerando espaços urbanos e rurais, áreas de fronteira e de imigração, ilhas linguísticas, etc. - Complexidade dos contextos plurilíngues e plurivarietais derivados de migrações. - Dimensões de análise da variação e do plurilinguismo como princípio ordenador da pesquisa. Métodos de coleta e de análise de dados de falantes e comunidades plurilíngues. - Exemplificação através de estudos empíricos de minorias linguísticas em contato no Brasil.
1º dia: Conceitos básicos no estudo de comunidades plurilíngues, de contatos linguísticos e de migrações. Tarefas de pesquisa no contexto brasileiro. Tipologia de contatos linguísticos. Delimitação do objeto de estudo: relações entre língua, dialeto e variedades no contínuo linguístico.
Leituras sugeridas: Altenhofen (2014); Coseriu (1982); Berruto (2010); Mackey (1972); Fishman (1967); Guia INDL (2014, v. 1 e 2); Aronin & Ó Laoire (2012).
2º dia: Dimensões de análise da variação e dos contatos linguísticos. Dimensão diageracional: variação e mudança linguística em “tempo aparente”; dimensão diastrática: classes sociais (socioletos) e escolaridade; dimensão diassexual/diagenérica: questões de gênero (língua de homens e mulheres); dimensão diafásica: estilos linguísticos (entrevista, leitura, conversa livre, etc.); dimensão diarreferencial: atitudes linguísticas.
Leituras sugeridas: Altenhofen (2006); Thun (1998; 2009; 2010a; 2010b); Radtke & Thun (1996).
3º dia: Aplicações do modelo pluridimensional em Teses e Dissertações. Processos comuns nos contextos de plurilinguismo e de contatos linguísticos. Territorialização de variedades e grupos de fala. Implicações metodológicas na obtenção e análise de dados linguísticos desses contextos. Exemplificação com dados de estudos de línguas minoritárias.
Leituras sugeridas: análise de aplicações em Teses e Dissertações - Barros (2014); Borella (2014); Figueiredo (2014); Horst (2014); Pinheiro (2014); Souza (2015).
4º dia: Parte prática - exercícios de aplicação do modelo pluridimensional a pesquisas em andamento de participantes do curso.
ALTENHOFEN, Cléo V. O conceito de língua materna e suas implicações para o bilingüismo (em alemão e português). In: Martius-Staden-Jahrbuch, São Paulo, n. 49, p. 141-161, 2002.
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SOUZA, Antonio Carlos Santana de. Africanidade e contemporaneidade do português de comunidades afro-brasileiras no Rio Grande do Sul. Tese de Doutorado. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Programa de Pós-Graduação em Letras, 2014. 260 p.
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Ementa: Discussão sobre a criação da linguagem verbal e suas tecnologias de realização por diferentes suportes (mecânico-eletro-digital), pontuando os efeitos sociais, culturais e educacionais desta criação ao longo da história. Estudo das características do hipertexto, do letramento digital e de novas formas de aprendizagem de línguas materna e estrangeira com apoio de mídias móveis e redes sociais.
CRYTAL, David. A Revolução da linguagem. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
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____. A Era do Hipertexto: linguagem & Tecnologia. Recife: Editora da UFPE, 2013.
____. Retórica digital: a língua e outras linguagens na comunicação mediada por computador.
Ementa: Cada vez mais aspectos da oralidade têm ganhado espaço na pesquisa em linguística. Entretanto, o pesquisador que precisa montar o seu próprio corpus de análise invariavelmente se depara com uma série de questões de ordem metodológica. O objetivo geral deste minicurso é apresentar técnicas correntes de recolha, tratamento e disseminação de dados de fala para a pesquisa em linguística. Em particular, o minicurso tem por objetivos: (i) fornecer indicações acerca de equipamentos para recolha de dados orais; (ii) discutir convenções, técnicas e métodos estabelecidos para gravação de dados; (iii) fornecer indicações específicas sobre procedimentos de transcrição e anotação de dados orais; (iv) comparar técnicas e aplicativos computacionais diversificados utilizados no alinhamento de transcrições e de anotações; (v) apresentar métodos de organização e manutenção dos dados gravados; (vi) discutir meios de disponibilização de dados.
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Ementa: Formal semanticists and pragmatists have always debated the nature of the distinction between semantics and pragmatics as well as which methods are appropriate to carry out research in these fields. In the last few years, a new field of research under the name of experimental semantics and pragmatics had a great impact on theories of semantic and pragmatic phenomena such as presuppositions (Sauerland and Yatsushiro 2009 among many others), implicatures (Pouscoulous et al. 2007, Huang and Snedeker 2009 among many others) and quantification (Lidz and Musolino 2002, Hackl 2009 among many others). These studies also brought a new perspective on theories of semantic processing in psycholinguistics. This course will provide an introduction to the field of experimental semantics, as well as some case studies that test theoretical predictions from the semantics and pragmatics literature. We intend to show that experimental techniques – based on experimental research with children and adults – have provided crucial insights into widely discussed issues in theoretical semantics and pragmatics.
This course might interest students and researchers interested in formal and experimental linguistics who wish to become acquainted with experimental techniques that can be used to study semantics and pragmatics, as well as with current relevant questions in the fields of formal semantics and pragmatics.
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Ementa: Este curso trata de mudança e emergência de línguas por causa de contato entre povos falando línguas diferentes. Serão tratados os fenômenos principais resultantes de interferência linguística, como empréstimos, áreas linguísticas, pidginização, crioulização e entrelaçamento de línguas. Serão apresentados alguns estudos de caso. Terá um sobrevoo da história e da literatura essencial da disciplina. A abordagem teórica será descritiva e tipológica.
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