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bina!!! | na bicicleta
← outra oportunidade perdida
a bicicleta na publicidade →
bina!!!
Publicado em Setembro 27, 2011 por paulofski
Encostada no passeio da Rua Oliveira Monteiro
Um argumento fundamental para quem usa a bicicleta é proteger o planeta!
E perguntam: – Proteger o planeta de quem?
Ora, de gente iluminada que tem ideias como esta: Colocar um motor impulsionado a combustível fóssil numa bina!…
… Então e a Rosa, com apelido de Mota e que corria comó caraças!!!
Esta entrada foi publicada em ele há coisas! com as etiquetas bicicultura, coisas que inventam, fotografia, penso eu de que.... ligação permanente.
55 respostas a bina!!!
Sergio Moura diz:
Setembro 27, 2011 às 19:48
Ainda por cima, isto é completamente ilegal. Com motor de combustão interna tem de estar matriculado, etc etc etc
Niagara diz:
Setembro 29, 2011 às 10:20
Bem, tenho que sair em defesa da bina… 😉
Primeiro, não tem que estar matriculada, a partir do momento em que seja uma bicicleta com motor auxiliar (e não uma bicicleta a motor – há uma diferença, entre cilindradas, potências e velocidades máximas admitidas).
Segundo… há situações em que é de todo aceitável a utilização de uma bicicleta com motor auxiliar, não vou enunciá-las para não tornar isto demasiado extenso.
Terceiro, o motor de combustão interna pode ser efectivamente uma boa solução. Se utilizado apenas como auxiliar nas subidas mais íngremes, podem-se fazer consumos inferiores a 1l/300Kmts. Não há comparação em termos de economia. A poluição também tem que ser avaliada em função do consumo, e sim, há motores deste tipo e com estas cilindradas (cerca de 35cc) a 4 tempos (muito mais eficientes e económicos do que os de 2 tempos, além de menos poluentes);
Quarto, o motor de combustão interna apresenta uma vantagem comparativa muito interessante – o preço – face ao equivalente eléctrico, muitíssimo mais dispendioso. Se considerarmos o custo da troca das baterias (ao fim de uns 3 a 4 anos), e dependendo do tipo de utilização, o motor de combustão pode ser efectivamente uma solução financeiramente mais viável.
Por último – e esta questão nunca é levantada – se ao motor eléctrico “limpo” somarmos toda a “pegada” necessária quer para a produção do motor em si, quer a necessária para a produção das baterias (ui ui) a solução eléctrica deixa de ser assim tão “limpa”.
Setembro 29, 2011 às 12:21
A “Bina” é uma bicicleta, mas não é um velocípede. É um ciclomotor porque é dotado de 2 ou 3 rodas, com uma velocidade máxima, em patamar e por construção, não superior a 45 km/h, e cujo motor tenha cilindrada não superior a 50 cc, tratando-se de motor de combustão interna ou cuja potência máxima não exceda 4 kW, tratando-se de motor eléctrico.(Artigo 107º). Quanto à obrigatoriedade de matrícula a meu ver estes veículos estão mal regulamentados (Artigo 117º). Segundo dados que recolhi, o motor auxiliar desta bicicleta motorizada pode ter 39cc, outras 49cc (algumas até mais com um kit), podendo atingir uma velocidade máxima de 45 km/h e tem um consumo misto de +/-2L/100km.
Caso a “Bina” seja mesmo uma bina movida a pedais (com o peso extra do motorzeco é uma asneira) tudo bem mas tendo um auxiliar ali à mão, o acelerador entra em acção e aquilo não passa de um foco de poluição atmosférica e sonora. Com o motor auxiliar de duas pernas, atingir os 45 km/h é bem possível, sem consumos excessivos nem poluição.
Setembro 29, 2011 às 13:29
Perdi uns segundos no google porque sabia que isto já tem sido muito debatido:
Exmos Srs do IMTT
Comprei um velocípede (vulgo: bicicleta) que tem um pequeno motor auxiliar de 39 cm3 a gasolina, e atinge uma velocidade máxima de 25 Km/h. (junto se anexa foto).
Questões que coloquei:
1-A condução de velocípedes com estas características na via pública é permitida (com a ressalva de auto-estradas, IPs e respectivos acessos, vias reservadas a automóveis e motociclos)?
2-A condução deste velocípede está ou não sujeita a formação de condutor e à titularidade de documento que autorize o exercício da condução?
3-Seguro e capacete é obrigatório?
Aqui vai a resposta às questões que coloquei e que são muito claras.
Transcrevo resposta do email:
Relativamente ao assunto exposto, informa-se que o veículo que refere não é passível de matriculação (não se pode atribuir uma matricula), pelo que o mesmo não pode circular na via pública, somente em pista afectas à circulação de velocípedes, dado que este veículo para efeito do código da Estrada (CE) é considerado um velocípede (embora possua motor auxiliar), igualmente conforme o CE não carece de habilitação legal para o conduzir.
Por esta razão também não carece de seguro obrigatório ou capacete, embora seja aconselhável que o seu condutor possua um seguro de responsabilidade civil e quando conduz este veiculo um capacete próprio para velocípedes.
Setembro 29, 2011 às 13:55
Sérgio, há aqui no entanto uma dúvida, para não dizer muita perplexidade da minha parte nessa resposta ou então o IMTT não percebeu a pergunta: Um velocípede não pode circular na via pública e somente em pistas afectas à circulação de velocípedes!!! Em que é que ficamos!?
Novembro 5, 2011 às 11:47
so sabem falar mal das binas! é cada otario! se ouve-se tantos carros como binas havia era menos poluição não mais!!
Novembro 6, 2011 às 08:50
É tudo uma questão de binário xôr anónimo mas uma mota é uma mota, que tal como um carro, ouve-se e cheira-se ao longe. Permita-me que lhe corrija a frase “se houvesse tantas binas (sem motor a combustão interna) como carros haveria menos poluição não mais!!” Cumprimentos.
Néné diz:
Maio 17, 2013 às 20:36
Eu penso que quem a usa por motivo de deslocação para o trabalho está a ser um enorme amigo do ambiente. Usa o auxílio do motor para umas subidas mais complicadas, usa-o também para quando o vento não ajuda, evitando assim o chegar transpirado ao seu local de trabalho. Na minha opinião o uso de bicicletas com o sem motor auxiliar é sempre de louvar. Cumprimentos.
Maio 18, 2013 às 17:00
Com certeza que será Néné, nada contra. O uso de biciclétas electricas cumprem exemplarmente essa função, a de auxiliar a mobilidade sem poluição atmosférica e sonora. Cumprimentos.
Maio 18, 2013 às 21:20
Relativamente à poluição sonora de acordo relativamente à atmosférica já coloco algumas dúvidas. Todos sabemos de como pilhas e baterias são inimigas do ambiente… Outro senão é a questão económica sendo as eléctricas bem mais caras que estas “binas”.
Maio 19, 2013 às 07:16
Se formos conscientes as pilhas e baterias são perfeitamente recicláveis. O mercado bicicletas eléctricas está a expandir-se e tem opões para vários preços, não necessáriamene caros. De todo o modo, como o motivo do post foi ironizar com o nome “Bina” dado a uma motorizada, pedalar uma bicicleta, ou bina como gosto lhe de chamar, é mais amigo do ambiente, mais económico, e beneficia a nossa saúde, mesmo com esforço e suor.
Cláudio diz:
Maio 20, 2013 às 13:19
Bina é o nome da marca de bicicletas, que por acaso também faz versões com motor.
Como utilizador de bicicleta com motor eléctrico digo que opções baratas, como a de que eu disponho, não ajudam muito em subidas mais íngremes ou longas, daí que para não se dar muito mais dinheiro (tanto inicialmente como em manutenção de médio prazo, com as baterias) a opção do motor de explosão ou mesmo combustão é muito boa.
Para se ter o mesmo resultado no mundo eléctrico temos de gastar o dobro ou mais de dinheiro inicialmente. Melhores veículos têm baterias mais caras e na hora de as trocar também será maior o custo…
Quanto à poluição é tudo muito relativo, como já disseram o impacto ecológico das baterias, mesmo recicladas, é grande, assim como é grande o impacto ecológico da própria electricidade que em Portugal vem em grande parte de fontes fósseis.
http://www.apren.pt/dadostecnicos/index.php?id=269&cat=266
Em termos absolutos pode até ser mais poluente a versão eléctrica, mas eu não sei fazer essas contas (e também não será por isto que se decide). Pode-se louvar nas eléctricas o facto de ser possível usar fontes de energias renováveis (apesar de neste momento não ser assim, pela composição da produção de electricidade em Portugal) enquanto a gasolina será sempre não-renovável.
Também temos de comparar com as alternativas que são normalmente usadas (carros e motas “a sério”), tão barulhentas e muito mais poluentes.
Para deslocações ao trabalho a bicicleta com motor a gasolina (mistura) poderá ser mesmo o meu próximo veículo…
victor pires diz:
Maio 28, 2013 às 08:28
eu tenho uma bina, circulo com ela numa cidade (Entroncamento )
Alem de ser muito economica,é pouco poluente.
queria dizer a esses iluminados que criticam as binas, ou é por inveja ou por má fé
apenas um só avião polui mais que todas as binas do planeta,até a lareira que se acende em casa polui mais que centenas de binas,tanto se preocupam com o ambiente, e agarram-se a estes pretextos de cará-cá -cá
ganhem juizo, e critiquem o que realmente polui o planeta
acordai ! acordai ! acordai !
Maio 28, 2013 às 08:57
Meu amigo e caros visitantes, devo esclarecer que com este post mais não quis do que ironizar com o nome dado à máquina. Para mim, se a coisa tem pedais então estão lá para pedalar. A rotação das pernas tem certamente mais binário do que aquele cilindro. Qualquer outro propulsor adicional que não as pernas, de combustão fóssil ou de electrões, só trará preguiça ao utilizador e prejuízos ambientais, coisa que com uma bina, bicla ou bicicleta, não sucede. Tenho dito.
Maio 28, 2013 às 09:20
Devo contrapor e dizer-lhe que “Bina” é uma marca de bicicletas com motor adicional, não monta bicicletas tradicionais. Nem a propósito, ontem de visita à Velo Invicta estava lá uma “Bina” para reparação (cremalheira da transmissão do motor partida). Em conversa com o Barbosa (antigo vendedor desse tipo de veículos) garantiu-me que a empresa só monta bicicletas com motor e quase tudo material chinês. Em relação a bicicletas eléctricas, por 400€ já pode comprar uma fiável e potente e-bike.
Junho 6, 2013 às 17:36
Erro meu de pensar que havia outros modelos de ‘binas’ sem motor. Tenho essa ideia por algum motivo, as minhas desculpas.
Mas o mais importante é notar que quem usa este tipo de veículos não é para se divertir, mas sim como meio de transporte do dia-a-dia. Por muita força que se tenha não temos mais binário a pedal que a motor.
E não é uma questão de preguiça, é uma questão de tornar possível o transporte de bicicleta num maior número de situações. A questão é trocar carros, autocarros e motas por bicicletas, nem que sejam auxiliadas e motor, e não uma comparação entre bicicletas com e sem motor.
Eu gosto de ir de bicicleta para o trabalho, mas os meus colegas agradecem imenso que ela tenha motor, já que chego ainda bastante fresco ao destino. Se não pudesse andar auxiliado na bicicleta, continuaria a usar frequentemente o autocarro ou carro (talvez uma mota) e é esta mudança que deve contar.
E já agora, bicicletas eléctricas de 400€ são muito giras, dão o seu jeito, mas de potentes não têm nada, não aguentam as subidas íngremes de uma cidade como o Porto (a minha é uma dessas, tenho a sorte de as piores subidas estarem no caminho de volta a casa, onde chego bem suado de dar ao pedal)
Rui Samuel diz:
Julho 16, 2013 às 21:55
E o que pensam de o IMTT estar a homologar uma bicicleta com motor auxiliar a combustão, a 2 tempos desde Julho de 2011 e ainda não ter definido se é velocípede ou ciclomotor ?
Setembro 23, 2013 às 22:38
boa noite há aqui no entanto uma dúvida, para não dizer muita perplexidade da minha parte ou então o IMTT possa ajudar se eu fizer um seguro de responsabilidade civil para a minha bina posso cicular na via publica com ela ou nem por isso aguardo a resposta IMTT
Chopper Bina Punisher Facebook diz:
Agosto 20, 2014 às 21:23
Pode-se anda de Bina sem problema, isso tenho certeza, subscrevo e informem-se! Alguém me diz se foi apreenda a bina!?? Pois, pois não! lol 😀 ..Os agentes falam muita coisa, mas a lei está do lado de quem as tem! Mas fica ao critério de cada um, não vale apenas discutir! blá..blá! Cumps!
Agosto 20, 2014 às 22:43
Trinta e quatro meses depois de solicitar a homologação de uma bicicleta com motor auxiliar (Xeus a 2 tempos) foi, por fim, deferida a minha solicitação. A minha “BINA” que não é Bina é um velocípede com motor auxiliar ao abrigo do Artigo 112 da Lei 72/2013 de 3 de Setembro. Sempre andei com ela, tem mais de 4400 Km feitos a poluir…
Setembro 14, 2014 às 10:59
E preciso alguma carta de conducao para conduzir essa bicicleta motorizada?
Setembro 15, 2014 às 10:12
Olá Fábio. Não, e que eu saiba também não é preciso carta de conducao para conduzir motorizadas até 125 cc.
spacegrupo diz:
Setembro 15, 2014 às 10:56
Meu Caro, é sempre necessário carta ou licença de condução desde 50cc até 125cc, a não ser que esta pessoa tenha carta de condução de Automóveis Ligeiros e uma idade superior a 25 anos! Cumps!
Setembro 15, 2014 às 11:05
…”a não ser que esta pessoa tenha carta de condução de Automóveis Ligeiros e uma idade superior a 25 anos”.
Caríssimo. grato pela sua rectificação, faltou-me saber essa importante informação! É o que dá um encartado dar mais tempo ao pedal, Cumprimentos.
Setembro 15, 2014 às 11:07
No caso da Bina, se não ultrapassar os 49cc não é necessário qualquer documento/licença de condução, a não ser o uso Obrigatório de capacete de preferência com homologado para ciclomotor e aconselhável um seguro de responsabilidade civil / Seguro velocípedes!
joao cunha diz:
Fevereiro 3, 2015 às 23:30
Pois e um veiculo poluente, os animais sao como seres humanos por isso tambem devia ser proibido andar a caça oh amigo entao em que mundo voçe vive no mundo em que nao se pode apanhar rosas para oferecer a uma mulher porque esta a matar uma planta se fomos a ver entao ja que nao se pode fazer nada neste planeta mais vale nunca ter nascido .
Fevereiro 4, 2015 às 10:54
amigo João Cunha, sabe, quando se colhe uma rosa não se mata a roseira… Olhe, caso queira volte sempre.
Março 17, 2015 às 10:40
Ola a todos que gostem das binas ou nao ! Tambem estou de acordode quem usa a bina nao sera para passear de bicicleta mas como utilitaria e acho bem , tenho bicicletas e scooter mas a bicicleta e mesmo para passear ou desporto disfrutar do pedal e muito bom. Mas o mais importante seria os xulos deste pais darem condiccoes para os ciclistas circularem nas estradas se realmente estao a pensar no planeta . e quando vao para os empregos deles a utilizar veiculos de alta cilindrada pagos por aqueles que eles estao sempre a apontar que andam a poluir e vao subindo os impostos que e para reduzir a poluicao eles tambem se poderiam deslocar para os empregos de bicicleta ou mesmo de bina como se faz noutros paises. E meus senhores usem a dita bina mas nao falem muito dela porque eles os atrasados mentais que temos a descomandar este pais ainda arranjam maneira de por os velocipedes com ou sem motor auxiliar a pagar impostos. Desculpem obrigado . J.C.F.
Maio 5, 2015 às 16:00
pretendo comprar uma bina.. ja pedi informaçoes a GNR , e nao me sabem responder se é preciso ou nao serem estes velocipdes com motor auxiliar usarem ou nao a dita matricula. afinal em que ficamos?
quem me pode responder se é ou nao preciso matricula , ou se existe o risco de ser apanhado pela brigada e ter tudo o que se segue ( multa , veiculo apreendido, tribunal etc.. agradecia uma resposta ..obg
Maio 5, 2015 às 17:19
Depende da potencia declarada do motor, do controle de binário e das velocidades máximas atingidas. (p.f. ver “post” de 20 de Agosto…)
Maio 5, 2015 às 17:36
obg meu caro pela resposta
se bem entendo então ate 49,cc a lei permite isso ? ou tera de ser menos que essa cilindrada ?é que segundo tenho visto existem várias cilindradas só quero saber se a bina até aos ditos 49cc é exenta de matricula .ou qual documento seria necessário acaso uma brigada faça parar . Existe algum documento que se possa provar em como náo é necessário matricula? ou apenas uma cópia do artg: 112 do CE serve para apresentação ? espero resposta PFV : agradecendo a sua ajuda meu caro …. obg
Maio 5, 2015 às 18:38
Procure-me no FB e envie mensagem privada, por favor.
Space Grupo diz:
Maio 5, 2015 às 22:38
Boas, meu caro “Anónimo”….Eu consigo-lhe arranjar uma documento legal, para poder mostrar ás autoridades policiais, um documento que teve para mim um custo de 10€, mas consigolhe por 5€ com os seus dados pessoais! Este documento só é valido para as Binas, tipo bicicleta e tipo chopper! Contacte-me por email: lsaleloja@gmail.com …Cumps! 😉
Maio 6, 2015 às 21:19
caros amigos que passem por aqui agradecia se ouver alguém que me possa esclarecer ao sujeito das binas
. Caro Rui Samuel deixei mgs no FACE
caro Space Grupo deixei email como pediu
mais uma x agradeço alguma informação que me possa ser útil
Maio 6, 2015 às 21:48
É muito simples, quanto às autoridades policiais, pode simplesmente perguntar como é em relação às Originais e tradicionais “Solex” e “Mobiletes”(“…são legais e não requerem habilitação (carta), e a matricula! …mesmo que possua, deve retira-la, uso somente Obrigatório do capacete homologado para ciclomotores.”((Resposta: IMTT)) ??? A degislação aplica-se exactamente igual a uma tradicional bina de motor 2 tempos, 39,9cc, 49cc e em alguns casos 60cc ou 66cc! Podem pensar que os de 60cc e 66cc Originais, “são ilegais”, mas na verdade não o são, em termos de kW não ultrapassam os 2,5kW, ou seja teem um ganho em termos de força e não em velocidade ponta! 😉
Maio 6, 2015 às 23:07
Já me dedique muito tempo/horas/meses às binas, agora não tenho muito tempo nem espaço! A única coisa que perdura, mas meio pararada é a pagina do facebook: https://www.facebook.com/BicicletasBinaChopperCruiser
Junho 17, 2015 às 10:49
bondia a todos
simples pergunta a qum poder responder ( pvf)
1ª — as Binas, ou outra bicicleta com motor a gasolina ou electrico, sao ou nao obrigadas a ter matricula ?
2ª —- mobilettes , solex e outos antigos ( ciclomotores ) a pedais sao ou nao obrigados a ter matricula ?
3ª — se alguem poder responder , ou se tem algum documento oficial do IMTT comprovando o sim ou nao de usar matricula , agradecia que respondessem. ( obg ) ou entao me informarem , onde poderei obter essa informação .
4ª —- Já fiz estas mesmas perguntas a agentes da GNR, mas nenhum me soube dar uma resposta concreta : ou seja … uns dizem que é obrigatório . outros dizem que não ..
Encontrei este Blogo estes dias como aqui se falou muito a esse respeito e agora nada se diz, fico na duvida de tudo . PVF .. algém me responda . Precisava mesmo de obter um veiculo desses devida a uma situação de saude: ( pedalar para fazer exercicio .. e quando cansado poder chegar a casa . ) andar a pé ou pedalar , causa DEFICIENCIA CARDIACA
Junho 17, 2015 às 11:23
Boas, desde já compreendo a sua situação de saúde, e desejo-lhe as melhoras! Na sua situação aconselhava-lhe uma electrica, pelo simples fato de ser mais eficiente e fiável! Os veiculos motorizados de combustão, tem tendencia a dar alguns problemas, Na sua situação fisica não é boa opção!
No entanto, quanto às binas eu posso lhe arranjar um documento(lsaleloja@gmail.com), veiculos com 2 a 3 rodas e c/ pedais incorporados não necessita de matricula (se a tiver a antiga, deve retirar e circular sem ela), seja ela eléctrica ou a gasolina não superior a 2,5kw (o uso da mesma não convém exceder uma velocidade de max. 35km/h), nomeadamente as binas, solex, mobiletes, etc (São permitidas por lei, e podem circular na via publica, sendo Obrigatorio o uso do capacete homologado para ciclomotores, se possível (não Obrigatório) seguro de responsabilidade civil (ou seguro de bicicletas)!
Ulisses Fernandes diz:
Junho 18, 2015 às 14:30
Caro Spacegrupo!
Tenho uma Mobilete da Motobecane é uma Peugeot 103. Será possível ceder-me cópia do documento que as isenta de registo e matrícula?
Junho 20, 2015 às 11:02
Caro amigo Spacegrupo : enviei um mail o dia mesmo que li sua mgs :
Queira confirmar PVF
Cumps S.M.
Junho 28, 2015 às 15:49
Com o decorrer do tempo talvez essas burocracias tenham sido abulidas,coisa estranha no nosso Pais.No entanto recordo que sou do tempo em que era obrigatorio ir a CM da residencia,dizer meia duzia de sinais para se obter a dita licenca para veiculos sem motor,assim como a respetiva matricula exp: 1-PNF. Assim era usado o mesmo procedimento,para os veiculos c/motor auxiliar.Estou ausente ha muitos anos vi a bina e em Agosto se Deus quiser vou comprar uma,para me acompanhar na minha reforma.Era o que os nossos desgovernantes deveriam fazer para dar o exemplo.
Junho 28, 2015 às 16:02
Sera que me podem informar,onde posso comprar na zona do Porto uma bina nova de fabrica?
Agosto 19, 2015 às 23:52
Muito boa noite a todos , estive aqui e agora a ler todos estes comentários sobre ´´BINAS“e gostava de expressar alguns comentários se me dão licença;moro na margem sul do tejo na cidade do Barreiro e felizmente trabalho(nos dias que correrem) no concelho de Palmela num armazém de ferro(a dar no duro) durante 8 horas diárias ate aqui tudo normal!!!certo???tinha e tenho uma viatura Citroen sxara break de 2004 que ate consumia pouco …mas sempre era €120 ou mais por mês em gasolio ,que muita falta me faz para encher o raio da dispensa e arca congeladora ,a distancia é mais ou menos de 25km ida e volta casa ao trabalho ,e agora faço €6 e pouco consoante a oscilação da gasolina 95 por semana (8 dias) numa BINA com o dito MOTOR sempre a bombar nas calmas e a sentir e ver a paisagem,tenho vários e sérios problemas de saúde ,desde uma rotula na anca a desfazer ce e uma estúpida de uma hérnia discal (nem bicicleta posso andar ,só chapinhar numa piscina com jovens de 80 anos),mal de mim senão tivesse esta bina ,perguntei aqui a PSP (transito) o que era necessário para poder andar na mesma….resposta dada: absolutamente nada cabe lhe a si e ao seu senso comum usar um simples capacete de ciclista e um colete reflector se andar de noite não precisa de carta alguma nem de seguro …isto foi o que me foi dito e depois num aparte disse me assim mas não se vá habituando pois mais dia menos dias eles(estado) aparecem com alguma lei para sacar mais uns €…..e mais vós digo no passado dia 8 deste mês de Agosto fiz 470km +- fui ate ao Santuário de Fátima via Golegã e vim por Santarém tudo estradas nacionais e municipais passei a deslizar por patrulhas da GNR e nenhuma me mandou parar ,por isto e por muito mais coisas eu vós digo a todos …AINDA BEM QUE COMPREI A MINHA BINA,comprimentos e saúde e boas pedaladas a todos …..(BINEIROS DO ASFALTO ) FACEBOOK
Agosto 20, 2015 às 00:11
Disposições especiais para motociclos, ciclomotores e velocípedes
Regras de condução
1 – Sem prejuízo do disposto no n.º 2, os condutores de motociclos, ciclomotores ou velocípedes não podem:
aa) Conduzir com as mãos fora do guiador, salvo para assinalar qualquer manobra;
bb) Seguir com os pés fora dos pedais ou apoios;
cc) Fazer-se rebocar;
dd) Levantar a roda da frente ou de trás no arranque ou em circulação;
ee) Seguir a par, salvo se transitarem em pista especial e não causarem perigo ou embaraço
para o trânsito.
2 – Os velocípedes podem circular paralelamente numa via, exceto em vias com reduzida
visibilidade ou sempre que exista intensidade de trânsito, desde que não circulem em paralelo
mais que dois velocípedes e tal não cause perigo ou embaraço ao trânsito.
3 – Os condutores de velocípedes devem transitar pelo lado direito da via de trânsito, onservando
das bermas ou passeios uma distância suficiente que permita evitar acidentes.
4 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60 a
€ 300, salvo se se tratar de condutor de velocípede, caso em que a coima é de € 30 a € 150.
Transporte de passageiros e de carga
1 – Nos motociclos, triciclos, quadriciclos e ciclomotores é proibido o transporte de passageiros
de idade inferior a 7 anos, salvo tratando-se de veículos providos de caixa rígida não destinada
apenas ao transporte de carga.
2 – Os velocípedes só podem transportar o respetivo condutor, salvo se:
aa) Forem dotados de mais de um par de pedais capaz de acionar o veículo em simultâneo,
caso em que o número máximo de pessoas a transportar corresponde ao número de pares de
pedais e em que cada pessoa transportada deve ter a possibilidade de acionar em exclusivo um
par de pedais;
bb) Forem concebidos, por construção, com assentos para passageiros, caso em que, além do
condutor, podem transportar um ou dois passageiros, consoante o número daqueles assentos;
cc) Se tratar do transporte de crianças com idade inferior a 7 anos, em dispositivos
especialmente adaptados para o efeito.
3 – Nos velocípedes a que se refere a alínea b) do número anterior, deve ser garantida
proteção eficaz das mãos, dos pés e das costas dos passageiros.
4 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60
a € 300.
1 – O transporte de carga em motociclo, triciclo, quadriciclo, ciclomotor ou velocípede só
pode fazer-se em reboque ou caixa de carga.
2 – É proibido aos condutores e passageiros dos veículos referidos no número anterior
transportar objetos suscetíveis de prejudicar a condução ou constituir perigo para a segurança
das pessoas e das coisas ou embaraço para o trânsito.
3 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60 a
€ 300.
1 – (Revogado.)
2 – Sem prejuízo do disposto nos artigos 59.º e 60.º e no n.º 1 do artigo 61.º, os condutores dos
motociclos, triciclos, quadriciclos e ciclomotores devem transitar com as luzes de cruzamento para a frente e de presença à retaguarda acesas.
3 – Sempre que, nos termos do artigo 61.º, seja obrigatório o uso de dispositivo de iluminação,
os velocípedes só podem circular com utilização dos dispositivos que, para o efeito, forem fixados em regulamento.
Avaria nas luzes
1 – Em caso de avaria nas luzes de motociclos, triciclos, quadriciclos e ciclomotores é aplicável,
com as necessárias adaptações, o disposto no artigo 62.º
2 – Em caso de avaria nas luzes, os velocípedes devem ser conduzidos à mão.
3 – Quem infringir o disposto no n.º 2 é sancionado com coima de € 30 a € 150.
Sinalização de perigo
É aplicável aos motociclos, triciclos, quadriciclos e ciclomotores, quando estejam munidos de luzes de mudança de direção, o disposto no artigo 63.º, com as necessárias adaptações.
Sanções aplicáveis a condutores de velocípedes
As coimas previstas no presente Código são reduzidas para metade nos seus limites mínimo
e máximo quando aplicáveis aos condutores de velocípedes, salvo quando se trate de coimas
especificamente fixadas para estes condutores…
Agosto 28, 2015 às 17:10
boas a todos..
É pena que este blogue deixou de ter vizitas , para darem imformaçoes a todas as pessoas que utilizam as BINAS.
Finalmente tanta coisa se tem dito , e ninguém sabe ao certo que documento faz falta ou nao, para poderem circular nas ditas BINAS , que dao um excelente apoio , a quem tem de ir trabalhar ( nao muito longe de casa ) , sem ter de investir em combustiveis , uma parte do seu magro salario, que a classe trabalhadora ganha no dia a dia.
Dizem que as Binas sao polição: entao que diremos nós trabalhadores , desses (PACHÁS ) que circulam em altas cilindradas sem sequer saberem o preço do que gastam , nem se imcomudarem com os preços incertos dos combustiveis actualmente.
Deixo aqui um apelo : Se Porventura algum Agente da Autoridade de Transito : algum Funcionário do IMTT.; ou alguém conhecedor desse famosso Artigo 112 , que nao expecifica bem o seu conteúdo ; que nos informe a nós ciclistas de BINAS , o que se deve fazer, onde se pode informar , ou qual documento é necessário para circular nas mesmas , sem que tenhamos mais o coração aos salto de no virar duma curva encontrar uma patrulha a fazer paragem , para incomodar o pobre trabalhador , dizendo que tem o veiculo ( confiscado . e uma coima que pode ir ate aos 1500e por falta da cuja Matricula : Pela mesma , aproveito a chamar atenção ( algum desses Senhores entendidos na Matéria ,que se existe um documento oficial em como podemos circular libremente ( respeitando o CE ) que deixe uma prova de boa fé por escrito , neste Blogue , para os Binários possam fazer uma cópia para mostrar a uma eventual operação STOP pelas Brigadas de Transito.
Todos os Binários ficam agradecidos tenho a certeza dessa boa vontade de alguém que nos possa ajudar.
esperamos resposta :
Agosto 31, 2015 às 15:54
Boas amigo. Artur …olha tanto quanto. Eu sei nao e necessário nada pois 1 as binas nao tem numero de quadro e muito menos numero de motor …isto sei eu,e preguntei a um policia da secção. De trnsito aqui da esquadra do Barreiro que como sendo um VELOCÍPEDE. Com um motor auxiliar de baixo kw ,so temos de usar o capacete e se circular de noite um colete para sermos vistos,alem de reflectores nas rodas (1) em cada.
Isto foi o que me foi dito…E É. O QUE EU FAÇO PARA ME DESLOCAR (24km) DIARIAMENTE PARA IR TRABALHAR…..há e andar sempre com o BI ou o CC eo comprovativo de compra.
Abraço amigo Artur e boas estradas…..
Setembro 1, 2015 às 08:19
Fico grato pela informação caro Anónimo : eu cotinuo a binar , mesmo sempre atento a desligar o motor e a pedalar , á minima vista duma brigada
Mais uma x fico grato .. obg
cmps: …. Artur
BRISA DO ASFALTO diz:
Janeiro 21, 2016 às 01:11
49cc 4 tempos é o meu motor de bicicleta de eleição,forte em baixas rotações, economico (70 km com 1lt de gasolina),limpo,não aquece como o 2t (parar a cada meia hora de aceleração ) duradouro,enfim vivas as binas e todas as bicicletas que tanto jeito nos dão. Pena que tenha de vir dos EUA,pois cá não se comercializa este tipo de motor 4t apenas o 2t.Isto de ser coisas do 😈!
Donaldo Carreiro diz:
Julho 12, 2016 às 11:30
Bom dia. Quem ler o artigo 112 com atenção verá que só e legal os motores electricos até 0,25 KW. Portanto como é possível circular com veiculos com 2,5Kw valor igual a qualquer ciclomotor.
Donaldo Carreiro
Rui Samuel Costa Martins diz:
Julho 12, 2016 às 13:17
São legais quaisquer motores (não só eléctricos). Mas o melhor ainda é pedir a homologação numa qualquer delegação do IMT.
Julho 12, 2016 às 13:25
Há ai um mal entendido! as binas são 0,25kw, provável ter esquecido do “0”! Mais, algem tem conhecimento de alguma bina q foi apreendida, pelas autoridades?? Não!!!! Tá tudo explicado! Pode-se falar muita coisa! Mas, não podem apreender a bina! cumps
Outubro 4, 2016 às 03:01
Boas, digam o que disserem e falem o falarem! Não passa de mitos, no concreto não existe lei especifica para estes velocípedes, com muitos se nãos, e dúvidas do entendimento do Português escrito no decreto de lei n112!
Eu tenho a solução e o documento, e já resolvi o problema a muitos utilizadores de binas! Autoridades de bico calado até a alteração da lei, o q para já nada alterado!
João Pery de Lind diz:
Julho 11, 2017 às 05:04
… Será gente iluminada que em vez de gastar, 5l, 6l, 10l, 20l de combustível fóssil, aos 100 km, gasta 1, 5l/100? (a autonomia dos semelhantes eléctricos, é limitada e os tempos de carga, incomportaveis, com a vida laboral, social, etc…).
Será assim tão má ideia, ou se fosse um recurso muito mais massivo, verdadeiramente importante e preservador do Planeta?
Julho 11, 2017 às 08:00
Os motores a dois tempos não são propriamente o que se pode chamar de ambientalmente correctos. Exigem a presença de óleo misturado na gasolina para sua lubrificação interna. Durante o funcionamento as válvulas de admissão e exaustão ficam momentaneamente abertas em simultâneo, permitindo que uma parte do jacto de óleo e combustível que entra no cilindro saia directamente para o cano de escape. O desperdício de combustível e a fumaceira são características desses motores (entre 25 e 35 por cento do combustível que entra num motor dois tempos sai sem ser queimado).
O maior problema dos motores a dois tempos é precisamente a poluição provocada pelo óleo de lubrificação ir misturada com o combustível.
Se podemos ter um planeta ambientalmente sustentável? Acredito que sim.
Julho 19, 2017 às 23:18
Boas, Vejo que aqui o pessoal continua com muitas duvidas e incertezas! Continuo a dizer que não é obrigatório nenhum documento, nem habilitação de condução! Mas é obrigatório o uso do capacete homologado para ciclomotores, luzes de presença á frente e atrás para de noite, e também noções básicas de transito, e obedecer as regras do velocípede, evitando ultrapassar os 35/40km/h máx., e também é evitar circular em ciclovias, afim de evitar a poluição e o transtorno de quem as utiliza! As autoridades policiais podem amedrontar, tipo ameaçar apreender o vosso veiculo, mas o que é verdade é que não à relatos provados de apreensão dos mesmo, desde que estejam enquadrados legalmente conforme citei acima! Mas se algum quiser andar mais tranquilo, devem ter um documento válido (tipo “factura de compra”, que comprove o veiculo em questão e a sua “real” potencia de 0,25kW)…o Documento tem um custo simbólico de 10eur (mas informo que este doc. não é necessário, nem obrigatório.) …é só mesmo por uma questão de tratar rapidamente o problema com as autoridades, e é mandado seguir quase de imediato! LSALELOJA@GMAIL.COM
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 Artigo 112
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