Source: http://professorahildahelenasempre.blogspot.com/2008/11/
Timestamp: 2017-09-26 10:51:20+00:00

Document:
Hilda Helena Dias: Novembro 2008
Postado por hilda helena às 12:36
Outra dúvida atroz: não houve concurso recente que desse conta dessa demanda...será que não há professores concursados que possam ocupar essa lacuna...Caos estadual...
Postado por hilda helena às 11:25
AEscola da Ponte fica em Vila das Aves, a cerca de 30Km da cidade do Porto, em Portugal. Seu projeto educativo está disponível em (http://www.eb1-ponte-n1.rcts.pt/documen/projecto.pdf)
O educador Rubem Alves escreveu uma série de crônicas sobre a Escola da Ponte entre Maio e Junho de 2000 para o jornal Correio Popular de Campinas.Essas crônicas resultaram no livro "A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir", publicado pela Papirus Editora, e podem ser encontradas entre os textos e artigos do ProgramaESCOLA2000, da ESCOLA CONECTADA,do Instituto Ayrton Senna.
Na última das crônicas, Rubem Alves descreve a Escola da Ponte como "... um único espaço, partilhado por todos, sem separação por turmas, sem campainhas anunciando o fim de uma disciplina e o início da outra। A lição social: todos partilhamos de um mesmo mundo. Pequenos e grandes são companheiros numa mesma aventura. Todos se ajudam. Não há competição. Há cooperação. Ao ritmo da vida: os saberes da vida não seguem programas. É preciso ouvir os "miúdos", para saber o que eles sentem e pensam. É preciso ouvir os "graúdos", para saber o que eles sentem e pensam. São as crianças que estabelecem as regras de convivência: a necessidade do silêncio, do trabalho não perturbado, de se ouvir música enquanto trabalham. São as crianças que estabelecem os mecanismos para lidar com aqueles que se recusam a obedecer às regras. Pois o espaço da escola tem de ser como o espaço do jogo:o jogo, para ser divertido e fazer sentido, tem de ter regras. Já imaginaram um jogo de vôlei em que cada jogador pode fazer o que quiser? A vida social depende de que cada um abra mão da sua vontade, naquilo em que ela se choca com a vontade coletiva. E assim vão as crianças aprendendo as regras da convivência democrática, sem que elas constem de um programa…".
Você também pode participar do curso online "FAZER A PONTE!
É possível fazer uma escola diferente - Edição 0171 - NOVA ESCOLA On-line
Especialista em Música e em Leitura e Escrita, José Pacheco, de 52 anos, coordena desde 1976 a Escola da Ponte, instituição pública que se notabilizou pelo projeto educativo inovador, baseado na autonomia dos estudantes. O educador português, que se diz "um louco com noções de prática", é mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Quando jovem, esse educador de fala mansa não pensava em lecionar. Queria ser engenheiro eletrônico. Mas uma questão o inquietava: por que a escola ainda reproduzia um modelo criado há 200 anos? Na busca por uma resposta, se apaixonou pelo magistério. "Percebi que na engenharia teria menos a descobrir, enquanto na educação ainda estava tudo por fazer." Desse "tudo" de que tem se incumbido o professor Zé, como gosta de ser chamado, é que trata a entrevista a seguir, concedida à ESCOLA em São Paulo.
Lá não há séries, ciclos, turmas, anos, manuais, testes e aulas. Os alunos se agrupam de acordo com os interesses comuns para desenvolver projetos de pesquisa. Há também os estudos individuais, depois compartilhados com os colegas. Os estudantes podem recorrer a qualquer professor para solicitar suas respostas. Se eles não conseguem responder, os encaminham a um especialista.
Não há salas de aula, e sim lugares onde cada aluno procura pessoas, ferramentas e soluções, testa seus conhecimentos e convive com os outros. São os espaços educativos. Hoje, eles estão designados por área. Na humanística, por exemplo, estuda-se História e Geografia; no pavilhão das ciências fica o material sobre Matemática; e o central abriga a Educação Artística e a Tecnológica.
Não. Aliás, isso é um problema. Nosso sonho é um prédio com outro conceito de espaço. Temos uma maquete feita por 12 arquitetos, ex-alunos que conhecem bem a proposta da escola. Esse projeto inclui uma área que chamo de centro da descoberta, onde compartilharemos o que sabemos. Há também pequenos nichos hexagonais, destinados aos pequenos grupos e às tarefas individuais. Estão previstas ainda amplas avenidas e alguns cursos d'água, onde se possa mergulhar os pés para conversar, além de um lugar para cochilar. As novas tecnologias da informação devem estar espalhadas por todos os lados para ser democraticamente utilizadas pela comunidade, o que já conseguimos.
Não. Eles têm a mesma formação que os de outras instituições. O diferencial é que sentem uma inquietação quanto à educação e admitem existir outras lógicas. Nossa escola é a única no país que pode escolher o corpo docente. Os candidatos aparecem geralmente como visitantes e perguntam o que é preciso para dar aulas lá. Digo apenas para deixarem o nome. No fim de cada ano fazemos contato. Hoje somos 27, cada um com suas especializações.
Há profissionais que estiveram sozinhos em sala durante anos e quando chegam constatam que sua formação e experiência servem para nada. De cada dez que entram, um não agüenta. Outros desertam e regressam depois. Mas nós também, por vezes, temos que nos adaptar. Há dois anos recebemos muitas crianças e professores novos, não familiarizados com a nossa proposta. Apenas a quinta parte do corpo docente já estava lá quando isso aconteceu. Passamos a conviver com mestres que sabiam dar aula e estudantes que sabiam fazer cópias. Foi necessário dar dois ou três passos para trás para que depois caminhássemos todos juntos. Precisamos aceitar o que os outros trazem e esperar que eles acreditem em nossas idéias. Essa é a terceira vez que passamos por isso.
Eles têm entre 5 e 17 anos. Cerca de 50 (um quarto do total) chegaram extremamente violentos, com diagnósticos psiquiátricos e psicológicos. As instituições de inserção social que acolhem crianças e jovens órfãos os encaminham para as escolas públicas. Normalmente eles acabam isolados no fundo da classe e, posteriormente, são encaminhados para nós. No primeiro dia, chegam dando pontapés, gritando, insultando, atirando pedras. Algum tempo depois desistem de ser maus, como dizem, e admitem uma das duas hipóteses: ser bom ou ser bom.
Não é fácil. Há crianças e jovens que chegam e não sabem o que é trabalhar em grupo. Não conhecem a liberdade, e sim, a permissividade. Não sabem o que é solidariedade, somente a competitividade. São ótimos, mas ainda não têm a cultura que cultivamos. Quando deparam com a possibilidade de definir as regras de convivência que serão seguidas por todos ou não decidem nada ou o fazem de forma pouco ponderada. Em tempos de crise, como agora, em que muitos estão nessa situação, precisamos ser mais diretivos. Só para citar um exemplo, recebemos um garoto de 15 anos que tinha agredido seu professor e o deixado em estado de coma. Como um jovem assim pode, de imediato, participar da elaboração de um sistema de direitos e deveres?
Até 1976, a escola era igual a qualquer outra de 1ª a 4ª série. Cada professor ficava em sua sala, isolado com sua turma e seus métodos. Não havia comunicação ou projeto comum. O trabalho escolar era baseado na repetição de lições, na passividade. Naquele ano, havia três educadores e 90 estudantes. Em vez de cada docente adotar uma turma de 30, juntamos todos. Nosso objetivo era promover a autonomia e a solidariedade. Antes disso, porém, chamamos os pais, explicamos o nosso projeto e perguntamos o que pensavam sobre o assunto. Eles nos apoiaram e defendem o modelo até hoje.
Eles participam conosco de todas as decisões. Se nos rejeitarem, teremos de procurar emprego em outro lugar. Também defendem a escola perante o governo. Neste momento, os pais estão em conflito com o Ministério da Educação. Ao longo desses quase 30 anos, quiseram acabar com nosso projeto. Eu, como funcionário público, sigo um regime disciplinar que me impede de tomar posições que transgridam a lei, mas o ministro não tem poder hierárquico sobre as famílias. Portanto, se o governo discordar de tudo aquilo que fazemos, defronta-se com este obstáculo: os pais. Eles são a garantia de que o projeto vai continuar.
Há uma grande resistência em aceitar o nosso modelo, que é baseado em três grandes valores: a liberdade, a responsabilidade e a solidariedade. Algumas pessoas consideram que todos precisam ser iguais e que ninguém tem direito a pensamento e ação divergentes. Há quem rejeite a proposta por preconceito, mas isso nós compreedemos porque também temos os nossos. A diferença é que nós nunca colocamos em cheque o trabalho dos outros. Consideramos que quem nos ataca faz isso porque não foi nosso aluno e não aprendeu a respeitar o ponto de vista alheio.
Nós acreditamos que um projeto como o nosso só é viável quando todos reconhecem os objetivos comuns e se conhecem. Isso não significa apenas saber o nome, e sim ter intimidade, como em uma família. É nesse ponto que o projeto se distingue. O viver em uma escola é um sentimento de cumplicidade, de amor fraterno. Todos que nos visitam dizem que ficam impressionados com o olhar das pessoas que ali estão, com o afeto e a palavra terna que trocam entre si. Não sei se estou falando de educação ou da minha escola, mas é isso o que acontece lá.
O modelo da Escola da Ponte pode ser seguido por outras escolas?Não defendo modelos. A Escola da Ponte fez o que as outras devem e podem fazer, que é produzir sínteses e não se engajar em um único padrão. Não inventamos nada. Estamos em um ponto de redundância teórica. Há muitas correntes e quem quer fazer diferente tem de ter mais interrogações do que certezas. Considero que na educação tudo já está inventado. A Escola da Ponte não é duplicável e não há, felizmente, clonagem de projetos educacionais.
Postado por hilda helena às 16:13
A melhor maneira de exercer cidadania em sala de aula é partir para a ação.
Essa receita é muito boa ,traz vida!!!!E a cidadania não deixa de ser esta em abundância!
No dicionário ela parece uma receitinha simples: Qualidade ou estado de cidadão"...
Na boca de políticos , é ponunciada nem sempre de forma digna e com mais freqüência em épocas de eleições...
Na sala de aula, ainda não virou modismo,mas se fala nisso para dizer que fazem parte da "NOVA ESCOLA"...Quem quer ser considerado tradicional?
Quando pegamos uma receita para fazer seguimos as intruções para não corrermos o risco de estragar todos os ingredientes...então é melhor tentar garantir uma vida digna para alguns ;já que não podemos escolher nossos gestores,mesmo que como eu você tenha um "prefeito sem peito",a "estátua do José do patrocínio "tirada do lugar de costume....ESQUEÇA por um momento...Temos esperança:Vitor Menezes,Deeva,Xacal,"Os Outros" e tantos outros...
Esqueça qualquer tipo de preconceito... e mergulhe fundo nesse tema, não só por ser fascinante mas essencial para garantir uma vida melhor para nossos futuros campistas...
"Cidadania vem do latim civitas, cidade. O cidadão, porém, é mais do que apenas o habitante. É aquele que está interessado no que acontece em sua comunidade. Para alunos e professores, a cidade é a escola.
A cidadania do professor deve ter em vista não só as boas relações com os colegas, com a direção, com os funcionários pelo direito de ensinar, ou seja, formar cidadãos... Do ponto de vista do aluno, não deve ser apenas o direito de ir à escola mas esta começar a fazer sentido porque ele aprende.
Quando dermos oportunidades para nossos alunos lerem o próprio jornal que eles ajudarem a produzir,quando puderem ter uma rádio comunitária ... talvez não tenham consciência disso. Mas estarão exercitando sua cidadania ,usando instrumentos para fazer veículo de comunicação na localidade que atuam.
As crianças têm o direito de "nascerem socialmente" na escola.Não apenas,conhecendo as normas de convívio praticadas por todos mas aprendendo a questioná-las, caso não se revelem justas.
Não é fácil pôr em prática tudo isso, certo? Certo.
Não basta a nova Lei de Diretrizes e Bases, substituir a velha (e famigerada) Educação Moral e Cívica, usando os temas transversais: ética, meio ambiente, pluralidade cultural, saúde, orientação sexual, trabalho e consumo é preciso plantar princípios!!!!!!!!!!!!!!
Postado por hilda helena às 15:47
Marcadores: Campos dos Goytacazes, cidadania, Educação
Gostaria que algo muito especial acontecesse tipo uma REVOLUÇÃO EDUCACIONAL não só em Portugal e no Brasil, mas no mundo inteiro!!!Pois os bilhões investidos em Educação não surtem nenhum efeito positivo ...pelo contrário os resultados,relatórios ,testes,projetos,avaliações são medidas hipócritas para quem não tem ação!É a ação que provoca a mudança,e não resultados estatísticos´...Estou na luta e você ???
Achei muito interessante este link,confira!!!
Autoriza o Poder Executivo a criar Laboratório de Ciências nas Escolas da Rede Estadual de Ensino de São Paulo.
Artigo 1º: Fica autorizado a Poder Executivo a criar em cada escola da Rede Estadual de Ensino de São Paulo um Laboratório de Ciências.
Artigo 2º: Nas novas edificações, o Laboratório de Ciências deverá constar obrigatoriamente na planta arquitetônica.
Artigo 3º: Nas escolas em funcionamento, a direção deverá adequar o prédio à necessidade do novo equipamento.
Artigo 4º: O Laboratório de Ciências deverá ser mobiliado e equipado adequada e convenientemente para o fim a que se destina.
Artigo 5º: Deverá ser designado pelo menos um professor para ser responsável pelo Laboratório de Ciências.
Parágrafo Único: Os professores deverão ser formados para o exercício da nova função.
Artigo 6º: As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão por conta das dotações próprias.
Artigo 7º: Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
É impensável uma escola moderna que não seja provida, entre outros equipamentos, de um Laboratório de Ciências. Da mesma forma que a formação do cidadão contemporâneo não prescinde da leitura e da compreensão dos textos que regem o nosso entendimento de mundo, bem como do domínio da moderna tecnologia de comunicação, via computadores e internet, não pode abrir mão de experimentar concretamente fundamentos das ciências físicas e biológicas.Fala-se muito que a escola é desconectada da realidade e esta seria uma das razões do desinteresse dos alunos pelos assuntos tratados nos bancos escolares. A escola contemporânea precisa merecer do poder público uma atenção desmedida, se queremos qualificar a estrutura, o funcionamento, o currículo, os equipamentos.Nesse sentido, a atualização dos conhecimentos – cujas novas descobertas avolumam-se a uma velocidade espantosa – se faz necessária e somente pode ser feita sob determinadas condições: livros, jornais e revista, a possibilidade de navegação pela rede virtual de conhecimento e o acesso à experimentação dos fundamentos científicos.O orçamento para a manutenção e desenvolvimento do ensino prevê gastos dessa natureza, aqui entendidos como essencialmente próprios para a manutenção e desenvolvimento.Além de beneficiar de forma direta os alunos, também os professores, cuja obrigatoriedade de formação contínua se impõe, e a comunidade poderão se apropriar desses recursos e deles fazerem uso qualitativo.
Postado por Dídimo Gusmão às 22:22
RJ: Municípios sem planos de educação receberão menos dinheiro do Estado - UOL Educação
E aí SEcretaria Municipal de EducaçÃO em Campos dos Goytacazes!!!???Olho vivo!!!
No Rio de Janeiro, os municípios que não instituírem seus PMEs (Planos Municipais de Educação) até 2010 perderão parte dos repasses do Estado. A proposta consta da Lei 5.332/08, cuja promulgação foi publicada no Diário Oficial do Poder Legislativo desta terça-feira (25).
"Fizemos um movimento por meio do orçamento do Estado para forçar os prefeitos a fazerem o PME. A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) trouxe a figura do município para a educação, mas hoje há disparidades em relação a isso. No Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, apenas 15% dos municípios possuem seu PME", justifica o deputado Comte Bittencourt (PME), autor da lei, promulgada pelo presidente da Assembléia Legislativa, deputado Jorge Picciani (PMDB), após a derrubada do veto do governador ao texto, na semana passada.
A lei estabelece que o governo estadual poderá cessar, a partir de janeiro de 2010, as transferências de receitas próprias aos municípios que não elaborarem o plano até este prazo. Mas este corte deverá respeitar os limites constitucionais.
"Este projeto tem o mérito de oferecer um caminho para se chegar à organização do sistema educacional dos municípios", afirmou Comte, para quem os planos têm a importância de fazer com que a política educacional não seja interrompida com a mudança de governos.
O plano municipal deverá ser aprovado pelas câmaras municipais e publicado no Diário Oficial local, e os municípios deverão encaminhar o respectivo plano ao Conselho Estadual de Educação e à Comissão Permanente de Educação da Alerj para constituição de arquivo.
De acordo com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) o PME deverá ser elaborado de forma integrada à realidade e vocação dos municípios. Fatores como a história, a geografia, a demografia das cidades determinam as metas e as estratégias de suas ações na educação escolar. Segundo o órgão, o plano deve trazer a análise de pontos como políticas e estratégias das ações municipais no atendimento estadual ou federal e dimensão dos investimentos municipais no ensino fundamental, considerando a demanda não atendida, a atuação estadual e os recursos disponíveis.
* Com informações da Alerj
Postado por hilda helena às 00:23
UNE vai tentar derrubar cota de meia entrada no Senado
A onda que pegou agora é a de "cotas"...A UNE á 3 horas atrás pronuncia sobre o assunto:
POSTADO ÀS 18:45 EM 25 DE Novembro DE 2008 no Blog de Jamildo:
Informações da UNE
- Espero que isso sirva de estímulo e que todos empatem com a nota máxima, nos causando um enorme problema...
Os internautas enviaram perguntas pelo e-mail ie21@embratel.com.br, e também por fax e telefone. As perguntas que não puderam ser respondidas no ar, durante a Conferência, serão esclarecidas em contato posterior por representantes da Secretaria de Educação.
Os professores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Manuel Palácios e Lina Kátia Mesquita, detalharam o sistema de avaliação da Secretaria de Educação, que é subdivido em dois programas: Avaliação Externa do Desempenho Escolar, que vai ajudar a SEEDUC a ter uma visão global do ensino na rede, e Avaliação Diagnóstica do Desempenho Escolar, ferramenta para uso da escola.
As duas formas de avaliação foram desenvolvidas em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da UFJF.
O subsecretário de Gestão da Rede e de Ensino, Rafael Martinez, acredita que o novo sistema de avaliação servirá como um instrumento para aprimoramento do trabalho dos professores, já que ele poderá conhecer o perfil de seus alunos.
A Avaliação Externa acontecerá no dia 26 de novembro, nas escolas, com a aplicação de testes de Língua Portuguesa e Matemática aos alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental, 3º ano do Ensino Médio e fases equivalentes da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Já a Avaliação Diagnóstica será conduzida em 2009 com a ajuda dos professores de Língua Portuguesa e Matemática da rede. Os docentes vão montar e aplicar provas a alunos do 5º, 6º, 7º, 8º e 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio. Os testes serão construídos a partir de um banco de questões de baixa, média e alta complexidade, disponível no Portal do Sistema de Avaliação do Estado do Rio de Janeiro (www.saerjcaed.ufjf.net).
Postado por Dídimo Gusmão às 11:48
Ampliar espaços, tempos e oportunidades educativas; ofertar novas atividades educacionais e reduzir a evasão, a repetência e distorções de idade-série, por meio de ações culturais, educativas, esportivas, de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de lazer são alguns dos principais objetivos do Programa Mais Educação, que visa qualificar a experiência educativa das crianças e jovens das escolas públicas de ensino fundamental.
O programa, coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), é uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e atende, atualmente, a 1.409 escolas, distribuídas em 25 estados brasileiros, além do Distrito Federal, abrangendo 386.763 alunos. Trata-se de uma estratégia do governo federal para a ampliação da jornada escolar.
São parceiras do Programa Mais Educação 25 secretarias estaduais e o Distrito Federal, atingindo escolas estaduais de 49 municípios, e 38 secretarias municipais.
A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade seleciona as escolas e as secretarias confirmam a escolha, de acordo com os critérios estabelecidos pela Secad. Elas devem estar localizadas em capitais ou cidades de regiões metropolitanas com mais de 200 mil habitantes, além de terem aderido ao Compromisso Todos pela Educação e de possuírem mais de 100 alunos matriculados, conforme o Censo Educacional de 2007. Também devem ter obtido índice inferior a 2,9 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb/2005).
Em 2008, estão sendo investidos aproximadamente R$ 58 milhões, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), mais créditos suplementares para a construção de quadras e recebimento de kits de bandas de fanfarra, canto coral e hip hop, que estão sendo adquiridos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Estão sendo destinados, ainda, R$ 13.587.000,00 para a alimentação escolar, por meio da Resolução Extraordinária e Específica do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) – Resolução, nº 38, de 19 de agosto de 2008.
Postado por Dídimo Gusmão às 11:37
CAMPOS EM DEBATE: Argumentos favoráveis a manutenção do concurso
Postado por hilda helena às 02:22
Pensando na suspensão do concurso....
'Nunca Tantos Deveram Tanto a Tão Poucos': "“Nunca tantos deveram tanto a tão poucos”"
E o pior de tudo ― que é a postura asquerosa que mais indignamente se torna notória e merece um uníssono repúdio da comunidade mobilizada ― é haver 'seres humanos' (Infelizmente, tal denominação lhes tem de ser conferida!) que (des)aprenderam a idolatrar o monótono modo de vida entediante, emburrecida, anticontestatória do status quo vigente, felizes na vidinha besta* pela qual se deixam levar, a tal ponto que ruminam a pseudopretensão de que lhes é fato engrandecedor do ego ( de sua baixa auto-estima mesmo) tentar satirizar, ridicularizar, escarnecer e maldizer o justíssimo, coerente, legítimo, insatisfeito e contestatório movimento de reivindicação, de pessoas que sonham com uma verdadeira e efetiva mudança (Para melhor, claro!), pessoas que têm sonhos, objetivos, projetos de vida futura. Assim, deve-se pensar na possibilidade de que um recado inteligente (Não se sabe se 'eles' entenderão, lógico!) lhes deve ser dado, como um favor que lhes concedam: "Quem não tem sonhos, não queira impedir, obstruir ou empatar a realização dos sonhos de quem os tem."
Postado por hilda helena às 17:56
Cristovam Buarque - Comissão de Educação analisa proposta de criação da residência educacional para professores - 22/11
Cristovam Buarque - Comissão de Educação analisa proposta de criação da residência educacional para professores - 22/11: "Comissão de Educação analisa proposta de criação da residência educacional para professores - 22/11"
Portfólio de Aprendizagem: Processo de democratização
Quando se fala em democratizar e nos elementos democratizadores da escola: Eleição de Diretor, Conselho Escolar, CPM, (aplicação dos recursos financeiros vindos da União, Estado e município e outras fontes). Há que se pensar na capacidade dos participantes desses órgãos em opinar, decidir, fiscalizar. É claro que isto também é um processo, mas não há democratização sem novas e boas idéias. Estaria nossa sociedade preparada? Ou se preparando? Democratização (com normas, regras, que ao meu ver, muitas coisas que acontecem em nossa sociedade atualmente são advindas da falta dessas normas bem compreendidas, falta de respeito e limites. “Criou-se uma concepção de que tudo pode”) se aprende, e claro é preciso que haja a participação para haver aprendizado, mas o processo é lento. Ter acesso a legislação é outro tópico a se pensar.
Por fim transcrevo aqui parte uma reflexão que fora postada na interdisciplina: “Gerir passou então a ter um significado não apenas administrativo, burocrático, mas que vai além, considerar o ser humano e o seu contexto. A democratização vem buscar o ideal de participação e a vontade de fazer uma escola melhor, abrangendo a diversidade da sociedade e seus objetivos, trazendo esta visão para dentro da realidade escolar. Porém, não podemos negar que este é um processo em construção, que já ganhou um bom espaço, mas ainda em construção. Democratizar é senão reunir opiniões para dividir dever e responsabilidades nas decisões.
Não podemos negar que a sociedade tem passado por diversas modificações e que a escola pode estar deixando a desejar. Penso que esta busca da sociedade para o cotidiano escolar venha também somar para que esta adaptação seja realmente possível.”
Postado por hilda helena às 01:38
- Câmara aprova projeto de cotas para universidades federais
Realmente este projeto divide opiniões.Alguns acham bom,principalmente os alunos que sempre estudaram em escolas públicas e também uns professores devido o fracasso escolar ser uma realidade dura onde trabalham e eles não acreditam mais numa escola pública de qualidade.Mas não seria injusto para alguns alunos que cursaram um período na escola particular?Eu mesma tenho uma escola particular e muitos alunos a frequentam porque a escola pública não tem conseguido cumprir com sua tarefa no município e a maioria dos alunos são filhos de trabalhadores que muito se empenham para garantir o futuro dos filhos.O governo gasta mais de R$100,00 por aluno e não consegue dar conta do recado que é a ESCOLA BÁSICA ,acredito sim que que isto é injusto;muitos estudam anos na escola pública e são obrigados a frequentarem uma escola particular pois correm o risco de nem serem alfabetizados.O governo quer incentivar os alunos a frequentarem as Universidades Públicas mas não deveriam assumir a culpa e melhorar a educação? Para que tantos investimentos?E por que somente as escolas particulares dão conta do recado?Não deveriam ver porque estas alcançam resultados e as públicas não?
Muitos afirmam que a escola pública está muito diferenciada de uma escola particular e acham injusto fazer os dois alunos concorrerem. Débora Santos,da Universidadea declarou que a partir do momento em que as vagas são divididas,tem uma possibilidade de fazer os alunos que vêm de escolas publicas concorrerem juntos e os alunos que vêm de uma escola mais privilegiada concorrerem juntos.
A maioria dos professores das escoalas particulares do 1º segmento do Ensino Fundamental recebem um salário e dão conta do recado,e a os professores das escolas públicas não,isto eu culpo a gestão escolar ,ela é a principal responsável: coordenadores,supervisores,orientadores e diretores que na maioria das vezes ñão são eleitos para a função que exercem.“Seria preciso que as escolas públicas, como um todo, tivessem a qualidade média das escolas privadas. Isso não é um objetivo impossível, nem distante de séculos. Mas ele nunca vai ser atingido se, em vez de discutirmos isso, passarmos a discutir cotas e aproveitarmos a nossa tragédia educacional para criar raças no país", afirma Demétrio Magnoli, da Universidade de São Paulo.
As escolas técnicas e as universidades públicas federais teriam quatro anos para se adaptar às novas regras, mas a proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado. Lá, o debate promete.
“Tem que se cuidar é do Ensino Básico. Aí sim, não vai se precisar de cotas, não vai precisar de nada, porque se tiver uma boa escola pública, esse aluno vai chegar a uma boa universidade pública”, diz o senador Wellinton Salgado (PMDB).
“Eu acho que o sistema de cotas é algo importante, desde que seja bem calibrado e que faça Justiça aos segmentos sociais que precisam ser protegidos, mas também não seja injusto para o restante dos segmentos”, aponta Romero Jucá, líder do governo no Senado.
Foi uma decisão confusa, e o projeto ainda precisa ser votado pelos senadores.
Postado por hilda helena às 16:57
Postado por Dídimo Gusmão às 17:35
Nesta página jovens e crianças encontrarão links interessantes e divertidos para o aprendizado de ciências. Ela também está aberta para receber notícias sobre feiras de ciências, projetos e experimentos estudantis, que sejam de interesse para meninos e meninas.Astronominha (Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro): http://www.rio.rj.gov.br/planetario/infantil/index_infantil.htm Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro: http://www.bibvirt.futuro.usp.br/ Brincando com Ciência (MCT): http://www.on.br/site_brincando/ Ciência Hoje das Crianças: http://cienciahoje.uol.com.br/materia/view/235 Feira de Ciências: http://www.feiradeciencias.com.br/ Fichário Online: http://www.ficharionline.com/ Física dá Futebol: http://futebol.incubadora.fapesp.br/portal Física Mais que Divertida: http://www.fisica.ufmg.br/~divertid/ Grupo de Ensino de Física: http://www.ufsm.br/gef/ Grupo Tchê Química: http://www.deboni.he.com.br/tq/biografias/biografias.htm Museu Instituto Butantan: http://www.butantan.gov.br/museu/ Olimpíada Brasileira de Matemática: http://www.obm.org.br/ Piatamzinho – Informações sobre a Amazônia: http://piatamzinho.ufam.edu.br/ Plenarinho – O jeito criança de ser cidadão: http://www.plenarinho.gov.br/ Projeto EduHQ – Oficina de educação através de histórias em quadrinhos: http://www.cbpf.br/~eduhq/ Superinteressante: http://super.abril.com.br/ Telescópios na Escola: http://www.telescopiosnaescola.pro.br/ You Can – Versão brasileira da página original do Mundo de Beakman: http://educar.sc.usp.br/youcan/
Postado por Dídimo Gusmão às 17:04
Cada criança tem seu próprio ritmo de aprendizagem e, assim como um barqueiro, vai remando e avançando na velocidade da sua força. Mas, também como um barqueiro, a criança pode ser orientada e, se aprender a usar um remo diferente ou a usar melhor a sua força, chegará à outra margem mais rapidamente.
Esta constatação é a base Projeto Travessia implantado em 2005, para ensinar de modo diferente os alunos das séries iniciais que têm dificuldade em ler, escrever e calcular. A professora da turma é quem encaminha o aluno, juntamente com uma ficha informando qual a dificuldade que deve ser trabalhada.
Somente este ano, 811 alunos são beneficiados nas 21 escolas em que funciona o projeto. As aulas são ministradas por 20 professoras efetivas, com material didático diferenciado, mais dinâmico e divertido e, ao que tudo indica, bastante eficaz.
Após ingressar, o aluno deve ir às aulas no período oposto duas vezes por semana. O estudante permanece no projeto somente até aprender o conteúdo necessário para voltar a acompanhar a turma. O tempo médio de permanência de cada aluno é de dois meses.
Geralmente com um pouco mais de dedicação aos estudos, a criança consegue recuperar os conteúdos rapidamente, por isso a participação dos pais enviando seus filhos às aulas é importante.
A professora Irene B.F. Niespodzinski atua no Travessia desde sua implantação e foi também ela quem criou e confeccionou, a maioria dos jogos didáticos usados com os 43 estudantes, de 1a. a 8a. séries, da EBM Coronel Osny Vasconcellos, este ano. No período vespertino, a professora Liane Baier é quem ministra as aulas.
"Nossa sala parece um depósito de material", brinca, apontando para as dezenas de caixas contendo os jogos, a maioria construídos com material de sucata. As turmas são pequenas, com quatro ou cinco alunos, o que possibilita um atendimento praticamente individual.
"Temos alunos que gostam tanto das aulas do projeto que não querem sair. Então já estou combinando com algumas professoras e vamos emprestar o material para ser usado durante as aulas normalmente. Como cada jogo serve para trabalhar um conteúdo específico e a professora tem que usar com todos os alunos, cerca de 25, só podemos usar os jogos que foram confeccionados em grande quantidade", explica Irene.
Após a implantação do projeto, os índices de reprovação diminuíram nas escolas da rede municipal. Segundo as diretoras e professoras, somente reprovam aqueles alunos faltosos ou que os pais preferem não mandar para o projeto, às vezes porque precisam ajudar em casa.
Na "Osny Vasconcellos" os índices de reprovação diminuíram 50%, de 2005 para 2006, depois da implantação do Travessia. Os números deste ano, serão conhecidos somente no final do ano.
A diretora da EBM Rodolfo Berti, Roseli de Souza Ferreira não tem o número exato, mas assegurou que a reprovação também diminuiu bastante. Este ano, 56 alunos são atendido.
A diminuição da reprovação acontece porque os alunos e alunas com dificuldades de aprendizagem em Português e Matemática, as principais matérias do currículo escolar, são encaminhados durante o ano, tantas vezes quanto seus professores julgarem necessário, para terem aulas de recuperação.
Postado por Dídimo Gusmão às 16:47
Termina nesta quarta-feira (dia 19), o prazo para os convocados que prestaram o concurso da Secretaria Municipal de Educação em abril deste ano, tomarem posse de seus respectivos cargos. De acordo com Diário Oficial do Município, que publicou nesta segunda-feira (dia 17) os nomes e datas respectivas de cada função, as pessoas listadas devem comparecer à sede da prefeitura entre 8h e 17h30 no setor de Recursos Humanos pertencente à Secretaria de Administração.
Os convocados que perderem o prazo da posse poderão comparecer ao setor de Recursos Humanos dentro de 30 dias, a partir do dia 15 de novembro, para regularizar sua situação. De acordo com a diretora de administração da SME, Neli Viter, as escolas já contarão com estes 294 funcionários convocados, divididos entre professores, pedagogos e auxiliares de secretaria no próximo ano letivo.
No dia 25 de novembro haverá a escolha de vagas disponíveis em cada escola. Os concursados deverão comparecer no Auditório Amaro Prata Tavares, no Palácio da Cultura. Os professores de Educação Infantil (Creche), da sede e distritos, deverão estar no local para efetuar a escolha às 9h.
Os professores de Educação Infantil/Ensino Fundamental/1° Segmento - Escola, da sede e distritos deverão comparecer às 10h. Já os Auxiliares de Secretaria, que optaram para trabalhar na sede e distritos, deverão comparecer às 14h, e, por último, os Professores I - 6° ao 9° e Pedagogos, têm horário marcado para comparecer às 16h.
Um estudo internacional revelador foi publicado neste ano pela Unesco.[...]
Postado por hilda helena às 23:04
Rio - A futura secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, vai precisar de pelo menos cinco mil novos professores para pôr em prática seu plano de reforço escolar no ciclo de alfabetização. A perspectiva é fazer como na Finlândia — cujo modelo do sistema educacional é o melhor do mundo — e contratar um profissional de aulas extras para cada sete dos 36.039 mestres do município do Rio. Cláudia ainda não sabe, porém, quando fará as contratações pois depende da conta do orçamento de 2009, ainda não aprovado pela Câmara dos Vereadores, para fechar sua equação.
Postado por hilda helena às 16:29
É MESMO ??: Livro sobre homossexualismo esta pronto para distribuição nas escolas públicas
O Ministério da Educação começará a distribuição do livro sobre homossexualismo nas escolas.
O Ministério que está envolvido no programa federal Brasil Sem Homofobia, distribuirá livro que apresenta o homossexualismo como mais uma alternativa de vida. A iniciativa começará pelo Estado do Rio de Janeiro, onde cerca de 1.600 escolas estaduais receberão um material "educativo" sobre como valorizar a diversidade sexual dentro do ambiente escolar.O livro "Diversidade Sexual na Escola", de Alexandre Bortolini e publicado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), servirá como instrumento para os professores abordarem questões homossexuais em sala de aula. As questões tratadas abrangerão sexualidade, gênero, comportamento, religião, ética e violência.
O projeto, incluindo o livro, foi financiado pelo Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC). A distribuição será feita a partir de uma parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, conforme informações do site homossexual "Não Homofobia!"O site "Não Homofobia!" tem como objetivo coletar apoio e assinaturas para a aprovação do PLC 122, que transforma em crime opiniões contrárias à agenda gay. Se aprovado, o PLC 122 transformará em criminoso qualquer pai ou mãe que se opuser à doutrinação homossexual de seus filhos em sala de aula. O simples fato de um pai ou mãe dizer para o filho que homossexualismo é pecado poderá resultar em conseqüências criminais como multas, prisão e perda da guarda dos filhos.O controle da área da educação é uma reivindicação antiga do movimento homossexual. Com a doutrinação homossexual patrocinada pelo governo nas escolas, crianças e adolescentes serão sistematicamente treinados, sob a força da lei, a desafiar opiniões que não respeitam a agenda gay. Por sua vez, os pais terão cada vez menos liberdade de abrir a boca, sob o risco de serem denunciados como "homofóbicos" por qualquer mínima contrariedade ao homossexualismo.
Postado por hilda helena às 16:25
Marcadores: Diversidade Cultural, estudantes

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7