Source: http://milicianomunicipal.blogspot.com/
Timestamp: 2016-10-22 03:27:48+00:00

Document:
Reações: 30/05/16
Utilizando o mais legitimo
direito de participação, o direito a uma imprensa ética e imparcial, solicito a
publicação do artigo que descrevo abaixo em rebate ao postado na rede web pelo
Jornal Online “Terceira Via”: O Jornal Online Terceira Via,
publicou matéria onde o autor ou autora, (Sem identificação), relata sua
preocupação com o fato da Guarda Municipal de Campos dos Goytacazes no RJ, passar
a atuar armada, tal preocupação se tivesse o fito de melhoria de processos e de
diminuição do alarmante índice de mortes por causas externas no município de
Campos dos Goytacazes, (69,43 mortes por 100.000 habitantes, a média tolerada
pela OMS/ONU é de 10,0 por cem mil habitantes), deveria ser objeto de aplausos e
digno de elogios, SÓ QUE NÃO!
A matéria começa truncada pela
ilustração e segue pelo texto, desconexo com a legislação em vigor e pelos
juízos de valores feitos de forma antecipada, permeia o campo politico e o
campo criminal, misturando atitudes isoladas de determinados profissionais, cujas
participações, responsabilidades e culpas, são objeto de apuração em Inquérito
Policial conduzido pela Autoridade Policial, subsidiada pelo representante do
Ministério Público em Campos, tal procedimento policial/investigativo é
amplamente apoiado pelo Comando da Guarda Civil Municipal visando o sucesso do
necessário esclarecimento de tão odioso crime praticado contra a vida de uma
inocente, a instituição GCM de Campos dos Goytacazes RJ, assim como qualquer
outra corporação tem em sua maioria, profissionais de ilibada reputação, que se
sentem constrangidos pela possibilidade de ter colegas envolvidos na prática de
crimes, ou que em algum momento por opção pessoal e intima partiram para o
caminho de praticas delituosas, tudo está sendo apurado e as responsabilidades
formalizadas com as consequências previstas na Lei Penal e na Lei Administrativa,
tal formalização não cabe a Jornalistas ou aos curiosos de plantão.
Ao descrever o seu artigo o autor misturou os
conceitos de forma a tornar a opinião do publico leitor, tendenciosa e parcial,
podendo levá-los a desobediência civil em relação aos Agentes Públicos da GCM
no legitimo exercício de suas funções na cidade de Campos dos Goytacazes RJ.
O regular porte de arma de fogo dos
Guardas Civis Municipais é DIREITO assegurado
em Legislação Federal, (Lei 10.826/2003 em seu Artigo 6º dá essa garantia aos
Agentes Públicos Municipais da Guarda Civil Municipal, assim como o faz com
outros Agentes de Polícia), a forma como será concedido o porte de arma de fogo
foi definida no Decreto Federal 5.123/2004, em capitulo especialmente destinado
as Guardas Civis Municipais, o assunto ainda é tema de outras Portarias
Administrativas e Instruções Normativas, então para que fique claro: Somente e tão
somente após o cumprimento de todas as etapas de capacitação
técnica/profissional, realização de exames psicológicos e exames de
proficiência operacional e investigação social, o porte de arma será concedido,
a manutenção do referido porte de arma funcional também depende de 80
horas/aula por ano sobre temas como, Direitos Humanos, Técnicas Operacionais e
boas práticas de gestão policial, tal exigência não é feita aos demais órgãos
de Segurança Pública, a nós isso não nos preocupa, quanto maior o controle e o
rigor, menor a possibilidade de erro institucional, primamos pelo acerto, só
não aceitamos e toleramos ilegalidades perpetradas por quem quer que seja, como
garantidores da Lei e da Ordem, temos o dever moral de combater e não se
submeter a ilegalidades.
Em 8 de agosto de 2014, por
aprovação UNANIME do Senado Federal
a Lei Complementar a Constituição Federal, chancelada sob número 13.022/2014
foi encaminhada ao Gabinete da Presidência da Republica, e lá recebeu aprovação
tácita da Presidente, passando a vigorar desde o dia 12 de agosto de 2014, essa
lei define as Guardas Municipais de todo o Brasil, como integrantes do Sistema
de Segurança Pública, cujos Agentes Públicos passaram a ser dotados de "Poder de Polícia" sobre pessoas,
bens e direitos, em vários campos da vida social coletiva, tais como: Trânsito,
posturas, costumes, estética urbana, meio ambiente, proteção escolar e PATRULHAMENTO PREVENTIVO no âmbito dos municípios,
tais atividades devem ser exercidas por Agentes Públicos dotados de armas e
meios necessários a execução dos serviços, não porque o querem ou se "arvoram", mas por franquia da lei,
por condição essencial ao seu trabalho de natureza policial preventiva nos municípios,
inclusive em Campos dos Goytacazes, que possui números alarmantes de homicídios,
relembrando o item do primeiro paragrafo onde descrevo o índice máximo tolerado pela
OMS/ONU.
Gostaria de ver Vossas Senhorias,
editar, diagramar e colocar na rede web o seu jornal sem o uso de computadores,
roteadores, switches, cabos de dados e cabos de energia, ou o medico operar sem
seu bisturi, o Prefeito (a) assinar seus documentos sem caneta, e os pseudos
jornalistas escreverem suas bobagens em forma de “artigo jornalístico” sem
computador, caneta, papel ou máquina de escrever. Agora faço a transposição
para o mundo da Segurança Pública, nos expliquem como fazer nossos trabalhos
sem os equipamentos e meios necessários, que alias foram GARANTIDOS POR LEI!
Professor do Método Giraldi de Tiro Defensivo na Preservação
Reações: 22/02/16
19º GCM Concluí curso de United Nations Police - UNPOL!
GCM BARENCO - NITERÓI RJ
O guarda civil municipal barenco da
cidade de NITERÓI – rj, CONCLUIU COM
LOUVOR O CURSO DE policia da onu - unpol, MATRICULADO em meados DE 2015,
APÓS o PERÍODO de estudos , REALIZOU A ÚLTIMA PROVA DO CURSO E
FINALIZaR COM NOTA muito acima da média geral, É NOSSO 19º GCM QUALIFICADO
NESSA MODALIDADE DE TREINAMENTO E PREPARAÇÃO PARA MISSÕES DE ORDEM HUMANITÁRIA
E DE RESTAURAÇÃO DA ORDEM CIVIL EM LOCAIS CONFLAGRADOS POR GUERRAS E DESASTRES.
o GCM BARENCO É ORIUNDO
DO EXÉRCITO BRASILEIRO ONDE OCUPAVA O POSTO DE PRIMEIRO TENENTE,
COM RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS A FORÇA TERRESTRE NA ÁREA DE TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO COM ÊNFASE EM TELEMÁTICA E SISTEMAS COMPUTACIONAIS DE COMUNICAÇÃO
OPERACIONAL, O GCM É UM DOS EXPOENTES DE NOSSA CAUSA, A GCM DE NITERÓI NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESTÁ DE PARABÉNS POR POSSUIR PROFISSIONAIS DESSE NAIPE EM SEUS QUADROS DE PESSOAL.
MARCA CARACTERÍSTICA DESSE E DE OUTROS PROFISSIONAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO QUE MANTIVE CONTATO NO IV SEMINÁRIO DAS
GUARDAS MUNICIPAIS E SEGURANÇA PÚBLICA, EM MACAÉ NO ANO DE 2015, É A
DISCIPLINA E O RESPEITO NO TRATO COM AS PESSOAS, APÓS O EVENTO O MESMO NOS
PROCUROU E MANIFESTOU INTERESSE EM REALIZAR ESSE IMPORANTE CURSO, DE PRONTO
INDICAMOS OS CAMINHOS E CHEGAMOS AO DIA 7 DE JANEIRO COM A CERTIFICAÇÃO DE
NOSSO IRMÃO GCM, PARA NÓS, UM ORGULHO, AGORA SOMOS 19 PROFISSIONAIS COM
CERTIFICAÇÃO PELO PEACE OPERATIONS TRAINING INSTITUTE.
CERTIFICADO EMITIDO PELO POTI/ONU
A CULTURA MEDIEVAL NA SEGURANÇA PÚBLICA
IMPOSTA AO MODELO BRASILEIRO IMPEDE QUE GUARDAS CIVIS MUNICIPAIS FAÇAM O CURSO
DE POLICIAMENTO INTERNACIONAL E DE OBSERVADOR MILITAR, CONFORME OS PADRÕES
ESTABELECIDOS PELA ONU.
SOMOS BRASILEIROS, E NÃO DESISTIMOS NUNCA!!!
CONTUDO NESSE MUnDO GLOBALIZADO O QUE NÃO
FALTA É OPORTUNIDADE, NOS CONSEGUIMOS ESTABELECER UM VINCULO DE EXCELÊNCIA EM
PARCERIA ESTRATÉGICA COM O ESCRITÓRIO CENTRAL (DPKO) E ESTES
NOS INDICARAM O "CAMINHO DAS PEDRAS" PARA QUE GUARDAS
MUNICIPAIS DE TODO O BRASIL FAÇAM OS CURSOS DE "UNITED NATIONS POLICE"
E "MILITARY ONU OBSERVER" NOS MOLDES REQUERIDOS PELA
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS - ONU, SEM QUALQUER CUSTO FINANCEIRO PARA O
INTERESSADO!!!!
manicacas do unpol course para uniformes cáqui ou azul
ENTREGA DOS CERTIFICADOS AOS IRMÃOS DO ESTADO
DO RIO DE JANEIRO, NA CONCLUSÃO DO CURSO CADA ALUNO RECEBE SEU CERTIFICADO NO
MODO SIMPLES, NO ENTANTO A FIM DE VALORIZAR E AGREGAR VALORES AO NOSSO SEGMENTO
PROFISSIONAL, NOS OFERTAMOS DE MANEIRA GRATUITA OS CERTIFICADOS ILUSTRADOS E
RICAMENTE EMOLDURADOS, EM SOLENIDADE CONJUNTA COM CONGRESSOS, SEMINÁRIOS,
CURSOS E PALESTRAS, TAL MEDIDA VISA ENALTECER NOSSOS IRMÃOS GUARDAS CIVIS
MUNICIPAIS E REFORÇAR NOSSO COMPROMISSO EM FAZER POLÍCIA POR AMOR A CAUSA
POLICIAL E AOS NOSSOS CIDADÃOS.
UM RESSENTIMENTO!
NÃO TEMOS NENHUMA GUARDA CIVIL MUNICIPAL FEMININA QUE REALIZOU ESSE CURSO,
PRECISAMOS COM URGÊNCIA TER NO QUADRO DE PESSOAL COM FORMAÇÃO EM “UNITED NATIONS POLICE” OU “MILITARY ONU OBSERVER”, AGUARDAMOS SUAS INSCRIÇÕES E CONCLUSÃO DE CURSOS NESSA MODALIDADE.
Reações: 16/02/16
Não gosto de política. Prefiro não me envolver.
É o que mais ouvimos.
Politica não é somente um voto e nem se encerra na urna, vai além desse pequeno conceito, bastante limitado, politica é um termo amplo e presente no nosso dia a dia, basta observar mais atentamente nossas relações sociais, em casa, no trabalho, na igreja, no clube, na escola e em outros locais onde a interação social se faz necessária.
Muitos dizem que política
não se discute, lamento quem pensa dessa forma...se discutíssemos política, com
certeza eliminaríamos muito a politicagem.
Política, praticamos dentro
de nossas casas, onde um coloca o dinheiro, outro administra, alguns são
comandados e outros menores são o futuro do país, ou seja, poder econômico,
governo, povo e classe trabalhadora.
É o poder de um sobre o
outro para defender o bem comum. Todos precisam uns dos
outros, precisamos viver de forma harmônica e para isso precisamos de normas
para que não haja conflitos entre nós. Certo?
Então, politica diz respeito ao bem comum. Imagina um grupo de
pessoas lutando por algo que irá beneficiar muita gente, isso é politica. Você
esta conversando com sua vizinha sobre assuntos relacionados ao bem comum, isso
é politica.
é uma relação de poder e decisões .
Parece fácil, depositamos
essa confiança ao escolhermos nossos representantes, seja na esfera Federal,
Estadual ou Municipal e essa confiança tem de ser respeitada, pois esses
representantes recebem uma procuração assinada pelo povo para honrar seus compromissos
Mas, essa “Força Política”
acaba se transformando em “Politicagem”. Art.
seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
Quando nos afastamos da
política, somos governados por aqueles que gostam de politicagem, ou seja,
Politica e Politicagem: é a
boa ou a má conduta de nossos representantes diante das facilidades que esse
poder lhe oferece.
A corrupção desestimula
qualquer ideia positiva, mas não vamos desistir agora e é por isso que
precisamos nos envolver, participar mais da gestão pública de nossa cidade para
evitarmos essa situação.
Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da
legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:
Os corruptos não podem ter
essa liberdade de se comportarem como se nunca fossem descobertos, não pode
haver brechas na lei facilitando assim a vida de pessoas de má índole que agem
de má fé os livrando de um processo criminal. Todos sofremos com a corrupção,
mas, a população de baixa renda é a mais atingida que deixa de usufruir dos
serviços básicos, como saneamento, saúde e educação.
Falta maturidade? Também.
Mas falta vergonha na cara de cada um que não faz nada e não é capaz de se
levantar e se mover. Precisamos sair da nossa zona de conforto e agir para que
possamos ver mudanças. Somos a maioria...a maioria
que quer paz, a maioria que quer justiça, a maioria que quer igualdade. Não
podemos agir conforme o que convém a nós sem nos preocuparmos com o que esta
acontecendo ao nosso redor. Estamos nos deixando levar
por uma raça de hipócritas de gentinhas que compõe esse Poder Político e
Administrativo que surge conforme a necessidade do povo ..."só surge
mesmo", pois os seus projetos são de apoderamento e quando há assistência
é de intimidação nos fazendo recuar.
Foi aprovada em 2003 a
“Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção” pela Assembleia-Geral da ONU,
com 71 artigos divididos em 8 capítulos, mas só entrou em vigor em 14 de dezembro
finalidade da presente Convenção é:
a) Promover e fortalecer as medidas
para prevenir e combater mais eficaz e eficientemente a corrupção;
b) Promover, facilitar e apoiar a
cooperação internacional e a assistência técnica na prevenção e na luta contra
a corrupção, incluída a recuperação de ativos;
c) Promover a integridade, a obrigação
de render contas e a devida gestão dos assuntos e dos bens públicos.
Então surge a dúvida em quem
votar? Em quem confiar como nosso representante?
Nunca sairemos do lugar se
ficarmos parados nas perguntas acima.
Sabemos quem um bom político
tem de trabalhar em prol da população
ter boas intenções e principalmente consciência de sua responsabilidade e não
somente agradar os seus eleitores.
Sempre se dedicando ao bem
Devemos acreditar que ainda
existem pessoas com caráter voltado para o bem estar de todos.
E se ainda assim, colocarmos
no poder pessoas sem essas características, inconscientes é claro, temos o
direito de exigir, o melhor desempenho possível e protestar sim quando eles
estiverem agindo contra as mudanças necessárias, para o bem coletivo. Devemos sair do comodismo da
nossa zona de conforto e correr atrás do prejuízo. Andreia Mara
Reações: 25/01/16
A Guarda Municipal vem se destacando desde o
Império, torna-se necessário aprimorar cada dia mais os conhecimentos de
segurança pública e das organizações policiais. Essas organizações exercem as
mais diversas funções, então surge à pergunta se os Guardas seriam investidos
do Poder de Policia legitimando sua atuação. Pela insuficiência dos Estados
membros e da União em cuidar sozinhos da Segurança Pública, se faz necessária à
participação dos Municípios através das Guardas Municipais dispostas no artigo
144 §8 da Constituição Federal. Quando falamos em Guarda
Municipal, a princípio, pensamos ser uma instituição nova que surgiu depois de
outras polícias que conhecemos no Brasil. No entanto, ao fazermos uma viagem no
tempo, percebemos que a instituição é mais antiga do que podemos sequer imaginar.
Os Quadrilheiros:
Tratava-se da figura
dos Quadrilheiros que estavam presentes em vilas, cidades e lugares para
prender os malfeitores. Esses “policiais” eram moradores dessas cidades, dentre
os quais 20 eram eleitos por Juízes e Vereadores das Câmaras Municipais, sendo
ordenado, neste ato, um como Oficial Inferior de Justiça, a fim de representar
os demais integrantes, servindo todos gratuitamente durante três anos como
Quadrilheiros (...). Quadrilheiros eram os
agentes de polícia responsáveis pela segurança pública urbana em cada concelho
de Portugal, desde a Idade Média até ao início do século XIX. Tinham como
missão principal a de prender os malfeitores e entregá-los às autoridades
Os quadrilheiros foram
inicialmente criados pelo Rei D. Fernando I, no século XIV. Em cada cidade,
vila, lugar e respetivos termos existiria um determinado número de
quadrilheiros, que variava de acordo com o número de moradores da povoação. Os
quadrilheiros eram escolhidos de entre os moradores locais e nomeados pelos
juízes e vereadores reunidos em câmara, tendo que servir durante um período de
três anos. Com a vinda da família real
para o Brasil, foi criada, em 13 de maio de 1809, a Divisão da Guarda Real de
Polícia (Guardas Municipais no Brasil), sua missão era de policiar a cidade em
tempo integral, tornando-a desde o início mais eficaz que os antigos
“quadrilheiros”. Em 1831 D. Pedro II assume o
trono, e nesse mesmo ato, é editada a Lei que cria a Guarda Nacional, sendo
neste momento extintas as Guardas Municipais permanentes no Brasil.
Consequentemente, a fim de manter a ordem nos municípios, em 10 de Outubro de
1831 - marcos de comemoração do Dia Nacional dos Guardas Municipais (Lei nº
12.066/2009) – foram novamente reorganizada os Corpos de Guardas Municipais
voluntários no Rio de Janeiro e nas demais províncias, sendo este um dos atos
mais valorosos realizados pelo então, Regente Feijó. Decreto de 14 de Junho de 1831
Crêa
em cada districto de paz um corpo de guardas municipaes dividido em esquadras. A Regencia Provisorial, em Nome do Imperador,
e em cumprimento do art. 10 da Carta de Lei de 6 do corrente mez e anno.
1º Em cada um dos districtos dos Juizes de Paz haverá um corpo de guardas
municipaes, dividido em esquadras de vinte e cinco á cincoenta cidadãos, que
tenham as qualidades requeridas pela Constituição do Imperio no art. 94, para
serem Eleitores. Art.
2º Cada destes corpos terá e seu Commandante geral, ao qual serão subordinados
os Commandantes das esquadras.
13. Cada um dos guardas municipaes prestará perante o Commandante de sul
esquadra este perante o Commandante do corpo e este perante o Juiz de Paz do
seu districto, o seguinte juramento: Juro sustentar a Constituição, e as Leis,
e ser obediente ás autoridades constituidas, cumprindo as ordens legaes que me
forem communicadas para segurança publica e particular, fazendo os esforços,
que me forem possiveis, para separar tumultos, terminar rixas, e prender
criminosos em flagrante; participando, como me incumbe, immediatamente que
chegarem ao meu conhecimento, todos os factos criminosos, ou projectos de
perpetração de crime. O primeiro Regulamento Geral
nº 191 que serviu para a padronização da atuação, das patentes e uniformes das
Guardas Municipais Permanentes no Brasil. Decreto nº 191, de 1º de Julho de 1842
a organização e disciplina da Guarda Municipal Permanente.
por bem, em virtude do art. 3º da Lei nº 243 de 30 de Novembro do ano passado,
Decretar o seguinte.
PARA O CORPO MUNICIPAL PERMANENTE DA CÔRTE
I Disposições
1º O Corpo de Guardas Municipaes Permanentes da Côrte, creado por Decreto de 22
de Outubro de 1831, terá a organização marcada na Tabella nº 4, que acompanha
este Regulamento. A Lei Provincial nº 23, de
26 de março de 1866 criou as Guardas Municipais, órgãos cuja finalidade era a
de garantir, na época, a segurança pública. Em 1968, a tradicional Guarda Civil
foi absorvida pela Força Pública, então existente. Nessa ocasião, o Governo do
Estado monopolizou o exercício do poder de policia, criando a atual Policia
Militar. Paraná foi o primeiro
município a ampliar os poderes da Guarda Municipal em 1911, pelo Decreto
Estadual nº 262, ficando como auxiliar das Policias Militares para a
preservação da ordem e segurança pública.
Constitucionalista em 1932, novamente o governo precisou incorporar os Guardas
Municipais às tropas do Exército Brasileiro, ficando, os agentes municipais,
mais uma vez como força auxiliar para a defesa do País. Após a 2º Guerra
Mundial, com a promulgação da Constituição da República de 18 de setembro de
1946, surgiram as “policias militares, instituída para a segurança interna e a manutenção da ordem nos Estados”, sendo consideradas como forças auxiliares e
reserva do Exército. Desse modo, a Força Policial do Estado do Paraná passou a
denominar-se Polícia Militar do Estado do Paraná. A partir de então, o
Município de Curitiba, na tarefa de preservação da ordem pública, passou a
contar somente com os Inspetores de Quarteirão, os quais, em 03 de outubro de
1951, por meio da Lei Municipal nº 357/51, foram reconhecidos novamente como
integrantes dos serviços públicos municipais, sendo denominados como Guarda
Com a criação do Decreto nº
667 de 02 de julho de 1969 e o decreto nº 1070 de 30 de dezembro de 1969 os
municípios foram obrigados a retirar as suas Guardas do serviço de segurança
pública, com essas mudanças, alguns criaram novas funções para os agentes municipais,
sendo que a partir desse momento algumas cidades mudaram o nome das
instituições para Guarda Civil Metropolitanas, mantendo-as até os dias
atuais. Com o crescimento nos índices de delitos, a insegurança volta a imperar nos
municípios, diante disso, os prefeitos começaram a cogitar o retorno das
Guardas Municipais para auxiliarem na segurança dos seus munícipes. Na Constituição Federal de
1988 no seu artigo 144, § 8º, que faculta aos prefeitos a criação de Guardas
Municipais para a proteção dos seus bens públicos, pode se dizer que esse
artigo auxiliou os municípios encorajando os mesmos a criarem suas Guardas
Municipais como mais um instrumento na preservação da criminalidade. Sua
criação não é um dever, mas uma faculdade do Poder Executivo Municipal. Com as diretrizes e
competências estabelecidas pelo artigo 144, § 8º Constituição Federal, a Guarda
Municipal começa suas atividades e atuação frente a Segurança Pública e à
incolumidade das pessoas e do patrimônio.
A Segurança Pública é aquela
fornecida pelo Estado aos indivíduos que o compõem e são incapazes de prover
essa segurança sozinhos. Esta segurança é um processo, ou seja, uma sequencia
contínua de fatos ou operações que apresentam certa unidade ou que se reproduz
com certa regularidade, que compartilha uma visão focada em componentes
preventivos, repressivos, judiciais, saúde e sociais. É um processo sistêmico,
pela necessidade da integração de um conjunto de conhecimentos e ferramentas
estatais que devem interagir a mesma visão, compromissos e objetivos. Deve ser
também otimizado, pois depende de decisões rápidas, medidas saneadoras e
resultados imediatos Dentre todas as garantias que um Estado deve dar aos seus
habitantes, nenhum é mais antigo e talvez tão importante quanto à segurança pública.
Parte importante no caput do artigo 144 da Carta Magna de
1988, também dispõe que a segurança pública é direito e responsabilidade de
todos. O direito a segurança já estava positivado como um direito social no
artigo 6º da nossa Constituição como direitos sociais a educação, a saúde, a
alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança entre outros.
responsabilidade de todos contida no mesmo dispositivo, diz respeito à
participação dos cidadãos na contribuição com a segurança pública, denunciando
os delitos de que tenham conhecimento, discutindo as melhores soluções a
criminalidade e a prevenção da violência através dos Conselhos Comunitários com
a discussão a problemas atinentes a cada localidade, cidade ou bairro. O
direito de defesa da sociedade também é conferido ao cidadão em última
instancia na legislação ordinária, através do Decreto Lei nº 3.689 de 03 de
outubro de 1941 (Código de Processo Penal), mais precisamente em seu artigo 301
quando para cessar a pratica de uma infração criminosa um cidadão pode deter o
infrator que esta cometendo o delito no estado de flagrante, conforme exposto
artigo 301 CPP. Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus
agentes deverão prender quem quer que seja em flagrante delito. ----------------------------------------------------------------------------
Reações: 18/01/16
seus significados, anotei alguns...
de hábitos e condição de viver e durar.
(crescimento,
movimento, reprodução e evolução).
da sociedade em que vivemos sabemos como é difícil “viver”... imagine “durar”. Uma
sociedade onde todos deixaram chegar a esse ponto com suas fraquezas e
comodismo, começando lá nos tempos antigos onde ninguém jamais ousou enfrentar
os patriarcas arrogantes, ditadores onde começou a base da sociedade brasileira...
E assim chegamos onde nos encontramos hoje. Muitas coisas plantamos e
conquistamos mas, esquecemos de tirar a erva daninha dessas conquistas. Para
muitos, essas ervas não poderiam ser retiradas, pois se assim fosse perderiam
suas regalias. E a
descendência vem piorando a cada dia que se passa, caminhando para o fim da
extinção, pois o amor, respeito, dignidade, moral, já se foi há muito tempo e
sem isso não há vida, estamos apenas respirando.
como é difícil mudar algo dentro de nós, mas o comodismo nos impede de nos esforçarmos
para isso, a bolha onde vivemos, nossa zona de conforto nos impede de enxergar
mais além, acreditando que nunca irá estourar. Vivemos
em um mundo incondicionado, mas de forma condicionada se é que dá pra
rejeições que nos levam ao desespero. Como pode o respeito ser desrespeitado?
Essa sociedade hipócrita onde fingimos todos os tipos de sentimentos, crença,
ideias etc.
explicar as regras? Como explicar o jeitinho brasileiro?Como explicar as
exceções onde se prejudica o coletivo para favorecer o individualismo? Essa
omissão e covardia de muitos, nos levam ao sofrimento.
Tem que haver vida em nossas vidas!!...entendeu?
dos guerreiros que lutam em prol de uma sociedade mais digna e é nessa força
que devemos nos agarrar, acreditar e não nos deixar ser levados pela influência
coisas na vida pelas quais vale à pena lutar até o fim (Paulo Coelho)
para começar vamos à prevenção, pelo menos para nos mantermos vivos até o
importa onde paramos, vamos recomeçar, o desafio continua, precisamos ter
nossos pensamentos tem que ser o nosso combustível para atingirmos o nosso alvo
e esse combustível para chegarmos até os nossos objetivos é a nossa força de
vontade, com pensamentos positivos, é claro.
vamos fingir por medo de rejeição, não tenha medo de perder se sentirá bem
melhor para enfrentar as dificuldades da vida. Temos que surpreender nossos
medos com a nossa coragem.
como acreditamos no impossível “enquanto houver um folego de vida haverá
esperança”, vamos correr atrás do prejuízo.
pois, permanecem a fé, a esperança e o amor” (I
Corintios 13:13)
Andreia Mara Guarda Civil Municipal Bacharel em Direito
Em 2015, foi aprovado por comissão especial da Câmara o texto-base do Projeto de Lei 3.722/12 que revoga o Estatuto do Desarmamento...

References: Artigo 6
 artigo
144
 artigo 144
 artigo 144
 artigo 144

artigo 6
 artigo 301

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