Source: http://docplayer.com.br/1006075-O-quadro-nacional-de-qualificacoes-e-a-sua-articulacao-com-o-quadro-europeu-de-qualificacoes.html
Timestamp: 2017-07-23 23:35:31+00:00

Document:
O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações - PDF
Download "O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações"
Maria de Begonha Sabina Ávila Raminhos
1 O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações CENFIC 13 de Novembro de 2009 Elsa Caramujo Agência Nacional para a Qualificação 12 Quadro Europeu de Qualificações para a Aprendizagem ao Longo da Vida Dois grandes objectivos: -Promover a mobilidade dos cidadãos entre países -Facilitar a Aprendizagem ao Longo da Vida (ALV) Desde 2000, com o Conselho Europeu de Lisboa que se consagrou a importância da transparência das qualificações Os relatórios da Comissão e do Conselho de 2004 a 2006 reforçam a necessidade de se instituir um Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) Proposta para o QEQ lançada em Setembro de 2006 pela Comissão Europeia Adopção da Recomendação do Parlamento Europeu e do Conselho em 23 de Abril de 2008 relativa à instituição do QEQ para a ALV European Qualifications Framework 23 Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) Quadro europeu de referência comum que permite fazer corresponder os sistemas de qualificações de vários países Funciona como um dispositivo de tradução/comparação dos níveis de qualificação de diferentes países Enquadra todas as vias de aprendizagem: formais, informais e não formais Visa tornar as qualificações mais claras e compreensíveis entre diferentes sistemas e promover a mobilidade dos aprendentes e trabalhadores 34 Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) Níveis de Qualificação País X QEQ Qualificação A Qualificação B Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5 Nível 6 Nível 7 Nível 8 45 Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) Utiliza os resultados de aprendizagem como ponto de referência comum (Knowledge, Skills, Competence) Contempla 8 níveis de qualificação, cada um definido por um conjunto de indicadores que especificam os resultados de aprendizagem correspondentes às qualificações nesse nível, em qualquer sistema de qualificações Resultados de aprendizagem (learning outcomes) O que o aprendente conhece, compreende e é capaz de fazer aquando da conclusão de um processo de aprendizagem, descrito em termos de conhecimentos, aptidões e competência (Knowledge, skills and competence) (Recomendação do Parlamento Europeu e do Conselho para a implementação do QEQ, Abril 2008) 56 Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) Resultados de Aprendizagem (Learning Outcomes) Conhecimentos (Knowledge) Resultado da assimilação da informação através do processo de aprendizagem. Constituem o acervo de factos, princípios, teorias e práticas relacionado com o domínio de estudos ou actividade profissional. O QEQ define os conhecimentos como teóricos e/ou factuais. Aptidões (Skills) Capacidade de aplicar o conhecimento e utilizar os recursos adquiridos para concluir tarefas e solucionar problemas. O QEQ descreve as Aptidões como cognitivas (incluindo a utilização de pensamento lógico, intuitivo e criativo) e práticas (implicando destreza manual e o recurso a métodos, materiais, ferramentas e instrumentos). Competência (Competence) O QEQ descreve a competência em termos de responsabilidade e autonomia. 67 Níveis de qualificação Nível 1 Nível 2 Conhecimentos (K) Conhecimentos gerais básicos Indicadores de definição dos níveis Aptidões (S) Aptidões básicas necessárias à realização de tarefas simples Competência (C) Trabalhar ou estudar sob supervisão directa num contexto estruturado Nível 3 Conhecimentos de factos, princípios, processos e conceitos gerais numa área de estudo ou de trabalho Uma gama de aptidões cognitivas e práticas necessárias para a realização de tarefas e a resolução de problemas através da selecção e aplicação de métodos, instrumentos, materiais e informações básicas Assumir responsabilidades para executar tarefas numa área de estudo ou de trabalho Adaptar o seu comportamento às circunstâncias para fins da resolução de problemas Nível 4 Nível 5 Conhecimentos abrangentes, especializados, factuais e teóricos numa determinada área de estudos ou de trabalho e consciência dos limites desses conhecimentos Uma gama abrangente de aptidões cognitivas e práticas necessárias para conceber soluções criativas para problemas abstractos Gerir e supervisionar em contextos de estudo ou de trabalho sujeitos a alterações imprevisíveis Rever e desenvolver o seu desempenho e o de terceiros Nível 6 Nível 7 Conhecimentos altamente especializados, alguns dos quais se encontram na vanguarda do conhecimento numa determinada área de estudo ou de trabalho, que sustentam a capacidade de reflexão original e/ou investigação Consciência crítica das questões relativas aos conhecimentos numa área e nas interligações entre várias áreas Aptidões especializadas para a resolução de problemas em matéria de investigação e/ou inovação, para desenvolver novos conhecimentos e procedimentos e integrar os conhecimentos de diferentes áreas Gerir e transformar contextos de estudo ou de trabalho complexos, imprevisíveis e que exigem abordagens estratégicas novas Assumir responsabilidades por forma a contribuir para os conhecimentos e as práticas profissionais e/ou para rever o desempenho estratégico de equipas 7 Nível 88 Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) A Recomendação do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à instituição do QEQ para a aprendizagem ao longo da vida propõe aos Estados-Membros que Correlacionem os seus SNQ com o QEQ até 2010, através de uma remissão transparente dos seus níveis de qualificações para os níveis do QEQ e, se for caso disso, do desenvolvimento de Quadros Nacionais de Qualificações Adoptem medidas, de modo a que, até 2012, todos os novos certificados de qualificações e, diplomas e documentos Europass, emitidos pelas entidades competentes, contenham uma referência clara ao nível adequado do QEQ Recorram a uma abordagem baseada nos resultados de aprendizagem para definir e descrever qualificações e promovam a validação da aprendizagem não formal e informal Designem Pontos de Coordenação Nacional para apoiar e orientar a referenciação dos sistemas nacionais de qualificações e o QEQ (..) 89 Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) Em curso O desenvolvimento generalizado de Quadros Nacionais de Qualificações Apoio à implementação do QEQ (papel de facilitador) Influência crescente como instrumentos dos processos de reforma dos sistemas nacionais de qualificações Mudança de paradigma dos SNQ para uma abordagem centrada nos resultados de aprendizagem Alteração gradual Maior transparência e consistência requisitos comuns para os mesmos níveis O desenvolvimento dos processos de referenciação dos níveis de qualificação nacionais aos níveis do QEQ Irlanda, Malta, Reino Unido 910 Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) Em discussão Definição de critérios comuns para a garantia da qualidade dos processos de referenciação das qualificações nacionais aos níveis do QEQ (transparência e clareza de critérios) Confiança mútua entre sistemas (mutual trust) A relação do QEQ com as qualificações de âmbito sectorial (sector and company based qualifications) A relação do QEQ com a Directiva 2005/36/CE relativa ao reconhecimento das qualificações Definição de uma estratégia de comunicação no âmbito da implementação do QEQ nos Estados-membros - construção de uma plataforma virtual 1011 O Quadro Nacional de Qualificações O Conceito Quadro Nacional de Qualificações Instrumento concebido para a classificação de qualificações segundo um conjunto de critérios para a obtenção de níveis específicos de aprendizagem (Recomendação do Parlamento Europeu e do Conselho para a implementação do QEQ, Abril 2008) 1112 O Quadro Nacional de Qualificações Objectivos (Portaria nº728/2009, de 23 de Julho) Integrar e articular as qualificações obtidas no âmbito dos diferentes subsistemas de educação e formação, num quadro único Melhorar a transparência e a comparabilidade das qualificações (entre subsistemas de educação e formação e entre estes e o mercado de trabalho) Definir referenciais para os resultados de aprendizagem associados aos diferentes níveis de qualificação Correlacionar as qualificações nacionais com o Quadro Europeu de Qualificações 1213 O Quadro Nacional de Qualificações Abrange: os ensinos básico, secundário e superior, a formação profissional e os processos de reconhecimento, validação e certificação de competências obtidas por vias não formais e informais desenvolvidos no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações Estrutura-se: em 8 níveis definidos em função de 3 descritores que especificam os resultados de aprendizagem: Conhecimentos, Aptidões e Atitudes Entrará em vigor: A partir de 1 de Outubro de14 O Quadro Nacional de Qualificações Níveis Qualificações 1 2.º ciclo do ensino básico º ciclo do ensino básico obtido no ensino básico ou por percursos de dupla certificação Ensino secundário vocacionado para prosseguimento de estudos de nível superior Ensino secundário obtido por percursos de dupla certificação ou ensino secundário vocacionado para prosseguimento de estudos de nível superior acrescido de estágio profissional - mínimo de 6 meses Qualificação de nível pós-secundária não superior com créditos para prosseguimento de estudos de nível superior 6 Licenciatura 7 Mestrado 8 Doutoramento 1415 O Quadro Nacional de Qualificações Os passos seguintes Processo de referenciação dos níveis do QNQ aos níveis do QEQ Aplicação dos critérios e procedimentos para referenciação definidos pela Grupo Consultivo para a implementação do QEQ Especificação dos descritores do QNQ Envolvimento de especialistas internacionais Envolvimento dos principais stakeholders nacionais Acções de divulgação/ informação ANQ é o Ponto de Coordenação Nacional do QEQ 1516 O Quadro Nacional de Qualificações Os passos seguintes Redefinição das qualificações nacionais numa lógica de competências/ resultados de aprendizagem Mais legibilidade: Maior clareza das qualificações em termos da articulação entre as competências necessárias, os níveis de certificação e os conteúdos de formação fundamentais Mais valor: Maior capacidade para ajustar, de forma progressiva, os referenciais às necessidades de empregabilidade, de adaptabilidade e de ALV Mais qualidade: Maior focalização nos resultados esperados, ou seja, nas competências exigidas e nos critérios e condições de evidência/ avaliação dessas competências e menos nos processos 1617 Em síntese O Quadro Europeu de Qualificações Quadro europeu comum de referência para níveis de qualificações O Quadro Nacional de Qualificações Classifica as qualificações nacionais por níveis em função de requisitos associados a descritores de resultados de aprendizagem O Catálogo Nacional de Qualificações Define qualificações nacionais (de dupla certificação) por saída profissional 1718 Em síntese O Catálogo Nacional de Qualificações O Quadro Nacional de Qualificações Instrumentos do Sistema Nacional de Qualificações O Quadro Europeu de Qualificações Instrumento Europeu de comparação de Qualificações 1819 Obrigada! 19 Documentos relacionados
Componente atitudes no âmbito do Quadro Nacional de Qualificações e do Catálogo Nacional de Qualificações Évora, 4 de Maio de 2011 Comando de Instrução e Doutrina Sandra Lameira Agência Nacional para a Leia mais Quadro Europeu de Qualificações para a aprendizagem ao longo da vida (QEQ)
Quadro Europeu de Qualificações Quadro Europeu de Qualificações para a aprendizagem ao longo da vida (QEQ) Europe direct é um serviço que o ajuda a encontrar respostas às suas perguntas sobre a União Europeia Leia mais Boas práticas. Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário
Jornadas de Formação Profissional Boas práticas Região Autónoma da Madeira Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário (Decreto lei nº 357/2007 de 29 de Outubro) Os melhores RUMOS para os Cidadãos Leia mais Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ
NOTA TÉCNICA N.º 3 TEMA: Formação Profissional de SST Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ Formação para Técnico Superior de Segurança no Trabalho, Níveis 6 a 8 Leia mais COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Aplicar o programa comunitário de Lisboa. Proposta de RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 5.9.2006 COM(2006) 479 final 2006/0163 (COD) Aplicar o programa comunitário de Lisboa Proposta de RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativa Leia mais GUIA INTERPRETATIVO DO QUADRO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES
GUIA INTERPRETATIVO DO QUADRO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES FICHA TÉCNICA Título Guia Interpretativo do Quadro Nacional de Qualificações Editor Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, IP Leia mais REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI
REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI O presente Regulamento visa dar cumprimento ao estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 43/2014, de Leia mais Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais. do Instituto Superior de Ciências Educativas
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Superior de Ciências Educativas O presente regulamento visa aplicar o regime estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março, Leia mais CONTEXTO: Avanços importantes: - Planificação anual conjunta das actividades do sector; -Relatório anual comum de actividades integradas.
PLANO ESTRATÉGICO INTEGRADO DE ENSINO TÉCNICO, PROFISSIONAL E EMPREGO CONTEXTO: O Governo de Cabo Verde (CV) começou a trabalhar ao longo desta última legislatura na integração dos sectores da formação Leia mais Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)
20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA Leia mais Quadro jurídico no sistema educativo português
I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto Leia mais ECVET. Índice. Relatório do Processo de Consulta Pública Nacional Portugal 2/31. Sistema Europeu de Créditos para a Educação e Formação Profissional
Relatório do Processo de Portugal ECVET para a Educação e Formação Profissional Relatório do Processo de ~ Portugal ~ ECVET Março 2007 1/31 Relatório do Processo de Portugal Índice 1. Sinopse/ Sumário Leia mais PARECER n.º 08 / 2011
ASSUNTO: PARECER n.º 08 / 2011 FUNDAMENTAÇÃO PARA A FORMULAÇÃO DOS PROGRAMAS FORMATIVOS Entende o Conselho de Enfermagem clarificar, no sentido da harmonização e do suporte ao trabalho de diversos grupos, Leia mais Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais. do Instituto Superior de Ciências Educativas
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Superior de Ciências Educativas O presente regulamento visa aplicar o regime estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março, Leia mais PERFIL DO JOVEM EMPREENDEDOR
DESCRIÇÃO DOS MÓDULOS E UNIDADES DE PERFIL DO JOVEM EMPREENDEDOR UNIDADES FUNDAMENTAIS QEQ NÍVEL QNQ parceiros HORAS DE PONTOS ECVET UNIDADES GENÉRICAS NÍVEL QEQ QNQ HORAS DE APRENDIZAG EM PONTOS ECVET Leia mais Nota metodológica de apoio ao desenho de qualificações no âmbito da candidatura aos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP)
Nota metodológica de apoio ao desenho de qualificações no âmbito da candidatura aos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P (ANQEP, Leia mais Seminário Garantia da qualidade na Educação e Formação Profissional Abril de 2015
Seminário Garantia da qualidade na Educação e Formação Profissional Abril de 2015 Garantia da qualidade nas modalidades de dupla certificação: um guião para operadores de Educação e Formação Profissional Leia mais Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ
NOTA TÉCNICA N.º 3 TEMA: Formação Profissional de SST Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ Formação para Técnico Superior de Segurança no Trabalho, Níveis 6 a 8 Leia mais ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000
ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica Leia mais GLOSSÁRIO DE TERMOS - CHAVE
QUADRO EUROPEU DE REFERÊNCIA DAS QUALIFICAÇÕES PARA A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA Processo de Consulta Nacional GLOSSÁRIO DE TERMOS - CHAVE Este glossário de termos-chave tem como base o trabalho relativo Leia mais (2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:
Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de Leia mais Qualificação Profissional e Organização da Profissão
XVIII CONGRESSO A Engenharia no Século XXI Qualificação, Inovação e Empreendedorismo Aveiro, 4-6 Novembro de 2010 Qualificação Profissional e Organização da Profissão JOSÉ MANUEL PEREIRA VIEIRA Sumário Leia mais Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais O Conselho Técnico-Científico do ISCE Douro, na sua reunião de 6 de maio de 2015, deliberou, por unanimidade, assumir que todos os regulamentos Leia mais Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social ACORDO PARA A REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL
ACORDO PARA A REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL 14 de Março de 2007 Considerando os Parceiros Sociais e o Governo que: 1. A aposta estratégica na qualificação da população portuguesa é opção central para Leia mais Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva
Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se Leia mais Standards Profissionais Relatório de Síntese
SmartFarmer Improving skills for Smartfarming as an innovative tool for rural development and economic growth Melhorar as competências para Smartfarming uma ferramenta inovadora para o crescimento económico Leia mais MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA EDUCAÇÃO
Diário da República, 1.ª série N.º 97 19 de Maio de 2011 2805 desde 1 de Janeiro de 2010, no Malawi, desde 1 de Abril de 2010, no Mali, desde 1 de Dezembro de 2010, em Malta, desde 1 de Março de 2010, Leia mais ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES. REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. I - Objecto
ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos I - Objecto O presente regulamento define a organização, desenvolvimento e acompanhamento dos Cursos de Educação Leia mais INOVAÇÃO E SOLUÇÃO INTEGRADA
INOVAÇÃO E SOLUÇÃO INTEGRADA A Formação no ISQ A actividade de Formação do ISQ tem sido uma forte aposta enquanto factor determinante para o desenvolvimento e melhoria de desempenho dos sectores tecnológicos Leia mais III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES. Sessão de Abertura
III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES Sessão de Abertura A regulação e supervisão da actividade seguradora e de fundos de pensões Balanço, objectivos e estratégias futuras É com Leia mais REGULAMENTO CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) CURSOS DE FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS (FMC)
REGULAMENTO CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) CURSOS DE FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS (FMC) Legislação de Referência: Despacho n.º 334/2012, de 11 de janeiro Portaria n.º 283/2011, de 24 Leia mais Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.
Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de Leia mais POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA
HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo Leia mais O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006
O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O relatório de avaliação do sistema de ensino superior em Portugal preparado pela equipa internacional Leia mais Competitividade, economia e sociedade Valorização das Pessoas e qualificação profissional
Competitividade, economia e sociedade Valorização das Pessoas e qualificação profissional Ângelo Sarmento, Membro do Conselho de Administração da EDP Distribuição Lisboa, Junho de 2015 EDP Distribuição: Leia mais Tipologia de Intervenção 6.4
Documento Enquadrador Tipologia de Intervenção 6.4 Qualidade dos Serviços e Organizações Acções de consultoria inseridas no processo que visa conferir uma certificação de qualidade às organizações que Leia mais Orientação Metodológica nº 1. 07/outubro/2015
Implementação de Sistemas de Garantia da Qualidade em linha com o Quadro de Referência Europeu de Garantia da Qualidade para a Educação e Formação Profissionais (Quadro EQAVET) Orientação Metodológica Leia mais GARANTIAS DA ACREDITAÇÃO DOS CURSOS PARA OS AGENTES ECONÓMICOS Sérgio Machado dos Santos A3ES
PATROCINADORES OURO Lisboa 28 e 29 Junho 2011 Museu do Oriente GARANTIAS DA ACREDITAÇÃO DOS CURSOS PARA OS AGENTES ECONÓMICOS Sérgio Machado dos Santos A3ES Avaliação e Acreditação: processos em convergência Leia mais Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Estrutura, competências e objetivos
Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Estrutura, competências e objetivos Maria João Alves Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional 24 de novembro de 2014 I SIMPÓSIO Leia mais Formação em SAA Que futuro?
Formação em SAA Que futuro? Vitor Barrigão Gonçalves Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança vg@ipb.pt Gab. 2.46 Tel. 273330649 http://www.vgportal.ipb.pt http://virtual.ipb.pt Sumário: Leia mais QUADRO RESUMO INCENTIVOS Á CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO
Medida Contratação via Reembolso TSU Portaria nº 204-A/2013 de 18 de Junho Estágio Emprego Portaria nº 204-B/2013 de 18 de Junho Jovens idades 18-30 anos Adultos idade = ou > 45 anos Adultos idades 31 Leia mais REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA
Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas Leia mais Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos
Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Introdução A educação desempenha um papel essencial na promoção dos valores fundamentais Leia mais Universidade de Coimbra. Grupo de Missão. para o. Espaço Europeu do Ensino Superior. Glossário
Universidade de Coimbra Grupo de Missão para o Espaço Europeu do Ensino Superior Glossário ACÇÃO CENTRALIZADA Procedimentos de candidatura em que a selecção e contratação são geridas pela Comissão. Regra Leia mais PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)
PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa.... Leia mais a escola e o mundo do trabalho XVII colóquio afirse secção portuguesa
. INÁCIO, Maria Joana SALEMA, Maria Helena Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa RESUMO Aprender a aprender constitui-se como uma das competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida, Leia mais Módulo. Sistema, Contextos e Perfil
Módulo 1Formador: O Formador deve planear, animar e avaliar. Índice Sub-Módulo: 1.1. Formador: Contexto de Intervenção 9 Objetivos Gerais 11 Introdução 13 Objetivos Específicos 15 Políticas Europeias e Leia mais COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as Leia mais MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL. Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9165. Artigo 8.º
Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9165 e) Assegurar a elaboração dos relatórios de investigação, de acordo com os princípios estabelecidos na legislação comunitária e nacional. Leia mais ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA
ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 ÍNDICE Introdução 2 1. Objecto 2 2. Destinatários 2 3. Percursos Formativos 3 4. Organização Leia mais Mário M. Freire Departamento de Informática Universidade da Beira Interior 2008/2009
Competências a Adquirir Durante o Terceiro Ciclo de Estudos em Informática/Engenharia Informática Versus Competências a Adquirir Nesta Unidade Curricular Mário M. Freire Departamento de Informática Universidade Leia mais Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio:
Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Mudança de paradigma energético em Portugal, com um implícito Desenvolvimento Sustentável suportado no seu crescimento económico, justiça Leia mais - BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda
- BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda 1 BOAS PRÁTICAS Diagnóstico inicial de avaliação das necessidades formativas. Desenvolvimento de programas e conteúdos de acordo com as reais necessidades Leia mais COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.12.2008 COM(2008) 819 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Plano de acção no domínio da dádiva e transplantação de órgãos (2009-2015): Reforçar a cooperação entre Leia mais A gestão da qualidade e a série ISO 9000
A gestão da qualidade e a série ISO 9000 Seminário QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃ ÇÃO FLUP 3 Novembro 2005 3 Novembro 2005 Maria Beatriz Marques / APQ-DRN A gestão da qualidade e a série Leia mais COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.10.2007 COM(2007) 619 final 2007/0216 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n. 2252/2004 do Conselho Leia mais A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes
A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre Leia mais UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA
UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem Leia mais Inovar em rede. A cidadania na Gestão Pública. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com
www.quidgest.com quidgest@quidgest.com Inovar em rede A cidadania na Gestão Pública Quidgest Portugal R. Castilho n.º 63 6.º 1250-068 Lisboa Portugal tel. (+351) 213 870 563 / 652 / 660 fax. (+351) 213 Leia mais NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE
NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE A LINK THINK AVANÇA COM PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROFISSONAL PARA 2012 A LINK THINK, Leia mais PARECER DO CCISP SOBRE O DOCUMENTO PROVENIENTE DA SECRETARIA DE ESTADO DO ENSINO SUPERIOR RELATIVO A
PARECER DO CCISP SOBRE O DOCUMENTO PROVENIENTE DA SECRETARIA DE ESTADO DO ENSINO SUPERIOR RELATIVO A Processo de Bolonha: Sistema de Graus do Ensino Superior 1- Introdução O designado por Processo de Bolonha Leia mais Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)
Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo Leia mais Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin
Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos Leia mais Seminário Nacional A INDÚSTRIA E O SISTEMA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Contributos para a estratégia 2020
Seminário Nacional A INDÚSTRIA E O SISTEMA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Contributos para a estratégia 2020 Painel: Formação em alternância: Que modelo? Empregabilidade, competitividade e sustentabilidade na Leia mais ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais
ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais 12054/02/PT WP 69 Parecer 1/2003 sobre o armazenamento dos dados de tráfego para efeitos de facturação Adoptado em 29 de Janeiro de 2003 O Grupo de Trabalho Leia mais NOVAS OPORTUNIDADES Cursos do Ensino Artístico Especializado Dança a e Canto Gregoriano
NOVAS OPORTUNIDADES Cursos do Ensino Artístico Especializado Domínio da Música, M Dança a e Canto Gregoriano Aprender Compensa DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO Equipa Multidisciplinar Leia mais REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO DE CUIDADOS GERAIS
ÍNDICE Regulamento do Perfil de Competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais Preâmbulo...05 Artigo 1.º - Objecto...07 Artigo 2.º - Finalidades...07 Artigo 3.º - Conceitos...08 Artigo 4.º - Domínios das Leia mais D.4 RELATÓRIO FINAL, VERSÃO REVISTA CORRIGIDA
1. RESUMO Existe um amplo reconhecimento da importância do desenvolvimento profissional contínuo (DPC) e da aprendizagem ao longo da vida (ALV) dos profissionais de saúde. O DPC e a ALV ajudam a assegurar Leia mais 1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira
Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das Leia mais Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura
Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura No âmbito do Contrato de Delegação de Competências do POPH na CCP 1. Enquadramento da Iniciativa A Iniciativa Formação para Empresários tem Leia mais Instituto Superior da Maia ISMAI CET. Realização de Eventos Multimédia
Instituto Superior da Maia ISMAI CET Realização de Eventos Multimédia CoordenadorA Professora Doutora Célia Sousa Vieira cvieira@ismai.pt fundamentos e Objectivos A área de formação deste CET reside nos Leia mais INFORMAÇÕES CURSOS NOTURNOS 1
INFORMAÇÕES CURSOS NOTURNOS 1 VIA DE CONCLUSÃO DO 12º ANO, PARA ALUNOS DE CURSOS EXTINTOS (Ao abrigo do Decreto- Lei nº 357/2007, de 29 de Outubro) 1. Destinatários: Candidatos com idade igual ou superior Leia mais PREFÁCIO. Paulo Bárcia. Director do Escritório da OIT em Lisboa
Interior da capa PREFÁCIO O edifício normativo da Organização Internacional de Trabalho compreende diferentes instrumentos: Convenções, Recomendações, Resoluções, Conclusões e Directrizes. Destacam-se Leia mais Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE
3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado Leia mais MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS
MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços Leia mais FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA
NOTA EXPLICATIVA DA AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO ÂMBITO DO 1º CICLO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA/MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA, CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA ARQUITECTURA. Leia mais EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:
EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio, Leia mais Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido
Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar Leia mais A COMUNIDADE EUROPEIA (a seguir designada por "a Comunidade"), O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA CHECA, O REINO DA DINAMARCA,
ACORDO DE COOPERAÇÃO RELATIVO A UM SISTEMA MUNDIAL DE NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE (GNSS) PARA UTILIZAÇÃO CIVIL ENTRE A COMUNIDADE EUROPEIA E OS SEUS ESTADOS-MEMBROS, POR UM LADO, E O REINO DE MARROCOS, POR Leia mais Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de Leia mais Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo
Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP A experiência de Valongo Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde Filipa Homem Christo Departamento da Qualidade em Saúde Direcção Geral da Saúde Da Auto-avaliação Leia mais Explicar o quadro europeu de qualificações para a aprendizagem ao longo da vida
Comissão Europeia Explicar o quadro europeu de qualificações para a aprendizagem ao longo da vida http://ec.europa.eu/dgs/education_culture Quadro Europeu de Qualiﬁcações Europe Direct é um serviço que Leia mais CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM
CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM Assembleia de Parceiros 17 de Janeiro 2014 Prioridades de Comunicação 2014 Eleições para o Parlamento Europeu 2014 Recuperação económica e financeira - Estratégia Leia mais Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro
Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro (com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 211-A/2008, de 3 de Novembro) A supervisão Leia mais CARTA DAS ONGD EUROPEIAS
CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa, Leia mais Para quem inscrito no 12º ano sem o concluíres
Os Cursos de Especialização Tecnológica (CET) são formações pós-secundárias não superiores que te preparam para uma especialização científica ou tecnológica numa determinada área de formação. Para quem Leia mais Ensino profissional celebra 20 anos com forte crescimento de alunos e cursos
Ensino profissional celebra 20 anos com forte crescimento de alunos e cursos * Total de alunos mais do que triplica o de há 10 anos e atinge 91 mil; peso das escolas secundárias públicas passa de zero Leia mais ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA
ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA Extracto do PARECER TÉCNICO emitido pelo Especialista da Formação PREÂMBULO O presente Parecer tem como objectivo a análise do Projecto de Investigação Leia mais Moçambique. Agenda EVENTOS 2013 NEW!! INSCREVA-SE EM. Também in Company. inscrip@iirportugal.com. VISITE www.iirportugal.com
Moçambique Agenda EVENTOS 2013 NEW!! Também in Company INSCREVA-SE EM inscrip@iirportugal.com VISITE www.iirportugal.com INOVAÇÃO Estimado cliente, Temos o prazer de lhe apresentar em exclusiva o novo Leia mais Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005
ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão Leia mais AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.
AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível Leia mais Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial Leia mais Introdução aos três subtemas da Trienal
Introdução aos três subtemas da Trienal 2/9 Introdução aos três subtemas da Trienal A Trienal 2012 : rumo a sistemas de ensino e de formação em prol do desenvolvimento sustentável em África A Trienal de Leia mais Competitividade e Inovação
Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros, Leia mais REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA
REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA Patrocinada e reconhecida pela Comissão Europeia no âmbito dos programas Sócrates. Integração social e educacional de pessoas com deficiência através da actividade Leia mais ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação Leia mais Curso Avançado em Gestão da Formação 2010
Curso Avançado em Gestão da Formação 2010 Capital Humano e Desenvolvimento Sustentável Potencial Humano Populações com saúde, educação e bem estar Desenvolvimento Capital Humano Capital Social Democracia Leia mais INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO
INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Indicadores de qualidade I Introdução Baseado em investigação anterior e na recolha de informação Leia mais O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão
1 2 O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 3 A origem do Fundo Social Europeu O Fundo Social Europeu foi criado em 1957 pelo Tratado de Roma, Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: Artigo 8
 ARTIGO 29

ARTIGO 29
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4