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Timestamp: 2014-09-19 17:51:22+00:00

Document:
* Perfil Corporativo
* Vantagens Competitivas e Estrat�gia * Estrutura Societ�ria
* Hist�rico de Lan�amentos
* Pr�mios e Reconhecimentos
* Conselho de Administra��o
* Diretoria Executiva
* Conselho Fiscal
* Pol�tica de Divulga��o * Pol�tica de Negocia��o
* C�digo de Conduta e �tica
* Arquivos CVM
* Fale com o RI
* Condi��es de Uso
���Hist�rico
���Perfil Corporativo
���Vantagens Competitivas e Estrat�gia ���Estrutura Societ�ria
���Hist�rico de Lan�amentos
���Mercado Imobili�rio Brasileiro
���Sustentabilidade
���Pr�mios e Reconhecimentos
���Vis�o Geral
���Composi��o Acion�ria
���Conselho de Administra��o
���Diretoria Executiva
���Conselho Fiscal
���Estatuto Social
���Pol�tica de Dividendos e Hist�rico
���Pol�tica de Divulga��o ���Pol�tica de Negocia��o
���C�digo de Conduta e �tica
���Resultados Trimestrais
���Relat�rios Anuais
���Demonstra��es Financeiras
���Cobertura de Analistas
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���Arquivos CVM
���Calend�rio de Eventos
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���Gloss�rio
���Fatores de Risco
���Pol�tica de Privacidade
���Notas Legais
���Condi��es de Uso
C�digo de Conduta e �tica
Disposi��es Iniciais
Princ�pios e Deveres Gerais de Conduta Informa��es
San��es Disciplinares Vigor
Comiss�o de �tica e Seguran�a Introdu��o/Mensagem do Conselho de Administra��o
Este C�digo de Conduta define o modo como a TECNISA S.A. ("TECNISA"), suas empresas controladas, seus profissionais e terceiros agem em rela��o � TECNISA. Tem por objetivo estabelecer os princ�pios �ticos e normas de conduta que devem orientar as rela��es internas e externas de todos os Integrantes e Colaboradores da TECNISA, independentemente das suas atribui��es e responsabilidades.
A TECNISA � uma empresa socialmente respons�vel, inserida na comunidade, que constr�i sua imagem com base nos seguintes princ�pios:
Integridade e transpar�ncia da condu��o de seus neg�cios;
efici�ncia e pr�-atividade no aproveitamento de oportunidades;
perseveran�a na busca por resultados;
incentivo ao crescimento profissional com pol�tica meritocr�tica;
valoriza��o do seu patrim�nio humano; e
qualidade e excel�ncia dos produtos e servi�os entregues.
A observ�ncia do C�digo de Conduta por parte de cada um dos nossos Colaboradores e Integrantes reafirma um dos nossos objetivos mais importante: manter e consolidar a reputa��o da TECNISA.
Se��o I - Disposi��es Iniciais
Artigo 1 - C�digo de Conduta
1. O C�digo de Conduta da TECNISA ("C�digo de Conduta" ou "C�digo") estabelece linhas de orienta��o em mat�ria de �tica profissional para todos os Colaboradores e Integrantes da TECNISA, conforme abaixo definidos, constituindo tamb�m uma refer�ncia como padr�o de conduta exig�vel no seu relacionamento com terceiros.
2. O presente C�digo deve ser, obrigatoriamente, do conhecimento de todos os Colaboradores da TECNISA e de suas controladas que, adicionalmente, assinar�o um Termo de Compromisso sobre seu conte�do, e de todos os Integrantes da TECNISA.
3. Este c�digo estabelece padr�es de refer�ncia para o grau de cumprimento de obriga��es assumidas por parte dos Colaboradores e Integrantes, sem preju�zo de outras normas de conduta aplic�veis em �reas funcionais espec�ficas da TECNISA.
Artigo 2 - Objeto
O presente C�digo de Conduta estabelece os valores, princ�pios e as diretrizes que orientam as decis�es e o comportamento de todos os Colaboradores e Integrantes da TECNISA, indicando as regras fundamentais de conduta, organiza��o e disciplina do trabalho, que devem ser respeitadas por todos os envolvidos com a TECNISA no exerc�cio das suas fun��es.
Artigo 3 - �mbito de aplica��o
1. S�o Colaboradores da TECNISA, para o efeito do presente C�digo:
os membros dos �rg�os de administra��o;
os trabalhadores / funcion�rios; e
os estagi�rios contratados.
2. S�o Integrantes da TECNISA, para o efeito do presente C�digo:
fornecedores; e
3. Os Colaboradores e demais Integrantes que infringirem o presente C�digo de Conduta estar�o sujeitos �s penalidades disciplinares previstas, sendo-lhe dados amplos direito de defesa.
Artigo 4 - Disposi��es legais e regulamentares
1. O presente C�digo de Conduta visa complementar as disposi��es legais e regulamentares em vigor, assim como o C�digo de �tica Corporativo TECNISA e os referentes � forma��o acad�mica dos Colaboradores e Integrantes.
2. A sujei��o, pelos Colaboradores e Integrantes da TECNISA, ao presente Regulamento, n�o os exonera do dever de conhecimento e respeito das disposi��es legais e regulamentares a eles aplic�veis, devendo os Colaboradores e Integrantes da TECNISA cumprir as leis e regulamentos dos sistemas legais em que operam e ainda as pol�ticas aplic�veis da TECNISA.
3. Independentemente das san��es previstas na lei, todos os Colaboradores e Integrantes da TECNISA culpados por infra��o ser�o submetidos a medidas disciplinares por consequ�ncia do n�o cumprimento dos seus deveres profissionais, nos termos do Cap�tulo 2 do presente C�digo.
Se��o II - Princ�pios e Deveres Gerais de Conduta
Artigo 5 - Princ�pios gerais de conduta
1. No desempenho das respectivas atividades e nas rela��es com clientes, fornecedores, prestadores de servi�os, entidades reguladoras, entidades externas em geral, concorrentes ou funcion�rios destes, os Colaboradores da TECNISA em particular, bem como os demais Integrantes, devem se pautar pelos valores da Companhia, listados a seguir, al�m de assegurar n�veis m�ximos de profissionalismo, seriedade, compet�ncia, lealdade e dilig�ncia.
"Conduzimos nossos neg�cios de forma transparente e �ntegra. Pautamos nossas a��es pelos mais altos padr�es profissionais. Cumprimos o que prometemos. N�o garantimos que n�o vamos cometer erros, mas garantimos que sempre vamos corrigi-los e aprender com eles."
"Pensamos e agimos como donos do neg�cio, garimpando todas as oportunidades que aparecem no mercado. Somos comprometidos, persistentes, proativos e assumimos riscos de forma respons�vel. Agimos com cordialidade e respeito; temos senso de urg�ncia e pontualidade. Lideramos com exemplos."
"Somos obstinados pela busca de resultados, pois s�o eles que garantem o retorno sobre nossos investimentos, a satisfa��o dos acionistas e a remunera��o dos Colaboradores. Por meio deles, viabilizamos o crescimento, o sucesso e a perenidade do nosso neg�cio."
"Recompensamos e proporcionamos oportunidades para que as pessoas cres�am na raz�o direta de seus resultados, avaliados de forma clara, objetiva e completa."
"Recrutamos, retemos e desenvolvemos os melhores profissionais, que tenham entusiasmo, pr�-atividade e trabalhem duro. Trabalhamos em equipe num ambiente aberto a questionamentos e sugest�es, com a autoestima elevada para desenvolver todo o nosso potencial criativo."
• Excel�ncia e Qualidade
"Mantemos nossa obstina��o pelas coisas bem feitas e pela busca dos mais altos padr�es de qualidade. Desenvolvemos e implantamos padr�es de excel�ncia em tudo o que fazemos. Isso est� em nosso DNA. Trabalhamos duro para entregar produtos e servi�os de alta qualidade e dentro dos prazos acordados."
2. No trato com fornecedores, parceiros, clientes e funcion�rios destes, os Colaboradores e Integrantes devem ainda comportar-se de forma correta, cort�s, acess�vel, dispon�vel e conscienciosa.
3. Os Colaboradores e Integrantes devem executar ou promover todas as medidas ao seu alcance para a defesa dos interesses da TECNISA e dos seus clientes.
Artigo 6 - Princ�pio da igualdade de tratamento
1. Os Colaboradores e Integrantes devem assegurar igualdade de tratamento a todos os fornecedores, parceiros e clientes da TECNISA.
2. De modo a garantir o princ�pio de igualdade, todos os Colaboradores e Integrantes est�o expressamente proibidos de manter rela��o comercial, como representante da TECNISA ou controladas, com fornecedores, parceiros ou clientes em que ele pr�prio ou familiar tenha interesse ou participa��o direta ou indireta, sem autoriza��o do superior hier�rquico, em n�vel de Diretoria ou seu equivalente.
3. Os Colaboradores que detenham ou adquiram direta ou indiretamente uma participa��o num parceiro de neg�cios da TECNISA ou numa empresa da qual a TECNISA detenha a��es dever� comunicar este fato ao superior hier�rquico, em n�vel de Diretoria ou seu equivalente, caso possua uma rela��o comercial com o parceiro de neg�cio ou a empresa no desempenho de suas responsabilidades oficiais ou caso detenha uma posi��o nessa mesma empresa.
4. No caso das participa��es em empresas cotadas em bolsa, esta regra aplica-se apenas se a participa��o for superior a 5% do capital total.
5. Uma vez comunicada uma participa��o numa empresa terceira, a TECNISA poder� tomar as medidas adequadas para eliminar quaisquer conflitos de interesses.
Artigo 7 - Dever de lealdade
1. Para os Colaboradores da TECNISA, o dever de lealdade implica n�o s� o adequado desempenho das tarefas que lhes s�o atribu�das pelos seus superiores, o cumprimento das instru��es destes �ltimos e o respeito pelos canais hier�rquicos apropriados, mas tamb�m a transpar�ncia e abertura no trato pessoal com superiores e colegas.
2. Os Colaboradores e Integrantes da TECNISA devem manter outros colegas intervenientes interados no mesmo assunto e dos trabalhos em curso, bem como permitir-lhes dar a respectiva contribui��o, n�o lhes sonegando informa��es que possam prejudicar a execu��o dos mesmos.
3. S�o contr�rios ao tipo de lealdade que se espera dos Colaboradores e Integrantes (i) a n�o revela��o a superiores e colegas de informa��es que possam afetar o andamento e resultado dos trabalhos, sobretudo com o intuito de obter vantagens pessoais, (ii) o fornecimento de informa��es falsas, inexatas ou exageradas, (iii) a recusa em colaborar com os colegas e (iv) a demonstra��o de uma atitude de obstru��o.
4. Espera-se que os Colaboradores e Integrantes que desempenhem fun��es de dire��o, coordena��o e chefia, sejam exemplares e instruam as suas equipes de uma forma clara e compreens�vel.
5. Todos os Colaboradores gestores t�m de merecer o respeito por meio do exemplo da sua conduta pessoal, desempenho, abertura de esp�rito e compet�ncias sociais, devendo destacar a import�ncia de uma conduta �tica e transparente, fazendo delas t�pico habitual das atividades di�rias e promovendo-as por meio de lideran�a pessoal e forma��o.
6. Os Colaboradores gestores dever�o conceder aos seus Colaboradores subalternos o m�ximo poss�vel de responsabilidades e margem de manobra, definindo com toda a clareza que devem garantir a conformidade, sempre e em todas as circunst�ncias, mantendo-se acess�veis caso os Colaboradores pretendam expressar as suas preocupa��es, colocar quest�es ou debater um problema profissional ou pessoal.
Artigo 8 - Dever de sigilo e colabora��o com entidades externas
1. � dever fundamental dos Colaboradores e Integrantes o cumprimento e respeito pelo segredo profissional e pelo sigilo banc�rio, ou seja, os Colaboradores e Integrantes devem guardar sigilo sobre todos os servi�os e neg�cios existentes com os clientes, bem como sobre fatos ou informa��es, relativos aos mesmos clientes, a TECNISA, a outros Colaboradores, parceiros ou a terceiros, cujo conhecimento lhes advenha do exerc�cio das suas fun��es.
2. Os Colaboradores devem prestar �s autoridades policiais, �s autoridades judiciais e �s autoridades de supervis�o da CVM, ou outras, toda a colabora��o necess�ria que for exig�vel, nos termos da lei.
Artigo 9 - Presta��o de Servi�os a Terceiros
1. Os Colaboradores n�o podem, em princ�pio, exercer atividade remunerada paralela ou concorrente � exercida na TECNISA ou controladas. Poder�o ser admitidos e tratados como exce��o os casos em que:
a natureza do trabalho seja distinta daquela exercida nas empresas do Grupo TECNISA;
a atividade n�o seja exercida durante o per�odo de trabalho e n�o afete o desempenho do Colaborador nas empresas do Grupo TECNISA, e tampouco utilize infraestrutura e/ou informa��es desta ou de seus participantes.
2. Em qualquer caso, h� necessidade de autoriza��o espec�fica da Diretoria da �rea.
3. O exerc�cio de atividade n�o remunerada, tal como a participa��o em entidades filantr�picas, deve ser informado ao superior hier�rquico do Colaborador.
Artigo 10 - Deveres de conduta interna
S�o deveres fundamentais de conduta interna, para Colaboradores e Integrantes:
Contribuir para o bom-nome, harmonia e respeito pela imagem da empresa;
Zelar pelo patrim�nio material da TECNISA, preservando os materiais, instrumentos de trabalho, a seguran�a das instala��es, m�veis, equipamentos e softwares disponibilizados para uso; os recursos de inform�tica (desktop, notebooks, impressoras, etc.) que contenham informa��es da TECNISA, de clientes, parceiros e fornecedores, sendo que estes dever�o ser utilizados de forma restrita com base nas normas de Seguran�a estabelecidas, pelo Escrit�rio de Seguran�a Corporativa;
Utilizar recursos, de hardware e software, disponibilizados pelo departamento de Inform�tica, para atender exclusivamente a realiza��o do trabalho para a TECNISA, de acordo com as normas internas;
Observar as normas internas e as pr�ticas administrativas em vigor na TECNISA;
O cumprimento das ordens dadas pela hierarquia ou as instru��es da Administra��o, cujo conhecimento advenha por qualquer forma;
Encerrar imediatamente qualquer conduta il�cita praticada por Colaboradores diretamente ou indiretamente sujeitos � sua fiscaliza��o ou dire��o e no exerc�cio das suas fun��es;
Comunicar de imediato � sua chefia hier�rquica ou ao Comit� de �tica e Seguran�a da TECNISA qualquer conduta que viole, ou seja, suscet�vel de violar o disposto no presente C�digo de Conduta ou nas leis. Esta comunica��o ser� mantida em sigilo de autoria;
Conservar e manter em perfeita organiza��o todos os elementos e documentos relacionados com a atividade profissional;
Aplicar prontamente todas as recomenda��es geradas por normas internas ou publicadas como Manuais de procedimentos espec�ficos da TECNISA, com aten��o especial as relativas � seguran�a da informa��o, mantendo sempre a pol�tica de tela limpa ao se afastar do seu posto de trabalho e mesa limpa ao final do seu expediente;
Garantir, no exerc�cio da sua atividade, a minimiza��o dos riscos da atividade da TECNISA;
Respeitar e aplicar fielmente as metodologias e normas repassadas pela TECNISA;
Promover a coopera��o e o respeito m�tuo entre colegas;
N�o utilizar, indevidamente, bens da TECNISA em proveito pr�prio;
N�o aceitar nenhuma procura��o ou mandato pessoal, salvo nos casos expressamente autorizados pela Administra��o;
Abster-se de conceder a qualquer �rg�o de comunica��o, informa��es, entrevistas ou opini�es relativas � atividade da TECNISA, por iniciativa pr�pria ou a pedido dos meios de comunica��o, sem que para isso tenham obtido autoriza��o pr�via da Administra��o, da Assessoria de Imprensa e do Escrit�rio de Seguran�a Corporativa acumulativamente;
Tratar os clientes de uma forma educada, prest�vel, cordial e no cumprimento de todos os C�digos, Manuais e Procedimentos da empresa referentes a regras, comerciais, �ticas e morais; e
Utilizar com restri��o e razoabilidade os equipamentos e meios de comunica��o da TECNISA (telefone, e-mail, internet e outros) para comunicados e contatos pessoais, n�o podendo a internet ser utilizada para transmiss�o ou recep��o de informa��es ofensivas, agressivas, pornogr�ficas, sobre posicionamentos pol�ticos, religiosos ou outros.
Artigo 11 - Outros deveres de conduta
1. Os Colaboradores n�o est�o autorizados a utilizar suas fun��es para incitar, exigir, aceitar, obter ou receber promessas de benef�cios.
1.1 A previs�o acima n�o se aplica � aceita��o de presentes ocasionais de valor puramente simb�lico nem de refei��es ou eventos de entretenimento de valor razo�vel, em coer�ncia com os usos e costumes locais e as pol�ticas da TECNISA. Quaisquer outros presentes, refei��es ou eventos de entretenimento t�m de ser recusados.
2. No �mbito privado, os Colaboradores dever�o abster-se de utilizar a sua posi��o na hierarquia ou na estrutura da TECNISA para obter qualquer vantagem, para si pr�prio, para a sua fam�lia ou para quaisquer terceiros.
3. No intuito de salvaguardar os direitos dos Colaboradores, estes devem avisar o departamento de Recursos Humanos sempre que ocorra alguma altera��o relativa ao seu estado civil, encargos familiares ou mudan�a de resid�ncia, fornecendo, sempre que solicitado, c�pia leg�vel dos seus documentos.
4. Toda a informa��o prestada pelos Colaboradores a TECNISA dever� ser rigorosa e verdadeira. Todas ser�o tratadas com confidencialidade.
Artigo 12 - Negocia��o de Valores Mobili�rios
1. Fica vedado aos Colaboradores e Integrantes negociar t�tulos e valores mobili�rios emitidos pela TECNISA e suas controladas, incluindo eventuais recibos de dep�sitos (ADRs) (em conjunto, "Valores Mobili�rios"), sempre que estejam cientes da exist�ncia de informa��o privilegiada, ato ou fato relevante n�o divulgado publicamente que possa provocar efeito nos pre�os dos Valores Mobili�rios da Companhia.
1.1. Informa��es privilegiadas s�o quaisquer informa��es espec�ficas sobre a TECNISA ou outro emissor de instrumentos financeiros cujos pre�os dependam direta ou indiretamente dos t�tulos da TECNISA (insider securities), que n�o sejam do conhecimento geral e que, caso se tornassem p�blicas, produziriam provavelmente um efeito significativo sobre o pre�o da insider security.
1.2. As informa��es privilegiadas podem ser obtidas no �mbito das fun��es e responsabilidades desempenhadas pelo Colaborador ou inadvertidamente, e incluem, mas n�o se limitando a, informa��es n�o p�blicas sobre, por exemplo:
resultados financeiros;
planos ou or�amentos financeiros;
altera��es de dividendos;
fus�es ou aquisi��es de import�ncia;
aliena��es;
adjudica��es de contratos ou planos estrat�gicos de particular import�ncia;
grandes desenvolvimentos em casos de contencioso;
altera��es de grande escala ao n�vel de gest�o, joint ventures e grandes contratos de neg�cios; ou
rela��es de neg�cio.
2. Fica tamb�m vedada a negocia��o com Valores Mobili�rios no per�odo de 15 (quinze) dias anterior � divulga��o das informa��es trimestrais (ITRs) e das demonstra��es financeiras (DFPs) ou sempre que o Diretor de Rela��o com Investidores determinar per�odos de impedimento � negocia��o.
3. Est�o sujeitos �s regras de negocia��o com Valores Mobili�rios previstas neste C�digo de Conduta todos os Colaboradores e Integrantes, e as pessoas a eles ligadas, entendidas estas como o c�njuge ou companheiro(a) do Colaborador e os dependentes inclu�dos nas respectivas declara��es de imposto de renda, bem como as pessoas jur�dicas sobre as quais o Colaborador e/ou as pessoas a ele ligadas exer�am poder de influ�ncia.
4. Tamb�m ser� considerado como pessoa ligada o fundo de investimento em que o Colaborador, ou pessoas a ele ligadas, tenha poder de influir nas decis�es de investimento tomadas pelo administrador ou pelo gestor do fundo.
5. Os Colaboradores e Integrantes que possuam informa��es privilegiadas n�o podem recomendar a terceiros a aquisi��o ou a aliena��o de t�tulos, com base nas informa��es privilegiadas, nem de outro modo induzir terceiros a faz�-lo.
Artigo 13 - Inj�rias, Difama��o e Discrimina��o
1. � proibida a todos os Colaboradores e Integrantes a pr�tica de qualquer forma de difama��o.
2. Entende-se por difama��o quem, dirigindo-se a terceiro, imputar a outra pessoa, mesmo sob a forma de suspeita, um fato, ou formular sobre ela um ju�zo, ofensivo da sua honra ou considera��o, ou reproduzir tal imputa��o ou ju�zo.
3. � proibido a todos os Colaboradores praticarem qualquer tipo de inj�ria a um terceiro, imputando-lhe fatos, mesmo sob a forma de suspeita, ou dirigindo-lhe palavras, ofensivas da sua honra ou considera��o.
4. � vedado submeter outros Colaboradores a intimida��es, ass�dio sexual, moral, intelectual ou constrangimento de qualquer natureza.
5. Todos os Colaboradores e Integrantes dever�o respeitar a dignidade pessoal, a privacidade e os direitos individuais de cada um, sem qualquer diferencia��o de cunho �tnico, cultural, religioso, et�rio, de capacidade, racista, de identidade sexual e de vis�o do mundo, n�o sendo tolerada qualquer discrimina��o contra qualquer pessoa com base nestas caracter�sticas nem qualquer ass�dio ou comportamento ofensivo, de car�ter sexual ou pessoal.
6. A viola��o de qualquer um dos deveres decorrentes do presente artigo, aplicados tanto internamente como na rela��o com parceiros externos, constitui falta disciplinar grav�ssima.
Artigo 14 - Lavagem de Dinheiro
1. Todos os Colaboradores e Integrantes da TECNISA dever�o empreender seus maiores esfor�os para evitar a lavagem de dinheiro. Que � o processo de disfar�ar a natureza e a origem de dinheiro associado a uma atividade criminosa, integrando o "dinheiro sujo" no fluxo comercial, de modo a que pare�a leg�timo ou a que n�o seja poss�vel identificar a sua verdadeira origem.
2. Todos os Colaboradores e Integrantes da TECNISA t�m de estar atentos e comunicar comportamentos suspeitos da parte de clientes, consultores e parceiros de neg�cios, tendo de cumprir todos os requisitos de contabilidade, manuten��o de registros e relato financeiro aplic�veis aos ativos l�quidos e aos pagamentos associados a outras transa��es e contratos.
Artigo 15 - Concorr�ncia Desleal e Lei Antitruste
1. Todos os Colaboradores e Integrante dever�o cumprir as regras de concorr�ncia leal, permitindo a livre evolu��o dos mercados, com os correspondentes benef�cios sociais.
2. � vedado aos Colaboradores quaisquer atos vedados pela lei antitruste, incluindo mas n�o se limitando a estabelecer acordos com concorrentes no sentido de n�o competir, restringir neg�cios com fornecedores, apresentar ofertas fict�cias no �mbito de propostas ou repartir clientes, mercados, territ�rios ou programas de empreendimentos.
3. Os Colaboradores e Integrantes n�o poder�o obter informa��es confidenciais da concorr�ncia utilizando meios de espionagem industrial, suborno, furto ou intercepta��o de informa��o por via eletr�nica, nem comunicar informa��es conscientemente falsas sobre um concorrente ou os seus produtos e servi�os.
Artigo 16 - Trabalho Infantil
1. A TECNISA n�o utiliza trabalho infantil, devendo os Colaboradores se certificarem de que os Integrantes seguem o mesmo princ�pio.
Se��o III - Informa��es
Artigo 17 - Informa��es a clientes e/ou representantes destes
1. Os Colaboradores e Integrantes devem informar os clientes de acordo com o previsto na lei ou quando tal tenha sido unilateralmente ou contratualmente estabelecido pela TECNISA.
2. Qualquer informa��o prestada dever� ser rigorosa, completa, verdadeira, atual, clara, objetiva, l�cita e devidamente autorizada.
3. A extens�o e a profundidade da informa��o devem ter a necess�ria conformidade e classifica��o de seguran�a e ser adequada face ao grau de conhecimento, de experi�ncia e de expectativas do cliente e/ou seus representantes.
Artigo 18 - Informa��es dos clientes
1. Os Colaboradores e Integrantes da TECNISA n�o podem revelar ou utilizar informa��es sobre fatos ou elementos referentes � vida da empresa ou �s rela��es desta com os seus clientes cujo conhecimento lhes advenha exclusivamente do exerc�cio das suas fun��es ou da presta��o dos seus servi�os.
2. O dever supra referido no item 1 n�o cessa com o t�rmino de fun��es ou servi�os.
3. Os fatos referidos no item 1 s� podem ser revelados:
A TECNISA; ou
Quando a lei o obrigue.
4. O envio de qualquer documenta��o ou correspond�ncia a clientes dever� ser realizado com prud�ncia e rigor na identifica��o do destinat�rio.
5. Os Colaboradores e Integrantes que trabalhem com dados pessoais devem respeitar os princ�pios legais aplic�veis, devendo, em especial, abster-se de tratar dados pessoais para fins n�o autorizados pela finalidade da recolha ou de transmiti-los a pessoas n�o autorizadas.
Se��o VI - Atendimento
Artigo 19 - Atendimento direto a clientes e/ou Colaboradores de clientes, fornecedores e parceiros.
1. O Colaborador, ao atender, diretamente um cliente e/ou funcion�rios de clientes, fornecedores e parceiros deve olhar as pessoas diretamente, mostrar-se atento, am�vel e acolhedor, bem como trat�-las pelos t�tulos que utilizem, se o Colaborador os conhecer, e subsidiariamente utilizar o tratamento de "Senhor" ou "Senhora", consoante o sexo do interlocutor, confirmar se est� a ouvindo e verificar se compreende bem o cliente e/ou funcion�rios de clientes, fornecedores e parceiros.
2. Os Colaboradores e Integrantes n�o podem utilizar documentos de identifica��o pessoal que n�o tenham sido emitidos pela TECNISA.
3. Sugerir aos clientes da TECNISA sempre que poss�vel, as melhores solu��es e apontar alternativas pertinentes aos produtos e servi�os da TECNISA como primeira alternativa;
4. Os Colaboradores n�o podem praticar qualquer tipo de discrimina��o, em especial, com base na ra�a, sexo, idade, incapacidade f�sica, prefer�ncia sexual, opini�es pol�ticas, ideias filos�ficas ou convic��es religiosas.
5. Os Colaboradores devem demonstrar sensibilidade e respeito m�tuo e abster-se de qualquer comportamento tido como ofensivo por outra pessoa.
6. No caso de atendimento telef�nico, al�m das determina��es aplic�veis elencadas acima, o Colaborador dever� demonstrar sempre cortesia, compreens�o e disponibilidade, identificando-se prontamente como Colaborador da TECNISA.
Artigo 20 - Recep��o de uma reclama��o
1. Qualquer Colaborador ou Integrante que receber uma reclama��o oral, telef�nica ou pessoal, deve seguir os seguintes procedimentos �ticos:
Ouvir sem interromper;
N�o se desculpar ou culpar outros elementos da empresa;
Resumir o que ouviu e transmitir a sua vontade de ajudar;
Apresentar alternativas e solu��es;
Olhar para as pessoas diretamente e mostrar-se atento, am�vel e acolhedor;
Tratar as pessoas pelos seus nomes;
N�o responder a linguagem de conflito;
Manter o timbre de voz est�vel e equilibrado em qualquer circunst�ncia.
2. Caso o Colaborador n�o consiga resolver a situa��o, deve report�-la de imediato ao superior hier�rquico que dever� tomar as medidas necess�rias.
3. No caso da recep��o de uma reclama��o escrita, seja qual for a sua proveni�ncia, deve � mesma ser remetida de imediato para o Departamento Respons�vel pela reclama��o do Cliente, que a tratar� de acordo com os Procedimentos em vigor na empresa.
Se��o V - Apresenta��o
Artigo 21 - Vestu�rio
1. Todos os Colaboradores e Integrantes devem adotar, no exerc�cio das suas fun��es uma imagem, comportamento e atitudes que n�o seja sob nenhuma forma prejudicial � imagem da TECNISA.
2. Os Colaboradores e Integrantes obrigam-se a apresentarem-se com elevado aprumo e a cuidar da sua apresenta��o e higiene pessoal.
3. O vestu�rio a se utilizar deve ser discreto e formal, adaptado � imagem da empresa.
4. Os Colaboradores e Integrantes que desempenhem fun��es em contato direto com o p�blico dever�o ter um especial cuidado.
5. Os Colaboradores e Integrantes que n�o desempenhem fun��es em contato direto com o p�blico poder�o, �s sextas-feiras, utilizar um vestu�rio tipo "business casual", desde que n�o tenham nesse dia qualquer reuni�o previamente agendada com clientes ou outras entidades externas.
Artigo 22 - San��es Disciplinares
1. Quando a TECNISA tiver conhecimento de procedimentos, por parte dos Colaboradores e Integrantes que representem viola��o �s Normas Internas e deste C�digo, o assunto ser� encaminhado � Comiss�o de �tica e Seguran�a da TECNISA que analisar� o caso e tomar� as medidas disciplinares cab�veis.
2. O Colaborador ou Integrante ser� notificado formalmente pela TECNISA para apresentar defesa, sob pena de serem considerados verdadeiros os fatos imputados.
3. Os procedimentos adotados em casos de viola��o deste C�digo ser�o conduzidos pela Comiss�o de �tica e Seguran�a, a quem cabe tamb�m a recomenda��o final das respectivas san��es para aprova��o da Diretoria.
4. As penalidades aplic�veis aos Colaboradores resumem-se em advert�ncia, suspens�o tempor�ria, afastamento definitivo e responsabiliza��o civil ou penal, se for o caso, conforme segue:
• Falta: Ser� considerada falta � viola��o de qualquer artigo deste c�digo que a crit�rio da Comiss�o de �tica e Seguran�a da TECNISA, embora tenha ocorrido, n�o trouxe maiores preju�zos financeiros ou � imagem da empresa.
Penalidade: Advert�ncia formal ou suspens�o tempor�ria a crit�rio da comiss�o e com autoriza��o da Diretoria.
• Falta Grave: Ser� considerada falta grave a viola��o de qualquer artigo deste c�digo que a crit�rio da Comiss�o de �tica e Seguran�a da TECNISA, que trouxer pequenos preju�zos financeiros ou � imagem da empresa ou se houver reincid�ncia de alguma falta cometida anteriormente.
Penalidade: suspens�o tempor�ria com autoriza��o da Diretoria.
• Falta Grav�ssima: Ser� considerada falta grav�ssima a viola��o de qualquer artigo deste c�digo que a crit�rio da Comiss�o de �tica e Seguran�a da TECNISA, trouxer grandes preju�zos financeiros ou � imagem da empresa ou se houver reincid�ncia de alguma falta grave cometida anteriormente.
Penalidade: afastamento definitivo com autoriza��o da Diretoria.
Para efeito dos Integrantes (terceiros, fornecedores e parceiros) a TECNISA far� as mesmas sugest�es de penalidade aos representantes da Pessoa Jur�dica da organiza��o aonde participar o Integrante. Caso as imputa��es n�o sejam aceitas, a TECNISA reserva-se o direito de excluir o Integrante do seu quadro e das suas atividades na organiza��o.
Artigo 23 - Entrada em vigor
1. O presente C�digo de Conduta vigorar� por tempo indeterminado, competindo a TECNISA a sua revis�o sempre que o entender, e dentro dos limites exig�veis.
2. O presente C�digo de Conduta entra em vigor em 23 de Abril de 2012.
Comiss�o de �tica e Seguran�a
A Comiss�o de �tica e Seguran�a dever� ser comunicado para an�lise e delibera��o das ocorr�ncias ou de qualquer fato que possa caracterizar a viola��o das diretrizes deste C�digo, por funcion�rios, fornecedores, prestadores de servi�os, clientes ou outros sujeitos pass�veis de relacionamento com a TECNISA. Toda comunica��o dever� ser encaminhada por e-mail para eticaesegura@tecnisa.com.br.
�ltima Atualiza��o: 17 de abril de 2014

References: Artigo 1

Artigo 2

Artigo 3

Artigo 4

Artigo 5

Artigo 6

Artigo 7

Artigo 8

Artigo 9

Artigo 10

Artigo 11

Artigo 12

Artigo 13

Artigo 14

Artigo 15

Artigo 16

Artigo 17

Artigo 18

Artigo 19

Artigo 20

Artigo 21

Artigo 22

Artigo 23