Source: https://pt.scribd.com/document/113705731/OCompanheiro31
Timestamp: 2019-10-14 11:35:58+00:00

Document:
OCompanheiro31 | Eleições | Portugal
salvarSalvar OCompanheiro31 para ler mais tarde
DEBP Apostlia Dicionario Escoteiro
N. 31 Maro / Abril de 2012
FRATERNAL vs FRATERNAL
Este nmero do nosso Boletim marca uma nova etapa no caminho da nossa Fraternal. No me refiro, evidentemente mudana de cabealho, ainda que esse tambm merea, pelo menos, uma saudao efusiva, pela sua frescura e pelo sinal de renovao que transparece das suas linhas mais modernas e chamativas. Mas a nova etapa a que me quero referir marcada, indubitavelmente, pela aprovao dos novos ESTATUTOS, no Conselho Nacional que acaba de realizar-se, j que a mesma implica algumas mudanas na nossa estrutura de funcionamento, com especial importncia para a mudana de nome da nossa associao, encerrando-se, assim, um ciclo de 62 anos da Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal assumindo a Fraternal Escotista de Portugal, como seu, todo o passado histrico daquela, iniciando-se, pois, um novo perodo que se deseja mais interveniente junto da sociedade e dos jovens. A mudana agora traduzida na redaco dos Estatutos, vimo-la fazendo desde h alguns anos atravs de novos comportamentos e dos programas de aco propostos pelo CD, alis em consonncia com aquilo que se vai fazendo nos outros pases, traduzido nas resolues aprovadas no seio da AISG/ISGF. Os novos caminhos do Escotismo apontam-nos uma misso mais virada para a interveno social e para a valorizao do nosso capital humano, atravs de uma formao permanente que nos proporcione recursos e energias para enfrentar as alteraes que se vislumbram em todas as sociedades humanas, procurando direccion-las, segundo os princpios da ISGF, no sentido da proteco da vida, da salvaguarda dos direitos fundamentais, da construo da paz, da defesa dos mais fracos, da proteco e alargamento das oportunidades de educao e liberdade. Aos que ainda no nos entendem, arreigados a respeitveis conceitos saudosistas, diremos com convico que foroso deixar de viver virado para o passado. Viver actualmente sob os valores do Escotismo ter a coragem de assumir grandes responsabilidades, tentando sempre fazer o melhor possvel em todas as situaes onde necessrio tornarmo-nos teis.
O CONSELHO NACIONAL DA FRATERNAL Aprovou os novos ESTATUTOS
No passado dia 24 de Maro, com incio pelas 11.30 h, teve lugar o nosso Conselho Nacional, presidindo Mesa o comandante Homem Gouveia, secretariado pelo companheiro Rui Severino, lamentando-se a ausncia do vice-presidente, companheiro Pacheco da Silva, por motivo de doena. Antes da ordem de trabalhos foi dada a palavra ao Escoteiro chefe Artur Grilo que, em representao do Escoteiro Chefe Nacional da AEP, fez uma breve mas interessante comunicao, falando do trabalho realizado na AEP, durante os ltimos anos e enalteceu a aco da Fraternal nos trabalhos em parceria levados a cabo no ltimo ano. Iniciada a Ordem de Trabalhos, foi posto apreciao o Relatrio e Contas do exerccio de 2011, que foi aprovado por unanimidade. Ponto importante desta assembleia foi a aprovao dos novos Estatutos da Fraternal, culminando um meticuloso trabalho do CD, com boas contribuies de alguns associados, sendo justo destacar o contributo do companheiro Paulo Cocco, presidente cessante do Conselho Fiscal e Jurisdicional. Esta aprovao implica a alterao da denominao. Foram depois apreciadas duas propostas do Conselho Director, dizendo respeito a alteraes organizao regional e ao artigo 78. do Regulamento Geral, que foram aprovadas sem votos contra. O Conselho elegeu, depois, por escrutnio secreto, os novos rgos sociais, aprovando, sem votos contra, a Lista nica candidata, que divulgamos em outro local. R.M.
O caminho da ISGF/AISG e a organizao mundial hoje (3)
Testemunhar os valores do Escotismo/Guidismo
Viver e testemunhar os valores do Escotismo/ Guidismo significa viver a nossa vida numa senda de felicidade. Nenhum Escoteiro ou Guia pode conceber que os valores expressos na Promessa e na Lei possam estar fora de moda, eles so universais e fazem parte integrante de todos os Escoteiros e Guias. Mais ainda na idade adulta. Ser-se fiel Promessa, a lealdade, o amor pela Natureza, a amizade universal e a capacidade de ajudar so marcas distintivas dos homens e mulheres que querem ser verdadeiramente dignos de confiana e teis sociedade. A idade adulta a parte da vida em que a nossa personalidade atinge o culminar em termos intelectuais, emocionais e relacionais. portanto o momento em que podemos ser verdadeiras testemunhas dos valores universais do Escotismo e do Guidismo de modo mais eficaz, e em que podemos assumir as nossas responsabilidades nas comunidades em que nos inserimos. Actualmente, face aos desafios da era moderna, o mtodo Escotista e Guidista continua a ser uma valiosa referncia para os que querem desempenhar um papel significativo e viver uma vida de aventura, dando-lhe um novo significado e direco. De certo modo, a globalizao e as novas formas de comunicao, facilitam a possibilidade de potenciar mais facilmente a fraternidade mundial e a construo de um mundo melhor. Neste contexto, a dimenso mundial do Movimento adquire uma nova importncia, que se expressa cabalmente nas organizaes juvenis, WAGGGS e WOSM, e nas associaes de adultos que constituem a ISGF. Viver actualmente sob os valores do Escotismo e do Guidismo ter a coragem de assumir grandes responsabilidades, procurar solues mais abrangentes, sem se deixar vencer pelas adversidades, tentando sempre fazer o melhor possvel em todas as situaes onde possvel tornarmo-nos teis. O gosto pela aventura uma caracterstica tpica de um bom escoteiro deve levar-nos a empenhar os nossos recursos e energias para que as alteraes que se vislumbram em todas as sociedades humanas sejam direccionadas, segundo os princpios da ISGF, no sentido da proteco da vida, da salvaguarda dos direitos fundamentais, da construo da paz, da defesa dos mais fracos, da proteco e alargamento das oportunidades de educao e liberdade. Por outro lado, os adultos so chamados a dar testemunho dos valores em que acreditam, constituindose como verdadeiros exemplos para as geraes mais novas. Talvez seja esta a nossa principal misso como adultos e deve ser cabalmente entendida e interpretada para que se possa tornar uma ddiva, uma capacidade para aceitar as mudanas, um servio em prol da comunidade.
SAUDAMOS COM O MAIOR CARINHO O CENTENRIO DO MAIS ANTIGO GRUPO DA AEP
A fundao do 1. grupo
Foi em 1912 Unio Crist da Mocidade (associao muito frequentada pela juventude), que nos primeiros dias de Maro, se dirigiram dois jovens britnicos, Frank Giles e John Brown, tendo sido recebidos por dois dos directores, Robert Moreton e Rodolfo Horner, aos quais propuseram a fundao de um grupo de scouts. Bem recebida, a proposta foi transmitida direco e naturalmente aprovada logo em 22 de Maro. O grupo constituiu-se, alm de Frank Giles e John Brown, chefe e chefeajudante, com os seguintes jovens que prestaram o seu compromisso de honra: A. G. Gomes,
Armando Ramos, Evaristo Pires Ramos, Horcio Nunes Delgado, Jos Maximiano Silva, Jlio Ribeiro da Costa (conhecido mais tarde como capito Ribeiro da Costa, muito ligado aos meios desportivos), Lus Clington Lobo e Romrito Rodrigues Pampulim. Entretanto, surgiram novas adeses e organizam-se duas patrulhas; a primeira teve como guia Joo Paulo da Cruz e subguia Antnio Santa Marta, da segunda Humberto Martins era o guia e subguia Joo Garcia David; logo de seguida foi criada a terceira patrulha, com Ernesto de Sousa e Francisco Caetano Dias.
Breve histria dos Acampamentos Nacionais da A.E.P. (4)
XII ACNAC 18/26 Agosto 1973 Porto
A preparao deste XII ACNAC foi confiada aos escoteiros do Porto que, com o apoio permanente do Escoteiro Chefe Geral adjunto eng. Jos Maria Nobre Santos, trabalharam dedicadamente, desde o princpio do ano, para que tudo estivesse em ordem na hora prpria para este grande acontecimento, que assinalou o 60. aniversrio da AEP. Situado na orla da cidade do Porto, perto de Matosinhos, com o mar ali bem perto, o terreno do futuro Parque de Campismo da cidade foi o local escolhido para a realizao deste acampamento e foi ali que se ergueram muitas coloridas tendas, albergando centenas de jovens risonhos, procura de aventura e novas amizades. No domingo, dia 19, pelas 11 horas da manh, realizouse a cerimnia de abertgura do acampamento. Estavam presentes escoteiros das diversas regies do Continente e tambm os que representavam a Madeira, Aores, Angola e Moambique. Do estrangeiro vieram convidados, alguns escoteiros belgas, franceses, um norte-americano e um australiano, dando ao acaampamento um certo cunho internacional. Precederam a inaugurao duas cerimnias religiosas: um culto evanglico celebrado pelo rev. Aspey e uma missa catlica romana oficiada por Frei Bernardo OP. Na grande clareira,magnfica para reunies daquela natureza, teve depois lugar a inaugurao do acampamento, com o solene hastear das bandeiras, a que assistiram os srs. Eng. Vasconcelos Porto, Presidente da Cmara do Porto, dr. Manuel Seabra, Presidente da Cmara de Matosinhos, dr. Joo de Oliveira, represetando o Secretrio de Estado da Juventude e Desportos, contra-almirante Henrique Tenreiro, Presidente da AEP, comodoro Tengarrinha Pires, Escoteiro Chefe Nacional, eng. Jos Maria Nobre Santos, Escoteiro Chefe Nacional Adjunto e outras individualidades. Arnaldo Couto, chefe do acampamento, usou da palavra para agradecer a presena das individualidades, falando a seguir o Presidente da AEP para dizer da sua satisfao em estar presente junto dos escoteiros, assitindo comemorao dos sessenta anos da Associao, e agradecer as facilidades concedidas pelo Municpio do Porto para a realizao do acampamento. Finalmente, tomou a palavra o Presidente da Cmara Municipal do Porto que saudou efusivamente os escoteiros por escolherem a capital do Norte para a realizao daquela grande actividade da juventude, salientando que estavam sendo os primeiros a utilizar o futuro Parque de Campismo da cidade, que a Cmara estava a preparar para servir gente de todos os locais, fez votos para que todos os escoteiros levassem as melhores recordaes da cidade e colocou o Municpio ao dispor do movimento escotista. Do programa do Acampamento constavam actividades de pioneirismo e desporto, realizadas atravs de um concurso inter-patrulhas, mtodo introduzido por Nobre Santos e seus colaboradores j em acampamentos anteriores, fazendo que o entusiasmo dos rapazes se manifestasse constantemente. O concurso abrangeu praticamente todas as actividades levadas a efeito, desde as visitas s competies desportivas e da preparao dos campos at ao Fogo do Conselho. Completaram o programa da actividade um magnfico passeio em que os organizadores fizeram questo de mostrar aos escoteiros, especialmente aos visitantes, um pouco do Norte de Portugal, atravs de uma excurso de autocarro que os levou a Pvoa do Varzim, Ofir, Barcelos, Braga, Santo Tirso e Guimares, onde fizeram uma demo rada visita ao castelo, considerado o bero de Portugal. Decorrendo em ambiente de muita alegria e grande cama radagem, os relatrios apresentados pelas patrulhas no final desta actividade vieram a classific-la como uma das jornadas mais interessantes deste campamento.
A visita de Salvador Fernandez, acompanhado de Jos Maria Nobre Santos
A cerimnia terminou com os escoteiros a executarem alguns gritos de saudao s personalidades presentes e a entoar os hinos nacional e da AEP.
Os diversos fogos de conselho constituram especiais momentos de animao, servindo de preparao para o ltimo, que teve lugar na vspera do encerramento, dirigido pelo chefe Armando Incio, com a colaborao dos chefes Armando Morais, Arlindo Maia, Joaquim Saraiva e do prprio Chefe do Acampamento. Baseado no Ritual do Fogo de Amncio Salgueiro, atingiu momentos de elevado nvel, que deliciaram a enorme assistncia. No domingo dia 26, o acampamento recebeu a visita de Salvador Fernandez, secretrio-geral do Escotismo Mundial, que presidiu cerimnia de encerramento, durante a qual foram entregues s patrulhas vencedoras os prmios dos diversos concursos disputados. A finalizar, e depois de cantados os hinos e arreadas as bandeiras, todos os presentes deram as mos numa grande cadeia e cantaram a cano do adeus. Os antigos escoteiros foram especialmente acarinhados neste acampamento, tendo sido designado um espao prprio para acampamento daqueles que quiseram estar presentes. A equipa responsvel deste acampamento foi constituda pelos seguintes dirigentes: chefia de campo Arnaldo Couto; secretaria Jorge Dias Fernandes; montagens e materiais Manuel Teixeira e Joaquim Saraiva; abastecimentos Horcio Paiva e Arlindo Maia; informaes Antnio Morais de S; vigilncia Jos Duarte Teixeira; higiene e sade Manuel Leite e Mrio Vieira Dias NOTA Na preparao desta actividade foi considerada a realizao de trs concursos, com vista execuo do emblema, do prtico e da marcha. No concurso do emblema o jri atribuiu o 1 lugar a Manuel Teixeira, do Porto, mas acabou por ser escolhido o desenho classificado em 3 lugar da autoria de Arnaldo Couto. Para o prtico o jri escolheu o desenho de Arnaldo Couto e para a marcha foi distinguido o trabalho de Manuel Taco Monteiro, autor da letra e msica, j consagrado em acampamentos anteriores e no meio escotista em geral.
(reproduzido da reportagem de Armando Incio, in Sempre Pronto)
NOVOS ESTATUTOS DA FRATERNAL
CAPTULO I - Entidades que apoiem o Movimento Escotista. 2. Todos os associados devem ser reconhecidos pela Direco Nacional da FRATERNAL. 3. Os associados individuais podem usar os uniformes da FRATERNAL.
(Da Natureza, fins e sede) Artigo 1. - Definio
A Fraternal Escotista de Portugal, abreviadamente FRATERNAL, uma organizao para adultos, civil, de carcter educativo e social, aberta a todos, sem distino de gnero, origem, etnia ou credo, de livre adeso, sem fins lucrativos e de mbito nacional, destinada ao desenvolvimento permanente dos seus membros e divulgao do Escotismo.
Artigo 8.- Cessao da qualidade de associado
A qualidade de associado cessa por: a) Demisso, por livre iniciativa do associado, que dever ser comunicada Direco; b) Excluso, a falta de pagamento das quotas anuais por mais de trs anos, confere Direco o direito de, aps dois avisos, proceder excluso do associado. b1) O associado poder a todo o tempo solicitar a sua reintegrao; c) Expulso, sempre que o associado seja atingido por sano disciplinar grave, aps processo elaborado pela direco e submetido ao Conselho Jurisdicional, a quem cabe definir a sano aplicvel. c1) Ao associado cabe direito de recurso para a Conferncia Nacional.
Artigo 2. - Provenincia
A FRATERNAL d continuidade aco da Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal [FAEP], associao criada a onze de Maro de mil novecentos e cinquenta, como um departamento da Associao dos Escoteiros de Portugal (AEP), com o objectivo de congregar os antigos Escoteiros dessa Associao, assumindo como seu, todo o passado histrico daquela.
Artigo 3. - Finalidade
1. A FRATERNAL tem por finalidade agregar antigos Escoteiros com vontade de continuar a viver o esprito Escotista, assim como outros adultos que se identifiquem com os princpios e valores do movimento estabelecido por Baden-Powell; 2. A FRATERNAL tem por misso promover, apoiar e agir junto dos seus membros, encorajando-os a conservar sempre bem vivo o esprito do Compromisso de Honra e da Lei do Escoteiro e, num processo de contnuo desenvolvimento pessoal, ajud-los a transmitir esse esprito nas comunidades em que vivem e trabalham, prestando servio activo a essas comunidades, mobilizando-as e sociedade em geral: a) Na divulgao e apoio activo ao Escotismo, em especial Associao dos Escoteiros de Portugal; b) Na promoo da paz e do bem-estar social, numa perspectiva de formao ao longo da vida e de educao para a cidadania; c) Na educao ambiental e proteco da natureza e dos cidados; d) No estmulo ao empreendedorismo, criatividade e inovao; e) Na cultura, desporto e lazer; f.) Na integrao social, desenvolvimento comunitrio e cooperao para o desenvolvimento ao nvel internacional.
Artigo 9. - Colaboradores
A FRATERNAL aceita a colaborao de outras pessoas ou entidades.
Artigo 10.- Membros Honorrios
A Conferncia Nacional, mediante proposta do seu Presidente ou da Direco, poder eleger como Membros Honorrios pessoas ou entidades que, por servios relevantes prestados FRATERNAL, considere merecedoras dessa distino.
Artigo 11.- Membros de Mrito
O Conselho Nacional, mediante proposta da Direco, poder eleger como Membros de Mrito pessoas ou entidades que contribuam significativamente para bem da FRATERNAL, atravs da doao de bens ou prestao de servios. CAPTULO III
(Organizao e Estrutura Associativa) Artigo 12. - Nveis de organizao
A FRATERNAL, para melhor desempenhar a sua aco, poder criar at 3 nveis de organizao, como segue: - Nacional - Regional - Local
Artigo 4. - Independncia
A FRATERNAL afirma a sua neutralidade partidria e religiosa, aceitando e respeitando as convices individuais dos seus associados, a quem so vedadas, no entanto, quaisquer manifestaes de proselitismo no seu seio.
Artigo 5. - Interaco Mundial e Nacional
1. A FRATERNAL membro fundador da International Scout and Guide Fellowship [ISGF] / Amiti Internationale Scout et Guide [AISG], na qual participa nos termos destes Estatutos e no respeito pela Constituio daquela entidade; 2. A FRATERNAL , tambm, membro fundador do Comit de Amizade dos Antigos Escoteiros e Guias [AEG] na qual participa nos termos destes Estatutos e de acordo com o Regimento de funcionamento daquela entidade; 3. A FRATERNAL pode, nos termos dos presentes Estatutos, filiar-se, cooperar ou estabelecer parcerias com organizaes nacionais e internacionais, cujo objecto, finalidade e actividade sejam compatveis com os princpios do movimento Escotista e as finalidades associativas determinadas nestes Estatutos; 4. A FRATERNAL procurar manter com as outras organizaes em geral e com a AEP em especial, a todos os nveis e por intermdio dos respectivos rgos, as mais cordiais, fraternais e permanentes relaes.
SECO I - Nvel Nacional Subseco I - Conferncia Nacional Artigo 13 - Competncias
1. A Conferncia Nacional o rgo Mximo da FRATERNAL, ao qual compete, designadamente: a) Aprovar os Estatutos e suas alteraes; b) Aprovar e modificar o Regulamento Geral c) Apreciar e definir a orientao estratgica geral; d) Eleger e destituir os titulares dos rgos sociais; e) Apreciar e votar o Relatrio e Contas Anual; f) Apreciar e votar o Plano de Actividades e o Oramento anual, incluindo a fixao dos montantes das competncias financeiras da Direco e das quotizaes; g) Apreciar e votar as filiaes ou adeses a organizaes nacionais ou internacionais; 2. As alteraes aos Estatutos devero ser apresentadas Mesa da Conferncia Nacional. 3. Os estatutos s podero ser alterados por deliberao da Conferncia Nacional, tomada por maioria de dois teros dos membros presentes, sendo que as propostas de alterao tm de ser distribudas com antecedncia mnima de 30 (trinta) dias. 4.Uma vez votados e satisfeitas as exigncias de ordem legal, os novos estatutos entram imediatamente em vigor, revogando os anteriores.
Artigo 6. Sede Nacional
5. A sede nacional da FRATERNAL na Rua de S. Paulo, 254 1 andar, na freguesia de So Paulo, em Lisboa, podendo deslocar-se para qualquer outro local no pas, desde que tal seja aprovado pela Conferncia Nacional. CAPTULO II
Artigo 14 - Mesa da Conferncia Nacional
1. Mesa da Conferncia Nacional, atravs do seu Presidente, compete convocar a Conferncia Nacional e dirigir os seus trabalhos. 2. A Mesa da Conferncia Nacional composta por trs membros: presidente, vice-presidente e secretrio. 3. Em caso de impedimento do presidente, ser substitudo pelo vicepresidente. Em caso de impedimento de ambos, a Conferncia Nacional elege um substituto para presidir sesso.
(Dos Associados) Artigo 7. - Condies para Associado
1. Os associados da FRATERNAL podem ser: a) Individuais: - Antigos Escoteiros e Escoteiras com mais de 18 anos; - Dirigentes ou Escoteiros activos adultos; - Outras pessoas que, no tendo pertencido ao Escotismo, se identifiquem com os princpios e valores do Movimento e se comprometam com os fins da associao. b) Colectivos: - Grupos de Escoteiros da AEP;
Artigo 15. - Composio e Direito de voto
1.A Conferncia Nacional tem a seguinte composio: a) Todos os associados individuais; b) Todos os associados colectivos;
c) Todos os membros honorrios e de mrito; d) Dois membros da Chefia Nacional da AEP. 2. S tm direito a voto os associados individuais. d) Arbitrar e dar parecer sobre questes de honra; e) Exercer o poder jurisdicional como rgo de recurso; f) Emitir recomendaes aos rgos da FRATERNAL; g) Zelar pelo cumprimento dos Estatutos e Regulamentos da FRATERNAL; h) Cumprir as demais atribuies constantes da lei.
Artigo 16. - Convocao e Funcionamento
1. A Conferncia Nacional rene ordinariamente uma vez por ano, at ao ms de Maro, e extraordinariamente todas as vezes que seja convocada pelo seu presidente, a pedido da Direco Nacional ou de, pelo menos, 30 associados individuais. 2. A Conferncia Nacional convocada por meio de aviso postal, ou e-mail, expedido para cada um dos associados com antecedncia mnima de dez dias, no qual se indicar o dia, hora e local da reunio e respectiva ordem de trabalhos. 3. Na convocatria poder ser desde logo fixada nova hora para a reunio em segunda convocatria, no mesmo dia e local, na eventualidade de no estar presente, na primeira, o nmero mnimo de associados para deliberar. 4. A Chefia Nacional da AEP ser sempre convidada a fazer-se representar na Conferncia Nacional da FRATERNAL.
SECO II - Nvel Regional Artigo 22. - Delegados Regionais
1. Para melhor prosseguir a misso da FRATERNAL, pode a Direco nomear um seu representante de mbito regional; 2. A definio da rea regional, competncias e atribuies do delegado, decorre de norma ou regulamento emitido pela Direco. SECO III - Nvel Local
Artigo 23. - Ncleos
1. Para melhor prosseguir a misso da FRATERNAL, podem os associados individuais constituir-se em Ncleo; 2. Os processos de constituio, organizao e funcionamento dos Ncleos so definidos em Regulamento Geral. CAPTULO IV
Artigo 17. Deliberaes
1. A Conferncia Nacional no pode deliberar, em primeira convocatria, sem a presena de pelo menos metade dos associados da FRATERNAL com direito a voto. 2. A Conferncia Nacional, em segunda convocatria, pode deliberar com os associados presentes. 3. As deliberaes so tomadas por maioria absoluta dos votos dos associados individuais presentes ou representados, com excepo da deliberao sobre a dissoluo da FRATERNAL, em que ser necessrio o voto favorvel de trs quartos do nmero dos associados individuais com direito a voto. 4. As deliberaes tomadas sobre matria estranha ordem dos trabalhos s sero vlidas se aprovadas por trs quartos do total dos associados individuais com direito de voto.
(Das Eleies) Artigo 24. Processo Eleitoral
1. Os rgos directivos nacionais so eleitos pela Conferncia Nacional. 2. Os rgos directivos dos Ncleos so eleitos pelos respectivos Conselhos. 3. Todas as eleies so por sufrgio secreto dos associados. 4. Ao nvel nacional o processo eleitoral orientado pelo Conselho Fiscal e Jurisdicional; 5. Ao nvel local orientado pela respectiva Equipa Coordenadora.
Artigo 25. Durao dos mandatos
Os mandatos dos cargos electivos da FRATERNAL tm a durao de trs anos.
Artigo 26.- Limitao dos cargos
Os membros dos rgos nacionais no podem exercer qualquer outro cargo na FRATERNAL.
Subseco II - Direco Artigo 18. - Composio
1. A Direco composta por: presidente, vice-presidente e trs, cinco ou sete vogais. 2. Os membros da Direco no podem ser eleitos para mais de trs manda-tos consecutivos. 3. O presidente, o vice-presidente e a maioria da Direco so obrigatriamente oriundos da Associao dos Escoteiros de Portugal.
Artigo 27. - Cooptao
1. Qualquer vaga nos rgos electivos da FRATERNAL, excepto dos Presidentes ou Coordenador de Ncleo, no implica a exonerao do rgo, devendo os seus membros, por cooptao, designar o substituto. 2. A cooptao prevista no nmero anterior no ter lugar quando o nmero total de vagas exceder metade dos membros da lista eleita, facto que determinar nova eleio do respectivo rgo. CAPTULO V
Artigo 19. - Competncias
1. Direco compete: a) Representar a FRATERNAL e organizar o seu funcionamento, cabendolhe nomeadamente a competncia exclusiva para a celebrao de contractos ou parcerias institucionais e registos administrativos e contabilsticos; b) Coordenar e dinamizar a prossecuo dos objectivos da associao; c) Organizar os encontros nacionais para os seus associados; d) Decidir as despesas necessrias no oramentadas, no quadro das suas competncias fixadas pela Conferncia Nacional; e) Decidir as relaes com organizaes nacionais ou internacionais, ligadas ao Movimento Escotista e Guidista ou com outras entidades sociais, culturais ou de solidariedade; f) Escolher os delegados da FRATERNAL s Conferncias Mundial e Europeia da AISG/ISGF ou outros eventos internacionais; g) Escolher os representantes s Conferncias Nacionais e Conselhos Permanentes da AEP; h) Reconhecer os novos Ncleos Locais e dar posse sua equipa coordenadora; i) Confiar misses a comisses especiais; j) Representar a FRATERNAL em juzo e fora dele. 2. A Direco poder, se for til e necessrio, criar e extinguir departamentos e comisses que achar por bem para a prossecuo das aces da FRATERNAL, assim como nomear e exonerar os respectivos titulares e membros. 3. Os membros da Direco podem fazer-se assistir por adjuntos ou assessores, desde que isso decorra de deciso conjunta da Direco.
(Das Finanas e Patrimnio) Artigo 28. Receitas
So receitas da FRATERNAL: a) A quotizao e contribuies dos seus Associados; b) Donativos, subsdios e comparticipaes concedidas por entidades oficiais ou privadas; c) Receitas provenientes de actividades.
Artigo 29. - Patrimnio
O patrimnio da associao composto por: a) Bens mveis e imveis adquiridos a qualquer ttulo; b) Produtos de quotizaes dos membros individuais e colectivos; c) Subsdios e donativos; d) Produtos de campanhas financeiras; e) Quaisquer rendimentos obtidos por meios consentneos com o ideal da FRATERNAL.
Artigo 30. - Atribuio de Donativos
1. Os donativos a atribuir no podem exceder os limites dos montantes disposio. 2. Se a verba destinada a donativos no for aplicada, durante trs anos, o montante fica de novo disponvel revertendo para fundos da FRATERNAL.
Artigo 31 - Extino
No caso de extino da FRATERNAL, os bens, aps a regularizao dos encargos, revertero a favor da AEP ou, na sua falta, a favor de outra Organizao de Juventude ou Aco Social, escolhida e votada pela Conferncia Nacional, e na eventualidade de no ser possvel a reunio desta, os bens revertero sempre para associaes que tenham como objectivo viver no esprito da Lei e do Compromisso Escotistas.
Subseco III - Conselho Fiscal e Jurisdicional Artigo 20. - Composio
O Conselho Fiscal e Jurisdicional composto por trs membros: presidente, vice-presidente e secretrio relator.
Artigo 21. - Competncias
Ao Conselho Fiscal e Jurisdicional compete: a) Emitir parecer sobre o Relatrio e Contas anual; b) Emitir parecer sobre a proposta de Plano de Actividades e Oramento anual; c) Fiscalizar as contas da FRATERNAL;
CAPTULO VI (Dos Documentos Normativos) Artigo 32. Documentos Normativos
So Documentos Normativos da FRATERNAL os Estatutos, o Regulamento Geral e todos os outros Regulamentos que assim forem considerados pela Direco, bem como as Normas Internas exaradas pela Direco.
Educao e civismo
O CONSELHO NACIONAL PARA A EDUCAO (CNE), recomendou ao Governo que a Formao Cvica, na dimenso de educao para a cidadania, no encontre obstculos sua plena realizao, defendendo a continuidade desta rea no curricular.
a cidadania desenvolvido h cem anos pelo Escotismo, e pelos valores que defende, pensando e agindo como se os problemas da educao cvica fossem uma novidade das ltimas dcadas. Com alguma humildade, talvez encontrassem no movimento escotista alguns ensinamentos para o desempenho das aces que a CNE preconiza. E estamos certos de que tanto a AEP como a Fraternal estariam disponveis para essa colaborao.
Em comunicado da Agncia LUSA, de 25/01/2012, foi divulgado o seguinte:
Num parecer aprovado em 7 de Dezembro e ontem publicado em Dirio da Repblica, este rgo consultivo do Ministrio da Educao afirma que a educao para a cidadania faz e deve continuar a fazer parte dos mandatos da escola em Portugal. O plenrio do CNE aprovou esta deliberao poucos dias antes de o ministro da Educao e Cincia, Nuno Crato, ter anunciado a proposta governamental de reviso da estrutura curricular, que elimina os tempos especficos de Formao Cvica do currculo do 2. e 3. ciclos, bem como do secundrio, onde havia sido introduzida recentemente. O CNE considera mesmo que a introduo da rea na matriz curricular dos cursos cientfico e humanstico do ensino secundrio (Dec.-Lei n. 50/2011) veio suprir "uma lacuna". Defendia ento a necessidade de alterar as prticas escolares, de modo que a Formao Cvica, na sua dimenso de educao para a cidadania - introduzida como disciplina no 10. ano - no encontrasse obstculos sua plena realizao. "Uma proposta curricular de educao para a cidadania dever considerar como competncias a desenvolver, entre outras, a cooperao na prossecuo de objetivos comuns e a identificao de diferentes opinies e pontos de vista; o pensamento crtico; a comunicao, a argumentao e a participao", l-se na recomendao. Os conselheiros alegam ainda que as reas nucleares e as aprendizagens esperadas devero considerar os direitos e responsabilidades; a democracia e o conhecimento das instituies e normativos fundamentais do Estado de direito, da Unio Europeia e das Naes Unidas, a problemtica da identidade e das diversidades e o conhecimento e anlise da interdependncia e mundializao. O CNE sugere que os temas a enquadrar no mbito da educao para a cidadania incluam a educao para os direitos humanos, a educao ambiental, a educao para o desenvolvimento, para a igualdade de gnero, para a sade e sexualidade, para os media, a educao do consumidor, a educao intercultural, para a paz, para o mundo do trabalho, para o empreendedorismo, a educao financeira e a dimenso europeia da educao. "Recomenda-se que a educao para a cidadania deve continuar a ser assumida como contributo para a construo da cidadania nacional", escreve o CNE. No mesmo texto, o CNE refere-se disciplina de Formao Cvica como nova e "fundamental no ensino secundrio", em adequada articulao com processos que visam os melhores nveis de sucesso acadmico para os alunos. No ensino bsico, "deve ser revalorizada a educao para a cidadania democrtica, no mbito da Formao Cvica resgatando-a do enclausuramento excessivo relativo gesto quotidiana dos problemas que decorrem das funes da direo de turma". Para o CNE, a aprendizagem relacionada com esta temtica deve ser desenvolvida, sobretudo, pela participao dos alunos e professores em atividades e projetos concretos. A participao de pais e encarregados de educao, sempre que possvel, igualmente recomendada.
Envio 2 fotos do meu bisav, uma com 45 anos quando era chefe em Arroios e outra dele com 92 anos em 1987, quando foi sua ltima reunio de escoteiros como o escuteiro mais velho de Portugal. Eu fao 11 anos no dia de BP e sou escuteira - exploradora do 651 de Azeito, o meu irmo lobito do mesmo agrupamento e gostmos muito de ler o artigo da FAEP de 22 de Janeiro de 2012 onde vinha mencionado o meu bisav. Andreia Ferreira
R: Querida Andreia,
para ns muito lisonjeiro e muito agradvel verificar o vosso interesse na consulta dos blogs da nossa Fraternal, dispensando ateno quilo que ns escrevemos. Efectivamente, teu bisav Conde Ribeiro fez parte do grupo de antigos escoteiros a quem devemos a criao da nossa Fraternal. Porque muito nos interessa conhecer o perfil dos antigos companheiros que se interessaram pelas coisas do Escotismo, agradecemos as fotos e gostaramos mesmo de conhecer mais alguns dados sobre a passagem dele pelo nosso Movimento. Cumprimentamos teus pais, a ti e ao teu irmo Fbio com o maior carinho e fraternidade escotista. Caros amigos e companheiros, No foi possvel a minha deslocao a Lisboa, porque me encontrava na coordenao do projecto Limpar Portugal, no concelho de Gis. Aproveito para informar, que tenho dado apoio ao Grupo 239 de Miro, tendo sido investido na qualidade de instrutor de grupo Uma forte canhota e continuao de um excelente trabalho. Antnio Mouro
R: Caro companheiro,
Registamos com agrado as notcias da sua participao no projecto "Limpar Portugal" assim como a sua colaborao no 239. um exemplo daquilo que preconizamos como aco dos membros da Fraternal. Gostaramos ver o seu empenhamento secundado por outros companheiros e (porque no?), criar-se a um Ncleo da Fraternal. A unio faz a fora e em conjunto superam-se melhor os desafios. Que nos diz acerca disto? Em recente viagem Ilha da Madeira tivemos ocasio de rever um testemunho pblico do reconhecimento ao Escotismo: Uma esttua de B-P colocada numa das suas principais artrias, no centro da cidade do Funchal. Na mesma ocasio passmos pelo Monte e vimos um edifcio onde se encontrava instalada uma placa alusiva ao Escotismo. Sei que noutras localidades do Pas existem monumentos evocando o Fundador e surge-me a pergunta: Para quando um monumento a Baden-Powell na cidade de Lisboa? Duarte Gil Mendona R: Companheiro, estamos sempre a tempo de corrigir tal falha e este o momento mais exacto Centenrio - para nos mobilizarmos colectivamente numa verdadeira campanha nacional.
Sem querermos alimentar qualquer polmica, gostariamos apenas de acrescentar a nossa surpresa, pela ignorncia que manifestam quer a CNE, quer os membros do Governo pelo trabalho de educao para
AISG ANDALUCA MANIFIESTO DEL CENTENARIO DEL ESCULTISMO EN ESPAA
Passaram 100 anos dedicados ao esforo de melhorar o mundo. Tempo em que se produziram muitas mudanas na vida das pessoas, durante o qual os escoteiros e guias da Andaluzia procuraram estar presentes na Histria, adaptando-nos s condies dos acontecimentos que nos couberam viver e procurar fazer o melhor possvel por prestar o nosso servio e oferecer sociedade a nossa forma de estar e ser felizes. Neste ano de 2012 celebramos uma data muito espe cial e queremos faz-lo na perspectiva do que somos hoje, membros da ISGF, o que pressupe faz-lo dentro dos princpios ticos aprendidos no escotismo, mais a experincia ganha nos anos vividos. Queremos manifestar, luz do que se nos ofereceu este perodo da nossa histria que, se bem que a mensagem do movimento seja clara, actual e vlida, reconhecida mundialmente, temos de aceitar que est distante dos resultados pretendidos, que justificaram a sua fundao. Por isso, reconhecemos que h um largo caminho a percorrer para que nos prximos anos o Movimento escotista e guidista adulto se situe no lugar que lhe corresponde na AISG da Andaluzia,
Porque queremos seguir estando aqui, fazendo arte do tempo futuro, subscrevemos o presente manifesto desde a Andaluzia para os demais lugares de Espanha e para toda a Humanidade.
Por Rui Macedo
O gosto pelo Escotismo foi-me transmitido pelo meu pai, ento Chefe do Grupo n. 94, onde me iniciei. Na aprendizagem, contei especialmente com o saudoso Armando Incio, igualmente Chefe daquele Grupo, por quase vinte anos. A experincia adulta e sria adquiri-a durante os anos em que fui Chefe do mesmo Grupo, onde procurei formar jovens que em mim confiavam e para os quais trabalhei dedicadamente durante mais 15 anos. Guardo de todos esses perodos as melhores recordaes, mas ainda hoje me preocupa saber qual o caminho que seguiram todos aqueles jovens, a quem ajudei a abrir novos horizontes para a vida, a quem procurei incutir sentimentos de cidadania, respeito pelo prximo e culto pela Natureza. De muitos vou tendo notcias e raros me tm desiludido Mas vo-me perdoar os que me lem, se aqui der especial relevo s notcias que acabo de receber, precisamente daquele companheiro que, pelas suas qualidades e interesse pelo movimento preparava para ser um dos seguidores na chefia do Grupo e que, pelas voltas imperiosas da vida, j no regressou a Portugal, aps o encerramento do Acampamento Nacional da Alemanha em 1989, onde participmos, tendo seguido directamente para a Blgica, e o Grupo no ganhou o excelente chefe que ele seria. O nosso contacto de bons amigos foi-se mantendo e fui estando a par da forma como ia organizando a sua vida. Mas o Escotismo teria de fazer parte dela, e de que maneira!... Foi pois com a maior alegria que, depois de 22 anos, me regozijo com estas notcias: Pois , desde que estive a [finais de 2011], houve mudanas no de casa, mas nos escoteiros. O nosso grupo de Belgrade composto de uma parte pela GCB (guias) e por outra FSC (escoteiros). Por falta de chefia nos escoteiros j eu tinha assumido essa parte com o Frederico (o grandalho da foto) e agora, por falta de chefia, retomei as guias Tenho uma filha e um filho e querendo que eles tenham um grupo de qualidade no havia outra escolha ! O programa tem sido intenso e ainda no acabou, pois alm de preparar as seces para os acampamentos de vero, j estou a compor as chefias para o ano que vem Os chefes tm dedicao, mas limitam-se rapidamente ao jogo. Quero implantar para o ano mais intensidade em conhecimentos e actividades escotistas h trabalho pela frente. Vamos igualmente criar um novo ramo, os Horizonts, o que faz com que os exploradores e as guias aventura passem a ter actividades realmente ligadas com as suas idades o desafio grande Terei assim os Baladin, Louveteaux e Eclaireurs de un lado e as Lutins, guide Aventure et Horizonts de outro, para um total de +- 120 mido.. uff ! j chega Este ano com a regio organizei em Setembro as entradas escotistas, foi giro, o arranque do ano escotista s com os chefes de diviso dos grupos da regio... No me alongarei em comentrios. Apenas quero acrescentar que h momentos em que um dirigente escotista se sente compensado pela sua dedicao e esforo ao longo de muitos anos. O Tiago Petten, (o ltimo de p direita na foto) e o seu trabalho na Blgica so motivo da minha satisfao e orgulho. Obrigado Tiago, e Boa Caa
1) Que o Escotismo um movimento de PAZ e para a PAZ. 2) Que o Escotismo no aceita as desigualdades sociais que levam a situar alguns homens em posio de opulncia e condenar muitos outros misria, submisso, escravatura e ao esquecimento. 3) Que o Escotismo no apoia as manifestaes culturais ou religiosas que utilizam a violncia para obter os seus propsitos. Toda a religio deve possuir o amor como elemento bsico para s-lo. o mnimo que se lhe exige e o seu mximo objectivo. 4) Que o Escotismo cr firmemente no ser humano e o considera portador natural de valores que, convenientemente desenvolvidos, elevariam a sua conduta at obteno da felicidade pessoal e social. 5) Que o Escotismo considera que o dinheiro e a economia em geral devem ser elementos ao servio dos seres humanos e no ao contrrio. No deve haver qualquer actividade econmica, nem de outro tipo, que sirva de justificao ao desencadear de um conflito violento ou blico. 6) Que o Escotismo, uma vez alcanada a sua fase formativa na organizao infantil-juvenil, tem o seu desenvolvimento na etapa adulta e que esta passa indubitavelmente pelo avanar da espiritualidade, dos seus valores, sob a forma de compromisso, como o melhor modo de tornar visvel a nossa condio, onde quer que nos encontremos e nos lugares onde vivemos ou trabalhamos.
Por tudo isto, nos comprometemos a:
Trabalhar pela Paz, desde a nossa organizao at aos locais onde possamos estar presentes. Disponibilizarmo-nos para colaborar na universalidade da educao, com vista a obter o maior nvel possvel na igualdade de oportunidades Fazer o possvel por proteger a infncia, o futuro da nossa sociedade. Desenvolvermo-nos mais e melhor como seres humanos e como escoteiros e guias que somos, atravs do aprofundamento da nossa tica. Colaborar com o nosso parecer com os scouts e guias adultos no desempenho das suas responsabilidades como formadores pblicos, laborais, religiosos, sociais, etc. para que as suas decises possam manter a coerncia com o esprito escoteiro e guia com o qual se comprometeram um dia.
A simpatia pelo Movimento Escotista e o apoio que as entidades governamentais lhe prestavam, no tardou em se manifestar atravs da filatelia. Aps a fundao do Escotismo, foi a Checoslovquia o primeiro pas a emitir uma srie de dois selos alusivos ao Movimento, em 7 de Novembro de 1918. Destinaram-se a um Servio Postal Escotista organizado por um Comit de Libertao, cujos exemplares aqui reproduzimos.
E, tambm, os selos postos a circular, com as mesmas:
Tal como o Corpo de Cadetes em Mafeking, foi o Escotismo que teve a oportunidade de apoiar a populao atravs, tambm, da distribuio postal. Em Dezembro daquele mesmo ano, estes selos foram sobrecarregados para comemorar a chegada do Presidente Masarik. Temos, assim, quatro selos utilizados com aluso ao Escotismo e que, dada a sua antiguidade, no so fceis de encontrar. O pas que se seguiu na emisso de selos escotistas foi o Sio, actual Tailndia. Em Fevereiro de 1920, durante uma visita de BadenPowell ao Sio, o Rei deste pas, Rama VI, ficou to entusiasta pelo Escotismo que ordenou uma sobrecarga sobre selos em uso (9 ao todo), que homenageavam os reis seus antepassados, originando uma revalorizao dos mesmos. Este valor adicional destinava-se a suportar o Movimento Escotista no seu pas. Foram feitas trs tipos de sobrecargas, conhecidas como Wild Tiger Corps, as quais mostram cabeas de tigres e so escritas em siams, levando uma legenda em ingls, na parte inferior, Scouts Fund: Tipo A com seis selos. Tipo B nos mesmos seis selos Tipo C em sete selos, nos quais esto includos os anteriores. Reproduzimos aqui os modelos das sobrecargas acima referidas, pela ordem apresentada:
Temos a informao de que tambm existem nove postais ilustrados, com as mesmas sobrecargas. Estes selos, como os de Mafeking, so dos mais raros e dos mais caros que se encontram no mercado se se encontrarem... Possui-los, outro sonho para os coleccionadores desta temtica. Curiosidade: Tal o entusiasmo que nutriu pelo Escotismo, que o Rei do Sio, aceitou ser o primeiro presidente da associao dos escoteiros do seu pas. O terceiro pas pela ordem de emisso, foi a Hungria que, em 27 de Abril de 1925, emitiu uma srie de oito selos alusiva ao Desporto na qual incluiu um, da taxa de 1.000K, dedicado ao Escotismo, que aqui reproduzimos:
A FRATERNAL tem por finalidade agregar antigos Escoteiros com vontade de continuar a viver o esprito Escotista, assim como outros adultos que se identifiquem com os princpios e valores do movimento estabelecido por Baden-Powell. (Artigo. 3.1 dos Estatutos)
faep.nacional@gmail.com http://faep.blogspot.com http://antigosescoteiros.blogspot.com
Documentos semelhantes a OCompanheiro31

References: artigo 78
 Artigo 1

Artigo 8

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11
 Artigo 12

Artigo 4

Artigo 5
 Artigo 13

Artigo 6

Artigo 14
 Artigo 7

Artigo 15

Artigo 16
 Artigo 22

Artigo 23

Artigo 17
 Artigo 24

Artigo 25

Artigo 26
 Artigo 18

Artigo 27

Artigo 19
 Artigo 28

Artigo 29

Artigo 30

Artigo 31
 Artigo 20

Artigo 21
 Artigo 32