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Timestamp: 2017-07-23 10:47:25+00:00

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Caros leitores e leitoras.Visitem o blog BRASÍLIA, POR CHICO SANT'ANNA. segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Enviado por Dilma LopesA Universidade do Vale do Sapucaí – Univás, localizada em Pouso Alegre, MG, está oferecendo o curso de Pós-graduação Lato-Sensu em Assessoria de Comunicação e Reputações Corporativas. O curso se propõe a capacitar os alunos a observar, analisar, compreender e informar sobre o ambiente empresarial e corporativo das grandes, medias e pequenas empresas, como forma de colaborar no planejamento de ações de comunicação interna e externa e no marketing corporativo da empresa e com ações voltadas para a sociedade e a preservação do meio ambiente e Organizações não Governamentais.PÚBLICO ALVO: Graduados das áreas de Comunicação Social - Jornalistas, Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Administração, Marketing, Recursos Humanos, psicólogos e demais áreas de interesses afins.DURAÇÃO: 18 meses - CARGA HORÁRIA: 368 horasPERIODICIDADE:O curso será ministrado aos sábados (haverá um sábado livre por mês e férias nos meses de janeiro e julho). Os interessados devem entrar em contato com a Sta. Talita na Pós-graduação pelo tel 35-3449-2199, ou clique aqui .
Do M&M OnlineDez filmes foram contemplados pelo Programa de Apoio à Distribuição Internacional. O projeto do Cinema do Brasil e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) oferece suporte financeiro para distribuidores internacionais que lancem filmes brasileiros em salas de cinema no exterior.Estômago, Era Uma Vez, Divã, Sem Controle, Antônia, Eu me Lembro, Durval Discos, Noel, Poeta da Vila e Antes que o Mundo Acabe são os filmes que receberão o apoio.Cada uma das propostas aprovadas receberá US$ 15 mil do programa, além de um adicional de US$ 10 mil doado pelo Ministério das Relações Exteriores por meio da Divisão do Audiovisual. Os valores devem ser direcionados para gastos com Propaganda e Marketing para a promoção da obra.Os distribuidores comprometem-se a utilizar, no mínimo, duas cópias por filme, que deverá ser exibido em pelo menos cinco cidades ou ficar em cartaz durante um período de quatro semanas. Como contrapartida, as distribuidoras devem investir diretamente na promoção dos filmes um valor equivalente ou superior ao apoio do Programa.A escolha dos filmes foi feita a partir da proposta de lançamento e distribuição do filme, além do Plano de Ação de Propaganda e Marketing e de um orçamento detalhado, com indicação de como os recursos recebidos serão aplicados e os valores que a empresa investirá diretamente.Confira abaixo a lista completa dos filmes e produtoras contempladas pelo programa.- Estômago, da Zencrane Filmes, que será distribuído em Portugal pela Filmes Alambique, e na França pela Carlotta Films- Era Uma Vez, da Conspiração Filmes, que será distribuído nos Estados Unidos pela Maya Entertainment- Divã, da Total Enternainment, que será distribuído nos Estados Unidos pela Maya Entertainment- Sem Controle, da Ananã Produções, que será distribuído em Portugal pela Bosque Secreto Distribuição e Exibição Audiovisual- Antônia, da Coração de Selva, O2 filmes e Globo Filmes, que será distribuído na Alemanha pela WFilm- Eu me Lembro, da Truque Produtora de Cinema, que será distribuído na França pela Armazem Distribution- Durval Discos, da Dezenove Films e da África Films, que será distribuído na França pela Armazem Distribution- Noel, Poeta da Vila, da Movi & Art, que será distribuído na Coréia do Sul pela Entermode Corp.- Antes que o Mundo Acabe, da Casa de Cinema de Porto Alegre, que será distribuído na Coréia do Sul pela Entermode Corp.>
Por Mariana Mazza e Samuel Possebon, do Pay TV NewsA reunião sobre o Plano Nacional de Banda Larga realizada nesta terça, 24, entre o presidente Lula e vários ministros e técnicos envolvidos no projeto não chegou a uma definição. A razão é uma encomenda que teria sido feita pelo presidente para que o governo estime quanto custaria para que o Estado, possivelmente através da Telebrás (mas não descartada a criação de uma empresa com esse propósito), ofereça diretamente acesso banda larga ao cidadão. A informação foi confirmada por duas fontes que estiveram na reunião.O pedido do presidente surpreende porque, até agora, as discussões estavam restritas à oferta de capacidade de banda larga no atacado e organização de um backbone nacional paralelo e complementar ao das teles. Estes estudos deverão ser apresentados em três semanas. Segundo uma fonte de primeiro escalão, "a reunião de hoje foi inconclusiva e é bem provável que a próxima reunião também termine sem uma conclusão". Outras fontes, contudo, dizem que já havia a expectativa de que houvesse uma solicitação dessa natureza e que já existem alguns levantamentos em andamento.Para ler o restante desta nota, clique aqui
Por Joseph Vavrus, do blog de notícias Jornalismo nas AméricasEmpresas editoras de jornais de Denver e Dallas podem se unir a Rupert Mardoch e seu conglomerado de comunicação News Corp., e bloquear parte de seu conteúdo no site de notícias da Google, informa o diário El Economista, com informações da Bloomberg.A News Corp., segunda maior empresa de mídia dos Estados Unidos (atrás apenas da Disney), está em negociação com a Microsoft para entregar os direitos exclusivos para difusão de seus conteúdos do novo portal da companhia de software, Bing, informaram os jornais Financial Times e El País.A Corporação Australiana de Radiodifusão acrescenta: “Microsoft e Rupert Murdoch uniram forças contra um inimigo comum. (...) A Microsoft quer transformar seu próprio sistema de busca, o Bing, em um verdadeiro concorrente da Google”.Murdoch já havia ameaçado este mês remover todo o conteúdo de seus jornais – inclusive o Wall Street Journal e o Times de Londres – como parte dos planos da News Corp. de cobrar por todo seu conteúdo online.
Do sitio O JornalistaA Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) do Senado Federal adiou a votação da PEC 33/2009, de autoria do senador Antonio Carlos Valadares (PSB/SE), que dá nova regulamentação à profissão e restaura a exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo. A votação marcada para hoje (25), só deverá ocorrer na próxima quarta-feira (02/12), quando o relatório do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE) que é favorável à aprovação da proposta, abrirá a pauta de votações da Comissão.A boa notícia é que o senador paulista Eduardo Suplicy (PT) anunciou que votará a favor dos jornalistas. Já a posição do senador Mercadante continua uma incógnita, ele não quis adiantar seu voto.Sabemos que não é, nem será o diploma que impedirá equívocos e desvios, mas os riscos serão muito menores para a sociedade com jornalistas profissionais por formação e com compromisso público. Hoje, no Brasil, nove famílias dominam os conglomerados de comunicação. Isto é monopólio da informação, algo inadmissível em uma democracia. Imagine o poder que será dado a essas pessoas se aceitarmos que elas passem a dizer quem pode e quem não pode ser jornalista. Isso na prática é o que decidiu o STF. Um equívoco que precisa ser revisto.O STF confundiu liberdade de expressão com liberdade de imprensa e desconsiderou os tratados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre os direitos dos trabalhadores à regulamentação profissional e a se organizarem livremente em entidades que os defenda.Precisamos ficar atentos, principalmente às manobras dos senadores que ou são donos de veículos de comunicação ou prepostos de seus proprietários. "Sabemos que os donos da mídia tentarão impedir a aprovação. Por isso nossa mobilização e busca de sensibilização dos senadores", alerta o presidente da Federção Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Sergio Murillo de AndradeEntre em contato com os senadores de seu Estado e solicite o apoio para a PEC. Essa luta também é sua! A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) do Senado é composta por 23 titulares e 23 suplentes. O presidente é o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o vice é o senador Wellington Salgado (PMDB-MG). Abaixo seguem os e-mails dos integrantes da CCJC. Escreva para eles.TitularesSerys Slhessarenko (PT-MT) serys@senadora.gov.br Aloizio Mercadante (PT-SP) mercadante@senador.gov.br Eduardo Suplicy (PT-SP) eduardo.suplicy@senador.gov.br Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) antval@senador.gov.br Ideli Salvatti (PT-SC) ideli.salvatti@senadora.gov.brJoão Pedro (PT-AM) joaopedro@senador.gov.br Pedro Simon (PMDB-RS) simon@senador.gov.br Almeida Lima (PMDB-SE) almeida.lima@senador.gov.br Gilvam Borges (PMDB-AP) gilvamborges@senador.gov.br Francisco Dornelles (PP-RJ) francisco.dornelles@senador.gov.br Valter Pereira (PMDB-MS) valterpereira@senador.gov.br Wellington Salgado (PMDB-MG) wellington.salgado@senador.gov.br Katia Abreu (DEM-TO) katia.abreu@senadora.gov.br Demóstenes Torres (DEM-GO) demostenes.torres@senador.gov.br Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) osvaldo.sobrinho@senador.gov.br Marco Maciel (DEM-PE) marco.maciel@senador.gov.br Antônio Carlos Jr (DEM-BA) acmjr@senador.gov.br Álvaro Dias (PSDB-PR) alvarodias@senador.gov.br Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) jarbas.vasconcelos@senador.gov.br Lucia Vânia (PSDB-GO) lucia.vania@senadora.gov.brTasso Jereissati (PSDB-CE) tasso.jereissati@senador.gov.br Romeu Tuma (PTB-SP) romeu.tuma@senador.gov.br Osmar Dias (PDT-PR) osmardias@senador.gov.br SuplentesRenato Casagrande (PSB-ES) renatoc@senador.gov.br Augusto Botelho (PT-RR) augusto.botelho@senador.gov.br Marcelo Crivella (PRB-RJ) crivella@senador.gov.br Inácio Arruda (PCdoB-CE) inacioarruda@senador.gov.br Cesar Borges (PR-BA) cesarborges@senador.gov.br Marina Silva (PV-AC) marinasi@senado.gov.br Efraim Morais (DEM-PB) efraim.morais@senador.gov.br Adelmir Santana (DEM-DF) adelmir.santana@senador.gov.br Raimundo Colombo (DEM-SC) raimundocolombo@senador.gov.br Jose Agripino (DEM-RN) jose.agripino@senador.gov.br Eliseu Resende (DEM-MG) eliseuresende@senador.gov.br Eduardo Azeredo (PSDB-MG) eduardo.azeredo@senador.gov.br Marconi Perillo (PSDB-GO) marconi.perillo@senador.gov.br Arthur Virgilio (PSDB-AM) arthur.virgilio@senador.gov.br Flexa Ribeiro (PSDB-PA) flexaribeiro@senador.gov.br Gim Argello (PTB-DF) gim.argello@senador.gov.br Flavio Torres (PDT-CE) flaviotorres@senador.gov.br
Do SJP-DFTerminou domingo, 22/11, a I Conferência de Comunicação do Distrito Federal (Confecom-DF), convocada pelo Governo do Distrito Federal. Realizada segundo as normas estabelecidas pela Comissão Organizadora Nacional, a Confecom-DF elegeu 23 delegados à Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que ocorrerá em Brasília nos dias 14, 16 e 17 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.Desses 23 delegados, 10 são do segmento empresarial de comunicação, 10 da sociedade civil não-empresarial e 3 do poder público. Os escolhidos estão encarregados de defender na Confecom as propostas apresentadas pelos cerca de 300 participantes da Confecom-DF.A conferência contou com um número bastante representativo da sociedade brasiliense. Além dos empresários ligados à Telebrasil, entidade que congrega as empresas de telefonia fixa e celular, e à ABRA (Associação Brasileira dos Radiodifusores), compareceram militantes de entidades do movimento negro, dos homossexuais, dos sindicatos, dos estudantes e associações de moradores.Leia o restante desta nota clicando aqui
Por Mônica Tavares , do Globo Online"O Brasil em alta velocidade" é o título da proposta de Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) que o ministro das Comunicações, Helio Costa, está apresentando nesta terça-feira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Logo na Sumário Executivo do trabalho, que tem 197 páginas, vem a explicação de que um dos princípios do PNBL é estimular o setor privado "para que este invista na infraestrutura de banda larga, em regime de competição". O Estado deverá de forma complementar, "focalizando seus investimentos diretos, principalmente em acessos".O grupo de trabalho formado por vários ministérios que foi encarregado de apresentar um projeto para massificar a banda larga no país está reunido neste momento com Lula, e deverão ser apresentados várias propostas.Segundo o Ministério das Comunicações, a meta é até 2014 ter 90 milhões de acessos individuais de banda larga no país. Desse total, 30 milhões serão fixos, urbanos e rurais, em domicílios, propriedades, empresas e cooperativas. A maior parte, 60 milhões, será de banda larga móvel. Isto representa alcançar um nível de teledensidade próximo de 50 acessos por 100 domicílios (em acessos fixos banda larga), ou 45 acessos por 100 habitantes (acessos fixos e móveis em banda larga) no total.Os Acessos Fixos Coletivos de banda larga serão levados para a área urbana e rural para 100% dos órgãos do governo. Isso significa dizer que 100% das escolas públicas ainda não atendidas ou mais de 70.000 rurais contarão com o serviço; 100% das unidades de saúde ou mais de 177.000; 100% das bibliotecas públicas ou mais de 10.000; e 100% dos órgãos de segurança pública ou mais de 14.000.No fim do ano passado, os acessos à internet por banda larga fixa atingiram aproximadamente 9,6 milhões, o que corresponde a aproximadamente 17,8 acessos a cada 100 domicílios e 5,2 acessos a cada 100 brasileiros.A análise dos técnicos do Ministério das Comunicações é que, se nada for feito, a projeção realizada indica que o Brasil atingirá aproximadamente 18,3 milhões de acessos banda larga no fim de 2014, o que corresponde a cerca de 31,2 acessos a cada 100 domicílios, número bastante inferior à média de 37 acessos a cada 100 domicílios projetados para os países analisados.
O Congresso Nacional está analisando duas propostas de emenda à Constituição que restabelecem a exigência de formação universitária em Jornalismo para a obtenção do registro profissional. Uma na Câmara dos Deputados, que já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, e outra no Senado Federal, a de nº 33/2009, que tem como relator o senador Inácio Arruda do PCdoB/CE.Arruda elaborou uma proposta substitutiva e em seu relatório, justifica a necessidade da formação acadêmica pelo fato de ser o jornalismo uma profissão que desempenha função social. "Ele requer formação teórica, cultural e técnica adequada, além de amplo conhecimento da realidade" - afirma o parlamentar."O curso de jornalismo, ministrado hoje em mais de 500 escolas espalhadas pelo País, não se resume a um estudo puramente técnico, pois ser jornalista não é apenas escrever bem.A conduta do profissional que atua nos meios de comunicação na função de jornalista deve primar pela responsabilidade, respeito e ética, agindo de maneira independente e plural, condições indispensáveis para a democracia, garantindo a qualidade na informação prestada à população."Mas o substitutivo proposto e relatado por Arruda promove uma espécie de trem da alegria dos titulares de registro precário de jornalistas. Ele torna definitivo esses registros precários (emitido sem a necessidade do Diploma) ao determinar, no artigo 2°, que aqueles que estiverem exercendo a profissão quando da aprovação da emenda constitucional terão direito a manter o registro sem a necessidade da formação acadêmica.A íntegra do artigo 2° é a seguinte:Art. 2º A exigência do diploma a que se refere o § 7º do Art. 220é facultativa para aquele que, à data da promulgação desta EmendaConstitucional, comprove o efetivo exercício da profissão de jornalista.
Do M&M OnlineCom quase dois milhões de novas linhas de telefones móveis habilitadas em outubro, o Brasil teve um acréscimo de 1,15% na sua quantidade de celulares em operação, alcançando um total de 168.037.030 de aparelhos em uso. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e registram que, no último mês, 1.916.242 novas linhas de telefones móveis foram habilitadas. Considerando o acumulado de todo o ano de 2009, foram habilitadas 17.395.627 novas linhas de telefone celular. A quantidade representa o segundo maior crescimento desde quando a Anatel começou a mensuras a quantidade de novas linhas, em 2000. Em termos de habilitação de novas linhas, o ano de 2009 - considerando o período entre janeiro e outubro - perde somente para 2008, quando foram registradas 23.815.515 novas linhas no período.TeledensidadeA região Centro-Oeste continua a campeã do País no quesito da teledensidade - índice usado pela Anatel para medir a quantidade de telefones celulares para cada grupo de 100 habitantes. A região possuía, em outubro, uma média de 106,05 aparelhos de telefone móvel para cada 100 pessoas. Em seguida, aparece a região Sudeste, com uma média de 99,21 aparelhos para cada 100 habitantes, seguida do Sul, com 91,7 celulares, do Nordeste, com 68,81 aparelhos e do Norte, com 68,5 telefones para cada grupo populacional.MercadoNa briga das operadoras de telefonia, a Vivo continua sustentando a liderança, detendo 29,51% do mercado de telefonia móvel do País (o que corresponde a 49.581.029 aparelhos em operação). A vice-liderança continua com a Claro, com 25,45% do mercado de celulares (42.762.592 telefones móveis). A TIM aparece na terceira posição, com 23,73% do mercado (39.880.742 celulares) e, em quarto, ficou a Oi, com 20,94% de participação (35.185.249 de aparelhos).
Do Tela Viva NewsSerá lançado em 26 de novembro a segunda edição do Edital de Apoio à Produção de Documentários - Etnodoc 2009, que visa a documentação e difusão do patrimônio cultural imaterial do país por meio de apoio à produção de documentários inéditos para exibição em TVs públicas. O lançamento ocorre no Arte Sesc Flamengo, no Rio de Janeiro, no âmbito da 14ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico.O concurso está aberto a brasileiros natos ou naturalizados, ou residentes no Brasil há mais de dois anos. As inscrições, gratuitas, podem ser realizadas de 26 de novembro a 30 de dezembro pelo site: www.etnodoc.org.br. O resultado da seleção será divulgado até 30 dias após o encerramento das inscrições de projetos.O número de projetos a serem financiados dependerá do valor solicitado em cada proposta, considerando-se sua ordem de classificação e o total de recursos destinados ao edital. A primeira edição do Etnodoc recebeu, em 2007, 466 projetos, dos quais 15 foram selecionados.A ação é uma iniciativa da Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro em parceria com o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Secretaria do Audiovisual e Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, e Empresa Brasileira de Comunicação e conta com o patrocínio da Petrobras no valor de R$ 1 milhão e 200 mil.
O jornalista canadense Jean-Guy Allard e a advogada norte-americana Eva Golinger (foto) acabam de lança o livro "La Agresión Permanente: USAID, NED y CIA" . A obra revela as políticas de intervenção e ingerência de diversos governos dos Estados Unidos na imprensa de distintos paíeses latino-americanos.Veja abaixo, em espanhol, o texto de Nelba Nycz, da Prensa MinciEl periodista canadiense Jean-Guy Allard y la abogada estadounidense Eva Golinger nos ofrecen esta publicación, en su primera edición, que desenmascara una vez más las políticas de intervención e injerencia del Gobierno de los Estados Unidos en distintos países latinoamericanos, entre ellos, Venezuela.A través de casos como el ataque por casi medio siglo a la Revolución Cubana, y otros más recientes, como el golpe de Estado en Venezuela en 2002, la intervención en Bolivia, el golpe de Estado en Honduras, entre otras “disfrazadas” tácticas de intervención política, el Gobierno de los EEUU, mediante la USAID, la NED (National Endowment for Democracy ) y la CIA, ha sido un constante agresor, sobre todo de los pueblos progresistas que intentan trazar su propio rumbo libre de la hegemonía y las pretensiones imperialistas.Golinger manifestó que la presente obra se titula Usaid, Ned y Cia. "La agresión permanente", debido a que es de suma importancia hablar de esa agresión permanente que según sus palabras "a veces es silenciosa, que es el uso de diferentes agencias, fachadas, ONGs, etc., que se infiltran en la sociedad de los pueblos de América Latina para desestabilizar y neutralizar el avance de los procesos revolucionarios".Según la autora lo que se busca es mostrar a través de estos escritos las tácticas y estrategias de injerencia por parte de los Estados Unidos en contra de los procesos de liberación. "La idea es seguir llamando la atención con la denuncia y en este sentido tambien utilizamos este libro para promover la creación de un centro de alerta para la defensa de los pueblos", señaló.
A Agência de Notícias para os Direitos da Infância está contratando um Pesquisador para o cargo de Coordenador de Monitoramento e Análise de Mídia. Os candidatos devem possuir o seguinte perfil:· Mestrado concluído em ciências sociais, ciências aplicadas ou jornalismo;· Experiência na realização de pesquisa na área social e/ou de mídia;· Conhecimento e experiência na utilização de softwares de análise e tratamento de dados estatísticos;· Habilidade em redação de texto.· Habilidade de escrita, leitura e comunicação em espanhol (necessário) e inglês (desejável);· Experiência na gestão de pessoas (desejável);· Experiência na coordenação de projetos (desejável);AtribuiçõesConduzir todas as atividades referentes ao Monitoramento de Mídia realizado pela ANDI, dentre as quais podem ser mencionadas:1. Coordenação e capacitação da equipe de monitoramento a partir das diretrizes metodológicas adotadas pela Instituição;2. Elaboração de projetos de pesquisa na área de mídia;3. Elaboração de questionários;4. Manuseio de bases de dados quantitativos;5. Tratamento, extração e análise de dados;6. Produção de relatórios técnicos e publicações;Fazer a gestão da equipe que compõe o núcleo de monitoramento de Mídia;Garantir a interlocução entre o Núcleo de Monitoramento e as demais áreas do ANDI;Garantir a interlocução da ANDI Brasil e as demais agências da Rede ANDI América Latina, no que se refere Monitoramento de mídia;Oferecer suporte técnico e metodológico às agências da Rede Andi América Latina.Local das atividades: Brasília-DF.Valor mensal do contrato: A ser definido, a partir da avaliação curricular.Os(as) interessados(as) deverão enviar curriculum vitae para: dbarbosa@andi.org.br ou ngarcia@andi.org.br até o dia 06 de dezembro de 2009.
De O Globo onlineO Brasil tem o quinto maior número de linhas telefônicas do mundo, 4,4% do total de telefones fixos e móveis existentes no planeta, e é o primeiro no ranking da América Latina, de acordo com pesquisa da consultoria Everis, de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, que engloba dados de 49 países.Segundo o estudo, o Brasil encerrou o ano passado com 41,1 milhões telefones fixos e 150,6 milhões de celulares. São cerca de 191,8 milhões de linhas, quase a população do Brasil, atualmente em 192.082.193 de habitantes.No ranking geral, o primeiro lugar é ocupado pela China, com 999,6 milhões de linhas telefônicas, seguido pelos Estados Unidos, com 421,8 milhões, Índia, com 384,8 milhões e Rússia, com 232,1 milhões. Já os últimos lugares são ocupados, em boa parte, por países latino-americanos, como Paraguai, com 6,2 milhões, Bolívia, com 5,5 milhões e Uruguai, com apenas 4,5 milhões de linhas telefônicas. Apesar dos baixos números apresentados, esses países estão entre os que apresentaram maior crescimento de linhas, respectivamente, 20,9%, 40,3% e 12,5%."A telefonia móvel está em rápida expansão em todo o mundo. Os menores ritmos de crescimento apresentados por alguns países são explicados pelo fato de já existir um elevado número de linhas", afirma em nota Teodoro López, vice-presidente da Everis Brasil."Além disso, aqui se observa uma relação inversa entre PIB e renda e o crescimento no número de linhas: os cinco países com maior crescimento em telefonia móvel no período 2004 - 2008 (Bangladesh, Vietnã, Nigéria, Índia e Quênia) estão entre os mais pobres analisados pelo estudo", acrescenta.No final de 2008, havia mais de 3,212 bilhões de linhas telefônicas móveis no mundo, um aumento de 18,5% em relação ao ano interior. A China mais uma vez é o país com mais celulares, com 634 milhões, seguida da Índia (346,9 milhões), Estados Unidos (270,5 milhões) e Rússia (187,5 milhões). Entre os países latino-americanos, Uruguai, Peru e Colômbia foram os que tiveram maior expansão no período analisado, com crescimento médio anual de 55,5%, 50,4% e 41,2, respectivamente.Quanto aos preços, a diferença entre fixo e móvel é de 25% no Braisl e na Colômbia. Além disso, em seis de cada 10 países pesquisados o custo do móvel supera esse patamar em relação ao fixo. O Equador é o caso mais extremo, com o celular custando 700% a mais do que o fixo, seguido por Venezuela, onde a linha móvel é 253% mais cara que a fixa, e Argentina, com 160%.No entanto, a América Latina não tem apenas países com custo alto de telefonia móvel. No ranking de países das linhas móveis mais baratas, encontram-se Bolívia, com linhas móveis 74% mais baratas que as fixas, Chile e Peru com 50%, México com 33% e Paraguai, com linhas móveis com preços 21% mais atrativos que a telefonia convencional.
Por Joaquim Ernesto Palhares, da Carta MaiorOs proprietários dos grandes meios de comunicação no Brasil defendem, entre seus ideais, a liberdade de expressão, a pluralidade, a competição e o livre mercado. No entanto, o poder midiático no Brasil está concentrado nas mãos de um pequeno grupo de famílias e suas respectivas empresas, que dominam o sistema de produção e difusão de informações e detém a imensa maioria dos recursos de publicidade. Se fossem coerentes deveriam defender uma revolução capitalista na comunicação brasileira, com mais proprietários, mais veículos, mais produtores de comunicação, produtos de melhor qualidade, consumidores mais exigentes e descentralização dos centros produtores.Para ler o restante do artigo de Joaquim Ernesto Palhares, clique aquiAs opiniões aqui emitidas são de responsabilidade de seus autores
A Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, OTCA, abriu processo seletivo para preencher a vaga de Assessor de Comunicação Social. A preferência é por profissionais com formação em Jornalismo e pós graduação ganha ponto extra.É necessário ter domínio completo (leitura, escrita e conversação) de pelo menos dois dos seguintes idiomas: Português, Inglês e Espanhol.O local da sede da OTCA no Brasil é em Brasília.Os candidatos interessados e que tenham o perfil funcional descrito nas página da OTCA devem enviar curriculum vitae com pretensão salarial e um exemplar de trabalho que tenha publicado para o correio eletrônico vaga.ascom@gmail.com.Serão aceitas reportagens, entrevistas, artigos, entre outros.A data limite para envio é 1º de dezembro de 2009. Exige-se disponibilidade para trabalhar período integral e para viajar.O selecionado começará a trabalhar de imediato.
Da newsletter Brasília ConfidencialComeçou nesta sexta-feira e vai até o dia 26, em 143 salas de cinema de 54 cidades, a segunda edição da campanha Semana do Filme Nacional, em que os ingressos são vendidos a R$ 6 (inteira) e a R$ 3 (meia-entrada).Promovida pela Agência Nacional do Cinema e a Federação Nacional das Empresas Exibidoras, a campanha chega neste ano a 16 capitais e mais 38 cidades de 15 estados e do Distrito Federal exibindo 15 filmes lançados em 2009. Na cidade de Sã\o Paulo, por exemplo, 21 salas estão exibindo filmes nacionais com ingresso barato. No Rio são 20 cinemas; em Curitiba, nove; em Recife, sete; em Belo Horizonte e Porto Alegre, cinco; e em Brasília, três salas de exibição.A lista das cidades e das salas de cinemas pode ser consultada no site www.ancine.gov.br
Por Ingrid Bachmann, do blog de notícias Jornalismo nas AméricasA Associated Press não está imune à crise que atinge a imprensa. A agência americana noticiou a demissão de seus próprios empregados da área de notícias. O número correto não foi divulgado, e a ação faz parte de um plano para cortar 10 por cento de sua força de trabalho ao redor do mundo.Até o momento 90 repórteres, editores e fotógrafos, além de executivos e assistentes, foram demitidos até a terça-feira, 17 de novembro, informa a Reuters. Na sede de Nova York, 20 postos de trabalhos foram extintos. Em Porto Rico, oito pessoas foram demitidas, acrescenta a AFP. A AP já havia anunciado uma reestruturação das suas operações no Caribe.O porta-voz da AP, Paul Colford, não especificou quantos empregos foram eliminados nos últimos meses, mas segundo a agência, as demissões têm sido pouco comuns nos 163 anos de história da AP. Com mais de quatro mil trabalhadores, calcula-se que 400 pessoas sejam demitidas.
Por Greta PazNa segunda-feira, 16/11, professores e alunos da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS, representantes do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e jornalistas do Grupo RBS reuniram-se para dar início ao projeto denominado Locast. O objetivo da pesquisa é fazer uma forma de cobertura jornalística que trabalhe com o ultra-localismo.Os pesquisadores do MIT David Boardman e Steve Pomeroy ministraram o workshop que detalhou o projeto e explicou o funcionamento do aplicativo que será utilizado. "O primeiro contato com os participantes foi muito bom pela acolhedora recepção que fizeram. Estou gostando muito de estar aqui", empolga-se David.Notícias serão produzidas em vídeos não para as massas, mas focadas em públicos menores com interesses em comum. A primeira etapa da pesquisa, que se dará pela produção dos conteúdos acontece até o dia 23/11. “Esta é uma pesquisa histórica para a Famecos", vibra o professor da PUCRS e coordenador do projeto Eduardo Pellanda pelo pioneirismo da faculdade no estudo sobre mudanças na forma de encarar a dinâmica do jornalismo. Essa nova utilização proposta pela parceria entre Famecos, MIT e RBS fará com que as pessoas construam uma nova perspectiva não só da capital gaúcha, mas também da disseminação da informação. "Este projeto é visto por nós como mais uma forma de fazer jornalismo. Enxergamos isso como algo suficientemente maduro para ir além de um experimento", esclarece o coordenador de projeto online do Grupo RBS, Thiago Medeiros. Estudantes de graduação, pós-graduação, professores, repórteres e editores do Grupo RBS já estão envolvidos na construção e manutenção do portal com a tecnologia Android. As matérias, feitas pelos repórteres, estarão ligadas a um mapa via GPS, marcando assim a localização exata do acontecimento. Todo o conteúdo é feito com celular e a edição acontece na hora. A postagem é automática, mas pode passar pelo crivo de editores, se assim for necessário. A pesquisa é inédita no Brasil e a única oficial entre o MIT e uma Faculdade de Comunicação. Aqui você pode acessar as imagens do projeto. Postado por
O Congresso Nacional argentino aprovou uma nova lei que descriminaliza os delitos contra a honra. Calúnia, injuria e difamação não mais constarão do código pelan argentino.Veja abaixo, em espanhol, o informe do Observatorio Latinoamericano para la Libertad de Expresión de la Federación Latinoamericana de Trabajadores de la Comunicación Social (FELATRACS).Por unanimidad el Senado aprobó la reforma que elimina los delitos contra el honor establecidos en el Título II del Código Penal Argentino. La ley que despenaliza los delitos de Calumnias e Injurias fue aprobada por el Poder Legislativo, el miércoles 18 de noviembre de 2009, en Buenos Aires. Ley ampliamente reclamada por los organismos de derechos humanos y periodistas. Con esta ley, en ningún caso configurarán delito de calumnia o injurias las expresiones referidas a asuntos de interés público". Así como, ya no existen penas sino multas que van de 1500 pesos a 20 mil.La norma dispone la adecuación de "los parámetros internacionales y constitucionales en términos de libertad de expresión". Se han modificado los artículos que van desde el 109 al 117 de la Ley 11.179, del Título II de Delitos contra el Honor. Incidiéndose fundamentalmente en la modificatoria de los artículos 109 y 110 del Código Penal relacionados con las calumnias e injurias. En la primera, lo expresado: "La calumnia o falsa imputación de un delito que dé lugar a la acción pública, será reprimida con prisión de uno a tres años". El Poder Ejecutivo la reformuló con la siguiente propuesta: "La calumnia o falsa imputación a una persona física determinada de la comisión de un delito concreto y circunstanciado que dé lugar a la acción pública, será reprimida con una multa de pesos tres mil a pesos treinta mil. En ningún caso configurarán delito de calumnia las expresiones referidas a asuntos de interés público o las que no sean asertivas".Por su parte, el artículo 110 sancionaba: "el que deshonrare a desacreditare a otro, será reprimido con multa de pesos mil quinientos a pesos noventa mil o prisión de un mes a un año". La propuesta de reforma indica: "el que intencionalmente deshonrare o desacreditare a una persona física determinada será reprimido con una multa de pesos mil quinientos a pesos veinte mil. En ningún caso configurarán delito de injurias las expresiones referidas a asuntos de interés público o las que no sean asertivas. Tampoco configurarán delito de injurias los calificativos lesivos del honor cuando guardasen relación con un asunto de interés público".Además, se expresa que el acusado de calumnia o injuria quedará exento de pena, si se retractara públicamente. La retractación no importará para el acusado la aceptación de su culpabilidad.
Na semana da Consciência Negra webleitores da Agência Senado demonstram maior interesse sobre as notícias que tratam de racismo, xenofobia e da própria temática negra. As estatísticas sobre os acessos às matérias disponibilizadas revelam um interesse popular diferente daquele que a agenda midiática da grande mídia vem potencializando nas suas páginas do noticiário político.Segundo levantamento feito pela a Agência Senado de Notícias, as matérias mais lidas nos dias 18 e 19/11 demonstravam interesse sobre o projeto que criminaliza a homofobia e o preconceito contra idosos e deficientes (5.962 acessos). Em seguida, o destaque ficou com o noticiário referente à celebração pelo Senado Federal do Dia Nacional da Consciência Negra (2397 acessos)Logo a seguir, o interesse se concentrou sobre o noticiário relativo à vigília dos aposentados em defesa ao fim do fator previdenciário e pela concessão de reajustes iguais ao do salário mínimo, temas abordados pelo senador Paulo Paim e retratados em duas notas (1952 acessos).Estes temas superaram em interesse as notícias sobre a reforma administrativa do Senado Federal, que vem sendo propalada pela grande mídia, mas que ficou em quarto lugar na prioridade de leituras dos leitores da Agência Senado (1442 acessos). O noticiário sobre as medidas legislativas referentes às mudanças climáticas e ao aquecimento global (três matérias) foi o quinto tema a despontar maior curiosidade, praticamente empatado com a reforma administrativa do SF (1441 acessos).A aprovação do projeto que regulamenta o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (alvo do noticiário da Rede Globo durante toda a semana) não conquistou muitos leitores, ficou em 6º lugar (751 acessos).Veja abaixo a relação das matérias mais acessadas no portal da Agência Senado, nos dias 18/11/2009 e 19/11/2009, até as 17h21.1º - Adiada votação de projeto que criminaliza preconceito contra idosos, deficientes e homossexuais (5962 acessos).2º - Senado celebra Dia Nacional da Consciência Negra (2397).3º - Paim comanda vigília por aposentados no Plenário do Senado (1952)4º - Sarney: reforma administrativa deve ser votada este ano (1442).5º - Relatório enumera sugestões para reduzir emissão de gases de efeito estufa (1.441)6º - Aprovado projeto que regulamenta Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (751)7º - CCJ analisa decisão do TCU sobre aposentadoria especial de policial (404).8º - Lido no Plenário requerimento de criação da CPI da Previdência Social (404).9º - Propaganda de alimentos é discutida no Senado (327)
agenda midiática,
Os jornalistas do Correio Braziliense, do grupo Diários Associados, aprovaram a proposta de acordo coletivo que estabelece Programa de Participação nos Lucros (PLR). A distribuição dos lucros líquidos poderá ser feita, a título de adiantamento, ainda em dezembro de 2009. O valor definitivo será sempre o correspondente a 20% do lucro líquido que for apurado no Balanço Anual da empresa, a ser publicado no início de 2010. Esse PLR é extensivo a todas as categorias de empregados do Correio Braziliense.Dos 141 jornalistas do Correio Braziliense que votaram na proposta de acordo coletivo que estabelece Programa de Participação nos Lucros (PLR) 107 disseram sim (75,9%), 29 disseram não (20,5%), 3 anularam o voto e 2 votaram em branco.Além das regras já estabelecidas no acordo anterior, assinado dia 16/6/2009 (veja a íntegra no site www.sjpdf.org.br) o Sindicato, com essa aprovação, dará continuidade às negociações do texto final do novo acordo. Já está acertado, conforme texto da cédula de votação, que caso a Convenção Coletiva de Trabalho a ser assinada com o sindicato patronal na data-base de 1º de abril de 2010 contemple um abono superior ao estabelecido pelo PLR, o Correio Braziliense fará a complementação. Caso o abono seja inferior, fica mantido apenas o valor pago pelo PLR fruto desse acordo.O Sindicato dos Jornalistas do DF vai propor ao Correio Braziliense que além do PLR seja implantado um plano de cargos e salários para corrigir distorções e injustiças na carreira. O Sindicato constatou que há jornalistas classificados na categoria - repórter júnior - há mais de dez anos, uma situação que deve ser combatida.
Do Teletime newsAs operadoras de telefonia móvel Vivo, Claro, TIM e Oi devem parar de enviar mensagens não solicitadas aos consumidores, seja via SMS ou qualquer outro meio. A recomendação foi feita pelo Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) às companhias.De acordo com comunicado publicado no site do MPF, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também deve exercer seu poder regulador e proibir que as operadoras encaminhem mensagens não autorizadas para os usuários de celular.Segundo o procurador da República, Márcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, o cliente tem o direito à privacidade e, por isso, não deve ser incomodado se não desejar. "As empresas ofendem a privacidade do usuário invadindo a sua tranquilidade, o seu sossego, enviando mensagens, promoções, jogos de azar que o cliente não quer receber", ressaltou o procurador.O MPF diz ainda que as operadoras utilizam os dados cadastrais de clientes para enviar mensagens que, muitas vezes, ele não tem interesse em receber. Para Schusterschitz, os dados cadastrais não são propriedade das empresas e não devem ser utilizados como lista de envio de propaganda ou promoções. "Corremos o risco de uma 'spamização' do celular", destacou.
Do M&M OnlinePublicação inglesa anuncia a adoção do modelo de assinaturas e de cobrança diária a partir de 2010A partir do início de 2010, os internautas que quiserem ler e acessar o conteúdo online do jornal britânico The Times terão de pagar por isso. Em conferência da Society of Editors realizada nessa última terça-feira, 17, em Londres, o editor da publicação, James Harding, afirmou que essa é única solução encontrada pelo título para conservar s sua existência de maneira sustentável.De acordo com Harding, o The Times deverá adotar um modelo de assinaturas online direcionado tanto para os leitores assíduos quanto para os esporádicos. A ideia é fazer com que, por exemplo, aquele internauta que acessa o conteúdo do jornal britânico de vez em quando, possa pagar uma pequena quantia que lhe dê o direito de navegar por toda a publicação digital por um período de 24 horas.A decisão do editor do "The Times" dá o pontapé inicial para a reformulação na dostribuição de conteúdo jornalístico que vem sendo defendida por Rupert Murdoch, proprietário do News Corp. há meses. Além do "The Times", o "The Sunday Times" - ambos pertencentes a news International - também cobrará pelo seu conteúdo online.De acordo com o dirigente do títulos, os detalhes da mecânica de cobrança ainda estão sendo definidos, mas estima-se que o preço pelo acesso ao conteúdo online do The Times durante um dia fique em US$ 1,50, o equivalente ao valor da edição impressa.De acordo com o editor chefe do jornal, a tentativa de resgatar as receitas e implementar um modo operacional viável tem o objetivo de tentar "salvar" a mídia impressa e impedir que ela trilhe o mesmo caminho da indústria musical que, segundo ele, foi aniquilada pela "cultura do gratuito".
El sitio Web de noticias Infosurhoy.com, con sede en Estados Unidos, busca periodistas freelance que viven en América Latina para que reporten noticias y escriban artículos. Infosurhoy.com publica cinco días a la semana en inglés, español y portugués y cubre noticias generales, economía, deportes, cultura y otros hechos.Nuestra cobertura es equilibrada, objetiva y sigue el estilo y las prácticas del periodismo occidental. Nuestros editores son profesionales en periodismo que vienen de América Latina y periodistas estadounidenses con experiencia en la región.El material puede ser en inglés, español o portugués, ya sean noticias cortas o artículos de profundidad o análisis de hasta 1.000 palabras. Las notas o noticias cortas pueden ser de 400 a 500 palabras. Los periodistas freelance reciben pago solamente cuando se aceptan sus artículos para publicación. También compramos fotografías que acompañen a los artículos.Los candidatos tienen que enviar a: btsuchida11@gmail.com una copia de su CV (curriculum vitae) y dos o tres ejemplos de sus artículos publicados en uno de los tres idiomas de publicación. Si sus artículos y experiencia satisfacen nuestros requisitos, nosotros entraremos en contacto con ustedes con el fin de desarrollar una relación de trabajo.
O livro Operação Condor. O sequestro dos uruguaios. Uma reportagem dos tempos da ditadura (LP&M, 2008), de autoria do jornalista Luiz Cláudio Cunha, ganhou o troféu Jabuti (da Câmara Brasileira do Livro) na categoria livro-reportagem. Também recebeu a menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, organizado pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e Instituto Vladimir Herzog de Direitos Humanos.O livro que lembra da história do seqüestro dos uruguaios Universindo Dias e Lilian Celiberti, acaba de ser indicado para o Prêmio Açorianos de Literatura , tido como o mais importante prêmio de Literatura da cidade de Porto Alegre.
A Televisa Networks, principal emissora mexicana, lançou no último dia 16, o sinal do canal por assinatura TLN, focado em novelas mexicanas. As novelas mexicanas vão ser dubladas em português. Além das operadoras brasileiras, a emissora mexicana pretende levar suas produções para Brasil, Portugal, Moçambique e Angola.Na programação, há novelas da Televisa, como "Maria do Bairro", "Salomé" e "A Usurpadora", além de séries como "Pantera" e "SOS".A idéia é que o conteúdo do canal seja modificado com o tempo, e ainda receba novelas infantis, dentre estes, o já bastante conhecido , "Chaves" e "Chespirito". .
Por Daniele Frederico, do Tela Viva newsEstreia em 29 de novembro, às 20h, o documentário "São Paulo Sob Ataque" uma co-produção entre o Discovery Channel e a Mixer. Conforme adiantou este noticiário no início de outubro, o documentário relata detalhes dos ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) que aconteceram em São Paulo em maio de 2006.A direção é de Rodrigo Astiz. Entre os entrevistados do documentário estão o ex-secretário da Administração Penitenciária de São Paulo Nagashi Furukawa, o ex-secretário de Segurança Pública do Estado Saulo de Castro Abreu Filho, o ex-governador do Estado de São Paulo Cláudio Lembro, e a jornalista Fátima de Souza.A produção, realizada com recursos do Artigo 39 da MP 2.228/01, será exibida em novembro no Brasil, e em dezembro nos outros países da América Latina e no canal Discovery US Hispanic.
Da Editora Revista dos TribunaisDados do instituto de pesquisa Nielsen Online apontam um aumento de 1.382% nos acessos do microblog twiter, no período que vai de fevereiro de 2008 ao mesmo mês de 2009.A pesquisa aponta, ainda, que o Brasil assumiu a liderança em penetração do Twitter. No mês de junho, cerca de 5 milhões de usuários de internet – ou 15% dos cerca de 34 milhões de internautas brasileiros – visitaram o microblog. Na segunda posição, estão os norte-americanos, com uma audiência de 10,69%. Em seguida, aparecerem os britânicos (9,38%), os australianos (5,36%) e os alemães (4%).
A rede de televisão Al Jazeera está selecionando profissionais para atuarem em seus escritórios de Doha, Kuala Lumpur e Amã. Há vagas também nas redações de Washington DC, London.As vagas são diversas: editor, repórteres, repórteres de economia, pesquisadores, jornalistas multimídia.Além dos salários, em alguns casos, a emissora fornece hospedagem, ajuda para treinamentos e cursos, seguro de saúde, etc.Mais detalhes, clique aqui.Veja abaixo, em inglês, a relação de vagas disponíveis- Assistant Editor Community & Multimedia (Online-Doha)- Journalist (Online-Doha)- Journalist - Business (Online-Doha)- Journalist - Research (Online-Doha)- Journalist - Mutlimedia & Interactivity (Online-Doha)- Assistant Programme Editor (News - Kuala Lumpur)- Package Producer (News - Kuala Lumpur)- Output Producer (News - Kuala Lumpur)- Producer - Planning (News - Kuala Lumpur)- Researcher (News - Kuala Lumpur)- Senior Analyst - New Media- Correspondent - News (Amman)- Director of Creative - English Channel
O deputado federal Ricardo Quirino (PRB) apresentou na Câmara dos Deputados projeto de lei propondo a criação do Prêmio Brasil de Comunicação Pública. O prêmio seria destinado a homenagear profissionais de comunicação de veículos institucionais dos três poderes da República, nas esferas municipal, estadual e federal. A intenção é reconhecer o trabalho dos comunicadores que atuam, por exemplo, nas tevês, rádios e agências da Câmara, do Senado, da Justiça, e que normalmente ficam de fora das demais premiações da categoria.O prêmio seria realizado anualmente em 1º de março
Da Agência Petrobrás de NotíciasA Petrobrás está realizando cursos sobre o Pré-Sal e a nova legislação do petróleo para jornalistas de vários estados. O primeiro foi promovido em Brasília (27/10) e o segundo na Bahia (5/11).Já estão programados novos cursos no Rio Grande do Norte, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. São abordados aspectos geopolíticos, bacias petrolíferas, o desenvolvimento da produção na área do pré-sal e aspectos jurídicos do novo marco regulatório. Se o jornalista já for cadastrado no portal da Agência Petrobrás de Notícias (APN), poderá baixar apresentações sobre os temas elencados e começar a estudar.
A estréia do filme Perdão Mister Fiel acontece na quinta feira, 19 de novembro, às 20:30, no Cine Brasília, por ocasião do 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro .O filme é um documentário sobre o operário alagoano Manoel Fiel Filho, cuja morte, sob tortura no DOI-CODI de São Paulo, marcou o início do processo de abertura democrática no Brasil. A direção é do jornalista Jorge Oliveira, e a edição de Ana Maria Rocha.
Do portal O JornalistaA batalha agora é no Senado. Após a aprovação da PEC dos Jornalistas, que estabelece a exigência constitucional do diploma de jornalismo, na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara, na última quarta-feira (11/11), agora, as atenções estão voltadas para a CCJC do Senado, que analisará uma PEC de mesmo teor de autoria do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).Segundo o autor da PEC dos Jornalistas aprovada na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), será preciso unificar o texto da redação das duas PECs. "A unificação possibilita uma tramitação mais ágil, já que aprovadas separadamente, a proposta da Câmara não necessitaria de aprovação no Senado e vice-versa", afirmou o parlamentar.A PEC dos Jornalistas já tramita na CCJC do Senado. Relator da matéria, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), deu parecer favorável à aprovação da Proposta.Segundo o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, a votação na CCJC do Senado deve ocorrer em breve. "Sabemos que os donos da mídia tentarão impedir a aprovação. Por isso nossa vigília, mobilização e busca de sensibilização dos senadores, a partir de agora, é permanente", disse.A FENAJ elaborou um placar com a tendência de voto dos senadores. Para acessar o placar, clique aqui. Entre em contato com os senadores de seu Estado e solicite o apoio para a PEC.
A Associação brasileira de Rádio e televisão - Abert e a Associação Nacional de Jornais -ANJ lançaram um manifesto em defesa da aplicação sobre os provedores de sitios e portais jornalísticos das mesmas regras que restringem o capital internacional nos meios de comunicação nacionais. O tema está sendo debatidos na Câmara dos Deputados.Veja abaixo o documento:A CONSTITUIÇÃO GARANTE LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CONTEÚDO NACIONAL SOB RESPONSABILIDADE DE BRASILEIROS A Internet é um dos maiores fenômenos da história da comunicação social e da mídia. A partir da convergência digital, funções antigamente desempenhadas pela correspondência por cartas, pelo telefone, por lojas e bancos etc, hoje são feitas via web. Da mesma forma, os conteúdos antes veiculados pelo papel impresso (jornais e revistas) , ou pela radiodifusão (rádio e TV), hoje também circulam – e alcançam enormes audiências - em sites dentro da Internet. No caso desta última função, trata-se simplesmente de outra forma de veiculação dos mesmos produtos jornalísticos.Ora, existem princípios e regras constitucionais que de modo algum deixam de existir, ou devem ser esquecidos, apenas porque se mudou o meio pelo qual os produtos jornalísticos são veiculados. Há dois princípios dos quais a sociedade brasileira não pode, em qualquer hipótese, abrir mão: primeiro, a liberdade de expressão, pela qual tanto lutamos e vamos continuar a lutar, por ser, acima de tudo, um direito da sociedade, antes de ser dos meios de comunicação. Segundo, a preservação da produção do conteúdo nacional sob a orientação de brasileiros.Sobre o primeiro ponto, o da liberdade de expressão, temos assistido, com estupefação, a tentativas de regulação do território da web a partir de interesses meramente circunstanciais, político-eleitorais ou de segmentos, prejudicando assim a atividade jornalística na Internet. O Supremo Tribunal Federal, no julgamento da constitucionalidade da Lei de Imprensa, já se manifestou categoricamente no sentido de que o direito de informação da sociedade está acima de eventuais interesses individuais ou de grupos. Na questão da legislação eleitoral, também há que se pautar a discussão pelos conceitos que já existiam antes da criação da Internet – lembrando, mais uma vez, que se trata de um veículo diferente para uma atividade, a jornalística, que nada tem de nova.Sobre a questão da preservação da produção e programação do conteúdo nacional, também não se está “criando a roda”. No caso dos jornais e revistas, grande parte dos equipamentos, do papel e outros insumos necessários à sua veiculação sempre foram importados, mas não a responsabilidade pela orientação intelectual de tais mídias. Da mesma forma, o rádio e a TV sempre necessitaram de equipamentos vindos do exterior para se viabilizar tecnicamente, mas não para a produção de seus conteúdos. No caso da Internet, sem dúvida são imprescindíveis as vias de distribuição (como as redes de banda larga), assim, como equipamentos, hardwares e softwares em geral importados, mas isso não significa que tenha mudado qualquer aspecto em relação à prerrogativa da produção de conteúdo brasileiro por brasileiros. A atividade jornalística, por qualquer tecnologia utilizada, está protegida em nossa Constituição, como um direito social. Nossos direitos constitucionais, mais precisamente o artigo 222, asseguram que, qualquer que seja o meio de exercício de atividade empresarial com finalidades jornalísticas, devem ser obedecidas regras de propriedade e gestão editorial por brasileiros. Obviamente, com a Internet não poderia ser diferente. Esta regra foi criada para preservar nossos direitos à informação livre e soberana, e à manutenção da cultura nacional. Ou seja, para que não sejamos filiais de eventuais interesses estrangeiros.Por isso, o artigo 222 da Constituição estabelece, sem diferenciar o meio pelo qual a atividade jornalística é exercida, que a propriedade de empresa desta natureza é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos, ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País. Estabelece ainda que, em qualquer caso, pelo menos 70% do capital votante das empresas jornalísticas deverão pertencer, direta ou indiretamente, a brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos, que exercerão obrigatoriamente a gestão das atividades e estabelecerão o conteúdo.O que está em questão, portanto, é um princípio constitucional irrefutável: o da isonomia. Todos, pessoas ou empresas, são iguais perante a lei, salvo nas condições estabelecidas pela própria Constituição. O acesso à Internet deve ser livre, assim como a prestação de muitos serviços via Internet, como a comunicação por meio de e-mails, redes sociais, ou serviços de e-commerce puro etc, que obviamente não estão sujeitos ao artigo 222 da Constituição. No entanto, uma empresa que explore o jornalismo como negócio no Brasil precisa seguir as regras previstas na Constituição, seja em que meio for. O espírito da lei foi o de preservar a produção de conteúdo nacional em mãos de brasileiros. Assim, as empresas de mídia impressa e de radiodifusão nacionais têm que investir em jornalismo obedecendo aos dispositivos constitucionais, entre os quais o que estabelece as restrições ao investimento estrangeiro. E são fiscalizadas sob esse aspecto, sendo obrigadas a informar sua composição societária anualmente à Junta Comercial. Não é possível que empresas nacionais sejam tratadas de forma muito mais restritiva e rigorosa que as empresas de capital estrangeiro ou majoritariamente estrangeiro.Na euforia que se instaurou com a efervescência da Internet, várias empresas estrangeiras simplesmente passaram a produzir conteúdo brasileiro, ignorando flagrantemente nossa Constituição. Está mais do que na hora da sociedade brasileira restabelecer a lei e desfazer o equívoco: a liberdade irrestrita no uso da infra-estrutura de redes da Internet e nos serviços de intercomunicação (redes sociais e outros) não pode ser confundida com desrespeito à lei no que se refere à produção e programação de conteúdo nacional. O jornalismo e a autonomia da opinião pública nacional merecem respeito!Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – AbertAssociação Nacional dos Jornais - ANJ
Confecom- DF será nos dias 21 e 22 novembroDo NR-InternetA Comissão Coordenadora da Conferência de Comunicação do Distrito Federal marcou para os dias 21 e 22 de novembro a realização da Confecom-DF.O governo do GDF colocou no ar um site para fazer inscrições.A abertura será às 8h, na EAPE (antiga Escola Normal do DF), na 906 Sul.A programação completa é a seguinte:Conferência Distrital de Comunicação - Brasília/DFDATA: 21 e 22 de novembro de 2009HORÁRIO: Das 08h às 20hLOCAL: Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (SGAS Q. 907, Conjunto A, CEP 70390-070)Leia mais.
Conferência Regional de Comunicação,
Do portal Portugal Digital com a Agência BrasilExistem atualmente 15 milhões de acessos no país. A previsão de investimentos para o setor é de R$ 250 bilhões até 2018.Da Redação, com agênciaO presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, reafirmou, segunda-feira (16), a expectativa de o Brasil ampliar, até 2018, para 165 milhões o número de acessos à internet banda larga. Segundo ele, existem atualmente 15 milhões de acessos no país.Sardenberg disse que a previsão de investimentos para o setor é de R$ 250 bilhões até 2018 e que, para atingir a marca, será fundamental incentivar a concorrência entre as empresas fornecedoras do serviço, que, segundo ele, responde atualmente por mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.“A universalização é fundamental porque o Brasil está se transformando em um grande mercado em matéria de telecomunicações. Já somos o quinto mercado mundial em telefonia móvel e o sétimo em telefonia fixa”, disse após participar do seminário internacional Alternativas para o Desenvolvimento da Infraestrutura e do Acesso em Banda Larga, evento promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.“Portanto, não podemos nos conformar com um hiato digital no país, com serviços de telecomunicações muito avançados em determinadas regiões e muito atrasados em outras”, acrescentou.Sardenberg disse, ainda, que passada a fase de obrigar as empresas a introduzir tecnologia de segunda geração (2G) nas regiões Norte e Nordeste, “será o momento de promover a transformação do serviço para 3G [terceira geração]”. As informações são da ABr.
O Acórdão publicado no Diário de Justiça, referente à constitucionalidade de se exigir, ou não, formação acadêmica em Jornalismo para o exercício profissional, foi mais além do que o tema apreciado pelo Supremo Tribunal Federal.Embora não tenha sido provocado pelo tema, o STF considera inconstitucional a criação de Conselho Federal ou de Ordem enquanto organismo de representação de classe. No item 7 do acórdão, a suprema corte entende que a criação de uma ordem ou conselho pelo Estados (a prerrogativa de criação destes órgãos é do Executivo) equivaleria a exercer o poder de política sobre a imprensa e os jornalistas.A dúvida quie fica é por qual razão o STF se expressou sobre um tema que não foi provocado e o qual não foi alvo de debate na sessão que tratato do Decreto Lei 972/79.
Do portal O JornalistaO Diário da Justiça do STF (Supremo Tribunal Federal) publicou na sexta-feira, (13/11), o acórdão do julgamento que extinguiu a obrigatoriedade da formação superior específica para o exercício do Jornalismo. A decisão do Supremo é de 17 de junho passado e deixou revoltados os jornalistas brasileiros e perplexa e apreensiva toda a sociedade. Hoje (16/11), o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, reúne-se, em São Paulo, com o advogado João Roberto Pizza Fontes para discutir a possibilidade de apresentar embargos declaratórios sobre a decisão do STF. Na interpretação do presidente da FENAJ o texto saiu sob encomenda dos patrões. "É um escândalo que o acórdão declare a inconstitucionalidade de um conselho ou uma ordem profissional que não estava sob julgamento", declarou. Para ele, a regulamentação continua em vigor e a necessidade do registro também. "Em que pese as manifestações públicas de ministro Gilmar Mendes contra a profissão, vamos seguir lutando no Congresso Nacional para restabelecer a exigência do diploma", disse Murillo. Com a publicação do acórdão, a Federação vai solicitar uma audiência com o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, para discutir como serão os procedimentos de registro de jornalista que o Ministério irá adotar. Para acessar o inteiro teor do acórdão, clique aqui.
Os três sindicatos nacionais de jornalistas da França (SNJ, SNJ-CGT e CFDT) lançaram uma carta aberta, destinada ao presidente Nicolas Sarkozy ,denunciando a situação de precariedade que, segundo eles, atinge a categoria.As três entidades reclamam das demissões coletivas, precarisação das relações do trabalho, inexistência de proteção legal às fontes e do fim da publicidade nos canais públicos de rádio e televisão. Segundo eles, a situação é "extremamente preocupante".Neste ano, os postos de trabalho dos jornalistas se reduziram em 6%. Num universo de 38 mil profissionais, 2,3 mil foram demitidos. Neste cálculo não estão incluídas as demissões já previstas de 206 profissionais na Radio France Internationale, 32 fotógrafos na agência Gamma e de 900 outros na holding France Télévisions, que reúne os canais France 2, France 3, France 4 e France OAs entidades denunciam, ainda, que existe uma confusão crescente entre a comunicação e a informação.(Para os franceses, informação é sinônimo de jornalismo e comunicação é o restante: entretenimento, relações públicas, propaganda e publicidade, dentre outros). Temem ainda, que uma reforma da Agência France Presse em análise no parlamento francês, para os sindicatos, se aprovada a nova lei, a France Presse perderá sua independência jornalística e ficará mais sujeita às deliberações do governo.Mais detalhes, em francês, sobre este tema, leia a reportagem publicada no Le Monde
De O Globo onlineNOVA YORK - Oito décadas depois de entrar em atividade, a rede americana NBC, pioneira na radiodifusão americana, está prestes ser vendida para a empresa de TV a cabo, telefonia e internet Comcast, num movimento que mostra o declínio da televisão no país, onde todas a redes enfrentam queda de público.A Comcast Corp., que tem cerca de 25% do mercado de TVs pagas dos EUA e é uma das maiores no setor de internet, espera para comprar o controle da NBC Universal ainda nesta semana. A rede pode elevar a audiência dos programas, com a distribuição de vídeos na internet e em telefones celulares.- Isso é altamente simbólico - disse Tim Brooks, que trabalhou na NBC durante 20 anos e agora escreve livros sobre a história da televisão.Para o fechamento da operação, o grupo francês Vivendi deve vender os 20% que detém da NBC para General Electric, que já controla 80% da NBC. Assim, a GE repassaria 51% à Comcast e manteria uma participação de 49% na rede.Na última sexta-feira, a Vivendi surpreendeu e comprou a operadora de telefonia brasileira GVT, um negócio que deve chegar a R$ 7,2 bilhões.A NBC foi criada da partir de uma rede de rádio em 1926. A empresa-mãe foi a Radio Corporation of America. As transmissões de televisão começaram em 1939, com a cobertura da abertura da Feira Mundial de Nova York.- Sem NBC, não haveria de radiodifusão como nós o conhecemos - disse Walter J. Podrazik, curador do Museu da Comunicação dos Estados Unidos.A NBC já chegou a ter duas redes: NBC-Vermelho e Azul. No início dos anos 40 foi forçada pela Comissão Federal de Comunicações a se desfazer de uma delas. Vendeu a NBC-azul, que acabou por se tornar ABC. Na verdade, todas as três redes de TV do país tem sua origem na NBC.Um dos seus proprietários originais, a Westinghouse Electric Co., comprou a CBS em 1995. Postado por
Durante o 7º Encontro Nacional de pesquisadores em Jornalismo, que acontece na Universidade de São Paulo, de 27 a 29 de novembro, vão ser lançados 23 livros. Todos os lançamentos acontecerão no dia 26/11, às 20 horas , no Hall de Entrada do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP, Rua Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo, SP.Veja a seguir a relação delivros e autores que serão lançados:• 40 anos de Telejornalismo em Rede Nacional: Olhares críticosAUTORES: Alfredo Vizeu, Flávio Porcello e Iluska Coutinho (org.)RESUMO: O telejornalismo - há 40 anos em rede nacional - é a temática substancial deste livro escrito por um grupo qualificado de professores e pesquisadores de diversas universidades brasileiras. Foi no dia 1º de setembro de setembro de 1969 que a TV Globo colocou no ar o Jornal Nacional, primeiro programa de telejornalismo produzido e apresentado nas três principais cidades brasileiras (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo) e transmitido ao vivo para o Brasil. Os efeitos dessa comunicação sobre o país nas últimas quatro décadas, a influência das inovações tecnológicas e preferências políticas, a transformação da sua linguagem, bem como as novas perspectivas dos telejornais, são o lastro para a reflexão desses pensadores. • Mídia e identidade gaúchaAutores: Ângela Felippi e Vitor Necchi (org.)RESUMO: O livro reúne autores com trajetórias distintas e níveis de formação acadêmica igualmente diversos. Cada um escolheu uma obra, um veículo de comunicação, um suporte midiático ou um fenômeno para convertê-los em matéria de análise. Alguns artigos derivam de projetos de pesquisa desenvolvidos por seus autores na condição de alunos de programas de pós-graduação, outros são consequência da trajetória regular de pesquisadores mais experientes que fazem da mídia manancial para suas investigações. O que se pretende é estabelecer uma amostragem da recente produção acadêmica sobre a questão. • Jornalismo on-line: modos de fazerAutor: Carla Rodrigues (org.)RESUMO: O livro propõe reflexões sobre a prática profissional e sobre a formação do novo jornalista, discute o uso das NTICs na formação profissional e no mercado de trabalho com o objetivo de fazer parte de um esforço continuado de acompanhar e debater tão amplo tema.Questões como convergência de mídia, jornalismo-cidadã o, critérios de noticiabilidade, jornalismo em dispositivos móveis e o futuro do jornal impresso são abordados nos nove artigos que integram o volume.• Inovação no Telejornalismo: o que você vai ver a seguirAutor: Carlos Alberto Moreira TourinhoAnalisa a dinâmica do gênero telejornal a partir de uma abordagem do conceito econômico da "inovação", sobretudo na visão de Joseph Alois Schumpeter (1883-1950). Apresenta o processo evolutivo do jornalismo, da televisão e do telejornalismo. Relaciona os eventos históricos que contribuíram para o atual formato do telejornal e os motivos pelos quais as inovações foram sendo incorporadas. Descreve as novas características das mídias digitais ligadas à Internet e à TV interativa. Responde por que ocorrem inovações no telejornal; quem define as mudanças; como elas são aplicadas. Através desta análise identificam- se as tendências para as futuras inovações e, mais do que isso, as ferramentas e estratégias que servirão como modelo de orientação e parâmetro na hora de se programar o telejornal.• Imprensa, cultura e imaginário urbano: exercício de memória sobre os anos 60/70 em Juiz de ForaAutora: Christina Ferraz MusseRESUMO: A cidade, sua textura cultural, a densidade e a narratividade de suas articulações é um dos temas deste livro, que procura historicizar e contextualizar as complexas representações identitárias de Juiz de Fora, cidade mineira cujos sentidos de fronteira, de periferia, de margem e cruzamento são potencializados de forma única. Neste trabalho, a autora desconstroi a ideia de mineiridade e analisa a construção da trajetória histórica de Juiz de Fora, através do discurso da imprensa local, com atenção especial ao período de transformação contracultural dos anos 60/70.• O Dicionário da ComunicaçãoAutor: Ciro Marcondes FilhoO crescimento da área de comunicação no país, especialmente a partir da década de 70 do século passado, desencadeou conteúdos e definições muitas vezes impróprios, que se tornaram clichês ainda operantes no cotidiano acadêmico. Organizado por Ciro Marcondes Filho e com a colaboração de 60 especialistas brasileiros, o livro busca ratificar a função reguladora e ordenadora de um dicionário, com propostas que tem por objetivo revisar expressões indevidas que norteiam essa ciência. O dicionário é composto de verbetes de conceitos da comunicação, que apresentam, além das etimologias e das aplicações em outras áreas, a referência de temas próximos, opostos e correlacionados. A obra dispõe também de verbetes de pensadores que incluem o nome da obra relacionada e o ano de sua publicação para eventuais consultas específicas.• Para entender a ComunicaçãoAutor: Ciro Marcondes FilhoO volume de informações disponíveis atualmente é tão grande quanto o número de emissores, produtores e divulgadores de conteúdo. Porém, diante desse emaranhado informativo, que muitas vezes não estabelece um processo comunicativo, surgem questionamentos que apontam para uma nova teoria da comunicação. A obra analisa as novas perspectivas da comunicação com o advento e velocidade da tecnologia, da obsolescência das teorias correntes, da confusão das áreas temáticas. Dessa forma uma Nova Teoria nasce e determina pesquisas sobre o fenômeno da comunicação, como o estudo do processo e a constituição da relação que se cria entre as pessoas comunicantes. Com uma linguagem simples, direta e acessível, o livro acompanha um CD-ROM de conteúdo dinâmico, que ilustra as teorias e exemplos apresentados na obra impressa. • O pulsar da vidaAutor: Ciro Marcondes FilhoRESUMO: O ato de viver precisa ser celebrado e comemorado. Viver é sentir o mundo. A vida precisa pulsar, animar-se, ser bela. Esta é uma das propostas do livro: conscientizar as pessoas de que a vida é um único episódio, uma única chance e que deve ser gratificante. O autor enfatiza a importância de aprender a amar e a eliminar o excesso de egoísmo que, muitas vezes, o ser humano carrega em sua existência social, além de propor uma reflexão sobre generosidade, solidariedade e compaixão. Esta obra pretende reabilitar os ânimos, os espíritos, as vontades, as energias, as vitalidades para as coisas boas da vida e para o outro, depositando no pensamento uma fé alegre e feliz. Dividido em 6 capítulos, o livro propõe uma reflexão sobre diversos temas relacionados à arte de viver como, por exemplo, a sabedoria do corpo e a filosofia como prática diária.• Ser jornalista – A língua como barbárie e a notícia como mercadoriaAutor: Ciro Marcondes FilhoO profissional de jornalismo precisa ter diploma universitário? Essa é uma pergunta em constante discussão. Em junho deste ano ela foi respondida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou a obrigatoriedade do documento. A decisão gerou revolta entre estudantes e profissionais da área, mas mesmo assim, a cada ano, jovens lotam as salas de universidades públicas e privadas em busca de um ideal: a formação em jornalismo. O livro apresenta um estudo sobre a essência de ser um “profissional” da informação e, a partir dessa temática, faz alguns questionamentos: Seria a informação uma coisa séria demais para ser confiada a jornalistas? Até que ponto os clichês se antepõem aos fatos, noticia-se sobre o que não ocorreu, busca-se a conformidade? Quem forma esses profissionais?• História da mídia sonora: experiências, memórias e afetos de norte a sul do BrasilAutores: Luciano Klöckner e Nair Prata (org.); Débora Cristina LopezRESUMO: O e-book “História da mídia sonora: experiências, memórias e afetos de norte a sul do Brasil” é resultado do trabalho do Grupo Temático História da Mídia Sonora da Rede Alfredo de Carvalho (ALCAR). Editado a partir das pesquisas discutidas no encontro de 2009, a obra pretende contribuir, sob uma perspectiva mais abrangente, para o desenvolvimento de um inventário do rádio brasileiro, objetivo maior do grupo temático. • Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração da formaAutores: Demétrio de Azeredo Soster e Fernando Firmino da Silva (org.)RESUMO: busca compreender não apenas o momento evolutivo em que nos encontramos, mas principalmente, as formas e processos que se instauram a partir do cenário de profunda imersão tecnológica em que o jornalismo se encontra. Trata-se de uma espécie de mapa por meio do qual busca-se sistematizar não apenas as mudanças que se observam nos dispositivos midiáticos-comunicac ionais quando se estruturam em rede em uma escala de dimensões planetárias, mas, também, no que tange às novas formas de se exercer e estruturar o jornalismo. • Pensar o discurso no webjornalismo: temporalidade, paratexto e comunidades de experiênciasAutor: Edson Fernando DALMONTERESUMO: Investiga o atual estágio do Webjornalismo, com base na análise do discurso, tomando-se por referência a perspectiva contratual da comunicação. A partir das características próprias do Webjornalismo, são localizados os elementos componentes de um quadro geral de “constrangimentos discursivos”, base do posicionamento discursivo, estabelecido segundo a perspectiva do dispositivo, capaz de implementar novas formas de enunciação, resultando numa configuração paratextual. A obra reflete ainda sobre alguns critérios do mercado informacional. Nessa perspectiva, trata o Webjornalismo como “bem de experiência” e ressalta a importância das “comunidades de experiência” para a simulação do contato entre as instâncias comunicacionais.• Mídia: fonte e palanque do pensamento culturalista de Gilberto FreyreAutor: Edson Fernando DALMONTERESUMO: Estudo sobre a relação entre Gilberto Freyre e o universo midiático, buscando contextualizar a formação do seu pensamento e identificar as correntes teóricas que influíram nesse processo, especialmente a Nova História. Estudando nos Estados Unidos, durante o período 1918-1922, Freyre entra em contato com um jornalismo mais ágil. Com base naquele contato, ao regressar ao Brasil, implanta modificações na práxis jornalística recifense, adotando uma linguagem mais precisa e objetiva. A principal hipótese da presente obra é a de que o escritor pernambucano usou a mídia de duas formas: como fonte para suas pesquisas e como palanque para suas idéias.• A Escola de Jornalismo - a opinião públicaAutor: Joseph PulitzerRESUMO: Neste livro, publicado originalmente em 1904, o publisher que deu o seu nome ao principal prêmio jornalístico dos Estados Unidos faz uma apaixonada defesa da formação superior específica, respondendo aos críticos de seu projeto de criar a primeira Faculdade de Jornalismo em seu país. • Jornalismo, Conhecimento e Objetividade: além do espelho e das construçõesAutora: Liriam SponholzRESUMO: Fruto de uma tese de doutorado defendida em 2008 na Universidade de Leipzig, na Alemanha, o livro revisa a bibliografia internacional sobre a questão da objetividade jornalística e propõe uma visão inovadora, que soluciona velhos impasses teóricos sobre a questão.• Responsabilidade social da mídia. Análise conceitual e perspectivas de aplicação: Brasil, Portugal, EspanhaAutor: Fernando Oliveira PaulinoRESUMO: A publicação é resultado de doutorado do autor baseado em estudo conceitual e pesquisa aplicada sobre a Responsabilidade Social da Mídia, políticas de comunicação e formas de Prestação de Contas no Jornalismo. Para isso, o autor entrevistou jornalistas, empresários e representantes de organizações não-governamentais nos três países.• Comunicação e SaúdeAutor: Fernando Oliveira Paulino (org.)RESUMO: O livro reúne múltiplas abordagens da comunicação para a saúde. Os artigos e entrevistas fazem uma reflexão de experiências realizadas em três continentes (Brasil, México e Tanzânia), tendo como objetivo a disseminação de informação sobre saúde, juventude e comunicação. A publicação pretende estimular o diálogo com jovens, jornalistas e produtores de conteúdo audiovisual sobre a promoção à saúde, contribuindo para a criação de linguagem que proporcione maiores possibilidades de interação.• LUSOCOMUM: Governança, Transparência, Accountability e Comunicação PúblicaAutor: Fernando Oliveira Paulino (org.)RESUMO: O livro reúne diversificadas abordagens com o intuito de estimular o debate sobre Comunicação Pública e Jornalismo nos países de língua portuguesa, promovendo uma aproximação dos estudos e das práticas realizadas. Os artigos refletem experiências vividas por especialistas em seus campos de atuação e suas particularidades.• O sonho da casa no campo: jornalismo e imaginário de leitores urbanosAutora: Gislene SilvaRESUMO: Pode o estudo da relação de leitores urbanos com uma revista jornalística especializada em atividades agrícolas ajudar a compreender o fenômeno, aparentemente comum, do sonho de se ter uma casa no campo? Este livro parte da pesquisa feita com leitores da revista Globo Rural que residem na cidade de São Paulo e não possuem nenhum tipo de propriedade no meio rural. Elaborada como tese de doutorado, a investigação trata da dimensão simbólico-mítica e imaginária na narrativa cultural midiática.• Jornalismo, forma e conteúdoAutor: José Marques de MeloRESUMO: A obra é uma coletânea de 30 entrevistas concedidas pelo autor à imprensa que promove a análise dos grandes desafios da profissão. As entrevistas foram feitas por veículos de estados como: Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Goiás, São Paulo, Paraná e até do exterior – Revista Latino-americana de Ciências da Comunicação. O livro está dividido em 30 capítulos agrupados em três segmentos temáticos: Ideias e fatos, que trata de questões conceituais, demarcando fronteiras entre o jornalismo e outros processos da comunicação; Lugares e sujeitos, que contextualiza as entrevistas em cenários frequentados pelo autor, além de aprofundar a biografia de seus parceiros intelectuais e Pretextos e contextos, em que o autor explica os contextos de sua história de vida.• O Percurso Interpretativo na Produção da Notícia: Verdade e Relevância como Parâmetros de Qualidade JornalísticaAutor: Josenildo Luiz GUERRAResumo: Dois objetivos são buscados no livro: aproximar a reflexão teórica sobre o jornalismo ao saber prático da profissão e propor conceitos e parâmetros para a avaliação da qualidade de produtos e processos jornalísticos. Ambos os objetivos são complementares. A pretensão de unir teoria e prática produz o autoconhecimento da profissão sobre bases que a experiência demonstrou serem sólidas. A pretensão de qualidade se vale do autoconhecimento para avaliar a experiência quando seus resultados se tornam questionáveis. Para tanto, o autor dedica a Parte I à análise da objetividade (e à sua defesa) e a parte II, a sistematizar o método de trabalho jornalístico, a partir de conceitos como: percurso interpretativo, técnicas cognitivas, verdade, relevância, valores-notícia (de Referência, de Referência-Universal e Potenciais), qualidade e desempenho. • Margens da Comunicação: discurso e mídiasAutora: Rosana de Lima SoaresRESUMO: Este livro parte da hipótese de que o domínio discursivo, entendido como articulador das relações simbólicas e, por isso, o lugar em que se fazem e desfazem os laços sociais, é o campo privilegiado para estudar comunicação. O desenvolvimento do trabalho apresenta os modos pelos quais a própria conceituação de discurso foi se firmando nos vários campos do saber em que vem a ser um conceito fundamental, como na filosofia e na teoria lingüística, o sujeito gramatical; no domínio da filosofia, o sujeito ontológico; no campo da psicanálise, como sujeito do inconsciente, relacionam o humano e a linguagem conforme uma alteração radical, exigindo a reordenação do instituído anteriormente. Abre-se, assim, uma brecha para o reposicionamento da comunicação e, conseqüentemente, do estudo das mídias. • TV Digital.Br – Conceitos e Estudos sobre o ISDB-TbAutores: S. Squirra e Valdecir BeckerRESUMO: A TV digital brasileira é uma realidade irrecusável. Como as demais tecnologias de ponta, chega estimulando a todos que a experimentam, captando o cerne da imaginação e os olhos dos consumidores nas vitrines . Pelas gigantescas qualidades estéticas e possibilidades de incremento na comunicação, seja entre seres humanos e entre estes e as máquinas, este extraordinário recurso tecnológico chama fugazmente a atenção da população, inflamando sedutoramente todos para sua adoção e mergulho inebriante em seus inéditos recursos interativos. A TV digital se materializa em dispositivos multiformatos, em incontáveis configurações de tela, em qualquer lugar, o tempo todo. Quem poderia imaginar que um dia se viabilizaria tal avanço tecnológico na comunicação? É o que esta obra tenta revelar, animando seus leitores a um mergulho no desvendamento das características da interatividade da imagem digital e dos sistemas sonoros multicanais.

References: artigo 2
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 Artigo 39
 artigo 222
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