Source: https://bo.io.gov.mo/bo/ii/2013/22/anotariais.asp?printer=1
Timestamp: 2020-02-25 00:12:56+00:00

Document:
A associação adopta o nome Associação Macau Século 21, em chinês 澳門21世紀協會 e em inglês, Macau 21st Century Association, adiante designado por AMS21.
Um. A AMS21 tem a sua sede em Macau, RAE, na Avenida da Praia Grande, n.º 665, Edifício Great Will, 14.º andar «B».
Dois. A sede pode ser transferida para outro local na RAEM mediante deliberação da Direcção.
A AMS21 é uma organização sem fins lucrativos que tem como objectivo:
a) Promover a integração e o conhecimento mútuo das diferentes comunidades da RAEM;
b) Promover a noção de cidadania pela discussão das suas múltiplas componentes;
c) Estimular a participação da juventude na discussão dos problemas da Cidade;
d) Organizar e dinamizar actividades culturais e desportivas;
e) Promover contactos entre as diferentes associações existentes, tendo em vista um melhor entendimento das suas actividades e objectivos;
f) Apoio e divulgação de estudos, mormente com origem na RAEM, no âmbito de actividades académicas;
g) Na prossecução dos seus objectivos a AMS21 promove debates, encontros, torneios e quaisquer outras iniciativas que permitam o encontro, discussão e participação dos cidadãos, independentemente das suas opiniões, convicções, estatuto social ou profissional.
A AMS21 rege-se pelos presentes estatutos e por regulamentos internos que venham a ser adoptados de acordo com os estatutos.
Um. A AMS21 é constituída por sócios fundadores, aderentes, honorários e extraordinários.
Dois. São sócios fundadores os subscritores da escritura de constituição da AMS21.
Três. São sócios aderentes os que a Direcção, a requerimento do interessado, tenha atribuído tal categoria.
Quatro. São sócios honorários as pes­soas singulares ou colectivas a quem a Assembleia Geral, sob proposta da Direcção, atribua tal qualidade honorífica pela relevante colaboração prestada à AMS21.
Cinco. São sócios extraordinários as pessoas colectivas inscritas na AMS21.
Um. São direitos dos sócios fundadores, aderentes e extraordinários:
d) Solicitar aos órgãos associativos as informações e esclarecimentos que tiverem por convenientes sobre a actividade da AMS21 e serem informados dos resultados dos trabalhos desenvolvidos;
e) Utilizar, nos termos regulamentares, os serviços que a AMS21 ponha à sua disposição;
f) Ter preferência na utilização dos serviços de investigação e estudos da AMS21 e no acesso aos resultados obtidos.
d) Colaborar nas actividades promovidas pela AMS21.
Os sócios extraordinários designam o seu representante para participar nas assembleias gerais e noutras reuniões da AMS21 através de comunicação escrita enviada ao órgão competente.
b) Os que, pela sua conduta, contribuam ou concorram para o descrédito, desprestígio ou prejuízo da AMS21;
c) A exclusão de sócios é sempre proposta pela Direcção e só será válida se forem favoráveis à exclusão dois terços dos votos apurados na Assembleia Geral.
Um. Constituem órgãos da AMS21:
c) O Conselho Fiscal, e;
Dois. O primeiro mandato dos membros dos órgãos associativos é de um ano.
Três. O segundo mandato dos membros dos órgãos associativos e subsequentes é de dois anos.
Quatro. O cargo de Presidente da direcção é limitado a dois mandados consecutivos.
Cinco. A tomada de posse dos membros eleitos para os órgãos associativos é dada pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
A Assembleia Geral é constituída por todos os sócios fundadores, aderentes e extraordinários no pleno gozo dos seus direitos associativos.
Dois. Ao presidente da Mesa compete dirigir os trabalhos da Assembleia Geral, sendo substituído nas suas ausências e impedimentos pelo vice-presidente.
Um. A Assembleia Geral reúne em sessão ordinária ou extraordinária.
Três. A Assembleia reúne extraordinariamente sempre que para tal convocada, pelos Presidentes da Mesa, da Direcção, do Conselho Fiscal, do Conselho Consultivo, individualmente ou em grupos e ainda a requerimento de pelo menos dez por cento dos associados.
Quatro. A Assembleia Geral é convocada com pelo menos quinze dias de antecedência, através de aviso enviado a todos os sócios para o seu endereço postal ou electrónico.
Dois. É admissível a representação de um sócio por outro, bastando para tal comunicação escrita do representado ao presidente da Mesa.
Três. As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria dos votos apurados.
Um. A Assembleia Geral só pode deliberar desde que estejam presentes ou representados cinquenta por cento dos seus sócios.
Dois. Em segunda convocatória a Assembleia Geral delibera com qualquer número de sócios.
c) Apreciar e votar os planos gerais de actividade da AMS21;
f) Alterar os presentes estatutos;
g) Deliberar sobre a dissolução da AMS21 e neste caso, sobre o destino do seu patri­mónio;
h) Decidir de todos os assuntos que interessem à AMS21 e que não caibam na competência de outros órgãos.
Dois. A alteração dos estatutos prevista na alínea f) do número anterior requer a aprovação de pelo menos dois terços dos sócios referidos no artigo 12.º
Um. A Direcção é o órgão associativo que assegura a representação e a gestão da AMS21, sendo composta por um presidente, mínimo de cinco vice-presidentes, dois secretários e um tesoureiro.
Dois. No segundo mandato e subsequentes são cooptados dois vogais a ser nomeados pelo Presidente do Conselho Consultivo.
Três. Compete ao presidente a representação, a administração e gestão corrente da AMS21.
Quatro. Nas faltas e ou impedimentos do presidente, este designará um substituto de entre os vice-presidentes.
Cinco. Ocorrendo vagas na Direcção, cabe ao Presidente da Direcção nomear um substituto até ao fim do mandato.
Um. A Direcção reúne obrigatoriamente pelo menos uma vez por mês.
Um. À Direcção compete exercer todos os poderes necessários à boa gestão a AMS21 e em particular o seguinte:
d) Administrar os bens da AMS21 e dirigir a sua actividade podendo, para esse efeito, contratar pessoal e colaboradores, fixando as respectivas condições de trabalho e exercendo o respectivo poder disciplinar;
e) Representar a AMS21 em juízo e fora dele, activa e passivamente;
f) Admitir novos sócios.
Um. A AMS21 obriga-se pelas assinaturas conjuntas de dois membros da Direcção, sendo uma obrigatoriamente do presidente.
Dois. No impedimento do Presidente requer a assinatura de todos os vice-presidentes.
Três. Os actos de mero expediente competem ao Presidente ou quaisquer dos Vice-Presidentes da Direcção.
Dois. Compete ao Conselho Fiscal fiscalizar os actos de administração, examinar as contas e os livros de contabilidade e de tesouraria da AMS21 e apresentar o respectivo parecer anual à Assembleia Geral.
Um. O Conselho Consultivo é um órgão de consulta da Direcção e do Presidente da Associação.
Dois. A qualidade de membro do Conselho Consultivo é vitalícia.
Três. O Conselho Consultivo é composto por todos os membros fundadores e os membros da direcção a medida que deixem de exercer qualquer cargo nos órgãos da Assembleia Geral, Direcção ou Conselho Fiscal.
Quatro. O Presidente do Conselho Consultivo é eleito de entre os anteriores Presidentes da Direcção. Caso não os haja, de entre os seus membros.
As despesas da AMS21 serão suportadas pelas suas receitas ordinárias, constituídas por:
c) Subsídios que lhe sejam concedidos;
d) Quaisquer outras receitas, tais como donativos, legados ou outros proventos aceites pela AMS21.
Um. Os órgãos associativos serão eleitos no prazo de seis meses a contar da data de constituição da AMS21.
Dois. Nos primeiros seis meses contados a partir da sua constituição, a AMS21 será dirigido por uma comissão instaladora, composta por mínimo de três sócios fundadores, um dos quais será o presidente e os outros vogais, todos eleitos em reunião dos sócios fundadores a realizar no prazo de quinze dias a contar da data da constituição da AMS21.
Cartório Privado, em Macau, aos vinte e dois de Maio de dois mil e treze. — O Notário, Adelino Correia.
Certifico, que o presente documento de sete folhas, está conforme o original do exemplar dos estatutos da associação denominada“炫之韻藝術團”, depositado neste Cartório, sob o n.º 9 no maço n.º 1 de documentos de associações e fundações do ano de 2013.
Certifico, que o presente documento de nove folhas, está conforme o original do exemplar dos estatutos da associação denominada “中華佛教慈善協會”, depositado neste Cartório, sob o n.º 7 no maço n.º 1 de documentos de associações e fundações do ano 2013:
Certifico, que o presente documento de oito folhas, está conforme o original do exemplar dos estatutos da associação denominda «Associação de Promoção do Intercâmbio Comercial, Turístico e Cultural entre a China e os Países da Língua Latina», depositado neste Cartório, sob o n.º 8 no maço n.º 1 de documentos de associações e fundações do ano de 2013:
Mico Lin Benny Tsai
Banco Comercial Primeiro, S.A., fundado em 1899, tem operado mais de cem anos. Em 2012, a sucursal tem-se desenvolvido de forma estável, alcançando o grande sucesso previsto.
Em 2013, a sucursal irá, insistir na prossecução do conceito «Cliente Preferencial, Serviço de Primeira», procurando, expandir activamente os negócios e oferecer aos clientes diversos serviços com a melhor qualidade.
As demonstrações financeiras resumidas anexas do First Commercial Bank Limitada — Sucursal de Macau (a Sucursal) referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 resultam das demonstrações financeiras auditadas e dos registos contabilísticos da Sucursal referentes ao exercício findo naquela data. Estas demonstrações financeiras resumidas, as quais compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2012 e a demonstração dos resultados do exercício findo naquela data, são da responsabilidade da Gerência da Sucursal. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião, unicamente dirigida a V. Ex.as enquanto Gerência, sobre se as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas e com os registos contabilísticos da Sucursal, e sem qualquer outra finalidade. Não assumimos responsabilidade nem aceitamos obrigações perante terceiros pelo conteúdo deste relatório.
Auditámos as demonstrações financeiras da Sucursal referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 de acordo com as Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria emitidas pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau, e expressámos a nossa opinião sem reservas sobre estas demonstrações financeiras, no relatório de 11 de Abril de 2013.
Cheung Pui Peng
Macau, aos 29 de Maio de 2013.
No ano de 2012, a Sucursal de Macau do Bank of Communications Co., Ltd. continuou a execução da estratégia de desenvolvimento determinada pela sede, no sentido de «Encetar o caminho da internacionalização e multiplicação, de modo a implementar um grupo bancário de primeira classe, cujas acções são detidas pelo público e que tem como propósito a gestão de patrimónios», harmonizado com o objectivo de «integrar Macau, servir Macau». «Servir os clientes de bloco do nosso grupo, reforçar a interacção entre os recursos existentes na China Continental e os existentes no Exterior, apoiar positivamente as empresas de Macau e salientar a característica da gestão de patrimónios» são assim os posicionamentos de desenvolvimento de actividades da nossa sucursal. Através do estabelecimento de relações de colaboração com as grandes empresas locais, a sucursal participou nas suas actividades de financiamento, prestando auxílio financeiro a sociedades locais de empreendimentos de infra-estruturas, apoiando robustamente o desenvolvimento da sociedade económica de Macau, desenvolvendo activamente as actividades de interacção entre a China Continental e o Exterior, com as vantagens da sua localização favorável, tendo oferecido a grandes empresas locais serviços financeiros transfronteiriços integrais apostando na inovação dos negócios. O Centro de Serviço OTO FORTUNE da sucursal de Macau oferece a pequenas e médias empresas e aos cidadãos serviços de gestão financeira profissionais. Verificou-se, na sequência dos esforços conjuntos dos nossos empregados e do forte apoio concedido pelos diversos sectores da sociedade de Macau, um considerável progresso nas operações desenvolvidas pela nossa sucursal.
Para além do desenvolvimento dos seus negócios, a sucursal de Macau fomenta, sustentadamente, as relações comerciais entre os diversos sectores da sociedade de Macau, participa em actividades sociais e cumpre as responsabilidades sociais da empresa.
A sucursal de Macau do Bank of Communications Co., Ltd., realizará um esforço persistente para um desenvolvimento sustentável, melhorará a função dos seus serviços e reforçará a colaboração e o intercâmbio entre os diversos sectores da sociedade de Macau, contribuindo assim para o desenvolvimento económico e sustentado de Macau.
Pelo presente, a sucursal de Macau do Bank of Communications Co., Ltd. expressa os seus sinceros agradecimentos aos diversos sectores da sociedade de Macau, pelo seu apoio enérgico e pela atenção concedida a esta instituição durante todo este tempo!
Para a Gerência do Bank of Communications Co., Ltd. — Macau Branch
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Bank of Communications Co., Ltd. — Macau Branch relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 15 de Abril de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações da conta corrente e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Para a melhor compreensão da posição financeira do Bank of Communications Co., Ltd. — Macau Branch e dos resultados das suas operações, no período e âmbito abrangido pela nossa auditoria, as demonstrações financeiras resumidas devem ser lidas conjuntamente com as demonstrações financeiras das quais as mesmas resultam e com o respectivo relatório de auditoria.
Macau, aos 15 de Abril de 2013.
(Publicações ao abrigo do artigo 75.º do RJSF, aprovado pelo Derecto-Lei n.º 32/93/M, de 5 de Julho)
Síntese do Relatório de Actividade em 2012
Não obstante o abrandamento económico mundial que se agravou ainda mais no ano de 2012 e a sombria situação económica da zona euro, Macau registou um crescimento económico global muito próximo de dois dígitos nesse mesmo ano. Macau teve um PIB de 348,2 mil milhões de patacas no ano de 2012, um crescimento de 9,9% em relação ao ano anterior. Este crescimento deveu-se principalmente à exportação de serviços e à procura interna. No sector da indústria do jogo, o crescimento foi de 6,9%. O consumo global dos visitantes subiu 6,4% e 9,1% no consumo pessoal. No mercado de emprego de Macau, a taxa de desemprego foi apenas de 1,9%, número para o qual contribuíram as indústrias do jogo e turismo. O crescimento permanente da procura interna foi a força motriz da economia local.
Apesar de o crescimento económico de Macau abrandar ligeiramente no corrente ano, o Banco Comercial de Macau, no seguimento da estratégia a médio prazo delineada pela empresa-mãe, criando novos produtos financeiros e melhorando os existentes, além de reforçar o relacionamento com os clientes e consolidar os conhecimentos profissionais do seu pessoal através de formação, tem alcançado bons resultados. Em 31 de Dezembro de 2012, registaram-se lucros líquidos de 90 milhões de patacas, ou seja mais 25% em relação ao exercício anterior. O total de activos líquidos passou a ser de 13,5 mil milhões de patacas contra o de 12,9 mil milhões de patacas do exercício anterior, registando uma subida de 5%. As carteiras de créditos e de depósitos cresceram 10% e 6% respectivamente.
Face aos factores de instabilidade existentes da economia mundial e à grande concorrência entre os congéneres da banca local, o Banco Comercial de Macau aprofundará a implementação da estratégia a médio prazo, dedicando maior atenção aos clientes, desenvolvendo produtos financeiros e melhorando a gestão interna. Os nossos experientes quadros de gestão e demais pessoal não deixarão de envidar os melhores esforços no sentido de elevar, com empenho e dedicação, a qualidade de serviço em satisfação das necessidades dos clientes.
Nos termos do Código Comercial de Macau e dos estatutos do Banco Comercial de Macau, S. A. («BCM»), o Conselho Fiscal do BCM emite parecer sobre o relatório, os documentos de relato financeiro e a proposta de afectação dos resultados apresentados pelo Conselho de Administração relativamente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012.
O Conselho Fiscal do BCM verificou as transacções e a gestão do Banco durante o ano de 2012. As suas competências incluem a supervisão da gestão do Banco; o exame dos livros e registos e sua actualização; a verificação dos activos; a análise dos critérios contabilísticos e o respectivo impacto nos resultados do exercício; o exame dos documentos de relato financeiro anuais, bem como outras verificações previstas na lei e nos estatutos.
Analisámos o relatório emitido pelo auditor independente PricewaterhouseCoopers, datado de 22 de Fevereiro de 2013, o qual expressa uma opinião sem reservas sobre os documentos de relato financeiro do Banco, relativos ao ano findo em 31 de Dezembro de 2012.
(a) O relatório, bem como os documentos de relato financeiro, apresentados pelo Conselho de Administração reflectem fielmente a situação financeira do Banco em 31 de Dezembro de 2012 e estão em conformidade com o estabelecido no Código Comercial de Macau, com as Normas de Relato Financeiro e com os estatutos do banco;
Em conclusão, somos de parecer de que o relatório e os documentos de relato financeiro apresentados pelo Conselho de Administração relativamente ao ano findo em 31 de Dezembro de 2012, assim como a sua proposta de afectação de resultados, sejam aprovados na próxima Assembleia Geral Ordinária de Accionistas, em 27 de Março 2013.
Macau, aos 25 de Março de 2013.
As demonstrações financeiras resumidas anexas do Banco Comercial de Macau, S.A. (o «Banco») referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 resultam das demonstrações financeiras auditadas e dos registos contabilísticos referentes ao exercício findo naquela data. Estas demonstrações financeiras resumidas, as quais compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2012 e a demonstração dos resultados do exercício findo naquela data, são da responsabilidade do Conselho de Administração do Banco. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião, unicamente dirigida a V. Ex.as enquanto accionistas, sobre se as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas e com os registos contabilísticos do Banco, e sem qualquer outra finalidade. Não assumimos responsabilidade nem aceitamos obrigações perante terceiros pelo conteúdo deste relatório.
Auditámos as demonstrações financeiras do Banco referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 de acordo com as Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria emitidas pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau, e expressámos a nossa opinião sem reservas sobre estas demonstrações financeiras no relatório de 22 de Fevereiro de 2013.
As demonstrações financeiras auditadas compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2012, a demonstração dos resultados, a demonstração de alterações no capital próprio e a demonstração dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data e um resumo das principais políticas contabilísticas e outras notas explicativas.
Nenhuma 無
Leonel Alberto Alves 歐安利 Presidente 主席
Liu Chak Wan 廖澤雲 Secretário 秘書
Ma Iao Lai 馬有禮 Secretário 秘書
Fernando Manuel da Conceição Reisinho Presidente 主席
Anderson, Roderick Stuart Vice-Presidente 副主席（a）
Cheung Yau Shing Vice-Presidente 副主席（b）
Mayhew, Nicholas John Vice-Presidente 副主席（c）
Yuen Leung Kui Kennith Vogal 監事
(a) Cessou funções em 1/6/2012 於二零一二年六月一日終止職務
(b) Nomeado vice-presidente em 6/6/2012; 於二零一二年六月六日被委任為副主席；
Cessou funções em 1/9/2012 二零一二年九月一日終止職務
(c) Nomeado vice-presidente em 28/9/2012 於二零一二年九月二十八日被委任為副主席
David Shou-Yeh Wong Presidente 主席
Hon-Hing Wong (Derek Wong) Membro 成員
Gary Pak-Ling Wang Membro 成員
Harold Tsu-Hing Wong Membro 成員
Lung-Man Chiu (John Chiu) Membro 成員（a）
Yiu-Fai Kong (Eddie Kong) Membro 成員（b）
Sou-Chao Chan (Kenneth Chan) Membro 成員
Alick Yuk-Fai Chiu Membro 成員
(a) Aposentado a partir de 14/7/2012 於二零一二年七月十四日退休
(b) Nomeado em 14/7/2012 於二零一二年七月十四日被委任
Macau, aos 12 de Março de 2013.
O ano de 2012 ficou marcado por uma desaceleração da atividade económica a nível global e por uma contração do PIB na Zona Euro. Para esta evolução contribuíram, sobretudo, as políticas orçamentais restritivas e a desalavancagem do setor privado nas principais economias desenvolvidas; o arrefecimento da procura e os receios de um hard landing na China; e a incerteza associada à crise da dívida da Zona Euro. Este último fator foi particularmente visível na primeira metade do ano, em função da instabilidade política e orçamental na Grécia e, também, de um contágio crescente da crise a economias como Espanha ou Itália.
A segunda metade do ano foi, no entanto, marcada por uma estabilização dos mercados financeiros e pelo recuo dos receios de fragmentação da Zona Euro, neste caso expresso na diminuição significativa dos spreads dos títulos de dívida pública das economias da periferia face à Alemanha. Para além de alguns progressos no sentido de uma maior integração financeira e orçamental, esta melhoria do sentimento resultou sobretudo da criação, por parte do BCE, das Outright Monetary Transactions, que abriram a possibilidade de compra ilimitada de dívida pública de economias da Zona Euro, em complemento a um eventual programa de assistência financeira formal do ESM.
A maior propensão ao risco a nível global resultou também dos efeitos de políticas monetárias fortemente expansionistas seguidas pelos principais bancos centrais, num contexto de pressões inflacionistas reduzidas. Destaca-se o reforço do quantitative easing por parte da Reserva Federal americana, com o chamado QE3, para além das long term refinancing operations do BCE e do quantitative easing dos Bancos Centrais de Inglaterra e do Japão. Após um último corte de 25 bps em Julho, o BCE manteve a principal taxa de juro de referência inalterada em 0.75% até ao final do ano. No conjunto de 2012, a Euribor a 3 meses caiu de 1.356% para 0.187% e o euro apreciou-se 1.8% face ao dólar, para EUR/USD 1.32.
Neste contexto, nos EUA o índice S&P500 valorizou-se 13.4%. Na Europa, os índices DAX e CAC40 registaram ganhos anuais de 29.1% e 15.2%, respetivamente. Embora com registos menos favoráveis no conjunto do ano (2.9% e -4.7%, respetivamente), os índices PSI-20 e IBEX registaram valorizações pronunciadas no 4.º trimestre, 8.7% e 5.95%, respetivamente.
Refletindo o perfil de evolução do sentimento ao longo do ano, o preço do petróleo (Brent) registou uma queda entre o 1.º e o 2.º trimestres, de USD 123.8 para USD 97/barril, recuperando a partir do Verão e fechando o ano em USD 111.9/barril, o que representou uma subida cerca de 4% face à cotação observada no final de 2011.
Figura 2: Base Monetária (%PIB)
Figura 3: Spreads da dívida pública a 10 anos vs. Alemanha
A economia da China registou uma expansão de 7.8% em 2012, a mais baixa dos últimos 13 anos, refletindo uma «normalização» gradual do crescimento, depois de mais de uma década com um registo médio consistentemente superior a 10%. O abrandamento tornou-se mais expressivo entre o final de 2011 e o início de 2012, reflexo da queda das exportações e do recuo das existências em stock das empresas. Essa tendência inverteu-se na reta final do ano, tendo sido visíveis diversos sinais de estabilização (e.g. subida da confiança empresarial a partir de Outubro, recuperação das exportações, subida da produção de electricidade, etc.), que resultaram das políticas monetárias e orçamentais expansionistas entretanto adotadas. Neste contexto, foi relevante a intenção anunciada do Governo em acelerar a aprovação de novos projetos para infra-estruturas por forma a dar seguimento à expansão da atividade. Tal constituiu um sinal relevante de que as autoridades do país não estavam dispostas a tolerar um abrandamento muito marcado do crescimento. Com a massa monetária sob controlo – com crescimento em torno do target de 14% do Banco Central – e sem pressões inflacionistas relevantes, havia espaço para um estímulo do Governo ao crescimento desta natureza. Garantiu-se assim que a economia chinesa seguisse uma trajetória de desaceleração controlada, o chamado soft landing, que levou a um abrandamento da expansão do PIB de 9.3% em 2011 para 7.8% em 2012.
Figura 4: PIB, crescimento anual.
Figura 5: Crédito e M2 (t.v.h, %)
Figura 6: PMI indústria
A economia de Macau cresceu 9.9% em 2012, registo substancialmente positivo mas em desaceleração face ao valor de 21.8% do ano anterior. Para este desempenho da atividade contribuiu, sobretudo, um menor suporte da conjuntura externa, em especial a desaceleração económica na China e, em parte, o clima de incerteza e de aumento da aversão ao risco a nível global.
O abrandamento da atividade refletiu-se, assim, nas transações com o exterior, tendo as exportações e as importações arrefecido para registos de crescimento de 7.3% e 5.8%, respetivamente, valores que comparam com os 29% e 30% observados no ano anterior. As exportações de serviços, principal motor de crescimento da economia, sofreram uma forte desaceleração a partir do 2.º trimestre, registando um aumento modesto de 6.8% (versus 30.1% y-o-y em 2011), pressionadas pelo desempenho mais moderado das receitas dos setores do Jogo e Despesas dos Visitantes. Com o abrandamento da economia chinesa em 2012 e o consequente aumento das restrições à concessão de crédito na Mainland, principal origem dos clientes «VIP», as receitas do Jogo e as Despesas dos Visitantes arrefeceram significativamente, contribuindo para a desaceleração da atividade. Já as Exportações de Bens inverteram a tendência de queda dos últimos anos e cresceram 23.2%, um desempenho extraordinário num período de fragilidade da economia global.
Entre as componentes da Despesa Interna, destaque para o investimento, que acelerou para um crescimento de 19.1% no conjunto do ano, impulsionado maioritariamente pelo setor público, tendo sido este um dos principais drivers de crescimento da economia. O consumo privado, embora em desaceleração, aumentou 9.1%, animado pelo desempenho favorável do mercado de trabalho e pelo alívio das pressões inflacionistas. A taxa de inflação média foi de 5.6% e a mediana dos salários aumentou 9.1%, permitindo uma melhoria média do poder de compra das famílias e, consequentemente, suportando o bom desempenho da procura interna.
Não obstante o arrefecimento da atividade, o desempenho económico de Macau foi bastante positivo, revelando um maior amadurecimento da economia e um crescimento mais sustentável. No mercado de trabalho, a boa performance da economia traduziu-se na descida do desemprego para 1.9% da população ativa no final do ano, um rácio bastante baixo que evidencia a robustez da atividade económica.
Figura 7: Mediana dos salários (%, y-o-y) e Inflação homóloga (%)
Figura 8: PIB trimestral (%, y-o-y) e Receitas mensais do Jogo (%, y-o-y)
Em 2012, o Banco Espírito Santo do Oriente, S.A. (BESOR) apresentou, comparativamente a 2011, uma evolução muito positiva dos seus principais Indicadores de Gestão, com o Produto Bancário a registar um aumento de 29.9%, atingindo o valor de MOP 70,744,413, o total do Activo Líquido registou um acréscimo de 80.9%, com um valor de MOP 4,719,342,888.47 e os Lucros Líquidos apresentaram um aumento de 28.9%, atingindo o valor total de MOP 42,391,358.82.
A evolução muito positiva da Atividade e Resultados do BESOR é, essencialmente explicada, pela maior dinamização da área de Corporate/Trade Finance, associada a importantes fluxos comerciais entre a R.P. da China e os países onde o GBES tem uma presença estratégica mais determinante, nomeadamente, em África, na América Latina, na Europa, utilizando Macau como Plataforma de negócio entre a R.P. da China e os Países de Língua Portuguesa.
Também a fidelização e o crescimento da base de depósitos ao longo dos últimos anos, continuam a assumir particular relevância no contexto actual, tendo o BESOR desenvolvido iniciativas comerciais junto dos vários segmentos de clientes que permitiram registar um aumento subtancial dos Depósitos de Clientes de 142.4% comparativamente a 2011.
Nos termos legais e estatutários o Conselho de Administração propõe, para aprovação da Assembleia Geral, que o resultado do exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 que se apura em MOP42,391,358.82 (quarenta e dois milhões, trezentas e noventa e uma mil, trezentas e cinquenta e oito patacas e oitenta e dois avos) seja aplicado da seguinte forma:
Para Resultados Transitados MOP33,913,087.06
Nos termos da lei e do mandato que nos conferiram vimos submeter à Vossa apreciação o Relatório sobre a actividade fiscalizadora desenvolvida e dar o Parecer sobre o Relatório do Conselho de Administração, o Balanço e a Demonstração de Resultados do Banco Espírito Santo do Oriente. S.A., relativamente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012.
O Relatório do Conselho de Administração evidencia de maneira clara a situação económica e financeira e a evolução da actividade do Banco durante o exercício de 2012.
Maria de Lurdes Nunes Mendes da Costa — Presidente
Rui Luís Cabral de Sousa — Secretário
Rui Boavida Viegas Vaz (faleceu em 09/09/2012)
Joaquim Jorge Perestrelo Neto Valente (Nomeado em 18/12/2012)
Espírito Santo do Oriente — Estudos Financeiros e de Mercado de Capitais, Limitada
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco Espírito Santo do Oriente, S.A. relativas ao ano 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 28 de Fevereiro de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Em Outras Reservas representa uma reserva regulamentar no montante de 1 491 797,13 Patacas. Porque a Sucursal adopta as Normas de Relato Financeiro da RAEM na preparação das suas demonstrações financeiras anuais e as provisões para as perdas de imparidade dos créditos concedidos, podem estes ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A Sucursal na referida reserva regulamentar representa a diferença entre a provisão genérica e as perdas de imparidade do crédito concedido. Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas.
Em 2012, os riscos de curto prazo da economia global foram diminuindo gradualmente e a economia vizinha a Macau continua a experimentar uma recuperação mista. Estes factores conduziram ao desenvolvimento da indústira de Macau no turismo, jogo e hospitalidade e no aumento de projectos de construção para o sector excluído do jogo. Desta forma estimulou o nível de investimentos, acelerou a diversificação do desenvolvimento da economia de Macau e criou mais oportunidades de emprego. Este ciclo virtuoso de negócio alimentou a recuperação da economia. O crescimento da actividade de empréstimos e investimento continua forte e os fundos da Sucursal puderam ser melhor utilizados. Com o apoio da Sede, a nossa Sucursal fortaleceu o trabalho de equipa, informações aos pares, visita frequente aos clientes e manteve um mais profundo conhecimento da nossa Sucusal e dos pares, com ênfase na eficiência e eficácia, indo ao encontro das necessidades dos nossos clientes e criando novas oportunidades de negócios.
Para o ano findo em 31 de Dezembro de 2012, o total dos proveitos de operações da Sucursal é de 9,34 milhões de patacas com um aumento anual de 25,7%. O lucro depois de impostos atingiu 710.000 patacas, um decréscimo de 46,9%. Os depósitos dos clientes foram de 280 milhões de patacas, uma redução ligeira de 5,4%. Os empréstimos aos clientes atingiram 240 milhões de patacas, um alto aumento de 247%. O total dos activos líquidos atingiram 450 milhões de patacas, um aumento de 4,3%.
Olhando para o ano de 2013, em geral espera-se que a perspectiva de economia global continua positiva que serve como um novo momento para Macau. Espera-se também um nível apropriado na diversificação da economia de Macau. Com o contínuo apoio da nossa Sede, iremos improvisar a nossa concorrência através da inovação, obtenção de melhor desempenho e compromisso na oferta de produtos e serviços de melhor qualidade aos nossos clientes no contributo aos cidadãos de Macau pela contribuição da sua confiança e apoio.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Chong Hing Bank Limited — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório datado de 9 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações da conta corrente com a sede e reserva e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
As demonstrações financeiras resumidas preparadas pela gerência resultam das demonstrações financeiras anuais auditadas a que acima se faz referência, a Sucursal criou a provisão genérica para crédito concedido de acordo com o Aviso n.º 18/93-AMCM da Autoridade Monetária de Macau. Esta provisão genérica é apresentada como «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» nas acompanhadas Conta de Lucros e Perdas publicadas como ajustamento da conta do resultado do exercício. A «Reserva Regulamentar» representa a diferença entre a provisão genérica as perdas de imparidade do crédito concedido apresentada na demonstração de alterações da conta corrente com a sede e reserva das demonstrações financeiras para o ano findo. Excepto o acima citado, em nossa opinião, as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas.
Macau, aos 9 de Maio de 2013.
As Outras Reservas incluem uma reserva genérica de 46 042 965,28 Patacas e uma reserva específica de 63 589,14 Patacas. Porque a sucursal adopta as Financial Reporting Standards of the Macau SAR («MFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas MFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas e provisães específicas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 - AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das MFRS (antes dos impostos diferidos de 6 287,258 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
No ano de 2012, a evolução da economia mundial continuou a ser pouco clara, e o Banco manteve uma estratégia estável bem como os serviços diversificados, através de investimentos com recursos adicionais a fim de se manter a par do continuado desenvolvimento económico de Macau. Assim, não obstante o confronto com diferentes desafios, houve um aumento estável dos negócios do Banco.
As actividades principais exercidas pelo Banco, no ano de 2012, consistiram na prestação de serviços diversificados de depósito, todos os tipos de financiamentos comerciais, serviços comerciais transfronteiriços em renmimbi, empréstimos garantidos por hipoteca sobre imóveis, empréstimos a empresas, transferências e operações cambiais, custódia de títulos, terminais de serviço automático e agenciamento de seguros, entre outros, os quais foram disponibilizados a empresários e clientes individuais. No dia do encerramento do exercício anual, registamos como depósitos e empréstimos, respectivamente, dois mil e quarenta e cinco milhões de patacas, e cinco mil oitocentos e oitenta milhões de patacas, sendo o lucro, deduzido do imposto anual, de setenta e quatro milhões de patacas.
O ano de 2013, sendo 10.º aniversário da nossa constituição em Macau, é um ano importante e continuaremos a seguir rigorosamente os objectivos iniciais, prestando serviços de boa qualidade aos clientes, com sinceridade e exploração estável. Vamos planear e analisar activamente a instalação de balcões com vista a aperfeiçoar os mecanismos de serviço em cooperação com a expansão rápida da economia de Macau, para que o Banco seja um parceiro na gestão de patrimónios com a confiança dos clientes.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Hang Seng Bank Limited — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 14 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações nas reservas e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Nota: A rubrica «Outras Reservas» está incluído um valor de MOP 3 033 985,00 de provisões genéricas adicionais constituídas em cumprimento das regras do Aviso n.º 18/93-AMCM.
Macau, aos 18 de Março de 2013.
Ma Chi Man
Síntese do relatório de actividade a 31 de Dezembro de 2012
Mesmo com o abrandamento da economia global em 2012, o Produto Interno Bruto de Macau manteve um crescimento de dois dígitos, graças ao crescimento dos rendimentos da indústria do jogo, ao aumento do número e consumo dos visitantes, e ao forte mercado de emprego que impulsionou o consumo local com a subida dos níveis salariais. O nosso Banco conseguiu bons resultados operacionais durante 2012, nesse ambiente económico favorável.
O resultado após impostos atingiu MOP10.241.486 em 2012, com um óbvio melhoramento em comparação ao ano anterior. Excluindo a valorização do edifício do Banco e a provisão geral do crédito, a nossa margem obteve praticamente um crescimento.
O juro líquido cresceu 9.2% relativamente ao ano passado, por causa do forte aumento de empréstimos. A receita total não juro cresceu 51.1% em relação ao ano anterior. Além dos juros dos empréstimos, cresceram também os alugueres do edifício do Banco, a receita de gestão de projectos, seguros, assim como várias comissões, lucros Forex e rendimentos de investimento. Por outro lado, o valor anual das despesas operacionais cresceu 18%, principalmente devido ao aumento de custos com pessoal, para fazer face ao desenvolvimento de várias actividades.
Até 31 de Dezembro de 2012, o crédito total e o depósito de clientes cresceram respectivamente 74% e 97%. Insistindo constantemente na política prudente de gestão de riscos, a qualidade dos activos do nosso Banco continua a estar num nível satisfatório. O Rácio de Adequação de Capital (RAC) do nosso Banco é de 53%, muito mais alto que as exigências reguladoras e normas internacionais. A estrita gestão de liquidez faz o nosso Índice de Liquidez estar em linha com as exigências reguladoras.
Para satisfazer necessidades de clientes, o nosso Banco desenvolveu e lançou uma série de produtos e serviços, tal como representação de vários seguros de vida e gerais, financiamento de apólice, regime preferencial de funcionários, câmbio de moedas estrangeiras, empréstimo pessoal. O nosso Banco também se dedica ao desenvolvimento da rede com outros bancos parceiros para promover mais as actividades de capital, financiamento do comércio de importação e exportação. Damos muita importância à nossa gestão empresarial, neste ano já revimos políticas da gestão de riscos, manuais de compatibilidade e composições de comissões.
Segundo as expectativas de 2013, a economia global está gradualmente a recuperar e a economia de Macau continua a ter um crescimento estável. Com o apoio de matriz o nosso Banco aumentará o capital para o ano que vem, com vista a explorar escala de operações, fortalecer base de clientes, cuidar das empresas médias e pequenas e clientes particulares, criar novos produtos e serviços, satisfazer as necessidades dos clientes e enfrentar as mudanças do ambiente financeiro, melhorando a nossa gestão empresarial e gestão de riscos, o nosso sistema de automatização, a nossa formação de pessoal e todas as nossas competências para servir o cliente.
Aproveitamos esta ocasião para apresentar os nossos sinceros agradecimentos ao apoio de todos os clientes durante ano passado, e também aos esforços da nossa Gerência e dos nossos funcionários.
Parecer do Conselho Fiscal de 2012
Durante 2012, o Conselho Fiscal seguiu atentamente as actividades do Banco. Ao manter um estreito e frequente contacto com o Conselho de Administração, o Conselho Fiscal obteve a melhor cooperação e informação do Conselho de Administração que lhe permitiu executar as suas tarefas e responsabilidades eficaz e eficientemente.
Portanto, o Conselho Fiscal considera que as contas e relatório financeiros para o exercício de 2012 submetidos pelo Conselho de Administração deveriam ser apresentados à Assembleia Geral de Accionistas para aprovação.
Parecer de auditor independente sobre o relatorio e contas
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade do Banco Chinês de Macau, S.A. relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 18 de Março de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que se acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de rendimento integral, a demonstração de alterações no capital próprio e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
BANCO WING LUNG, LIMITADA — SUCURSAL DE MACAU
Gerente-general, A Chefe da Contabilidade,
Chan Hio Ieong Wong Wai Ngon
Em 2012, as nossas actividades tiveram um desenvolvimento contínuo, tendo os serviços prestados e a aplicação dos vários instrumentos de pagamento crescido de forma constante. Nomeadamente, foram emitidos mais de um milhão cartões electrónicos, um aumento de 24% em relação ao período homólogo do ano passado, o número de estabelecimentos comerciais que aceitam o cartão MacauPass aumentou 33%, o número de pontos de venda e carregamento de dinheiro nos estabelecimentos comerciais subiu 34%, a capacidade de processamento dos dados de transacção aumentou 19%, o valor total das transacções aumentou 25%, os investimentos em bens imobiliários aumentou 12% e os lucros operacionais registaram um aumento de 47%. Os lucros após impostos totalizaram 3,159 milhões de patacas no período em apreço neste relatório.
A sociedade vai continuar a desenvolver em 2013 novas aplicações para o cartão, procurar cooperar com novos estabelecimentos comerciais por vários meios, automatizar o carregamento dos cartões e reforçar a cooperação regional, de modo a podermos prestar aos titulares dos cartões serviços de pagamento mais cómodos com um maior âmbito, bem como para podermos ser uma mais-valia para a sociedade.
Em 2013, a sociedade vai investir continuamente recursos para actualizar os nossos equipamentos, instalações e sistemas para poder cumprir os critérios financeiros da China, regularizar os nossos recursos, reforçar a gestão de riscos, aumentar a eficácia e beneficiar as nossas operações.
Nos termos do Código Comercial e dos Estatutos da Companhia, o Fiscal Único supervisionou a administração da MACAU PASS S.A. ao longo do ano de 2012 até ao dia 31 de Dezembro, acompanhou a actividade da Companhia, e obteve todas as informações e esclarecimentos que considerou necessários. O Fiscal Único considera que as demonstrações financeiras e o relatório de actividade estão correctos e completos, explicando de forma breve e clara a situação financeira da Companhia, o desenvolvimento das suas actividades e os resultados das operações referentes ao exercício do ano 2012. O Fiscal Único não verificou qualquer irregularidade nem acto ilícito.
Proponho à Assembleia Geral a aprovação do relatório das actividades financeiras do ano até ao dia 31 de Dezembro de 2012, submetido pelo Conselho de Administração.
As demonstrações financeiras resumidas anexas da Macau Pass S.A. (a Sociedade) referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 resultam das demonstrações financeiras auditadas referentes ao exercício findo naquela data. Estas demonstrações financeiras resumidas, as quais compreendem o balanço em 31 de Dezembro de 2012 e a demonstração dos resultados do exercício findo naquela data, são da responsabilidade do Conselho de Administração da Sociedade. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião, unicamente endereçada a V. Ex.as enquanto Conselho de Administração, sobre se as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas, e sem qualquer outra finalidade. Não assumimos responsabilidade nem aceitamos obrigações perante terceiros pelo conteúdo deste relatório.
Macau, aos 20 de Maio de 2013.
Liu Chak Wan Secretário: Vong Chak Kin
Administrador: Ko Yan Fat (Data do termo da comissão: 1 de Outubro de 2012)
Administrador: Law Suet Yi (Data de início da comissão: 17 de Outubro de 2012)
Administrador: Chan Hio Ieong
Administrador: Tse Ka Ming
* As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 41 664 650,77 Patacas. Porque a sucursal adopta as Macau Financial Reporting Standards («MFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas MFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das MFRS (antes dos impostos diferidos de 5 681 543,29 patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
Em 2012, a Sucursal de Macau do Bank of East Asia, Limited («BEA») concentrou-se na expansão da gama de produtos e na melhoria da qualidade dos serviços. Durante o ano, a Sucursal de Macau lançou muitos novos produtos e serviços, incluindo cartões ATM, a conta SupremeGold, serviço de folha de pagamentos automática, uma aplicação para telemóvel, e empréstimos para aquisição de táxi e lugares de estacionamento para melhor servir as necessidades dos clientes. Trabalhando de perto com o Bank of East Asia (China) Limited («BEA China»), a Sucursal de Macau também forneceu uma vasta gama de serviços bancários transfronteiriços para os clientes em Macau e das regiões vizinhas. Através da optimização da estrutura do activo e passivo, a margem dos juros líquidos da Sucursal de Macau continuou a melhorar. Os créditos e depósitos dos clientes aumentaram 42% e 8%, respectivamente, no ano.
Olhando para o futuro, a Sucursal de Macau do BEA continuará a concentrar-se no fornecimento de uma gama alargada de produtos de retalho, a diversificar o seu portfolio de empréstimos, e a potenciar a força do BEA China para corresponder às necessidades de serviços bancários transfronteiriços dos clientes individuais e das empresas.
Sucursal de Macau de Banco de East Asia
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco da East Asia, Limitada — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 29 de Abril de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Conta de lucros e perdas do exercício de 2012
O Gerente da Sucursal, Macau, A Chefe da Contabilidade,
No ano de 2012, a actividade da Sucursal de Macau teve um crescimento estável e sustentável. O nosso activo foi também de elevado qualidade. Os nossos empréstimos cresceram 61% comparativamente ao ano anterior. Os depósitos de clientes aumentaram em 7% comparativamente ao ano anterior. O lucro depois de impostos atingiu MOP26.57 milhões, com um crescimento de 85% comparativamente ao ano anterior. Aproveitamos esta oportunidade para agradecer a todos os nossos clientes pelo seu apoio e a todos os colaboradores pelo seu esforço e envolvimento no ano de 2012.
Olhando para o futuro, a nossa Sucursal continuará a implementar a estratégia do controlo financeiro, promovendo valores e visão da Sede, avançando para o objectivo de «atingir a satisfação dos accionistas, preferência dos clientes, orgulho entre os nossos pares e respeito pela Sociedade», continuaremos a fortalecer a qualidade dos nossos serviços e iremos trabalhar com maior esforço para a prosperidade do desenvolvimento de Macau.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Bank SinoPac Company Limited — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 30 de Janeiro de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações da conta corrente com a sede e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Macau, aos 30 de Janeiro de 2013.
As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 106,129,663.08 Patacas. Porque a sucursal adopta as International Financial Reporting Standards («IFRSs») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas IFRSs podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das IFRSs. Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
Síntese do Relatório de Actividade — 2012
Lucros antes de impostos crescem 29 por cento para MOP 319,3 milhões (MOP 246,8 milhões em 2011).
Activos crescem 5 por cento para MOP 16 271 milhões (MOP 15 526 milhões em 2011).
Com o suporte de sólido desempenho da economia de Macau, e em ambiente global de taxas de juro baixas, a sucursal de Macau do HSBC registou em 2012 Resultados Antes de Impostos no montante de 319,3 milhões de patacas, um acréscimo de 72,5 milhões de patacas relativamente a 2011, ou seja 29%. A margem de juros líquida cresceu 16% devido ao aumento de empréstimos a clientes; o rendimento líquido de comissões cresceu 8% e os proveitos de intermediação 7%, especialmente devido ao aumento do volume de negócios e ao lançamento de novos produtos. Os valores cobrados por incumprimento de obrigações contratuais estabilizaram, dada a estrita gestão da carteira de activos e a qualidade dos empréstimos a clientes, bem como a recuperação de crédito mal parado. O controlo de custos foi efectivo, permitindo a sua contenção em 2% abaixo do nível de 2011, conforme objectivo da nossa estratégia comercial.
Em 2012, os empréstimos a clientes aumentaram em 6% nos diversos sectores de actividade devido à boa prestação da economia de Macau. Os depósitos de clientes diminuíram ligeiramente em 0,1% em resultado de intensa competição no mercado local.
Em 2012 aperfeiçoaram-se os nossos serviços bancários e produtos, e expandiu-se a nossa rede ATM para servir clientes individuais e empresas.
Para a Director Executivo do The Hongkong and Shanghai Banking Corporation Limited — Sucursal de Macau
(Sucursal de um banco comercial de responsabilidade limitada, incorporado em Região Administrativa Especial de Hong Kong)
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do The Hongkong and Shanghai Banking Corporation Limited — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 15 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que se acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de reconhecido pagamento e gastos e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, e o resumo das politícas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Macau, aos 15 de Maio de 2013.
1. As Outras Reservas incluem uma reserva genérica de 11 963 223,94 Patacas e uma reserva específica de 2 488 298,04 Patacas. porque a Sucursal adopta as Financial Reporting Standards of the Macau SAR («MFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas MFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas e provisões específicas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das MFRS (antes dos impostos diferidos de 1 734 170,00 Patacas). Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
A direcção tem o prazer de anunciar os resultados da Sucursal de Macau do Standard Chartered Bank («A Sucursal») para o exercício findo a 31 de Dezembro de 2012.
A Sucursal faz parte do Standard Chartered Bank, constituída no Reino Unido e registada na Inglaterra e País de Gales. As principais actividades da Sucursal envolvem a prestação de serviços bancários comerciais e serviços financeiros relacionados.
O lucro antes de impostos diminuiu em 48%, de 63,535 milhões de Patacas para 33,347 milhões de Patacas. A receita dos juros líquido diminuiu em 15% para 47,785 milhões de Patacas. As outras receitas, incluindo as receitas de emolumentos e comissões diminuíram 15% relativamente a 2011. O total de proveitos operacionais diminuiu em 16% para 77,604 milhões de Patacas.
As despesas operacionais diminuíram 15% em 2012 para 10,812 milhões de Patacas. As perdas por imparidade em empréstimos e adiantamentos aumentaram 17,811 milhões de Patacas em comparação com 2011. Lucro depois de impostos foi de 29,364 milhões de Patacas, uma quebra de 26,486 milhões de Patacas relativamente aos 55,850 milhões de Patacas registados em 2011.
O resultado sob as regras da AMCM foi de 37,356 milhões de Patacas, um decréscimo de 24,522 milhões de Patacas em relação aos 61878 milhões de Patacas registados em 2011.
Wong Wai Hing, Simon
Aos 29 de Maio de 2013.
(Sucursal de um banco comercial de responsabilidade limitada, incorporada na Reino Unido)
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Standard Chartered Bank, Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 15 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras resumidas preparadas pela gerência resultam das demonstrações fmanceiras anuais auditadas e dos livros e registos da sucursal. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas e os livros e registos da sucursal.
Para a melhor compreensão da posição financeira da sucursal e dos resultados das suas operações, no pedodo e âmbito abrangido pela nossa auditoria, as demonstrações financeiras resumidas devem ser lidas conjuntamente com as demonstrações financeiras das quais as mesmas resultam e com o respectivo relatório de auditoria.
凡年齡介乎18周歲～39周歲，贊成本會宗旨及認同本會章程者，均可申請為本會會員。經本會理事會批准後，便可成為會員。
**As Outras Reservas incluem uma reserva obrigatória no montante de 8 777 684 Patacas (antes dos impostos diferidos). Porque a Sucursal adopta as Macau Financial Reporting Standards («MFRS») na preparação das suas demonstrações financeiras anuais, as perdas de imparidade com base nas MFRS podem ser inferiores ao nível mínimo de provisões genéricas calculadas de acordo com o Aviso n.º 18/93 da AMCM (o nível mínimo). A referida reserva obrigatória representa, pois, a diferença entre o nível mínimo e as perdas de imparidade nos termos das MFRS. Este mesmo montante, inscrito na linha «Dotações adicionais para provisões conforme RJSF» da Conta de Lucros e Perdas das contas resumidas, está reconciliado entre o «Lucro depois de impostos» e os «Resultados do ano de acordo com as regras da AMCM» na Conta de exploração das demonstrações financeiras auditadas anuais.
Avenida Comercial de Macau, n.os 251A-301, AIA Tower, 11.º andar, Unit 1102-1103, em Macau
A Administração tem o prazer de anunciar os resultados financeiros auditados do Citibank N.A., Sucursal de Macau (a «Sucursal») para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2012.
Referente aos resultados do ano de 2012, o lucro antes dos impostos foi de MOP14 957 698. O activo total foi MOP4 445 705 393. Depósitos de clientes ascenderam a MOP3 958 129 704.
Sr. Colin Chan Sik Lun
Gerente da Sucursal de Macau do Citibank N.A.
(Sucursal de um banco comercial de responsabilidade limitada, incorporada nos Estados Unidos da América)
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Citibank N.A. — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 16 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações na conta da sede e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Macau, aos 16 de Maio de 2013.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco BPI, S.A. — Sucursal Offshore de Macau relativas ao ano de 31 de Dezembro de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório datado de 7 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações da conta corrente com a sede e reservas e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Macau, aos 7 de Maio de 2013.
Síntese da actividade no exercício referente ao período de 01.01.2012 a 31.12.2012
O Banco BPI apresentou em 2012 a melhor rentabilidade sobre os capitais próprios reportada pelos bancos a operar em Portugal (13%) e um resultado líquido consolidado de 249 Milhões de Euros, ambos obtidos num ano em que, no cumprimento de imposição regulamentar a nível europeu, foi concretizado o Plano de Capitalização do BPI que implicou a emissão de 1.5 mil Milhões de Euros em obrigações subordinadas de conversão contingente, com maturidade de cinco anos, subscritas pelo Estado Português em Junho de 2012.
Aquele montante foi reduzido em Agosto de 2012 através de um aumento de capital de 200 Milhões de Euros e cifra-se, agora, em 1.000 Milhões de Euros, após dois reembolsos antecipados de 100 e 200 Milhões de Euros, realizados em Dezembro de 2012 e Março de 2013, respectivamente.
Se os condicionalismos que conduziram ao reforço de capital fossem actualizados com base no volume efectivo de exposição a dívida soberana em 31 de Dezembro de 2012, aos preços de mercado nessa data, o Banco poderia devolver, de imediato, mais 613 Milhões de Euros de obrigações contingentes, reduzindo para 387 Milhões de Euros a exposição da intervenção pública.
Não obstante as circunstâncias, excepcionalmente difíceis, a actividade do BPI continuou, em 2012, a evidenciar, tal como no ano anterior, uma situação confortável quer em termos absolutos quer em termos relativos no que concerne aos principais indicadores estruturais, vitais para uma instituição financeira, — o Capital, o Risco e a Liquidez.
No que se refere à Sucursal Offshore de Macau do Banco BPI S.A. a sua actividade, durante 2012, manteve-se em estreita ligação com as directrizes provenientes da sua Sede, revelando-se essencial o seu contributo para o reforço das relações de preferência dos seus clientes Não Residentes, maioritariamente portugueses os quais, de entre as várias soluções financeiras disponibilizadas pelo BPI, continuaram a eleger as de menor risco como são os Depósitos a Prazo.
No final de 2012, os Recursos Totais de Clientes da Banca de Particulares, Empresários e Negócios do Banco BPI ascendiam a 20.034 M Euros, sendo o segmento de Não Residentes responsável por uma carteira de recursos de 4.372 Milhões de Euros (-2,6% face a 2011) da qual, encontravam-se afectos à Sucursal de Macau, na forma de Depósitos a Prazo de vários tipos e diferentes maturidades incluindo juros corridos, 1.877 Milhões de Euros, equivalentes a MOP 19.826,8 Milhões, representando um crescimento de 6,3% face ao valor dos mesmos em 2011.
Em 31 de Dezembro de 2012, o Balanço da Sucursal atingiu um total de Activos de MOP 20.044,1 Milhões (-8,9% face a 2011) representado, quase na totalidade, por Aplicações junto da Sede do Banco e noutras Sucursais ou Filiais do Grupo, no quadro da gestão centralizada de recursos do Grupo.
Os Custos Operativos da Sucursal evidenciaram um comportamento estável, atingindo um total de MOP 2.525 mil (-2% face a 2011) e em linha com a evolução dos custos verificados no ano anterior.
A Sucursal Offshore de Macau continuou a manter um estreito e frutuoso relacionamento com todas as Instituições Financeiras sedeadas na RAEM e, em particular, com o Banco da China, Sucursal de Macau contribuindo para o desenvolvimento das acções destinadas a suportar o papel de Macau no quadro da relação global entre a República Popular da China e Portugal bem como com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) designadamente, com a República de Angola, no quadro das relações e dos acordos firmados anteriormente com o Banco de Fomento Angola, subsidiária do Grupo BPI naquele país.
Às Autoridades da Região Administrativa Especial de Macau, em particular, à Autoridade Monetária de Macau, a Sucursal Offshore de Macau do Banco BPI expressa o seu agradecimento pela colaboração e confiança sempre manifestadas.
Macau, aos 20 de Abril de 2013.
Para informações financeiras consulte a nossa página web da nossa Sede: http://www.cncbinternational.com/international/banking-in-macau/en/index.jsp
Subdirector Geral Executivo e
Resumo do relatório operacional
Até 31 de Dezembro de 2012, os activos dos empréstimos diminuíram 25% em comparação com o ano prévio, de MOP947 milhões para MOP711 milhões e os depósitos de clientes decresceram 44% em comparação com o ano passado, de MOP707 milhões para MOP399 milhões, respectivamente, devido a factores relacionados com as flutuações sazonais. Não obstante isso, os lucros operacionais deste ano antes da imparidade e impostos contraíram 34%, de MOP24,1 milhões para MOP32,5 milhões. Como não houve avaliações individuais e devido à correcção de MOP4,7 milhões por avaliação de imparidade colectiva, houve uma recuperação significativa em 2012, com um lucro de MOP32,7 milhões, comparado com a perda de MOP6,9 milhões em 2011.
Como a economia de Macau se tem continuado a expandir devido ao apoio do Governo Central, vamos continuar a concentrar os nossos esforços na área da Banca Comercial, incluindo o financiamento comercial, crédito comercial, financiamento hipotecário, o financiamento de projectos e o Negócio Transfronteiriço em RMB. Vamos também continuar a trabalhar de perto com as nossas sucursais em Hong Kong e no exterior, bem como com as sucursais da nossa empresa-mãe no Interior da China, para podermos prestar serviços eficientes e de alta qualidade aos nossos clientes locais e no exterior.
Por fim, queremos aproveitar esta oportunidade para expressar os nossos sinceros agradecimentos ao Governo da Região Administrativa Especial de Macau pelo seu apoio contínuo, bem como aos nossos clientes, instituições financeiras parceiras e aos nossos funcionários pelos seus esforços no ano transacto.
Subdirector Geral Executivo e Director da Sucursal, Sucursal de Macau
Para a gerência do Banco CITIC Internacional (China) Limitada Sucursal de Macau (Sucursal de um banco comercial de responsabilidade limitada, incorporada na Região Administrativa Especial de Hong Kong)
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco CITIC Internacional (China) Limitada Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 13 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Síntese do Relatório de Actividade do Exercício entre 1 de Janeiro de 2012 e 31 de Dezembro de 2012
O ano de 2012 caracterizou-se por uma redução significativa da volatilidade dos mercados financeiros internacionais com destaque para a redução dos spreads no Mercado de Crédito Internacional com origem na erosão dos prémios de risco. Tal foi, em grande medida, o contributo das iniciativas dos principais bancos centrais em torno das medidas de injecção de liquidez no sistema financeiro internacional.
No panorama da economia internacional, as economias da região Ásia Pacífico continuaram a evidenciar um bom desempenho económico com destaque para a economia da China e consequentemente para a economia de Macau. Assim, e apesar de uma conjuntura mais favorável face ao ano anterior em matéria de riscos, a redução de spreads evidenciou uma pressão significativa sobre a rendibilidade das operações de crédito internacional.
O crescimento da economia de Macau sustentado pelo bom desempenho do turismo, entretenimento e imobiliário continuou em 2012 a oferecer oportunidades significativas de crescimento da actividade bancária apesar de um conjunto de desafios significativos emergentes do nível de inflação e do sobreaquecimento do mercado de trabalho e do imobiliário.
No ano de 2012 a Sucursal de Macau do BCP expandiu a sua actividade de forma significativa através do alargamento da oferta de serviços e de produtos aos clientes das redes do Grupo BCP em paralelo com a participação em alguns dos vários projectos relevantes em Macau.
Assim, e no âmbito da estratégia assumida em 2010 e reforçada em 2011 — plataforma de negócios dos clientes BCP no triângulo China — Macau — Países de Língua Portuguesa — o ano de 2012 representou uma expansão significativa da carteira de negócios da Sucursal.
No ano em análise, a Sucursal de Macau obteve um lucro de MOP177,8 milhões, a carteira de depósitos atingiu MOP12 135,7 milhões e a carteira de empréstimos atingiu MOP10 648,9 milhões. Os custos operacionais cifraram-se em MOP12,1 milhões.
Embora as perspectivas para 2013 sejam ainda marcadas pelas incertezas resultantes da Crise das Dívidas Soberanas Europeias apesar da gestão de liquidez dos Bancos Centrais e pela interrogação em torno do abrandamento do crescimento da economia chinesa, a Sucursal de Macau do BCP espera evidenciar uma estabilidade das suas carteiras de depósitos e crédito apoiada no reforço do seu papel de plataforma de negócios dos Clientes dos Grupo BCP no triângulo China — Macau — Países de Língua Portuguesa.
José Pãosinhho.
(Sucursal de um banco comercial de responsabilidade limitada, incorporada em Portugal)
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras do Banco Comercial Português, S.A. — Sucursal de Macau relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 21 de Maio de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações nos capitais próprios e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao exercício acima referido, assim como um resumo das principais políticas contabilísticas e outras notas explicativas.
Para a melhor compreensão da posição financeira da Sucursal e dos resultados das suas operações, no exercício e âmbito abrangido pela nossa auditoria, as demonstrações financeiras resumidas devem ser lidas conjuntamente com as demonstrações financeiras das quais as mesmas resultam e com o respectivo relatório de auditoria.
Macau, aos 21 de Maio de 2013.
Observação: Em «Outras Reservas» estão incluídas as provisões adicionais, no montante total de MOP609.400.000,00 constituídas ao abrigo do disposto no Regime Jurídico do Sistema Financeiro.
Presidente, Administrador-delegado e Administrador-Executivo,
Vice-presidente — Administrador-Executivo,
Balanço anual em 31 de Dezembro de 2012 (consolidado)
No ano de 2012, devido a uma conjuntura externa complicada, o ICBC (Macau) insistiu pelo cumprimento das directivas estabelecidas pela sociedade-mãe para as suas participadas no exterior, relativas a uma estratégia de desenvolvimento, promovendo a localização da sua gestão e melhorando em permanência as suas competências de concorrência no mercado, reforma e inovação e desenvolvimento sustentável. Paralelamente, procurou-se o desenvolvimento célere e coordenado do activo, passivo e actividades de intermediação, aprofundando uma gestão global do risco, a manutenção e o desenvolvimento da liderança nas principais áreas de actividade, criando um banco de excelência local para a população da RAEM.
Até ao final do ano de 2012, o activo total líquido do Grupo ascendia a MOP 116.700.000.000,00 (cento e dezasseis mil e setecentos milhões de Patacas), o que representou um acréscimo de MOP 27.600.000.000,00 (vinte e sete mil e seiscentos milhões de Patacas) em comparação com o ano transacto, correspondente a uma taxa de crescimento de 31,05%. O passivo total ascendia a MOP 108.100.000.000,00 (cento e oito mil e cem milhões de Patacas), o que representou um acréscimo de MOP 26.500.000.000,00 (vinte e seis mil e quinhentos milhões de Patacas) comparativamente com o ano transacto e corresponde a um aumento de 32,48%. O saldo dos depósitos (incluindo entidades públicas) avaliou-se em MOP 99.300.000.000,00 (noventa e nove mil e trezentos milhões de Patacas), o que representou um acréscimo de MOP 28.100.000.000,00 (vinte e oito mil e cem milhões de Patacas) em comparação com o ano anterior, correspondente a um aumento de 39,44%. O saldo dos diversos créditos concedidos ascendia a MOP 68.900.000.000,00 (sessenta e oito mil e novecentos milhões de Patacas), representando um acréscimo de MOP 10.400.000.000,00 (dez mil e quatrocentos milhões de Patacas) em comparação com o ano transacto, equivalente a uma taxa de crescimento de 17,83%. O saldo do rácio de créditos de cobrança duvidosa manteve-se num nível reduzido e as provisões mantiveram-se suficientes, o que reforçou a capacidade para enfrentar qualquer risco.
De acordo com as “Normas Internacionais de Relato Financeiro”, o Grupo conseguiu em 2012 um lucro, após dedução de impostos, avaliado em MOP 1.106.000.000,00 (mil cento e seis milhões de Patacas), com uma taxa média ponderada de retribuição do capital e taxa média de retribuição do activo total de, respectivamente, 13,77% e 1,06%. As demonstrações financeiras do Grupo, já auditadas e relativas ano findo em 2012, foram elaboradas de acordo com as “Normas Internacionais de Relato Financeiro”. Se atendermos ao reforço de provisões previsto no “Regime Jurídico do Sistema Financeiro”, o lucro passará a ser de MOP 1.010.000.000,00 (mil e dez milhões de Patacas), depois de feito o necessário ajustamento.
O bom comportamento negocial e os resultados positivos de exploração continuamente alcançados pelo Grupo granjearam uma boa apreciação por parte da comunicação social especializada em assuntos económicos e financeiros com prestígio mundial, tendo as publicações “Global Finance” (EUA) e “The Banker” (Reino Unido) atribuído em 2012, ao ICBC (Macau), pelo quarto ano consecutivo, o prémio de melhor banco em Macau.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras consolidadas da Banco Industrial E Comercial Da China (Macau), S.A. relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 27 de Março de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras consolidadas das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras consolidadas a que se acima se alude compreendem o balanço consolidado, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração dos resultados consolidados, a demonstração consolidada do rendimento integral, a demonstração de alterações no capital próprio consolidado e a demonstração dos fluxos de caixa consolidados relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Macau, aos 27 de Março de 2013
Nos termos do disposto na alínea e) do artigo 25.º dos Estatutos e para os efeitos previstos na mesma disposição legal, o Conselho de Administração do Banco Industrial e Comercial da China (Macau), S.A., entregou a esta sociedade de auditores o relatório de actividades e contas auditado e referente ao exercício de 2012, para efeito de parecer.
Tendo em atenção o relatório apresentado pelo auditor externo, esta sociedade concorda com o exposto no referido relatório, sendo que os documentos que serviram de base à elaboração das contas reflectem, de uma forma correcta e real, a situação financeira demonstrada no balanço com data de 31 de Dezembro de 2012, bem como o resultado financeiro do exercício findo em 31 de Dezembro de 2012.
Lista das instituições em que o Banco detém participação superiores a 5% do respectivo capital e indicação do valor percentual
ICBC (Macau), S.A.
Sr. Shen Xiaoqi Vice-Presidente, Director-geral e Administrador-Executivo
Sr. Huen Wing Ming, Patrick Vice-Presidente e Administrador-Executivo
No ano de dois mil e doze, a Sociedade Financeira ICBC (Macau) Capital, S.A., manteve a tendência para um desenvolvimento sustentável, tendo atingido lucros avaliados em MOP 4.740.000,00 (quatro milhões setecentas e quarenta mil Patacas), após a dedução de impostos. Até ao final do ano de 2012, o activo total da Sociedade ascendia a MOP 94.030.000,00 (noventa e quatro milhões e trinta mil Patacas), o que representa um crescimento de 5,51%.
Desde o seu estabelecimento, e norteando-se pela estratégia global de desenvolvimento implementada pelo Banco Industrial e Comercial da China (Macau), S.A., e retirando vantagens da marca, rede, recursos técnicos e financeiros do «Industrial and Commercial Bank of China Limited», a sociedade empenhou-se no crescimento financeiro sustentável dos seus activos, fortalecendo continuamente o controlo do risco e assegurando aos seus clientes uma retribuição mais estável e forte dos seus investimentos.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade Financeira ICBC (Macau) Capital, S.A. relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 27 de Março de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que se acima se alude compreendem o balanço, à data de 31 de Dezembro de 2012, a demonstração de rendimento integral, a demonstração de alterações no capital próprio e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao ano findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
Nos termos do disposto na alínea e) do artigo 23.º dos Estatutos e para os efeitos previstos na mesma disposição legal, o Conselho de Administração da Sociedade Financeira ICBC (Macau) Capital, S.A. entregou a esta sociedade de auditores o relatório de actividades e contas auditado e referente ao exercício de 2012, para efeito de parecer.
Tendo em atenção o relatório apresentado pelo auditor externo, esta sociedade concorda com o exposto no referido relatório, sendo que os documentos que serviram de base à elaboração das contas reflectem, de forma correcta e real, a situação financeira demonstrada no balanço com data de 31 de Dezembro de 2012, bem como o resultado financeiro do exercício findo em 31 de Dezembro de 2012.
Cheng Wing Fai
No ano de dois mil e doze, a Sociedade Gestora de Fundos de Pensões ICBC (Macau), S.A., manteve a tendência para um desenvolvimento sustentável, tendo atingido lucros avaliados em MOP 6.680.000,00 (seis milhões e seiscentas e oitenta mil Patacas), após a dedução de impostos. Até ao final do ano de 2012, o activo total desta Sociedade ascendia a MOP78.270.000,00 (setenta e oito milhões e duzentas e setenta mil Patacas), o que representa um crescimento de 22,78%.
O valor de mercado dos activos sob gestão desta Sociedade foi calculado em mais de MOP920.000.000,00 (novecentos e vinte milhões de Patacas), o que traduziu um aumento na ordem de 20,71% em relação ao ano transacto.
Desde o seu estabelecimento, e norteando-se pela estratégia global de desenvolvimento implementada pelo Banco Industrial e Comercial da China (Macau), S.A., e retirando vantagens da marca, rede, recursos técnicos e financeiros do «Industrial and Commercial Bank of China Limited», a Sociedade empenhou-se em ascender a líder de mercado e da actividade gestora de fundos de pensões, sendo a mais procurada por clientes de Macau, a quem presta serviços de gestão de fundos de pensões cada vez mais seguros e de acesso fácil e rápido.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões ICBC (Macau), S.A. relativas ao ano de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 27 de Março de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
Bao, King To,
Nos termos do disposto na alínea e) do artigo 24.º dos Estatutos e para os efeitos previstos na mesma disposição legal, o Conselho de Administração da Sociedade Gestora de Fundos de Pensões ICBC (Macau), S.A. entregou a esta sociedade de auditores o relatório de actividades e contas auditado e referente ao exercício de 2012, para efeito de parecer.
Vogais: Maria Paula Gomes Pedro de Oliveira Morgado
Síntese do relatório de actividade do exercício de 2012
A Caixa Geral de Depósitos, S.A. foi autorizada pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau através da Ordem Executiva n.º 7/2013, de 28 de Janeiro, a constituir uma Sucursal Offshore em Macau, com efeitos a partir de 1 de Fevereiro de 2013, para a qual será transferida, a esta data, o património afecto à Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau S.A. (CGD-SOM), que cessa a sua actividade.
Neste quadro, foi elaborado e implementado um plano de trabalhos visando assegurar a constituição da Sucursal Offshore e o encerramento da Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau S.A.
No exercício de 2012 a Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau S.A. continuou a desenvolver a sua actividade essencialmente na área de depósitos de particulares, junto dos seus clientes tradicionais, não residentes em Macau e em Portugal.
A evolução do volume de depósitos ressentiu-se nomeadamente da conjuntura adversa no mercado Europeu, bem como da concorrência de outras instituições de crédito que adoptaram políticas de taxas agressivas direccionados para o cliente tipo da CGD-SOM.
Neste contexto, verificou-se um decréscimo dos depósitos de particulares em cerca de 3% para aproximadamente MOP 8,6 mil milhões, salientando-se que os depósitos denominados em Euros constituem cerca de 86,9% da carteira e em USD 11,8%.
O total de recursos reduziu-se de MOP 9,4 mil milhões para MOP 8,6 mil milhões, devido à redução de fundos captados junto de instituições de crédito do grupo.
A actividade de crédito a particulares manteve-se residual, ascendendo a carteira de crédito a MOP 15,7 milhões.
O resultado líquido alcançado em 2012 foi de MOP 33,4 milhões, o que corresponde a um crescimento de aproximadamente 40%, comparativamente com o registado no exercício anterior.
Destaca-se a melhoria da margem financeira, que passou de MOP 35,1 milhões para MOP 46,1 milhões, um aumento de 31%, decorrente de uma melhoria no diferencial entre o custo do funding captado e as aplicações efectuadas.
Os custos de funcionamento registaram em 2012 um crescimento de 9% relativamente ao ano anterior.
No final de 2012, a CGD-SOM continuou a apresentar uma estrutura de capitais sólida, com o rácio de solvabilidade a situar-se em 19%.
O Conselho de Administração deseja manifestar o seu agradecimento à Caixa Geral de Depósitos, accionista único, e aos diversos serviços e órgãos de estrutura da Caixa Geral de Depósitos que apoiaram eficazmente a actividade desenvolvida pelo Banco, às Autoridades de Macau, nomeadamente à AMCM, pelo contínuo apoio dado desde o início da actividade, bem como ao Banco Nacional Ultramarino, nosso parceiro privilegiado nesta operação.
Em conformidade com o artigo 30.º dos Estatutos, o Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau, S.A., submeteu ao Fiscal Único o balanço, contas e relatório anual relativos à actuação da companhia no ano de 2012. Da mesma maneira, o relatório dos auditores externos preparado pela Deloitte Touche Tohmatsu sobre a actividade da companhia neste ano foi igualmente disponibilizado.
Durante o ano de 2012, o Fiscal Único manteve contactos regulares com o Conselho de Administração, seguiu as actividades da companhia e recebeu sempre de uma maneira eficiente, os necessários esclarecimentos.
O Relatório do Conselho de Administração também explica claramente o desenvolvimento do negócio e das actividades levadas a cabo pela companhia durante o referido ano. O Fiscal Único concordou com os auditores externos que os documentos contabilísticos apresentados reflectem de uma forma transparente e verdadeira a posição tal como indicada no Balanço a 31 de Dezembro de 2012 e os resultados da actividade para o mesmo período e que foram seguidas as práticas de contabilidade aplicadas aos bancos.
1. Relatório e Contas para o ano de 2012;
2. Relatório do Conselho de Administração para o ano de 2012.
O Fiscal Único, Chui Sai Cheong.
Ao Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau S.A.
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau S.A.(«SOM») para o ano findo em 31 de Dezembro de 2012, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 15 de Março de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
A nossa opinião sem reservas, no nosso relatório datado de 15 de Março de 2013, relevamos à atenção na respectiva nota das demonstrações financeiras auditadas que menciona a deliberação aprovada pela Assembleia Geral dos accionistas da SOM em 1 de Fevereiro de 2013 em que planeia liquidar a SOM. Em concordância, as demonstrações financeiras para o ano findo em 31 de Dezembro de 2012 tem sido preparadas numa base que não a da continuidade, que inclui, quando apropriado, avaliar os activos da SOM ao valor líquido realizável. Foram também criadas provisões para custos que possam resultar de quaisquer compromissos contratuais até ao fim do período reportado. As demonstrações financeiras não incluem qualquer provisão para futuros custos pela liquidação da actividade da SOM excepto se estes custos foram incorridos até ao fim do período reportado.
Para a melhor compreensão da posição financeira da Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau S.A., e dos resultados das suas operações, no período e âmbito abrangido pela nossa auditoria, as demonstrações financeiras resumidas devem ser lidas conjuntamente com as demonstrações financeiras das quais as mesmas resultam e com o respectivo relatório de auditoria.
Lista de Instituições em que a Caixa Geral de Depósitos —
Subsidiária Offshore de Macau S.A., detém participação superior a 5% do capital social
— Chui Sai Cheong
— Maria de Lurdes Nunes Mendes da Costa
Balanço anual em 4 de Fevereiro de 2013*
* Data em que foi efectuado o registo da dissolução da Caixa Geral de Depósitos – Subsidiária Offshore de Macau, S.A. na Conservatória do Registo Comercial e dos Bens Móveis
Balanço anual em 4 de Fevereiro de 2013
Demonstração de resultados do período de 1 de Janeiro de 2013 a 4 de Fevereiro de 2013*
Síntese do relatório de actividade do exercício entre 1 de Janeiro de 2013 e 4 de Fevereiro de 2013
A Caixa Geral de Depósitos, S.A. foi autorizada pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau através da Ordem Executiva n.º 7/2013 a constituir uma Sucursal Offshore em Macau, com efeitos a partir de 1 de Fevereiro de 2013, para a qual foi transferido, a esta data, o património afecto à Caixa Geral de Depósitos-Subsidiária Offshore de Macau S.A.
A Caixa Geral de Depósitos-Subsidiária Offshore de Macau S.A., que tinha sido constituída em 2005, cessou assim a sua actividade em 1 de Fevereiro de 2013, tendo sido efectuado o respectivo registo de dissolução em 4 de Fevereiro de 2013, encontrando-se em processo de liquidação.
Nos termos das disposições legais e regulamentar em vigor apresentamos o Balanço, Conta de Exploração, Síntese do Relatório de Actividade e a Síntese do Parecer dos Auditores Externos referentes ao período entre 1 de Janeiro de 2013 e 4 de Fevereiro 2013.
No período em análise, a Caixa Geral de Depósitos-Subsidiária Offshore de Macau S.A. continuou a desenvolver a sua actividade essencialmente na área de depósitos de particulares, junto dos seus clientes tradicionais, não residentes em Macau e em Portugal, dando-se, por outro lado, continuidade à implementação do plano de trabalhos visando a constituição da Sucursal Offshore.
O activo líquido em 4 de Fevereiro de 2013, depois da transferência de activos e passivos para a Caixa Geral de Depósitos, era de MOP 258,2 milhões, valor igual ao da situação líquida.
O resultado líquido registado no período entre 1 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 2013 foi de MOP 4,3 milhões.
O Conselho de Administração deseja manifestar o seu agradecimento à Caixa Geral de Depósitos, accionista único, e aos diversos serviços e órgãos de estrutura da Caixa Geral de Depósitos que apoiaram eficazmente a actividade desenvolvida pelo Banco, às Autoridades de Macau, nomeadamente à AMCM, pelo contínuo apoio dado desde o início da actividade em 2005, bem como ao Banco Nacional Ultramarino, nosso parceiro privilegiado nesta operação.
Em conformidade com o artigo 30.º dos Estatutos, o Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau, S.A., submeteu ao Fiscal Único o balanço, contas e relatório anual relativos à actuação da companhia entre 1 de Janeiro de 2013 e 4 de Fevereiro de 2013. Da mesma maneira, o relatório dos auditores externos preparado pela Deloitte Touche Tohmatsu sobre a actividade da companhia neste ano foi igualmente disponibilizado.
Durante o período em análise, o Fiscal Único manteve contactos regulares com o Conselho de Administração, seguiu as actividades da companhia e recebeu sempre de uma maneira eficiente, os necessários esclarecimentos.
Depois de consultados, os documentos tais como apresentados pelo Conselho de Administração conclui-se que eles reflectem claramente a situação financeira e económica da companhia.
O Relatório do Conselho de Administração também explica claramente o desenvolvimento do negócio e das actividades levadas a cabo pela companhia durante o período em análise. O Fiscal Único concordou com os auditores externos que os documentos contabilísticos apresentados reflectem de uma forma transparente e verdadeira a posição tal como indicada no Balanço a 4 de Fevereiro de 2013 e os resultados da actividade para o período de 1 de Janeiro de 2013 e 4 de Fevereiro de 2013 e que foram seguidas as práticas de contabilidade aplicadas aos bancos.
1. Relatório e Contas para o período entre 1 de Janeiro de 2013 e 4 de Fevereiro de 2013;
2. Relatório do Conselho de Administração para o período entre 1 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 2013;
Procedemos à auditoria das demonstrações financeiras da Caixa Geral de Depósitos — Subsidiária Offshore de Macau S.A.(«SOM») para o período de 1 de Janeiro de 2013 a 4 de Fevereiro de 2013, nos termos das Normas de Auditoria e Normas Técnicas de Auditoria da Região Administrativa Especial de Macau. No nosso relatório, datado de 15 de Março de 2013, expressámos uma opinião sem reservas relativamente às demonstrações financeiras das quais as presentes constituem um resumo.
As demonstrações financeiras a que acima se alude compreendem o balanço, à data de 4 de Fevereiro de 2013, a demonstração de resultados, a demonstração de alterações no capital próprio e a demonstração de fluxos de caixa relativas ao período findo, assim como um resumo das políticas contabilísticas relevantes e outras notas explicativas.
As demonstrações financeiras resumidas preparadas pela gerência resultam das demonstrações financeiras do período auditadas a que acima se faz referência. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras resumidas são consistentes, em todos os aspectos materiais, com as demonstrações financeiras auditadas.
A nossa opinião sem reservas, no nosso relatório datado de 15 de Março de 2013, relevamos à atenção na respectiva nota das demonstrações financeiras auditadas que menciona a deliberação aprovada pela Assembleia Geral dos accionistas da SOM em 1 de Fevereiro de 2013 em que planeia liquidar a SOM. Em concordância, as demonstrações financeiras para o período findo em 4 de Fevereiro de 2013 tem sido preparadas numa base que não a da continuidade, que inclui, quando apropriado, avaliar os activos da SOM ao valor líquido realizável. Foram também criadas provisões para custos que possam resultar de quaisquer compromissos no fim do período reportado. As demonstrações financeiras não incluem qualquer provisão para futuros custos pela liquidação da actividade da SOM excepto se estes custos foram incorridos até ao fim do período reportado.

References: artigo 12
 artigo 75
 artigo 25
 artigo 23
 artigo 24
 artigo 30
 artigo 30