Source: http://docplayer.com.br/2033383-Emissoes-atmosfericas-de-grupos-motogeradores-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo.html
Timestamp: 2017-04-25 03:24:39+00:00

Document:
EMISSÕES ATMOSFÉRICAS DE GRUPOS MOTOGERADORES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - PDF
EMISSÕES ATMOSFÉRICAS DE GRUPOS MOTOGERADORES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO
Download "EMISSÕES ATMOSFÉRICAS DE GRUPOS MOTOGERADORES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO"
Antônio Valverde Sequeira
1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA INTERUNIDADES DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENERGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS DE GRUPOS MOTOGERADORES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Marcia Aparecida Tezan Moraes Barros Orientador: Prof. Dr. Murilo Tadeu Werneck Fagá2 ESTUDO DAS EMISSÕES ATMOSFÉRICAS DE GRUPOS MOTOGERADORES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO3 APRESENTAÇÃO A crise energética que o Brasil passou na última estiagem, levou a adoção de outras fontes de energia e uma das soluções encontrada, mesmo não sendo ambientalmente a mais adequada, a qual foi aplicada no primeiro semestre de 2001, foi a adoção de grupos motogeradores movidos a diesel, em sua grande maioria. O uso de grupos motogeradores a diesel, como uma opção para substituição da energia elétrica oferecida pela concessionária na Região Metropolitana de São Paulo, que sofre com a poluição do ar, provocada por alguns poluentes do tipo dos emitidos por estes equipamentos, justifica uma avaliação do possível impacto ambiental provocado por este tipo de fonte.4 OBJETIVO Quantificar e identificar os grupos motogeradores movidos a diesel instalados na Região Metropolitana de São Paulo, para fazer uma avaliação preliminar do possível impacto na qualidade do ar, provocado pelo lançamento das cargas de poluentes atmosféricos gerados por ocasião do funcionamento destes equipamentos. Como atingir o objetivo proposto? O estudo de dispersão atmosférica é um trabalho bastante complexo, pois os poluentes lançados na atmosfera estão sujeitos a vários fatores que vão determinar suas concentrações no tempo e no espaço. Uma mesma emissão, sob mesmas condições de lançamento no ar pode gerar concentrações diferentes em função de uma série de interferências, como das condições meteorológicas existentes, chuvas, temperatura, vento, etc..5 Para atingir o objetivo proposto há necessidade da: Elaboração de inventários dos grupos motogeradores instalados na RMSP; Elaboração de diagnósticos dos grupos motogeradores com relação a emissão de poluentes; Identificação de metodologias de avaliação das emissões atmosféricas dos grupos motogeradores e Discussão da aplicabilidade de modelagem de dispersão para avaliação do impacto ambiental na qualidade do ar, provocado por este tipo de fonte6 REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO 7 8 REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Área km², ocupa 0,1% do território brasileiro e 3,2% do território do Estado de São Paulo. População superior a 17 milhões de habitantes em seus 38 municípios; é o terceiro maior conglomerado do mundo. Frota aproximadamente 7,4 milhões de veículos representa 1/5 do total nacional 5,8% correspondem a veículos movidos a diesel. Na tabela a seguir esta apresentada a contribuição relativa a cada fonte de poluição do ar na Região Metropolitana de São Paulo.9 Contribuição relativa das fontes de poluição do ar na RMSP FONTE DE EMISSÃO POLUENTES (%) CO HC NO x SO x MP 10 TUBO DE ESCAPAMENTO DE VEÍCULOS GASOLINA C 45,6 20,3 11,4 21,4 8,0 ALCOOL 12,1 5,7 3,2 - - DIESEL 25,4 17,9 81,5 30,8 30,8 TÁXI 0,1 0,1 0,2 0,8 0,1 MOTOCICLETA E SIMILARES 14,6 8,3 0,3 1,3 1,1 CÁRTER E EVAPORATIVA GASOLINA C 33,3 ÁLCOOL 4,1 OPERAÇÕES TRANSFERÊNCIA COMBUSTÍVEL DE DE OPERAÇÃO DE PROCESSO INDUSTRIAL (1990) RESSUSPENSÃO DE PARTÍCULAS AEROSSÓIS SECUNDÁRIOSA MOTOCICLETAS E SIMILARES 4,5 GASOLINA C 2,8 ÁLCOOL 0,1 2,2 2,9 3,4 45,7 10,0 TOTAL Fonte: RELATÓRIO QUALIDADE DO AR NO ESTADO DE SÃO PAULO CETESB ,0 25,010 ESTADO DE SÃO PAULO Localização Região Sudeste do Brasil Área aproximadamente km² - 2,9% do território nacional População aproximadamente 37 milhões de habitantes Maior frota automotiva 14,7 milhões de veículos automotores 40% da frota nacional, sendo 983 mil movidos a diesel Poluição atmosférica destaca-se Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e a área de Cubatão. Capacidade Nominal Instalada: MW, sendo MW de origem hidráulica. Energia gerada GWh + recebida GWh Requerida GWh11 GRUPOS MOTOGERADORES CARACTERÍSTICAS GERAIS Os grupos motogeradores são constituídos por um motor que produz energia mecânica, um gerador (normalmente um alternador) que produz energia elétrica, elementos de transmissão mecânica entre o motor e o gerador, (por exemplo: acoplamento, redutor ou multiplicador) e, eventualmente elementos de montagem e de suporte. Estes grupos são acionados por motores a diesel, turbinas a gás ou turbinas a vapor. As turbinas são utilizadas principalmente para os grupos das centrais elétricas de produção de energia elétrica, enquanto os motores diesel são utilizados tanto para produção de energia como para emergência.12 Os motogeradores consistem de geradores acionados por motores de combustão interna semelhantes aos utilizados em veículos; têm, portanto, emissões de poluentes com características qualitativas semelhantes as observadas em ônibus e caminhões Estes motores muitas vezes trabalham durante a maior parte do tempo em regime praticamente constante (como no caso de abastecimento de sistemas de iluminação, calefação, ar-condicionado, etc), entre 60 e 70% da carga nominal máxima, o que pode implicar uma vantagem ambiental em relação aos seus similares automotivos, pois as acelerações e desacelerações típicas da operação veicular resultam sempre em níveis reais médios de emissão de poluentes mais elevados.13 IMPACTO AMBIENTAL Os impactos ambientais pela utilização dos grupos motogeradores são: - perturbações acústicas e poluição pelas emissões dos gases de escapamento. Os gases de escapamento dos grupos motogeradores contém poluentes que podem ser nocivos ao meio ambiente. As substâncias poluentes destas emissões são essencialmente: NO2 dióxido de nitrogênio CO monóxido de carbono SO2 dióxido de enxofre CO2 dióxido de carbono (gás carbônico) HC - hidrocarbonetos Material Particulado (Partículas incombustíveis e Fumaça)14 APLICAÇÃO Os grupos motogeradores são utilizados como fontes de: Segurança, Substituição e Segurança e substituição. Segurança alimentação das instalações de segurança, ou seja, as cargas que são necessárias para o atendimento do estabelecimento nos casos de sinistro. Fazem parte das instalações de segurança: iluminação de segurança, sistemas de alarme e vigilância, detecção e combate ao incêndio, equipamentos de exaustão, etc..15 Substituição - continuidade do fornecimento de energia no caso de falha de energia da concessionária e também no horário de ponta. Uma alimentação de substituição, na prática, é constituída por um ou mais grupos geradores conectados ao quadro geral de distribuição da instalação normal. Neste tipo de instalação o objetivo é alimentar as cargas prioritárias, caso não seja suficiente para alimentar todo o conjunto de equipamentos da instalação, serão desligadas as cargas não prioritárias e dispensáveis. Segurança e substituição - neste caso, normalmente há mais de um grupo, para que no caso de falha de um dos grupos os outros sejam capazes de assumirem as cargas sem prejuízo ou risco para o estabelecimento.16 REGULAMENTAÇÃO AMBIENTAL CENÁRIO ATUAL DA REGULAMENTAÇÃO AMBIENTAL APLICADA A GRUPOS MOTOGERADORES NACIONAL A pouca regulamentação ambiental existente foi praticamente em conseqüência da crise energética ocorrida no 1º semestre de Resolução 279 de CONAMA estabelece procedimentos para o licenciamento ambiental simplificado de empreendimentos com pequeno potencial poluidor. No artigo 1º desta Resolução estão incluídos os seguintes empreendimentos elétricos com baixo potencial poluidor: I usinas hidrelétricas e sistemas associados; II usinas termelétricas e sistemas associados; III sistemas...17 Instrução Técnica Normativa nº17 de julho de 2001 CETESB, estabelece procedimentos internos para licenciamento de geradores movidos a óleo diesel, instalados em locais onde as atividades estão sujeitas ao licenciamento ambiental da CETESB. As exigências técnicas desta Instrução Normativa se referem a ruídos, vibrações, prevenção de vazamentos, manutenção e operação adequadas dos geradores à diesel, bem como regulagem para uma combustão com um mínimo de liberação de poluentes atmosféricos, em atendimento ao artigo 31 do Decreto 8.486/76. Estes estabelecimentos estão definidos no Artigo 57 do Regulamento da LEI ESTADUAL 997/76, de 31 de maio de 1976, aprovado pelo Decreto 8468/76 de 08 de setembro de (ANEXO B da dissertação).18 Grupos motogeradores que não se enquadram nos locais onde as atividades estão sujeitas ao licenciamento ambiental, relacionadas no artigo 57 mencionado, prescindem da aprovação da CETESB. Conseqüentemente um elevado número de grupos moto geradores instalados no mercado (em hotéis, condomínios, edifícios residenciais e de escritórios, em clubes, etc.), ficam fora do controle da Agência Ambiental do Estado de São Paulo. No ANEXO 9 do Decreto 8468 estão relacionadas as atividades e no ANEXO 10 os empreendimentos que dependerão de licenciamento prévio pela CETESB.19 A Lei Estadual Nº 997 e Decreto Estadual nº de dispõem sobre a prevenção e as ações de controle ambiental e padrões, licenças para novas indústrias, bem como para aquelas já estabelecidas, e as sanções corretivas. O Regulamento, em seu artigo 57, aprovado pelo Decreto nº 8.468, mantém os padrões federais de qualidade do ar e acrescenta os seguintes principais requisitos, referentes as fontes estacionárias: a) Ringelmann nº 1 é o limite de emissão para fumaça preta emitida por fontes estacionárias; e b) Normas para localização, operação e sistema de controle para fontes estacionárias20 Escala de Ringelmann Cartão perfurado com um orifício pentagonal, apresentando contorno com 4 setores impressos em 4 tonalidades de cinza e 1 preto. Avaliação colorimétrica da pluma. Ringelmann 1 ou grau 1, corresponde a 20% de absorção da luz quando submetida à verificação mediante o uso de um reflectometro21 FATORES DE EMISSÃO DE MOTORES PESADOS DO CICLO DIESEL¹ FASE PROCONVE CO (g/kwh) HC (g/kwh) Nox (g/kwh) MP (g/kwh) I II 1,86 0,68 10,70 0,66 III 1,62 0,54 6,55 0,318 IV 0,85 0,29 6,16 0,120 V 0,85 0,15 4,66 0,082 1.Valores médios obtidos da homologação e da produção segundo as Resoluções CONAMA Nº 008/93 e 315/02. Estão em vigor as fases IV e V,cujos dados são posições de 31/12/2005. Fonte Relatório QUALIDADE DO AR NO ESTADO DE SÃO PAULO CETESB22 Resolução CONAMA Nº 008 de 06 de dezembro de 1990 Art. 1º - 6 Estabelecer, em nível nacional limites máximos de emissão de poluentes do ar (padrões de emissões) para processos de combustão externa em fontes fixas de poluição com potências nominais totais até 70 MW (megawatts) e superiores. Resolução CONAMA Nº 008/93 Estabelece novos prazos e limites de emissão para veículos novos (pesados em geral, leves a diesel e importados), bem como recomenda as especificações do óleo diesel comercial necessárias ao controle ambiental. Resolução CONAMA Nº 227/97 Retifica prazos da Resolução CONAMA Nº 008/93 e estabelece limites para emissão de fuligem de motores diesel à plena carga.23 Resolução CONAMA nº 382 de 26 de dezembro de 2006, que estabelece os limites máximos de emissões de poluentes atmosféricos para fontes fixas. Esta Resolução estabelece em seu ANEXO I, limites de emissão para poluentes atmosféricos provenientes de processos de geração de calor a partir da combustão externa de óleo combustível. Os grupos motogeradores como possuem motores de combustão interna, apesar de emitirem poluentes semelhantes aos de combustão externa, não estão incluídos nesta Resolução.24 Resolução ANEEL nº 112 de 18 de maio de 1999, que apesar de não ter caráter ambiental, estabelece os requisitos necessários à obtenção de Registro ou Autorização para implantação, ampliação ou repotencialização de centrais geradoras termelétricas, eólicas e de outras fontes alternativas de energia. Em seu Artigo 2º, parágrafo III registro de centrais geradoras termelétricas, eólicas e de outras fontes de energia, de potência até kw, destinadas à execução de serviço público, obriga a execução de um cadastro, muito útil para elaboração de um futuro inventário. Norma Técnica ND da ELETROPAULO sobre a apresentação de projetos e instalação de grupos geradores particulares. A inobservância das obrigações estabelecidas na Norma fará com que o consumidor responda civil e criminalmente por futuros danos pessoais e materiais.25 BASE DE DADOS Levantamento de dados sobre os grupos moto geradores instalados na Região Metropolitana de São Paulo GERADORES ORIGEM UNIDAD ES POTÊNCIA [MVA] POTÊNCIA [MW] CONSUMO DIESEL [L/h] CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA ,5 154, ,4 ÓRGÃO AMBIENTAL , ,10 * , , ,2 Fonte: Pesquisa 2004/2005 * Considerado consumo específico médio = 170g/CV.h = 0,271L/kWh26 RESULTADOS Os primeiros resultados do estudo foram obtidos utilizando os fatores de emissões da EPA, apresentados abaixo. FATORES DE EMISSÃO DIESEL Lb/hp-hora g/kwh g/hp-hora NO x s/controle 0,024 14,60 10,89 NO x c/controle 0,013 7,91 5,90 CO 0,0055 3,35 2,49 SO x 0, ,92 3,67 CO 2 1,16 705,6 526,17 MP 0, ,04 0,03 TOC(comoCH 4 ) 0, ,43 0,32 CH 4 0,00 0,00 TOC não CH 4 0,00 0,00 Fonte: EPA Tabela U. S. Environmental Protection Agency (Agência Federal Americana de Proteção ao Meio Ambiente)27 Foram feitas as seguintes considerações para elaboração de um primeiro cenário com relação aos poluentes atmosféricos emitidos pelos geradores diesel fornecidos pela Concessionária: Fatores de emissão adotados foram os da tabela da EPA Poder calorífico Inferior do Diesel = 8124 kcal/l = 9,45 kwh/l Densidade do diesel = 0,851 Kg/L Tempo de operação = em média 3 horas Veremos no resultado a seguir que o poluente que merece atenção é o NO x28 RESULTADOS OBTIDOS Resultados 01 a partir dos grupos motogeradores instalados na RMSP cadastrados pela concessionária de energia elétrica. Resultados anuais NO x, pior caso, s/ controle (t/ano) NO x, melhor caso, c/ controle (t/ano) CO (t/ano) SO x (t/ano) CO 2 (t/ano) MP (t/ano) TOC (t/ano) TOC CH 4 não- CH 4 TOC (t/ano) Resultados diários NO x s/ controle (t/d) NO x c/ controle (t/d) CO (t/d) SO x (t/d) CO 2 (t/d) MP (t/d) TOC (t/d) TOC CH 4 (t/d) TOC não- CH 4 (t/d) 45,6 24,7 10,5 15,4 2205,29 Estimativa de emissão das fontes de poluição do ar na RMSP FONTE DE EMISSÃO EMISSÃO (1000 t/ano) CO HC NO X SO X MP 4 CO2 GASOLINA C¹ 667,1 83,2 41,0 6,2 5,0 TUBO ÁLCOOL + FLEX 186,4 20, DE DIESEL² 363,7 57,3 260,6 5,6 13,9 ESCAPAMENTO TAXI 1,8 1 2,1 - - DE VEÍCULO MOTOCICLETA E 245,4 32,6 1,8 0,4 0,8 M SIMILARES Ó V GASOLINA C 124,6 E CÁRTER ÁLCOOL 14,2 I E MOTOCICLETA E 20,9 S EVAPORATIVA SIMILARES PNEUS³ TODOS OS TIPOS OPERAÇÕES DE GASOLINA C 13,5 TRANSFERÊNCIA ÁLCOOL 1,0 DE COMBUSTÍVEL F I OPERAÇÃO DE PROCESSO INDUSTRIAL 38, ,1 31,6 X (Número de indústrias inventariadas) A S GRUPOS GERADORES A DIESEL (presente estudo) 3,07 0,39 13,38 4,51 0, ,7 Fonte: CETESB, 2005 TOTAL 1506,07 380,79 343,88 33,81 51,33930 Resultados 02 Aplicação do modelo de dispersão Outra forma de avaliação do impacto ambiental provocado por estes equipamentos - por modelagem de dispersão Os modelos de qualidade do ar ou modelos de dispersão são ferramentas matemáticas que ajudam nas estimativas das concentrações de poluentes na atmosfera. As medições são úteis na obtenção dos dados da situação vigente e os modelos preditivos possibilitam a criação de cenários que poderão ser validados pelas medições. Há uma complementação entre os métodos de mediçao e preditivos. Modelo SCREEN331 Fonte pontual MODELO - SCREEN3 Dados de entrada para fonte pontual: Stack Height (m) Inglês Emission Rate (g/s) Stack Inside Diameter (m) Stack Gas Exit Velocity (m/s) or Flow Rate (ACFM ou m 3 /s) Stack Gas Temperature (K) Ambient Temperature (K) Português Taxa de Emissão (g/s) Altura da Chaminé (m) Diâmetro Interno da Chaminé (m) Velocidade de Saída dos Gases da Chaminé (m/s) ou Vazão (Pé 3 -Real/min ou m 3 /s) Temperatura dos Gases da Chaminé (K) Temperatura Ambiente (K) (Usar a entrada padrão de 293 K se desconhecido) Receptor Height Above Ground (m) Altura do Receptor Acima do Solo (m) Urban/Rural Option (U=Urban, R=Rural) Opção Urbana/Rural (U ou R)32 Planta localizada em São Paulo, no bairro de Pinheiros, na CETESB APLICAÇÃO DO MODELO SCREEN3.33 34 GRUPO GERADOR DE EMERGÊNCIA 01 (G.01) Grupo motogerador Maquigeral com motor Diesel MWM tipo T.D. 232 V.12, com alternador Negrini de 200 kva/160 kw. Altura da chaminé =8,0 m Diâmetro interno da chaminé = 0,108 m Velocidade de saída dos gases da chaminé = 743,2 m /min = 12,39 m/s Temperatura dos gases da chaminé = 490 C = = 763 K Temperatura ambiente ( K), (padrão se desconhecida = 296 K Consumo Diesel = 162 g/cv.h Capacidade do tanque de combustível = 250 litros Taxa de emissão de NO x = 1,58 g/s35 Automated Distance Vs. Concentration Terrain Height = 0,00 m (ug/m**3) Distance (m) MAXIMUM 1-HR CONCENTRATION AT OR BEYOND 1. M: 36 UNIDADES DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR37 CONSIDERAÇÕES FINAIS Não há uma regulamentação ambiental específica para grupos motogeradores de emergência como há para o setor automotivo com o PROCONVE, portanto os fabricantes não são induzidos a adotarem novas tecnologias para o aperfeiçoamento dos seus produtos com relação aos fatores de emissão. As exigências feitas pelo Órgão Ambiental hoje, como equipamentos de controle de poluição, enclausuramento e base antivibratória, estão somente a cargo dos usuários, inclusive os custos, não sendo atingida a fonte do problema. A Instrução Normativa da CETESB poderia ser complementada com desenvolvimento de procedimentos de ensaio e limites máximos de emissão específicos para certificação dos motores a diesel dos grupos, junto aos seus fabricantes. A exemplo dos utilizados no PROCONVE.38 CONSIDERAÇÕES FINAIS Os poucos grupos motogeradores que passam ou poderão passar por uma avaliação, são só os instalados em locais onde as atividades estão sujeitas ao licenciamento ambiental, no caso de São Paulo, as relacionadas no artigo 57 do Regulamento da Lei Estadual 997/76, aprovado pelo Decreto 8468/76, ficando fora uma grande parcela de equipamentos, como os instalados em edifícios comerciais e residenciais, hotéis, clubes e condomínios entre outros. Há necessidade da elaboração de, no mínimo, uma proposta para avaliação destas fontes estacionárias de poluição, com utilização de modelagem, mesmo que simplificada, da dispersão de poluentes. Por exemplo, pode-se adotar inicialmente o SCREEN3, um dos modelos mais simplificados disponibilizados pela USEPA, Agência Federal Americana de Proteção Ambiental, em sua página eletrônica39 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Não há um inventário adequado, criterioso e confiável, de acordo com padrões internacionais, deste tipo de fonte de poluição fixa na RMSP. Uma primeira recomendação que é pertinente, é o desenvolvimento de um estudo para elaboração de inventário de fontes estacionárias de combustão interna, o qual não existe formalizado nem pelos órgãos de controle ambiental, nem pelos fabricantes e nem pelas concessionárias de energia elétrica. O que existe é uma relação de equipamentos instalados que permite um certo controle por parte da concessionária, quando lhe é conveniente energeticamente ou financeiramente, por questões contratuais referentes ao fornecimento de energia elétrica em situações de substituição ou paralelismo do sistema da concessionária com grupos geradores de emergência.40 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A elaboração do inventário poderia ser iniciada com o envolvimento do órgão ambiental, concessionárias de energia elétrica atuantes na RMSP e Prefeituras. Uma outra recomendação é que, sejam identificados por especialistas, fatores de emissões para este tipo de fonte, considerando inclusive as características e composição dos combustíveis comerciais disponíveis, o que possibilitará que haja uma melhor qualidade da informação para elaboração de cálculos posteriores. O conhecimento do poluidor, portanto quem polui, o que emite, onde, quando e quanto, é que torna possível a realização nas análises ambientais nas escalas local, regional e global.41 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Mudanças no atual cenário de utilização dos grupos motogeradores só ocorrerão com a criação de uma regulamentação específica para este tipo de fonte. A Resolução CONAMA nº 382 de 26 de dezembro de 2006, que estabelece os limites máximos de emissões de poluentes atmosféricos para fontes fixas, além de estabelecer limites de emissão para poluentes atmosféricos provenientes de processos de geração de calor a partir da combustão externa de óleo combustível, deveria ser complementada, envolvendo os processos de geração de calor a partir da combustão interna.42 REFERÊNCIAS ABNT. NBR ISO 3046/1: Motores de combustão interna alternativos desempenho. Rio de Janeiro, NBR 14489: Motor diesel: análise e determinação dos gases e do material particulado emitidos por motores do ciclo diesel ciclo de 13 pontos. Rio de Janeiro, NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão. Rio de Janeiro, NBR 10151: Acústica - Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade Procedimento. Rio de Janeiro, AMBIENTE BRASIL. : Acesso em 8 agosto ABRANTES, Rui de. Caracterização preliminar das emissões de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e aldeídos de veículos do ciclo diesel Dissertação (Mestrado em 2002) Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, ÁLVAREZ JR., Olímpio de Melo; LACAVA, Carlos Ibsen Vianna; FERNANDES, Paulo Sérgio. Emissões atmosféricas. Brasília: SENAI/DN, 2002, p ÁLVAREZ JR., Olímpio de Melo; LINKE, Renato Ricardo Antonio. Metodologia simplificada de cálculo das emissões de gases do efeito estufa de frotas de veículos no Brasil. São Paulo, 2001.43 ASSUNÇÃO, João Vicente de. Introdução à qualidade do ar. São Paulo: USP/FSP/HSA, BRASIL. CONAMA. Resolução n. 18, de 6 de maio Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 17 junho 1986a. Disponível em: Acesso em: 15 fevereiro CONAMA. Resolução n. 1, de 23 de janeiro de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 17 fevereiro 1986b, p.2548 e Disponível em: Acesso em: 9 janeiro BRASIL. CONAMA. Resolução n. 6, de 16 de setembro de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, dia mês Seção I, p Disponível em: Acesso em: 10 janeiro CONAMA. Resolução n. 8, de dezembro de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, dia 28 dezembro 1990c. Seção I, p Disponível em: Acesso em: 29 agosto Órgão. Lei n. 8723, de 28 de outubro de Ementa. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 29 out Seção I. Disponível em: Acesso em: 4 setembro 2005.44 . CONAMA. Resolução n. 3, de 18 de abril de 1996dia mês Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 25 abril mês 1996a., p Disponível em: Acesso em: 8 janeiro CONAMA. Resolução n. 1, de 27 março Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 12 abril 1996b, p Disponível em: Acesso em: 8 e janeiro CONAMA. Resolução n. 237, de 19 de dezembro de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 22 dezembro p Disponível em: Acesso em: 9 janeiro ANEEL. Resolução n. 112, de 18 de maio de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 19 maio Seção 1, p.35, v137, n.94. Disponível em: Acesso em: 27 outubro CONAMA. Resolução n. 279, de 27 de junho de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 29 junho Seção 1, p.165. Disponível em: Acesso em: 28 outubro 2004.45 . ANP. Resolução n. 15, de 17 de julho de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 19 jul Disponível em: % xml?. Acesso em: 20 agosto CONAMA. Resolução nº 382, de 26 de dezembro de Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2 janeiro Seção 1 nº 1, p.131. Disponível em: Acesso em: 10 abril CETESB (São Paulo). Instrução Técnica nº 17 Licenciamento de geradores instalados em atividades licenciáveis pela CETESB, julho CETESB (São Paulo). Geradores. São Paulo, Disponível em: <http:// Acesso em: 8 janeiro Relatório de qualidade do ar no estado de São Paulo São Paulo, p Disponível em: <http:// Acesso em: 10 outubro Relatório de qualidade do ar no estado de São Paulo São Paulo, Disponível em: <http:// Acesso em: 10 outubro Relatório de qualidade do ar no estado de São Paulo São Paulo, p Disponível em: <http:// Acesso em: 6 janeiro 2007.46 CUMMINS. Cummins aposta no segmento de supeermercados. Revista Eletricidade Moderna, São Paulo, n. 387, p.30, jun CUMMINS. Biodiesel Acesso em 20 janeiro SÃO PAULO. Região Metropolitana de São Paulo em números. São Paulo Disponível em: Acesso em: 7 agosto FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas de poluição ambiental. São Paulo: EPU: Springer, GARCIA, Oswaldo; BRUNETTI, Franco. Motores de combustão interna. São Paulo HAZEL, Terence. Geração integrada em áreas industriais e edifícios comerciais e residenciais. Revista Eletricidade Moderna, São Paulo, n. 335, p. 106, fev LUCON, Oswaldo dos Santos. Modelo HORUS: inventário de emissão de poluentes atmosféricos pela queima de combustíveis em industrias no Estado de São Paulo Tese (Doutorado em 2003) Programa Interunidades de Pós-Graduação em Energia, Universidade de São Paulo, São Paulo, NEGRI, Jean. Modelo preditivo da emissão e dispersão de Nox gerado em Usina Termoelétricas como instrumento de análise de inserção e capacidade de suporte regional da Qualidade do Ar Tese (Doutorado em Engenharia) - Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003.47 PEREIRA, José Cláudio. Motores e geradores: princípios de funcionamento, instalação, operação e manutenção de grupos diesel geradores. 200?. Disponível em: <http:// Acesso em: 2 outubro PIRES, Dílson Ojeda. Inventário de emissões atmosféricas de fontes estacionárias e sua contribuição para poluição do ar na Região Metropolitana do Rio de Janeiro Dissertação (Mestrado em 2005) - Programa de Pós-Graduação de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RÉMOND, Claude. Os grupos geradores como fontes de substituição ou de segurança. Revista Eletricidade Moderna, São Paulo, n. 330, p. 188, set SÃO PAULO (Estado). Decreto 8.486, de 8 de setembro de Ementa. Disponível em: Acesso em : 4 outubro Lei n. 997, de 31 de maio de Disponível em: pdf Acesso em 4 outubro UNITED STATES. EPA. Large stationary diesel and all stationary dual-fuel engines. United States, Disponível em: Acesso em: 4 outubro 2004.48 . Guia do usuário do modelo SCREEN3. Tradução de SOGABE, Milton Norio. São Paulo, São Paulo: CETESB, Compilation of Air Pollutant Emission Factors: AP-42, Fifth Edition, Volume I: Stationary Point and Area Sources. United States, Disponível em: USBERCO, João; SALVADOR, Edgard. Química. 5.ed. ref. São Paulo: Saraiva, WIKIPEDIA. São Paulo (cidade). São Paulo, Disponível em: <http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/93/mapa_sp.png/180px- Mapa_sp.png>. Acesso em: 07 agosto 2005.49 AGRADEÇO A PARTICIPAÇÃO DE TODOS E ESTAREI A DISPOSIÇÃO NOS SEGUINTES ENDEREÇOS: Documentos relacionados
18 1. Introdução Nos últimos anos, o crescimento econômico dos países desenvolvidos provocou o aumento da demanda mundial por energia. Com esta também veio um forte aumento da dependência do petróleo e Leia mais ESTUDO DA EMISSÃO DE GASES DE VEÍCULOS DO CICLO OTTO NO MUNICÍPIO DE LAJEADO/RS
ESTUDO DA EMISSÃO DE GASES DE VEÍCULOS DO CICLO OTTO NO MUNICÍPIO DE LAJEADO/RS Ronei Tiago Stein (*), Roberta Karinne Mocva Kurek, Marcelo Pozzagnolo * Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), mestrando Leia mais Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos
Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos Suzana Kahn Ribeiro Programa de Engenharia de Transportes COPPE/UFRJ IVIG Instituto Virtual Internacional de Mudanças Climáticas Estrutura Leia mais CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR - PROCONVE/PROMOT RESOLUÇÃO CONAMA nº 15 de 1995
RESOLUÇÃO CONAMA nº 15, de 13 de dezembro de 1995 Publicada no DOU n o 249, de 29 de dezembro de 1995, Seção 1, páginas 22876-22877 Correlações: Altera a Resolução n os 18/86 e 3/89 para os limites de Leia mais UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA INTERUNIDADES DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENERGIA MARCIA APARECIDA TEZAN MORAES BARROS
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA INTERUNIDADES DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENERGIA MARCIA APARECIDA TEZAN MORAES BARROS Emissões atmosféricas de grupos motogeradores na Região Metropolitana de São Paulo São Leia mais BRevê: uma metodologia objetiva de cálculo de emissões para a frota de veículos brasileira. Diana Maria Cancelli Nelson Luís Dias Lemma/UFPR
BRevê: uma metodologia objetiva de cálculo de emissões para a frota de veículos brasileira Diana Maria Cancelli Nelson Luís Dias Lemma/UFPR 25 de abril de 2011 Termos de Uso BReve.py -- Cálculo de emissões Leia mais América Latina Logística Malha Sul ALL
América Latina Logística Malha Sul ALL Capítulo 21. Gerenciamento de Emissões e Imissões Atmosféricas Rio Grande do Sul Junho/2010 Revisão 0 21.1 INTRODUÇÃO O presente documento visa a elaboração de um Leia mais Estimativa de emissões de poluentes e GEE em frotas: Aplicação Prática.
Estimativa de emissões de poluentes e GEE em frotas: Aplicação Prática. Marcelo Pereira Bales (1) ; Cristiane Dias (1) ; Silmara Regina da Silva (1) (1) CETESB Companhia Ambiental do Estado de São Paulo Leia mais PROCONVE. As Fases Passadas e Futuras
PROCONVE (PROGRAMA DE CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR POR VEÍCULOS AUTOMOTORES) As Fases Passadas e Futuras Henry Joseph Jr Comissão de Energia e Meio Ambiente ANFAVEA Seminário sobre Emissões de Veículos Diesel Leia mais Combate à poluição: importante como o ar que você respira.
Combate à poluição: importante como o ar que você respira. Ar A poluição do ar e a sua saúde O que é poluente atmosférico? É toda e qualquer forma de matéria ou energia em quantidade, concentração, tempo Leia mais Dispõe sobre a nova etapa do Programa de Controle de Emissões Veiculares- PROCONVE.
Resoluções RESOLUÇÃO Nº 315, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002 Dispõe sobre a nova etapa do Programa de Controle de Emissões Veiculares- PROCONVE. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso de suas competências Leia mais Plano Nacional de Mudanças Climáticas
Plano Nacional de Mudanças Climáticas Metas de Redução de Emissões e Avaliação de Impacto no Setor de Transporte e Logística Ricardo Vieira - ABRALOG CENÁRIO ATUAL Política Nacional sobre a Mudança do Leia mais Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados em processos de geração de calor a partir da combustão de derivados da madeira.
Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados em processos de geração de calor a partir da combustão de derivados da madeira. Artigo - Ficam aqui definidos os limites máximos para a emissão de Leia mais XVII Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva SIMEA 2009 VEÍCULOS ELÉTRICOS HÍBRIDOS E A EMISSÃO DE POLUENTES
XVII Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva SIMEA 2009 VEÍCULOS ELÉTRICOS HÍBRIDOS E A EMISSÃO DE POLUENTES Sílvia Velázquez São Paulo, 17 de setembro de 2009. Resíduos Urbanos e Agrícolas Briquetes Leia mais GÁS NATURAL UMA ALTERNATIVA ENERGÉTICA À REDUÇÃO DE POLUENTES VEICULARES
GÁS NATURAL UMA ALTERNATIVA ENERGÉTICA À REDUÇÃO DE POLUENTES VEICULARES Jorge Luiz Fernandes de Oliveira Universidade Federal Fluminense/Universidade Federal do Rio de Janeiro ABSTRACT The aim of this Leia mais ESTIMATIVA DA EMISSÃO DE POLUENTES POR VEÍCULOS PESADOS A DIESEL, MINAS GERAIS, BRASIL 2007
ESTIMATIVA DA EMISSÃO DE POLUENTES POR VEÍCULOS PESADOS A DIESEL, MINAS GERAIS, BRASIL 2007 Edwan Fernandes Fioravante 1, Elisete Gomides Dutra 1, Leonardo Victor Pita Figueiredo 1 1 Fundação Estadual Leia mais PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS
PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS Meio Ambiente Tudo que está a nossa volta: todas as formas de vida e todos os elementos da natureza. Ecologia Ciência que estuda a relação dos seres vivos Leia mais 4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o
1.Introdução O fenômeno da corrente elétrica é algo conhecido pelo homem desde que viu um raio no céu e não se deu conta do que era aquilo. Os efeitos de uma descarga elétrica podem ser devastadores. Há Leia mais 00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada
Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 05/11/29 Elaboração Emissão Aprovada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE ELABORAÇÃO ANÁLISE Leia mais URBS. Urbanização de Curitiba S.A
URBS Urbanização de Curitiba S.A Principais Atribuições Planejamento e Gerenciamento dos Serviços de Transporte Transporte Coletivo Urbano Metropolitano Transporte Comercial Transporte Escolar Táxi Principais Leia mais Emissões de poluentes e gases de efeito estufa por veículos automotores e motores de combustão. Paulo Romeu Moreira Machado Panambí, RS - 2010
3:22:03 1 Emissões de poluentes e gases de efeito estufa por veículos automotores e motores de combustão Paulo Romeu Moreira Machado Panambí, RS - 2010 Roteiro 1 Introdução 2 O motor de combustão interna Leia mais Vantagens do Veículo Híbrido:
Vantagens do Veículo Híbrido: VANTAGENS PARA O OPERADOR É um veículo que não tem câmbio, sua aceleração e frenagem é elétrica, o motor a combustão, além de pequeno, opera numa condição ideal (rotação fixa). Leia mais GERAÇÃO DE ENERGIA LIMPA ATRAVÉS DA REFORMA DE GÁS METANO DE ATERROS SANITÁRIOS
GERAÇÃO DE ENERGIA LIMPA ATRAVÉS DA REFORMA DE GÁS METANO DE ATERROS SANITÁRIOS Luiz Felipe de Camargo Kastrup Faculdade de Saúde Pública USP Paulo Bernardi Junior Instituto de Pesquisas Energéticas e Leia mais INTRODUÇÃO AO CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Fonte: CETESB
INTRODUÇÃO AO CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Fonte: CETESB 1 INTRODUÇÃO A poluição do ar é um fenômeno recorrente principalmente da atividade humana em vários aspectos. Dentre os quais podemos destacar: Leia mais SUBPROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
SUBPROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS OBJETIVOS DO PROGRAMA O Programa de Controle e Monitoramento de Emissões Atmosféricas da Ferrovia Norte- Sul parte da premissa que as questões Leia mais Perguntas mais Frequentes
Perguntas mais Frequentes 1. O que significa PROCONVE fases P7 e L6? PROCONVE é o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, criado pelo conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA. Leia mais Limites de emissão e caracterização de poluentes atmosféricos no estado de São Paulo
Limites de emissão e caracterização de poluentes atmosféricos no estado de São Paulo Marilin Mariano dos Santos marilin.mariano@gmail.com Pacto Engenharia e Meio Ambiente Resolução Conama n o 5 de 1989 Leia mais Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel
Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel Brasília, 28 de Outubro de 2015 O que é a APROVE DIESEL Associados: Apoio Institucional: Contexto econômico e tecnológico brasileiro atual difere muito Leia mais Inventário de Emissões das Fontes Estacionárias do Estado de São Paulo Dados Preliminares
Inventário de Emissões das Fontes Estacionárias do Estado de São Paulo Dados Preliminares Apresentado por Engº Eduardo Luís Serpa eduardols@cetesbnet.sp.gov.br Baseada em apresentação elaborada por Engªs. Leia mais IV Seminário Internacional Frotas e Fretes Verdes. DSc. Luciana Ventura Chefe de Serviço Controle da Poluição Veicular - INEA
IV Seminário Internacional Frotas e Fretes Verdes { DSc. Luciana Ventura Chefe de Serviço Controle da Poluição Veicular - INEA Diretoria de Segurança Hídrica e Qualidade Ambiental Gerência da Qualidade Leia mais Indicadores de Sustentabilidade Ambiental. Roberta Bruno S. Carneiro Monsanto Mariana R. Sigrist - BASF
Indicadores de Sustentabilidade Ambiental Roberta Bruno S. Carneiro Monsanto Mariana R. Sigrist - BASF Indicadores de Sustentabilidade Ambiental Grupo de Trabalho: Fernanda - Solvay Lorena Oxiteno Luis Leia mais Combustão Industrial
Combustão Industrial JOSÉ EDUARDO MAUTONE BARROS Professor Adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais Coordenador do Laboratório de Combustíveis e Combustão Doutor em Engenharia Mecânica - Térmica Leia mais PROCONVE: PROGRAMA DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR POR VEÍCULOS AUTOMOTORES
PROCONVE: PROGRAMA DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR POR VEÍCULOS AUTOMOTORES Em um momento em que os cenários de crescimento trazem projeções otimistas para a maior parte dos segmentos da economia brasileira, Leia mais 5.2.5.5 Subprograma de controle e monitoramento de emissões atmosféricas e qualidade do ar
5.2.5.5 Subprograma de controle e monitoramento de emissões atmosféricas e qualidade do ar 5.2.5.1 Introdução e escopo Durante o período de implantação do empreendimento as áreas relativas aos canteiros Leia mais Engenharia Gerencial. A cogeração como alternativa aos desafios energéticos
A cogeração como alternativa aos desafios energéticos A visão corrente de que o Brasil possui um dos maiores parques de energia hidrelétrica do mundo, nos afasta de uma realidade um pouco distante disto. Leia mais Por: Marco Lassen. Diesel
Por: Marco Lassen Diesel Óleo Diesel e a Evolução do Teor de Enxofre Evolução do Teor de Enxofre 3 Legislação e Teor de Enxofre 2000 ppm 350 ppm 500 ppm 10 ppm 50 ppm 10 ppm EUROPA EURO III EURO IV EURO Leia mais Aula 4 Matriz Elétrica Brasileira
AULA Fundação 4 MATRIZ Universidade ELÉTRICA Federal de Mato Grosso do Sul 1 Matriz Energética Aula 4 Matriz Elétrica Brasileira Prof. Márcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul FAENG / Leia mais PROAR - Programa da Qualidade Do Ar de Santo André
PROAR - Programa da Qualidade Do Ar de Santo André Semasa Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André PROAR - Programa da Qualidade Do Ar de Santo André 2003 TEMA: PROAR - Programa da Qualidade Leia mais ETENE. Energias Renováveis
Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Fonte: http://www.noticiasagronegocios.com.br/portal/outros/1390-america-latina-reforca-lideranca-mundial-em-energias-renovaveis- 1. Conceito Leia mais MF-0584.R-1 - MÉTODO DE MEDIÇÃO DOS GASES EMITIDOS PELO ESCAPAMENTO DOS VEÍCULOS AUTOMOTORES DO CICLO OTTO
MF-0584.R-1 - MÉTODO DE MEDIÇÃO DOS GASES EMITIDOS PELO ESCAPAMENTO DOS VEÍCULOS AUTOMOTORES DO CICLO OTTO Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 4.816, de 17 de abril de 2007. Publicado no DOERJ de Leia mais RESOLUÇÃO CONAMA N 07, DE 31 DE AGOSTO DE 1993.. Alterada pela Resolução CONAMA 227/97 Dispõe sobre a definição das diretrizes básicas e padrões de
RESOLUÇÃO CONAMA N 07, DE 31 DE AGOSTO DE 1993.. Alterada pela Resolução CONAMA 227/97 Dispõe sobre a definição das diretrizes básicas e padrões de emissão para estabelecimento de Programas de Inspeção Leia mais Os proprietários no Brasil podem ser: Empresas concessionárias de serviço público de geração;
GERAÇÃO DISTRIBUÍDA DEFINIÇÃO A geração distribuída de eletricidade consiste na produção da eletricidade no local de seu consumo, ou próximo a ele; Eventuais excedentes desta geração podem ser vendidos Leia mais Vinícius Ladeira Gerente de Projetos Ambientais da CNT Junho de 2010
Combustíveis Alternativos e a Redução das Emissões de Poluentes 12ª Transpo-Sul Vinícius Ladeira Gerente de Projetos Ambientais da CNT Junho de 2010 Tecnologias, Combustíveis mais limpos e Redução das Leia mais UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD)
UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL RAQUEL ALVES DA SILVA CRUZ Rio de Janeiro, 15 de abril de 2008. TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL TERMOELÉTRICAS Leia mais VOLVO BUS latin america. ônibus volvo. qualidade de vida no transporte. www.volvo.com/onibus
VOLVO BUS latin america ônibus volvo. qualidade de vida no transporte www.volvo.com/onibus EURO 5 ou PROCONVE FASE 7 é uma legislação ambiental, aplicada a caminhões e ônibus, com o objetivo de reduzir Leia mais ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ
PORTARIA SEMA/IAP Nº 001, DE 09 DE JANEIRO DE 2008 (D.O.E.PR. Nº 0000 DE 00/01/2008) Aprova e determina o cumprimento da Instrução Normativa IAP/DEPAM nº 001/2008, referentes às diretrizes para apresentação Leia mais DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MEIO AMBIENTE
A falta de conservação e a desregulagem dos veículos: 1 apenas contribuem para a poluição do solo. 2 não agridem o meio ambiente. 3 acarretam, única e exclusivamente, o desgaste do veículo. 4 contribuem, Leia mais Impactos na Qualidade do Ar e na Saúde Humana da Poluição Atmosférica na Região Metropolitana de São Paulo - SP
V Encontro Nacional da Anppas 4 a 7 de outubro de 2010 Florianópolis - SC - Brasil Impactos na Qualidade do Ar e na Saúde Humana da Poluição Atmosférica na Região Metropolitana de São Paulo - SP Louise Leia mais 6 CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR 6.1 FONTES ESTACIONÁRIAS 6.1.1 Programas de controle na RMSP 6.1.2 Controle de particulados na RMSP 6.1.
6 CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR 6.1 FONTES ESTACIONÁRIAS 6.1.1 Programas de controle na RMSP 6.1.2 Controle de particulados na RMSP 6.1.3 Controle para dióxido de enxofre 6.1.4 Controle para fluoretos 6.1.5 Leia mais 1º INVENTÁRIO NACIONAL DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS POR VEÍCULOS AUTOMOTORES RODOVIÁRIOS
Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental Diretoria de Mudanças Climáticas 1º INVENTÁRIO NACIONAL DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS POR VEÍCULOS AUTOMOTORES RODOVIÁRIOS Leia mais Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) Em Automotivos Movidos a Diesel
Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) Em Automotivos Movidos a Diesel *MELO JUNIOR, A. S a.;gatti, L. b.; FERREIRA, P. G c.; FRUGOLLI, A. d a.universidade de São Paulo (USP)/Universidade Paulista, Leia mais GNV. Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis.
GNV Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis. REUNIÃO DE ESPECIALISTAS SOBRE TRANSPORTE URBANO SUSTENTÁVEL MODERNIZAR E TORNAR ECOLÓGICA A FROTA DE TÁXIS NAS CIDADES LATINO AMERICANAS Leia mais Seminário Aproveitamento Energético dos Resíduos Sólidos Urbanos. Eng.º Pedro Penteado de Castro Neto 20/07/11
Seminário Aproveitamento Energético dos Resíduos Sólidos Urbanos Eng.º Pedro Penteado de Castro Neto 20/07/11 Sumário Situação Atual de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) Definição de URE Instrumentos Legais Leia mais Linha Economia Verde
Linha Economia Verde QUEM SOMOS Instituição Financeira do Estado de São Paulo, regulada pelo Banco Central, com inicio de atividades em Março/2009 Instrumento institucional de apoio àexecução de políticas Leia mais DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos.
R O C H A DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos. O petróleo e seus derivados têm a maior participação na Leia mais ESTIMATIVA DAS EMISSÕES DE POLUENTES DOS AUTOMÓVEIS NA RMSP CONSIDERANDO AS ROTAS DE TRÁFEGO
ESTIMATIVA DAS EMISSÕES DE POLUENTES DOS AUTOMÓVEIS NA RMSP CONSIDERANDO AS ROTAS DE TRÁFEGO Autor:Marcelo Camilli Landmann Aluno de doutorado do PROCAM/USP Programa de Ciência Ambiental Universidade de Leia mais XII Semana CIESP/FIESP de Meio Ambiente
XII Semana CIESP/FIESP de Meio Ambiente Tema: As questões ambientais da Região Metropolitana de São Paulo Palestra: Estratégias de Proteção da Qualidade do Ar na RMSP Debatedor: Nelson Nefussi Consultor Leia mais PORTARIA Nº 38 DE 01 DE ABRIL DE 2014
PORTARIA Nº 38 DE 01 DE ABRIL DE 2014 Divulga os limites de emissões de gases e os procedimentos para a fiscalização de veículos do ciclo diesel e do ciclo otto, motociclos e assemelhados do ciclo Otto, Leia mais SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 GRUPOS MOTOGERADORES GMG - DEFINIÇÃO O Grupo Motogerador consiste de um ou mais motores alternativos de combustão Leia mais 5. Resultados e Análises
66 5. Resultados e Análises Neste capítulo é importante ressaltar que as medições foram feitas com uma velocidade constante de 1800 RPM, para uma freqüência de 60 Hz e uma voltagem de 220 V, entre as linhas Leia mais A FASE P-7 DO PROCONVE E OS SEUS IMPACTOS NO SETOR DE TRANSPORTE
A FASE P-7 DO PROCONVE E OS SEUS IMPACTOS NO SETOR DE TRANSPORTE III Encontro anual da Equipe Técnica do Despoluir Vinícius Ladeira Gerente de Projetos Rio de Janeiro, novembro de 2010. Proconve Programa Leia mais Técnicas passivas; Técnicas ativas.
Definição: a conservação de energia deve ser entendida como a utilização de uma menor quantidade de energia para a obtenção de um mesmo produto ou serviço através da eliminação do desperdício; Técnicas Leia mais BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO
BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO O que é BIODIESEL BIODIESEL é um combustível produzido a partir de óleos vegetais ou gordura animal, que pode ser utilizado em Leia mais Recursos Energéticos e Meio Ambiente. Professor Sandro Donnini Mancini. 10 - Gás Natural. Sorocaba, Abril de 2015.
Campus Experimental de Sorocaba Recursos Energéticos e Meio Ambiente Professor Sandro Donnini Mancini 10 - Gás Natural Sorocaba, Abril de 2015. Terminologia Líquidos de Gás Natural LGN - Hidrocarbonetos Leia mais SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL PARA O CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFALMG ANDREA NATAN CARLA COSTA JOÃO CARLOS VIEIRA JULIANNE CARAVITA GRISOLIA KARINA NUNES SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL PARA O CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA DA UNIVERSIDADE Leia mais DECRETO Nº 21.542, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010
Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais DECRETO Nº 21.542, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010 Regulamenta a Lei Estadual nº 9.270, de 16 de dezembro Leia mais UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS RESUMO
UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS Luis Eduardo Machado¹ Renata Sampaio Gomes ² Vanessa F. Balieiro ³ RESUMO Todos sabemos que não é possível haver regressão nas tecnologias Leia mais Energias Renováveis Tecnologias Integradas com o Sistema Nacional
Energias Renováveis Tecnologias Integradas com o Sistema Nacional Fimai/Simai/ Câmara Ítalo - Brasileira Elaborada por: Eng. Marcio Takata Novembro/ 2010 Contexto Fonte: Apresentação Solvis Energia - Tendências Leia mais GERAÇÃO DISTRIBUÍDA E COGERAÇÃO COM GÁS NATURAL: BARREIRAS TECNOLÓGICAS E INSTITUCIONAIS
GERAÇÃO DISTRIBUÍDA E COGERAÇÃO COM GÁS NATURAL: BARREIRAS TECNOLÓGICAS E INSTITUCIONAIS AGENDA O Projeto P124 Geração Distribuída (GD) Estudo de caso: Porto de Santos AGENDA O Projeto P124 Geração Distribuída Leia mais FUNDOS DO SETOR ELÉTRICO ADMINISTRADOS PELA ELETROBRÁS 2009
4.7 - FUNDOS DO SETOR ELÉTRICO A Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás é a responsável pela gestão de recursos setoriais que atendem às diversas áreas do Setor Elétrico, representados pelos Leia mais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA - SEP PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA Visão global de um sistema Leia mais 1 INTRODUÇÃO 1.1 Conceitos gerais
1 INTRODUÇÃO 1.1 Conceitos gerais A atmosfera da Terra é fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos. Evoluiu, a partir do gás carbônico (CO 2 ) e vapor d água (H 2 O), Leia mais RESOLUÇÃO CONAMA Nº 418, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. DOU 26.11.2009, republic. em 23.04.2010
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 418, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009 DOU 26.11.2009, republic. em 23.04.2010 Dispõe sobre critérios para a elaboração de Planos de Controle de Poluição Veicular-PCPV e para a implantação Leia mais GT CONAMA Fontes Fixas limites emissões fontes existentes. Proposta Subgrupo INEA, ABRAGET, PETROBRAS
GT CONAMA Fontes Fixas limites emissões fontes existentes Proposta Subgrupo INEA, ABRAGET, PETROBRAS CONAMA 382 e Turbinas a Gás Abrangência (1): Ficam aqui definidos os limites de emissão para poluentes Leia mais Prof. Mario Eduardo Santos Martins, Phd.
Seminário Internacional de Energia da AUGM Prof. Mario Eduardo Santos Martins, Phd. Universidade Federal de Santa Maria Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões Necessidade de energia Iluminação Leia mais COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 1.013, DE 2011 Dispõe sobre a fabricação e venda, em território nacional, de veículos utilitários movidos a óleo diesel, e dá Leia mais RELATÓRIO TENDÊNCIAS EMERGENTES GRUPOS GERADORES A GÁS, SOLUÇÕES CADA VEZ MAIS ACESSÍVEIS E ECOLÓGICAS INTRODUÇÃO
TENDÊNCIAS EMERGENTES RELATÓRIO GRUPOS GERADORES A GÁS, SOLUÇÕES CADA VEZ MAIS ACESSÍVEIS E ECOLÓGICAS INTRODUÇÃO Tradicionalmente, a escolha entre geradores a diesel ou a gás tem sido relativamente simples. Leia mais Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina
Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina *MELO JÚNIOR, A. S a.; GATTI, L b.; SEVEGNANI, F c.; SATIE,I. d ; IZIDRO, J. e ; IANNUZZI, A. f a.universidade Leia mais VENDA LOCAÇÃO INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO ASSISTÊNCIA 24H
Apresentação Institucional Apresentação Manitec Grupos Geradores Soluções em Sistemas de Energia VENDA LOCAÇÃO INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO ASSISTÊNCIA 24H f www.facebook.com/manitecgeradores facebook.com/manitecgeradores Leia mais Plano de Abastecimento do Novo Diesel S50 e S10
Plano de Abastecimento do Novo Diesel S50 e S10 ALLAN KARDEC DUAILIBE Diretor Anfavea 30 de Maio, 2011 Sistema Nacional de Abastecimento de Combustíveis Produtor de Biodiesel e Etanol Produtor de GNV, Leia mais Filtro Automotivo Separador de Poluentes Controle da emissão de poluentes
Ricardo Castro de Aquino Filtro Automotivo Separador de Poluentes Controle da emissão de poluentes Trabalho desenvolvido com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Transporte do Tribunal Superior do Trabalho Leia mais Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas
CONCURSO PETROBRAS TÉCNICO(A) AMBIENTAL JÚNIOR Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO DRAFT Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br Leia mais A ANP e a Resolução CONAMA 315/2002 Waldyr Luiz Ribeiro Gallo Assessor de Diretor - ANP
A ANP e a Resolução CONAMA 315/2002 Waldyr Luiz Ribeiro Gallo Assessor de Diretor - ANP Câmara dos Deputados - Comissão de Minas e Energia Audiência Pública 22 de novembro de 2007 Brasília, DF Sumário Leia mais Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência.
Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência. 2 Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Therm 8000 S Soluções de aquecimento de água para altas Leia mais A INFLUÊNCIA DA METEOROLOGIA NA DISPERSÃO DOS POLUENTES ATMOSFÉRICOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR.
A INFLUÊNCIA DA METEOROLOGIA NA DISPERSÃO DOS POLUENTES ATMOSFÉRICOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR. Autor: Diógenes Ganghis Pimentel de Lyra Engenheiro Químico da Cetrel S.A, Doutorando em Engenharia Leia mais rotulagem de energia eléctrica
rotulagem de energia eléctrica ROTULAGEM DE ENERGIA ELÉCTRICA A produção e a distribuição de energia eléctrica são fundamentais para o desenvolvimento das sociedades. A rotulagem de energia eléctrica pretende Leia mais Atuação da ANP diante da legislação ambiental e dos novos combustíveis. III Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes Novembro 2014
Atuação da ANP diante da legislação ambiental e dos novos combustíveis III Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes Novembro 2014 1 Cenário Atual Poluição Local e Legislação Ambiental Óleo Diesel Leia mais SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 MÁQUINAS TÉRMICAS MOTORES A PISTÃO Também conhecido como motor alternativo, por causa do tipo de movimento do pistão. Leia mais Sistema de Partida a Frio Eletrônico Auto-Controlável para Veículos Flex
Prêmio AEA 2015 - Projetos de Meio Ambiente Sistema de Partida a Frio Eletrônico Auto-Controlável para Veículos Flex Tadeu Amaral, Fábio Moreira, Fernando Yoshino, Heitor Cavalhieri, Roberta Cruz Centro Leia mais Conceito. são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos:
Conceito são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos: Renováveis renovação em um curto período de tempo; Não renováveis Leia mais Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O uso do gás natural. Sobre a ANP. O uso do gás natural
Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos gasosos, dentre os quais se destacam o metano, o etano e o propano, resultantes Leia mais RESOLUÇÃO CONAMA Nº 418, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009 DOU 26.11.2009
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 418, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009 DOU 26.11.2009 Dispõe sobre critérios para a elaboração de Planos de Controle de Poluição Veicular - PCPV e para a implantação de Programas de Inspeção Leia mais DESAFIOS E OPORTUNIDADES NA INTRODUÇÃO DO GNV NO SEGMENTO DE ÔNIBUS URBANOS NO BRASIL
DESAFIOS E OPORTUNIDADES NA INTRODUÇÃO DO GNV NO SEGMENTO DE ÔNIBUS URBANOS NO BRASIL Guilherme B. Machado PETROBRAS/CENPES/PDAB/DPM Tadeu C. Cordeiro de Melo PETROBRAS/CENPES/PDAB/DPM Márcia Figueiredo Leia mais Manutenção e Combustível Adequados Garantia da Durabilidade de Emissões? PAP 0070
Manutenção e Combustível Adequados Garantia da Durabilidade de Emissões? PAP 0070 Tadeu Cavalcante Cordeiro de Melo Rogério Nascimento de Carvalho Ricardo Almeida Barbosa de Sá Mauri José Baldini Cardoso Leia mais Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993
Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado". Leia mais DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN Cleciana Raylle Lopes Ferreira¹ ; Dayanne Costa da Silva²; Estefhany Marreiros de Lima³; Robson Garcia da Silva Leia mais Cogeração. Rochaverá Corporate Towers. 10Julho2012
Cogeração Rochaverá Corporate Towers 10Julho2012 AGENDA A Ecogen: Modelo de Negócio; Principais Aplicações; Clientes; Por quê Ecogen?. Soluções energéticas para Edifícios e Shoppings; Case de Sucesso: Leia mais RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000
RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto Leia mais A Empresa. utilizados em seus equipamentos.
Grupos Geradores A Empresa Desde sua fundação em 1940, a Heimer tem se dedicado com sucesso à fabricação de Grupos Geradores de Energia, Grupos de Solda, Quadros de Comando, Motobombas e Alternadores. Leia mais Consumo Consciente Energia Elétrica
Consumo Consciente Energia Elétrica Agosto 2010 Planeta SUSTENTABILIDADE NO CONSUMO Incentivo ao consumo responsável e consciente IMPORTÂNCIA DA ENERGIA PARA O GRUPO Compra energia elétrica de 23 concessionárias Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: artigo 1
 artigo 31
 Artigo 57
 artigo 57
 artigo 57
 Artigo 2
 artigo 57