Source: http://docplayer.com.br/2264076-Christelle-marie-cardoso-soigne-o-recurso-a-meios-digitais-no-contexto-do-ensino-superior-um-estudo-de-uso-da-plataforma.html
Timestamp: 2016-12-06 10:21:38+00:00

Document:
⭐Christelle Marie Cardoso Soigné. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.
Christelle Marie Cardoso Soigné. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.
Download "Christelle Marie Cardoso Soigné. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma."
Pedro Lucas Antunes Gonçalves
1 Universidade de Aveiro Departamento de Economia, Gestão e Engenharia 2009 Industrial Christelle Marie Cardoso Soigné O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.2 3 Universidade de Aveiro Departamento de Economia, Gestão e Engenharia 2009 Industrial Christelle Marie Cardoso Soigné O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Dissertação apresentada à Universidade de Aveiro para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Gestão da Informação, realizada sob a orientação científica do Professor Doutor Luís Borges Gouveia, Professor Associado da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa.4 5 Dedico este trabalho aos meus Pais.6 7 o júri presidente Doutor Carlos Manuel dos Santos Ferreira Professor Associado com Agregação da Universidade de Aveiro vogais Doutor Feliz Ribeiro Gouveia Professor Titular da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa Doutor Luís Manuel Borges Gouveia Professor Associado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa8 9 agradecimentos Agradeço ao meu orientador, Professor Doutor Luís Borges Gouveia, pela sua disponibilidade total e pelo acompanhamento durante todo este processo. A todos os professores que me acompanharam nesta minha formação académica. A todos aqueles que directamente ou indirectamente contribuíram ou colaboraram nesta dissertação. Eles sabem quem são. Por último, à minha mãe Lídia e ao meu pai René, por todo o amor, carinho, apoio e encorajamento nos dias mais difíceis e que me fez não desistir.10 11 palavras-chave ensino superior, e-learning, plataforma de e-learning, utilização, Sakai. resumo O presente trabalho propõe uma averiguação sobre a utilização das plataformas de e-learning no contexto do ensino superior como um complemento ao estudo tradicional e a importância que se atribui a estas práticas. Pretendeu-se fazer uma reflexão crítica sobre a utilização das funcionalidades das plataformas de e-learning no ensino superior. Neste âmbito tornou-se pertinente questionar sobre a disponibilidade, por parte dos alunos e professores, para a utilização das plataformas de e-learning como um complemente ao estudo tradicional, sobre a importância que os utilizadores das plataformas de e-learning atribuem a estas práticas e sobre as percepções que os utilizadores das plataformas de e-learning têm relativamente à eficiência e eficácia destas como ferramentas de estudo. Para sustentar esta investigação, procedeu-se a uma revisão da literatura. Primeiro pretendeu-se compreender o conceito, os componentes e as características principais do ensino tradicional, bem como as vantagens e desvantagens desta forma de ensino. Também se indicaram os meios digitais disponíveis e utilizados para complementar o estudo dos alunos, fazendo uma maior referência ao e-learning e ao recurso das plataformas desta prática de ensino. A UFP (Universidade Fernando Pessoa) é uma instituição de ensino superior da cidade do Porto que utiliza como plataforma de e-learning a UFP-UV (Universidade Virtual da Universidade Fernando Pessoa) que tem por base a tecnologia Sakai. Para avaliar o uso da UFP-UV na UFP foi, em seguida, tomado um estudo de caso, realizando um inquérito a docentes e alunos desta instituição de ensino superior. Em termos globais, os resultados que se obtiveram foram relevantes e de alguma forma decisivos para responder às questões levantadas no início do trabalho, pois concluiu-se que, de uma forma geral, os utilizadores estão disponíveis e sentem-se confiantes para o uso das plataformas de e-learning achando importante o recurso a estas práticas como complemento ao ensino tradicional, tornando todo o processo de ensino e aprendizagem mais eficiente e eficaz.12 13 keywords high level education, e-learning, e-learning platform, use, Sakai. abstract The proposed work intends to inquire about the e-learning platform use at university as an addition to the traditional methods and its importance there. It is our goal to reflect upon the usage of the e-learning platform functionalities on the high level education. It became crucial to inquire both students and teachers and find out about their availability to use e-learning platforms as an addition to the traditional study method, about the platform importance for them and the perception the e-learning platform users have about its efficiency and effectiveness as study tools. In order to support this investigation we have made the necessary bibliographic revision about those concepts. We had to understand the traditional study concept, its components and main details as well as its advantages and disadvantages. We have also referred the current digital ways which students use in order to improve their studying as well as a major reference to the e-learning usage. The UFP (Universidade Fernando Pessoa) is a high level education institution located in Oporto. Based on the Sakai technology, this university uses UFP-UV (Universidade Virtual da Universidade Fernando Pessoa) as their own e-learning platform. So, in order to analyze the UFP-UV usage in the UFP, we started a case study inquiring teachers and students. The final results were quite relevant and somehow crucial in order to answer the questions asked in the beginning of this project. We concluded that the major university population (teachers and students) are available and feel motivated to use this kind of platforms as a means to improve their study methods as well as making all the learning and teaching process more efficient and effective.14 15 TABELA DE CONTEÚDOS Tabela de Conteúdos... i Índice de Gráficos... iii Índice de Imagens... vii Índice de Quadros... ix Capítulo I Introdução... 1 I.1. Âmbito e Objectivos de Estudo... 2 I.2. Estrutura da Dissertação... 4 Capítulo II Ensino Tradicional e Meios Digitais... 7 II.1. Ensino Tradicional... 7 II.1.1. Conceito e Caracterização... 7 II.1.2. Vantagens e Desvantagens... 8 II.1.3. Principais Intervenientes... 9 II.1.4. Avaliação...10 II.1.5. Conteúdo e Tecnologias...12 II.2. Uso de Meios Digitais como Complemento ao Ensino Tradicional...13 II.2.1. e-learning...13 II Conceito e Caracterização...13 II Vantagens e Desvantagens...15 II Componentes do e-learning...17 II e-professores...18 II Avaliação...19 II Materiais...26 II Sistemas de Interacção...27 II Tecnologia...29 II.2.2. Outros Meios Digitais...29 II.2.3. e-learning no Ensino Tradicional...30 II.3. Sumário...32 Capítulo III Sistemas de Gestão de Aprendizagem O Recurso às Plataformas de e-learning...35 III.1. LMS...35 III.1.1. Conceito e Caracterização...35 III.1.2. Componentes...38 III.2. Normalização SCORM...42 III.3. O que existe em Portugal?...43 Índices i16 III.4. Plataforma Sakai - Informação, Serviços e Utilizadores do Sistema III.5. Sumário Capítulo IV Estudo de Uso da Plataforma Sakai na UFP IV.1. Metodologia de Estudo IV.2. Recolha de Dados IV.3. Selecção da População IV.4. Tratamento e Descrição dos Dados IV.4.1. Docentes IV Características Pessoais IV Caracterização do Perfil de Utilizador IV Plataforma no Ensino a Distância IV.4.2. Alunos IV Características Pessoais IV Caracterização do Perfil de Utilizador IV Plataforma no Ensino a Distância IV.5. Análise e Discussão de Resultados IV.5.1. Docentes IV.5.2. Alunos IV.6. Sumário Capítulo V Conclusão V.1. Avaliação da Investigação V.2. Limitações do Estudo V.3. Recomendações e Perspectivas Futuras Referências Bibliográficas Acrónimos Glossário Anexo A Inquérito Piloto aos Docentes Anexo B Inquérito Piloto aos Alunos Anexo C Inquérito aos Docentes Anexo D Inquérito aos Alunos Anexo E Resultados dos Inquéritos aos Docentes Anexo F Resultados dos Inquéritos aos Alunos ii Índices17 ÍNDICE DE GRÁFICOS CAPÍTULO IV Gráfico IV.1: Docentes por género Gráfico IV.2: Docentes por faixa etária Gráfico IV.3: Docentes por faculdade Gráfico IV.4: Docentes com computador próprio Gráfico IV.5: Experiência de docência no ensino superior Gráfico IV.6: Experiência na plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.7: Frequência da utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.8: Investimento necessário para utilizar a plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.9: Complexidade do uso da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes...62 Gráfico IV.10: Satisfação da utilização da plataforma UFP-UV enquanto agente construtivo do conhecimento, por parte dos docentes Gráfico IV.11: Sucesso com a utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.12: Relutância em trabalhar com a plataforma devido a esta ser bastante complicada, por parte dos docentes Gráfico IV.13: Utilização de poucas funcionalidades da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.14: Confiança na utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.15: Confusão e desmotivação na utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.16: Intuição no uso da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.17: Lentidão da aprendizagem do uso da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.18: Positivismo do uso da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV. 19: Criatividade e inovação na utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos docentes Gráfico IV.20: Melhoramento da produtividade, por parte dos docentes...67 Gráfico IV. 21: Melhoramento da qualidade de ensino, por parte dos docentes Gráfico IV.22: Excelência da ferramenta de apoio ao ensino, por parte dos docentes Índices iii18 Gráfico IV.23: Rentabilização de recursos pela plataforma, por parte dos docentes Gráfico IV.24: Preferência da organização de conteúdos na plataforma, por parte dos docentes Gráfico IV.25: Confiança nas capacidades tecnológicas, por parte dos docentes Gráfico IV. 26: Resistência à introdução das tecnologias da informação e comunicação no ensino, por parte dos docentes Gráfico IV.27: Assistência técnica aos docentes durante o curso Gráfico IV.28: Razões para a utilização da plataforma UFP-UV na profissão de docência Gráfico IV.29: Benefícios na utilização das TIC, por parte dos docentes Gráfico IV.30: Dificuldades sentidas, por parte dos docentes, na utilização da plataforma Gráfico IV.31: Formas de comunicação utilizadas na plataforma, por parte dos docentes Gráfico IV.32: Pedido aos alunos para colocarem questões durante o curso Gráfico IV.33: Pedido aos alunos para colocarem trabalhos on-line Gráfico IV.34: Pedido aos alunos para lerem os comentários dos trabalhos de outros estudantes Gráfico IV.35: Deixar pastas on-line para os trabalhos dos alunos Gráfico IV.36: Devolver os trabalhos dos alunos com comentários e avaliações Gráfico IV.37: Construção colaborativa, por parte dos docentes, de documentos usando ferramentas Wiki Gráfico IV.38: Colocar exemplos de testes e questionários Gráfico IV.39: Fazer testes e questionários on-line Gráfico IV.40: Manter as classificações on-line Gráfico IV.41: Construir calendário on-line Gráfico IV.42: Colocar gravações áudio/vídeo das aulas Gráfico IV.43: Colocar anotações das aulas Gráfico IV.44: Colocar o material das aulas on-line Gráfico IV.45: Enviar mensagens de aviso aos alunos Gráfico IV.46: Alunos por género Gráfico IV.47: Alunos por faixa etária Gráfico IV.48: Alunos por faculdade Gráfico IV.49: Grau de habilitação académica a frequentar Gráfico IV.50: Alunos com computador próprio Gráfico IV.51: Experiência na plataforma UFP-UV, por parte dos alunos Gráfico IV.52: Disciplinas por semestre que utilizam a plataforma UFP-UV iv Índices19 Gráfico IV.53: Frequência da utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos. 86 Gráfico IV.54: Investimento necessário para utilizar a plataforma UFP-UV, por parte dos alunos Gráfico IV.55: Complexidade do uso da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos Gráfico IV.56: Satisfação da utilização da plataforma UFP-UV enquanto agente construtivo do conhecimento, por parte dos alunos Gráfico IV.57: Sucesso com a utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos Gráfico IV. 58: Relutância em trabalhar com a plataforma devido a esta ser bastante complicada, por parte dos alunos Gráfico IV.59: Confiança na utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos..89 Gráfico IV.60: Confusão e desmotivação na utilização da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos Gráfico IV.61: Intuição no uso da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos Gráfico IV.62: Lentidão da aprendizagem do uso da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos Gráfico IV.63: Positivismo face ao uso da plataforma UFP-UV, por parte dos alunos..91 Gráfico IV.64: Necessidade de apoio da plataforma UFP-UV na actividade de estudo. 91 Gráfico IV.65: Comparação entre os recursos na plataforma com as fotocópias Gráfico IV.66: Preferência da organização de conteúdos na plataforma, por parte dos alunos Gráfico IV.67: Confiança nas capacidades tecnológicas, por parte dos alunos Gráfico IV.68: Resistência à introdução das tecnologias da informação e comunicação no ensino, por parte dos docentes Gráfico IV.69: Assistência técnica aos docentes durante o curso Gráfico IV.70: Benefícios na utilização das TIC, por parte dos alunos Gráfico IV.71: Dificuldades sentidas, por parte dos alunos, na utilização da plataforma Gráfico IV.72: Formas de comunicação utilizadas na plataforma, por parte dos alunos Gráfico IV.73: Colocar questões durante o curso Gráfico IV.74: Colocar trabalhos on-line Gráfico IV.75: Consultar a lista dos trabalhos desenvolvidos Gráfico IV.76: Ler os comentários dos trabalhos de outros alunos Gráfico IV.77: Deixar os trabalhos numa pasta on-line Gráfico IV.78: Receber os trabalhos com comentários dos docentes e avaliações Índices v20 Gráfico IV.79: Construção colaborativa, por parte dos alunos, de documentos usando ferramentas Wiki Gráfico IV.80: Aceder a exemplos de testes e questionários Gráfico IV.81: Realizar testes e questionários on-line Gráfico IV.82: Aceder as classificações on-line Gráfico IV.83: Aceder ao calendário on-line Gráfico IV. 84: Aceder a gravações áudio/vídeo das aulas Gráfico IV.85: Aceder a anotações das aulas Gráfico IV.86: Fazer download do material das aulas Gráfico IV.87: Receber mensagens de aviso dos docentes vi Índices21 ÍNDICE DE IMAGENS CAPÍTULO I Imagem I.1: Sociedade da Informação CAPÍTULO II Imagem II.1: Componentes principais do e-learning Imagem II.2: e-learning como complemento ao ensino tradicional CAPÍTULO III Imagem III.1: Serviços telemáticos Imagem III.2: Tecnologias utilizadas na comunicação Imagem III.3: Cronologia da evolução da plataforma UFP-UV Imagem III.4: Página inicial da plataforma UFP-UV, antes da identificação do utilizador Imagem III.5: Página inicial da plataforma UFP-UV, após identificação do utilizador. 48 Imagem III.6: Calendário na plataforma UFP-UV Imagem III.7: Gestão da área de trabalho na plataforma UFP-UV Imagem III.8: Disponibilização de recursos na plataforma UFP-UV Imagem III.9: Informações sobre o sítio na plataforma UFP-UV Imagem III.10: Estatísticas do sítio na plataforma UFP-UV Índices vii22 23 ÍNDICE DE QUADROS CAPÍTULO II Quadro II.1: Três tipos de avaliação Quadro II.2: Vantagens e desvantagens do e-learning CAPÍTULO III Quadro III.1: Soluções globais de e-learning em Portugal Quadro III.2: Outras plataforma utilizadas em Portugal CAPÍTULO IV Quadro IV.1: Distribuição da população e amostra de docentes Quadro IV.2: Distribuição da população e amostra de alunos Quadro IV.3: Razões para a utilização da plataforma UFP-UV na profissão de docência Quadro IV.4: Benefícios na utilização das TIC, por parte dos docentes Quadro IV.5: Dificuldades sentidas, por parte dos docentes, na utilização da plataforma Quadro IV.6: Formas de comunicação utilizadas na plataforma, por parte dos docentes Quadro IV.7: Benefícios na utilização das TIC, por parte dos alunos Quadro IV.8: Dificuldades sentidas, por parte dos alunos, na utilização da plataforma Quadro IV.9: Formas de comunicação utilizadas na plataforma, por parte dos alunos Índices ix24 25 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO A Sociedade da Informação é uma sociedade onde se dá a prioridade ao saber ou ao saber disponível. A formação necessita ser dinamizada e as novas tecnologias de comunicação devem ser levadas a todos os níveis de ensino de um modo sustentado. O conceito de educação e formação ao longo da vida deve ser encarado como uma construção contínua da pessoa humana, dos seus saberes, aptidões e da sua capacidade de discernir e agir (Livro Verde, 1997), como mostra a imagem I.1: Evolução Tecnológica Evolução Pedagógica TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) ao Serviço da Educação Novas Tendências e Mentalidades Novos Caminhos Rumo ao Conhecimento Para a Sociedade da Informação com Formação ao Longa da Vida Imagem I.1: Sociedade da Informação. Existem graves deficiências na alfabetização tradicional e na formação ao longo da vida activa da população que tem como consequência aumentos das bolsas de pobreza e da infoexclusão. Para combater estas deficiências deve-se estimular a formação, não só nos anos de escolaridade obrigatória, mas também ao longo da vida, de forma a garantir uma flexibilidade sustentada (Correia, 2007). A Sociedade da Informação recorre de uma forma intensiva às Tecnologias da Informação, nomeadamente através do computador, pretendendo com isso obter oportunidades para «moldar novos hábitos e influenciar comportamentos profissionais e mesmo sociais» (Gouveia e Gaio, 2004). Capítulo I 126 As universidades deverão optar medidas para contrariar a infoexclusão não só na comunidade universitária, como também na comunidade em geral, pois têm um papel fundamental no desenvolvimento da Sociedade da Informação. Na sua quase totalidade as universidades dispõem de ligações à Internet, permitindo aos estudantes acederem à informação que necessitam não só no campus universitário, como também nas suas casas através de ligações VPN (Virtual Private Network). É necessário por isso adoptar novas modalidades de relacionamento entre os intervenientes do processo educativo. O e-learning apresenta-se como uma metodologia de aprendizagem, inserida no vasto domínio da Sociedade da Informação e do Conhecimento. Esse processo de aprendizagem e de distribuição de conteúdos formativos é feita em ambientes digitais. O conceito de e-learning que alguns autores defendem, como Santos (2000) e Rosenberg (2001), engloba elementos de inovação e distinção em relação a outras modalidades de utilização das tecnologias na educação e apresenta um potencial acrescido em relação a essas mesmas modalidades. Nesta perspectiva, do ponto de vista da tecnologia, o e-learning está intrinsecamente associado à Internet e ao serviço WWW (World Wide Web), pelo potencial daí decorrente em termos de facilidade de acesso à informação independentemente do momento temporal e do espaço físico, pela facilidade de rápida publicação, distribuição e actualização de conteúdos, pela diversidade de ferramentas e serviços de comunicação e colaboração entre todos os intervenientes no processo de ensino e aprendizagem e pela possibilidade de desenvolvimento de hipermédia colaborativos de suporte à aprendizagem. Exclui-se, do contexto do presente trabalho, as definições que, com base no e, defendem que qualquer utilização de tecnologias para apoiar a aprendizagem é e-learning. I.1. ÂMBITO E OBJECTIVOS DE ESTUDO O e-learning surge no mundo actual como resposta às necessidades que emergem da nova Sociedade da Informação. Esta forma de aprendizagem é cada vez mais utilizada não só em instituições próprias de ensino, como também nas grandes empresas como indutor de factores de competitividade. A chave do sucesso é sem dúvida o conhecimento, o capital intelectual e a formação dos indivíduos. O LMS (Learning Management Systems) é um sistema de gestão da aprendizagem que automatiza a administração de eventos formativos, suportados por tecnologia Web. Há quatro 2 Capítulo I27 factores importantes que um LMS deve ter em consideração: o controlo de acesso, a disponibilização de mecanismos de aprendizagem, registo de dados e geração de relatórios de gestão. Muitos são os componentes de uma plataforma, que se podem agrupar em disponibilização de conteúdos, comunicação e interacção, gestão e avaliação. A maior parte das vezes as plataformas de e-learning são utilizadas apenas como repositórios de informação, não se aproveitando as várias funcionalidades que estas oferecem. É neste sentido que se enquadra a presente proposta de projecto de dissertação, que pretende reflectir esta problemática do e-learning no ensino superior. Neste âmbito, torna-se pertinente levantar as seguintes questões: Será que os alunos e professores estão disponíveis para a utilização das plataformas de e-learning como um complemento ao estudo tradicional? Qual a importância que os utilizadores das plataformas de e-learning atribuem às práticas de e-learning? Que percepções têm os utilizadores das plataformas de e-learning relativamente à eficiência e eficácia destas como ferramenta de estudo? Este trabalho tem como objectivo geral reflectir de uma forma crítica sobre a utilização das funcionalidades das plataformas de e-learning no ensino superior. Para ajudar a responder às questões levantadas foi realizado um estudo de uso da plataforma Sakai utilizada na instituição de ensino superior Universidade Fernando Pessoa, no Porto. Quanto aos objectivos específicos, procurar-se-á: Estudar o uso e o aproveitamento da plataforma de e-learning utilizada na Universidade Fernando Pessoa Sakai. Propor um conjunto de recomendações para uma eficaz e eficiente aproveitamento do uso das funcionalidades das plataformas. Espera-se, assim, que os resultados e as conclusões retiradas nesta dissertação contribuam para um aprofundamento do estudo da temática proposta. Capítulo I 328 I.2. ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO Esta dissertação está estruturada em cinco capítulos procurando, por um lado, enquadrar teoricamente o e-learning no contexto do ensino superior e, por outro, visar o estudo de uso de uma plataforma. Neste primeiro capítulo, intitulado «Introdução», introduz-se o tema de e-learning na Sociedade da Informação, referindo-se de um modo abreviado estes dois conceitos. De seguida faz-se o enquadramento do presente projecto de dissertação, dando a conhecer a razão da escolha deste tema, indicando quais as questões levantadas, o objectivo geral e os objectivos específicos do trabalho. No segundo capítulo, intitulado «Ensino Tradicional e Meios Digitais», apresentam-se as características principais, as vantagens, as desvantagens e, os componentes, não só do ensino tradicional, como também do e-learning, mostrando que esta forma de ensino é um bom complemento ao ensino tradicional. Também se faz referência a outros meios digitais que o ensino tradicional se apoia, para que haja uma evolução no processo de ensino e aprendizagem e um acompanhamento às novas tecnologias de informação e comunicação que vão surgindo. No terceiro capítulo, intitulado «Sistemas de Gestão de Aprendizagem O Recurso às Plataformas de e-learning», define-se, faz-se uma caracterização e indicam-se os vários componentes dos LMS, também designados por plataformas de e-learning. Como consequência do aparecimento dos diferentes sistemas educacionais de e-learning, surgiu a necessidade da criação de normas específicas, por isso, em seguida, faz-se referência à normalização SCORM (Sharable Content Object Reference Model) e à importância desta norma. Depois de perceber toda a envolvência das plataformas, dá-se a conhecer algumas soluções globais de e-learning em território português, indicando também as que são mais utilizadas, incluindo em universidades portuguesas. Como o estudo de caso neste trabalho é em relação à plataforma utilizada na Universidade Fernando Pessoa, dá-se a conhecer a plataforma UFP-UV, fornecendo informações sobre esta, indicando os serviços disponibilizados e os utilizadores do sistema. No quarto capítulo, intitulado «Estudo de Uso da Plataforma Sakai na UFP» descreve- -se e especifica-se o estudo de caso. É apresentada a metodologia de estudo escolhida para este trabalho estudo de caso. Na recolha de dados é feita referência ao método adoptado inquérito por questionário, explicando o porquê desta escolha. É descrito e justificado todo o processo de construção dos questionários finais aos docentes e 4 Capítulo I29 alunos da universidade. Após a apresentação da distribuição da população e amostra dos inquiridos, faz-se um tratamento e descrição dos dados que são posteriormente analisados e discutidos. No quinto e último capítulo, intitulado «Conclusão», é fornecido uma generalização de todo o desenvolvimento anterior, avaliando a investigação efectuada, indicando as limitações do estudo e, terminando, com recomendações e perspectivas futuras. Capítulo I 530 31 CAPÍTULO II ENSINO TRADICIONAL E MEIOS DIGITAIS II.1. ENSINO TRADICIONAL II.1.1. CONCEITO E CARACTERIZAÇÃO O ensino tradicional é feito de uma forma presencial na sala de aula em que estão presentes o professor e os alunos. Todo o processo de aprendizagem depende da interacção e da participação entre estes dois tipos de elementos. O professor expõe, normalmente de uma forma meramente teórica, os conteúdos programáticos das várias unidades didácticas definidas pelo Ministério da Educação. As estratégias de ensino e os recursos utilizados nas aulas vão sendo definidos de acordo com os conteúdos indo ao encontro do aproveitamento, às características e interesses da turma em geral e dos alunos em particular. Segundo Aretio cit in Vidal (2002) o ensino tradicional caracteriza-se por: A utilização dos termos aluno e professor ; Tanto os alunos como os professores estão no mesmo espaço físico, devido à situação geográfica e aos horários; Os alunos têm uma posição passiva; A utilização de material de estudo é, maioritariamente, em suporte em papel; Alguns dos manuais de ensino estão desactualizados; As bibliotecas escolares têm recursos, por vezes, escassos, relativamente ao número total de alunos da escola e à informação existente sobre determinados assuntos; Existe o conceito de turma. Para que o sistema educativo funcione de igual forma para todos deve-se: Globalizar a educação, não descriminando as pessoas, independentemente da sua cultura, extracto social ou situação geográfica; Capítulo II 732 Ter uma maior interactividade entre todos os intervenientes no processo educativo; Motivar os alunos a participarem de uma forma activa na sua formação; Abandonar a convicção do professor ser uma fonte de conhecimento absoluto, tornando-se, em vez disso, num orientador para os alunos; Disponibilizar materiais de interesse para o estudo a todos os alunos em simultâneo. Com esta forma de agir perante o sistema educacional, tendo em conta a evolução das aprendizagens dos alunos, utilização de recursos didácticos diversificados e apelativos, potencialização do desenvolvimento máximo das aprendizagens a todos os alunos e estimulando o espírito crítico e de iniciativa, e, a capacidade criativa dos alunos, o processo ensino aprendizagem torna-se mais eficaz e eficiente. II.1.2. VANTAGENS E DESVANTAGENS As vantagens do ensino tradicional são variadas. Havendo a presença física, no mesmo espaço, do professor e dos alunos, o contacto entre eles é feito de uma forma directa. O professor sabe se o aluno está atento ou se está distraído com os colegas, havendo um feedback imediato entre os intervenientes. A interacção entre eles é muito vincada, funcionando como elemento de apoio e motivação. Devido a esta interacção, há uma preocupação da utilização de práticas pedagógicas diversificadas ao longo do ano, de forma a dinamizar a aquisição e compreensão dos conteúdos curriculares, havendo uma solicitação à participação individual dos alunos. A relação, segundo Felouzis (2000), acaba por ter elementos afectivos e pessoais, devido aos contactos semanais ao longo de todo o ano lectivo. Para além desta ligação entre o professor e os alunos, há também uma grande cumplicidade entre os vários alunos da turma, o que é muito importante para o desenvolvimento social dos mesmos. Muitas destas relações criadas vão-se fortalecendo e duram a vida toda. No entanto o ensino tradicional também tem várias desvantagens. Segundo Aceituno cit in Vidal (2002) o acesso aos locais de ensino é difícil (espaço físico) principalmente fora dos grandes meios urbanos. Há também o constrangimento de horário (espaço temporário) que tornam, por vezes, impossível comparecer de uma forma pontual a esses locais. Os recursos que se gastam nos deslocamentos para os espaços de ensino 8 Capítulo II33 são grandes, havendo um gasto não só de dinheiro como de tempo. Há também a ter em conta os gastos monetários na aquisição de todo o material didáctico exigido pelas escolas ou instituições. Os custos são, portanto, mais elevados. A qualidade de ensino é variável, sendo a actualização da informação difícil. Segundo Pardal (1997), o ensino tradicional não é muito eficiente no que respeita ao tempo que é perdido nas entradas e saídas da sala de aula e o tempo que os alunos demoram desde a entrada na sala de aula até estarem concentrados no que é dito pelo professor. Há uma passividade do aluno na aula, face às aulas predominantemente expositivas e teóricas. II.1.3. PRINCIPAIS INTERVENIENTES Os intervenientes principais no ensino tradicional, considerados relevantes para este trabalho, são o professor, o aluno e o funcionário. As características do professor no ensino tradicional são as seguintes (Aretio cit in Vidal, 2002): costuma ser o elemento central no processo ensino aprendizagem; a transmissão do conhecimento é feita de uma forma expositiva; é a fonte principal de informação e conhecimento, sendo os materiais didácticos um apoio ao seu trabalho; o processo ensino aprendizagem requer a sua presença física na sala de aula ao mesmo tempo e lugar com o aluno; é considerado um recurso insubstituível; é considerado um elemento autoritário; tem um estilo de ensino estabelecido; é responsável pela avaliação, qualificação e supervisão do aluno; mantém o contacto no mesmo espaço físico e temporal com o aluno pelo menos uma vez por semana; é ele que elabora e corrige os testes de avaliação; procura resolver as dificuldades dos alunos; normalmente está disponível para os alunos, apenas durante a aula; e, é considerado bom professor se conseguir superar as dificuldades dos alunos. As características do aluno no ensino tradicional são as seguintes (Aretio cit in Vidal, 2002): os alunos da mesma turma têm idades homogéneas; o local de estudo é a escola; têm o mesmo nível de escolaridade; residem, normalmente, na mesma zona; seguem um mesmo currículo obrigatório, definido por lei; são na maioria pessoas que não trabalham, crianças, adolescentes e jovens, consequentemente o estudo é a sua única actividade; e, realiza-se uma maior interacção social. O funcionário de uma escola, também chamado auxiliar da acção educativa, assegura a ligação entre os diversos elementos da escola, sejam eles alunos, professores, pessoal administrativo, encarregados de educação ou visitantes. Por isso, é um Capítulo II 9 Exibir mais
O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning. Leia mais CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning. Público-Alvo
CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning Público-Alvo Profissionais que pretendam adquirir competências de base para monitorizar formação na modalidade e-learning ou b-learning que sejam possuidores do Leia mais Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF
Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF Manuel Leite Mestrado em Análise de Dados e Sistemas de Apoio à Decisão Sistemas de Informação para Gestão Faculdade de Economia, 29 de Novembro de 2002 1 Leia mais Caracterização. Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos. (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/ Estrangeiros)
CLEA Curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas Pedro Reis _ Janeiro 2005 Caracterização Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/ Leia mais Critérios Gerais de Avaliação
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor, Leia mais MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE
MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar Leia mais Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009)
ESCOLA SECUNDÁRIA DE PEDRO ALEXANDRINO CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos Regulamento (Aprovado em Conselho Pedagógico de 12 de Maio de 2009) I Legislação de Referência Portaria n.º 230/2008 de Leia mais REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO
REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS Leia mais UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA
UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem Leia mais PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo
PÁGINAS WEB António Ginja Carmo Índice 1 - Titulo 2 2 Enquadramento 2 3 - Descrição 3 4 - Objectivos 3 5 Público-Alvo 3 6 - Conteúdos 4 7 - Calendário das Actividades 5 8 - Estratégias Pedagógicas 8 9 Leia mais ENTIDADE FORMADORA. C406. Ensino e aprendizagem com TIC na Educação pré-escolar e no 1.º ciclo do Ensino Básico.
ENTIDADE FORMADORA Formadores: Eunice Macedo e Carlos Moedas C406. Ensino e aprendizagem com TIC na Educação pré-escolar e no 1.º ciclo do Ensino Básico. Escola EB 2,3 Irmãos Passos Guifões 5, 7, 12, 14 Leia mais GUIA PEDAGÓGICO. Introdução
GUIA PEDAGÓGICO Introdução O objectivo deste documento é ser um condutor para os formandos que frequentam os cursos em elearning ministrados através da plataforma NetForma. Os cursos serão sempre orientados Leia mais Regulamento de frequência da UFP-UV na modalidade pedagógica de ensino à distância (ED) Artigo 1º (Condições de candidatura)
Artigo 1º (Condições de candidatura) 1. As condições de candidatura ao acesso e ao ingresso num curso leccionado na UFP-UV, são iguais às que se aplicam aos candidatos a um curso frequentado na modalidade Leia mais Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento
Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento orientações Rede Bibliotecas Escolares Sumário Nota introdutória... 2 Orientações Director... 3 Professor bibliotecário... 5 Docentes... 10 Leia mais Projectos de investigação
Teses e Projectos de Investigação 261 Projectos de investigação Software Educativo Multimédia: Estrutura, Interface e Aprendizagem Responsável: Ana Amélia Amorim Carvalho Departamento de Currículo e Tecnologia Leia mais Otrabalho diferenciado de aprendizagem
REVISTA N.º 27 09/07/07 19:52 Page 38 O Tempo de Estudo Autónomo na Aprendizagem da Língua Estrangeira: Treinar, Consolidar, Aprofundar Conhecimentos e Competências Maria Dulce Abreu* A acção educativa Leia mais Relatório Final da Acção de Formação
Acção de Formação: Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências Contexto: utilização da Web 2.0 aplicada à didáctica do ensino das Ciências Relatório Final da Acção de Formação Centro Leia mais Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário
Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Secundário reconhecem que a melhoria da educação e da qualificação dos Portugueses constitui Leia mais Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM
Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM Índice Preambulo... 3 ÁREA (ii) APRENDIZAGENS E APOIO AOS ESTUDANTES... 5 1. ASSESSMENT/AVALIAÇÃO... 7 2. IMPROVEMENT/MELHORIA... 7 3. ENGAGEMENT/COMPROMISSO/GARANTIA... Leia mais 2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS
- DOCUMENTO 15 Extractos dos Referentes Externos e Internos que suportam o Referencial 2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS REFERENTES EXTERNOS LEGISLAÇÃO Lei nº 31/2002 de 20 de Dezembro CAPÍTULO I Sistema Leia mais Plano de Desenvolvimento de Autonomia
Plano de Desenvolvimento de Autonomia O presente Plano de Desenvolvimento de Autonomia, produzido no âmbito do Contrato de Autonomia desta escola, celebrado com o Ministério da Educação em 10/9/2007, constitui-se Leia mais MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos Leia mais PLANO TIC ano lectivo 2006/2007
PLANO TIC ano lectivo 2006/2007 O Coordenador TIC João Teiga Peixe Índice Índice...2 1. Introdução... 3 2. Objectivos... 3 3. Sectores Afectos... 4 1. Salas de Aulas... 4 2. Administrativo... 4 3. Outras Leia mais PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)
PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa.... Leia mais CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. Regulamento CAPÍTULO I. Legislação de Referência
CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos Regulamento (Apreciado pelo Conselho Pedagógico, em reunião realizada no dia 10 de Fevereiro de 2010) CAPÍTULO I Legislação de Referência - Portaria n. 230/2008 Leia mais GUIA DE EDUCAÇÃO ONLINE
GUIA DE EDUCAÇÃO ONLINE GUIA DE EDUCAÇÃO ONLINE IPAM - Aveiro ENQUADRAMENTO O presente modelo de ensino a distância (EaD) foi elaborado para a formação graduada e pós-graduada do IPAM Aveiro. O facto de Leia mais PT Learning Working Group
PT Learning Working Group Reunião n.º 8 Data: 21 de Março 2011 Local: CIEJD Informar e comunicar a UE Iniciativas financiadas pela Comissão Europeia informar UE comunicar Parceria de gestão 2008-2011 Governo Leia mais Universidade Fernando Pessoa
Objectivos da cadeira reconhecer, criar e explorar um recurso de informação usar tecnologias de informação emergentes para a gestão eficaz do recurso informação discutir o impacto das tecnologias de informação Leia mais MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Agrupamento de Escolas Código: Direcção Regional de Educação
Direcção Regional de Educação do Norte Equipe de Apoio às Escolas Agrupamento de Escolas do Concelho de RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE DO PRÉ-ESCOLAR, 1º, 2º E 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO Leia mais Avaliação do valor educativo de um software de elaboração de partituras: um estudo de caso com o programa Finale no 1º ciclo
Aqui são apresentadas as conclusões finais deste estudo, as suas limitações, bem como algumas recomendações sobre o ensino/aprendizagem da Expressão/Educação Musical com o programa Finale. Estas recomendações Leia mais DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1
DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123 Plano de Melhoria Página 1 Introdução... 3 Identificação das áreas de melhoria... 3 Visão geral do Plano de Melhoria... Leia mais CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO
Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento orientações [setembro de 2011] Rede Bibliotecas Escolares Sumário Nota introdutória... 2 Orientações Diretor... 3 Professor bibliotecário... Leia mais E F P D E G PALOP Eduardo Cruz
E F P D E G PALOP Eduardo Cruz Formedia edcruz@formedia.pt 312 Experiências de formação presencial e à distância de empresários e gestores nos PALOP Desde 2001, a Formedia Instituto Europeu de Formação Leia mais QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS
QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação Leia mais Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11
Plano [1] Guia de Acesso à Formação Online 2011 [2] ÍNDICE ÍNDICE...2 1. Introdução...3 2. Metodologia Formativa...4 3. Actividades...4 4. Apoio e Acompanhamento do Curso...5 5. Avaliação...6 6. Apresentação Leia mais Regulamento Cursos de Educação e Formação - EFA
Regulamento Cursos de Educação e Formação - EFA 1 Preâmbulo Artigo 1.º - Objeto e âmbito Artigo 2.º Modelo de formação Artigo 3.º - Modelo de formação Artigo 4.º - Posicionamento nos percursos de educação Leia mais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico
AGRUPAMENTO de ESCOLAS JOSÉ CARDOSO PIRES CÓDIGO 170719 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico PARÂMETROS GERAIS 1. MODALIDADES DA AVALIAÇÃO 1.1 Avaliação diagnóstica 1.2 Avaliação formativa 1.3 Avaliação Leia mais ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE
ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições Leia mais Novas Tendências do Ensino da Geografia no Ensino Superior a Distância. Manuela Malheiro Ferreira. Universidade Aberta
Novas Tendências do Ensino da Geografia no Ensino Superior a Distância Manuela Malheiro Ferreira Universidade Aberta A partir dos anos sessenta começou a desenvolver-se o ensino superior a distância, mediante Leia mais ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA
ANEXO 19 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS EFA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 ÍNDICE Introdução 2 1. Objecto 2 2. Destinatários 2 3. Percursos Formativos 3 4. Organização Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano. Ano letivo 2014-2015
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO da DISCIPLINA de TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano Ano letivo 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES Desenvolvimento Leia mais Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita Ano Letivo 2011/2012
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo Ano letivo 2011/2012 Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita Leia mais e Campus do ISPA Instituto Universitário
e Campus do ISPA Instituto Universitário Manual de utilização do Moodle Perfil utilizador: Docente Versão: Agosto 2010 Índice Índice... 2 Índice de Figuras... 3 Introdução... 4 1. Primeiros passos... 5 Leia mais ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA
ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA Extracto do PARECER TÉCNICO emitido pelo Especialista da Formação PREÂMBULO O presente Parecer tem como objectivo a análise do Projecto de Investigação Leia mais «As organizações excelentes gerem, desenvolvem e libertam todo o potencial dos seus colaboradores ao nível individual, de equipa e organizacional.
A melhoria não é um acontecimento pontual ( ) um processo que necessita de ser planeado, desenvolvido e concretizado ao longo do tempo em sucessivas vagas, produzindo uma aprendizagem permanente. De acordo Leia mais 1 - JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO
1 - JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO A actual transformação do mundo confere a cada um de nós professores, o dever de preparar os nossos alunos, proporcionando-lhes as qualificações básicas necessárias a indivíduos Leia mais DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA. Formadora: Patrícia Almeida
DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA Formadora: Patrícia Almeida CONTEÚDOS Diferenciar Porquê? Teoria das Inteligências Múltiplas. Estilos de Aprendizagem. Hierarquia das Necessidades de Maslow. Modelo Ecológico. Leia mais Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*
Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico Leia mais Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9.
Índice: Introdução 3 Princípios Orientadores 3 Definição do projecto 4 Objectivos a alcançar 5 Implementação do projecto 5 Recursos necessários 6 Avaliação do projecto 7 Divulgação Final do Projecto 7 Leia mais GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP. AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça
GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP Entidade interlocutora: Identificação do Projecto AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça Nº do projecto: 2001/EQUAL/A2/AD/139 Designação do projecto: Área Leia mais http://www.formare.pt/eb3svn
INSCRIÇÕES NO ENSINO RECORRENTE MEDIATIZADO (PELA INTERNET) MANUAL DE PROCEDIMENTOS Um aluno para se matricular no Ensino Recorrente Mediatizado pode fazê-lo directamente nos Serviços da Administração Leia mais Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC Equipa PTE "A exclusão digital não é ficar sem computador ou telefone celular. É continuarmos incapazes de pensar, de criar e de organizar novas Leia mais ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação Leia mais CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar
CIRCULAR Data: 11/04/2011 Circular nº.: 4 /DGIDC/DSDC/2011 Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar Para: Inspecção-Geral de Educação Direcções Regionais de Educação Secretaria Regional Ed. da Madeira Leia mais Instrumentos de Avaliação
Instrumentos de Avaliação 7 Questionário de expectativas Atendendo à integração do Curso "Formação de eformadores" no Projecto etrainers, que tem como objectivo a testagem de metodologias e ambientes inovadores Leia mais Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt
Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de Leia mais Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros
Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros Guia de Apresentação do Curso de Qualificação de Agentes, Corretores de Seguros ou Mediadores de Resseguros Guia de Apresentação do Curso Versão 1.0 Leia mais A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado
A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado O Plano Tecnológico da Educação (PTE), aprovado pela Resolução de Leia mais MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE
MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Identificar um Sistema de Gestão da Formação Online; Analisar as diversas Leia mais Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares
Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para Leia mais ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE
ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação Leia mais Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória: Leia mais FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA
FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA I. OBJECTIVOS O objectivo deste ciclo de estudos é garantir aos estudantes uma sólida formação jurídica de base. Tendo Leia mais Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais
conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade Leia mais HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR
HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR Programa da lista candidata à eleição para os órgãos regionais do Norte da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Triénio 2011-2013 25 de Leia mais CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento
CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Centro Leia mais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CELEIRÓS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CELEIRÓS Educação Especial Manual de Procedimentos e Documentos Grupo de Educação Especial: Carla Ricardo Torres Isabel Barros Vilaça Lúcia Marques Silva Marta Isabel Rosas Setembro Leia mais Guia de Curso. Licenciatura em Línguas, Literaturas e Culturas Variante de Línguas Estrangeiras. 1º Ciclo 2012-13
Licenciatura em Línguas, Literaturas e Culturas Variante de Línguas Estrangeiras 1º Ciclo 2012-13 Nota importante: Este curso será suspenso a partir do ano letivo de 2013-14, sendo este ano letivo o seu Leia mais APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2
CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 Leia mais CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO
CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO An 2-A Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo Leia mais Apresentação da Plataforma
Apresentação da Plataforma por Luís Miguel Ricardo 282 I - Generalidades Inaugurada no ano de 2009, a modalidade elearning concebida pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, utiliza a plataforma Leia mais ANEXO I. Regulamento. Cursos Vocacionais
ANEXO I Regulamento Cursos Vocacionais Março de 2014 1 REGULAMENTO do ENSINO VOCACIONAL Conteúdo Âmbito e definição... 3 Artigo 2º... 3 Destinatários e acesso... 3 Artigo 3º... 3 Organização curricular... Leia mais Clube Web 2.0. Biblioteca Escolar. PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. ANTÓNIO GRANJO Biblioteca Escolar Clube Web 2.0 PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros Ano letivo 2012-2013 Introdução Hoje é tido Leia mais Plano tecnológico? Ou nem tanto?
Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso Leia mais Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008)
ACEF/1112/03902 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação Leia mais ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE
ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação Leia mais MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010. Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação
7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010 8.2 Do requerimento devem constar os seguintes elementos: a) Identificação completa (nome, filiação, naturalidade, data de nascimento, Leia mais Glossário. Competência para a acção. (questionário em competências para a acção e actividade)
Conceito Competência para a acção Explicação Competência para a acção compreende todas as habilidades, competências e experiências de uma pessoa, que lhe possibilita auto-organizar-se para realizar correctamente Leia mais DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS.
AÇÃO Nº 1 DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. BREVE DESCRIÇÃO DA AÇÃO: conceber, discutir e aplicar planificações, metodologias, práticas Leia mais TUTORIA INTERCULTURAL NUM CLUBE DE PORTUGUÊS
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO TUTORIA INTERCULTURAL NUM CLUBE DE PORTUGUÊS SANDRA MARIA MORAIS VALENTE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO Área de Leia mais Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica
Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Florin Zamfir 1, Fernando Delgado 2 e Óscar Mealha 1 1 Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e Leia mais Boas Práticas. Maria José Amândio. Reunião Nacional do Projecto ENTITLE Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro 24 de Setembro de 2009
Boas Práticas A experiência das Bibliotecas Municipais de Oeiras Infoliteracia: A Busca do sentido na cultura digital Rede de Bibliotecas Municipais de Oeiras Maria José Amândio Sumário 1. Rede de Bibliotecas Leia mais Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem
Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento Leia mais PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA
PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA 2010/2011 Coordenadora Elvira Maria Azevedo Mendes Projecto: Mais Sucesso Escolar Grupo de Matemática 500 1 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1.1 Nome do projecto: Leia mais ferramentas e funcionalidades básicas
ferramentas e funcionalidades básicas MOODLE - Tipos de Actividades Núcleo Minerva da Universidade de Évora Referendo A actividade Referendo permite ao professor fazer, por exemplo, uma sondagem de opinião Leia mais ESCOLA BÁSICA ALBERTO VALENTE REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Pinhal Novo ESCOLA BÁSICA ALBERTO VALENTE REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR ARTIGO 1º DEFINIÇÃO A Biblioteca Leia mais Algumas disciplinas do curso de formação inicial Algumas cadeiras Durante o curso houve disciplinas que estavam direccionadas para essa temática.
ANEXO III 217 QUADRO N. º 4 - Formação recebida no domínio da intervenção educativa com crianças portadoras de NEE SUB-CATEGORIA INDICADORES UNIDADES DE REGISTO SUJEITOS F.U.R. % Disciplinas do Curso Uma Leia mais O PROFESSOR ONLINE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
O PROFESSOR ONLINE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Carvalheiro, Gonçalo goncalocarvalheiro@gmail.com MPEL05 Universidade Aberta Resumo O presente artigo tem como base uma entrevista realizada a uma docente, investigadora Leia mais PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades Leia mais Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves
Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves REGULAMENTO DOS CURSOS EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS NÍVEL SECUNDÁRIO Anexo ao Regulamento Interno Aprovado em Conselho Geral a 26 de março de 2014 1 de 10 Índice Leia mais GABINETE DA MINISTRA DESPACHO
DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado, Leia mais Enquadramento institucional Programas
O e-learning na Universidade de Aveiro (1998-2005) Evento de ensino virtual e e-learning UFP@Porto 28 Jan 2005 Helder Caixinha caixinha@cemed.ua.pt UOe-L Unidade Operacional de e-learning Universidade Leia mais Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios Sandra Sofia Brito da Silva Dissertação Leia mais CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO
CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO Enquadramento geral Um dos principais desafios que se colocam à sociedade portuguesa é o do desenvolvimento de uma Sociedade de Informação, voltada para o uso Leia mais 2016 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: Artigo 1

Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 3
 ARTIGO 1