Source: http://docplayer.com.br/6763746-Companhia-de-engenharia-de-trafego-manual-de-sinalizacao-urbana-espaco-cicloviario-criterios-de-projeto-volume-13-revisao-0.html
Timestamp: 2018-06-22 04:44:41+00:00

Document:
Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL DE SINALIZAÇÃO URBANA. Espaço Cicloviário. Critérios de Projeto Volume 13 Revisão 0 - PDF
Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL DE SINALIZAÇÃO URBANA. Espaço Cicloviário. Critérios de Projeto Volume 13 Revisão 0
Download "Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL DE SINALIZAÇÃO URBANA. Espaço Cicloviário. Critérios de Projeto Volume 13 Revisão 0"
Milena Martinho Peres
1 Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL DE SINALIZAÇÃO URBANA Espaço Cicloviário Critérios de Projeto Volume 13 Revisão 0 GPL/Normas Dezembro-2014
2 Introdução Esta norma de projeto faz parte do Manual de Sinalização Urbana, Volume 13, e contém os critérios de projeto para sinalização de circulação de bicicletas na via pública. 1
3 ESPAÇO CICLOVIÁRIO SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1. Objetivo 1.2. Aspectos legais Veículo Equipamentos obrigatórios Regras gerais de circulação, estacionamento e parada 1.3. Conceitos e definições Espaços na via destinados a circulação de ciclos Estacionamentos de bicicletas Integração modal de bicicletas 1.4. Convenção adotada 1.5. Considerações gerais CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DE PROJETO 2.1. Elementos básicos do conjunto bicicleta/ciclista 2.2. Largura dos espaços na via destinados a circulação de ciclos 2
4 2.3. Rebaixamento de calçada Ciclos Tráfego compartilhado/partilhado com pedestres CAPÍTULO 3 SINALIZAÇÃO VERTICAL 3.1 Classificação 3.2. Dimensões 3.3 Suportes 3.4. Posicionamento na via 3.5. Sinalização de regulamentação Preferência de passagem Velocidade Circulação Regulamentação de estacionamento e parada Ciclofaixa locada na pista Outros casos 3.6. Sinalização de advertência Sinais de advertência e informação complementar Advertência especial para ciclistas Advertência especial para pedestres 3.7. Sinalização indicativa educativa CAPÍTULO 4 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL 4.1. Definição e função 4.2. Padrão de cores 4.3. Materiais 4.4. Marcas viárias Marcas longitudinais Linha de divisão de fluxos opostos 3
5 Linha de divisão de fluxos de mesmo sentido Linha de bordo Linha de continuidade Marcas transversais Linha de retenção Faixa de travessia de pedestres Marcação de cruzamento rodocicloviário Marcas de canalização Destinada a separar fluxos entre veículos automotores ou entre veículo automotor e bicicleta Destinada a separar fluxos de bicicletas Destinada a estacionamento afastado do meio fio Marca delimitadora de estacionamento regulamentado Inscrições no pavimento Setas direcionais Seta Sentido de Circulação Setas Vire à Esquerda ; Vire à Direita ; Siga em Frente ou à Esquerda ; Siga em Frente ou à Direita ; Símbolos Símbolo Bicicleta Símbolo Dê a Preferência Legendas Legenda Bicicleta Legenda Domingo Conjunto símbolo Bicicleta e seta Sentido de Circulação CAPÍTULO 5 DISPOSITIVOS AUXILIARES 5.1. Tachão 5.2. Tacha 4
6 5.3. Cilindro delimitador 5.4. Gradil CAPÍTULO 6 SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA 6.1. Conceito 6.2. Características 6.2. Significado e ação do usuário 6.3. Representação gráfica 6.4. Critério de colocação do grupo focal na coluna 6.5. Critérios de uso e locação Critério Critério Critério Critério Critério Considerações finais CAPÍTULO 7 CICLOFAIXA NA PISTA DE ROLAMENTO 7.1. Conceito 7.2. Sinalização vertical de regulamentação Preferência de passagem Velocidade Circulação Estacionamento Ciclofaixa junto ao meio fio Ciclofaixa junto ao canteiro divisor de pista Estacionamento regulamentado junto à ciclofaixa 5
7 7.3. Sinalização vertical de advertência Sinais de advertência e informação complementar Advertência especial para ciclistas Advertência especial de pedestres 7.4. Sinalização vertical indicativa educativa 7.5. Sinalização horizontal Linha de divisão de fluxos opostos Linha de divisão de fluxos de mesmo sentido Linha de continuidade Linha de retenção Marcação de cruzamento rodocicloviário Marca de canalização Inscrição no pavimento Setas direcionais Símbolo Bicicleta Conjunto seta Siga em Frente e símbolo Bicicleta Conjunto seta e símbolo Bicicleta 7.6. Dispositivos auxiliares Tachão Tacha Cilindro delimitador flexível 7.7 Critérios de locação Início da ciclofaixa Ciclofaixa monodirecional em via de mão dupla Ciclofaixa monodirecional no fluxo em via de mão única Ciclofaixa monodirecional no contrafluxo em via de mão única Ciclofaixa bidirecional em via de mão dupla Ciclofaixa bidirecional em via de mão única Ciclofaixa monodirecional junto ao canteiro central Ciclofaixa bidirecional em via com canteiro central Ciclofaixa bidirecional junto ao canteiro central 6
8 7.9. Relacionamento com outra sinalização Ponto de parada de ônibus Linha de retenção antecipada para motocicleta Minirrotatória Ciclofaixa monodirecional Ciclofaixa bidirecional Ondulação transversal e valeta Feira Livre Sinalização de Marcação Área de Conflito Locais demarcados com embarque e desembarque de escolares Mudança de lado de circulação de ciclofaixa bidirecional Baia para embarque e desembarque ou carga e descarga junto à ciclofaixa CAPÍTULO 8 CICLOVIA NO CANTEIRO OU CALÇADA PADRÃO I 8.1. Conceito 8.2. Critérios de uso 8.3. Características de projeto Ciclovia sobre canteiro divisor Ciclovia sobre calçada 8.4. Sinalização vertical de regulamentação Preferência de passagem Velocidade Circulação Estacionamento Ciclovia sobre canteiro divisor de pista Ciclovia sobre calçada 8.5. Sinalização vertical de advertência Sinais de advertência e informação complementar Advertência especial para ciclistas 7
9 Advertência especial para pedestres 8.6. Sinalização Horizontal Linha de divisão de fluxos opostos para bicicleta Linha de bordo Linha de Continuidade Linha de retenção Faixa de travessia de pedestres Marcação de cruzamento rodocicloviário Marca de canalização Conjunto símbolo Bicicleta /seta Conjunto legenda Pare, seta direcional e símbolo Bicicleta Conjunto símbolo Dê a Preferência, seta direcional e símbolo Bicicleta 8.7. Rebaixamento de calçada e piso tátil direcional e de alerta Rebaixamento de calçada para ciclos Piso tátil direcional e de alerta 8.8. Dispositivo auxiliar de sinalização 8.9. Sinalização semafórica Projetos tipo CAPÍTULO 9 ESPAÇO CICLOVIÁRIO PARTILHADO COM PEDESTRE 9.1. Conceito 9.2. Critérios de Uso 9.3. Características de projeto 9.4. Sinalização Vertical Regulamentação Preferência de passagem Velocidade Circulação Estacionamento Ciclofaixa sobre canteiro divisor de pista Ciclofaixa sobre calçada 8
10 9.5. Sinalização vertical de advertência Sinais de advertência e informação complementar Advertência especial para ciclistas Advertência especial para pedestres 9.6. Sinalização horizontal Linha de divisão de fluxos opostos entre ciclista Linha de bordo Linha de Continuidade Linha de retenção Faixa de travessia de pedestres Marcação de cruzamento rodocicloviário Conjunto símbolo Bicicleta /Seta Conjunto legenda Pare, seta direcional e símbolo Bicicleta Conjunto símbolo Dê a Preferência, seta direcional e símbolo Bicicleta 9.7. Rebaixamento de calçada e piso tátil direcional e de alerta Rebaixamento de calçada Piso tátil direcional e de alerta 9.8. Dispositivo auxiliar de sinalização 9.9. Sinalização semafórica Relacionamento com outra sinalização Projetos tipo CAPÍTULO 10 TRÂNSITO COMPARTILHADO PEDESTRES E CICLISTAS Conceito Critérios de uso Sinalização vertical regulamentação Preferência de passagem Velocidade Circulação 9
11 Estacionamento Trânsito compartilhado sobre canteiro divisor de pista Trânsito compartilhado sobre calçada Sinalização hotizontal Rebaixamento de calçada Exemplo de projeto CAPÍTULO 11 PARACICLO Conceito Características Elementos de projeto 11.4 Critérios de uso Critérios de locação Afastamento lateral Outros critérios CAPÍTULO 12 ESTAÇÃO DE BICICLETA DE ALUGUEL Conceito Sinalização vertical de regulamentação Sinalização horizontal Marcação de área de estacionamento regulamentado Marca de canalização- área de proteção Pintura do pavimento Dispositivo auxiliar-cilindro delimitador Critério de locação Área de estacionamento regulamentado rotativo pago Outros casos 10
12 Anexo I Glossário Anexo II - Legislação Anexo III Setas, Símbolos e Legendas Anexo IV - Quadro Resumo de Sinalização Vertical Anexo V - Suportes 11
13 CAPÍTULO 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1. Objetivo Dar prioridade ou preferência à circulação de ciclos na via pública, oferecendo condições mais seguras e possibilitando melhor conforto aos usuários deste meio de transporte, através do uso de sinalização em vias/pistas ou faixas de uso exclusivo ou rotas de circulação, da criação de estacionamentos e da integração modal Aspectos legais Veículo CICLO - veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana. Bicicleta - veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor. Bicicleta elétrica ou motorizada: bicicleta dotada originalmente de motor elétrico auxiliar, bem como aquela que tiver o dispositivo motriz agregado posteriormente à sua estrutura, sendo permitida a sua circulação em ciclovias e ciclo faixas, atendidas as condições estabelecidas na Resolução nº 315 de 08 de maio de 2009 com as alterações dadas pela Resolução nº. 465/13, ambas do CONTRAN, ver Anexo II. 1-1
14 Equipamentos obrigatórios Os equipamentos obrigatórios que equipam a bicicleta são: a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo, art. 105, VI do CTB. O art. 105, 3º do CTB impõe a obrigatoriedade aos fabricantes, importadores, montadores, encarroçadores de veículos e os revendedores de comercializá-los com os equipamentos obrigatórios. Tais equipamentos são regulamentos pela Resolução CONTRAN Nº 46/1998. A supracitada resolução dispensa o uso de espelho retrovisor e campainhas, às bicicletas destinadas à prática de esportes quando em competição Regras gerais de circulação, estacionamento e parada Compete ao órgão com circunscrição sobre a via planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas, artigo 24, inc II do CTB Conforme dispõe o art. 58 do CTB, nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores. Faculta-se à autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via autorizar o tráfego de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa, único, art. 58 do CTB. 1-2
15 Permite ainda a circulação de bicicletas nos passeios, desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, art. 59 do CTB. O CTB conforme disposições contidas no art. 59 combinado com art. 68 e a definição de passeio disposta no Anexo I reconhece a prioridade nos passeios e calçadas ao tráfego de pedestres, todavia admite a utilização de parte da calçada para outros fins, desde que não prejudique o fluxo de pedestres. Este dispositivo legal possibilita o uso partilhado do passeio tanto para pedestres quanto para ciclistas, pela implantação de ciclofaixa bem como a utilização de tráfego compartilhado entre ciclistas e pedestres no passeio, desde que, seja tecnicamente recomendado. O CTB também em seu art. 255 prevê que conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59 constitui-se Infração de natureza média; penalidade - multa; e medida administrativa - remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa. O uso da bicicleta com ciclista desmontado equipara-se ao pedestre em direitos e deveres (art. 68, 1º, do CTB). Destacamos ainda que cabe ao condutor de veículo automotor conforme CTB: antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor durante a manobra de mudança de direção, ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem, art. 38, único. 1-3
16 guardar a distância lateral de um metro e cinquenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta, cujo desrespeito constitui-se infração de natureza média; art. 201; reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito ao ultrapassar ciclista, cujo desrespeito constitui-se infração de natureza grave, art. 220, inc. XIII. Nas vias urbanas, a operação de retorno deverá ser feita nos locais para isto determinados, quer por meio de sinalização, quer pela existência de locais apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de segurança e fluidez, observadas as características da via, do veículo, das condições meteorológicas e da movimentação de pedestres e ciclistas, art. 39.do CTB. Constitui-se infração de trânsito executar operação de retorno passando por cima de calçada, passeio, ilhas, ajardinamento ou canteiros de divisões de pista de rolamento, refúgios e faixas de pedestres e nas de veículos não motorizados; Infração - gravíssima; Penalidade multa, art. 206, inc. III do CTB. O CTB no art. 193 do CTB prevê como infração de trânsito ao veículo que circula sobre ciclovias ou ciclofaixas, ou seja: Transitar em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos: Infração - gravíssima; Penalidade - multa (três vezes) 1-4
17 Conforme disposições contidas no Manual Brasileiro de Fiscalização a palavra trânsito deve ser entendida como circular e não como: circulação, parada e estacionamento para efeitos de aplicação de penalidade prevista neste artigo. O estacionamento sobre ciclovia ou ciclofaixa junto a calçada ou canteiro é proibido, art. 181 o CTB, inc. VIII do CTB, e seu desrespeito caracteriza infração de trânsito ou seja: Estacionar o veículo no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público: Infração - grave; Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção do veículo. Nos locais em que se deseja proibir a parada de veículo automotor sobre ciclofaixa sinalizada junto à calçada deve ser usar o sinal Proibido Parar e Estacionar - R-6c. Quanto à parada sobre ciclofaixa sinalizada junto ao canteiro central tem-se o entendimento que esta operação é proibida tendo em vista a regra estabelecida no artigo 48 combinado com o artigo 49, ambos do CTB, onde temos: Artigo 48 Nas paradas, operações de carga ou descarga e nos estacionamentos, o veículo deverá ser posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto à guia da calçada (meio-fio), admitidas as exceções devidamente sinalizadas e Artigo 49, único. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto para o condutor. 1-5
18 No caso de ciclofaixa regulamentada junto a canteiro central ou divisor de pista optou-se por não sinalizar esta restrição, exceto nos casos que possam gerar dúvida para os usuários da via. A Marcação de Cruzamento Rodocicloviário caracteriza preferência de passagem conforme dispõe o art. 214 do CTB, ou seja: Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado: I - que se encontre na faixa a ele destinada; II - que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo; III - portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes: Infração - gravíssima; Penalidade - multa. IV - quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada; V - que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo: Infração - grave; Penalidade - multa. No local sinalizado com marcação de cruzamento rodocicloviário e sinalização semafórica destinada também à ciclista, este deve obedecer às indicações das luzes. Conforme artigo 89, inc. II do CTB, a sinalização semafórica prevalece sobre os demais sinais. 1-6
19 1.3. Conceitos e definições Espaços na via destinados a circulação de ciclos Do ponto de vista de infraestrutura cicloviária podemos identificar 3 grandes grupos que compõe as tipologias presentes em redes e rotas cicloviárias: a) o espaço totalmente segregado, caracterizado como ciclovia. b) o espaço delimitado na pista, calçada ou canteiro, identificado como ciclofaixa; e c) o espaço compartilhado. a) Ciclovia Ciclovia: pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum, conforme dispõe o Anexo I do CTB. Quanto ao sentido de tráfego as ciclovias podem ser: unidirecional: quando apresenta sentido único de circulação. bidirecional: quando apresenta sentido duplo de circulação. Existem muitas situações capazes de caracterizar uma ciclovia. A mais clássica corresponde ao espaço em desnível com relação à via, separado por elemento físico delimitador (elemento geométrico ou área verde). De outra forma, existem ciclovias no mesmo nível da pista e separadas do fluxo veicular por elementos geométricos, tais como, ilhas, calçadas, blocos pré-moldados e balizadores. Entende-se por ciclovia também quando a separação do fluxo veicular for feita por marca viária no caso canteiro central fictício. Quanto a sua localização na via pública estas podem estar dispostas nas vias laterais das pistas, nos canteiros centrais e calçadas. A sua localização fora da via pública pode se dar em áreas não edificantes, faixas de domínio e parques públicos. 1-7
20 b) Ciclofaixa Conforme disposições contidas no Anexo I o CTB entende-se como: Ciclofaixa - parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica Para efeito deste manual entende-se como: Ciclofaixa: parte da pista, calçada ou canteiro central destinado à circulação exclusiva de bicicletas delimitada por sinalização viária (horizontal, vertical e/ou semafórica), podendo ter piso diferenciado e ser implantada no mesmo nível da pista de rolamento, ou da calçada ou do canteiro. Quanto ao sentido de tráfego a ciclofaixa pode ser: unidirecional: quando apresenta sentido único de circulação; bidirecional: quando apresenta sentido duplo de circulação. c) Espaços compartilhados Passeio compartilhado é o espaço sobre a calçada destinado ao uso simultâneo de pedestres e ciclistas nos termos do art. 59, do CTB. Conforme disposições contidas no artigo supracitado, desde que autorizado e devidamente sinalizado, o órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, pode permitir a circulação de bicicletas no passeio. 1-8
21 Estacionamentos de bicicletas São os espaços públicos ou privados, adaptados e destinados ao estacionamento exclusivo de bicicletas. Os estacionamentos de bicicletas podem ser dos seguintes tipos: a) Público sem zeladoria b) Público com zeladoria c) Privado de uso público ou privativo Entende-se por: Paraciclo: mobiliário urbano utilizado para fixação das bicicletas nos tipos de estacionamentos acima especificados, dispostos individualmente ou em grupo em posição vertical ou horizontal. Zeladoria: a existência de controle de acesso e segurança patrimonial, sendo desejável a proteção das bicicletas contra as intempéries. a) Estacionamentos de bicicleta públicos sem zeladoria: são aqueles implantados em áreas públicas dotadas de paraciclos localizadas nas proximidades de áreas de lazer, de educação, de serviços e comerciais, assim como consorciados à infraestrutura de transporte e da mobilidade urbana. b) Estacionamentos de bicicleta públicos com zeladoria: são aqueles implantados em áreas e instituições públicas dotadas de paraciclos localizadas junto a infraestrutura de transporte e de mobilidade urbana assim como nas proximidades de áreas de lazer, de educação, de serviços e comerciais, assim como consorciados. 1-9
22 c) Estacionamentos de bicicleta privados de uso público são locais destinados a parada e permanência de bicicletas, ofertados aos seus clientes pela iniciativa privada nos seus estabelecimentos ou na via pública, devidamente regulamentados pela autoridade pública local. d) Estacionamentos de bicicleta privados de uso privativo são aqueles destinados a parada e permanência de bicicletas, ofertados exclusivamente aos usuários do estabelecimento pela iniciativa privada. Faculta-se aos órgãos gestores locais, no estabelecimento das políticas de mobilidade urbana, instituir cobrança pelo uso dos estacionamentos de bicicleta, excetuando-se a cobrança dos funcionários no caso do uso privativo. Os locais de estacionamentos devem ser instalados o mais próximo possível dos pontos de destino final das viagens tais como grandes aglomerados de edificações residenciais, estações de transferência transbordo, escritórios, grandes geradores de viagens. As manobras voltadas a retirada dos veículos dos estacionamentos (paraciclos e bicicletários) devem ser executadas com conforto e segurança, distante da área de circulação de todos os veículos, inclusive de ciclovias e ciclofaixas. 1-10
23 Integração modal de bicicletas A integração das bicicletas pode ser dar por meio de facilidades colocadas à disposição do ciclista no acesso e na utilização dos demais modos de transportes. Ela pode ocorrer de três formas: a) Integração com estacionamentos de bicicletas; b) Integração com portabilidade; c) Transporte individual público por bicicleta (bicicletas de aluguel). a) Integração com os estacionamentos de bicicletas: É uma estratégia que necessariamente envolve, além da bicicleta, outro modo de transporte como parte do deslocamento total, utilizando-se dos estacionamentos públicos, definidos no item 13, viabilizando a transferência modal. b) Integração com portabilidade de bicicletas É a facilidade disponibilizada ao ciclista de transportar consigo a bicicleta noutro modo de transporte, sem haver obrigatoriedade de utilização de estacionamentos. c) Transporte individual público por bicicleta Consiste num serviço público, licitado pela autoridade municipal, como parte da política de mobilidade urbana. Consiste na utilização da bicicleta como modo de transporte, isoladamente ou integrado aos demais, podendo inclusive prescindir da necessidade de utilização de estacionamentos públicos nas estações e terminais ou mesmo da portabilidade. 1-11
24 1.4. Convenção adotada Neste Manual os desenhos encontram-se sem escala e as medidas descritas estão sempre expressas em metro. As exceções estão descritas em cada figura. A figura 1.1 apresenta a convenção adotada nos desenhos para calçada, guia, sarjeta, pista e sentido de circulação e grupos focais dos semáforos, Figura 1.2. Figura 1.1. Figura
25 A descrição e os tipos de suportes estão representados no Anexo V e representação gráfica do grupo focal de ciclista no capítulo 6 deste Manual. A Tabela 1.1 apresenta as principais convenções utilizadas neste manual. Tabela 1.1 Legenda Símbolo Significado sentido de circulação linha amarela e espessura da linha tachão tacha cilindro delimitador flexível gradil grupo focal veicular projetado grupo focal veicular em coluna grupo focal ciclista grupo focal pedestre suporte e placa ver Anexo V paraciclo 1-13
26 1.5. Considerações gerais Este manual foi elaborado contendo dois padrões de sinalização horizontal para demarcar o espaço cicloviário. Padrão I: a delimitação do espaço cicloviário é caracterizada pela pintura vermelha de toda a largura útil destinada à circulação de ciclos, acompanhando sempre as marcas longitudinais; Padrão II: a delimitação do espaço cicloviário é caracterizada por uma linha interna vermelha acompanhando as marcas longitudinais; Para projetos a serem desenvolvidos pela SMT/CET deve-se utilizar o Padrão I. 1-14
27 CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DE PROJETO 2.1. Elementos básicos do conjunto bicicleta/ciclista Para dimensionamento dos espaços destinados à circulação da bicicleta é necessário considerar os espaços estático e dinâmico do conjunto bicicleta/ciclista, Figura 2.1. Assim sendo, define-se como: espaço estático, a dimensão do ser humano e da bicicleta, espaço dinâmico, as dimensões de ambos, acrescidas dos espaços ocupados pela movimentação do ciclista sobre o veículo. Nestes espaços estão presentes o comprimento e a largura máxima das bicicletas brasileiras, com 1,75m x 0,60m; sendo a largura de 1,00m resultante da largura do guidão (máximo de 0,60m), acrescida do espaço necessário ao movimento dos braços e das pernas (0,20m para cada lado). O gabarito (espaço dinâmico) adotado, por medida de segurança, deve ser superior em 0,25m na altura e para cada um dos lados, tendo em vista a garantia do equilíbrio dos ciclistas. 2-1
28 Espaço dinâmico Espaço estático medidas em centímetros Figura Largura dos espaços na via destinados a circulação de ciclos Além das dimensões do conjunto bicicleta/ciclista, para o correto dimensionamento dos espaços de circulação é necessário considerar outros aspectos, tais como: volume de ciclistas trafegando em um determinado local; rampas máximas e as características das diversas tipologias. As larguras das infraestruturas a serem criadas dependem dos volumes máximos de ciclistas circulando em uma determinada rota. A Tabela 2.1 apresenta as larguras mínimas a adotar para as estruturas unidirecionais e bidirecionais. Deve ser considerado o número de bicicletas na hora de pico mais movimentada do dia da semana. Importante observar que, muitas vezes, uma determinada rota pode apresentar variações de demanda significativa, principalmente nas proximidades de entradas e saídas de fábricas, em zonas industriais com grande quantidade de empregados. Nesses casos, a largura da infraestrutura cicloviária pode variar ao longo do seu percurso. 2-2
29 Tabela 2.1 Largura do espaço cicloviário conforme volume de bicicletas Tráfego horário (bicicletas por hora/sentido) Largura mínima útil unidirecional Largura mínima útil bidirecional até de 1,20 a 1,50m de 2,25* a 2,50m de a de 1,50 a 2,00m de 2,50 a 3,00m de a de 2,00 a 3,00m de 3,00 a 4,00m mais de de 3,00 a 4,00m de 4,00 a 6,00m Fonte: Manual de Planejamento Cicloviário do GEIPOT, 2001 (*)Alteração feita pela CET. A sarjeta pode ser considerada no cálculo da largura útil, desde que apresente condições de circulação. *Admite-se em situações excepcionais a critério do projetista, largura útil mínima de 2,0m para espaços cicloviários bidirecionais. Deve ser compreendido que a largura útil apresentada na Tabela 2.1 refere-se ao espaço efetivo de circulação da bicicleta, desconsiderando, portanto, as marcas viárias de delimitação, Figura 2.2. Neste sentido, quando da necessidade da implantação de arborização, iluminação pública, paisagismo e outros mobiliários urbanos, tais espaços devem ser acrescidos à largura da infraestrutura cicloviária. No caso de ciclovia, a distância formada entre ela e o espaço da via destinado fluxo de veículos automotores deve ter o mínimo de 0,50 m de largura, sendo desejáveis 0,60 m. Essa recomendação visa garantir que pedestres possam ter um ponto de apoio entre os dois espaços ao executar uma travessia sobre as duas pistas. 2-3
30 As Figuras 2.2 e 2.3 apresenta uma ciclovia sobre canteiro central e os espaços mínimos de 0,50m do bordo do meio fio. Não sendo possível garantir esta distância recomenda-se a colocação de gradil para maior proteção de ciclistas e pedestres. Padrão I Figura 2.2 Padrão II Figura
31 No caso de existência de estacionamento regulamentado junto ao espaço cicloviário deve ser resguardada a existência de uma largura útil mínima de 1,0m. Este espaço visa evitar acidentes quando da abertura das portas e permitir o acesso de agentes de fiscalização no caso de estacionamento regulamentado rotativo pago, Figuras 2.4 e 2.5. Padrão I Figura 2.4 Padrão II Figura
32 2.3. Rebaixamento de calçada Ciclos A rampa de acesso a espaços cicloviários em desnível com relação à pista deve ser feita conforme desenhos das Figuras 2.6 e 2.7. Figura 2.6 Figura
33 Sobre o canteiro ou calçada, o fim da rampa deve distar no mínimo a 0,50m de qualquer marca viária, Figuras 2.7 e 2.8. Padrão I Padrão II Figura Tráfego compartilhado/partilhado com pedestres O rebaixamento da calçada ou canteiro partilhada ou compartilhada com pedestres deve respeitar as disposições contidas na norma de Rebaixamento de Calçada Revisão 3 contida na Resolução CPA/SEHAB-G/011/2003. Neste caso a inclinação máxima da rampa de acesso deve ser de 8,33%. 2-7
34 CAPÍTULO 3 SINALIZAÇÃO VERTICAL 3.1 Classificação A sinalização mais utilizada na delimitação de espaços cicloviários consiste em: Sinalização de regulamentação: contêm mensagens imperativas cujo desrespeito constitui infração; Sinalização de advertência: são sinais cuja finalidade é alertar os usuários da via quanto a situações de risco relativas à circulação de bicicletas; Sinalização especial de advertência: contêm informações que advertem sobre situações específicas; Sinalização especial de advertência para ciclistas: contêm mensagens para ciclistas; Sinalização especial de advertência para pedestres: contêm mensagens para pedestres; Sinalização indicativa educativa: contêm mensagens quanto ao comportamento adequado relacionados aos trajetos para ciclistas Dimensões As dimensões recomendadas para os sinais de regulamentação e advertência estão estabelecidos na Tabela
35 Os valores referem-se ao diâmetro dos sinais circulares de regulamentação e ao lado do quadrado dos sinais de advertência, com as respectivas exceções. Tabela 3.1 Uso Vias urbanas (exceto trânsito rápido) e espaços cicloviários demarcados na pista de rolamento e no sentido do fluxo veicular automotor Nos casos em que a sinalização destina-se exclusivamente aos ciclos Áreas protegidas por legislação especial Lado ou Diâmetro (m) Sinal R-1 Lado (m) Sinal R-2 Lado (m) Sinais A-26a e A-26b Lado maior e Lado menor (m) 0,50 0,25 0,75 0,50 x 0,25 0,40 0,18 0,50 0,50 x 0,25 0,30 0,18 0,40 0,40 x 0,20 Dimensões maiores a estabelecidas na Tabela 3.1 podem ser utilizadas a critério do projetista, conforme características do local Suportes Os suportes das placas de sinalização devem manter os sinais permanentemente na posição apropriada, impedindo que balancem, sejam girados ou deslocados. Deve-se, sempre que possível, aproveitar ao máximo os elementos de sustentação porventura existentes como postes de iluminação pública, colunas semafóricas ou de sinalização vertical. Os tipos de suportes utilizados para fixação das placas estão previstos no MSU- Orientação - Volume IV, descritos no Anexo V, deste manual. Em coluna semafórica em que ocorre restrição de espaço para colocação de placa devido à existência de outras placas e de grupos focais pode ser utilizado o suporte denominado bpcs, braço projetado para coluna semafórica que permite a sua fixação nesta coluna, Figura
36 Figura Posicionamento na via A altura e o afastamento lateral de colocação das placas de sinalização estão especificados nas Figuras 3.2 e 3.3, valendo tanto para as placas de regulamentação, como para as de advertência e indicativas. A regra geral de posicionamento das placas de sinalização consiste em colocá-las no lado direito da pista, no sentido do fluxo de tráfego, exceto nos casos previstos neste manual e na sinalização destinada a ciclistas e pedestres que deve ser determinada por estudos de engenharia. A borda inferior da placa ou do conjunto de placas colocada lateralmente à via deve ficar a uma altura livre entre 2,10m e 2,30m em relação ao solo ou superfície da pista, Figura 3.2. Pode ser adotada altura livre entre 1,0 m e 2,10 m quando a locação da placa não interfere na circulação de pedestres ou ciclistas. 3-3
37 O afastamento lateral medido entre a borda lateral da placa e a borda da pista deve ser, no mínimo, de 0,30 m para trechos retos da via e de 0,40 m para trechos em curva, Figura 3.3. Figura 3.2 Figura 3.3 Em espaço cicloviário sobre calçada ou canteiro recomenda-se adotar dimensões da placa de 0,40m e o afastamento lateral da borda da placa ao espaço cicloviário pode ser eliminado quando não interfere na circulação de ciclos ou pedestres. 3-4
38 3.5. Sinalização de regulamentação Preferência de passagem A introdução do espaço cicloviário exige a definição de preferência de passagem em cruzamentos não sinalizados e a reavaliação dos já sinalizados. Refere-se aos sinais que determinam os fluxos de veículos automotores ou ciclos que devem parar ou dar preferência de passagem, em fluxos que se cruzam. São caracterizados, a seguir, os sinais: Parada obrigatória - R-1 Figura 3.4 Assinala ao ciclista e/ou ao condutor de veículo automotor a obrigatoriedade de parar seu veículo antes de entrar ou cruzar a via/pista. Critérios uso O sinal R-1 deve ser utilizado quando se deseja reforçar ou alterar a regra geral de direito de passagem prevista no art. 29, inciso III, do CTB. A introdução do espaço cicloviário na malha viária pode determinar a variação do direito de passagem em interseções e após analise de engenharia devem ser observados os seguintes critérios: 3-5
39 Em interseção não sinalizada com direito de passagem avaliar se a via sinalizada com espaço cicloviário passou a ter direito de passagem sobre a transversal. Caso positivo deve-se sinalizar a via transversal com placa e legenda PARE, Figura 3.5. Padrão I Padrão II Figura
40 Caso negativo deve-se sinalizar a via com espaço cicloviário com placa e legenda Pare para as aproximações conforme geometria e fluxos de veículos automotores e bicicletas, Figura 3.6. Padrão I Padrão II Figura
41 Quando o fluxo de veículo automotor apresenta brecha com distâncias entre veículos que possibilitem ao ciclista tempo suficiente para a travessia segura mas o local não fornece ao ciclista visibilidade adequada ou suficiente para a tomada de decisão sem a necessidade de parar o ciclo deve-se sinalizar a aproximação o sinal R-1, Figura 3.7. Padrão I Padrão II Figura
42 Quando o fluxo de veículo automotor não apresenta brecha entre veículos com distâncias adequadas à travessia segura deve-0se sinalizar a aproximação com sinalização semafórica Critérios de locação A placa deve ser colocada no lado direito da via/pista, o mais próximo possível do ponto de parada da bicicleta. Em pistas ou espaços cicloviários com sentido único de circulação, em que o posicionamento da placa à direita não apresente boas condições de visibilidade, este sinal pode ser repetido ou colocado à esquerda. Relacionamento com outra sinalização Em espaço cicloviário, o sinal R-1 deve ser acompanhado de legenda PARE, seta e símbolo Bicicleta e pode ser acompanhado de linha de retenção, ver item A área de interseção deve ser sinalizada com linha de continuidade fornecendo orientação visual para travessia, não devendo ser utilizada a marcação de cruzamento rodocicloviário, Figuras 3.6 e
43 Dê a preferência - R-2 Figura 3.8 Assinala ao condutor de bicicleta a obrigatoriedade de dar preferência de passagem ao veículo que circula na via em que vai entrar ou cruzar, devendo para tanto reduzir a velocidade ou parar seu veículo, se necessário. Critérios de uso Quando o fluxo de veículo automotor apresenta brechas com distâncias entre veículos que possibilitem ao ciclista tem suficiente para a travessia segura e o local de travessia fornece ao ciclista visibilidade adequada e suficiente para a tomada de decisão para a realização desta operação sem a necessidade de parar, deve-se sinalizar a aproximação do espaço cicloviário com o sinal R-2 Critérios de locação A placa deve ser colocada antes da interseção no lado direito da via/pista, o mais próximo possível do ponto de parada da bicicleta, respeitado os critérios de colocação. 3-10
44 Padrão I Padrão II Figura 3.9 Relacionamento com outra sinalização Em espaço cicloviário, o sinal R-2 deve ser complementado com a inscrição no pavimento do símbolo Dê a Preferência, seta e símbolo Bicicleta, ver item A área de interseção deve ser sinalizada com linha de continuidade fornecendo orientação visual para travessia, não devendo ser utilizada a marcação de cruzamento rodocicloviário, Figura
45 3.5.2 Velocidade Todas as vias que possuem espaço cicloviário locado na pista devem ser regulamentadas com placa de velocidade máxima permitida. Velocidade Máxima Regulamentada - R-19V40 Figura 3.10 Em via coletora, onde inexiste sinalização informando a velocidade, deve ser colocada regulamentação de 40 km/h e nas locais manter 30km/h. Quando a via com faixa ou pista de circulação exclusiva de bicicleta ocorre só em determinado dia da semana e/ou horário, e a velocidade regulamentada da via é superior a 40 km/h, a regulamentação de velocidade, 40km/h, deve acompanhar o horário de funcionamento da faixa R-19V-40Exp1 Figura
46 Neste caso, a regulamentação de velocidade com horário deve ficar abaixo da velocidade regulamentada para a via, Figura exemplo de aplicação Figura 3.12 Via arterial regulamentada com velocidade de 60km/h deve ser regulamentada com 50km/h. Via arterial regulamentada com velocidade superior a 60km/h e com espaço ciclovário demarcado na pista, o valor da velocidade deve ser definido junto à Gerência de Segurança de Trânsito. Via regulamentada com velocidade superior a 40km/h e com espaço cicloviário demarcado sobre canteiro ou calçada deve-se manter a velocidade regulamentada para a via. Valores inferiores podem ser determinados por estudos de engenharia. A locação da placa Velocidade Máxima Permitida-R-19 deve respeitar os critérios estabelecidos no item 13V - Sinalização Vertical de Regulamentação Sinal R-19 de 10/2012, da pasta de Critérios de Sinalização Diversos. 3-13
47 3.5.3 Circulação Os sinais utilizados para regulamentar a circulação de ciclistas são: Circulação Exclusiva de Bicicletas - R-34 Figura 3.13 Assinala a área, trecho de via/pista ou faixa destinado á circulação exclusiva de bicicletas. Critérios de uso O sinal R-34 deve ser utilizado quando se deseja restringir o uso de uma área/pista ou faixa ou canteiro à circulação exclusiva de bicicletas. Critérios de locação O sinal R-34 tem a partir do ponto onde é colocado, devendo ser repetido após acessos. Em trechos longos o sinal deve ser repetido a no máximo a cada 200m. O fim da circulação exclusiva de bicicleta deve ser assinalado com a mensagem término ou pelas características físicas da via, ver placa de códigos R-34t ou outros códigos conforme sistema específico de sinalização tais como a ciclofaixas operacionais. O sinal deve ser colocado no início do trecho com circulação exclusiva, à direita, ou à esquerda ou em ambos os lados conforme o caso. 3-14
48 Em interseções o sinal deve colocado no mínimo a 2,0m e no máximo a 5,0m do prolongamento do meio fio ou bordo da via/pista transversal ou canteiro central, Figuras 3.14 e Nos casos em que o sinal precisa ser visto também pelo fluxo de trânsito da via transversal, o sinal deve ser colocado em ângulo que permita a adequada visibilidade. Padrão I Padrão II Figura
49 Padrão I Padrão II Figura
50 Circulação Exclusiva de Bicicletas- Término - R-34t Figura 3.16 Assinala o término da área, trecho de via/pista ou faixa destinado à circulação exclusiva de bicicletas. Em ciclofaixa que operam somente em determinados períodos e onde é necessário esclarecer aos condutores qual a faixa destinada a circulação exclusiva em determinado período, o sinal R-34 pode ser acrescido da informação término e seta. R-34-1at R-34-1bt R-34-2th Figura 3.17 Critérios de locação O sinal R-34t regulamenta o ponto onde termina a restrição. De acordo com as características físicas, esta placa pode ser suprimida desde que fique claro para o usuário o término da restrição. O sinal deve ser colocado no fim do trecho com circulação exclusiva, à direita, ou à esquerda ou em ambos os lados conforme o caso. 3-17
51 Ciclistas à Esquerda, Pedestres à Direita - R-36a Figura 3.18 O sinal R-36a regulamenta o trânsito de ciclistas à esquerda e pedestres à esquerda e pedestres à direita da área da via/pista Critérios de uso O sinal R-36a deve ser utilizado quando se deseja regulamentar o lado da circulação de ciclistas e pedestres na faixa, via/pista ou passeio. Critérios de locação O sinal R-36a tem validade a partir do ponto onde é colocado. A placa deve ser colocada no início da regulamentação de frente para pedestres e ciclistas, à direita, ou à esquerda, ou em ambos os lados, garantindo a visibilidade de ambos. O sinal R-36a pode ser acompanhado de sinalização horizontal e/ou dispositivos auxiliares. 3-18
52 Pedestres à Esquerda, Ciclistas à Direita - R-36b Figura 3.19 Regulamenta o trânsito de pedestres à esquerda e ciclistas à direita da via/pista. Critérios de uso O sinal R-36b deve ser utilizado quando se deseja regulamentar o lado da circulação de ciclistas e pedestres na faixa, via/pista ou passeio. Critérios de locação O sinal R-36b tem validade a partir do ponto onde é colocado. A placa deve ser colocada no início da regulamentação de frente para pedestres e ciclistas, à direita, ou à esquerda, ou em ambos os lados, garantido a visibilidade de ambos. Relacionamento com outra sinalização O sinal R-36b pode ser acompanhado de sinalização horizontal e/ou dispositivos auxiliares. Ver Capítulo 9, Espaço Cicloviário Partilhado com Pedestres. 3-19
53 Circulação Compartilhada de Ciclistas e Pedestres R-36c Exp1 Figura 3.20 Assinala que o passeio, passarela, a área, trecho de via/pista ou faixa(s) é de circulação compartilhada de ciclistas e pedestres. Critérios de uso O sinal R-36c deve ser utilizado quando se deseja: permitir a circulação de bicicleta no passeio e passarela, conforme dispõe o artigo 59 e o artigo 68, ambos do CTB; regulamentar o uso de uma área, via/pista ou faixa(s) de circulação compartilhada de ciclista e pedestre. O sinal R-36c tem validade a partir do ponto onde é colocado, devendo ser repetido após acessos, até o final do trecho de circulação com a informação complementar de término. Em trechos longos recomenda-se que seja repetido a cada 150m. 3-20
54 Padrão I Padrão II exemplo de aplicação Figura
55 Critérios de locação A placa deve ser colocada de frente para pedestre e ciclista, no início do trecho da circulação compartilhada, à direita ou à esquerda, ou em ambos os lados, conforme o caso. Relacionamento com outra sinalização Pode ser antecedido pelo sinal de advertência, A-30c, Trânsito Compartilhado por Ciclistas e Pedestres informando que o passeio, passarela, área, trecho de via/pista ou faixa(s) é de circulação compartilhada de ciclistas e pedestres. Ver Capítulo 10, Espaço Cicloviário Compartilhado com Pedestres e Ciclistas. 3-22
56 3.5.4 Regulamentação de estacionamento e parada Ciclofaixa locada na pista a) Ciclofaixa junto ao meio fio. Para ciclofaixa locada junto ao meio fio deve ser utilizado o sinal R-6c, Proibido Parar e Estacionar, conforme critérios de locação estabelecidos no MSU- Regulamentação- Volume 2- Critérios de Projeto. Figura 3.22 b) Ciclofaixa junto ao canteiro divisor de pista. Não deve ser colocada regulamentação de proibição de estacionamento e parada exceto nos casos em que possam gerar dúvidas aos usuários da via. c) Estacionamento regulamentado junto à ciclofaixa O estacionamento pode ser de uso prolongado ou rotativo pago, não devendo ser utilizado para os casos de curta duração e deve ser destinado a veículos leves, no caso automóvel e caminhonete. A regulamentação deve ser feita com o uso do sinal R-6b - Estacionamento Regulamentado e informação complementar Na linha branca de demais informações como o tipo de veículo, e demais condições de estacionamento Figura A placa deve ser locada na calçada junto ao meio fio acompanhada de marca de estacionamento regulamentado e marca de canalização. 3-23
57 R-6b-75 R-6bExp116 Figura 3.23 A marca de estacionamento regulamentado segue padrão estabelecido para esta sinalização devendo ser acompanhada de marca de canalização locada entre a ciclofaixa e o estacionamento de no mínimo 1,0m de largura, conforme desenho da Figura 3.24 para o padrão I e Figura 3.25 para o padrão II. Ver item 4.4.4, marca de controle de estacionamento e parada deste manual. Padrão I Figura
58 Padrão II Figura Outros casos No caso de espaços cicloviários demarcados sobre calçada ou canteiro, partilhado ou compartilhado com pedestres, ver capítulo para cada situação. 3-25
59 3.6. Sinalização de advertência Os sinais mais utilizados são: Sinais de advertência e informação complementar Trânsito de Ciclistas - A-30a Sentido Único- A-26a ou Sentido duplo - A-26b A-30a A-26a A-26a A-26b Figura 3.26 Adverte ao condutor de veículo automotor e aos ciclistas que a via transversal existe espaço cicloviário unidirecional ou bidirecional Critérios de Uso Esta sinalização deve ser utilizada: na via transversal arterial ou coletora regulamentada com 50 km/h, na via transversal de via com sentido único de circulação e ciclos no contrafluxo; em situações de risco em que se torna necessário advertir os condutores da existência de via com ciclofaixa ou ciclovia. De acordo com o sentido de circulação da ciclofaixa ou ciclovia deve ser utilizado o sinal A-30a acompanhado do sinal A-26a para unidirecional ou A-26b para bidirecional. 3-26
60 Critérios de locação Devem ser colocados na esquina anterior à direita da via transversal, conforme sentido de circulação, no máximo a 30m da esquina. Em pista com sentido único de circulação, em que o posicionamento da placa à direita não apresente boas condições de visibilidade, este sinal pode ser repetido ou colocado também à esquerda da via transversal, particularmente se ela tiver 3 ou mais faixas de rolamento. Padrão I Padrão II exemplo de aplicação Figura
61 Trânsito de Ciclistas - A-30a A xxm AC-1 Figura 3.28 Adverte ao condutor de veículo automotor e aos ciclistas a existência de ciclovia ou ciclofaixa na distância indicada. Critérios de uso Deve ser utilizada para advertir o início de ciclovia ou ciclofaixa sinalizada, na distância indicada. Quando o início da ciclofaixa ou ciclovia encontra-se na próxima quadra pode ser utilizada a informação complementar Próxima Quadra em substituição a mensagem de distância. Critérios de locação Deve ser colocada antes do trecho regulamentado à esquerda ou à direita conforme o trecho de pista em que está locada a ciclofaixa ou ciclovia. 3-28
62 Padrão I Padrão II exemplo de aplicação Figura
63 Trânsito de Ciclistas - A-30a Próxima Quadra- AC-2 Figura 3.30 Adverte ao condutor de veículo automotor e aos ciclistas a existência de ciclovia ou ciclofaixa na Próxima Quadra. Critérios de uso Deve ser utilizada para advertir o início de ciclovia ou ciclofaixa sinalizada, na próxima quadra. Critérios de locação Deve ser colocado na quadra anterior em que se inicia a regulamentação da ciclovia ou ciclofaixa à esquerda ou à direita conforme sua localização na pista da via. 3-30
64 Passagem Sinalizada de Ciclistas - A-30b Figura 3.31 Adverte os condutores da existência, adiante, de marcação de cruzamento rodocicloviário. Critérios de uso Deve ser utilizado quando a marcação de cruzamento rodocicloviário for de difícil percepção pelo condutor ou que possa comprometer a segurança dos usuários da via.. Critérios de locação A placa deve ser colocada no lado direito da via/pista Em pista com sentido único de circulação, em que o posicionamento da placa à direita não apresente boas condições de visibilidade, este sinal pode ser repetido ou colocado à esquerda. 3-31
65 Padrão II Figura
66 Passagem Sinalizada de Ciclistas - A-30b A-30b- e AC-1 A-30b-1 Figura 3.33 Adverte os condutores da existência, adiante, de marcação de cruzamento rodocicloviário na distância indicada. Critérios de uso Deve ser utilizada quando a marcação de cruzamento rodocicloviário for de difícil percepção pelo condutor ou que possa comprometer a segurança dos usuários da via. Critérios de locação A placa deve ser colocada no lado direito da via/pista. Em pista com sentido único de circulação, em que o posicionamento da placa à direita não apresente boas condições de visibilidade, este sinal pode ser repetido ou colocado à esquerda. 3-33
67 Passagem Sinalizada de Ciclistas Travessia e Seta - A-30b2h Figura 3.34 Assinala ao condutor de veículo o local exato onde está locada a marcação de cruzamento rodocicloviário. Critérios de uso Deve ser utilizada em locais em que a marcação de cruzamento rodocicloviário não apresenta boa visibilidade. Critérios de locação Recomenda se sua locação sobre a marcação de cruzamento rodocicloviário e se necessário ser precedida do sinal A-30b indicando a distancia da marcação. 3-34
68 Passagem Sinalizada de Ciclistas Travessia no Retorno - A-30b-3h Figura 3.35 Adverte os condutores da existência, adiante, de marcação de cruzamento rodocicloviário no retorno. Critérios de uso Deve ser utilizado quando a marcação de cruzamento rodocicloviário locada no retorno for de difícil percepção pelo condutor ou que possa comprometer a segurança dos usuários da via. Figura 3.36 Critérios de locação A placa deve ser colocada no canteiro a no máximo 50m antes do retorno. Figura
Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL DE SINALIZAÇÃO URBANA Regulamentação de Estacionamento e Parada Ponto de Ônibus Critérios de Projeto Revisão 01 Volume 10 Parte 1 Março - 2001 PONTO DE ÔNIBUS
10. POSICIONAMENTO DA SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA
10. POSICIONAMENTO DA SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA Os dispositivos de sinalização semafórica devem ser implantados segundo critérios de projeto, de modo que a informação resultante para os condutores de veículos
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE PROJETO DE SINALIZAÇÃO VIARIA NA AVENIDA ORESTES BAIENSE E REVITALIZAÇÃO DAS RUAS ADJACENTES PRESIDENTE KENNEDY - ES
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE PROJETO DE SINALIZAÇÃO VIARIA NA AVENIDA ORESTES BAIENSE E REVITALIZAÇÃO DAS RUAS ADJACENTES PRESIDENTE KENNEDY - ES MEMORIAL DESCRITIVO CADERNO Nº 04 Memorial Descritivo De
Placas de regulamentação. R-4a Proibido virar à esquerda. R-8a Proibido mudar de faixa ou pista de trânsito da esquerda para direita
Sinalização Sinalização vertical Código de Trânsito Brasileiro (CTB) Anexo II Conselho Nacional de Trânsito (Contran) De acordo com sua função, a sinalização vertical pode ser de regulamentação, de advertência
RELATÓRIO QUADRIMESTRAL - LEI MUNICIPAL Nº 8.291/ 2007 - PERÍODO DE 01/05/14 A 31/08/14. I - Multas por Enquadramento
74550 Excesso de velocidade superior em até 20% ao permito na via 17.344 85,13 1.476.494,72 73662 Dirigir veículo utilizando-se de telefone celular 4.366 85,13 371.677,58 60503 Avançar o sinal vermelho
Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL PARA INSTALAÇÃO DE PARACICLOS NA CIDADE DE SÃO PAULO. Paraciclos
Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL PARA INSTALAÇÃO DE PARACICLOS NA CIDADE DE SÃO PAULO Paraciclos Departamento de Planejamento, Estudos e Projetos Cicloviários - DCL Maio-2015 INTRODUÇÃO Este manual,
RESOLUÇÃO Nº 160, DE 22 DE ABRIL DE 2004.
RESOLUÇÃO Nº 160, DE 22 DE ABRIL DE 2004. Aprova o Anexo II do Código de Trânsito Brasileiro. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando da competência que lhe confere o art. 12, inciso VIII, da
LEI N 759/2014 SÚMULA: DISPÕE SOBRE O SISTEMA VIÁRIO DO MUNICÍPIO DE SANTA CECÍLIA DO PAVÃO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS; Faço saber que a Câmara Municipal de, Estado do Paraná, aprovou e eu, José Sérgio Juventino,
PRÁTICAS DE ESTACIONAMENTO EM BELO HORIZONTE
APRESENTAÇÃO 5 OBJETIVO 6 Considerações da UITP 6 Recomendações da UITP para Políticas de Estacionamento 8 PARTE I - CONSIDERAÇÕES INICIAIS 11 1. Conceitos básicos 11 2. O CTB e as normas para circulação
PARTE 3 MÉTODOS E TÉCNICAS DE TRAFFIC CALMING
PARTE 3 MÉTODOS E TÉCNICAS DE TRAFFIC CALMING 3.1 INTRODUÇÃO Esta parte do manual tem por objetivo apresentar os métodos e técnicas de traffic calming que podem ser usados no tratamento de áreas ambientais.
MANUAL DE SINALIZAÇÃO RODOVIÁRIA 2ª edição
MANUAL DE SINALIZAÇÃO RODOVIÁRIA 2ª edição VOLUME I PROJETO 2006 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM Manual de sinalização rodoviária. -- São Paulo
PROJETO DE LEI Nº 6.207, de 2013
COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 6.207, de 2013 (Apensado o PL nº 6.761, de 2013) Altera a Lei nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano, a
ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Seção de São Paulo ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Seção de São Paulo DIREITOS E DEVERES DOS CICLISTAS Patrocínio 2013 capa.indd 2 4/4/2013 16:02:49 COMISSãO permanente DO MeIO
ANEXO I DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES Para efeito deste Código adotam-se as seguintes definições: ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da pista de
ANEXO I DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES Para efeito deste Código adotam-se as seguintes definições: ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacionamento de veículos,
Cód. 15 Analista Transporte e Trânsito Jr.
EMPRESA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DE CAMPINAS S/A EMDEC CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2007 Cód. 15 Analista Transporte e Trânsito Jr. 1. Na sinalização horizontal a linha simples secionada na cor amarela
2. Critérios PA escolha e priorização ao atendimento das escolas. 2.1.1. Levantamento das escolas particulares, estaduais e municipais por Dec s
SP 01/93 NT 160/93 Projeto e Operação Escola Engº Waldemar A.C. Christianini (GET2) 1. Introdução O presente trabalho tem por objetivo principal adequar as condições de tráfego da malha viária junto às
Ciclofaixas - análise da legislação e das normas brasileiras
CICLOVIAS AN P Ciclofaixas - análise da legislação e das normas brasileiras Marcos Feder Empresa Pública de Transporte e Circulação de Porto Alegre - EPTC E-mail: mfeder@eptc.prefpoa.com.br Por esse motivo,
Volume I Sinalização Vertical de Regulamentação. Volume II Sinalização Vertical de Advertência. Volume III Sinalização Vertical de Indicação.
1. APRESENTAÇÃO O Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, elaborado pela Câmara Temática de Engenharia de Tráfego, da Sinalização e da Via, abrange todas as sinalizações, dispositivos auxiliares,
AS DENOMINADAS CICLOVIAS CARIOCAS: UMA AVALIAÇÃO À LUZ DA LEGISLAÇÃO FEDERAL E DAS RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS. Regina Malaguti 1. Camilo Michalka Jr.
7 e 8 Novembro 2012 ISSN 2175-3695 AS DENOMINADAS CICLOVIAS CARIOCAS: UMA AVALIAÇÃO À LUZ DA LEGISLAÇÃO FEDERAL E DAS RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS Regina Malaguti 1 Camilo Michalka Jr. 2 RESUMO A bicicleta,

References: artigo 24
 artigo 48
 artigo 49
 Artigo 48
 Artigo 49
 artigo 89
 artigo 59
 artigo 68