Source: http://www.ligadesportiva.esp.br/regdiv8
Timestamp: 2018-07-16 08:52:51+00:00

Document:
Liga Desportiva de Automobilismo - LDA - regdiv8
CATEGORIA HOT CARS
SUB DIVISÃO D-8
ARTIGO 1 : VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS
ARTIGO 2 : CARROCERIA E DIMENSÕES
ARTIGO 3 : PESO
ARTIGO 4 : MOTOR
ARTIGO 5 : COMBUSTÍVEL
ARTIGO 6 : LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO
ARTIGO 7 : SISTEMA ELÉTRICO
ARTIGO 8 : TRANSMISSÃO PARA AS RODAS
ARTIGO 9 : SUSPENSÃO
ARTIGO 10 : FREIOS
ARTIGO 11 : SISTEMA DE DIREÇÃO
ARTIGO 12 : RODAS E PNEUS
ARTIGO 13 : EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
ARTIGO 14 : ESTRUTURA DE SEGURANÇA
ARTIGO 15 : CONSIDERAÇÕES GERAIS
1 – VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDOS
Veículos de série nacionais e importados, fabricados a partir de 1964 até 1979, das marcas FORD modelos Maverick, Galaxie, Mustang e Cougar, dentre outros, e CHRYSLER modelos Dodge Dart e Dodge Charger, dentre outros, não sendo permitidos protótipos, carros esporte ou séries especiais,como por exemplo Shelby Cobra, dentre outros.
2 – MODIFICAÇÕES PERMITIDAS
Tudo o que não constar deste Regulamento é expressamente Proibido. Sendo assim, todo os itens que não forem contemplados neste Regulamento deverão encontrar-se nas suas características originais, e no caso de dúvida, as peças deverão ser confrontadas com as originais de fábrica.
Quando este Regulamento não permitir clara e especificamente que a peça ou componente possa receber algum tipo de trabalho, esta deverá ser mantida original. É Proibida toda e qualquer adição de material, por exemplo, solda, colagem, eletrólise, dentre outros tipos, a qualquer elemento mecânico, seja motor, cambio e suspensões, exceto quando houver expressa especificação para aceitar tais trabalhos. Além das restrições acima, em especial no caso da Suspensão Dianteira, ser mantida a original do veículo, é Proibido alterar qualquer peça ou componente sob qualquer aspecto, na forma ou na composição, quer nas dimensões físicas, tais como, entortar, amassar, cortar, soldar, reduzir ou aumentar, adicionar ou retirar material, dentre quaisquer outras possibilidades, quer nos locais das fixações e pontos de apoio, e na dúvida, as peças e fixações deverão ser confrontadas com as originais de fábrica.
Exceto onde estiver especificamente assinalado neste Regulamento, não são permitidas substituições de peças ou componentes originais sob nenhuma hipótese, bem como é Proibido a utilização por troca ou intercâmbio de peças ou componentes, quaisquer que sejam, e ainda que originais, específicos de carros com um determinado modelo e marca, para uso em outros carros de modelos e/ou marcas diferentes, sob qualquer hipótese.
Nos casos em que a comparação ou avaliação das reproduções ou substituições estiver em desacordo com o descrito acima, ou existir dúvida quanto á igualdade das peças, os Comissários Técnicos e Desportivos darão o parecer final.
3 – SÃO PROIBIDOS
1 – Uso de válvulas reguladoras de pressão de pneus.
2 – Uso de mini saia.
3 – Pré-aquecimento artificial de pneus.
4 – Uso de material titânio.
5 – Uso de material diferente de ferro/aço nos discos ou tambor de freio.
6 – Uso de para-brisa temperado.
1 – CARROCERIA
A aparência externa do veículo deverá ser a original do veículo, é obrigatória a retirada de pára-choques dianteiro e traseiro sendo permitido rebater somente a parte interna dos pára-lamas desde que mantidas suas dimensões externas inalteradas, é permitido o uso de spoiler dianteiro. São proibidos extratores de ar, laterais do tipo mini saias, aerofólios de qualquer tipo e alargamento dos para lamas.
É permitido soldar chapas de aço em locais diversos, inclusive no interior do veículo no teto ou no assoalho onde fica o banco do piloto, e do outro lado, para eventual conserto de locais com ferrugem, desde que a chapa de aço utilizada tenha espessura igual ou maior do que a espessura da chapa de aço original na região do conserto.
Para reduzir o peso dos veículos, é permitido a substituição do material metal por fibra de vidro, no capô, saia dianteira com ou sem “spoiler”, pára-lamas dianteiros esquerdo e direito, portas esquerda e direita, da tampa do porta malas, das cantoneiras nas extremidades dos paralamas traseiro direito e esquerdo, inclusive com mini “spoiler” na tampa do porta mala traseira Modelo Grabber americano, e do mini “spoiler” inferior traseiro que pode ter furos opcionais, mantidas Inalteradas as formas originais; também é permitida a substituição do motor de arranque original por outro mais moderno, bem como da caixa seca original de ferro por réplicas de material mais leve tipo alumínio, sendo neste caso obrigatório o uso de reforço no local do tunel por uma chapa de aço com medidas mínimas de "4mm espessura x 7cm largura x comprimento necessário para circundar o tunel". Também é obrigatória a substituição de todos os vidros por materiais transparentes plásticos ou policarbonatos do tipo Lexan nas portas, nas laterais e na traseira, sendo que para o pára-brisas dianteiro é opcional o uso de vidro laminado ou de Lexan, sendo ainda opcional o uso de acrílico somente no vidro traseiro. Fica ressaltado para todos os casos de substituição acima previstos, que não pode haver nenhum comprometimento da segurança.
2 – MATERIAIS INFLAMÁVEIS
É obrigatória a retirada dos bancos originais, das laterais internas de papelão, das forrações acústicas e demais materiais inflamáveis do interior do veículo.
3 – PÁRACHOQUE
É obrigatória a retirada dos para-choques dianteiro e traseiro, podendo colocar replica em fibra de vidro no local, com a aparência e dimensões próximas à peça original, podendo ter aberturas para passagem de ar.
4 – PÁRALAMAS
É permitido rebater sem retirar material interno das “abas” dos páralamas, e desde que os mesmos mantenham obrigatoriamente suas formas e dimensões externas originais.
5 – TELA DE PROTEÇÃO
A fixação da tela de proteção do vão do vidro da porta esquerda é opcional. Se utilizada, a tela de proteção deve ser obrigatoriamente fixada com rebites tipo pop, ou com parafusos, mantendo-se a tela esticada, é vedada a fixação com material tipo velcro ou botões.
É obrigatória a permanência dos espelhos retrovisores, internos e externos esquerdo e direito, sendo liberado o uso de qualquer marca e modelo. Nos casos onde os carros originais não tinham os espelhos externos do lado direito, é obrigatória a instalação do mesmo.
7 – PAINEL DE INSTRUMENTOS
Livre a manutenção original do painel de instrumentos do veículo, sendo, porém permitido a retirada de todos os seus instrumentos e acabamentos, inclusive os da coluna de direção, a fiação elétrica originais, e a tampa do porta luvas. É livre o uso de instrumentos de medição (relógios) diversos, tipo conta giros, pressão de óleo, temperatura da água, dentre outros. É obrigatório a retirada da almofada (forração) superior do painel por ser de material inflamável.
Não será permitida a utilização de instrumentos eletrônicos para captação/transmissão de dados tais como, PI, AIM ou outros. Leitura permitida somente com veículo parado
8 – VIDROS
Todas as superfícies envidraçadas devem ser de material transparente com mais de 65% de transparência. É obrigatório o uso de parabrisa dianteiro com vidro laminado de livre procedência, sendo opcional o uso de policarbonato (Lexan) com espessura mínima de 5 mm. Para os vidros das portas, e demais vidros do veículo é obrigatório o uso de material transparente tipo policarbonato (Lexan), acrílico somente no vidro traseiro, todos com no mínimo 3 mm de espessura. É permitido o uso de tomada de ar tipo NACA nos vidros das portas, com defletor de no máximo 10 mm para forçar a entrada de ar, ou do tipo mangueira plástica, dentre outros, com a única finalidade de ventilar o habitáculo do piloto. O vidro das portas quando totalmente fechado, deverá ter uma abertura para que a porta possa ser aberta pelo lado externo, sendo ainda que as portas devem ter sistemas ou maçanetas para que possam ser abertas tanto por fora quanto por dentro do carro.
9 – REBAIXAMENTO DA SUSPENSÃO / ALTURA DO CARRO
Permitido o rebaixamento da suspensão sendo que nenhuma parte do carro deve tocar o solo com os quatro pneus vazios, incluindo-se o escapamento. Esta medida deve ser feita com o veículo em ordem de marcha.
10 – TRAVA DO CAPÔ
Obrigatório instalar 2 travas de segurança no capo do motor e 2 na tampa da mala traseira.
11 – FARÓIS
É permitida a manutenção ou retirada ou substituição dos faróis originais por outros de lente de material plástico desde que fixado no mesmo lugar dos originais, e permitida a instalação de faróis auxiliares.
12 – PAREDE ANTI-FOGO
Quando o tanque de gasolina for colocado internamente no porta malas, o volume do porta-malas do veículo e o compartimento do motor devem estar separados do habitáculo por paredes divisórias metálicas estanques, com posicionamento e dimensões livres, sendo a dianteira original de fabrica, e traseiras fabricadas com chapa de aço de 1,50mm de espessura, ou chapa de aço com 1,00mm de espessura com revestimento externo de fibra antifogo, ou chapa de alumínio de 3,00mm de espessura, ou chapa de alumínio de 1,00mm de espessura com revestimento externo de fibra antifogo, que poderá ser soldada ou rebitada na estrutura principal. Referidas paredes devem ser totalmente estanques para impossibilitar qualquer passagem de fluidos entre o volume do porta-malas e/ou compartimento do motor, e o volume do habitáculo do piloto, mesmo com o carro em posição invertida. Visando a segurança do piloto, é permitida a substituição dos revestimentos do habitáculo por produtos que superem tecnicamente a eficiência e segurança dos definidos neste regulamento, obedecendo aos posicionamentos definidos. Quando o tanque de gasolina for colocado externamente na parte inferior ao assoalho do porta malas, não é necessária a parede anti fogo acima especificada.
13 – HABITÁCULO DO PILOTO
Nenhuma tubulação poderá passar pelo habitáculo do piloto no veículo, o qual deverá estar livre da emanação de gases e vazamento de líquidos.
1 – PESO DO VEÍCULO
O peso mínimo do veículo ao final das tomadas de tempo oficiais e das corridas deverá ser de no mínimo 1.250 Kg (um mil duzentos e cinquenta quilos). Na pesagem, o piloto deverá estar no carro, com todas as vestimentas utilizadas na corrida e não molhadas artificialmente, inclusive capacete, e as aferições serão feitas levando-se em consideração o veículo examinado, com lubrificantes do motor e câmbio, fluido de freio e combustível nos níveis em que terminar a competição ou a tomada de tempo, vedada a adição posterior de líquidos ou fluidos acima mencionados. Os componentes mecânicos ou da carroceria perdidos ou caídos do veículo, durante a competição e/ou tomada de tempo oficiais, não poderão ser colocados de volta no veículo com vistas à aferição do peso, sendo certo que o veículo terá seu peso aferido nas exatas condições em que terminou a competição e/ou tomada de tempo, desconsiderado, pois, para esse fim, qualquer material encontrado solto no interior do veículo devendo, o mesmo, ser retirado antes da aferição do peso.
2 – USO DE LASTRO
Somente será permitido colocar nos veículos, lastro de aço ou chumbo, em blocos de no máximo 10 (dez) quilos cada um, com o peso máximo de 40 (quarenta) Kg, desde que seja integralmente colocado abaixo do banco do piloto no assoalho logo atrás do banco do piloto em locais de fácil identificação, e firmemente parafusados com no mínimo 02 (dois) parafusos M8 com chapa e contra porca.
3 – PESAGEM APÓS O TÉRMINO DAS CORRIDAS
É obrigatória a pesagem dos 03 (três) veículos da categoria que chegarem nas 03 (três) primeiras colocações ao final de cada etapa, caso venha a ocorrer alguma irregularidade de veículo, serão pesados sucessivamente os que chegarem a partir da 4º colocação em diante.
É obrigatório ser o FORD V8 302”, de série, sendo permitido sua adaptação em veículos FORD que originalmente tenham sido fabricados com motores de outros tamanhos ou cilindrada, e o motor dos veículos CHRYSLER deve Obrigatoriamente ser V8 318” de série.
2 – FIXAÇÃO DO MOTOR
Obrigatoriamente estar fixado no local original, com os apoios, suportes e coxins originais, sem tolerância para variação de suas medidas e localização originais. É Permitido o travamento dos coxins do motor e do câmbio.
3 – PREPARAÇÃO DO MOTOR
Preparação Livre sendo PROIBIDO motor Cursado ou Stroker, devendo manter a cilindrada e curso original do motor, e ainda devem ser respeitadas as seguintes limitações:
4 – BLOCO
Originais de ferro fundido dos motores originais FORD V8 302,” e DODGE V8 318”, com Livre trabalho, podendo opcionalmente serem encamisados. É permitido o aumento no bloco do motor de até .060” de sobremedida no diâmetro dos cilindros e dos pistões. Os pistões são de configuração e material livres.
5 – CABEÇOTE
Originais de ferro fundido dos motores originais FORD V8 302” e DODGE V8 318” com preparação livre. Permitido uso de cabeçote do alumínio exclusivamente da marca PRO COMP 190cc completo e montado de fábrica, sem nenhum retrabalho em nenhuma parte (válvulas, molas etc), permitido plainar para rebaixar se necessário.
6 – CORRENTE DO COMANDO
Permitida troca de corrente de comando de configuração livre, e do sistema de correias original (alternador, bomba d’água, Damper).
7 – SOBREALIMENTAÇÃO
É Proibida a utilização de motor sobre alimentados, turbo, injeção eletrônica de combustível, supercharger e oxido nitroso.
8- ARVORE DE MANIVELA
É obrigatório o uso de árvore de manivela (virabrequim) com curso original.
9 – CARBURADOR
É permitido o uso de carburador Quadrijet da marca HOLLEY modelo 4776 mecânico até 650 cfm, para os motores FORD e DODGE, com opção de flange de até 1” entre o carburador e o coletor de admissão.
10 – COLETOR DE ADMISSÃO
Permitido o uso de coletor de alumínio para Quadrijet, tipo, marca e modelo livre.
11 – SISTEMA DE IGNIÇÃO
O sistema de distribuidor e ignição original poderá ser substituído livremente por sistema eletrônico composto por distribuidor e módulo de comando.
12 – FILTRO DE AR
Obrigatório o uso de Filtro de ar EM CIMA do carburador, marca e modelo livre, sem a captação de ar forçada. O Elemento filtrante não pode ser recortado, nem feito buracos nem amarrados e amassados, ou seja, devem estar 100% íntegros.
13 - CARTER
É permitido o uso de Cárter com maior volume de óleo e modelo livre, sendo porém PROIBIDO o uso de Carter seco e bomba de óleo externa.
14 – BOMBA D’ÁGUA
Obrigatório o uso de bomba d'água do tipo mecânico e acionamento por correia original, de livre vazão.
15 – BOMBA DE ÓLEO
Obrigatório o uso de bomba de óleo do tipo mecânico e acionamento original, de livre vazão.
16 – COLETOR DE ESCAPAMENTO
É permitido o uso de dimensionado livre. Permitido o uso de qualquer tipo de escapamento. No caso de saída traseira os orifícios dos canos não poderão ultrapassar o comprimento total do veículo por mais de 150mm, nem poderão ser mais altos que 450mm do solo, nem tocarem o solo com os quatro pneus vazios. Se saírem pela lateral, deverão estar atrás de uma linha imaginária que divide a distância entre eixos do veículo ao meio, e não poderão projetar-se para fora da carroceria, olhando-se de cima. Permitido a livre instalação de instrumentos de medição tais como sonda lambda (mistura ar/combustível), etc, nos tubos de escape.
17– ABAFADOR
Nos boxes é obrigatória a utilização de pelo menos um abafador em cada tubo do escapamento, ou um único no caso de abafador de dupla entrada.
ARTIGO 5 - COMBUSTÍVEL
1– REABASTECIMENTO
2 – TANQUE DE COMBUSTÍVEL ( NOVOTEXTO)
Permitido a troca do tanque de combustível por outro de fabricação em material metálico, resistente e aprovado pela LDA, solidamente fixado com tiras de aço ou outra forma segura e resistente, com capacidade máxima de 100 (cem) litros. O bocal de abastecimento do combustível deverá sempre ficar na parte interna do porta malas.
O tanque deverá estar instalado no local original do veículo. Permitido a retirada da caixa de estepe, mas terá que ser fechada através de chapa de aço de espessura igual ou superior à espessura da chapa original, a qual deverá ser firmemente soldada em toda a sua volta. É obrigatório ter um dispositivo que facilite a drenagem do combustível no tanque, sendo permitido o uso de catch tank, ou de bujão.
3–TUBULAÇÃO DE COMBUSTIVEL
É permitida a substituição da canalização original de combustível por outra de qualquer diâmetro e qualidade superior à original tais como Aeroquip, etc, a qual, no entanto, não poderá passar por dentro do habitáculo do piloto.
4 – BOMBA E FILTRO DE COMBUSTÍVEL
A bomba de combustível poderá ser mecânica de alto volume ou elétrica, no máximo duas ligadas em paralelo, com uma única linha de alimentação e não podendo estar no interior do habitáculo.
É obrigatório o uso de pelo menos 1 (um) filtro de combustível na linha de alimentação do motor.
Apenas Gasolina para automóvel adquirida no Autódromo, no local de abastecimento, conforme Adendo da Prova. Fica proibido usar combustíveis de aeronaves, ou de outras finalidades.
1 – RESERVATÓRIO PARA RESPIRO (MOTOR E RADIADOR)
E obrigatória a instalação de 2(dois) reservatórios individuais e separados,translúcidos ou não, sendo o para respiro do óleo motor de no mínimo 2(dois) litros, e o para respiro da água do radiador de no mínimo 1 (um) litro, e ambos colocados dentro do habitáculo do motor.
2 – RADIADORES DE ÁGUA E ÓLEO
Radiadores livres, sendo o de água na posição original do veículo, e hélice de ventilação acionada por correia, tamanho, marca modelo e material livres.
3 – HÉLICE PARA VENTILAÇÃO
Livre acionada por correia..
ARTIGO 7 - SISTEMA ELÉTRICO
Uso Obrigatório, a bateria é livre no que se refere a marca e tamanho, fabricado no Brasil, com capacidade de 12 Volts, amperagem livre e do tipo selado, e deve ser instalada dentro do habitáculo, próxima do local do banco do passageiro, devidamente fixada, protegida e de fácil acesso. Quando a passagem de fios elétricos se fizer no interior do habitáculo, os fios deverão ser encapados com materiais isolantes, e fixados à carroceria, não podendo de nenhuma maneira ficar em contato com canos ou outro elemento condutor de combustível e/ou óleo.
2– ALTERNADOR
Obrigatório o uso do alternador, de livre amperagem, porém com acionamento original por correia.
É obrigatório que o alternador fique sempre funcionando enquanto o motor do carro estiver ligado e em funcionamento. Proibido usar qualquer artifício para desligá-lo com o motor funcionando.
3 – LUZES DE FREIO
É obrigatório o uso de no mínimo 2 (dois) pontos de lâmpadas de freio, com capacidade mínima de 20 Watts e que ao final da prova estejam em perfeito funcionamento, sendo permitida a instalação de mais 2 (dois) pontos de lâmpadas na parte interna do habitáculo, voltados para a parte traseira do veículo.
ARTIGO 8 - TRANSMISSÃO PARA AS RODAS
1 – TRANSMISÃO PERMITIDA
Câmbio mecânico engate em H, podendo ser usado qualquer câmbio mecânico em H com alavanca no assoalho, desde que tenha saído em linha na fabricação de veículos de rua, Proibido câmbio de competição de qualquer natureza.
2 – DIFERENCIAL E EIXO CARDAN
O diferencial deve obrigatoriamente ser o ORIGINAL do veículo sendo livre a relação interna.
É permitido o uso de autoblocante, sendo vedado no entanto, o uso de controle eletrônico de tração. É obrigatório a colocação de uma cinta de aço presa na parte inferior da carroceria para segurar o eixo cardãn em caso de alguma quebra ou acidente, de modo a evitar que ele caia no chão enquanto o veículo ainda estiver em movimento.
ARTIGO 9 - SUSPENSÃO
1 – SUSPENSÃO
No caso de uso da suspensão original do veículo, todos os componentes da suspensão devem ser ORIGINAIS, podendo ser substituídos por itens de fabricação recente, desde que sejam idênticos aos originais.
Permitido o uso de suspensão alternativa desde que sejam mantidos os pontos originais de fixação das bandejas, e todo o conjunto de suspensão seja instalado sem nenhuma alteração, retrabalho ou adaptação, deve ser usada exatamente como foi fornecida, amortecedores e molas livres, sem qualquer tipo de eletrônica.
2 – PONTOS DE FIXAÇÃO
Devem ser os ORIGINAIS, permitido a troca das buchas e borrachas da suspensão por materiais mais modernos e seguros, tipo poliuretano e outros.
3 - MODIFICAÇOES
Se usar suspensão original é proibido modificar o sistema de suspensão original básico do veículo, porém pode rebaixar o veiculo com molas dianteiras / amortecedores mais curtos ou cortados elos das molas dianteiras e a haste dos amortecedores, e na suspensão traseira podem ser colocados calços e/ou retiradas barras do feixe de molas, sendo que, no mais, as suspensões dianteira e traseira devem obrigatoriamente permanecer originais.
4 – BARRAS ESTABILIZADORAS
É permitido o seu uso na dianteira ou traseira, porém quando montadas, devem ser as originais do veículo por marca e modelo, inclusive quanto aos pontos e locais de fixação e montagem, os quais devem ser idênticos aos originais, e sem nenhuma tolerância de variação.
5 – AMORTECEDORES
É livre, de fabricação nacional, de qualquer marca, modelo e calibragem, desde que mantidos os pontos de fixação originais.
ARTIGO 10 - SISTEMA DE FREIOS
1 – FREIO DIANTEIRO
É permitido o uso de freio (pinça e pastilhas) importados, e discos de freio nacional com diâmetro máximo de 320 mm e espessura máxima de 30 mm, sendo proibido discos de carbono.
2 – FREIO TRASEIRO
É permitido o uso do sistema de freios original a tambor com ou sem válvula antibloqueio, ou a substituição do tambor por freio a disco e pinças, de livre escolha, proibido qualquer tipo de controle eletrônico.
3 – CILINDRO MESTRE
Livre, porém permitido o uso de no máximo 2 (dois) cilindros mestres, com dispositivo que permita assegurar a ação simultânea sobre as quatro rodas, com ação dividida, no mínimo sobre duas rodas (dianteira ou traseira, mas não em “X”).
É PROIBIDO o uso de componentes de competição, discos de carbono, controle eletrônico de frenagem, ABS e outros.
4 – TOMADAS DE AR PARA FREIOS
É permitido o uso de tomadas de ar NACA ou de outro tipo, para ventilação dos freios dianteiros e traseiros, as quais devem se confeccionadas em tubos flexíveis de materiais plásticos ou metálicos, e que não podem estar abaixo do limite de altura do veículo. É de livre escolha o local da tomada de ar para os freios, desde que não esteja na lataria ou nos para-lamas do veículo. Os dutos de ventilação devem estar apontados para os componentes dos freios dianteiros e traseiros. É expressamente proibido fazer qualquer tipo de alteração na lataria externa para ventilação dos freios.
5 – FREIO DE ESTACIONAMENTO
Opcional o uso do sistema de freio de estacionamento (freio de mão) o qual poderá ser retirado.
ARTIGO 11 - SISTEMA DE DIREÇÃO
1 – SISTEMA PERMITIDO
Original do veículo, podendo substituir borrachas e buchas por material mais moderno, ou ainda reforçar o conjunto por meio de acréscimo de material nos pontos de montagem, e desde que mantidas inalteradas as dimensões e fixações dos itens originais. É opcional o uso da caixa de direção hidráulica com acionamento elétrico, sem alterar seu sistema de barramento que deverá manter-se original.
2 – VOLANTE DE DIREÇÃO
Livre, permitida à utilização de volante de direção esportiva, sendo opcional a instalação de cubo estriado de remoção rápida, vedado o uso de volantes de madeira.
ARTIGO 12 - RODAS E PNEUS
Livres respeitados o limite externo dos pára-lamas originais, que não podem ser alterados.
Permitido somente o tipo radial de rua vendido no mercado nacional, sendo expressamente proibido o uso de pneus de competição, ou misto rua/competição, como Slick, e por exemplo R888, A01, ou similares.
É expressamente proibido o uso de pneus riscados, lixados, remanufaturados, remold e slick.
ARTIGO 13 - EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA
1 – BANCO DO PILOTO
Só podem ser utilizados bancos do piloto homologados pela Federation Internationale de l'Automobile (FIA), com apoio de cabeça incorporado. Os suportes do banco devem ser fixados sobre suportes soldados à estrutura principal. Sua fixação nos suportes deve ser feita por meio de no mínimo 4 parafusos com no mínimo 8 mm de diâmetro e resistência mínima de 8,8Nn, sendo 2 na parte frontal do banco e 2 na parte traseira do mesmo. É obrigatória a fixação do banco para piloto na posição do banco original do veículo.
2 – EXTINTOR DE INCÊNDIO
É obrigatória a instalação, dentro do habitáculo do veículo, de no mínimo 1(um) extintor de incêndio de 4 kg (quatro quilos) de pó químico fixado na posição vertical, carregado e dentro prazo de validade da carga e da sua carcaça, e o sistema ser dividido internamente para descarga no cockpit e no compartimento do motor. As seguintes informações devem estar visíveis no extintor: capacidade, tipo de extintor, e peso ou volume do extintor. A garrafa do extintor deve estar devidamente fixada dentro do cockpit. È permitido qualquer sistema de disparo que possua fonte de energia própria desde que seja possível acionar os extintores no caso de todos os sistemas elétricos do carro falhar. O piloto deve poder disparar os extintores manualmente quando estiver sentado normalmente, com os cintos de segurança atados e o volante de dirigir em posição. O sistema de disparo externo deve estar combinado com uma chave geral de corte e deve trabalhar em qualquer posição, mesmo com o carro invertido, e este disparador externo deve estar marcado com uma letra “E” vermelha em um círculo branco. Os bicos dos extintores devem ser instalados de forma que não apontem diretamente ao piloto.
3 – CINTO DE SEGURANÇA
É obrigatória a instalação de cinto de segurança homologado, com largura de 3¨ (polegadas), com no mínimo 4 (quatro) pontos de fixação. Estes cintos devem estar firmemente presos ao carro conforme o anexo ¨J¨ FIA. Unicamente podem ser utilizados cintos de segurança homologados pela Federation Internationale de l'Automobile (FIA).
4 – CHAVE GERAL E ALÇA DO EXTINTOR
O piloto, quando sentado com o cinto de segurança atado e o volante de dirigir em posição, deve poder desligar todos os circuitos elétricos desde a ignição, a luz de chuva, etc, por meio de uma chave geral de corte à prova de faíscas e instalada dentro do cockpit. Esta chave deverá estar localizada num painel e ficará claramente indicada por um símbolo mostrando um raio vermelho sobre um triângulo azul com bordas brancas. Deverá existir também uma chave de corte exterior que permita sua operação à distância com uma barra, e esta chave externa deverá estar situada na churrasqueira abaixo do para-brisa, conforme Anexo ¨J¨ Art. 253.
5 – ANEL PARA REBOQUE
Todos os carros devem estar equipados com 2 anéis para reboque, localizados 1 na parte frontal do veículo e 1 na parte traseira do mesmo.
Esses anéis devem estar operacionais a qualquer momento do evento e estarem firmemente fixados na estrutura do veículo. Os citados anéis devem ser claramente visíveis e pintados nas cores vermelha, amarela ou laranja.
ARTIGO 14 - ESTRUTURA DE SEGURANÇA (SANTO ANTONIO)
1 – ARCO DE SEGURANÇA
É obrigatório o uso do arco de segurança previsto no Código Desportivo Internacional “Estruturas de Segurança ou anti-capotagem (Santo Antônio): o propósito básico destas estruturas é proteger o piloto, e o Santo Antônio deve ter 6 pontos de fixação constantes do Anexo J da FIA.“ conforme desenhos, com acréscimo obrigatório de no mínimo duas barras laterais mais uma barra inclinada, fixadas nas laterais esquerda e direita do veículo, estas barras adicionais a serem colocadas na estrutura do arco de segurança entre a linha inferior do vão do vidro da porta e acima do batente da porta. É obrigatória a fixação do arco de segurança no piso do carro, devendo ser fixadas com solda ou com parafusos. É proibida a colocação de flanges em qualquer local do Santo Antônio, todas as juntas e fixações deverão ser soldadas.
ARTIGO 15 - CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os casos omissos serão resolvidos de acordo com tradução do anexo “J “
da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

References: ARTIGO 1

ARTIGO 2

ARTIGO 3

ARTIGO 4

ARTIGO 5

ARTIGO 6

ARTIGO 7

ARTIGO 8

ARTIGO 9

ARTIGO 10

ARTIGO 11

ARTIGO 12

ARTIGO 13

ARTIGO 14

ARTIGO 15

ARTIGO 5

ARTIGO 7

ARTIGO 8

ARTIGO 9

ARTIGO 10

ARTIGO 11

ARTIGO 12

ARTIGO 13

ARTIGO 14

ARTIGO 15