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Timestamp: 2019-01-18 09:39:51+00:00

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ENDOVELLICUS - O Muito Bom
Assunto: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Ter Jun 28, 2011 12:57 pm
isto é só para terem uma ideia do aspecto com que ficam os meus trabalhos, espero que gostem! Critiquem e dê sugestões!
Antes de passar ao meu trabalho, para quem não sabe:
ENDOVELICO (ENDOVELLICO, INDOVELLICUS) – Deus mais importante em todo o sul da Lusitânia. É o Deus curador ligado aos milagres e à fé, assim como da medicina, saúde, da terra e da natureza, mas também é um deus do mundo subterrâneo e protector da vida após a morte. É o deus da sabedoria e o génio da montanha. Chamam-lhe O Muito Bom. Também foi adoptado pelos cristãos como o arcanjo São Gabriel padroeiro de Portugal. Tem diferentes naturezas e manifestações.
Na Lusitânia,
Senhor entre os homens,
Amigo para os anões,
Cúmplicie das fadas e dos elfos,
Domador de dragões,
E para os homens inspiração.
Grande perante os homens
Pequeno diante os Deuses.
As minhas mãos são uma luz que vos guia,
Os meus braços um amparo no vosso caminho,
E os meus olhos, os meus olhos vigilantes por vós olham.
Por vós regressei,
Por vós vivi,
E por fim, às mãos das trevas, por vós morri.
As portas do meu reino a vós estão abertas.
Tudo começa pelo sonho, a chave do templo.
Forjai a vossa espada, esmagai as trevas e usai enfrentar os guardiães.
Entrai no patamar, subai os degraus e elevai-vos.
A imortalidade é a recompensa.
A minha alma, a vossa alma,
O meu discurso, o vosso discurso,
A minha palavra, a vossa palavra.
Não vale copiar, hã! Isto tá registado!
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Ter Jun 28, 2011 1:03 pm
Estás muito inspirado, está fixe, tenho certos dótes mas um dos dótes que gostaria muito de ter seria certamente, fazer poemas ou trabalhos desse tipo. è preciso ter alguma paciencia
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Ter Jun 28, 2011 1:11 pm
Isto já tá escrito há muitos anos!
E não considero isto propriamente como poesia, pois esta é uma arte de que eu não entendo nada! A minha especialidade, por assim dizer é a prosa! Gosto de escrever pelo simples facto de me sentir liver quando o faço. A poesia é restrangedora, cheia de regras e outras mariquices! Isto foi apenas uma das minhas poucas tentativas vãs! Eu chamo-lhe apenas cantiga, mas longe de ser como aquelas mediaveis, é o que é e pronto, é melhor deixar de escrever se não ainda me perco e depois ainda demoro um pouco a encontrar-me.
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Ter Jun 28, 2011 1:19 pm
Gosto de prosas, espero que continues com as tuas prosas, porque gostei desta, perde-te lá mais um bocadinho que nao faz mal
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Ter Jun 28, 2011 1:26 pm
Calma aí! Isto não é nem poesia, nem prosa! Digamos que são apenas umas simples palavras encavaliatdas umas nas outras, as quais exprimem algo saido dos confins da alma, livre de quaisquer regras de escrita, por assim dizer!
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Ter Jun 28, 2011 1:33 pm
Seja o que fôr, continua que vais no caminho certo quero ver mais, eu e certamente mais gente aqui do forum.
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Dom Jul 03, 2011 10:50 am
Quando jogava World of Warcraft tinha um personagem Shaman chamado Endovellicus
O texto está muito fixe mas sinceramente acho que aqueles "Sou o que sou" arruínam um bocado a métrica.
E já agora: Elfos, Fadas e Dragões, os Lusitanos e outros povos da península tinham referências a isso na mitologia? Aliás, tanto quanto sei muito pouco se sabe sobre ela, foi liberdade do autor ou sabes algo mais que eu não sei? Apenas curioso, interesso-me muito pelos povos iberos pré-romanos e história clássica em geral.
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Dom Jul 03, 2011 9:15 pm
gostei muito de ler este teu post, revelou-me que és muito inteligente! Eu com a tua idade só queria saber de vinho verde! lol
Não sei se lêste a mha conversa com o Necrokult, mas a dada altura refiro que este texto não é poesia e não foi sujeito a quaiquer regras. Sou da opinião que as regras limitam a inspiração criativa e retiram tab alguma liberdade de criação. Por tal não escrevo poesia só em prosa. Limitei-me a escrever e pronto e mut sinceramente já me esquece o que é a metrica.
Quanto aos seres elementares, talvez há epoca não existissem tal como nós os concebemos agora, no entanto asseguro-te que eles acreditavam e adoravam os espiritos da natureza, muts dos nomes dos Deuses lusitanos, galaicos e afins são pura e simplismente os nomes de espiritos de locais, tais como rios, outeiros, rochas, etc. Se relacionares o espirito com o elemento envolvente a partir daí podes dizer se é uma fada, dragão, anão seja o que for!
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Dom Jul 03, 2011 9:33 pm
Eu sou uma creatura estranha e cada vez mais me orgulho disso
Tinha lido a conversa mas por alto, reli agora o texto como se fosse prosa e os "eu sou o que sou" já não parecem tão mal. É o que dá fazer as coisas com preconceitos..
Quanto aos seres elementares compreendo totalmente o que queres dizer. Há uns tempos perguntei a uma velhota em Pitões das Junias (aldeia muito antiga ao pé do Gerês) se sabia alguma coisa sobre a "Lenda do Duende da Cascata de Pitões das Junias " acerca da qual havia lido na net. Ela responde-me que não sabia o que era um Duende. Nisto diz-lhe o neto: "Anda nas árvores, como os Esquilos". Na altura achei imensa piada mas isso talvez apenas signifique que nas zonas mais rurais muita coisa ainda persiste das crenças dos nossos mais longínquos ancestrais. Como dá para ver se formos "dissecar" muitas das tradições "cristãs" por este país fora, começando pelas da N. Sr. de Fátima. E de repente o cristianismo parece muito mais interessante (em termos antropológicos, claro)
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Dom Jul 03, 2011 9:36 pm
Há uns tempos perguntei a uma velhota em Pitões das Junias
Estiveste aí? Morre
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Dom Jul 03, 2011 9:41 pm
Se estive lá???? LOOOL!
Já sou cliente habitual do Parque de Campismo de Pitões das Junias
Also Know As montar a tenda ao lado da escola primária
Se lá forem recomendo o restaurante D. Pedro, pagam pouco e comem até caír para o lado, comida caseira da melhor. Recomendo a Feijoada
E uma vez apanhei uma festola lá em que os putos foram para a Serra à noite tocar gaita de foles e..... mandar foguetes no meio do carvalhal
Mas foi lindo, tenho uma foto disso no tópico das fotografias.
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Dom Jul 03, 2011 10:39 pm
A sério, morre...
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Dom Jul 03, 2011 10:43 pm
Quando morrer quero que me enterrem (ou às cinzas para poupar espaço) debaixo de um carvalho lá para aquela zona. Talvez ao pé da cascata dos druidas... Já vos disse que conheço quem faça lá rituais neo-celtas?
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 11:58 am
Já vos disse que conheço quem faça lá rituais neo-celtas?
Conseguem pôr árvores a flutuar?
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 12:00 pm
Yá, cortam-nas e depois atiram-nas para dentro de agua, é limpinho
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 1:38 pm
és lá agora uma criatura estranha, Signatus!
Em tempos julguei o mesmo! Depois percebi que as coisas não são como nos sempre fizeram crer que são, dentre de nós existe um universo por explorar, acredita que tu já entraste bem fundo dentro dele! 99% dos seres Humanos fica apenas à porta!
Outra coisa, aqui em Portugal como à semelhança de muitos locais da Europa os rituais cristãos são adaptações dos rituais pagãos, os quais evoluiram com o tempo!
S. Miguel, por exemplo, o matador de dragões veio substituir o Deus Brigus, não é ao acaso que quando vejo uma figura de S.Miguel que fico maravilhado, pois o Deus lusitano com quem me identifico e adoro é Brigus.
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 1:44 pm
Uma vez que és tão letrado no assunto não queres criar um tópico sobre os lusitanos, os seus hábitos e mitologias? Eu também posso contribuir mas as minhas fontes são limitadas (90% Europa Barbarorum )
Há uns tempos falava-se em mudar-se os Deuses Gregos no Profile por Lusitanos/Iberos/Celtiberos mas na altura argumentou-se que não havia informação suficiente, será que é agora que pudemos mudar isso?
Runescensius
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 1:51 pm
Eu quando entrei no forum não coloquie nenhum Deus exactamente por causa disso! Mas dep lá acabei por aceitar a brincadeira! Agora te digo que condicia bastante mais com o forum se os Deuses do profile fossem lusitanos e não gregos!
Esta noite vou tar de serviço, entre outras coisas faço isso!
Vou procurar não me estender muito, fazendo as coisas o mais simples e breves!
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 1:55 pm
Nah, usa spoilers, metes o resumo fora deles e uma descarga mental dentro
A nova Concordata de 18 de Maio de 2004, celebrada entre o Estado
Português e a Santa Sé, trouxe implicações tributárias com necessidade de
ser objecto de análise e aplicação, o que conduziu à constituição de um
Grupo de Trabalho misto Estado/Igreja (CEP e CNIR/FNIRF). Resultou
dessa comissão um Documento de Trabalho que serviu de base ao
despacho de 9/03/2005, de Sua Excelência o Secretário de Estado dos
No âmbito dos trabalhos realizados, foi reconhecido pela Administração
Fiscal que na interpretação e aplicação da Concordata a realidade tem
sempre de ser integrada e compreendida à luz do Direito Canónico, ordem
jurídica onde se tem de procurar os conceitos e o significado dos factos a
Tendo em conta o trabalho realizado, a Conferência Episcopal Portuguesa,
apresenta, às pessoas individuais e canónicas da Igreja, visadas pelas
incidências do novo regime, a presente circular com a síntese dos
procedimentos essenciais a seguir.
12. Pessoas Singulares
2.1. IRS (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares)
Com a entrada em vigor da nova Concordata, a partir de
Janeiro de 2005, o sacerdote está obrigado também a apresentar ao
Fisco todos os rendimentos provenientes do exercício do seu múnus,
devendo para esse efeito tais rendimentos serem classificados como
“trabalho dependente (de pessoa jurídica canónica) – categoria A”.
2.2. “ Resumo dos procedimentos a observar” em sede de IRS – categoria
A – trabalho dependente.
A. Pela Pessoa Jurídica Canónica
a) Emitir recibos de remunerações/pensões pagas ao
sacerdote procedendo às respectivas retenções de IRS segundo
as tabelas indicadas.
b) Até ao dia 20 do mês seguinte ao do pagamento das
remunerações, entregar nos Serviços de Finanças o valor das
retenções efectuadas.
a) Até 20 de Janeiro de cada ano entregar a cada sacerdote as
declarações de rendimentos pagos e retenções efectuadas no
b) Até ao dia 28 de Fevereiro de cada ano entregar nos
Serviços de Finanças a declaração Mod.10 que é o resumo de
todos os rendimentos pagos e retenções efectuadas com a
identificação fiscal de todos os beneficiários dos rendimentos.
B. Pelo Sacerdote
a) Assinar os recibos de remunerações recebidos.
2Anualmente:
a) Entregar nos Serviços de Finanças a declaração anual de
rendimentos do ano anterior, preparada de acordo com a
declaração que até 20 de Janeiro lhe será entregue pela
entidade pagadora dos rendimentos, nos seguintes prazos:
- Até 15 de Março se existirem apenas rendimentos de
remunerações/pensões.
- Até 30 de Abril se existirem outros rendimentos.
O “estipêndio” não está sujeito a IRS, porque constitui a realização de
um fim religioso, não sendo subsumível em qualquer das disposições do
artigo 2º do CIRS.
3. Pessoas Colectivas Religiosas
3.1. IMI (Imposto Municipal sobre os Imóveis)
Estão isentos de IMI
a) Os Seminários ou quaisquer estabelecimentos destinados à
formação eclesiástica ou ao ensino da religião católica.
Esta isenção é automática, pelo que não é necessário adoptar
qualquer procedimento.
b) Os imóveis afectos a residências dos eclesiásticos
(sacerdotes ou religiosos/religiosas de Institutos de Vida
Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica) estão isentos de
IMI por aplicação directa do número 2 do artigo 26º da
Concordata, uma vez que são considerados instalações de
apoio directo e exclusivo às actividades com fins religiosos (v.
alínea b) do nº 2 do artigo 26º da Concordata) ou, em certos
casos de vivência em comunidade, como lugares de culto ou
outros prédios ou parte deles directamente destinados à
realização de fins religiosos (alínea a) nº 2 do artigo 26º
3c) Os imóveis afectos a casas de exercícios espirituais e
formação de religiosos (v. g. casas de retiros), são qualificados
como seminários ou estabelecimentos destinados à formação
eclesiástica ou ao ensino da religião católica (alínea c) do nº2
do artigo 26º citado) ou até mesmo lugares de culto ou prédios
ou parte deles directamente destinados à realização de fins
religiosos (alínea a) do nº2 do artigo 26º do citado), e, como
tal, estão isentos de IMI.
d) Os imóveis ou parte de imóveis pertencentes a Pessoas
Jurídicas Canónicas e cedidos gratuitamente a IPSS ou a
estabelecimentos de ensino encontram-se isentos de IMI..
Esta isenção tem de ser reconhecida pela Administração
Fiscal, operando no próprio ano da afectação dos bens a essas
actividades, sendo conveniente suportar essa afectação ou
utilização através de contrato comodato gratuito entre o titular
do prédio e a entidade que nele exerce a actividade.
Não estão Isentos de IMI:
a) Os imóveis destinados pelas entidades canónicas a uma
actividade comercial com fins lucrativos.
b) Os imóveis ou a parte de imóveis, afectos a lares de
estudantes estão sujeitos a IMI, com excepção dos que forem
qualificados como seminários ou quaisquer estabelecimentos
destinados à formação eclesiástica ou ao ensino da religião
católica cuja isenção, estipulada na alínea c) do nº2 do artigo
26º da Concordata, é automática.
Assim, as Pessoas Jurídicas Canónicas que possuam imóveis que não
possam beneficiar de alguma isenção em sede de IMI, devem proceder
junto dos Serviços da Administração Tributária à actualização da matriz
predial, através da apresentação, nos termos da alínea g) do numero 1 do
artigo 13º do Código do IMI, de declaração a entregar no Serviço de
43.2. IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas)
A Santa Sé, a Conferência Episcopal Portuguesa, as Dioceses e demais
jurisdições eclesiásticas, bem como outras pessoas jurídicas canónicas
constituídas pelas competentes autoridades eclesiásticas para a
prossecução de fins religiosos, desde que lhes tenha sido reconhecida
personalidade civil nos termos dos artigos 9º e 10º da Concordata, não
estão sujeitas a qualquer imposto sobre:
b) Os donativos – em dinheiro ou em espécie - para a realização dos seus
fins religiosos;
d) A distribuição gratuita de publicações com declarações, avisos ou
instruções religiosas e sua afixação nos lugares de culto.
Não estão isentas:
As actividades comerciais com fins lucrativos exercidas pelas pessoas
colectivas religiosas.
Face ao novo enquadramento das Pessoas Jurídicas Canónicas, em sede
deste imposto, estas entidades devem entregar, junto da Administração
Fiscal, declarações de início de actividade ou alterações, nos termos do
artigo 110º do Código do IRC, devendo passar a cumprir as demais
obrigações acessórias, nomeadamente, de escrituração.
3.3. Mais Valias
As mais-valias obtidas pelas Pessoas Jurídicas Canónicas decorrentes da
alienação de bens ou direitos adquiridos antes da entrada em vigor da
Concordata não estão sujeitos a IRC, face ao disposto no artigo 31º da
Esta isenção é automática, pelo que não é necessário adoptar qualquer
53.4. Outras situações
1. As Pessoas Jurídicas Canónicas que, além de fins religiosos,
prossigam fins de assistência e solidariedade, podem, nos
termos do artigo 12º da Concordata, requerer as isenções que
o Direito interno estatui para as pessoas colectivas
privadas com fins da mesma natureza, nomeadamente as
isenções estabelecidas para as pessoas colectivas de utilidade
pública administrativa, para as pessoas colectivas de mera
utilidade pública, para as IPSS e para os estabelecimentos de
As Pessoas Jurídicas Canónicas que desenvolvam actividades
com fins diversos dos religiosos e que tenham bens afectos a
esses fins, poderão solicitar mediante requerimento, nos
termos do artigo 12º da Concordata, as isenções de tributação
concedidas às pessoas colectivas privadas com fins da mesma
· Isenção de IRC, em relação aos rendimentos
auferidos no exercício da sua actividade, nos termos do
artigo 10º do respectivo Código, desde que estejam
preenchidos os requisitos previstos na lei,
nomeadamente, no nº3 do referido artigo do Código do
· Isenção de IMT, quanto aos imóveis adquiridos com
vista à afectação directa à sua actividade e destinados à
prossecução dos fins, nos termos do artigo 10º do
respectivo Código;
· Isenção de IMI, quanto aos imóveis afectos
directamente à sua actividade e destinados à
prossecução dos fins, nos termos do artigo 40º do
· Isenção de Imposto do Selo, nos termos do artigo 8º
do respectivo Código.
Nota: O regime de percepção de receitas fiscais previsto na Lei de
Liberdade Religiosa e no artigo 27º da Concordata não se aplica à Igreja
Católica por determinação da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
4. Produção de efeitos da Concordata
6Quanto ao início da produção dos efeitos da Concordata, ficou sancionado
o entendimento que, quanto aos impostos periódicos (IRS, IRC e IMI),
tendo em conta o artigo 31º da Concordata, conjugado com os fundamentos
do princípio da não retroactividade dos impostos, o regime previsto na
Concordata só se aplica a partir de 1 de Janeiro de 2005.
No entanto, devido à fase de consolidação dos efeitos fiscais da
Concordata, em que nos encontramos, considerou Sua Excelência o
Secretário de Estado para os Assuntos Fiscais aplicar o regime da “dispensa
e atenuação especial das coimas” previsto no artigo 32º do Regime Geral
das Infracções Tributárias.
Desta forma, e como referido anteriormente, Sua Excelência o Secretário
de Estado para os Assuntos Fiscais, através de despacho de 9 de Março de
2005, determinou que as Pessoas Jurídicas Canónicas podem cumprir, sem
penalização, as obrigações tributárias decorrentes da Concordata no prazo
de 90 dias úteis a partir da data de publicação no Diário da República
desse despacho. A publicação desse despacho ocorreu no dia 21 de Março
Os sacerdotes passaram a estar sujeitos ao pagamento de IRS em
relação aos rendimentos respeitantes ao exercício do seu múnus espiritual,
quer esse rendimento provenha do trabalho prestado periodicamente no
âmbito das suas funções de sacerdote (v. art. 2º/1/a) e b) do Código do
IRS), quer o rendimento resulte do pagamento de serviços pontuais pelo
mesmo exercício profissional das funções de sacerdote (v. art. 3º/1/b) do
Código do IRS).
No primeiro caso os rendimentos enquadram-se na categoria A – trabalho
dependente, no segundo caso os rendimentos serão tributados pela
categoria B – trabalho independente.
Os procedimentos que a seguir se indicam são apenas aplicáveis aos casos
de trabalho dependente e não à remuneração que o sacerdote receba por
prestação de serviços no âmbito de actividade de profissional liberal.
7CIRCULAR DA
DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOS TOS
D i r e c ç ã o d e S e r v i ç o s d o I R S (Circular N.º 6/2005)
Para conhecimento dos serviços e actuação em conformidade, divulgamse as seguintes instruções, de harmonia com o entendimento sancionado pelo
despacho nº 26/2005-XVII de Sua Excelência o S
E tens conhecimentos sobre outros povos iberos como os Tartessos ou os Celtici ou limitas-te aos lusitanos?
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 2:13 pm
spoilers? Na se fazer isso!
Como sabes eu não sou letrado em nada, digamos apenas que fiz uma pesquisa quer na net, quer em bibliotecas a respeito do assunto. Acima de tudo centrei-me nos lusitanos, embora saiba alguma coisa sobre outros povos da peninsula, mas muito pouco.
No entanto digo-te já que o povo ancestral que deixou mais testemunhos foram os Gailacos, ou seja, as tribos que viviam a norte do douro. A respeito dos lusitanos digamos que sei quase tudo o que há para saber, mas que nunca escrevi, para alem do meu romance, nada sobre eles! Quanto aos celtici ou lusitanos do sul, sabe-se muito pouco. No entanto posso arriscar a escrever sobre estes tres povos. Tipo uma espécie de ficha consica a respeito de cada um, com os seus Deuses, custumes, etc.
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 3:04 pm
Há muita forma de se tornar letrado e olha que já acreditei mais que a académica seja a mais eficaz.
Spoilers: nas cenas que tens em cima da caixa onde escreves tens um botão "Outros" em que tens spoilers entre outras opções. Ou então podes fazer manualmente, usas "[ spoiler ]" para começar e "[ /spoiler ]" para acabar, sem as aspas e os espaços.
Sim, dos Galaicos há bastantes vestígios, até não sei se conheces os Sangre Cavallum mas falam exactamente sobre eles.
Dos Celtici também não sei quase nada.
Mas faz isso, estou ansioso por ver os resultados dessa pesquisa. Depois posso também ir acrescentando as minhas fontes. E talvez falar também um pouco dos restantes povos Ibéricos, por exemplo duvido que muita gente aqui já tenha ouvido falar nos Tartessos, uma das grandes civilizações do mediterrâneo que até os gregos consideravam civilizados (tendo em conta que consideravam toda a gente incluindo os romanos bárbaros é um feito ) e que estão relacionados aos mitos da Atlântida.
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 4:14 pm
Porreira a musica, posta mais deste género!
Eu conheço Tartessos, foram os antepassados dos trudetanos ( povo que cujos clãs e/ou povoados se situavam ao longo do vale do rio baetis, local onde mais tarde foi formada a provincia romana ulterior. Sim diz que os tartessos eram descendentes dos atlantes, o certo é que foram os primeiros ou pelo menos dos primeiros a comercializar com os gregos e fenicios. Eram comerciantes, sabiam ler e tinham escravos. Os cartaginezes e as guerras que com eles vieram deitaram este reino por terra. Mais tarde com a chegada dos romanos uns povoados eram seus aliados e defendiam as suas politicas, enquanto outros queriam seguir o seu proprio curso, tendo se aliado aos lusitanos. No entanto quando Viriato estava fraco, aos poucos foram-se todos passando para o lado de roma. A traição veio de lá, os homens que trairam viriato eram turdetanos e não lusitanos, e não eram amigos deles eram comandantes de tropas aliadas............
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom Seg Jul 04, 2011 7:22 pm
Que tinham sido turdetanos a trair Viriato não sabia. Mas sabia que eles tinham fama de evitar a guerra preferindo utilizar mercenários celtiberos, um pouco como os cartagineses e que por isso tinham fama de pacifistas ou até de cobardes por entre os povos vizinhos (enquanto os Lusitanos são conhecidos por continuarem todos os anos a fazer guerra mesmo 100 anos após a sua pacificação oficial!). Talvez fosse essa divergência de opiniões que os tenha feito optar por um final drástico mas rápido para a "revolta ibérica". E tendo em conta que os lusitanos eram conhecidos por fazer "visitas" regulares às terras mais ferteis dos Turdetanos é natural que nutrissem algum ressentimento.
Sangre Cavallum é fenomenal e infelizmente há poucas bandas assim.
As mais parecidas que conheço são
Arnica (Catalunha)
Joy of Nature (Açores se bem que perdem piada por terem letras Cristãs)
Galandum Galundaina (Miranda do Douro, mas já bem mais tradicional)
Devem haver mais por Espanha mas não conheço....
Mas vê a secção de bandas do forum, de certeza que vais ter muito boas surpresas
Assunto: Re: ENDOVELLICUS - O Muito Bom

References: artigo 2
 artigo 26
 artigo 26
 artigo 26
 artigo 26
 artigo 26
 artigo
26

artigo 13

artigo 110
 artigo 31
 artigo 12
 artigo 12

artigo 10
 artigo 10
 artigo 40
 artigo 8
 artigo 27
 artigo 31
 artigo 32