Source: http://divagacoesdecronopiolog.blogspot.com/2012/10/
Timestamp: 2017-04-30 20:39:01+00:00

Document:
Divagações de Cronópio... : Outubro 2012
Halloween- Aula de Inglês
Português: Três bruxas observam três relógios "Swatch". Que bruxa observa que relógio "Swatch"?
Inglês: Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch
bruxas transexuais observam os botões de três relógios "Swatch". Qual
bruxa transexual observa os botões de qual relógio "Swatch"?
Inglês: Three
switched witches watch three Swatch watches switches. Which switched witch
watch which Swatch watch switches?
Módulo III Português: Três bruxas suecas transexuais observam os botões de
três relógios "Swatch" suíços. Que bruxa sueca transexual observa que botão de que
relógio "Swatch" suíço? Inglês: Three Swedish switched
witches watch three Swiss Swatch watches switches. Which Swedish switched witch
watch which Swiss Swatch watch switch? Agora, repita em voz alta.
"Não importa onde estejamos,
a sombra que corre atrás de nós
tem decididamente quatro patas."
(Clarissa Pinkola Éstes - Mulheres que
Correm com os Lobos)
Há dias esperando. Parecia mais tempo desta vez. Ansiedade!... Sempre parece mais tempo...Via os dias descerem e as noites subirem. Não, ainda não era hora. Ainda não era a noite. E esperou. À medida em que os dias e as noites passavam, a sensação ia aumentando. Até que veio mais forte...
O sol se punha. O horizonte era uma pintura fauvista - púrpura, laranja, e depois vermelho, vermelho, o sol descendo, descendo, até sumir atrás de alguma coisa infinita, arredondada e azul. Sentia, agora, toda a intensidade daquela sensação tão conhecida, e esperada. Precisava de ar! Fechou os olhos e respirou profundamente o ar noturno, em seguida olhou o céu. Estava lá, a Lua Cheia! Havia chegado a noite! Mas era preciso calma, cautela. A visão da lua a tranquilizou. Confiante, saiu a passos firmes, cuidadosos, silenciosos, uma sombra sob o luar.
Na pequena cabana na clareira uma janela mostrava a luz de lamparina por trás da cortina. Pôs-se a observar. Mais algum tempo e a casa ficou às escuras. Começou a se aproximar, vagarosamente, até chegar ao centro da clareira. Nesse momento, um cão enorme saiu de trás da cabana e ficou diante dela, dentes arreganhados, ferozes. Porém, ao vê-la no clarão da lua, o cão se acalmou, baixou a cabeça e chegou mais perto. Ela o acariciou, e o cão voltou para de onde veio.
Aproximou-se da casa. A janela estava aberta. Sem fazer o menor ruído, entrou.
O homem dormia, ao lado dele a espingarda, vigiando. Foi em direção a ele e viu-o sob o luar que vinha da janela, e ficou a observar-lhe o rosto, os músculos, o físico... De repente, o homem abre os olhos, imediatamente procura a espingarda, mas, ao ver aquela criatura, na penumbra azulada, deslumbrante, nua, para, extasiado. Ela se aproxima, olhos brilhando na semi escuridão, e o homem se entrega àquela beleza, àquele contato, ao desejo...
O dia nasce. Ela acorda, espreguiça-se e olha à sua volta. Lembra da noite anterior e sorri, satisfeita. Sentia-se bem.
No povoado, costuma-se contar histórias sobre um belo lobo que devora caçadores em noites de lua cheia...
Este conto é de minha autoria, e faz parte da Blogagem Coletiva Lendas Urbanas.
Começa hoje mais uma blogagem coletiva da qual tenho muito prazer em participar, promovida pelo Christian V. Louis, autor do blog Escritos Lisérgicos e pela Pandora, autora do blog Uma Pandora e sua caixa.
Valendo-se do mês de outubro, quando se comemora o Halloween, evento que não faz parte da nossa cultura mas que tem sido incorporado aos costumes brasileiros (brasileiro realmente acredita que o que é bom para os EUA é bom para o Brasil...), o Christian e a Pandora tiveram a ideia desta blogagem, cujo tema um dia já arrepiou a nuca de todos nós, as lendas urbanas. Todo mundo conhece pelo menos uma. Eu tinha medo de ir no banheiro da escola, mas não perdia as reuniões do copo...
Contos de mistério e suspense, histórias do sobrenatural, "causos" e lendas rurais, e tudo o mais que possa, como diria Edgar Allan Poe "talhar o sangue", também valem para esta blogagem.
A Pandora gentilmente disponibilizou o livro Assombrações do Recife (LINK) , do escritor Gilberto Freyre (1900-1987) para ser sorteado entre os participantes da blogagem.
Publicarei minha participação dentro do tempo de duração da BC, que vai até dia 31, Halloween.
O tema não poderia ser mais interessante e agradável para mim... rs.
Deixo meu convite de participação a todos que lerem este post.
Divagando sobre a velhice...
... me lembrei de alguém que conheço, uma "quase parente", que deixou sua mãe num asilo porque lá ela seria melhor cuidada do que em casa. .
Me perguntei se alguém consegue dormir depois....
Ela terá companhia, terá com quem conversar... O lugar é lindo, cheio de árvores... A gente vai visitar ela todo final de semana...
De fato, iam.
Ouvi dizer que os olhos da velha senhora brilhavam de felicidade quando chegavam as visitas, e choravam, suplicantes, quando elas iam embora.
Ouvi dizer que a quase parente se sentiu culpada quando a velha senhora morreu...
Penso se não é preferível a "dignidade" de não atrapalhar a vida de quem a gente ama, sendo um ser inútil e dependente, incapaz de cuidar de si, que precisa de fralda geriátrica e outros "cuidados", se não é preferível ir para um asilo (usam o termo "casa de repouso" para amenizar o medo de quem vai e a culpa de quem leva...).
Mas que seja um asilo bonzinho, que não maltrate, que não bata, nem esqueça de dar a sopinha, que não deixe torrando no sol nem congelando na varanda, já basta o tempo para maltratar. Será pedir muito?
Será que vou chegar a esse ponto? Será que vou chegar a envelhecer tanto? Será que vou querer ir para "um lugar lindo, cheio de árvores"?... Será que vou querer "ter com quem conversar"?... Passar os dias repousando..., olhando pela janela, esperando os domingos...
Acho que vou querer estar com aqueles a quem amo, sem atrapalhá-los...
O tempo tem passado tão rápido... Dá medo. Ah, mas se eu for para um asilo, ops... casa de repouso... ninguém vai repousar, coisa nenhuma, porque eu vou promover gincanas de jogar torta na cara, bailes da saudade à fantasia, vou ameaçar os funcionários com Travessuras ou Gostosuras no mês das bruxas, vou montar um coral e cantar Oh Happy Day o dia todo (dizem que pessoas velhas desenvolvem manias) e uma banda pra tocar A Little Less Conversation de noite, vou ouvir muito Guns'n Roses, Michael Jackson e Amy Winehouse, e vou mudar o nosso visual de velhinhos, usaremos roupas estilosas e coloridas, tão coloridas quanto fosse possível deixar os restos das nossas vidas...
Selos - Quebrando Regras
Antes de me referir ao tema deste post, quero agradecer aos parceiros que, mesmo eu tendo estado ausente de seus blogs, não por negligência, mas por uma momentânea impossibilidade, têm vindo até aqui. Estou, aos poucos, retomando a atividade nos blogs amigos.
Há alguns dias (ou seriam semanas...?) recebi o selo acima do meu fiel parceiro Gilberto Carlos, do blog Gilberto Cinema. O selo é concedido pela beleza do blog, tanto pelo visual quanto pelo conteúdo. Poxa... e eu recebi o selo... Nhaa...
Bom, ele me disse que eu poderia conceder esse selo a cinco blogs (aah... só cinco?...).
Desculpe Gilberto, mas vou ter que desobedecer essa regra, vou concede-lo a seis blogs.
Eu realmente tenho outros para indicar, mas já fui abusada demais.
Agradeço muito ao Gilberto por me conceder esse selo, fiquei muito feliz de saber que ele gosta do Divagações.
Este outro selo, Versatile Blogger, me foi concedido mais recentemente pelo meu parceiro Christian V. Louis, autor do Escritos Lisérgicos. As regras para levar o selo são: mencionar quem o concedeu, dizer sete coisas sobre mim e indicar quinze pessoas para recebê-lo.
1 - Ansiedade, teu nome sou eu. Sou meeega ansiosa. Tipo: ainda nem cheguei no portão do prédio e já estou preocupada em procurar a chave de casa na bolsa. Sim, eu sei, tem que ter um lugar na bolsa só para a chave. Então, o problema e esse, tem. E a chave sempre está lá! Percebem? Bom, isso é só um exemplo...
2 - Sou meio atrapalhada...
Exemplo: Na cozinha: Para fazer um arroz com feijão, bife e salada, demoro duas horas e sujo quase toda a louça do armário. E ainda queimo o pano de prato. Quase sempre.
Outro exemplo: Me atrapalho com coisas de computador, de internet, do blog, esse então... vivo excluindo comentários por erros de digitação (tem hora que o que escrevo parece palavras de verificação), postando o que não é para postar, excluindo o que não é para excluir, e por aí vai), enfim... Mas, uma coisa é certa, sou muito curiosa, aprendo muita coisa na curiosidade, e na vontade de aprender (na necessidade também.).
3 - Odeio fios! Não me conformo, estamos em pleno século vinte um, como ainda tem tanto fio assim?! Atrás do meu rack tem um emaranhado de fios, da TV, do telefone sem fio (??!!...), do DVD, do som, das caixas do som (cada caixa tem dois fios...), da NET Virtua (alguém aí, traduza "wireless", por favor) e do aparelho da NET TV. E tem uma régua para tudo isso, ou seja, mais um fio! O notebook tem o carregador, que tem fio; o celular (telefonia móvel?) também tem carregador, mais fio! Fora os cabos: cabo isso, cabo aquilo. Estamos na era digital, na era 3D, e na era do fio!!
4 - Sou um pouco distraída... Exemplo: compro as coisas, pago, e deixo a mercadoria lá. Não é raro irem atrás de mim: moça, olha, você esqueceu!
Deixo coisas no táxi: guarda chuva é o campeão de regularidade. Pastas e sacolas estão em segundo lugar. Celular foi só uma vez. A carteira..., bom, foi só uma vez também... O taxista a levou pra mim em casa no mesmo dia, antes de eu me dar conta de que a havia perdido... Meu queixo caiu, ainda tem gente assim, boa e honesta.
Ah, e teve uma vez que deixei o cartão de débito no supermercado, e outro dia foi a chave de casa, no mesmo supermercado.
Esqueci meu TCC no balcão da gráfica.
5 - Adoro óculos de sol. Para ir na padoka, aqui do lado, boto meus óculos de sol (se tiver sol, né?, lógico.) 6 - Danço sozinha em casa ouvindo música. E "danço" significa dançar, como se estivesse numa festa, ou na dança de salão, e neste caso, meu parceiro é invisível e eu o conduzo, nada mais lógico...
7 - Sou uma criatura noturna. Sempre funcionei melhor à noite. Antes de eu me mudar para um apartamento, morava em um sobrado. Os vizinhos ficavam abismados (assustados é melhor...) de me verem arrumando a casa de noite. Ainda hoje ponho roupas para lavar na máquina à noite.
Não gosto de sair de dia, detesto passeios diurnos, tipo pique nique, churrasco, eventos em sítios ou afins como casamentos, aniversários, festas de confraternização, etc.. Não me convidem, mas se me convidarem, não contem comigo. Já devo ter sido morcego, coruja, vampiro...
Bem, era isso. Pediram só sete...
Christian, algumas das quinze pessoas em que pensei já receberam o selo, duas outras parecem não ser caso de selos (refiro-me aos seus blogs), e outra não gosta de selo, então, fico devendo seis blogs. Põe na conta, tá? Muito obrigada por me incluir, de coração.
And the seal goes to...
Gilberto Carlos - Gilberto Cinema
Patricia Cristina - Caminhos Internos
Pandora - Uma Pandora e sua Caixa
Victor Said - Poesia Três Potes
Jacques - Relativa Seriedade (corrigido, Jacques... rs.)
Nadia V- Palavra em Movimento
Al Reiffer - O Fim
Observação: Não sei se todos gostam de selos. Que ninguém se sinta constrangido por não aceitar. Postado por
Não é só mais um besteirol feicebuquiano.
Bom, repetindo o que eu já disse aqui diversas vezes... tenho um perfil inativo no Feicebuque (escrevendo igual ao Herculano Neto blog POR QUE VOCÊ FAZ POEMA?) e recebo as atualizações via e-mail. A grande maioria eu excluo sem abrir, mas, tem algumas que realmente me fazem ir lá para checar. Esta, que vi hoje, foi uma delas:
Edgar Em 7 de outubro de 1849, morreu Edgar Allan Poe, três meses antes de completar quarenta e um anos de idade.
Todos que leem este blog sabem da minha admiração e predileção por esse escritor norte americano, que não é, como muitos acreditam, mero autor de contos de terror. Edgar Allan Poe é poeta, prosista, ensaísta e crítico literário; é, por assim dizer o "inventor" dos contos policiais, pioneiro na ficção científica, um teórico das "shorts stories", e mestre no gênero. Aproveito o post para convidar meus parceiros e a todos os que leem minhas divagações para conhecerem meu blog A Extraordinária História de Edgar Allan Poe http://eapoeeoutrashistorias.blogspot.com.br/, que hoje estou reativando.
O poema abaixo é de minha autoria, composto no ano passado em homenagem ao escritor, e faz referência à sua obra mais conhecida e mais traduzida, o poema "O Corvo" (The Raven).
Edgar, the alone poet
Em uma meia noite
De um quarto algures
Onde Luzes de velas
Criam sombras vivas,
Sobre folha quieta.
E eis que ouve
Em sua porta
Da amada morta.
O pobre Poeta
Fraco, entristecido,
Dá abrigo,
Tira da noite
Que lhe traz
Entre hostes celestiais
Seu anjo amado, Lenora...
O ingrato pássaro negro
Repetindo seu refrão
Fere como a fogo
Fundo o coração
Que amaldiçoa:
Maldita ave que negreja!
Vai-te! Voa!
Mas o pássaro da negritude
Sem outra atitude,
Sobre o busto de Atena
A professar sua cantilena
E eu, Em toda noite fria,
Em toda meia noite
Penso naquele Poeta,
Onde estaria,
Se em seu quarto
Ou se Poeta, Nunca Mais...
O esquecimento. Toma-o, esquece com teus ais,
(versos finais do poema O Corvo, na tradução de Fernando Pessoa)
O Dia Mundial dos Animais foi criado na Áustria, em 1929, com o objetivo de chamar a atenção para as espécies em extinção, para os maus tratos e exploração dos animais, e para conscientizar o mundo da importância dos animais para a sociedade e para a vida. A data foi escolhida em homenagem a São Francisco de Assis, que defendia e protegia os animais e cuja morte ocorreu em 04 de Outubro de 1226. A primeira comemoração do Dia Mundial dos Animais foi em 04 de Outubro de 1930.
Em 27 de Janeiro de 1978, homens da Terra se uniram e aprovaram a resolução dada pela ONU a respeito dos direitos dos animais. Tais direitos foram registrados quando a UNESCO, em 15 de Outubro de 1978, publicou os direitos dos animais através da aprovação da Declaração Internacional dos Direitos do Animal, proposta pelo Dr. Georges Heuse, cientista e secretário-geral do Centro Internacional de Experimentação de Biologia Humana.
Os direitos dos animais devem ser defendidos por Lei como os direitos humanos, no entanto, a Declaração permanece desconhecida, e / ou desrespeitada.
• Considerando que todo o animal possui direitos;
• Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
• Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
• Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
• Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
• Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Artigo 1º - Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º - Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
Artigo 3º - Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
§ único - Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º - Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
§ único - Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º - Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
§ único - Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º - Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
Artigo 7º - Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º - A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
§ único - As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º - Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º - Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
§ único - As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º - Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º - Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
§ único - A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º - O animal morto deve de ser tratado com respeito.
§ único - As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º - Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
§ único - Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 14