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Timestamp: 2020-01-24 00:34:01+00:00

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No seguimento da reunião do júri da 30ª edição do Prémio Camões, que decorreu em Lisboa no dia 21 de maio, o Ministro da Cultura anuncia que o Prémio Camões 2018 foi atribuído ao escritor cabo-verdiano Germano Almeida.
O júri da 30ª edição do Prémio Camões foi constituído por Maria João Reynaud, Professora jubilada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal); Manuel Frias Martins, Professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Portugal); Leyla Perrone-Moisés, professora emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Brasil); José Luís Jobim, professor aposentado da Universidade Federal Fluminense e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Brasil); pelos PALOP, Ana Paula Tavares, poeta e Professora de Literaturas Africanas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Angola); José Luís Tavares, poeta (Cabo Verde).
O Prémio Camões foi já atribuído, por ordem cronológica, a Miguel Torga<http://www.gri.pt/torga.asp> (Portugal), João Cabral de Mello Neto<http://www.gri.pt/joao_neto.asp> (Brasil), José Craveirinha (Moçambique), Vergílio Ferreira (Portugal), Rachel de Queiroz<http://www.gri.pt/rachel_queiroz.asp> (Brasil), Jorge Amado<http://www.gri.pt/jorge_amado.asp> (Brasil), José Saramago (Portugal), Eduardo Lourenço (Portugal), Pepetela (Angola), António Cândido (Brasil), Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal), Autran Dourado<http://www.gri.pt/autran_dourado.asp> (Brasil), Eugénio de Andrade<http://www.gri.pt/eugenio_andrade.asp> (Portugal), Maria Velho da Costa<http://www.gri.pt/velho_costa.asp> (Portugal), Rubem Fonseca<http://www.gri.pt/rubem_fonseca.asp> (Brasil), Agustina Bessa-Luís<http://www.gri.pt/bessa_luis.asp> (Portugal), Lygia Fagundes Telles<http://www.gri.pt/lygia.asp> (Brasil), Luandino Vieira<http://www.gri.pt/luandino.asp> (Angola), António Lobo Antunes<http://www.gri.pt/loboantunes.asp> (Portugal), João Ubaldo Ribeiro (Brasil), Arménio Vieira (Cabo Verde), Ferreira Gullar (Brasil), Manuel António Pina (Portugal), Dalton Trevisan (Brasil), Mia Couto (Moçambique), Alberto da Costa e Silva (Brasil), Hélia Correia (Portugal), Radouan Nassar (Brasil), Manuel Alegre (Portugal).
Fé e Memória – Pensar o património religioso do Algarve com os olhos postos no futuro
Ermida de Nª Sra de Guadalupe | 26 de maio | 16hs
A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Raposeira/Vila do Bispo) irá acolher o projeto “Fé e Memória” no próximo dia 26 de maio, a partir das 16 horas. Esta é uma iniciativa integrada no programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural que este ano tem como tema central “Património, que Futuro?”.
Os espaços patrimoniais e as tradições religiosas do Algarve dão o mote à tertúlia que irá abrir o evento com um desafio: Pensar o Património Religioso do Algarve com os olhos no futuro.
A dar corpo ao debate, estarão seis convidados: Rui Parreira, arqueólogo e Director de Serviços de Bens Culturais da Direcção Regional de Cultura do Algarve; Antónia Fialho Conde, professora do Departamento de História da Universidade de Évora e investigadora integrada do CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, que integrou o projecto “Memórias religiosas e ação patrimonial no Mediterrâneo. Coexistência confessional e afirmação patrimonial”; Susana Paté Gomes, responsável pelo Serviço de Conservação e Restauro do Museu Municipal de Faro; o Padre Miguel Neto, director do Sector da Pastoral do Turismo da Diocese do Algarve e fundador da ArtGilão – Atividades Religiosas e Turísticas de Tavira; Andreia Pintassilgo, designer de comunicação e autora da dissertação de mestrado “Como comunicar uma manifestação religiosa no século XXI: o caso da Mãe Soberana em Loulé”; e Susana Martins de Sousa, delegada da Associação Espaço Jacobeus no Algarve e mestre em marketing turístico com a tese “Memórias de Santiago: do Património aos Itinerários dos Peregrinos”.
O grupo coral Adágio, dirigido pelo maestro António Alves Alferes Pereira, irá brindar os presentes com um repertório de música medieval e renascentista que promete uma viagem no tempo até aos sons e melodias contemporâneas dos primórdios da ermida de Nossa Senhora de Guadalupe.
O evento termina com um cocktail com degustação de produtos regionais disponibilizados pela Mercearia Algarve.
Fé e Memória é um projeto que resulta de uma parceria entre a Direção Regional de Cultura do Algarve e a Teia D´Impulsos - Associação Social, Cultural e Desportiva e está integrado no Ano Europeu do Património Cultural 2018.
SONDA: memori-futur
26 de Maio | 21h00 | Entrada Livre | Ruínas Romanas de Milreu - Estói
O projecto memori-futur parte de uma premissa, de uma interrogação: Pessoas - o Mundo - Que Futuro? trazendo para esta intervenção, a actualidade dos acontecimentos sob a forma de entrevistas a pessoas que espelham as suas preocupações, as suas previsões e intuições sobre o que poderá ser o futuro da Humanidade numa espécie de memória antecipada a partir do ponto em que nos encontramos - no fundo, um prognóstico sensorial.
Continuamos num formato instalação/performance multidisciplinar e audiovisual, mas agora com um consequente upgrade e aprofundamento dos sítios/temas por onde a Sonda se pode expandir.
Como se procedeu à pesquisa para este projecto? Tudo começou com uma roadtrip pelo interior do Algarve - de Aljezur a Alcoutim, onde se recolheram testemunhos sobre a questão indicada, em entrevistas vídeo-gravadas a pessoas de vários extractos sociais e idades, com diferentes contextos culturais. A edição deste material audiovisual deu origem a uma colecção-video de caras e pensamentos algarvios sobre questões grandes da humanidade e resultou num documentário acidental, cujos excertos e partes selecionadas vão ser apresentadas neste espetáculo, no dia 26 de Maio.
Quem melhor para responder à pergunta Património - Que Futuro? que o património vivo - as pessoas? O que é o Património senão a passagem por este mundo daquilo a que chamamos Humanidade, com os seus jeitos, a sua história, os seus modos e as suas preocupações? Olhando para o que fica e o que temos podemos compreender e projectar os nossos próximos movimentos colectivos e as consequências das nossas escolhas e acções. Ao falar com as pessoas e ouvir as suas respostas, os seus sentimentos e visões, tudo o que antes da acção condiciona o nosso comportamento e os vestígios que ficarão, no futuro, à nossa passagem, compreendemos melhor a importância do nosso património.
O que iremos encontrar será transformado num objecto de fruição artística e intelectual que não deixando o questionamento para segundo plano, o complementa com o enquadramento inovador da experimentação artística. A música, as projecções de larga escala e todo o ambiente especial das ruínas de Milreu se conjugam para uma viagem única, em que as fronteiras do espaço e do tempo se diluem, para falar do que é intemporal - a existência.
Património - que futuro? - é a pergunta-chave que não se remete somente ao nosso património histórico e arquitectónico mas também ao imaterial, ao natural e ambiental, às pessoas, comportamentos, tradições, oralidade e - produção de pensamento e conhecimento. Acreditamos que ao longo de todos os tempos e História, as mesmas preocupações acompanharam a existência da Humanidade, o medo do futuro ou/e até um certo entusiasmo e expectativa. Seria interessante fazer uma viagem no tempo e perguntar aos nossos antepassados o que seria o ano de 2018 por exemplo, a partir da sua perspectiva, como estariam certos templos e como se comportariam as pessoas face ao meio envolvente. Não podendo fazer isso, podemos fazer essa viagem agora e começar uma recolha no presente do que se nos avizinha nos tempos vindouros. Quem responde a essa questão não é a SONDA, mas todos nós, mais especificamente os habitantes do Algarve em 2018.
SONDA - No projecto ​SONDA​, Pedro Glória explora principalmente sonoridades electro-acústicas. Boa parte do seu trabalho experimental baseia-se na pesquisa quase laboratorial do som enquanto elemento físico, buscando os efeitos acústicos nos espaços, nos objectos, nas pessoas... no meio. Sons que originalmente não são exactamente música, mas que se transformam e se tornam algo organizado e orgânico, alcançando eventualmente o estatuto de peça musical contemporânea. Os equipamentos utilizados são: geradores de frequências, ​loop station, sintetizador-teclado vintage, computador, gravador digital, telemóvel e tablet – novas tecnologias ao serviço da criação artística e num diálogo inovador com o património histórico.
Rizoma Lab - Associação Cultural - Associação cultural sem fins lucrativos. Foi fundada em Fevereiro de 2015 na cidade de Lagos (Algarve – Portugal) com o objectivo fundamental de realizar projectos culturais e científicos numa perspectiva intercultural e transdisciplinar. Assim como na natureza, também RIZOMA LAB cresce de forma horizontal, reunindo numa mesma plataforma diferentes especialistas e profissionais que vêm trabalhando e cruzando áreas como Cultura, Ciência, Arte, Património, Arquitectura, Gastronomia, Comunicação, Sociedade, Educação, entre outras. O Algarve é a região privilegiada pelas intervenções da RIZOMA LAB, mas sua acção pode estender-se também para outras regiões portuguesas e estrangeiras.
“Concertos ao Entardecer” apresenta “TOMARA”
Fortaleza de Sagres | 27 de maio | 18h
O ciclo “Concertos ao Entardecer” promovido pela ArQuente Associação Cultural, regressa à Fortaleza de Sagres, no dia 27 de maio, pelas 18horas, com “Tomara”.
Tomara é Filipe Monteiro e “Favourite Ghost” editado em setembro de 2017, a sua primeira obra a solo.
Filipe aprendeu muito novo a tocar piano, órgão e guitarra e ainda adolescente começou a compor temas originais para várias peças de teatro. Depois de algumas experiências em bandas de garagem, colaborou na formação dos Atomic Bees que editaram um único registo e de que fazia parte integrante Rita Redshoes.
Após a conclusão do Curso de Design de Comunicação, a imagem e o vídeo em especial, passou a ocupar um espaço considerável na sua carreira, produzindo e realizando videoclipes, DVD, documentários e desenhando a parte visual de alguns concertos de artistas com os quais trabalhou: Da Weasel, Paulo Furtado, David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo e Márcia.
Simultaneamente trabalha como músico de estúdio e ao vivo, como arranjador e produtor de discos de Rita Redshoes, Márcia e em co-produção com Dadi Carvalho (Marisa Monte, Tribalistas, Carminho, Caetano Veloso, entre outros).
O projeto “Concertos ao Entardecer” teve início em 2011, na Galeria Arco (Faro) e estendeu-se à Fortaleza de Sagres em 2014 com a finalidade de aliar projetos musicais emergentes, essencialmente no panorama nacional, a uma componente paisagística, arquitectónica e histórica.
Próximos “Concertos ao Entardecer” na Fortaleza de Sagres:
E-mail: fortaleza.sagres@cultalg.gov.pt
O Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, saúda todos os profissionais e representantes do cinema português que estiveram presentes na 71.ª edição do Festival de Cinema de Cannes.
Especial felicitação para os premiados João Salaviza - que mereceu o Prémio Especial do Júri da secção competitiva Un Certain Regard, pela obra “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos”, corealizada com Renée Nader Messora - e Gabriel Abrantes, vencedor do Grande Prémio Nespresso, atribuído pelo júri da La Semaine de la Critique, pelo filme “Diamantino”, corealizado com Daniel Schmidt.
Parabéns ao Cinema Português e a todos os profissionais do setor!
Lisboa, 21 maio, 2018
O reconhecimento público da importância global do património cultural é quase sempre determinado por decisões oficiais dos organismos de tutela, sem que aconteça uma verdadeira apropriação ou tomada de consciência da maioria da comunidade, em relação aos seus significados. Pelo que, neste Ano Europeu do Património Cultural, o tema determinado para a 5ª edição do DiVaM é: Património – Que futuro? [ Postal - Cultura.Sul ]
O mosaico do deus Oceano, pertencente ao acervo do Museu Municipal de Faro, é classificado como Tesouro Nacional
Decreto n.º 9/2018 de 18 de maio
O mosaico do deus Oceano (cidade de Ossonoba/Faro), datável de finais do século II d.C. ou início do século III d.C., foi muito provavelmente produzido por oficina itinerante, de mosaístas de origem africana (Tunísia, Marrocos ou Líbia). Com as dimensões de 940 × 240 cm, o mosaico é formado por tesselas de calcário, xisto, rochas vulcânicas e vidros policromos, em tons de preto, branco, vermelho, ocre amarelo, azul, rosa e cinzento, segundo a técnica do opus tessellatum. O mosaico é composto por quatro painéis justapostos, de modo a formar uma composição retangular dominada por motivos geométricos (peltas, hexágonos, quadrados, triângulos e nós -de -Salomão), onde pontuam elementos fitomórficos formando tapete, delimitado em todo o seu perímetro por cercadura denteada bicromática entre duas bandas lisas, que seria originalmente antecedida por delicados enrolamentos em friso de 20 cm de largo, de que apenas resta uma pequena secção. O painel central corresponde a um quadrado linear, dentro do qual se inscreve um medalhão circular contendo a máscara ou cabeça do deus Oceanus, originalmente circundado pelos quatro Ventos, dos quais restam apenas dois bustos, afrontados, na parte superior. Os restantes painéis formam um extenso tapete dominado por composição ortogonal de hexágonos tangentes por dois vértices, definindo quadrados e estrelas de quatro pontas, dentro dos quais se inscrevem vinte e nove florões compósitos, distintos e individualizados. Este exemplar da arte musiva romana foi exumado em abril de 1976, em contexto de escavação arqueológica de emergência despoletada por obras públicas de saneamento levadas a cabo na esquina das Ruas Infante D. Henrique e Ventura Coelho, em Faro. Atualmente encontra -se incorporado no acervo do Museu Municipal de Faro. A classificação, nos termos dos n.os 1 a 3 do artigo 3.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, do mosaico romano acima identificado, tem em conta os critérios constantes do artigo 16.º do mesmo diploma, relativos ao interesse do bem como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico ou material intrínseco, à extensão do bem e o que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva e à sua importância na perspetiva da investigação histórica e científica. Nos termos do artigo 17.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, foi obtido o parecer favorável da Secção dos Museus, da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional de Cultura, bem como foram cumpridos os procedimentos de audiência prévia, previstos no artigo 20.º do mesmo diploma, de acordo com o disposto no Código do Procedimento Administrativo.Assim: Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 28.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, e no n.º 1 do artigo 23.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, e nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
É classificado como bem móvel de interesse nacional, designado Tesouro Nacional, o mosaico romano do deus Oceano (cidade de Ossonoba/Faro), pertencente ao acervo do Museu Municipal de Faro.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 3 de maio de 2018. — Maria Manuel de Lemos Leitão Marques — Luís Filipe Carrilho de Castro Mendes. Assinado em 9 de maio de 2018. Publique -se. O Presidente da República, MARCELO REBELO DE SOUSA. Referendado em 14 de maio de 2018. O Primeiro -Ministro, António Luís Santos da Costa
Devido à tecnologia os museus podem hoje alcançar novos públicos, para além do público tradicional, assim como conseguem encontrar novas formas de aproximação das colecções aos diferentes públicos: quer através da digitalização de colecções, como usando elementos multimédia nas exposições ou simplesmente utilizando um hashtag que permite ao visitante partilhar a sua experiência nas redes sociais. [ ICOM ]
«Mulheres e Poder na Roma de Júlio César»
Monumentos do Algarve ganham vida com mais uma edição do DiVaM
Arrancou, no dia 14 de abril, nos Monumentos Megalíticos de Alcalar, a quinta edição do DiVaM, programa de dinamização e valorização dos monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve que contempla ainda o Castelo de Aljezur, a Fortaleza de Sagres, a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, o Castelo de Paderne, o Castelo de Loulé e as Ruínas Romanas de Milreu. Em Ano Europeu do Património Cultural, o tema escolhido foi «Património – Que Futuro?» e o objetivo é que os visitantes dos lugares-património sob gestão da DRCAlg retirem algum valor pessoal, educativo, histórico, social e até económico dessa experiência. “A intenção é que os nossos monumentos sejam mais do que testemunhos da história de um povo, mas que sejam espaços onde acontece cultura, associada ao próprio lugar e às novas tendências culturais que se transmitem de geração em geração. São cinco anos de uma programação que não é nossa, da DRCAlg, mas sim das associações culturais que se candidatam, que apresentam as suas propostas, dentro das diferentes temáticas anuais”, sublinha Alexandra Gonçalves.
https://algarveinformativo.blogspot.pt/2018/05/monumentos-do-algarve-ganham-vida-com.html
“Comunicação acessível em recursos culturais”
Algarve Camerata
IV edição do ciclo de palestras “AMATORES IN SITU -
O mundo antigo visto por aqueles que o amam”
«La música en el Antiguo Egipto y su vinculación com Grécia»*
Na próxima sexta-feira, dia 4 de maio, às 18h, realiza-se nas Ruínas Romanas de Milreu, a segunda palestra do ciclo «AMATORES IN SITU», intitulada «La música en el Antiguo Egipto y su vinculación com Grecia», proferida por Felipe Aguirre (Universidad de las Islas Baleares) e Fuensanta Garrido (Universidade de Córdova).
Ao longo dos seus mais de três milénios de história, o país do Nilo viu nascer uma das culturas mais fecundas e multifacetadas da Antiguidade. Nela se forjaram alguns paradigmas civilizacionais cujas marcas ainda são perceptíveis na Modernidade. A prática musical, como um dos elementos essenciais de todo coletivo humano, constituiu-se não apenas como um eixo das ações religiosas, rituais, políticas e quotidianas da sociedade egípcia, mas também como um modelo ético e estético que também inspiraria Hellas. Tentando avaliar a profundidade e o alcance desse legado, também é possível entender melhor a visão de mundo dessas duas culturas, tão próximas na geografia, quanto em algumas de suas premissas vitais mais importantes.
* Palestra proferida em espanhol
“Apoie a Cultura sem qualquer custo para si”
Desde o ano passado que todos os contribuintes podem apoiar o sector cultural, consignando 0,5% do seu Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS) a uma entidade cultural da sua escolha, sem qualquer custo pessoal. É o Estado que devolverá 0,5% do Imposto que irá pagar em sede de IRS, a uma Entidade à sua escolha.
Este ano a lista soma já 254 entidades beneficiárias, distribuídas por todo o território nacional, integrando Bandas Filarmónicas, Sociedades Recreativas, Academias de Música, Fundações Culturais, Grupos de Teatro, Associações de Estudo do Património e tantas outras, que muito contribuem para o desenvolvimento social e cultural das regiões e do País. A lista de entidades pode ser consultada na página web do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC) em: http://www.gepac.gov.pt/incentivos/consignacao-de-05-de-irs-para-a-cultura.aspx
As instituições que integram esta lista possuem o estatuto de entidade de utilidade pública e desenvolvem atividades predominantemente culturais, tendo previamente feito a sua inscrição através do endereço eletrónico cultura.irs@gepac.gov.pt. O prazo das inscrições decorre até 30 de setembro de cada ano, altura em que se inicia o processo de verificação dos critérios por parte do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC), ficando isentas de inscrição as instituições que integrem a lista de beneficiários do ano anterior.
Não perca a oportunidade de apoiar a Cultura sem qualquer custo para si.

References: artigo 3
 artigo 16
 artigo 17
 artigo 20
 artigo 28
 artigo 23
 artigo 199