Source: https://profslusos.blogspot.com/2017/02/
Timestamp: 2018-06-21 10:12:31+00:00

Document:
Hoje o dia não me correu lá muito bem:
Gritei com a Branca de Neve, fiz chorar o Zorro, o Jack Sparrow passou mais de uma hora a chatear-me a cabeça dizendo que era um "pirata de guerra", o polícia espanhol andou à bulha com o Pato Donald enquanto o polícia português dava pontapés na cadeira da Minnie, o ninja fez chichi nas calças e a Julieta riscou o caderno todo de uma tal de Caudia Wolf (?).
Os únicos que se portaram bem foram o Darth Vader (mas acho que ele nem me estava a ver...) e um tal de Skylander (?)...
Estou a precisar de ir beber um copo...
Tema(s): LGP, Nacional
A Portaria n.º 74/2017 de 22 de fevereiro define "os procedimentos para que as despesas referentes à alimentação em refeitório escolar, de alunos inscritos em qualquer grau de ensino, em 2016, sejam dedutíveis à coleta do IRS nos termos previstos no n.º 1 do artigo 78.º -D do Código do IRS, independentemente da entidade que presta o referido serviço e da taxa de IVA aplicada".
2 — Para efeitos do disposto no número anterior, considera -se que é utilizada a faculdade prevista no n.º 1 do artigo 192.º da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, devendo os sujeitos passivos igualmente declarar no anexo H da declaração modelo 3 os totais das despesas, de todos os elementos do agregado familiar, respeitantes a despesas de saúde, de formação e educação, bem como respeitantes a encargos com imóveis e a encargos com lares, ao abrigo do disposto nos artigos 78.º -C a 78.º -E e 84.º, todos do Código do IRS, sem prejuízo de, na entrega via Portal das Finanças, ser facultado o pré -preenchimento do valor das despesas não relativas a refeições escolares.
3 — Nos termos do artigo 192.º da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, para efeitos de cálculo das deduções à coleta previstas nos artigos 78.º -C a 78.º -E e 84.º do Código do IRS, bem como do n.º 3 do artigo 195.º da Lei n.º 42/2016 de 28 de dezembro, são considerados os valores declarados pelos sujeitos passivos, os quais substituem os que tenham sido comunicados à AT nos termos da lei.
4 — O disposto nos n.os 3 e 4 do artigo 192.º da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, é igualmente aplicável às despesas referentes à alimentação em refeitório escolar a que se refere o n.º 3 do artigo 195.º daquela Lei, com as necessárias adaptações."
Comentário: A descentralização de competências para as autarquias poderia implicar algo de profundamente positivo, não fosse Portugal um país de reduzidas dimensões (e cada vez que me lembro da tentativa de divisão deste pequeno retângulo em regões "autónomas" até me dá vontade de rir) e a gestão local um meio de promoção, manutenção e acréscimo de votos.
Não auguro nada de bom para este reforço de poder...
Desagrada-me saber que a minha colocação numa determinada escola, poderá depender mais da minha filiação partidária do que da minha graduação profissional ou até mesmo da minha competência profissional.
Tema(s): Municipalização, Nacional, Preocupante, Sindicatos
O que eu já me ri com este cartoon...
Acho que até acordei os meus filhos de tanto me rir. Eh eh eh.
Embora gostasse que o atual modelo de gestão das escolas fosse diferente (isto é, não suportado por um Conselho Geral "contaminado" por influências partidárias), cada vez mais considero que o retorno a um passado recente é um fenómeno cada vez mais complicado de acontecer. É que por mais que não queira admitir, se os professores (na sua maioria) estiveram adormecidos no que à negociação do diploma dos concursos dizia respeito, a questão da mudança no modelo de gestão escolar é algo para o qual nem sequer estão minimamente motivados. E infelizmente a relação entre ambos é tão grande, que quando acordarem para o tema será tarde demais...
Tema(s): Municipalização, Nacional, Preocupante, Professores
Tema(s): Concursos, Concursos 2017|2018, Ensino Particular e Cooperativo, Nacional, Professores
Comentário: Este é um daqueles procedimentos expectáveis, acima de tudo porque o "estado de graça" entre o atual Ministério da Educação e a FENPROF parece ter sido colocado em pausa. Infelizmente, estas ações judiciais irão juntar-se a outras que já decorrem há alguns anos, e que conhecerão resultados daqui a uns valentes anos. Não tenho grandes dúvidas de que estas ações terão resultados positivos para os professores...
Infelizmente, os sucessivos Governos reconhecem o problema das contratações sucessivas, mas teimam (até porque lhes dá jeito) em mantê-las. Depois surgem as indemnizações, mas isso será um problemas para os que vierem a seguir.
Menos alunos por turma defendidos por PCP, BE e Verdes custam entre 500 e 700 M€
Comentário: Obviamente que a redução de alunos por turma teria (de forma genérica) um impacto profundamente positivo na qualidade do ensino, no entanto, quando se dá mais ênfase à vertente financeira da proposta e se utilizam expressões como "mais uns milhares de docentes", "mais umas centenas de assistentes sociais" e "custos globais de centenas de milhões de euros", temos suficientes ingredientes reunidos para uma varredela para debaixo do tapete orçamental.
Tema(s): Alunos, Escola, Nacional, Partidos, Preocupante, Professores
Tema(s): Concursos, Contratados, Contratos, Nacional, Preocupante, Professores
Ai! O amor...
Ela é ruivinha cenourinha, cheia de sardas, olhar meigo. Ele é a versão humana do escuteiro do Up Altamente, decidido e destemido.
Ela: Sabes, chicha («chicha» significa «teacher» em Inglês/1.º ciclo), nós namoramos.
Eu: Oh! Mesmo?!
Ela (estendendo o braço e abrindo a mão toda): Tenho cinco namorados!
Eu: Ai! E ele não se importa?
Ele: Não! Eu também tenho duas namoradas!
Eu: Hum… Pronto, então… Vamos é começar a aula, está bem?
Não tarda nada, apanho um bilhetinho que ela lhe estendeu à socapa: «Amo-te, fofo». A assinatura é um coração com a respetiva inicial. Não consigo arrumar aquele tesourinho na minha gaveta. Coloco-o, então, em cima da mesa do miúdo: «Vá, esconde lá isto e guarda-o bem até ficares bem velhinho!» Logo, logo – era de se esperar –, dou com o rapaz a escrever também um bilhetinho.
Eu: Agora vão passar a aula toda com bilhetinhos, querem ver?!
Ele: A aula toda, não, chicha! Ela escreveu-me, tenho que lhe responder! (Isto tudo com o ar nobre de quem tem honra e dignidade...)
Ia fazer o quê?! Se eu até acho que ele tem razão?! Dei uma espreitadela: «Amo-te muito, fofa» e o tal coração com a inicial…
Eu: Vão ter que aprender a aprimorar estas coisas!
Fitaram-me, com o olhar de quem não percebeu nada, e eu desejei que eles passassem ainda uns largos anos sem perceber…
Comentário: Divulguei aqui o novo paradigma para a educação (que se encontra em consulta pública), no entanto, a notícia cujo link coloquei acima permite retirar algumas conclusões relativamente a um novo ciclo de "revolução" na educação...
Desde que iniciei a minha vida nesta profissão já passei por tantas experiências destas (formuladas, interrompidas, adaptadas ou eliminadas a cada ciclo político no poder) que reconheço já não acreditar na bondade de quem aponta uma direção sem aprender com os desvios do passado. As mudanças são tão recorrentes, que quando finalmente nos estamos a adaptar ao último ciclo de "revolução", dão início a um novo.
Deixo-vos com um parágrafo que me pareceu delicioso:
"(...) Ao fazer o que fez, e ao falar de equidade e justiça, quando anunciou a borrada, Tiago Brandão Rodrigues tomou por obra-prima a prima do mestre d’obras: violou preceitos básicos do Código de Trabalho, atirou para o desemprego professores da rede pública, que substituiu por professores da rede privada, safou de indemnizações, por eventuais despedimentos, os patrões dos colégios contra os quais a sua padeira de Aljubarrota espadeirou no ano transacto e marcou com mais lama a aplicação da “norma-travão” da próxima lotaria. (...)"
E cá está o Despacho Normativo nº 1-A/2017, que aprova o Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário.
Tema(s): Exames Nacionais 2017, Legislação
Como isto da afonia e rouquidão são ossos do ofício, fica a dica.
(As flores são tão lindas que, ultrapassado o problema, ainda as podem utilizar para fazerem um pot-porri. É só vantagens. :D )
Tema(s): Doença, Pessoal
"(...) A formação deverá ser assegurada através de parcerias com Instituições de Ensino Superior, sociedades e peritos, privilegiando a modalidade oficina, com experimentação em sala de aula.
Segundo a mesma nota, a formação de âmbito transversal contempla múltiplas áreas, entre as quais, metodologias ativas de ensino-aprendizagem em contexto de sala de aula, orientações curriculares para a Educação Pré-escolar, bibliotecas escolares em trabalho conjunto com o diretor de turma, gestão flexível do currículo e interdisciplinaridade, aprender e ensinar com TIC, educação inclusiva e gestão da diversidade, Inovação e desenvolvimento curricular, educação para a cidadania e formação de psicólogos. (...)"
Tema(s): Estatuto, Formação, Nacional, Professores
Comentário: Este isolamento indesmentível dos professores teve o alto patrocínio dos sucessivos Ministérios da Educação, como tal, não nos venham agora apontar o dedo. As tentativas de divisão da classe, a promoção de colegas a "avaliadores", assim como os recentes modelos de avaliação do desempenho, tiveram como efeito uma competição não saudável entre pares e colocaram um ponto final na cooperação que existia em alguns grupos de recrutamento de algumas escolas a nível nacional.
Eu assisti a isso de perto, e passados alguns anos constato que há "feridas" que nunca mais sararam, e que a partilha e a cooperação de outrora dificilmente regressarão, porque entretanto se instalou a desconfiança. Tenho também assistido a tentativas ténues de "salas abertas" (parece que é assim que se chama agora), onde se pedem professores voluntários para assistirem a aulas uns dos outros, mas o receio e a desconfiança falam mais alto, porque todos consideram que o que agora (re)começa como voluntariado, depressa passa a obrigatório... Aquilo que agora começa como partilha, rapidamente poderá passar a influenciar negativamente a nossa avaliação...
Sou, de facto, uma péssima professora. Não há volta a dar. Por mais que eu tente, por mais que eu me esforce, apontam-me o dedo… uns por isto, outros por aquilo, os mesmos por isto e por aquilo…
Quando levo apontamentos para as minhas aulas, é porque sou uma insegura a nível científico e preciso de suporte.
Quando não levo nada, é porque sou uma inconsciente que não prepara as suas aulas.
Quando falo em Inglês, é porque não me preocupo com os que têm mais dificuldades e estes vão acabar por desistir e deixar de tentar acompanhar a aula.
Quando falo em Português, não estou a puxar pelos alunos e estes não estão a aprender nada.
Quando me irrito, é porque passei mal a noite ou me chateei com o meu namorado.
Quando não me irrito, é porque não quero saber: se eles querem aprender, aprendem, se não querem, o problema é deles… paciência!
Quando grito, é porque não era preciso gritar: eles não são surdos.
Quando não grito, eles são, de facto, surdos, e não me ouvem.
Quando parto para uma participação disciplinar, é porque é injusto: não era só este ou só aquele que estava a perturbar a aula.
Quando não há participação disciplinar, é porque não tenho pulso e eles fazem o que querem.
Quando trabalho com os meus colegas de grupo, é porque não sei fazer nada sozinha.
Quando não trabalho com os meus colegas, é porque sou uma individualista e tenho a mania.
Quando utilizo o manual, é porque as aulas são uma seca.
Quando utilizo outros recursos, é porque o manual foi caro e não está a ser utilizado.
Quando passo os intervalos com os meus colegas na galhofa, é porque o eu quero é brincadeira e não sei aproveitar bem o meu tempo.
Quando passo os intervalos a correr de um lado para o outro para tirar cópias, requisitar algo da biblioteca, redigir uma participação ou lançar os sumários, é porque não sei viver ou porque só vivo para a escola e devo ter seis gatos em casa à minha espera.
Quando estou com gripe, é porque devia faltar: não é nada saudável estar fechada numa sala e espirrar para cima dos alunos.
Quando falto, é porque me baldo.
Quando brinco, estou a dar confiança a mais.
Quando não brinco, não sei criar contextos saudáveis para a aprendizagem.
Quando os meus testes são longos, é porque quero tramá-los: é muita coisa para assimilar para um só teste.
Quando os testes são curtos, é porque quero tramá-los: eles até sabiam o resto, mas o resto não saiu no teste.
É isso: sou péssima professora… Vou mas é beber um copo e esquecer… É isso que eles fazem nos filmes americanos: vão beber um copo… Ou dois… Aliás, nos filmes, os melhores professores bebem muito… Vou tentar só mais esta, a ver se acerto…
© Publicado por Dalila Ribeiro 19 Comentário(s)
Uma vez que o diploma que reforça o poder partidário nos Agrupamentos de Escolas será aprovado em breve, estou em crer que cada vez mais faz sentido discutir o tipo de gestão que gostaríamos de ter nas nossas escolas, antes que seja tarde demais... Bem... Provavelmente até já será tarde demais, mas não é tempo de baixar os braços.
Tema(s): Nacional, Partidos, Politica, Politiquices
Tema(s): Alunos, Iniciativas, Nacional
Comentário: Mais uma vez temos a constatação do óbvio que pouca relevância terá para o Ministério da Educação de Tiago Brandão Rodrigues....
O sistema de tutorias implementado este ano letivo (podem ler uma das minhas primeiras críticas, aqui) dificilmente poderia trazer bons resultados, pois estamos a falar de 4 horas semanais para 10 alunos e com um professor tutor (sem óbvia formação para o efeito, é claro). Isto é uma "aspirina" para o insucesso e nada mais!
Tema(s): Apoio tutorial, Nacional, Professores
Tema(s): Estudos, Nacional, OCDE
A C. é uma miúda esforçada do 11.º ano. É muito afável, sorridente, trabalhadora e atenta. Tem boas notas a todas as disciplinas. Inglês, diz ela, é a disciplina em que ela obtém notas menos boas. Apercebi de que isso era verdade na última reunião de avaliação em que o 14 a Inglês destoava das outras notas nas restantes disciplinas. Gosto dela. Faz perguntas pertinentes e pede sempre mais exercícios para "treinar".
É óbvio que não me lembro de cada nota, de cada teste, de cada erro. Mas, em alguns casos, há pormenores que me ficam na memória… Num «rephrasing» que abarcava vários conteúdos gramaticais, quis certificar-me, numa das orações do exercício, de que os alunos sabiam distinguir o uso do Past Perfect Continuous do do Past Continuous. Quando corrigi o teste da C., lembro-me de ter pensado «Bolas, ela percebeu que tinha de usar um Perfect Tense, mas usou o errado, usou o Present Perfect Continuous… Que pena…» E risquei a frase dela…
No dia da entrega dos testes, ela chamou-me. Quis tirar uma dúvida sobre um erro que ela tinha feito num exercício e eu expliquei… «E aqui, professora? O que é que está mal?», apontando para essa tal frase do Past Perfect Continuous. O «s» do «has» (Present) que eu tinha visto na véspera tinha-se transformado em «d»: «had» (Past)… Fiz um compasso de espera, fingindo reler a frase… «Pois, não está nada de errado aqui. A tua frase está correta.», acabei eu por dizer, sem conseguir enfrentar os olhos dela. «Sendo assim, a tua nota final não é 13, mas sim 13,3, já que cada uma destas frases valia 3 décimas…» E fiz os ajustes necessários no teste e na minha grelha…
E continuei a aula, como se nada fosse... E repetia para mim mesma: «Deixa lá, Dalila, em frente, são só 3 décimas… Não volta a acontecer: da próxima vez, circundas os erros todos e escreves a resposta correta ao lado… Segue…» E segui… como se nada tivesse sido… Mas tinha sido… e mantinha-se… uma (talvez infantil, mas inevitável) tristeza do tamanho de todo o carinho que tenho por esta miúda…
Em consonância com os anúncios do senhor Ministro da Educação (aqui), temos uma novidade no sítio da DGAE (e plataforma SIGRHE) relativa à disponibilização na plataforma SIGRHE de uma aplicação para Certificação de Tempo de Serviço, prestado em estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo - EPC, em Escolas Profissionais Privadas e Instituições Particulares de Solidariedade Social – IPSS.
Para quem interessar (e acredito que serão bastantes), o melhor mesmo é clicarem nos links abaixo:
Guia do Utilizador - Certificação do tempo de serviço – EPC.pdf
Nota Informativa – Certificação do tempo de serviço – EPC.pdf
Tema(s): Concursos, Ensino Particular e Cooperativo, Escolas Profissionais Privadas, IPSS
O "diálogo" acima foi passado hoje num grupo público de professores no Facebook, é um reflexo perfeito do grau de precariedade da nossa classe profissional e mostra bem o tipo de exploração a que alguns se sujeitam para poderem trabalhar no que gostam.
Não sou uma pessoa violenta, mas depois de diálogos como este, tenho sérias dificuldades em conter-me quando afirmam que somos uma classe de privilegiados.
Tema(s): Opiniões, Preocupante
Tema(s): Agrupamentos, Assistentes Operacionais, Escola, Nacional
a) Serão mesmo mais de 3000 docentes que poderão vincular extraordinariamente; b) O diploma aprovado resulta de uma significativa aproximação às contribuições sindicais; c) Redução do número de anos necessários para a implementação da norma-travão; d) Reforço da mobilidade para os docentes com deficiência permanente (visual e motora); e) Nos próximos dois anos, os professores provenientes das Escolas com contrato de associação irão manter concorrer em igualdade de condições relativamente aos professores do ensino público; f) Reforço da responsabilização dos docentes que recusam vaga; g) Serão estudados próximos momentos de vinculação; h) Grupo para docentes de língua gestual portuguesa estará em cima da mesa no futuro; i) Vinculação extraordinária terá sido saudada por todas as estruturas sindicais.
Comentário: Para quem não sabe, amanhã teremos uma greve que abrangerá "não só os cerca de 30 mil assistentes operacionais (auxiliares) das escolas mas também os assistentes técnicos, nomeadamente pessoal das secretarias e técnicos especializados, como os psicólogos escolares".
Ao contrário do que se passa na nossa classe profissional, estou em crer que os "não docentes" são mais unidos e acredito que esta greve possa ter algum impacte. Não sei se tanto como os sindicatos gostariam, mas acredito que será maior do que alguns (pessimistas) afirmam.
Tema(s): Agrupamentos, Assistentes Operacionais, Escola
Tema(s): Ministério da Educação, Nacional, Preocupante, Sindicatos
As contas do Centeno quanto aos professores…

References: artigo 78
 artigo 192
 artigo 192
 artigo 195
 artigo 192
 artigo 195