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Criterios Avaliacao FERNANDO PESSOA 2012 13 | Éducation spécialisée | École maternelle
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Educao Especial, Educao Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclos
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__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa
Educao Especial, Educao Pr-escolar, 1., 2. e 3.ciclos
Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013
NDICE________________________________________________________
CRITRIOS DE AVALIAO Educao Especial CRITRIOS DE AVALIAO Educao pr-escolar CRITRIOS DE AVALIAO Portugus Lngua no materna Ensino Bsico CRITRIOS DE AVALIAO 1 Ciclo CRITRIOS DE AVALIAO - 2 E 3 CICLOS 1- Introduo 2- Referncias legais 3- Critrios de avaliao
DEPARTAMENTO DE LNGUAS Portugus 2 ciclo Ingls 2 ciclo Portugus 3 ciclo Ingls 3 ciclo Francs 3 ciclo Espanhol 3 ciclo
DEPARTAMENTO DE CINCIAS SOCIAIS E HUMANAS Histria e Geografia de Portugal 2 ciclo Educao Moral Religiosa Catlica 2 ciclo Histria 3 ciclo Geografia 3 ciclo Educao Moral Religiosa Catlica 3 ciclo DEPARTAMENTO DE MATEMTICA E CINCIAS EXPERIMENTAIS Matemtica 2 ciclo Cincias da Naturais 2 ciclo Matemtica 3 ciclo Cincias Naturais e Cincias Fsico-Qumicas 3 ciclo Introduo s Tecnologias de Informao e Comunicao 3 ciclo DEPARTAMENTO DE EXPRESSES Educao Fsica 2 ciclo Educao Musical 2 ciclo Educao Tecnolgica 2 ciclo Educao Visual 2 ciclo Educao Fsica 3 ciclo Educao Musical 3 ciclo Educao Tecnolgica 3 ciclo Educao Visual 3 ciclo
CRITRIOS DE AVALIAO Educao Especial
Avaliao Educao Especial_______________________________________
A Educao Especial, atravs dos Docentes de Educao Especial (DEE), intervm na realidade escolar, realizando aes diversificadas e interagindo deliberadamente com protagonistas variados tendo em vista a educao das crianas e jovens com Necessidades Educativas Especiais (NEE) de carcter permanente de acordo com a poltica de incluso que orienta os normativos legais do Estado Portugus, a formao acadmica especializada e as prticas pedaggicas dos docentes.
OBJETIVOS DA INTERVENO DA EDUCAO ESPECIAL
A interveno da Educao Especial assenta essencialmente em duas grandes linhas de ao. A primeira consubstancia a resposta necessidade de reflexo, avaliao e planificao de atividades e caracteriza-se por um funcionamento virado para as necessidades das escolas. Nomeadamente, a ao da Educao Especial orienta-se para a colaborao com os rgos de gesto e de coordenao pedaggica da escola e com os conselhos de turma na deteo e avaliao de necessidades educativas especficas e na organizao e incremento dos apoios especializados adequadosA segunda linha de ao centra-se no trabalho direto com os alunos. Atravs da funo primordial de avaliao, diagnstica, formativa e sumativa, e de aulas individualizadas, a Educao Especial contribui para a diversificao de estratgias e mtodos educativos de forma a promover o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos com NEE, reforando e desenvolvendo competncias especficas ou reas curriculares especficas.
AVALIAO DOS ALUNOS COM NEE
A. PROCESSO DE REFERENCIAO
A referenciao de alunos pode ser feita por qualquer pessoa direo do Agrupamento, devendo explicitar as dificuldades do aluno que motivam o pedido. Educao Especial compete desenvolver as aes previstas na legislao no sentido de avaliar os alunos referenciados, confirmando ou no a necessidade efetiva de aplicao das medidas educativas previstas no Decreto-Lei n. 3/2008, cooperando estreitamente com os servios de psicologia e os docentes responsveis pela turma do aluno e dando resposta nesta matria s solicitaes do rgo de gesto. O critrio essencial que preside interveno do DEE nesta fase que antecede o processo de avaliao direta assenta na recolha e anlise do mximo de informao pertinente sobre o aluno de modo a evitar uma avaliao prolongada.
B. AVALIAO DIAGNSTICA
O mximo rigor profissional posto na categorizao das necessidades educativas dos alunos referenciados. Os critrios de avaliao subjacentes a esta fase do processo respondem pela necessidade de que nenhum aluno com deficincias ou graves/moderadas perturbaes permanentes no seu desenvolvimento seja alvo de excluso na aprendizagem. De igual modo, nenhum aluno referenciado e avaliado ir beneficiar de medidas especiais de compensao de que no tenha efetiva necessidade, por tal no ser justo nem benfico para o normal desenvolvimento das suas aprendizagens. A ao dos DEE clarificada nesta fase pela elaborao do relatrio de avaliao pedaggica em Educao Especial. Os critrios de avaliao diagnstica estendem-se a outros domnios. Por um lado, necessrio tipificar a rea do desenvolvimento em que as NEE se manifestam: Sensorial (audio, viso), Mental (intelectual, linguagem, emocional), Voz e Fala, Neuromsculo Esquelticas e Sade Fsica. Depois, propor as medidas educativas a implementar (apoio pedaggico personalizado, adequaes curriculares individuais, adequaes no processo de matrcula, adequaes no processo de avaliao, currculo especfico individual, tecnologias de apoio) e tambm se deve ou no proceder integrao em turma de nmero reduzido de alunos, pela necessidade de apoio individualizado e sistematizado.
C. AVALIAO FORMATIVA
Com a homologao pela direo do Agrupamento do PEI do aluno e com a anuncia expressa do encarregado de educao, conclui-se uma parte do processo e fica determinada a situao dos alunos com NEE, dando-se incio fase de implementao das medidas aprovadas. Quando a Educao Especial intervm na prestao do apoio pedaggico personalizado e na definio de outras medidas educativas adequadas consecuo do tipo de currculo que for definido ao aluno, d-se incio avaliao formativa e os DEE passam a desenvolver aes de interveno pedaggica direta com os alunos que experienciam dificuldades especiais permanentes de acesso ao currculo ou ainda com os que, com problemas mais graves, devem realizar currculos com substanciais diferenas relativamente ao currculo normal. O apoio pedaggico direto que os DEE prestam aos alunos com NEE de carcter permanente incide genericamente sobre as estruturas do desenvolvimento e da aprendizagem, articulando-as de forma equilibrada na sua interveno, numa perspetiva de promoo do desenvolvimento proximal do aluno e para obter deste uma adeso mais significativa s aprendizagens curriculares que lhe foram definidas. No tendo um carcter disciplinar, a interveno direta da Educao Especial facilita a aquisio e a consolidao das capacidades de desempenho cognitivas, comunicativas, lingusticas e motoras, indispensveis consecuo mais geral do seu sucesso pessoal, escolar, social e emocional. A avaliao formativa dos alunos com NEE pela Educao Especial consiste, nomeadamente, na formulao de juzos qualitativos sobre o seu desenvolvimento (cognitivo, lingustico e emocional) e as aprendizagens acadmicas bsicas relevantes e necessrias para o acesso ao currculo (ler, escrever, calcular, pensar, comunicar) que constituem o cerne da interveno direta do Docente de Educao Especial, de acordo com os pontos 1, alnea d, e 3 do artigo 17 e pontos 2 e 4 do artigo 18, todos do Decreto-Lei n. 3/2008. Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013 Pgina 5
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa A avaliao formativa realizada pela Educao Especial expressa-se igualmente na participao em conselhos de turma/conselhos de docentes, nas reunies com os encarregados de educao e outros tcnicos envolvidos no processo educativo e na elaborao dos relatrios finais de ano (previstos no ponto 3 do artigo 13 do Decreto-Lei n. 3/2008). A avaliao formativa realizada pela Educao Especial envolve uma componente especfica, relacionada com o trabalho desenvolvido individualmente ou em pequenos grupos (UAAM) com os alunos com NEE, e uma componente de articulao de juzos com os outros intervenientes no processo educativo, nomeadamente o diretor de turma / professor titular de turma/ educador titular de grupo. Para alm do carter eminentemente formativo, estas duas componentes produzem efeitos designadamente nas seguintes reas: determinao e reavaliao das condies especiais de avaliao mais adequadas e do tipo de adaptaes curriculares de que o aluno deve beneficiar, mantendo-as ou alterando-as, agravando ou no a sua restrio, de acordo com um critrio essencial: a avaliao do aluno com NEE deve orientar-se sempre no sentido de proporcionar as melhores possibilidades de sucesso acadmico e pessoal de que os agentes educativos envolvidos acreditam que o aluno capaz de atingir e que melhor serve a incluso em ambientes educativos regulares na perspetiva de concluso da escolaridade obrigatria num tempo adequado s suas capacidades com o currculo que melhor serve a sua aprendizagem.
D. AVALIAO SUMATIVA
A avaliao sumativa dos alunos com NEE feita em conselho de turma/conselho de docentes para atribuio das classificaes quantitativas e decidir da sua transio ou reteno, processo que conta necessariamente com a participao do DEE. No aspeto particular da avaliao sumativa externa, os critrios de avaliao dos alunos com NEE dependem sobretudo do tipo de adaptao curricular implementada. A partir do momento em que a condio especial de avaliao provas finais de escola foi extinta, o estabelecimento de critrios de avaliao do currculo que o aluno deve realizar torna-se uma tarefa mais exigente e delicada. Tais critrios devem ser amplamente discutidos pela comunidade escolar, sendo que envolvem, entre outras, decises relativas ao futuro acadmico do aluno e possibilidade de realizao de cursos profissionais ou profissionalizantes. Contudo, o critrio essencial enunciado mais acima relativo avaliao formativa adequa-se perfeitamente avaliao sumativa e deve, na nossa opinio, orientar as decises relativas transio de ano. Os alunos com NEE abrangidos pelo artigo 21 do Decreto-Lei n. 3/2008 (currculo especfico individual - CEI) so avaliados de acordo com o currculo definido no seu PEI. Os critrios gerais de avaliao das reas curriculares especficas que no fazem parte da estrutura curricular comum e os factores de ponderao, estes ltimos caso se justifiquem, sero definidos em tempo oportuno pelo Departamento de Educao Especial se este vier a ser criado no Agrupamento ou pelos DEE que acompanham estes alunos. Atualmente, os critrios de avaliao dos alunos com CEI so inscritos individualmente em cada PEI*.
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa *Este documento, elaborado por um grupo de docentes de educao especial do Agrupamento designados pela Direo para
esse efeito, dever ser oportunamente discutido e revisto em sede do futuro Departamento de Educao Especial. a primeira vez que um documento desta natureza relativo aos critrios de avaliao dos alunos com NEE elaborado no contexto mais vasto dos critrios de avaliao que os diferentes grupos disciplinares tm j definidos e so revistos todos os anos.
CRITRIOS DE AVALIAO EM EDUCAO ESPECIAL DOS ALUNOS COM NEE** DOMINIOS DA APRENDIZAGEM CATEGORIAS DO DOMINIO
Pontualidade perseverana Participao
Registos e grelhas de observao direta elaborados pela Educao Especial Registos de auto avaliao Dossi de trabalhos do aluno em Educao Especial Competncias planificadas e desenvolvidas
Interesse Respeito Solidariedade Autocontrolo Comunicao Linguagem escrita- ler Linguagem escrita escrever
Fichas de avaliao em contexto Fichas de trabalho Fichas de avaliao de experiencias sociocupacionais
Pensar desenvolvimento intelectual Clculo reas curriculares especficas Portugus Matemtica Conhecimento do mundo Expresses Informtica Transio para a vida adulta Desporto adaptado Motricidade Autonomia Socializao Comunicao/linguagem Cognio OUTROS INSTRUMENTOS Relatrio de observao e avaliao especializada em Educao Especial PEI CEI (currculo especfico individual) PIT (plano individual de transio) RAF (Relatrio de Avaliao Final)
** Este quadro abrange todos os alunos que beneficiam directamente do apoio do Docente de Educao
Especial (pontos 1, alnea d, e 3 do artigo 17), quer os que esto sujeitos a uma avaliao que decorre da medida educativa prevista no artigo 18 (adaptaes curriculares individuais) e no artigo 20 (adaptaes no processo de avaliao) quer a que decorre do artigo 21 (currculo especfico individual) do Decreto-Lei n. 3/2008. Esta avaliao da responsabilidade do Docente de Educao Especial e diz respeito ao trabalho especfico direto que desenvolve com os seus alunos, constituindo o corpo essencial dos juzos formativos formulados pelo DEE em todas as fases da avaliao interna destes alunos. Este quadro no contempla diferenas especficas que existem no conjunto dos alunos com NEE, nomeadamente aquelas que so marcas distintivas das adaptaes curriculares individuais e dos currculos especficos individuais.
CRITRIOS DE AVALIAO Educao Pr-escolar
Avaliao dos alunos - Pr-escolar__________________________________
A intencionalidade do processo educativo que carateriza a interveno profissional do educador passa por diferentes etapas interligadas que se vo sucedendo e aprofundando, o que pressupe: observar, planear, agir, avaliar, comunicar e articular. Segundo o Perfil Especfico de Desempenho do Educador de Infncia, DL n 241/2001 de 30 de Agosto, compete ao educador: Avaliar, numa perspetiva formativa a sua interveno, o ambiente e os processos educativos adotados, bem como o desenvolvimento e as aprendizagens de cada criana e do grupo. Conceber e desenvolver o respetivo currculo, atravs da planificao, da organizao e da avaliao do ambiente educativo, bem como das atividades e projetos curriculares com vista s aprendizagens integradas. As Orientaes Curriculares para a Educao Pr-Escolar (OCEP) referem que: avaliar o processo e os efeitos, implica tomar conscincia da ao para adequar o processo educativo s necessidades das crianas e do grupo e sua evoluo (OCEP: 27).
A avaliao visa, enquanto elemento integrante e regulador da prtica educativa, permitir uma recolha sistemtica de informao que, uma vez analisada e interpretada, sustenta a tomada de decises adequadas e promove a qualidade das aprendizagens. A reflexo, a partir dos efeitos que se vo observando, possibilita estabelecer a progresso das aprendizagens a desenvolver com cada criana, individualmente e em grupo, tendo em conta a sua evoluo. Assim, a avaliao tem como finalidade: Contribuir para a adequao das prticas, tendo por base uma recolha sistemtica de informao que permita ao educador regular a atividade educativa, tomar decises, planear a ao; Refletir sobre os efeitos da ao educativa, a partir da observao de cada criana do grupo de modo a estabelecer a progresso das aprendizagens; Recolher dados para monitorizar a eficcia das medidas educativas definidas no Programa Educativo Individual (PEI); Promover e acompanhar processos de aprendizagem, tendo em conta a realidade do grupo e de cada criana, favorecendo o desenvolvimento das competncias e desempenhos de modo a contribuir para o desenvolvimento de todas e de cada uma; Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013 Pgina 10
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Envolver a criana num processo de anlise e de construo conjunta, inerente ao desenvolvimento da atividade educativa, que lhe permita, enquanto protagonista da sua prpria aprendizagem, tomar conscincia dos progressos e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando; Conhecer a criana e o seu contexto, numa perspetiva holstica, o que implica desenvolver processos de reflexo, partilha de informao e aferio entre os vrios intervenientes pais, equipa e outros profissionais tendo em vista a adequao do processo educativo. (in, Circular n 4/DGIDC/DSDC/2011).
Princpios da avaliao
A avaliao na educao pr-escolar assume uma dimenso marcadamente formativa [...] um processo contnuo e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados (OCEP, 1997:27). Deste modo pretende-se que a avaliao, na EPE, seja formativa e diagnstica. Assim, a avaliao na Educao Pr-Escolar assenta nos seguintes princpios:
Carter holstico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criana ; Coerncia entre os processos de avaliao e os princpios subjacentes organizao e gesto do currculo definidos nas OCEPE; Utilizao de tcnicas e instrumentos de observao e registo diversificados; Carter formativo; Valorizao dos progressos da criana; Promoo da igualdade de oportunidades e equidade. (in, Circular n 4/DGIDC/DSDC/2011)
Em EPE o educador procede avaliao diagnstica no incio do ano letivo, tendo em vista a caracterizao do grupo e de cada criana.
A Avaliao diagnstica pode ocorrer em qualquer momento do processo avaliativo da criana quando articulada com a avaliao formativa, de forma a permitir a adoo de estratgias de diferenciao pedaggica, contribuindo tambm para a elaborao, adequao e reformulao do projeto curricular de grupo e ainda para facilitar a integrao da criana no contexto educativo. (in, circular n4)
A avaliao formativa formadora tendo uma funo reguladora porque permite aos educadores e crianas ajustarem estratgias e dispositivos.
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Compete ao educador escolher e dosear a utilizao de tcnicas e instrumentos de observao e registo, tendo em ateno as caractersticas de cada criana, as suas necessidades e interesses, bem como os contextos em que desenvolve as prticas. Considerando que a avaliao realizada em contexto, qualquer momento de interao, qualquer tarefa realizada pode permitir ao educador a recolha de informao sobre a criana e o grupo. Assim, o educador estabelece de acordo com o seu projeto pedaggico/curricular e opo do seu modelo curricular os critrios que o vo orientar na avaliao tanto dos processos como dos resultados.
A avaliao na educao pr-escolar surge como suporte da planificao. A informao resultante da avaliao expressa-se de forma descritiva em todas as reas curriculares, tendo em ateno os seguintes critrios:
- Observao direta das aprendizagens/ comportamentos dentro e fora da sala; - Trabalho individual, pequeno e grande grupo;
SABER (saber fazer)
- Dossier individual da criana; - Registos de auto e heteroavaliao de aprendizagens; - Registos de auto e heteroavaliao de comportamentos/regras de convivncia. - Produo e compreenso oral; - Interesse em aprender; - Sociabilidade - Autonomia; - Responsabilidade;
SER/SOCIALIZAR-SE (saber ser e estar)
- Pontualidade e assiduidade; - Envolvimento nas atividades propostas e autopropostas; - Qualidade nas relaes interpessoais (saber estar, saber ouvir, saber participar, respeitar colegas e adultos); - Atitudes; - Regras de convivncia e de vida social; - Nmero de anos de frequncia no EPE.
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Aspetos gerais a atenderem na avaliao formativa das crianas que frequentam a Educao Pr-Escolar:
PARMETROS Aprendizagem rea da Expresso e comunicao Domnio da matemtica
Evoluo na compreenso e comunicao oral; Conscincia das diferentes funes da escrita: o que se diz pode-se escrever e ler, cada um tem cdigos prprios ; Criatividade; Noo de: tempo, espao e quantidade.
SABER (saber fazer) Envolvimento nas aprendizagens Partir dos saberes da criana
Comportamento rea da Formao Pessoal e Social
Aceitar e seguir as regras de convivncia e da vida social; Saber escutar e esperar pela sua vez para falar; Compreender e seguir orientaes e ordens; Tomar iniciativas sem perturbar o grupo.
Autonomia Sociabilidade Envolvimento SER/SOCIALIZAR-SE (saber ser e estar) Qualidade nas relaes interpessoais Responsabilidade Esprito crtico Atitudes rea do Conhecimento do Mundo
Ser capaz de terminar tarefas; Articular com o 1 ciclo na realizao de projetos comuns; Visitas do jardim escola e da escola ao Jardim; Favorecer uma atitude positiva face escola.
Curiosidade e o desejo de aprender Preparar as transies
Intervenientes na avaliao
Docente titular de turma responsvel pela elaborao do Plano Curricular de turma; Crianas (autoavaliao); A equipa; Educador/professor de Apoio; Pais e/ou encarregados de educao; Reunies de articulao com o 1 Ciclo.
A avaliao, enquanto processo contnuo de registo dos progressos realizados pela criana, ao longo do tempo, utiliza procedimentos de natureza descritiva e narrativa, centrados sobre o modo como a criana aprende, como processa a informao, como constri conhecimento ou resolve problemas. Os procedimentos de avaliao devem ter em considerao a idade e as caractersticas desenvolvimentais das crianas, assim como a articulao entre as diferentes reas de contedo, no pressuposto de que a criana sujeito da sua prpria aprendizagem. Deste modo, podem considerar-se como dimenses fundamentais para avaliar o progresso das aprendizagens das crianas as seguintes:
a) As reas de contedo (OCEPE); c) Outras dimenses especficas estabelecidas no projeto educativo e/ou projeto curricular de grupo e no PEI; d) Competncias em EPE (produzido pelo Departamento Curricular, Anexo 1). Sendo o ambiente educativo promotor das aprendizagens o educador deve ainda avaliar: A organizao do espao, dos materiais e dos recursos educativos; A diversidade e qualidade dos materiais e recursos educativos; A organizao do tempo; As interaes do adulto com a criana e entre crianas; O envolvimento parental; As condies de segurana, de acompanhamento e bem-estar das crianas.
De acordo com as concees e opes pedaggicas, cada educador utiliza tcnicas e instrumentos de observao e registo diversificadas, tais como: Registos de observao informal; Intervenes orais das crianas; Trabalhos individuais e de grupo das crianas; Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013 Pgina 14
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Relatrios e portflios; Questionrios; Tabelas e quadros de avaliao elaborados pelo grupo de crianas auto-avaliao; Escalas; Registos clnicos; Registos plsticos; Registos fotogrficos; Abordagens narrativas; Divulgao de projetos; Mapas de interveno; Entrevistas; Outros.
A diversidade de tcnicas e instrumentos de observao e registo diversificados utilizados na recolha de informao permite, ao educador ver a criana sob vrios ngulos de modo a poder acompanhar a evoluo das suas aprendizagens, ao mesmo tempo que vai fornecendo elementos concretos para a reflexo e adequao da sua interveno educativa. Neste sentido os instrumentos de avaliao devem ser adaptados para responder s necessidades individuais das crianas. (in, Circular n 4/DGIDC/DSDC/2011).
No Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa a avaliao globalizante de todo o processo educativo das crianas em idade pr-escolar registada numa ficha de Avaliao do Percurso da Criana, este instrumento contempla as reas de contedo curricular e as competncias adquiridas em cada rea. um instrumento de trabalho comum a toda a equipa de Educadores, aprovado pelo Conselho Pedaggico, preenchido no final de cada perodo denotando transversalmente o percurso de cada criana. com base neste instrumento que os educadores nos perodos de avaliao intercalar trocam ideias e pareceres com os professores do 1 ciclo, nas reunies de avaliao das crianas/alunos. Tambm se pretende nestas reunies que os colegas do 1 ciclo se refiram aos seus alunos que transitaram do jardim referindo pontos fortes e fracos dos mesmos. Deste modo, ao proceder articulao pretendemos otimizar as aprendizagens e competncias que fazem parte da educao pr-escolar.
No fim de cada perodo o educador rene com aos encarregados de educao, entregando a informao descritiva sobre as aprendizagens e os progressos de cada criana. Os pais tomam conhecimento e assinam a ficha de Avaliao do Percurso da Criana e uma cpia colocada no Dossier Individual do Aluno (DIA). Relativamente s crianas que transitam para o 1 ano o DIA entregue, na reunio de avaliao do final do Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013 Pgina 15
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa ano, aos professores do 1 ano que recebem estas crianas. Nesta reunio transmitida toda a informao sobre as aprendizagens e progressos realizados por cada criana, a sequencialidade e a continuidade educativas, promotoras da articulao curricular. Ficando, estes na posse da avaliao do percurso educativo de cada criana, feito na educao pr-escolar. A articulao um facilitador da transio da criana. Os educadores deste Agrupamento tm disponveis os seguintes documentos, elaborados pelo Departamento, que servem de base ao planeamento e avaliao das crianas: Situaes de aprendizagem/atividades; Educao Pr-Escolar Competncias, Projeto Curricular de Jardim, Referencial para o Registo de Avaliao do Percurso da Criana (anexo 2) e este mesmo documento.
Nos quadros seguintes apresentamos as reas curriculares da educao pr-escolar e as principais competncias a adquirir/avaliar em cada rea e domnio. NOTA: Este texto foi elaborado tendo como base as Orientaes Curriculares para a Educao Pr- Escolar, 1997, o documento Procedimentos e Prticas Organizativas e Pedaggicas na Avaliao da Educao PrEscolar, Circular n17/DSDC/DEPEB/2007 e Circular n 4 /DGIDC/DSDC/2011.
ANEXO I REAS CURRICULARES A educao Pr-Escolar do nosso Agrupamento centra-se na aquisio das seguintes competncias: REAS CURRICULARES rea da Formao Pessoal e Social - Socializao rea do Conhecimento do Mundo CONTEDOS A TRABALHAR Conhecimento da escola; Conhecimento de si prprio; Conhecimento da famlia; Conhecimento de aspetos da cultura; Conhecimento dos Seres Vivos; Conhecimento e execuo de jogos rea da Expresso e Comunicao - Expresses Dramtica: Histrias; Fantoches; Poemas Plstica: Desenho (livre; orientado); Pintura; Amarrotar, Rasgar; Recortar; Colar Musical: Canes; Mmica; Canes com instrumentos; Canes de roda; Jogos de audio; Jogos visuais Comunicao: Histrias; Conversas; Poemas; Elaborao de textos grficos e escritos; Pgina 16
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Ilustraes Matemtica: Classificar; seriar; Ordenar; Noes de Tempo e Espao; Noes de Quantidade; Cartazes: Presenas; Tempo; Aniversrios; Tarefas; Rotinas
- Matemtica -
PR - ESCOLAR - COMPETNCIAS A ADQUIRIR/AVALIAR REA DE EXPRESSO E COMUNICAO (A rea de expresses e comunicao engloba as aprendizagens relacionadas com o desenvolvimento psicomotor e simblico que determinam a compreenso e o progressivo domnio de diferentes formas de linguagem/cdigos). Aquisio do Esquema Corporal e das relaes espaciais em funo do seu prprio corpo; Domnio do corpo e controlo de postura; Aquisio de habilidades nas diferentes formas de deslocamento e equilbrio; Percia na manipulao de material flexvel e mvel; Capacidade de compreender e participar em jogos de equipa com regras; Destreza na coordenao da motricidade fina: no desenho, recorte, traado grfico Descobrir e utilizar o corpo, a mmica e os sons como veculos de expresso e comunicao; Conseguir recriar situaes quotidianas e dramatizar histrias com ou sem suportes
EXPRESSO MOTORA (aprender a utiliza e dominar melhor o seu corpo)
Utilizar a expresso Plstica para representar e comunicar espontaneamente as vivncias pessoais ou recriar experincias sob proposta do adulto; Dominar diferentes materiais e tcnicas de pintura, modelagem, montagem e outras Adquirir competncias nos cinco eixos fundamentais: Escutar; Identificar e reproduzir sons; Cantar; Danar, descobrindo diferentes formas de movimento, por si s ou em grupo, de forma organizada; Utilizar instrumentos musicais ou outros improvisados para explorar ritmos e acompanhar canes; Criar ritmos e melodias
DOMNIO DA LINGUAGEM ORAL
Ter interesse em comunicar ouvir e ser ouvido; Apropriar-se das diferentes funes da linguagem e ser capaz de adequar a sua comunicao a situaes diversas (contar histrias, relatar acontecimentos, descrever imagens,) Compreenso da funcionalidade da escrita; Aprender que a escrita supe a existncia de um cdigo com regras prprias; Motivao para se tornar num leitor/escritor; Ser capaz de proceder tentativa de leitura e escrita reproduzir o nome, imitao e escrita reconhecimento de letras Aquisio de princpios lgicos que lhe permitam classificar objetos/formar conjuntos; Ser capaz de identificar e nomear as cores; Ser capaz de seriar e ordenar, segundo noes elementares de grandeza, peso, quantidade Ser capaz de formar sequncias; Saber fazer corresponder o nmero a uma quantidade; Identificar as principais figuras geomtricas; Saber usar instrumentos para pesar e medir; Ser capaz de representar sob a forma de grficos experincias concretizadas e fazer a sua leitura; Saber utilizar alguns materiais especficos Blocos Lgicos, Cuisenaire, Geoplano.
DOMNIO DA MATEMTICA
PR - ESCOLAR - COMPETNCIAS A ADQUIRIR/AVALIAR REA DO CONHECIMENTO DO MUNDO (Enraza-se na curiosidade natural da criana e no seu desejo de saber e compreender porqu). Ter curiosidade e desejo de aprender; Saber utilizar os meios ao seu alcance para alargar os conhecimentos; fazer pesquisa em livros; Internet, fazer entrevistas, realizar CONHECIMENTO DO MUNDO experincias, proceder a registos, etc; Ter desenvolvido uma atitude cientfica e Experimental; Aquisio de hbitos de higiene e defesa da sade
PR - ESCOLAR - COMPETNCIAS A ADQUIRIR/AVALIAR REA DA FORMAO PESSOAL E SOCIAL (rea que corresponde a um processo que dever favorecer, de acordo com as fases do desenvolvimento a aquisio de um espirito crtico e a interiorizao de valores espirituais, estticos morais e cvicos). Ser capaz de reconhecer a sua identidade individual e dos seus pares; Ser capaz de participar e colaborar com os colegas e os adultos nas atividades dirias; Pgina 18
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa (rea transversal dado que todas as componentes curriculares devero contribuir para promover nos alunos atitudes e valores ) Ser capaz de usar instrumentos organizativos do grupo; Saber expressar autonomamente as suas necessidades fsicas, os seus desejos e sentimentos; Capacidade de responsabilidade nas tarefas que se prope a fazer e pela manuteno do material coletivo. Ser autnomo; Ser crtico.
NOTA Elaborado com base nas Orientaes Curriculares para a Educao Pr-Escolar e em outros documentos produzidos ou adaptados pelo Departamento de Educao Pr-Escolar.
ANEXO 2 Referencial para o preenchimento dos Registos de Observao/Avaliao ( As idades so um indicador)
3 anos Mostra interesse pelas atividades atravs da observao ou participao Revela autonomia na higiene pessoal Envolve-se com interesse nas atividades que escolhe Tem conscincia de si e dos outros Interage com os seus pares Relaciona-se com o outro atravs de gestos e da fala Espera pela sua vez numa atividade com ajuda do adulto Aceita a separao temporal dos pais chegada ao Ji Por iniciativa
4 anos Veste-se, despese e autnomo na higiene pessoal Mostra iniciativa na escolha de atividades/tarefas e executa-as sem ajuda do adulto, ou gradualmente vai prescindindo da ajuda do adulto Mostra interesse, gosto e motivao por novas aprendizagens Trabalha como elemento de um grupo, Sabe esperar pela sua vez Estabelece relaes com os seus pares Expressa emoes/sentime ntos de acordo com as experincias vividas Tem conscincia
5 anos Gosta de experimentar novas atividades, contribui com ideias e fala com confiana em situaes de grupo Inicia e finaliza as atividades propostas ou de iniciativa prpria Demonstra gradualmente momentos de concentrao e ateno Permanece sentado ,em atividades de mesa, por perodos de tempo significativos para a idade responsvel pelos seus materiais Sabe escutar e esperar pela sua vez de falar Pgina 19
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa prpria, fala sobre a sua famlia, a casa a vivncia fora do JI Expressa com orientao do adulto, necessidades e emoes Demonstra autonomia nas rotinas do jardim: pendura o casaco, sabe qual o seu cabide e mochila, identifica os seus pertences das suas necessidades e sentimentos Manifesta satisfao pelo seu sucesso Demonstra cuidado e respeito pelo trabalho realizado Relata acontecimentos vividos fora da escola Revela autonomia nas rotinas do jardim Adopta comportamento s reveladores de emergncia de valores como: respeito pelo outro, liberdade, esprito de interajuda Sabe que existem outras culturas e as devemos respeitar Compreende que tem o direito de ver respeitada as suas prprias necessidades cultura e crenas Envolve-se nas atividades D contributo para a realizao de tarefas comuns Tem conscincia que as palavras e atitudes provocam uma consequncia Tem conscincia do certo e do errado Coopera na resoluo de conflitos Revela confiana nas suas capacidades Revela autonomia completa nas rotinas do jardim Revela pensamento crtico Usa a linguagem oral para organizar, Pgina 20
Expresso Comunicao:
Ouve e responde a questes
Gosta de ouvir histrias, canes e poemas e faz
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Linguagem oral e abordagem escrita Inicia a comunicao com outros e mostra confiana em contextos informais Fala sobre vivncias do quotidiano Gosta de rimas e lengalengas e mostra interesse em livros Gosta de ouvir histrias Narra pequenos factos do quotidiano comentrios pertinentes Usa a linguagem oral para imaginar e recear papis e experincias Interage com outros em vrios contextos, negoceia e intervm em aes Faz tentativas de escrita e capaz de copiar o seu nome Ouve e identifica sons terminais de uma palavra Faz jogos com rimas Reconhece algumas letras Escreve o seu nome autonomamente ou copiando sequenciar e clarificar ideias, emoes e acontecimentos Fala de forma clara e com confiana e tem conscincia do papel do ouvinte Descobre relao entre palavras Associa dois sons diferentes e forma uma palavra Compreende mensagens com recurso a pictogramas Copia e inventa palavras Sabe que a escrita um meio de registo que permite a transmisso de mensagens Sabe que o que se diz oralmente pode ser escrito e permite recordar o dito e o vivido Tem gosto pelo livro e pela leitura Reconhece as vogais Reconhece letras do alfabeto Escreve o seu nome utilizando a letra de imprensa e manuscrita Identifica palavras escritas Apropria-se da noo de sucesso do tempo (dias Pgina 21
Expresso Comunicao: Linguagem oral e abordagem escrita
Expresso Comunicao: Matemtica Nomeia nmero em rimas, canes, etc. Conta at 3/5 e Realiza contagens at 10 Reconhece os nmeros de 1 a
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa associa a quantidade ao nmero Diferencia conjuntos de objectos nomeando qual tem mais e menos Utiliza materiais e objectos construindo formas Associa objectos pela: forma , cor e medidas variadas Descreve formas variadas (redondo, bicudo) Verbaliza adequadament e muito /pouco 10 Forma conjuntos de objetos a um nmero dado at 10 Sabe quando h mais/menos um elemento, relativamente a um conjunto at 5/10 Inicia adies a partir de dois grupos de objetos Descreve, reconhece e recria padres simples Descreve noes topolgicas ( em cima/ em baixo, dentro /fora) Tem noo de grandeza alto /baixo, grande/pequeno ) Distingue as 4 formas geomtricas bsicas Tem noo de sequncia temporal (dia/noite, antes/depois Organiza pequenas sequncias Sabe a sequncia das estaes do ano semanas, meses, anos, tempo horrio e rotinas dirias) Faz correspondncia s, regista e interpreta tabelas de dupla entrada Constri e l grficos de barras Ordena, no mnimo , nmeros at 10 Conta quantidades superiores a 10 e identifica numerais superiores a 10 Tem noo de conjunto e sabe quanto mais um/menos relativamente a um conjunto de 10 Compara e seria objectos com base nos seus atributos (cor, tamanho, textura, forma) Compara objectos com base na grandeza, peso e posio Resolve problemas com recurso a ideias e mtodos matemticos Manipula objectos e materiais com evidente controle Compreende realiza aces Pgina 22
Expresso Comunicao: Matemtica
Identifica partes do corpo Movimenta-se de forma coordenada Mostra adequado
Tem noo do esquema corporal Contorna obstculos, rasteja, pula, sobe e desce, balanase em segurana
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa controle nos movimentos largo se pequenos Manipula objetos grossos ( canetas, lpis, jogos...) Manipula objectos pequenos de forma adequada( lpis, canetas, peas de puzzle) Controla um grande nmero de movimentos (pontapeia, lana, rola, apanha bolas) Recria, em grupo, papis sociais Movimenta-se e emite sons imitando animais e personagens diversas Participa em coreografias simples Utiliza objectos atribuindo significados mltiplos Canta de memria algumas canes Acompanha a msica com um instrumento de percusso Distingue instrumentos pelo som Acompanha ritmos Conhece alguns instrumentos musicais motoras bsicas com bolas, arcos, etc
Imita papis familiares na rea da casinha (jogo simblico) Encena situaes simples
Participa em dramatizaes Utiliza vrios recursos para se exprimir atravs de outra voz (fantoches, personagem) Compreende o que representar e o conceito de personagem Inventa melodias e letras e canta-as em grupo Compreende letras de canes e cria variaes letra original Realiza batimentos silbicos correctamente
Participa em canes, danas de roda e lengalengas Acompanha canes com palmas e movimentos rtmicos Canta sozinha, o refro de uma cano conhecida
Explora com interesse cores e texturas Utiliza lpis de vrias cores e preenche a maior de espaos delimitados Faz rasgagem e realiza colagens
capaz de colorir espaos delimitativos Identifica cores primrias e complementares Recorta figuras pouco complexas , manipulando a tesoura Representa a figura
A figura humana representada com todos os pormenores (brincos, ganchos, botes , roupa.) Inventa e representa formas tridimensionais ( 3D) Utiliza nos desenhos alinha de terra Pgina 23
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Pega na tesoura correctamente Identifica cores primrias, e as cores preto e branco Identificas cores e distingue tonalidades (claro/escuro) Manipula com confiana e correco os diversos materiais criativo nas produes Fala e faz perguntas Conhece aspectos sobre o ambiente que meteorolgicos e tem o rodeia e outras conhecimento da questes da vida rotatividade do tempo (hora/dias/ Faz perguntas e fala anos /meses 7 sobre o funcionamento estaes do na) das coisas Conhece aces Manipula objectos e prejudiciais ao materiais com ambiente, assim interesse e curiosidade como aces pelo Conhece aspectos ambiente relacionados com a sua Mostra cultura e o seu comportamentos passado reveladores de Conhece as funes da respeito e rdio e TV, preocupao com a computador preservao do Utiliza o computador ambiente (reduo, Tem noes reutilizao, e meteorolgicas reciclagem de materiais) Tem conhecimento sobre as diversidades: cultural, geogrfica, tnica, religiosa) Mostra destreza no manuseamento do rato e alguns conhecimentos na utilizao do teclado Tem desenvolvida uma atitude cientfica e experimental humana com os principais elementos fsicos (cabea, tronco e membros)
Mostra interesse e curiosidade pelo meio que o rodeia, explorando os recursos que tem sua disposio Observa, escolhe e manipula objectos e materiais Fala da famlia, de eventos pessoais Faz perguntas sobre questes que lhe despertam curiosidade Manipula o rato do computador Faz uso do computador para jogar actividades multimdia
*As idades so um indicador *Este documento no estanque trata-se de um referencial e tem por base o desenvolvimento da criana, as OCEP e outros documentos produzidos no departamento.
CRITRIOS DE AVALIAO Portugus Lngua No Materna Ensino Bsico
Avaliao dos alunos de Portugus Lngua No Materna - Ensino Bsico ___
A avaliao de todos os alunos faz parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem e constitui um instrumento regulador e certificador das aprendizagens e das competncias adquiridas. Para o ensino bsico e secundrio regulamentada por: Despacho Normativo n 1/2005, de 5 de Janeiro ensino bsico; Despacho Normativo n. 50/2005, de 9 de Novembro ensino bsico; Despacho Normativo n 338/93, de 21 de Outubro, com alteraes introduzidas pelos Desp. Normativo n 45/96, de 31 de Outubro e n 11/2003, de 03 de Maro; Portarias n 550-A/2004, n 550-B/2004 e n 550D/2004, de 21 de Maio
ensino secundrio. No caso especfico do ensino recorrente regulamentada por: Portaria n. 432/89, de 14 de Junho (1 ciclo); Despacho n. 26/SERE/89, de 3 de Junho (2 ciclo); Despacho Normativo n.36/99, de 22 de Julho (3 ciclo e ensino secundrio por unidades cap italizveis); Portaria n. 550 E/2004, de 21 de Maio (ensino recorrente por mdulos capitalizveis). A avaliao deve ter igualmente em conta as orientaes do Quadro Europeu Comum de Referncia para as Lnguas: Aprendizagem, Ensino, Avaliao (QECR). A avaliao do Portugus lngua no materna dever desenvolver-se da seguinte forma: 1 - Aplicao de um teste diagnstico de lngua portuguesa, no incio do ano letivo ou no momento de entrada do aluno nas atividades escolares. Este teste dever ser concebido de acordo com os nveis de proficincia definidos no Quadro Europeu Comum de Referncia; 2 - Definio de critrios de avaliao especficos, aps conhecimento dos resultados do teste diagnstico, de forma a adaptar o projeto curricular de turma s necessidades do aluno, 3 - Elaborao de testes intermdios para avaliar continuamente o progresso dos alunos em Lngua Portuguesa e Portugus e, tambm, o portugus na sua transversalidade. Estes testes devero ser elaborados na base de um esquema programtico multidisciplinar, de que constam conceitos, glossrios temticos e listas de vocabulrio relativo a cada uma das reas disciplinares/disciplinas. O facto de os alunos se encontrarem numa situao de imerso na lngua portuguesa , por si s, caracterizador da prpria situao de aprendizagem de uma lngua como lngua no materna e facilitador da integrao nos termos definidos pelo currculo comum. Neste contexto, para facilitar a autoavaliao e a avaliao contnua do progresso das aprendizagens, a nvel de contedos das vrias disciplinas, sero definidas metas e, de acordo com elas, elaborados descritores de competncias disciplinares, semelhana dos descritores lingusticos constantes no Portfolio Europeu de Lnguas. A definio de metas de aprendizagem atravs destes descritores dever funcionar como suporte orientador da autoavaliao e de aprendizagens futuras. Independentemente deste processo que acompanha a aprendizagem nas vrias disciplinas, a avaliao das aprendizagens individuais em lngua portuguesa dever ser registada continuamente no Portfolio Europeu de Lnguas, cujos descritores esto a ser traduzidos para as lnguas com maior nmero de falantes, nomeadamente crioulo de Cabo Verde, ucraniano, mandarim e guzerate. A existncia e a utilizao destes descritores traduzidos facilita a autoavaliao ao mesmo tempo que estimula o respeito pela diversidade lingustica e cultural existente nas escolas. No final dos ciclos em que existe avaliao externa: Os alunos, dependendo do nvel de proficincia alcanado, devero ser ou no submetidos a exame nacional. Os alunos que cheguem ao final do 9 ou do 12 anos completamente integrados no currculo regular, podero realizar exame nacional. Aqueles que, de acordo com a avaliao interna, se situem, ainda, nos nveis de Iniciao ou Intermdio, podero ser dispensados de exame nacional; os alunos podero, ainda, realizar um teste/exame de lngua portuguesa (ALTE), que lhes conceder um certificado em portugus lngua no materna. Na impossibilidade de atribuir uma classificao ou meno no final dos 1 e 2 perodos, a avaliao dos alunos, excepto os alunos do ensino recorrente, dever traduzir-se numa apreciao descritiva das competncias, em lngua portuguesa, tendo como referncia o ponto de partida. Neste processo o Portfolio constitui um instrumento fundamental de registo inicial, das vrias fases de desenvolvimento,
das estratgias utilizadas, das experincias individuais e dos sucessos alcanado. ORIENTAES Na sequncia da recente regulamentao sobre a oferta de Portugus Lngua No Materna (PLNM), (Despacho normativo n. 12/2011, de 22 de Agosto, para o Ensino Bsico, e Ofcio-circular com a Ref. OFC-DGIDC/2011/GD/8, de 16 de Agosto, para o Ensino Secundrio), apresentam-se algumas informaes sobre o funcionamento do PLNM. 1. Os alunos de PLNM que se encontrem nos nveis de iniciao (A1, A2) ou intermdio (B1) realizam, no 6. e no 9. ano, a prova final de PLNM, e, no 12. ano, o exame final nacional de PLNM, quer estejam ou no integrados em grupos de nvel de proficincia lingustica. Sempre que os alunos transitem para o nvel avanado (B2), inclusivamente durante o ano letivo, e se encontrem em ano de realizao de provas finais de 6. e 9. anos e de exame nacional do 12. ano, fazem a prova final de Lngua Portuguesa ou o exame final nacional de Portugus, dado que acompanham o currculo destas disciplinas. 2. No 1. Ciclo do Ensino Bsico, no tendo havido alterao da organizao curricular, o PLNM continua a funcionar no mbito do Estudo Acompanhado. 3. Nos 2. e 3. Ciclos do Ensino Bsico e no Ensino Secundrio, no existindo nmero mnimo de dez alunos para constituio de grupo de nvel(eis) de proficincia lingustica, dever a escola, no mbito da sua autonomia, proporcionar atividades de apoio de PLNM. 4. Sempre que o PLNM funcione como apoio, devero ser aplicadas estratgias adequadas ao nvel de proficincia lingustica do aluno, flexibilizando-se a gesto do programa da disciplina de Lngua Portuguesa/Portugus, de forma a definir uma estratgia individualizada de desenvolvimento de competncias nesta rea. Devero, ainda, ser definidos critrios especficos de avaliao para estes alunos, aprovados em Conselho Pedaggico. No desenvolvimento deste trabalho, quando o professor de Lngua Portuguesa/Portugus da turma no o de PLNM, dever existir uma estreita articulao entre ambos. 5. Os alunos que no estejam inseridos em grupos de nvel de PLNM tm avaliao interna a Lngua Portuguesa/Portugus, da responsabilidade do professor desta disciplina, com base na estratgia individualizada definida. 6. A escola, no mbito da sua autonomia e do seu projeto educativo, poder conceber outras medidas especficas de desenvolvimento do PLNM, designadamente programas de tutoria. 7. Salienta-se o facto de que os alunos de nacionalidade brasileira, tendo o portugus como lngua materna, no devem ser inseridos em PLNM.
De acordo com a legislao em vigor data da aprovao em Conselho Pedaggico
CRITRIOS DE AVALIAO 1 CICLO
Avaliao dos alunos- 1 Ciclo______________________________________
O presente documento tem como objetivo informar os Encarregados de Educao sobre a avaliao das aprendizagens e das competncias definidas no currculo nacional para as diversas reas e disciplinas, do 1 ciclo e os seus efeitos. No incio de cada ano letivo compete ao Conselho Pedaggico, de acordo com as orientaes do currculo nacional, definir os critrios de avaliao, para cada ciclo e ano de escolaridade, em conformidade com o Despacho Normativo n 1/2005 de 5 de Janeiro.
Este documento foi elaborado com base na legislao em vigor sobre a avaliao dos alunos do Ensino Bsico. Tal no dispensa, em caso de dvida, a leitura da mesma:
Decreto-lei n 3/2008, de 7 de Janeiro: define os apoios especializados a prestar na educao prescolar e nos ensinos bsico e secundrio dos setores pblico, particular e cooperativo visando a criao de condies para a adequao do processo educativo s necessidades educativas especiais dos alunos com limitaes significativas ao nvel da atividade e da participao num ou vrios domnios da escola. Lei 3/2008 de 18 de Janeiro: estatuto do aluno dos ensinos bsico e secundrio. Decreto-lei 6/2001, de 18 de Janeiro: estabelece os princpios orientadores da organizao e da gesto curricular do ensino bsico, bem como da avaliao das aprendizagens e do processo de desenvolvimento do currculo nacional. Despacho Normativo n 1/2005, de 5 de Janeiro: estabelece os princpios e os procedimentos a observar na avaliao das aprendizagens, assim como os efeitos dessa avaliao. Despacho Normativo n 50/2005, de 20 de Outubro: define, no mbito da avaliao sumativa interna, princpios de atuao e normas orientadoras para os planos de recuperao, acompanhamento e desenvolvimento dos alunos. Despacho Normativo 18/2006, de 14 de Maro: refora alguns princpios expressos no Despacho Normativo 1/2005, no que concerne ao carter formativo da avaliao e introduz alteraes redao dos nmeros 29, 42, 46, 48, 49, 51, 64, 65, 78, e 79 do Despacho Normativo 1/2005, de 5 de Janeiro. Declarao de Retificao n 25/2006, de 21 de Abril: retifica as inexatides sadas no Despacho Normativo 18/2006 nas alteraes ao ponto 42 e 65 do Despacho Normativo 1/2005, de 5 de Janeiro.
Critrios e modalidades de avaliao
Introduo No Ensino Bsico A avaliao constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar e certificador das diversas aquisies realizadas pelo aluno ao longo do ensino bsico.1. Neste
Decreto-lei n.6/2001, Art.12., n.1
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa processo, compete ao Conselho Pedaggico (...), de acordo com as orientaes do currculo nacional, definir os critrios de avaliao para cada ciclo e ano de escolaridade, sob proposta, no pr-escolar e no 1 ciclo, do conselho de docentes e nos 2 e 3 ciclos, dos departamentos curriculares e conselho de directores de turma.2 A avaliao, enquanto parte integrante do processo de ensino e da aprendizagem permite verificar o cumprimento do currculo, diagnosticar insuficincias e dificuldades ao nvel das aprendizagens e (re)orientar o processo educativo. Atendendo s dimenses formativa e sumativa da avaliao, a reteno deve constituir uma medida pedaggica de ltima instncia, numa lgica de ciclo e de nvel de ensino, depois de esgotado o recurso a atividades de recuperao desenvolvidas ao nvel da turma e da escola.3 A avaliao no pr-escolar, 1, 2 e 3 ciclo deste Agrupamento rege-se pela uniformizao de critrios e procedimentos de carter geral a adotar por todos os: educadores, professores titulares de turma, professores e conselhos de turma, tendo em conta as condies concretas de cada turma e de cada aluno.
Princpios norteadores da avaliao
Consistncia entre os processos de avaliao e as aprendizagens e competncias pretendidas, atravs da utilizao de modos e instrumentos de avaliao diversificados, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem; Primazia da avaliao formativa como principal modalidade de avaliao, que deve assumir um carter contnuo, sistemtico e de regulao interativa do processo de ensino e de aprendizagem; Os critrios e os processos de aplicao e correo de cada instrumento de avaliao, devem ser claros e explanados junto de toda a comunidade; Valorizao da evoluo de cada aluno(a) ao longo do ano e do ciclo e da auto-avaliao regulada e articulada com a avaliao formativa e sumativa. Os alunos com Necessidades Educativas Especiais so avaliados de acordo com as medidas definidas no seu Programa Educativo Individual elaborado de acordo com a legislao em vigor.
Objetos e critrios da avaliao
A avaliao incide sobre as orientaes curriculares, competncias e aprendizagens definidas no Currculo Nacional, no Projeto Educativo, no Projeto Curricular do Agrupamento e no Projeto Curricular de Turma e eventuais Planos Educativos Individuais.
Ponto 15 do Despacho Normativo n.1/2005, de 5 de Janeiro Despacho Normativo N 50/2005
De acordo com o Dec. Lei n6 / 2001, de 18 de Janeiro, a avaliao incide num conjunto de aprendizagens e competncias, integrando conhecimentos, capacidades, atitudes e valores.
Aquisio de conhecimentos;
Compreenso dos contedos especficos de cada rea disciplinar; Aplicao dos conhecimentos a novas situaes; Utilizao da expresso oral e escrita nas diferentes reas; Progresso na aprendizagem. Utilizao de metodologias de estudo e de trabalho, adequadas a objectivos visados;
Pesquisa, seleo e organizao da informao; Capacidade de comunicao oral e escrita; Desenvolvimento do raciocnio; Desenvolvimento da criatividade; Mobilizao e coordenao dos aspetos psicomotores para o desempenho de tarefas.
Os critrios de avaliao e os domnios a referir so:
Critrios de realizao: ligados ao processo de aprendizagem. Critrios de sucesso: ligados aos produtos obtidos atravs das aprendizagens.
Domnio socio-afetivo:
Aceitar e interiorizar regras;
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Cumprir regras; Interesse e participao; Hbitos de trabalho; Esprito crtico;
Intervenes; Ateno; Concentrao; Autonomia; Responsabilidade; Empenho; Iniciativa Motivao; Persistncia; Organizao; Cooperao no grupo; Sociabilidade no recreio.
Domnio cognitivo/psicomotor Oralidade: compreenso; exposio de ideias; vocabulrio. Escrita: ordenao lgica das ideias; caligrafia; ortografia; criatividade. Desenvolvimento lgico-matemtico: compreenso; raciocnio; memorizao; clculo mental; aplicao de conhecimentos; resoluo de situaes problemticas.
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Conhecimento da realidade envolvente (natural e social): conhecimento da sua identidade; capacidade de observao; capacidade de reteno de conhecimentos; compreenso de elementos bsicos do meio natural e social; aplicao de conhecimentos. Desenvolvimento psicomotor: conhecimento do esquema corporal; destreza manual; capacidade de praticar atividades fsico motoras; Conhecimento de msicas; Expressividade do corpo e da voz; Compreenso de formas, cor e tcnicas de expresso. Assiduidade / pontualidade. Relao entre idade/maturidade: adequao de desenvolvimento psicolgico, socioafetiva e moral do aluno sua idade. Conscincia cvica e moral: solidariedade.
Instrumentos de registo de avaliao:
Questionrios Fichas de trabalho Cadernos Avaliao diagnstica Plano de desenvolvimento
Trabalhos escritos individuais e de grupo Testes de avaliao Dossier Plano de recuperao Registos orais
Grelhas de observao Registos de autoavaliao Outros registos escritos Plano de acompanhamento Outras evidncias
Competncias Gerais do Ensino Bsico: Domnio da aprendizagem
Usar corretamente a lngua portuguesa para comunicar de
forma adequada e para estruturar o pensamento prprio. Usar adequadamente linguagens das diferentes reas do saber cultural, cientfico e tecnolgico para se expressar. Usar lnguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situaes do quotidiano e para apropriao de informao. Mobilizar saberes culturais, cientficos e tecnolgicos para compreender a realidade e para abordar situaes e problemas do quotidiano. Pesquisar, selecionar e organizar informao para a transformar em conhecimento mobilizvel. Realizar atividades de forma criativa.
SABER/SABER FAZER/SABER SOBRE
Adotar estratgias adequadas resoluo de problemas e tomada de decises. Adotar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objetivos visados. Cooperar com outros em tarefas e projetos comuns. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espao, numa
perspetiva pessoal e interpessoal promotora da sade e da qualidade de vida. Realizar atividades de forma autnoma e responsvel.
As competncias gerais definidas para o Ensino Bsico desenvolvem-se, gradualmente, ao longo dos nove anos de escolaridade.
MODALIDADES DE AVALIAO:
Esta avaliao conduz adopo de estratgias de diferenciao pedaggica e contribui para elaborar, adequar e reformular o projecto curricular de turma, facilitando a integrao escolar do aluno, apoiando a orientao escolar e vocacional. Pode ocorrer a qualquer momento do ano lectivo, quando articulada com a avaliao formativa. Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013 Pgina 35
Sendo a principal modalidade de avaliao do ensino bsico, assume um carcter contnuo e sistemtico. Visa a regulao do ensino e da aprendizagem.
A avaliao formativa gera medidas de diferenciao pedaggica adequadas s caractersticas dos alunos e s aprendizagens e competncias a desenvolver. Avaliao sumativa
Esta avaliao consiste na formulao de um juzo globalizante sobre o desenvolvimento das aprendizagens do aluno e das competncias definidas para cada disciplina e rea curricular no Projecto Curricular de Turma. A avaliao sumativa inclui a avaliao sumativa interna e a avaliao sumativa externa (no 9 ano de escolaridade). A avaliao sumativa interna ocorre no final de cada perodo lectivo, de cada ano lectivo e de ciclo. A avaliao sumativa interna da responsabilidade do professor titular de turma em articulao com o respectivo Conselho de Docentes, reunindo para o efeito no final de cada perodo. A avaliao sumativa interna tem como finalidade informar o aluno e o seu encarregado de educao sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competncias definidas para cada rea disciplinar. Compete ao professor titular de turma coordenar o processo de tomadas de decises relativas avaliao sumativa interna e garantir a sua natureza globalizante, bem como o respeito pelos critrios de avaliao definidos no Conselho Pedaggico do Agrupamento. A informao resultante da avaliao sumativa interna expressa-se nas reas Curriculares Disciplinares e No Disciplinares - com as designaes de No Satisfaz, Satisfaz Pouco, Satisfaz, Bom e Muito Bom acompanhada de uma sntese dos registos descritivos decorrentes do processo de avaliao.
Domnio da Aprendizagem
Nvel No Satisfaz
Nvel Satisfaz Pouco
Nvel Satisfaz
Nvel Bom
Nvel Muito Bom
O aluno no revela conhecimentos.
O aluno revela: Dificuldades em compreender, memorizar e aplicar os conhecimentos.
O aluno revela: Algumas dificuldades em compreender, memorizar, seleccionar, relacionar e aplicar os conhecimentos.
O aluno revela: Facilidade em compreender, memorizar, relacionar, seleccionar e aplicar conhecimentos em qualquer situao;
O aluno revela: Muita facilidade em compreender, memorizar, relacionar, seleccionar e aplicar conhecimentos em qualquer situao;
CONHECIMENTOS/ CAPACIDADES Alguma criatividade;
SABER/SABER FAZER/ SABER SOBRE
Algum sentido crtico.
O aluno utiliza: O aluno utiliza: Estratgias e metodologias de trabalho e de aprendizagem adequadas.
Algumas estratgias e metodologias de trabalho e de aprendizagem adequadas.
O aluno no revela:
Interesse e empenho pelas actividades;
Pouco interesse e empenho pelas actividades;
Muito interesse e empenho pelas actividades;
Responsabilidade; Falta de autonomia, ATITUDES Respeito pelas regras estabelecidas; Pouco sentido de responsabilidade;
Alguma autonomia; Autonomia; Autonomia;
SER/SABER SER
Respeito pelas regras estabelecidas;
Assiduidade. Pouco respeito pelas regras estabelecidas.
Solidariedade; Respeito pelas regras estabelecidas. Cooperao;
Respeito pelas regras estabelecidas.
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa A avaliao sumativa d origem a uma tomada de deciso sobre a progresso ou reteno do aluno, expressa atravs das menes, respectivamente, de TRANSITOU ou NO TRANSITOU, no final de cada ano, e de APROVADO(A) ou NO APROVADO(A) no final de cada ciclo.
A deciso de progresso do aluno ao ano de escolaridade seguinte uma deciso pedaggica e dever ser tomada sempre que o professor titular de turma, ouvido o conselho de docentes considere: a) No 4 ano (ano terminal de ciclo), que o aluno desenvolveu as competncias necessrias para prosseguir com sucesso os seus estudos no ciclo subsequente; b) No 2 e 3 ano ( anos no terminais de ciclo), que as competncias demonstradas pelo aluno permitem o desenvolvimento das competncias essenciais para o final do respectivo ciclo.
Nestes anos (2 e 3) no progridem os alunos cujas aquisies so to insuficientes que no previsvel que venham a poder desenvolver as competncias definidas para o ciclo de escolaridade, apesar de sujeitos s modalidades de apoio previstas nos respectivos Planos de Recuperao. O Plano de Recuperao (previsto no art. 2 do Despacho Normativo n 50/2005) aplica-se aos alunos que no tenham desenvolvido as competncias necessrias para prosseguir com sucesso os seus estudos neste ciclo e pode integrar diferentes modalidades (pedagogia diferenciada na sala de aula, programas de tutoria, actividades de compensao, aulas de recuperao, ensino da lngua portuguesa para alunos estrangeiros, entre outras). O Plano de Recuperao dado a conhecer aos pais e encarregados de educao na primeira semana do 2 perodo. No 1 ano de escolaridade no h lugar a reteno, excepto se o aluno tiver ultrapassado o limite de faltas injustificadas, em observncia no disposto no Decreto-lei 3/2008, de 18 de Janeiro. Um aluno retido no 2 ou 3 ano dever integrar at ao final do ciclo a turma a que j pertencia, salvo se houver deciso em contrrio do competente conselho de docentes ou do conselho pedaggico do agrupamento, de acordo com o previsto no regulamento interno de agrupamento, sob proposta fundamentada do professor titular de turma e ouvido, sempre que possvel, o professor da eventual nova turma. Na situao no nmero anterior, o aluno ser avaliado no final 1 ciclo e , caso tenha desenvolvido as competncias necessrias para prosseguir com sucesso os seus estudos no ciclo subsequente, dever transitar para o 2 Ciclo.
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Os alunos abrangidos pela modalidade de educao especial que tenham no seu Programa Educativo Individual as adaptaes no processo de avaliao, ao abrigo do Decreto-Lei n 3/2008, de 7 de Janeiro, devidamente explicitadas e fundamentadas so avaliados de acordo com o definido no referido programa. Em situao de reteno, compete ao professor titular da turma elaborar um Plano de Acompanhamento (art. 3 do Desp. Normativo n 50/2005), o qual dever ser aprovado pelo Conselho Pedaggico, a fim de ser aplicado no ano lectivo seguinte. Deste Plano de Acompanhamento dever constar o conjunto de actividades de mbito curricular e de enriquecimento curricular, desenvolvidas na escola ou sob sua orientao, com especial incidncia nas disciplinas ou reas em que o aluno no tenha adquirido as competncias essenciais, podendo incluir as modalidades previstas nos Planos de Recuperao j referidos. Em caso de reteno repetida em qualquer ciclo (art. 4 do Despacho Normativo n 50/2005), o aluno dever ser objeto de uma avaliao extraordinria, cuja proposta dever ter a concordncia do Conselho Pedaggico, com base em relatrio que inclua o processo individual, as modalidades de recuperao aplicadas, os contactos com os encarregados de educao e o respectivo parecer sobre o proposto, o parecer dos Servios de Psicologia e Orientao e a proposta de acompanhamento/encaminhamento do aluno. Todas as medidas previstas tero de contar com o conhecimento e acordo prvios do encarregado de educao. O Despacho Normativo n 50/2005 prev ainda, no art. 5, a elaborao de um Plano de Desenvolvimento, aplicvel aos alunos que revelem capacidades excepcionais de aprendizagem; o Plano de Desenvolvimento pode integrar diferentes modalidades (pedagogia diferenciada na sala de aula, programas de tutoria, actividades de enriquecimento, entre outras). No que concerne ao regime de faltas e seus efeitos, os alunos dos 1, 2 e 3 ciclos encontram-se abrangidos pelo disposto no Decreto-Lei n 3/2008, de 7 de Janeiro, art. n 18, art. n19, art. n 21 e art. 22 como consta no regulamento interno do Agrupamento. Os alunos do 4 ano realizaro Provas Finais, conforme o disposto no n 26 do Decreto-Lei n. 139/2012 de 5 de julho. Estas provas constituem um dos instrumentos de avaliao do desenvolvimento do currculo nacional e destinam-se a fornecer informao relevante aos professores, s escolas e administrao educativa, tendo o valor de 25% na progresso escolar dos alunos.
As decises decorrentes da avaliao no 3 perodo podem ser objecto de um pedido de reviso, devidamente fundamentado, dirigido pelo encarregado de educao ao rgo da direco do Agrupamento, no prazo de trs dias teis a contar da data de entrega das fichas de avaliao.
CRITRIOS DE AVALIAO 2 E 3 CICLOS
Avaliao dos alunos- 2 e 3 Ciclo_________________________________
Sendo o processo de avaliao um dos componentes fundamentais do ato educativo, importa refletir acerca de alguns aspetos que devem ser considerados numa pedagogia para o sucesso. Assim a avaliao deve ser:
Integradora da prtica educativa, como recolha de informaes que permitem formula o das decises adaptadas s necessidades e capacidades dos alunos . Individualizada, respeitando a individualidade de cada aluno, tendo em ateno as suas capacidades, pontos de partida e necessidades. Reguladora, na prtica pedaggica, dos mtodos, recursos, determinando as diversas componentes do ensino/aprendizagem. Orientadora das atividades de todos os intervenientes. Sistemtica, fazendo parte da planificao de ensino, exigindo momentos adequados para efetuar balanos e dilogo com os alunos, outros professores e encarregados de educao.
2. REFERNCIAS LEGAIS
De acordo com a legislao em vigor, data da aprovao dos critrios de avaliao em Conselho Pedaggico.
A avaliao dos alunos deve ter como referncia os seguintes domnios:
3.1- DOMNIO DAS ATITUDES E VALORES
Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013 Pgina 41
- Hbitos de trabalho / Ateno e interveno nas aulas; - Participao nos trabalhos; - Integrao em trabalhos de grupo; - Assiduidade (entendida como fator determinante na avaliao) e pontualidade; -Relacionamento pessoal (com colegas, professores e restantes elementos da comunidade educativa); - Respeito e compreenso pelo seu papel e pelo dos outros; - Sentido de responsabilidade. - Iniciativa, autoestima e esprito crtico;
3.2- DOMNIO DAS COMPETNCIAS E APTIDES - Tarefas extraletivas (trabalhos de casa, preparao das aulas, organizao dos materiais necessrios) - Participao em tarefas extracurriculares (visitas de estudo, convvios, desporto escolar); - Competncia na Lngua Materna (expresso oral e escrita, comunicao, interpretao,...); - Criatividade; - Capacidade de executar projetos diversos.
3.3 - DOMNIO DOS CONHECIMENTOS - Aquisio de conhecimentos (testes, trabalhos individuais e de grupo, relatrios de atividades prticas, organizao de dossiers temticos, ); - Progresso na aprendizagem; - Autoavaliao.
PORTUGUS 2. CICLO
PONDERAO DOS DOMNIOS DA APRENDIZAGEM NOS CRITRIOS DE AVALIAO
DOMNIO da APRENDIZAGEM CATEGORIAS DO DOMNIO INSTRUMENTOS DE AVALIAO Testes (65%) PONDERAO
Competncias especficas/ domnios da disciplina:
Outros: (20%) Fichas de trabalho oral (Comunicao oral) TPC Caderno dirio Leitura (Compreenso escrita) Trabalhos individuais e Escrita de grupo Material necessrio para Gramtica (Conhecimento Explcito a disciplina da Lngua) Grelhas de avaliao dos domnios Guies de leitura orientada Observao direta Compreenso do oral/ Expresso Participao Perseverana Pontualidade Interesse Respeito Responsabilidade Solidariedade Autocontrolo Grelhas de observao e registo de: - material; -TPC; - participao; - cumprimento de regras. Grelha de ocorrncias para o EE Caderneta do aluno Grelha de assiduidade/ Livro de ponto Observao direta
PONDERAO DAS CATEGORIAS DO DOMNIO DA APRENDIZAGEM CONHECIMENTOS
COMPETNCIAS ESPECFICAS/ DOMNIOS DA DISCIPLINA PONDERAO 10% 40% 30% 20%
Compreenso do oral/ Expresso oral Leitura (Compreenso escrita) Escrita Gramtica (Conhecimento Explcito da Lngua)
MATRIZ DOS TESTES ESCRITOS DE AVALIAO
COMPETNCIAS Leitura Gramtica Escrita ESTRUTURA Grupo I Grupo II Grupo III COTAES 50% 20% 30%
INGLS 2. CICLO
DOMNIOS DA CATEGORIAS DO APRENDIZAGEM DOMNIO INSTRUMENTOS DE AVALIAO PONDERAO
Competncias Especficas/ Domnios da disciplina: TESTES (65%)
COMPREENSO do ORAL/ EXPRESSO ORAL
OUTROS: (20%) Fichas de trabalho Trabalhos individuais/de grupo Observao direta (todos os domnios, especialmente o da comunicao oral)
LEITURA (Compreenso Escrita) ESCRITA GRAMTICA
Perseverana Assiduidade/Pontualidade Interesse Respeito Responsabilidade Solidariedade Autocontrolo Interiorizao de normas de convvio e de trabalho
GRELHA DE OBSERVAO DIRETA: Assiduidade/pontualidade Participao TPC Caderno dirio Material necessrio para a disciplina Comportamento
CADERNETA DO ALUNO: Ocorrncias registadas
COMPETNCIAS ESPECFICAS / DOMNIOS da DISCIPLINA
2 Ciclo COMPREENSO do ORAL / EXPRESSO ORAL LEITURA (Compreenso Escrita ESCRITA 15% 35% 10%
GRAMTICA (Conhecimento Explcito da Lngua)
MATRIZ DOS TESTES DE AVALIAO
Competncias Especficas / DOMNIOS
COTAO 2 Ciclo
COMPREENSO ORAL/LEITURA
PORTUGUS 3. CICLO
DOMNIOS DA APRENDIZAGE CATEGORIAS DO DOMNIO INSTRUMENTOS DE AVALAO Competncias Especficas/ Domnios da disciplina TESTES (65%) COMPREENSO do ORAL/ CONHECIMENTOS EXPRESSO ORAL OUTROS (20%): - Fichas de trabalho LEITURA (Compreenso Escrita) - Trabalhos individuais/de grupo 85% PONDERAO
GRAMTICA (Conhecimento Explcito da Lngua) - Participao - Perseverana ATITUDES/ - Pontualidade - TPC - Caderno dirio - Material necessrio da disciplina -Participao
COMPORTAMENTO - Interesse - Respeito - Responsabilidade - Solidariedade - Autocontrolo
COMPETNCIAS ESPECFICAS / DOMNIOS da DISCIPLINA COMPREENSO do ORAL /
10% EXPRESSO ORAL LEITURA 40% (Compreenso Escrita) ESCRITA GRAMTICA 20% (Conhecimento Explcito da Lngua) 30%
MATRIZ DOS TESTES DE AVALIAO Competncias Especficas / DOMNIOS COMPREENSO DO ORAL LEITURA GRAMTICA ESCRITA ESTRUTURA GRUPO I GRUPO II GRUPO III GRUPO IV COTAO 10% 40% 20% 30%
INGLS 3 CICLO
3 Ciclo COMPREENSO do ORAL / EXPRESSO ORAL LEITURA (Compreenso Escrita ESCRITA 25% 30% 15%
COTAO 3 Ciclo
FRANCS 3. CICLO
DOMNIOS DA APRENDIZAGEM CATEGORIAS DO DOMNIO INSTRUMENTOS DE AVALAO Competncias Especficas/ Domnios da disciplina COMPREENSO do ORAL/ EXPRESSO ORAL CONHECIMENTOS LEITURA (Compreenso Escrita) ESCRITA GRAMTICA (Conhecimento Explcito da Lngua) - participao - perseverana ATITUDES/ - pontualidade - TPC - caderno dirio - material necessrio da disciplina -participao OUTROS (20%): - fichas de trabalho - trabalhos individuais/de grupo 85% TESTES (65%) PONDERAO
Competncias (85%)
COMPREENSO ORAL / EXPRESSO ORAL LEITURA / COMPREENSO ESCRITA ESCRITA GRAMTICA
MATRIZ DOS TESTES DE AVALIAO SUMATIVA Competncias
Compreenso Oral Compreenso Escrita Conhecimento Explcito da Lngua Expresso Escrita
ESPANHOL 3. CICLO
DOMNIO da APRENDIZAGEM CATEGORIAS DO DOMNIO INSTRUMENTOS DE AVALIAO TESTES (65%) Competncias especficas/ domnios da disciplina: OUTROS: (20%) - fichas de trabalho Compreenso do oral/ Expresso oral (Comunicao CONHECIMENTOS oral) Leitura (Compreenso escrita) Escrita Gramtica (Conhecimento Explcito da Lngua) - caderno dirio - trabalhos individuais/de grupo - material necessrio da disciplina - porteflio europeu de lnguas - grelhas de avaliao da leitura - guies de leitura orientada 85% - fichas na plataforma Moodle - TPC (deberes) PONDERAO
Participao Perseverana Pontualidade Interesse Respeito Responsabilidade Solidariedade Autocontrolo
Grelhas de observao de atitudes e valores Grelha de ocorrncias na caderneta individual do aluno Grelha de assiduidade/livro de ponto Observao direta 15%
COMPETNCIAS ESPECFICAS/ DOMNIOS DA DISCIPLINA PONDERAO 20% 20% 20% 25%
COMPETNCIAS COMPREENSO do ORAL Grupo I LEITURA Grupo II GRAMTICA Grupo III ESCRITA Grupo IV 25% 45% 20% 10% ESTRUTURA COTAES
HISTRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL- 2 CICLO
NVEL 2 No conhece a localizao dos continentes e dos oceanos, no planisfrio. No conhece a localizao relativa do espao portugus. No completa uma legenda simples de um mapa ou de uma imagem. No conhece as formas de organizao social e econmica de Portugal, em diferentes perodos. No memoriza as datas fundamentais para o conhecimento histrico, em diferentes perodos. No reconhece acontecimentos que produziram alteraes significativas na sociedade portuguesa. No utiliza vocabulrio especfico da disciplina. NVEL 3 Conhece a localizao dos continentes e dos oceanos, no planisfrio. Conhece a localizao relativa do espao portugus. Completa uma legenda simples de um mapa ou de uma imagem. Conhece formas de organizao social de Portugal, em diferentes perodos. Compreende formas de organizao econmica (recursos e atividades econmicas) em diferentes perodos. Seleciona elementos muito simples de informao, em mapas, grficos, quadros numricos, imagens, cronologias, textos e documentos escritos. Memoriza datas fundamentais para o conhecimento histrico, em diferentes perodos. Reconhece acontecimentos que produziram alteraes significativas na sociedade portuguesa. Utiliza vocabulrio especfico da disciplina. NVEL 4 Assinala, num mapa, os principais elementos do espao portugus, em diferentes perodos. Organiza uma legenda simples de um mapa ou de uma imagem. Relaciona formas de organizao social do reino com as atividades econmicas, em diferentes perodos. Seleciona elementos de informao em mapas, grficos, quadros numricos, imagens, cronologias, textos e documentos escritos. Seleciona, numa cronologia ou friso, datas e acontecimentos importantes para o conhecimento de um perodo histrico. Reconhece alteraes decorrentes das relaes de Portugal com outros povos e terras. Utiliza corretamente vocabulrio especfico da disciplina. Elabora concluses simples. NVEL 5 Compreende relaes entre o passado e o presente(6 ano) Recolhe e regista diferentes tipos de informao. Trata a informao recolhida (s 6 ano). Organiza datas e acontecimentos importantes para o conhecimento de um perodo histrico (6 ano). Narra e descreve aes e situaes concretas (6 ano). Formula hipteses simples. Emite opinies fundamentadas.
Domnios de Aprendizagem
Categorias do Domnio
Ponderao 85%
Utilizao de instrumentos de trabalho Identificao e compreenso de acontecimentos e conceitos Aquisio de conhecimentos
Testes de avaliao (75%) Outros (10%) (Trabalhos escritos, individuais e de grupo, Trabalhos de casa, Caderno dirio, Participao oral, )
Respeito das normas de funcionamento das aulas Realizao das atividades propostas
Observao Registos
MATRIZ DOS TESTES DE AVALIAO Na avaliao dos conhecimentos tender-se-, em regra, para a ponderao de:
Utilizao de instrumentos de trabalho 25% Identificao e compreenso de conhecimentos e conceitos 25% Aquisio de conhecimentos 50%
EDUCAO MORAL E RELIGIOSA CATLICA 2 CICLO
Domnios de aprendizagem Categorias do domnio 1. Conhecimentos (Saber) a) Aquisio de conhecimentos b) Compreenso: - Os valores - A dignidade da pessoa - A dimenso religiosa do homem/o fenmeno religioso - A mensagem crist como uma proposta de vida - Alguns aspetos da natureza humana no plano afetivo, volitivo e comportamental c) Aplicao dos conhecimentos d) Anlise crtica de alguns aspetos da sociedade humana 2. Capacidades/Competncias (Saber Fazer) a) Tratamento de informao b) Comunicao: - Oral - Escrita c) Formalizao d) Resoluo de problemas (esprito crtico, criatividade) 3. Atitudes/Valores (Saber Ser) Instrumentos de avaliao Ponderao
Fichas de Avaliao Trabalhos individuais Trabalhos de grupo Trabalhos de pesquisa Expresso oral/escrita Vocabulrio Anlise de enunciados escritos e orais Interpretao e anlise de documentos Uso dos termos adequados disciplina Realizao dos TPC
Comportamento/ atitudes
Interesse a) Participao e interesse demonstrado nas ativida- Empenho e resdes letivas ponsabilidade expressos na realib) Responsabilidade zao das tarefas c) Hbitos de trabalho que lhe so propostas d) Pontualidade e) Esprito de iniciativa f) Autonomia Assiduidade Pontualidade
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa g) Respeito/cumprimento Cumprimento de das regras de funcionamenprazos to da sala de aula: Trazer o material - Saber estar necessrio - Saber ouvir - Saber falar - Ser cordial Organizao do caderno dirio
Participao nas atividades proposh) Sentido de cooperao e tas inter-ajuda i) Sentido crtico
Consideraes Gerais Devido ao carter especfico da disciplina, prope-se a seguinte ponderao: - Conhecimentos - 75% - Comportamento/Atitudes 25%
HISTRIA- 3. CICLO
Domnios de aprendizagem Categorias do domnio Instrumentos de avaliao testes 75% Outros: 10% trabalhos realizados; participao adequada Ponderao
Tratamento de Informao/Utilizao de Fontes Conhecimentos Compreenso Histrica -Temporalidade - Espacial idade - Contextualizao Comunicao em Histria Pontualidade Material necessrio Organizao do caderno Comportamento/atitudes dirio Ateno/concentrao Respeito das normas de funcionamento das aulas Realizao das atividades propostas.
Observao direta Grelha de observao 15%
Identificao de conhecimentos - 25% Compreenso e relao de contedos 25% Aplicao de conhecimentos e conceitos 50%
GEOGRAFIA- 3. CICLO
Utilizao de instrumentos de trabalho diversificados Identificao e compreenso de conhecimentos e conceitos Relao e aplicao de conhecimentos
Na avaliao dos conhecimentos tender-se-, em regra, para a ponderao de
Utilizao de instrumentos de trabalho diversificados 30% Identificao e compreenso de conhecimentos e conceitos 40% Relao e aplicao de conhecimentos 30%
EDUCAO MORAL E RELIGIOSA CATLICA 3 CICLO
Participao nas atividades proposh) Sentido de cooperao e tas interajuda i) Sentido crtico
MATEMTICA 2 CICLO
DOMNIOS DA APRENDIZAGEM
CATEGORIAS DO DOMNIO Capacidades a desenvolver
INSTRUMENTOS DE AVALIAO PONDERAO
Aquisio de conceitos e procedimentos matemticos
TESTES (65%) OUTROS:
Nmeros e Operaes lgebra Geometria e Medidas
Raciocnio Matemtico (compreender e elaborar
argumentaes matemticas e raciocnios lgicos);
Trabalhos tipo I (individual): (15%) - Fichas de trabalho; - Questes de aula; - Trabalhos individuais 85%
Organizao e tratamento
Resoluo de problemas (analisar informao
resolver e formular problemas);
de dados Comunicao Matemtica
(comunicar em Matemtica, oralmente e por escrito)
Trabalhos tipo II (grupo): (5%) -trabalhos de grupo;
TPC, caderno dirio e material; ATITUDES/ COMPORTAMENTO Participao perseverana e interesse Pontualidade, solidariedade e respeito Grelhas de Registo de Atitudes
PONDERAO das CATEGORIAS do DOMNIO da APRENDIZAGEM CONHECIMENTOS MATRIZ DOS TESTES DE AVALIAO
Conceitos e de procedimentos
45 a 55%
CINCIAS NATURAIS 2 CICLO
Domnios da Aprendizagem Temticas transversais CATEGORIAS DO DOMNIO INSTRUMENTOS DE AVALIAO PONDE RAO
- Aquisio e aplicao direta de conhecimentos - Compreenso, interpretao Cidadania e Preservao dos recursos Terrestres COGNITIVO e organizao de dados - Relacionamento das aprendizagens e aplicao a novas situaes - Comunicao oral e escrita - Utilizao das TIC OUTROS: Trabalhos tipo I (individual): (15%) - Fichas de trabalho - Questes de aula/debates - Trabalhos individuais - Apresentaes orais - Relatrios - Trabalho prtico Trabalhos tipo II (grupo): Cidadania e Promoo da Sade SOCIOAFETIVO -trabalhos de grupo (5%) - TPC, caderno dirio e material; - Participao, perseverana e Grelhas de Registo de interesse - Pontualidade Atitudes - Solidariedade, cooperao e respeito - Esprito crtico e criatividade 85% TESTES (65%)
CATEGORIAS do DOMNIO da APRENDIZAGEM CONHECIMENTOS MATRIZ DOS TESTES DE AVALIAO
Compreenso, Interpretao e organizao de dados
Relacionamento e aplicao de conhecimentos a novas situaes
DOMNIOS DA APRENDIZAGEM CATEGORIAS DO DOMNIO Capacidades a desenvolver INSTRUMENTOS DE AVALIAO PONDERAO
CINCIAS NATURAIS 3 ciclo
A avaliao do aluno expressa as aprendizagem realizadas ao longo de todo o ano letivo, sendo a avaliao final o resultado de todo o trabalho feito desde o incio do ano letivo. Domnios da aprendizagem Dimenso Parmetros Saber fazer X X X 10% Avaliao contnua/trabalhos de grupo (trabalhos terico/prticos) Realizao dos nveis de aprendizagem*/Fichas formativas Atitudes Realizao dos trabalhos de casa/outros trabalhos Comportamento; Responsabilidade; Interesse/empenho; Assiduidade; Pontualidade. X 5% X X Ponderao Saber ser 70%
Fichas de avaliao Realizao e correo das atividades propostas em sala de aula
Dentro do prazo *Realizao dos nveis de aprendizagem (5%) Fora de prazo No entregues
Referenciais de avaliao
PONDERAO Aquisio de Conhecimentos Compreenso, Interpretao e organizao de dados Relacionamento e aplicao de conhecimentos a novas situaes 70% a 80% 10% a 15%
CINCIAS FSICO-QUMICAS 3 CICLO
A AVALIAO DO ALUNO EXPRESSA AS APRENDIZAGEM REALIZADAS AO LONGO DE TODO O ANO LETIVO, SENDO A AVALIAO FINAL O RESULTADO DE TODO O TRABALHO FEITO DESDE O INCIO DO ANO LETIVO. DOMNIOS DA APRENDIZAGEM DIMENSO PARMETROS SABER FAZER X X X SABER SER PONDERAO
CONHECIMENTOS FICHAS DE AVALIAO REALIZAO E CORREO DAS ATIVIDADES PROPOSTAS EM SALA DE AULA AVALIAO CONTNUA/TRABALHOS DE GRUPO (TRABALHOS TERICO/PRTICOS) REALIZAO DOS NVEIS DE APRENDIZAGEM*/FICHAS FORMATIVAS ATITUDES REALIZAO DOS TRABALHOS DE CASA/OUTROS TRABALHOS COMPORTAMENTO; RESPONSABILIDADE; INTERESSE/EMPENHO; ASSIDUIDADE; PONTUALIDADE.
Matriz dos testes de avaliao Domnio da aprendizagem Aquisio de conhecimentos Interpretao e organizao de dados Aplicao de conhecimentos a novas situaes Ponderao 55% a 65% 20% a 30% 10% a 20%
INTRODUO S TECNOLOGIAS DA INFORMAO E COMUNICAO - 3 CICLO
PONDERAO INSTRUMENTOS DE AVALIAO Testes sumativos*; Fichas de Trabalho; (individuais e em grupo); Trabalhos de grupo e individuais; TPC; Grelhas de Observao e Observao direta 1 Perodo 50% 2 e 3 Perodo
CONHECIMENTOS/COMPETNCIAS DOMNIOS SABER/ SABER FAZER INFORMAO. Procura e trata a informao de acordo com objetivos concretos: investigao, seleo, anlise e sntese dos dados. COMUNICAO. Comunica, interage e colabora usando ferramentas e ambientes de comunicao em rede como estratgia de aprendizagem individual e como contributo para a aprendizagem dos outros. PRODUO. capaz de sistematizar o conhecimento com base em processos de trabalho com recurso aos meios digitais disponveis e de desenvolver produtos e prticas inovadores e criativos. SEGURANA. Usa recursos digitais com respeito pelas normas de segurana adota comportamentos seguros, respeita direitos de autor e de propriedade intelectual, e observa normas de conduta na utilizao de ambientes digitais online. Revela habilidade motora; Demonstra destreza manual na interpretao e resoluo de problemas e funcionamento do material informtico disponvel. Assiduidade e Pontualidade; Comportamento e Participao na sala de aula; Relao com os colegas e professores; Trabalho e desempenho colaborativo do grupo e individual; Preservao do Material TOTAL
Perfil do aluno para atribuio do nvel
Nvel um
- Tem dificuldades na - Compreende e interpreta conceitos/noes bsicas de TIC. - Realiza pesquisas, trata, produz e comunica informao, quer pelos meios tradicionais, quer atravs das novas tecnologias da informao e comunicao. - Apresenta elementos de avaliao escrita entre os 50 e os 69 %. - participativo, responsvel, atento e empenhado. - Adere com interesse s atividades propostas, apresenta o material e faz os trabalhos de casa. de TIC. - Interpreta com correo a informao recolhida. - Realiza com facilidade pesquisas, trata, produz e comunica informao, quer pelos meios tradicionais, quer atravs das novas tecnologias da informao e comunicao. - Utiliza corretamente as tcnicas de representao grfica. - Apresenta elementos de avaliao escrita entre os 70 e os 89 %. - Empenha-se de forma conceitos/ noes bsicas interpreta com facilidade - Compreende e identificao conceitos bsicas de TIC. - Revela dificuldades na compreenso e interpretao de conceitos/noes bsicas - Revela dificuldades em pesquisar, tratar, produzir e comunicar informao, quer pelos meios tradicionais, quer atravs das novas tecnologias da informao e comunicao. - Apresenta elementos de avaliao escrita entre os 20 e 49 %. - Revela pouco interesse em cooperar nas atividades do
Nvel dois
Nvel trs
Nvel quatro
Nvel cinco
- Domina claramente conceitos/noes bsicas de TIC. - Elabora snteses a partir da informao recolhida. - Aplica conhecimentos a novas situaes. - Utiliza corretamente e com criatividade as tcnicas de pesquisa, tratamento, produo e comunicao da informao, quer pelos meios tradicionais, quer atravs das novas tecnologias da informao e comunicao. - Apresenta elementos de avaliao escrita entre os90 e os 100%. - Muito empenhado,
- incapaz de identificar
conceitos bsicos de TIC.
- No compreende e no
conceitos/noes bsicas.
- incapaz de pesquisar,
tratar, produzir e
comunicar informao,
quer pelos meios
tradicionais, quer atravs
- Apresenta elementos de
avaliao escrita entre os
0 e 19 %.
- No participa, no
demonstra interesse nem
- No realiza os trabalhos
em cooperar nas 70 e os 89 %. - Empenha-se de forma autnoma nas tarefas propostas e participa com pertinncia. - Apresenta sempre o material e faz sempre os trabalhos de casa. - Discute e questiona com alguma facilidade os assuntos abordados. - Coopera com o grupo /turma. - assduo e pontual. atividades do grupo/turma. - Comportamento irregular. - Nem sempre apresenta - assduo e pontual. - Realiza uma autoavaliao responsvel. os trabalhos de casa. - Pouco assduo/ pontual. - Pouco participativo e pouco empenhado. - Revela dificuldades em realizar uma autoavaliao responsvel com o grupo/turma. - Coopera regularmente - Participa regularmente. os trabalhos de casa. apresenta o material e faz os 90 e os 100%.
- Muito empenhado, responsvel e autnomo. - Revela hbitos de discusso e posicionamento crtico. - Participa ativamente e com interesse nas atividades propostas. - Apresenta sempre o material e faz sempre os trabalhos de casa. - Coopera com o grupo/turma - assduo e pontual. - Realiza uma autoavaliao crtica e construtiva.
- No revela o mnimo
com o grupo/turma.
- O desrespeito pelas
normas de convivncia
- No pontual nem
assduo.
- No revela capacidade
Critrios de avaliao: Pr-escolar, 1., 2. e 3. ciclo - Ano Letivo 2012/2013 - Realiza uma autoavaliao crtica e responsvel.
EDUCAO FSICA 2 CICLO
DOMNIOS DA APRENDIZAGEM CATEGORIAS DO DOMNIO Competncias a desenvolver INSTRUMENTOS DE AVALAO PONDERAO
Matrias de Ensino: modalidades desportivas Constantes da composio curricular
Ficha de registo de observao/registo Exerccio critrio
CONHECIMENTOS Situaes de jogo
Conceitos associados s atividades fsicas e desportivas
Ficha de trabalho Trabalhos individuais/grupo Questionamento oral Arbitragem
- participao - perseverana ATITUDES/ - pontualidade
Grelhas de registo de: material necessrio disciplina participao nas atividades comportamento atitudes solidariedade autocontrolo respeito da
COMPORTAMENTO - interesse - respeito - responsabilidade - solidariedade - autocontrolo - utilizao do material de educao fsica
Domnios de Aprendizagem Categorias do Domnio Instrumentos de Avaliao Ponderao *
assduo pontual Traz o material necessrio Tem os materiais de trabalho organizados Tem um comportamento / postura corretos Participa nas aulas: quando solicitado / espontaneamente / de forma organizada Coopera nas atividades Respeita a opinio dos outros Tem um bom relacionamento com os outros Participa adequadamente, com a turma, em apresentaes pblicas Revela persistncia e esforo Manifesta interesse / curiosidade Manifesta sentido crtico construtivo Toma iniciativa na resoluo de problemas Desenvolver a motricidade na utilizao de diferentes tcnicas de produo sonora, a nvel vocal, instrumental e tecnolgico
Respeito / Cumprimento de regras
Interpretao e comunicao
Desenvolver a memria auditiva.
e desenvolvimento de competncias
Compreenso e perceo sonora
Utilizar corretamente regras de comunicao orais e escritas.
capaz de identificar qualidades do som capaz de reconhecer parmetros musicais em contexto capaz de reconhecer alteraes tmbricas, rtmicas e meldicas
capaz de organizar e selecionar sons Adquirir conceitos da msica.
Criao e experimentao
Culturas musicais em contexto
Identificar conceitos musicais em obras de diferentes gneros, pocas e culturas.
Identificar caractersticas da msica portuguesa e do mundo
EDUCAO TECNOLGICA 2 CICLO
Categorias do Domnio -Domnio das tcnicas e das principais matrias- -primas da rea tecnolgica. Conhecimento Interpretar e elaborar instrues tcnicas - Conceitos - Processos
Instrumentos de Avaliao - Trabalhos individuais - Trabalhos de grupo - Fichas de observao direta - Fichas de trabalho - Testes formativos
- Perseverana - Participao - Interesse - Responsabilidade - Sentido de solidariedade Comportamentos Atitudes -Comportamento/ adequao de atitudes na sala de aula - Autocontrolo - Interiorizao de normas de convvio e trabalho - Pontualidade. - Grelhas de observao
EDUCAO VISUAL 2 CICLO
Domnios de Aprendizagem Categorias do domnio Instrumentos de avaliao Ponderao
Trabalhos prticos individuais (60%)
Domnio das tcnicas de expresso livre e rigorosa Perceo/representao do Outros: real Conceitos Trabalhos de grupo Processos Grelha de registo de observao direta Fichas de trabalho Trabalhos de casa Testes formativos. (20%)
Comportamento s/Atitudes
Perseverana Participao Interesse Responsabilidade Sentido de solidariedade Comportamento/Adequao das atitudes na sala de aula Autocontrolo Interiorizao de normas de convvio e trabalho Pontualidade
Grelha de registo de observao direta.
__________________________________________________Agrupamento de Escolas de Fernando Pessoa Matriz trabalhos individuais / testes formativos
Domnio de tcnicas e meios de expresso 40%
Aplicao de conhecimentos 45%
Qualidade da linguagem visual 15%
Nota: As percentagens nos dois primeiros parmetros podero ter uma variao at 10% conforme o objeto de avaliao.
EDUCAO FSICA 3 CICLO
Matrias de Ensino: modalidades desportivas Constantes da composio curricular CONHECIMENTOS
Ficha de registo de observao/ registo Exerccio critrio Situaes de jogo
Grelhas de registo de: - participao ATITUDES/ - perseverana material necessrio da disciplina participao nas atividades comportamento atitudes: solidariedade autocontrolo respeito 20%
COMPORTAMENTO - pontualidade - interesse - respeito - responsabilidade - solidariedade - autocontrolo - utilizao do material de educao fsica
Domnios da Aprendizagem Categorias do Domnio Responsabilidade assduo pontual Traz o material necessrio Tem o caderno organizado Tem um comportamento / postura corretos Participa nas aulas: quando solicitado de forma organizada Coopera nas atividades Respeita a opinio dos outros Tem um bom relacionamento com os outros Participa com a turma em apresentaes pblicas Instrumentos de Avaliao Ponderao
Revela persistncia e esforo Manifesta interesse / curiosidade Manifesta sentido crtico construtivo Toma iniciativa
Desenvolve a musicalidade e a tcnica atravs do estudo e da apresentao individual e em grupo de diferentes interpretaes. Canta e toca, individual e coletivamente, diferentes tipos de instrumentos musicais, utilizando tcnicas e prticas musicais apropriadas.
Cria e utiliza formas diferenciadas de notao musical (convencional e no convencional). Ensaia e apresenta publicamente peas musicais de diferentes estilos e pocas .
Explora diferentes tcnicas e tecnologias que contribuam para a interpretao e a comunicao musical.
Faz gravaes udio e vdeo das interpretaes realizadas. Reflete e avalia criticamente as mesmas.
Explora, compe, arranja, improvisa e experimenta materiais sonoros e musicais com estilos, gneros, formas e tecnologias diferenciadas.
Utiliza a audio, imaginao, conceitos e recursos para desenvolver o pensamento musical e a prtica artstica, aumentando progressivamente o nvel de complexidade. Explora e adquire conhecimentos e saberes de diferentes tcnicas vocais e instrumentais, de diferentes estticas e culturas musicais, para a criao sonora e musical. Conhece diferentes tcnicas de produo e de captao sonora. Utiliza diferentes tipos de software musical e recursos da Internet.
Aquisio de conhecimentos e desenvolvimento de competncias
Desenvolve a discriminao e a sensibilidade auditiva.
Ouve, analisa, descreve, compreende, avalia e compara diversas obras musicais de diferentes pocas, estilos e culturas, atravs da audio, do movimento e da prtica vocal e instrumental.
Utiliza terminologia e vocabulrio adequado de acordo com as tradies musicais do passado e do presente.
Investiga e utiliza fontes sonoras convencionais e no convencionais, eletrnicas e outras, para compreender a estrutura das obras musicais.
Transcreve com tecnologias apropriadas e graus de complexidade diferentes, melodias, ritmos e harmonias.
Desenvolve o conhecimento e a compreenso da msica como construo social e como cultura.
Partilha as msicas do seu quotidiano e da sua comunidade, entendendo as obras musicais como expresses de identidade individual e coletiva.
Reconhece a contribuio das culturas musicais nas sociedades contemporneas.
Enquadra o fenmeno musical em determinados acontecimentos, tempos e lugares e compara estilos, gneros e estticas musicais em relao aos diferentes tipos de contextos passados e presentes, ocidentais e no ocidentais.
Compreende as relaes entre a msica e as outras artes, identificando semelhanas e diferenas tcnicas, estticas e expressivas.
EDUCAO TECNOLGICA 3 CICLO
EDUCAO VISUAL 3 CICLO
Trabalhos prticos individuais 60%
Domnio das tcnicas de expresso livre e rigorosa Perceo/representao Outros: do real Conceitos Trabalhos de grupo Processos Grelha de registo de observao direta Fichas de trabalho Trabalhos de casa Testes formativos. 20%
Comportamentos/ Atitudes
Matriz trabalhos individuais / testes formativos
Domnio de tcnicas e meios de expresso 40% Qualidade da linguagem visual 15%
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References: artigo 17
 artigo 18
 artigo 13
 artigo 21
 artigo 17
 artigo 18
 artigo 20
 artigo 21