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Timestamp: 2020-07-04 19:01:28+00:00

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Lei do Consórcio - Lei 11795/08 | Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008, Presidência da Republica
Lei do Consórcio - Lei 11795/08 | Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008
Dispõe sobre o Sistema de Consórcio. Ver tópico (29615 documentos)
Art. 1o O Sistema de Consórcios, instrumento de progresso social que se destina a propiciar o acesso ao consumo de bens e serviços, constituído por administradoras de consórcio e grupos de consórcio, será regulado por esta Lei. Ver tópico (83 documentos)
Art. 2o Consórcio é a reunião de pessoas naturais e jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida por administradora de consórcio, com a finalidade de propiciar a seus integrantes, de forma isonômica, a aquisição de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento. Ver tópico (683 documentos)
Art. 3o Grupo de consórcio é uma sociedade não personificada constituída por consorciados para os fins estabelecidos no art. 2o. Ver tópico (653 documentos)
§ 1o O grupo de consórcio será representado por sua administradora, em caráter irrevogável e irretratável, ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, na defesa dos direitos e interesses coletivamente considerados e para a execução do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico (66 documentos)
§ 2o O interesse do grupo de consórcio prevalece sobre o interesse individual do consorciado. Ver tópico (445 documentos)
§ 3o O grupo de consórcio é autônomo em relação aos demais e possui patrimônio próprio, que não se confunde com o de outro grupo, nem com o da própria administradora. Ver tópico (36 documentos)
§ 4o Os recursos dos grupos geridos pela administradora de consórcio serão contabilizados separadamente. Ver tópico (10 documentos)
Art. 4o Consorciado é a pessoa natural ou jurídica que integra o grupo e assume a obrigação de contribuir para o cumprimento integral de seus objetivos, observado o disposto no art. 2o. Ver tópico (35 documentos)
Art. 5o A administradora de consórcios é a pessoa jurídica prestadora de serviços com objeto social principal voltado à administração de grupos de consórcio, constituída sob a forma de sociedade limitada ou sociedade anônima, nos termos do art. 7o, inciso I. Ver tópico (1089 documentos)
§ 1o A administradora de consórcio deve figurar no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, na qualidade de gestora dos negócios dos grupos e de mandatária de seus interesses e direitos. Ver tópico (29 documentos)
§ 2o Os diretores, gerentes, prepostos e sócios com função de gestão na administradora de consórcio são depositários, para todos os efeitos, das quantias que a administradora receber dos consorciados na sua gestão, até o cumprimento da obrigação assumida no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, respondendo pessoal e solidariamente, independentemente da verificação de culpa, pelas obrigações perante os consorciados. Ver tópico (136 documentos)
§ 3o A administradora de consórcio tem direito à taxa de administração, a título de remuneração pela formação, organização e administração do grupo de consórcio até o encerramento deste, conforme o art. 32, bem como o recebimento de outros valores, expressamente previstos no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, observados ainda os arts. 28 e 35. Ver tópico (627 documentos)
§ 5o Os bens e direitos adquiridos pela administradora em nome do grupo de consórcio, inclusive os decorrentes de garantia, bem como seus frutos e rendimentos, não se comunicam com o seu patrimônio, observado que: Ver tópico (43 documentos)
I - não integram o ativo da administradora; Ver tópico (2 documentos)
II - não respondem direta ou indiretamente por qualquer obrigação da administradora; Ver tópico (3 documentos)
III - não compõem o elenco de bens e direitos da administradora, para efeito de liquidação judicial ou extrajudicial; Ver tópico (7 documentos)
IV - não podem ser dados em garantia de débito da administradora. Ver tópico (1 documento)
§ 6o A administradora estará desobrigada de apresentar certidão negativa de débitos, expedida pelo Instituto Nacional da Seguridade Social, e Certidão Negativa de Tributos e Contribuições, expedida pela Secretaria da Receita Federal, relativamente à própria empresa, quando alienar imóvel integrante do patrimônio do grupo de consórcio. Ver tópico
§ 7o No caso de o bem recebido ser um imóvel, as restrições enumeradas nos incisos II a IV do § 5o deste artigo deverão ser averbadas no registro de imóveis competente. Ver tópico (19 documentos)
Art. 6o A normatização, coordenação, supervisão, fiscalização e controle das atividades do sistema de consórcios serão realizados pelo Banco Central do Brasil. Ver tópico (229 documentos)
Art. 7o Compete ao Banco Central do Brasil: Ver tópico (326 documentos)
I - conceder autorização para funcionamento, transferência do controle societário e reorganização da sociedade e cancelar a autorização para funcionar das administradoras de consórcio, segundo abrangência e condições que fixar; Ver tópico (68 documentos)
II - aprovar atos administrativos ou societários das administradoras de consórcio, segundo abrangência e condições que fixar; Ver tópico (2 documentos)
III - baixar normas disciplinando as operações de consórcio, inclusive no que refere à supervisão prudencial, à contabilização, ao oferecimento de garantias, à aplicação financeira dos recursos dos grupos de consórcio, às condições mínimas que devem constar do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, à prestação de contas e ao encerramento do grupo de consórcio; Ver tópico (18 documentos)
IV - fixar condições para aplicação das penalidades em face da gravidade da infração praticada e da culpa ou dolo verificados, inclusive no que se refere à gradação das multas previstas nos incisos V e VI do art. 42; (Revogado pela Medida Provisória nº 784, de 2017) Ver tópico (2 documentos)
(Revogado pela Medida Provisória nº 784, de 2017) Vigência encerrada (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017)
V - fiscalizar as operações de consórcio, as administradoras de consórcio e os atos dos respectivos administradores e aplicar as sanções; Ver tópico (25 documentos)
VI - estabelecer os procedimentos relativos ao processo administrativo e o julgamento das infrações a esta Lei, às normas infralegais e aos termos dos contratos de participação em grupo de consórcio, por adesão, formalizados; Ver tópico
VII - intervir nas administradoras de consórcio e decretar sua liquidação extrajudicial na forma e condições previstas na legislação especial aplicável às instituições financeiras. Ver tópico (19 documentos)
Art. 8o No exercício da fiscalização prevista no art. 7o, o Banco Central do Brasil poderá exigir das administradoras de consórcio, bem como de seus administradores, a exibição a funcionários seus, expressamente credenciados, de documentos, papéis, livros de escrituração e acesso aos dados armazenados nos sistemas eletrônicos, considerando-se a negativa de atendimento como embaraço à fiscalização, sujeita às penalidades previstas nesta Lei, sem prejuízo de outras medidas e sanções cabíveis. Ver tópico (14 documentos)
Art. 9o (VETADO) Ver tópico (5 documentos)
Art. 10. O contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, é o instrumento plurilateral de natureza associativa cujo escopo é a constituição de fundo pecuniário para as finalidades previstas no art. 2o. Ver tópico (1029 documentos)
§ 1o O contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, criará vínculos obrigacionais entre os consorciados, e destes com a administradora, para proporcionar a todos igual condição de acesso ao mercado de consumo de bens ou serviços. Ver tópico (34 documentos)
§ 3o A proposta de participação é o instrumento pelo qual o interessado formaliza seu pedido de participação no grupo de consórcio, que se converterá no contrato, observada a disposição constante do Ver tópico (13 documentos)
§ 4o, se aprovada pela administradora. Ver tópico (7 documentos)
§ 4o O contrato de participação em grupo de consórcio aperfeiçoar-se-á na data de constituição do grupo, observado o art. 16. Ver tópico (7 documentos)
§ 5o É facultada a estipulação de multa pecuniária em virtude de descumprimento de obrigação contratual, que a parte que lhe der causa pagará à outra. Ver tópico (165 documentos)
§ 6o O contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, de consorciado contemplado é título executivo extrajudicial. Ver tópico (598 documentos)
Art. 11. O contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, implicará atribuição de uma cota de participação no grupo, numericamente identificada, nela caracterizada o bem ou serviço. Ver tópico (16 documentos)
Art. 12. O contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, poderá ter como referência bem móvel, imóvel ou serviço de qualquer natureza. Ver tópico (31 documentos)
Parágrafo único. O contrato de grupo para a aquisição de bem imóvel poderá estabelecer a aquisição de imóvel em empreendimento imobiliário. Ver tópico
Art. 13. Os direitos e obrigações decorrentes do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, poderão ser transferidos a terceiros, mediante prévia anuência da administradora. Ver tópico (189 documentos)
Art. 14. No contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, devem estar previstas, de forma clara, as garantias que serão exigidas do consorciado para utilizar o crédito. Ver tópico (595 documentos)
§ 1o As garantias iniciais em favor do grupo devem recair sobre o bem adquirido por meio do consórcio. Ver tópico (42 documentos)
§ 2o No caso de consórcio de bem imóvel, é facultado à administradora aceitar em garantia outro imóvel de valor suficiente para assegurar o cumprimento das obrigações pecuniárias do contemplado em face do grupo. Ver tópico (17 documentos)
§ 3o Admitem-se garantias reais ou pessoais, sem vinculação ao bem referenciado, no caso de consórcio de serviço de qualquer natureza, ou quando, na data de utilização do crédito, o bem estiver sob produção, incorporação ou situação análoga definida pelo Banco Central do Brasil. Ver tópico (19 documentos)
§ 4o A administradora pode exigir garantias complementares proporcionais ao valor das prestações vincendas. Ver tópico (157 documentos)
§ 5o A administradora deve indenizar o grupo na ocorrência de eventuais prejuízos decorrentes: Ver tópico (40 documentos)
I - de aprovação de garantias insuficientes, inclusive no caso de substituição de garantias dadas na forma dos §§ 1o, 2o e 3o; Ver tópico (20 documentos)
II - de liberação de garantias enquanto o consorciado não tiver quitado sua participação no grupo. Ver tópico (7 documentos)
§ 6o Para os fins do disposto neste artigo, o oferecedor de garantia por meio de alienação fiduciária de imóvel ficará responsável pelo pagamento integral das obrigações pecuniárias estabelecidas no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, inclusive da parte que remanescer após a execução dessa garantia. Ver tópico (13 documentos)
§ 7o A anotação da alienação fiduciária de veículo automotor ofertado em garantia ao grupo de consórcio no certificado de registro a que se refere o Código de Trânsito Brasileiro, Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997, produz efeitos probatórios contra terceiros, dispensado qualquer outro registro público. Ver tópico (66 documentos)
Art. 15. A participação de um mesmo consorciado em um grupo de consórcio, para os grupos constituídos a partir da edição desta Lei, fica limitada ao percentual de cotas, a ser fixado pelo Banco Central do Brasil. Ver tópico (14 documentos)
§ 1o A administradora de consórcio pode adquirir cotas de grupo de consórcio, inclusive sob sua administração. Ver tópico
§ 2o A administradora de consórcio, em qualquer hipótese, somente poderá concorrer a sorteio ou lance após a contemplação de todos os demais consorciados. Ver tópico
§ 3o O disposto nos §§ 1o e 2o aplica-se, inclusive: Ver tópico
I - aos administradores e pessoas com função de gestão na administradora; Ver tópico
II - aos administradores e pessoas com função de gestão em empresas coligadas, controladas ou controladoras da administradora; Ver tópico
III - às empresas coligadas, controladas ou controladoras da administradora. Ver tópico
§ 4o O percentual referido no caput aplica-se cumulativamente às pessoas relacionadas nos §§ 1o a 3o. Ver tópico
Art. 16. Considera-se constituído o grupo de consórcio com a realização da primeira assembléia, que será designada pela administradora de consórcio quando houver adesões em número e condições suficientes para assegurar a viabilidade econômico-financeira do empreendimento. Ver tópico (15 documentos)
Art. 17. O grupo deve escolher, na primeira assembléia geral ordinária, até 3 (três) consorciados, que o representarão perante a administradora com a finalidade de acompanhar a regularidade de sua gestão, com mandato igual à duração do grupo, facultada a substituição por decisão da maioria dos consorciados em assembléia geral. Ver tópico (18 documentos)
Parágrafo único. No exercício de sua função, os representantes terão, a qualquer tempo, acesso a todos os documentos e demonstrativos pertinentes às operações do grupo, podendo solicitar informações e representar contra a administradora na defesa dos interesses do grupo, perante o órgão regulador e fiscalizador. Ver tópico (5 documentos)
Art. 18. A assembléia geral ordinária será realizada na periodicidade prevista no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, e destina-se a apreciação de contas prestadas pela administradora e a realização de contemplações. Ver tópico (25 documentos)
Art. 19. A assembléia geral extraordinária será convocada pela administradora, por iniciativa própria ou por solicitação de 30% (trinta por cento) dos consorciados ativos do grupo, para deliberar sobre quaisquer outros assuntos que não os afetos à assembléia geral ordinária. Ver tópico (24 documentos)
Art. 20. A cada cota de consorciado ativo corresponderá um voto nas deliberações das assembléias gerais ordinárias e extraordinárias, que serão tomadas por maioria simples. Ver tópico (36 documentos)
§ 1o A representação do ausente pela administradora na assembléia geral ordinária dar-se-á com a outorga de poderes, desde que prevista no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico
§ 2o A representação de ausentes nas assembléias gerais extraordinárias dar-se-á com a outorga de poderes específicos, inclusive à administradora, constando obrigatoriamente informações relativas ao dia, hora e local e assuntos a serem deliberados. Ver tópico
§ 3o Somente o consorciado ativo não contemplado participará da tomada de decisões em assembléia geral extraordinária convocada para deliberar sobre: Ver tópico (4 documentos)
I - suspensão ou retirada de produção do bem ou extinção do serviço objeto do contrato; Ver tópico (1 documento)
II - extinção do índice de atualização do valor do crédito e das parcelas, indicado no contrato; Ver tópico
III - encerramento antecipado do grupo; Ver tópico
IV - assuntos de seus interesses exclusivos. Ver tópico
Art. 21. Para os fins do disposto nos arts. 19 e 20, é consorciado ativo aquele que mantém vínculo obrigacional com o grupo, excetuado o participante inadimplente não contemplado e o excluído, conforme definição do art. 29. Ver tópico (107 documentos)
Art. 22. A contemplação é a atribuição ao consorciado do crédito para a aquisição de bem ou serviço, bem como para a restituição das parcelas pagas, no caso dos consorciados excluídos, nos termos do art. 30. Ver tópico (4791 documentos)
§ 1o A contemplação ocorre por meio de sorteio ou de lance, na forma prevista no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico (288 documentos)
§ 2o Somente concorrerá à contemplação o consorciado ativo, de que trata o art. 21, e os excluídos, para efeito de restituição dos valores pagos, na forma do art. 30. Ver tópico (937 documentos)
§ 3o O contemplado poderá destinar o crédito para a quitação total de financiamento de sua titularidade, sujeita à prévia anuência da administradora e ao atendimento de condições estabelecidas no contrato de consórcio de participação em grupo. Ver tópico (39 documentos)
Art. 23. A contemplação está condicionada à existência de recursos suficientes no grupo para a aquisição do bem, conjunto de bens ou serviços em que o grupo esteja referenciado e para a restituição aos excluídos. Ver tópico (136 documentos)
Art. 24. O crédito a que faz jus o consorciado contemplado será o valor equivalente ao do bem ou serviço indicado no contrato, vigente na data da assembléia geral ordinária de contemplação. Ver tópico (923 documentos)
§ 1o O crédito de que trata este artigo será acrescido dos rendimentos líquidos financeiros proporcionais ao período que ficar aplicado, compreendido entre a data em que colocado à disposição até a sua utilização pelo consorciado contemplado. Ver tópico (264 documentos)
§ 2o Nos casos em que o objeto do contrato não possa ser perfeitamente identificado, o valor do crédito e a sua atualização deverão estar previstos no contrato, sem prejuízo do acréscimo dos rendimentos líquidos de que trata o § 1o. Ver tópico (4 documentos)
§ 3o A restituição ao consorciado excluído, calculada nos termos do art. 30, será considerada crédito parcial. Ver tópico (71 documentos)
Art. 25. Considera-se fundo comum, para os fins desta Lei, os recursos do grupo destinados à atribuição de crédito aos consorciados contemplados para aquisição do bem ou serviço e à restituição aos consorciados excluídos dos respectivos grupos, bem como para outros pagamentos previstos no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico (456 documentos)
Parágrafo único. O fundo comum é constituído pelo montante de recursos representados por prestações pagas pelos consorciados para esse fim e por valores correspondentes a multas e juros moratórios destinados ao grupo de consórcio, bem como pelos rendimentos provenientes de sua aplicação financeira. Ver tópico (38 documentos)
Art. 26. Os recursos dos grupos de consórcio, coletados pela administradora, a qualquer tempo, serão depositados em instituição financeira e devem ser aplicados na forma estabelecida pelo Banco Central do Brasil, desde a sua disponibilidade e enquanto não utilizados para as finalidades previstas no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico (51 documentos)
Art. 27. O consorciado obriga-se a pagar prestação cujo valor corresponde à soma das importâncias referentes à parcela destinada ao fundo comum do grupo, à taxa de administração e às demais obrigações pecuniárias que forem estabelecidas expressamente no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico (1191 documentos)
§ 1o As obrigações e os direitos do consorciado que tiverem expressão pecuniária são identificados em percentual do preço do bem ou serviço referenciado no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico (45 documentos)
§ 2o O fundo de reserva, se estabelecido no grupo de consórcio, somente poderá ser utilizado para as finalidades previstas no contrato de participação, inclusive para restituição a consorciado excluído. Ver tópico (409 documentos)
§ 3o É facultado estipular no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, a cobrança de valor a título de antecipação de taxa de administração, destinado ao pagamento de despesas imediatas vinculadas à venda de cotas de grupo de consórcio e remuneração de representantes e corretores, devendo ser: Ver tópico (304 documentos)
I - destacado do valor da taxa de administração que compõe a prestação, sendo exigível apenas no ato da assinatura do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão; Ver tópico (114 documentos)
II - deduzido do valor total da taxa de administração durante o prazo de duração do grupo. Ver tópico (109 documentos)
Art. 28. O valor da multa e de juros moratórios a cargo do consorciado, se previstos no contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão, será destinado ao grupo e à administradora, não podendo o contrato estipular para o grupo percentual inferior a 50% (cinqüenta por cento). Ver tópico (100 documentos)
Art. 29. (VETADO) Ver tópico (480 documentos)
Art. 30. O consorciado excluído não contemplado terá direito à restituição da importância paga ao fundo comum do grupo, cujo valor deve ser calculado com base no percentual amortizado do valor do bem ou serviço vigente na data da assembléia de contemplação, acrescido dos rendimentos da aplicação financeira a que estão sujeitos os recursos dos consorciados enquanto não utilizados pelo participante, na forma do art. 24, § 1o. Ver tópico (6384 documentos)
§ 1o (VETADO) Ver tópico (84 documentos)
§ 2o (VETADO) Ver tópico (73 documentos)
§ 3o (VETADO) Ver tópico (72 documentos)
Art. 31. Dentro de 60 (sessenta) dias, contados da data da realização da última assembléia de contemplação do grupo de consórcio, a administradora deverá comunicar: Ver tópico (1480 documentos)
I - aos consorciados que não tenham utilizado os respectivos créditos, que os mesmos estão à disposição para recebimento em espécie; Ver tópico (327 documentos)
II - (VETADO) Ver tópico (133 documentos)
III - (VETADO) Ver tópico (145 documentos)
Art. 32. O encerramento do grupo deve ocorrer no prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias, contado da data da realização da última assembléia de contemplação do grupo de consórcio e desde que decorridos, no mínimo, 30 (trinta) dias da comunicação de que trata o art. 31, ocasião em que se deve proceder à definitiva prestação de contas do grupo, discriminando-se: Ver tópico (726 documentos)
I - as disponibilidades remanescentes dos respectivos consorciados e participantes excluídos; Ver tópico (72 documentos)
II - os valores pendentes de recebimento, objeto de cobrança judicial. Ver tópico (3 documentos)
§ 1o Os valores pendentes de recebimento, uma vez recuperados, devem ser rateados proporcionalmente entre os beneficiários, devendo a administradora, até 120 (cento e vinte) dias após o seu recebimento, comunicar-lhes que os respectivos saldos estão à disposição para devolução em espécie. Ver tópico (17 documentos)
§ 2o Prescreverá em 5 (cinco) anos a pretensão do consorciado ou do excluído contra o grupo ou a administradora, e destes contra aqueles, a contar da data referida no caput. Ver tópico (93 documentos)
Art. 33. As disponibilidades financeiras remanescentes na data do encerramento do grupo são consideradas recursos não procurados pelos respectivos consorciados e participantes excluídos. Ver tópico (30 documentos)
Art. 34. A administradora de consórcio assumirá a condição de gestora dos recursos não procurados, os quais devem ser aplicados e remunerados em conformidade com os recursos de grupos de consórcio em andamento, nos termos estabelecidos no art. 26. Ver tópico (2 documentos)
Art. 35. É facultada a cobrança de taxa de permanência sobre o saldo de recursos não procurados pelos respectivos consorciados e participantes excluídos, apresentado ao final de cada mês, oriundos de contratos firmados a partir da vigência desta Lei, nos termos do contrato de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico (99 documentos)
Art. 36. As administradoras de consórcio deverão providenciar o pagamento no prazo máximo de 30 (trinta) dias corridos a contar do comparecimento do consorciado com direito a recursos não procurados. Ver tópico (15 documentos)
Art. 37. (VETADO) Ver tópico (2 documentos)
Art. 38. Os recursos não procurados, independentemente de sua origem, devem ter tratamento contábil específico, de maneira independente dos registros contábeis da administradora de consórcio. Ver tópico (8 documentos)
Art. 39. A administração especial e a liquidação extrajudicial de administradora de consórcio são regidas pela Lei no 6.024, de 13 de março de 1974, pelo Decreto-Lei no 2.321, de 25 de fevereiro de 1987, pela Lei no 9.447, de 14 de março de 1997, e por legislação superveniente aplicável às instituições financeiras, observado o disposto nesta Lei. Ver tópico (73 documentos)
Art. 40. A decretação da administração especial temporária ou da liquidação extrajudicial da administradora de consórcio não prejudicará a continuidade das operações dos grupos por ela administrados, devendo o conselho diretor ou o liquidante dar prioridade ao funcionamento regular dos grupos. Ver tópico (148 documentos)
§ 1o No caso de administração especial, o conselho diretor poderá convocar assembléia geral extraordinária para propor ao grupo as medidas que atendam a seus interesses, inclusive a de transferir sua administração. Ver tópico
§ 2o No caso de liquidação extrajudicial, o liquidante, de posse do relatório da situação financeira de cada grupo, publicará edital, em que constarão os requisitos necessários à habilitação de administradoras de consórcio interessadas na administração dos grupos. Ver tópico (22 documentos)
§ 3o Expirado o prazo para a habilitação, o liquidante convocará assembléia geral extraordinária do grupo, a fim de deliberar sobre as propostas recebidas. Ver tópico (21 documentos)
§ 4o Os recursos pertencentes aos grupos de consórcio, administrados por empresa submetida aos regimes especial temporário ou de liquidação extrajudicial, serão obrigatória e exclusivamente destinados ao atendimento dos objetivos dos contratos de participação em grupo de consórcio, por adesão. Ver tópico
Art. 41. (VETADO) Ver tópico
II - suspensão do exercício do cargo; Ver tópico
III - inabilitação por prazo determinado para o exercício de cargos de administração e de conselheiro fiscal em administradora de consórcio ou instituição financeira e demais autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil; Ver tópico
IV - regime especial de fiscalização; Ver tópico
V - multa de até 100% (cem por cento) das importâncias recebidas ou a receber, previstas nos contratos a título de despesa ou taxa de administração, elevada ao dobro em caso de reincidência; Ver tópico (13 documentos)
VI - multa de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), elevada ao dobro em caso de reincidência; Ver tópico (4 documentos)
VII - suspensão cautelar imediata de realizar novas operações, se configurado riscos ao público consumidor, durante o prazo de até 2 (dois) anos; Ver tópico
VIII - cassação de autorização para funcionamento ou para administração de grupos de consórcio. Ver tópico
Parágrafo único. Considera-se reincidência a prática de nova infração de um mesmo dispositivo legal ou regulamentar, dentro de 5 (cinco) anos em que houver sido julgada procedente a primeira decisão administrativa referente à infração anterior. Ver tópico (2 documentos)
Art. 42. Às infrações aos dispositivos desta Lei e às normas infralegais aplica-se o disposto na Medida Provisória nº 784, de 7 de junho de 2017. (Redação dada pela Medida Provisória nº 784, de 2017)
I - advertência; (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
II - suspensão do exercício do cargo; (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
III - inabilitação por prazo determinado para o exercício de cargos de administração e de conselheiro fiscal em administradora de consórcio ou instituição financeira e demais autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil; (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
IV - regime especial de fiscalização; (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
V - multa de até 100% (cem por cento) das importâncias recebidas ou a receber, previstas nos contratos a título de despesa ou taxa de administração, elevada ao dobro em caso de reincidência; (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico (13 documentos)
VI - multa de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), elevada ao dobro em caso de reincidência; (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico (4 documentos)
VII - suspensão cautelar imediata de realizar novas operações, se configurado riscos ao público consumidor, durante o prazo de até 2 (dois) anos; (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
VIII - cassação de autorização para funcionamento ou para administração de grupos de consórcio. (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
Parágrafo único. Considera-se reincidência a prática de nova infração de um mesmo dispositivo legal ou regulamentar, dentro de 5 (cinco) anos em que houver sido julgada procedente a primeira decisão administrativa referente à infração anterior. (Revogado pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico (2 documentos)
Art. 42. Às infrações aos dispositivos desta Lei e às normas regulamentares aplica-se a ação punitiva do Banco Central do Brasil, nos termos definidos pela legislação em vigor. (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico (41 documentos)
I - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
II - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
III - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
IV - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
V - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico (13 documentos)
VI - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico (4 documentos)
VII - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
VIII - (revogado). (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico
Parágrafo único. (revogado). (Redação dada pela Lei nº 13.506, de 2017) Ver tópico (2 documentos)
Art. 43. A aplicação das penalidades previstas nesta Lei, separada ou cumulativamente, não exclui a responsabilidade e as sanções de natureza civil e penal, nos termos das respectivas legislações. (Revogado pela Medida Provisória nº 784, de 2017) Ver tópico (4 documentos)
Art. 45. O registro e a averbação referentes à aquisição de imóvel por meio do Sistema de Consórcios serão considerados, para efeito de cálculo de taxas, emolumentos e custas, como um único ato. Ver tópico (32 documentos)
Parágrafo único. O contrato de compra e venda de imóvel por meio do Sistema de Consórcios poderá ser celebrado por instrumento particular. Ver tópico (15 documentos)
Art. 46. Ficam convalidadas as autorizações para administrar grupos de consórcio concedidas até a data da publicação desta Lei às administradoras e às associações e entidades sem fins lucrativos. Ver tópico (1 documento)
Art. 47. (VETADO) Ver tópico
Art. 48. Revogam-se os incisos I e V do art. 7o da Lei no 5.768, de 20 de dezembro de 1971, os incisos I e V do art. 31 do Decreto no 70.951, de 9 de agosto de 1972, o Decreto no 97.384, de 22 de dezembro de 1988, o art. 10 da Lei no 7.691, de 15 de dezembro de 1988, e o art. 33 da Lei no 8.177, de 1o de março de 1991. Ver tópico (9 documentos)
Art. 49. Esta Lei entra em vigor após decorridos 120 (cento e vinte) dias de sua publicação. Ver tópico (30 documentos)
Artigo 10 da Lei nº 7.691 de 15 de Dezembro de 1988
Inciso V do Artigo 7 da Lei nº 5.768 de 20 de Dezembro de 1971
Inciso I do Artigo 7 da Lei nº 5.768 de 20 de Dezembro de 1971
Decreto nº 97.384 de 22 de Dezembro de 1988
Inciso V do Artigo 31 do Decreto nº 70.951 de 09 de Agosto de 1972
Inciso I do Artigo 31 do Decreto nº 70.951 de 09 de Agosto de 1972
Artigo 31 do Decreto nº 70.951 de 09 de Agosto de 1972
Lei nº 11.795 de 16 de Outubro de 2008 do Munícipio do Ribeirao Preto
Disponível em: https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/93062/lei-do-consorcio-lei-11795-08

References: Artigo 10
 Artigo 7
 Artigo 7
 Artigo 31
 Artigo 31

Artigo 31