Source: https://www.xunta.gal/dog/Publicados/2015/20150713/AnuncioG0164-220615-0001_pt.html
Timestamp: 2019-06-16 05:00:17+00:00

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DOG Núm. 130 Segunda-feira, 13 de julho de 2015 Páx. 28929
DECRETO 95/2015, de 11 de junho, pelo que se estabelece o currículo do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração.
O Estatuto de autonomia da Galiza, no seu artigo 31, determina que é competência plena da Comunidade Autónoma galega o regulamento e a administração do ensino em toda a sua extensão, níveis e graus, modalidades e especialidades, no âmbito das suas competências, sem prejuízo do disposto no artigo 27 da Constituição e nas leis orgânicas que, conforme o ordinal primeiro do artigo 81 daquela, o desenvolvam, das faculdades que lhe atribui ao Estado o ponto 30 do número 1 do artigo 149 da Constituição e da alta inspecção precisa para o seu cumprimento e garantia.
O Real decreto 596/2007, de 4 de maio, pelo que se estabelece a ordenação geral dos ensinos profissionais de artes plásticas e desenho, define estas e estabelece a finalidade e os objectivos, ordenando-as e fixando os ensinos mínimos, e encomenda às administrações educativas o estabelecimento do currículo correspondente a cada título, de acordo com o estabelecido no artigo 6 da Lei orgânica 2/2006, de 3 de maio, de educação, no Real decreto 596/2007, de 4 de maio, e nas normas que regulem os títulos respectivos.
Publicado o Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, pelo que se estabelece o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, pertencente à família profissional artística de Comunicação Gráfica e Audiovisual, e no qual se aprovam os correspondentes ensinos mínimos, e tendo em conta o Real decreto 303/2010, de 15 de março, pelo que se estabelecem os requisitos mínimos dos centros que dêem ensinos artísticas reguladas na Lei orgânica 2/2006, de 3 de maio, de educação, corresponde ao Conselho da Xunta estabelecer o currículo do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração no âmbito da Comunidade Autónoma da Galiza, e assinalar os seus objectivos, as suas competências e os seus conteúdos.
Os ensinos que regula este decreto configuraram-se para garantir uma formação artística ao estudantado que lhe permita atingir critérios estéticos para enfrentar o labor de criação inherente a todo o processo proxectual e para valorar objetivamente o património artesanal e artístico existente e a obra alheia e, por outra parte, facilitar-lhe a aquisição dos conhecimentos científicos e tecnológicos e as capacidades e habilidades que lhe permitam não somente a sua incorporação à vida laboral activa, senão também enfrentar, com garantias de eficiência, a necessária adaptação às modificações técnicas e sociolóxicas que se produzirão ao longo da sua vida activa, atendendo às demandas cambiantes do sistema produtivo.
O ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração está integrado por módulos de duração variable que cobrem aspectos da formação de o/a aluno/a, concebidos como áreas homoxéneas de conhecimento, capacidades e habilidades. As capacidades terminais de cada módulo descrevem o comportamento de o/a aluno/a em termos de resultados avaliables, requeridos para atingir as competências básicas que integram a competência geral. A constatación destas competências, em termos de avaliação positiva, garante a validade do título em todo o Estado e a sua correspondência europeia.
Os conteúdos curriculares relacionados não constituem unicamente unidades temáticas, senão que os concretizará a equipa docente do ciclo formativo, de modo que todos eles fiquem organizados temporário e transversalmente seguindo um critério propedéutico que garanta que todos os conteúdos se dão sem que se produzam solapamentos entre os diferente módulos. Esta programação de ciclo formativo terá em conta os elementos estabelecidos no artigo 6 da Lei orgânica 2/2006, de 3 de maio, de educação, e compreenderá, assim mesmo, a metodoloxía didáctica e as actividades formativas não periódicas que se considerem necessárias, servindo, finalmente, de ponto de partida para a programação de sala de aulas que cada docente faça e aplique no módulo que dê.
Ao mesmo tempo, e de acordo com o artigo 13 do Real decreto 596/2007, de 4 de maio, o currículo que se estabelece neste decreto permitirá que os centros docentes que o dêem, mediante a posta em marcha do seu projecto educativo e através das programações didácticas de cada um dos módulos que o integram, o desenvolvam e completem, tomando em consideração as características do contexto social e cultural, as necessidades do estudantado, com especial atenção às de quem presente uma deficiência, e as possibilidades formativas do contorno.
O módulo de projecto integrado nos ciclos formativos de grau superior tem por objecto que o estudantado seja capaz de integrar, aplicar e valorar os conhecimentos, destrezas e capacidades específicas do campo profissional da especialidade através da formulação e realização de um projecto ajeitado ao nível académico cursado, que evidencie rigor técnico, cultura plástica, expressão artística e sensibilidade estética e possibilidade de realização e viabilidade.
Finalmente, na aplicação deste decreto por parte dos centros docentes ter-se-á em conta o estabelecido no Decreto 229/2011, de 7 de dezembro, pelo que se regula a atenção à diversidade do estudantado dos centros docentes da Comunidade Autónoma da Galiza em que se dão os ensinos estabelecidos na Lei orgânica 2/2006, de 3 de maio, de educação, assim como o disposto nos artigos 9, 14 e 22 do Decreto 79/2010, de 20 de maio, para o plurilingüismo no ensino não universitário da Galiza.
Na sua virtude, por proposta do conselheiro de Cultura, Educação e Ordenação Universitária, no exercício da facultai outorgada pelo artigo 34.5 da Lei 1/1983, de 22 de fevereiro, reguladora da Junta e da sua Presidência, consultado o Conselho Escolar da Galiza e depois do ditame do Conselho Galego de Ensinos Artísticas Superiores, de acordo com o Conselho Consultivo e depois de deliberação do Conselho da Xunta da Galiza na sua reunião do dia onze de junho de dois mil quinze,
O presente decreto estabelece o currículo que será de aplicação na Comunidade Autónoma da Galiza para os ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, pertencente à família profissional artística de Comunicação Gráfica e Audiovisual, de acordo com o estabelecido na Lei orgânica 2/2006, de 3 de maio, de educação; no Real decreto 596/2007, de 4 de maio, pelo que se estabelece a ordenação geral dos ensinos profissionais de artes plásticas e desenho, e no Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, pelo que se estabelece o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, pertencente à família profissional artística de Comunicação Gráfica e Audiovisual e se aprovam os correspondentes ensinos mínimos.
Identificação do título, perfil profissional, contorno profissional e prospectiva do título no sector
O título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração identifica-se pelos seguintes elementos:
Denominación: técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração.
Artigo 3. Perfil profissional do título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração
O perfil profissional do título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração determina-se pela sua competência geral e pelas suas competências profissionais.
A competência geral do título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração consiste em:
a) Elaborar obra original de ilustração de qualidade formal e funcional a partir de um projecto próprio ou de um encargo profissional determinado.
b) Planificar a realização do projecto mediante a definição dos recursos expresivos, formais, funcionais, estéticos e técnicos mais ajeitados.
c) Desenvolver as diferentes fases do projecto e os controlos de qualidade correspondentes para atingir um produto final que cumpra com os objectivos gráficos, comunicativos e expresivos exixibles a nível profissional.
As competências profissionais do título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração são as que se relacionam:
a) Identificar os aspectos artísticos, formais, funcionais e técnicos de um projecto de ilustração assim como, de ser o caso, os elementos persuasivos, informativos e identificativos mais ajeitados às especificações do encargo.
b) Planificar e elaborar projectos de ilustração atendendo às especificações narrativas e técnicas previamente determinadas.
c) Escolher, analisar e arquivar a documentação e o material gráfico de referência para a realização do projecto de ilustração.
d) Escolher e utilizar com destreza as técnicas ou estilos artísticos mais ajeitados para dar solução gráfica aos objectivos comunicativos e expresivos do projecto.
e) Realizar o projecto ilustrativo atendendo às particularidades do meio gráfico em que se incorpore.
f) Estabelecer os controlos de qualidade correspondentes em cada fase do processo proxectual.
g) Elaborar os originais atendendo às particularidades dos posteriores processos de reprodução e saber realizar o seguimento e controlo de qualidade correspondente.
h) Coordenar de maneira eficaz o trabalho que derive ou se gere a partir destas responsabilidades.
i) Conhecer e cumprir a normativa que regula as realizações da actividade profissional.
A pessoa que obtém o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração desenvolve a sua actividade como profissional independente realizando ilustrações de diferentes géneros e âmbitos, que expressem ideias ou conceitos, destinados à sua edição.
A pessoa que obtém o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração desenvolve a sua profissão como debuxante e especialista dependente de uma empresa ou instituição.
A pessoa que obtém o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração colabora com outros/as profissionais na ideación, interpretação e realização de ilustrações com diferentes técnicas e estilos artísticos.
1. A pessoa que obtém o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração exerce a sua profissão nos sectores produtivos no âmbito público ou privado, em empresas relacionadas com a comunicação e a ilustração: agências de publicidade, editoriais e estudios de desenho, imprensa, televisão ou noutras empresas ou instituições que o requeiram.
A pessoa que obtém o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração realiza projectos próprios como actividade artística independente.
2. A pessoa que obtém o título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração é um/uma profissional qualificado/a para desenvolver os seguintes postos de trabalho e ocupações:
a) Especialista ilustrador-a/debuxante integrado/a em equipas de comunicação visual, desenho gráfico, publicidade e meios audiovisual.
b) Realização de ilustrações e organização e supervisão da produção.
c) Criação e/ou realização de ilustrações originais para diferentes âmbitos: ciência, técnica, arquitectura, interiorismo, moda, publicidade, desenho gráfico, produtos, editorial, imprensa.
d) Criação e/ou realização de projectos de livros interactivos e despregables (pops-ups) em três dimensões.
e) Análise de propostas e realização da busca documentário e gráfica para projectos de ilustração nos seus diferentes âmbitos.
f) Realização e gestão de actividades culturais, educativas e divulgadoras relacionadas com a ilustração.
Os objectivos gerais do ciclo formativo de grau superior correspondentes ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração são os seguintes:
a) Realizar ilustrações com o nível de qualidade técnica, comunicativa e artística exixible a nível profissional.
b) Configurar projectos de ilustração partindo da valoração idónea das particularidades comunicativas, técnicas e artísticas do encargo e definir axeitadamente os objectivos do projecto.
c) Dominar as diferentes técnicas de expressão gráfica e escolher as mais ajeitadas às especificações temáticas, comunicativas e artísticas do encargo.
d) Adaptar as soluções gráficas ao contexto em que se situe a proposta comunicativa.
e) Interpretar a evolução das tendências formais e técnicas que contribuem a configurar o estilo e iniciar na busca de um estilo pessoal da qualidade exixible a nível profissional.
f) Valorar, planificar e gerir a elaboração do projecto nas diferentes fases do seu processo para optimizar recursos.
g) Buscar, escolher e interpretar as fontes documentários e de referência para a realização de ilustrações.
h) Desenvolver método, rigor e capacidade de comunicação para a apresentação e defesa de uma ideia ou um projecto de ilustração.
i) Conhecer as especificações técnicas do material e dos processos de reprodução e edição de ilustrações e saber gerí-los para garantir a qualidade final do produto.
j) Adaptar-se em condições de competitividade às mudanças tecnológicas e organizativos do sector.
k) Buscar, escolher e utilizar fontes de informação e formação contínua relacionadas com o exercício profissional.
l) Compreender e aplicar o marco legal e normativo que regula e condiciona a actividade profissional.
m) Valorar e aplicar os princípios da ética profissional no desenvolvimento da actividade profissional, a sua gestão e administração.
2. Os conteúdos, expressados em relação com cada um dos módulos que integram o currículo, constituem o enunciado da área de conhecimento que lhe é própria, e que serão suficientemente desenvolvidos e delimitados na sua extensão e nível pela equipa docente do ciclo formativo.
Artigo 10. Espaços, equipamento, instalações e condições material
1. Os requisitos de espaços, equipamento, instalações e condições material que devem reunir os centros de ensino que dêem o ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração da Comunidade Autónoma da Galiza são os que se determinam nos artigos 3 e 12 do Real decreto 303/2010, de 15 de março.
2. De conformidade com o Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, os espaços disporão da superfície necessária e suficiente para desenvolver as actividades de ensino dos módulos profissionais que se dão em cada um dos espaços. Ademais, deverão cumprir as seguintes condições:
3. De conformidade com o Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, os equipamentos que se incluem em cada espaço serão os necessários e suficientes para garantir a qualidade do ensino. Ademais, deverão cumprir as seguintes condições:
As competências docentes do pessoal funcionário pertencente aos corpos de professores/as e mestres/as de oficina de artes plásticas e desenho para a impartición dos módulos correspondentes aos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração são as determinadas no anexo II.
Acesso ao ciclo formativo, acesso a outros estudos, isenções e validacións
Artigo 12. Requisitos de acesso ao ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração
1. Conforme o artigo 52.2 da Lei orgânica 2/2006, de 3 de maio, de educação, e o artigo 14.2 e a disposição adicional quarta do Real decreto 596/2007, de 4 de maio, para aceder ao ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração será necessário estar em posse do título de bacharel ou título declarado equivalente para os efeitos de acesso.
2. Para aceder ao ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, ademais dos requisitos académicos recolhidos no ponto anterior, dever-se-á superar uma prova específica que permita demonstrar as aptidões e conhecimentos artísticos necessários para cursar com aproveitamento estes ensinos. A conselharia competente em matéria de educação convocará, ao menos uma vez ao ano, a dita prova específica.
1. Estarão exentos/as de realizar a prova específica de acesso ao ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração a que se refere o artigo anterior, os/as que estejam em posse de:
2. Quem, estando em posse do título de bacharel ou título declarado equivalente, acredite ter una experiência laboral de ao menos um ano em tarefas directamente relacionadas com as competências profissionais do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração também estará exento de realizar a prova específica de acesso, para o qual deve achegar a certificação da empresa em que adquirisse a experiência laboral em que conste especificamente a duração do contrato, a actividade desenvolvida e o período de tempo em que se realizou a dita actividade. No caso de trabalhadores/as por conta própria, deverá achegar-se certificação de alta no censo de obrigados/as tributários/as. O órgão competente para resolver sobre as solicitudes de isenção da prova específica de acesso ao ciclo formativo será a comissão avaliadora da dita prova.
Artigo 14. Acesso ao ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração para quem não reúna os requisitos académicos
1. Conforme o artigo 52.3 da Lei orgânica 2/2006, de 3 de maio, de educação, poderá aceder ao grau superior dos ensinos profissionais de Artes Plásticas e Desenho sem estar em posse dos requisitos académicos de acesso estabelecidos no artigo 12.1 deste decreto quem acredite, mediante a superação de uma prova de acesso, possuir a maturidade em relação com os objectivos do bacharelato, ademais das aptidões e dos conhecimentos artísticos necessários a que se refere o artigo 12.2, e tenha no mínimo 19 anos feitos no ano de realização da prova, ou 18 anos se se acredita estar em posse de um título de técnico relacionado com aquele ao qual se deseja aceder.
a) Parte geral: versará sobre os conhecimentos e capacidades básicos das matérias comuns do bacharelato.
b) Parte específica: a prova permitirá valorar as aptidões e conhecimentos artísticos necessários para cursar com aproveitamento os ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração.
3. Ficará exento/a da realização da parte geral da prova de acesso assinalada no artigo 14.2 quem superasse a prova de acesso à universidade para maiores de 25 anos. Assim mesmo, ficará exento/a da realização da parte específica da prova de acesso assinalada ponto anterior quem acredite ter uma experiência laboral de ao menos um ano, relacionada directamente com as competências profissionais do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração. Para isso deverá achegar a documentação assinalada no artigo 13.2.
1. A estrutura, conteúdos, critérios de avaliação e organização das provas de acesso a que se referem os artigos 12 e 14 serão determinados pela conselharia competente em matéria de educação, e facilitar-se-á o acesso ao estudantado com deficiência que o requeira.
3. As provas de acesso ao ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração terão validade em todo o território nacional e a sua superação dará direito a matricular-se, conforme a normativa em vigor, no ciclo formativo correspondente, sem prejuízo da disponibilidade de vagas nos diferentes centros.
A conselharia competente em matéria de educação poderá estabelecer, no âmbito da suas competências, uma percentagem de vagas de reserva para aceder aos ensinos profissionais de artes plásticas e desenho nos supostos recolhidos nos artigos 15 e 16 do Real decreto 596/2007, de 4 de maio.
1. A superação da totalidade dos módulos que integram o ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração dará direito à obtenção do título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração.
2. O título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração tem carácter oficial e validade académica e profissional em todo o território nacional. Acredita o nível de formação, as competências profissionais que contém e produz os efeitos estabelecidos na legislação vigente, sem que isso constitua regulação do exercício profissional.
3. O título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração dará direito ao acesso directo aos estudos superiores de Desenho, aos estudos superiores de Artes Plásticas e aos ensinos de Conservação e Restauração de Bens Culturais.
4. O título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração dará direito ao acesso a qualquer outro ciclo formativo de grau médio ou superior, com a isenção da prova específica de acesso, para aqueles casos previstos no artigo 15 do Real decreto 596/2007, de 4 de maio.
6. O título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho dará direito ao acesso directo aos estudos universitários que se determinem, de acordo com a normativa em vigor sobre procedimentos de ingresso na universidade e tendo em conta a sua relação com os ensinos correspondentes, de acordo com o estabelecido no artigo 22.5 do Real decreto 596/2007, de 4 de maio.
7. O título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração permitirá o acesso aos estudos universitários de conformidade com o estabelecido no Real decreto 1892/2008, de 14 de novembro.
8. De conformidade com o disposto no artigo 6.5 do Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, asígnanse 120 créditos ECTS à totalidade do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, distribuídos entre os módulos profissionais correspondentes.
Artigo 18. Validacións, reconhecimentos e isenções
a) A relação de módulos que se validan entre ciclos formativos da família artística profissional de Comunicação Gráfica e Audiovisual e o ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, de conformidade com o estabelecido no Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, é a estabelecida no anexo III, segundo o procedimento em vigor.
b) A relação de módulos que se validan entre ciclos formativos da família profissional de Desenho Gráfico regulados no Real decreto 1456/1995, de 1 de setembro, e os do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração regulado neste decreto, de conformidade com o Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, é a estabelecida no anexo IV, segundo o procedimento em vigor.
c) O módulo de formação e orientação laboral será objecto de validación sempre que se superasse num ciclo de Artes Plásticas e Desenho.
d) O procedimento e os requisitos para o reconhecimento das ditas validacións serão os estabelecidos na normativa vigente.
a) Os módulos dos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração regulado neste decreto, que se reconhecerão, para os efeitos da incorporação do alumando a este, por módulos do ciclo formativo de grau superior em Ilustração superados em planos de estudos estabelecidos ao abeiro do Real decreto 1456/1995, de 1 de setembro, de acordo com o estabelecido no Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, são os estabelecidos no anexo VI.
b) Ao abeiro da disposição transitoria segunda do Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, a relação de módulos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração regulado neste decreto que se considerarão superados mediante adaptação curricular, por módulos superados segundo o currículo estabelecido pelo Real decreto 340/1998, de 6 de março, ou pelo Decreto 84/2002, de 14 de fevereiro, é a estabelecida no anexo VII.
a) Os módulos integrados no ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração regulado neste decreto, que serão objecto de isenção pela sua correspondência com a prática laboral, de acordo com o artigo 24 do Real decreto 596/2007, de 4 de maio, e com o Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, são os estabelecidos no anexo V.
b) Com carácter geral, determinar-se-á a isenção total ou parcial da fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas, sempre que se acredite uma experiência laboral de, ao menos, um ano num campo profissional directamente relacionado com o do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração regulado neste decreto.
c) A conselharia competente em matéria de educação regulará o procedimento para o reconhecimento das isenções. Em qualquer caso, para a habilitação da experiência laboral deverá apresentar-se a documentação que se indica no artigo 13.2. Os módulos e a fase de formação prática que fossem objecto de isenção pela sua correspondência com a prática laboral figurarão no expediente académico de o/a aluno/a com a expressão de «Exento/a».
4. Em nenhum caso será objecto de validación, reconhecimento ou isenção o módulo de projecto integrado, ao ter por objecto a integração dos conhecimentos, destrezas e capacidades específicas do campo profissional da especialidade de Ilustração através da realização de uma obra ou projecto ajeitada ao nível académico cursado.
1. Os ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração estrutúranse em cursos académicos e organizam-se em módulos formativos de duração variable dados no centro educativo mais a fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas.
2. Nos módulos de formação do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração dados nos centros manter-se-á uma relação numérica máxima de professorado/estudantado de 1/30 para as classes teóricas e teórico-práticas e de 1/15 nas classes práticas e oficinas. Para o módulo de projecto integrado contar-se-á com a titoría individualizada do professorado que dê docencia no ciclo formativo.
1. Os centros que dêem o ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração desenvolverão e completarão o currículo estabelecido neste decreto mediante a posta em prática do seu projecto educativo e a implementación de programações didácticas que tomem em consideração as características do contorno social e cultural, a integração transversal da perspectiva de género, as necessidades do estudantado, com especial atenção às de quem presente uma deficiência, e as possibilidades formativas do contorno.
3. Os/as professores/as desenvolverão a programação de sala de aulas de acordo com o currículo do ciclo e com o projecto educativo do centro docente, tendo em conta que a metodoloxía didáctica dos ensinos profissionais de artes plásticas e desenho integrará os aspectos artísticos, científicos, técnicos, tecnológicos e organizativos próprios deste ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, com o fim de que o estudantado atinja uma visão global dos processos e procedimentos próprios da ilustração.
4. Os projectos educativos dos centros completarão e desenvolverão os elementos necessários para garantir que o estudantado do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração atinja e desenvolva as competências incluídas no currículo em desenho para todas as pessoas».
1. A avaliação dos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração será contínua e terá em conta o progresso e a maturidade académica do estudantado em relação com os objectivos gerais e as competências profissionais próprias do ciclo formativo.
2. A avaliação levar-se-á a cabo de maneira diferenciada para cada módulo, tomando como referência os objectivos de cada um deles, expressados em termos de competências, capacidades e habilidades, e os seus respectivos critérios de avaliação estabelecidos neste decreto, completados e organizados pelas correspondentes equipas docentes e programados por os/as docentes que os dão. Em qualquer caso, a aplicação do processo de avaliação contínua do estudantado requererá da sua assistência regular às classes e actividades lectivas programadas.
4. Na avaliação da fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas colaborará o/a responsável pela formação de estudantado designado/a pelo centro de trabalho durante a estadia de o/a aluno/a nele. Os resultados desta avaliação expressar-se-ão em termos de «apto-a/não apto-a». Para a superação da fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas, o estudantado disporá de duas convocações.
6. A conselharia competente em matéria de educação estabelecerá as condições para a anulação da matrícula e para a renuncia à convocação de todos ou alguns dos módulos que integram o ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, incluída a fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas. A renúncia à convocação reflectirá nos documentos de avaliação com a expressão «renúncia».
7. A conselharia competente em matéria de educação estabelecerá os requisitos para a promoção de curso, e será precisa, em qualquer caso, a avaliação positiva em módulos cujo ónus lectivo some, ao menos, o 75 por 100 do primeiro curso.
9. A superação do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração requererá a avaliação positiva em todos os módulos que o integram e, assim mesmo, a qualificação de «apto/a» na fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas.
10. A qualificação média final do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração obter-se-á uma vez superados os módulos dados no centro educativo e a fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas, e consistirá na média aritmética das qualificações médias ponderadas dos diferentes módulos que o compõem, expressada com dois decimais. A qualificação média ponderada de cada módulo obter-se-á multiplicando o número de créditos que lhe corresponde ao módulo pela qualificação final obtida nele, e dividindo o resultado entre o número total de créditos cursados.
11. Para os efeitos do cálculo da qualificação média final do ciclo, não será computada a fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas, nem aqueles módulos que fossem objecto de validación e/ou isenção por correspondência com a prática laboral.
1. Quando um/uma aluno/a obtenha largo num centro da Comunidade Autónoma da Galiza com o fim de continuar os seus estudos no ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração regulado neste decreto, e iniciados num centro dependente de outra Administração educativa, o centro de destino solicitará ao centro de origem o expediente académico de o/a aluno/a. Recebido o expediente, a Administração educativa receptora procederá à correspondente adaptação dos módulos superados, com o fim de que o/a aluno/a se incorpore aos módulos e curso que lhe corresponda. Para estes efeitos, os módulos superados na sua totalidade e que, segundo o critério da dita Administração educativa, sejam similares em conteúdos e ónus lectivo aos estabelecidos neste decreto serão reconhecidos de modo automático como adaptados e, para outros casos, poder-se-á prever a superação dos complementos de formação que se considerem convenientes.
2. Os módulos adaptados figurarão no expediente de o/a aluno/a com a expressão «adaptado». Quando seja preciso fazer uma ponderación das qualificações, os módulos que figurem como «adaptados», computaranse com a qualificação do centro de origem.
1. Os documentos básicos de avaliação deste ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração são:
2. Toda a informação relativa ao processo de avaliação do estudantado recolher-se-á, de modo sintético, no expediente académico de o/a aluno/a. No supracitado expediente figurarão a identificação do centro e dados pessoal de o/a aluno/a, a modalidade de acesso ao ciclo, número e data da matrícula, os resultados da avaliação e, de ser o caso, as medidas de adaptação curricular e a qualificação média final do ciclo.
3. Os documentos básicos de avaliação farão constar em lugar preferente a presente norma que desenvolve o currículo do título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração no âmbito da Comunidade Autónoma galega.
5. A certificação académica pessoal tem valor acreditativo dos estudos realizados por o/a aluno/a e constitui o documento oficial básico que recolhe a referência normativa do plano de estudos, o curso académico, as qualificações obtidas com expressão da convocação (ordinária ou extraordinária), os módulos que fossem objecto de validación e/ou correspondência com a prática laboral e, se for o seu caso, as anulações de matrícula e/ou renúncia às convocações.
1. A conselharia competente em matéria de educação estabelecerá as medidas oportunas que garantam o cumprimento do estabelecido no Real decreto legislativo 1/2013, de 29 de novembro, pelo que se aprova o texto refundido da Lei geral de direitos das pessoas com deficiência e da sua inclusão social, com o fim de facilitar ao estudantado os meios e recursos que se precisem para aceder e cursar os ensinos deste ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração.
2. As programações didácticas que desenvolvam o currículo estabelecido neste decreto deverão ter em conta o princípio de desenho para todas as pessoas», incorporando às ditas programações as unidades didácticas que correspondam com a finalidade de que o estudantado atinja a sensibilidade e as competências relacionadas com este conceito e as aplique ao longo da sua aprendizagem e o seu labor profissional.
Com a finalidade de promover a formação ao longo da vida, os centros que dêem o ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração poderão organizar e desenvolver cursos de especialização vinculados aos ensinos deste, que deverão ser objecto de uma certificação acreditativa da formação adquirida em que se indique a superação do curso, o número de horas de duração e a sua equivalência em créditos ECTS. A dita certificação poderá ter, de ser o caso, valor acreditativo no Sistema nacional de qualificações e formação profissional que corresponda.
Os cursos de formação anteditos serão autorizados pela conselharia competente em matéria de educação, que estabelecerá, assim mesmo, as condições e procedimento para a sua autorização.
A autorização a centros privados para a impartición dos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração exixirá que desde o inicio do curso escolar se cumpram os requisitos de professorado, espaços, instalações, equipamentos e condições material regulados nele.
A conselharia competente em matéria de educação estabelecerá medidas de apoio ao professorado, especialmente na formação permanente e na investigação e inovação, para contribuir ao melhor desenvolvimento e aplicação do novo currículo do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração.
Ao abeiro do estabelecido na disposição transitoria primeira do Real decreto 303/2010, de 15 de março, e no artigo 3 e anexo II do Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro, a competência docente de os/as professores/as e mestres/as de oficina de artes plásticas e desenho para dar os módulos que integram este ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração será a que se indica no anexo II.
1. Fica derrogado o Decreto 93/2002, de 14 de fevereiro, pelo que se estabelece o currículo do ciclo formativo de grau superior de Artes Plásticas e Desenho de Ilustração, correspondente à família profissional de Desenho Gráfico, assim como o acesso ao dito ciclo formativo.
2. Ficam derrogadas quantas disposições de igual ou inferior rango se oponham ao disposto neste decreto.
Disposição transitoria única. Implantação dos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração
A conselharia competente em matéria de educação determinará o calendário e condições para a ordenada extinção do plano de estudos correspondente, garantindo a obtenção dos títulos dos ensinos que se extinguem, nas condições que oportunamente se estabeleçam, conforme o disposto na disposição transitoria segunda do Real decreto 1433/2012, de 11 de outubro.
Autoriza-se a pessoa titular da conselharia competente em matéria de educação para ditar as disposições necessárias para o desenvolvimento deste decreto no relativo à organização e matérias próprias do seu departamento.
Ratio professorado/ estudantado
3. Meios informáticos
4. Representação espacial aplicada
6. Debuxo aplicado à ilustração I
7. Técnicas de expressão gráfica I
8. Projectos de ilustração I
9. História da ilustração
11. Debuxo aplicado à ilustração II
12. Técnicas de expressão gráfica II
13. Produção gráfica industrial
14. Projectos de ilustração II
16. Formação e orientação laboral
* Para os efeitos do cómputo horário consideram-se 36 semanas para cada um dos dois cursos que dura o ciclo formativo.
* Ratio professorado/estudantado: está referido às classes teóricas e teórico-práticas, e às classes práticas e oficinas.
2º. Utilizar axeitadamente os elementos e as técnicas próprias da linguagem plástica e visual na representação gráfica de imagens.
6º. Exercer a capacidade de invenção e ideación e desenvolver a sensibilidade estética e criativa.
1º. Configuração do espaço bidimensional. Elementos formais, expresivos e simbólicos da linguagem plástica e visual.
4º. Fundamentos e teoria da luz e a cor.
Valorar-se-á a capacidade de o/a aluno/a para:
1º. Representar imagens de acordo com as técnicas e procedimentos gráficos mais ajeitados.
3º. Utilizar axeitadamente a metodoloxía e os diferentes materiais e técnicas do debuxo na representação gráfica de formas da realidade ou da própria inventiva.
4º. Explorar, com iniciativa e sensibilidade, as possibilidades expresivas do debuxo, da cor e a composição e utilizá-las de maneira criativa na realização de imagens.
6º. Valorar argumentadamente os aspectos formais, estéticos e simbólicos numa representação visual determinada.
3º. Interpretar os códigos significativos da imagem.
4º. Identificar e valorar a função expresiva da imagem no seu contexto.
1º. Identificar os elementos morfológicos e sintácticos de imagens dadas.
2º. Analisar imagens de acordo com os contidos expresivos da linguagem visual utilizada e o seu significado.
3º. Elaborar propostas de representação gráfica para os conceitos e princípios fundamental da percepção visual.
4º. Propor soluções gráficas ajeitadas a problemas de comunicação e valorá-las argumentadamente.
5º. Elaborar estratégias de comunicação visual para a transmissão de ideias e mensagens próprias ou asignadas e explicá-las argumentadamente.
1º. Analisar a evolução dos meios informáticos na sociedade actual e a presença das novas tecnologias na realização e edição de imagens.
3º. Compreender e aplicar os conceitos fundamentais da imagem digital vectorial e a imagem bitmap, o tratamento da tipografía digital, sistemas de cor e formatos ajeitados a cada necessidade.
1º. Evolução da informática e da internet. A sociedade da informação. Software livre.
5º. A imagem vectorial. Software de criação. A área de trabalho. Ferramentas de debuxo.
1º. Valorar argumentadamente a evolução tecnológica e a importância das novas tecnologias nos processos produtivos, industriais e artísticos e, especificamente, no exercício profissional do desenho gráfico nos seus diferentes âmbitos.
3º. Compreender e utilizar axeitadamente os diversos tipos de formatos gráficos para aplicações gráficas e multimédia e as diferentes possibilidades de organizar a informação.
4º. Preparar os formatos, resolução e tamanho para trabalhar em aplicações gráficas e multimédia.
7º. Escolher e utilizar axeitadamente os materiais e equipamentos informáticos no desenvolvimento do próprio trabalho tanto no processo criativo e proxectual como no de comunicação.
1º. Utilizar os métodos, procedimentos, convenções e técnicas gráficas próprias do debuxo técnico na procura e definição formal de ilustrações e na comunicação gráfica de ideias.
2º. Solucionar problemas de representação espacial de imagens tanto no contorno como da própria inventiva, utilizando o sistema de representação ajeitado.
3º. Resolver a mão alçada problemas de representação espacial em supostos práticos da especialidade.
4º. Conhecer os recursos do debuxo técnico utilizados em obras de arte gráfico e pictórico e analisá-los em relação com a linguagem artístico-plástica.
5º. Valorar o espaço bidimensional como elemento dinâmico e expresivo na representação gráfica.
6º. Valorar o debuxo técnico como ferramenta básica no estudo formal e estrutural da realidade sensível, na transmissão da informação e na ideación e materialización de imagens.
1º. Projecções ortogonais, oblicuas. Reversibilidade.
2º. Sistemas de projecção: diédrico, axonométrico, cónico.
3º. Sistema diédrico: alfabeto de elementos e planos de projecção. Paralelismo. Perpendicularidade. Figuras planas. Poliedros regulares. Secções. Interseccións.
5º. Sistema cónico. Perspectiva cónica. Noções fundamentais.
6º. Plano xeometral. Linha do horizonte, influência do horizonte na perspectiva. Plano inclinado.
7º. O círculo em perspectiva.
8º. Perspectiva das formas básicas. Cubo, cilindro, prisma, pirámide e cone.
9º. A iluminación em perspectiva cónica. Reflexos. Sombras. Rompimentos, efeito espelho, imagens múltiplas.
11º. O uso do espaço como elemento expresivo.
12º. Técnicas gráficas, procedimentos e materiais. Debuxo a mão alçada. Achegas das novas tecnologias.
1º. Definir graficamente formas da realidade e da própria inventiva utilizando com propriedade os sistemas de representação mais ajeitados.
2º. Utilizar com destreza e precisão os diferentes materiais e técnicas do debuxo técnico com especial atenção à qualidade dos acabamentos e à apresentação final.
3º. Debuxar a mão alçada com destreza e exactidão supostas de representação espacial próprios da especialidade.
4º. Explorar as possibilidades dinâmicas e expresivas do espaço e utilizá-las de maneira criativa na realização de ilustrações.
5º. Identificar e explicar os recursos do debuxo técnico empregados em obras da arte gráfica e pictórica utilizando axeitadamente o vocabulario próprio da disciplina.
6º. Apresentar correctamente os trabalhos adecuándoos às especificações formais, conceptuais e temporárias estabelecidas.
1º. Compreender e diferenciar as técnicas de gravado e estampación, identificar os procedimentos próprios de cada uma delas, a transferência da imagem nos processos de impressão, assim como os materiais, úteis, ferramentas e maquinaria que intervêm, o seu uso e manutenção.
2º. Valorar as técnicas de estampación como mas for de expressão artística e como possibilidade de geração de diferentes tipos de imagens e utilizar na criação de ilustrações.
3º. Explorar as possibilidades expresivas e artísticas das diferentes técnicas de gravado e utilizá-las como recurso técnico em supostos práticos da especialidade.
4º. Manter a oficina, os materiais, a maquinaria e as instalações, conforme aos requirimentos de segurança, higiene e protecção ambiental próprios da especialidade.
5º. Valorar a importância dos materiais e procedimentos não tóxicos e primar a sua utilização.
6º. Desenvolver a capacidade do desfruto estético, a sensibilidade e a inventiva e expresividade pessoais.
1º. O gravado como forma de expressão artística.
3º. Imprensas, úteis e materiais.
4º. O papel, as tintas, os suportes e os materiais do gravado e impressão.
5º. Materiais e procedimentos não tóxicos na prática das técnicas de estampación.
6º. Organização e manutenção da oficina. Recomendações básicas de segurança, higiene e protecção ambiental próprios da especialidade.
1º. Analisar e identificar razoadamente estampas de cada uma das técnicas de gravado e estampación.
2º. Propor imagens ajeitadas para uma técnica de gravado concreta.
3º. Utilizar com destreza as técnicas de gravado e estampación, levar a cabo correctamente a sequência de cada procedimento, identificar os problemas que surgem e solucioná-los em função da qualidade do produto gráfico final.
4º. Explorar com iniciativa as possibilidades técnicas e expresivas dos procedimentos e materiais não tóxicos das técnicas de estampación e utilizá-los de maneira criativa no contexto da especialidade.
5º. Atingir qualidade na impressão e estampación dos originais.
6º. Realizar correctamente os labores de manutenção e limpeza da oficina, assim como a posta a ponto da maquinaria, ferramentas e instalações que garantam o seu perfeito estado de conservação e funcionamento.
1º. Utilizar a metodoloxía e os diferentes materiais e técnicas do debuxo como ferramentas básicas para a análise de formas, a busca e definição formal de imagens e a comunicação gráfica de ideias.
2º. Representar graficamente as formas do contorno e as ideias.
3º. Representar e interpretar graficamente a figura humana e animal e a sua expresividade facial e corporal.
4º. Resolver mediante o debuxo questões e conceitos da forma, o volume, o espaço, a luz e o movimento referidos a supostos práticos da especialidade.
1º. O esboço da ideia. O caderno de apontes. A linha, o contorno, o traço sensível.
2º. O modelo estático e em movimento. O aponte do natural.
3º. Debuxo de retentiva e de cor.
4º. A representação da luz. O claroscuro. A luz na definição do volume. A iluminación. Luzes, sombras, transparências e reflexos. A atmosfera.
1º. Utilizar axeitadamente a metodoloxía e os diferentes materiais e técnicas do debuxo na representação gráfica de formas do contorno, ideias e conceitos.
2º. Saber representar formas, corpos e o movimento.
4º. Perceber e saber debuxar as formas e o seu contorno.
5º. Saber representar a figura humana atendendo às pautas estilísticas e comunicativas correspondentes.
1º. Diferenciar os procedimentos e saber utilizar as principais técnicas de expressão gráfica, assim como os seus úteis, ferramentas e materiais.
2º. Escolher e saber aplicar as técnicas gráficas mais ajeitadas às particularidades temáticas, estilísticas e comunicativas do encargo.
3º. Experimentar as possibilidades expresivas das diferentes técnicas em função das suas preferências estilísticas e artísticas e incorporar ao estilo pessoal.
1º. As técnicas e procedimentos de expressão gráfica. Utensilios, ferramentas, materiais.
2º. Técnicas gráficas secas, húmidas, mistas. Técnicas gorduras.
3º. Técnicas de impressão manuais. Texturas.
2º. Experimentar com as diferentes técnicas buscando aplicações mais pessoais e criativas.
3º. Empregar as diferentes técnicas gráficas, com qualidade artística e técnica, na realização de exercícios da especialidade.
4º. Escolher e aplicar, com destreza e pulcritude, a técnica mais ajeitada às particularidades do encargo.
1º. Propor e levar a cabo projectos de ilustração ajeitados à temática e especificações do encargo ou às próprias motivações e interesses artísticos e profissionais.
2º. Dominar a linguagem e os processos técnicos da representação e expressão gráfica e aplicá-los de maneira criativa em projectos de ilustração de diferentes âmbitos, géneros, temas e formatos.
3º. Buscar, escolher e utilizar a informação e a documentação gráfica necessária para a criação de ilustrações.
4º. Conhecer e levar a cabo as fases do processo de criação e realização de ilustrações ata a obtenção de um produto final de qualidade exixible a nível profissional.
5º. Explorar soluções gráficas criativas e inovadoras para resolver exercícios no contexto da especialidade.
1º. O projecto de ilustração. O processo de criação e realização do original. Etapas. Provas técnicas.
2º. O encargo profissional. O âmbito e o tema. Especificações do encargo, interpretação. Fontes e arquivos.
3º. A ilustração no âmbito científico-técnico: medicina, botânica, zooloxía, anatomía.
4º. A ilustração arquitectónica e escenográfica.
5º. A ilustração editorial nos seus diferentes géneros, temas, formatos e públicos. Criação de personagens, palcos e ambientacións.
1º. Realizar projectos de ilustração com qualidade técnica, artística e comunicativa, a partir de um encargo ou da própria ideia.
2º. Dominar a linguagem, os conceitos, as técnicas e os recursos da expressão gráfica e aplicá-los correctamente segundo a natureza do encargo.
3º. Compreender e levar a cabo as diferentes fases de criação e realização de ilustrações e solucionar axeitadamente os problemas técnicos, artísticos e comunicativos que possam apresentar-se.
4º. Utilizar axeitadamente a informação e a documentação escolhida e arquivala correctamente.
5º. Desenvolver e realizar projectos de ilustração ajeitados ao nível de qualidade e competitividade exixido profissionalmente.
6º. Apresentar correctamente os originais para a sua posterior reprodução.
7º. Utilizar com destreza as técnicas e tecnologias próprias da especialidade, as suas ferramentas e recursos, em função das especificações do projecto.
8º. Expressar-se com pautas de estilo próprias e ajeitadas às especificações do projecto.
9º. Ater nos projectos à normativa vinculada ao exercício profissional.
10º. Apresentar correctamente os projectos adecuándoos às especificações formais, conceptuais e temporárias estabelecidas.
1º. Compreender a linguagem e as particularidades da imagem gráfica em relação com outras formas de comunicação visual.
2º. Conhecer as origens e a evolução técnica e formal da imagem gráfica relacionando-a com outras manifestações da cultura visual.
3º. Compreender a evolução histórica, técnica e formal da ilustração e identificar os/as autores/as e obras mais representativos de cada momento.
4º. Analisar ilustrações na sua dimensão artística, comunicativa e expresiva.
5º. Identificar e valorar as principais realizações e autores/as de ilustrações na actualidade.
1º. Conceito e manifestações da comunicação gráfica. A ilustração, a fotografia e o cómic: linguagens e características próprias de cada meio.
2º. Manifestações e géneros na ilustração. A ilustração e a impressão em relação com o contexto histórico-artístico.
3º. Percurso pela evolução histórica, técnica e estética da ilustração. Obras e estilos mais significativos. Tendências e autores/as mais relevantes.
4º. A ilustração e os meios de comunicação. Aplicações tecnológicas.
5º. A actualidade da ilustração. Tendências e géneros. Autores/as e realizações mais significativas.
1º. Descrever as origens e evolução da imagem gráfica e as suas relações com o contexto histórico, social, cultural e temporário em que se produzissem.
2º. Identificar as manifestações e os estilos mais relevantes da ilustração, assim como o valor das achegas e inovações de os/as autores/as mais destacados/as.
3º. Identificar e contextualizar ilustrações assinalando os conceitos estéticos e técnicos próprios do momento histórico em que se produzem.
4º. Explicar razoadamente e exemplificar a influência da evolução técnica dos sistemas de reprodução gráfica nas características formais da imagem, utilizando axeitadamente os conceitos e terminologia da disciplina.
5º. Explicar a influência dos médios de comunicação audiovisual e as novas tecnologias da comunicação na linguagem da ilustração actual.
6º. Analisar ilustrações em função do conhecimento histórico, a inovação técnica e a sensibilidade estética e emitir uma valoração argumentada sobre as suas qualidades artísticas e comunicativas.
1º. Conhecer e dominar a técnica e a tecnologia fotográfica.
2º. Compreender a linguagem fotográfica, as suas dimensões e as suas particularidades.
3º. Utilizar a fotografia em projectos próprios no contexto da especialidade.
4º. Saber gerir imagens fotográficas ajeitadas a projectos de cómic.
1º. A linguagem fotográfica, dimensões, finalidades, particularidades.
3º. A tomada fotográfica. Condicionantes técnicos, ambientais, estéticos. Representação do espaço e o tempo.
5º. A cor na fotografia.
6º. Gestão de arquivos fotográficos. Edição e selecção de fotografias.
7º. Processado e manipulação de imagens.
8º. Tratamento formal e expresivo da fotografia no âmbito da especialidade.
9º. Os âmbitos fotográficos.
1º. Utilizar com destreza os equipamentos e as técnicas próprias do meio fotográfico.
2º. Compreender os mecanismos teórico-expresivos do meio fotográfico e utilizar com uma finalidade comunicativa.
3º. Integrar a fotografia na realização de projectos de ilustração bem seja como ferramenta de criação ou como recurso expresivo e comunicativo.
4º. Valorar argumentadamente a produção fotográfica própria ou alheia utilizando critérios técnicos, artísticos e comunicativos.
1º. Aplicar os conhecimentos da disciplina na resolução gráfica de ilustrações.
2º. Analisar e valorar a capacidade expresiva do traço e incorporá-la no próprio trabalho.
3º. Desenvolver pautas de estilo pessoais.
4º. Propor e levar a cabo soluções gráficas criativas para o desenvolvimento de supostos práticos da especialidade.
5º. Identificar os recursos expresivos de pintores/as, debuxantes e ilustradores/as significativos/as e valorar criticamente as suas criações à luz dos conhecimentos achegados pela matéria e o próprio gosto.
1º. A forma e o espaço. Composição e estrutura. O espaço compositivo. Espaço físico e perceptual. A expresividade na ordenação do espaço. Estratégias compositivas. Narratividade.
2º. Representação de espaços e formas complexas. A paisagem natural e urbana. O debuxo arquitectónico. Distorsións.
3º. Anatomía humana e figura animal. Expressão facial e corporal. Distorsións.
5º. Interpretação da forma. O estilo. Traços pessoais de o/a ilustrador/a e busca do próprio estilo.
1º. Utilizar axeitadamente os métodos e as possibilidades plásticas e expresivas da composição e organização do espaço, atendendo a critérios estéticos e narrativos.
2º. Realizar debuxos de retentiva e de cor com fidelidade às características formais e estruturais do representado.
3º. Explorar e utilizar pautas de estilo próprias no debuxo.
4º. Adecuar o debuxo e as estratégias compositivas à intencionalidade estilística e temática do encargo.
5º. Identificar a técnica e o conceito do debuxo em criadores/as de diferentes épocas e estilos e emitir uma crítica argumentada sobre a sua obra.
1º. Analisar e reconhecer as técnicas e estilos de ilustradores/as significativos/as de diferentes épocas e valorar as suas possibilidades de aplicação criativa ao próprio estilo.
2º. Desenvolver a capacidade de comunicação gráfica, a criatividade e expresividade pessoais.
3º. Valorar o relevo da actualização e formação permanente de o/a ilustrador/a na competitividade profissional, e a importância que tem no exercício profissional a qualidade dos utensilios e materiais, a sua conservação e manutenção, e a organização do lugar de trabalho.
1º. Técnicas digitais.
2º. As técnicas gráficas na ilustração de diferentes épocas. Aplicações práticas e criativas na actualidade.
3º. O estudio de o/a ilustrador/a. Equipamento, organização. Técnicas e métodos de arquivamento da documentação.
3º. Utilizar correctamente os utensilios e materiais próprios das técnicas gráficas, assim como manter o equipamento e o lugar de trabalho em condições idóneas.
4º. Arquivar axeitadamente a documentação técnica e visual.
5º. Apresentar correctamente os trabalhos adecuándoos às especificações formais, conceptuais e temporárias estabelecidas.
1º. Analisar e diferenciar os diferentes tipos de originais considerando os processos e factores que intervêm na reprodução.
3º. Compreender e valorar as variables de uma tirada de impressão.
4º. Definir e diferenciar os diferentes tipos de impressão industrial e as suas particularidades.
5º. Interpretar as características de projectos gráficos, eleger o sistema de impressão mais ajeitado e preparar originais e arquivos para a sua posterior reprodução.
6º. Saber eleger os suportes gráficos idóneos para um projecto determinado.
7º. Optimizar os elementos que intervêm na fase de reprodução de um projecto gráfico.
8º. Valorar a presença das novas tecnologias na produção gráfica industrial.
1º. Tipos de originais. Características. Cor. Directos. Cuadricromía.
2º. Preparação de arquivos para a imprenta. Formatos e configurações.
3º. Suportes de impressão.
4º. Sistemas de impressão. Técnicas, procedimentos, materiais e equipamentos. Originais gráficos idóneos em cada sistema de impressão.
6º. Realização de orçamentos. Optimização de recursos.
7º. As novas tecnologias nos processos de reprodução e impressão industriais.
1º. Levar a cabo os processos ajeitados para fazer possível a reprodução do original gráfico.
2º. Analisar e diferenciar originais, a preparação, a reprodução e os resultados utilizando axeitadamente o vocabulario técnico da disciplina.
3º. Diferenciar técnicas, procedimentos, materiais e instrumentos correspondentes aos sistemas de impressão industrial.
4º. Preparar originais e configurar correctamente arquivos para a imprenta.
5º. Reconhecer os diferentes tipos de originais e escolher o sistema de impressão mais ajeitado.
6º. Eleger argumentadamente o suporte de impressão mais ajeitado a um projecto gráfico.
7º. Gerir de forma correcta e eficiente os elementos que intervêm na reprodução e impressão de um projecto gráfico.
8º. Analisar e valorar os âmbitos de actuação e a influência das novas tecnologias na indústria gráfica.
1º. Aplicar as normas de apresentação de originais para a sua posterior reprodução.
2º. Dominar as técnicas e tecnologias necessárias para o desenvolvimento de projectos de ilustração de qualidade artística e comunicativa.
3º. Valorar a realização de ilustrações como uma oportunidade de experimentación, criatividade, comunicação e expressão artística pessoal.
4º. Emitir críticas argumentadas a respeito do próprio trabalho e aos resultados obtidos, assim como valorar razoadamente as realizações alheias.
1º. A ilustração publicitária e informativa.
2º. A ilustração tridimensional.
3º. O original. A apresentação da obra original. Pautas e normas para a sua reprodução.
4º. O portafolios profissional.
2º. Realizar o projecto levando a cabo todas as etapas e controlos de qualidade correspondente.
1º. A criação e a realização do projecto de ilustração. Metodoloxía. Etapas. Especificações. Condicionantes. Documentação gráfica.
2º. Materialización do projecto de ilustração ata a obtenção do produto acabado. Verificação do controlo de qualidade nas diferentes etapas.
2º. Utilizar uma metodoloxía proxectual ajeitada aos condicionantes e especificações do encargo.
3º. Realizar o controlo de qualidade do projecto nos seus aspectos formais, expresivos, técnicos, tecnológicos e funcionais.
4º. Apresentar axeitadamente o projecto e emitir uma valoração pessoal técnica, artística e funcional utilizando correctamente os conceitos e a terminologia do seu âmbito profissional.
2º. Conhecer os requisitos e condicionantes legais para organizar e gerir uma pequena ou mediana empresa, considerando os factores de produção, jurídicos, mercantis e sócio-laborais.
3º. Identificar as diferentes vias de acesso ao comprado de trabalho e à formação permanente, assim como conhecer os organismos institucionais, nacionais e comunitários dedicados a estes fins.
4º. Compreender e aplicar as normas sobre segurança e higiene laboral e desenvolver sensibilidade para protecção do ambiente, como factores determinantes da qualidade de vida.
1º. O marco jurídico das relações laborais: Estatuto dos trabalhadores e regulações específicos. Prestações da Segurança social e desemprego.
9º. Medidas de segurança e higiene no trabalho aplicables na profissão.
8º. Valorar as medidas estabelecidas pela legislação para a conciliación da vida laboral e familiar, e para a igualdade efectiva de homens e mulheres.
1º. Completar a formação académica do estudantado mediante a integração nas rutinas diárias de trabalho de uma empresa, agência, editorial ou estudio de ilustração e a realização das funções profissionais correspondentes ao seu nível formativo.
2º. Facilitar a tomada de contacto do estudantado com o mundo do trabalho e a incorporação ao sistema de relações sociais, laborais e técnicas da empresa.
3º. Contrastar os conhecimentos, formação e capacitação atingidas no centro educativo com a realidade empresarial e laboral do sector da ilustração.
6º. Participar de modo activo nas fases do processo de produção e edição audiovisual baixo as orientações de o/a titor/a ou coordenador/a correspondente.
2. O seguimento e avaliação da fase de formação prática em empresas, estudios e oficinas corresponder-lhe-á a o/à titor/a de práticas designado/a pelo centro educativo, quem tomará em consideração o grau de cumprimento dos objectivos e a valoração que realize a empresa, estudio ou oficina.
Competência docente de os/as funcionários/as pertencentes aos corpos de professores/as e mestres/as de oficina de artes plásticas e desenho para impartición dos módulos correspondentes aos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, da família profissional artística de Comunicação Gráfica e Audiovisual regulado neste decreto.
Professores/as de Artes Plásticas e Desenho
12. Produção gráfica industrial
13. Projectos de ilustração II
14. Projecto integrado
15. Formação e orientação laboral
Relação de módulos dos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, regulado neste decreto, que se validarán com módulos de ciclos formativos de grau superior da família profissional artística de Comunicação Gráfica e Audiovisual.
Módulos superados em ciclos formativos de grau superior
Técnicas de expressão gráfica (ciclos formativos de grau superior Cómic e Gráfica Impressa)
Produção gráfica industrial (ciclos formativos de grau superior Cómic e Gráfica Impressa)
Produção gráfica industrial
Representação espacial aplicada (Ciclo formativo de grau superior Cómic)
Representação espacial aplicada
Relação de módulos dos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, regulado neste decreto, que se validarán por módulos superados em ciclos formativos de grau superior da família profissional de Desenho Gráfico, cursados segundo planos de estudos estabelecidos ao abeiro do Real decreto 1456/1995, de 1 de setembro.
Módulos formativos superados em ciclos formativos de grau superior (Real decreto 1456/1995, de 1 de setembro)
Expressão plástica (Ciclo formativo de grau superior Fotografia Artística)
Teoria da imagem publicitária (Ciclo formativo de grau superior Gráfica Publicitária)
Meios informáticos (Ciclo formativo de grau superior Gráfica Publicitária)
Expressão plástica: Fotografia (Ciclo formativo de grau superior Gráfica Publicitária)
Técnica fotográfica (Ciclo formativo de grau superior Fotografia Artística)
Fotografia artística (Ciclo formativo de grau superior Fotografia Artística)
Técnicas gráficas industriais (Ciclo formativo de grau superior Gráfica Publicitária)
Relação de módulos dos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, regulado neste decreto, que poderão ser objecto de isenção pela sua correspondência com a prática laboral.
– Produção gráfica industrial.
Relação de módulos correspondentes aos ensinos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, regulado neste decreto, que se reconhecerão por módulos, do ciclo formativo de grau superior de Ilustração cursados e superados em planos de estudos estabelecidos ao abeiro do Real decreto 1456/1995, de 1 de setembro.
Módulos superados no ciclo formativo de grau superior de Ilustração (Real decreto 1456/1995, de 1 de setembro)
Técnicas de expressão gráfica I
Técnicas de expressão gráfica II
História da imagem gráfica
Relação de módulos do ciclo formativo de grau superior correspondente ao título de técnico superior de Artes Plásticas e Desenho em Ilustração, regulado neste decreto, que se considerarão superados mediante adaptação curricular, pela superação de módulos cursados e superados segundo o currículo estabelecido pelo Real decreto 340/1998, de 6 de março, ou pelo Decreto 93/2002, de 14 de fevereiro.
Módulos cursados segundo o Real decreto 340/1998, de 6 de março, ou o Decreto 93/2002, de 14 de fevereiro
Módulos do ciclo formativo de grau superior de Ilustração que se considerarão superados por adaptação curricular
Debuxo aplicado à ilustração I
Debuxo aplicado à ilustração II
Sistemas de representação espacial

References: artigo 31
 artigo 27
 artigo 81
 artigo 149
 artigo 6
 artigo 6
 artigo 13
 artigo 34

Artigo 3

Artigo 10

Artigo 12
 artigo 52
 artigo 14

Artigo 14
 artigo 52
 artigo 12
 artigo 12
 artigo 14
 artigo 13
 artigo 15
 artigo 22
 artigo 6

Artigo 18
 artigo 24
 artigo 13
 artigo 3