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Timestamp: 2019-08-18 23:48:11+00:00

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Casos de Mediunidade - Página 16
Em resumo, no Artigo 1 buscamos testar a hipótese céptica que “Todas as declarações dos médiuns são tão gerais que poderiam se aplicar a qualquer um”, e um registro foi fornecido de uma série de sessões em que o médium encarou a audiência e deu declarações ao participante que ele ou ela tinha selecionado como o recipiente.
O médium portanto podia ver a resposta da linguagem corporal do recipiente e ouvir a resposta verbal do recipiente às declarações.
Cada série de declarações foi registada, duplicada e distribuída à audiência (recipientes e não-recipientes) que foi pedida marcar as declarações que eles podiam aceitar como relevante a eles.
Num estudo de dois anos, envolvendo 10 médiuns, 44 recipientes e 407 não-recipientes, houve uma diferença altamente significativa entre as frações de declarações aceitas pelos não-recipientes e pelos recipientes, a probabilidade que os resultados fossem devido ao acaso sendo de 5,37 x 10-11.
Isto fortemente falsificou a hipótese que as declarações feitas por médiuns aos recipientes são tão gerais que poderiam ser aceitas por qualquer um.
No Artigo 1, no entanto, nós também mencionamos um número de factores normais que talvez diminuam ou mesmo retirem a diferença estatística entre o número de declarações aceitas por recipientes e não-recipientes, assim fornecendo uma possível explicação normal para os resultados da primeira fase do estudo.
No Artigo 2, um registo foi dado de um protocolo rigorosamente cego projectado por Robertson e Roy (em seguida referido como o Protocolo Robertson-Roy, ou RRP) que poderia ser aplicado em experimentação adicional.
O protocolo foi projetado para estudar e avaliar a parte exercida pelos factores não-paranormais identificados no Artigo 1 na primeira série de experiências.
Os factores identificados eram:—
• Linguagem corporal e aparência do recipiente;
• as respostas verbais do recipiente às declarações do médium;
• participantes acreditando eles próprios serem um recipiente ou um não-recipiente;
• participantes sendo o recipiente ou um não-recipiente;
• participantes não sabendo se são o recipiente ou um não-recipiente.
Foi mostrado no Artigo 2 que uma série de experiências submetidas ao RRP poderiam ser projetadas para eliminar ou isolar factores não-paranormais específicos ou um conjunto deles de modo que seus possíveis efeitos (se algum) no primeiro estudo pudessem ser medidos.
O Artigo 1 dá plenos detalhes das circunstâncias em que dados na primeira fase do estudo foram colecionados e convertidos.
O Artigo 2 dá plenos detalhes do ‘rígido protocolo’ e seu modo de aplicação em forma plena ou modificada para permitir um ou mais factores normais operarem.
Também dá detalhes da maneira de coleção e conversão de dados sob as condições usadas na segunda fase de estudo.
Ave sem Ninho em Dom Fev 17, 2013 9:23 pm
O presente artigo é um relatório sobre os resultados alcançados no segundo estudo por fazer selecções da série de experiências e usando-as em treze ocasiões.
Também dá um relato dos resultados encontrados quando o critério da determinação da generalidade de declarações de Robertson-Roy é usado para dar uma medida do grau de precisão das declarações feitas pelos médiuns que participaram.
Chama-se também a atenção ao facto que entre os participantes havia habituais ‘altas pontuações’ e ‘baixas pontuações’, sem ter em conta se eram recipientes.
O efeito é plausivelmente devido aos participantes diferirem nos critérios pessoais para aceitar as declarações que eles consideram como sendo relacionadas à própria vida.
O efeito não invalida o peso dos resultados obtidos no estudo presente.
Em cada uma das treze sessões experimentais, os participantes foram reunidos por um terceiro partido à parte dos dois investigadores.
O número de participantes numa sessão variou de 15 a 29. O investigador B, que numerou os assentos na Sala B, a sala na qual os participantes sentar-se-iam por toda uma sessão, não os viu até que eles entrassem na Sala B.
Os participantes se reuniram na Sala C e foram solicitados a formar uma fila, e então a cada um por sua vez foi dado um cartão numerado de um pacote misturado que o Investigador B tinha fornecido para o Investigador A antes da reunião.
O médium, escolhido antes da reunião pelo Investigador A, permaneceu na Sala A sob vigilância durante todas as condições do rígido protocolo descrito no Artigo 2, com nenhum contacto visual com os participantes até que as experiências duplo-cegas fossem completadas e registadas.
As declarações entregues pelo médium durante uma sessão variaram de uma grande generalidade a outras de conteúdo preciso, o procedimento que pondera a declaração (vide abaixo) capacitando uma medida da generalidade de qualquer declaração a ser obtida.
Alguns exemplos do tipo de declarações fornecidas são:—
O nome do seu pai era William.
Ele tinha uma ligação com construção naval.
Você marcou um horário no hospital terça-feira que vem.
O recipiente vive em Christmas Cottage.
Há objectos do Buda Oriental no jardim da pessoa.
Há uma fonte incomum também neste jardim.
Ave sem Ninho em Ter Fev 19, 2013 12:01 am
É possível categorizar todos os participantes na segunda investigação, descritos no artigo presente, em quinze grupos, compostos como se segue.
Uma pessoa pode ser um recipiente (R), um não-recipiente (N), ou nenhum dos dois (P).
O terceiro caso surge nas experiências (E4 & E5) onde a médium lê uma série de declarações como se fossem dela1que foram de facto feitas por outro médium para uma série diferente de participantes numa sessão anterior.
Além do mais, as pessoas podem acreditar que são recipientes (r), ou não-recipientes (n), ou elas podem não saber (q). As combinações destas seis possibilidades dão nove categorias, a saber:—
Rr, Rn, Rq Nr, Nn, Nq Pr, Pn, Pq
A série de experiências também contém duas onde, depois que as experiências acima fossem executadas sem o médium jamais ver os membros da audiência, permite-se ao médium entrar na sala de audiência por não mais de 30 segundos, escolhendo R antes de retornar ao lugar em que ela (ou ele)1 entrega a série de declarações.
Há dois casos.
(a) Enquanto encarando a audiência ela não dá nenhuma indicação aos participantes da identidade do recipiente R.
Nesta experiência, portanto, a audiência é dividida nas duas
categorias mRq e mNq, a letra m indicando que o médium escolheu o recipiente.
(b) Enquanto encarando a audiência ela escolhe o recipiente e revela a escolha antes de retornar à sala do médium.
As duas categorias neste caso são portanto mRr e mNn.
Além do mais, se ao médium é permitido encarar a audiência na maneira tradicional, há duas categorias de participante adicionais, a saber: —
fRr: o médium escolhe um recipiente e entrega uma série de declarações face a face, obtendo do recipiente uma resposta verbal a estas declarações.
fNn: qualquer outro participante nesta experiência.
Na Tabela 1 listamos as 15 possíveis categorias de participante.
Rr Rn Rq mRq mRr fRr
Nr Nn Nq mNq mNn fNn
Pr Pn Pq
Levando em conta as categorias acima, o restante é uma lista de possíveis factores operacionais que poderiam afetar a avaliação da exatidão que o participante dá à leitura.
1 Alguns médiuns eram masculinos, então ‘ela ou ele’, ‘dela ou dele’, e assim por diante, devem estar implícitos por toda a parte.
X: a habilidade psíquica do médium
B: a linguagem corporal do recipiente R (para o caso fRr)
V: resposta verbal do recipiente R (para o caso fRr)
r: participante acreditando que ele é R
n: participante acreditando que ele é N
q: participante não sabendo se é R ou N
C: Diferenças culturais de audiência a audiência.
Este factor presumivelmente pode ser negligenciado se cada sessão retém a mesma audiência em toda parte.
A SÉRIE DE EXPERIMENTOS
Houve oito projectos experimentais diferentes, numerados de 1 a 8.
Nem todos os oito foram usados em todas as sessões (por falta de tempo) mas uma selecção foi feita, normalmente de seis, a escolha particular sendo ditada pelos factores sob investigação.
Os projectos 1 a 5 sempre foram executados antes do 7 e 8;
o projecto 6, se foi usado, foi sempre o último a ser executado.
Projecto do Experimento 1
Isto se adapta estritamente ao Protocolo Robertson-Roy (RRP).
Sob a vigilância do Investigador A, o médium é instalado à parte dos participantes na sala A, e não pode ver os participantes quando é chegada a hora deles entrarem na sala B, um corredor grande onde as cadeiras são organizadas em filas e numeradas.
A vigilância da sala B da porta para a sala A agora é empreendida pelo Investigador B, permitindo ao Investigador A deixar a sala A e ir para uma terceira sala (Sala C), onde os participantes ficaram esperando.
Os últimos são solicitados a formar uma fila, e a cada um é dado um cartão de um pacote de cartões numerados, que foram misturados pelo Investigador B antes de passar ao Investigador A.
O último, não sabendo quem o recipiente será, retorna ao médium na sala A depois de distribuir todos os cartões numerados.
Última edição por O_Canto_da_Ave em Ter Fev 19, 2013 12:03 am, editado 1 vez(es)
Ave sem Ninho em Ter Fev 19, 2013 12:02 am
Os participantes então entram na sala B e ocupam os assentos com os números correspondendo a seus respectivos cartões.
Antes da reunião, o Investigador B escolheu um número e o selou num envelope;
agora na sala B ele ou ela observa qual pessoa toma a cadeira correspondente a esse número.
Essa pessoa é o recipiente.
Observe que nenhum investigador sabe de antemão quem será o recipiente.
Nem o médium ou quaisquer dos participantes.
O médium então entrega uma série de declarações aos participantes por um microfone na sala A e um alto-falante na sala B.
A experiência continua e subseqüentemente é analisada de acordo com o RRP.
Aderindo a este protocolo, a pessoa executando a análise completa-a antes de saber o número do assento do recipiente.
Factores operando nesta experiência: X, q
Projecto do Experimento 2
Este é conduzido exatamente como o Projecto do Experimento 1 excepto que os participantes sabem a identidade do recipiente.
O investigador B observa qual pessoa toma a cadeira com o número escolhido, e avança e bate esta pessoa no ombro, assim indicando a todos os participantes que esta pessoa é o recipiente.
No entanto, o Investigador A, agora de volta à sala A com o médium, permanece ignorante da identidade do recipiente.
Nesta experiência os participantes acreditam, e estão correctos em sua crença, que eles sabem quem o recipiente é.
Não obstante nem o médium, nem o analista, nem o Investigador A, sabem disto.
A experiência continua e é analisada de acordo com o RRP.
Factores operando nesta experiência: X, r, n
Projecto do Experimento 3
Este é conduzido exatamente como o Projecto do Experimento 1 excepto que os participantes são levados a uma crença falsa quanto a quem é o recipiente.
O investigador B outra vez observa quem toma a cadeira designada, mas avança e bate numa pessoa diferente sobre o ombro, levando todos os participantes a pensar que a pessoa indicada é o recipiente.
Nesta experiência, portanto, a crença dos participantes que eles sabem qual a identidade do recipiente é falsa.
Ave sem Ninho em Ter Fev 19, 2013 9:56 pm
Projecto do Experimento 4
Nesta experiência o Investigador A passa à médium uma série de declarações e lhe pede que as entregue como se fossem declarações genuínas pretendidas para um recipiente.
Esta série é tomada de uma experiência anterior conduzida em outra sala, com ummédium diferente e outra série de participantes.
Os participantes portanto suporão que o médium forneceu uma série genuína de declarações a um recipiente entre eles.
Em todos os outros aspectos, E4 é conduzido exatamente de acordo com o RRP.
O único factor operando em E4 é q.
Projecto do Experimento 5
Como no Experimento do Projecto 4, ao médium é passado uma série de declarações e pedido que as entregue como se fossem declarações pretendidas para um recipiente.
Como no Projecto do Experimento 2, antes do médium ter falado, o Investigador B avança e bate num participante no ombro sugerindo aos participantes que esta pessoa é o recipiente.
Em todos os outros aspectos, esta experiência é conduzida de acordo com o RRP.
Factores operando nesta experiência: r, n
Projecto do Experimento 6
Nesta experiência o médium é levado pelo Investigador A da sala A à sala B. Ela agora encara os participantes e dá séries de declarações a um ou mais participantes, como é normal em sessões ou demonstrações públicas de mediunidade.
Estas séries de declarações são registados.
Esta experiência face a face é essencialmente equivalente ao trabalho descrito no Artigo 1.
Na segunda série não só se deveria verificar a primeira série usando médiuns diferentes mas também dar uma referência rigorosa para a capacidade psíquica de cada médium.
Factores operando nesta experiência: X, r, n, B, V
Projecto do Experimento 7
Nesta experiência, quando os participantes se sentam, a médium é trazida para a sala B.
Dentro de meio minuto ela escolhe um recipiente mas não indica quem ele é.
A médium então retorna para a sala A.
Lá, num arranjo de assentos da sala B, que deixa os assentos sem números, ela indica ao Investigador A a posição do assento ocupado pelo recipiente.
Ave sem Ninho em Ter Fev 19, 2013 10:00 pm
Ela então entrega uma série de declarações pelo alto-falante na sala B.
A diferença de E1 é que a escolha do recipiente passa do Investigador B para a médium.
Em nenhuma experiência o Investigador A sabe o número da cadeira do recipiente.
Factores operacionais nesta experiência: X, q, m
Projecto do Experimento 8
Esta experiência difere em só um aspecto do Projecto do Experimento 7.
Quando a médium entra na sala B, escolhe um recipiente mas também indica aos participantes qual pessoa que ela escolheu.
Os participantes portanto sabem quem o recipiente é.
O investigador A não sabe o número da cadeira do recipiente, mas o Investigador B sabe do arranjo do assento.
Factores operacionais nesta experiência: X, r, n, m
Listagem das Categorias de Participantes e Factores Operacionais em cada um dos Oito Projectos Experimentais
Experimento Categorias de Participantes Factores Envolvidos
1 Rq.Nq X,q
2 Rr, Nn X, r,n
3 Rn, Nr, Nn X, r, n
4 Pq q
5 Pr, Pn r, n
6 f Rr, f Nn X, r, n, B, V
7 mRq, mNq X, q, m
8 mRr, mNn X, r, n, m
PONDERANDO AS DECLARAÇÕES
Já que algumas declarações podem ser mais prontamente aceitas que outras, por exemplo, porque são vagas ou são (talvez trivialmente) verdade para muitas pessoas, um sistema de avaliação foi introduzido para levar em conta quão geralmente aplicável uma dada declaração pode ser.
O peso das declarações refletindo o grau de aceitação pelas pessoas para quem elas não foram intencionadas foi calculado como segue.
Ave sem Ninho em Ter Fev 19, 2013 10:02 pm
Digamos que haja n participantes e m declarações na série dada pelo médium.
Se a 1ª declaração na série é aceita por n participantes então o peso Wi dado a isto é wi = l - ri/n (0<wi< l)
Se nenhum participante aceitou a declaração, wi = 1 Se todos a aceitaram, wi = 0
Este definição do peso é levemente diferente da fornecida no Artigo 1, mas será usada por todo o presente artigo.
A fórmula para uma ponderação de segunda-ordem para uma constelação de declarações relacionadas dentro de uma série não será usada aqui.
As Fracções de Aceitação
(a) Fracção não-ponderada kj
Se bj é o número de declarações aceitas pelo jº participante, então a fração nãoponderada é definida por kj = bj/m (0 <kj <1)
(b) Fração ponderada fj
W é o peso de todas as declarações na série, estas sendo ponderadas de acordo com a fórmula dada acima.
Se Wj é o peso das declarações de bj aceitas pelo jº participante, então a fracção ponderada é definida por fj = Wj/W (0 <fj <1)
Depois de converter os dados nas folhas de resposta, um ponto pode ser esboçado para cada participante num gráfico cujo eixo x é ou kj ou fj.
A segunda série de investigações envolveu 13 sessões, usando principalmente seis dos oito projetos experimentais, com o número de participantes presentes em cada sessão variando de 15 a 29.
Cerca de 1700 pontos foram calculados e convertidos para estudo tanto para a fração kj quanto para a fj.
Antes de considerar os resultados que obtivemos, observemos a conversão dos dados e a avaliação da significância estatística.
Desculpamo-nos àqueles a quem tudo isto é elementar, mas é nossa experiência que nem todo o mundo conhece os conceitos matemáticos básicos envolvidos.
A Figura 1 dá um resumo das avaliações de aceitação feitas apenas por pessoas não-alvo (i.e. das categorias de participante Nn, Nq, fNn, mNn, mNq, Pn e Pq), e assim oferece um ponto de partida de comparação.
Este grupo será chamado Grupo de Dados A.
Os pontos no grupo de dados A, numerando aproximadamente 1600, vêm das 13 sessões experimentais executadas num período de dois anos e meio.
No histograma superior os pontos são as fracções de kj não ponderadas, o eixo vertical n dando o número de pontos caindo em cada caixa, e no histograma mais baixo estão as fracções fj ponderadas.
Ave sem Ninho em Qua Fev 20, 2013 11:26 pm
A Figura 1 contém rigorosamente 1600 pontos guardados em 40 intervalos de largura 0,025 entre 0 e 1;
as linhas limite atp = 0,8, 0,5, 0,25, 0,1, 0,05, 0,02, são posicionadas de acordo com a distribuição de pontos no histograma.
Qualquer limite divide o alcance de kj em duas partes, um à esquerda (L) e um à direita (R) do limite, com (1- p) e p sendo as probabilidades de um ponto cair respectivamente na parte L ou R do alcance.
Por exemplo, o limite em p = 0,5 significa que haverá tantos pontos do lado L quanto do lado R do limite.
O limite p = 0,5 é naturalmente o famoso critério conhecido como a mediana, que não é, percebase, o número médio.
O limite dado por p = 0,8 separa a parte L da parte R onde há quatro vezes tantos pontos na parte L como na parte R.
Distribuição nB dos pontos do grupo GA, acima (não ponderados), (abaixo) ponderados.
Dados quaisquer n pontos tirados aleatoriamente da mesma população, a probabilidade P que r deles cairá à direita do limite é P = nCrpr(l – p)n– r (1)
Onde nCr é o número de modos que esses r objectos podem ser organizados em n lugares, com somente um objecto sendo permitido em cada lugar.
Considere as partes do histograma à esquerda e direita de p = 0,05.
A probabilidade que um novo ponto escolhido aleatoriamente cairá à direita dessa linha é 1/20.
Doravante, para uma série de n pontos, a probabilidade P que r deles cairá à direita é P = nCr(0.05)r (0.95)n–r
Se n = 10 e r = 6 então P = 2.67 x 10–6.
Note que 10–6 é uma em um milhão, de modo que a chance de se chegar a este resultado é P = 2,67 em um milhão.
Tal valor P seria muito significativo como uma indicação que algo mais que o acaso estava operando.
Em geral, portanto, para expressar nossos resultados podemos utilizar a fórmula P = nCr pr (l-p)n–r = a x 10–b (2) onde no exemplo prévio a tem o valor 2,67 e b o valor 6.
Distribuição nB dos pontos do grupo GZ (topo, esquerda) não ponderados, (direita) ponderados; distribuição nB dos pontos GB (embaixo, esquerda) não ponderados, (direito) ponderados.
Os Dados Convertidos
Os oito histogramas mostrados nas Figuras 1 a 3 mostram os dados convertidos dois quais nossos resultados são derivados.
Os dados foram designados a quarenta caixas de largura 0,025 entre 0 e 1.
Ave sem Ninho em Qua Fev 20, 2013 11:27 pm
1. GA Grupo A, não ponderado:
~1600 pontos, os dados das categorias Nn, Nq, fNn, mNn, mNq, Pn, Pq.
Note que estes eram predominantemente não-recipientes, ou acreditando que eles eram não-recipientes ou não sabendo;
em duas categorias (Pn e Pq) eles não sabiam que o médium não estava operando.
Distribuição nB de grupos de pontos Pn (esquerda) não ponderados, (direita) ponderados.
2. GA Grupo A, ponderado:
os mesmos ~1600 pontos das categorias Nn, Nq, fNn, mNn, mNq, Pn, Pq.
3. GZ Grupo Z, 75 pontos, não ponderado, tomado aleatoriamente do Grupo A.
Estes são apresentados como uma série de dados de controle para comparação com dados de pessoas-alvo.
4. GZ Grupo Z, os mesmos 75 pontos, agora ponderados, do Grupo A.
5. GB Grupo B, não ponderado:
75 pontos, os dados disponíveis das categorias Nr, Rr, Rq, Rn, Pr, fRr, mRr, mRq.
Note que são predominantemente recipientes, ou acreditando que eram recipientes ou não sabendo o que eles eram.
6. GB Grupo B, os mesmos 75 pontos, agora ponderados, de categorias Nr, Rr, Rq, Rn, Pr, fRr, mRr, mRq.
7. GPn Grupo Pn, quase 200 pontos, não ponderados, os dados disponíveis das categorias Pn.
8. GPn Grupo Pn, os mesmos ~200 pontos, ponderados, da categoria Pn.
Figura 4 relaciona-se aos Histogramas 1 a 8.
O eixo horizontal exibe as mesmas quarenta caixas como antes mas o eixo vertical dá o alcance de valores de p, a probabilidade que um ponto será achado na parte R do alcance do eixo x definido por cada limite p nos histogramas 1 a 8.
Dos dados em cada um dos oito histogramas, o valor de x em que um limite p particular ocorre é delineado.
Os dados relevantes dos oito histogramas são dados na Tabela 3.
Diferenças entre os grupos GA, GZ, GPn, e GB (esquerda) não ponderado, usando dados nas colunas 1, 3, 7 e 5 da Tabela 3;
(direita) ponderados usando dados nas colunas 2, 4, 8 e 6 da Tabela 3.
É óbvio que a precisão das figuras dadas para cada histograma na Tabela 3 é limitada pela largura da “caixa” e também pelo número de pontos disponíveis em cada histograma.
Não obstante, é aparente da Figura 4 que os Histogramas 1.2, 3.4, 7.8, baseados no Grupo A, ou em subconjuntos particulares do Grupo A, indica uma população notadamente diferente daquela indicada pelos Histogramas 5 e 6 do Grupo B, estes sendo os recipientes pretendidos.
Frações dos 8 Grupos Caindo à Direita da Probabilidade do valor p
Probabilidade, p
0.80 0.50 0.25 0.10 0.05 0.02
1 0.025 0.150 0.300 0.475 0.550 0.700
2 0.025 0.150 0.275 0.425 0.500 0.650
3 0.025 0.125 0.250 0.450 0.550 0.725
4 0.025 0.100 0.225 0.400 0.500 0.675
5 0.125 0.400 0.650 0.825 0.925 0.975
6 0.125 0.350 0.600 0.800 0.900 0.975
7 0.025 0.100 0.225 0.400 0.500 0.600
8 0.025 0.100 0.200 0.350 0.475 0.525
É também evidente da Tabela 3 e de uma comparação dos dois esboços na Figura 4 que em geral os valores ponderados para a mesma população de pontos são menores que os valores não ponderados.
Isto é mais explicitamente mostrado na Figura 5.
Esta característica não é inesperada em vista da natureza da ponderação de primeira-ordem, onde uma declaração tem unidade de peso se não é aceita por qualquer um.
Está, naturalmente, incluída no peso total W das declarações na série mas nenhum dos participantes a tem no peso Wj das declarações que eles aceitaram.
Se, no entanto, um participante aceita todas as declarações na série, então não há nenhuma declaração nessa série de unidade de peso e assim o participante marcará unidade para ambas a fracção kj não ponderada a fracção fj ponderada.
É possível que a ponderação de segunda-ordem, ligando as declarações relacionadas numa série, deva ser levada em conta antes de qualquer efeito significativo devido à ponderação de declarações possa ser descoberto.
Ave sem Ninho em Qui Fev 21, 2013 10:39 pm
Ave sem Ninho em Qui Fev 21, 2013 10:40 pm
As tabelas 4 e 5 lista as probabilidades P dadas pela relação (1) que as duas populações suspeitas Grupo A e Grupo B sejam de facto as mesmas e que os resultados sejam devido ao acaso.
A Tabela 4 dá os resultados não ponderados, a Tabela 5 os ponderados.
Na Tabela 4 os limites definidos por p na Figura 1 são dados na linha 2.
A Figura 1 é composta do histograma de ~1600 pontos do Grupo A.
Nós então comparamos a distribuição de 75 pontos do Grupo B contra o Grupo A, listando sob os valores de p na linha 2 o número de pontos no Grupo B que cai à direita de cada limite de valor de x.
Por exemplo, 25 dos pontos caem à direito do valor de x 0.550 associado com a barreira p = 0,05. Usando a Equação 1, achamos que o probabilidade P que este resultado seja devido ao acaso é de é 1.21 x 10-14.
Agora a segunda série de experiências levou 2.5 anos.
Se tivéssemos executado a mesma experiência a cada 2.5 anos por aproximadamente dez mil vezes a idade aceita do universo (14.000.000.000 anos), teríamos esperado que tal resultado acontecesse cerca de uma vez.
Isto sugere que algum factor outro que a possibilidade ocorre na obtenção de tal resultado.
Pareceria que os dois grupos A e B realmente representem duas populações diferentes.
Figura 5. Diferenças entre pontos não ponderados e ponderados usando dados na Tabela 3:
(acima, esquerda) Grupo GA, colunas 1 e 2, (direita) Grupo GZ, colunas 3 e 4:
(abaixo, esquerda), Grupo GB, colunas 5 e 6, (direita) Grupo GPn, colunas 7 e 8.
Dados Não Ponderados P = a*10 – b
Se, no entanto, olhamos o Grupo Z, formado da amostra casual de 75 pontos escolhidos dos ~1600 pontos compondo o histograma do Grupo A, e conduzirmos um exercício semelhante para ver se diferem em distribuição da distribuição do Grupo A, não surpreende que as diferenças não sejam de nenhum modo significativas, as probabilidades variando de 0.0931 a 0.126 enquanto vamos de p = 0.8 a 0.02.
Portanto devemos considerar mais de perto a composição da série de 75 pontos do Grupo B.
Porque deve ser tão opressivamente diferente do Grupo A?
Agora entre estes 75 pontos do Grupo B estão 14 pontos resultantes de 14 experiências tipo 6 (Tabela 2) executadas nas 13 sessões.
Em cada caso a médium deu uma série de declarações face a face com o recipiente que ela tinha selecionado, este recipiente sendo encorajado a fazer respostas verbais.
Os recipientes nestes casos estão todos portanto na categoria fRr.
Em tais casos é habitual para o céptico alegar que a linguagem corporal B e a resposta verbal V são os factores importantes que capacitam os médiuns a alcançar seu aparente sucesso psíquico.
Certamente as probabilidades para estes 14 pontos de fRr são principalmente muito pequenas e significativas.
Aliás, estes resultados, de 0.042 a 7,37 x 10–11, são semelhante às probabilidades obtidas no Artigo 1 e sugere que essa experiência é repetível e quantificável em que qualquer experimentador futuro pode executar.
Dados Ponderados P = a*10 – b
De passagem observamos que o êxito indubitável de um número de médiuns nas sessões de procuração, onde o assistente não sabe os factos relevantes à pessoa ausente, é freqüentemente esquecido por muitos cépticos.
Nestes casos nenhuma ajuda da linguagem corporal ou de resposta verbal é dada ao médium
(vide, por exemplo, Thomas, 1932-33, 1935, 1938–39, 1939; Walker, 1921, 1935).
No entanto, deixe-nos omitir estes 14 pontos dos 75 pontos, deixando 61 pontos do Grupo B, e refazer o exercício.
Desta vez as probabilidades variam de 0.00252 a 3.08 x 10-8, outra vez altamente significativas.
Em geral as probabilidades caem quando vamos de p = 0.8 a p = 0.02.
Agora existem, dentro dos restantes 61 pontos, 8 obtidos de experiências tipo 5 (Tabela 2).
Estas 8 pessoas são portanto da categoria Pr, onde será lembrado de que a médium, não vista pelos participantes, estava lendo uma série de declarações registadas em outra sessão anteriormente realizada em outra parte.
As probabilidades obtidas desta série de 8 pontos Pr são vistas sendo não-significativas ou no melhor dos casos marginalmente significativas.
A subtracção destes oito pontos dos 61 deixa 53.
A comparação com a distribuição do Grupo A mostra que as probabilidades de possibilidade são outra vez muito baixas, variando de 0.00836 descendo a 6.68 x 10–9.
Entre os restantes 53 pontos 9 são da categoria Nr, isso é, participantes que eram nãorecipientes mas foram levados a acreditar que eram.
Ave sem Ninho em Sex Fev 22, 2013 10:08 pm
Comparando a distribuição destes 9 Nr à distribuição do Grupo A, vemos que as probabilidades variam de 0.134 a 0.000595.
Outra vez as probabilidades caem quando vamos de p = 0.8 a p = 0.02, as probabilidades para os valores de p 0.10, 0.05 e 0.02 sendo obviamente significativas.
Isto indica que alguém acreditar que ele mesmo seja o recipiente (mesmo não sendo) pode influenciar alguém a aceitar mais declarações do que alguém que não acredita.
Se retiramos estes 9 pontos Nr ficamos com 44 pontos.
Este subgrupo dá probabilidades significativas de P variando de 0.0289 a 2.19 x 10–6.
É evidente que o excesso de pontos no lado de R de cada limite é outra vez significativo, especialmente com respeito aos valores de p mais baixos.
Antes de considerar a composição dos 44 pontos no subgrupo, um olhar nas figuras obtidas pelos dados ponderados e disposto em forma de tabela em Tabela 5 reforça o quadro dado na Tabela 4.
Outra vez, a remoção dos 14 pontos fRr, os 8 pontos Pr e os 9 pontos Nr deixam um subgrupo de 44 cujos resultados excessivos ao R de cada limite p é mostrado ser estatisticamente significativo, com as probabilidades caindo para 2.19 x 10–6 quando vamos aos valores de p mais baixos.
Outra vez a ponderação de primeira ordem não parece produzir qualquer diferença marcada entre o material nas Tabelas 4 e 5.
Quais categorias de participante forneceram estes 44 pontos?
Foram compostos de 12 Rr, 9 Rn, 10 Rq, 5 mRr, 8 mRq. Deve-se notar:
— Todo são recipientes R mas:
18 não sabiam que eles eram R (10 Rq, 8 mRq);
9 pensaram que eles eram N (9 Rn); 17 foram ditos que eram R (12 Rr, 5 mRr).
Trinta e um do quarenta e quatro foram escolhidos cegamente por um dos investigadores que tinha preparado uma lista de números de assento, escolhidos casualmente, mas mesmo esse investigador não sabia qual participante sentar-se-ia em qualquer um desses assentos.
la aliás não sabia quem chegaria a participar na sessão.
Nem o outro investigador sabia, pois somente quando os participantes foram pedidos para formar uma fila na sala da assembleia dos participantes foram passados cartões numerados do pacote previamente misturado pelo primeiro investigador, e pedidos para acharem o assento que se encaixava naquele número no anfiteatro.
Também deve ser notado que nenhum investigador soube quem eram as pessoas que tinham se oferecido para ser participantes desde que tinham sido reunidos por um terceiro partido.
Ave sem Ninho em Sex Fev 22, 2013 10:09 pm
O médium não teve portanto nenhuma maneira normal de saber quais destas 31 pessoas seriam recipientes nessas reuniões.
As condições sob as quais o médium entregou a série de declarações foram:
– (a) ela não viu os recipientes, portanto ela não viu qualquer resposta de linguagem corporal B.
- (b) ela não os ouviu (eles não falaram), então nenhuma resposta verbal V foi dada.
Nós portanto concluímos que as probabilidades altamente significativas produzidas pelos resultados do subgrupo de 44 pessoas sob estas condições apresentam um problema se não puderem ser explicadas por quaisquer dos assim chamados factores normais, r, q, n, m, B e V, seja isoladamente ou em conjunto.
Pr comparada com Pn, dados não ponderados P = a * 10–b
Pr comparada com Pn, dados ponderados P = a * 10–b
Aliás a quantificação e categorização fornecidas pelo procedimento RRP permite queuma estimativa numérica seja feita do efeito de tais factores.
Considere a Experiência 5 (Tabela 2).
Os únicos factores normais presentes nessa experiência são r e n, a crença de cada participante que ele (ou ela) é um recipiente ou um não-recipiente.
Ele acredita naturalmente que há um médium tentando produzir uma série de declarações relevantes à sua vida.
Considere primeiramente os dados não ponderados.
A figura 3 é extraída dos -2 00 pontos obtidos dos participantes Pn nas sessões em que o Experimento 5 foi executado.
Na Tabela 6, os valores de x em que os limites p = 0,8, 0,5, 0,25, 0,1, 0,05, 0,02 são dados são extraídos do Histograma 7, Tabela 3.
Os dados dos 8 participantes Pr, tomados da Tabela 4, são dados abaixo, junto com as probabilidades que os valores sejam devido aoa caso.
É percebido destas probabilidades que, dos dados disponíveis, o efeito de acreditar que se seja o recipiente, comparado com participantes que acreditam que eles são não-recipientes, é somente marginal.
Os dados na Tabela 7, tomado dos pontos ponderados, pintam um quadro semelhante.
Nós sentimos que a aplicação bem sucedida do protocolo Robertson—Roy, embora exigindo tempo e envolvimento de um grande número de pessoas assim como planeamento logístico considerável, demonstrou um procedimento para adquirir dados jogando luz sobre a mediunidade, de uma maneira quantitativa e repetível.
Características importantes deste método são que identifica sem ambiguidade as categorias dos participantes e usa os dados para fornecer rigorosa estatística concernente à significância ou não dos resultados na tradição de experiências parapsicológicas de laboratório.
Embora médiuns do calibre da Sra. Piper, Sra. Leonard, Sra. Willett, Sra. Garrett e outros claramente demonstraram além de qualquer dúvida razoável que eles podiam adquirir informação que foi obtida numa maneira paranormal (vide, por exemplo, Balfour, 1920, 1935; Broad, 1965; Gauld, 1982, Roy, 1996), foi notoriamente difícil de quantificar as probabilidades relacionadas.
No estudo presente, também parece claro que a flexibilidade das experiências, dado um pleno conhecimento das condições sob que cada uma aconteceu, capacitou-nos a quantificar o efeito que factores normais, isolados ou combinados, podem ter em tais estudos de grupo.
Os autores esperam que outros investigadores sigam estas linhas de pesquisa.
O resultado principal do estudo presente, no entanto, é que mostra numa maneira altamente significativa, em circunstâncias que impediram a operação de fatores normais, que recipientes aceitaram uma proporção mais alta de declarações de médiuns como relevante a suas vidas do que fizeram os não-recipientes.
Esta segunda série de experiências, executada sobre dois anos e meio, não teria sido possível sem a ajuda de um grande número de pessoas.
Primeiramente quereríamos agradecer aos médiuns.
Como sempre, forneceram livre e ilimitadamente seu tempo, viajando distâncias consideráveis às vezes para participar.
Foram sempre cooperativos, esperançosos que isto os levaria a progredir na compreensão de sua mediunidade.
Se nossos resultados são significativos, é ao menos parcialmente devido à atmosfera amigável e não-confrontante que nós gozamos, nossos médiuns aceitando que eram colegas e que não estavam em julgamento.
De facto é provavelmente importante que nenhuma sessão foi empreendida num laboratório mas que aconteceram num ambiente amigável ao médium.
Nosso agradecimento também às pessoas que fizeram arranjos locais para hospedar os participantes e naturalmente agradecemos aos participantes em si (as sessões frequentemente duraram três horas até que o trabalho de coleccionar as folhas de dados acabasse).
Só depois de cada sessão a considerável tarefa de converter os dados podia começar.
Agradecemos também ao College of Parapsychology, Edinburgh, o the College of Psychic Studies, Londres, a Scottish Society for Psychical Research, Glasgow e Edinburgh, e à Association for Spiritual Knowledge em Stewarton e Renfrew por fornecer os local das reuniões, frequentemente mais de uma vez, em que as sessões aconteceram.
Ave sem Ninho em Sab Fev 23, 2013 11:04 pm
Agradecemos também aos membros do Council of the Society for Psychical Research e ao PRISM Council pelo conselho e apoio contínuo.
Nós também agradecemos Iain Hannah do Departamento de Física e Astronomia, Universidade de Glasgow, por sua ajuda em preparar o esboço final do artigo, suas tabelas e figuras.
Agradecemos aos três referees por seus comentários cuidadosos e construtivos no artigo, que substancialmente melhoraram sua apresentação.
O financiamento capacitando este trabalho ser executado foi fornecido por PRISM, a Society for Psychical Research e a J. V. Trust.
Agradecemo-los por sua generosa ajuda financeira.
Scottish Society for Psychical Research T. J. ROBERTSON
Balfour, G. W. (1920) The Ear of Dionysius. New York: Henry Holt.
Balfour, G. W. (1935) The study of the psychological aspects of Mrs Willett’s mediumship. ProcSPR 43, 41-318.
Broad, C. D. (1965) Lectures on Psychical Research. London: Routledge & Kegan Paul.
Gauld, A. (1982) Mediumship and Survival. London: William Heinemann.
Robertson, T. J. and Roy, A. E. (2001) A preliminary study of the acceptance by nonrecipients of mediums’ statements to recipients. JSPR 65, 91-106.
Roy, A. E. (1996) The Archives of the Mind. Stansted: SNU Publications.
Roy, A. E. and Robertson, T. J. (2001) A double-blind procedure for assessing the relevance of a medium’s statements to a recipient. JSPR 65, 161-174.
Thomas, C. D. (1932-33) A consideration of a series of proxy sittings. ProcSPR 41, 139-185.
Thomas, C. D. (1935) A proxy sitting extending over eleven sittings with Mrs Osborne Leonard. ProcSPR 43, 439-519.
Thomas, C. D. (1938-39) A proxy experiment of significant success. ProcSPR 45, 257— 306.
Thomas, CD. (1939) A new type of proxy case. JSPR 31, 103-106, 120-123.
Walker, Nea (1921) The Bridge. London: Cassell & Co.
Walker, Nea (1935) Through a Stranger’s Hands. London: Hutchinson.
Results of the application of the Robert-son-Roy protocol to a series of experiments with mediums and participants. Journal of the Society for Psychical Research Vol. 68.1, No. 874, January 2004.
É original na sua estrutura, porque reúne em um todo harmônico os postulados da ciência, as directrizes da filosofia e os instrumentos ético-morais da religião.
A mensagem evangélica de que se faz portador, actualizando-a com as revelações do Além-túmulo, confirma a grandeza de Jesus e dos Seus ensinamentos, restaurando-Lhe a luminosa diretriz do amor como a mais eficaz terapia para a vida de todas as criaturas humanas.
É nesse campo de nobres realizações que atinge a sua magnitude, facultando o diálogo com os imortais, o conhecimento da vida extra-física, os objectivos essenciais da reencarnação, os comportamentos saudáveis para o despertar lúcido após a jornada no corpo somático.
Pergunte-se a alguém que trazia o coração dilacerado pela dor da perda física de um ser amado, sobre o conforto libertador e indescritível que hauriu após a comunicação mediúnica com esse afecto de retorno, vivo e exuberante, e ele não terá palavras fáceis para traduzi-lo.
Arrancando das tenazes férreas da obsessão o paciente agora em equilíbrio, ei-lo que se rejubila e dispõe de expressões para bendizê-lo, agradecendo a dádiva do raciocínio lúcido e da alegria de poder voltar a voar pela imaginação na direcção do infinito...
Desencarcerando os desencarnados em aflição, que se arrojavam à loucura, por não entenderem o fenómeno da morte e da vida, faculta-lhes a visão perfeita das possibilidades que se lhes encontram ao alcance para manter-se em equilíbrio.
Um pensamento espírita bem direccionado é corrente vigorosa que vitaliza, erguendo os combalidos que não suportaram o fragor das lutas.
Que tem o materialismo, no entanto, para oferecer-lhes, além do desencanto, da fatalidade ignóbil de haverem sido esses desditosos eleitos para a desgraça, conforme apregoa?
Apresentando o suicídio ou o mergulho no prazer exaustivo, como saída da agonia, são as torpes soluções de que dispõe para as vidas ressequidas e atormentadas, tornando-se verdugo cruel do pensamento e do sentimento humano.
Ave sem Ninho em Sab Fev 23, 2013 11:05 pm
O ser humano tem buscado, através da história, uma religião que console sem iludir, iluminando-lhe a existência e oferecendo-lhe robustez de ânimo para o enfrentamento das vicissitudes que todos experimentam durante a trajectória material.
(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 18 de junho de 2008, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)

References: Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 1
 Artigo 2
 Artigo 2
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1