Source: http://docplayer.com.br/2451392-Projecto-de-novo-crematorio-em-hietaniemi-helsinquia-_-finlandia.html
Timestamp: 2017-05-29 01:12:07+00:00

Document:
Projecto de Novo Crematório em Hietaniemi Helsínquia _ Finlândia - PDF
Projecto de Novo Crematório em Hietaniemi Helsínquia _ Finlândia
Download "Projecto de Novo Crematório em Hietaniemi Helsínquia _ Finlândia"
Maria Luiza Escobar Antunes
1 UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura Projecto de Novo Crematório em Hietaniemi Helsínquia _ Finlândia Emanuel Jorge Cerdeira Lopes Tese para obtenção do Grau de Mestre em Arquitectura (2º ciclo de estudos) Orientador: Prof. Doutor Jacek Krenz Co-orientador: Arq. Tuomas Silvennoinen Covilhã, Junho de 20112 II3 ... a todos aqueles que apoiaram e acreditaram neste trabalho III4 IV5 Resumo O início do séc. XXI é uma época de considerável interesse na morte. Arqueólogos descrevem a pré-história de ritos de morte, historiadores comparam e contrastam os ritos de eras mais recentes, e antropologistas descrevem padrões contemporâneos de lidar com a morte. Os seres humanos são animais, e morrem, mas acima de tudo têm consciência. Adicionando estes factos, pode-se discutir, de uma perspectiva evolucionária, que a morte faz parte de um meio ao qual o animal humano necessitou adaptar-se. Assim, o rito mortuário é visto como a resposta adaptativa do ser humano à morte, com uma linguagem ritual escolhida como forma de resposta. É precisamente porque a linguagem é o meio através do qual o ser humano obtém o seu sentido de consciência que pode servir de base de recriação para a sensibilização da morte, e é a arquitectura, através da sua linguagem única que tem o maior desafio. Palavras Chave Morte, ritual, desafio V6 VI7 Abstract The beginning of the XXI century is a time of considerable interest in death. Archaeologists describe the prehistory of death rites, historians compare and contrast the rites of more recent times, and anthropologists describe contemporary patterns of dealing with death. Human beings are animals, and die, but above all they have a conscience. Putting these facts together, we can argue, from an evolutionary perspective, that death is part of an environment to which the human animal needed to adapt. Being so, the mortuary rite is seen as an adaptive response from the human being towards death, with a ritual language chosen as a means of response. Because language is the way thru which the human being obtains his feeling of conscience, it can be the base of recreation for awareness of death, and it s architecture, thru it s unique language that has the biggest challenge. Keywords Death, ritual, challenge VII8 VIII9 Índice Introdução 3 Contexto Histórico 5 Cremação na Europa 5 Cremação na Finlândia 6 Área sacra de Hietaniemi 9 Casos de estudo 11 O crematório de Turku 11 O crematório existente em Hietaniemi 12 Proposta 15 Análise do local 15 O novo crematório 18 Perspectivas 21 Conclusões 25 Bibliografia 27 110 211 Introdução Sendo que este tema está directa e intimamente ligado à religião e ao transcendente, isto faz do projecto um interessante exercício arquitectónico. O objectivo é projectar um novo crematório nos arredores da área do cemitério de Hietaniemi, em Helsínquia, onde existe já um crematório, o primeiro construído na Finlândia por Bertel Liljeqvist em As várias extensões efectuadas ao longo dos anos não suprem as necessidades, assim como não cumprem os requerimentos que estavam planeados no início, como tal, e de modo a evitar desnecessárias e agressivas intervenções ao edifício existente, o exercício por mim proposto permite a revitalização de uma área única no seu género, dada a sua localização central na cidade e, ao mesmo tempo, a sua proximidade com o mar (fig. 1). b a 1. Imagem de satélite de Helsínquia (fonte: Google maps) a. cemitério de Hietaniemi b. novo crematório 312 Death must be so beautiful. To lie in the soft brown earth, with the grasses waving above one's head, and listen to silence. To have no yesterday, and no tomorrow. To forget time, to forgive life, to be at peace. 1 1 Oscar Wilde ( ) 413 Contexto histórico Cremação na Europa Com o aumento da predominância do Cristianismo na Europa após o séc. V, a cremação foi gradualmente abandonada em detrimento do sepultamento, como um símbolo do que sucedeu com Jesus Cristo. Foi apenas no séc. XIX que ressurgiu um vasto interesse pela cremação, instigado por uma variedade de factores sociais, filosóficos e tecnológicos. O mais significante factor social foi o considerável aumento das populações das principais cidades na era industrial, cujos cemitérios eram constantemente pressionados para lidar com o volume dos óbitos numa altura em que cada vez mais se notava um aumento da preocupação com o saneamento publico (cadáveres sepultados à superfície do solo eram tomados como um potencial risco de saúde). Este foi também um período de considerável interesse na liberdade de pensamento e no compromisso criativo com as ideias de progresso. Foi a revolução francesa que introduziu a cremação como uma alternativa específica ao sepultamento. Aparentemente o anticlericalismo teve grande influência, apresentando a cremação como uma explícita alternativa ao tradicional método de sepultamento cristão. A preocupação com o avanço tecnológico no séc. XIX também incentivou a prosperidade da cremação. Por esta altura tornara-se relativamente fácil comtemplar a construção de fornos para a combustão de corpos humanos, assim como estruturas arquitectónicas para os albergar. Inicialmente os crematórios eram temporários, pouco mais que fornos e extravagantes marcos arquitectónicos. Nos fins do séc. XIX e inícios do séc. XX começaram a assemelhar-se com edifícios de igrejas. Por toda a Europa Cristã, a questão era se o negócio funerário deveria ser da responsabilidade da Igreja ou da Sociedade. Este foi um tema tabu durante as primeiras décadas do séc. XX devido ao controlo que o Cristianismo impôs sobre a morte. O aspecto mais interessante da relação entre a cremação e a sociedade no seio das sociedades ocidentais deriva da influência das tradições Ortodoxas, Católicas e Protestantes. Na Europa ocidental as taxas de cremação variam de acordo com o grau de influência católica ou Protestante na tradição de cada país. Em 1999, a taxa de cremação na Grã 514 Bretanha e Dinamarca era de 71% e de 68% na Suécia. Na Finlândia a taxa era de apenas 25%. A influência Católica é mais evidente em França (16%), Espanha (13%) e Itália (5%) 2. Com o inicio da cremação, surgiram novas possibilidades para desvincular rituais de morte do controlo eclesiástico. Durante grande parte do séc. XIX e os primeiros dois terços do séc. XX, a maioria dos rituais de cremação ocorriam sob o pano do ritual religioso supervisionados pelo clero Protestante. Nos fins do séc. XX o envolvimento clerical na cremação estava a decair. O sepultamento tradicional era levado a cabo pela Igreja Cristã e ainda que os restos mortais pudessem mais tarde ser transferidos para uma casa mortuária, normalmente esta transferência não envolvia qualquer cerimónia. Em alguns locais o sepultamento poderia também ser realizado sem cerimónias religiosas, mas foi com a cremação moderna que o processo secular adquiriu uma maior aceitação. Frequentemente os funerais realizados sem ligações religiosas eram de celebração, funerais centrados na vida passada do falecido e não como em tradicionais rituais Cristãos, na esperança da ressurreição. Em muitas culturas a cremação é tida como forma predominante de funeral. A atitude de diferentes religiões para com a cremação está relacionada com a sua visão do Homem e com a sua percepção da vida após a morte. Cremação na Finlândia A cremação durante os primeiros anos do período moderno não ganhou popularidade na Finlândia devido a várias razões: - As condições nos cemitérios não era um problema devido à diminuição da população e a urbanização estava a avançar lentamente durante a primeira metade do século, logo após o fim da guerra; - Não havia pressões para a cremação como uma forma de funeral (mas também não existia uma extensa consciência intelectual sobre este tema), a tradicional doutrina Cristã estava ainda bem intricada; - A posição da Igreja para com a cremação levava a uma considerável diminuição do interesse nesta; 2 Dados da associação de cremação finlandesa 615 - O movimento trabalhista encontrava-se aparentemente alheio à ideia da cremação, a maioria dos seus membros era recrutada de entre a população de descendência Sueca e das classes sociais mais elevadas; - Era mais dispendioso que o funeral por sepultamento. A popularidade desta chegou com o fim da guerra, que trouxe uma nova situação política, cultural e espiritual. Devido ao rápido crescimento das cidades finlandesas logo após a guerra, o país enfrentou uma falta de espaço para sepulturas e tal como ocorreu na Europa central durante o séc. XIX, houve um aumento do interesse na cremação como uma alternativa para salvar espaço. Ao mesmo tempo, a indústria passou por um processo de reorganização radical, acelerado pelos trabalhos de reconstrução. Uma consequência da restruturação industrial foi a rápida urbanização. Isto por sua vez serviu para reforçar o processo de secularização. A posição da igreja como uma influência formativa do mundo conceitual dos cidadãos foi assim sendo constantemente minada. Estes factores contribuíram assim para produzir um terreno fértil para a ideia da cremação. Contudo, durante os anos de reconstrução, a cremação não era viavelmente económica. As cidades hesitaram envolverem-se em tais projectos, uma vez que a organização de funerais estava a cargo das congregações locais, que por sua vez não tinham possibilidades financeiras para tal. Ao mesmo tempo as paróquias não estavam certas se era compatível construir este tipo de edifícios com fundos paroquiais. A situação foi resolvida no final dos anos 60, quando o Concelho da Igreja considerou a questão como parte das suas responsabilidades. Finalmente foi confirmado que a cremação fazia parte dos assuntos da Igreja, o que basicamente deu luz verde para iniciar novos projectos de crematórios na Finlândia. E foi exactamente naquela década que foram construídos seis novos crematórios no país. Estes estabeleceram um novo modelo, sendo a cremação considerada parte da organização funerária. Em 1989, existiam dezasseis crematórios na Finlândia, todos excepto o de Hietaniemi eram geridos pelas congregações locais. Actualmente esse número subiu para vinte e três 3. 3 Dados da associação de cremação finlandesa 716 If in a wood we find a tumult, long six feet and breadth three, prepared with the shovel in a form of a pyramid, we do us serious and something inside of us tells us: here it is buried someone. This is architecture. 4 4 Adolf Loos ( ) 817 Área sacra de Hietaniemi Em 1815 a Finlândia tornou-se parte do Grão-Ducado Russo. Sobre o controlo deste, foi dada permissão para fundar um cemitério Ortodoxo, localizado na área oeste da cidade, Hietaniemi. Este foi estabelecido no limite do complexo actual e desde então foi expandido em diferentes fases, tal como a cidade. Quando, em 1897, a capital da Finlândia passou de Turku para Helsínquia, a cidade vivia tempos prósperos, que se verificavam numa rápida transformação arquitectónica nunca antes vista. Durante as próximas décadas, a cidade continuou a expandir as suas fronteiras e cedo, a área sepulcral existente não era suficiente. A congregação Luterana tomou a decisão de a expandir para norte(1829). Durante a próxima década, foram construídos mais dois cemitérios, um Muçulmano e o primeiro cemitério Judeu, ambos localizados cerca do Ortodoxo. Os três irão tornar-se fundação para o futuro desenvolvimento de Hietaniemi. Helsínquia continuou a crescer e a seu lado também o cemitério. Foram precisas mais três décadas até se dar a próxima extensão na área. Em 1864 a expansão continuou para norte e o cemitério ortodoxo basicamente duplicou em tamanho, pelo que era necessária uma nova capela, que foi construída em A área continuou a sofrer alterações e nos fins do séc. XIX (1895) foi construído o segundo cemitério Judeu a par de uma nova capela. O inicio do novo século trouxe mudanças radicais. A primeira associação a favor da cremação tinha sido fundada em 1893 e o seu principal objectivo era construir o primeiro crematório na Finlândia. A Segunda Guerra Mundial trouxe a necessidade de mais espaço para sepultar as vítimas. O cemitério Ortodoxo foi expandido mais uma vez em 1931 ao longo do limite oeste. 918 The architectural planning of a funeral chapel requires, first and foremost a natural simplicity. Banal effects and pompous formalism absolutely must be avoided. 5 5 Alvar Aalto ( ) 1019 Casos de estudo O crematório de Turku O séc. XX marcou uma mudança drástica no modo de projectar o crematório. Ao invés do Acontecia no séc. XIX, em que era dada grande importância à parte técnica da cremação, evidenciando a sala das fornalhas e as chaminés, os crematórios realizados na segunda metade do séc. XX não são obejctos monumentais e solenes, mas sim amplos complexos, normalmente envolvidos pela natureza, em que podem coexistir diferentes funções. Um exemplo icónico é o crematório de Turku (fig. 2), da autoria do Arquitecto Pekka Pitkänen. Uma larga escadaria liga a área destinada ao parque de estacionamento às três capelas anexadas ao crematório. O complexo é dividido em dois níveis. No piso da entrada encontram-se o átrio de uma das capelas (fig. 3), as salas mortuárias, escritórios, a área técnica e a sala de cremação. No nível superior encontram-se as outras capelas, salas reservadas aos participantes das cerimonias, espaços destinados aos músicos e, finalmente, uma sacristia e uma pequena Ferdinand capela Milucky. para urnas Bratislava cinerárias. Crematorium view from the wood. main entrance. ceremonial hall. axonometric view. cinerary Visto as capelas estarem num nível superior, os caixões sao transportados por meio de elevadores, dando assim entrada na capela ascendendo de uma abertura no chão. Pekka 2. Vista Pitkänen. o acesso principal Turku Crematorium overall view 3. Vista do altar de uma das capelas 1120 O crematório existente em Hietaniemi Em 1918 chegou finalmente à Finlandia a independência e com esta, chegou também o apoio financeiro necessário para a associação responsável pelo crematório levar a cabo o projecto. O primeiro plano para um crematório surge em 1916 quando Eliel Saarinen projectou uma capela em forma de cúpula (fig. 4). Esta situava-se no centro da composição com duas arcadas curvas para urnas. O projecto nunca foi realizado mas deu o impulso para a criação de um concurso de arquitectura em Bertel Liljeqvist ganhou a comissão com uma solução neoclássica (fig. 5). 4. Proposta de Eliel Saarinen (cópia do livro Living silence. In the Hietaniemi burial grounds, de Juhani Seppovaara. A planta seguiu uma distribuição em cruz latina, em que o eixo principal continha o volume da capela ligada ao crematório, localizado por trás desta. Ligados à capela estavam mais dois edifícios, a sacristia e serviços do lado direito e a sala para caixões do lado esquerdo. O plano racional funcionava bem no que toca a separar as funções umas das outras. O corte trabalhava na mesma direção da planta, as diferentes funções partilhavam o mesmo nível (facilitando a circulação do caixão ao longo do edifício). Quando o funeral terminava, o caixão era movido directamente para o forno através de uma sala que os ligava. 1221 5. Proposta de Bertel Liljeqvist (cópia do livro Living silence. In the Hietaniemi burial grounds, de Juhani Seppovaara. De uma perspectiva exterior, poderia ver-se uma plataforma que unificava o complexo, estabelecendo imediatamente uma hierarquia no terreno. A capela e os serviços acedido pelo nível térreo (facilitando o acesso do caixão). Pode-se concluir, devido ao modo como os edifícios estavam orientados que a área exterior estava dividida em duas partes: A pública, espaço desde a entrada do lote até à capela e a privada, detrás do crematório, no limite semicircular do lote. A primeira cremação na Finlândia teve lugar em Hietaniemi em Março de Apesar da capela conter símbolos Cristãos, era sabido que também seria usada para serviços funerários não Luteranos. Em 1938, apenas treze anos após a conclusão da sua obra, o Liljeqvist projectou a primeira extensão da mesma, uma vez que o edifício aparentava ser já pequeno para albergar todas as funções. Em 2002 deu-se a última renovação significativa, uma vez era necessária uma nova capela. Em termos de programa poucas funções novas foram adicionadas, sendo que as existentes aumentaram consideravelmente, pela primeira vez o eixo secundário do plano é maior que o eixo principal. A outra alteração importante diz respeito aos fornos. Tradicionalmente localizados no piso inferior do crematório, encontram-se agora no piso superior, o que não seria um problema, não estivesse a entrada da nova capela situada na parte posterior do lote, ao lado da entrada de serviço. A situação actual está longe de ser a mais apropriada. 1322 That last day does not bring extinction to us, but change of place. 6 6 Marcus Tulius Cicero ( AC) 1423 Proposta Análise do local O cemitério de Hietaniemi localiza-se a oeste da cidade de Helsínquia e relativamente perto do centro. O local escolhido para o novo crematório é uma pequena ilha a oeste dos limites do cemitério. O acesso existente apenas incluí uma estrada, que faz a ligação a norte da ilha. Dada a natureza do projecto, um dos principais desafios foi a organização espacial do edifício, que veio a influenciar a projeção dos acessos ao ilha. Após o estudo de vários crematórios, e mesmo após séculos de evoluções, concluí que o crematório ainda hoje se divide em duas partes, sendo estas influenciadas pelos percursos, por um lado o percurso dos mortos, e por outro lado o percurso dos vivos (fig. 6). O desfio deve-se ao facto de idealmente os dois percursos não poderem cruzar-se. Visto o acesso existente ser propício ao trânsito de veículos motorizados, este é ideal para a entrada de veículos funerários, estando assim definido o extremo norte como parte do percurso dos mortos. Sendo assim, numa situação ideal, o percurso dos vivos seria a sul. Visto que a ilha não tem ligação a sul, a solução passou pela criação um acesso pedonal, paralelamente ao acesso de veículos, mas que irá ligar à zona sul. Estão assim criados dois pontos opostos que irão dividir o edifício em duas partes. Ficando o edifício orientado num eixo de norte a sul, este vai dividir a ilha sensivelmente ao meio. Esta divisão vai criar diferentes espaços públicos, com diferentes funções. A este da ilha encontra-se um maciço rochoso que foi o local escolhido para instalar o columbário. Escavando a rocha obtêm-se um espaço semi-subterrâneo, que nesse sentido se assemelha a mausoléus de épocas passadas, sendo um local propício para a deposição das urnas, ao mesmo tempo que mantém alguma descrição em relação ao edifício principal. Deste modo é ainda possível utilizar o terreno existente como parte da edificação, salvaguardando em materiais de construção. As entradas dos dois edifícios formam um eixo perpendicular ao dos acessos ao terreno, convergindo todos na única área exterior pavimentada, criando assim um género de praça. A norte desta temos o acesso pedonal, feito através de duas pontes de madeira, com fundações também em madeira relembrando um porto e invocando a ligação do local com o mar. A sul encontra-se uma subtil mas larga 1524 escadaria que define a zona de acesso naval, onde pequenos barcos de recreação podem atracar. A criação deste acesso é algo peculiar, mas é explicada pela pratica comum na Finlândia, onde os restos mortais em forma de cinzas podem em determinadas zonas ser deitados ao mar. Deste modo é facilitada a recolha da urna por pessoas que efectuem esta prática, dando um carácter especial e cerimonial a todo o processo. A zona oeste e a pequena extensão a sudeste da ilha, são zonas de livre acesso, que permitem momentos de pausa e reflexão. Crematório: Percurso Dos mortos Percurso Dos vivos Fachada exterior permite luz natural nas áreas técnicas Percurso Dos mortos Fachada exterior permite luz natural nas áreas técnicas Ligação entre as duas áreas Vista para o exterior Percurso Dos vivos Entrada Pública 6. Diagrama de estudo da organização do espaço 1625 1726 O novo crematório Como foi referido anteriormente, o crematório (fig. 7) encontra-se dividido em duas partes, a privada e a pública. Na zona privada encontram-se todas as áreas de serviços e técnicas. Tendo como base a evolução dos crematórios ao longo dos séculos, a zona técnica destinada à cremação não é o centro do edifício, é parte integrante deste, mas está sujeita ao arranjo funcional do espaço, que se baseia no percurso que o caixão faz ao longo de todo o processo de cremação. Ao dar entrada no crematório o caixão é armazenado numa sala refrigerada, que vai permitir o bom condicionamento do corpo desde o processo cerimonial até à sua cremação. Daqui o caixão segue para duas áreas distintas, em diferentes fases, por uma lado a cerimónia, e por outro a cremação. A ligação com as áreas cerimoniais é feita através de um corredor, que se encontra ao lado da sala de cremações, o que vai facilitar o percurso. A zona destinada a pessoal está situada ao lado deste percurso, o que permite uma boa ligação com a área de trabalho, estando ao mesmo tempo a uma distância essencial para uma zona de descanso, mantendo a dignidade do espaço destinado aos trabalhadores. A zona técnica dos fornos de cremação encontra-se na cave. A zona pública é definida pela entrada e pelo hall de cerimónias. Sendo estes os espaços que abrigam um maior número de pessoas, esta zona do edifício é marcada por um volume de maiores dimensões, com um pé direito mais elevado em relação ao restante edifício, tornando-se mais acolhedor no caso de maior afluência, ao mesmo tempo que constitui um ponto focal no exterior, marcando assim claramente a entrada principal. O hall de cerimónias é marcado por uma fachada envidraçada, fazendo uma ligação directa com o meio natural circundante. A entrada e saída deste é feita em sentidos distintos, o que permite uma maior flexibilidade na execução das cerimónias. Esta divisão permite ainda ao utilizador que ao deixar o hall tenho um contacto directo com o exterior, o mar, a terra, dando algum conforto, tão importante em momentos de luto. A entrada do caixão é feita de modo a não deixar vestígios visíveis de uma ligação entre a cerimónia e o que acontece após esta. 7 7 Segundo o Arquitecto Gunnar Asplund os hábitos modernos sugerem que a ida do caixão para a cave não é agradável, sendo que nos transporta em termos fictícios para o sepultamento tradicional. Foi tentado mover o caixão no sentido horizontal, deixando-o num veio iluminado onde pode ser visto e onde as portas podem ser encerradas no fim da cerimónia. Estas formas de separação aparentam ser algo teatrais e portanto não próprias da atmosfera da cerimónia. É então melhor deixar o caixão até que as pessoas saiam, antes de o retirar. 1827 Sendo Helsínquia uma cidade com um considerável número de emigrantes, abrangendo as mais variadas religiões, o edifício não contem algum ornamento alusivo à religião, permitindo a sua utilização pelos mais variados grupos de pessoas. O hall de entrada tem ligação com duas áreas públicas, ambas com um fim cerimonial, no entanto distintas. Por um lado a zona para cerimónias que abrangem um grande número de pessoas (referida anteriormente) e por outro lado uma zona destinada a cerimónias mais privadas. Esta zona é consiste de duas salas fúnebres, destinadas a acolher pequenos grupos de pessoas e uma sala de espera com uma ligação a um pátio exterior. Este pátio confere a necessária privacidade (uma vez que esta zona do edifício está orientada ao longo da área de acesso público), deixando no entanto lugar para uma ligação com o exterior. A entrada secundaria do edifício destina-se à recolha de urnas. A pequena recepção e sala de espera acolhem um número reduzido de pessoas, próprio desta função e têm ligação com uma pequena sala de cerimónia, que permite à pessoa ou pessoas que recolhem a urna cinerária o devido período de interiorização. O facto de existir uma entrada secundária para este efeito, evita que alguém seja sujeito a reviver o momento da cerimónia. 1928 Legenda do piso térreo: E A B 12 E 1 Entrada 96.00m2 2 Sala de espera 69.30m2 3 Hall de cerimónias m2 4 Sala de espera 54.40m2 5 Pátio 27.30m2 6 Recepção 5.90m2 7 Arrumos 3.00m2 8 w.c. 2.25m2 9 w.c. 3.60m2 10 Sala fúnebre 21.30m2 11 Recolha de urnas 26.30m2 12 Sala de espera 14.4m2 13 Recepção 4.60m2 14 Depósito de urnas 19.80m2 15 Crematório m2 16 Circulação 77.20m2 17 Circulação 16.70m2 18 Sala refrigeradora 93.30m2 19 Entrada de serviço 34.30m2 20 Circulação 14.60m2 21 Sala de preparação 98.90m2 22 Arrumos 33.70m2 23 w.c. 2.40m2 24 Vestiário 10.10m2 25 Sala de pessoal 18.00m2 26 Escritório 14.00m2 27 Entrada de pessoal 6.60m2 28 Columbário m D 4 5 D C C 2 A B 7. planta do piso térreo 20 29 Perspectivas Vista da entrada deste o acesso pedonal 21 30 Vista da entrada desde o acesso marítimo 2231 Vista do hall cerimonial desde o mar 2332 All that lives must die, passing through nature to eternity. 8 8 William Shakespeare ( ) 2433 Conclusões Este trabalho apresenta uma solução a uma situação actual que é a de sobrecarga do crematório existente em Hietaniemi. A solução proposta permite uma maior versatilidade da área, mantendo uma ligação estrita com o cemitério existente, dando a possibilidade de um maior número de cremações, uma necessidade clara dado o aumento da população. Com a existência de um novo crematório no local, seria ainda possível fazer o crematório existente retornar às suas origens, devolvendo o carisma do espaço original, ao invés de manter a solução actual, que tal como foi referido anteriormente não é a ideal. 2534 Man is a noble animal, splendid in ashes, and pompous in the grave. 9 9 Sir Thomas Browne ( ) 2635 Bibliografia Bertolaccini, Laura. Experiences of crematoria projects in Germany, Sweden, Slovakia, Japan, Switzerland, Italy. Davies, Douglas J. Death, ritual and belief. Continuum International Publishing Group, (2002). Davies, Douglas J. Encyclopedia of cremation. Ashgate, (2005) Descharnes, Robert. Gaudi: Vision artistique et religieuse. Edita, (1982). Lausanne. Frampton, Kenneth. Modern architecture, a chritical history. Thames & Hudson, (1980). Reino Unido. Futagawa, Yukio. Erik Gunnar Asplund : Woodland crematorium, Stockholm, Sweden : Woodland chapel, Stockholm, Sweden : Stockholm public library, Stockholm, Sweden, A.D.A., (1982). Tóquio. Seppovaara, Juhani Elävä hiljaisuus. Hietaniemen hautausmailla Living silence. In the Hietaniemi burial grounds Helsinki: Otava, Documentos relacionados
RESOLUÇÃO "SMO" Nº 791 DE 29 DE AGOSTO DE 2007 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Legislação em vigor, e tendo em vista o que consta Leia mais Hotel 4 estrelas + Moradias em Malanje -Estudo Prévio
Tendo como base o programa fornecido, o presente estudo tem como objectivo dar a conhecer as intenções da nossa proposta para a elaboração do projecto para um Hotel 4 estrelas, mais moradias em Malanje Leia mais Casa Tugendhat. A Casa Tugendhat foi projectada pelo Arquitecto Ludwing Mies Van Der Rohe ( 1886-1969) e localiza-se em Brno, na República Checa.
Casa Tugendhat Casa Tugendhat A Casa Tugendhat foi projectada pelo Arquitecto Ludwing Mies Van Der Rohe ( 1886-1969) e localiza-se em Brno, na República Checa. O ARQUITECTO Ludwing Mies Van der Rohe nasceu Leia mais Destaque ARQUITECTURA
ARQUITECTURA ARQUITECTURA Edificio Bloom Space for Business Localização Este edifício situa-se na Rua de Campolide em Lisboa. Com sua localização privilegiada sobre o Parque do Monsanto, coração verde Leia mais Museu de Arte Sacra da Sé
1 Museu de Arte Sacra da Sé Algumas notas sobre a história deste Museu e também sobre a filosofia que presidiu ao actual projecto museológico Fig.1 Museu de Arte Sacra de Évora - Exterior 1. Sua história Leia mais CLÁUSULA ESPECIAL Garantia Suplementar de Assistência Funeral
1. OBJETO DA GARANTIA: Mediante a inclusão na apólice da presente Cláusula e tendo sido pago o prêmio adicional correspondente, fica garantido, até o limite do capital segurado estipulado na apólice para Leia mais Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente
Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente I. Situação actual e características do ambiente Planta: Área de intervenção Leia mais FICHA DE INVENTÁRIO 2.CARACTERIZAÇÃO
FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Largo da Sé velha, nº4 a 8 Freguesia- Sé Nova Concelho- Coimbra Distrito- Coimbra 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação. Função Leia mais ANÁLISE DE SINALIZAÇÃO Crematório Metropolitano São José - POA
ANÁLISE DE SINALIZAÇÃO Crematório Metropolitano São José - POA projeto integrado I Bruna Schuch Moisés Hansen 1 Sobre o empreendimento: Histórico Em operação desde abril de 2002, o Crematório Metropolitano Leia mais 1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19.
1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19. ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA Leia mais PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO DA DISPOSIÇÃO DOS TÊXTEIS NA ESTRUTURA 1
PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO DA DISPOSIÇÃO DOS TÊXTEIS NA ESTRUTURA 1 No âmbito das propostas de resolução dos riscos específicos, será feita uma proposta de reformulação da disposição das peças têxteis, localizadas Leia mais Logística e Gestão da Distribuição
Logística e Gestão da Distribuição Depositos e política de localização (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Depositos e politica de localização necessidade de considerar qual o papel dos depositos Leia mais MANUAL do SEGURAdo AcidENtES pessoais
ASSISTÊNCIA FUNERAL INDIVIDUAL Condições Gerais 1. OBJETIVO A Assistência Funeral tem por objetivo liberar a família de transtornos de ordem burocrática, tomando todas as providências necessárias para Leia mais TIMBER ENGINEERING EUROPE
TIMBER ENGINEERING EUROPE Tecnologia de construção no seu melhor Desenhado, fabricado e montado segundo as necessidades do cliente www.timberengineeringeurope.com Bem-vindos a Timber Engineering Europe Leia mais A visão Espírita da cremação
A visão Espírita da cremação Maria Aparecida Romano O espírito desencarnado sofre quando seu corpo é queimado? Quais são os motivos que estão levando um número cada vez maior de pessoas a optar pela cremação? Leia mais CREMATORIUM JARDIM DA SAUDADE
I - DEFINIÇÕES a) Cremação: processo de aceleração da decomposição humana através do calor; b) Cremação restos exumados: É a cremação de pessoas que já foram sepultadas e exumadas; c) Ossuário: local para Leia mais 10. EDIFÍCIO NA ESTRADA DO CEMITÉRIO, N.º 6 (CASA AZUL)
10. EDIFÍCIO NA ESTRADA DO CEMITÉRIO, N.º 6 (CASA AZUL) Edifício na Estrada do Cemitério, n.º 6 (Casa Azul) 10. EDIFÍCIO NA ESTRADA DO CEMITÉRIO, N.º 6 (CASA AZUL) 10.1 INFORMAÇÃO GERAL Nome Localização Leia mais MEMÓRIA DESCRITIVA E CONDIÇÕES TÉCNICAS
MEMÓRIA DESCRITIVA E CONDIÇÕES TÉCNICAS 1 MEMÓRIA DESCRITIVA Legenda: 1 Introdução 2 Descrição dos Arranjos Exteriores 3 Requalificação do Espaço de Estacionamento 4 Reperfilamento e Requalificação de Leia mais ESCADAS. Escadas são elementos arquitetônicos de circulação vertical, cuja função é vencer os diferentes níveis entre os pavimentos de uma edificação.
ESCADAS Escadas são elementos arquitetônicos de circulação vertical, cuja função é vencer os diferentes níveis entre os pavimentos de uma edificação. Componentes da escada: Degraus: São os múltiplos níveis Leia mais Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial
Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial 1 Coimbra - 1941 Coimbra - 2001 2 Pólo II - Estado actual Pólo III - Estado actual 3 Pólo I - Estado actual 4 Pólo I - Estado actual Leia mais A Partida Direção:- Yojiro Takita Roteiro:- Kunda Koyamo Japão, 2008 * Denise Maia
A Partida Direção:- Yojiro Takita Roteiro:- Kunda Koyamo Japão, 2008 * Denise Maia Às margens de um rio, nos arredores de sua terra natal - a cidade de Yamagata - Daigo observa a persistência dos salmões Leia mais Wilderness. casa ÚLTIMAS REPORTAGENS FG+SG
casa Wilderness A construção, assimétrica, quebrada, composta por múltiplos volumes, que se contraem ou se expandem do corpo principal, reinventa, contemporânea, as tradicionais casas de campo britânicas. Leia mais 2.2 FRANK LLOYD WRIGHT: ORIGENS DO DESIGN NA HOTELARIA? No ano de 1915, o arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright foi
30 2.2 FRANK LLOYD WRIGHT: ORIGENS DO DESIGN NA HOTELARIA? No ano de 1915, o arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright foi convidado para projetar o Hotel Imperial em Tóquio, no Japão. A obra deveria Leia mais ECO SHOPPING LAGOA DO PERI
Boletim do Investimento Urbano Sustentável ECO SHOPPING LAGOA DO PERI A agenda estratégica de desenvolvimento sustentável Floripa 2030, constitui um marco para a mudança das formas de uso e ocupação do Leia mais Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra
Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra O Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra estabelece a concepção do espaço urbano, para a área de intervenção do Plano, dispondo, designadamente, Leia mais A Vila. Na vila de Barrancos
Locais a visitar A Vila Na vila de Barrancos podem ainda encontrar-se belos exemplares do típico casario alentejano, de arquitectura popular: casas caiadas de branco, de piso térreo, construídas em taipa, Leia mais REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS
REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS 1. O Regulamento referente à compensação pela não Leia mais Estaleiros de Equipamentos e Obras
isep Engenharia Civil Estaleiros de Equipamentos e Obras [EEQO] Organização do Estaleiro de uma Obra de Construção Civil Eduardo Azevedo, nº 980019 Estaleiros de Equipamentos e Obras Organização do Estaleiro Leia mais Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. URI:http://hdl.handle.net/10316.
Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Autor(es): Publicado por: URL persistente: Távora, Fernando CEDOUA URI:http://hdl.handle.net/10316.2/6161 Leia mais Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa
HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 14 HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 15 FOTOS: Miguel Serradas Duarte FOTOS: Miguel Serradas Duarte Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa HORTO Leia mais DECRETO Nº 27.989, de 25 de maio de 2007
DECRETO Nº 27.989, de 25 de maio de 2007 REGULAMENTA O ESTABELECIMENTO E FUNCIONAMENTO DOS CEMITÉRIOS PARTICULARES DE ANIMAIS. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais Leia mais Educação Patrimonial / Turismo Subprefeitura de Parelheiros
Educação Patrimonial / Turismo Subprefeitura de Parelheiros Bens preservados em destaque: A. Igreja e Cemitério de Parelheiros B. Igreja e Cemitério de Colônia C. Vila e Estação Ferroviária Evangelista Leia mais Regulamento do Prémio Municipal de Recuperação do Património de Montemor-o-Velho (1ª alteração)
Regulamento do Prémio Municipal de Recuperação do Património de Montemor-o-Velho () PREÂMBULO A Câmara Municipal de Montemor-o-Velho tem vindo a desenvolver esforços consideráveis na requalificação dos Leia mais SEMINÁRIO INTERNACIONAL ESPAÇO PÚBLICO ACESSIBILIDADE E CIDADANIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA A AV. DR. LOURENÇO PEIXINHO FREDERICO MOURA E SÁ
SEMINÁRIO INTERNACIONAL ESPAÇO PÚBLICO ACESSIBILIDADE E CIDADANIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA A AV. DR. LOURENÇO PEIXINHO FREDERICO MOURA E SÁ 4 DE OUTUBRO DE 2011. AVEIRO EQUIPA: Câmara Municipal de Aveiro Leia mais FICHA DE INVENTÁRIO. 3.OBSERVAÇÕES Transformações/destruições previstas Fios eléctricos visíveis na fachada.
FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Travessa do Cabido, nº2 a 6 Freguesia- Sé Nova Concelho- Coimbra Distrito- Coimbra 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação Função Leia mais Mosteiro dos Jerónimos
Mosteiro dos Jerónimos Guia de visita dos 6 aos 12 anos Serviço Educativo do Mosteiro dos Jerónimos/ Torre de Belém Bem-vindo ao Mosteiro dos Jerónimos A tua visita de estudo começa logo no Exterior do Leia mais Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha
Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha Na frente ribeirinha de Lisboa, a poucos minutos do Parque das Nações, desenvolve-se um novo condomínio que enquadra toda a estrutura pré-existente Leia mais URBANIZAÇÃO DAS MATAS 3.ª FASE
URBANIZAÇÃO DAS MATAS 3.ª FASE Dossier de imprensa CARACTERIZAÇÃO Obra da IHM Investimentos Habitacionais da Madeira, E.P.E. (IHM, EPE), com apoio do Governo Regional, no âmbito da política social de habitação, Leia mais Ana Paula Scabello Mello Edifícios religiosos na malha urbana de São Paulo: capela da universidade São JudasTadeu (Mooca)
Edifícios religiosos na malha urbana de São Paulo: capela da universidade São Judas Tadeu (Mooca) Religious buildings in the urban area of São Paulo: University Chapel St. Jude (Mooca) Ana Paula Scabello Leia mais Situação existente CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CASA - MUSEU DA FREIRA DO ARCANO PROJECTO DE EXECUÇÃO MEMÓRIA DESCRITIVA
Situação existente A cidade da Ribeira Grande, cabeça de um concelho que este ano celebra o meiomilénio de existência, é das mais notáveis construções urbanas açóricas, e constitui uma das mais originais Leia mais SISMO BUILDING TECHNOLOGY, TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO ANTI-SISMICA: APLICAÇÕES EM PORTUGAL
SÍSMICA 2007 7º CONGRESSO DE SISMOLOGIA E ENGENHARIA SÍSMICA 1 SISMO BUILDING TECHNOLOGY, TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO ANTI-SISMICA: APLICAÇÕES EM PORTUGAL M.T. BRAZ CÉSAR Assistente IPBragança Bragança Portugal Leia mais Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015
Planificação Anual Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 UNIDADE DIDÁTICA: TEMA A: DOS PRIMEIROS POVOS À FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL. Leia mais Bitoque Râguebi. Criação do Bitoque Râguebi. História
Bitoque Râguebi História A lenda da criação do râguebi teve início por William Webb Ellis, um estudante de Londres. Foi dito que, durante uma partida de futebol em Novembro de 1823 na Rugby School, o tal Leia mais situação e ambiência códice AII - F01 - PF denominação Fazenda Todos os Santos localização Estrada Sacra Família do Tíngua, nº.
Parceria: denominação Fazenda Todos os Santos códice AII - F01 - PF localização Estrada Sacra Família do Tíngua, nº. 300 Graminha município Engenheiro Paulo de Frontin época de construção século XIX estado Leia mais Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO?
Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? A palavra Concílio significa assembleia reunida por convocação e, na Igreja, um concílio sempre teve como objetivo discutir, definir e deliberar sobre questões de Leia mais Lista de Verificação das Acessibilidades - Condomínio da Rua de Gondarém, 708
Percurso 1 - Habitação -> Garagem Avaliação: Não viável Custo global de adaptação: 30.900 Item a verificar Avaliação Descrição Solução apontada 1.1 - Percurso Verificado Verificação da concordância da Leia mais 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução
1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período Leia mais Estação Guanabara 2001
Anexo 1.30 Estação Guanabara 2001 1. EDIFÍCIO HISTÓRICO Endereço: Rua Mário Siqueira, Campinas SP, Brasil. Autoria: desconhecida. Data do Projeto: desconhecida. Data da Construção: 1915. Área do Terreno: Leia mais Regulamento do Cemitério da Freguesia de Alcafache
Regulamento do Cemitério da Freguesia de Alcafache ÍNDICE Capitulo I - Organização e Funcionamento dos Serviços Capitulo II - Inumação Capitulo III - Exumação Capitulo IV - Trasladações Capitulo V - Sepulturas, Leia mais CASA ZM CASA CT CASA MDT CASA FB
CASA ZM CASA CT CASA MDT CASA FB Local: Itacaré - BA Ano: 2005 Local: Bragança Paulista - SP Ano: 2008 Local: Fazenda Boa Vista - SP Ano: 2008 Local: Porto Feliz - SP Ano: 2011 Bernardes e Jacobsen Arquitetura Leia mais MANUAL DO SEGURADO VIDA SIMPLES
MANUAL DO SEGURADO VIDA SIMPLES ÍNDICE Manual do Segurado Vida Simples 1. OBJETIVO...3 2. REDE DE DESCONTO EM FARMÁCIAS...3 3. CARTÃO CESTA BÁSICA...4 4. ASSISTÊNCIA FUNERAL...5 4.1 ASSISTÊNCIA FUNERAL Leia mais RÉSIDENCE PALACE. Ficha de informação sobre o projecto
Bruxelas, 24 de Agosto de 2009 (0.09) RÉSIDENCE PALACE Ficha de informação sobre o projecto. Génese do projecto Em 2000, na reunião de Nice, o Conselho Europeu decidiu que, a partir de 2002-2003, todas Leia mais Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007. Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa
Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007 Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa Praça de Espanha www.pocasmartins-seabra.com ( 1 ) ( 2 ) Com a União Leia mais ACERVO CARTOGRÁFICO DE EGON BELZ ACERVO CENTRO DE MEMÓRIA UNIVERSITÁRIA BU/FURB
ACERVO CARTOGRÁFICO DE EGON BELZ ACERVO CENTRO DE MEMÓRIA UNIVERSITÁRIA BU/FURB CATEGORIA Cartografia OBJETO 108 pranchas: Elevação 01-02; Corte e elevação da escada interligação 1; Escada 2 planta substitutiva; Leia mais E s t r u t u r a V e r d e
Estrutura Verde A. Introdução O conceito de Estrutura Verde insere-se numa estratégia de desenvolvimento sustentado, objecto fundamental das políticas do ordenamento do território. A Estrutura Verde é Leia mais PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT
PLANTA DE IMPLANTACAO PA 0 PAISAGISMO PA 0 4 8.3 QUADRO DE ESQUADRIAS 4.30 5.57 PORTAS TIPO LARGURA ALTURA OBSERVACOES P P P5 P7 3,75 3,50 Porta pivotante de vidro e madeira 4 3,50 Porta de correr de vidro Leia mais Regulamento Interno do Cemitério Paroquial da Freguesia de Alvor
Nos termos do instituído na alínea m) do artigo 2º do Decreto-Lei n.º 411/98, de 30 de Dezembro e alínea j) do n.º 2 do artigo 17º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, a Assembleia de Freguesia por proposta Leia mais Memorando sobre a remodelação e ampliação do Museu Nacional de Arqueologia no Mosteiro dos Jerónimos
Memorando sobre a remodelação e ampliação do Museu Nacional de Arqueologia no Mosteiro dos Jerónimos I Antecedentes 1. O espaço do conjunto monumental dos Jerónimos ocupado pelo Museu Nacional da Arqueologia Leia mais GeoMafra SIG Municipal
GeoMafra SIG Municipal Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar a Leia mais FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA
FUNCIONAL ENTORNO IDENTIFICAR A RELAÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS EDIFICADAS, RELAÇÕES DE PROXIMIDADE, DIÁLOGO, INTEGRAÇÃO OU AUTONOMIA CASA VIZINHA Leia mais GeoMafra Portal Geográfico
GeoMafra Portal Geográfico Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar Leia mais Arte Africana. 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino
Arte Africana 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino África O Brasil é um país mestiço, nossa cultura é composta de uma mistura de etnias. Parte relevante de nossa raiz cultural é o povo africano, Leia mais 1. Conectividade. Conceito: É sair de casa e poder ir ao bairro do lado sem ter de dar grandes voltas.
1. Conectividade Em que medida o ambiente urbano/pedonal dispõe de uma rede integrada que permite conectar origens e destinos, que passa, por exemplo, pela existência e continuidade de uma infra-estrutura Leia mais SUSTENTABILIDADE E RELIGIÃO RESUMO
SUSTENTABILIDADE E RELIGIÃO GIOVANI MARINOT VEDOATO 1 RESUMO O presente artigo visa efetivar uma devida articulação entre o tema da sustentabilidade e a função pública da religião. Se por um lado a temática Leia mais requalificação em consequência de concurso de arquitectura promovido pela Câmara Municipal de Lisboa.
AIRES MATEUS E ASSOCIADOS RUA SILVA CARVALHO, 193, 1250-250 LISBOA TEL 21 381 56 50 35/79 requalificação em consequência de concurso de arquitectura promovido pela Câmara Municipal de Lisboa. O edifício Leia mais Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção
Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que Leia mais 3. AS CIDADES ROMANAS
Vítor Oliveira 3. AS CIDADES ROMANAS Aulas de História da Forma Urbana Estrutura 1. O sistema de ruas 2. Os quarteirões 3. Os edifícios residenciais: domus e insulae 4. O exemplo de Pompeia 5. Referências Leia mais ERGONOMIA Notas de Aula-Graduação
ERGONOMIA Notas de Aula-Graduação Espaços de Trabalho Mario S. Ferreira Maio, 2012 Aspectos Físicos Dimensões Envelope Zonas de Alcance Áreas de Influência Layout Posturas Acessibilidade de Arranjos Dimensionamento Leia mais Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real
Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real A referenciação dos percursos como componentes da estrutura edificada (in Magalhães, Manuela; Arquitectura Leia mais CDP. Desumidificação de ar para piscinas
CDP Desumidificação de ar para piscinas Desumidificação eficiente para ambientes agressivos Em piscinas, spas, zonas de chuveiros a ginásios onde a humidade relativa é elevada e as condensações podem reduzir Leia mais CARTA DE FLORENÇA Pág. 1 de7 JARDINS HISTÓRICOS. Carta de Florença 1982. Adoptada pelo ICOMOS em Dezembro de 1982
Pág. 1 de7 JARDINS HISTÓRICOS Carta de Florença 1982 Adoptada pelo ICOMOS em Dezembro de 1982 Tradução por António de Borja Araújo, Engenheiro Civil IST Dezembro de 2006 Pág. 2 de7 PREÂMBULO O ICOMOS-IFLA Leia mais Concurso Público de Concepção para a Elaboração do Projecto do Terminal de Cruzeiros de Lisboa
Concurso Público de Concepção para a Elaboração do Projecto do Terminal de Cruzeiros de Lisboa Breve descrição do projecto Constituem-se como objectivos estratégicos do projecto do Terminal de Cruzeiros Leia mais RESUMO DAS OBRAS VISITADAS:
RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: Bairro da Laje, freguesia de Porto Salvo: - Parque Urbano Fase IV Os Arranjos Exteriores do Parque Urbano Fase IV do bairro da Laje, inserem-se num vasto plano de reconversão Leia mais Arquitetura sem fronteiras
Arquitetura sem fronteiras No centro da cidade de Melbourne, na Austrália, agora mora uma casa inspirada na arte abstrata, no cinema e noutras coisas mais. A Prahran White House é uma celebração da cultura Leia mais Local: Luanda, Angola Ano: 2010. Autoras: Ana Elísia Costa, Eliene Constantinou e Teresa Leite
UMA CASA EM LUANDA Local: Luanda, Angola Ano: 2010 Escritório GRUPO SP Autoras: Ana Elísia Costa, Eliene Constantinou e Teresa Leite HABITAÇÃO SUSTENTÁVEL EM BRASÍLIA Local: Brasília Ano: 2011 Escritório Leia mais Artigo 2.º - Horário 1 O cemitério funciona todos os dias com o horário definido pela Junta de Freguesia
Capitulo I Organização e funcionamento dos serviços Artigo 1.º Inumações 1 - O cemitério da Freguesia do Milharado, destina-se à inumação dos cadáveres de indivíduos naturais, falecidos ou residentes na Leia mais FAUTL 2012/2013 2º SEMESTRE
Curso e turma: MIARQ NB PL Nome do Aluno: Sérgio Manuel Pereira Vieira Número mecanográfico: 20111471 Modelação Tridimensional Exercício nº 1 Metáforas Arquitectónicas Relatório 1. Introdução No âmbito Leia mais Assim, ao abrigo do disposto no artigo 50.º do Decreto-Lei n.º 48547, de 27 de Agosto de 1968:
A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo da Portaria n.º 936-A/99, de 22 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Portaria n.º 936-A/99 de 22 de Outubro Leia mais GERAL. Porto Olímpico
Porto Olímpico projeto O Porto Maravilha e o Porto Olímpico N Porto Olímpico aprox. 145.000m2 de área Porto Maravilha aprox. 5.000.000m2 de área aprox. 100.000m2 aprox. 45.000m2 Porquê o Porto? Porquê Leia mais Plano de Pormenor de Salvaguarda e Valorização do Núcleo Histórico de Sines. Proposta de Termos de Referência
Plano de Pormenor de Salvaguarda e Valorização do Núcleo Histórico de Sines Proposta de Termos de Referência Câmara Municipal de Sines Divisão de Planeamento, Ordenamento do Território e Ambiente OUTUBRO Leia mais Dossier Promocional. Moradia em Caminha Viana do Castelo
Dossier Promocional Moradia em Caminha Viana do Castelo 1 1. Contexto e Oportunidade 2. Localização do Imóvel 3. Características Gerais do Imóvel 4. Descrição Detalhada 5. Condições de Comercialização Leia mais LUGAR DE PATRIMÔNIO É NO CEMITÉRIO: O DESTERRO LUTERANO NO CEMITÉRIO SÃO FRANCISCO DE ASSIS - ITACORUBI/FLORIANÓPOLIS (SC)
1 LUGAR DE PATRIMÔNIO É NO CEMITÉRIO: O DESTERRO LUTERANO NO CEMITÉRIO SÃO FRANCISCO DE ASSIS - ITACORUBI/FLORIANÓPOLIS (SC) Elisiana Trilha Castro; Alicia Norma González de Castells (NUCOMO - Núcleo de Leia mais INQUÉRITO À POPULAÇÃO DE BRAGANÇA
FACULDADE DE LETRAS UNIVERSIDADE DE LISBOA Mestrado em Geografia, Esp. em Urbanização e Ordenamento do Território O planeamento urbano e o ordenamento territorial estratégico: O papel das politicas de Leia mais A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO URBANO- REABILITAÇÃO E GESTÃO DA BAIXA COMERCIAL Luís D. Balula, Luís Sanchez Carvalho. Arquitectos Urbanistas
A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO URBANO- REABILITAÇÃO E GESTÃO DA BAIXA COMERCIAL Luís D. Balula, Luís Sanchez Carvalho. Arquitectos Urbanistas Desenvolvimento Temático: São bem conhecidos os problemas com que Leia mais DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DA TECNOLOGIA DE USINAGEM
VI CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA VI NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 18 a 21 de agosto de 2010 Campina Grande Paraíba - Brasil August 18 21, 2010 Campina Grande Paraíba Brazil DESENVOLVIMENTO Leia mais Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva
Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva 17 de Outubro Sábado 10h30 - Estação de S. Bento (1896-1916), por Nuno Tasso de Sousa - Teatro Nacional S. João Leia mais REGULAMENTO DO CEMITÉRIO CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS CAPÍTULO II INUMAÇÃO
REGULAMENTO DO CEMITÉRIO CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS Artigo 1.º O Cemitério da Freguesia de Alvarães destina-se à inumação dos cadáveres de indivíduos naturais, falecidos ou residentes Leia mais Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios Sandra Sofia Brito da Silva Dissertação Leia mais Lei Municipal n.º 15.645/92
Lei Municipal n.º 15.645/92 Lei publicada no Diário Oficial da Cidade do Recife em 20/06/92 Ementa: Disciplina o uso dos cemitérios e os serviços Funerários do Município do Recife e dá outras providências. Leia mais FUNCIONAL TOPOGRAFIA SOLAR/ PRIMEIRA METADE DO TERRENO E O INFERIOR LOCADO MAIS A
FUNCIONAL IMPLANTAÇÃO IDENTIFICAR COMO SE DÁ A OCUPAÇÃO DA PARCELA DO LOTE, A DISPOSIÇÃO DO(S) ACESSO(S) AO LOTE; COMO SE ORGANIZA O AGENCIAMENTO, UMA LEITURA DA RUA PARA O LOTE ACESSO SOCIAL ACESSO ÍNTIMO Leia mais Total aulas previstas
ESCOLA BÁSICA 2/3 DE MARTIM DE FREITAS Planificação Anual de História do 7º Ano Ano Lectivo 2011/2012 LISTAGEM DE CONTEÚDOS TURMA Tema 1.º Período Unidade Aulas Previas -tas INTRODUÇÃO À HISTÓRIA: DA ORIGEM Leia mais NEUBI Plano de actividades. Índice. Pag.1.Introdução Pag.2 a 5.Actividades previstas Pag.6.Conclusão Pag.7.Créditos
1 Índice Pag.1.Introdução Pag.2 a 5.Actividades previstas Pag.6.Conclusão Pag.7.Créditos 2 Introdução O núcleo de Estudantes de Engenharia Electromecânica da Universidade da Beira Interior (NEUBI) é uma Leia mais 3.3 O Largo do Carmo e seu entorno
3.3 O Largo do Carmo e seu entorno O Largo do Carmo, como ainda é conhecido o espaço público na frente das igrejas da Ordem Primeira e Terceira do Carmo, e ao lado do Teatro Vasques. Seu entorno conserva Leia mais Catecumenato Uma Experiência de Fé
Catecumenato Uma Experiência de Fé APRESENTAÇÃO PARA A 45ª ASSEMBLÉIA DA CNBB (Regional Nordeste 2) www.catecumenato.com O que é Catecumenato? Catecumenato foi um método catequético da igreja dos primeiros Leia mais Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura.
ANÁLISE DIMENSIONAL Modelos Reduzidos Prof. Manuel Rocha - LNEC Prof. Eduardo C. S. Thomaz Notas de aula Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura. Na década de 60, época do projeto e da construção Leia mais Dispõe sobre o Sistema Viário Básico do Município de Nova Mutum e dá outras providências.
LEI COMPLENTAR Nº 136, DE 15 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre o Sistema Viário Básico do Município de Nova Mutum e dá outras providências. O Sr. Adriano Xavier Pivetta, Prefeito Municipal de Nova Mutum, Estado Leia mais PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA
PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA Regulamento n.º S / N.ª Data de Publicação em D.R., 1.ª Série-B, n.º 124 de: 29/06/2006 (RCM n.º 81/2006) Aprovado em Assembleia Municipal Leia mais 2017 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: artigo 2
 artigo 17
 Artigo 2
 Artigo 1
 artigo 50
 Artigo 1