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Timestamp: 2020-03-30 15:37:47+00:00

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UNICAMP SBU NormalizacaoBibliografica Dissertacoes&Teses | Citação | Tecnologia (Geral)
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BIBLIOTECA IEL
DISSERTAES E TESES: normalizao do documento impresso e eletrnico.
A NA A. G. LLAGOSTERA H ELOISA MARIA C ECCOTTI R EGINA A PARECIDA B LANCO V ICENTINI
DISSERTAES E TESES: normalizao do documento impresso e eletrnico
O Sistema de Bibliotecas da UNICAMP SBU, preocupado com a necessidade de padronizao da estrutura das dissertaes e teses defendidas na Universidade, e diante da nova realidade que a disponibilizao da produo cientfica em texto completo utilizando a Internet como meio de divulgao Biblioteca Digital da Unicamp - apresenta o documento Dissertaes e Teses: normalizao do documento impresso e eletrnico, em sua primeira verso. O presente documento objetiva orientar autores e orientadores com relao necessidade de normalizao do trabalho cientfico. Um dos objetivos principais do presente documento proporcionar aos alunos de Ps Graduao orientaes na padronizao dos trabalhos cientficos, tendo como base s recomendaes da Associao Brasileira de Normas Tcnicas - ABNT, rgo representativo da International Standard Organization - ISO, no Brasil. Acreditamos que a padronizao da produo cientfica da UNICAMP deve, somada qualidade dos seus contedos, contribuir para a sua visibilidade, em conformidade com padres de excelncia.
Luiz Atlio Vicentini Coordenador do SBU
1 2 2.1 2.1.1 2.1.2 2.1.3 2.1.4 2.1.5 2.1.6 2.1.7 2.1.8 2.1.9 2.1.10 2.1.11 2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3 2.3 2.3.1
INTRODUO ESTRUTURA DO TRABALHO INFORMAES PR-TEXTUAIS Capa Folha de rosto Ficha catalogrfica Folha de aprovao Dedicatria Agradecimentos Epgrafe Resumo Abstract Listas Sumrio INFORMAES TEXTUAIS Introduo Desenvolvimento Concluso INFORMAES PS-TEXTUAIS Referncias
6 7 9 9 9 11 11 12 13 14 15 16 17 19 21 21 21 22 22 22 23 24 33 37 37 37 38 38 38
2.3.1.1 Transcrio da referncia 2.3.1.2 Modelos de referencia 2.3.1.3 Notas gerais 2.3.2 2.3.3 2.3.4 2.3.5 2.3.6 3 Bibliografia Glossrio Apndice Anexo ndice INSTRUES DE APRESENTAO
REDAO ERRATA NUMERAO DAS SEES E CAPTULOS CITAO Representao ou chamada da citao no texto Tipos de citao
38 38 39 40 40 41 41 42 42 43 47 47 47 48 49 51 51 53 54 54 54 57
3.4.2.1 Citao direta 3.4.2.2 Citao indireta 3.4.2.3 Citao de citao 3.4.2.4 Regras gerais 3.5 3.5.1 3.5.2 3.6 3.7 3.8 3.8.1 3.8.2 4 4.1 4.2 5 NOTAS DE RODAP Notas de referncia Notas explicativas TERMOS E EXPRESSES LATINAS ABREVIATURAS E SIGLAS ILUSTRAES Figuras Tabela APRESENTAO GRFICA FORMATO PAGINAO PROCEDIMENTOS DE ENTREGA DO ORIGINAL IMPRESSO E ELETRNICO 5.1 PUBLICAO NA BIBLIOTECA DIGITAL
TESES E DISSERTAES:: normalizao do documento impresso e eletrnico
1 INTRODUO De acordo com a Associao Brasileira de Normas Tcnicas ABNT, NBR 14724 (ago 2002),
Dissertao documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposio de um estudo cientfico retrospectivo, de tema nico e bem delimitado em sua extenso, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informaes. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematizao do candidato. feito sob a coordenao de um orientador (doutor), visando a obteno do ttulo de mestre. Tese documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposio de um estudo cientfico retrospectivo de tema nico e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigao original, constituindo-se em real contribuio para a especialidade em questo. feito sob a coordenao de um orientador (doutor) e visa a obteno do ttulo de doutor ou livre-docncia.
Para a elaborao de uma dissertao ou tese o autor deve seguir alguns passos bsicos: escolher o assunto que tratar, formulando um problema, uma questo, um tema a ser investigado; pesquisar, utilizando-se de levantamentos bibliogrficos, quais os documentos existentes sobre o assunto e recolher esta documentao; ler criteriosamente os textos e organizar esta documentao de forma a elaborar o roteiro de seu trabalho; reexaminar o tema luz da documentao escolhida; direcionar os elementos do assunto para seu captulo (introduo, reviso etc.); redigir o trabalho.
2 ESTRUTURA DO TRABALHO As teses e dissertaes apresentadas aos cursos de Ps-Graduao da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), podero ser produzidas em formato tradicional ou alternativo, de acordo com a Informao CCPG/001/2008 (Anexo A):
Em formato tradicional, como a seguir: Capa (fornecida pela Universidade) Folha de rosto (primeira folha interna) Ficha catalogrfica (verso da folha de rosto) Folha de aprovao
Dedicatria (opcional) Agradecimentos (opcional) Epgrafe (opcional) Resumo Abstract Listas (opcional) Sumrio Introduo
Desenvolvimento Concluso Referncias Bibliografia (opcional)
Glossrio (opcional) Apndice (opcional) Anexo (opcional) ndice (opcional)
Formato alternativo: a critrio do orientador e com aprovao da CPG da unidade, os captulos e os apndices podero conter cpias de artigos de autoria ou co-autoria do candidato, j publicados ou submetidos para publicao em revistas cientficas ou anais de congressos sujeitos a arbitragem, no idioma exigido pelo veculo de divulgao. O formato alternativo deve obedecer aos incisos I, II, III, IV, V e VII do formato tradicional de acordo com o estabelecido na Informao CCPG/001/2008, artigo 3 (ver Anexo A).
Capa (fornecida pela Universidade) Folha de rosto (primeira folha interna) Ficha catalogrfica (verso da folha de rosto) Folha de aprovao
Resumo Abstract Sumrio
Captulos (cpia de artigos etc.) Concluso Geral
Referncias Apndice (opcional)
2.1 Informaes Pr-Textuais (pr-texto) 2.1.1 CAPA Fornecida pela Universidade, apresenta formato nico padronizado, dando visibilidade ao nvel (mestrado ou doutorado), Unidade de defesa, Universidade e ao ano.
2.1.2 Folha de Rosto (1 folha interna) Contm os seguintes dados necessrios identificao: Autor: o nome completo do autor dever ser centrado no alto da folha de rosto, escrito com letras menores do que as utilizadas para o ttulo, e seguido dos ttulos e/ou credenciais (opcional); Ttulo do Trabalho: deve ser preciso e significativo, escrito com tamanho da letra maior do que o usado para o nome do autor, colocado no centro da pgina. O subttulo, quando houver, deve ser graficamente
diferenciado e separado do ttulo por dois pontos (quando for explicativo) ou por ponto e vrgula (quando for complementar); Nota da tese ou dissertao: deve conter a natureza do trabalho (dissertao ou tese), o nvel (mestrado ou doutorado), a Unidade de defesa, a Universidade, o curso efetuado e a rea de concentrao. Orientador: o nome do orientador do trabalho deve suceder informao da rea; Co-orientador: o nome do co-orientador do trabalho deve suceder a do orientador; Notas tipogrficas: compem-se de local (cidade) e data (ano de depsito).
MARIA CLARA PAIXAO DE SOUSA
LINGUA BARROCA:
SINTAXE E HISTRIA DO PORTUGUS
Tese apresentada ao Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas, para obteno do Ttulo de Doutor em Lingstica .
Orientador: Profa Dr Charlotte M. Chambelland Galves
2.1.3 Ficha Catalogrfica O verso da folha de rosto (1 folha interna) contm, na parte inferior da pgina, a ficha catalogrfica, confeccionada por um profissional bibliotecrio da Unidade de defesa. 2.1.4 Folha de Aprovao Fornecida pela Coordenadoria de Ps-Graduao da Unidade de defesa, d visibilidade banca examinadora.
A Comisso Julgadora dos trabalhos de Defesa de Tese de Doutorado , em sesso pblica realizada em 20 de setembro de 2004, considerou o candidato XXXXX XXXXXXXXXXX aprovado.
Profa. Dra. Xxxxxxx Xxxxx Xxxxxxxxx ____________________
Prof. Dr. Xxxxxxxxx Xxxxxxxx Xxxxxx _____________________
Prof. Dr. Xxxxxx Xxxxxxxxxxxxxx _________________________
2.1.5 Dedicatria (opcional) Texto, geralmente curto, no qual o autor presta uma homenagem ou dedica seu trabalho a algum.
Dedico este trabalho minha esposa Xxxxxxxxxxx, pela compreenso dos momentos ausentes e pela colaborao constante nas profcuas opinies. nossa filha Xxxxxxxx, traduo mais simples e slida do fruto do amor puro e verdadeiro.
2.1.6 Agradecimentos (opcional) Pgina em que o autor manifesta agradecimento s pessoas e instituies que, de alguma forma, colaboraram para a execuo do trabalho.
Profa. Dra. Xxxxxxxxxxxxx, pela participao ativa e direta neste passo gigantesco a caminho do nosso engrandecimento profissional, nos ensinando a conciliar os momentos de austeridade e ternura, fatores primordiais na realizao de um trabalho cientfico, meu eterno agradecimento. Ao Instituto de Estudos da Linguagema, na pessoa do seu Diretor, Xxxxxxxxxxxxxxxx, onde tive a oportunidade de dar um importante rumo ao crescimento cientfico e profissional. Ao Prof. Dr. Xxxxxxxxxxxxxx, que prestou preciosas informaes para a realizao deste trabalho. A todas as pessoas que participaram, contribuindo para realizao deste trabalho, direta ou indiretamente, meu agradecimento.
2.1.7 Epgrafe (opcional) Inclui citao escolhida pelo autor que, de certa forma, embasou a gnese da obra.
"Todo conhecimento inicia-se na imaginao, no sonho; s depois desce realidade material e terrena por meio da lgica" Albert Einstein
2.1.8 Resumo O resumo a sntese dos pontos relevantes do documento, em linguagem clara, concisa e direta. Ele transmite informaes e fornece elementos para decidir sobre a consulta do texto completo. Seis itens so essenciais para a elaborao de um resumo: a) situar o trabalho; b) expor os objetivos; c) descrever a metodologia utilizada; d) expor a prpria
experincia; e) apresentar os resultados obtidos; f) concluso. Usar, de preferncia, a terceira pessoa do singular e empregar o verbo na voz ativa. Localizado em folha separada, limita-se a um pargrafo. No deve ultrapassar 500 palavras. Logo abaixo do resumo, indicar as palavras-chave.
As obras de Cruz e Sousa e Lima Barreto incorporaram estratgias semelhantes para enfrentar os desafios da circunstncia histrica do final do sculo XIX. Em face do processo de excluso racial enraizado nos sculos precedentes, atravs do escravismo, os mencionados autores desenvolveram, no mbito potico e ficcional, a conscincia do trauma coletivo e de suas conseqncias na vida cotidiana. No grande empenho da intelectualidade brasileira do citado perodo para consolidar um projeto de nao, ambos os autores participaram, com seus textos literrios, colocando em questo os propsitos racistas predominantes, e, de forma diferenciada, apresentaram um sujeito tnico do discurso baseado na experincia existencial afro-brasileira. Realizaram, assim, um enfrentamento ideolgico e esttico, construindo uma identidade plural capaz de assumir as vivncias de diversos segmentos sociais oprimidos, por meio de projetos literrios libertrios que incorporavam a contradio e a ambigidade. Seus escritos de outra natureza tambm reforaram as suas concepes vinculadas aos textos poticos e ficcionais.
Palavras-chave: Sujeito (Filosofia), Afro-brasileiro , Racismo ,
Realismo, Simbolismo.
2.1.9 Abstract a traduo do resumo para a lngua inglesa, com a finalidade de facilitar a divulgao do trabalho em nvel internacional. Logo abaixo do abstract, indicar as key words.
Cruz e Souza and Lima Barreto works evince similar strategies to face historical circumstantial challenges relevant to the end of the 19th Century. Concerning the racial exclusion processes enrooted in the preceding centuries due to slavery, the authors developed the collective trauma consciousness and its further consequences on daily lives within the poetical and fictional areas. Both authors contributed together with other intellectual exertions to the efforts of such century, aiming to consolidate the nation project, participating with their respective literary texts, exposing the prevailing issues of racist proposals of the time, presenting an ethnic subject of discourse by distinct means, based in the Afro-Brazilian existential experience. An aesthetic and ideological confrontation was carried out, creating some plural identity able to assimilate the life experience grasp of several oppressed parts of society, by literary freedom projects which would incorporate contradiction and ambiguity. Other works based on other themes written by them, also reinforce their conception related to the poetical and fictional text. Key words: Subject (Philosophy), Afro-brazilian , Racism , Realism , Symbolism.
2.1.10 Listas (opcional) Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu ttulo especfico, acompanhado do respectivo nmero de pgina exceto para os casos de listas de abreviaturas, siglas e smbolos. Dependendo da necessidade podem ser feitas listas para cada item. As listas podem ser de:
Ilustraes (opcional) So consideradas ilustraes os desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, grfico, mapas, organogramas, plantas, quadros, tabelas, imagem que acompanha um texto, entre outros. As ilustraes (com exceo de tabelas) so designadas como Figuras.
Abreviaturas e Siglas (opcional) a relao alfabtica das abreviaturas e siglas utilizadas na publicao, seguidas das palavras a que correspondem, escritas por extenso. No devem figurar abreviaturas e siglas comuns, como centmetro, milmetro, et al. etc.
Smbolos Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com o devido significado.
2.1.11 Sumrio a indicao do contedo do documento, refletindo as principais divises e sees, na mesma ordem em que aparecem no texto. Cada parte seguida pelo nmero da pgina em que se inicia. Usa-se o termo sumrio (e no a palavra ndice ou lista) para designar esta parte e escrita em letras
maisculas, centralizada na pgina, com o mesmo tipo e tamanho de fonte usado para as sees primrias. O sumrio deve incluir apenas as partes do trabalho que lhe sucedem, sendo assim no deve incluir os elementos pr-textuais e deve ser localizado: a) como ltimo elemento pr-textual; b) quando houver mais de um volume, deve ser includo o sumrio de todo o trabalho, de forma que se tenha conhecimento do contedo, independente do volume consultado.
1 INTRODUO 1 2 4 5 6 7 10 30 35 36 50 60 68 70 74
1.1 OBJETIVOS DA PESQUISA 1.1.1 1.1.2 2 2.1 2.2 2.2.1 2.2.2 3 4 5 6 MATERIAIS E MTODO RESULTADOS ANLISE E DISCUSSO DOS RESULTADOS CONCLUSO Objetivos gerais Objetivos especficos
2.2 Informaes Textuais (texto do trabalho) O texto a parte do trabalho em que o autor apresenta e desenvolve o assunto objeto da sua pesquisa. Ele dividido em captulos ou sees e subsees de acordo com a necessidade. Cada seo primria deve iniciar em folha prpria. A estrutura da parte textual da dissertao ou tese constituda de trs partes fundamentais: introduo, desenvolvimento e concluso. 2.2.1 Introduo Parte em que o autor apresenta seu trabalho como um todo. Deve conter informaes: a) estabelecer o assunto de forma sucinta sem deixar dvidas, evidenciando o perodo de abrangncia da pesquisa realizada, com informaes sobre a natureza e a importncia do tema; b) objetivos, finalidade e a justificativa do trabalho; c) destacar os principais tpicos do trabalho objetivando situar o tema do trabalho. 2.2.2 Desenvolvimento Parte principal do texto, que contm a exposio ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em sees e subsees, que variam em funo da abordagem do tema e do mtodo. As principais abordagens dentro desse item podem ser: a) reviso de literatura; b) material e mtodos; c) resultados; d) discusso.
2.2.3 Concluso Parte final do texto, no qual o autor faz uma recapitulao sinttica dos resultados e da discusso do trabalho apresentado correspondentes aos objetivos ou hipteses tratados no trabalho. Pode conter a indicao de novos estudos. 2.3 Informaes Ps-Textuais (ps-texto) As informaes adicionadas aps o texto so de carter obrigatrio e opcional e devem seguir a ordem estabelecida: Referncias (obrigatrio) Glossrio (opcional) Bibliografia (opcional) Apndice (opcional) Anexos (opcional) ndice (opcional) 2.3.1 Referncias Consistem numa listagem de todo material bibliogrfico citado no texto para a produo do trabalho, permitindo a identificao de publicaes, no todo ou em parte. Inclui apenas referncias das citaes utilizadas no texto e no indicadas em nota de rodap. Esta lista permite ao leitor comprovar fatos ou ampliar conhecimentos, mediante consulta s fontes referenciadas.
Transcrio da Referncia
A referncia constituda de elementos essenciais e complementares. So elementos essenciais aquelas informaes que possibilitam a localizao e recuperao dos documentos citados e, complementares, as informaes que permitem uma melhor caracterizao dos documentos consultados quando da
elaborao do trabalho cientifico. Esses elementos devem ser extrados do documento e variam de acordo com o tipo de documento que estiver sendo referenciado. Os elementos essenciais e complementares devem ser apresentados em uma seqncia padronizada, respeitando a norma de referncia adotada ABNT. A seguir esto relacionados os principais elementos necessrios para a construo de uma referncia: a) o primeiro elemento da referncia o que constitu a sua forma de entrada, que deve estar de acordo com a chamada da citao no corpo do trabalho, podendo ser: Autor pessoa fsica. Autor entidade (rgos governamentais, empresas, associaes, congressos, seminrios etc). Ttulo do documento quando no houver autoria pessoa fsica ou entidade. b) ttulo e subttulo da publicao; c) edio da publicao (a partir da 2, quando houver) d) local da publicao (cidade) e) nome da editora f) data g) paginao Quando a obra citada for parte de um documento (captulo de livro, trabalho apresentado em evento) os elementos essenciais so: Autor(es);
Ttulo e subttulo da parte, seguidos da expresso In: e dos elementos essenciais do documento no todo; Paginao da parte. Exemplo:
LEHMAN, H. Environmental ethics and pesticideuse. In: PIMENTEL, D. (Ed.). Techniques for reducing pesticide use: economic and environmental benefits. Chichester: John Wiley, 1997. chap. 3, p. 35-50.
Livros, Guias, Catlogos, Dicionrios, Trabalhos Acadmicos (teses, dissertaes, trabalhos de concluso de curso, memoriais, etc.)
Autor pessoal De um a trs autores referenciam-se todos, separados por ponto e vrgula. Mais de trs autores referencia-se o primeiro, seguido da expresso latina et al.
POLAR, Antonio Cornejo. O condor voa. Belo Horizonte: Editora Ufmg, 2000. 324 p. (Humanitas, 43). CHOMSKY, Noam. Aspects of theory of syntax. Cambridge: M.I.T., 1969. 251 p. URANI, A. et al. Constituio de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. Braslia, DF.: IPEA, 1994.
Nota: em casos especficos (projetos de pesquisa cientfica, indicao de produo cientfica em relatrios para rgos de fomento, etc), nos quais a meno dos nomes for indispensvel para certificar a autoria, facultado indicar todos os nomes.
Editor(es), autor(es)
coordenador(es),
MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Org.). Introduo lingstica: domnios e fronteiras. 3. ed. So Paulo: Cortez, 2003. 294 p.
FERREIRA, Piccolotto (Org.). O fonoaudilogo e a escola. So Paulo: Summus, 1991. MARCONDES, E.; LIMA, I. N. de (Coord.). Dietas em pediatria clnica. 4. ed. So Paulo: Sarvier, 1993. LUJAN, R. P (Comp.). Um presente especial. Traduo Sonia da Silva. 3. ed. So Paulo: Aquariana, 1993. 167 p. PORTER, Stanley E. (Ed.). Handbook of classical rhetoric in the period 330 B.C A.D. 400. Leiden: Brill, 1997. 901 p.
Organizao como autor (entidades coletivas, governamentais, pblicas, privadas etc.)
ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 10520: : informao e documentao: citaes em documentos: apresentao. Rio de Janeiro, 2002. SO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a poltica ambiental do Estado de So Paulo. So Paulo, 1993. 35 p. BRASIL. Ministrio da Justia. Relatrio de atividades. Braslia, DF, 1993. 28 p.
Com indicao de tradutor
GOMES, A. C.; VECHI, C. A. Esttica romntica: textos doutrinrios comentados. Traduo Maria Antonia Simes Nunes; Dulio Colombini. So Paulo: Atlas, 1992. 186 p.
Com indicao de srie
PHILLIPI Junior, A. et al. Interdisciplinaridade em cincias ambientais. So Paulo: Signus, 2000. 318 p. (Srie textos bsicos para a formao ambiental, 5).
Dicionrio e referncia similares
HOUAISS, Antonio (Ed.). Novo dicionrio Folha Websters: Ingls/portugus, portugus/ingls. Co-editor Ismaelo Cardim. So Paulo: Folha da Manh, 1996. Edio exclusiva para assinantes da Folha de S. Paulo. BRASIL: roteiros tursticos. So Paulo: Folha da Manh, 1995. 319 p., il. (Roteiros tursticos
Fiat). Inclui mapa rodovirio. Catlogo
MUSEU DA IMIGRAO (So Paulo, SP). Museu da imigrao S. Paulo: catlogo. So Paulo, 1997. 16 p. FARIAS, A. C. Amor = love: catlogo. So Paulo: Thomas Cohn, 2001. Catlogo de exposio da artista Beth Moyss.
BIRMAN, Esther Goldenberg. Memorial. 1995. 174 p. Concurso para Docncia Faculdade de Odontologia, Universidade de So Paulo, So Paulo, 1995.
HYPERTENSION. In: STEDMAN dicionrio mdico. 23. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. p. 655.
com autoria diferente do autor da obra ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHMIDT, J. (Org.). Histria dos Jovens 2. So Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16. sem autoria RAMOS, M. E. M. Servios administrativos na Bicen da UEPG. In: ______. Tecnologia e novas formas de gesto em bibliotecas universitrias. Ponta Grossa: UEPG, 1999. p. 157182.
Relatrio cientfico ou tcnico
GUBITOSO, M. D. Mquina worm: simulador de mquinas paralelas. So Paulo: IMEUSP, 1989. 29 p. (Relatrio tcnico, Rt-Mac-8908).
Dissertao/Tese
ALEXANDRE SOBRINHO, Gilberto. O autor multiplicado: em busca dos artifcios de Peter Greenaway. 2004. 194 p. Tese (Doutorado em Multimeios) Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004. MAZIERO, Diana. A fineza do amor no teatro sacro-retorico-exemplar do Padre Antonio Viera (em catorze sermes escolhidos para este fim). 2004. 169 f. Dissertao (Mestre) Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004.
PERIDICOS, JORNAIS, PUBLICAES ANUAIS (RELATRIOS, ANURIOS ETC.), REVISTAS, ATAS, COMUNICAES DE SOCIEDADE, SRIES MONOGRFICAS, ETC.
Artigo com autor pessoa fsica
TANAKA, Hiroko; FUJII, Yoko; CLANCY, Patricia. Grammar and the timing of social action: word order and preference organization in Japanese. Language In Society, London, v. 34, n. 3, p.389-430, June 2005.
SCHWARTZ, Adriano. Pretrito e futuro de Machado. Folha de So Paulo, So Paulo, 08 abr. 2007. Caderno Mais, p. 7. Nota: Caso no haja seo, caderno ou parte, a paginao do artigo ou matria precede a data.
ANAIS, PROCEEDINGS, RESUMOS, ATAS IUFOST INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON CHEMICAL CHANGES DURING FOOD PROCESSING, 1994, Valencia. Proceeding...Valencia: Instituto de Agroqumica y Tecnologa de alimentos, 1994. SIMPOSIO INTERNATIONAL DE INICIAO CIENTFICA DA UNIVERSIDADE DE SO PAULO, 8., 2000, So Paulo. Resumos. So Paulo: Usp, 2000. 1. CD-ROM.
EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentao Agropecuria (So Paulo, SP). Paulo Estevo Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. Pl 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.
Leis e Decretos; Emenda Constitucional; Medida Provisria; Portarias, Deliberaes, Resolues; Jurisprudncia SO PAULO (Estado). Decreto n 42.822, de 20 de janeiro de 1998.Dispe sobre a desativao de unidades administrativas de rgos da administrao direta e das autarquias do Estado e d providncias correlatas. Lex: coletnea de legislao e jurisprudncia, So Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.
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Filme Cinematogrfico, Gravao de Vdeo e Som (videocassete, DVD, etc).
OS PERIGOS do uso dos txicos. Produo de Jorge Ramos de Andrade. So Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete. CENTRAL do Brasil. Direo: Walter Salles Jnior. Produo: Martire de ClermontTonnere e Arthur Cohn. Intrpretes: Fernanda Montenegro; Marilia Pra; Vinicius de Oliveira; Snia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, Joo Emanuel Carneiro e Walter Salles Jnior. [S.I.]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematogrfica (106 min), son. color., 35mm.
Pintura, Gravura, Ilustrao, Fotografia, Desenho Tcnico, Diapositivo, Diafilme, Material Estereogrfico, Transparncia, Cartaz, etc. KOBAYASHI, K. Doena dos Xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cm x 56 cm. O QUE acreditar em relao maconha. So Paulo: CERAVI, 1985. 22 transparncias, color., 25 cm x 20 cm. SAM, R. Vitria, 18,35 horas. 1977. 1 gravura, serigaf., color., 46 cm x 63 cm. Coleo particular.
MATTOS, M. D. Paisagem-Quatro Barras. 1987. 1 original de arte, leo sobre tela, 40 cm x 50 cm. Coleo particular. LEVI, R. Edifcio Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni Rua da Paz, esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio: n. 1930-33. 1997. 108f. Plantas diversas. Originais em papel vegetal. PERIODONTIA. Fotografia de A. W. Saluum. So Paulo: Medlee, 1993. 72 diapositivos, color.
Mapa, Atlas, Globo, Fotografia Area, Imagem de Satlite, etc. ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopdia Britnica do Brasil, 1981. 1 atlas. Escalas variam. INSTITUTO GEOGRFICO E CARTOGRFICO (So Paulo, SP). Projeto Lins Tup: foto area. So Paulo, 1986. 1 fotografia area. Escala 1: 35.000. Fx 28, n. 15. BRASIL e parte da Amrica do Sul: mapa poltico, escolar, rodovirio, turstico e regional. So Paulo: Michalany, 1981. 1 mapa, color., 79 cm x 95 cm. Escala: 1.600.000
Disco, CD, Fita Cassete, Fita Magntica, etc.
FAGNER, R. Revelao. Rio de Janeiro: CBS, 1998. 1 cassete sonoro (60 min), 3 pps, estreo. SIMONE. Face a face. [S.I.]: Emi-Odeon Brasil, p1977. 1 CD (ca. 40 min). Remasterizado em digital. COSTA, S.; SILVA, Jura secreta. Intrprete: Simone. In: SIMONE. Face a face. [S.I.]: Emi-Odeon Brasil, p1977. 1 CD. Faixa 7.
VILLA-LOBOS, H. Colees de quartetos modernos: cordas. Rio de Janeiro: [s.n.], 1916. 1 partitura (23 p.). Violoncelo.
Esculturas, Maquetes, Objetos de Museu, Animais Empalhados, Jogos, Modelos, Prottipos etc.
DUCHAMP, Marcel. Escultura para viajar. 1918. 1 escultura varivel, borracha colorida e cordel, dimenses ad lib. Original destrudo. Cpia por Richard Hamilton, feita por ocasio da retrospectiva de Duchamp na Tate Gallery (Londres) em 1966. Coleo Arturo Schwarz. Ttulo de: Sculpture for travelling. BULE de porcelana: famlia Rosa, decorado com buqus e guirlandas de fores sobre fundo branco, pegador de tampa em formato de fruto. [China: Companhia das ndias, 18--]. 1 bule.
DOCUMENTO DISPONVEL EM MEIO ELETRNICO
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Artigo e/ou matria de revista, boletim etc.
VIEIRA, Cssio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM. SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. .NET, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seleo Ponto de Vista. Disponvel em: <http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>. Acesso em: 28 nov. 1998. RIBEIRO, P. S. G. Adoo brasileira: uma anlise sociojurdica. Dataveni@, So Paulo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponvel em:<http://www.datavenia.inf.br/grame.artig.html>. Acesso em: 10 set. 1998. WINDOWS 98: o melhor caminho para atualizao. PC World, So Paulo, n. 75, set. 1998. Disponvel em: <http://www.idg.com.br/Abre.htm>. Acesso em: 10 set. 1998.
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PERCENTAGEM de imigrantes em So Paulo, 1920. 1 mapa, color. Escala indeterminvel. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1931-2000 Brazils confirmed unprovoked shark attacks. Gainsville, [2000?]. 1 mapa, color. Escala 1:40.000.000. Disponvel em: <http://www.flmnh.ufl.edu/fish/sharks/statistics/Gattack/map/Brazil.jpg>. Acesso: 15 jan. 2002. MAPA de Ubicacin: vista ampliada. Buenos Aires: Direccin de Salud y Accin de la Armada, c2001. 1 mapa, color. Escala indeterminvel. Disponvel em: http://www.diba.org/turismo/hoteles/ushuaia/ubication2.htm. Acesso: 13 jan. 2002.
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LEGISLAO brasileira: normas jurdicas federais, bibliografia brasileira de Direito. 7. ed. Braslia, DF: Senado Federal, 1999. 1 CD-ROM. Inclui resumos padronizados das normas jurdicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999, assim como textos integrais de diversas normas. BRASIL. Regulamento dos benefcios da previdncia social. In: SISLEX: Sistema de Legislao, Jurisprudncia e Pareceres da Previdncia e Assistncia Social. [S.I.]: DATAPREV, 1999. 1 CD-ROM. BRASIL. Lein 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislao tributria federal. Dirio Oficial [da] Repblica Federativa do Brasil, Braslia, DF, 8 dez. 1999. Disponvel em: http://www.in.gov.br/mp_leis/leis_texto.asp?ld=LEI%209887. Acesso em: 22 dez. 1999. BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Smula n14. No admissvel, por ato administrativo, restringir, em razo de idade, inscrio em concursos para cargo pblico. Disponvel em: http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html. Acesso em: 29 nov. 1998.
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Evento (trabalho apresentado)
GUNCHO, M. R. A educao distncia e a biblioteca universitria.In: SEMINRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.
SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedaggicos do paradigma da qualidade total na educao. In: CONGRESSO DE INICIAO CIENTFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrnicos... Recife: UFPe, 1996. Disponvel em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/educ/ce04.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. SABROZA, P. C. Globalizao e sade: impactos nos perfis epidemiolgicos das populaes. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA, 4., 1998, Rio de Janeiro. Anais eletrnicos... Rio de Janeiro: ABRASCO, 1998. Mesa-redonda. Disponvel em: <http://www.abrasco.com.br/epirio98/>. Acesso em: 17 jan. 1999. KRZYZANOWSKI, R. F. Valor agregado no mundo da informao: um meio de criar novos espaos competitivos a partir da tecnologia da informao e melhor satisfazer as necessidades dos clientes/usurios.In: CONGRESSO NACIONAL DE INFORMAO EM CINCIA DA SADE, 3., 1996, Rio de Janeiro. Interligaes da tecnologia da informao: um elo futuro. Disponvel em: <http://www.bireme.br/cgibin/crics3/texto?titulo=VALOR+AGREGADO+NO+MUNDO>. Acesso em: 26 jan. 1999.
KOOGAN, Andr; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclopdia e dicionrio digital 98. Direo geral de Andr Koogan Breikmam. So Paulo: Delta: Estado, 1998. 5 CD-ROM. ALVES, Castro. Navio Negreiro. [S.I.]: Virtual Books, 2000. Disponvel em: http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.htm>. Acesso em 10 jan. 2002, 16:30:30. .
Monografia (parte)
MORFOLOGIA dos artrpodes. In: ENCICLOPDIA multimdia dos seres vivos. [S.I.]: Planeta deAgostini, c1998. CD-ROM 9. POLTICA. In: DICIONRIO da lngua portuguesa. Lisboa: Priberam Informtica, 1998. Disponvel em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso em: 8 mar. 1999. SO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizaes ambientais em matria de meio ambiente. In: _____. Entendendo o meio ambiente. So Paulo, 1999. v. 1. Disponvel em: <http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.html>. Acesso em: 8 mar. 1999. ESTAO da cia. Paulista com locomotiva eltrica e linhas de bitola larga. 1 fotografia, p%b. In: LOPES, Eduardo LuizVeiga. Memria fotogrfica de Araraquara. Araraquara: Prefeitura do Municpio de Araraquara, 1999. 1 CD-ROM. STOCKDALE, Ren. Whens recess? [2002?]. 1 fotografia, color. Disponvel em: http://www.webshots.com/g/d2002/1-nw-20255.htm. Acesso: 13 jan. 2001.
OLIVA, Marcos; MOCOT, Tiago. Fervilhar: frevo. [19--?]. 1 partitura. Piano. Disponvel em: http://openlink.inter.net/picolino/partitur.htm. Acesso: 5 jan. 2002.
DOCUMENTO DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRNICO Bases de Dados, Listas de Discusso, Site, Arquivos em Disco Rgido, Programas, Conjuntos de Programas e Mensagens Eletrnicas
MICROSOFT project for Windows 95. Version 4.1. [S.I.]: Microsoft Corporation, 1995. 1 CD-ROM. CAROS no Estado de So Paulo. In: FUNDAO TROPICAL DE PESQUISA E TECNOLOGIA ANDR TOSELO. Base de Dados Tropical. 1985. Disponvel em: http://www.bdt.fat.org.br/acaro/sp/. Acesso: 30 maio 2002. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARAN. Biblioteca Central. Normas.doc: normas para apresentao de trabalhos. Curitiba, 1998. 5 disquetes, 3 pol. Word for Windows 7.0. AVES do Amap: banco de dados. Disponvel em: http://www.bdt.org/bd/avifauna/aves. Acesso em: 30 maio 2002. BIONLINE Discussion List. List maintained by Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponvel em: lisserv@bdt.org.br. Acesso em: 25 nov. 1998. CIVITAS. Coordenao de Simo Pedro P. Marinho. Desenvolvido pela Pontifcia Universidade Catlica de Minas Gerais, 1995-1998. Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades. Disponvel em: <http://www.gcsnet.com.br/oamis/civitas>. Acesso em: 27 nov. 1998. ALMEIDA, M. P. S. Fichas para MARC [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por mtmendes@uol.com.br em 12 jan. 2002.
Edio A edio somente indicada a partir da segunda, com abreviatura dos numerais ordinais, na forma adotada, na lngua do documento. Exemplo:
2. ed. 2nd ed. 3 rd ed. 3me ed.
Local Nome do local a cidade de publicao e no caso de homnimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado. Exemplo:
Viosa, AL Viosa, MG
Para a norma, quando o local no puder ser identificado, utiliza-se a expresso latina, abreviada e entre colchetes [S.l.]. Editora Quando a editora no identificada, deve-se indicar a expresso latina sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.]. Quando o local e o editor no puderem ser identificados, utilizar as expresses latinas, abreviadas e entre colchetes [S.l.: s.n.]. Data Se nenhuma data puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes. Exemplo:
Data certa no indicada [1999] Dcada certa [199-] Dcada provvel [199-?] Data provvel [1997?] Data aproximada [ca. 1998] Um ano ou outro [1999 ou 2000]
Destaques Normalmente as referncias apresentam um campo que recebe destaque. Para materiais monogrficos em geral, como livros, apostilas etc., o destaque ser dado ao ttulo da obra. Para peridicos o destaque sempre ser para o ttulo do peridico. Exemplo:
PASSOS, L. M. M.; FONSECA, ; CHAVES, M. Alegria de saber: matemtica, segunda srie, 2, primeiro grau: livro do professor. So Paulo: Scipione, 1995. 136 p.
Ttulo do Peridico As abreviaturas dos ttulos de peridicos devero ser as constantes no peridico consultado, ou em listas apropriadas de cada rea do
conhecimento. Ordenao A lista de referncias deve ser ordenada de acordo com o sistema utilizado para citao no texto. Os sistemas mais utilizados so: alfabtico (ordem alfabtica de entrada) e numrico (ordem de citao no texto) Alfabtico: as referncias devem ser reunidas no final do trabalho, em uma nica ordem alfabtica. As chamadas no texto devem obedecer forma adotada na referncia, com relao escolha da entrada.
Para Gramsci (1978) uma concepo de mundo crtica e coerente pressupe a plena conscincia de nossa historicidade, da fase de desenvolvimento por ela representada [...] Nesse universo, o poder decisrio est centralizado nas mos dos detentores do poder econmico e na dos tecnocratas dos organismos internacionais (DREIFUSS, 1996).
DREIFUSS, Ren. A era das perplexidades: mundializao, globalizao e planetarizao. Petrpolis: Vozes, 1996. GRAMSCI, Antonio. Concepo dialtica da histria. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1978.
Numrico: se for utilizado nmero no texto, a lista de referncias deve seguir a mesma ordem numrica crescente. O sistema numrico no poder ser usado concomitantemente para notas de referncia e notas explicativas.
De acordo com as novas tendncias da jurisprudncia brasileira 1 , facultado ao magistrado decidir sobre a matria. Todos os ndices coletados para a regio escolhida foram analisados minuciosamente 2 .
1 CRETELLA JNIOR, Jos. Do impeachment no direito brasileiro. [So Paulo]: Revista dos Tribunais, 1992. p. 107. 2 BOLETIM ESTATSTICO [da] Rede Ferroviria Federal. Rio de Janeiro, 1965. p. 20.
RECOMENDAES: aps a consulta de qualquer tipo de documento, sempre anotar os seus dados para t-los a disposio quanto for confeccionar a lista de referncias. A Biblioteca do IEL recomenda o uso da ferramenta, More Mecanismo on-line para referncias, na URL
http://more.rexlab.ufsc.br , e que faa o cadastro. se consultar documentos na internet, no esquecer de anotar o endereo eletrnico completo (URL) e a data de acesso;
preferencialmente, da folha de rosto do documento; caso seja necessria a complementao de dados nas referncias, os catlogos so fontes confiveis para obteno destas informaes, como Web of Science, CCN, bases de dados das universidades etc. ; sempre manter padro na lista de referncias. Por exemplo, se a deciso for utilizar o negrito para fazer os destaques das referncias, usar o negrito para todos os destaques da lista. Se optar por escrever por extenso os nomes e prenomes dos autores, usar todos por extenso em todas as referncias. Se optar por escrever por extenso os ttulos dos peridicos, utilizar todos por extenso em todas as referncias. 2.3.2 Bibliografia (opcional) Trata-se de uma variao de listas bibliogrficas. Difere-se das referncias por se tratar de uma lista composta de documentos no citados diretamente no texto, mas que auxiliaram na elaborao do trabalho. Tambm pode ser constituda de levantamento bibliogrfico sobre o tema, ou com ele relacionado, incluindo documentos no consultados. Para a confeco desta lista deve ser utilizado o modelo da lista de referncias. 2.3.3 Glossrio (opcional) Consiste em uma lista, em ordem alfabtica, das palavras ou expresses pouco conhecidas utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definies. 2.3.4 Apndice (opcional) Consiste em um texto ou documento elaborados pelo autor a fim de complementar sua argumentao. So identificados por letras maisculas, consecutivas, travesso e pelos respectivos ttulos e dever ser apontados no Sumrio.
2.3.5 Anexo (opcional) Texto ou documento no elaborado pelo autor, com o intuito de fundamentar, comprovar e ilustrar, como leis, estatutos etc. Por trata-se de material complementar ao texto, deve ser includo quando for imprescindvel compreenso do trabalho. So identificados por letras maisculas, consecutivas, travesso e pelos respectivos ttulos e devem ser apontados no Sumrio. 2.3.6 ndice (opcional) a relao detalhada, em ordem alfabtica, dos assuntos, nomes (de pessoas, geogrficos entre outros) e ttulos que aparece no final do documento, localizando e remetendo ao texto. O ndice deve ter paginao contnua do texto.
3 INSTRUES DE APRESENTAO
Este captulo tratar, basicamente, de alguns cuidados que o autor de um trabalho de pesquisa dever ter para que o mesmo apresente-se normalizado de acordo com padres utilizados nas publicaes tcnicocientficas. 3.1 Redao A redao do trabalho deve ser cuidadosa, transmitindo as informaes obtidas de forma clara e objetiva, utilizando as expresses corretas, coordenao lgica, sintaxe adequada e disposio uniforme do contedo, com linguagem e terminologia corretas, precisas e coerentes ao tempo verbal. 3.2 Errata Se necessria elaborao de uma errata, dever ser inserida antes da folha de rosto. Exemplo:
ERRATA onde se l leia-se pgina pargrafo linha
material de referncia pretextuais postetuais
concluso pr-textuais ps-textuais
132 156 156
3.3 Numerao das Sees e Captulos Designada pela ABNT como numerao progressiva, tem a
finalidade de oferecer aos leitores uma viso global do trabalho, de forma clara e coerente do texto, facilitando a localizao imediata das partes que o compem. As divises e subdivises denominam-se sees (primrias,
secundrias, tercirias, quaternrias, quinrias etc.), sendo que os ttulos das sees devem ser destacados gradativamente, utilizando-se racionalmente os recursos de negrito, itlico ou grifo, tamanho de fonte, letras em maisculas ou minsculas etc. Comumente as sees recebem indicativas representadas por algarismos arbicos. Exemplo
1 INTRODUO 1.1 Objetivos 1.1.1 Geral 1.1.2 Especfico 2 REVISO 3 MATERIAL E MTODOS 4 RESULTADOS 5 DISCUSSO 6 CONCLUSO 1 10 11 12 25 26 56 89 95
Tambm podem ser utilizadas alneas (a); b); c). . . que, geralmente, so designadas por letras minsculas do alfabeto latino. As alneas so utilizadas para relacionar contedo pouco extenso. So pontuadas com ponto e vrgula, com exceo da ltima.
So objetivos da disciplina: a) orientar sobre o uso da Biblioteca; b) dar conhecimento dos recursos de informao na rea; c) oferecer treinamento de tcnica de pesquisa.
Cada seo pode ser dividida em sees secundrias; estas, em tercirias, e assim por diante. No recomendada a subdiviso excessiva de um texto, ou seja, subdiviso que ultrapasse a seo terciria. A apresentao grfica dos ttulos das sees de um mesmo nvel deve ser padronizada, ou seja, com mesmo tipo e corpo, enquanto que sees de nveis diversos devem ser apresentadas de forma diferenciada, demonstrando a subordinao ou no de um item a outro. Os ttulos das sees primrias devem iniciar em folhas distintas. 3.4 Citao Denominam-se citaes trechos transcritos ou informaes retiradas das publicaes consultadas para a realizao de um trabalho cientfico. Elas so introduzidas no texto com o propsito de esclarecer ou complementar as idias do autor do trabalho. A fonte de onde foi extrada a informao deve ser obrigatoriamente citada, respeitando-se, desta forma, os direitos autorais. 3.4.1 Representao ou Chamada da Citao no Texto As citaes mencionadas no texto devem obrigatoriamente seguir a mesma entrada utilizada na lista de referncias, de acordo com a norma de referncia ABNT. A chamada da citao no texto ser pelo sobrenome do autor, nome da instituio, entidade ou inicial do ttulo da obra referenciada, de acordo com a norma de referncia adotada. As citaes pela norma ABNT devem ser grafadas em maisculas, entre parnteses logo aps o trecho citado, ou maisculas e minsculas, quando fizerem parte do texto, seguida do ano e paginao.
No texto: As citaes so os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentao e que se revelaram teis para corroborar as idias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocnio (SEVERINO, 2000, p. 106). Na lista de referncias: SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho cientfico. 21. ed. revista e aumentada. So Paulo: Cortez; 2000. 279 p.
No texto: As citaes so trechos transcritos ou informaes retiradas das publicaes consultadas para a realizao do trabalho. De acordo com Severino (2000, p.106): As citaes so os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentao e que se revelaram teis para corroborar as idias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocnio. Na lista de referncias: SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho cientfico. 21. ed. revista e aumentada. So Paulo: Cortez; 2000. 279 p.
3.4.2 Tipos de Citao 3.4.2.1 Citao Direta A citao direta ou textual ocorre quando feita a transcrio literal de textos de outros autores, sendo a sua reproduo introduzida no trabalho entre aspas duplas exatamente como consta na obra citada, seguida da chamada da fonte consultada. Nas citaes diretas, para a norma ABNT obrigatria aps a data a indicao das pginas, volume, tomo ou parte da fonte consultada.
Neste contexto, Oliveira (1999, v. 2, p. 20) cita a participao da comunidade na gesto escolar como uma revoluo cultural de dimenses copernicanas.
Deve-se observar no caso de citao direta: citaes longas (mais de trs linhas) devem constituir um pargrafo independente, sem aspas, recuado em 4cm da margem esquerda, em espao de entre linhas menor;
Modica (1991, p. 34 ) reafirma que tomografia e CT tm sido usados para promover uma figura 3D da regio a ser implantada. Com CT scan possvel escolher o comprimento da fixao a ser usada. Permite um estudo 3D da qualidade e quantidade do osso disponvel para a insero do implante, planejar o tratamento e predizer os resultados.
citaes curtas (at trs linhas) so inseridas no texto, entre aspas duplas;
Segundo Freitas (1994, p. 67): o mtodo empregado em radiologia que permite a obteno de radiografia em planos, ou seja, as imagens radiogrficas so feitas em pequenos cortes, sem sobreposio das estruturas situadas acima ou abaixo do corte.
3.4.2.2 Citao Indireta A citao indireta (livre) quando se reproduzem idias e informaes da obra consultada, sem, entretanto, transcrever as prprias palavras do autor. A indicao da pgina facultativa, podendo ou no ser mencionada. Exemplo:
De acordo com Rieck e Lee (1984) a hipetermia em bovinus Jersey foi constatada quando a temperatura ambiente alcanava 2.5.
3.4.2.3 Citao de Citao a citao direta ou indireta de um texto em que no foi possvel o acesso ao original. Nesse caso pode-se reproduzir informao j citada por outros autores, cujos documentos tenham sido efetivamente consultados. Para isso, adota-se o seguinte procedimento:
a) no texto, citar o sobrenome e ano do autor do documento no consultado, seguido das expresses: citado por ou apud,
conforme ou segundo, e o sobrenome do autor do documento efetivamente consultado;
Exemplo: Segundo Campello e Magalhes (1997, cap. 8) citado por Mueller (2000, cap. 5, p. 91), no Brasil o Instituto Brasileiro de Cincia e Tecnologia a agncia encarregada de atribuir o ISSN s publicaes peridicas produzidas no pas.
b) na listagem de referncias relaciona-se o documento no consultado, seguido da expresso apud e os dados do documento efetivamente consultado.
CAMPELLO, Bernadete Santos; MAGALHES, Maria Helena de Andrade. Introduo ao controle bibliogrfico. Braslia: Briquet de Lemos, 1997 apud MULLER, Suzana Pinheiro Machado. O peridico cientfico. In: CAMPELLO, Bernadete Santos; CENDN, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannette Marguerite (Org.). Fontes de Informao para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: UFMG, 2000. cap. 5, p. 91.
3.4.2.4 Regras Gerais a) entidades coletivas conhecidas por sigla, cita-se o nome por extenso acompanhado da sigla na primeira citao e, a partir da, apenas a sigla;
Exemplo: A figura 2 confirma os dados apresentados acima (Associao Brasileira de Lingstica ABRALIN, 1998).
nas citaes subseqentes pode ser usada apenas a sigla: ABRALIN (1998) ou (ABRALIN, 1998).
Exemplo: A figura 2 confirma os dados apresentados acima (ABRALIN, 1998).
De acordo com a ABRALIN (1998), a Figura 2 confirma os dados apresentados acima.
b) quando no houver autoria ou responsabilidade conhecida, como nos casos em que a entrada da referncia pelo ttulo da obra consultada, a citao feita pela primeira palavra do ttulo. Nos casos em que o ttulo iniciar por artigo ou monosslabo, este deve ser includo na indicao da fonte; No texto:
E eles disseram globalizao, e soubemos que era assim que chamavam a ordem absurda em que dinheiro a nica ptria qual se serve e as fronteiras se diluem, no pela fraternidade, mas pelo sangramento que engorda poderosos sem nacionalidade (A FLOR..., 1995, P.4). Na lista de referncias: A FLOR prometida. Folha de So Paulo, So Paulo, p. 4, abr. 1995. No texto: De acordo com o Anteprojeto... (1987, p. 55): As IES implementaro mecanismos democrticos, legtimos e transparentes de avaliao sistemtica das suas atividades, levando em conta seus objetivos institucionais e seus compromissos para com a sociedade.
As IES implementaro mecanismos democrticos, legtimos e transparentes de avaliao sistemtica das suas atividades, levando em conta seus objetivos institucionais e seus compromissos para com a sociedade (ANTEPROJETO..., 1987, p. 55). Na lista de referncias: ANTEPROJETO de lei. Estudos e Debates, Braslia, DF, n. 13, p. 51-60, jan. 1987.
c) quando se tratar de documento de autoria de rgo da administrao direta do governo em que a referncia se inicia pelo nome geogrfico do pas, estado ou municpio, a representao da citao ser pelo nome geogrfico, seguido da data do documento e paginao.
Exemplo: neste nvel de atuao da Universidade que se coloca o problema da produo de conhecimentos entre um pblico mais amplo, no limitados apenas sua clientela habitual formada pelo prprio corpo discente (BRASIL, 1981).
d) a apresentao do(s) autor(es) no texto pode variar de posio de acordo com o que for mais conveniente: de forma direta e discursiva, apresentar o(s) autor(es) seguido(s) pela data em parnteses ou no final do pargrafo:
Exemplo: Em 1997, Bowden concluiu, aps sua reviso de literatura, que testes microbiolgicos. . . Epstein (1990) descreveu opes de tratamento para candidose. . . . . . porque podem induzir reaes de hipersensibilidade (BISHARA, 1995).
um autor: indicao do sobrenome do autor, seguida da data e paginao (no caso de citao direta);
Exemplo: Em 1999, Drago descreveu o tratamento dentrio de um paciente adulto . . .
dois autores: indicao dos sobrenomes dos autores, separados por e, seguidos de parnteses ano de publicao e paginao;
Exemplo: Burden e Eddy (1991) reportaram um caso de uma menina de 13 anos de idade, portadora da malocluso. . . ... reportaram um caso de uma menina de 13 anos de idade, portadora de malocluso (BURDEN, EDDY, 1991).
trs ou mais autores: indicao do primeiro autor, em letras maisculas, seguido de et al.,ano de publicao e paginao (quando tratar-se de citao direta);
Exemplo: . . . as manifestaes desapareceram completamente aps quatro dias da remoo do fio (DUPLAN et al. , 1989)
De acordo com Duplan et al. (1989) as manifestaes desapareceram completamente aps quatro dias de remoo do fio.
e) vrios trabalhos de um mesmo autor, com datas diferentes, citase o sobrenome do autor, seguido das datas entre parnteses;
Exemplo: Castro (1973, 1976)
f) trabalhos de um mesmo autor com a mesma data, identifica-se com as letras a, b, c minsculas;
Exemplo: Antoniazzi (1990a) Antoniazzi (1990b) g) citao de vrios trabalhos de diferentes autores: menciona-se todos os
autores e ano de publicao, em ordem alfabtica crescente;
Exemplo: Anderson (1989), Bell (1992) e Ware (1993)
. . . nos tecidos moles (Anderson, 1989; Bell, 1992; Ware, 1993)
h) citao de autores com coincidncia de sobrenome e data: diferencia-se pelas iniciais;
Exemplo: Ferreira G (1993) Ferreira L (1993)
i) congressos,
considerado como um todo, sem autoria definida, menciona-se o nome completo do evento, seguido da data;
No Colquio Caminhos da lngua portuguesa: frica-Brasil, realizado em 2006. . .
Obs.: As entidades coletivas podem ser citadas pela respectiva sigla, desde que, na primeira vez em que forem mencionadas, sejam citadas por extenso. 3.5 Notas de Rodap Devendo ser reduzidas ao mnimo necessrio, as notas de rodap destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer consideraes que no devem ser includas no texto, para no interromper a seqncia da leitura. No desviar para a nota de rodap informaes bsicas que devem integrar o texto. Para as chamadas das notas, utilizam-se algarismos arbicos, sobrescritos, sem parnteses, em numerao consecutiva. Nas notas de rodap tambm podem ser includas as tradues de citaes feitas em lnguas estrangeiras ou indicaes da lngua originais de citaes traduzidas. 3.5.1 Notas de Referncia Geralmente so utilizadas para indicar fontes bibliogrficas, permitindo comprovao ou ampliao de conhecimento do leitor.
Golcher, 1982, p. 38, nota 19.
3.5.2 Notas explicativas Referem-se a comentrios e/ou observaes pessoais do autor. Tambm so utilizadas para indicar dados relativos as comunicaes pessoais, a
trabalhos no publicados e a originais no consultados, mas citados pelo autor.
3.6 Termos e Expresses Latinas As expresses latinas podem ser utilizadas para evitar repeties de fontes citadas anteriormente, sendo que a primeira citao de uma obra deve apresentar sua referncia completa e as subseqentes podem apresentar-se sob forma abreviada, como no Quadro 1.
Abreviatura Apud (citado por, conforme, segundo) Utilizao nica expresso latina que pode ser usada tanto no texto como em notas de rodap Usada em substituio ao nome do autor, quando se trata de citao de diferentes obras de um mesmo autor Exemplo Atanasiu et al. (1951 apud REIS; NBREGA, 1956, p.55) UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA, 1999 2 Id., 2000. 3 SARMENTO, 1978. 4 Id., 1987. 5 Id., 1988. 1 ANDRADE, M. M. Como preparar trabalhos para cursos de ps-graduao. So Paulo: Atlas, 1999. 2 Ibid., p. 89 3 Ibid., p. 150 1 SALGUEIRO, 1998, p. 19. 2 SMITH, 2000, p. 213. 3 SALGUEIRO, op. cit., p. 40-43. 4 SMITH, op. cit., p. 376.
Usada em substituio aos dados da citao anterior, pois o nico dado que varia a pgina.
Opus citatum ou op. Cit. Usada no caso da abra (opere citado, obra citada anteriormente, na citada) mesma pgina, quando houver intercalao de outras notas. Passim ou passim (aqui e ali, em diversas passagens) Loco citato ou loc. Cit. (no lugar citado) Usada em informao retirada de diversas pginas do documento referenciado. Usada para designar a mesma pgina de uma obra j citada anteriormente, mas com intercalao de notas.
1 FIGUEIREDO, 1999, p. 19.
SANCHEZ; CARAZAS, 2000, p. 2-3. 3 FIGUEREDO, 1999, loc. cit. 4 SANCHEZ; CARAZAS, 2000, loc. cit.
Confira ou Cf. (conforme) Sequentia ou et seq. (seguinte ou que se segue)
Usada como abreviatura para recomendar consulta a um trabalho ou notas Usada em informao seguinte ou que se segue. Usada quando no se quer citar todas as pginas da obra referenciada.
Cf. GOMES, 1999, p. 7699. 2 Cf. nota 1 deste captulo 1 GOMES, 1999, p. 76 et seq. 2 FOUCAULT, 1994, p. 17 et seq.
Quadro 1 Expresses latinas Fonte: USP, 2004.
3.7 Abreviaturas e Siglas As abreviaturas e siglas so utilizadas para evitar a repetio de palavras e expresses freqentemente utilizadas no texto. H necessidade de muito critrio, devendo ser utilizadas abreviaturas j existentes ao invs de inventar novas. No devem ser empregadas abreviaturas em ttulos e resumos dos trabalhos. Quando apresentada pela primeira vez no texto, a abreviatura ou sigla deve ser apresentada entre parnteses e precedida pelo nome por extenso, sendo que, nas citaes posteriores, pode-se mencionar apenas a sigla:
As unidades de peso e medida so abreviadas quando seguem os numerais (35 g, 2 ml). Quando anunciadas isoladamente, devem ser escritas por extenso (grama, mililitro, porcentagem). Para as unidades de medida e nas siglas no se usa ponto nas abreviaturas (5 cm, 1 ml). Tambm no se usa plural para as abreviaturas das palavras (editores: ed.). Para as unidades legais de medidas devem ser utilizadas as recomendaes do Instituto Nacional de Metrologia (INMETRO) (Anexo C).
No se abreviam nomes geogrficos, com excees daqueles universalmente aceitos: EUA ou USA (Estados Unidos), UK (Reino Unido). Portanto, escreve-se por extenso: So Paulo (e no SP ou S. Paulo). Nas referncias e bibliografia, os ttulos das publicaes peridicas podem apresentar-se de forma abreviada ou por extenso, devendo-se optar por uma forma e utiliz-la como padro. Para a forma abreviada, adotar as abreviaturas convencionais da rea. Os meses do ano devem seguir as seguintes abreviaturas, apresentadas no Quadro 2:
Espanhol enero ene. febrero feb. marzo mar. abril abr. mayo mayo junio jun. julio jul. agosto ago. septiembre set. octubre oct. noviembre nov. diciembre dic.
Italiano gennaio gen. febbraio feb. marzo mar. aprile apr. maggio mag. giugno giug. giuglio giugl. agosto ago. setembre set. ottobre ott. novembre nov. decembre dec. dicembre dic.
Francs janvier jan. fvrier fv. mars mars avril avr. mai mai juin juin
Ingls January Jan. February Feb. March Mar. April Apr. May May June June
Alemo Januar Jan. Februar Feb. Mrz Mrz April April Mai Mai Juni Juni
juilet juil. aot aot septembre sept. octobre oct. novembre nov. dcembre dc.
July July August Aug. September Sept. October Oct. November Nov. December Dec.
Juli Juli August Aug. September Sept. Oktober Okt. November Nov. Dezember Dez.
Quadro 2 Abreviatura dos meses Fonte: ABNT, NBR 6023, p. 19.
3.8 Ilustraes 3.8.1 Figuras As figuras compreendem quadros, plantas, grficos, fotografias, desenhos, fluxogramas, esquemas e outros. So elementos demonstrativos de sntese que constituem unidade autnoma e explicam ou complementam visualmente o texto. Devem ser numeradas no decorrer do texto com algarismos arbicos, em uma seqncia prpria. A legenda deve ser clara e explicativa, porm breve. Sua identificao aparece na parte inferior precedida da palavra Figura, seguida de seu nmero na ordem de ocorrncia no texto, em algarismos arbicos, e do respectivo ttulo e/ou legenda explicativa e da fonte, se necessrio:
Po Or Sn Stm LLv
Figura 2 Pontos cefalomtrico segundo a anlise de Epker & Fish Fonte: Rodrigues, 2000.
250 200 Dureza 150 Knoop (KHN) 100 50 0
Permite Charisma Vitremer Dyract Durafil
PC1 5 % PC1 0 % SALI VA
Figura 2 Dureza Knoop (KHN) dos materiais restauradores utilizados, submetidos ao tratamento clareador com perxido de carbamida a 10 e 15% e saliva artificial Fonte: Campos, 2000.
3.8.2 Tabela De acordo com IBGE (1993), a tabela uma forma no discursiva de apresentar informaes, das quais o dado numrico se destaca como informao central. A identificao de uma tabela deve aparecer no topo, com algarismos arbicos, de modo crescente, precedido da palavra Tabela, seguido do ttulo da mesma. As fontes citadas na construo da tabela e notas eventuais aparecem na parte inferior da mesma, aps o fio de fechamento. As tabelas devem ser inseridas o mais prximo possvel do trecho a que se referem. Se a tabela no couber em uma folha, deve ser continuada em folha seguinte e, nesse caso, no delimitada por trao horizontal na parte inferior, sendo o ttulo e o cabealho repetidos na folha seguinte. Utilizam-se fios horizontais e verticais para separar os ttulos das colunas no cabealho e fecha-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e fios horizontais para separar as linhas. Exemplo:
Tabela 1 Nmero total de crianas segundo a faixa etria em meses o estgio de mineralizao do primeiro molar permanente inferior direito
FAIXA ETRIA 36 a 41 42 a 47 48 a 53 54 a 59 60 a 65 66 a 71 72 a 77 78 a 83 84 a 89 90 a 95 96 a 101 102 a 107 108 a 113 114 a 119 120 a 125 126 a 131 132 a 137 138 a 143 144 a 149 150 a 155 156 a 161 TOTAL 5 2 1 2 6 4 13 9 9 5 2 ESTGIO 7 8 TOTAL 9 10 6 14 14 23 30 19 17 14 16 20 20 11 17 18 8 16 13 7 7 1 2 293
3 13 20 8 6 1
1 4 7 6 9 13 7 3 1 1
1 2 5 4 3 11 11 5 5 6 1 1 1
2 6 5 11 12 7 15 12 7 7 1 2 87
Fonte: Costa, 1999.
4.1 FORMATO Por exigncia da Universidade, a tese ou dissertao deve ser impressa em folha letter, de dimenses 21,59 x 27,94cm, em papel branco e tinta de cor preta. A fonte utilizada pode ser escolhida entre Times New Roman ou Arial, tamanho 12. Espacejamento: entre as linhas do texto: espao 1,5; entre as linhas de referncias, notas de rodap e citaes textuais longas: espao simples.
Para documentos at 100 pginas superior: 3, 0 cm; esquerda: 3, 0 cm; direita: 2, 0 cm; inferior: 2, 0 cm; Para documentos com mais de 100 pginas superior: 3, 0 cm; esquerda: 3, 0 cm; direita: 3, 0 cm; inferior: 3, 0 cm;
de pargrafos: 2, 0 cm a partir da margem esquerda; de citao longa: 4, 0 cm a partir da margem esquerda.
4.2 Paginao De acordo com a Informao CCPG 01/2008, todas as pginas devero, obrigatoriamente, ser numeradas, inclusive pginas iniciais, divises de captulos, encartes, anexos, etc...As pginas iniciais podero ser numeradas utilizando-se algarismos romanos em sua forma minscula (Anexo A):
em romano, em letra minscula, da capa ao sumrio; em arbico, a partir do Introduo at o final do trabalho, incluindo apndices. Os nmeros das pginas devero figurar na posio fim de pgina (rodap) e alinhamento centralizada: Para trabalhos com at 100 pginas (contadas da capa at a ltima pgina), a impresso final ser efetuada apenas no padro frente, exceo feita pgina da ficha catalogrfica.
ps-textuais,
Para trabalhos com mais de 100 pginas (contadas da capa at a ltima pgina), a impresso final ser efetuada no padro frente e verso, com exceo s pginas iniciais e diviso de captulos. As pginas com
numerao impar sero impressas como frente, segundo a CCPG/01/2008. Os nmeros das pginas devero figurar na posio fim de pgina (rodap) e alinhamento centralizada.
Verso em branco Verso em branco
5 PROCEDIMENTOS DE ENTREGA DO ORIGINAL IMPRESSO E ELETRNICO A entrega dos originais se dar com a aprovao da Banca Examinadora e tendo sido cumprido todas as recomendaes (quando houver) e aps a liberao pelo orientador. Os autores das dissertaes e teses devero cumprir as exigncias para a entrega do original impresso de acordo com a Informao CCPG/01/2008 (Anexo A). 5.1 Publicao na Biblioteca Digital A orientao de como publicar est contida na Informao da CCPG/003/06 e o Termo de Autorizao est no Anexo D.
INFORMAO CCPG/003/06 Tendo em vista a necessidade de estabelecer as regras para a publicao das teses e dissertaes em texto completo na Biblioteca Digital da UNICAMP, a CCPG resolve: Artigo 1 - As teses e dissertaes que sero disponibilizadas em texto completo na Biblioteca Digital da UNICAMP. Artigo 2 - Os arquivos completos com o contedo das teses e dissertaes devero estar preferencialmente com a extenso ponto pdf (Adobe) ou outro qualquer quando esse no for possvel. 1 Os arquivos eletrnicos no devem conter chaves que restrinjam o acesso. 2 O contedo da tese e/ou dissertao deve ser salvo em um nico arquivo. 3 O contedo deve ser estar em conformidade com a cpia impressa da dissertao e/ou tese ou com o contedo da cpia enviada para homologao.
4 Pginas devero ser escaneadas, quando necessrio, e incorporadas no arquivo nico da tese seguindo a mesma seqncia do volume impresso. Artigo 3 As mdias de suporte dos arquivos eletrnicos com o contedo das dissertaes e teses devero estar convenientemente acondicionadas e devidamente identificadas, externamente, com as informaes: I Nome do autor por extenso; II Ttulo e subttulo (completo); III Grau de Defesa; IV Unidade de Defesa; V Data de Defesa; VI Endereo de e-mail e telefone para contato; VII Identificao do tipo de arquivo. Artigo 4 - Os autores devero entregar os arquivos contendo o contedo das dissertaes e teses defendidas na Unicamp nas mdias de suporte na Secretaria de ps-graduao da unidade de defesa. . 1 Ao receber os arquivos eletrnicos das dissertaes e teses defendidas na Unicamp, as Secretarias de Ps-Graduao devero: I checar se as informaes para identificao das dissertaes e/ou teses esto constando no invlucro da mdia; II obter declarao do aluno de que o contedo da dissertao ou tese correspondente ao original entregue para a homologao. . 2 O arquivo eletrnico parte integrante dos documentos necessrios homologao da dissertao ou tese. . 3 A verso eletrnica dever ser encaminhada Biblioteca Central Biblioteca Digital, acompanhada de relao de remessa ou ofcio de encaminhamento e de formulrio de autorizao para divulgao na Biblioteca Digital ou alternativamente poder ser entregue na Biblioteca Setorial que emitir uma declarao de que se responsabiliza pela insero da tese na BD-UNICAMP. Essa declarao acompanhar os documentos necessrios para a homologao
Art. 10 Esta Informao entrar em vigor na data de sua publicao, revogadas as disposies em contrrio. Campinas, 13 de setembro de 2006
Profa. Dra. Teresa Dib Zambon Atvars Presidente Comisso Central de Ps-Graduao
ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6023: informao e documentao referncias elaborao. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 10520: informao e documentao citaes em documentos apresentao. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 14724: informao e documentao trabalhos acadmicos apresentao em documentos apresentao. Rio de Janeiro, 2005. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 12256: apresentao de originais. Rio de Janeiro, 1992. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6024: numerao progressiva das sees de um documento. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6028:. : informao e documentao resumo - apresentao. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6027:. : informao e documentao sumrio - apresentao. Rio de Janeiro, 2003. CASTRO, C. M. Estrutura e apresentao de publicaes tcnicas : verso preliminar. Rio de Janeiro: IPEA; 1973. 43p. FRANA, J. L.; VASCONCELLOS, A. C. Manual para normalizao de publicaes tcnico-cientficas. 7. ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG; 2004. 211p. Instituto Nacional de Metrologia. Unidades legais de medidas. Disponvel em: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/unidlegaismed.asp . Acesso em: 19 maro 2007.
INFORMAO CCPG/01/20081
Tendo em vista a necessidade de reviso da regulamentao das normas sobre o formato e a impresso das dissertaes de mestrado e teses de doutorado e com base no entendimento exarado no Parecer PG n 1985/96, que trata da possibilidade do formato alternativo ao j estabelecido, a CCPG resolve: Artigo 1 - O formato padro das dissertaes e teses de mestrado e doutorado da UNICAMP devero obrigatoriamente conter:
Capa com formato nico ou em formato alternativo, que dever conter informaes relativas ao nvel (mestrado ou doutorado) e Unidade de defesa, fazendo referncia Universidade Estadual de Campinas, sendo o projeto grfico das capas definido pela PRPG. Primeira folha interna dando visibilidade Universidade, a Unidade de defesa, ao nome do autor, ao ttulo do trabalho, ao nmero de volumes (quando houver mais de um), ao nvel (mestrado ou doutorado), a rea de concentrao, ao nome do orientador e co-orientador, ao local (cidade) e ao ano de depsito. No seu verso deve constar a ficha catalogrfica. Folha de aprovao, dando visibilidade Comisso Julgadora com as respectivas assinaturas. Resumo em portugus e em ingls (ambos com no mximo 500 palavras). Sumrio. Corpo da dissertao ou tese dividido em tpicos estruturados de modo caracterstico rea de conhecimento. Referncias, formatadas segundo normas de referenciamento definidas pela CPG da Unidade ou a critrio do orientador; Todas as pginas devero, obrigatoriamente, ser numeradas, inclusive pginas iniciais, divises de captulos, encartes, anexos, etc...As pginas iniciais podero ser numeradas utilizando-se algarismos romanos em sua forma minscula. Todas as pginas com numerao impar sero impressas como frente e todas as pginas com numerao par sero impressas como verso.
1 - A critrio do autor e do orientador podero ser includos: dedicatria; agradecimento; epgrafe; lista de: ilustraes, tabelas, abreviaturas e siglas, smbolos; glossrio; apndice; anexos. 2 - A dissertao ou tese dever ser apresentada na lngua portuguesa, com exceo da possibilidade permitida no artigo 2 desta Informao.
Disponvel em: http://www.prpg.unicamp.br/arqpdfnormas/infccpg001_2008.pdf
3 - As dissertaes e teses cujo contedo versar sobre pesquisa envolvendo seres humanos, animais ou biossegurana, devero apresentar anexos os respectivos documentos de aprovao. Artigo 2 - A critrio do orientador e com aprovao da CPG da Unidade, os captulos e os apndices podero conter cpias de artigos de autoria ou de coautoria do candidato, j publicados ou submetidos para publicao em revistas cientficas ou anais de congressos sujeitos a arbitragem, escritos no idioma exigido pelo veculo de divulgao. nico O orientador e o candidato devero verificar junto s editoras a possibilidade de incluso dos artigos na dissertao ou tese, em atendimento legislao que rege o direito autoral, obtendo, se necessria, a competente autorizao, devero assinar declarao de que no esto infringindo o direito autoral transferido editora. Artigo 3 - Dependendo da rea do conhecimento, a critrio do orientador e com aprovao da CPG da Unidade, a dissertao ou tese poder ser apresentada em formato alternativo, desde que observados os incisos I, II, III, IV, V e VII do artigo 1. Artigo 4 - Para a impresso, na grfica da Unicamp, dos exemplares definitivos de dissertaes e teses defendidas, devero ser adotados os seguintes procedimentos: 1 - A solicitao para impresso dos exemplares de dissertaes e teses poder ser encaminhada grfica da Unicamp pelas Unidades, que se responsabilizaro pelo pagamento correspondente. 2 - Uma verso definitiva da dissertao ou tese gravada em arquivo PDF, deve ser encaminhada grfica da Unicamp acompanhado do formulrio Requisio de Servios Grficos, onde conste o nmero de exemplares solicitados. 3 - A grfica da Unicamp imprimir os exemplares solicitados com capa padro. Os exemplares solicitados sero encaminhados Unidade em no mximo, cinco dias teis. 4 - No formulrio Requisio de Servios Grficos devero ser indicadas as pginas cuja reproduo deva ser feita no padro cores ou foto, ficando entendido que as demais pginas devam ser reproduzidas no padro preto/branco comum. 5 - As dissertaes e teses sero reproduzidas no padro frente e verso, exceo feita s pginas iniciais e divises de captulos; dissertaes e teses com at 100 pginas sero reproduzidas no padro apenas frente, exceo feita pgina que contm a ficha catalogrfica. 6 - As pginas fornecidas para insero devero ser impressas em sua forma definitiva, ou seja, apenas frente ou frente/verso. 7 - O custo, em reais, de cada exemplar produzido pela grfica da Unicamp ser definido pela Administrao Superior da Universidade.
Artigo 5 - obrigatria a entrega de dois exemplares para homologao. Artigo 6 - Esta Informao entrar em vigor na data de sua publicao, revogadas as disposies em contrrio, principalmente as Informaes CCPG 001 e 002/98 e CCPG/001/00. Campinas, 09 de abril de 2008
As cpias de artigos de minha autoria ou de minha co-autoria, j publicados ou submetidos para publicao em revistas cientficas ou anais de congressos sujeitos a arbitragem, que constam da minha Dissertao/Tese de Mestrado/Doutorado, intitulada ___________________________________________________________, no infringem os dispositivos da Lei n. 9.610/98, nem o direito autoral de qualquer editora.
Candidato RG n.
Orientador RG n.
INFORMAO CCPG/003/062 Tendo em vista a necessidade de estabelecer as regras para a publicao das teses e dissertaes em texto completo na Biblioteca Digital da UNICAMP, a CCPG resolve: Artigo 1 - As teses e dissertaes que sero disponibilizadas em texto completo na Biblioteca Digital da UNICAMP. Artigo 2 - Os arquivos completos com o contedo das teses e dissertaes devero estar preferencialmente com a extenso ponto pdf (Adobe) ou outro qualquer quando esse no for possvel. 1 Os arquivos eletrnicos no devem conter chaves que restrinjam o acesso. 2 O contedo da tese e/ou dissertao deve ser salvo em um nico arquivo. 3 O contedo deve ser estar em conformidade com a cpia impressa da dissertao e/ou tese ou com o contedo da cpia enviada para homologao. 4 Pginas devero ser escaneadas, quando necessrio, e incorporadas no arquivo nico da tese seguindo a mesma seqncia do volume impresso. Artigo 3 As mdias de suporte dos arquivos eletrnicos com o contedo das dissertaes e teses devero estar convenientemente acondicionadas e devidamente identificadas, externamente, com as informaes: I - Nome do autor por extenso; II - Ttulo e subttulo (completo); III - Grau de Defesa; IV - Unidade de Defesa; V - Data de Defesa; VI - Endereo de e-mail e telefone para contato; VII - Identificao do tipo de arquivo. Artigo 4 - Os autores devero entregar os arquivos contendo o contedo das dissertaes e teses defendidas na Unicamp nas mdias de suporte na Secretaria de ps-graduao da unidade de defesa. . 1 Ao receber os arquivos eletrnicos das dissertaes e teses defendidas na Unicamp, as Secretarias de Ps-Graduao devero: I - checar se as informaes para identificao das dissertaes e/ou teses esto constando no invlucro da mdia;
Disponvel em: http://www.prpg.unicamp.br/arqpdfnormas/infccpg003_2006.pdf
II obter declarao do aluno de que o contedo da dissertao ou tese correspondente ao original entregue para a homologao. . 2 O arquivo eletrnico parte integrante dos documentos necessrios homologao da dissertao ou tese. . 3 A verso eletrnica dever ser encaminhada Biblioteca Central Biblioteca Digital, acompanhada de relao de remessa ou ofcio de encaminhamento e de formulrio de autorizao para divulgao na Biblioteca Digital ou alternativamente poder ser entregue na Biblioteca Setorial que emitir uma declarao de que se responsabiliza pela insero da tese na BD-UNICAMP. Essa declarao acompanhar os documentos necessrios para a homologao
Disponvel em: URL: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/unidLegaisMed.asp Acesso: 17 abr. 2007.
As informaes aqui apresentadas iro ajudar voc a compreender melhor e a escrever corretamente as unidades de medida adotadas no Brasil..
Nome e Smbolo (como escrever as unidades SI)
Nome e Smbolo como escrever as unidades SI As unidades SI podem ser escritas por seus nomes ou representadas por meio de smbolos. Exemplo: Unidade de comprimento nome: metro smbolo: m Unidade de tempo nome: segundo smbolo: s Nome em letra minscula Os nomes das unidades SI so escritos sempre em letra minscula. Exemplo: quilograma, newton, metro cbico exceo: no incio da frase e grau Celsius" Nome formao do plural A Resoluo CONMETRO 12/88 estabelece regras para a formao do plural dos nomes das unidades de medir. Para facilitar a consulta, indicamos na tabela 1" o plural dos nomes mais utilizados. Nome pronncia correta
O acento tnico recai sobre a unidade e no sobre o prefixo. exemplo: micrometro, hectolitro, milisegundo, centigrama excees: quilmetro, hectmetro, decmetro, decmetro, centmetro e milmetro Smbolo no abreviatura O smbolo um sinal convencional e invarivel utilizado para facilitar e universalizar a escrita e a leitura das unidades SI. Por isso mesmo no seguido de ponto. Certo segundo metro quilograma hora Smbolo no expoente O smbolo no escrito na forma de expoente. Certo 250 m 10 g 2 mg Errado s m kg h Errado s. ; seg. m. ; mtr. kg. ; kgr. h. ; hr.
Smbolo no tem plural O smbolo invarivel; no seguido de s". Certo cinco metros dois quilogramas oito horas 5m 2kg 8h Errado 5ms 2kgs 8hs
Unidade Composta Ao escrever uma unidade composta, no misture nome com smbolo. Certo quilmetro por hora km/h metro por segundo m/s Errado quilmetro/h km/hora metro/s m/segundo
O Grama O grama pertence ao gnero masculino. Por isso, ao escrever e pronunciar essa unidade, seus mltiplos e submltiplos, faa a concordncia corretamente. exemplo: dois quilogramas quinhentos miligramas duzentos e dez gramas oitocentos e um gramas O Prefixo Quilo O prefixo quilo (smbolo k) indica que a unidade est multiplicada por mil. Portanto, no pode ser usado sozinho. Certo quilograma; kg Errado quilo; k
Use o prefixo quilo da maneira correta. Certo quilmetro quilograma quilolitro Errado kilmetro kilograma kilolitro
Medidas de Tempo Ao escrever as medidas de tempo, observe o uso correto dos smbolos para hora, minuto e segundo. Certo 9h 25min 6s Errado 9: 25h 9h 25 6
Obs: Os smbolos e representam minuto e segundo enquanto unidades de ngulo plano e no de tempo.
Principais Unidades SI Grandeza comprimento rea volume ngulo plano tempo freqncia velocidade acelerao massa massa especfica vazo quantidade de matria fora Nome metro metro quadrado metro cbico radiano segundo hertz metro por segundo metro por segundo por segundo quilograma quilograma por metro cbico metro cbico por segundo mol newton Plural metros metros quadrados metros cbicos radianos segundos hertz metros por segundo metros por segundo por segundo quilogramas quilogramas por metro cbico metros cbicos por segundo mols newtons Smbolo m m m rad s Hz m/s m/s kg kg/m m/s mol N
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References: artigo 3
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 1
 artigo 2
 Artigo 2
 Artigo 3
 artigo 1
 Artigo 4

Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4