Source: http://maiakowsky.blogspot.com/2008/09/
Timestamp: 2017-11-22 10:44:38+00:00

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MAIAKOWSKY, O BLOG! : Setembro 2008
89- Questões de Arbitragem XI (O Jogador iôiô!!)
Jogada do tipo ‘ioiô’
Pergunta 67: Gostaria de saber se o jogador pode fazer uma jogada do tipo ioiô, na qual tira uma peça da casa, vai para outra, sem soltá-la, e dá uma pausa para meditação. O jogador alega em sua defesa que a jogada só está implementada quando a peça for solta na casa?
Resposta: Vamos recapitular. O jogador com a vez de jogar se tocar numa peça vai ter de jogá-la, exceto se o lance for ilegal (vide art. 4.2).
Realmente, o lance só estará completo quando a peça for solta numa casa (vide art. 4.6), independentemente de ter acionado (ou não) o relógio. Portanto, não é proibido ao jogador fazer essa jogada apelidada de " jogada do tipo ioiô". Ocorre que essa mania não é nada elegante. Além disso, é muito desconfortável colocar uma peça numa casa e ficar segurando-a por algum tempo.
Sem dúvida trata-se de um hábito estranho; e o jogador que é contumaz nisso é apelidado de ‘capivarão!’.
88- Questões de Arbitragem X (Ética e Educação)
Falta de ética – Jogador abandona partida numa situação em que somente ele tem material para dar mate
Pergunta 58: Numa partida, o jogador com várias peças brancas abandona e entrega a planilha com o resultado 0x1. Seu adversário não tem material para dar mate. O que decide o árbitro?
Resposta: Sem dúvida trata-se de uma situação anormal. O árbitro não pode aceitar a vitória de um jogador que não tem material para dar mate. O resultado da partida neste caso deve ser 0 (perda da partida face ao disposto no art. 12.1 da lei do xadrez) para o jogador das brancas e meio ponto para o jogador adversário.
No relatório final deverá enquadrar o jogador das brancas no artigo 12 da Lei, por falta de ética.
”Art. 12 Os jogadores não poderão praticar nenhuma ação que desrespeite ou cause má reputação ao jogo de xadrez.”
Falta de ética – Jogador coloca seu rei em casa ao lado do rei adversário
Pergunta 59: Dois jogadores estão em apuro de tempo numa partida de xadrez relâmpago. O jogador A tem rei na casa c6 e peões nas casas c7 e a5; jogador B tem rei na casa e6. O jogador B tem a vez de jogar e, com grande velocidade coloca seu rei na casa (encostando rei com rei). O jogador A com a seta pendurada automaticamente joga c8=D. O jogador B captura o rei branco e declara-se vitorioso. Está correto? As pretas venceram?
Resposta: Este deplorável truque é bem conhecido e só acontece em partidas de blitz. É sem dúvida, aética a atitude do jogador das pretas que pode até ser penalizado com a perda da partida (se agiu dolosamente) por ter tentado ludibriar o seu adversário. Além disto, seu lance vai de encontro ao disposto nos artigos 1.2, 7.4 a, 12.1. Conclusão: O árbitro deverá, nos casos da espécie, decretar imediatamente a derrota do jogador B, que conduzia as peças pretas.
”Art. 1.2 – in fine – Não é permitido deixar ou colocar o seu próprio rei sob ataque ... ”. ”Art. 12.1 - Os jogadores não poderão praticar nenhuma ação que cause má reputação ao jogo de xadrez."
”Art. 13.4 - O árbitro pode aplicar uma ou mais das seguintes penalidades:
d) declarar a perda da partida,
e) reduzir os pontos ganhos na partida pelo jogador infrator,
g) expulsão do evento."
Pergunta 60: Na nossa cidade existe um jogador fedorento que não cuida da higiene pessoal, não toma banho, não escova os dentes e por isso tem péssimo hálito e fede mais que um híbrido de bode com gambá. O árbitro pode aplicar alguma punição para esse jogador ‘catinguento’ que não tem nenhum asseio, se durante a partida ele ficar "bufando" em cima perturbando a concentração do indefeso adversário?
Resposta: Esta é uma das questões que costumam causar constrangimento e quase ninguém ‘ousa’ falar nisso.
O jogador "fedorento" que, deliberadamente, não toma banho, tem bafo de bode, não escova os dentes, etc., causa irritação ao adversário e transtorno para árbitros e jogadores, que estão eventualmente atuando na chamada ‘área de risco’, bem como a organizadores de torneios.
”Art. 12.6 da lei do Xadrez - É proibido distrair ou perturbar o oponente de qualquer maneira ...”.
Pergunta 61: O jogador fedorento, com mau-hálito e que dá bufadas durante o jogo.
Fator tempo – No blitz é justo que um jogador jogue sem plano, só para ganhar no tempo?
Pergunta 62: Numa partida de blitz (relâmpago), é justo que um jogador jogue sem plano, valendo-se somente da sua superioridade no tempo, para vencer uma partida que está teoricamente empatada, por exemplo?
Resposta: No blitz, o fator tempo é muito mais importante que nos ritmos de pensado e rápido.
Tanto isso é verdade, que o apêndice C2 veda, no blitz, as reivindicações de empate com base no art. 10.2 da Lei do Xadrez.
Assim, o jogador que estiver pior no tempo não pode reivindicar empate, por estar numa posição equilibrada (bispos de cores opostas, por exemplo), ou em superioridade de posição, ou mesmo alegando xeque-perpétuo. No blitz, o xeque perpétuo não acarreta o empate, a não ser com a concordância do adversário.
Melhor dizendo, pedir é possível, mas o árbitro deve determinar que a partida tenha continuidade.
Logo, o jogador inferiorizado no tempo, somente terá sucesso na sua reivindicação de empate, na hipótese de o adversário não possuir material para dar mate. (vide apêndice C3 da Lei do Xadrez)
Se ocorrer a queda de seta, o jogador, simplesmente, perde a partida, a não ser que o adversário não tenha material suficiente para dar mate. Isso é regra geral.
Isto porque, no blitz, o jogador não tem a obrigação de se esforçar para ganhar por meios normais, como por exemplo, forçar o xeque mate. Ele pode, até mesmo, repetir posições para ganhar pelo tempo, mesmo porque, a partida de blitz não é anotada.
É injusto? Pode-se dizer que não! porque o fator tempo é o mais importante nesta modalidade.
Blitz não é xadrez no sentido "puro". O vencedor no blitz é, em geral, aquele com maior habilidade manual. Nos clubes virtuais da internet, o vencedor costuma ser aquele, com maior agilidade no manejo do mouse.
É claro que o internauta ‘ligeirinho’ corre o perigo de virar estatística da síndrome do LER.
E o árbitro não pode decretar empate a não ser nessas situações de falta de material.
Mesmo na famosa ‘posição de empate’ rei e peão de torre contra rei, o árbitro deve deixar a partida prosseguir, até que o jogador afogue o rei do adversário. Se a seta do jogador com rei nu, cair antes, ele simplesmente perde a partida.
Muitos acham estranho, mas é isso que diz a Lei do Xadrez, atualmente em vigor.
Fator tempo - Blitz - O árbitro pode decretar empate se o jogador exigir alegando xeque-perpétuo?
Pergunta 63: Li a sua resposta anterior, no entanto, não pude concordar com sua interpretação de que o arbitro não possa decretar empate nem, por exemplo, em uma posição de xeque perpétuo, onde facilmente pode-se constatar a repetição. Acho inclusive que no Brasil boa parte dos árbitros tem se equivocado em decisões relativas as partidas de blitz ... espero que meu e-mail possa contribuir para o debate e, conseqüentemente, maior aprofundamento e compreensão do tema. Para finalizar gostaria de ressaltar que as respostas às questões de arbitragem dadas no site, tem-se tornado referência para os enxadristas brasileiros, por isso minha preocupação quanto à resposta dada e sua possível utilização nas tomadas de decisão em diferentes torneios.
Resposta: Reconheço que essa questão é mesmo polêmica.
Respeito a sua opinião, mas continuo a afirmar que o jogador só não perde a partida, nas situações da espécie, se o adversário não tiver material para dar mate (logicamente depois de o adversário, com a seta ainda em pé, acusar a queda de seta).
A lei não faculta a nenhum dos jogadores exigir empate, simplesmente, pelo fato de a posição estar-se repetindo. Isto porque - também no blitz - não existe a figura do xeque-perpétuo.
Além disso, no blitz, ao contrário do que acontece no pensado, o tempo é fator preponderante e decisivo! E o árbitro também não pode precipitar-se decretando empate mesmo porque não teria respaldo legal para intervir na partida e tomar tal decisão.
Enfim, o que se quer dizer é que o legislador, ao elaborar o apêndice C, levou em conta a característica inegavelmente marcante e decisiva do blitz, qual seja, o fator tempo!
OBS: Na resposta anterior não foi abordada a questão do xeque perpétuo.
O árbitro só pode intervir nos casos previstos em lei.
Fator tempo - Blitz – Existe empate pela repetição de lances
Pergunta 64: Recentemente participei de um evento como técnico de equipe e durante uma partida de estilo relâmpago (5 minutos), vi um atleta realizando várias vezes a mesma posição no tabuleiro, um verdadeiro vai-e-vem da peça, aguardando a queda de seta. Existe empate pela tripla repetição de lances no estilo relâmpago?
Resposta: A lei do xadrez não regula a figura do "xeque perpétuo".Xeque perpétuo, não existe (!) como costuma dizer, com muito senso de humor, o Presidente do Comitê de Arbitragem da FIDE. Por falta de amparo legal, o árbitro não pode intervir espontaneamente numa partida de blitz, também conhecida como relâmpago ou ping, nos casos de repetição de posição.A lei é clara (!), parafraseando conhecido árbitro de futebol: A reclamação com base em repetição de posição (ou na regra dos 50 lances) só prospera se houver uma planilha. E ninguém joga blitz anotado!
Final Acelerado – Quickplay Finish – Conceituação
Pergunta 65: Li algumas das questões sobre arbitragem no site xeque.net, e gostaria de saber o que significam as partidas de quickplay finish!”
Resposta: Quickplay finish ou final acelerado ou 'at finish' ou guilhotina é a fase de uma partida quando todos os lances (remanescentes) devem ser efetuados num determinado limite de tempo.
Exemplificando: se o ritmo de jogo for 2 horas para 40 lances mais uma hora nocaute, haverá 2 fases de jogo. Na primeira fase, cada jogador terá de realizar 40 lances em 2 horas. Na segunda fase, os jogadores deverão realizar todos os lances remanescentes em 1 hora mais o tempo que foi poupado na primeira fase.
Essa segunda fase é chamada de ‘quick play finish’.
Insubordinação – Jogador desrespeita o adversário e árbitro
Pergunta 66: Um jogador pede a presença do árbitro para informar que o adversário efetuou o 3º lance impossível. Porém, esta é a primeira vez que o árbitro é chamado para anotar a penalidade. O jogador informa que seu adversário cometeu a terceira. O árbitro questiona o seu adversário e este mantém-se em silêncio (não admitindo nem que sim, nem que não) e diz ao reclamante que era sua a responsabilidade de chamar o árbitro, já que esta era a primeira vez do árbitro ao tabuleiro. O reclamante, então, levanta-se da mesa e acusa seu adversário de má-índole, uma vez que aquele deveria admitir que havia feito o terceiro lance. Pergunto: o reclamante poderia ser penalizado pelo árbitro devido à sua conduta com a perda da partida (ou exclusão do torneio)? E, além disso, perdeu completamente a razão por não ter chamado o árbitro desde o primeiro lance ilegal? Como fica o resultado da partida, sendo que a mesma encontrava-se no meio-jogo?”.
Resposta: A atitude do reclamante é típica do jogador indisciplinado que não respeita o adversário, o árbitro, nem ao xadrez.
O árbitro deve aplicar uma das sanções previstas no artigo 13.4 da Lei do Xadrez.
O grau da punição depende do comportamento do reclamante durante a partida.
Se a punição merecida for a perda da partida, o árbitro deverá determinar o escore do adversário.
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 20:22 Nenhum comentário:
87- Questões de Arbitragem IX
Empate - Partida de relâmpago - Rei e Bispo versus Rei e Bispo?
Pergunta 54: Numa partida de blitz o jogador A está com Rei e Bispo de casas brancas e o seu adversário tem Rei e Bispo de casas pretas. Cai a seta do jogador das pretas, o que o árbitro decide?
Resposta: Em partidas de xadrez normal ou rápido é claro que se trata de empate. Isto porque o jogador mais apurado em tempo poderia reivindicá-lo valendo-se das prerrogativas do art. 10.2 da Lei do Xadrez.
Nas partidas de relâmpago, todavia, não é aplicável o art. 10.2, face ao disposto no apêndice C4. O empate poderia sobrevir mediante comum acordo entre os jogadores (hipótese remota). No caso em análise, não permitindo a lei que o árbitro intervenha, a partida termina com a vitória das brancas, até porque, é possível as pretas sofrerem xeque-mate com a configuração acima de peças (por exemplo: pretas com Ra8, Bb8; brancas com Ra6, Bc6);
Por outro lado, se os bispos não fossem de cores opostas a partida estaria empatada por falta de material para dar mate.
" C2 - O Artigo 10.2 não se aplica."
Observação: No caso de queda de seta das pretas, o árbitro pode decidir que as brancas venceram a partida de xadrez relâmpago nas seguintes hipóteses:
1) brancas com Rei e Dama; pretas com Rei e Dama
2) brancas com Rei e Torre; pretas com Rei e Dama
3) brancas com Rei e Torre; pretas com Rei e Torre
4) brancas com Rei e Cavalo; pretas com Rei e Torre
5) brancas com Rei e Cavalo; pretas com Rei e Cavalo
6) brancas com Rei e Bispo; pretas com Rei e Bispo (bispos de casas de cores opostas)
Empate - Partida de relâmpago - Rei e 2 cavalos contra rei nu
Pergunta 55: Numa partida de blitz (relâmpago) é possível reivindicar empate já que meu adversário só poderá dar mate ajudado? Posição: brancas, rei e cavalo; pretas, só o rei.
Resposta: Em blitz, não é se aplica reivindicação de empate com base no art. 10.2.
Se cair a seta das pretas, o árbitro deverá aplicar o artigo 6.10 da lei e decretar a vitória das brancas, porque o mate é possível. Exemplo de posição final com mate: pretas, rei em a8; brancas, rei em a6 e cavalos em b6 e c6.
Empate teórico - Xadrez relâmpago - Final de rei e peão de torre contra rei
Pergunta 56: Em alguns eventos escolares não raras vezes têm havido problemas no xadrez relâmpago. Exemplificando: Ambos os jogadores têm menos de 20 segundos (estão com seta pendurada). O jogador A que tem rei e peão de torre e pretende jogar até a queda de seta, embora o rei do adversário esteja dominando a casa de promoção. Deve o árbitro intervir já que se trata de empate teórico?
Resposta: A lei não regula empate teórico.
O árbitro deve se abster de intervir porque o fator tempo é aspecto preponderante nas partidas de relâmpago. Se o jogador com o rei nu jogar corretamente a partida estará empatada. Ocorre que a seta dele pode cair e o adversário ganharia a partida porque tem material para dar mate.
É importante assinalar que não existe consenso entre os árbitros relativamente a essa situação. Há uma outra corrente que admite a não intervenção do árbitro quando não há equilíbrio de forças, ou seja, o jogador com o rei nu é fraco. De outra forma pode o árbitro intervir.
Espectador avisa queda de seta no final da partida - Dilema do árbitro.
Pergunta 57: No final de uma partida de xadrez rápido, os dois jogadores estão apurados. O jogador A tem material a mais. Ocorre que um espectador avisa a queda de seta do jogador B. Imediatamente, o jogador A acusa a queda de seta do adversário que protesta e pede para o árbitro anular a partida. O árbitro confirma a vitória do jogador A. Está correta a decisão?
Resposta: Quando um espectador ou um jogador de outra partida interfere acusando queda de seta, por exemplo, fato previsto no artigo 13.7 da lei do Xadrez, pode provocar situação constrangedora, que às vezes coloca a arbitragem num terrível dilema.
Mas o árbitro, ao decidir, deve usar o "bom senso" (vide prefácio) para não prejudicar ninguém.
Conclusão: O árbitro acertou na decisão. Não deveria anular a partida mesmo porque não haveria tempo hábil para realização de nova partida. Poderia ter expulsado o infrator do salão de jogo, com base no art. 13.7 “a”.
”Art. 13.7 a - Espectadores e jogadores de outras partidas não devem falar ou interferir numa partida de qualquer forma. Se for necessário, o árbitro pode expulsar os infratores do ambiente de jogo.”
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 20:42 Nenhum comentário:
86- É SÉRIO, PESSOAL!
RECEBI UM DESABAFO, POR E-MAIL, DE UM DOS PARTICIPANTES DO RECÉM-FINDO TORNEIO DE MESTRES, DA FEXERJ. É DE SE NOTAR QUE O AUTOR DO MAIL É UMA DAS FIGURAS MAIS RESPEITADAS NO XADREZ DO RIO, SENDO SEMPRE EQUILIBRADO E SERENO NAS SUAS ANÁLISES. REPRODUZO ABAIXO TRECHO DO E-MAIL:
" Está ficando decepcionante jogar torneios da Fexerj. Esse provavelmente foi o último que jogarei enquanto durar esse caos.
O tiro de misericórdia foi ter que ver um jogador do porte do Limp ter que que anotar os lances em uma folha de formulário contínuo em branco, por falta de planilhas,(as outras opções seriam guardanapos etc...), a ausência de tabuleiros e de material, na primeira rodada. O campeão do torneio, o Paulista Mário Galati, que ganhou do Limp, Teixeira e quase fez 100%, teve que empatar com o Nagib em posição vencedora, porque teve que jogar pela maior parte do jogo sem relógio!!!! e quando um relógio foi colocado na mesa horas depois, o Galati foi comunicado pelo arbitro que teria perdido pelo tempo!!!!!!!!!!! depois das óbvias reclamações do Galati, foi constatado que o Nagib é que teria perdido pelo tempo!!!!!!!!!
E Galati,sensibilizado pelo desespero do adversário e já chateado com a situação, resolveu empatar. O Arthur que tem que jogar nas 11, sendo jogador e reponsável pela federação, por tudo, caiu da bicicleta durante a semana e abandonou o torneio. Resultado: ficamos sem planilhas, tabuleiros, mais atrasos, troca de salas, ou seja o caos completo.
Querer jogar decentemente numa zona como essa fica impossível e o que se viu foi um festival de capivaradas em todo canto: Limp entregou uma peça contra o Galati, Arruda empatou com o Galati com mate em 3, e por aí vai..."
AS PERGUNTAS QUE SE PODERIAM FAZER SÃO AS SEGUINTES: 1) POR QUE O VALOROSO E OPEROSO ÁRBITRO AGOSTINHO, DE PETRÓPOLIS, NÃO FOI INFORMADO DO PROBLEMA OCORRIDO COM O SECRETÁRIO DA FEXERJ (QUE A PARTIR DE TERÇA, 16/09 NÃO MAIS COMPARECEU À FEDERAÇÃO, POR MOTIVO DE ACIDENTE)? EM SENDO INFORMADO PODERIA LEVAR MATERIAIS E PLANILHAS;
2)QUE EQUIPE É ESSA DA FEDERAÇÃO ("DESENVOLVIMENTO E AÇÃO") QUE NÃO ATUA NEM É DEMANDADA (SERÁ QUE O PRESIDENTE NÃO DELEGA OU NÃO HÁ EQUIPE?) QUANDO O PRESIDENTE VIAJA (BELÉM, SALVADOR) PARA FAZER CAMPANHA POR UM CANDIDATO DA CBX?
O QUE MAIS FALTA? JÁ SABEMOS QUE NOSSO CALENDÁRIO É CONDICIONADO A EVENTOS DE OUTRO ESTADO. AGORA UM TORNEIO QUE TEM STATUS DE "MESTRES" SOFREU AS CONSEQUÊNCIAS DE OPÇÕES POLÍTICAS, ALÉM DE UMA GESTÃO ABSURDAMENTE CENTRALIZADORA (SEM EQUIPE DE TRABALHO, SEM DELEGAÇÃO,ETC).
EM SALVADOR, SEGUNDO O SITE DA FEXERJ, FOI LANÇADO O PROGRAMA DE TRABALHO DO CANDIDATO VESCOVI. RESTA SER LANÇADO AQUI O PROGRAMA DE TRABALHO PARA O AMADO XADREZ DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 18:35 Nenhum comentário:
85- Galati campeão!!
O paulista Mário Augusto Galati faturou no último domingo o Torneio de Mestres da Fexerj, realizado nas dependências da AABB-Tijuca. O campeão fez boas partidas, vencendo, inclusive, o vice-campeão e o 3° colocado, MI Eduardo Limp e MF Ricardo Teixeira, respectivamente.
Parabéns ao Galati!!
errata em 23/09: o vice-campeão foi o mf Ricardo Teixeira e o 3º foi o MI Limp. Erro do informante deste blog, M. Santos!!
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 15:22 Nenhum comentário:
84- Vassouras tem uma campeã!!
Anna Carolina Varanda Fructuoso, estudante do Centro de Educação e Crescimento, no município de Vassouras, é a Campeã Brasileira de Xadrez Escolar, categoria 3ª série (4° ano)!! Ela conquistou o título no último domingo em Poços de Caldas, Minas Gerais, fazendo 5,5 pts. em 6 partidas.
Foi o único título representante do amado xadrez do Estado do Rio de Janeiro na edição 2008 do Campeonato Brasileiro Escolar.
Parabéns à Anna Carolina e ao Silvio Henriques, expoente do xadrez escolar em Vassouras!
83- E meu melhor amigo faz 56 anos!
O xadrez me proporcionou muitas coisas boas. A melhor delas foi conhecer grandes pessoas, cultivar bons amigos. Meu melhor amigo faz aniversário amanhã, 13 de setembro, faz 56 anos. Parabéns ao Kelsen!!
Kelsen me deu a honra de sermos cumpadres! sou padrinho de sua única filha, hoje uma belíssima mulher de 21 anos, Camilla.
Na foto (tirada de meu celular) este blogueiro e Kelsen, num choppinho, hoje, no Petisco da Vila!
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 19:08 3 comentários:
82- ENTREVISTA COM O GM GIOVANNI VESCOVI!!
ENTREVISTEI O GM GIOVANNI VESCOVI, CANDIDATO A PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE XADREZ. ESPERO, ASSIM, ESTAR CONTRIBUINDO PARA QUE GIOVANNI POSSA EXPÔR E DETALHAR MAIS SUAS IDÉIAS COMO GESTOR.
ANSEIO QUE MEUS LEITORES APRECIEM A ENTREVISTA!
1-Quais os motivos o levaram a se candidatar à Presidência da CBX?
O primeiro e principal motivo é que eu gosto do jogo de xadrez. Dediquei boa parte de minha vida a este nobre jogo e felizmente fui bastante agraciado por Caissa, com a obtenção de grandes conquistas. Por tudo o que o xadrez me ofereceu, acho que também devo fazer o que estiver ao meu alcance em retribuição. E no momento, tenho certeza que tenho muito a contribuir como Presidente da CBX.
Outro motivo de aspecto emocional é o fato de eu sempre acreditar que o xadrez merece um espaço maior em nosso país, com maior número de praticantes, melhores torneios, divulgação na mídia, condições idéias de treinamento para novos talentos – o que de fato só existiu na ex-União Soviética e bloco de países comunistas, e mais recentemente em países como China, Índia, Turquia – e uma equipe de ponta competitiva. Como todo brasileiro, gostaria de ver o Brasil no topo do quadro de medalhas das recentes Olimpíadas de Pequim; no xadrez a mesma coisa.
É uma característica particular minha o gosto por desafios. Antes de pensar em me candidatar, fiquei pensando o que eu poderia fazer para melhorar o xadrez brasileiro. Depois de desenvolver algumas idéias, decidi que devia lançar minha candidatura. Nossas propostas são bastante ousadas e ambiciosas, e tornar esses projetos uma realidade é, sem dúvida, um grande desafio. Além de toda a motivação, tenho a certeza de que reúno todas as condições para um excelente trabalho à frente da CBX, junto com todos os colaboradores do xadrez brasileiro.
Por fim, há ainda um outro fator: tenho receio de que a CBX volte ao caos administrativo da gestão 2000-2004. Não convém neste espaço lembrar os problemas causados por aquela Administração, bastando lembrar que chegamos a um ponto em que eu e outros jogadores de destaque escrevemos um manifesto (uma carta aberta) e nos recusamos a participar da Olimpíada de Calviá.
Felizmente, aquele movimento resultou numa nova administração, liderada pelo atual Presidente, que fez excelente trabalho focado em colocar a casa em ordem. Seria extremamente negativo para o xadrez brasileiro voltar ao citado caos administrativo.
2-Como você definiria a missão institucional da CBX ?
A missão institucional da CBX é promover o desenvolvimento do xadrez, sob todas as suas formas, em todo o território nacional.
A nossa visão é transformar a CBX na entidade nacional dirigente do xadrez mais atuante no continente americano, criando as condições para a prática saudável do xadrez em todo o território nacional e para o surgimento e desenvolvimento de novos talentos.
3-Quais serão os objetivos e as metas da CBX se você for eleito?
Os principais objetivos são: fortalecer as federações estaduais, aumentar o número de cadastrados, melhorar o nível técnico das categorias de base e de rendimento, incluir o Brasil no cenário do xadrez mundial com a realização de grandes eventos.
Estabelecer metas é sempre uma tarefa difícil. Com relação às federações, a meta é que todas as federações estejam bem estruturadas e consigam organizar seus eventos, prestar as devidas contas às autoridades, e tenham bom relacionamento com o Poder Público, de modo a conseguirem ter sua autonomia e cumprir com seus objetivos.
Com relação ao número de cadastrados, hoje temos cerca de 4 mil cadastrados ativos na CBX. Acho que podemos chegar a 10 mil ou mais. Queremos alcançar aqueles aficionados que acompanhavam o xadrez pelo jornal e que acabaram se distanciando um pouco do jogo. Com relação ao nível técnico, boa parte do progresso nesse ponto depende do jogador, mas com as condições ideais creio que podemos ter medalhistas em Panamericanos de todas as categorias. Com relação aos eventos, a meta é ter um circuito de abertos internacional e um fechado de Rm superior a 2600, com vistas a chegar a 2700. Além disso, impulsionar as federações a organizar torneios de norma de MI e GM, e fortalecer o calendário nacional com torneios por equipes e uma semi-final do brasileiro mais atraente.
4-A prática do xadrez se intensificou com a internet. Como você visualiza o futuro da entidade com as mudanças tecnológicas. Como administrar a continuidade e a mudança simultâneamente?
Acredito que este avanço tecnológico só beneficiou o xadrez. Fica muito mais fácil divulgar o esporte e com alguma sorte essa pressão pode fazer com que outros meios de comunicação voltem a abrir o espaço que já foi nosso. Temos que apenas nos organizar e apresentar números confiáveis.
Além disso, a internet é uma ferramenta que impulsiona o empreendedorismo, e nessa área não compete à CBX se manifestar, já que ainda não é preciso regular esse espaço.
5-Você já tem composta uma equipe de trabalho?
Sim e não. As definições em relação a cargos não foram feitas. Tenho falado com muita gente competente e terei muita gente contribuindo com a Administração. A gestão atual focou na reestruturação da entidade, portanto natural que não se desse nenhum passo maior que a perna, razão pela qual uma estrutura enxuta é a mais adequada. Acho que temos agora a estrutura ideal para levantarmos vôo, e para isso teremos que ser mais dinâmicos e ter muita gente trabalhando. Como teremos atividades em todo o território nacional, todas as Regiões do país estarão representadas na Administração da CBX.
6- Você, se for eleito, vai herdar um bom ativo circulante, devido ao ótimo trabalho de recuperação financeira da atual gestão da CBX. Qual a sua opinião sobre a necessidade de publicação periódica, no site da entidade, de relatórios contábeis e detalhamentos de receitas e despesas?
A CBX é uma entidade sem fins lucrativos, o que não significa dizer que deva ser menos profissional que uma empresa. Aprovo a publicação de balanços.
7-Uma grande questão do xadrez brasileiro é a sua popularização. O que podemos esperar da sua atuação na CBX para que o início da popularização do xadrez no Brasil deixe de ser uma ficção? Neste sentido, podemos contar com uma pressão da CBX junto ao Ministério dos Esportes? O que vai ser prioritário para você: apoio governamental e público ou recursos da iniciativa privada?
O xadrez já é um esporte bastante popular no Brasil. Ele apenas não é devidamente divulgado e apoiado. Há muitos praticantes e muitas pessoas que têm contato com o xadrez. Nesse ponto acredito que devemos apenas prestar atenção para que todos saibam as regras corretamente.
Com relação à captação de recursos, inicialmente o caminho mais natural é junto ao Poder Público, pois já há orçamento destinado aos esportes no Brasil. Tenho convicção de que conseguiremos persuadir as autoridades a reconhecer um espaço maior para o xadrez. Com relação à iniciativa privada, temos agora uma ferramenta, que é a Lei de Incentivo ao Esporte. Um projeto bem elaborado pode ser aprovado rapidamente e a captação dependerá da articulação do dirigente. O relacionamento pessoal facilita o contato com grandes empresas, e tenho certeza que as pessoas que estarão na nossa Administração podem ajudar.
8-Uma crítica que se ouve da atual gestão da CBX é que ela teve um foco muito acentuado nos GM´s e se esqueceu um pouco da base. Você tem algum posicionamento em relação a esta crítica?
Essa é uma percepção equivocada da realidade. Não houve favorecimento acentuado aos GMs. Vi muitos jogadores MI e outros sem título jogando em Cuba, Argentina, Uruguai etc. Não vi muitos GMs viajando com apoio da CBX. Lembro-me de eu ter jogado na China em 2006, o Rafael na Alemanha, o Mequinho na Romênia, mas até aí, nenhum excesso. Também em 2006 a equipe olímpica masculina teve um treinamento com o Dvoretsky.
A Semana GM é um evento voltado às federações e aos jogadores de base, e não ao GM. É a forma encontrada para motivar novos talentos e divulgar o trabalho das federações.
Por outro lado, a CBX procurou enviar um GM nos Panamericanos de 2007 e 2008. Os eventos do calendário continuam sendo organizados e o Brasil tem sido representado em torneios internacionais de menores. Concordo que há mais a ser feito pelas categorias de base, mas não creio que tenham sido tão esquecidas assim.
A verdade é que nunca foi feito um trabalho voltado às categorias de base. Organizar um panamericano ou mundial é importante, mas não é isso que ajuda nossos jogadores. Tenho a esperança de conseguir coordenar um trabalho de treinamento sem precedentes.
9-Na sua visão, como está o desenvolvimento do xadrez brasileiro em termos regionais? Tem acompanhado o desenvolvimento de federações do norte/nordeste ?
Acho que tem muita gente trabalhando em prol do xadrez no Brasil. Vejo muita atividade em estados do NE como Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. A Bahia também tem um trabalho muito bem feito, e esse pude acompanhar pessoalmente algumas vezes. No entanto, minha percepção é de que em geral falta alguma coisa para se chegar ao sucesso. Falta uma “pitadinha” de algo que espero poder ajudar a encontrar.
A região mais isolada é naturalmente o Norte. As pessoas costumam apenas apontar os pontos fracos, mas é preciso ressaltar os pontos fortes. E com essa abordagem podemos reverter essa situação.
Mas de uma forma geral acho que há muito a progredir.
10-Um comentário que já ouvi é de que você não possui experiência administrativa. Como você refuta este comentário? Quais as razões que o levariam a afirmar que a sua candidatura é a melhor para o xadrez brasileiro?
Numa carreira as responsabilidades aumentam conforme a capacidade da pessoa. Aquele que mostra capacidade passa a ocupar cargos de comando. Quando um executivo chega à presidência de uma empresa pela primeira vez, ninguém fala para ele sobre sua inexperiência. Ou ele responde à altura, ou ele acaba sendo substituído. A CBX não é uma empresa, mas o raciocínio é o mesmo. Na Administração 2000-2004 tivemos um exemplo de uma gestão que apresentou resultados abaixo do esperado. Ter esse tipo de experiência administrativa seria pior que nenhuma experiência.
Muita gente tem experiência administrativa. Temos milhões de empresários no Brasil. Para ocupar um cargo importante a pessoa deve demonstrar capacidade técnica e experiência, que é baseada nos resultados que ela produziu.
Já vi eventos de xadrez em todos os lugares do mundo, já conversei e almocei com campeões mundiais, presidentes de federações nacionais e presidente da FIDE, ajudei na organização dos torneios mais fortes do continente americano – no Brasil e no exterior, já vi jovens talentos se perdendo e evoluindo no mundo todo, em mais de 20 anos. Essa vivência já pode ser considerada bastante importante para quem pretende ocupar o cargo de presidente da CBX.
Mas além disso, eu também tenho resultados. Quando eu traço objetivos, eu me esforço para alcançá-los. Eu queria jogar bem xadrez, e para isso me dediquei muito, passei várias férias escolares estudando finais, investi tempo e dinheiro. Certo dia, resolvi que queria aprender a falar russo. Fui autodidata e aprendi esse idioma. Quando o Kasparov me pediu para ajudá-lo a publicar seu livro em português, eu trabalhei dois meses sem parar, e traduzi um livro de 450 páginas do russo para o português. Com relação à minha formação acadêmica e profissional, desde a época da escola, e apesar das inúmeras faltas, sempre fui um dos melhores alunos e felizmente estou exercendo uma profissão que me agrada bastante. Sou advogado com foco na área internacional, societária e tributária, e pretendo me especializar em fusões e aquisições.
Acho que sou competente naquilo que me proponho a fazer e se eu não achasse que tenho condições de ser um bom presidente, eu nem me candidataria.
QUERO AGRADECER MUITO AO GM GIOVANNI VESCOVI POR TER CONCEDIDO A ENTREVISTA PARA ESTE BLOG.
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 20:52 Um comentário:
81- ESTE BLOG É FÃ!!!
Ok, pessoal, não é xadrez!! Mas esse cara da foto joga fino, elegante, ético. Sou seu fã!!!
80- O RIO NO MUNDIAL DE SOLUCIONISMO II
NA FOTO, O CARIOCA LEO MANO COM A LENDA VIVA DO SOLUCIONISMO MUNDIAL, O RUSSO GEORGY EVSEEV.
O polonês Piotr Murdzia é o novo Campeão Mundial de Solucionismo numa acirrada disputa com o russo Evseev. Ambos empataram em pontos (100% de aproveitamento) e o desempate foi pelo tempo. Resultado final:
1. Piotr Murdzia (POL) 90pts/222min
2. Georgy Evseev (RUS) 90/252
3. Michael Pfannkuche (ALM) 89,5/308
4. Aleksandr Azhusin (RUS) 85/266
5. Marjan Kovacevic (SER) 85/292
40. Roberto Stelling (BRA) 72,5
53. Marcos Roland (BRA) 67,5
87. Leo Mano (BRA) 15,5
Faltou 1 ponto para Roberto Stelling receber a segunda e definitiva norma de Mestre FIDE.
Na competição por equipes, a Rússia foi campeã seguida por Alemanha e Polônia. O Brasil ficou na posição 22 entre 24 países mas dentro de um grupo muito embolado com relação à pontuação. Já estamos no mesmo nível de países como Bélgica, Grécia, Letônia e Croácia. Todos com pontuação muito próxima.
FONTE: BLOG DO LEO MANO (VEJA LINK NA SEÇÃO CORRESPONDENTE DESTE BLOG).
PARABÉNS À EQUIPE BRASILEIRA!! PARABÉNS AO STELLING E MANO, BRILHANTES REPRESENTANTES CARIOCAS!
O AMADO XADREZ DO RIO DE JANEIRO PODERÁ TER BOAS NOTÍCIAS EM RELAÇÃO AO PRÓXIMO MUNDIAL!
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 08:06 Um comentário:
79- Informações do II Memorial Severino Sombra!
Postado por Maiakowsky, um blog sobre xadrez (e algo mais!) às 21:02 3 comentários:
78- O Rio no Mundial de Solucionismo!!
Está rolando na cidade de Jurmala, Letônia, o Campeonato Mundial de Solucionismo. O evento faz parte do Congresso da PCCC (Permanent Commission for Chess Composition). A programação do congresso segue abaixo:
Domingo - 31/08
Segunda - 01/09
Quarta - 03/09
Sexta feira - 05/09
Este ano o Brasil terá o maior número de participantes da sua história, quatro. Dentre eles, dois integrantes do nosso amado xadrez do Rio de Janeiro: ROBERTO STELLING E LEONARDO MANO!! SUCESSO AOS BRASILEIROS!!
A prática e difusão do solucionismo deveria ser mais apoiada pelas entidades oficiais e clubes devido a sua imensa riqueza estética, além do que contribui muito nos treinamentos de competição, visando ao aprimoramento do cálculo concreto (informação reforçada pelo GM Giovanni Vescovi em palestra recente sobre treinamento aqui no Rio de Janeiro).
VEJAM O SITE DO EVENTO.
É muito interessante! Estão presentes fortes GM´s como os ingleses John Nunn e Jonathan Mestel!

References: artigo 12
in fine
 artigo 13
 Artigo 10
 artigo 6
 artigo 13