Source: http://docplayer.com.br/42451270-4490-diario-da-republica-i-serie-b-n-o-ministerio-do-equipamento-do-planeamento-e-da-administracao-do-territorio.html
Timestamp: 2018-08-21 03:24:17+00:00

Document:
4490 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o MINISTÉRIO DO EQUIPAMENTO, DO PLANEAMENTO E DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO - PDF
Download "4490 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o MINISTÉRIO DO EQUIPAMENTO, DO PLANEAMENTO E DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO"
Sabrina Beppler Minho
1 4490 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o MINISTÉRIO DO EQUIPAMENTO, DO PLANEAMENTO E DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO Portaria n. o 519/99 n. o 360/85, de 3 de Setembro, seja lançada em circulação, cumulativamente com as que estão em vigor, uma emissão de selos comemorativa dos «50 Anos do Surrealismo em Portugal», com as seguintes características: Autor: Vítor Santos; Dimensão: 40 mm 50 mm; Picotado: ½; Impressor: Litografia Maia; 1. o dia de circulação: 2 de Julho de 1999; Taxas, motivos e quantidades: 51$ / E 0,25, «António Pedro» ; 80$ / E 0,40, «Vespeira» ; 95$ / E 0,47, «Moniz Pereira» ; 100$ / E 0,50, «Fernando de Azevedo» ; 140$ / E 0,70, «António Domingues» ; Bloco contendo os selos da emissão em 1 de Junho de Portaria n. o 520/99 n. o 360/85, de 3 de Setembro, seja posto em circulação um inteiro postal comemorativo da «V Exposição Filatélica Luso-Espanhola PHILAIBERIA/99»: Autor: Francisco Galamba; Foto: Jorge Barros; Dimensão: 105 mm 152 mm; Impressor: INCM; Taxa: com o selo impresso da taxa de 51$ da emissão «Profissões e Personagens do Séc. XIX (5. o Grupo)»; Preço de venda ao público: 51$; Tiragem: exemplares. 1. o dia de circulação: 18 de Setembro de em 1 de Julho de Portaria n. o 521/99 n. o 360/85, de 3 de Setembro, seja posto em circulação um inteiro postal comemorativo do «Centenário da Elevação de Espinho a Concelho ( )»: Foto: arquitecto Carlos Sarria; Dimensão: 105 mm 152 mm; Impressor: INCM; Taxa: com o selo impresso da taxa de 51$ da emissão «Profissões e Personagens do Séc. XIX (5. o Grupo)»; Preço de venda ao público: 51$; Tiragem: exemplares; 1. o dia de circulação: 24 de Agosto de em 1 de Julho de MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Decreto Regulamentar n. o 10/99 O regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n. o 115-A/98, de 4 de Maio, prevê no artigo 55. o a regulamentação do exercício de funções nos órgãos e estruturas de administração e gestão, o que obteve satisfação parcial através do Decreto-Lei n. o 355-A/98, de 13 de Novembro, relativamente às funções de direcção executiva e de coordenação de estabelecimentos integrados em agrupamentos de escolas, tendo sido aprovado o respectivo regime de exercício e condições de remuneração. Importa, agora, definir as condições de funcionamento e respectiva coordenação das estruturas de orientação educativa prevista nos artigos 34. o a 37. o do referido regime de autonomia, quer quanto às competências que, em geral, lhes são atribuídas quer quanto ao modo como a escola poderá gerir a sua organização. No quadro de autonomia da escola, as estruturas de orientação educativa constituem formas de organização pedagógica da escola, tendo em vista a coordenação pedagógica e necessária articulação curricular na aplicação dos planos de estudo, bem como o acompanhamento do percurso escolar dos alunos ao nível de turma, ano ou ciclo de escolaridade em ligação com os pais e encarregados de educação. Enquanto estruturas de gestão intermédia, desenvolvem a sua acção numa base de cooperação dos docentes entre si e destes com os órgãos de administração e gestão da escola, assegurando a adequação do processo de ensino e aprendizagem às características e necessidades dos alunos que a frequentam. Ao abrigo do disposto no artigo 55. o do regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n. o 115-A/98, de 4 de Maio, e nos termos da alínea c) do artigo 199. o da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Artigo 1. o Objecto e âmbito 1 O presente diploma estabelece o quadro de competências das estruturas de orientação educativa previstas no Decreto-Lei n. o 115-A/98, de 4 de Maio.
2 N. o DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B O presente diploma estabelece igualmente o regime de exercício de funções de coordenação das estruturas referidas no número anterior, bem como de outras actividades de coordenação estabelecidas no regulamento interno da escola ou do agrupamento de escolas, designado no presente diploma como regulamento interno. Artigo 2. o Estruturas de orientação educativa 1 As estruturas que colaboram com o conselho pedagógico e com a direcção executiva, responsáveis pela coordenação das actividades a desenvolver pelos docentes, no domínio científico-pedagógico, e com os alunos, no acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem e da interacção da escola com a família, são definidas no regulamento interno. 2 Às estruturas de orientação educativa incumbe, em especial: a) A articulação curricular através do desenvolvimento e gestão dos planos de estudo e programas definidos ao nível nacional e de componentes curriculares de âmbito local; b) A organização, o acompanhamento e a avaliação das actividades a desenvolver em contexto de sala de aula; c) A coordenação pedagógica de cada ano, ciclo ou curso. 3 A constituição de estruturas de orientação educativa é estabelecida no regulamento interno, o qual definirá a sua composição e a duração dos mandatos dos respectivos coordenadores. 4 O mandato dos coordenadores de cada uma das estruturas de orientação educativa pode cessar, a todo o tempo, por decisão fundamentada do presidente do conselho executivo ou do director, ouvido o conselho pedagógico, ou a pedido do interessado no final do ano lectivo. 5 Cada estrutura de orientação educativa elabora, em conformidade com o regulamento interno, o seu próprio regimento, donde constam as respectivas regras de organização interna e de funcionamento. Artigo 3. o Articulação curricular 1 A articulação curricular deve promover a cooperação entre os docentes da escola ou do agrupamento de escolas, procurando adequar o currículo aos interesses e necessidades específicos dos alunos. 2 A articulação curricular é assegurada através de: a) Conselhos de docentes, na educação pré-escolar eno1. o ciclo do ensino básico, constituídos, respectivamente, pela totalidade dos educadores de infância e pelos professores do 1. o ciclo, em cada escola ou agrupamento de escolas; b) Departamentos curriculares, nos 2. o e3. o ciclos do ensino básico e no ensino secundário, constituídos pela totalidade dos docentes das disciplinas e áreas disciplinares ou de cursos, de acordo com as dinâmicas da própria escola. 3 Com vista à adopção de medidas de pedagogia diferenciada e de reforço da articulação interdisciplinar, os conselhos de docentes podem incluir, ainda, outros docentes, designadamente de disciplinas ou áreas disciplinares, de apoio educativo e de educação especial. 4 O número de estruturas destinadas a articulação curricular deve resultar de uma gestão equilibrada entre o crédito de horas lectivas semanais previsto no artigo 13. o do presente diploma e o número de representantes no conselho pedagógico. Artigo 4. o Conselho de docentes e departamento curricular Sem prejuízo de outras competências a fixar no regulamento interno, cabe em geral ao conselho de docentes e ao departamento curricular: a) Planificar e adequar à realidade da escola ou do agrupamento de escolas a aplicação dos planos de estudo estabelecidos ao nível nacional; b) Elaborar e aplicar medidas de reforço no domínio das didácticas específicas das disciplinas; c) Assegurar, de forma articulada com outras estruturas de orientação educativa da escola ou do agrupamento de escolas, a adopção de metodologias específicas destinadas ao desenvolvimento quer dos planos de estudo quer das componentes de âmbito local do currículo; d) Analisar a oportunidade de adopção de medidas de gestão flexível dos currículos e de outras medidas destinadas a melhorar as aprendizagens e a prevenir a exclusão; e) Elaborar propostas curriculares diversificadas, em função da especificidade de grupos de alunos; f) Assegurar a coordenação de procedimentos e formas de actuação nos domínios da aplicação de estratégias de diferenciação pedagógica e da avaliação das aprendizagens; g) Identificar necessidades de formação dos docentes; h) Analisar e reflectir sobre as práticas educativas e o seu contexto. Artigo 5. o Coordenação 1 A coordenação dos conselhos de docentes e dos departamentos curriculares é realizada por docentes profissionalizados, eleitos de entre os docentes que os integram e que possuam, preferencialmente, formação especializada em organização e desenvolvimento curricular ou em supervisão pedagógica e formação de formadores. 2 Sem prejuízo de outras competências a fixar no regulamento interno, cabe ao coordenador: a) Promover a troca de experiências e a cooperação entre todos os docentes que integram o conselho de docentes ou o departamento curricular; b) Assegurar a coordenação das orientações curriculares e dos programas de estudo, promovendo a adequação dos seus objectivos e conteúdos à situação concreta da escola ou do agrupamento de escolas; c) Promover a articulação com outras estruturas ou serviços da escola ou do agrupamento de escolas, com vista ao desenvolvimento de estratégias de diferenciação pedagógica;
3 4492 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o d) Propor ao conselho pedagógico o desenvolvimento de componentes curriculares locais e a adopção de medidas destinadas a melhorar as aprendizagens dos alunos; e) Cooperar na elaboração, desenvolvimento e avaliação dos instrumentos de autonomia da escola ou do agrupamento de escolas; f) Promover a realização de actividades de investigação, reflexão e de estudo, visando a melhoria da qualidade das práticas educativas; g) Apresentar à direcção executiva um relatório crítico, anual, do trabalho desenvolvido. Artigo 6. o Coordenação de turma 1 A organização, o acompanhamento e a avaliação das actividades a desenvolver na sala com as crianças, na educação pré-escolar, ou na turma, com os alunos dos ensinos básico e secundário, são da responsabilidade: a) Dos respectivos educadores de infância, na educação pré-escolar; b) Dos professores titulares de turma, no 1. o ciclo do ensino básico; c) Do conselho de turma, nos 2. o e3. o ciclos do ensino básico e no ensino secundário. 2 Compete aos educadores de infância planificar as actividades tendo em conta o nível de desenvolvimento das crianças e promover as melhores condições de aprendizagem em articulação com a família. 3 Aos professores titulares de turma e ao conselho de turma compete: a) Analisar a situação da turma e identificar características específicas dos alunos a ter em conta no processo de ensino e aprendizagem; b) Planificar o desenvolvimento das actividades a realizar com os alunos em contexto de sala de aula; c) Identificar diferentes ritmos de aprendizagem e necessidades educativas especiais dos alunos, promovendo a articulação com os respectivos serviços especializados de apoio educativo, em ordem à sua superação; d) Assegurar a adequação do currículo às características específicas dos alunos, estabelecendo prioridades, níveis de aprofundamento e sequências adequadas; e) Adoptar estratégias de diferenciação pedagógica que favoreçam as aprendizagens dos alunos; f) Conceber e delinear actividades em complemento do currículo proposto; g) Preparar informação adequada, a disponibilizar aos pais e encarregados de educação, relativa ao processo de aprendizagem e avaliação dos alunos. 4 O disposto nos números anteriores não prejudica o exercício de outras competências que lhes estejam atribuídas na lei ou no regulamento interno. Artigo 7. o Director de turma 1 A coordenação das actividades do conselho de turma é realizada pelo director de turma, o qual é designado pela direcção executiva de entre os professores da turma, sendo escolhido, preferencialmente, um docente profissionalizado. 2 Sem prejuízo de outras competências fixadas na lei e no regulamento interno, ao director de turma compete: a) Assegurar a articulação entre os professores da turma e com os alunos, pais e encarregados de educação; b) Promover a comunicação e formas de trabalho cooperativo entre professores e alunos; c) Coordenar, em colaboração com os docentes da turma, a adequação de actividades, conteúdos, estratégias e métodos de trabalho à situação concreta do grupo e à especificidade de cada aluno; d) Articular as actividades da turma com os pais e encarregados de educação promovendo a sua participação; e) Coordenar o processo de avaliação dos alunos garantindo o seu carácter globalizante e integrador; f) Apresentar à direcção executiva um relatório crítico, anual, do trabalho desenvolvido. Artigo 8. o Coordenação de ano, de ciclo ou de curso 1 A coordenação pedagógica destina-se a articular e harmonizar as actividades desenvolvidas pelas turmas de um mesmo ano de escolaridade, de um ciclo de ensino ou de um curso, mediante opção a inscrever no regulamento interno. 2 A coordenação referida no número anterior é realizada pelo conselho de docentes titulares de turma, no 1. o ciclo do ensino básico, e pelo conselho de directores de turma, nos 2. o e3. o ciclos do ensino básico e no ensino secundário. 3 No ensino secundário, a coordenação pedagógica pode, ainda, de acordo com as características da escola e em termos a fixar no respectivo regulamento interno, destinar-se a articular e harmonizar as actividades desenvolvidas pelas turmas, quer dos vários anos de escolaridade de um curso, quer de dois ou mais cursos. 4 Sem prejuízo de outras competências a fixar no regulamento interno, aos conselhos de docentes compete: a) Planificar as actividades e projectos a desenvolver, anualmente, de acordo com as orientações do conselho pedagógico; b) Articular com os diferentes departamentos curriculares o desenvolvimento de conteúdos programáticos e objectivos de aprendizagem; c) Cooperar com outras estruturas de orientação educativa e com os serviços especializados de apoio educativo na gestão adequada de recursos e na adopção de medidas pedagógicas destinadas a melhorar as aprendizagens; d) Dinamizar e coordenar a realização de projectos interdisciplinares das turmas; e) Identificar necessidades de formação no âmbito da direcção de turma; f) Conceber e desencadear mecanismos de formação e apoio aos directores de turma em exercício e de outros docentes da escola ou do agrupa-
4 N. o DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 4493 mento de escolas para o desempenho dessas funções; g) Propor ao conselho pedagógico a realização de acções de formação no domínio da orientação educativa e da coordenação das actividades das turmas. Artigo 9. o Coordenador de ano, de ciclo ou de curso 1 O coordenador de ano, de ciclo ou de curso é um docente eleito de entre os membros que integram, respectivamente, o conselho de docentes e o conselho de directores de turma, de preferência com formação especializada na área da orientação educativa ou da coordenação pedagógica. 2 - Sem prejuízo de outras competências a fixar no regulamento interno, ao coordenador compete: a) Coordenar a acção do respectivo conselho, articulando estratégias e procedimentos; b) Submeter ao conselho pedagógico as propostas do conselho que coordena; c) Apresentar à direcção executiva um relatório crítico, anual, do trabalho desenvolvido. Artigo 10. o Professor tutor 1 A direcção executiva pode designar, no âmbito do desenvolvimento contratual da autonomia da escola ou do agrupamento de escolas, professores tutores responsáveis pelo acompanhamento, de forma individualizada, do processo educativo de um grupo de alunos, de preferência ao longo do seu percurso escolar. 2 As funções de tutoria devem ser realizadas por docentes profissionalizados com experiência adequada e, de preferência, com formação especializada em orientação educativa ou em coordenação pedagógica. 3 Sem prejuízo de outras competências a fixar no regulamento interno, aos professores tutores compete: a) Desenvolver medidas de apoio aos alunos, designadamente de integração na turma e na escola e de aconselhamento e orientação no estudo e nas tarefas escolares; b) Promover a articulação das actividades escolares dos alunos com outras actividades formativas; c) Desenvolver a sua actividade de forma articulada, quer com a família, quer com os serviços especializados de apoio educativo, designadamente os serviços de psicologia e orientação e com outras estruturas de orientação educativa. Artigo 11. o Outras actividades de coordenação 1 O regulamento interno pode estabelecer a coordenação de outras actividades, designadamente no que respeita a projectos de desenvolvimento e aos serviços especializados de apoio educativo, com vista a assegurar a sua articulação e a eficácia da representação legalmente prevista no conselho pedagógico, bem como a participação na assembleia. 2 A gestão de instalações específicas deve ser assegurada pela direcção executiva, nos termos a definir no regulamento interno, podendo aquela delegar o desempenho das referidas funções num dos seus assessores técnico-pedagógicos ou designar um docente, da escola ou do agrupamento de escolas, de preferência profissionalizado. Artigo 12. o Incompatibilidade Salvo em casos devidamente fundamentados e mediante parecer favorável da assembleia da escola ou do agrupamento de escolas, não pode verificar-se o desempenho simultâneo de mais de um cargo ou função a que se refere o presente diploma, sempre que daí resulte a designação da mesma pessoa em mais de um órgão de administração e gestão. Artigo 13. o Crédito global 1 Às escolas e agrupamentos de escolas é atribuído um crédito global de horas lectivas semanais para exercício das funções de coordenação previstas nos artigos 5. o,7. o,9. o e 11. o do presente diploma. 2 O crédito global previsto no número anterior é fixado por despacho do Ministro da Educação, nos termos do n. o 3 do artigo 80. o do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (Estatuto da Carreira Docente), tendo em conta as características da escola ou do agrupamento de escolas, o número de turmas, as actividades de educação e ensino ministradas e o serviço lectivo curricular diurno. Artigo 14. o Gestão do crédito global 1 A gestão do crédito global previsto no artigo anterior é da responsabilidade da escola ou do agrupamento de escolas, competindo a sua atribuição, a cada cargo ou função, ao presidente do conselho executivo ou ao director, de acordo com critérios a estabelecer no regulamento interno e com o disposto nos números seguintes. 2 O crédito horário correspondente ao desempenho das funções de coordenação previstas no presente diploma por educadores de infância e docentes do 1. o ciclo do ensino básico é substituído pela atribuição de um suplemento de carácter remuneratório a fixar nos termos do artigo 60. o do Estatuto da Carreira Docente. 3 No caso do pessoal docente dos 2. o e3. o ciclos do ensino básico e do ensino secundário, o crédito horário é convertido em redução da componente lectiva. 4 As horas correspondentes à redução da componente lectiva previstas no número anterior são marcadas nos respectivos horários dos professores dos 2. o e 3. o ciclos do ensino básico e do ensino secundário, podendo o director regional de educação, em situações devidamente fundamentadas e sob proposta do presidente do conselho executivo ou director, autorizar a sua marcação parcial, em percentagem não inferior a 50%. Artigo 15. o Revisão do regulamento interno 1 O processo de revisão do regulamento interno, a que se refere o artigo 7. o do Decreto-Lei n. o 115-A/98, de 4 de Maio, deve contemplar o disposto no presente diploma e legislação complementar.
5 4494 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o O regulamento interno resultante de um processo de revisão deve ser remetido ao respectivo director regional de educação, para verificação da conformidade com o disposto na lei. Artigo 16. o Norma revogatória Sem prejuízo da sua aplicação transitória, durante o ano escolar de , é revogada toda a legislação em contrário, designadamente o disposto no Despacho n. o 8/SERE/89, de 8 de Fevereiro, na Portaria n. o 921/92, de 23 de Setembro, no Despacho n. o 115/ME/93, de 23 de Junho, e no Despacho n. o 233/ME/93, de 10 de Dezembro. Artigo 17. o Produção de efeitos O presente diploma produz efeitos relativamente ao crédito global e consequências remuneratórias a partir do ano escolar de Presidência do Conselho de Ministros, 2 de Junho de António Manuel de Oliveira Guterres António Luciano Pacheco de Sousa Franco Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho Guilherme d Oliveira Martins. Promulgado em 29 de Junho de Publique-se. O Presidente da República, JORGE SAMPAIO. Referendado em 1 de Julho de O Primeiro-Ministro, António Manuel de Oliveira Guterres. Portaria n. o 522/99 Sob proposta do Instituto Politécnico de Castelo Branco e da sua Escola Superior de Tecnologia; Considerando o disposto no artigo 13. o da Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n. o 46/86, de 14 de Outubro, alterada pela Lei n. o 115/97, de 19 de Setembro); Considerando o disposto nas Portarias n. o 413-A/98, de 17 de Julho, e 413-E/98, de 17 de Julho, alterada pela Portaria n. o 680-C/98, de 31 de Agosto; Ao abrigo do disposto na lei do estatuto e autonomia dos estabelecimentos de ensino superior politécnico (Lei n. o 54/90, de 5 de Setembro), no artigo 4. o do Decreto-Lei n. o 303/80, de 16 de Agosto, e no capítulo III do Decreto-Lei n. o 316/83, de 2 de Julho: Manda o Governo, pelo Ministro da Educação, o seguinte: 1. o Plano de estudos É aprovado o plano de estudos do curso bietápico de licenciatura em Engenharia Informática, da Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco, criado pela Portaria n. o 413-E/98, de 17 de Julho, alterada pela Portaria n. o 680-C/98, de 31 de Agosto, nos termos do anexo à presente portaria. 2. o Norma revogatória Findo o processo de transição fixado nos termos do artigo 31. o do Regulamento Geral dos Cursos Bietápicos de Licenciatura das Escolas de Ensino Superior Politécnico, aprovado pela Portaria n. o 413-A/98, de 17 de Julho, é revogada a Portaria n. o 1312/95, de 3 de Novembro, que autorizou o Instituto Politécnico de Castelo Branco, através da sua Escola Superior de Tecnologia e Gestão, a conferir o grau de bacharel em Engenharia Informática Tecnologias da Informação. 3. o Aplicação O disposto no presente diploma aplica-se a partir do ano lectivo de , inclusive. Pelo Ministro da Educação, Alfredo Jorge Silva, Secretário de Estado do Ensino Superior, em 23 de Junho de ANEXO Instituto Politécnico de Castelo Branco Escola Superior de Tecnologia Curso: Engenharia Informática 1. o ciclo Grau: bacharel QUADRO N. o 1 1. o semestre Escolaridade (em horas semanais) Unidades curriculares Tipo Aulas Observações Aulas Aulas Seminários/ teóricoteóricas práticas estágios -práticas Análise Matemática I... Semestral Álgebra Linear e Geometria Analítica... Semestral Introdução à Engenharia Informática... Semestral Sistemas Digitais... Semestral Programação de Computadores... Semestral
AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE
EDUCAÇÃO DESPACHO. [preâmbulo] SECÇÃO II. Disposições gerais. integrados SECÇÃO I. Muito
DESPACHO [preâmbulo] Foram observados os procedimentos decorrentes da Lei n.º 23/98, de 26 de Maio. Assim, nos termos do n..º 3 do artigo 46.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores
Professor Reynaldo dos Santos
Agrupamento de Escolas Professor Reynaldo dos Santos Vila Franca de Xira Regulamento Interno Março 2009 Introdução A necessidade de alteração do Regulamento Interno surge da fusão entre a escola Secundária

References: artigo 55
 artigo 55
 artigo 199
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 artigo 13
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 7
 Artigo 8
 Artigo 9
 Artigo 10
 Artigo 11
 Artigo 12
 Artigo 13
 artigo 80
 Artigo 14
 artigo 60
 Artigo 15
 artigo 7
 Artigo 16
 Artigo 17
 artigo 13
 artigo 4
 artigo 31
 artigo 46