Source: http://docplayer.com.br/2861078-Uma-viagem-aos-museus-com-paragem-prolongada-no-museu-nacional-de-arqueologia.html
Timestamp: 2016-10-22 03:47:49+00:00

Document:
⭐Uma viagem aos museus com paragem prolongada no Museu Nacional de Arqueologia
Uma viagem aos museus com paragem prolongada no Museu Nacional de Arqueologia
Download "Uma viagem aos museus com paragem prolongada no Museu Nacional de Arqueologia"
Sílvia Castelo Lameira
1 Uma viagem aos museus com paragem prolongada no Museu Nacional de Arqueologia Por Luís Raposo Presidente da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM Representante dos museus da Rede Portuguesa de Museus no Conselho Nacional de Cultura Director do Museu Nacional de Arqueologia MUSEOLOGIA DO OBJECTO Relação Apresentação dos objectos Comunicação Visitante Objecto Sala Vitrina Conservador Visitante Conserva e apresenta os objectos Contacta com os objectos [seg. Hernández Hernández, F. (1998) El museo como espacio de comunicación. Gijón: Ediciones Trea] 12 MUSEOLOGIA DA IDEIA Relação Apresentação dos saberes Comunicação Visitante Saber Interacção Produtor Visitante Elabora um meio de comunicação Entra em comunicação com o saber [seg. Hernández Hernández, F. (1998) El museo como espacio de comunicación. Gijón: Ediciones Trea] MUSEOLOGIA DO ENFOQUE Relação Apresentação de um ambiente hipermediático Comunicação Visitante Exposição Reconstrução ecosistema Exposições espectáculos Representação fictícia Visitante actor principal Ecomuseu [seg. Hernández Hernández, F. (1998) El museo como espacio de comunicación. Gijón: Ediciones Trea] 23 Centro de Investigação Museu do ponto de vista Arquivo Museu Templo Museu dos contextos Museu Forum Parque Temático Museu da peça Gabinete de Curiosidades ALGUMAS TIPOLOGIAS DE MUSEUS A Classificação do ICOM (quanto à natureza das colecções) 1. MUSEOS DE ARTE (conjunto: bellas artes, artes aplicadas, arqueología) 1.1. de pintura 1.2. de escultura 1.3. de grabado 1.4. de artes gráficas: disenos, grabados y litografías 1.5. de arqueología y antigüedades 1.6. de artes decorativas y aplicadas de arte religioso 1.8. de música 1.9. de arte dramático, teatro y danza 2. MUSEOS DE HISTORIA NATURAL EN GENERAL (comprendiendo colecciones de botánica, zoología, geología, paleontología, antropología, etc.) 2.1. de geología y mineralogía 2.2. de botánica, jardines botánicos 2.3. de zoología, jardines zoológicos, acuarios 2.4. de antropología física 34 3. MUSEOS DE ETNOGRAFÍA Y FOLKLORE 4. MUSEOS HISTÓRICOS 4.1. «biográficos», referidos a grupos de individuos, por categorías profesionales y otros y colecciones de objetos y recuerdos de una época determinada commemorativos (recordando un acontecimiento) «biográficos», referidos a un personaje (casa de hombres célebres) de historia de una ciudad 4.6. históricos y arqueológicos 4.7. de guerra y dei ejército 4.8. de la marina 5. MUSEOS DE LAS CIENCIAS Y DE LAS TÉCNICAS 5.1. de las ciencias y de las técnicas, en general 5.2. de física 5.3. de oceanografía 5.4. de medicina y cirugía 5.5. de técnicas industriales, industria del automóvi! 5.6. de manufacturas y productos manufacturados. 6. MUSEOS DE CIENCIAS SOCIALES Y SERVICIOS SOCIALES 6.1. de pedagogía, ensenanza y educación 6.2. de justicia y de policía 7. MUSEOS DE COMERCIO Y DE LAS COMUNICACIONES 7.1. de moneda y de sistemas bancarios 7.2. de transportes 7.3. de correos 8. MUSEOS DE AGRICULTURA Y DE LOS PRODUCTOS DEL SUELO -quanto à propriedade: públicos, privados, associativos, cooperativos, etc. -quanto à competência administrativa: estatais, municipais, etc. -quanto ao âmbito geográfico: nacionais, regionais, locais, de sítio, etc. -quanto à amplitude temática: monográficos, disciplinares, mistos, etc. -quanto à natureza das colecções: históricos, arqueológicos, etnográficos, de arte (antiga, contemporânea ), de ciências naturais, etc. -quanto à natureza dos recursos museológicos usados: museus tradicionais; novos museus; ecomuseus; museus virtuais; museus polinucleados; etc. 45 56 Alternativas ao museu (exemplo: contar a história de uma povoação) * colecções de desdobráveis livro histórico pictural * Mapa ilustrado * colecções de postais ilustrados * conjuntos de pacotes de dispositivos com notas * diaporama * vídeo * pacote de recursos educativos * colecções de cassetes áudio * novela histórica * painéis informativos * itinerário auto-guiado * reconstrução dramática de eventos passados * apresentação de som e luzes * festival * passeios guiados a pé ou de autocarro * exposições temporárias * rede de locais com pontos de interpretação (seg. Ambrose, T. (1993) Managing new museums. A guide to good practice. Edinburgh: HMSO. Ser museu Que requisitos? Modelo Desenvolvido 1 - Existe inventário sumário das colecções (no todo ou em parte); 2 - Existe algum sistema de segurança; 3- Existe pelo menos uma sala de exposições; 4 - Existe pelo menos um serviço de acolhimento do público (exemplos: cafetaria, loja, biblioteca); 5 - Existe pessoal permanente (incluindo pelo menos 1 técnico com formação superior); 6 - Existe orçamento de funcionamento próprio ou alheio, mas afecto ao museu; 7 - Possui instalações próprias permanentes; 8 - Funciona regularmente ao longo de todo o ano; 9 - Realiza pelo menos uma acção de divulgação no exterior (exemplos: divulgação do acervo, investigação, publicidade); 10 - Edita pelo menos uma publicação (exemplos: catálogo, guia, desdobrável, folheto); 11 - Produz pelo menos uma actividade orientada para o visitante (exemplos: exposição, conferência, espectáculo, etc.); 12 - Encontra-se incluindo em itinerários culturais da sua área; 13 - Possui serviço educativo. Modelo Minimal 1 - Existe inventário sumário das colecções (no todo ou em parte); 2 - Existe pelo menos uma sala de exposições; 3 - Existem salas destinadas a outras funções; 4 - Existe pessoal permanente (incluindo pelo menos 1 técnico com formação superior); 5 - Existe orçamento de funcionamento próprio ou alheio, mas afecto ao museu; 6 - Está aberto ao público ao longo do ano, pelo menos sazonalmente; 7 - Produz pelo menos uma actividade orientada para o visitante (exemplos: exposição, conferência, espectáculo, etc.) FONTE: Inquérito aos Museus,7 Artigo 3.º Conceito de museu 1 Museu é uma instituição de carácter permanente, com ou sem personalidade jurídica, sem fins lucrativos, dotada de uma estrutura organizacional que lhe permite: a) Garantir um destino unitário a um conjunto de bens culturais e valorizá-los através da investigação, incorporação, inventário, documentação, conservação, interpretação, exposição e divulgação, com objectivos científicos, educati-vos e lúdicos; b) Facultar acesso regular ao público e fomentar a democratização da cultura, a promoção da pessoa e o desenvolvimento da sociedade. 2 Consideram-se museus as instituições, com diferentes designações, que apresentem as características e cumpram as funções museológicas previstas na presente lei para o museu, ainda que o respectivo acervo integre espécies vivas, tanto botânicas como zoológicas, testemunhos resultantes da materialização de ideias, representações de realidades existentes ou virtuais, assim como bens de património cultural imóvel, ambien-tal e paisagístico. Artigo 4.º Colecção visitável 1 Considera-se colecção visitável o conjunto de bens culturais conservados por uma pessoa singular ou por pessoa colectiva, pública ou privada, exposto publicamente em instalações especialmente afectas a esse fim, mas que não reúna os meios que permitam o pleno desempenho das restantes funções museológicas que a presente lei estabelece para o museu. 2 A colecção visitável é objecto de benefícios e de programas de apoio e de qualificação adequados à sua natureza e dimensão através do Estado, das regiões autónomas e dos municípios, desde que disponha de bens culturais inventariados nos termos do artigo 19.o da Lei n.o 107/2001, de 8 de Setembro. 3 Os programas referidos no número anterior são preferencialmente estabelecidos quando seja assegurada a possibilidade de investigação, acesso e visita pública regular. FONTE: Lei nº 47/2004, de 19 de Agosto Lei Quadro dos Museus Portugueses Artigo 7.o Funções do museu O museu prossegue as seguintes funções: a) Estudo e investigação; b) Incorporação; c) Inventário e documentação; d) Conservação; e) Segurança; f) Interpretação e exposição; g) Educação. FONTE: Lei nº 47/2004, de 19 de Agosto Lei Quadro dos Museus Portugueses 78 FONTE: Inquérito aos Museus, 2000 Museus em rede: Condições mínimas de adesão: monográfico regional nacional Unidades históricas sítio área cultural país Unidades administrativas municipal distrital central Intercâmbios de colecções Articulação de programas museais Troca de experiências e formação de pessoal Plano museológico (para museus em rede): Estabelecimento de prioridades em matéria de investimento Repartição racional de competências 89 Rede portuguesa de museus espaço Cultura Acheulense Cultura Cardial Cultura Megalítica Cultura Castreja Lusitânia Romana Al-Andalus municípios regiões Portugal tempo E agora O MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA 910 Modelo teórico ENSINAR (formar para a cidadania) Modelo teórico 1011 Qual o papel de um museu nacional, no âmbito do ordenamento museológico contemporâneo? arqueologia Qual o papel de um museu nacional e de arqueologia no mesmo âmbito? Qual o papel específico do Museu Nacional de Arqueologia, em Portugal? Um pouco de história O Museu Nacional de Arqueologia... recolhe o maior acervo arqueológico do País possui uma das mais importantes bibliotecas arqueológicas do País é herdeiro de uma história ilustre, que remonta ao seu fundador......josé Leite de Vasconcelos 1112 Um pouco de história Um pouco de história 1213 Um pouco de história Um pouco de história 1314 Um pouco de história Um pouco de história 1415 Um pouco de história Programas expositivos SÍNTESES NACIONAIS 1516 Programas expositivos SÍNTESES NACIONAIS por iniciativa do MNA: tema, comissão científica, duração, etc. grande número de museus envolvidos, de Norte a Sul do País e no estrangeiro O MNA / IPM suporta a totalidade dos custos: seguros transportes restauros projecto de museografia projecto de design direitos de autor catálogo outro material educativo etc. Programas expositivos SÍNTESES LOCAIS E REGIONAIS (promovidas pelo MNA em conjunto com autarquias) 1617 Programas expositivos SÍNTESES LOCAIS E REGIONAIS (promovidas pelo MNA em conjunto com autarquias) Compete ao MNA / IPM: fornecimento do projecto de museografia execução do projecto de museografia metade dos custos do catálogo promoção pública p da exposição compete à autarquia: organização da comissão científica (com o acordo do MNA) fornecimento de todos os originais para a exposição e catálogo (inclui restauro e conservação de peças, textos e imagens) design gráfico da exposição e do catálogo Programas expositivos Apresentação nacional de exposições promovidas por museus locais e regionais situações estudadas caso a caso em geral, o MNA apenas cede espaço e apoio técnico de montagem pode considerar-se a reedição ou adaptação de roteiros ou guias podem considerar-se acções paralelas: conferências, etc. 1718 Programas expositivos Intercâmbio nacional empréstimos de peças para exposições temporárias depósitos de peças para exposições permanentes compatibilidade com programas expositivos do MNA (com especial referência à garantia do acervo para a reinstalação da galeria de exposição permanente Portugal, das origens à fundação da nacionalidade) avaliação do projecto museal destinatário estabelecimento de protocolo ou documento de oficial de aceitação das condições de depósito autorização para a execução de réplicas autorização para a reprodução de documentação histórica Programas expositivos Intercâmbio nacional consultadoria do MNA em relação a projectos museais no País emissão de pareceres, solicitados pelo IPM ou pela RPM emissão de parecer a pedido dos próprios intervenção activa ao abrigo de protocolos celebrados para o efeito O Império Império romano romano como como fenómeno fenómeno politico politico A Hispânia Hispânia romana romana como como área área do do Império Império A Lusitânia Lusitânia como como província província mais mais ocidental ocidental do do mundo mundo romano romano SALA SALA DA DA EPIGRAFIA 4. A cidade cidade de de Ammaia Ammaiacomo exemplo exemplo do do fenómeno fenómeno EPIGRAFIA romano SALA SALA DA DA ARQUITECTURA ARQUITECTURA E E DO DO URBANISMO romano no no Nordeste Nordeste Alentejano Alentejano 4.1. URBANISMO SALA SALA DAS DAS ACTIVIDADES ACTIVIDADES ECONÓMICAS 4.1. História História da da cidade cidade ECONÓMICAS Estrutura Estrutura urbana urbana Cultura Cultura SALA SALA DA DA VIDA VIDA QUOTIDIANA QUOTIDIANA material material SALA SALA DA DA CIRCULAÇÃO CIRCULAÇÃO MONETÁRIA 4.4. MONETÁRIA 4.4. Os Os habitantes habitantes AS AS formas formas de de vida vida e e subsistência subsistência O O território território da da cidade cidade 1819 Programas expositivos Intercâmbio internacional colaborações ocasionais com museus estrangeiros colaborações procuradas pelo MNA junto das autoridades estrangeiras (via embaixadas) colaborações propostas ao MNA por empresas nacionais e estrangeiras exposições itinerantes, no âmbito de parcerias com o MNA Programas expositivos Intercâmbio internacional empréstimos de peças para exposições temporárias participação em exposições internacionais, promovidas conjuntamente como MNA organização de exposições do MNA no estrangeiro 1920 Outras actividades Intercâmbio nacional Formação de pessoal: estágios facultados nas diferentes áreas de actividade museal protocolos estabelecidos com escolas do ensino superior Cedência de espaços e equipamentos Actividades científicas e de extensão cultural exemplo: 1º Encontro Nacional de Museus com Colecções de Arqueologia Projectos europeus CHAMPOLLION Rede de 11 museus europeus com colecções de antiguidades egípcias consideradas de média m dimensão: Museu Allard Pierson, Amsterdão Museu Real de Arte e História, Bruxelas Museu Nacional da Irlanda, Dublin Museu Egípcio de Florença Museu Roemer e Pelizaeus, Hildesheim Instituto de Papirologia e Egiptologia, Lille Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa Museus e Galerias Nacionais de Merseyside,, Liverpool Museu Arqueológico Nacional, Madrid Museu de Arte e História, Viena Museu de Estado de S. Petersburgo 2021 Acção junto dos públicos escolares Pré-escolar e 1º ciclo de escolaridade Ateliê Arte rupestre Acção junto dos públicos escolares 2º e 3º Ciclo de escolaridade OFICINA O Megalitismo 2122 Acção junto dos públicos escolares 2º e 3º Ciclos de escolaridade Jogos de Criatividade Acção junto dos públicos escolares 2º e 3º Ciclos de escolaridade Maleta Pedagógica 2223 Acção junto dos públicos escolares Ensino Secundário A minha Escola adopta um Museu Acção junto dos públicos escolares Ensino Secundário A minha Escola adopta um Museu 2324 Acção junto dos públicos escolares Ensino Secundário Ciência Viva nas Férias Acção junto dos públicos escolares Música, Cinema, Teatro e Dança Ensino Artístico Especializado 2425 Acção junto das famílias Acção junto públicos com necessidades especiais 2526 Actividades de animação cultural Comemorações de dias festivos Actividades de animação cultural Comemorações de dias festivos Número de visitantes no Dia Internacional dos Museus, Noite dos Museus e FESTA DOS MUSEUS (milhares) (%) " " " 150 " " " " 100 " Anos 10,0 9, ,4 2, ,3 1, , , Anos Festa dos Museus Número % em relação ao total 2627 Actividades de animação cultural Comemorações de dias festivos Actividades de animação cultural Comemorações de dias festivos 2728 Actividades de animação cultural Programas culturais diversos Feira de Réplicas R e Material Didáctico de Arqueologia Realização bianual (2005, 2007) Participação de museus, associações culturais, escolas e entidades de carácter cter empresarial. Promove a troca de ideias, experiências, conhecimentos e difusão de boas práticas. Realizam-se ateliês e recriações históricas de diferentes épocas. Conferências, ciclos de cinema, lançamentos amentos de livros, etc. Actividades do Grupo de Amigos Divulgação do Museu fora de portas Feira de Livro Antigo e Livro Usado de Arqueologia Actividades de animação cultural Programas culturais diversos 2829 Actividades de animação cultural Programas culturais diversos Actividades de animação cultural Programas culturais diversos 2930 Actividades de animação cultural Novos desafios À Noite no Museu Esta actividade tem como públicop blico-alvo, crianças as dos 8 aos 12 anos. Trata-se de uma aventura de descoberta pelo museu, com exploração dos espaços expositivos através s de uma série s de pistas, charadas e jogos que apelam à memória, raciocínio lógico-dedutivo e aplicação de conhecimentos. Actividades de Tempos Livres (ATL). O principal objectivo é incutir o gosto pela história e pela arqueologia nas crianças. as. Através s de um programa pré- definido que contempla a visita guiada a todos os espaços expositivos de museu, estabelece-se se uma calendarização de actividades práticas que passa pela realização de ateliês, oficinas educativas, visitas a outros museus e jogos pedagógico gico-didácticos que conferem uma dimensão prática à aprendizagem Festas de aniversário rio Trata-se uma forma diferente das crianças as festejarem o seu aniversário, rio, na medida em que vão apreendendo enquanto brincam. Por outras palavras, através s de um conjunto de actividades lúdicol dico-pedagógicas, gicas, as crianças as apreendem os conteúdos das exposições e fazem actividades práticas em ateliês, consolidando os conhecimentos obtidos. Actividades educativas Novos desafios Maior uso da Internet Exposições virtuais Conteúdos educativos Preparação prévia de exposições Culturas arqueológicas Objectos e colecções Blogue do Serviço o Educativo Clubes de Arqueologia Criação nas escolas Relacionamento com o Museu via Internet / E Actividades nas escolas, no museu e no terreno 3031 .. futuro Programa museológico Exp. permamente (5100 m2) Exp. temporárias (500 m2) Áreas públicas (640 m2) Áreas semi-públicas (800 m2) Temas essenciais Temas acessórios "Ex-libris" Áreas reservadas (2960 m2) Reservas Temporárias Temas específicos Investigação Biblioteca Serv. Administ. Auditório Serv. Educativo Arquivos Recepção Serv. apoio técnico Oficinas Cons. e restauro Depósitos.. futuro.. futuro Programa expositivo P: Exposições permanentes 1 - "Ex-libris" 2 - Núcleos temáticos essenciais 3 - Núcleos temáticos acessórios 4 - Núcleos específicos T: Exposições temporárias 1: Monográficas de âmbito nacional, promovidas pelo Museu 2: Nacionais ou internacionais, promovidas no âmbito de projectos de cooperação interdepartamental 3: Diversas, de pequena dimensão, promovidas pelo Museu ou por entidades terceiras 31 Documentos relacionados
N. o 195 19 de Agosto de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 5379 Lei n. o 47/2004 de 19 de Agosto Aprova a Lei Quadro dos Museus Portugueses A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do Leia mais Componente de Formação Técnica-Artística
ENSINO ARTÍSTICO ESPECIALIZADO ARTES VISUAIS E AUDIOVISUAIS PROGRAMA Componente de Formação Técnica-Artística Disciplina de Opção Gestão das Artes 11º e 12º Anos Autores José Carlos Alvarez 11º e 12º anos Leia mais MINISTÉRIO DA CULTURA. N. o 18 25 de Janeiro de 2006 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 603. Artigo 6. o
N. o 18 25 de Janeiro de 2006 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 603 Artigo 6. o Dotação dos cargos de direcção 1 Em cumprimento do disposto no n. o 1 do artigo 8. o do Decreto Regulamentar n. o 3-A/2005, de Leia mais PLANO DE ATIVIDADES DIREÇÃO REGIONAL DE CULTURA DO NORTE ANO DE 2014
PLANO DE ATIVIDADES DIREÇÃO REGIONAL DE CULTURA DO NORTE ANO DE 2014 I NOTA INTRODUTÓRIA 1.1. Caracterização Interna da DRCN A DRCN é um organismo periférico da administração direta do Estado, dependente Leia mais VISÃO E MISSÃO... 4 VISÃO... 4 MISSÃO... 4 VALORES... 4 O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS EÇA DE QUEIRÓS... 5 ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS...
1 ÍNDICE VISÃO E MISSÃO... 4 VISÃO... 4 MISSÃO... 4 VALORES... 4 O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS EÇA DE QUEIRÓS... 5 ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS... 5 ESCOLA BÁSICA INTEGRADA VASCO DA GAMA... 6 ESCOLA BÁSICA Leia mais METAS DO PLANO MUNICIPAL UBERABA MG
METAS DO PLANO MUNICIPAL UBERABA MG Outubro 2012 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE UBERABA Anderson Adauto Pereira Prefeito Municipal Paulo José de Mesquita Vice-prefeito Fábio José Macciotti Costa Presidente Leia mais CONTEÚDOS EDITORIAL. Série II, nº17 (Jun-Ago12)
CONTEÚDOS 01 EDITORIAL A PROPÓSITO DOS DECRETOS LEI Nº 114/2012 E 115/2012, QUE INSTITUEM A DIREÇÃO GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL E REFORMULAM A DIREÇÕES REGIONAIS DE CULTURA 05 ARTIGO B-LEARNING, B-MUSEUM Leia mais REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ARQUIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS. Preâmbulo
REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ARQUIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS Preâmbulo A Câmara Municipal de Cascais detém um importante espólio documental, de valor ímpar para a preservação da memória do concelho Leia mais DIÁRIO DA REPÚBLICA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE. Segunda-feira, 2 de Junho de 2003 Número 7. Assembleia Nacional
Segunda-feira, 2 de Junho de 2003 Número 7 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE DIÁRIO DA REPÚBLICA - Lei n.º 2/2003. - Lei n.º 3/2003. - Lei n.º 4/2003. - Lei n.º 5/2003. Assembleia Nacional 105 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - Leia mais 5808 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 209 8 de Setembro de 2001 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA TÍTULO I. Dos princípios basilares
5808 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 209 8 de Setembro de 2001 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n. o 107/2001 de 8 de Setembro Estabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização do património Leia mais REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO
REGULAMENTO DO PROGRAMA INOV-ART NOS TERMOS DA PORTARIA N.º 1103/2008 DE 2 DE OUTUBRO CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º- Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica -se à medida INOV-Art - Leia mais 7. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
7. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 7.1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 7.1.1 PRINCÍPIOS GERAIS. BASE LEGISLATIVA DE REFERÊNCIA A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação Leia mais T U R I S M O APOIOS E INCENTIVOS FINANCEIROS PARA EMPRESAS E DESTINOS
T U R I S M O APOIOS E INCENTIVOS FINANCEIROS PARA EMPRESAS E DESTINOS Ficha Técnica Título Apoios e Incentivos Financeiros para Empresas e Destinos Autora Maria Tereza Cavaco Editor SPI - Sociedade Portuguesa Leia mais Planeamento Museológico
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Planeamento Museológico Orientação Conceptual Fernando Miguel dos Reis Marques dos Santos Dissertação apresentada na ULHT para a obtenção do grau de mestre Leia mais PRODUÇÃO DE UMA EXPOSIÇÃO
PRODUÇÃO DE UMA EXPOSIÇÃO 1. Introdução 1.1. O que é uma exposição? Uma exposição é uma apresentação/manifestação pública ou privada de objectos, artísticos ou outros, que estimulam a criatividade, a produção, Leia mais TÍTULO I. 6358 Diário da República, 1.ª série N.º 174 10 de Setembro de 2007. Princípios e disposições comuns. Artigo 8.º
6358 Diário da República, 1.ª série N.º 174 10 de Setembro de 2007 Artigo 8.º Revisão da programação 1 O Governo deve apresentar de dois em dois anos, nos anos ímpares, uma proposta de lei de revisão da Leia mais Neste número do boletim abordamos duas questões relativamente pouco discutidas no nosso meio.
CONTEÚDOS 01 EDITORIAL 02 ARTIGO OS PERITOS EM BENS CULTURAIS EM PORTUGAL 08 OPINIÕES INVESTIGAÇÃO NOS MUSEUS: BACK TO BASICS? 11 NOVOS, RECENTES E RENOVADOS CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DO VULCÃO DOS CAPELINHOS Leia mais Santa Casa da Misericórdia de Aveiro Centro de Educação de Infância Casa da Cruz Projecto Educativo 2011/2016
Santa Casa da Misericórdia de Aveiro Casa da Cruz Centro de Educação de Infância Projecto Educativo Quem somos nós 2011/ 2016 Página 1 Índice Nota introdutória 3 I Caracterização do Centro de Educação Leia mais A presente Comunicação à Assembleia Municipal de Aveiro retrata, resumidamente, nos termos da Lei, as actividades e os projectos desenvolvidos pelo Município de Aveiro, de acordo com as competências e Leia mais ESCOLA SECUNDÁRIA PROF. JOSÉ AUGUSTO LUCAS PLANO PLURIANUAL DE ACTIVIDADES 2010-2013 ENSINAR E APRENDER COM QUALIDADE
ESCOLA SECUNDÁRIA PROF. JOSÉ AUGUSTO LUCAS PLANO PLURIANUAL DE ACTIVIDADES 200-203 ENSINAR E APRENDER COM QUALIDADE ÍNDICE. INTRODUÇÃO 3 2. PRINCÍPIOS ORIENTADORES LINHAS DE ACTUAÇÃO 4 3. ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA Leia mais FUNDAÇÃO MANUEL LEÃO RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES E CONTAS 2014
FUNDAÇÃO MANUEL LEÃO 1 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES E CONTAS 2014 1 capa ÍNDICE Orgãos estatutários 5 Mensagem do Presidente do Conselho de Administração 7 I - Estrutura e objetivos da Fundação 9 Estrutura Leia mais Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo MUNICIPAL DO SEIXAL
Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo CÂMARA MUNICIPAL DO SEIXAL Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo Reconhecendo o turismo enquanto veículo com um papel determinante no desenvolvimento Leia mais E SCOLA SECUNDÁRIA F RANCISCO DE H OLANDA G UIMARÃES
E SCOLA SECUNDÁRIA F RANCISCO DE H OLANDA G UIMARÃES Datas da visita: I Introdução A Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro, aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação préescolar e dos Leia mais NOVO REGIME JURÍDICO DAS ÁREAS METROPOLITANAS REALIDADE E EXPECTATIVAS
18 REVISTA DA GRANDE ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA 2º TRIMESTRE 2007 NOVO REGIME JURÍDICO DAS ÁREAS METROPOLITANAS REALIDADE E EXPECTATIVAS ENTREVISTA ALFREDO MONTEIRO, PRESIDENTE DA CÂMARA DO SEIXAL VILA Leia mais O todo é maior que a soma das partes CMP/PCCS/DMC/DMB/DMRL
O todo é maior que a soma das partes Ana Luísa Oliveira Ramos CMP/PCCS/DMC/DMB/DMRL Inaugurada em 2001, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett ocupa uma área com cerca de 3.500 m2, distribuída por três Leia mais METAS DO PLANO NACIONAL DE CULTURA
METAS DO PLANO NACIONAL DE CULTURA Dezembro de 2011 METAS DO PLANO NACIONAL DE CULTURA 5 PRESIDENTA DA REPÚBLICA Dilma Rousseff VICE -PRESIDENTE DA REPÚBLICA Michel Temer MINISTRA DE ESTADO DA CULTURA Leia mais MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO
Diário da República, 1.ª série N.º 56 20 de Março de 2009 1777 Caracterização dos acordos quadro Código CPV Acordo quadro Objecto principal Bens e serviços Bens e serviços associados Grupo Classe Categoria Leia mais Programa 2007. Unidade de Coordenação da Modernização Administrativa. Presidência do Conselho de Ministros
Programa 2007 Unidade de Coordenação da Modernização Administrativa Presidência do Conselho de Ministros 0 AGRADECIMENTOS Este programa é o resultado de um esforço de todo o Governo e contou com o empenho Leia mais Estrutura Orgânica Flexível da CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS. CAPÍTULO I Unidades Orgânicas Flexíveis. Secção I Da Estrutura Flexível
!"#! $%&' Estrutura Orgânica Flexível da CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS CAPÍTULO I Unidades Orgânicas Flexíveis Secção I Da Estrutura Flexível Artigo 1º Estrutura Flexível 1. A estrutura flexível é composta Leia mais UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR. Covilhã Portugal
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Covilhã Portugal Indice Coordenação Editorial Gabinete de Comunicação e Imagem Redacção Patrícia Gil Ginja Soares Barata Design Raquel Nina Rosa Mensagem do Reitor Região Leia mais 2016 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: Artigo 3
 Artigo 4
 artigo 19
 Artigo 7
 Artigo 6
 Artigo 6
 artigo 8
 Artigo 1
 Artigo 8
 Artigo 8
 Artigo 1