Source: http://docplayer.com.br/1748888-Marketing-cultural-o-estudo-da-notoriedade-sobre-os-museus-portugueses-resumo.html
Timestamp: 2017-03-24 18:27:49+00:00

Document:
MARKETING CULTURAL: O ESTUDO DA NOTORIEDADE SOBRE OS MUSEUS PORTUGUESES. Resumo - PDF
MARKETING CULTURAL: O ESTUDO DA NOTORIEDADE SOBRE OS MUSEUS PORTUGUESES. Resumo
Download "MARKETING CULTURAL: O ESTUDO DA NOTORIEDADE SOBRE OS MUSEUS PORTUGUESES. Resumo"
Rubens Figueiredo Rodrigues
1 MARKETING CULTURAL: O ESTUDO DA NOTORIEDADE SOBRE OS MUSEUS PORTUGUESES Mestre Josiane Lima, Universidade Sénior de Arte e Cultura do Saldanha, Prof. Doutor Fernando Gaspar, Universidade Lusíada de Lisboa, Resumo Os museus respiram num mercado competitivo, onde naturezas diversas de entretenimento concorrem pela atenção do público. Assim, é mister utilizarem as ferramentas do marketing cultural de forma a criar notoriedade, impulsionar visitas e aumentar receitas. O uso da táctica da comunicação desempenha um papel fundamental na construção da notoriedade. A utilização eficiente dos métodos de marketing depende da capacidade financeira do museu, nomeadamente, das verbas provenientes do organismo de tutela e do empreendedorismo da gestão. Desconhece-se a existência de estudos analíticos realizados sobre a notoriedade dos museus portugueses e do uso do marketing cultural como instrumento de referência na construção daquela qualidade. No fundamental, importa aos museus perceber se possuem notoriedade, de forma a avaliar a sua referência na mente do público corrente ou potencial. O propósito deste estudo é percepcionar se existe uma correspondência entre a notoriedade do museu e a utilização das ferramentas de marketing, especialmente a comunicação. Foram analisados os seguintes museus portugueses: o Museu Nacional de Etnologia, o Museu de Marinha, o Museu da Presidência da República, o Museu Colecção Berardo e o Museu da Electricidade. Neste sentido, realizaram-se 266 entrevistas através da intercepção de entrevistados, utilizando o método stratified random simple (idades compreendidas entre 20 e 79 anos), em diversos locais da zona metropolitana de Lisboa durante o mês de Maio de O Museu dos Coches regista2 31,6% de notoriedade top of mind. O Museu de Marinha, apresenta 95,5% de notoriedade assistida. Este estudo conclui que num museu tutelado por uma instituição pública, a notoriedade não advém tanto da utilização efectiva do marketing, mas de elementos intrínsecos à sua génese: a localização e presença na vida escolar portuguesa. Introdução O que é um museu? Segundo os estatutos da Internacional Council of Museums adoptados em Viena durante a 21º Conferência Geral, pode-se conceituar um Museu como sendo: A museum is a non-profit, permanent institution in the service of society and its development, open to the public, which acquires, conserves, researches, communicates and exhibits the tangible and intangible heritage of humanity and its environment for the purposes of education, study and enjoyment. [ICOM], (2007, p.2). A definição de museu referida pela ICOM surgiu de forma a referenciá-lo na comunidade internacional e assim, alterar o seu papel na sociedade contemporânea enquanto organização social (comunicar e educar) e patrimonial (obrigações patrimoniais). Como organização de grande especificidade técnica, o museu promove uma forte interacção com a sua envolvente, cuja responsabilidade incluirá um melhor e maior conhecimento do património cultural (conservação, segurança, estudo, etc.) e um conhecimento mais aprofundado do seu público (locais de exposições mais atractivos; entender as preferências; obter abrangência multicultural, etc.) (Camacho, 2008, p. 149). A palavra museu hoje, já não tem a mesma imagem que exibia em outros tempos. Como Viana expressou: Já não nos sugere, por associação de ideias uma casa atulhada de objectos velhos ou de cacos, numa promiscuidade aflitiva. Hoje significa um local centripetante, atraente, aliciador, onde o público se sentirá bem, e onde aprenderá alguma coisa, num meio ambiente acolhedor e metódico (1971, p.81). A alteração desta imagem foi gradativa, alterando-se principalmente ao longo do século XX. Gopnik (2007) exemplificou 5 tipos de modelos de museu, respectivamente: 1) O museum mausoleum, Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 23 2) O museum machine, 3) O museum as a metaphor, 4) O museum mall 5) O mindful museum. O museum mausoleum consistia num local onde se podiam ver ou conhecer coisas velhas. Um túmulo que continha coisas do passado, individuais experiências de trabalho sobre a arte ou sobre a natureza que de alguma forma, conectam a humanidade com a herança passada. No fim dos anos 50 surgirá o modelo de museum machine, cujo sinónimo será a produtividade. Este modelo de museu popular consistia num local onde os visitantes aprendiam como serem modernos, ou seja, sobre o presente. Como resultado, constatouse uma realidade que poderia colocar em risco a própria continuidade do museu: a demanda excessiva. Tal inconformidade introduziu a necessidade de mudança. O museum as a metaphor foi o responsável por providenciar aos visitantes a arena central da sociabilidade. Um local comum de encontro, com o museu a desempenhar o mesmo papel que uma catedral jogava na Idade Média (Gopnik, 2007). Pode-se intitular o museum mall como aquele desprovido de objectivos educacionais ou artísticos, onde o merchandising constitui o instrumento para a sua afirmação. Os visitantes são estimulados a visitarem o museu, não pelo prazer em admirar uma obra de arte, mas sim, para comprar artigos no gift shop. De todos os tipos de museus descritos, Gopnik concluiu que o ideal será um museu que coloque a arte em sua frente (good stuff) e force o público ao confronto com à mesma (encourage conversation). Este museu consiste em ser inesquecível. Este adjectivo encontra-se suportado pelo carácter qualitativo da sua amostra, dos seus objectivos e conteúdos. Por isso, o mindful museum tem consciência de si mesmo, tem consciência da sua missão e do contexto cronológico em que se envolve. Contemporaneamente, Fróis (2008, p. 66 ) chamou a atenção para a emergência de super museus. Esta denominação refere-se à utilização da arquitectura como unidade para atrair o público. Pode-se referir como super museus por exemplo, o Museu Guggenheim em Adu Dhabi ou o Museu Novecento em Milão. Brigola contesta este modelo ao dizer que: Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 34 ( ) os sinais de adesão a projectos de internacionalização e de criação de novos e inesperados espaços museais, mais pautados por critérios de mediatização da imagem do que pelo bem fundado argumento da valia artística e científica dos acervos disponibilizados (2008, p.156). Neste contexto de modelos de museus salienta-se ainda a emergência de museus construtivistas (Hein, 1998). O objectivo resume-se em apoiar o público no processo de aprendizagem durante a visita ao museu. Promover uma interligação entre o material exposto e o conhecimento adquirido a priori. Importa sublinhar que para que o museu possa realizar a sua função construtivista torna-se necessário incorporar acessórios ou serviços de apoio à aprendizagem (conforto físico e intelectual). Enfim, ao longo dos tempos a instituição museológica modificou-se, tanto na sua imagem quanto no seu propósito (a Figura 1 configura esta evolução dos museus). Caberá aos museus evidenciar a sua vertente educacional e civilizacional, sem assunções mercadológicas que venham deportar o seu papel intrínseco de espólio cultural e histórico dos povos. Figura 1- Evolução dos museus museum mausoleum museum machine museum as a metaphor museum mall mindful museum supermuseus museus construtivistas Fonte: Gopnik (2007); Fróis (2008, p. 66) e Hein (1998). Sobre o financiamento de museus privados e públicos Sendo entidades de serviço público, os museus na sua generalidade, necessitam de recursos financeiros fornecidos para prover as suas funções museológicas e assegurar a sua missão. Neste contexto, podem-se citar duas fontes de recursos: a) Receitas próprias; b) Receitas externas. Entendem-se como receitas próprias : Todas as receitas provenientes das bilheteiras dos museus, prestação de serviços, aluguer de espaços, venda de publicações e de outros produtos. (INE., 2009, p. 16). No que concerne às receitas externas, estas Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 45 consistem em todos os recursos que o museu obtem sem alienar directamente os seus produtos ou ofertas. Segundo o INE (2009, p.16) constituem-se receitas externas: Todas as dotações da tutela, subsídios da administração central, regional e local, fundos comunitários, patrocínios, apoios privados e mecenato, conforme legislação em vigor. O grau de dependência das instituições culturais a esta receita, torna-se mais perceptível aquando de um cenário de austeridade económica que influencia directamente a diminuição do valor das verbas anuais destinadas à cultura. Esta princípio encontra-se expresso no orçamento do estado para a cultura para o ano de 2011: Comparando as dotações iniciais, o orçamento para o Ministério da Cultura para o ano de 2011, 215,5 milhões de euros, ( ) diminuiu 8,8% quando comparado com o orçamento de 2010, o que constitui um esforço do Ministério da Cultura para a consolidação das finanças públicas, contribuindo para alcançar a meta de 4,6% de deficit orçamental (Ministério da Cultura, 2010, p.4). De acordo com Gabriela Canavilhas, ex-ministra da Cultura, as entidades museológicas deverão ultrapassar o problema de financiamento que fruem e tentarem alterar a posição inerte que os qualifica: ( ) mudar o paradigma museológico novecentista, passivo e acomodado, e passar à acção através de uma gestão aberta à interdisciplinaridade, com recurso a maior eficácia de merchandising, dinamização de lojas e restauração, aliciamento de voluntariado, oferta complementar de actividades culturais, estabelecimento de parcerias e angariação de patrocínios e mecenas vejam-se, nestes domínios, os exemplos positivos do Museu Nacional de Arte Antiga, do Chiado e do Palácio Nacional da Ajuda (2011). Os exemplos servidos pela ex-ministra da Cultura servem para edificar a ideia que um museu público tutelado por um organismo dependente das verbas do orçamento do estado, poderá constituir-se numa entidade desligada do problema de financiamento e ser ele próprio inibidor do desenvolvimento das valências que possui. Nesta referência expressa, os museus mencionados são tutelados pelo IMC, que por sua vez, é tutelado pelo Ministério da Cultura 1. O Estado poderá financiar um museu, palácios ou monumentos através da criação de uma empresa. Este caso aplica-se ao Museu da Marioneta, Castelo de São Jorge, Cinema São Jorge, Maria Matos Teatro Municipal, Museu do Fado, Palácio Marquês de Pombal, Palácio Marquês de Tancos, Padrão dos Descobrimentos, São Luiz Teatro Municipal e Teatro Taborda. A empresa de gestão de equipamentos e animação 1 O Ministério da Cultura foi extinto pelo governo social democrata que iniciou funções em Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 56 cultural (EGEAC) constitui uma empresa municipal criado pela Câmara Municipal de Lisboa com objectivo de gerir aqueles espaços culturais e ser responsável pela realização de alguns eventos como por exemplo, as Festas de Lisboa e o Carnaval na rua (EGEAC). Os estatutos descrevem que esta entidade empresarial local de direito público é dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial sendo financiada pelas receitas próprias e os contratos-programa celebrado com a Câmara. A gestão da EGEAC nos domínios que lhe foram atribuídos (artigo 4º), visará a promoção do desenvolvimento económico local e assegurar a sua vialibidade económica e equilibrio financeiro. Neste contexto, os equipamentos tutelados são geridos e financiados em acordo com a génese da empresa municipal. Fundação : Distinta será a autonomia de museus tutelados por fundações. Entende-se por Uma pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos. É constituída pela destinação de um património para a execução de determinados fins. ( ) Os fins a que visam tais entidades devem ser necessariamente de natureza altruística, ora estimulando a cultura e investigação científica, artística e literária, ora realizando finalidades filantrópica (Fundação Padre Leonel Franca). De acordo com Lança (2011) desconhece-se o número de fundações existentes em Portugal e igualmente o número de museus tutelados por aquela entidade. Neste âmbito, exemplifica-se a Fundação de Arte Moderna e Contemporânea Colecção Berardo. Esta entidade decorreu da parceria pública privada entre o Ministério da Cultura, a Fundação Centro Cultural de Belém, a Associação Colecção Berardo e o coleccionador José Manuel Rodrigues Berardo cujo compromisso consiste em criar, gerir e organizar o Museu Colecção Berardo. O Decreto-Lei nº164/2006, que institui os estatutos da Fundação Berardo, descreve nos artigos 6º e 7º as fontes de financiamento disponíveis ao museu. Respectivamente, as receitas ordinárias consistirão por exemplo, o subsídio anual do Estado, através do Ministério da Cultura para o funcionamento da Fundação; a comparticipação financeira anual do Estado, através do Ministério da Cultura, e de José Manuel Rodrigues Berardo ou quem este indicar para o fundo de aquisições para compra de obras de arte, e de todas as receitas resultantes da exploração do museu e estabelecimentos comerciais, património e aplicações financeiras. As doações de obras de arte moderna e contemporânea, donativos e contribuições dos Amigos do Museu incluem-se no âmbito das receitas ordinárias. O estatuto descreve como receitas extraordinárias as subvenções especiais do Estado Português e dos Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 6 7 demais instituidores e fundadores e a alienação de património imobiliário e mobiliário que não seja inalienável nos termos da lei e dos presentes estatutos. A partir deste quadro institucional, pode-se concluir que o Museu Colecção Berardo, em contraposição com os exemplos mencionados de tutelas e os respectivos recursos, possui uma base de financiamento mais diversificada e corrente. Assim, tendo como tutela uma fundação de direito privado, o museu frui de maior autonomia e capacidade de decisão sobre os planos e projectos a serem delineados. A Figura 2 resume os exemplos de financiamento e a respectiva tutela. Figura 2 - Modelos de financiamento e respectiva tutela. Modelos de Financiamento e respectiva Tutela Fundação Empresa Instituição do Estado Museu Autonomia operacional, financeira e administrativa Museu Autonomia operacional Museu Autonomia operacional Fonte: Decreto que institui a Fundação Berardo; Decreto que institui o IMC e o web site da EGEAC. Metodologia Caracterização da amostra Nesta parte do trabalho serão analisadas as características da amostra, as suas percepções e preferências sobre alguns museus portugueses. Neste sentido, realizaramse 266 entrevistas através da intercepção de entrevistados, utilizando o método stratified random simple - idades compreendidas entre 20 e 79 anos em diversos locais da zona Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 78 metropolitana de Lisboa, durante o mês de Maio de O inquérito é formado de duas partes, A e B. A primeira parte é constituída por 7 perguntas cujo objectivo é determinar a amostra e vincular os visitantes frequentes. Estes visitantes serão objecto de análise na parte B do inquérito, que reúne questões sobre o marketing cultural. A amostra por género é formada por 129 indivíduos do sexo masculino e 137 indivíduos do sexo feminino. O percentual dos inquiridos perante a escolaridade identifica 27% possuem licenciatura e 23% o 12º ano. A determinação da amostra através do ciclo de vida familiar encontra-se assinalada entre 19,9% dos inquiridos sendo jovens sem filhos e 16,5% indivíduos solitários (ANEXO A- Ciclo de Vida Familiar). Sobre o concelho de residência, 35% dos inquiridos residem no município de Lisboa e 22% em Oeiras. Visando descobrir se os museus são parte integrante da vida social dos inquiridos, estes foram questionados sobre as actividades que costumam realizar no seu tempo livre. Logo, foi facultado aos entrevistados um conjunto de actividades que rivalizam com o museu no mercado do entretenimento: teatro, cinema, monumentos/palácios, televisão, internet, desporto/exercício físico, concertos e leitura, para que escolhessem entre estas. Porém, foi dada a possibilidade de citarem outras actividades. O cinema como actividade no tempo livre foi a mais citada com 36,8%, seguida da leitura com 32,7%. O museu como prática social alcançou 8,3% de inquiridos, como primeira escolha. Entretanto, 56% responderam que faziam outras acções no tempo livre sendo a praia (15,4%) e os passeios (14,3%) os mais gozados. O motivo para ir visitar um museu, correlacionado com a idade dos inquiridos, revelou que a opção de ir ao museu para obter conhecimento é partilhado por todos. 3% dos entrevistados disseram que a curiosidade era a sua motivação e 1,1% responderam não existirem motivos para ir ao museu. Relativamente à assiduidade das visitas ao museu, o inquérito indicou com maior constância a ida uma vez por ano e na inauguração de uma nova exposição. Os inquiridos das faixas etárias entre 20 e 29 (24,3%) e 50 e 59 (22,9%) encontram-se na primeira frequência. No entanto, a audiência para a segunda consiste maioritariamente de indivíduos na faixa etária dos 30 e 39 (49,8%). Este grupo etário (18,3%), juntamente com os indivíduos nas faixas 50 e 59 (18,3%) e 70 e 79 (18,4%) disseram Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 89 nunca visitar um museu. Para outros 6,8% dos inquiridos, visitar um museu é uma actividade realizada pelo menos duas vezes ao ano. O estudo da notoriedade dos museus será o tema nas duas questões que se seguem. A primeira solicita aos inquiridos que indiquem três nomes de museus na área metropolitana de Lisboa. Esta questão permitirá descobrir os museus com notoriedade top of mind. O museu mais notório foi o Museu dos Coches com 31,6% e o segundo mais citado foi o Museu Nacional de Arte Antiga com 15% e em terceiro, o Museu da Electricidade com 6,8%. Os inquiridos que reconhecem em primeiro lugar o Museu dos Coches em termos geográficos são 30% do respondentes residem no concelho de Lisboa e 26% no município de Oeiras. Em termos etários, 27% são representados pelos indivíduos na faixa dos 30 e 39 anos e 20% os sujeitos de 50 e 59 anos. Em termos de notoriedade espontânea, os museus mais citados em 2º e 3º lugar foram respectivamente, o Museu dos Coches com 16,5% e o Museu da Electricidade com 11,3%. A segunda questão no estudo da notoriedade visa registar os museus com maior nível de notoriedade assistida. Os entrevistados indicaram, perante uma lista de cinco museus, os de que já tinham ouvido falar, a saber: o Museu da Electricidade, o Museu de Marinha, o Museu Colecção Berardo, o Museu da Presidência da República e o Museu Nacional de Etnologia. O Gráfico 2 aponta cada museu em relação ao número de inquiridos que o reconhecem. Em termos geográficos, a disposição dos inquiridos é maioritariamente partilhada entre o concelho de Lisboa e Oeiras. O Gráfico 3 assinala a distribuição etária por museu. O Museu de Marinha possui uma audiência assistida distribuída com maior ocorrência entre os grupos de 30 e 49 anos. Apesar do Museu de Marinha ter apresentado o maior nível de notoriedade assistida, quando os inquiridos são questionados sobre as visitas realizadas nos últimos dois anos aos museus listados, o resultado é diferente. O Museu Colecção Berardo é o museu mais visitado, sendo o segundo o Museu da Electricidade e o terceiro, o Museu de Marinha (Gráfico 4). Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 910 Gráfico 2 - Notoriedade Assistida dos museus. NOTORIEDADE ASSISTIDA Museu Nacional de Etnologia 117 Museu da Presidência da República 191 Museu da Marinha 254 Museu Colecção Berardo 206 Museu da Eletricidade 229 Número de inquiridos Gráfico 3 Distribuição etária da notoriedade assistida dos museus. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR MUSEU Idade Museu da Eletricidade Museu Colecção Berardo Museu da Marinha Museu da Presidência da República Museu Nacional de Etnologia Número de inquiridos Foi observado que 28,2% dos inquiridos visitaram pelo menos, um dos cinco museus; 13,9% visitaram dois museus; 4,5% visitaram três; 1,9% visitaram quatro; 1,1% visitaram todos os museus listados. Uma percentagem de entrevistados, superior a 50%, referiu não ter visitado nenhum dos cinco museus nos últimos dois anos. Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1011 Importa nesta parte do estudo, determinar a audiência que visita os museus, nomeadamente em termos da sua área de domicílio e segmento etário a que pertence. A informação demográfica apresentada no Gráfico 5, mostra que o segmento que é caracterizado por jovens sem filhos (young single I) e indivíduos sós (solitary individual), constitui o público maioritário dos museus listados. Gráfico 4 - Museus listados visitados nos dois últimos anos. INQUIRIDOS QUE VISITARAM OS MUSEUS LISTADOS NOS DOIS ÚLTIMOS ANOS total de inquiridos no estudo 266 total de inquiridos visitantes 220 Museu da Eletricidade 64 Museu Colecção Berardo 77 Museu da Marinha 48 Museu da Presidência da República Museu Nacional de Etnologia Número de inquiridos Gráfico 5 - Ciclo de vida familiar dos museus. CICLO DE VIDA FAMILIAR POR MUSEU Museu Nacional de Etnologia Museu da Presidência da República Museu da Marinha Museu da Eletricidade Museu Colecção Berardo Ciclo de Vida young single II Ciclo de Vida young single I Ciclo de Vida solitary individual Ciclo de Vida newly married Ciclo de Vida full nest IV Ciclo de Vida full nest III Ciclo de Vida full nest II Ciclo de Vida full nest I Ciclo de Vida full divorce IV Ciclo de Vida full divorce III Ciclo de Vida full divorce I Ciclo de Vida empty nest II Ciclo de Vida empty nest I Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1112 Na última questão da parte A do inquérito ( Que outros museus já visitou na área metropolitana de Lisboa? ), 48,9% dos entrevistados responderam não ter visitado outros museus na zona metropolitana. Entre os museus visitados o Museu de Marinha representa 7,9% de entrevistados e o Museu dos Coches 5,6%. O questionário B (aplicado aos indivíduos que visitaram algum dos museus listados, nos últimos dois anos) é composto por 17 questões sobre o posicionamento, a imagem e aspectos do marketing mix.a primeira questão procura determinar quantas vezes é que o visitante do museu citado o visitou. Objectiva-se tentar perceber a relevância do museu ao longo da vida do indivíduo. Um número significativo de visitas poderá indicar o aspecto apelativo do produto e ofertas do museu. O Gráfico 6 indica que o Museu de Marinha e o Museu Colecção Berardo são instituições que foram alvo de cinco ou mais visitas. Gráfico 6 - Visita e repetições de visitas. VISITAS Museu museu colecção berardo Museu museu da eletricidade Museu museu da marinha Museu museu da presidência da república Museu museu nacional de etnologia total Visitas Em relação ao tempo de duração de uma visita, 45% dos entrevistados responderam durar entre 30 a 60, 35% entre 60 a 1 hora e 30 e 10% entre 10 a 30. Particularmente, o Gráfico 7 aponta que no Museu Colecção Berardo 45,5% dos visitantes despendem entre 30 a 60 nas exposições. Em comparação, o Museu Nacional de Etnologia apresenta 41,7% dos visitantes a presenciarem as exposições durante 10 a 30. Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1213 O cruzamento do número de visitas e a duração das mesmas demonstra que, na generalidade dos museus, o visitante de uma primeira visita presencia a exposição durante 30 a 60. As visitas seguintes ocorrem entre 30 a 1h30. Relativamente ao acto de visitar o museu, o Gráfico 8 demonstra que, em geral, é uma actividade familiar (40,5%). Deslocar-se ao museu com companhia ocorre em segundo lugar (34,1%), em terceiro lugar em grupo (20,9%) e em último a solo (18,6%). Gráfico 7- Tempo de duração da visita nos museus TEMPO DE DURAÇÃO DA VISITA museu colecção berardo museu da eletricidade museu da marinha museu da presidência da república museu nacional de etnologia duração da visita 10' e 30' duração da visita 30' e 60' duração da visita 60' e 1h30' Em termos de imagem associada, 14,3 % dos inquiridos que visitaram o Museu Colecção Berardo visualizaram-no através da palavra quadros, 7,8% não souberam responder, 7,8% associou-o a arte e 6,5% associaram-no à artista plástica Joana Vasconcelos. O Museu da Electricidade é ligado aos substantivos ligados à electricidade com 42,2%. O Museu de Marinha foi associado às palavras barcos (39,6%) e descobrimentos (29,2%). Relativamente ao Museu da Presidência da República, quadros de presidentes (47,4%) e, História da República e presidentes (ambas com 10,5%), foram as associações mais frequentes. Finalmente, o Museu Nacional de Etnologia foi conectado com as palavras Restelo (16,7%) e vazio, edifício e exposição arados (todas com 8,3%). Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1314 Gráfico 8 - Ir ao museu. IR AO MUSEU museu colecção berardo museu da eletricidade museu da marinha museu da presidência da república museu nacional de etnologia total Foi sozinho Com a família Em grupo Acompanhado A pergunta que se segue relaciona-se com o posicionamento pretendido do museu, ou seja, na prática, a interpretação que o público faz do seu papel e que o diferencia dos concorrentes. As opções de respostas foram elaboradas em acordo com o posicionamento desejado de cada museu. Inclui-se nestas uma opção para aqueles visitantes que não referenciam o museu em nenhuma das opções de posicionamento (nenhuma das anteriores). Os posicionamentos desejados compreendem: - Museu da Presidência da República História contemporânea de Portugal. - Museu da Marinha Um Mundo de descobertas. - Museu Colecção Berardo Arte americana e europeia. - Museu Nacional de Etnologia Cultura dos povos do globo. - Museu da Eletricidade Marco arquitectónico de Lisboa. Nestes termos, o Gráfico 9 assinala que o Museu Colecção Berardo tem um posicionamento real diferente do seu posicionamento desejado. Este museu é referenciado por 31,2% dos inquiridos, como um museu de História contemporânea de Portugal e por 23,4% como um Um Mundo de Descobertas e ainda com 16,9% das pessoas a não encontrem referência em nenhuma das opções. O Museu Nacional de Etnologia apresenta 50% de correspondência com o posicionamento desejado e ainda a referenciação como um Um Mundo de descobertas, com 41,7%. O posicionamento Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1415 real do Museu da Electricidade, do Museu de Marinha e do Museu da Presidência da República coincide maioritariamente, ao posicionamento desejado pelos mesmos. Entre os inquiridos cujas respostas foram coincidentes com o posicionamento do museu, a correlação entre o número de visitas ao museu e a respectiva referenciação serve para entender se o posicionamento desejado pelo museu, é facilmente compreensível pelos visitantes. Sublinha-se que apesar de haver correspondência do posicionamento desejado com o posicionamento real, observou-se que no Museu de Marinha aquela só foi consolidada no visitante assíduo, ou seja, um visitante que concluiu 5 ou mais visitas. Esta situação não ocorre no Museu da Electricidade e no Museu da Presidência da República. Ambos a formatação do posicionamento ocorre logo na primeira e/ou na segunda visita. Apesar de não existir um posicionamento real distinto, os visitantes referenciam o Museu Nacional de Etnologia como Cultura dos povos do globo logo numa primeira ida ao museu.relativamente ao Museu Colecção Berardo, o posicionamento desejado é formado no visitante na primeira visita. Gráfico 9- Posicionamento real vs. o posicionamento desejado dos museus. POSICIONAMENTO DO MUSEU museu colecção berardo museu da eletricidade museu da marinha museu da presidência da república museu nacional de etnologia História Contemporânea de Portugal Cultura dos povos do globo Um mundo de descobertas total de visitantes Marco arquitetónico de Lisboa Arte americana e européia Nenhuma das anteriores O Gráfico 10 aponta os inquiridos que responderam não encontrar uma opção que referencie o museu visitado tanto na primeira ida como na repetição de visita. O Museu de Marinha evidencia que 40% dos visitantes que repetirem a visita, ainda não o posicionam como Um Mundo de descobertas. Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1516 Relativamente aos motivos que levam uma pessoa a visitar pela primeira vez o museu e a repetir a visita, no caso do Museu Colecção Berardo, a primeira visita resultou por outras razões 33,3% a justificá-la através da curiosidade. A repetição da visita é ocasionada devido à natureza qualitativa das exposições. O Museu da Electricidade apresenta razões variadas que levam os visitantes às exposições. A primeira e a segunda visita são, respectivamente, motivadas pela curiosidade (37% e 35%). As posteriores visitas são provocadas novamente pela curiosidade (28,5%) e pelo trabalho (28,5%). Gráfico 10 - Nenhuma da anteriores opções de posicionamento. NENHUMA DAS ANTERIORES Museu Colecção Berardo Museu da Eletricidade Museu da Marinha Museu da Presidência da República Museu Nacional de Etnologia visitas 1 visitas 2 visitas 3 visitas 5 total de respostas Sobre o Museu de Marinha, a primeira visita realiza-se para satisfazer a curiosidade (41,7%). A razão para ocorrer a segunda visita deve-se ao carácter qualitativo das exposições (36,8%), enquanto a terceira visita é motivada por esta instituição ser um estimulante museu (20%). O visitante frequente possui como principal motivação aquele ser um estimulante museu (40%) e entre outras razões, 9,1% refere-se à família, 4,5% pela curiosidade em ver o espólio, 4,5% por motivo de estudo, 4,5% dada a localização privilegiada, 4,5% pela sua particularidade e 4,5% ao trabalho. O Museu da Presidência da República, a primeira visita é motivada pela 30% curiosidade e 30% ao ingresso gratuito (25/04); a segunda visita combina 12,5% Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1617 curiosidade, 12,5% escola e 12,5% de interesse pessoal e a terceira visita aconteceu devido a questões relacionadas com estudo (50%). Sobre o Museu Nacional de Etnologia, clarifica-se que 33,3% das primeiras visitas ocorreram por ter sido um convite de um familiar ou amigo para visitar o museu. Os visitantes inquiridos que estiveram neste museu duas ou três vezes partilham os mesmos motivos: estimulante museu, sua localização privilegiada (50%) e factores relacionados com estudo (50%),. O Gráfico 11 mostra entre os museus listados, quais possuem uma loja apelativa. Neste tema, os visitantes inquiridos foram peremptórios em afirmar que as lojas dos museus não motivam a compra. Gráfico 11 - Sobre a loja dos museus. ACHA QUE A LOJA DO MUSEU MOTIVA-O PARA A COMPRA? museu nacional de etnologia museu da presidência da república museu da marinha museu da eletricidade não concordo e nem discordo discordo totalmente discordo concordo totalmente concordo museu colecção berardo Relativamente à estrutura do restaurante/café, esta não se aplica ao Museu Colecção Berardo nem ao Museu da Presidência da República. No Gráfico 12 verificase que tanto no Museu de Marinha como no Museu da Eletricidade, os visitantes concordam que esta infra-estrutura é agradável. No Museu Nacional de Etnologia 58,3% dos visitantes não possuem uma opinião formada sobre esta matéria O horário de funcionamento dos museus abrangidos neste estudo é, em geral, das 10 às 18 horas, em todos os dias de abertura. A única excepção acontece no Museu Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1718 Colecção Berardo, onde aos sábados o horário é das 10 às 22 horas. O Gráfico 13 mostra que a maioria dos visitantes inquiridos estão satisfeitos com o horário que os museus apresentam. Gráfico 12 - Sobre o café/restaurante dos museus. NA SUA OPINIÃO, O CAFÉ/RESTAURANTE DO MUSEU É UM LOCAL AGRADÁVEL? museu nacional de etnologia museu da marinha museu da eletricidade não concordo e nem discordo discordo totalmente discordo concordo Gráfico 13 - Sobre o horário de funcionamento dos museus. PENSA QUE O HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO MUSEU É CONVENIENTE PARA OS VISITANTES? museu nacional de etnologia museu da presidência da república museu da marinha museu da eletricidade não concordo e nem discordo discordo concordo museu colecção berardo Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1819 Apesar de alguns inquiridos responderem que o horário de funcionamento é conveniente, nota-se que alguns gostariam que houvesse a possibilidade de poder visitar os museus em outros horários (estes favoreceriam os trabalhadores e os veraneantes) (Gráfico 14). Gráfico 14 - Sobre horários alternativos ou alargados dos museus. ACHA QUE O MUSEU PODERIA DISPOR DE HORÁRIOS ALTERNATIVOS OU ALARGADOS PARA VISITAR AS EXPOSIÇÕES? museu nacional de etnologia museu da presidência da república museu da marinha museu da eletricidade museu colecção berardo não concordo e nem discordo discordo totalmente discordo concordo totalmente concordo Sobre a localização dos museus, a opinião é positiva e unânime (Gráfico 15). O Museu Colecção Berardo apresenta o maior número de inquiridos (14,3%) entre os museus estudados, que concordam totalmente com a sua localização. A opinião dos visitantes sobre o espaço de exposição dos museus (Gráfico 16) aponta que o espaço do Museu Nacional de Etnologia não tem o mesmo valor que os demais museus. Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 1920 Gráfico 15 - Sobre a localização dos museus. NA SUA OPINIÃO, O MUSEU TEM UMA BOA LOCALIZAÇÃO? museu nacional de etnologia museu da presidência da república museu da marinha museu da eletricidade não concordo e nem discordo concordo totalmente concordo museu colecção berardo Gráfico 16 - Sobre o espaço da exposição dos museus. ACHOU O ESPAÇO DA EXPOSIÇÃO ACESSÍVEL, AGRADÁVEL, CONFORTÁVEL? museu nacional de etnologia museu da presidência da república museu da marinha museu da eletricidade não concordo e nem discordo discordo concordo totalmente concordo museu colecção berardo Na generalidade dos museus estudados, os visitantes concordaram que os funcionários são orientados e prestáveis (Gráfico 17). Mestre Josiane Lima, Prof. Dr. Fernando Gaspar 20 Exibir mais
ANEXO I (À Tabela de Preços e Outras Receitas Municipais 2012) DESCONTOS A APLICAR AOS VALORES DA TABELA DE PREÇOS E OUTRAS RECEITAS MUNICIPAIS Aos preços da Tabela de Preços e Outras Receitas Municipais Leia mais Apresentação do Projecto RETOMAR A CENTRALIDADE
ACICB Castelo Branco 23 Novembro 2011 Apresentação do Projecto Apoio à execução do projecto Enquadramento Projecto financiado pelo QREN, no âmbito do Mais Centro - Programa Operacional Regional do Centro Leia mais Lic. Marketing e Publicidade. Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral
Lic. Marketing e Publicidade Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral Trabalho realizado por: Maria Marques, 7005 Docente: Dr. Fernando Gaspar SANTARÉM Licenciatura em Marketing & Publicidade 1 de 10 2007/2008 Leia mais ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL. CAPÍTULO I Disposições Gerais
ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO PRIMEIRO (Natureza) A Fundação Vodafone Portugal, adiante designada abreviadamente por Fundação, é uma instituição de direito Leia mais Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL ENTREVISTADOR
DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS E SOCIAIS SERVIÇO DE ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL DO ENTREVISTADOR Março 2008 2 Leia mais PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS
PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DEPENDENTES DA DGPC CARTA DO VOLUNTÁRIO (MINUTA) VOLUNTARIADO NOS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DA DGPC CARTA DO VOLUNTÁRIO DE MONUMENTOS, Leia mais COMUNICAR A TRANSPORTES METROPOLITANOS DO PORTO
ENQUADRAMENTO A INTEGRAÇÃO DA METRO DO PORTO E DA STCP E A PERSPECTIVA DE PRIVATIZAÇÃO COMUNICAR A TRANSPORTES METROPOLITANOS DO PORTO ANÁLISE OBJECTIVOS MENSAGENS-CHAVE ACÇÕES A DESENVOLVER ENQUADRAMENTO Leia mais CAPÍTULO I DA FUNDAÇÃO
ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO ABEL E JOÃO DE LACERDA CAPÍTULO I DA FUNDAÇÃO - ARTIGO 1º - Natureza Jurídica A FUNDAÇÃO ABEL E JOÃO DE LACERDA é uma instituição particular de utilidade pública geral dotada de personalidade Leia mais Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com
Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com Cidade de Guimarães Faixas Etárias do Concelho 65 ou mais 24-64 anos 15-24 anos 0-14 anos 0 20000 40000 60000 80000 100000 População do Concelho 159.576 Leia mais GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL
CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade Leia mais Josiane Lima Universidade Sénior do Saldanha. Fernando Gaspar Universidade Lusíada de Lisboa
Marketing cultural: posicionamento dos museus públicos e privados portugueses referenciável pela audiência Josiane Lima Universidade Sénior do Saldanha Fernando Gaspar Universidade Lusíada de Lisboa Lusíada. Leia mais É precisamente nestas alturas que temos de equacionar todos os meios possíveis para tornar viáveis, nomeadamente, os museus.
Museus Novos produtos para novos públicos António Ponte Paço dos Duques de Bragança PORTO, 2011-11-07 Ao iniciar esta apresentação quero agradecer o convite que nos foi endereçado para apresentar a situação Leia mais FICHA TÉCNICA. Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais. Relatório de Avaliação Final. Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info.
FICHA TÉCNICA Título Organização Curso Relatório de Avaliação Final Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais Entidade Leader Consulting, 08 de Dezembro Leia mais Perguntas Frequentes sobre Voluntariado
Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser Leia mais ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE
ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação Leia mais Plano Anual de Atividades 2014-2015 Departamento de Ciências Humanas
Visita de estudo Geografia Conhecer o funcionamento de uma unidade industrial; Reconhecer a importância da atividade industrial na economia. Geografia e Alunos do 9º Ano Unidade Industrial 2ºPeríodo Visita Leia mais ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Diário da República, 1.ª série N.º 30 10 de fevereiro de 2012 661 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 6/2012 de 10 de fevereiro Primeira alteração à Lei n.º 8/2009, de 18 de Fevereiro, que cria o regime jurídico Leia mais INTERCAMPUS Inquérito a Turistas Maio de 2015 EVENTOS DE SURF. Com o apoio de:
EVENTOS DE SURF 1 Com o apoio de: Índice 2 1 Análise Síntese 4 2 Resultados 7 1. Caracterização da amostra 8 2. Satisfação 15 4. Regressar e recomendar 20 3 Metodologia 23 Contextualização do Projecto Leia mais Acordo de Voluntariado (minuta)
Acordo de Voluntariado (minuta) Considerando que: a) O IMC é o organismo do Ministério da Cultura responsável pela definição de uma política museológica nacional e pela concretização de um conjunto de Leia mais PROGRAMA DE VOLUNTARIADO
PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DEPENDENTES DA DGPC ACORDO INSTITUIÇÃO / VOLUNTÁRIO (MINUTA) VOLUNTARIADO NOS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DA DGPC Acordo de Voluntariado Leia mais Para obtermos os dados necessários, estruturámos o estudo da seguinte forma:
Há exactamente três anos, a Dra Isabel Mota, nesta mesma sala, lançava ao GAM Grupo para a Acessibilidade nos Museus o desafio para a apresentação de um projecto. O GAM propôs a realização deste estudo, Leia mais CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE"
Boletim Informativo n.º 19 Abril 2011 CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE" A Câmara Municipal de Lamego no âmbito de atuação do Centro de Informação Europe Direct de Lamego está a promover Leia mais circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE
N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A Leia mais PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens
Análise Imagem das Agências de Viagens PREÇO VS. SERVIÇO Os portugueses que já recorreram aos serviços de uma Agência de Viagens fizeram-no por considerar que esta é a forma de reservar viagens mais fácil Leia mais FORMULÁRIO VOLUNTÁRIOS
A Fundação Realizar Um Desejo é uma fundação portuguesa integrada na rede da Make-A-Wish International que tem como principal objectivo o desenvolvimento de actividades no âmbito da solidariedade social. Leia mais Hábitos de Cultura nos Estudantes da Universidade do Porto
Faculdade de Letras da Universidade do Porto Metodologia da Investigação Hábitos de Cultura nos Estudantes da Universidade do Porto Carlos Manuel Almeida Santos Gonçalo Pereira de Vasconcelos Huet de Bacellar Leia mais Enquadramento Turismo Rural
Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o Leia mais Coordenadoras formadoras: Ana Rita Canavarro e Sara Barriga Formadoras: Sara Franqueira, Susana Gomes da Silva. Objetivos:
Coordenadoras formadoras: Ana Rita Canavarro e Sara Barriga Formadoras: Sara Franqueira, Susana Gomes da Silva Relacionar contextos, conceitos e práticas no âmbito da educação não formal; Problematizar Leia mais De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:
7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos Leia mais 7150 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 258 8 de Novembro de 2002 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. c)... d)... e)... f)... g)...
7150 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 258 8 de Novembro de 2002 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n. o 53/2002 de 8 de Novembro O Presidente da República decreta, nos termos Leia mais AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral
MOTIVAÇÃO DE ALUNOS COM E SEM UTILIZAÇÃO DAS TIC EM SALA DE AULA Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE npmeneses@gmail.com Doutora Sónia Rolland Sobral UNIVERSIDADE PORTUCALENSE Leia mais Relatório do Estudo sobre a Campanha 50% do Pingo Doce Preparad0 por NETSONDA // Maio de 2012
Relatório do Estudo sobre a Campanha 50% do Pingo Doce Preparad0 por NETSONDA // Maio de 2012 Netsonda Full service. Full research. // Documento confidencial, não pode ser difundido sem autorização escrita. Leia mais AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO
AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Turismo sobre a ESEC 4 3.2. Opinião dos alunos sobre Leia mais Agência de Planeamento Estratégico e de Meios
Agência de Planeamento Estratégico e de Meios As Empresas e as Indústrias Criativas: Redes & Parcerias_Apoios & Mecenatos Planeamento estratégico de Media 12 de Maio de 2009 Este estudo foi elaborado pela Leia mais ESCOLA DE PROTOCOLO COMUNICAÇÃO E ARTES www.epcamadeira.com geral@epcamadeira.com Tel: 291 098 305 Tm: 966 389 170
ESCOLA DE PROTOCOLO COMUNICAÇÃO E ARTES www.epcamadeira.com geral@epcamadeira.com Tel: 291 098 305 Tm: 966 389 170 A Escola de Protocolo, Comunicação e Artes da Madeira (EPCA) surgiu para ir ao encontro Leia mais 7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO. 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo
7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo A COMUNICAÇÃO Comunicar Comunicar no marketing emitir mensagem para alguém emitir mensagem para o mercado Leia mais Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social
Semana da Liberdade de Escolha da Escola / School Choice Week & I Conferência da Liberdade de Escolha da Escola / 1st School Choice Conference Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social Leia mais CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013
CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 I. Âmbito de Aplicação e Princípios Gerais...4 Artigo 1.º Âmbito Pessoal...4 Artigo 2.º Âmbito Territorial...4 Artigo 3.º Princípios Gerais...4 Artigo Leia mais CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento
CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Centro Leia mais Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *
Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado Leia mais Museu Nacional de Arqueologia
Museu Nacional de Arqueologia - História O atual Museu Nacional de Arqueologia (MNA) foi fundado em 1893 pelo Doutor José Leite de Vasconcelos (e daí a designação oficial mais completa do Museu, conforme Leia mais Programa de Acção da Candidatura a Presidente
Programa de Acção da Candidatura a Presidente do Instituto Politécnico de Beja de Manuel Alberto Ramos Maçães 1 Índice I. O Porquê da Candidatura II. III. IV. Intenção Estratégica: Visão, Envolvimento Leia mais ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE
ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições Leia mais CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 5
CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 5 APRESENTAÇÃO. O presente número dos Cadernos de Sociomuseologia, reúne um conjunto de documentos sobre museologia e património que se encontram dispersos e muitas Leia mais AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E BIBLIOTECA
Divisão do Centro de Documentação e Biblioteca 214 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E BIBLIOTECA REALIZAÇÃO MARIA JOÃO T.M.BARREIRO COORDENAÇÃO NATÉRCIA GODINHO APOIO Leia mais Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) Artigo 1º (Denominação) A Comunidade dos Países de Língua Leia mais Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes
Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes 2 Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Índice 1 Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) 2 Crédito Leia mais Escola E.B. 2,3 de Lousada. Opinião dos Directores de Turma sobre os documentos propostos para a avaliação dos alunos
Escola E.B. 2,3 de Lousada Opinião dos Directores de Turma sobre os documentos propostos para a avaliação dos alunos Maria do Céu Belarmino ceubelarmino@sapo.pt Rui Mesquita rui.jv.mesquita@sapo.pt Dezembro Leia mais Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Estatutos da (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005 e Bissau/2006) Artigo 1º (Denominação) A, doravante designada por CPLP, é o foro multilateral privilegiado para o aprofundamento Leia mais Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP
1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas Leia mais O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil
O Voluntariado e a Protecção Civil 1. O que é a Protecção Civil A 03 de Julho de 2006, a Assembleia da Republica publica a Lei de Bases da Protecção Civil, que no seu artigo 1º dá uma definição de Protecção Leia mais Proposta de Metodologia na Elaboração de Projectos
Proposta de Metodologia na Elaboração de Projectos A Lei n.º115/99, de 3 de Agosto, estabeleceu o regime jurídico das associações representativas dos imigrantes e seus descendentes, prevendo o reconhecimento Leia mais Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP
1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas Leia mais ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I
ESTATUTOS DE MOBITRAL EMPRESA MUNICIPAL MOBÍLIAS TRADICIONAIS ALENTEJANAS, E.M. CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação personalidade e capacidade jurídica 1 - A empresa adopta a denominação Leia mais A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de
A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de Pessoas) na Gestão Empresarial Marketing Interno Licenciatura de Comunicação Empresarial 3º Ano Docente: Dr. Jorge Remondes / Discente: Ana Teresa Cardoso Leia mais COMISSÃO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE MÁQUINAS MARÍTIMAS
ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS MARÍTIMAS COMISSÃO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE MÁQUINAS MARÍTIMAS RELATÓRIO DE ANÁLISE AOS INQUÉRITOS DE INGRESSO DOS NOVOS ALUNOS Leia mais Governação Hospitalar
Aviso: Este projecto encontra-se em fase-piloto e, sem autorização, não pode ser usado para outros fins. Se necessário, contacte o coordenador do DUQuE através de duque@fadq.org Governação Hospitalar em Leia mais Redes Sociais em Portugal
Relatório de Resultados Redes Sociais em Portugal Dezembro de 2009 Estudo NE396 Netsonda - Network Research Quem Somos? Com quase 10 anos de actividade, a Netsonda foi a primeira empresa em Portugal a Leia mais IVº CongressoNacional dos Economistas. A Comunidade Portuguesa no Estrangeiro um Activo na Promoção Externa
IVº CongressoNacional dos Economistas Lisboa,19-21 Outubro 2011 A Comunidade Portuguesa no Estrangeiro um Activo na Promoção Externa Fernanda Ilhéu e Catarina Casquilho Dias Importância do tema Equilibrar Leia mais Agência de Planeamento Estratégico e de Meios. 25 de Outubro de 2011
Agência de Planeamento Estratégico e de Meios 25 de Outubro de 2011 Objetivo do estudo Avaliar o comportamento da população portuguesa utilizadora da internet (59% do total da população com +15 anos, Leia mais Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade
Divulgação do primeiro relatório Turismo de Portugal é pioneiro na sustentabilidade O Turismo de Portugal apresentou ontem o seu Relatório de Sustentabilidade, tornando-se no primeiro Instituto Público Leia mais Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio
Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito Leia mais PLANO DE ACTIVIDADES 2014
PLANO DE ACTIVIDADES 2014 A - INTRODUÇÃO O ano de 2013 que agora termina, foi decisivo para a continuidade da Fundação do Desporto. O Governo, através do Sr. Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Leia mais Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior
Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Francisco Correia Departamento de Difusão e Promoção Instituto Nacional de Estatística Avenida António José de Almeida 1000-043 Lisboa Tel: 218426143 Leia mais Cristiano Ronaldo O futebolista mais valioso do mundo. Janeiro 2014
Cristiano Ronaldo O futebolista mais valioso do mundo Janeiro 2014 Índice Contexto 02 Objectivos 03 Metodologia 04 Imagem 05 Sports Reputation Index by IPAM 07 Determinação do valor potencial 12 Prevendo Leia mais TRABALHO FINAL EMPRESA:
TRABALHO FINAL EMPRESA: CURSO: MARKETING E PUBLICIDADE P/L 2º SEMESTRE DISCIPLINA: Marketing II DOCENTE: Prof. Dr. Fernando Gaspar DISCENTE: Ana Inês Charrua de Oliveira Nº 9072 Introdução Dando seguimento Leia mais Apoio à Preparação de Voluntários de Leitura Um projeto de cidadania Missão Potenciar o desenvolvimento de uma rede nacional de volutariado na área da promoção da leitura. Objectivos centrais Apoiar iniciativas; Leia mais ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Constituição, Denominação e Natureza
ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Constituição, Denominação e Natureza A Associação Trienal de Arquitectura de Lisboa é uma associação cultural, Leia mais S I A T (SISTEMA DE INQUÉRITOS DA AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA) AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2011 (canal internet)
S I A T (SISTEMA DE INQUÉRITOS DA AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA) AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES (canal internet) Março 2012 Índice 1 ENQUADRAMENTO...5 2 INTRODUÇÃO... 6 3 IDENTIFICAÇÃO E Leia mais Índice. Pág *09 Como participar. Pág *10 Calendário. Pág *11 Os resultados. Pág *12 Júri. Pág *13 Regulamento
Índice Pág *09 Como participar Pág *10 Calendário Pág *11 Os resultados Pág *12 Júri Pág *13 Regulamento Pág *01 Introdução Pág *02 Um programa alargado de intervenção Pág *05 Viver de Consciência Leve Leia mais PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º /XI
Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º /XI RECOMENDA AO GOVERNO A SUSPENSÃO DE TODAS AS ACÇÕES RELATIVAS À TRANSFERÊNCIA DE MUSEUS E À CRIAÇÃO DE NOVOS MUSEUS NO EIXO AJUDA/BELÉM, ATÉ À ELABORAÇÃO Leia mais MECENATO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X BENEFÍCIOS RELATIVOS AO MECENATO. Artigo 56.º-C Noção de donativo
MECENATO (O artigo 87.º, n.º 3, alínea f), da Lei n.º 53-A/2006, de 29 de Dezembro (Lei do Orçamento do Estado para 2007), revogou o Estatuto do Mecenato aprovado pelo Decreto-Lei n.º 74/99, de 16 de Março. Leia mais O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL
O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL 2012/2010 Estudo Sair Da Casca e Informa D&B Dezembro 2013 METODOLOGIA Universo do estudo TECIDO EMPRESARIAL: Todas as entidades (pessoas Leia mais o SEU clube de aluguer de DVD s na internet. BluePlanetDVD.com Study Case 2003 - IDEF/ISEG www.blueplanetdvd.com 1
BluePlanetDVD.com Study Case www.blueplanetdvd.com 1 A Ideia Necessidades não satisfeitas para o cliente; Uma IDEIA; Dois anos a amadurecer a ideia, de forma a ser inovadora, tecnologicamente avançada, Leia mais DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE. tom fleming /creative consultancy
DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE Estudo Macroeconómico DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE Auscultação dos actores regionais, mapeamento Leia mais Regulamento da Raízes para o voluntariado
Regulamento da Raízes para o voluntariado Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento visa definir as regras de actuação do voluntariado, nas actividades desenvolvidas Leia mais "Retrato social" de Portugal na década de 90
"Retrato social" de Portugal na década de 9 Apresentam-se alguns tópicos da informação contida em cada um dos capítulos da publicação Portugal Social 1991-21, editada pelo INE em Setembro de 23. Capítulo Leia mais AVALIAÇÃO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO
AVALIAÇÃO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos do Mestrado em Educação Musical Leia mais Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP
1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas Leia mais (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO
7.6.2008 C 141/27 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO Convite à apresentação de propostas de 2008 Programa Cultura (2007-2013) Execução das seguintes acções do programa: projectos plurianuais Leia mais Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)
Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Plano de Acção para a Cooperação Económica e Comercial (2007-2009) 2ª Conferência Ministerial, 2006 Leia mais >>>>>>>>>>>>>>>> passeio fotográfico. as nossas cidades retratadas por crianças
>>>>>>>>>>>>>>>> passeio fotográfico as nossas cidades retratadas por crianças ----------------------------------------------------------- departamento de promoção da arquitectura educação pela arquitectura Leia mais O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP)
O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP) e o Aeroporto Sá Carneiro, realizou o estudo do perfil Leia mais Encontro Internacional Património Cultural, a Cortiça e os Museus, Seixal, 2 e 3 de Julho de 2010
A Fábrica do Inglês: reabilitação do património industrial corticeiro Encontro Internacional Património Cultural, a Cortiça e os Museus, Seixal, 2 e 3 de Julho de 2010 Sumário: O Museu da Cortiça da Fábrica Leia mais PROJECTO DE ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO ESHTE I&D
PROJECTO DE ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO ESHTE I&D CAPÍTULO I NATUREZA, SEDE E FINS ARTIGO 1º Natureza A Fundação ESHTE I&D, adiante designada simplesmente por Fundação, é uma instituição de direito privado, Leia mais Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013
Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013 UNIÓN EUROPEA 1 de junio de 2011 3. SUMÁRIO EXECUTIVO A avaliação do Plano de Leia mais PLANO DE MARKETING. Trabalho realizado por: Vera Valadeiro, nº20. TAG 4/2010 17 Valores
0366 PLANO DE MARKETING Trabalho realizado por: Vera Valadeiro, nº20 TAG 4/2010 17 Valores Índice Introdução Diagnóstico Análise do Mercado Análise da Concorrência Análise da Empresa Análise SWOT Objectivos Leia mais Museu Nacional da Arte Antiga
Museu Nacional da Arte Antiga Índice 1. Horários e localização: 2. Ingresso 3. História do museu 4. Informações acerca do museu 5. As 10 obras de referência do MNAA 6. Coleções 1 - Horário e Localização Leia mais ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE
ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação Leia mais AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA
AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA PLANO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Deliverable 4 Fase 2 Novembro 2008 1 P á g i n a Índice 1. Objectivos... 3 2. Públicos-alvo... 4 3. Estratégia de Comunicação... 5 3.1 Leia mais NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE AVEIRO
NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE AVEIRO CAPÍTULO I Art. 1º - Definição a. A Casa Municipal da Juventude de Aveiro é um equipamento que a Câmara Municipal de Aveiro coloca ao dispor Leia mais DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA
DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA EXARADA EM VINTE E DOIS DE SETEMBRO DE DOIS MIL E QUATRO, Leia mais A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM. Sandra Maria Franco Carvalho
CENTRO DE COMPETÊNCIAS DE CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM ESTUDO DE CASO NUMA UNIVERSIDADE Leia mais ESTATUTOS FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT
ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO PRIMEIRO Instituição e Denominação É instituída uma fundação denominada Fundação Champagnat que se regerá pelos presentes estatutos Leia mais Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP
1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas Leia mais Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício
1 Fidelização dos consumidores aos planos de saúde e grau de interesse por quem não possui o benefício 2013 Índice 2 OBJETIVO E PÚBLICO ALVO METODOLOGIA PLANO DE SAÚDE O MERCADO DE PLANO DE SAÚDE PERFIL Leia mais ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.
ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais Leia mais Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental
Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO Leia mais INQUÉRITO REALIZADO A ALUNOS LABORATÓRIO DE CÁLCULO. Trabalho realizado por Lucília Rodrigues Macedo
INQUÉRITO REALIZADO A ALUNOS LABORATÓRIO DE CÁLCULO 2010 Trabalho realizado por Lucília Rodrigues Macedo ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. METODOLOGIA... 3 3. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS... 4 1. RESULTADOS Leia mais Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães
Freguesia de Tabuadelo e São Faustino Concelho de Guimarães Relatório de Gerência de Contas e Relatório de Actividades Ano de 2013 Índice: Introdução:... 3 Analise Económica e Financeira... 5 Execução Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: ARTIGO 1
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 1
 Artigo 1
 artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 56
 artigo 87
 Artigo 1
 ARTIGO 1
 Artigo 1