Source: http://docplayer.com.br/2236935-Esta-edicao-esta-liberada-para-download-gratuito.html
Timestamp: 2016-12-08 06:34:56+00:00

Document:
⭐Esta edição está liberada para download gratuito.
Esta edição está liberada para download gratuito.
Download "Esta edição está liberada para download gratuito."
Maria Fernanda Belmonte Palha
1 12 Esta edição está liberada para download gratuito. 1ª Edição Guarulhos - SP - Brasil Escrito em 1996 Publicado no site em3 A três amigos Arlindo André Batista Meira, pela oportunidade, que originou este livro. Ney Francisco Cunha, pela dedicada parceria, num grêmio. Uilson Pereira de Brito (in memoriam), pelo reconhecimento do meu trabalho, pela confiança, pela generosidade e por partilhar do mesmo ideal, que, acreditamos, deve nortear um grêmio. 34 45 Em 1983, quando estava no 3º semestre do Bacharelado de Comunicação Visual, na Universidade Guarulhos, ao mesmo tempo que servia no Tiro de Guerra e trabalhava no departamento de engenharia de uma metalúrgica, realizei um trabalho na matéria de Desenho Artístico, que me faz gosto lembrar. Era um cartaz de 60 x 80 cm sobre esportes, que reproduzi de uma fotografia em que dois jogadores de futebol, Zico e Nunes, se abraçavam na comemoração de um gol, no maracanã, à noite, tendo ao fundo a torcida e os holofotes. Pintei estilo impressionista, ficou muito bonito. Então, abaixo dessa expressiva imagem, inscrevi: O Esporte aproxima as pessoas. E a minha nota... foi um golaço 56 67 APRESENTAÇÃO Efeito da necessidade que se verificou durante a criação, implantação e desenvolvimento de um grêmio para uma empresa e seus funcionários. Eram muitas as dúvidas sobre questões de administração e produção gremistas e inúmeros os problemas, que nos pareciam grandes por não termos, naquele momento, informação e experiência para decidir. O que, nos dias de hoje já nos seriam mais fáceis, pelo que aprendemos entre os erros e acertos da prática e através de pesquisa a grêmios em atividade. É essa facilidade que desejo mostrar aqui, sem a pretensão de que tais dicas sejam as melhores que existam. Mas decerto, são boas e úteis. Pudera eu as tivesse quando comecei meu primeiro grêmio. Obra que trata deste assunto era raridade na ocasião. Em verdade, não encontrei uma sequer, para qualquer tipo de consulta. Daí meu ensejo de contribuir com o que ora apresento. 78 89 ÍNDICE Apresentação O grêmio é importante Criação e Implantação Criação Sede espaço físico e localização Abrangência das atividades Recursos financeiros Recursos humanos Implantação Mãos à obra realização Divulgação, inauguração Início das atividades Continuidade Administração Estrutura administrativa Organograma Estatuto social Oficialização do grêmio Obtenção de fundos Mensalidade do associado Contribuição da empresa Lanchonete, cantina Promoção de vendas Sorteios Espaço para propaganda de terceiros Incentivo à participação benefícios Salão de jogos Praça de esportes Lanchonete, cantina Promoção de vendas Convênios Realização de eventos Salão de festas Vídeo-locadora Biblioteca Comunicação Organização de eventos Eventos internos Torneios Concursos Cursos Festas10 6.1.5 Consórcio financeiro Eventos externos Competições Excursões, passeios Comunicação Imagem nome, logomarca, cor Quadro de avisos Cartazes Jornal interno Sistema de som Reuniões Necessidade Pauta Convocação Duração Periodicidade Local Realização Gestão, ou mandato Primeira gestão, de fundação Duração Eleições Deduções do Imposto de Renda e Contabilidade Deduções do Imposto de Renda Contabilidade Sobre o Autor11 1 O GRÊMIO É IMPORTANTE. Considerando a massa de trabalhadores empregada, é grande o número de pessoas nas empresas deste país que não têm condições financeiras para associar-se a um clube, nem estendê-lo à família. - Pelo menos este é o retrato que vejo hoje, em 1996, ao escrever este livro. Retrato este que espero seja melhor num futuro breve. - Para estas pessoas, a tentativa de um lazer, de um esporte ou de uma atividade que contribua à sua saúde física e mental, acaba gerando problemas de orçamento. Uma vez que já têm destinado parte considerável de seus rendimentos às necessidades primárias. Seria essa tentativa uma irresponsabilidade? Levando-se em conta seus orçamentos, sim. Mas do ponto de vista de quem busca um equilíbrio para seu bem estar, não. Conforme se conscientiza, o empresariado vai ampliando sua participação no combate aos problemas sociais. Participação esta, que tende a aumentar sua importância à medida que a sociedade demanda mais qualidade de vida em contraposição ao estresse a que somos crescentemente submetidos. Tenhamos o vínculo que for - vizinho, colega, fornecedor, cliente, funcionário ou consumidor final - estaremos sempre numa relação de interdependência, necessária à evolução e ao progresso. Por esta razão, quaisquer providências que concorram ao bem estar do maior número de pessoas são muito bem-vindas. A sociedade - através de associações, entidades de classes e sindicatos - conforme o aumento da consciência de seus direitos, com o decorrer do tempo, acaba por criar mecanismos que a protegem. Um exemplo, é o Código de Defesa do Consumidor, que forçou as empresas a adequarem-se em um nível de qualidade muito superior ao que existia antes, para um atendimento e prestação de serviços mais coerentes com o que a sociedade precisa e espera. As empresas que mais investiram nestes aspectos em relação à concorrência, e que fizeram publicidade disso, são as que tendem a manter a supremacia nos setores em que atuam, pois conquistaram a simpatia, a confiança e a preferência de seu público. Em harmonia com essa atenção pelo social, as empresas têm muitas formas para realização e apoio. Dentre as quais, quero tratar de uma, que não afirmo seja a mais valiosa nem a mais importante, mas certamente, positiva. Refiro-me ao Grêmio: instituição através da qual a empresa pode, internamente e de maneira ordenada e mais adequada, proporcionar uma série de benefícios aos seus funcionários e, no final das contas, para si própria. Quase que diariamente, o funcionário, para chegar à empresa, acorda algumas horas antes, se alimenta com pressa e de carro, de trem, a pé ou de ônibus, suporta o trânsito problemático das cidades; para então, marcar seu ponto e desempenhar suas funções. O profissional não se desliga do humano. Sua atenção para o melhor desempenho, por mais concentrada que seja, não o separa todo o tempo de seus problemas pessoais. Preocupações, receios, pendências, geram desgastes que, sejam de natureza emocional, mental ou física, via de regra influenciarão negativamente no rendimento do trabalho, em quantidade e qualidade. Uma empresa moderna e inteligente é aquela que está comprometida com valores mais elevados. Entre outras coisas, sabe que os recursos humanos de que dispõe são o seu principal e mais importante meio de atingir seus objetivos. Que não adianta ter a tecnologia mais avançada, utilizar a melhor matéria-prima e se instalar numa planta bem projetada, se o funcionário foi relegado para segundo ou terceiro plano. É sabido que o funcionário tendo sua condição humana resolvida ou em vias de resolução, quer dizer, estando em harmonia e equilíbrio, terá sua produtividade melhorada. A empresa contribui para isso quando oferece salário digno, ambiente com motivação, oportunidade de aprendizado e desenvolvimento pessoal - mais do que o profissional. Os benefícios tradicionais que as empresas se prestam em nosso país, como cesta básica, vale transporte, assistência médica, etc., são absolutamente dispensáveis a partir do instante que se 1112 obtenha e se possa manter as condições citadas anteriormente. Um salário digno pode atender a todas essas necessidades, assim como, muito contribui um ambiente propício ao trabalho, com respeito, oportunidades e desenvolvimento. Consoante a isso a empresa que incentiva e propicia a participação de seus funcionários em eventos culturais, artísticos, recreativos e esportivos, contribui sobremaneira para o crescimento pessoal a que nos referimos, de modo que tenderá a obter resultados de desempenho mais produtivo do que as empresas que, impropriamente, só pensam em trabalho. Neste contexto, a instituição de um grêmio no interior da empresa, bem administrado e especialmente direcionado às causas que lhe caracterizam - quais sejam: cultura, lazer, esporte, recreação, arte - traz incontáveis benefícios às pessoas e à organização. O grêmio, devidamente conduzido, como se procura apresentar neste livro, tem como conseqüência natural de sua existência ativa, a satisfação e o lucro. Pois, estimula a participação, gera a atividade, estabelece a alegria, cria a disposição, promove a amizade, motiva a integração, contribui à saúde e à lucidez e melhora a produtividade. Através de suas atividades - promoções, cursos, torneios, concursos, jogos, eventos de toda ordem, informativos, biblioteca - o grêmio ajuda a manter ativo os recursos humanos. Um exemplo de nítido benefício é o que ocorre, diariamente, na hora do almoço. Neste intervalo, as atividades recreativas atraem muitos funcionários que ficariam vagando pelas ruas, freqüentando bares e fliperamas, ou estirando-se como lagartos ao sol nos gramados da empresa. Sem contar que o tempo ocioso mal utilizado pode ser mau conselheiro. Outro aspecto do horário de almoço é que, a pessoa, após ter acordado cedo, ter tido a dificuldade para chegar à empresa e passado o primeiro período do dia resolvendo problemas e às vezes se estressando, realiza sua refeição e experimenta uma sonolência que reduz o potencial de desempenho no período da tarde. Acontece que algumas atividades recreativas e esportivas de menor esforço - como tênis-de-mesa - são ideais para contribuir à disposição do pessoal até o final do expediente. As atividades que o grêmio promove, sejam elas individuais ou coletivas, proporcionam sempre uma integração entre as pessoas que trabalham na organização, independente de suas funções, setores e escalões. Desenvolvendo em todos novas habilidades que tendem a dinamizar inclusive o aprendizado profissional. Seu estímulo à participação fortalece o espírito de trabalho em equipe, tão importante para busca de melhores resultados. O grêmio é um agente ativo do marketing interno. Porque, ao proporcionar integração, participação e acesso a cultura, lazer e atividades saudáveis, cria entre todos uma imagem muito positiva. É bastante comum, nessas circunstâncias, identificar sentimentos de grande bem querença, lealdade, disposição e desejo de fazer parte da empresa, o que reflete na qualidade da dedicação ao trabalho. Já, quando o assunto é a realização de eventos externos, a parceria entre o grêmio e o setor de Marketing se dá mais uma vez. Por tratar-se de oportunidades que a empresa tem de divulgar-se institucionalmente diante de outras empresas e de seus consumidores. No decorrer do texto, os benefícios que o grêmio traz às empresas e às pessoas, serão tratados especialmente. Entretanto, convém lembrar que, independentemente do grêmio, outros benefícios podem ser mantidos para, em conjunto, concorrer à motivação mais profícua. A busca da satisfação das pessoas e das empresas constitui-se, tantas vezes, numa difícil relação. Todavia, pode se tornar mais fácil e feliz, na medida em que a parte que tem mais poder e conhecimento se conscientize de que há mais coisas fora o trabalho, que agregam valor ao próprio trabalho. 1213 2 CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO. Depois de se ter convencido gerência, diretoria, superintendência, presidência ou pelo menos os que têm poder para resolver, dentro da organização, e deles ter obtido o apoio moral e financeiro - mais moral que financeiro - deu-se então o primeiro e um dos mais importantes passos na criação do grêmio. Mas para isso, a pessoa ou equipe que tem a brilhante iniciativa de criar um grêmio, independentemente do porte que tenha a empresa, deve, antes, se informar de todos os detalhes possíveis acerca do assunto, a fim de apresentar a quem decide, um plano que leve em conta: Os meios que serão utilizados - pessoas, mobiliário, espaço e tempo; Contexto de sua existência, como mais um propagador da cultura da empresa; Custo, investimento e origem dos recursos; Objetivos - integrar, contribuir, elevar auto-estima e disposição das pessoas; Riscos - por exemplo, em algum esporte, alguém poder se machucar; Benefícios, vantagens - mais dinamismo, menos faltas e saídas para o médico, aumento da produtividade; Exemplos. Se possível, mencionar resultados que outras empresas conseguiram depois que passaram a ter um grêmio para seus funcionários. No decorrer do livro, estes tópicos são abordados. Um plano ou projeto nestes moldes oferece condições para uma boa compreensão por parte daqueles que decidirão, com mais acerto, sobre esta contributiva proposta à empresa. O conjunto das atividades, as áreas de atuação e a quantificação do apoio financeiro que deve receber, bem como, sua forma e estrutura administrativa, variam conforme o porte da empresa e seu número de funcionários. - Uma empresa que tenha de dez a vinte pessoas também pode ter um grêmio. Embora mais limitado em suas atividades e mais dependente em suas finanças. - Já uma empresa que tenha cinqüenta funcionários, pode ter um grêmio um pouco melhor que a primeira. Porque este número de pessoas permite uma variação e acréscimo de atividades, além do que, uma pequena obtenção financeira através de contribuição fixa e arrecadação variável - cujos detalhes são demonstrados no capítulo 4, Obtenção de Fundos. - Numa empresa de cem a duzentos funcionários, as dificuldades diferem das primeiras, devido à complexidade que vai ganhando. Para esta, modifica-se a estrutura administrativa de forma a atender adequadamente as necessidades. Do mesmo modo, também para quinhentos ou mil funcionários, ajusta-se o organograma e as atribuições do pessoal para o funcionamento mais produtivo. Para empresas desta dimensão, o mais comum é que seus grêmios tornem-se verdadeiros clubes, ainda que suas denominações continuem a ser grêmio. - Para empresas com número de funcionários mais alto, por exemplo, quatro mil a vinte mil, onde o espaço físico em que estão instaladas tenha grande extensão o grêmio pode ter sub-sedes que, vinculadas a uma sede central e diretora, podem alcançar a todos. Conforme o porte de cada empresa, peculiaridades devem ser adequadamente consideradas, para que se maximize a freqüência de acertos e se alavanque ainda mais seu processo de criação e implantação. Os tópicos deste capítulo são: 2.1 Criação 1314 2.1.1 Sede espaço físico e localização Abrangência das atividades Recursos financeiros Recursos humanos 2.2 Implantação Mãos à obra realização Divulgação, inauguração Início das atividades Continuidade 2.1 Criação - Para qualquer tamanho de empresa devem ser considerados os seguintes pontos para criação do grêmio: Sede - Espaço físico e localização. a) Deve ser diversa do ambiente de trabalho. Porque quando se pratica uma atividade recreativa, ela é mais proveitosa e aprazível quanto mais se desliga a pessoa de suas obrigações. Inclusive, recarregando suas energias para um retorno mais produtivo ao expediente, com mais disposição do que de costume. b) O espaço, embora deva ser diverso do ambiente de trabalho, importa que seja próximo, de forma a facilitar o acesso. As caminhadas do setor de trabalho, do refeitório e do vestiário até o grêmio favorecem quando são curtas. O contrário disso desestimula a participação. Podemos considerar como tempo máximo para estes trajetos, cinco minutos para ida e o mesmo tempo para volta, de sorte que reste tempo razoável para proveito. Já nas empresas em que os intervalos para refeição sejam de uma hora e meia, o tempo para trajeto tem menos influência. c) É importante que a sede seja própria, quer dizer, da empresa para o grêmio, especificamente. Não deve ser provisória - a menos que se esteja construindo a própria - nem emprestada por algum setor da empresa, porque, numa hora ou noutra, ela é tomada. Tendo-se com isso que parar a maioria das atividades em andamento e programadas, causando grande desgaste e frustração dos funcionários. Precisa ser definitiva, para que se possa organizar tudo de modo resolvido e concreto. Enfim, isto não pode constituir-se uma preocupação e um problema permanente a roubar as atenções e o tempo dos dirigentes. d) Há de prever, em função do número de atividades que desenvolverá e do volume de pessoas que o freqüentará, a quantidade suficiente de mesas, tabuleiros, jogos, equipamentos esportivos e toda infra-estrutura. Banheiros, bebedouros, lanchonete ou cantina, biblioteca, secretaria, mobiliário, telefone, sistema de som, televisor, vídeo-cassete, dvd, quadro de avisos, cestos de lixo, fazem parte da sede Abrangência das atividades. a) Esportivas: uma pesquisa bem formulada, feita junto a todos funcionários - futuros associados - não só trará uma rica indicação das modalidades esportivas preferidas, mas também uma série de informações sobre as expectativas existentes com relação às demais atividades que poderá se oferecer. A pesquisa não precisará fazer referência à idéia de que os dados sejam para formação de um grêmio, se não se quiser, posto que às vezes quer se realizar uma surpresa. Nesse caso, pode-se justificar que a pesquisa é apenas um levantamento para fins de recursos humanos que visam traçar o perfil de seus funcionários ou do trabalhador brasileiro. 1415 Na parte esportiva, normalmente figuram: futebol de campo, futsal, vôlei, tênis, basquete, bocha, malha. b) Recreativas, considera-se: - Esportes que demandam espaços menores, como tênis-de-mesa, xadrez; - Jogos, como dominó, bilhar, pebolim, dama, gamão, trilha; - Música, filme, programa na TV; - Bingo, sorteios, gincana. b) Culturais: - Uma biblioteca, mesmo pequena, que contenha publicações sobre assuntos diversos, enciclopédia, livros em geral, revistas em quadrinhos, revistas noticiosas, jornais, será um bom começo para atrair quem aprecia o bom hábito da leitura; - Cursos que puderem ser realizados com temas de interesse geral, como violão, yoga, maquiagem, dança, pintura e outros; - Concursos também são eventos que permitem muita criatividade, como: poesia, cartazes, pintura, escultura, palavras cruzadas Recursos financeiros. a) Para início, deve relacionar todas as necessidades requeridas. Desde o espaço físico a ser utilizado para a sede até cada um dos equipamentos, móveis e todos os elementos citados anteriormente para funcionamento. Estabelecendo-se prioridade para o que de fato tiver mais importância, de maneira que na impossibilidade de se resolver algum item, possa-se assim mesmo, inaugurar o grêmio, já em condições viáveis. Sendo que, posteriormente, e pouco-a-pouco, vai se buscando sua condição inicialmente idealizada. Esse recurso, por se tratar de inicial, tem que ser fornecido pela própria empresa, que acredita na importância e positividade desse investimento. A etapa em que a empresa é mais exigida nesse aspecto é exatamente esta, o início. b) Para continuidade, refiro-me agora à etapa do pós-início - que ainda não diz respeito ao tempo que decorrerá ao longo da existência e funcionamento, quando já se deverá ter resolvido qual a forma para obtenção de fundos, tanto fixo quanto variável, para continuação desta empreitada. Entretanto, neste pós-início, e na maior parte das vezes, a empresa ainda precisa destinar algum recurso financeiro, certamente menor que dedicado no início. Quando finda esta etapa, mesmo que o grêmio tenha acertado uma forma efetiva de obter seus fundos próprios para seguir independente, se a empresa quiser, poderá continuar sua contribuição, menos que anteriormente, porém bem-vinda e importante Recursos humanos. O maior responsável pelo grêmio escolherá e convidará as pessoas que junto com ele conduzirão os trabalhos, atividades e benefícios que poderão proporcionar aos demais colegas da empresa. É muito difícil que acertará nos convites e nas escolhas da primeira vez, e nem da segunda. Por isso aconselhase não ter grandes expectativas, para não se desiludir depois. As pessoas que devem constituir um grupo de trabalho como este, em que não se ganha salário ou qualquer rendimento e em que se dedica parte do tempo em prol dos outros, devem essencialmente ser voluntários. Cujo perfil os faça convictos da boa causa, leais, firmes no caráter, pacientes, companheiros, perseverantes e realizadores. Com estes se buscará consenso mesmo antes da implantação. Apesar da dificuldade de se formar um grupo de voluntários com estas qualidades não se pode deixar de tentar, e formar o melhor que puder. 1516 Nas empresas em que é possível e viável a formação de uma equipe de trabalho exclusivamente para o grêmio, têm-se eliminado grande parte dos problemas de equipe e facilitado bastante a elaboração, condução e realização dos projetos propostos. No capítulo 3, Administração, item Estrutura Administrativa, tratamos mais do assunto e apresentamos algumas maneiras de organizar e distribuir o pessoal da equipe, seus cargos, funções e papéis. 2.2 Implantação - A hora de concretizar o ideal, de praticar tudo o que foi planejado, de pôr em movimento o barco da amizade, integração, alegria, disposição e participação Mãos à obra, realização. Depois de todo planejamento, pesquisas, estudos, reuniões, debates, cálculos e verificações, chega-se à conclusão da dimensão que o grêmio deve ter e sua adequação à empresa. - O que vai fazer, oferecer, promover e realizar. - A forma pela qual obterá seus recursos e como os aplicará. - O tipo de administração e de que maneira terá bem-sucedidas suas ações. Convoca-se então todos os funcionários interessados e realiza-se a Assembléia para eleição dos conselhos - conforme o exposto no capítulo 3, Administração, item Estrutura Administrativa. Após o que, as pessoas escolhidas para Diretor-Presidente e Vice formarão sua equipe e atribuirão as respectivas responsabilidades, para realização do plano do grêmio. Outras condições e opções que não as do expediente da Assembléia, são observadas no capítulo citado acima Divulgação, inauguração. Considere para a sede: - Que seja construída de alvenaria. Com paredes pintadas ou limpas e, se possível, decoradas com quadros de motivos afins; - Que tenha boa iluminação e instalação elétrica e hidráulica funcionando; - Que disponha de banheiros - anexos ou próximos - bebedouro, biblioteca, lanchonete, TV e vídeo, sistema de som, sala para diretoria e secretaria; - Que ofereça materiais e equipamentos esportivos e recreativos; bem como, mesas, cadeiras; - Que exponha prateleira para troféus e mural para avisos e cartazes. Defina: - Os horários de funcionamento; - As formas de obtenção de fundos; - As atividades que inicialmente serão oferecidas e desenvolvidas; - A forma de comunicação das normas básicas e recomendações para bom uso dos materiais e equipamentos disponíveis. Apronte sua equipe, de modo que: - Cada integrante esteja preparado e já saiba o que dele se espera; - Ajam como se tal trabalho fosse corriqueiro, de maneira que causem a impressão de que já fazem-no há muito tempo; - Só falta o sinal de largada para tudo funcionar bem. Então, é só marcar a data da inauguração, convidar as pessoas que permitiram e patrocinaram esse empreendimento, para honra e homenagem - corte da fita inaugural ou descerramento da placa. Em seguida, divulgar a todos os funcionários da empresa. Utilizar para isso, cartazes, faixas, C.Is., jornal interno e boca-a-boca. Comunicar de forma efetiva, sendo explicativo e abrangente, para despertar o 1617 interesse e a expectativa de forma positiva. É preciso que apreendam que estão ganhando um grande presente pelo qual devem valorizar e tudo fazer para mantê-lo e melhorá-lo. E que suas participações nas atividades e eventos, bem como suas contribuições com idéias e trabalho é que farão o sucesso desse Grêmio, para eles mesmos. Organiza-se uma cerimônia - ou formalidade, por simples que seja - para proferimento de algumas palavras, a fim de: - Proclamar a importância dessa conquista; - Reverenciar e agradecer as pessoas que apoiaram essa empresa; - Dar a honra a quem dela fizer jus para inaugurar oficialmente o grêmio. Caso não seja possível fazer a inauguração com toda a infra-estrutura e conjunto de benefícios planejados, a um só tempo, não tem problema, faça assim mesmo. E após a inauguração, à medida que for se acrescentando um móvel, um equipamento, uma atividade, um benefício e um evento, com freqüente divulgação, todos terão a nítida e real impressão do crescimento. Torna-se, porém, relevante que a equipe administrativa tenha desde o início a desenvoltura adequada para atuar eficazmente, como se já tivesse atingido a plenitude do projeto. Imediatamente à cerimônia tem início o funcionamento, que pode ocorrer já com alguns eventos programados, inclusive com premiações para maior brilhantismo da festa. Neste dia, é indicado que a organização preveja que a lanchonete ou cantina não cobre nada de ninguém Início das Atividades. Feita a inauguração, consideram-se iniciadas as atividades. Quanto ao dia seguinte e primeira semana, tem que se manter a expressividade que passará a denotar o grêmio. Para isso, é preciso que seja prevista uma programação de eventos que atendam a interesses diversificados, durante este período inicial. Depois é trabalhar todo dia para manter a qualidade do que se oferece, e melhorar e inovar sempre que possível. Esteja ciente que, mesmo quando se pensa que está tudo pronto e certo, alguma falha ou falta acontece ou é notada. O que, deve ser tratado com normalidade e, mais que isto, de certo modo ser previsível. Porque só erra, ou se engana, quem tem iniciativa e se propõe a fazer algo. Se a observação de qualquer falta ocorrer durante um evento, por exemplo, com muitas pessoas participantes, o ideal é não fazer alarde. Mais tarde convém uma reunião específica para tratar desses apontamentos, a fim de corrigir os erros e reforçar os acertos Continuidade. No dia-a-dia será natural verificar que alguma vez as atividades não estejam tão vibrantes. Mas na maior parte do tempo o clima que deve ser trabalhado, para que predomine, é o do entusiasmo. Sabemos que manter uma disposição alegre, em várias pessoas ao mesmo tempo, não é tarefa fácil. Assim, o mínimo a fazer é, empenhar-se ao máximo. O pessoal administrativo - conselhos, diretoria e colaboradores - precisa estar unida sempre no ideal focalizado, e fazer deste ideal o guia de todas as atitudes e iniciativas a favor do melhor funcionamento do grêmio. 1718 1819 3 ADMINISTRAÇÃO Um bom grêmio se faz com uma boa administração, a qual prevê: organização geral, ordem, disciplina, planejamento, estabelecimento e cumprimento de metas, controle. Para isso acontecer são precisos bons recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros. Entenda-se por bons recursos humanos - pessoal qualificado - nesse caso, nem tanto por suas aptidões, habilidades e conhecimento; é óbvio que isso deve ser buscado também, que pessoas com estas características são bemvindas à equipe de trabalho. Mas o substancial é que, junto com estas qualidades, somenos uma outra, que é a maior das que se precisa nas realizações igualmente de um Grêmio: a VONTADE. Você já parou para ler num dicionário o significado da palavra vontade? Pois bem, na Nova Enciclopédia de Pesquisa Fase, do Prof. A. A. Almeida, Editora Fase, Rio de Janeiro, 1983, temo-la (resumida): faculdade de querer; disposição voluntária; desígnio; resolução; espontaneidade; apetite; interesse; capricho; empenho; desvelo; espírito, ânimo; dedicação, zelo; propensão natural. De modo que, a falta de vontade numa pessoa é a pobreza de ser. Sua ausência anula as outras qualidades que se tem. Por outro lado, sua presença potencializa estas qualidades e desenvolve outras mais. Por isso, nossos recursos humanos devem ter as melhores qualidades que pudermos encontrar, mas principalmente devem ter: vontade. Que seja formada sua equipe de pessoas que estejam a fim de fazer e acontecer, de ajudar naquilo que se espera e que não se espera também. Que tenham mentalidade boa, para trabalhar em prol dos objetivos e ideais gremistas, que são a amizade, a integração, o aprendizado, a desportividade e outros benefícios, previstos para seus colegas e para a empresa. Que tenham ou criem disponibilidade de tempo para isso, sem que ganhem qualquer remuneração. Que seus numerários sejam a satisfação de superar obstáculos e atingir objetivos. Nos casos em que há funcionários exclusivos, é diferente. Naturalmente estes recebem seus salários como os demais funcionários da empresa. Todavia, mesmo nesses Grêmios, existem pessoas que, tendo sua função na empresa, diferente da do grêmio, também colaboram tendo alguma responsabilidade, realizando e produzindo sem auferir qualquer rendimento por isso. O fazem pelos objetivos e ideais gremistas. Como recursos materiais, consideramos os móveis, mesas de jogos, tabuleiros, bolas, redes, fardamentos, raquetes, a sede contendo praça de esportes, cantina, salão de jogos, salão de festas, vestiários e salas. O objetivo é disponibilizar estes recursos aos funcionários-associados, o máximo possível, em boas condições de uso e de freqüência. Este máximo refere-se ao que os recursos financeiros permitir, após verificação de seu melhor emprego. Para os funcionários-associados em geral, quando não falta nenhum material que utilizam ou está em ordem o espaço que freqüentam, não estamos fazendo nada mais que a nossa obrigação. Mas quando carece alguma coisa ou temporariamente deixa de funcionar, aí eles reclamam e maldizem o culpado. Poucos compreendem a voluntariedade dos colegas que os servem. Vamos tratar como recursos tecnológicos, aqueles utilizados para nos auxiliar na comunicação geral. Seja um computador que nos proverá com cartazes, faixas, comunicados, documentos. Seja um sistema de som, que nos ajudará de modo especial na animação de festas e eventos de todo tipo. Seja uma máquina de demarcar campo de futebol, ou ainda um placar eletrônico. Deve-se sempre ponderar sobre o que se pode, o que se quer e o que é necessário de fato. E é o tamanho do seu grêmio, com o respectivo grau de participação dos funcionários-associados, que dita o poder, o querer e o que é necessário. Guie-se por ele na sua ponderação. Todos estes recursos são tratamos em capítulos específicos, neste livro. E os recursos financeiros, profusamente. De modo que todos eles são relevantes, porém há que se destacar, sem dúvida alguma, uma importância maior para os recursos humanos. 1920 Os que lideram a realização dos objetivos e ideais gremistas, precisam, para ajudá-los, de companheiros que também se identificam com estes mesmos propósitos. Sem o que, frustrariam o entusiasmo de que inicialmente estavam revestidos. O fato é que pessoas boas, dispostas e bem intencionadas merecem para trabalhar com elas, igual companhia. Porque o mau exemplo, se constante e não interrompido com afastamento ou punição, acaba por desestimular os bons. Aí não adianta ter nem ótimos os recursos materiais, tecnológicos e financeiros. Portanto, quando se tratar de trabalho sem rendimento, trabalho voluntário, tem que se buscar, por parte dos principais responsáveis do grêmio, gente com qualidades distintas das pessoas comuns. Elas têm que ter vontade - boa vontade, é claro - sobre a qual já dissemos, e as demais características que a boa vontade pressupõe, por exemplo: confiáveis, perseverantes, pacientes, realizadoras, companheiras, entusiastas, leais e idealistas, além do conhecimento relativo à função que vai desempenhar. É..., não se acha gente assim em qualquer esquina, mas há que se tentar. É preciso trabalhar para obter o melhor que puder e, corrigindo-se erros e enganos, vai-se pouco a pouco formando uma equipe que, dependendo da capacidade dela, fará muita ou pouca coisa em sua gestão. Os tópicos deste capítulo, são: 3.1 Estrutura administrativa Organograma 3.2 Estatuto social 3.3 Oficialização do grêmio 3.1 Estrutura Administrativa - A complexidade da estrutura depende do tamanho do Grêmio, concernente à freqüência que experimenta e à abrangência de suas atividades. E isso mantém relação com a grandeza da empresa, o número de funcionários que ela tem, o que pretende com o grêmio e o apoio que dá a ele. Vamos falar de uma estrutura que sugerimos adequada para um grêmio de empresa com número de funcionários acima de duzentos. E que serve como base para grêmios de qualquer tamanho, no que se refere a quantidade de funcionários na empresa, bastando adequar-se conforme as necessidade e possibilidades. Constitui-se essa estrutura de: um Conselho Deliberativo (quinze pessoas), um Conselho Fiscal (cinco pessoas), uma Diretoria Executiva (sete pessoas) e seus Assistentes e Colaboradores. a) Conselho Deliberativo: formado por pessoas que foram eleitas, por estarem entre os quinze mais votados, através de uma eleição com a participação da maioria dos funcionários-associados presentes em assembléia geral. Neste Conselho, as duas pessoas mais votadas se tornam respectivamente Presidente e Vicepresidente do Conselho Deliberativo, para deliberarem acerca do destino gremista quando da realização das assembléias. Uma das funções deste Conselho é a de escolher quem será o Diretor-presidente e Vice do grêmio. Outra função é julgar sobre questões disciplinares, baseado nos estatutos sociais, para manutenção da ordem. b) Conselho Fiscal: as cinco pessoas que foram eleitas, da décima sexta à vigésima posições - quando da mesma eleição para formação do Conselho Deliberativo - constituem-no e têm a função de representar os funcionários-associados na fiscalização dos resultados gerais, principalmente no que diz respeito às finanças - sua obtenção, controle e aplicação. c) Diretoria Executiva: por escolha do Conselho Deliberativo, tem constituída sua Presidência e Vicepresidência. Estes, depois, é que vêm a escolher e compor sua equipe de Diretores, tendo cada Diretor seu Assistente e Colaboradores, conforme a necessidade. Tem essa equipe, sob o comando de seu Diretor-presidente - durante sua gestão e determinada pelos estatutos - a incumbência de todas as realizações possíveis, previstas, programadas e planejadas em favor dos funcionários-associados. 20 Exibir mais
PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA ARESMUM- ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E ESPORTIVA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MAMBORÊ PARANÁ CAPÍTULO I DA FUNDAÇÃO, DENOMINAÇÃO E FINALIDADES Artigo 1º - A Associação Recreativa Leia mais Estatuto da Associação de Pais e Professores do
CNPJ: 82.898.404/0001-09 Estatuto da Associação de Pais e Professores do CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS Fundada em 1973, Florianópolis/SC C A P Í T U L O I Da Associação e seus fins Art. 1º. - A Associação Leia mais MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais)
MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais) CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE, DURAÇÃO Art. 1.º A SOCIEDADE DE AMIGOS DA Leia mais III - Dos princípios gerais da gestão e ferramentas de gestão interna
CAPITULO I - DOS PRINCÍPIOS GERAIS I Apresentação Ainda que não precisem gerar lucro, as organizações do terceiro setor demandam, cada vez mais, uma gestão profissionalizada, que lhes permita avaliar adequadamente Leia mais b - O sócio Institucional terá anuidade correspondente a dez vezes a dos sócios efetivos e colaboradores.
Regimento Interno da Sociedade dos Zoológicos do Brasil - SZB Da Sociedade Artigo 1º - A sociedade dos Zoológicos do Brasil SZB, fundada em 23 de setembro de 1977, funciona conforme o disposto nos seus Leia mais Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO
Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO Aprovado em Reunião Ordinária do Conselho de Administração conforme registro em ata. Este Regimento Interno Regulamenta Leia mais ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO AEXAL-EEL/USP
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO AEXAL-EEL/USP CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Finalidades Artigo 1º - A Associação dos Ex-Alunos da Leia mais REGIMENTO INTERNO ACECOVALE. Capítulo I Da Sede. Capítulo II Dos Objetivos
REGIMENTO INTERNO ACECOVALE Associação e Centro Cultural Morada do Vale Rua Aurélio Porto, 92 - Morada do Vale 1 Gravataí/RS - CEP: 94.110-120 CNPJ: 88.145.677/0001-69. REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO Leia mais ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02. CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres
ESTATUTO CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02 CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres pág.03 CAPÍTULO III Dos órgãos da Associação e sua administração pág.06 Leia mais Estatuto do GRÊMIO ESTUDANTIL
Modelo de Estatuto Estatuto do GRÊMIO ESTUDANTIL Capítulo I Da denominação, Sede, fins e duração Art.1º - O Grêmio estudantil da Escola funcionará no referido estabelecimento de ensino com duração ilimitada. Leia mais Criação da Associação
Primeira Edição 02/08/2013 ASPREVIC ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA PREVIC BOLETIM INFORMATIVO Nesta edição: Associe-se 2 Prestação de Contas 2 CNPJ 3 Desconto em Folha 3 Festa de final de ano 3 Site em Construção Leia mais 2. DO OBJETIVO Constitui objeto deste EDITAL, seleção de projetos para a realização dos Eventos Juninos nas áreas rurais e distritos de Canindé.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CANINDÉ FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA E ESPORTE DE CANINDÉ EDITAL Nº: 002/2013 EDITAL DE CHAMADA PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS CONCORRENTES PARA A REALIZAÇÃO (APOIO A FESTEJOS JUNINOS) Leia mais Código: ESGE Revisão: 03 Páginas: 08 ESTATUTO SOCIAL GRÊMIO ESTUDANTIL
ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob Leia mais Modelo de estatuto de Associação
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA CAPÍTULO I Da Associação e seus fins Art. 1º - A Associação Brasileira de Arte Fotográfica, ABAF, fundada em 9 de fevereiro de 1951, no Rio de Janeiro Leia mais ESTATUTO DO GRÊMIO DA ESCOLA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Fins e Duração Artigo 1 O Grêmio Estudantil é o Grêmio geral da Escola Nossa Senhora das Graças, fundado no dia 07 de abril de 1992, com sede no estabelecimento e de duração Leia mais ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E PROPRIETÁRIOS DO LOTEAMENTO VILLAGIO I DA DENOMINAÇÃO
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E PROPRIETÁRIOS DO LOTEAMENTO VILLAGIO I DA DENOMINAÇÃO Art. 1º - A Associação dos Moradores e Proprietários do Loteamento VILLAGIO I, com o nome de fantasia ASSOCIAÇÃO Leia mais Gestão dos recursos financeiros da escola
Gestão dos recursos financeiros da escola Objetivo da Aula Evidenciar por meio do PDDE algumas exigências para o gerenciamento dos recursos financeiros e alguns procedimentos úteis que garantem a participação Leia mais SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR
PROGRAMA DE MUNICIPALIZAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR É com satisfação que a Fundação Procon/SP apresenta o novo Programa de Municipalização que tem como objetivo fortalecer o Sistema Estadual Leia mais 1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput).
MODELO DE ESTATUTO DE FUNDAÇÃO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Fundação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos 1, com autonomia administrativa Leia mais REGIMENTO INTERNO DA FEPISA
REGIMENTO INTERNO DA FEPISA Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DE ILHA SOLTEIRA - FEPISA, além das disposições constantes de seu Estatuto, fica sujeita às determinações deste Regimento Leia mais Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José
Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Capítulo 1. Denominação, Sede, Finalidade e Duração Artigo 1º A Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano Leia mais ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - "AMMAR" CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃQ, SEDE, OBJETIVOS E DURAÇÃO Art.1 - Sob a denominação de AMMAR - Associação dos Moradores da Marina Porto Leia mais ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS
ESTATUTO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO Art. 1 o. Sob a denominação APA de Jaboticabal - Associação Protetora dos Animais de Jaboticabal - fica fundada nesta cidade, onde terá sua sede, Leia mais ATAG ASSOCIAÇÃO DA TURMA ALMIRANTE GUILHOBEL FUNDADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 1999
ATAG ASSOCIAÇÃO DA TURMA ALMIRANTE GUILHOBEL FUNDADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 1999 REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DOS PROPÓSITOS ART.1 - A Associação da turma Almirante Guilhobel (ATAG) tem por propósito a promoção Leia mais FEDERAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, DURAÇÃO E FÓRUM. Art. 1º A Associação Capixaba de Pebolim também chamada em sua forma abreviada de ACP, sediada à rua Prefeito Leia mais Estatuto do Grêmio Estudantil
Estatuto do Grêmio Estudantil CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1 O Grêmio Estudantil, é o Grêmio Geral da Escola Estadual de, fundado no dia / /, com sede neste estabelecimento e de Leia mais ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO TIME ENACTUS FACAMP
Título I - Da Entidade Art. 1 - A Associação Time ENACTUS FACAMP (doravante denominado Time ENACTUS FACAMP), fundada em 04 de Outubro de 2012, associação civil, sem fins lucrativos, apartidária, de tempo Leia mais Como Organizar órgãos de Representação dos Estudantes dentro do IFSULDEMINAS
Como Organizar órgãos de Representação dos Estudantes dentro do IFSULDEMINAS Esta é apenas uma sugestão de criação do Grêmio Estudantil e outros órgãos de representação dos estudantes no IFSULDEMINAS, Leia mais ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários
ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão Leia mais ESTATUTO DO DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DAS FACULDADES DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO. Capítulo I Da denominação, fundação e sede.
ESTATUTO DO DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DAS FACULDADES DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO. Capítulo I Da denominação, fundação e sede. Artigo 1º O Diretório Central dos Estudantes das Faculdades de Tecnologia Leia mais 2/5 Art. 16 XI Art.55 - Parágrafo único Art. 57 - III VII VIII
1/5 Alterações de dispositivos do Estatuto Social aprovadas pelo Conselho Deliberativo em 10 de novembro de 2014 visando atender à Portaria nº 224, de 18/09/2014, do Ministério do Esporte, de forma a ser Leia mais ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração Art. 1º - A Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas, Leia mais Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela
Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela Capítulo I Da denominação, da sede, fins e duração ART. 1º - O Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Leia mais CRUZ AZUL DE SÃO PAULO
Estatuto do Grêmio Estudantil CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1 O Grêmio Estudantil, é o Grêmio Geral da Escola Estadual de, fundado no dia / /, com sede neste estabelecimento e de Leia mais FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições:
FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: Artigo I: O Fórum Permanente da Agenda 21 de Saquarema, criado pelo Leia mais ASSOCIAÇÃO DE JOGADORES DE BEACHTENNIS ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS. CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES
1 ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES CAPÍTULO II INDEPENDÊNCIA CAPÍTULO III ADMISSÃO, DIREITOS, DEVERES E PENALIDADES CAPÍTULO IV DA ADMINISTRAÇÃO Leia mais REGIMENTO INTERNO. Respeitar a vida animal, conscientizando e informando pessoas para a mudança dos índices de abandono no Brasil.
REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I - Das finalidades ARTIGO 1º - As atividades desenvolvidas pelo SOUL ANIMAL, Organização da Sociedade Civil de Direito Privado sem fins de lucro reger-se-ão pelas diretrizes Leia mais CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS
CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art.1 o O URUBUZÃO CLUBE DE AMIGOS, fundado em 01 de Agosto de 2007 é uma Associação, sem fins econômicos, que terá duração por tempo indeterminado, sede no Município Leia mais VOLUNTÁRIO TIME ESPERANÇA HUMANO CARIDADE UNIÃO AJUDA AMIZADE TIME CUIDADO FELICIDADE UNIÃO MANUAL DO SERVIÇO PESSOAS PESSOAS AJUDA DOAÇÃO DOAÇÃO
MANUAL DO VOLUNTÁRIO CARIDADE T I M E C O M U N I D A D E UNIÃO GRUPO AMIZADE PESSOAS G R U P O AJUDA T I M E TRABALHO FELICIDADEPESSOAS GRUPO SERVIÇO UNIÃO ESPERANÇA A J U D ASERVIÇO COMUNIDADE G R U Leia mais MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO
MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art.1 o - A (o) também designada (o) pela sigla, (se usar sigla), fundada (o) em de de é uma associação, sem Leia mais ESTATUTO SOCIAL DA ONG Instituto Pró-Pampa Sustentável
CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADES Art. 1 O, de sigla, PRÓPAMPA, é uma organização civil de interesse público de direito privado, sem fins lucrativos, de âmbito Estadual e de tempo Leia mais REGIMENTO INTERNO. - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben)
REGIMENTO INTERNO - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben) Este Regimento Interno, aprovado na Assembléia Geral Ordinária da Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), realizada em 29 Leia mais EDITAL PARA A SELEÇÃO DE AÇÕES VOLUNTÁRIAS DO PROGRAMA VOLUNTÁRIOS VALE
EDITAL PARA A SELEÇÃO DE AÇÕES VOLUNTÁRIAS DO PROGRAMA VOLUNTÁRIOS VALE A VALE S.A., no cumprimento de sua missão de transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, tem implementado Leia mais CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO SEDE E FINS
LIGA ESTATUTO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO SEDE E FINS Art. 1- A Liga constituída em de de, é uma entidade civil, beneficente, sem fins lucrativos de assistência social e orientação, de pessoa jurídica de Leia mais ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS Art. 1º A Associação Comunitária dos Moradores da Vila Basevi é uma ONG Organização Não Governamental, Leia mais PREFEITURA MUNICIPAL DE NEPOMUCENO
LEI N 495, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE ESPORTES E DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Povo do Município de Nepomuceno, Minas Gerais, Leia mais Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br
Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br ÍNDICE SEÇÃO I - DOS SÓCIOS 1 SEÇÃO II - DA ASSEMBLÉIA GERAL 1 SEÇÃO III - DO CONSELHO Leia mais ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE CAPÍTULO I
CAPÍTULO I SEÇÃO I Denominação e Características Art. 1 ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE, neste estatuto denominado GTC, é uma sociedade civil, fundada em 25 de Agosto de 2013, com personalidade distinta Leia mais Art. 2 A Liga possui estatuto, gestão e gerenciamento próprios, tendo a sua Diretoria direitos e deveres para exercer suas funções em estatuto.
Estatuto da Liga de Cirurgia da Universidade Federal de São Carlos. 08/05/2013 Da Disposição Geral Sobre a Liga de Cirurgia da UFSCar Art. 1 - A Liga de Cirurgia da UFSCar é uma instituição acadêmica, Leia mais DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DO IDOSO. Art. 2º. Compete ao Conselho Municipal de Direitos do Idoso:
PROJETO DE LEI Nº 2.093/09, de 30 de junho de 2.009 Dispõe sobre criação do Conselho Municipal de Direitos do Idoso e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE GOIATUBA, Estado de Goiás, faz saber Leia mais ÍNDICE GERAL - OBJETIVO 2 - DIANTE DOS CONSUMIDORES. 2.1 Práticas Proibidas. 2.2 Explicação e Demonstração. 2.3 Respostas e Perguntas.
ÍNDICE GERAL - OBJETIVO 2 - DIANTE DOS CONSUMIDORES 2.1 Práticas Proibidas. 2.2 Explicação e Demonstração. 2.3 Respostas e Perguntas. 2.4 Promessas Verbais. 3 Diante do Plano de Marketing 4 - Conselhos Leia mais ESTATUTO DA EMPRESA FAI JÚNIOR
ESTATUTO DA EMPRESA FAI JÚNIOR Capitulo I - Denominação, Sede, Finalidade e Duração Artigo 1 - A associação civil tem com a denominação social: FAI JÚNIOR, e como o titulo do estabelecimento a expressão Leia mais ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES DOS ESTUDANTES DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA BAHIA. CAPITULO I - DENOMINAÇÃO E SEDE
* Observação: O texto que não tem qualquer formatação especial é o que foi mantido ou proposto. O texto que está sublinhado é a proposta do que deve ser retirado e o que esta entre parêntesis e em itálico Leia mais ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ)
ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, REGIME JURÍDICO, DURAÇÃO, SEDE E FORO Art. 1 - A Associação Nacional de Pesquisa Leia mais E s t a t u t o d a A s s o c i a ç ã o B r a s i l e i r a d e K i t e s u r f
E s t a t u t o d a A s s o c i a ç ã o B r a s i l e i r a d e K i t e s u r f ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE KITESURF (ABK) (Consolidado em 02 de Novembro de 2006) CAPÍTULO I Do nome, jurisdição, Leia mais Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ)
Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ) Capítulo I Da Associação Art. 1º - A Associação Cecília e João (ACJ), entidade de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede em Leia mais REGIMENTO INTERNO CAPITULO I
1 Conselho Municipal do Idoso de São Caetano do Sul Lei n 4.179 de 23/10/2003. R. Heloísa Pamplona, 304 B. Fundação CEP 09520-310 São Caetano do Sul/SP. cmi@saocaetanodosul.sp.gov.br REGIMENTO INTERNO Leia mais INSTITUTO DARWIN INSTITUTO DE APOIO À EVOLUÇÃO DA CIDADANIA REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DO REGIMENTO INTERNO
INSTITUTO DARWIN INSTITUTO DE APOIO À EVOLUÇÃO DA CIDADANIA REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DO REGIMENTO INTERNO Artigo 1º - O presente Regimento Interno visa disciplinar os trabalhos Administrativos, Leia mais ESTATUTO Comissão de Formatura Formandos em Engenharia Ambiental 2013/2 FAESA ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE VITÓRIA. Capítulo I Da Denominação e da Sede
ESTATUTO Comissão de Formatura Formandos em Engenharia Ambiental 2013/2 FAESA ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE VITÓRIA Capítulo I Da Denominação e da Sede Art. 1º - Sob a denominação Formandos em Engenharia Ambiental Leia mais O surgimento de associações de agricultores ocorre em função de três movimentos sociais importante:
1. ASSOCIATIVISMO 1.1. Introdução As formas associativas de trabalho no campo já eram encontradas há muito tempo atrás entre os primitivos povos indígenas da América. As grandes culturas précolombianas Leia mais ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS
ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P Legenda: Texto em negrito: cláusulas que devem necessariamente constar do estatuto, por força da Lei nº 9.790/99 Texto em Leia mais PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO
PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E FINS Art. 1 A União Garcense de Aeromodelismo (UGA) é uma pessoa jurídica de direito privado, entidade Leia mais ESTATUTO DO IDBRASIL CULTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE
ESTATUTO DO IDBRASIL CULTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO Artigo 1º. O IDBRASIL CULTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE, denominado IDBRASIL, é uma associação de direito privado, Leia mais MANUAL DO VOLUNTÁRIO
MANUAL DO VOLUNTÁRIO Dentre todas as coisas que se pode doar a alguém, existe uma que é a mais valiosa: o tempo. E é isso que um voluntário faz. Disponibiliza seu tempo e sua energia para ajudar o próximo, Leia mais REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982
REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - FUNEP, além das disposições constantes de seu Estatuto Leia mais U N I R P A R A F O R T A L E C E R REGIMENTO INTERNO
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS Regimento Interno da ANPAP Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 19 de outubro de 2013, durante o XXII Encontro Nacional Leia mais SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO
SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO Os Fóruns estão começando a rever seus Regimentos Internos e conferindo se estes estão colaborando da melhor forma possível para seu funcionamento. Este Leia mais SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO. Título I Da finalidade, sede e duração
SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO Título I Da finalidade, sede e duração Art. 1º. A Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa, fundada Leia mais DIRETÓRIO ACADÊMICO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ALÉM PARAÍBA Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais Alves Fortes ESTATUTO
ESTATUTO Capítulo I: Da Denominação Artigo 1º - O Diretório Acadêmico da, FACE ALFOR, é entidade máxima de representação dos estudantes dos cursos de Direito, Administração de Empresas e Engenharia Civil Leia mais São distintos os conteúdos expostos pela comunicação interna e externa:
31 6 COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL Um dos principais objetivos da comunicação institucional é o estabelecimento de relações duradouras com os seus públicos. Isso é possível através de ações personalizadas Leia mais ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO. Art. 1º. A ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO INSTITUTO DE RADIOPROTEÇÂO E DOSIMETRIA, ASSIRD, é uma sociedade civil, sem Leia mais ETEC Prof. Horácio Augusto da ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO
Page 1 of 10 ETEC Prof. Horácio Augusto da Silveira ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA ETEC HORÁCIO CÁPITULO I Da Denominação, Sede, Fins e Duração Art. 1º - O Grêmio Estudantil da Escola Técnica Estadual Leia mais ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ
ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica Leia mais Finança Pessoal. Artigo Clube de Investimento Versão completa em PDF Versão 1.0 www.financapessoal.com.br
Bem-vindo aos artigos do Finança Pessoal. Nesse primeiro artigo vamos esclarecer as informações sobre os Clubes de Investimentos e vamos fazer um passo-a-passo de como montar um clube. Esse artigo é uma Leia mais ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MARIA MADALENA Rua Beija-flor, 103 Bombas Bombinhas/SC.
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO CAPÍTULO I Do nome, da Sede, Duração e Objetivo. Art. 1º A Associação de Moradores do Condomínio Residencial Maria Madalena, é uma associação sem fins Leia mais ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E VALORIZAÇÃO. Da denominação, natureza, sede, duração e finalidade da entidade
ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E VALORIZAÇÃO DA VIDA ANIMAL DEIXE VIVER CNPJ/MF 06.273.131/0001-29 CAPITULO I Da denominação, natureza, sede, duração e finalidade da entidade Artigo 1º - A associação Leia mais Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação.
Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. 1) Tipos de Empresas Apresenta-se a seguir, as formas jurídicas mais comuns na constituição de uma Micro ou Leia mais CIRCULAR Nº 3.502. III - exercício de cargos em órgãos estatutários; V - cancelamento da autorização para funcionamento.
CIRCULAR Nº 3.502 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas cooperativas de crédito para instrução de processos referentes a pedidos de autorização e dá outras providências. A Diretoria Colegiada Leia mais Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil.
Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil. Indústria É assim que e Comércio a gente segue Exterior em frente. Introdução Atualmente, muitos Leia mais ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO RODA D ÁGUA
ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO RODA D ÁGUA Capitulo Primeiro Nome e Natureza Jurídica Art. 1 - Sob a denominação de INSTITUTO RODA D ÁGUA, ou pela forma abreviada RODA D ÁGUA fica instituída esta associação Leia mais Associação Técnico Científica Ernesto Luiz de Oliveira Junior ATECEL
Associação Técnico Científica Ernesto Luiz de Oliveira Junior ATECEL Entidade declarada de utilidade pública pelas leis municipal n o. 03-B/74-GP de 15.03.74 e estadual no. 3738 de 20.12.74 ESTATUTO Associação Leia mais ANEXO I - REGULAMENTO OFICIAL Programa Sócio Torcedor NAÇÃO XV do EC XV de NOVEMBRO DE PIRACICABA
ANEXO I - REGULAMENTO OFICIAL Estabelecer regras de funcionamento e uso do Programa Sócio-torcedor NAÇÃO XV do XV de NOVEMBRO DE PIRACICABA, especificando também os direitos e deveres das partes envolvidas. Leia mais DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação, Leia mais REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO
REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO Capítulo I da Finalidade Art. 1o. - Este Regimento Interno complementa e disciplina disposições do Estatuto da Associação Brasileira de Manutenção Leia mais ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE
ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE FATEC JÚNIOR PRAIA GRANDE CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO. Artigo 1º - A Empresa Júnior dos alunos da Faculdade Leia mais AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES
AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSELHO DIRETOR RESOLUÇÃO No- 623, DE 18 DE OUTUBRO DE 2013 Aprova o Regulamento de Conselho de Usuários. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, Leia mais ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO
ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO DOC IV Art. 1º: SOCIALCRED S/A SOCIEDADE DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR E À EMPRESA DE PEQUENO PORTE rege-se pelo presente estatuto social Leia mais Manual de Conduta Escritórios Brasília
Manual de Conduta Escritórios Brasília 1 Prezado parceiro, você acaba de ingressar em um novo modelo de gestão de negócios. Seja bem-vindo. 2 Com o único objetivo de aprimorar o seu negócio vamos apresentar Leia mais Associação Desportiva e Recreativa Escolar Praiense
I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 2 II ARTIGOS EXPRESSOS NOS ESTATUTOS 2 III REGULAMENTAÇÃO INTERNA Símbolos Identificativos Quotização / Outros Encargos Gestão Económico-financeira Conta Bancária da Associação Leia mais remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial
remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das Leia mais EMPRESARIAL VOLUNTARIADO. Aspectos Jurídicos. www.voluntariado.org.br. Apoio:
www.voluntariado.org.br VOLUNTARIADO EMPRESARIAL Aspectos Jurídicos Apoio: No cumprimento de sua missão de "incentivar e consolidar a cultura e o trabalho voluntário na cidade de São Paulo e promover a Leia mais Regimento Interno da Associação Ambientalista Pimentão
Regimento Interno da Associação Ambientalista Pimentão página 1-4 Regimento Interno da Associação Ambientalista Pimentão CAPÍTULO I Da Regulamentação do Regimento Interno Art. 1º - O presente Regimento Leia mais MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA.
MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. 1 Objetivos e Princípios Este Manual tem por objeto o estabelecimento de padrões de conduta e transparência Leia mais 2016 © DocPlayer.com.br Política de Privacidade | Termos de serviço | Feedback

References: Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 ARTIGO 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1
 Artigo 1