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Timestamp: 2019-08-18 20:30:02+00:00

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2_Artigo Publicado Na Revista Brasileira de Contabilidade
Depreciaes, Amortizaes e Exaustes: redues de valor de ativos, em virtude de desgaste pelo uso, ao da natureza, superao tecnolgica, exerccio de direitos, ou esgotamento de reservas minerais/ florestais. Para bens materiais Para bens imateriais depreciao. amortizao. exausto.
Aula 6: Depreciao Amortizao Exausto
Para recursos minerais/ florestais
Art. 183, Lei 6.404/76 No balano, os elementos do ativo sero avaliados segundo os seguintes critrios: V - os direitos classificados no imobilizado, pelo custo de aquisio, deduzido do saldo da respectiva conta de depreciao, amortizao ou exausto; VI - o ativo diferido, pelo valor do capital aplicado, deduzido do saldo das contas que registrem a sua amortizao. VII- os direitos classificados no intangvel, pelo custo incorrido na aquisio, deduzido do saldo da respectiva conta de amortizao;
2 A diminuio de valor dos elementos do ativo imobilizado e intangvel ser registrada periodicamente nas contas de:
a) depreciao, quando corresponder perda do valor dos direitos que tm por objeto bens fsicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, ao da natureza ou obsolescncia; b) amortizao, quando corresponder perda do valor do capital aplicado na aquisio de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existncia ou exerccio de durao limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilizao por prazo legal ou contratualmente limitado;
c) exausto, quando corresponder perda do valor, decorrente da sua explorao, de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa explorao.
II revisados e ajustados os critrios utilizados para determinao da vida til econmica estimada e para clculo da depreciao, exausto e amortizao. DEPRECIAO reduo de valor dos bens tangveis que integram o ativo imobilizado, em decorrncia de desgaste ou perda de utilidade pelo uso, ao da natureza e obsolescncia. Lanamento Contbil D- Despesa (ou Custo) com Depreciao C- Depreciao Acumulada
3o A companhia dever efetuar, periodicamente, anlise sobre a recuperao dos valores registrados no imobilizado e no intangvel, a fim de que sejam: I registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver deciso de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que no podero produzir resultados suficientes para recuperao desse valor; ou
Vedaes a Depreciao Legislao IR Terrenos, salvo em relao a benfeitorias e construes; Bens que aumentam de valor com o tempo (Ex.: como antiguidades e obra de arte); Bens para os quais sejam registradas quotas de amortizao ou exausto; Prdios ou construes no alugados, nem utilizados na produo de bens ou servios, destinados venda. +
BASE DE CALCULO DA DEPRECIAO DE UM BEM
Custo de Aquisio Gastos necessrios para colocao do bem em funcionamento Valor Residual Base de Calculo da Depreciao
Inicio da Depreciao: A depreciao de um bem contada a partir do ms que o bem for instalado, posto em funcionamento ou em condies de produzir, independente do dia do ms, isto , conta-se o primeiro ms integralmente, qualquer que seja o dia.
Antes: Regulamento do IR ( art. 305 a 323 RIR/99), Determinava as contas sujeitas a depreciao, fixando taxas, prazos e critrios Depois: Lei 11.638/07 Prevalece para determinar as quotas de depreciao o prazo de vida til econmica do bem. ( Art. 183, 3) A vida til de um ativo definida em termos da utilidade esperada do ativo para a entidade, portanto, a vida til de um ativo pode ser menor do que a sua vida econmica. A estimativa da vida til do ativo uma questo de julgamento baseado na experincia da entidade com ativos semelhantes.
Conceitos Importantes Vida til (v.u) Curso de Contabilidade - Prof. Germana Chaves (a) o perodo de tempo durante o qual a entidade espera utilizar o ativo; ou (b) o nmero de unidades de produo ou de unidades semelhantes que a entidade espera obter pela utilizao do ativo o valor estimado que a entidade obteria com a venda do ativo, aps deduzir as despesas estimadas de venda, caso o ativo j tivesse a idade e a condio esperadas para o fim de sua vida til. o custo de um ativo ou outro valor que substitua o custo, menos o seu valor residual custo de aquisio (-) depreciao acumulada (-) proviso desvalorizao do ativo
Critrio Contbil a Adotar Para fins contbeis, no se deve simplesmente adotar e aceitar as taxas de depreciao fixadas como mxima pela legislao fiscal , ou seja, deve-se fazer uma analise criteriosa dos bens que formam seu imobilizado e estimar sua vida til e seu valor residual, considerando suas caractersticas tcnicas. Quando determinado bem tiver vida til provvel diferente da permitida fiscalmente, deve-se adotar a vida til estimada como base para registro da depreciao na contabilidade, e a diferena entre tal depreciao e a aceita fiscalmente deve ser lanada como ajuste no livro LALUR.
Manual de Contabilidade Societria FIPECAFI PAG. 248
Valor residual (v.r)
Valor deprecivel (v.d) Valor contbil
Dec. 3000/99 RIR Art. 309. A quota de depreciao registrvel na escriturao como custo ou despesa operacional ser determinada mediante a aplicao da taxa anual de depreciao sobre o custo de aquisio dos bens depreciveis (Lei n 4.506, de 1964, artigo 57, 1). 1 A quota anual de depreciao ser ajustada proporcionalmente no caso de perodo de apurao com prazo de durao inferior a doze meses, e de bem acrescido ao ativo, ou dele baixado, no curso do perodo de apurao. 2 A depreciao poder ser apropriada em quotas mensais, dispensado o ajuste da taxa para os bens postos em funcionamento ou baixados no curso do ms.
TAXAS DE DEPRECIAO:
BEM Edifcios e Benfeitorias Mquinas e Equipamentos Instalaes Mveis e Utenslios Veculos de passageiro e carga Computadores e Perifricos Tratores Taxa Anual 4% 10% 10% 10% 20% 20% 25% Anos de Vida til 25 10 10 10 5 5 4
METODO DAS QUOTAS CONSTANTES OU MTODO LINEAR A depreciao pode ser calculada de duas formas:
FIQUE ATENTO! permitida pelo fisco a adoo de taxas diferentes s mximas permitidas, desde que haja comprovao por laudo pericial do Instituto Nacional de Tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa cientfica ou tecnolgica (art. 310, 2, RIR/99).
1) Aplicando-se uma taxa constante durante o tempo de vida til estimado para o bem. 100% Taxa constante = de depreciao tempo de vida til Depreciao = Taxa constante x valor deprecivel do bem 2) Dividindo-se o valor a ser depreciado pelo tempo de vida til. Depreciao = Valor deprecivel tempo de vida til
Ex1: Custo do bem: R$ 10.000,00 Vida til estimada: 5 anos Tempo de uso: 3 anos 1) Qual a taxa constante? 100% 20% a.a = 5 2) Qual o encargo de depreciao? Taxa constante = Encargo de depreciao (anual) = 10.0000 x 20% = 2.000 OU 10.000 = 2.000 5 3) Depreciao acumulada (D/ac)? (D/Ac) = 2.000 x 3 = 6.000 OU 20% x 3 = 60% 10.000 x 60% = 6.000
4) Qual o Valor Contbil? Custo de aquisio (-) Dep. acumulada = Valor contbil 10.000 (-) 6.000 = 4.000,00 Observao 1: A despesa com depreciao (conta de resultado) anual. Observao 2: A depreciao acumulada (conta patrimonial): acumula as depreciaes desde aquisio e funcionamento do bem.
Mtodo Decrescente: perda maior no incio da vida til do bem e menor ao seu final. Ex. Custo do bem: R$ 6.000,00 Vida til estimada: 5 anos Mtodo Crescente: perda menor no incio da vida til do bem e maior ao seu final.
Quotas Decrescentes Frao Depreciao Anual 5/15 x 6.000,00 2.000,00 4/15 x 6.000,00 1.600,00 3/15 x 6.000,00 1.200,00 2/15 x 6.000,00 800,00 1/15 x 6.000,00 400,00
Soma dos algarismos que compem o nmero de anos da vida til: 1 + 2 + 3 + 4 + 5= 15 (denominador da frao)
Quotas Crescentes Ano Frao Depreciao Anual 1 1/15 x 6.000,00 400,00 2 2/15 x 6.000,00 800,00 3 3/15 x 6.000,00 1.200,00 4 4/15 x 6.000,00 1.600,00 5 5/15 x 6.000,00 2.000,00
Tipos de Depreciao
Normal: o bem utilizado em apenas um turno de 8 horas dirias, sendo o calculo realizado com base na taxa normal de depreciao. Acelerada: o bem utilizado em mais de um turno de 8 horas dirias, devendo a taxa normal de depreciao do bem ser multiplicada por um coeficiente. Pode ser usada em duas situaes:
1) Incentivada: Quando o Governo concede incentivos fiscais, com o objetivo de estimular as empresas a implantao, renovao ou modernizao de seu parque produtivo (depreciao acelerada incentivada).
2) Normal: Quando o bem utilizado em mais de um turno. Nesse caso, consideram-se os seguintes coeficientes (limites admitidos pela legislao fiscalRIR/99): Turno 8hs 16 hs 24 hs Coeficiente 1,0 1,5 2,0
Cuidado! aplicvel exclusivamente a bens mveis.
Ex: Um veculo de R$ 12.000,00 com vida til estimada em cinco anos, operando durante 16 horas dirias, ter como quota de depreciao anual: Vida til estimada: 5 anos Taxa constante anual = 100% = 20% a.a 5 Uso 16h/dia = coeficiente de depreciao acelerada = 1,5 Taxa constante anual = 20% x 1,5 = 30% a.a Encargo de depreciao (anual) = 12.000 x 30% = 3.600
Bens Usados Para a depreciao de bens adquiridos usados, a legislao fiscal estabelece que sejam considerados os seguintes critrios, devendo ser adotado o que apresentar maior prazo de vida til entre eles: 1) metade da vida til que seria admitida para aquele bem, se adquirido novo; 2) o restante da vida til daquele bem, considerado o tempo decorrido desde o incio de sua utilizao, pelo primeiro proprietrio.
Ex.: Uma empresa adquiriu um veculo usado, no valor de R$ 9.000,00, de outra empresa que j havia utilizado o bem durante 2 anos.
OBSERVAO 1: As seguintes normas devem ser observadas, com relao depreciao de: Edificaes e construes: 1) A depreciao deve ser registrada a partir da concluso da obra e do inicio da utilizao do bem; 2) O valor das edificaes deve estar destacado do valor do custo de aquisio do terreno, admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial. 3) Prdios ou construes no alugados nem utilizados pelo proprietrio na produo de seus rendimentos no sofrem depreciao.
Teste da 1a. Hiptese 5/2 = 2,5 anos. Teste da 2a. Hiptese 5 2 = 3 anos Vida til do bem usado: 3 anos (a maior dos testes) Logo: Encargo de depreciao: R$ 9.000/3 = R$ 3.000,00 a.a
OBSERVAO 2: As seguintes normas devem ser observadas, com relao depreciao de: Benfeitorias em Imveis de terceiros: 1. Se restituveis representam um direito; 2. Se no restituveis sero ativadas e: a) sofrero depreciao se o tempo de locao for por prazo indeterminado b) sofrero amortizao se o tempo de locao for por prazo determinado
CPC 27- Imobilizado
O custo de um item do ativo imobilizado compreende: a) seu preo de aquisio, acrescido de impostos de importao e impostos no recuperveis sobre a compra, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos; b) quaisquer custos diretamente atribuveis para colocar o ativo no local e condio necessrias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma pretendida pela administrao; c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoo do item e de restaurao do local (stio) no qual este est localizado. Tais custos representam a obrigao em que a entidade incorre quando o item adquirido ou como conseqncia de us-lo durante determinado perodo para finalidades diferentes da produo de estoque durante esse perodo.
Gastos relacionados ao ativo imobilizado:
a) Gastos de capital = iro beneficiar mais de um exerccio social e devem ser adicionados ao valor do ativo imobilizado. Ex. custo de instalao, montagem b) Gastos do perodo = despesas = beneficiam somente um exerccio e so necessrios para manter o imobilizado em condies de operar, no lhe aumentando o valor. No geram benefcios econmicos futuros para entidade. Ex. Manuteno e reparo.
FIQUE ATENTO! Legislao Fiscal permite abater como despesa operacional do perodo, o custo de aquisio de bens do Imobilizado, se o valor unitrio no ultrapassar R$ 326,61 ou o prazo de vida til no exceder um ano. (art. 301 RIR/99)
DEPRECIAO 49. A depreciao do perodo deve ser normalmente reconhecida no resultado. No entanto, por vezes os benefcios econmicos futuros incorporados no ativo so absorvidos para a produo de outros ativos. Nesses casos, a depreciao faz parte do custo de outro ativo, devendo ser includa no seu valor contbil.
Valor deprecivel e perodo de depreciao 52. A depreciao reconhecida mesmo que o valor justo do ativo exceda o seu valor contbil, desde que o valor residual do ativo no exceda o seu valor contbil. A reparao e a manuteno de um ativo no evitam a necessidade de depreci-lo. 54. O valor residual de um ativo pode aumentar. A despesa de depreciao ser zero enquanto o valor residual subsequente for igual ou superior ao seu valor contbil.
PROVA RJ - FGV 91. A Cia Barra Mansa apresentava os seguintes dados em relao ao seu Ativo Imobilizado: equipamentos custo R$10.000,00. Esses ativos entraram em operao em 01.01.2007 e tm vida til estimada em 5 anos, sendo depreciados pelo mtodo linear. No incio de 2010, a empresa procedeu a uma reviso dos valores, conforme previsto no CPC 27, aprovado pelo CFC. Assim, constatou as seguintes informaes: Valor Justo R$ 4.500,00. Valor Residual R$ 4.800,00.
PROVA RJ - FGV
Analisando as informaes citadas, assinale a alternativa que indique corretamente o tratamento contbil a ser seguido, a partir de 01.01.2010. (A) A empresa deve manter a despesa de depreciao de R$ 2.000,00 ao ano. (B) A empresa deve acelerar a despesa de depreciao uma vez que o valor residual aumentou. (C) A empresa deve suspender a despesa de depreciao uma vez que o valor residual est maior que o valor contbil. (D) A empresa deve suspender a despesa de depreciao uma vez que o valor justo est maior que o valor contbil. (E) A empresa deve acelerar a despesa de depreciao uma vez que o valor justo aumentou.
Valor deprecivel e perodo de depreciao 55. A depreciao do ativo se inicia quando este est disponvel para uso, ou seja, quando est no local e em condio de funcionamento na forma pretendida pela administrao. A depreciao de um ativo deve cessar na data em que o ativo classificado como mantido para venda ou, ainda, na data em que o ativo baixado, o que ocorrer primeiro.
Depreciao Baixa de AC
Imobilizados podem ser baixados dos registros da contabilidade por terem sido vendidos, por obsolescncia, doao, troca, sinistro ou furto. CPC 27: O valor contbil de um item do ativo imobilizado deve ser baixado: a) Por ocasio de sua alienao b) quando no h expectativas de benefcios econmicos futuros com a sua utilizao ou alienao.
Ex.1: baixa de uma mquina com custo histrico de R$ 10.000,00 e totalmente depreciada Ativo Imobilizado Mquina 10.000 (-) Depreciao Acumulada 10.000 Lanamento: D Depreciao Acumulada C Mquinas R$ 10.000,00
Ex.2: baixa de uma mquina estragada fisicamente (obsoleta) , com custo de R$ 10.000,00 e depreciao acumulada de R$ 7.000,00 Ativo Imobilizado Mquina 10.000 (-) Depreciao Acumulada 7.000 Lanamento: D Depreciao Acumulada D Outras Despesa Prejuzos na Baixa de Imobilizado C Mquinas
R$ 7.000,00 R$ 3.000,00 R$ 10.000,00
Ex.3: mquina vendida a prazo por R$ 3.200,00 com custo de R$ 10.000,00 e depreciao acumulada de R$ 7.000,00 AP Mquina 10.000 (-) Depreciao Acumulada 7.000 Lanamento: D Depreciao Acumulada D Contas a receber C Mquinas C Outras Receitas Lucro na venda de imobilizado R$ R$ R$ R$ R$ 7.000,00 3.200,00 10.000,00 3.000,00 10.000,00
Corresponde perda do valor do capital aplicado na aquisio de direitos da propriedade industrial ou comercial (ex. patente) e quaisquer outros com existncia ou exerccio de durao limitada (concesses obtidas), ou cujo objeto sejam bens de utilizao por prazo legal ou contratualmente limitado(benfeitoria em imvel de terceiros.). Sofrem amortizao os bens imateriais , intangveis, ou incorpreos. IMPORTANTE! Caractersticas bsicas e cumulativas: a) Prazo de durao limitado. b) Inexistncia de indenizao.
Bens Intangveis sujeitos a Amortizao Ponto Comercial; Marcas e Patentes: 1) Marcas: as marcas sero amortizadas por quem adquiriu o direito de uso. 2) Patentes sero amortizadas pelo prazo restante de proteo do direito de privilegio; Benfeitoria em prdios de terceiros, quando vinculados a um contrato de durao limitada e no haja direito de indenizao por ocasio do termino do prazo contratual estabelecido(condies cumulativas) Direitos autorais; Licenas;
Autorizaes para explorao de determinada atividade econmica; Concesses para explorao de servios pblicos; O custo de aquisio, prorrogao ou modificao de contratos de qualquer natureza, inclusive de explorao de fundos de comrcio. ATENO! Para o intangvel aplicam-se as mesmas observaes, quanto ao teste de recuperabilidade.
Taxa de Amortizao constante, fixada tendo em vista o tempo de utilizao do bem intangvel, podendo o tempo ser fixado em lei, em contrato ou ser proveniente da natureza do bem com existncia limitada. Clculo: taxa de amortizao x custo do bem amortizvel.
Ex.: Em 02.01.X8 a Cia. Alfa adquiriu o direito de explorar a linha de transporte areo pelos 10 anos subseqentes. O custo para obter a concesso foi R$ 600.000,00. J usou por 3 anos. 1) Qual a taxa constante? Taxa de amortizao = 100% = 10% a.a 10
2) Qual o encargo de amortizao? Encargos de amortizao =600.000 x 10% = 60.000 OU 600.000 = 60.000 10
3) Amortizao acumulada (A/ac)? Tx. acumulada: 10% x 3 = 30% (A/ac) = 60.000 x 3 = 180.000 OU 10% x 3 = 30% 600.000 x 30% = 180.000
4) Valor Contbil? Custo: 600.000 (-) A/ac: ( 180.000) VC = 420.000 Lanamento Contbil D Despesa com Amortizao C Amortizao Acumulada Observao 1: A despesa com amortizao (conta de resultado) anual. Observao 2: A amortizao acumulada (conta patrimonial): acumula as amortizaes desde aquisio do direito de uso.
quando corresponder perda do valor, decorrente da sua explorao, de direitos cujo objeto seja recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa explorao. Possana (potencial de explorao) estimada avaliada por especialistas, mediante laudos que sero considerados para efeito da determinao da exausto. BASE DE CALCULO Valor desembolsado para exercer o direito de explorao Todos os dispndios necessrios para + exercer a explorao Base de Calculo da Exausto
QUOTA DE EXAUSTO: Mtodo das unidades Produzidas
OBSERVAO ! Somente se sujeitam a exausto as minas que estejam sob regime de concesso. A explorao de recursos minerais sob a forma de arrendamento ou licenciamento no pode ser objeto de exausto. Os equipamentos e mquinas de extrao mineral e florestal, opcionalmente, podem ser depreciados, ao invs de exauridos.
Determinada em funo do: a) Volume extrado no perodo sobre a possana estimada, ou b) Prazo de concesso dado pela autoridade governamental, quando for o caso
Para a sociedade ser vantajoso adotar, entre os dois prazos, o menor.
No deve sofrer exausto
recursos minerais que no tm previso de esgotamento; as florestas destinadas explorao dos respectivos frutos, sujeitam-se depreciao e no exausto; florestas plantadas com a finalidade de proteo do solo ou do meio ambiente como um todo tambm no se sujeita ao cmputo dos encargos das inverses (depreciao, amortizao ou exausto); os direitos contratuais para a explorao de recursos florestais por prazo determinado (inferior ao esgotamento dos recursos) esto sujeitos amortizao e no exausto, cujo critrio econmico ser o prazo de vigncia do contrato.
RECURSOS MINERAIS Exausto em funo do prazo de concesso - linear: Ex1: Custo de Concesso = R$ 150.000,00 Prazo de concesso = 20 anos Taxa constante anual: 100% = 5% a.a 20 Despesa de Exausto (anual): 150.000 x 5% = 7.500
Exausto em funo da relao do perodo e da possana conhecida da mina: Ex2: Custo de Concesso = R$ 150.000,00 Possana conhecida = 50.000 m Produo do ano = 2.000 m Tempo previsto pra esgotamento dos recursos: 50.000/2.000 = 25 anos 2.000 50.000 = 4% a.a
Escolha do mtodo: Se o prazo de concesso for menor do que o prazo previsto para o esgotamento dos recursos minerais, a exausto ser calculada em funo do prazo de concesso. (RIR,3302).
Se o prazo de concesso for maior do que o prazo previsto para o esgotamento dos recursos minerais, a exausto ser calculada em funo dos recursos efetivamente extrados.
Taxa constante anual =
Despesa de Exausto (anual) = 150.000 x 4% = 6.000
RECURSOS FLORESTAIS: RIR - S haver exausto quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual, ou quando o prazo de explorao dos recursos for indeterminado. IMPORTANTE!! Explorao dos Recursos Florestais Hipteses 1) Quando o prazo contratual for inferior ao perodo previsto para esgotamento dos recursos florestais, a perda de valor ser contabilizada como amortizao, e no como exausto, visto que, antes do esgotamento dos recursos, o direito de explorao ter terminado.
2) Quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual, a perda de valor ser contabilizada como exausto. 3) Quando o prazo de explorao dos recursos for indeterminado, a perda de valor ser contabilizada como exausto. 4) Os projetos florestais destinados a explorao dos respectivos frutos sujeitam-se a depreciao, calculada com base na vida til estimada dos recursos florestais objeto da explorao.
Taxa Exausto: extrao ano/possana Bem a ser exaurido: Plantao de eucaliptos Valor de Aquisio: R$ 380.000,00 Quantidade total: 400 hectares de floresta c/ eucalipto plantado Extrao do ano: 100 hectares da floresta
Taxa de exausto do ano = 100 = 25% a.a 400 Despesa de Exausto (anual) = 380.000 x 25% = 95.000
Lanamento Contbil D Despesa de Exausto de Recursos Minerais C Exausto Acumulada de Recursos Minerais
OBSERVAES! A despesa com exausto conta de resultado A exausto acumulada conta patrimonial
Dec. 3000/99 RIR
Art. 334. Poder ser computada, como custo ou encargo, em cada perodo de apurao, a importncia correspondente diminuio do valor de recursos florestais, resultante de sua explorao (Lei n 4.506, de 1964, artigo 59, e Decreto-Lei n 1.483, de 1976, artigo 4). 1 A quota de exausto dos recursos florestais destinados a corte ter como base de clculo o valor das florestas (DecretoLei n 1.483, de 1976, artigo 4, 1). 2 Para o clculo do valor da quota de exausto ser observado o seguinte critrio (Decreto-Lei n 1.483, de 1976, artigo 4, 2):
I - apurar-se-, inicialmente, o percentual que o volume dos recursos florestais utilizados ou a quantidade de rvores extradas durante o perodo de apurao representa em relao ao volume ou quantidade de rvores que no incio do perodo de apurao compunham a floresta; II - o percentual encontrado ser aplicado sobre o valor contbil da floresta, registrado no ativo, e o resultado ser considerado como custo dos recursos florestais extrados. 3 As disposies deste artigo aplicam-se tambm s florestas objeto de direitos contratuais de explorao por prazo indeterminado, devendo as quotas de exausto ser contabilizadas pelo adquirente desses direitos, que tomar como valor da floresta o do contrato (Decreto-Lei n 1.483, de 1976, artigo 4, 3).
3 As disposies deste artigo aplicam-se tambm s florestas objeto de direitos contratuais de explorao por prazo indeterminado, devendo as quotas de exausto ser contabilizadas pelo adquirente desses direitos, que tomar como valor da floresta o do contrato (Decreto-Lei n 1.483, de 1976, artigo 4, 3).
EXERCICIO DE FIXAO
1. A empresa Hlices Elseas S.A. j tinha mquinas e
equipamentos adquiridos em outubro de 2007, por R$ 8.000,00, quando comprou outra, em primeiro de abril de 2008, por R$ 6.000,00 e mais outra, por R$ 10.000,00, em primeiro de outubro de 2008. Sabendo-se que a vida til desses equipamentos de apenas dez anos, podemos dizer que, no balano de 31 de dezembro de 2008, o seu valor contbil ser de a) R$ 22.500,00. b) R$ 22.300,00. c) R$ 21.600,00. d) R$ 21.400,00. e) R$ 20.800,00
empresa Zucata S/A, que negocia com mquinas usadas, em 30 de abril, promoveu uma venda dos seguintes itens: - trator de seu estoque de vendas, vendido por R$ 35.000,00; - jeep de seu imobilizado, vendido por R$ 25.000,00; - imvel de sua propriedade, vendido por R$ 70.000,00. A operao de venda no sofrer nenhum gravame fiscal, a no ser de imposto de renda sobre eventuais lucros ao fim do ano e que sero calculados naquela ocasio. Os dados para custeamento da transao foram os seguintes: - o trator foi adquirido por R$ 28.000,00, tem vida til de 10 anos e j estava na empresa h dois anos e meio; - o jeep foi adquirido por R$ 20.000,00, tem vida til de 08 anos e j estava na empresa h dois anos;
- o imvel foi adquirido por R$ 80.000,00, tem um edificao equivalente a 40% do seu valor, com vida til estimada em 25 anos e j estava na empresa h dez anos. Considerando essas informaes, podemos afirmar que, na operao de venda, a Zucata alcanou um lucro global de: a) R$ 26.200,00 d) R$ 19.800,00 b) R$ 26.000,00 e) R$ 14.000,00 c) R$ 21.000,00
3. A Cia. Poos e Minas possui uma mquina prpria de sua atividade operacional, adquirida por R$ 30.000,00, com vida til estimada em 05 anos e depreciao baseada na soma dos dgitos dos anos em quotas crescentes. A mesma empresa possui tambm uma mina custeada em R$ 60.000,00, com capacidade estimada em 200.000 quilos, exaurida com base no ritmo de explorao anual de 25 mil quilos de minrio. O usufruto dos dois itens citados teve inicio na mesma data. As contas jamais sofreram correo monetria. Analisando tais informaes, podemos concluir que, ao fim do terceiro ano, essa empresa ter, no balano patrimonial, em relao aos bens referidos, o valor contbil de: a) R$ 34.500,00 d) R$ 55.500,00 b) R$ 40.500,00 e) R$ 57.500,00 c) R$ 49.500,00 69
4. A mina Etereal, aps a aquisio e instalao, custara R$ 300.000,00 aos cofres da nossa empresa, mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cbicos de minrio e foi instalada com capacidade de explorao em 8 anos, mantendo-se o residual de proteo de 20% da capacidade produtiva. Ao fim do 5 ano de explorao bem-sucedida, a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitao em vinte duplicatas mensais. Analisando essas informaes, assinale abaixo a nica assertiva que no verdadeira. a) A explorao anual ser de 50 mil m de minrio. b) A taxa de exausto ser de 10% do custo total por ano. c) A taxa de exausto ser de 12,5% ao ano. d) Ao fim do 5 ano, a exausto acumulada ser de 50% do custo da mina. e) O custo a ser baixado no ato da venda ser de R$ 90.000,00. 70
5. Na Contabilidade da empresa Atualizadssima S.A. os bens depreciveis eram apresentados com saldo de R$ 800.000,00 em 31/03/2008, com uma Depreciao Acumulada, j contabilizada, com saldo de R$ 200.000,00, nessa data. Entretanto, em 31/12/2008, o saldo da conta de bens depreciveis havia saltado para R$ 1.100.000,00, em decorrncia da aquisio, em primeiro de abril, de outros bens com vida til de 5 anos, no valor de R$ 300.000,00. Considerando que todo o saldo anterior referente a bens depreciveis taxa anual de 10%, podemos dizer que no balano patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciao Acumulada dever ser de a) R$ 340.000,00. b) R$ 305.000,00. c) R$ 325.000,00. d) R$ 320.000,00. e) R$ 290.000,00.
6. So caractersticas de um ativo imobilizado ser (A) intangvel, ter vida til superior a um ano e ter substncia econmica. (B) tangvel, ter substncia econmica e poder gerar benefcios futuros. (C) destinado ao negcio da empresa, ter vida til superior a um ano e no gerar benefcios econmicos futuros. (D) de propriedade da empresa, no ter substncia econmica e poder gerar benefcios econmicos futuros. (E) tangvel, ter vida til inferior a um ano e poder ou no gerar benefcios econmicos futuros.
7. Uma empresa adquiriu uma mquina, em 01/01/X1, pelo
valor de R$ 240.000,00 para utilizao em suas operaes. A vida til econmica, estimada pela empresa, para esta mquina foi de 6 anos, sendo que a empresa esperava vend-la por R$ 60.000,00 ao final deste prazo.
Sendo assim, os valores das despesas de depreciao nos anos X1 e X2, em relao a essa mquina, foram, respectivamente, e em reais, (A) 45.000,00 e 50.000,00 (B) 40.000,00 e 70.000,00 (C) 40.000,00 e 40.000,00 (D) 30.000,00 e 65.000,00 (E) 30.000,00 e 55.000,00
No entanto, no incio do segundo ano de uso, a empresa reavaliou que a vida til remanescente da mquina era de trs anos e o valor estimado de venda ao final deste perodo era R$ 45.000,00. A empresa utiliza o mtodo das quotas constantes e, no final de X1, no houve ajuste no valor do ativo pelo teste de recuperabilidade.
8. A empresa Meireles S.A., em 31.12.2007, tem um saldo de R$ 900.000,00 na conta Mquinas e Equipamentos, que j tem Depreciao Acumulada no valor de R$ 240.000,00. A composio das mquinas a seguinte: adquiridas at 2006: R$ 770.000,00; adquiridas em abril de 2007: R$ 130.000,00; adquiridas em abril de 2008: R$ 80.000,00; e adquiridas em julho de 2008: R$ 60.000,00. A vida til das mquinas estimada em 5 anos e a depreciao contabilizada anualmente. Com base nessas informaes, pode-se dizer que a despesa de depreciao, no exerccio social de 2008, ser de: a) R$ 18.000,00. b) R$ 150.000,00. c) R$ 191.500,00. d) R$ 198.000,00. e) R$ 208.000,00.
9. No final do exerccio de 2002, no ativo do balano
patrimonial da Cia. Art. Antiga, constavam as seguintes contas e saldos: Veculos R$ 7.000,00 Depreciao Acumulada R$ 3.800,00 Sabemos que: 1. A conta de Veculos era constituda de: - automvel X, incorporado em 02-01-2000 por R$ 3.000,00 e vendido, a vista, em primeiro de janeiro de 2004, por R$ 1.500,00. - automvel Y, incorporado em 01-07-2000 por R$ 4.000,00. 2. Inicialmente, a vida til dos bens havia sido estimada em 5 anos e o mtodo de depreciao utilizado era o de linha reta. 3. Posteriormente, a vida til do veculo foi reestimada para 2 anos, aps dezembro de 2002.
10. A cia. Industrial apresentou o seguinte controle individual do seu imobilizado, em 31.12.96, devidamente conciliado com o saldo das respectivas contas do balano, elaborado na mesma data:
Ao fazer os clculos e a contabilizao adequada da depreciao dos veculos o Setor de Contabilidade apresentou as seguintes informaes. Assinale a nica afirmativa que no verdadeira. a) A alienao do automvel X rendeu um lucro de R$ 900,00. b) O encargo de depreciao contabilizado no ano 2000 foi de R$ 1.000,00. c) O encargo de depreciao contabilizado no ano de 2003 foi de R$ 1.600,00. d) A depreciao acumulada em 30 de junho de 2003 foi de R$ 3.500,00. e) A depreciao acumulada no final do ano de 2003 foi de R$ 5.400,00.
Bens Maquina 1 Maquina 2
Custo Histrico 45.880,00 62.400,00
Depreciao Acumulada 36.704,00 54.080,00
Por necessidade imperiosa da produo, as mquinas foram utilizadas em trs turnos de oito horas, ao longo de todo o ano de 97. A empresa adota o mtodo das quotas constantes de depreciao. A vida til das mquinas de dez anos. No balano de 31.12.97, o valor da depreciao de tais mquinas, a ser contabilizado pela empresa, em reais, ser: 21.656,00 d) 15.872,00 17.496,00 e) 10.828,00 16.242,00
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