Source: http://escoladopresente.blogspot.com/2008/08/
Timestamp: 2018-10-17 04:10:40+00:00

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escola do presente: Agosto 2008
Publicada por Safira à(s) 18:15 Sem comentários:
No ano lectivo de 2008/09, a avaliação de desempenho será para cumprir integralmente, conforme o monstruoso ECD do ME e a respectiva regulamentação, salvaguardando, apenas, o facto de ser experimental. Quem não foi avaliado no ano lectivo de 2007/08, será avaliado agora em relação aos dois anos lectivos.
É necessário denunciar TODAS as situações e reacções inconvenientes causadas por estas novas leis, para se confirmar quanto elas são más e quanto precisam de ser revogadas. Devem ser comunicadas por escrito (pode ser por «e-mail»), para os sindicatos, para os partidos da Oposição, para o Presidente da República e, se possível, para os meios de comunicação social [pode também enviá-las para o Queixas de Professores ou para este Blogue do MUP]. Convém juntar todo o tipo de elementos úteis, como fotocópias. No caso de se tratar de violência verbal ou física, deve-se, ainda, apresentar queixa à Procuradoria-Geral da República e à Associação Nacional de Professores. Não se pode deixar passar nada em falso!
É preciso recorrer a todos os meios lícitos, para levar estas leis ao total descrédito, desmentir as estatísticas do Governo e fazer tudo para que se perceba quanto os alunos perderão com estas leis (embora muitos deles fiquem contentes no imediato), já que os ditadores querem cidadãos ignorantes, para serem mais fáceis de domar!
Eurydice elogia estabilidade legislativa dos sistemas educativos dos países nórdicos
O DN de hoje traz uma notícia sobre um Relatório da Rede Eurydice onde, segundo a interpretação do jornalista que redigiu a notícia, se fazem elogios à introdução da avaliação de desempenho em Portugal. O relatório da Eurydice elogia as reformas educativas realizadas em Portugal, Holanda e Reino Unido. O colega Paulo Guinote desmontou de forma exemplar a construção desta notícia do DN. Guinote leu e analisou o Relatório da Eurydice e não encontrou nenhum elogio explícito ao processo de avaliação de desempenho dos professores em Portugal. Pelo contrário, o que o Relatório Eurydice faz é elogiar a estabilidade legislativa dos sistemas educativos dos países nórdicos. Leia o post de Paulo Guinote, publicado no blog A Educação do Meu Umbigo. É uma história exemplar sobre como não se deve construir uma notícia sobre um relatório. Provavelmente, o jornalista fez uma leitura demasiado rápida do Relatório da Eurydice.
Publicada por Safira à(s) 17:43 Sem comentários:
Publicada por Safira à(s) 13:14 Sem comentários:
DREalg não autorizou conferência de imprensa nas instalações da EB 2.3/S D. José I, Vila Real de S. António
"A equipa do Ministério da Educação vende gato por lebre aos portugueses. Está agora a preparar uma campanha de propaganda para o próximo ano lectivo, já em clima pré-eleitoral, tentando, através da manipulação de várias realidades, mostrar que a sua política foi positiva, o que não é verdade, como todos sabem. A verdade é que temos à frente do Ministério pessoas que pouco ou nada percebem de educação. Se percebessem, saberiam que a primeira coisa a fazer é respeitar os professores". Foi com estas palavras que Mário Nogueira começou a conferência de imprensa, realizada, no dia 22 de Agosto, em Vila Real de S. António, com a presença do professor António Morais, que percorreu o país a pedalar contra a política de educação do Governo, numa iniciativa de luta da FENPROF com o título de "Trilho da Esperança". O encontro com os profissionais da comunicação social acabou por decorrer na rua, uma vez que a Direcção Regional de Educação do Algarve não autorizou a sua realização nas instalações da EB 2.3/S D. José I. Mário Nogueira e António Morais condenaram a DREalg por ter recusado o uso das instalações da escola para a realização da conferência de imprensa.
Publicada por Safira à(s) 18:41 Sem comentários:
DGRHE publica listas de docentes com licença sabática para 2008/09
Pulo do Lobo, no Parque Natural do Guadiana. Fica a 20 km de Serpa, a meio caminho entre Serpa e Mina de S. Domingos.
São um pouco menos de 150 os professores contemplados com licença sabática no ano lectivo de 2008/09. A lista nominal dos contemplados foi publicada no dia 19/08 na Página Web da DGRHE. Nem todos vão ter sabática a 100%. Há um número considerável de professores que vão ter uma licencça sabática de 50%. A reclamação da decisão de indeferimento e o recurso hierárquico previstos, respectivamente, de acordo com o n.º 2 do art.º 10º e n.º 3 do art.º 12º da Portaria n.º 350/2008, de 5.5, são efectuados obrigatoriamente por via electrónica. Os prazos iniciam-se no dia em que for disponibilizada a respectiva aplicação. Está prevista a disponibilização da aplicação para as reclamações no dia 22 de Agosto (sexta-feira).
O concurso anual para licença sabática é regulado pela Portaria 350/2008 de 5 de Maio. O número de vagas tem vindo a diminuir nos últimos anos.
Quem pode pedir licencça sabática? De acordo com o artigo 4º da Portaria 350/2008, é preciso que o professor reuna, cumulativamente, à data da apresentação da candidatura os seguintes requisitos:
a) Se professor do QE ou do QZP;
b) Ter, na última avaliação de desempenho, classificação igual ou superior a Bom;
c) Ter oito anos de tempo de serviço ininterrupto no exercício efectivo de funções docentes em estabelecimentos de educação ou de ensino públicos na dependência do Ministério da Educação;
d) Estar em exercício efectivo de funções docentes na educação pré-escolar ou nos ensinos básico e secundário em estabelecimentos referidos na alínea anterior
Publicada por Safira à(s) 18:34 Sem comentários:
Porque o ME e Governo hostilizam os professores...
É de referir que MLR foi durante anos professora do 1º ciclo, licenciou-se em Sociologia como trabalhadora-estudante (no turno da noite) como professora do 1º ciclo. No seu currículo oficial, no site do ME, há a omissão desta realidade, exactamente aquela que lhe poderia dar alguma credibilidade para o desempenho de ministra do sector. Quais as razões porque o omite?
Na Universidade pouco leccionou. Só lhe interessam é cargos e honrarias. Não gosta da actividade lectiva. Não aprecia ser professora.
VL foi professor do Ensino Secundário. Largou a actividade lectiva volvidos 2/3 anos.
Na Escola de Castelo Branco (ESE), mal lhe surgiu a oportunidade, deixou de leccionar. Percebe-se que não gosta da actividade lectiva. Detesta ser professor.
JP em tempos relativamente recentes foi dirigente durante anos num sindicato dos professores do E.S. Deixou de leccionar. Não aprecia a docência, ser professor (!?)
Sócrates iniciou a sua brevíssima vida profissional exercendo a função de professor de Matemática numa Secundária da cidade de Lisboa. A experiência não foi do seu agrado. No ano seguinte, envereda por aceitar colocação como engenheiro técnico civil na Câmara da Covilhã.
Não gostou da actividade lectiva. Não apreciou ser professor.
Daqui se pode concluir a raiva que este ME e respectivo Governo têm aos profressores...
A atleta portuguesa Vanessa Fernandes conquistou hoje a medalha de prata no triatlo feminino dos Jogos Olímpicos de Pequim, ao ficar em segundo lugar na prova individual.
Vanessa Fernandes deu a Portugal a primeira medalha em Pequim, o que constitui a 21ª das conquistadas pelas missões portuguesas na história das competições olímpicas (3 de ouro, 6 de prata e 11 de bronze).
Os artigos 34º e 35º do Decreto-Lei 15/2007 revelam uma perspectiva desvalorizadora do ensino e da função lectiva
Foto de Solana, in Flickr.com
O que distingue a profissão docente de qualquer outra profissão de carácter social e de ajuda é apenas o ensino. Se retirarem ao professor a nobre missão de ensinar, nada o distinguirá de qualquer trabalhador da área social. O ME não tem feito outra coisa nos últimos 3 anos. Se combinarmos a leitura do artigo 34º, sobre as duas categorias de professor, com o artigo 35º, verificamos que as alterações ao ECD fixadas pelo Decreto-Lei 15/2007 não tiveram outra intenção senão descaracterizarem a profissão docente, desvalorizando os conteúdos funcionais inerentes ao ensino, de forma a justificar a criação de duas categorias de professor, o estrangulamento da carreira e o empobrecimento e desvalorização dos professores. Ora veja:
O artigo 34º do Decreto-Lei 15/2207 refere que:
2—A carreira docente desenvolve-se pelas categorias hierarquizadas de:
3—À categoria de professor titular, além das funções de professor, correspondem funções diferenciadas pela sua natureza, âmbito e grau de responsabilidade.
E o artigo 35º, ponto 4, determina os conteúdos funcionais específicos do professor titular:
a) A coordenação pedagógica de ciclo, ano ou curso;
b) A direcção de centros de formação das associações de escolas;
c) A coordenação de departamentos curriculares e conselhos de docentes;
d) O exercício das funções de acompanhamento e apoio à realização do período probatório;
e) A elaboração e correcção das provas nacionais de avaliação de conhecimentos e competências para admissão na carreira docente;
f) A participação no júri da prova pública para admissão ao concurso de acesso à categoria de professor titular.
A leitura dos conteúdos funcionais específicos do professor titular suscita-me alguns comentários:
1. Somando os conteúdos funcionais específicos do professor titular descritos pelas alíneas "a" até "f" do ponto 4 do artigo 35º aos conteúdos funcionais do professor descritos nas 19 alíneas do artigo 35º, ponto 2, é fácil verificar que o professor titular fica exposto à obrigatoriedade de exercer 25 conteúdos funcionais distintos, a maior parte dos quais sem ligação directa com a sala de aula. Pior do que isso: a maior parte dos conteúdos funcionais do professor titular vêm associados à realização de um sem número de reuniões. O mesmo aliás se passa com os conteúdos funcionais gerais, comuns às duas categorias de professor. A pergunta que se coloca é a seguinte: onde é que os professores titulares vão arranjar tempo para serem professores? Ou será que o legislador que teve a ousadia e o descaramento de redigir os artigos 34º e 35º do Decreto-Lei 15/2007 considera que ensinar já não é a principal missão do professor? Ou será que o legislador pressupõe que o professor titular deve deixar de exercer a nobre missão do professor: ensinar? Assim parece. Quando verificamos que o ME publicou legislação no sentido de isentar da componente lectiva alguns professores avaliadores do 1º CEB, só podemos responder afirmativamente. O ME deixou de considerar o ensino como a missão principal do professor. Talvez por isso, encare a Internet e os quadros interactivos com um entusiasmo tão infantil! Só mesmo alguém que tenha aprendido pouco na escola e na Universidade é que pode revelar um entusiasmo tão pueril pelos quadros interactivos e pelos computadores nas escolas.
2. Não deixa de ser curioso que as funções de gestão administrativa e pedagógica da escola possam ser exercidas por um professor não titular, o que desde logo revela que a divisão da carreira em duas categorias não obedece a qualquer intenção de valorizar as funções docentes, mas apenas um expediente para estrangular a carreira e impedir administrativamente a maioria dos docentes de atingirem o topo da carreira.
3. A desvalorização da direcção de turma constitui outra nota preocupante a retirar da leitura do artigo 35º. Em tempos considerado o cargo de gestão pedagógica intermédia mais importante, uma vez que o director de turma é responsável pela coordenação do conselho de turma e pela ligação entre os professores da turma e os pais dos alunos, nem uma alínea lhe é dedicada pelos artigo 34º e 35º. Ao que parece o legislador considerou que os conteúdos funcionais da direcção de turma são de tal forma irrelevantes que qualquer docente as pode e deve desempenhar.
Nota: apesar de estarmos em meados de Agosto, tem sido possível criar um fórum de discussão em torno do Decreto-lei 15/2007 (ECD). A publicação dos posts em torno dos artigos 34º e 35º tem essa intenção. Assim continuarei a fazer ao longo do resto do mês. A opinião dos colegas é essencial para trazer luz a questões de tão grande complexidade. É precisar gerar argumentos racionais, rigorosos e coerentes para que os professores possam justificar a luta pelas alterações ao ECD e ao modelo de avaliação burocrática de desempenho. A luta será prolongada e não se esgotará nesta legislatura. Vai sobrar para o próximo Governo. Ganhará quem souber apresentar os melhores argumentos e mostrar maior firmeza e tenacidade.
Publicada por Safira à(s) 16:23 Sem comentários:
Exemplos que mostram a insensatez do modelo burocrático de avaliação
Uma das formas mais eficazes de combater ideologica e pedagogicamente o modelo de avaliação burocrática de desempenho é divulgar os exemplos caricatos criados por um modelo insensato e injusto. Neste blog, tenho procurado identificar, recolher e divulgar esses exemplos. Através dos exemplos é possível ir desmontando um modelo de avaliação que está errado em termos conceptuais, operativos e processuais. O exemplo divulgado pela colega Bárbara cumpre bem essa função.
A propósito da avaliação pelos pares, na minha escola ocorre uma situação engraçada. No Departamento das Expressões (que engloba Ed. Musical, Ed. Física, EVT, EV, ET, Apoios Educativos e Intervenção Precoce), o Coordenador do Departamento é um professor de Educação Física. Foi docente do 1.º Ciclo durante alguns anos e há mais de 10 anos que é professor de Educação Física. Fez a licenciatura em ensino básico, na variante de Educação Física. Este colega vai avaliar todos os docentes à excepção dos de EVT e EV, pois delegou essa competência ao outro titular que existe no Departamento, que, por sua vez, é professor de EVT.
Ou seja, o docente de Educação Física vai avaliar os colegas dos Apoios, da Intervenção Precoce, de Ed. Musical e de Educação Física. Alguns 20 marmanjos. Entre estas pessoas encontram-se mestres e doutorandos na respectiva área. Não configura isto uma injustiça e uma insensateza? Não são situações deste tipo suficientes para mostrar que o modelo de avaliação de desempenho precisa de profundas alterações? Como é que o ME pode continuar cego perante situações desta gravidade? Ou será que o domínio dos saberes científicos e curriculares deixou de ter valor na profissão do professor?
A história de... António Morais
Por discordar da política do Governo em matéria de educação, este docente pôs pés (no caso, rodas) ao caminho para mostrar o seu descontentamento. Com o apoio dos sindicatos.
A "raiva e a indignação com as políticas do Governo" são o combustível que faz mover António Morais, um professor que se dispôs a percorrer o país de bicicleta, de Melgaço a Vila Real de Santo António. A viagem, a que chamou "No Trilho da Esperança", é apoiada pela Fenprof e pelos sindicatos de professores.
"Esta forma perversa como este Executivo implementou as medidas para a educação indignou-me e levou-me a tomar esta medida", explica António Morais, professor há 21 anos. Considerando que a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, "hostiliza os professores e tem-lhes feito coisas horríveis", o docente afirma que o caminho que se está a seguir não vai melhorar a educação. "Vai, em vez disso, conduzir a mais indisciplina". O professor lamenta ainda que a classe a que pertence tenha "pouca voz" na sociedade, havendo mais lugar ao futebol. "Até houve há pouco tempo um futebolista que se formou em três meses através do programa Novas Oportunidades", ironiza.
Actualmente a leccionar na Escola Básica Integrada de Eixo, em Aveiro, António Morais começou a viagem a 28 de Julho e espera chegar ao Algarve a 22 de Agosto. Nestas duas semanas de caminho, já visitou estabelecimentos de ensino dos distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Coimbra, e hoje vai estar na Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, em Leiria. Apesar de os protestos se dirigirem ao Ministério da Educação, não está prevista nenhuma passagem em Lisboa. "Faço uma diagonal em Santarém rumo ao Alentejo. Seria um desvio muito grande ir a Lisboa", justifica o professor, sublinhando a dificuldade que seria entrar na capital, devido ao trânsito.
Os problemas do percurso são muitos. "As estradas nacionais são muito complicadas, algumas ainda remontam às construções do Salazar, todas em pedra", revela. As saídas das grandes cidades também se têm revelado difíceis, "porque é preciso dar uma volta muito grande para apanhar as estradas nacionais".
Sem perder o bom humor, António Morais mostra-se optimista com os cerca de 500 quilómetros que ainda tem de percorrer até Vila Real de Santo António, e até brinca com a situação: "Posso não conseguir nada na educação, mas quando as petrolíferas souberam que havia um 'cota' sem menisco e com os joelhos todos podres a percorrer o país de bicicleta, foram logo a correr baixar o preço dos combustíveis", graceja.
Público, 11 de Agosto de 2008
Itália: Nota de comportamento de aluno poderá influenciar média escolar
Roma, 02 Ago (Lusa) - O governo italiano aprovou hoje o decreto-lei sobre a reforma educativa, que prevê a atribuição de uma nota ao comportamento de um aluno, influenciando a média de conclusão do ano escolar. [...]
Toda a notícia em RTP.
Por cá, os professores são incompetentes porque dão notas baixas aos alunos fracos... E se têm o azar de ser vítimas de violência dos alunos, ainda são acusados ou culpabilizados por isso.
Em Itália, as reformas são para melhorar o sistema educativo. Em Portugal, para destruir a Educação e manter o "zé-povinho" na ignorância.
MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES: MUITA PARRA, POUCA UVA
FENPROF admite convocar manifestação de professores na altura das eleições de 2009
A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) admitiu hoje repetir no próximo ano, por altura das eleições legislativas, a grande manifestação de docentes de Maio passado, prometendo apresentar uma «carta reivindicativa» aos partidos políticos candidatos
«Se for preciso, para limpar algumas das medidas mais negativas, pôr mais cem mil professores na rua, faremos isso», advertiu o dirigente sindical Mário Nogueira, frisando a «desvalorização dos professores, como nunca aconteceu».
Para que «fique claro ao país o que o Governo fez às escolas», a FENPROF irá apresentar o «Livro Negro das Políticas Educativas», no final do primeiro período do próximo ano lectivo, afirmou Mário Nogueira em Coimbra, durante uma conferência de imprensa para fazer o balanço do ano lectivo 2007/2008.
Parece ser uma boa jogada táctica da Fenprof. No entanto, terá de ter consciência de que não arrasta 100.000 professores, pois se arrastou metade em 8 de Março, depois do Memorando a sua força diminuiu. Ainda assim, oxalá que os restantes professores se movimentem e adiram a todos os protestos.
Em tempo de guerra não se limpam armas. Pena que, perante a guerra, os sindicatos se limitem a meras declarações e (pseudo)entendimentos e os professores se acabrunhem e se acomodem numa longa espera... até que alguém dê o sinal.
FENPROF «chumba» ministério e acusa Governo de «trabalhar para a estatística»
Se é apenas isto que a Fenprof tem para dar aos professores, urge mesmo repensar o sindicalismo docente!

References: artigo 4
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