Source: http://docplayer.com.br/868948-Projeto-curricular-colegio-militar.html
Timestamp: 2017-06-29 16:22:58+00:00

Document:
PROJETO CURRICULAR COLÉGIO MILITAR - PDF
PROJETO CURRICULAR COLÉGIO MILITAR
Download "PROJETO CURRICULAR COLÉGIO MILITAR"
Célia da Conceição Fonseca
1 2014/2015 PROJETO CURRICULAR COLÉGIO MILITAR Aprovado em Conselho Pedagógico 2014/2015 Página 1 de 562 Índice 1. INTRODUÇÃO MATRIZ AXIOLÓGICA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR DESDOBRAMENTO DE AULAS CRITÉRIOS DE CONSTITUIÇÃO DE TURMAS CRITÉRIOS DE DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO QUADRO DE APRENDIZAGENS PROCESSO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS PROJETOS E PROGRAMAS PLANO ANUAL DE ATIVIDADES TEMA DE ANO AUTO AVALIAÇÃO DO COLÉGIO MILITAR AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DISPOSIÇÕES LEGAIS ANEXO 1 - REGULAMENTO ACC 2014/ ANEXO 2 - INSTRUÇÃO MILITAR ANEXO 3 - TUTORIAS - OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO ANEXO 4 - CRITÉRIOS DE DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO... 553 1. INTRODUÇÃO O aspeto fundamental da crescente autonomia das escolas encontra-se no reforço da sua capacidade de gestão, nomeadamente no que diz respeito ao processo de ensinoaprendizagem dos seus alunos. O Colégio Militar (CM), ao longo da sua história, sempre procurou ir ao encontro deste desiderato, encontrando-se atualmente identificado como uma escola de referência, com especificidades únicas no âmbito do seu Projeto Educativo (PE). A nova visão do currículo aqui exposta segue este propósito ao decidir, dentro dos limites estabelecidos a nível nacional, sobre a organização das diversas áreas e disciplinas do currículo, bem como sobre a carga horária, os tempos letivos e a distribuição do serviço docente. Ao proceder deste modo, o CM está, no fundo, a definir o seu próprio Projeto Curricular (PC), o qual constitui um dos aspetos fundamentais do projeto educativo de escola. As decisões agora implementadas foram elaboradas com base na análise da realidade onde atualmente se inserem os Estabelecimentos Militares de Ensino (EME), nomeadamente no que diz respeito às exigências da sua comunidade educativa, à prioridade estratégica que a escola estabeleceu para a sua ação educativa e à apreciação dos recursos humanos e materiais que atualmente dispõe. Ao construi-se o atual PC considerou-se que a responsabilidade de organizar e conduzir o processo de ensino-aprendizagem devia incidir particularmente no projeto curricular de cada turma, pois é a este nível que o conjunto das experiências de aprendizagem que se proporcionam aos alunos ganha coerência e que a articulação entre as diversas áreas do currículo se torna realidade, pelo que o mesmo foi elaborado com base no pressuposto que gerir o currículo significa analisar cada situação propondo, no âmbito da prática pedagógica, estratégias e metodologias de ensino diversificadas para que todos possam evoluir e aprender num ambiente de sucesso. Considerámos ainda como elemento determinante para o sucesso da mudança estrutural que agora se propõe, o reforço de uma verdadeira cultura de escola, assente numa gestão curricular interdisciplinar que estimule o trabalho colaborativo entre os diferentes níveis da estrutura de coordenação educativa e de supervisão pedagógica. No âmbito desta premissa, caberá a cada professor, dentro da sua autonomia pedagógica, a responsabilidade de implementar as estratégias que considere mais adequadas de forma a conduzir os seus alunos ao sucesso no âmbito do processo ensino-aprendizagem. Entendemos, assim, que o PC, ancorado no PE, visa adequar as estratégias de desenvolvimento do currículo nacional ao contexto da escola, constituindo-se como o segundo momento operativo mais importante da planificação da estratégia educativa da escola. Deste modo, e seguindo o estabelecido no Dec. Lei n.º 6/2001 de 18 de Janeiro, a noção de Projeto Curricular aqui proposto reflete a capacidade que o CM, em geral, e o corpo docente em particular, devem possuir para adaptar a ação pedagógica à sua especificidade enquanto Estabelecimento Militar de Edução. Assim, enquanto o PE do CM, elaborado e aprovado pelo seu Conselho Escolar para um horizonte de três anos, consagra a orientação educativa que deve ser preconizada por todos os elementos da comunidade colegial situando-se no plano estratégico, o PC do CM reflete a dimensão operacional do PE, assumindo uma lógica de ação, com o objetivo de potencializar os recursos e as organizações deste EME, estabelecendo simultaneamente a ligação entre o PE e o Projeto Curricular de Turma. Deste modo, o PC assume-se como um caminho metodológico, aberto a atualizações e a contributos de toda a comunidade colegial, de desenvolvimento operativo dos grandes objetivos consignados no PE. Página 3 de 564 Desta forma, podemos concluir que a organização do presente PC, tendo sido estruturada em função da sua população alvo, reflete as opções curriculares consideradas relevantes para a consecução dos objetivos delineados no PE, quer em termos de carga horária e da oferta de áreas curriculares não disciplinares, quer em termos da ofertada de áreas de complemento educativo específicas do CM e refletindo simultaneamente as grandes opções de cariz organizativo ao nível da constituição de turmas e da distribuição do serviço docente. 2. MATRIZ AXIOLÓGICA Partindo do enunciado no Projeto Educativo, e tendo subjacente o Código de Honra do Aluno do CM, a estratégia de implementação de valores está assente em três eixos fundamentais: 1º Possibilitar uma formação humana de base. 2º Criar condições de formação permanente a toda a comunidade educativa, permitindo uma formação contínua não só em termos escolares mas também no que diz respeito à formação pessoal e social. 3º Desenvolver um conjunto de atividades que permitam a construção de projetos internos e de parcerias com o exterior, consolidando assim atividades educativas formais e não formais que propiciem a implementação e desenvolvimento do quadro de valores que se persegue. O quadro de valores a privilegiar inclui os seguintes aspetos: Sucesso Responsabilidade Solidariedade Os valores anteriormente referenciados devem operacionalizar-se através de um conjunto de competências que os Alunos do CM devem desenvolver ao longo do seu processo educativo: Sucesso Responsabilidade Solidariedade Trabalho Conhecimento Reflexão Competitividade Sentido Crítico Criatividade Resiliência Respeito pelas regras Autodisciplina Empenho Pontualidade Aprumo Exemplo Civismo Tolerância Cooperação Camaradagem Página 4 de 565 3. ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO CURRICULAR Definidos os valores e competências, apresenta-se, de seguida, o conjunto de atividades que permitem a sua concretização: A Atividades curriculares disciplinares São consideradas todas as áreas disciplinares definidas pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) para o Ensino Básico e Secundário. As atividades curriculares disciplinares, definidas pelo MEC, encontram-se explicitadas nos desenhos curriculares apresentados no capítulo 4 deste projeto curricular. B Atividades curriculares não disciplinares São Atividades Curriculares não Disciplinares para todos os níveis de ensino a Formação Cívica e as Atividades de Complemento Curricular (ACC). B1 Formação Cívica É um espaço de diálogo e reflexão sobre experiências vividas e preocupações sentidas pelos alunos, assim como temas e problemas relevantes da comunidade e da sociedade. Visando o desenvolvimento da consciência cívica dos alunos, como elemento fundamental no processo de formação de cidadãos responsáveis, críticos, ativos e intervenientes. No 1º ciclo, quer no Apoio ao Estudo, quer na Oferta Complementar e ainda em EMR, são planeadas atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e componentes de trabalho com as tecnologias de informação e comunicação. A atividade a desenvolver neste domínio contará com o apoio de um tempo semanal (45m.) para os alunos do 5.º e 6.º ano de escolaridade ou, para os alunos do 7.º, 8.º e 9.º ano de escolaridade, de um tempo quinzenal que funcionará em alternância com Instrução de Corpo de Alunos (ICA). No que diz respeito aos alunos do ensino secundário, a Formação Cívica e a disciplina de ICA, funcionam em estreita colaboração na implementação e desenvolvimento do Projeto de Liderança e Valorização Pessoal (PLVP) sendo este orientada por um coordenador. O programa curricular do PLVP será ministrado aos alunos do 10.º e 11.º ano pelo Corpo de Alunos na disciplina de ICA e pelo Corpo Docente na disciplina de FC. Os alunos do 12º ano coadjuvarão os Oficiais e Professores responsáveis pelo referido projeto no âmbito da sua implementação. A atividade a desenvolver neste domínio contará também com o apoio de um tempo semanal de 45 minutos. B2 Atividades Complemento Curricular (ACC) O regulamento das Atividades de Complemento Curricular visa contribuir para uma melhor resposta do Colégio às suas necessidades específicas neste domínio. As soluções que preconiza decorrem da sua autonomia e dos seus recursos, consubstanciados no Regulamento Interno Guia do Aluno (RIGA) e no Projeto Educativo de Escola (PE). Regulamento (vide anexo 1) Página 5 de 566 ACC Ano Letivo 2014/ º, 6.º, 7.º Anos 8.º, 9.º, 10.º, 11.º e 12.º Anos Horário 2.ª Feira 3.ª e 5.ª Feira Horário 2.ª Feira 3.ª e 5ª Feira Ginástica Equitação Ginástica Equitação Esgrima Esgrima Esgrima Esgrima 16h45 9.º Tempo Natação/ Pentatlo Jujutsu Natação/ Pentatlo Jujutsu Tiro Râguebi Tiro Râguebi Modelismo/ 17h45 Modelismo/ Voleibol Jogos de Simulação Jogos de Simulação Microprocessadores Microprocessadores Basquetebol e Robótica 10.º e Robótica Voleibol Basquetebol Teatro Futebol Tempo Teatro Futebol Aeromodelismo Aeromodelismo Aeromodelismo Aeromodelismo Râguebi Futebol Iniciação ao Mandarim Râguebi Futebol Iniciação ao Mandarim Basquetebol Natação Basquetebol Natação Excecionalmente, no presente ano letivo, à sexta-feira ao 9.º e 10.º tempo, funcionará uma ACC de Música aberta a todos os alunos que estejam interessados em aprender e desenvolver técnicas de expressão musical. B3 - Pentatlo Moderno, Classe Especial de Ginástica, Esgrima e Orfeão Os alunos selecionados para as Classes Especiais de Ginástica, Pentatlo Moderno, Esgrima e Orfeão, que representam o CM em exibições e competições, nacionais e internacionais, frequentam treinos e ensaios suplementares fora do horário curricular normal. A frequência destes treinos só poderá realizar-se com autorização dos respetivos Encarregados de Educação. Página 6 de 567 C Oferta Própria do Colégio Militar Conjunto de disciplinas de caráter obrigatório inclui Instrução Militar para todos os anos de escolaridade de acordo com o Despacho Conjunto entre os Ministérios da Defesa Nacional e da Educação n.º275/2006, Equitação (5.º, 6.º e 7.º anos de escolaridade), Esgrima (8.º e 9.º anos de escolaridade) Estudos Específicos, Estudos Gerais, Apoio Pedagógico e Apoio ao Estudo/Estudos de Apoio para alunos com dois ou mais níveis negativos por proposta do Conselho de Turma. C1 Instrução Militar A Instrução Militar visa contribuir para preparar física, psíquica, social e culturalmente os alunos, numa perspetiva de formação integral do indivíduo. É uma disciplina que desenvolve as qualidades de carácter como a coragem moral, decisão e confiança. É mais um instrumento a serviço da educação integral, pois ao trabalhar exercícios de complexidade variada, exige uma integração entre as dimensões psicomotora, afetiva e cognitiva. Permite desenvolver o espírito de corpo, a concentração, a disciplina e a coordenação, compondo um diferencial do ensino nos colégios militares. A Instrução Militar, através da prática de dinâmica de grupos, pretende educar os alunos no aspeto social, incutindo-lhes o valor do trabalho de equipa, camaradagem e entreajuda, habilitando os alunos que terminem a escolaridade no Colégio Militar, com os conhecimentos consignados na Preparação Militar Geral dos Cursos de Formação de Oficiais. Âmbito, Princípios e Objetivos (vide anexo 2) C2 Equitação A equitação no Colégio Militar integra o conjunto das modalidades olímpicas tendo, fundamentalmente, duas vertentes distintas mas complementares: Uma primeira, que assenta no seu efeito sobre a formação do carácter do aluno, a par do desenvolvimento de algumas capacidades psicomotoras. Aqui, tirando partido do cavalo, animal forte e com vontade própria, pretende-se incutir e avaliar os valores morais como a coragem, levando o aluno a conhecer-se melhor e a superar-se na dificuldade. Mais tarde, através do cavalo, aprenderá a desenvolver importantes aspetos de liderança, nomeadamente a virtude de avaliar as capacidades de ambos e atuar, com energia e inteligência flexível, para atingir o seu objetivo. Por outro lado, na medida em que se consolidem os conhecimentos equestres, será capaz de passar à competição, colocando-os à prova assim como o seu espírito competitivo. Uma segunda vertente assenta na tradição, afirmação e identidade do Colégio Militar, onde se enquadra a Escolta a Cavalo, em que, para além das vantagens já referidas, o aluno tem ainda que trabalhar em grupo projetando o seu esforço num resultado coletivo. C 3 Esgrima Desde os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna (1896) a Esgrima faz parte das modalidades olímpicas, sendo uma das quatro que fazem parte dos Jogos Olímpicos desde a primeira edição. Página 7 de 568 A sala de Armas do Colégio Militar nasce pela mão do seu Fundador, o Marechal António Teixeira Rebello, decorria o ano de Começou assim a mais antiga Sala de Armas Nacional. Atualmente, a sala está equipada com material elétrico para as três armas Florete, Sabre e Espada. Funciona com alunos do 8.º e 9.º anos de escolaridade. Alunos de vários anos do Colégio Militar frequentam a Sala de Armas no âmbito das ACC. A prática da disciplina de Esgrima no Colégio Militar, para além da sua longa tradição, tem como objetivo o desenvolvimento estrutural do aluno no que diz respeito a duas áreas de formação humana fundamentais, a área psicomotora e a área psicossocial. C 4 - Tutorias No ano letivo 2014/15 o CM vai manter um projeto de acompanhamento individualizado do processo educativo assente num sistema tutorial. No essencial o processo consiste na criação de mecanismos de ensino mais personalizado em que um professor tutor fique responsável por um muito pequeno grupo de alunos, preferencialmente um aluno, no sentido de assegurar a eficiência do processo e a eficácia da aprendizagem, mas também quando for o caso, a facilitação dos processos de integração na comunidade colegial. Operacionalização do Processo (vide anexo 3) Página 8 de 569 Notas: C 5 - Estudos Estudos/Apoio Pedagógico a funcionar no ano letivo 2104/2015 Ano de escolaridade Estudos Específicos (45m) Apoio ao Estudo (45m.) Estudos de Apoio (45m) Estudos Gerais (45m) Apoio Pedagógico (45m) 5.º Ano 2 5 (3) º Ano 2 5 (3) º Ano º Ano º Ano º Ano (A) º Ano (B) º Ano (A) º Ano (B) º Ano (C) º Ano (A) (p/curso) O 1.º Ciclo apresenta uma matriz própria no que respeita aos Estudos/HTPC. 2. O número total de Estudos/Apoio Pedagógico não é uniforme em virtude de as cargas horárias semanais (componentes obrigatórias e oferta do CM) serem diferentes de Ciclo para Ciclo e, no Secundário, de curso para curso. Os Estudos são considerados absolutamente fundamentais e, por isso, devidamente enquadrados, por docentes de diferentes áreas disciplinares. Todavia, estes estudos não devem ser entendidos como substitutos do trabalho individual do aluno o qual deve ser, também, acompanhado pelos Encarregados de Educação. No ano letivo 2014/15 os Estudos/Apoio Pedagógico devem realizar-se preferencialmente no período da tarde entre o 8.º e 10.º tempo letivo. C 5.1. Caracterização dos Estudos Enquadrados no âmbito do apoio educativo, os Estudos que funcionarão no Colégio Militar no ano letivo 2014/2015, dividem-se nas seguintes modalidades: Estudos Específicos Apoio ao Estudo / Estudos de Apoio Estudos Gerais Apoio Pedagógico Página 9 de 5610 Estudos Específicos Tendo em consideração a especificidade do Colégio Militar, é disponibilizado aos alunos um número acrescido de estudos. No 1.º Ciclo os Alunos têm dois tempos de Apoio ao Estudo, componente curricular, e um tempo para Estudo, no período destinado às Atividades de Enriquecimento Curricular. Aos alunos cujos Encarregados de Educação não optarem pela disciplina de Educação Moral e Religiosa acresce mais um tempo de Estudo. No 2.º Ciclo os Alunos têm Estudo Específico de Português e Matemática. No 3.º Ciclo, no 7.º ano, os Alunos têm Estudo Específico de Português, Geografia e Matemática, no 8º ano, os Alunos têm Estudos Específico de Português, Matemática e Inglês. No que diz respeito ao 9.º ano, os Alunos têm Estudo Especifico de Português, Matemática e Francês ou Espanhol. Para todos os anos e relativamente às disciplinas de Físico-Químicas e de Ciências Naturais funcionam aulas práticas, com desdobramento das turmas, permitindo assim uma maior equidade no acompanhamento pedagógico dos Alunos nas aulas que envolvem prática laboratorial. No Ensino Secundário existem Estudos Específicos a todas as disciplinas com exame nacional Apoio ao Estudo/Estudos de Apoio Dependente do ano de escolaridade e do respetivo nível de ensino, o Apoio ao Estudo/Estudos de Apoio funcionarão ao longo da semana, em número variado de tempos letivos, preferencialmente a partir do 8.º tempo para os alunos de todos os graus de ensino (2.º e 3.º Ciclos e Ensino Secundário) com dois ou mais níveis inferiores a três e alunos noutras condições propostos pelos Conselhos de Turma de acordo com a disponibilidade e horário semanal dos elementos do Corpo Docente. Deverá ser privilegiado o estudo individualizado, podendo eventualmente ser autorizado o estudo a pares ou pequenos grupos, de acordo com as suas dificuldades específicas e têm como principais objetivos: Apoiar e orientar o aluno de forma personalizada de acordo com as suas dificuldades específicas; Apoiar e orientar o aluno na autoavaliação das estratégias de estudo utilizadas, ajudando-o a reconhecer por si próprio quais as mais adequadas; Realização de exercícios diferenciados de consolidação de conteúdos; Realização de exercícios de promoção do desenvolvimento da atenção / concentração e da capacidade de memorização; Elaboração de materiais específicos de ajuda na superação das dificuldades; Controle e realização dos TPE. Nos termos do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho, o Apoio ao Estudo destina-se apenas aos alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Embora de frequência facultativa para os alunos, constitui-se como oferta obrigatória para os alunos que por indicação do conselho de turma e após Página 10 de 5611 obtido o acordo dos encarregados de educação. Em termos específicos, o Apoio ao Estudo tem como objetivos a implementação de estratégias de estudo e de desenvolvimento e aprofundamento dos conhecimentos dos alunos e ainda o desenvolvimento de atividades de reforço da aprendizagem, nomeadamente pelo acompanhamento da realização dos trabalhos de casa em colaboração estreita com os respetivos Encarregado de Educação. O Estudos de Apoio, destinados aos alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico e aos alunos do Ensino Secundário, constitui-se como oferta própria do Colégio Militar sendo de frequência obrigatória para os alunos que sejam indicados pelo conselho de turma e obtido o acordo dos respetivos encarregados de educação. Os referidos Estudos têm como objetivos os mencionados na caracterização genérica acima referida Estudos Gerais De forma semelhante aos Estudos de Apoio, embora com objetivos distintos, os Estudos Gerais funcionarão ao longo da semana, em número variado de tempos letivos, preferencialmente a partir do 8.º tempo e dependendo do ano de escolaridade. Constituindo-se como oferta própria do Colégio Militar, os Estudos Gerais, de frequência obrigatória, têm como principais objetivos: Estudo de matérias relativas a qualquer disciplina do seu plano de curso, que pretendam consolidar e/ou aprofundar; Realização de trabalhos, individuais ou de grupo, que tenham sido indicados pelo respetivo docente da disciplina; Realização dos demais trabalhos de estudo/casa. Embora deve ser privilegiado o estudo individual, desde que sejam respeitadas as regras de funcionamento relativas às atividades letivas em sala de aula, sempre que tal se justifique, pode ser autorizado o estudo em pequenos grupos, nomeadamente se o objetivo for a realização de trabalhos de grupo Apoio Pedagógico Constituindo-se também como oferta própria do Colégio Militar, o Apoio Pedagógico, de frequência obrigatória para os alunos que não estejam inscritos em atividades curriculares ou extracurriculares, como, por exemplo, as ACC, têm como principais objetivos: Orientação e incentivo à programação e gestão efetiva, por parte do docente, do tempo de estudo dos alunos; Acompanhamento dos alunos, por parte do docente, no âmbito da sala de aula, relativamente a qualquer tipo de atividade pedagógica que venha a ser planeada pelas estruturas educativas do Colégio Militar. Página 11 de 5612 4. MATRIZ CURRICULAR (Grelha Horária Semanal) 1.º CICLO 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira 09h00 / 09h45 PTT a) PTT PTT PTT PTT 09h45 / 10h30 PTT PTT PTT PTT PTT 10h30 / 11h00 Intervalo / Atividades Lúdico-Expressivas / Reforço da Manhã 11h00 / 11h45 PTT PTT PTT PTT PTT 11h45 / 12h30 PTT EAFM b) PTT EAFM PTT 12h30 / 13h00 13h00 / 14h00 Almoço 14h00 / 14h45 PTT EAFM PTT EAFM OC d) 14h45 / 15h30 PTT PTT AE c) PTT AE 15h30 / 15h45 Intervalo / Reforço da tarde 15h45 / 16h30 AEC e) AEC AEC AEC AEC 16h30 / 16h45 Intervalo 16h45 / 17h30 AEC EMRC f) / Estudo AEC AEC AEC 17h30 / 18h00 Prolongamento Prolongamento Prolongamento Prolongamento Prolongamento a) PTT - Professor Titular de Turma b) EAFM Expressões Artísticas e Físico-Motoras (horário dependente da turma/ano) c) AE Apoio ao Estudo (horário dependente da turma/ano) d) OC - Oferta Complementar (horário dependente da turma/ano) e) AEC - Atividades de Enriquecimento Curricular f) EMRC Educação Moral e Religiosa Católica (opcional - horário dependente da turma/ano) 2.º CICLO 2.º Ciclo 5º e 6º Anos de Escolaridade 1.º tempo 8h15/9h00 2.º tempo 9h05/9h50 3.º tempo 10h05/10h50 4.º tempo 10h55/11h40 5.º tempo 11h50/12h35 6.º tempo 14h00/14h45 7.º tempo 14h50/15h35 8.º tempo 15h45/16h30 Est Geral 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Apoio ao Est/ Est Geral Reforço - 15 Intervalo - 10' Almoço - 85' Intervalo - 10' Reforço - 15 Est Geral 9.º tempo 16h45/17h30 ACC1 ACC2 FC ACC2 FAL/PFS 10.º tempo 17h45/18h30 Apoio ao Est TR/DDCA Intervalo - 15' TG Inicio: 17h45/ Fim: À ordem Apoio ao Est SAÍDA Página 12 de 5613 3.º CICLO 3.º Ciclo 7º Ano de Escolaridade 1.º tempo 8h15/9h00 2.º tempo 9h05/9h50 3.º tempo 10h05/10h50 4.º tempo 10h55/11h40 5.º tempo 11h50/12h35 6.º tempo 14h00/14h45 7.º tempo 14h50/15h35 8.º tempo 15h45/16h30 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Reforço - 15 Intervalo - 10' Almoço - 85' Intervalo - 10' Reforço º tempo 16h45/17h30 ACC1 ACC2 ICA/FC ACC2 FAL/PFS 10.º tempo 17h45/18h30 Est de Apoio/ Ap Ped Intervalo - 15' TR/DDCA TG Inicio: 17h45 Fim: À ordem Est de Apoio/ Ap Ped SAÍDA 3.º Ciclo 8º e 9º Anos de Escolaridade 1.º tempo 8h15/9h00 2.º tempo 9h05/9h50 3.º tempo 10h05/10h50 4.º tempo 10h55/11h40 5.º tempo 11h50/12h35 Almoço 85' 6.º tempo 14h00/14h45 7.º tempo 14h50/15h35 8.º tempo 15h45/16h30 9.º tempo 16h45/17h30 10.º tempo 17h45/18h30 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Est de Apoio/ Ap Ped ACC1/ Ap Ped Reforço - 15 Intervalo - 10' Intervalo - 10' Reforço - 15 Est de Apoio/ Ap Ped Intervalo - 15' ACC2/ Ap Ped ICA/FC TR/DDCA FAL/PFS TG Inicio: 17h45 Fim: À ordem ACC2/ Ap Ped SAÍDA Página 13 de 5614 ENSINO SECUNDÁRIO Ensino Secundário - 10º e 11º Anos de Escolaridade 1.º tempo 8h15/9h00 2.º tempo 9h05/9h50 3.º tempo 10h05/10h50 4.º tempo 10h55/11h40 5.º tempo 11h50/12h35 Almoço 85' 6.º tempo 14h00/14h45 7.º tempo 14h50/15h35 8.º tempo 15h45/16h30 9.º tempo 16h45/17h30 10.º tempo 17h45/18h30 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Est de Apoio/ Ap Ped ACC1/ Ap Ped Reforço - 15 Intervalo - 10' Intervalo - 10' Reforço - 15 Est de Apoio/ Ap Ped Intervalo - 15' ACC2/ Ap Ped ICA/FC/PLVP TG Inicio: 17h45 Fim: À ordem TR/IM ACC2/ Ap Ped EMRC (10º/11º)/ Ap Ped EMRC (10º/11º)/ FAL/PFS SAÍDA Ensino Secundário - 12º Ano de Escolaridade 1.º tempo 8h15/9h00 2.º tempo 9h05/9h50 3.º tempo 10h05/10h50 4.º tempo 10h55/11h40 5.º tempo 11h50/12h35 6.º tempo 14h00/14h45 7.º tempo 14h50/15h35 8.º tempo 15h45/16h30 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Est de Apoio/ Est Geral Est de Apoio/ Est Geral Reforço - 15 Intervalo - 10' Almoço - 85' Est Geral Intervalo - 10' Est Geral Reforço º tempo 16h45/17h30 Ap Ped Ap Ped ICA/FC/PLVP 10.º tempo 17h45/18h30 ACC1/ DDCA Intervalo - 15' ACC2/ DDCA TG Inicio: 17h45 Fim: À ordem Est Geral Est Geral TR/ DDCA ACC2/ DDCA DA/ DDCA DA/ DDCA DA/ DDCA FAL/PFS SAÍDA Página 14 de 5615 A Grelha Horária Semanal foi construída de acordo com a faixa etária dos alunos e a necessidade de adequar as matrizes curriculares do MEC com a oferta própria do CM e as suas especificidades. No ano escolar de 2014/2015 os planos curriculares do Colégio Militar terão a seguinte configuração em tempos de 45 minutos: 1.º Ciclo do Ensino Básico (De acordo com o Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de Julho e pelo Despacho normativo n.º 24-A/2012 de 6 de Dezembro) Componentes do currículo Carga horária semanal Português Matemática Estudo do Meio Expressões Apoio ao Estudo a) Expressão Motora Oferta Complementar a) Total 7,0 horas 7,0 horas 4,5 horas 2,0 horas 1,5 horas 2,0 horas 1,0 hora 25 horas Atividades de Enriquecimento Curricular b) 1º Ano Carga horária semanal Inglês 2 Estudos/HTPC 3 (1/2) Expressão Plástica/Expressão Musical 1 Equitação/Esgrima 1 Educação Física (Natação/Ginástica) 2 Educação Moral e Religiosa Católica/Estudo c) 1 TOTAL 10 Página 15 de 5616 Atividades de Enriquecimento Curricular b) 2º Ano Carga horária semanal Inglês 2 Estudos/HTPC 2 (1/1) Expressão Plástica/Expressão Musical 1 Equitação/Esgrima 1 ITIC Introdução às Tec. de Inf. e Comunicação 1 Educação Física (Natação/Ginástica) 2 Educação Moral e Religiosa Católica/Estudo c) 1 TOTAL 10 Atividades de Enriquecimento Curricular b) 3º Ano Carga horária semanal Inglês 2 Estudos/HTPC 2(1/1) Expressão Plástica/Expressão Musical 1 Equitação/Esgrima 1 ITIC Introdução às Tec. de Inf. e Comunicação 1 Educação Física (Natação/Ginástica) 2 Educação Moral e Religiosa Católica/Estudo c) 1 10 a) Atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e componentes de trabalho com as tecnologias de informação e comunicação. b) Embora sendo atividades de caráter facultativo, nos termos do artigo 14.º e do n.º 1 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de julho, o PE do CM recomenda a sua frequência em termos obrigatórios. c) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do Artº 19.º do Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de Julho e pelo Despacho normativo n.º 24-A/2012 de 6 de Dezembro. Aos alunos cujos E.E. não optem pela disciplina, em alternativa será acrescido mais um tempo de Estudo. Página 16 de 5617 2.º Ciclo do Ensino Básico 5.º e 6.º Anos de Escolaridade (De acordo com o Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de Julho e pelo Despacho normativo n.º 24-A/2012 de 6 de Dezembro) Línguas e Estudos Sociais Português 6 Inglês 3 12 História e Geografia de Portugal 3 Matemática e Ciências Matemática 6 Ciências Naturais 3 9 Educação Artística e Tecnológica Educação Visual 2 Educação Tecnológica 2 6 Educação Musical 2 Educação Física Educação Física 3 3 Educação Moral e Religiosa EMRC (Facultativa) 1 1 Total 31 Oferta CM Período letivo: 8H15 às 16H30 ICA 1 Apoio ao Estudo (1) / Estudo Geral 1 Educação Física 1 Estudos Gerais 2 Estudos Específicos (2) 2 Equitação 1 Instrução Militar 1 Total 9 Período letivo: 16H45 às 18H30 TR/DDCA 1 TG 1 ACC 4 Apoio ao Estudo (1) 2 Formação Cívica 1 Total 9 (1) / (2) Apoio ao Estudo/Estudos Específicos: HGP, CN e Inglês/Português e Matemática. Página 17 de 5618 3.º Ciclo do Ensino Básico (De acordo com o Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de Julho e pelo Despacho normativo n.º 24-A/2012 de 6 de Dezembro) 7.º Ano de Escolaridade Português Português 5 5 Línguas Estrangeiras Inglês 3 Francês/Espanhol/Alemão 3 6 Ciências Humanas e Sociais História 3 Geografia 2 5 Matemática Matemática 5 Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais 3 Físico-Química 3 6 Expressões e Tecnologias Educação Visual 2 TIC/(OE - Expressão Dramática) 2 4 Educação Física 3 3 Educação Moral e Religiosa EMRC (Facultativa) 1 1 Total 35 Oferta CM Período letivo: 8H15 às 16H30 OE Expressão Dramática (1) 1 Estudos Específicos (2) 3 Equitação 1 Instrução Militar 1 Total 5 Período letivo: 16H45 às 18H30 ICA/FC (3) 1 TR/DDCA 1 TG/ACC 1 ACC 3 Estudos de Apoio (4) / Apoio Pedagógico 2 Total 8 (1) Não contabilizar, desdobra com TIC. (2) Estudos Específicos: Português, Geografia e Matemática. (3) Funciona alternadamente, Corpo de Alunos/Diretor de Turma. (4) Estudos de Apoio: Física e Química, e História. Página 18 de 5619 8.º Ano de Escolaridade Português Português 5 5 Línguas Estrangeiras Inglês 2 Francês/Espanhol 3 5 Ciências Humanas e Sociais História 3 Geografia 2 5 Matemática Matemática 5 Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais 3 Físico-Química 3 6 Expressões e Tecnologias Educação Visual 2 TIC/(OE-Educação Tecnológica) 2 4 Educação Física 3 3 Educação Moral e Religiosa EMRC (Facultativa) 1 1 Total 34 Oferta CM Período letivo: 8H15 às 16H30 OE Educação Tecnológica (1) 1 Estudos Específicos (2) 3 Esgrima 2 Instrução Militar 1 Total 6 Período letivo: 16H45 às 18H30 ICA/FC (3) 1 TR/DDCA 1 TG/ACC 1 ACC/Apoio Pedagógico 3 Estudos de Apoio (4) / Apoio Pedagógico 2 Total 8 (1) Não contabilizar, desdobra com TIC. (2) Estudos Específicos: Português, Inglês e Matemática. (3) Funciona alternadamente, Corpo de Alunos/Diretor de Turma. (4) Estudos de Apoio: Física e Química, e Ciências Naturais. Página 19 de 5620 9.º Ano de Escolaridade Português Português 5 5 Línguas Estrangeiras Inglês 3 Francês/Espanhol 2 5 Ciências Humanas e Sociais História 3 Geografia 3 6 Matemática Matemática 5 Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais 3 Físico-Química 3 6 Expressões e Tecnologias Educação Visual 3 3 Educação Física 3 3 Educação Moral e Religiosa EMRC (Facultativa) 1 1 Total 34 Oferta CM Período letivo: 8H15 às 16H30 Estudos Específicos (1) 3 Esgrima 2 Instrução Militar 1 Total 6 Período letivo: 16H45 às 18H30 ICA/FC (2) 1 TR/DDCA 1 TG/ACC 1 ACC/Apoio Pedagógico 3 Estudos de Apoio (3) / Apoio Pedagógico 2 Total 8 (1) Estudos Específicos: Português, Francês ou Espanhol e Matemática. (2) Funciona alternadamente, Corpo de Alunos/Diretor de Turma. (3) Estudos de Apoio: Física e Química, e Inglês. Página 20 de 56 Exibir mais
DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013 Critérios de avaliação 0 MATRIZ CURRICULAR DO 1º CICLO COMPONENTES DO CURRÍCULO Áreas curriculares disciplinares de frequência obrigatória: Língua Portuguesa; Leia mais Critérios Gerais de Avaliação
Ensino Secundário 10º ano Cursos Científico Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 0/0 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 ÍNDICE - Introdução... Leia mais Critérios de Avaliação
Critérios de Avaliação Ano letivo 2013/2014 Critérios de Avaliação 2013/2014 Introdução As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas no Despacho Leia mais 2012/2013 PROJETO CURRICULAR COLÉGIO MILITAR
2012/2013 PROJETO CURRICULAR COLÉGIO MILITAR Aprovado em Conselho Pedagógico 2012/2013 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA. 3 2. MATRIZ AXIOLÓGICA. 5 3. ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO CURRICULAR 6 4. Leia mais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador 1. ENQUADRAMENTO LEGAL Compete ao conselho pedagógico, enquanto órgão de gestão pedagógica da escola, definir, anualmente, os critérios gerais de avaliação e Leia mais PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE
PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE ÍNDICE 1. Introdução 2. O Agrupamento 2.1 População Escolar (número de alunos por estabelecimento de ensino) 2.2 Recursos Humanos Leia mais CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 I INTRODUÇÃO De acordo com a legislação em vigor, a avaliação é um elemento integrante e regulador de todo o processo de ensino aprendizagem. A avaliação visa promover Leia mais PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012
Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme Leia mais Ministério da Educação e Ciência
Despacho O calendário escolar constitui um elemento indispensável à planificação das atividades a desenvolver por cada agrupamento de escolas e escolas não agrupadas, tendo em vista a execução do seu projeto Leia mais RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR 2012/2013 Julho de 2013 www.mosteiroecavado.net eb23@mosteiroecavado.net Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Durante o ano letivo 2012/2013, Leia mais CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS 2015-2016 1 INTRODUÇÃO No início do ano letivo, compete ao conselho pedagógico do agrupamento definir os critérios de avaliação para cada ciclo e Leia mais Critérios de avaliação. Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*)
Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*) Componentes do currículo Áreas disciplinares de frequência obrigatória: Português Matemática Estudo do Meio Expressões: Artísticas e Físico-Motoras Inglês Leia mais ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas Leia mais Critérios Gerais de Avaliação
Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas de Sátão 2015-2016 Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos Leia mais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2014/2015 Página 2 1.º Ciclo.. 05 2.º Ciclo. 09 Língua Portuguesa. Língua Inglesa.. História e Geografia de Portugal 23 Matemática... 24 Ciências da Natureza.. 25 Educação Musical... Leia mais Critérios de avaliação dos alunos para o ano letivo 2013/14
Critérios de avaliação dos alunos para o ano letivo 2013/14 (Aprovados após o parecer favorável do Conselho Pedagógico, de acordo com o Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de abril) Pré-escolar As principais Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA OS 1.º, 2.º e 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO ANO LETIVO 2015/2016 ÍNDICE I INTRODUÇÃO... 3 II ENQUADRAMENTO DA AVALIAÇÃO... Leia mais CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO
REGULAMENTO ESPECÍFICO MARÇO DE 2014 ÍNDICE ENQUADRAMENTO NORMATIVO... 1 ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1 CONDIÇÕES DE ACESSO 1 OBJETIVOS 1 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER 2 ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DE PS 2 AVALIAÇÃO Leia mais PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO. Princípios orientadores
PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO Princípios orientadores O Ensino Secundário no Colégio Pedro Arrupe orienta-se de forma coerente para o desenvolvimento integral do aluno, promovendo um crescimento Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais Leia mais Critérios de Avaliação. 1º Ciclo
Critérios de Avaliação 1º Ciclo 2015/2016 Critérios de Avaliação do 1º ciclo Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada ciclo de ensino têm como referência os conteúdos Leia mais Avaliação da Aprendizagem
Avaliação da Aprendizagem A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. A avaliação Leia mais Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14
Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues Leia mais ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA. Regulamento geral de avaliação dos alunos
ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA Regulamento geral de avaliação dos alunos Outubro / 2014 Índice I PRINCÍPIOS... 3 II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO... 4 III- IMPLEMENTAÇÃO... 4 IV - COMPETÊNCIAS A AVALIAR Leia mais QUADRO REFERENCIAL DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ROSA RAMALHO, BARCELINHOS BARCELOS - Cód. 150940 Tel. 253 831090 / 253 831971 Fax 253 821115 Rua Professor Celestino Costa 4755-058 Barcelinhos SECÇÃO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Leia mais ADENDA Ano letivo 2015/2016
ADENDA Ano letivo 2015/2016 INTENCIONALIDADE EDUCATIVA Plano de Estudo e de Desenvolvimento do Currículo 2013/2017 3.2. Desenho Curricular e Carga Horária das Ofertas Educativas do Agrupamento 3.2.1. Desenho Leia mais Externato São Miguel Arcanjo. Projeto Curricular de Escola. Crescer Em Harmonia
Externato São Miguel Arcanjo Projeto Curricular de Escola Crescer Em Harmonia Externato São Miguel Arcanjo Lisboa Projeto Curricular de Escola 2 O valor das coisas não está No tempo em que elas duram, Leia mais Programa de Apoio Educativo. Escola Básica Integrada da Praia da Vitória
Programa de Apoio Educativo Escola Básica Integrada da Praia da Vitória Ano Letivo 2013/2014 Índice 1- Fundamentação Legal 2 2- Definição de Programa de Apoio Educativo 2 3- Finalidades. 2 4- Destinatários. Leia mais Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves
Referencial de Educação Financeira em Portugal Educação Pré-escolar, Ensino Básico e Secundário 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Educação para a Cidadania: novo quadro Leia mais Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2015/2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar Leia mais REGULAMENTO CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) CURSOS DE FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS (FMC)
REGULAMENTO CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (EFA) CURSOS DE FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS (FMC) Legislação de Referência: Despacho n.º 334/2012, de 11 de janeiro Portaria n.º 283/2011, de 24 Leia mais CONSTRUÇÃO DO REFERENCIAL
Programa de Apoio à Avaliação do Sucesso Académico DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO (Avaliação Formativa) MATRIZ DE CONSTRUÇÃO DO REFERENCIAL Página 1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ESCOLAR Agrupamento de Escolas Leia mais REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS
Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais Leia mais ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA
ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 ÍNDICE Introdução 2 1. Objecto 2 2. Destinatários 2 3. Percursos Formativos 3 4. Organização Leia mais Avaliação do Desempenho Docente Ano Letivo 2014/2015
Orientações da SADD 2014/15 Aprovadas no C.P. 14 janeiro 2015 Pág. 1 / 11 \FUNDAMENTAÇÃO Avaliação: Docentes em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo Avaliação: Docentes integrados na carreira Leia mais 2013/2014. Adenda ao ponto: 2. Princípios orientadores e prioridades de intervenção educativa
PRESTAÇÃO DO SERVIÇO EDUCATIVO RESULTADOS ESCOLARES 2013/2014 Adenda ao ponto: 2. Princípios orientadores e prioridades de intervenção educativa A intencionalidade do Projeto Educativo a missão e visão Leia mais Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher?
Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? A publicação da Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, estabelece o regime de escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar, Leia mais REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. Portaria n.º /2010
Portaria n.º /2010 Considerando a experiência obtida pela implementação do Programa Oportunidade, Sub- Programas Integrar e Profissionalizante, enquanto programas específicos de recuperação da escolaridade, Leia mais DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS.
AÇÃO Nº 1 DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. BREVE DESCRIÇÃO DA AÇÃO: conceber, discutir e aplicar planificações, metodologias, práticas Leia mais JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 27 de julho de 2015. Série. Número 135
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 27 de julho de 2015 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO Despacho n.º 352/2015 Determina que no ano letivo 2015/2016 fique suspensa a componente Leia mais Critérios Gerais de Avaliação
Critérios Gerais de Avaliação A elaboração do presente documento teve por referência os diferentes normativos legais que o enquadram no seu âmbito e objetivo, nomeadamente o que se encontra consignado Leia mais Escola Secundária de PAREDES. Plano Curricular de Escola
Escola Secundária de PAREDES Plano Curricular de Escola O currículo nacional, como qualquer documento matriz, tem necessariamente de ser uma moldura complexa e circunscritiva, pois é construído em torno Leia mais DOCUMENTO DE AVALIAÇÃO
DOCUMENTO DE AVALIAÇÃO 1 INTRODUÇÃO 7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 8 MODALIDADES DE AVALIAÇÃO 8 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 10 SUPORTE LEGISLATIVO 10 AVALIAÇÃO NO ENSINO BÁSICO 11 EFEITOS DA AVALIAÇÃO Leia mais 2ª FASE HORA 2ª FEIRA, 13 DE JULHO 3ª FEIRA, 14 DE JULHO 4ª FEIRA, 15 DE JULHO 5ª FEIRA, 16 DE JULHO 6ª FEIRA, 17 DE JULHO
CALENDÁRIO DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO Português (41) Português Matemática (42) Estudo do Meio (22) (Prova escrita 60 minutos) Expressões Artísticas (23) 90 minutos) Leia mais ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES. REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. I - Objecto
ESCOLA SECUNDÁRIA FERNÃO DE MAGALHÃES REGULAMENTO DOS CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos I - Objecto O presente regulamento define a organização, desenvolvimento e acompanhamento dos Cursos de Educação Leia mais Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares
Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para Leia mais Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul Escola sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul. Critérios de Avaliação 1º Ciclo do Ensino Básico
Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul Escola sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul Critérios de Avaliação 1º Ciclo do Ensino Básico 1. Enquadramento legal da avaliação - Decreto-Lei 138/2012, Leia mais Instituto dos Pupilos do Exército
Instituto dos Pupilos do Exército Critérios de Avaliação 015-016 Página 1 de 5 1. Introdução A aplicação de critérios de avaliação pretende refletir o resultado da apreciação clara, coerente e objetiva Leia mais Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual
Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas Leia mais ANEXO I. Regulamento. Cursos Vocacionais
ANEXO I Regulamento Cursos Vocacionais Março de 2014 1 REGULAMENTO do ENSINO VOCACIONAL Conteúdo Âmbito e definição... 3 Artigo 2º... 3 Destinatários e acesso... 3 Artigo 3º... 3 Organização curricular... Leia mais Projeto de decreto-lei 20-08-2014 p. 1
CAPÍTULO I Objeto e âmbito Artigo 1.º Objeto O presente decreto-lei aprova um conjunto de medidas visando a introdução do Inglês como disciplina obrigatória do currículo a partir do 3.º ano de escolaridade. Leia mais Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017
Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017 um fruto não se colhe às pressas. Leva seu tempo, de verde-amargo até maduro-doce Mia Couto Leia mais PLANO DE AÇÃO DEPARTAMENTO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
PLANO DE AÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Ano letivo 2012 / 2013 ÍNDICE Nº Pág. 1 Introdução 3 2 Constituição 3 3 Ações e Objetivos 4 4 Identificação das necessidades de formação dos docentes Leia mais Manual. Coordenador / Diretor de Curso. Ano letivo 2012/2013
Manual do Coordenador / Diretor de Curso Ano letivo 2012/2013 Índice Índice... 1 Atribuições do Coordenador/Diretor de Curso... 2 Horários... 4 Alteração de Horários... 5 Arquivo de Documentação... 5 C1 Leia mais PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017
ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO SEIXAL CÓDIGO 401481 Av. José Afonso Cavaquinhas Arrentela 2840 268 Seixal -- Tel. 212276600 Fax. 212224355 PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ABRIL DE 2014 Índice 1. Introdução Leia mais Colégio Manuel Bernardes PLANO DE ESTUDOS ENSINO SECUNDÁRIO 2009/10
Colégio Manuel Bernardes PLANO DE ESTUDOS ENSINO SECUNDÁRIO 2009/10 CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS SOCIOECONÓMICAS LÍNGUAS E HUMANIDADES CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS A Leia mais Guião de Avaliação do Agrupamento de Escolas Gomes Teixeira, Armamar GUIÃO DE AVALIAÇÃO
GUIÃO DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR De acordo com as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Despacho N.º 220/97, de 4 de Agosto), avaliar o processo e os efeitos, implica tomar consciência Leia mais Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013
Grupo Disciplinar de Filosofia Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina de Filosofia Ano letivo de 2012/2013 A Coordenadora de Grupo Disciplinar: Maria João Pires Leia mais GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330. Critérios de Avaliação. Ano letivo 2015/2016
GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330 Critérios de Avaliação Ano letivo 2015/2016 Em conformidade com os programas e respectivas orientações e processos de operacionalização da disciplina de Inglês procurou-se Leia mais Escola Secundária D. Sancho I
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Escola Secundária D. Sancho I Ano letivo: 2009-2013 Revisões em: Conselhos Pedagógicos de 9/9/2011 e 26/10/2011 ÍNDICE PARTE I A. Considerações Gerais ---------------------------------------------------------------------------pag. Leia mais Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009)
ESCOLA SECUNDÁRIA DE PEDRO ALEXANDRINO CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009) I Legislação de Referência Portaria n.º 230/2008 de Leia mais MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. 3476 Diário da República, 1.ª série N.º 129 5 de julho de 2012
3476 Diário da República, 1.ª série N.º 129 5 de julho de 2012 Artigo 5.º Produção de efeitos A presente portaria aplica -se ao ano letivo 2011-2012. A Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Leia mais CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar
CIRCULAR Data: 11/04/2011 Circular nº.: 4 /DGIDC/DSDC/2011 Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar Para: Inspecção-Geral de Educação Direcções Regionais de Educação Secretaria Regional Ed. da Madeira Leia mais Dec. Lei nº 7/2001, de 18 de Janeiro
Dec. Lei nº 7/2001, de 18 de Janeiro O Programa do Governo assume como objectivo central assegurar aos jovens na faixa etária dos 15-18 anos o acesso a formações de nível secundário, consagrando, consequentemente, Leia mais Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular
Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular Introdução A APECV, utilizando vários processos de consulta aos seus associados Leia mais Regimento das Actividades de Enriquecimento Curricular 2014-2015
Regimento das Actividades de Enriquecimento Curricular 2014-2015 Índice Introdução 3 Artigo 1.º - Enquadramento 3 Artigo 2.º - Período de funcionamento/instalações 4 Artigo 3.º - Normas de inscrição/funcionamento Leia mais CARTA DE PROCEDIMENTOS DO ENSINO SECUNDÁRIO ANEXO VI AO PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA
CARTA DE PROCEDIMENTOS DO ENSINO SECUNDÁRIO ANEXO VI AO PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA CONSIDERACÕES INICIAIS 1 A avaliação deve ser entendida como uma prática e uma construção social que só faz real sentido Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO 2015-2016
ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO 2015-2016 JULHO 2015 1 Preâmbulo O presente documento estabelece orientações para a organização do ano letivo 2015-2016 no que concerne a horários, constituição de turmas e distribuição Leia mais DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1
DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123 Plano de Melhoria Página 1 Introdução... 3 Identificação das áreas de melhoria... 3 Visão geral do Plano de Melhoria... Leia mais EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA -2014/2015
EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA -2014/2015 ESCLARECIMENTOS PARA DIRETORES DE TURMA E ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO (11º e 12º anos dos cursos científico-humanísticos e 12º ano dos Leia mais ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA
ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa Leia mais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. Departamento de Expressões Educação Especial
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Departamento de Expressões Educação Especial INTRODUÇÃO A Educação Especial, através dos Docentes de Educação Especial (DEE), intervêm na realidade escolar, realizando ações diversificadas Leia mais 1. Apresentação. 2. Características Principais do Colégio Heliântia
I. O COLÉGIO HELIÂNTIA 1. Apresentação O Colégio Heliântia é um projeto de ensino privado que desenvolve a estratégia de Escola Total. Este conceito pretende a construção de um projeto educativo coeso Leia mais Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória: Leia mais INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA
INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde Leia mais Normas e Critérios Gerais de Avaliação. Cursos Profissionais
Normas e Critérios Gerais de Avaliação Cursos Profissionais O formador deve orientar toda a sua atividade didática no sentido de promover o sucesso educativo do formando através de planificações contextualizadas, Leia mais PROJETO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO. Agrupamento de Escolas de São Gonçalo
PROJETO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO Agrupamento de Escolas de São Gonçalo 2014-2018 Índice 1- Desenho curricular... 1 1.1- Desenho curricular do pré-escolar... 2 1.2- Desenho curricular do 1º ciclo... 3 Leia mais GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA)
GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (10º, 11º e 12º anos) ENSINO SECUNDÁRIO ATITUDES E VALORES Assiduidade e Pontualidade 3% Fichas de registo de observação Responsabilidade e Leia mais JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 6 de junho de 2013. Série. Número 70
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quinta-feira, 6 de junho de 2013 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Despacho normativo n.º 4/2013 Regulamenta a avaliação e certificação Leia mais Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013
Agrupamento de Escolas Santos Simões Apoios Educativos Ano Letivo 2012-2013 O apoio educativo abrange todos os ciclos, níveis de ensino e cursos do Agrupamento. No 1.º e 2.º ciclos o apoio educativo é Leia mais DEPARTAMENTO DA QUALIDADE
DEPARTAMENTO DA QUALIDADE PLANO DE MELHORIA ESA 2013-2016 Objetivos gerais do Plano de Melhoria 1. Promover o sucesso educativo e melhorar a sua qualidade 2. Melhorar os processos e resultados pedagógicos Leia mais Regulamento Cursos de Educação e Formação - EFA
Regulamento Cursos de Educação e Formação - EFA 1 Preâmbulo Artigo 1.º - Objeto e âmbito Artigo 2.º Modelo de formação Artigo 3.º - Modelo de formação Artigo 4.º - Posicionamento nos percursos de educação Leia mais PROJETO CURRICULAR DO COLÉGIO
PROJETO CURRICULAR DO COLÉGIO Ano letivo 2012/2013 Todos têm direito à educação e à cultura O Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da Leia mais ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO Ano Letivo 2015-2016 ÍNDICE ÍNDICE 2 CAPÍTULO I 3 (Introdução) 3 CAPÍTULO II 3 (Objetivos) 3 CAPÍTULO III 4 (Destinatários) 4 CAPÍTULO IV Leia mais PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO
1. INTRODUÇÃO A Lei nº 31/2012, de 20 de Dezembro, veio aprovar o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações para a autoavaliação Leia mais PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades Leia mais SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187
I SÉRIE Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério da Educação e Ciência Portaria n.º 292-A/2012: Cria uma experiência-piloto de oferta formativa de cursos vocacionais Leia mais Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita Ano Letivo 2011/2012
ENQUADRAMENTO E DISPOSIÇÕES COMUNS AOS JARDINS-DE-INFANCIA DO AGRUPAMENTO JOSÉ MARIA DOS SANTOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR A educação pré-escolar destina-se às crianças com idades compreendidas entre os três Leia mais Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário
Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Secundário reconhecem que a melhoria da educação e da qualificação dos Portugueses constitui Leia mais 2012 / 2013 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA EB ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DAS VELAS EPE 1º CICLO 2º CICLO OPORTUNIDADE 1 3º CICLO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA EB ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DAS VELAS 2012 / 2013 EPE 1º CICLO 2º CICLO OPORTUNIDADE 1 3º CICLO PROJETOS CURRICULARES ADAPTADOS ÍNDICE ÍNDICE... 2 I ENQUADRAMENTO LEGAL... 4 Leia mais Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03
Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente Índice Página Índice 01 Introdução 02 Pressupostos 02 Dimensões da Avaliação 03 Domínios e Indicadores da Avaliação 03 Níveis de Desempenho da Avaliação Leia mais PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO (PIN) DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERABA UBERABA 2012
FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERABA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO (PIN) DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERABA UBERABA 2012 1. INTRODUÇÃO Leia mais CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS
CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS Os Cursos de Educação e Formação de Adultos (cursos EFA) são um instrumento fundamental para a qualificação da população adulta. Os Cursos EFA são destinados a Leia mais A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES

References: artigo 13
 artigo 14
 artigo 9
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 1
 Artigo 5
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4