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Timestamp: 2018-03-18 15:29:27+00:00

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Leandro Priori: Templos Sólidos & Igrejas Liquidas
Leandro Priori
O Caminho JF
Templos Sólidos & Igrejas Liquidas
Por: Gedeon Freire de Alencar
Ano passado estando em Belo Horizonte, por ocasião de um congresso acadêmico, fugi três noites seguidas das sessões. Na quarta-feira, fui à Igreja Caverna do Adulão, constituída por um grupo de heavy metal; na quinta-feira, visitei a Igreja Batista da Lagoinha, participando do Culto dos Motociclistas; finalmente, na sexta-feira, estive na Igreja Batista da Floresta, por ocasião da realização da Vigília do Rancho dos Profetas. Em todos cultos houve louvor, mensagem, ofertório, apelo, ou seja, uma liturgia básica e padrão de qualquer outra igreja com culto normal. O que diferenciava, então, estes grupos nesses cultos? O público. A freguesia em suas peculiaridades de vestimentas, estilos, interesses e ênfases. Enfim, o tribalismo urbano. Essa é, provavelmente, a nova dimensão eclesiológica mais original: igrejas segmentadas de tribos urbanas.
O que são tribos urbanas? Michael Maffesoli, em seu livro O tempo das tribos: o declínio do individualismo nas sociedades pós-modernas (1985,) conceitua, genericamente, as tribos urbanas assim: são abertas, exclusivas e instáveis; contestatórias e passivas. Marcadas por uma contracultura underground, constituem-se numa forma de cultura alternativa ou marginal: contra a cultura familiar e religiosa padrão (no mundo ocidental, principalmente); movimentos típicos de contestação social dos jovens, com consumo de drogas, sexo livre (pós pílula); cultura anárquica (na acepção política) contra o sistema capitalista burguês consumista. Em busca de (alguma) utopia. A objetivação é a construção da (nova) identidade: vestuário, música, ideologia, esportes, dialetos, espaços urbanos. Dentre outros, temos os seguintes grupos: emos, clubbers, drag queens, cults, góticos, grafiteiros, grunges, hyppes, metaleiros, pagodeiros, patricinhas e mauricinhos, rappers, roqueiros, skinkeads, surfistas, baladeiros, nerds, regueiros, playboys, punks, rastafáris.
Com esta compreensão do ambiente social urbano como contexto, nos reportaremos, especificamente, a nossa questão central: a relação entre templos e igrejas. Ou seja, constatamos agora a prevalência, de forma inexorável, de uma nova forma de ser igreja. Esta nova delimitação eclesiástica apresenta as seguintes características:
Primeiro, anteriormente, a delimitação dos templos era absolutamente geográfica. Daí, a designação de paróquia e diocese como elemento fundante de nossas igrejas: estas eram formadas por gente que morava próximo ao templo, por isso, então, a paróquia. A nova delimitação eclesiológica, atualmente, não mais diz respeito a sua localização geográfica, mas a sua estrutura, ou seja, o templo hoje é avaliado se tem sanitário, berçário, bebedouro, acústica, bom visual e, nas grandes cidades, principalmente, estacionamento!
Segundo, a identidade de uma igreja era percebida pela Bíblia usada e pelo louvor. Antigamente sabíamos quem era quem pelo tipo de versão da Bíblia que usava: a Bíblia Trinitariana, a versão de Scofield, a versão traduzida por João Ferreira de Almeida ou Revista e Corrigida ou Revista e Atualizada. A identificação também se dava pelos hinários usados: se Cantor Cristão, era da Igreja Batista; se Harpa Cristã, era da Assembléia de Deus; se Salmos e Hinos, era da família Presbiteriana e, assim por diante. Agora a “nova identidade bíblica” é, convenhamos, customizada: Bíblia do Homem, Bíblia da Mulher, Bíblia do/as Menino/as, Bíblia Teen, Bíblia de Vitória Financeira (e, como digo em sala de aula, de vitória financeira para quem vende...), e mais um subproduto, a mais nova Bíblia da Mulher Vitoriosa. Também tivemos uma grande mudança no louvor. Saíram os hinários tradicionais e, agora, como evangélicos globalizados, em todas as igrejas se cantam o que todos cantam em todos os lugares, ou seja, as mesmas músicas. Ademais, para fazer sucesso o hit parade gospel, obrigatoriamente, precisa ter algumas palavras-chave comuns a todos os grupos: chuva, paixão, adoração, restituição, etc. Afinal, parece que o maior critério de validação de um “louvor” é o caixa.
Terceiro, uma nova delimitação social dos grupos. Mas, antes de falarmos nas novas “tribos gospel”, lembremos que, mesmo nos ambientes tradicionais, ocorrem combinações esdrúxulas e inimagináveis. Existem atualmente batistas presbiterianos, presbiterianos congregacionais, pentecostais episcopais (no modismo “apostólico”), assembleianos renovados pentecostais, luteranos pentecostais e até os inusitados evangélicos esotéricos[2]. Mas também temos as chamadas “Igrejas Alternativas”. Vou apenas citar, admitindo que alguns dos nomes e grupos que aparecem merecem uma analise muito mais acurada do que a simples citação. Existe hoje um grupo anárquico chamado de Espiritualidade Libertária (sem templo, mas com reuniões na calçada do centro cultural de São Paulo). O movimento Tribal Generation, presente hoje em diversos países. Ajuntamento das Tribos (um movimento underground de missões urbanas). Há até uma inusitada denominação evangélica que nega ser denominação. Não é uma igreja é apenas um Caminho da Graça. Ironicamente, é a negação institucionalizada da instituição.
Enfim, nossas igrejas podem até mudar muito e serem cada dia mais “liquidas”, já os templos continuam bem sólidos. Aliás, mais do que templos, agora estamos na fase do “catedrismo”. Ricos, temos, cada vez mais, grandes e fabulosos templos! Afinal, é a imagem e a eficiência de um shopping, com estacionamento, grife, bebedouro que traz o cliente para consumir. Perdão, louvar! Já as doutrinas, fatalmente estão gasosas. Daí, para acompanhar o processo químico, chegamos às “Igrejas líquidas”.
Usando a teorização de Zygmunt Bauman (2007), em Vida Líquida, e também em Modernidade Líquida, a realidade social em sua forma macro e as relações pessoais em uma relação micro, têm, dentre outras, as seguintes características: estrutura difusa, produção e produtos com validade datada, obsolescência de dados, falta de regulamentação e perenização das relações, morte das utopias, relações fluídas, que correm e escorrem sem obstáculos, ausência de peso e densidade, etc. Na sociedade líquida, como na realidade virtual tudo é fácil, simples, rápido, mas sobretudo descartável. Fluído, enfim, líquido. A “liquefação dos laços sociais” é a marca fundamental.
Não estamos, portanto, nesta realidade social, também produzindo uma “igreja líquida”? Nem pior nem melhor que nossa própria época, apenas um reflexo da realidade? Além do exposto, vejamos algumas considerações finais um tanto aleatórias:
• O tribalismo fluído. A realidade eclesiológica para além da transcendentalidade espacial e temporal, no seu novo modelo tribalizado, também é afetada pela mistura das tribos. Ou seja, as tribos são também intercambiáveis. Como no comercial do Mcdonalds, os clientes são diferenciados, mas estão misturados. Algo típico de uma praça de alimentação de um shopping. Juntos, mas visceralmente distintos. Os membros de diferentes tribos se encontram e se misturam nos espaços de diversão, escolar, familiar, esportivo, etc., por que não, também, nos espaços religiosos?
• Mais uma peculiaridade de nosso tempo: hoje temos templo ANTES da igreja. Isso valoriza mais o espaço que as relações comunitárias; é o estilo das pessoas quem conta de fato, muito mais do que as próprias. “A proximidade não exige mais a proximidade física; e a contiguidade física não determina mais a proximidade” (Bauman, 2007:14)
• “Igreja franquia”: uma denominação/estilo que alcançou o país em poucos anos. Modelo administrativo, estilo de louvor, esquema de arrecadação, etc. É um modelo de racionalização econômica para dar (mais) lucro ao seu(s) idealizador(es).
• Quanto o carro interfere em nossa eclesiologia? Por razões óbvias, nossas igrejas nas grandes cidades, ou mais pessoalmente, os membros de nossas igrejas, só se reúnem - quando conseguem - uma vez por semana. O conceito de igreja, povo convocado, já teria, a partir da questão do tempo, de ser refeito. Ademais, o povo que se reúne localmente, não mais vive localmente, na região da paróquia. Por que as pessoas – de carro. – vêm a esta igreja/templo e não aos mais próximos de suas residências? As pessoas modernas não sabem fazer nada se não for de carro. Alguém precisa aprofundar esta questão: a profunda alteração que o automobilismo produziu na eclesiologia.
• O interesse do grupo/tribo, ou mais particularmente o interesse imediato de cada individuo, é o elemento principal de definição da escolha da religião. Em síntese, é isso o que o sociólogo Rodney Stark (2008:207) diz em seu livro, Uma teoria da religião. Escolhe-se uma religião a partir de um cálculo entre custos e benefícios. “Os seres humanos buscam o que percebem ser recompensas e evitam o que percebem ser custos”.
Gedeon Freire de Alencar - Doutorando em Ciências da Religião, PUC-SP. Diretor Pedagógico do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos – ICEC de S. Paulo.
Fonte: http://www.koinonia.org.br/tpdigital/detalhes.asp?cod_artigo=380&cod_boletim=21&tipo=Artigo
[2]Elementos pagãos, fechamentos de chacras, processo de cura interior, unção de lugares e objetos, etc.
Postado por Leandro Priori
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A Doce Revolução do Evangelho
Artigo 1 – Fica decretado que agora não há mais nenhuma condenação para quem está em Jesus, pois, o Espírito da Vida em Cristo, livra o homem de toda culpa para sempre.
Artigo 2 – Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive os Sábados e Domingos, carregam consigo o amanhecer do Dia Chamado Hoje, por isso qualquer homem terá sempre mais valor que as obrigações de qualquer religião.
Artigo 3 – Fica decretado que a partir deste momento haverá videiras, e que seus vinhos podem ser bebidos; olivais, e que com seus azeites todos podem ser ungidos; mangueiras e mangas de todos os tipos, e que com elas todo homem pode se lambuzar.Parágrafo do Momento: Todas as flores serão de esperança; pois que todas as cores, inclusive o preto, serão cores de esperança ante o olhar de quem souber apreciar. Nenhuma cor simbolizará mais o bem ou o mal, mas apenas seu próprio tom, pois, o que daí passar estará sempre no olhar de quem vê.
Artigo 4 – Fica decretado que o homem não julgará mais o homem, e que cada um respeitará seu próximo como o Rio Negro respeita suas diferenças com o Solimões, visto que com ele se encontra para correrem juntos o mesmo curso até o encontro com o Mar.Parágrafo que nada pára: O homem dará liberdade ao homem assim como a águia dá liberdade para seu filhote voar.
Artigo 5 – Fica decretado que os homens estão livres e que nunca mais nenhum homem será diferente de outro homem por causa de qualquer Causa. Todas as mordaças serão transformadas em ataduras para que sejam curadas as feridas provocadas pela tirania do silencio. A alegria do homem será o prazer de ser quem é para Aquele que o fez, e para todo aquele que encontre em seu caminhar.
Artigo 6 – Fica ordenado, por mais tempo que o tempo possa medir, que todos os povos da Terra serão um só povo, e que todos trarão as oferendas da Gratidão para a Praça da Nova Jerusalém.
Artigo 7 – Pelas virtudes da Cruz fica estabelecido que mesmo o mais injusto dos homens que se arrependa de seus maus caminhos, terá acesso à Arvore da Vida, por suas folhas será curado, e dela se alimentará por toda a eternidade.
Artigo 8 – Está decretado que pela força da Ressurreição nunca mais nenhum homem apresentará a Deus a culpa de outro homem, rogando com ódio as bênçãos da maldição. Pois todo escrito de dívidas que havia contra o homem foi rasgado, e assustados para sempre ficaram os acusadores da maldade.Parágrafo único: Cada um aprenderá a cuidar em paz de seu próprio coração.
Artigo 9 – Fica permanentemente esclarecido, com a Luz do Sol da Justiça, que somente Deus sabe o que se passa na alma de um homem. Portanto, cada consciência saiba de si mesma diante de Deus, pois para sempre todas as coisas são lícitas, e a sabedoria será sempre saber o que convém.
Artigo 10 – Fica avisado ao mundo que os únicos trajes que vestem bem o homem diante de Deus não são feitos com pano, mas com Sangue; e que os que se vestem com as Roupas do Sangue estão cobertos mesmo quando andam nus.Parágrafo certo: A única nudez que será castigada será a da presunção daquele que se pensa por si mesmo vestido.
Artigo 11 – Fica para sempre discernido como verdade que nada é belo sem amor, e que o olhar de quem não ama jamais enxergará qualquer beleza em nenhum lugar, nem mesmo no Paraíso ou no fundo do Mar.
Artigo 12 – Está permanentemente decretado o convívio entre todos os seres, por isso, nada é feio, nem mesmo fazer amizades com gorilas ou chamar de minha amiga a sucuri dos igapós. Até a “comigo ninguém pode” está liberta para ser somente a bela planta que é.Parágrafo da vida: Uma única coisa está para sempre proibida: tentar ser quem não se é.
Artigo 13 – Fica ordenado que nunca mais se oferecerá nenhuma Graça em troca de nada, e que o dinheiro perderá qualquer importância nos cultos do homem. Os gasofilácios se transformarão em baús de boas recordações; e todo dinheiro em circulação será passado com tanta leveza e bondade que a mão esquerda não ficará sabendo o que a direita fez com ele.
Artigo 14 – Fica estabelecido que todo aquele que mentir em nome de Deus vomitará suas próprias mentiras, e delas se alimentará como o camelo, até que decida apenas glorificar a Deus com a verdade do coração.
Artigo 15 – Nunca mais ninguém usará a frase “Deus pensa”, pois, de uma vez e para sempre, está estabelecido que o homem não sabe o que Deus pensa.
Artigo 16 – Estabelecido está que a Palavra de Deus não pode ser nem comprada e nem vendida, pois cada um aprenderá que a Palavra é livre como o Vento e poderosa como o Mar.
Artigo 17 – Permite-se para sempre que onde quer que dois ou três invoquem o Nome em harmonia, nesse lugar nasça uma Catedral, mesmo que esteja coberta pelas folhas de um bananal.
Artigo 18 – Fica proibido o uso do Nome de Jesus por qualquer homem que o faça para exercer poder sobre seu próximo; e que melhor que a insinceridade é o silencio. Daqui para frente nenhum homem dirá “o Senhor me falou para dizer isto a ti”, pois, Deus mesmo falará à consciência de cada um. Todos os homens e mulheres que crêem serão iguais, e ninguém jamais demandará do próximo submissão, mas apenas reconhecerá o seu direito de livremente ser e amar.
Artigo 19 – Fica permitido o delírio dos profetas e todas as utopias estão agora instituídas como a mais pura realidade.
Artigo 20 – Amém!
Caio Fábio - Caminho da Graça
Caio Fábio Net
Portal Ecumênico
Oikoumene - CMI - Conselho Mundial de Igrejas
UFJF - Prog. Pós-Graduação em Ciências da Religião
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Para que o seu pequeno grupo se reúne? A infertilidade e o fortalecimento da fé
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#façaoamoracontecer
Rede Metodista Confessante
CRÔNICA DE UM FUNERAL - Sobre o culto de ação de graças de Almir de Souza Maia.
Igreja Metodista Bela Aurora
Nota pelas liberdades de expressão e de consciência e crença
GRUPO ECUMÊNICO DE JUIZ DE FORA
"O homem nem sempre gosta de ser livre, ele gostaria de ser dispensado de pensar por si próprio; ele preferiria que lhe fosse dito de uma vez por todas o que é bom e o que é ruim. Só lhe bastaria obedecer e conhecer a felicidade. A maior força de todos os inquisidores está em nossa abdicação."
"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir." Martinho Lutero
Passaram por este caminho
* - TILLICH, Paul. Perspectivas da teologia protestante nos séculos XIX e XX. Tradução de Jaci C. Maraschin. 2.ed. São Paulo: ASTE, 1999. 255p. * - TILLICH, Paul. História do pensamento cristão. Tradução de Jaci Maraschin. 4.ed. São Paulo: ASTE, 2007. 293p. * - TAWNEY, R. H. A religião e o surgimento do capitalismo. Tradução de Janete Meiches. São Paulo: Editora Perspectiva, 1971. 269p. * - SILVA, Airton José da. A voz necessária: Encontro com os profetas do século VIII a.C. São Paulo: Paulus, 1998. 142p. * - RAMOS, Ariovaldo. Nossa igreja brasileira: Uma opinião sobre a história recente. 1.ed. São Paulo: Hagnos, 2002. 115p. * - OTTO, Rudolf. O sagrado. Traduzido por Walter O. Schlupp. São Leopoldo: Sinodal/EST; Petrópolis: Vozes, 2007. 224p. * - ORO, Ivo Pedro. O outro é o demônio: uma análise sociológica do fundamentalismo. São Paulo: Paulus, 1996. 176p. * - MATTA, Roberto Da. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1986.86p. * - HORSLEY, Richard e HANSON, John S. Bandidos, Profetas e Messias. Movimentos populares no tempo de Jesus. São Paulo: Paulus, 1995. 223p. * - FRESTON, Paul. Religião e política, sim. Igreja e Estado, não. Os evangélicos e a participação política. Viçosa: Ultimato, 2006. 200p. * - DIAS, Zwinglio M. (org.). Os vários rostos do fundamentalismo - Fórum Ecumênico Brasil. São Leopoldo: CEBI – Centro de estudos Bíblicos, 2009. 92 p. * - CAVALCANTI, Robinson. Cristianismo e política. Teoria bíblica e prática histórica. Viçosa: Ultimato, 2002. 288p.

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 14

Artigo 15

Artigo 16

Artigo 17

Artigo 18

Artigo 19

Artigo 20