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CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS - PDF
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Nina Rayssa Paranhos Madureira
1 REGULAMENTO DO MESTRADO EM INFORMAÇÃO E SISTEMAS EMPRESARIAIS CONJUNTO DA UNIVERSIDADE ABERTA E DA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA (INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO) PREÂMBULO Decorrente das normas constantes dos Decretos-Leis n.º 42/2005, de 22 de fevereiro, e n.º 74/2006, de 24 de março, alterados pelos Decretos-Leis n. os 107/2008, de 25 de junho e n.º 230/2009, de 14 de setembro; de acordo com o Despacho n.º 10440/2011, publicado no Diário da República, 2ª série, Nº 158 de 18 de agosto de 2011; de acordo com os Regulamentos dos cursos de 1º ciclo, 2º ciclo e ciclo integrado do Instituto Superior Técnico; a Universidade Aberta e o Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, designadas por Entidades Parceiras, criam no âmbito do 2º ciclo de estudos, o Mestrado em Informação e Sistemas Empresariais, registado pela Direção-Geral do Ensino Superior com o n.º R/A-Cr 21231/ , doravante designado por Mestrado, através do qual concedem, em conjunto, o grau de Mestre em Informação e Sistemas Empresariais. CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.º Universidade de Acolhimento 1. Define-se como Universidade de Acolhimento a Entidade Parceira que assume a responsabilidade da gestão administrativa, financeira e académica de uma determinada edição do Mestrado abarcando a totalidade dos semestres que o constituem, nomeadamente, trabalho de secretariado na receção e organização das candidaturas, publicitação de resultados, inscrição e matrícula dos alunos admitidos, receção de propinas e taxas, envio e receção de correio, requisição de serviços diversos de apoio, pagamento de despesas correntes, organização e logística das sessões presenciais, gestão contabilística de receitas e despesas, entre outros. 2. A Universidade de Acolhimento é determinada para cada edição do Mestrado de acordo com um modelo de rotatividade e partilha estabelecido entre as Entidades Parceiras. 3. As unidades orgânicas que acolhem o Mestrado em cada Entidade Parceira são: o Departamento de Ciências e Tecnologia da Universidade Aberta; e o Departamento de Engenharia Informática do Instituto Superior Técnico. 1
2 4. Os órgãos científicos competentes para decidir no âmbito do Mestrado em cada Entidade Parceira são: o Conselho Científico da Universidade Aberta e o Conselho Científico do Instituto Superior Técnico. 5. A Universidade de Acolhimento e demais condições de acesso para cada edição do Mestrado são fixadas no Despacho de Funcionamento conjunto dos órgãos competentes das Entidades Parceiras. Artigo 2.º Objetivos 1. O Mestrado visa a formação de mestres no ramo de conhecimento de Sistemas de Informação Empresariais. 2. O grau de mestre será concedido aos candidatos que demonstrem: a) Capacidade de aprofundamento de conhecimentos especializados em Informação e Sistemas Empresariais; b) Domínio de abordagens e metodologias, desenvolvidas na área científica dos Sistemas de Informação Empresariais; c) Capacidade de desenvolvimento de investigação autónoma. Artigo 3.º Estrutura curricular e plano de estudos 1. O Mestrado é organizado segundo o sistema europeu de créditos curriculares (ECTS - European Credit Transfer and Accumulation System) e inclui o curso de especialização, com 75 ECTS e a elaboração de uma dissertação correspondendo a 45 ECTS. 2. O número total de unidades de crédito necessário à atribuição do grau é de 120 ECTS. 3. As áreas científicas do Mestrado são: Sistemas de Informação Empresariais, Tecnologias da Informação e da Comunicação; Engenharia Informática; e Engenharia e Gestão, conforme descrito no anexo I. 4. A organização do plano de estudos é explicitada no anexo II. Artigo 4.º Grau de Mestre 1. A concessão do grau de Mestre é feita mediante a frequência e aprovação do curso de especialização e pela aprovação no ato público de defesa da dissertação de mestrado de acordo com o previsto na legislação em vigor. 2. O grau de Mestre será conferido em Informação e Sistemas Empresariais. 3. A titularidade do grau de mestre é comprovada por certidão de registo e para os estudantes que o requeiram, por carta magistral. Estes documentos devem ser acompanhados de Suplemento ao Diploma. Artigo 5.º Regime de funcionamento, duração e certificação 1. O Mestrado funciona em regime misto, respetivamente, classe virtual recorrendo a plataforma de e-learning e sessões presenciais em regime intensivo. 2
3 2. O Mestrado tem a duração de 4 semestres compreendendo a frequência e aprovação no curso de especialização, com duração de 3 semestres, e a elaboração de uma dissertação, com duração de 2 semestres. 3. A aprovação no curso de especialização confere o direito a um Diploma, emitido nos termos legalmente previstos. CAPÍTULO II GESTÃO DO MESTRADO Artigo 6.º Regulamentação Para além deste regulamento, a gestão do Mestrado é realizada de acordo com a regulamentação em vigor nas Entidades Parceiras; com os Protocolos e Adendas assinados entre as partes, prevalecendo em caso de conflito ou dúvida, o disposto no presente Regulamento. Artigo 7.º Órgãos de Gestão do Mestrado São órgãos de gestão do Mestrado a Comissão Científica, a Comissão Pedagógica e o Coordenador, nomeados por despacho conjunto dos órgãos competentes das Entidades Parceiras. Artigo 8.º Comissão Científica 1. A Comissão Científica é constituída pelo Coordenador do Mestrado mais seis professores das Entidades Parceiras docentes no Mestrado, cabendo aos órgãos competentes de cada uma delas a designação de três deles. 2. A Comissão Científica pode cooptar até ao máximo de 3 membros adicionais externos às Entidades Parceiras, contudo sem direito a voto. 3. O secretário da Comissão Científica é eleito de entre os seus membros não cooptados. Artigo 9.º Coordenador do Mestrado 1. O Coordenador do Mestrado é um professor de uma das Entidades Parceiras. 2. O mandato do Coordenador tem a duração de dois anos, renovável por igual período de tempo. Artigo 10.º Competências do Coordenador do Mestrado 1. O Coordenador tem as funções de coordenação pedagógica e científica do Mestrado, em articulação com a Comissão Científica e a Comissão Pedagógica. 2. Compete ao Coordenador: a) Assegurar o normal funcionamento do Mestrado, propondo as respetivas regras operacionais e funcionais; 3
4 b) Representar o Mestrado junto dos órgãos de gestão das Entidades Parceiras; c) Promover a divulgação nacional e internacional do Mestrado; d) Elaborar e submeter à aprovação superior, a proposta de Despacho de Funcionamento de cada edição do Mestrado incluindo as regras de ingresso e numeri clausi, ouvidas as unidades orgânicas envolvidas; e) Preparar as propostas de alteração do plano de estudos do Mestrado a submeter pelas unidades orgânicas envolvidas para aprovação pelos Conselhos Científicos das Entidades Parceiras; f) Organizar as propostas gerais ou individuais de equivalências; g) Coordenar os programas das unidades curriculares do Mestrado e garantir o seu bom funcionamento; h) Garantir que os objetivos de aprendizagem das diversas unidades curriculares concorrem para os objetivos de formação definidos para o Mestrado; i) Coordenar as atividades de tutorado no âmbito do Mestrado; j) Elaborar o relatório de coordenação do Mestrado no âmbito do sistema de garantia da qualidade; k) Despachar os assuntos correntes e submeter à aprovação ou homologação pelos órgãos competentes das Entidades Parceiras, todos e quaisquer assuntos que requeiram aprovação superior. 3. O Coordenador do Mestrado será coadjuvado por dois vice-coordenadores que nomeará de entre os membros não cooptados da Comissão Científica. Artigo 11.º Competências e funcionamento da Comissão Científica 1. A Comissão Científica é presidida pelo Coordenador do Mestrado ou por um Vice- Coordenador em quem este delegar para o efeito. 2. Compete à Comissão Científica: a) Aconselhar o Coordenador em todos os assuntos para que seja consultada; b) Contribuir para a promoção nacional e internacional do Mestrado; c) Colaborar na elaboração das propostas de Despacho de Funcionamento, de numeri clausi e das regras de admissão ao Mestrado; d) Colaborar na preparação das propostas de alteração dos plano de estudos do Mestrado a submeter pelas unidades orgânicas envolvidas para aprovação pelos Conselhos Científicos das Entidades Parceiras; e) Participar na coordenação dos programas das unidades curriculares do Mestrado, garantindo o seu bom funcionamento; f) Colaborar na coordenação dos objetivos de aprendizagem das diferentes unidades curriculares, tendo em conta os objetivos de formação do Mestrado; g) Colaborar na elaboração dos relatórios anuais de avaliação do Mestrado; h) Selecionar os candidatos e dar parecer sobre a sua admissão no Mestrado; i) Dar parecer sobre a admissão dos estudantes à elaboração da dissertação tendo em conta o respetivo plano de trabalhos; j) Colaborar na preparação das propostas de constituição dos júris de avaliação da unidade curricular de dissertação; 4
5 k) Participar nos júris de avaliação da unidade curricular de dissertação. 3. À Comissão Científica compete ainda apoiar o Coordenador no acompanhamento científico geral do Mestrado, ajudando a garantir o bom funcionamento do mesmo à luz dos mais elevados parâmetros de qualidade científico conforme recomendações nacionais e internacionais aplicáveis. 4. A Comissão Científica reúne ordinariamente, uma vez por semestre, e extraordinariamente, sempre que for convocada pelo Coordenador do Mestrado. 5. Compete ao Coordenador do Mestrado a convocação e direção das reuniões, as quais devem ser convocadas com a antecedência mínima de 10 dias e 48 horas para as reuniões de caráter ordinário e extraordinário, respetivamente. 6. As reuniões da Comissão Científica terão lugar por norma nas instalações da Universidade de Acolhimento. 7. A Comissão Científica só pode reunir quando esteja presente a maioria absoluta dos seus membros com direito a voto, admitindo-se a participação de forma não presencial através de recurso a soluções telemáticas ou de telecomunicações (vídeo ou audioconferência), sempre que haja condições técnicas para tal. 8. As deliberações da Comissão Científica são tomadas por maioria absoluta, tendo o Coordenador do Mestrado voto de qualidade em caso de empate e desde que a votação não tenha sido por escrutínio secreto. 9. De cada reunião da Comissão Científica é lavrada uma ata, assinada pelo presidente e pelo secretário. Artigo 12.º Competências e funcionamento da Comissão Pedagógica 1. A Comissão Pedagógica é presidida pelo Coordenador do Mestrado ou por um Vice- Coordenador em quem este delegar para o efeito. 2. Integram a Comissão Pedagógica, para além do Coordenador e Vice-Coordenadores, quatro professores em representação dos docentes do Mestrado, sendo dois designados por cada Entidade Parceira; e os dois delegados dos estudantes do primeiro e do segundo ano, respetivamente. 3. O secretário da Comissão Pedagógica é eleito na primeira reunião deste órgão de entre os seus membros efetivos. 4. Compete à Comissão Pedagógica: a) Aconselhar o Coordenador em todos os assuntos para que seja consultada; b) Coordenar as metodologias de avaliação de conhecimentos das unidades curriculares do Mestrado, garantindo que são cumpridos os objetivos de ensino/aprendizagem; c) Servir de primeira instância na resolução de conflitos de caráter pedagógico que surjam no âmbito do Mestrado. 5
6 5. À Comissão Pedagógica compete ainda apoiar o Coordenador no acompanhamento pedagógico do Mestrado, ajudando a garantir o bom funcionamento do mesmo à luz dos mais elevados parâmetros de qualidade pedagógica conforme recomendações nacionais e internacionais aplicáveis. 6. A Comissão Pedagógica reúne ordinariamente, uma vez por semestre, e extraordinariamente, sempre que for convocada pelo Coordenador do Mestrado. 7. Compete ao Coordenador do Mestrado a convocação e direção das reuniões, as quais devem ser convocadas com a antecedência mínima de 10 dias e 48 horas para as reuniões de caráter ordinário e extraordinário, respetivamente. 8. As reuniões da Comissão Pedagógica terão lugar por norma nas instalações da Universidade de Acolhimento. 9. A Comissão Pedagógica só pode reunir quando esteja presente a maioria absoluta dos seus membros, admitindo-se a participação de forma não presencial através de recurso a soluções telemáticas ou de telecomunicações (vídeo ou audioconferência), sempre que haja condições técnicas para tal. 10. As deliberações da Comissão Pedagógica são tomadas por maioria absoluta, tendo o Coordenador do Mestrado voto de qualidade em caso de empate e desde que a votação não tenha sido por escrutínio secreto. 11. De cada reunião da Comissão Pedagógica é lavrada uma ata, assinada pelo presidente e pelo secretário. CAPÍTULO III ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DO MESTRADO A Estrutura do Mestrado integra: a) O curso de especialização; b) A elaboração de uma Dissertação. Artigo 13.º Estrutura do Mestrado Artigo 14.º Organização do Curso de Especialização O curso de especialização organiza-se em três semestres letivos. Tanto no primeiro como no segundo semestre são oferecidas três unidades curriculares obrigatórias e quatro opcionais das quais o estudante realiza uma. No terceiro semestre são oferecidas duas unidades curriculares obrigatórias. Adicionalmente o curso de especialização contempla ainda duas unidades curriculares de cariz propedêutico para os estudantes que necessitem de formação fundamental em bases de dados e programação. O curso de especialização totaliza 75 créditos. 6
7 Artigo 15.º Aprovação nas Unidades Curriculares 1. O modelo de avaliação de conhecimentos e de classificação das unidades curriculares que integram o curso de especialização baseia-se fundamentalmente no modelo de avaliação contínua adotado no ensino a distância. 2. Ao curso de especialização é atribuída uma classificação final expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações, tendo ainda em conta que: a) A classificação final considerará as classificações obtidas nas unidades curriculares que constituem o plano de estudos, tendo em conta os créditos de cada componente; b) A aprovação no curso de especialização requer que a classificação de cada componente seja igual ou superior a 10 valores. 3. A aprovação no curso de especialização confere o direito à certificação da sua conclusão pela Universidade de Acolhimento. Artigo 16.º Aceitação do Plano de Dissertação 1.Sem prejuízo da duração máxima do Mestrado legalmente estipulada, o pedido de aceitação do plano de dissertação deverá ser formalizado dentro dos prazos estatuídos pela Universidade de Acolhimento, com a apresentação dos seguintes documentos: a) Requerimento de admissão dirigido ao Coordenador do Mestrado, no qual deve ser mencionado o nome do(s) orientador(es); b) Plano da Dissertação; c) Parecer e declaração de aceitação por parte do(s) respetivo(s) orientador(es); d) Outros elementos de acordo com regulamentação da Universidade de Acolhimento. 2. O registo do plano de dissertação, após parecer da Comissão Científica do Mestrado e aprovação pelo Conselho Científico da Universidade de Acolhimento, é comunicado por este órgão aos Serviços Académicos respetivos. Artigo 17.º Orientação da Dissertação de Mestrado 1. Durante o terceiro semestre do Mestrado, a Comissão Científica, com o acordo do aluno, designa o orientador do mestrado, de entre os doutores, docentes ou investigadores, das Entidades Parceiras ou dos Centros de Investigação que participam neste Mestrado. 2. Podem ainda coorientar a preparação da dissertação de mestrado, docentes e investigadores doutorados das Entidades Parceiras ou de outras instituições, bem como especialistas na área da dissertação, de competência reconhecida pelos órgãos competentes da Universidade de Acolhimento. 3. Compete ao(s) orientador(es): a) Supervisionar cientificamente a preparação da dissertação de mestrado, incluindo os trabalhos de investigação que lhe são inerentes. 7
8 b) Dar parecer sobre a possibilidade de submissão da dissertação para defesa em provas públicas. Artigo 18.º Admissão às Provas de Mestrado 1. A escrita e defesa da dissertação será primordialmente realizada em língua portuguesa, podendo ainda sê-lo em língua inglesa ou castelhana, devendo este facto ser explicitado no plano de dissertação. 2. O candidato, após a conclusão dos trabalhos da dissertação, deve apresentar junto dos Serviços Académicos da Universidade de Acolhimento, requerimento para a realização das provas de mestrado, acompanhado de todos os elementos que instruem o pedido de acordo com a legislação e regulamentos em vigor. Artigo 19.º Dissertação e Provas de Mestrado 1. A dissertação deve ser apresentada de acordo com as normas em vigor na Universidade de Acolhimento ressalvando o caráter conjunto do Mestrado, devendo ser acompanhada de um parecer do(s) orientador(es). 2. O júri de mestrado é proposto pela Comissão Científica de acordo com a legislação e regulamentos em vigor, sob recomendação do(s) orientador(es); 3. O júri de mestrado é presidido pelo Coordenador ou por qualquer membro da Comissão Científica em quem este delegar e deverá incluir, para além do(s) orientador(es), ainda um vogal interno proveniente das Entidades Parceiras ou de algum dos Centros de Investigação que apoiam o Mestrado, para além de um vogal externo de acordo com a legislação e regulamentos internos em vigor na Universidade de Acolhimento. 4. As provas de mestrado realizar-se-ão nos termos da legislação e regulamentos em vigor na Universidade de Acolhimento. 5. Cumprido o disposto no número anterior, será conferida titulação conjunta do grau de Mestre, em conformidade com as normas aplicáveis. 6. A certidão de registo, o suplemento ao diploma e a carta magistral serão emitidos pela Universidade de Acolhimento, e assinados conjuntamente pelos órgãos competentes das Entidades Parceiras com aposição dos respetivos selos brancos. CAPÍTULO IV CANDIDATURA, SELEÇÃO DE CANDIDATOS E MATRÍCULA Artigo 20.º Seleção, calendário, número de vagas, propinas e taxas de matrícula Os critérios de seleção, as datas de inscrição, o calendário letivo, o número de vagas, o número mínimo de alunos, o montante das propinas e taxas de matrícula, e a calendarização e as condições de pagamento, são fixados anualmente no Despacho de Funcionamento conjunto. 8
9 Artigo 21.º Habilitações de acesso 1. Podem candidatar-se ao Mestrado: a) Titulares do grau de licenciado ou equivalente legal em qualquer área científica; b) Titulares de um grau académico superior estrangeiro conferido na sequência de um 1º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo; c) Titulares de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo Conselho Científico da Universidade de Acolhimento; d) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para a realização do Mestrado pelo Conselho Científico da Universidade de Acolhimento. 2. O reconhecimento a que se referem as alíneas c) e d) do número anterior tem como efeito apenas o acesso ao ciclo de estudos conducente ao grau de mestre e não confere ao seu titular a equivalência ao grau de licenciado, ou ao seu reconhecimento. 3. Poderão ser admitidos, como supranumerários, candidatos que frequentaram o curso de especialização de uma edição anterior do Mestrado. Artigo 22.º Apresentação de candidaturas 1. As candidaturas deverão ser formalizadas em boletim de candidatura próprio e submetidas junto do secretariado do Mestrado na Universidade de Acolhimento. 2. O requerimento de candidatura, deve ser instruído com: a) documentos comprovativos das habilitações de acesso ao mestrado de que o candidato é titular; b) curriculum vitae atualizado; c) outros documentos conforme descrito no respetivo Despacho de Funcionamento. Artigo 23.º Competência para a seleção 1. Compete à Comissão Científica realizar a seleção das candidaturas em cada edição do Mestrado. 2. A Comissão Científica elaborará um parecer sobre a admissão ou exclusão de cada candidato. Artigo 24.º Critérios de seleção 1. Os candidatos serão selecionados de acordo com os seguintes critérios: a) curriculum académico, científico e profissional; b) experiência profissional na área do Mestrado; c) outros elementos incluindo motivação, cartas de recomendação e entrevista individual, conforme descrito no Despacho de Funcionamento. 9
10 Artigo 25.º Classificação e ordenação dos candidatos 1. Com base nos critérios referidos no artigo anterior, a Comissão Científica procederá à classificação e ordenação dos candidatos e elaborará uma ata fundamentada da qual constará a lista de admitidos (incluindo os suplentes) e de não admitidos. 2. A ata e a lista de candidatos admitidos deverão ser submetidas ao Conselho Científico da Universidade de Acolhimento. 3. A ata está sujeita a homologação pelo órgão competente da Universidade de Acolhimento. 4. A Comissão Científica notificará os candidatos da decisão relativa à classificação e respetiva ordenação. 5. Da decisão não cabe recurso, salvo se arguida de vício de forma. CAPÍTULO V PROPRIEDADE E DIREITOS DE AUTOR Artigo 26.º Propriedade intelectual 1. Os direitos de autor das dissertações pertencem aos respetivos mestrandos. 2. Sem prejuízo do disposto no número anterior, as Entidades Parceiras poderão utilizar livremente o título e o resumo das dissertações de mestrado e permitir a consulta integral das mesmas, nomeadamente através dos seus serviços de documentação e biblioteca. 3. Se, da investigação a desenvolver pelo mestrando no âmbito da preparação da dissertação de mestrado, resultarem produtos ou sistemas inovadores, suscetíveis de proteção pela legislação sobre propriedade industrial e/ou sobre direitos de autor, a cotitularidade dos respetivos direitos pertencerá à(s) Entidade(s) Parceira(s) em que a mesma investigação foi desenvolvida ou, quando aplicável, às respetivas unidades orgânicas, bem como laboratórios ou centros de investigação. 4. Serão objeto de acordo autónomo entre o mestrando e a(s) entidade(s) referida(s) no número anterior os termos da exploração comercial dos produtos ou sistemas referidos no mesmo número, bem como da repartição de eventuais resultados dessa exploração. CAPÍTULO VI CASOS OMISSOS, REVISÃO E ENTRADA EM VIGOR Artigo 27.º Casos omissos Os casos omissos serão resolvidos pelos órgãos competentes das Entidades Parceiras 10
11 Artigo 28.º Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor após a sua aprovação e publicação no portal académico das Entidades Parceiras. ANEXO I Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau QUADRO N.º 1 Área Científica Sigla ECTS Obrigatórios ECTS Optativos Sistemas de Informação Empresariais SIE Tecnologias da Informação e da Comunicação TIC Engenharia Informática EI Engenharia e Gestão EG Soma
12 ANEXO II Plano de Estudos 1º Ano / 1º Semestre QUADRO Nº 2.1 Unidades Curriculares Tecnologias da Informação e Comunicação Empresariais Arquitetura Organizacional de Sistemas de Informação Usabilidade e Sistemas de Informação Área Científica Duração (1) Horas de Trabalho Horas de Contato (2) ECTS Observações TIC S 210 OT: Obrigatória SIE S 210 OT: Obrigatória EI S 210 OT: Obrigatória Análise Formal de Redes Sociais TIC S 210 OT: Optativa Negócios Digitais TIC S 210 OT: Optativa Controle de Gestão EG S 210 OT: Optativa Introdução à Programação EI S 210 OT: Propedêutica Introdução às Bases de Dados EI S 210 OT: Propedêutica (1) S: semestral (2) OT: orientação tutorial a distância suportada por via de plataforma e-learning e sessões presenciais intensivas. 1º Ano / 2º Semestre QUADRO Nº 2.2 Unidades Curriculares Modelação de Sistemas de Informação Conceção de Objetos de Aprendizagem Organizacional Arquiteturas Tecnológicas Empresariais Produção de Conteúdos Multimédia Área Científica Duração (1) Horas de Trabalho Horas de Contato (2) ECTS Observações SIE S 210 OT: Obrigatória TIC S 210 OT: Obrigatória SIE S 210 OT: Obrigatória SIE S 210 OT: Optativa Conceção Centrada no Utilizador EI S 210 OT: Optativa Gestão de Plataformas Web TIC S 210 OT: Optativa Gestão de Projetos de Engenharia EG S 210 OT: Optativa Engenharia Económica EG S 210 OT: Optativa (1) S: semestral (2) OT: orientação tutorial a distância suportada por via de plataforma e-learning e sessões presenciais intensivas. 12
13 2º Ano QUADRO Nº 2.3 Unidades Curriculares Seminário de Sistemas Empresariais Área Científica Duração (1) Horas de Trabalho Horas de Contato (2) ECTS Observações SIE S 210 S:40; OT: Obrigatória Metodologias de Investigação EI S 210 OT: Obrigatória Dissertação SIE A 1260 OT:40; E Obrigatória (1) A: anual; S : semestral. (2) S: seminário; E: estágio; OT: orientação tutorial a distância do tipo convencional e suportado por via de plataforma e-learning e sessões presenciais intensivas. 13

References: Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 7
 Artigo 8
 Artigo 9
 Artigo 10
 Artigo 11
 Artigo 12
 Artigo 13
 Artigo 14
 Artigo 15
 Artigo 16
 Artigo 17
 Artigo 18
 Artigo 19
 Artigo 20
 Artigo 21
 Artigo 22
 Artigo 23
 Artigo 24
 Artigo 25
 Artigo 26
 Artigo 27
 Artigo 28