Source: http://docplayer.com.br/363188-Para-uma-historia-do-arquivo-secreto-do-vaticano.html
Timestamp: 2017-05-28 07:13:05+00:00

Document:
Para uma história do Arquivo Secreto do Vaticano - PDF
Para uma história do Arquivo Secreto do Vaticano
Download "Para uma história do Arquivo Secreto do Vaticano"
Francisco de Santarém Canário
1 PARTE I Para uma história do Arquivo Secreto do Vaticano Coordenação de JOSÉ EDUARDO FRANCO Com o apoio do Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa da Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Unidade de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e do Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes Estudos2 3 A R Q U I V O S S E C R E T O S D O V A T I C A N O Para uma história do Arquivo Secreto do Vaticano a propósito da edição da documentação do período da expansão portuguesa do fundo da Nunciatura Apostólica O levantamento e a edição dos descritivos da documentação patente no fundo da Nunciatura de Lisboa existente no Arquivo Secreto do Vaticano, pretende ser um serviço significativo para o conhecimento da nossa histórica na sua relação com a história de muitos povos e culturas. Trata-se de documentação relativa ao período da expansão portuguesa que promoveu aquela que podemos chamar a primeira globalização do Cristianismo na sua forma confessional católica desde a modernidade. José Eduardo Franco CLEPUL-FLUL Luís Pinheiro CLEPUL-FLUL A história é uma aventura de interrogação. ANTÓNIO MATOS FERREIRA O mundo único pode ser entendido como muitos; ou os muitos mundos entendidos como um; o tratar-se de um ou de muitos depende do modo de os entender. NELSON GOODMAN Introdução Considerações preliminares Poucas bibliotecas e arquivos, a não ser o caso da antiga Biblioteca de Alexandria, ganharam foros de mitificação tais como o Arquivo Secreto do Vaticano. Esta dimensão de mistério que envolve estes arquivos da Santa Sé ganhou mais densidade e atenção através da recente obra romanesca de Dan Brown: o seu muito lido e debatido Código Da Vinci. 1 De facto, este arquivo sediado no centro do poder universal da Igreja Católica guarda mananciais de informação histórica inigualáveis relativos aos povos e culturas do mundo. O Arquivo Secreto do Vaticano constitui um registo imenso de memória das relações do cristianismo com a história da humanidade em diferen- 1 Dan Brown, O Código Da Vinci, trad. Mário Dias Correia, 7.ª ed., Lisboa, Bertrand Editora, Para um comentário a esta obra ver José Eduardo Franco, O Código da Conspiração: Lemas e dilemas do Código Da Vinci, Brotéria, Vol. 159, 2004, pp REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES Ano XI, 2012 / n. 16/4 JOSÉ EDUARDO FRANCO / LUÍS PINHEIRO tes épocas. Acessível a investigadores qualificados e detentores de métodos e competências de pesquisas avançadas (domínios de várias línguas, conhecimentos em paleografia, etc.), este famoso arquivo precisa de estudiosos que se dediquem ao levantamento, à classificação e à análise séria dos oceanos de documentos ali armazenados. O estudo competente, sistemático e rigoroso das colecções documentais ali depositadas é a melhor forma de revelar a utilidade da sua riqueza informativa e contribuir para desmitificar os seus alegados segredos. O conhecimento científico deste arquivo contribuirá certamente para exorcizar os muitos fantasmas que povoam a história do imaginário no que ao Arquivo Secreto do Vaticano diz respeito, os quais continuam a alimentar páginas e páginas de ficção fantasiosa que fazem fé nos espíritos mais incautos. O levantamento e a edição dos descritivos da documentação do fundo da Nunciatura de Lisboa existente no Arquivo Secreto do Vaticano, entretanto realizada 2, pretende ser um serviço significativo para o conhecimento da nossa história na sua relação com a história de muitos povos e culturas. Trata-se de documentação relativa ao período da expansão portuguesa que promoveu aquela que podemos chamar a primeira globalização do cristianismo na sua forma confessional católica desde a modernidade. Essa primeira globalização do conhecimento do mundo, das trocas comerciais, culturais e religiosas foi acompanhada por aquilo que podemos designar como o primeiro banco de dados global, onde as instituições religiosas da Igreja Católica tiveram um papel fundamental nesse processo de indexação de conhecimento. Como escreve Luís Filipe Barreto: Os Descobrimentos portugueses levam, no plano da cultura discursiva, à constituição dum planetário banco de dados. Pela primeira vez, na existência do homem, assistimos a uma observação, classificação e acumulação sistemática de dados planetários do mais variado tipo (desde latitudes, bacias hidrográficas e declinações magnéticas de lugares, até à botânica, zoologia, mineralogia, sem esquecer os tipos de organização política, religiosa, económica e os valores e os conhecimentos). 3 O Arquivo Secreto do Vaticano A Santa Sé, como outros Estados, procurou preservar e guardar os documentos relevantes para a sua história, no caso presente para a história da Igreja e do povo católico. Desde os primórdios do Cristianismo que os Pontífices procuraram preservar os documentos exarados durante o seu exercício. Desta forma, asseguravam o testemunho da sua acção para os vindouros. O mesmo sucedia com os monarcas dos diversos reinos europeus que guardavam e preservavam para a posteridade a documentação emanada das suas chancelarias. Neste caso, preservava-se, geralmente, 2 Este texto inaugura a apresentação do resultado do projecto financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, entre 2005 e 2010: POCI/HAR/60832/2004, projecto intitulado Documentos sobre a História da Expansão Portuguesa existentes no Arquivo Secreto do Vaticano. 3 Luís Filipe Barreto, Portugal, mensageiro do mundo renascentista, Lisboa, Quetzal Editores, 1989, p. 19. Ver também Francisco Contente Domingues e Luís Filipe Barreto (Orgs.), A abertura do mundo, Lisboa, Presença, REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES5 A PROPÓSITO DA EDIÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO DO PERÍODO DA EXPANSÃO PORTUGUESA DO FUNDO DA NUNCIATURA a documentação de carácter administrativo, económico ou fiscal, ou seja, a relacionada com a concessão de ofícios ou mercês, de direitos outorgados a particulares ou dos impostos ou receitas a cobrar pelos agentes régios. Salvaguardava-se, assim, a documentação que assegurava os direitos e os privilégios da Coroa. A preocupação em preservar a memória da Igreja e da acção dos seus agentes não era exclusiva da cúria papal. O mesmo sucedia nos bispados e nas paróquias. Tal cuidado com a memória permite-nos dispor actualmente de fontes importantes para o estudo da presença e da acção evangelizadora da Igreja no mundo. Devido a várias vicissitudes históricas e à laicização da sociedade, parte da documentação produzida e recebida pela Igreja foi incorporada nos arquivos nacionais 4. Nos primeiros tempos do catolicismo não existia um local específico para armazenar e acondicionar a documentação emanada pelos scriptoria dos Sumos Pontífices. O arquivo era, tal como as cortes régias, itinerante. Os documentos acompanhavam as deslocações dos papas para as suas residências ou para outros territórios. Eram transportados e armazenados, geralmente, em arcas. Devido a esta itinerância, e apesar de todos os cuidados, alguns documentos perderam-se fruto de acidentes de percurso ou devido à degradação dos mesmos causados por as condições ambientais não serem as aconselháveis. Atendendo à fragilidade do suporte, maioritariamente em papiro, e a diversas vicissitudes históricas grande parte da documentação dos primeiros tempos do catolicismo não resistiu ao avançar dos séculos. Com o passar dos anos, tal como sucedeu nos Estados hodiernos, a estrutura administrativa da cúria papal aumentou e complexificou-se. Consequentemente multiplicaram-se os arquivos produzidos por cada organismo. Perante o aumento exponencial da documentação decidiu-se recolhê-la no Castelo de S. Angelo. Depois de algumas tentativas infrutíferas surgiu, por iniciativa de Paulo V ( ), o Arquivo Secreto do Vaticano (Archivum Secretum Vaticanum) para «pro privata Romanorum pontificum commoditate» e «ad publicam studiorum utilitatem». De acordo, com as orientações do Pontífice procedeu-se à transferência da documentação para as salas próximas da Livraria Secreta, isto é das bulas papais e breves, dos livros da Câmara e das colecções de documentos anteriores ao papado de Pio V ( ). Com o passar dos anos o acervo documental do Arquivo Secreto do Vaticano aumentou consideravelmente, nomeadamente sob os pontificados de Urbano VIII ( ) e Alexandre VII ( ). Perante o volume crescente do papel e de forma a organizar a documentação, para que continuasse a ser útil e acessível aos interessados, os prefeitos Pietro Donnino De Pretis e Filippo Ronconi assumiram, no século XVIII, a responsabilidade de organizarem os fundos documentais. Ao longo dos tempos produziram-se, também, índices e inventários da documentação para facilitar o acesso dos interessados à mesma. Como foi referido atrás o acervo documental do Arquivo Secreto do Vaticano não é estanque, aumentou com o passar dos anos graças à incorporação de documentação produzida e recebida pelos diversos organismos da Cúria Papal, nomeadamente no século XX quando se assistiu a uma verdadeira «explosão documental». Mas as 4 Em Portugal tal sucede com diversa documentação, pelo que encontramos no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) ou nos arquivos distritais fundos de cariz religioso, como os registos paroquiais, as bulas e breves, a documentação referente a diversas ordens e a conventos e mosteiros, entre muita outra documentação. REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES 356 JOSÉ EDUARDO FRANCO / LUÍS PINHEIRO convulsões políticas nos estados italianos, ao longo dos séculos, influíram decisivamente no estado de conservação e no volume da documentação disponível neste arquivo. Após a conquista de Roma Napoleão ordenou a sua transferência para Paris. Mais tarde a documentação regressou a Roma, embora nesse processo se tenha perdido alguma fruto dessas contingências. Posteriormente, em 1870, as tropas italianas conquistaram Roma e confiscaram o arquivo. Actualmente o acervo documental do Arquivo Secreto do Vaticano ocupa cerca de 85 km lineares de estantes agrupados em mais de 630 fundos documentais. Este número não é estanque e aumenta anualmente com a incorporação de documentação provinda das diversas nunciaturas espalhadas pelos quatro cantos do mundo, das Secretarias de Estado e das diversas Congregações. Esta realidade reflecte o mundo onde a Igreja se insere e os dias que correm onde se assiste a uma «explosão documental». O documento mais antigo no Arquivo é o Liber Diurnus Romanorum Pontificum, um códice contendo as fórmulas usadas pela Chancelaria Papal antes do ano 800. O acervo documental é vasto pois de acordo com as palavras de João Paulo II «é o órgão permanente para a preservação dos arquivos históricos da Santa Sé e constitui o seu arquivo central» (Motu Proprio de 25 de Março de 2005, título II, capítulo II, artigo 13). Inclui a documentação trocada entre os Sumos Pontífices e os reis, imperadores, duques, condes e outras personalidades civis da orbi christianus, mas também exteriores, como com as autoridades mongóis. Para além desta existe também a correspondência trocada com as autoridades eclesiásticas, como bispos, cardeais, entre outras. Entre os diversos arquivos incorporados no Arquivo Secreto do Vaticano encontram- -se os referentes aos vários organismos da Cúria, das delegações papais espalhados pelos quatro cantos do mundo, os de família ou de indivíduos/pessoais, os referentes aos diversos concílios, às ordens religiosas, mosteiros, abadias e os de miscelâneas 5. Durante longo tempo o Arquivo Secreto do Vaticano manteve-se, como a sua designação evidencia, um local secreto, inacessível para a maioria dos homens. Era o arquivo do Sumo Pontífice, estava sob a sua jurisdição e só com a sua prévia autorização se acedia a este. Tal alterou-se em 1881 quando o Papa Leão XIII ( ) facultou aos estudiosos o acesso a alguns fundos. Esta liberalização não foi total e imediata, mas foi efectuada de uma forma progressiva, já que nesta data somente se permitiu o acesso à documentação até ao último ano do Congresso de Viena, Posteriormente, e de uma forma gradual, permitiu-se o acesso a outros fundos. Pio XII ( ) alargou a acessibilidade à documentação produzida até à morte de Gregório XVI (1846), Paulo VI até ao papado de Pio IX ( ) e João Paulo II à do papado de Leão XIII ( ) e mais tarde a referente aos papados de Pio X e Bento XV ( ). Progressivamente os estudiosos puderam aceder a outros fundos como o Affari Ecclesiastici Straordinari, Baviera; Affari Ecclesiastici Straordinari, Germania; 5 Para saber mais sobre os Arquivo Secreto do Vaticano consulte-se, entre outra bibliografia, o site do próprio arquivo (http://asv.vatican.va/home_en.htm), Bibliografia dell Archivio Vaticano, dir. Giulio Battelli, 4 vols., Cità Del Vaticano, presso L Archivio Vaticano, ; Martino Giusti, «The Vatican Secret Archives» in Archivaria, n.º 7 (Winter 1978), pp [disponível online em chivar/index.php/archivaria/article/viewfile/10680/11544, consultado no dia 20 de Outubro de 2008, às horas]; Paul Maria Baumgarten, The Vatican Palace, as a Scientific Institute, The Catholic Encyclopedia, Vol. 15, New York: Robert Appleton Company, 1912 [disponível online em vent.org/cathen/15286a.htm, consultado no dia 18 de Outubro de 2008, às horas]; Luca Becchetti et al., The Vatican Secret Archives, Brussels, Paul Van den Heuvel VdH Books, REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES7 A PROPÓSITO DA EDIÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO DO PERÍODO DA EXPANSÃO PORTUGUESA DO FUNDO DA NUNCIATURA Archivio della Nunziatura Apostolica in Monaco di Baviera; Archivio della Nunziatura Apostolica di Berlino e o Archivio del Concilio Vaticano II ( ) e Ufficio Informazioni Vaticanom Prigionieri di guerra ( ). Nos dias de hoje o Arquivo Secreto do Vaticano oferece as melhores condições aos investigadores que o visitam. Dispõe de duas salas de leitura frequentadas por numerosos estudiosos e académicos de diversas proveniências onde consultam a documentação em busca de dados para os seus estudos. Para os auxiliar existe uma sala de índices, onde os investigadores têm o primeiro contacto com o arquivo, bem como as primeiras informações sobre o acervo documental à sua disposição. Os técnicos desta sala procuram orientar e auxiliar os investigadores no sentido de agilizar e facilitar as suas pesquisas. Os utilizadores podem, também, usufruir de uma biblioteca especializada onde poderão consultar obras de referência. Dispõe, ainda, de um laboratório de preservação, de restauro e de encadernação, um laboratório de restauro e estudo de selos, um laboratório de fotografia e de reprodução digital, um centro de tratamento de dados e um laboratório de informática. Em anexo ao arquivo existe a Escola Vaticana de Paleografia e de Diplomática, fundada por Leão XIII em O projecto «Documentos sobre a História da Expansão Portuguesa existentes no Arquivo Secreto do Vaticano» A publicação dos sumários dos documentos referentes a Portugal e aos territórios sob a sua administração no período moderno permitirá o desenvolvimento de trabalhos sobre a presença e a acção da Igreja naqueles territórios. Este projecto foi iniciado pela Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (CNCDP) através do Centro de Estudos Damião de Góis (CEDG) 6. Na concretização das suas actividades, o CEDG procurou divulgar e disponibilizar, entre os investigadores e demais interessados pelo estudo da presença portuguesa nos territórios ultramarinos sob a sua administração no período moderno, sumários da documentação disponível em diversos arquivos, nacionais e internacionais 7. O projecto desenvolvido no Arquivo Secreto do Vaticano foi coordenado pelo Professor Doutor Artur Teodoro de Matos e contou com uma equipa de investigadores que, no próprio arquivo, procedeu à selecção, identificação e sumariação dos documentos nos fundos «Archivio della Nunziatura in Lisbona» e «Relationes Dioecesium». Pretendeu-se, com tal iniciativa, divulgar essa documentação entre os investigadores e todos os interessados pelo estudo da presença portuguesa no Oriente, no Atântico e no Brasil, no período moderno. 6 Organismo resultante de um protocolo de colaboração entre a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (CNCDP) e o Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT). 7 Neste mesmo âmbito se inserem o desenvolvimento de projectos semelhantes nomeadamente os relativos à «Junta da Real Fazenda do Estado da Índia» e aos «Documentos Remetidos da Índia ou Livro das Monções», ambos fundos documentais do ANTT sobre os quais se efectuou a sumariação da documentação, os «Manuscritos do Fonds Portugais da Biblioteca Nacional de França», que sumariou a documentação inserta neste fundo existente naquela Biblioteca, ou «O Índico na Biblioteca da Ajuda» que providenciou o levantamento e a sumariação da documentação manuscrita referente a Moçambique, Pérsia, Índia, Malaca, Molucas e Timor existente na Biblioteca da Ajuda, entre outros projectos desenvolvidos no âmbito das actividades desenvolvidas no seio do CEDG. REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES 378 JOSÉ EDUARDO FRANCO / LUÍS PINHEIRO Com a cessação das actividades da CNCDP o Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa (CEPCEP) da Universidade Católica Portuguesa retomou esses trabalhos apresentando à Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) o projecto Documentos sobre a História da Expansão Portuguesa existentes no Arquivo Secreto do Vaticano. Obtido o financiamento daquela instituição pública iniciaram- -se os trabalhos sob a coordenação do Prof. Doutor José Eduardo Franco. Os sumários já elaborados foram revistos e completaram-se algumas lacunas, nomeadamente com documentação em italiano, latim, inglês, francês e castelhano. Posteriormente elaboraram-se os respectivos índices de cada volume no sentido de facilitar e agilizar o acesso à documentação. Parte da documentação que agora se disponibiliza ao grande público não é nova, ou seja, ao longo dos anos foi consultada e utilizada por alguns investigadores nos seus trabalhos. O presente catálogo procura identificar e sumariar a documentação seleccionada de acordo com a temática definida, ou seja, a referente às dioceses ultramarinas, nos fundos «Archivio della Nunziatura in Lisbona» e «Relationes Dioecesium». Na elaboração dos sumários salientaram-se os dados pertinentes e relevantes, de uma forma rigorosa, precisa e criteriosa, para a compressão do assunto de cada documento. O investigador deverá compreender a temática, os assuntos abordados no documento sem ter a necessidade de consultar o original. Ao consultar o catálogo deverá ser capaz de destrinçar se na prossecução dos seus estudos lhe interessa ou não consultar aquele documento. Procurou-se, na medida do possível, diminuir o ruído, ou seja que a recuperação dos documentos fosse efectiva, eficaz e útil de acordo com os interesses de cada investigador. Com o presente catálogo procura-se que no futuro os investigadores não tenham de consultar todos os documentos destes fundos em busca das informações que lhe interessam. Deverá somente consultar os que efectivamente lhe interessam e nenhum outro. Com este instrumento o investigador, antes mesmo de se deslocar ao arquivo, pode realizar o levantamento da documentação que irá consultar. Desta forma, poupa tempo e a pesquisa torna-se mais eficiente e rápida. A documentação agora sumariada em muitos casos não é nova, ou seja já foi consultada e utilizada por diversos investigadores nos seus trabalhos. Apesar de ser conhecida e ter sido a base para alguns estudos não existia, até ao momento, um catálogo ou um guia da documentação relevante para a história de Portugal e dos territórios descobertos pelos portugueses existente nos fundos «Archivio della Nunziatura in Lisbona» e «Relationes Dioecesium» do Arquivo Secreto do Vaticano. Este projecto permite superar este óbice, facultando aos investigadores e aos demais interessados uma panorâmica do conteúdo dos documentos desses fundos. Alguma da documentação deste Arquivo já foi publicada em diversas colectâneas documentais, tais como na Monumenta Portugaliae Vaticana 8, na Monumenta Missionaria Africana 9, no Chartularium Universitatis Portugalensis 10, na Documentação para história dos 8 Cf. António Domingues Sousa Costa OFM, Monumenta Portugaliae Vaticana, 3 vols., Braga, Livraria Editorial Franciscana, Monumenta Missionaria Africana. África Ocidental, coligida e anotada pelo Padre António Brásio, Lisboa, Agência Geral do Ultramar, Academia Portuguesa de História e Fundação Calouste Gulbenkian, , 1.ª e 2.ª série, volumes. 10 Cf. Artur Moreira de Sá, Chartularium Universitatis Portugalensis, Lisboa, Instituto de Alta Cultura, REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES9 A PROPÓSITO DA EDIÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO DO PERÍODO DA EXPANSÃO PORTUGUESA DO FUNDO DA NUNCIATURA missões do Padroado Português do Oriente 11, na Documentação Henriquina 12 entre outras. Nestes casos publicou-se a transcrição integral dos documentos ou dos fundos seleccionados. Tal não foi a opção neste projecto. Atendendo ao curto espaço de tempo disponível e à morosidade que tal processo acarretaria decidiu-se pela sumariação da documentação. A edição do presente catálogo permite aos investigadores desenvolver estudos, bem como conhecer de uma forma mais aprofundada a presença da Igreja nos territórios ultramarinos portugueses. Permite um aproveitamento mais eficaz e eficiente destas fontes ao disponibilizar um instrumento de pesquisa auxiliar à tarefa do investigador. Facilita, também, compreender a importância destes fundos documentais, bem como dirigir a pesquisa de acordo com os interesses de cada investigador. Procura, ainda, incentivar os estudos efectuados com o recurso a estas fontes. A documentação sumariada no presente catálogo, como já foi referido, é relevante para o aprofundamento do conhecimento da presença da Igreja nos espaços ultramarinos sob a jurisdição da Coroa de Portugal no período moderno. Ao consultarmos os sumários deparamo-nos com os problemas quotidianos vividos pelas autoridades eclesiásticas, nomeadamente os frades, núncios, bispos, provinciais, vigários, prefeitos, missionários, entre outros, no contacto com os povos autóctones e no exercício do seu múnus e na tarefa de transmitir a palavra de Deus. Permite ainda conhecer o dia-a-dia da gestão das diversas dioceses do Brasil, das ilhas do Atlântico Sul (arquipélagos de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe), bem como do Oriente e dos territórios africanos, nomeadamente Angola. Para além desta documentação existe também aquela referente à presença e à acção evangelizadora das ordens religiosas nos referidos territórios, como os carmelitas, beneditinos, capuchos, franciscanos, jesuítas, dominicanos e os agostinhos, entre outros. O período cronológico abrangido pela documentação sumariada é extenso, desde Gregório XII ( ) a Bento XV ( ). Apesar de a documentação seleccionada e descrita ser relativa às dioceses ultramarinas deparamo-nos com documentação referente às dioceses do reino, como Lisboa, Porto, Braga, Bragança e Miranda, Funchal, Évora, Angra, Elvas, Beja e Algarve, entre outras. A maioria da documentação sumariada encontra-se em português, mas pelo seu número destaca-se também a italiana e em menor número a redigida em latim, a língua diplomática para os contactos internacionais. Para além dos estudos de cariz histórico a documentação que agora se divulga permite também realizar outros estudos, como na área da arquivística. É possível estudar as diversas tipologias documentais emanadas pelos scriptoria eclesiásticos, caracterizá-las e descrevê-las. A presente edição permite também quebrar um pouco o mito da inacessibilidade dos fundos do Arquivo Secreto do Vaticano. Apesar de a designação do Arquivo incluir o termo «secreto» o seu acervo documental há muito que está acessível aos estudiosos. Mas como sucede em outros arquivos existem limitações e regras a respeitar para aceder aos documentos. O vocábulo «secreto» persistiu na designação do arquivo 11 Documentação para o história das missões do Padroado Português do Oriente. Índia, ed. António da Silva Rego, 13 vols., Lisboa, Fundação Oriente, Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, Cf. Documentação Henriquina, introdução e organização José Manuel Garcia, Maia, Castoliva Editora, REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES 3910 JOSÉ EDUARDO FRANCO / LUÍS PINHEIRO desde a sua fundação por se referir ao arquivo privado do Sumo Pontífice, ao qual somente o papa tinha acesso e jurisdição, estando vedado aos demais, exceptuando- -se o responsável pela sua gestão. Com o passar dos anos esta incomunicabilidade, como foi referido atrás, foi ultrapassada e desde Leão XIII que, gradualmente, se liberalizou o acesso aos estudiosos. 40 REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES Documentos relacionados
Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas & 1 Índice 2 Introdução...3 3 A Plataforma de Curricula DeGóis...3 3.1 É utilizada porque...3 3.2 Com a utilização do DeGóis ganho...4 3.1 Leia mais Os sistemas de informação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia: contributo para uma perspectiva integrada da gestão da informação
Os sistemas de informação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia: contributo para uma perspectiva integrada da gestão da informação Encontro Internacional de Arquivos Universidade de Évora 3-4 de Outubro Leia mais O Arquivo de Ciência e Tecnologia
Encontro Arquivos Científicos 3 e 4 de julho de 2014 FCSH, Lisboa O Arquivo de Ciência e Tecnologia Paula Meireles Madalena Ribeiro O Arquivo de Ciência e Tecnologia 1. Projeto de tratamento e divulgação Leia mais Acervos Patrimoniais: Novas Perspetivas e Abordagens CAM
Acervos Patrimoniais: Novas Perspetivas e Abordagens CAM De visita à Biblioteca do Professor José Mattoso: o que não sabemos e devemos saber Judite A. Gonçalves de Freitas FCHS-UFP Mértola- 16. Março. Leia mais Workshop "História e Memória do Desporto" Data: 10 Abril 2014 Sede do Comité Olímpico de Portugal
Workshop "História e Memória do Desporto" Data: 10 Abril 2014 Sede do Comité Olímpico de Portugal 2008 Protocolo de colaboração com o Instituto de História Contemporânea/FCSH-UNL, com vista a apoio técnico Leia mais A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga
SUMÁRIO Introdução... 11 A história da Igreja e sua problemática... 17 A. Alguns pressupostos e indicações básicos antes de começar o caminho... 17 Trata-se de um ramo da ciência histórica ou da ciência Leia mais UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO
ACÇÃO DE FORMAÇÃO OS ARQUIVOS DO MUNDO DO TRABALHO TRATAMENTO TÉCNICO ARQUIVÍSTICO RELATÓRIO FINAL Enquadramento A acção de formação Os arquivos do mundo do trabalho tratamento técnico arquivístico realizou-se Leia mais REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ
REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ Art. 1 - O Arquivo Público Municipal de Bagé, criado pela lei nº 3.399/97, de julho/97 alterado e complementado pelas leis 3.817/2001 e 3.935/2002, Leia mais OCS: Observador Online
Observador Online ID: 58199358 04-03-2015 Visitas diárias: 95730 OCS: Observador Online Obra Completa do padre António Vieira é hoje oferecida ao papa Francisco http://observador.pt/2015/03/04/obra-completa-do-padre-antonio-vieira-e-hojeoferecida-ao-papa-francisco/ Leia mais Instituto de Cooperação Científica e Tecnológica Internacional
Registo de autoridade arquivística Instituto de Cooperação Científica e Tecnológica Internacional Identificação Tipo de entidade Entidade coletiva Forma autorizada do nome Instituto de Cooperação Científica Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA código 171608 Escola Básica D. Domingos Jardo MANUAL ADOPTADO: HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL - HGP AUTORES: ANA OLIVEIRA/ FRANCISCO CANTANHEDE/ MARÍLIA GAGO Leia mais 18 abril 2014 dia Internacional dos MONUMENTOS. e SÍTIOS. lugares de. memória
18 abril 2014 dia Internacional dos MONUMENTOS e SÍTIOS lugares de memória O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo ICOMOS a 18 de abril de 1982 e aprovado pela UNESCO no ano seguinte. Leia mais CURRICULUM VITAE 3. FORMAÇÃO PROFISSIONAL/OUTRAS HABILITAÇÕES
CURRICULUM VITAE 1. IDENTIFICAÇÃO PESSOAL Nome Completo: Ricardo Miguel Salsinha Aniceto Morada Fiscal: Telheiro de São Vicente, nº24, 1100-594 LISBOA Data de Nascimento: 12/10/1981 Local de Nascimento: Leia mais Preâmbulo CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.º. Missão e atribuições
REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DO SINDICATO DOS MAGISTRADOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO Preâmbulo A Biblioteca do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público foi criada em 1974, data da fundação do próprio Sindicato. Leia mais Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO
Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição Leia mais Auditoria Sistemática
ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas Auditoria Sistemática Resumo do Relatório da Inspecção Geral do MCTES 18.Novembro.2010 Índice INTRODUÇÃO... 3 CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DOS PROCEDIMENTOS... Leia mais A Igreja em Reforma e Expansão: o caso do Atlântico Português
1 BAHIA 16-19 American, European and African forging of a colonial capital city Minicurso no âmbito do projeto IRSES Bahia 16-19 A Igreja em Reforma e Expansão: o caso do Atlântico Português Docente: Hugo Leia mais CENTRO CULTURAL DE BELÉM. PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015. Segunda Parte Época Moderna
CENTRO CULTURAL DE BELÉM PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015 Segunda Parte Época Moderna Nuno Gonçalo Monteiro Instituto de Ciências Sociais Universidade de Lisboa Quarta Sessão Leia mais BREVE HISTÓRIA DO PAPEL MOEDA
BREVE HISTÓRIA DO PAPEL MOEDA A nível mundial, o primeiro papel moeda surgiu na China, no séc. VII, na dinastia Tang, para facilitar aos comerciantes o transporte de grandes quantidades de moeda de metal, Leia mais Arquivo Contemporâneo. do Ministério das Finanças. Regulamento
Arquivo Contemporâneo do Ministério das Finanças Regulamento Novembro 2011 Capítulo I Disposições Gerais Pelo presente regulamento são estabelecidos os princípios e normas aplicáveis ao Arquivo Contemporâneo Leia mais CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013
CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 I. Âmbito de Aplicação e Princípios Gerais...4 Artigo 1.º Âmbito Pessoal...4 Artigo 2.º Âmbito Territorial...4 Artigo 3.º Princípios Gerais...4 Artigo Leia mais PROCEDIMENTO INTERNO
1. Objectivo Definir quais os procedimentos a adoptar nas práticas do funcionamento do Núcleo de Documentação do Centro Hospitalar Cova da Beira. 2. Aplicação Bibliotecas do Núcleo de Documentação do Centro Leia mais Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO
Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de Leia mais DIPLOMACIA Introdução
DIPLOMACIA Introdução Ao longo dos tempos, o pensamento político e o pensamento jurídico sempre foram o reflexo das relações entre os homens, os povos, os Estados e as Nações. Foram se operando constantemente Leia mais REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA DO INFARMED, I.P.
REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA DO INFARMED, I.P. 1. ÂMBITO E MISSÃO... 2 2. LOCALIZAÇÃO... 2 3. HORÁRIO... 2 4. ACESSO... 2 5. LEITORES... 3 6. SERVIÇOS DISPONIBILIZADOS PELO Leia mais Licenciatura em Ciências Biológicas pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em 1968;
CURRICULUM VITAE Nome científico: A. E. Gonçalves Nome completo: António Esteves Gonçalves Local e Data de nascimento: Évora (Santo Antão), 6 de Fevereiro de 1939 Nacionalidade: Portuguesa Bilhete de Identidade: Leia mais PROGRAMA DE APOIO À RECUPERAÇÃO DE ARQUIVOS E DOCUMENTOS DE INTERESSE MUNICIPAL (PARADIM): REGULAMENTO
PROGRAMA DE APOIO À RECUPERAÇÃO DE ARQUIVOS E DOCUMENTOS DE INTERESSE MUNICIPAL (PARADIM): REGIME DE DEPÓSITO DE ARQUIVOS E DOCUMENTOS NO ARQUIVO MUNICIPAL DE CONSTÂNCIA REGULAMENTO Diário da República, Leia mais Colecções fotográficas da Biblioteca de Arte: políticas de acesso e difusão
Disponibilizar informação na Web : problemáticas e desafios Porto, CPF, 30 Outubro 2007 Colecções fotográficas da Biblioteca de Arte: políticas de acesso e difusão Fundação Calouste Gulbenkian- Biblioteca Leia mais ARQUIVOS MUNICIPAIS NO ESTADO DE GOIÁS
1 ARQUIVOS MUNICIPAIS NO ESTADO DE GOIÁS Antônio César Caldas Pinheiro 1 A obrigatoriedade legal de guarda dos documentos produzidos e acumulados pelos governos municipais não é somente preocupação atual. Leia mais O Arquivo Municipal de Lisboa: modelos em prática Inês Morais Viegas
O Arquivo unicipal de Lisboa: modelos em prática Inês orais Viegas I ntrodução: Os Arquivos constituem a memória de uma organização, qualquer que seja a sociedade, empresa ou instituição, a fim de suportar Leia mais REFORMA E CONTRARREFORMA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros
REFORMA E CONTRARREFORMA Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros INTRODUÇÃO A Reforma Religiosa e o Renascimento ocorreram na mesma época e expressam a grande renovação de ideias Leia mais Decreto-lei n.º 205/93 de 14 de Junho (DR 137/93 SÉRIE I-A de 1993-06-14)
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Decreto-lei n.º 205/93 de 14 de Junho (DR 137/93 SÉRIE I-A de 1993-06-14) O desenvolvimento das relações de cooperação entre Portugal e os países africanos de língua Leia mais CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 5
CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 5 APRESENTAÇÃO. O presente número dos Cadernos de Sociomuseologia, reúne um conjunto de documentos sobre museologia e património que se encontram dispersos e muitas Leia mais Separação entre Estado e Igreja (20 de Abril de 1911) Cota CMPV/0015 Diários do Governo
Separação entre Estado e Igreja (20 de Abril de 1911) Cota CMPV/0015 Diários do Governo NEWSLETTER: Dando continuidade à nossa nova rubrica on-line: Páginas de História com Estórias, passamos a apresentar Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais
HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL Distribuição dos tempos letivos disponíveis para o 5 º ano de escolaridade 1º Período 2º Período 3º Período *Início:15-21 de setembro 2015 *Fim:17 dezembro 2015 *Início:4 Leia mais UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Leia mais Reformas Religiosas: Reforma e Contra-Reforma
Ano Lectivo 2010/2011 HISTÓRIA Agrupamento de Escolas de Fronteira Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso 8º Ano Apresentação nº 10 Renascimento e Reforma Reformas Religiosas: Reforma e Contra-Reforma Leia mais CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS COMITÉ DAS NORMAS DE DESCRIÇÃO. Orientações para a Preparação e Apresentação de Instrumentos de.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS COMITÉ DAS NORMAS DE DESCRIÇÃO Relatório do Sub-comité sobre os Instrumentos de Descrição Orientações para a Preparação e Apresentação de Instrumentos de Descrição 1. Leia mais DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS. PT, Lisboa, Direcção-Geral de Arquivos
DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS PT, Lisboa, Direcção-Geral de Arquivos 1 DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS Digitalização e disponibilização de informação: experiência portuguesa 2.534.211 Leia mais 4ª Sessão do Seminário História Religiosa Moderna - 15/6/2010 - apresentação
4ª Sessão do Seminário História Religiosa Moderna - 15/6/2010 - apresentação O clero regular em África - Manuel Lobato (Instituto de Investigação Científica Tropical, Lisboa) Na apresentação inicial que Leia mais REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTÓRICO DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTÓRICO DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS O presente regulamento estabelece os princípios e as normas aplicáveis ao Arquivo Histórico da Caixa Geral de Leia mais Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS)
Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS) Este Regulamento aplica-se a todos os utilizadores do Serviço Leia mais Para Preservar e Divulgar a Memória do Porto. Os Arquivos das Organizações Populares.
Universidade Popular do Porto Candidatura de projecto à Porto 2001 SA, Capital da Cultura Para Preservar e Divulgar a Memória do Porto. Os Arquivos das Organizações Populares. Agosto de 1999 (reformulado Leia mais BIBLIOTECA CENTRAL DE MARINHA BI PLANEAMENTO DA DE DESINFESTAÇÃO ACÇÕES DE - DESINFESTAÇÃO BIBLIOTECA BCM E ARQUIVO HISTÓRICO
BIBLIOTECA CENTRAL I - OBJECTIVO A presente norma técnica tem por objectivo estabelecer o desenvolvimento das normas arquivistas e documentais do ARQUIVO HISTÓRICO (AH) decorrentes do REGULAMENTO INTERNO Leia mais COMUNICAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO
COMUNICAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Data 3 de Novembro a 15 de Dezembro de 2015 Ação de formação Área temática Cód. Ref. Formadores Horário INTRODUÇÃO À ARQUIVÍSTICA Gestão Documental S16 Helena Neves / Rui Leia mais ENCICLOPÉDIA VERBO LUSO-BRASILEIRA DE CULTURA EDIÇÃO SÉCULO XXI
ENCICLOPÉDIA VERBO LUSO-BRASILEIRA DE CULTURA EDIÇÃO SÉCULO XXI A Enciclopédia VERBO, Edição Século XXI constitui o mais formidável conjunto organizado de conhecimentos, culturais, científicos e outros, Leia mais PLANO DE ACTIVIDADES
PLANO DE ACTIVIDADES 2006 [aprovado em reunião do CC em 11 de Novembro 2005] Introdução O IPRI-UNL definiu como objectivo fundamental para a sua actividade constituir-se como uma estrutura institucional Leia mais CURRICULUM VITAE DE ANA MADALENA TRIGO DE SOUSA INVESTIGADORA-AUXILIAR DO CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA DO ATLÂNTICO (CEHA) FUNCHAL, 2015
CURRICULUM VITAE DE ANA MADALENA TRIGO DE SOUSA INVESTIGADORA-AUXILIAR DO CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA DO ATLÂNTICO (CEHA) FUNCHAL, 2015 1 IDENTIFICAÇÃO PESSOAL Nome Ana Madalena Rosa Barros Trigo de Leia mais PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO. A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, doravante designado por OTOC, pessoa
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Entre A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, doravante designado por OTOC, pessoa coletiva n.º 503692310 com sede na Av.ª Barbosa du Bocage, 45 em LISBOA, representado pelo seu Leia mais REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE ANÚNCIO DE CONCURSO O Gabinete do Ordenador Nacional para a Cooperação Leia mais PATRIMÓNIO DE ORIGEM PORTUGUESA NO MUNDO ARQUITECTURA E URBANISMO Apresentação 24.05.2010
1 PATRIMÓNIO DE ORIGEM PORTUGUESA NO MUNDO ARQUITECTURA E URBANISMO Apresentação 24.05.2010 Tenho a honra de apresentar o primeiro volume do inventário do património de origem portuguesa no mundo elaborado Leia mais 1 de 5 8/4/2010 14:51
1 de 5 8/4/2010 14:51 Ato assinado por ocasião da Audiência Privada do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com Sua Santidade o Papa Bento XVI - Vaticano, 13 de novembro de 2008 ACORDO ENTRE A REPÚBLICA Leia mais PRÁTICAS MUSICAIS LOCAIS: ALGUNS INDICADORES PRELIMINARES 1
PRÁTICAS MUSICAIS LOCAIS: ALGUNS INDICADORES PRELIMINARES 1 Salwa El-Shawan Castelo-Branco Maria João Lima A música enquanto processo social, produto cultural e comportamento expressivo desempenha um papel Leia mais PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008
PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb, Leia mais CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA
CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música, Leia mais Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca. Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo
Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo Avanca 2009 Preâmbulo O Arquivo é, sem dúvida, a materialização da memória colectiva. É com base neste Leia mais AGRADECIMENTOS 17 PREFÁCIO 21. INTRODUçAo 33 I PARTE - GEOGRAFIA E HISTÓRIA CIVIL 37. Geografia 39 História Civil ~ 43
AGRADECIMENTOS 17 PREFÁCIO 21 INTRODUçAo 33 I PARTE - GEOGRAFIA E HISTÓRIA CIVIL 37 Geografia 39 História Civil ~ 43 11PARTE - HISTÓRIA ECLESIÁSTICA - I PERÍODO.47 Os Dominicanos na Insulíndia 49 Capítulo Leia mais GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL 6 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP UNIDADE DE ESTUDO 06 OBJETIVOS - Localizar, na História, a Idade Média; Leia mais HISTORIA DE PORTUGAL
A. H. DE OLIVEIRA MARQUES HISTORIA DE PORTUGAL Manual para uso de estudantes e outros curiosos de assuntos do passado pátrio EDITORIAL PRESENÇA ÍNDICE GERAL PREFACIO 11 INTRODUÇÃO AS RAÍZES DE UMA NAÇÃO Leia mais Maria Inês Cordeiro e António Tavares Lopes Panorama da edição e utilização das publicações periódicas Coimbra, 6 de Maio de 2009
Exploração de domínios analíticos para a redescoberta da Colóquio Letras Maria Inês Cordeiro e António Tavares Lopes Panorama da edição e utilização das publicações periódicas Coimbra, 6 de Maio de 2009 Leia mais C U R R I C U L U M V I T A E JOSÉ DE OLIVEIRA ASCENSÃO. Professor catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa
PROF. DOUTOR J. OLIVEIRA ASCENSÃO C U R R I C U L U M V I T A E DE JOSÉ DE OLIVEIRA ASCENSÃO Professor catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa PROF. DOUTOR J. OLIVEIRA ASCENSÃO 2 1. Dados Pessoais Leia mais IV ENCONTRO NACIONAL DE ARQUIVOS MUNICIPAIS
IV ENCONTRO NACIONAL DE ARQUIVOS MUNICIPAIS Tema: Os Arqu ivos Municipais e a Administração Sllb-temas: 1. Os Arquivos Municipais na sociedade de informação: realidades e projectos. 2. As tecnologias de Leia mais Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista
Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique Programa de Acção Luis Filipe Baptista ENIDH, Setembro de 2013 Motivações para esta candidatura A sociedade actual está a mudar muito Leia mais Ministério da Cultura
Ministério da Cultura Decreto lei n.º 7/03 de 6 de Junho Considerando a criação do Ministério da Cultura através do Decreto Lei n.º 16/02, de 9 de Dezembro; Convindo garantir o seu funcionamento de acordo Leia mais CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA DIRECÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA GRUPO DE TRABALHO PARA AS COMEMORAÇÕES MUNICIPAIS DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA PLANO DE ACTIVIDADES (2010) Lisboa, Dezembro de 2009 1 Comemorações Leia mais Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde
Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde 1 1545 1563 Concílio de Trento. 2 1567 Fundação da Congregação de S. Bento no reino de Portugal. 3 1569 O Mosteiro beneditino de São Martinho de Tibães torna-se Leia mais Repositório.UL. Política de depósito da UL e políticas editoriais (Ciências)
Repositório.UL Política de depósito da UL e políticas editoriais (Ciências) Marta Nogueira; Cristina Domingues Universidade de Lisboa - Grupo de trabalho do Repositório.UL http://repositorio.ul.pt / repositorio@reitoria.ul.pt Leia mais David Sampaio Dias Barbosa
David Sampaio Dias Barbosa Morada institucional Universidade Católica Portuguesa CEHR - Universidade Católica Portuguesa - Palma de Cima 2649-023 Lisboa PORTUGAL Formação académica 1972 - Licenciatura Leia mais Separata do Guia Técnico Monumentos e Museus de Portugal, 2009. Museu Nacional de Arqueologia Lisboa
Separata do Guia Técnico Monumentos e Museus de Portugal, 2009 Museu Nacional de Arqueologia Lisboa Museu Nacional de Arqueologia APRESENTAÇÃO O Museu Nacional de Arqueologia (MNA), fundado em 1893, ocupa, Leia mais Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental
Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental I. Contexto Criada em 1996, a reúne atualmente oito Estados Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Leia mais Doutoramento em História e Filosofia das Ciências 2014-2015
Doutoramento em História e Filosofia das Ciências 2014-2015 Secção Autónoma de História e Filosofia das Ciências Contactos: Secção Autónoma de História e Filosofia das Ciências Faculdade de Ciências da Leia mais I. conhecer o Projeto Político-Pedagógico deste estabelecimento d e ensino;
Compete ao Secretário Escolar: I. conhecer o Projeto Político-Pedagógico deste estabelecimento d e ensino; II. cumprir a legislação em vigor e as instruções normativas emanadas da SEED, que regem o registro Leia mais Portugal Making sure your health comes first. www.medicalport.org. Prestador Global de Turismo Médico. Copyright Medical Port 2015
Portugal Making sure your health comes first www.medicalport.org SOBRE PORTUGAL O Índice Global da Competitividade 2014 2015 posiciona Portugal em 24º lugar no campo da Saúde e da Educação Primária com Leia mais MUNICÍPIO DE FIGUEIRÓ DOS VINHOS
1 Missão da Biblioteca Os princípios orientadores da Biblioteca Municipal Simões de Almeida (tio) têm como base o Manifesto da UNESCO sobre as Bibliotecas Públicas, pelo que no cumprimento da sua missão Leia mais Ágatha Francesconi Gatti
Ágatha Francesconi Gatti contato: agatha_gatti@yahoo.com.br link para o currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/3170048013948376 FORMAÇÃO ACADÊMICA / TITULAÇÃO Graduação em História (fev.2001-dez.2005): Leia mais CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM
CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Pedro Jorge Richheimer Marta de Sequeira Marília Oliveira Inácio Henriques 1 P á g i n a 1. Enquadramento da Candidatura Leia mais Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior
Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Francisco Correia Departamento de Difusão e Promoção Instituto Nacional de Estatística Avenida António José de Almeida 1000-043 Lisboa Tel: 218426143 Leia mais FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos
FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística e Planeamento Leia mais NOTAS PARA A HISTORIA DOS PILOTOS EM PORTUGAL
ISSN 0870-6735 CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA E CARTOGRAFIA ANTIGA SÉRIE SEPARATAS 231 NOTAS PARA A HISTORIA DOS PILOTOS EM PORTUGAL POR MARIA EMILIA MADEIRA SANTOS INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Leia mais 1 REGISTRO, Tânia Cristina. O arranjo de fotografias em unidades de informação: fundamentos teóricos e
Michelle Cartolano de Castro Ribeiro. Catolicismo e Espiritismo: potenciais de pesquisa a partir do Fundo José Pedro Miranda (Centro Universitário Barão de Mauá pós-graduando) O espaço de estudo usado Leia mais A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO
A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO (Nota: Esta Comunicação foi amputada, de forma Subtil, de cerca 700 caracteres por imposição da organização Leia mais Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013
Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 A. Âmbito e objetivos do exercício de avaliação A Fundação para Leia mais Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO
Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Centro Ciência Viva de Constância torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência Leia mais NORMATIVAS PASTORAIS PARA A CELEBRAÇÃO DO BATISMO
DIOCESE DE BRAGANÇA MIRANDA NORMATIVAS PASTORAIS PARA A CELEBRAÇÃO DO BATISMO Para os Párocos e respetivas comunidades Cristãs, especialmente para os Pais e para os Padrinhos 2012 1 A ESCLARECIMENTO PRÉVIO Leia mais Os Arquivos da Inquisição
A/495306 Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha Os Arquivos da Inquisição Série IDD's Arquivo Nacional da Torre do Tombo Serviço de Publicações e Divulgação Lisboa -1990 Nota prévia 7 Prefácio Introdução Leia mais Ângela Maria Vieira Domingues. Curriculum Vitae
Ângela Maria Vieira Domingues Curriculum Vitae Lisboa Fevereiro de 2006 I - IDENTIFICAÇÃO Ângela Maria Vieira Domingues Nascida a 08 de Julho de 1962 Casada Portadora do B.I. nº 5347476, emitido pelo Arquivo Leia mais NAVEGAÇÃO, COMÉRCIO E RELAÇÕES POLÍTICAS: OS PORTUGUESES NO MEDITERRÂNEO OCIDENTAL (1385-1466)
TEXTOS UNIVERSITÁRIOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS NAVEGAÇÃO, COMÉRCIO E RELAÇÕES POLÍTICAS: OS PORTUGUESES NO MEDITERRÂNEO OCIDENTAL (1385-1466) Filipe Themudo Barata FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN JUNTA Leia mais Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP.
Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP. Jornada Gestão da informação arquivística numa Administração Pública renovada 20 de Outubro 2011 Projecto de tratamento e divulgação do arquivo da Fundação para Leia mais MUSEU DO AZULEJO APRESENTAÇÃO
MUSEU DO AZULEJO APRESENTAÇÃO O Museu Nacional do Azulejo tem por missão recolher, conservar, estudar e divulgar exemplares representativos da evolução da Cerâmica e do Azulejo em Portugal, promovendo Leia mais Decreto n.º 20/92 de 4 de Abril Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola na Área das Finanças Públicas
Decreto n.º 20/92 de 4 de Abril Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República Popular de Angola na Área das Finanças Públicas Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, Leia mais CEBE. Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO
CEBE Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO ÍNDICE Introdução 3 Pag 1 Regime de funcionamento 4 1.1 Horário 5 1.2 Acesso, circulação e saída da CEBE 6 2 Estrutura Pedagógica e Administrativa Leia mais Decreto n.º 17/2000 Acordo entre a República Portuguesa e a República de Cuba sobre Cooperação Cultural, assinado em Havana em 8 de Julho de 1998
Decreto n.º 17/2000 Acordo entre a República Portuguesa e a República de Cuba sobre Cooperação Cultural, assinado em Havana em 8 de Julho de 1998 Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 197.º da Constituição, Leia mais M U N I C Í P I O D E B R A G A
REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO E FUNÇÕES DO ARQUIVO MUNICIPAL Artigo 1º O Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Braga (C.M.B.) compreende e unifica numa só estrutura o âmbito, Leia mais Decreto n.º 22/95 Acordo de Cooperação Cultural e Científica entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da Federação da Rússia
Decreto n.º 22/95 Acordo de Cooperação Cultural e Científica entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da Federação da Rússia Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, Leia mais 1. QUADRO DE REFERÊNCIA
PROTOCOLO entre Ministério da Justiça Presidência do Conselho de Ministros APS Associação Portuguesa de Seguradores DECO Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor ACP Automóvel Clube de Portugal Leia mais Do (re)conhecimento à salvaguarda e valorização do património corticeiro em Portugal: o Núcleo da Mundet do Ecomuseu Municipal do Seixal
Encontro internacional PATRIMÓNIO CULTURAL, A CORTIÇA E OS MUSEUS Auditório Municipal Fórum Cultural do Seixal 2-3 Julho 2010 Do (re)conhecimento à salvaguarda e valorização do património corticeiro em Leia mais Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação
Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação 1 Incentivos financeiros à internacionalização Em 2010 os incentivos financeiros à internacionalização, não considerando Leia mais RELATÓRIO DE ACTIVIDADES RELATÓRIO DE CONTAS
ASSOCIAÇÃO DOS BOLSEIROS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA RELATÓRIO DE ACTIVIDADES RELATÓRIO DE CONTAS 2003 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2003 A Associação dos Bolseiros de Investigação Científica, doravante denominada Leia mais Anexo C. Estabelecimentos de Ensino Superior. Índice
Anexo C Estabelecimentos de Ensino Superior Índice Anexo C1 - Estabelecimentos de Ensino Superior: Situação em 1980...c.2 Anexo C2 - Estabelecimentos de Ensino Superior: Situação em 1990...c.4 Anexo C3 Leia mais A INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIA POLÍTICA E A SUA EVOLUÇÃO
A INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIA POLÍTICA E A SUA EVOLUÇÃO Alexandre Homem de Cristo A ciência política cresceu e afirmou-se enquanto disciplina científica em Portugal, desde os anos 1990, sendo a face mais evidente Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: artigo 13
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 artigo 200
 artigo 197
 Artigo 1
 artigo 200