Source: https://issuu.com/cristiandouglas19/docs/loteamento_bairro_novo_-_cristian_i_955c033ba02eb0
Timestamp: 2018-06-18 03:10:28+00:00

Document:
Loteamento bairro novo cristian inácio by Cristian Douglas - Issuu
ATELIÊ DE URBANISMO II PERÍODO: 7º SEMESTRE
DOCENTE: CATHERINE DISCENTES: CRISTIAN INÁCIO 201703252641,
MACROZONEAMENTO ROD. CÂNDIDO PORTINARI
No interior do estado de São Paulo. Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião e Microrregião de Ribeirão Preto, localizando-se a noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 315 km. Ocupa uma área de 650,955 km², sendo que 143,17 km² estão em perímetro urbano e os 523,051 km² restantes constituem a zona rural . Em 2014 sua população foi estimada pelo IBGE em 658 059 habitantes, o município foi o que mais cresceu entre as maiores cidades do estado de São Paulo. Entre os 35 maiores municípios brasileiros, a população ribeirão-pretana foi a sexta com maior taxa de aumento populacional (1,3%). Portanto, cresceu o dobro da capital paulista, maior cidade do país e bem mais que a média (0,86%) do Brasil. A sede tem uma temperatura média anual de 23,2 °C e na vegetação original do município predomina a mata Atlântica. Com 99,7% de seus habitantes vivendo na zona urbana, o município contava em 2009 com 319 estabelecimentos de saúde. O seu Indice de Desenvolvimento humano (IDH) é de 0,800, considerando-se assim como elevado em relação ao país, sendo o vigésimo segundo maior estado . Várias rodovias ligam Ribeirão Preto a diversas cidades paulistas, tais como a Rodovia Anhaguera e a Rodovia Candido Portinari , havendo ainda disponibilidade de ferrovias e um aeroporto, o Doutor Letite Lopes.
ESCALA GRÁFICA: 0
500km 1000km
A área de intervenção possui 48,102ha e encontra-se fora do anel viário de Ribeirão Preto. Uma área delicada, destinada a expansão urbana da cidade e devido fazer parte na Zona de Urbanização Restrita (ZUR) e Zona de Uso Especial, deve ter uma atenção por ser uma área de recarga do Aquífero Guarani. GLEBA Av. Celso Charuri GLEBA
MAPA DO MACROZONEAMENTO URBANÍSTICO Escala:S/Escala
MAPA DA ZONA URBANA E DE EXPANSÃO URBANA
MAPA DO MACROZONEAMENTO AMBIENTAL
Rod. Antônio M. Sant’Anna
Escala:S/Escala
http://img.estadao.com.br/thumbs/620/resources/jpg/7/2/1438215376827.jpg
MAPA USO DO SOLO Embora a área de estudo do entorno é mista ela apresenta predominância em residência, e muita vezes condomínios fechados, realçando a secreção social da cidade, e causando problemas para toda vizinhança e para os bairros, devido aos extensos muros, cria um vazio nas ruas e calçadas e traz uma sensação de insegurança. E a área não apresenta equipamentos necessários tanto na escala de vizinhança quanto de bairro, apresentando escassez na área de comércio, serviço e institucional.
MAPA OCUPAÇÃO FIGURA FUNDO O entorno possuem bastante vazios, o coeficiente de aproveitamento nas áreas destinadas a residência são altas, mas existem quadras que possuem lotes sem edificações.
MAPA OCUPAÇÃO GABARITO
A tipologia dos edifícios na área são predominantes em térreos e sobrados, área com gabarito de baixo altura, somente em pequenos pontos encontramos edifícios mais altos, e devido a legislação e por ser uma área de recarga, à área de ocupação é controlada e deve deixar uma boa porcentagem para permeabilidade para recarga do Aquífero Guarani.
HIERARQUIA VIÁRIA E EQUIPAMENTOS URBANO
A gleba está cercada por rodovias e vias expressos, tais como: Rodovia Antônio Machado e Avenida Dr. Celso Charuri dificultando o acesso direto de pedestres, o novo projeto deve analisar meios que as pessoas possam ter acessos ao novo bairro de forma segura e sem transtorno, e um potencial de acesso para o novo bairro seria a estender a Avenida Eduardo Gomes de Souza.
MAPA TOPOGRAFIA E DECLIVIDADE
Uma quantidade considerรกvel possui declividade inferior conforme exigido pela lei. Conforme o amarelo representado no mapa ao lado.
Vista Rodovia Antônio Machado Sant'Anna
Avenida Dr. Celso Charuri
Vista Rua Flávio Canesin
Parcelamento do solo Restrições Legais 9785/99 Art. 3º - Somente será admitido o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas ou de expansão urbana ou de urbanização específica assim definidas pelo plano diretor ou aprovadas por lei municipal. Parágrafo único – Não será permitido o parcelamento do solo: Lei Federal 6766/79 I - Em terrenos alagadiços e sujeitos a inundações, antes de tomadas as providências para assegurar o escoamento de águas; II - Em terrenos que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde pública, sem que sejam previamente saneados; III - Em terrenos com declividade igual ou superior 30% (trinta por cento) salvo se atendidas exigências especificas das autoridades competentes; IV - Em terrenos onde as condições geológicas não aconselham a edificação; V - Em áreas de preservação ecológicas ou naquelas onde a poluição impeça condições sanitárias suportáveis, até a sua correção.
Vias expressos com fluxos intensos de veículos e causam bastante poluição atmosférica e sonoro.
A gleba encorpará um cinturão verde de 15m, diminuindo a poluição do ar e do som das vias expressos para dentro do loteamento.
Conforme previsto no plano diretor,existirá uma continuidade da Avenida Antônio Machado Sant’ Anna ligando o Bairro City Ribeirão com os outros bairros da Avenida Dr. Celso Charuri.
Lei 6766/79 pela Lei municipal 2157/07 V - áreas de preservação ecológica, nas ZPM - Zonas de Proteção Máxima -, nos termos do Inciso V do Artigo 6º desta lei e no Código do Meio Ambiente; VI - áreas de proteção obrigatória e nos sítios significativos, conforme definido nos artigos 168 e 141 do Código do Meio Ambiente, respectivamente. Lei Municipal 2157/05 Artigo 59 - Quando o parcelamento do solo visar à urbanização, será exigida reserva de áreas públicas a serem doadas ao Poder Público, nos percentuais estipulados nas seções subsequentes. A porcentagem do total do sistema de áreas verdes, admitida como Sistema de Lazer Recreativo é de 15% (quinze por cento) na Zona de Urbanização Restrita - ZUR e de 25% (vinte e cinco por cento) nas Zonas de Urbanização Preferencial - ZUP e Zona de Urbanização Controlada - ZUC. A faixa destinada à implantação da pista expressa segregada deverá ser computada na porcentagem de área destinada ao sistema viário, e os canteiros entre as pistas expressa e segregada, poderá ser computada na porcentagem de área verde, desde que atendidas as exigências dos artigos 64 e 65 desta lei. Lei 6766/79 – II. Os lotes terão área mínima de 125 M² (cento e vinte e cinco metros quadrados) e frente mínima de 5m (cinco metros),salvo quando a legislação estadual ou municipal determinar maiores exigências ou quando o loteamento se destinar à urbanização especifica ou edificação de conjuntos habitacionais de interesse social, previamente aprovados pelos órgãos públicos competentes; Artigo 62 - É vedada a instituição de qualquer modalidade de parcelamento do solo, bem como modificações ou cancelamentos, que resultem em lotes com área ou testada, inferiores às seguintes limitações e dimensões mínimas:
I - Na Zona de Urbanização Preferencial – ZUP: a) área de 125 m² (cento e vinte e cinco metros quadrados); b) frente de 6 (seis) metros lineares; A via permitirá acesso aos c) para os lotes de esquina a área mínima será de 180 m² (cento e oitenta metros quadrados) e Bairros do Sul da gleba e terá frente mínima de 9 (nove) metros. uma e comportaria uma II - Na Zona de Urbanização Controlada – ZUC: a) área de 250 m² (duzentos e cinqüenta metros quadrados); ciclovia que se estenderá por b) frente de 10 (dez) metros lineares; toda a rua. c) para os lotes de esquina a área mínima será de 300 m² (trezentos metros quadrados) e frente mínima de 12 (doze) metros. O terreno apresenta III - Na Zona de Urbanização Restrita – ZUR: 150.000m² com declividade a) área de 140 m² (cento e quarenta metros quadrados); abaixo de 2%, mas será b) frente de 7 (sete) metros lineares; § 1º - Todos os lotes deverão ter frente para via pública oficial, devidamente doada ao Município; modificado com corte e aterro § 2º - Nos casos de loteamentos de interesse social localizados nas Áreas Especiais de Interesse para permitir o loteamento da Social Tipo 2 - AIS - 2, e nos casos de urbanização específica para assentamentos informais, a Prefeitura Municipal poderá admitir lotes com dimensões inferiores às estabelecidas no Inciso I área. deste artigo, e ainda, lotes com frente para via pública exclusiva de pedestre, desde que obedecido Área de APP, servirá como o disposto no Artigo 91 desta lei. área verde e é um grande Lei 6766/79 – III – A longo das águas correntes e dormentes e das faixas de domínio público das potencial para abrigar parte da rodovias, ferrovias e dutos, será obrigatória a reserva de uma faixa “non aedificandi” de 15 (quinze) metros de cada lado, salvo maiores exigências da legislação especifica; área de lazer e prática de § 1º - Ao longo das demais áreas que compõem a Rodovia Antônio Duarte Nogueira (Anel Viário exercícios físicos. Contorno Sul) e da Via Expressa que liga Ribeirão à Bonfim Paulista (SP 328) o uso residencial só será permitido após uma faixa de 20 (vinte) metros depois da área destinada às marginais, devendo esta faixa ser arborizada, podendo ser incluídas no percentual de sistema de áreas verdes no caso de loteamentos, condomínios e desmembramentos; § 2º - A faixa de 20 (vinte) metros descrita no parágrafo 1º poderá ainda, ser destinada a uso exclusivamente comercial, prestação de serviço ou industrial, para atividades com índice de risco ambiental 0,5 conforme disposto nesta lei; § 3º - Na Rodovia Antônio Machado Santana, pelo lado direito, desde o seu início, junto à Rodovia Anhanguera, até o Córrego da Limeira e pelo lado esquerdo desde o seu início até uma distância de 1.500 m (um mil e quinhentos metros) da Rodovia Antônio Duarte Nogueira, sentido Araraquara, aplica-se o disposto nos parágrafos 1º e 2º, acima. IV - Na rodovia Alexandre Balbo no trecho compreendido entre a rodovia Anhangüera e rodovia Atílio Balbo, numa faixa de 170m lado externo e 100m lado interno a rodovia. Defronte a loteamentos residenciais existente somente em sua extensão, será possível o uso residencial ou misto entre a rodovia e o loteamento existente, mitigado o ruído inconveniente à saúde dos moradores. Artigo 10 - As residências deverão respeitar o mínimo de 100 metros contados a partir da face externa da pista de velocidade ao longo das rodovias, conforme item III do artigo 9º. § 1º - Em casos especiais justificados tecnicamente e aprovados por “comissão especial”, indicada pelo executivo municipal, poderá ser tolerada a redução desta faixa para a ocupação residencial; § 2º - Os lotes com edificações ou não de uso residencial já implantados, poderão ter seus usos alterados, desde que seja compatível com as atividades determinadas nestas faixas;
Uso e Ocupação do sola na Gleba Foi criado um modelo de quadra pensadas de formas radie e a ocupação do solo distribuído em anéis, deixando área de comercio e serviços mais próximos de vias com o maior fluxo de veículo. E conforme necessidade foi adaptado o conceito de privar a área de residência para vias menos movimentados, e evitando que vias de infraestrutura local, seja utilizado como qualquer outro tipo de hierarquia. E nas superquadras destinado a edifício de uso misto com o térreo livre, permitindo a fruição pública e melhor visibilidade para a região interna da gleba e possuirão fachadas ativas Afastamentos iguais nas áreas que não são de uso misto.
h/4 = 7.50m
2.50m obrigatório pelo menos uma lateral
Afastamento Laterais
Afastamento posterior
1.43 x a área do terreno
7.39x a área do terreno
Altura máxima do edifício
7% da área do terreno
137hab/ha
2011hab/ha
Hierarquia de Vias Gleba
Sobre Circulação e Vias O bairro foi pensado para favorecer o pedestre e incentivar o uso da bicicleta e incorporar o transporte público. Calçadas de 3.00m com placas drenantes e piso tátil, com calçada verde de 1.00m de largura que se estende por quase todo a quadra, e recebendo a arborização do bairro, e em grande parte de suas extremidades a calçada se estende no alinhamento da área de estacionamento e serve como suporte do mobiliário urbano, tais como bancos e lixeiras. Esquinas com lombo faixas (trazendo segurança para o pedestre, e diminuindo a velocidade dos veículos. Vias locais Duas faixas de circulação com único sentido de 3.00m de largura cada. Área para estacionamento de 2.50m, sendo duas vagas a cada 100m disposto em meio a quadra para pessoas portadoras de deficiência. Calçadas de 3.00m. Vias Coletoras Duas faixas de circulação com sentidos opostos de 3.00m de largura cada. Área para estacionamento de 2.50m, sendo duas vagas para cada lado da via, dispostos a cada 100m em meio a quadra para pessoas portadoras de deficiência. Via Principal (1º modelo) Quatro faixas de circulação com sentidos opostos de 3.00m de largura cada. Área para estacionamento de 2.50m, sendo duas vagas para cada lado da via, dispostos a cada 100m em meio a quadra para pessoas portadoras de deficiência. Ciclovia de 3.00m.  Canteiro de 3.00m. Via Principal (2º modelo) Quatro faixas de circulação com sentidos opostos de 3.00m de largura cada. Área para estacionamento de 2.50m, sendo duas vagas para cada lado da via, dispostos a cada 100m em meio a quadra para pessoas portadoras de deficiência. Duas ciclovias de 3.00m. Via Principal (3º modelo) Oito faixas de circulação com sentidos opostos de 3.50m de largura cada. Sendo duas faixas destinados exclusivamente para ônibus. Duas ciclovias de 3.00m.  Canteiro de 3.00m.
Perfil de Vias Locais
Perfil de Vias Coletoras
Perfil de Via Principal (1ยบ modelo)
Perfil de Via Principal (2ยบ modelo)
Perfil de Via Principal (3ยบ modelo)
Loteamento bairro novo cristian inácio
cristiandouglas19

References: Artigo 6
 Artigo 59
 Artigo 62
 Artigo 91
 Artigo 10
 artigo 9