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Timestamp: 2016-10-26 19:14:53+00:00

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Perdas por imparidade clientes - contabilistas.net
« em: Dezembro 13, 2014, 07:48:23 pm »
Boa noite colegas,Preciso de ajuda numa quest�o de perdas por imparidade de clientes:Tive conhecimento de um cliente que pediu insolvencia no exercicio anterior, em 2013 n�o foi reconhecida nenhuma perda por imparidade, estando a divida na conta 211. posso em 2014 registar a perda por imparidade a 100% e ser aceite fiscalmente , sendo a data da publica��o da apresenta��o � insolvencia � de 2013.?Do que li (art� 35� 36 e 41�) fiquei com a ideia de que a perda por imparidade n�o ser� aceite no ano seguinte ao da apresenta��o � insolvencia, embora so agora se tenha conhecimento.Cumprimentos,Anabela Marques
Re: Perdas por imparidade clientes
« Responder #1 em: Dezembro 15, 2014, 11:25:33 am »
Bom dia colegas, nenhuma opini�o?Cumps Cita��o de: Anabela Pedro Marques em Dezembro 13, 2014, 07:48:23 pmBoa noite colegas,Preciso de ajuda numa quest�o de perdas por imparidade de clientes:Tive conhecimento de um cliente que pediu insolvencia no exercicio anterior, em 2013 n�o foi reconhecida nenhuma perda por imparidade, estando a divida na conta 211. posso em 2014 registar a perda por imparidade a 100% e ser aceite fiscalmente , sendo a data da publica��o da apresenta��o � insolvencia � de 2013.?Do que li (art� 35� 36 e 41�) fiquei com a ideia de que a perda por imparidade n�o ser� aceite no ano seguinte ao da apresenta��o � insolvencia, embora so agora se tenha conhecimento.Cumprimentos,Anabela Marques
« Responder #2 em: Dezembro 15, 2014, 07:21:50 pm »
Colegas nenhuma ajuda? toda a gente sabe e n�o partilha? Cita��o de: Anabela Pedro Marques em Dezembro 15, 2014, 11:25:33 amBom dia colegas, nenhuma opini�o?Cumps Cita��o de: Anabela Pedro Marques em Dezembro 13, 2014, 07:48:23 pmBoa noite colegas,Preciso de ajuda numa quest�o de perdas por imparidade de clientes:Tive conhecimento de um cliente que pediu insolvencia no exercicio anterior, em 2013 n�o foi reconhecida nenhuma perda por imparidade, estando a divida na conta 211. posso em 2014 registar a perda por imparidade a 100% e ser aceite fiscalmente , sendo a data da publica��o da apresenta��o � insolvencia � de 2013.?Do que li (art� 35� 36 e 41�) fiquei com a ideia de que a perda por imparidade n�o ser� aceite no ano seguinte ao da apresenta��o � insolvencia, embora so agora se tenha conhecimento.Cumprimentos,Anabela Marques
« Responder #3 em: Dezembro 15, 2014, 08:19:10 pm »
Boa noite,O artigo 41.� do IRC n�o fala em prazos para considerar o cr�dito incobravel, por isso desde que tenha a certid�o de insolv�ncia em sua posse pode considerar como cr�dito incobravel.1 - Os cr�ditos incobr�veis podem ser diretamente considerados gastos ou perdas do per�odo de tributa��o nas seguintes situa��es, desde que n�o tenha sido admitida perda por imparidade ou esta se mostre insuficienteb) Em processo de insolv�ncia, quando a mesma for decretada de car�ter limitado ou ap�s a homologa��o da delibera��o prevista no artigo 156.� do C�digo da Insolv�ncia e da Recupera��o de Empresas;
« Responder #4 em: Dezembro 16, 2014, 01:22:37 pm »
Bom dia colega,agrade�o desde j� a resposta, mas a duvida � se perda por imparidade registada em 2014(quando houve o conhecimento que o cliente se apresentou � insolvencia em 2013, e ainda decorre o processo) � aceite fiscalmente em 2014.Quando se conseguir saber se o processo de insolvencia encerrou penso n�o ter duvida � considerado credito incobravel e aceite fiscalmente independenteme nte de ter sido reconhecida a imparidade ou n�o.Neste caso reconhece-se a imparidade a 100% em 2014 de um cliente que se apresentou � insolvencia em 2013 . Por ter sido em periodo diferente do facto tenho duvidas da aceita��o como gasto em 2014.CumpsAnabelaCita��o de: nunomv em Dezembro 15, 2014, 08:19:10 pmBoa noite,O artigo 41.� do IRC n�o fala em prazos para considerar o cr�dito incobravel, por isso desde que tenha a certid�o de insolv�ncia em sua posse pode considerar como cr�dito incobravel.1 - Os cr�ditos incobr�veis podem ser diretamente considerados gastos ou perdas do per�odo de tributa��o nas seguintes situa��es, desde que n�o tenha sido admitida perda por imparidade ou esta se mostre insuficienteb) Em processo de insolv�ncia, quando a mesma for decretada de car�ter limitado ou ap�s a homologa��o da delibera��o prevista no artigo 156.� do C�digo da Insolv�ncia e da Recupera��o de Empresas;
« Responder #5 em: Dezembro 16, 2014, 01:51:23 pm »
Pe�o desculpa, mas n�o tinha compreendido a quest�o dessa forma...A forma se considerar como como perda de imparidade em cr�dito seria atrav�s do artigo 36.� do IRC (2013), mas esse artigo foi revogado em 2014. Por isso na minha opini�o s� poder� considerar a perda por imparidade a 100% quando tiver em sua posse a certid�o de insolv�ncia do cliente (sem certid�o n�o � perda por imparidade, reconhecimento n�o significa que n�o v� receber o valor)...Salvo melhor opini�o...Cita��o de: Anabela Pedro Marques em Dezembro 16, 2014, 01:22:37 pmBom dia colega,agrade�o desde j� a resposta, mas a duvida � se perda por imparidade registada em 2014(quando houve o conhecimento que o cliente se apresentou � insolvencia em 2013, e ainda decorre o processo) � aceite fiscalmente em 2014.Quando se conseguir saber se o processo de insolvencia encerrou penso n�o ter duvida � considerado credito incobravel e aceite fiscalmente independenteme nte de ter sido reconhecida a imparidade ou n�o.Neste caso reconhece-se a imparidade a 100% em 2014 de um cliente que se apresentou � insolvencia em 2013 . Por ter sido em periodo diferente do facto tenho duvidas da aceita��o como gasto em 2014.CumpsAnabelaCita��o de: nunomv em Dezembro 15, 2014, 08:19:10 pmBoa noite,O artigo 41.� do IRC n�o fala em prazos para considerar o cr�dito incobravel, por isso desde que tenha a certid�o de insolv�ncia em sua posse pode considerar como cr�dito incobravel.1 - Os cr�ditos incobr�veis podem ser diretamente considerados gastos ou perdas do per�odo de tributa��o nas seguintes situa��es, desde que n�o tenha sido admitida perda por imparidade ou esta se mostre insuficienteb) Em processo de insolv�ncia, quando a mesma for decretada de car�ter limitado ou ap�s a homologa��o da delibera��o prevista no artigo 156.� do C�digo da Insolv�ncia e da Recupera��o de Empresas;
« Responder #6 em: Dezembro 16, 2014, 01:56:59 pm »
obrigado colegaCumps AnabelaCita��o de: nunomv em Dezembro 16, 2014, 01:51:23 pmPe�o desculpa, mas n�o tinha compreendido a quest�o dessa forma...A forma se considerar como como perda de imparidade em cr�dito seria atrav�s do artigo 36.� do IRC (2013), mas esse artigo foi revogado em 2014. Por isso na minha opini�o s� poder� considerar a perda por imparidade a 100% quando tiver em sua posse a certid�o de insolv�ncia do cliente (sem certid�o n�o � perda por imparidade, reconhecimento n�o significa que n�o v� receber o valor)...Salvo melhor opini�o...Cita��o de: Anabela Pedro Marques em Dezembro 16, 2014, 01:22:37 pmBom dia colega,agrade�o desde j� a resposta, mas a duvida � se perda por imparidade registada em 2014(quando houve o conhecimento que o cliente se apresentou � insolvencia em 2013, e ainda decorre o processo) � aceite fiscalmente em 2014.Quando se conseguir saber se o processo de insolvencia encerrou penso n�o ter duvida � considerado credito incobravel e aceite fiscalmente independenteme nte de ter sido reconhecida a imparidade ou n�o.Neste caso reconhece-se a imparidade a 100% em 2014 de um cliente que se apresentou � insolvencia em 2013 . Por ter sido em periodo diferente do facto tenho duvidas da aceita��o como gasto em 2014.CumpsAnabelaCita��o de: nunomv em Dezembro 15, 2014, 08:19:10 pmBoa noite,O artigo 41.� do IRC n�o fala em prazos para considerar o cr�dito incobravel, por isso desde que tenha a certid�o de insolv�ncia em sua posse pode considerar como cr�dito incobravel.1 - Os cr�ditos incobr�veis podem ser diretamente considerados gastos ou perdas do per�odo de tributa��o nas seguintes situa��es, desde que n�o tenha sido admitida perda por imparidade ou esta se mostre insuficienteb) Em processo de insolv�ncia, quando a mesma for decretada de car�ter limitado ou ap�s a homologa��o da delibera��o prevista no artigo 156.� do C�digo da Insolv�ncia e da Recupera��o de Empresas;
« Responder #7 em: Dezembro 16, 2014, 02:39:41 pm »
Concordo com o colega nunomv.
« Responder #8 em: Dezembro 18, 2014, 10:16:44 am »
Bom dia, colegaAp�s an�lise do IRC 2014, vejo que o artigo 36 foi revogado mas substituido pelo Artigo 28.�-B. Assim j� poder� considerar a perda por imparidade...Artigo 28.�-BPerdas por imparidade em cr�ditos1 - Para efeitos da determina��o das perdas por imparidade previstas na al�nea a) do n.� 1 do artigo anterior, consideram-se cr�ditos de cobran�a duvidosa aqueles em que o risco de incobrabilidad e esteja devidamente justificado, o que se verifica nos seguintes casos: a) O devedor tenha pendente processo de execu��o, processo de insolv�ncia, processo especial de revitaliza��o ou procedimento de recupera��o de empresas por via extrajudicial ao abrigo doSistema de Recupera��o de Empresas por Via Extrajudicial (SIREVE), aprovado pelo Decreto-Lei n.� 178/2012, de 3 de agosto; b) Os cr�ditos tenham sido reclamados judicialmente ou em tribunal arbitral;c) Os cr�ditos estejam em mora h� mais de seis meses desde a data do respetivo vencimento e existam provas objetivas de imparidade e de terem sido efetuadas dilig�ncias para o seu recebimento.2 - O montante anual acumulado da perda por imparidade de cr�ditos referidos na al�nea c) do n�mero anterior n�o pode ser superior �s seguintes percentagens dos cr�ditos em mora:a) 25 % para cr�ditos em mora h� mais de 6 meses e at� 12 meses;b) 50 % para cr�ditos em mora h� mais de 12 meses e at� 18 meses;c) 75 % para cr�ditos em mora h� mais de 18 meses e at� 24 meses;d) 100 % para cr�ditos em mora h� mais de 24 meses.3 - N�o s�o considerados de cobran�a duvidosa:a) Os cr�ditos sobre o Estado, regi�es aut�nomas e autarquias locais ou aqueles em que estas entidades tenham prestado aval;b) Os cr�ditos cobertos por seguro, com exce��o da import�ncia correspondente � percentagem de descoberto obrigat�rio, ou por qualquer esp�cie de garantia real;c) Os cr�ditos sobre pessoas singulares ou coletivas que detenham, direta ou indiretamente, nos termos do n.� 6 do artigo 69.�, mais de 10 % do capital da empresa ou sobre membros dos seus �rg�os sociais, salvo nos casos previstos nas al�neas a) e b) do n.� 1;d) Os cr�ditos sobre empresas participadas, direta ou indiretamente, nos termos do n.� 6 do artigo 69.�, em mais de 10 % do capital, salvo nos casos previstos nas al�neas a) e b) do n.� 1.4 - As percentagens previstas no n.� 2 aplicam-se, igualmente, aos juros pelo atraso no cumprimento das obriga��es, em fun��o da mora dos cr�ditos a que correspondamPe�o desculpa pela leitura errada anteriormente. ..
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References: artigo 41
 artigo 156
 artigo 41
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 artigo 36
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 artigo 36
 Artigo 28
 artigo 69
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