Source: https://es.scribd.com/document/367924535/191377718-Contabilidade-I-pdf
Timestamp: 2019-04-18 21:13:06+00:00

Document:
Cargado por Mariana Faria
Contabilidade Financeira – visa o relato financeiro para o exterior da empresa por via das demonstrações financeiras.
Contabilidade de Gestão – visa o custo dos dos produtos vendidos e dos serviços prestados e, bem assim, o controlo dos
resultados a nível mais elementar.
Empresas – conjuntos organizados de meios materiais e humanos, orientados para a produção de bens e serviços.
Institucional Funcionamento Liquidação
•Decide-se a sua •Fase na qual se •Fase de extinção ou
criação, através da desenvolve todo o encerramento da
obtenção e processo de empresa.
combinação dos transformação, ou
recursos necessários seja, o da produção de
(financeiros, humanos bens e serviços, com
e materiais) para a vista à obtenção de
sua entrada em resultados.
A empresa adquire junto dos fornecedores bens e serviços (inputs) que transforma ou utiliza nas suas actividades (actividade
empresarial), que dão origem a bens e serviços (outputs) destinados a serem vendidos aos seus clientes. Em contrapartida aos
fornecedores será paga uma contraprestação monetária e dos seus clientes será recebida uma contraprestação monetária.
Óptica –forma de analisar a empresa.
Óptica Financeira – diz respeito a obrigações realizadas pela empresa com entidades externas e que originam obrigações e
direitos de natureza financeira (obrigação de pagar/ direito a receber). Está diretamente relacionada com a renumeração dos
factores e dos bens e serviços transaccionados.
As despesas correspondem às obrigações decorrentes de compra dos factores produtivos e as receitas, correspondem aos
direitos provenientes das vendas efectuadas e/ou dos serviços prestados.
Óptica Económica – transformação e incorporação de diversos recursos, até se atingir o produto (bem ou serviço) final.
Os produtos incorporados e consumidos na produção designam-se gastos. Por sua vez, os produtos acabados de fabricar ou
realizar e aptos para venda designam-se rendimentos. Ou seja, a empresa ao consumir bens e serviços incorre gastos; ao
produzi-los, gera rendimentos.
Óptica Monetária – corresponde às entradas e saídas de dinheiro da empresa.
Os recebimentos, que correspondem à entrada de valores monetários na empresa e os pagamentos, que dizem respeito às
saídas de valores monetários.
Património – conjunto de elementos utilizados pelas entidades no exercício da sua actividade (equipamentos, edifícios,
mercadorias, dinheiro, ferramentas e outros, como também as dívidas a pagar e a receber).
No património podemos distinguir duas classes de elementos patrimoniais: por um lado, os elementos a receber (ou seja, bens e
direitos) – Activo. Por outro lado, aqueles que representam aquilo que se tem a pagar (ou seja, obrigação) – Passsivo.
Valor do Património Líquido = Activo – Passivo
Capital Próprio = Bens + Direitos – Obrigações
Representa o valor que o Máquinas, Dívidas a Dívidas a pagar
proprietário da empresa viaturas, receber
teria direito a receber se edifícios,
cessasse a sua actividade matérias-
liquidado o património primas, caixa,
nesse momento. ...
Sítuação Líquida = Património Líquido = Capital Próprio
o A>P => A = P + S. L. (Situação Líquida Activa) Capital Próprio é positivo.
o A<P => P = A + S. L. (Situação Líquida Passiva) Capital Próprio é negativo.
o A=P => A=P (Situação Líquida Nula) Capital Próprio é zero.
a) Normais/ Voluntários – resultam das operações efectuadas, voluntariamente, pela entidade. (ex: compras, vendas,
pagamentos, recebimentos, etc.
b) Extraordinários/ Involuntários – que são independentes da sua vontade. (ex: incêndios, roubos, quebras.)
1. Permutativos – quando provoca uma alteração na composição do património, mas não no seu valor (ex: depósito) .
2. Modificativo – quando implica, além da variação na composição, uma alteração no valor do património (ex: venda de
mercadoriascom margem de lucro) .
Activo + S.L. Passiva = Passivo + S.L. Activo
Gastos/ Prejuízos Rendimentos/ Ganhos
Activo = Passivo + S.L. Activo - S.L. Passiva
Activo = Passivo + Capital Próprio Equação Fundamental da Contabilidade
Activo – é o montante de valores utilizados pela empresa no desempenho da sua actividade.
Passivo – conjunto de valores utilizados pela empresa mas que não são da sua pertença.
Capital Próprio – capital introduzidos pelos sócios/ por terceiros.
Consiste numa relação (lista, rol) dos elementos patrimoniais com a indicação do seu valor. Proceder a inventário consiste, pois,
em analisar os elementos de um dado património, descrevê-los e atribuir-lhes um valor. Na preparação/ elaboração de um
inventário devemos considerar três fases:
1. Identificação – verifica-se quais os elementos patrimoniais existentes;
2. Descrição e classificação – em que os elementos serão apresentados e repartidos pelas classes a que dizem respeito;
3. Valorização – acto de atribuição de um valor a cada elemento patrimonial.
Classificação quanto ao âmbito:
 Geral – quando inclui sobre todos os elementos que constituem um dado património;
 Parcial – quando abrange apenas alguns dos elementos patrimoniais.
Classificação quanto à disposição:
 Simpes – os elementos aparecem dispostos sem obedecer a qualquer ordem.
 Classificados – os elementos aparecem agrupados, segundo a sua natureza, característica ou função.
Podem ainda se classificar como:
 Ordinários – inventários efectuados periodicamente. São regulares e previsíveis.
 Excepcionais – elaborados em consequência de condições excepcionais, sendo por isso imprevisíveis.
Comparação entre o Activo e o Passivo para conhecer o valor e natureza do Capital Próprio. Constitui o quadro da situação
patrimonial duma entidade num determinado momento.
Disposição Horizontal: Balanço
Activo Capital Próprio
Disposição Vertical: Balanço
Activo – é um recurso controlado pela empresa/ entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se espera que
fluam para a empresa/ entidade benefícios económicos futuros.
Passivo – é uma obrigação presente da empresa (entidade) proveniente de acontecimentos passados, da liquidação da qual se
espera que resulte um exfluxo de recursos da empresa (entidade) incorporando benefícios económicos.
Capital Próprio – é o interesse residual dos titulares da entidade nos seus activos depois de deduzir todos os seus passivos.
 Sintético – menor grau de pormenorização/ discriminação
 Analítico – maior grau de pormenorização/ discriminação
 Classificado – os elementos do balanço são dispostos segundo uma certa ordem, dependendo da sua característica,
natureza e função.
 Simples – sem uma ordem (não utilizado).
Classe – Agrupamento de elementos patrimoniais de acordo com a sua natureza ou função na empresa.
A conta representa uma classe de valores ou elementos patrimoniais com características comuns, mas a sua disposição é tal, que
permite registar todas as variações sofridas por esses elementos.
As contas são usadas para acumular as unidades monetárias referentes a transacções e outros acontecimentos similares e para
acturemcomo unidades básicas de armazenamento de dados contabilisticos.
Numa conta há a considerar:
 Título – é a expressão (ou palavra) porque se designa a conta. Deve ser escolhido de tal forma que revele imediatamente
a natureza dos elementos que a compõem, isto é, nos dê a conhecer o seu conteúdo. Tem como finalidade identificar a
conta e distingui-la de todas as outras, pelo que será fixo e imutável. Deve ser claro no que respeita à característica
comum dos elementos a que diz respeito.
Assim. Na forma de T. inscrever o saldo na coluna dos créditos.  Valor – representa a quantidade. são:  A homogeneidade: uma conta só deve conter os elementos que obdeçam à característica comum que ela define. Representação gráfica: A cada conta corresponde um gráfico ou quadro. ou seja. nunca poderá ser registada numa conta que não indique uma dívida a receber. contida na conta no momento em que se analisa. se na conta fechada o mesmo era devedor. D Título C Inscreve-se a Inscreve-se a débito o Sc ou crédito o Sd Reabrir a conta: Inscrever o saldo na coluna dos débitos. a conta Mercadorias deverá incluir todos os tipos de mercadorias transaccionadas pela empresa. assim como as suas variações. portanto. se na conta fechada o mesmo for credor.  A integralidade: a conta deve incluir todos os elementos que gozam da característica comum por ela definida. Deste modo. Os requisitos essenciais a que a conta deve obedecer.  Complexas/ Coletivas/ Gerais – as que agrupam contas simples ou elementares. deve estar de acordo com a verdadeira extenção dos elementos que representa. não comportam maior divisão. a dívida de um cliente à empresa. ou seja. expressa em unidades monetárias. Títuo (denominação/nome) da conta Lado esquerdo Lado direito Débito – deve Crédito – haver Saldo:  D > C : Saldo devedor (Sd= D – C)  D= C: Saldo nulo  D < C: Saldo credor (Sc= C – D) Fechar uma conta (Saldar): Corresponde a somar as colunas dos valores do débito e do crédito sublinhando com dois traços cada soma. a conta em que aquela for registada deve incluir apenas os elementos que possuam a mesma característica: valores que a empresa tem direito a receber dos seus clientes. Desdobramento vertical: 1º Grau ∑D subcontas ∑C subcontas ∑ Saldo subcontas Caracterização das contas: a) Activo – Bens e Direitos (contas de natureza saldo devedor) . ou que nelas se subdividem. que constitui o dispositivo prático para acompanhar as suas variações quantitativas. Classificação:  Simples/ elementares – as que agrupam elementos com características muito específicos e. O valor registado na contabilidade deve ser verídico.
As variações de justo valor são registadas nas contas de aumentos de justo valor ou de diminuições de justo valor. pela empresa/ entidade. equipamento administrativo (mobiliário. das quais se espera que Provisões resultem pagamentos futuros. Depósitos à ordem Regista o movimento das contas bancárias (à ordem) das empresas/ entidades. Mercadorias Respeita aos bens existentes na empresa e que foram adquiridos com destino à venda e não sujeitos a qualquer transformação no seu seio. 4. Contabilização de qualquer facto patrimonial obedece a uma das seguintes fórmulas:  Uma conta de débito e uma de crédito – 1ª fórmula  Uma conta de débito e várias de crédito – 2ª fórmula  Várias contas de débito e uma de crédito – 3ª fórmula  Várias contas de débito e várias de crédito – 4ª fórmula . Estado e outros entes públicos Respeita às dívidas a pagar de terceiros. de Fornecedores conta corrente bens e serviços com excepção dos investimentos. provenientes de empréstimos. etc. Investimentos financeiros de curto prazo São aplicações de excedentes de tesouraria (tendo em vista a sua optimização) em acções e obrigações de elevada liquidez.). motociclos). Administrações. impressoras. Clientes – Titulos a receber Inclui as letras sacadas sobre os clientes a conta corrente. no seu preço de custo devem ser incluídas as despesas adicionais de compra. marcas. Financiamentos obtidos Engloba os emréstimos contraídos pela empresa. c) Capital Próprio (situação Líquida)  Gastos (contas de natureza de saldo devedor)  Rendimentos (contas de natureza de saldo credor)  Gastos (contas de natureza de saldo credor)  Sistema das partidas dobradas: 1. tais como equipamento fabril (máquinas). tais como trespasses. Activos fixos tangíveis Inclui os diferentes elementos patrimoniais que a empresa/ entidade dispõe para desenvolver a sua actividade e que tenham natureza corpórea. que não estejam contempladas nas contas Outros credores precedentes.Caixa Inclui as notas de banco e moedas. A soma dos saldos devedores são sempre iguais à soma dos saldos credores. 3. computadores. patentes. licenças. aquecedores. Fornecedores – títulos a pagar Inclui as letras aceites a fornecedores. Clientes conta corrente Engloba as dívidas a receber de terceiros resultantes da venda de mercadorias e produtos ou de serviços prestados. decorrentes de factos passados. cheques recebidos de terceiros e vales postais (nacionais e estrangeiros). Investimentos financeiros Inclui as participações de capital e outros títulos adquiridos pela empresa/ entidade para rendimento ou controlo de outras empresas. concessões. que sejam prontamente convertíveis para quantias de dinheiro. equipamento de transporte (automóveis. b) Passivo – Obrigações (contas de natureza saldo credor) Engloba as dívidas a pagar a terceiros resultantes da aquisição. tangíveis. com elevada probabilidade de saída de fluxos monetários (ou de outros recursos) no futuro. 2. A um débito corresponde sempre um crédito de igual montante. Activos intangíveis Inclui os elementos patrimoniais sem existência física. Devem ser também englobados os títulos de dívida pública adquiridos para rendimentos de médio/ longo prazo. engloba os títulos de dívida pública. Segurança social e Impostos. Empréstimos concedidos Inclui as dívidas a receber de terceiros. A soma dos débitos é sempre igual à soma dos créditos. sejam tocáveis. Representam encargos estimados de modo fiável. camionetas. ou por si endossadas e ainda os extractos de factura e as livranças. Respeitam a obrigações presentes. Outros devedores Respeita às dívidas de terceiros que não estejam abrangidas pelas contas anteriores.
 Movimento Externo – são os que provêm ou destinam-se ao exterior (facturas. Diário e o Razão Diário – registo. ordenadas por débitos e créditos. duplicações e erros cometidos nos lançamentos efectuados. g) Lançamentos de reabertura – registam no início de cada exercício económic. para se conhecer o estado e a situação de qualquer uma delas (registo sistemático). Balancete – servirá para resumir os movimentos evidenciados no Razão. d) Lançamentos de regularização – visam retificar o saldo das contas que não correspondam à realidade. Documentos – são a base do registo contabilístico. recibos notas de débito) Os livros de contabilidade classificam-se em dois grupos: Livros Obrigatórios – são os que a lei enumera como indespensáveis a qualquer comerciante (livro de actas) Livros Facultativos – são os que se utilizam normalmente como auxiliares do registo efectuado nos livros obrigatórios (balancete do razão geral. e) Lançamentos de transferência ou de apuramento de resultados – têm por finalidade transferir os saldos das contas de gastos e de rendimentos para as contas de resultados. dia a dia. f) Lançamentos de encerramento ou fecho – são efectuados depois do apuramento de resultados e da elaboração do balanço e permitem fechar as contas que apresentam saldos (devedores ou credores). todos os factos registados têm de ter suporte documental. b) Lançamentos correntes – respeitam ao registo das operações realizadas e dos acontecimentos ocorridos durante cada exercício económico. Contabilização dos factos patrimoniais: Factos patrimoniais > Documentos > Diário > Razão > Balancete Diário: Nº de Débito Crédito Data Descrição Valor Registo (Conta) (Conta) . notas de lançamento).  Movimento Interno – são aqueles que sendo elaborados dentro da empresa destinam-se ao uso interno (folhas de férias. em relação a cada uma das respectivas contas. por ordem de datas. os valores iniciais das contas (saldos finaisdas contas do exercício anterior). letras. livros e outros registos dos factos patrimoniais que comprovam alterações do património. Lançamentos Lançamentos . Razão – movimentode todas as operações do Diário. permitindo a posterior determinação dos resultados da empresa/ entidade. Classifica-se de duas formas:  Segundo o número de constas movimentadas.é a expressão monetária correspondente às variações provocadas nas contas. c) Descrição ou histórico – consiste na explicação suscinta do facto patrimonial que dá origem ao lançamento. c) Lançamento de estorno – têm por finalidade rectificar as omissões. cada um dos actos que modifique ou podem vir a modificar o património (Registo cronológico). d) Importância/ montante/ valor. diários auxiliares) O Lançamento é composto por: a) Data b) Título do cabeçalho – que é a indicação das contas a debitar e das contas a creditar.  Segundo a natureza dos movimentos: a) Lançamento de abertura – respeitam ao registo dos valores iniciais das contas no início da escrita ou de cada exercício económico.Inscrição em documentos. em assento separado.
Hipótese 2: Efectua-se num único lançamento No Razão podem cometer-se 2 tipos de erros:  Erros de transição do Diário para o Razão – corrige-se registando oestorno no Diário e transcrevendo-o para o Razão.Hipótese 1: Anula-se o lançamento errado e regista-se o lançamento correto .  Substituição de contas.  Alteração de quantias Pocedimentos no lançamento de estornos: . Razão: Movimento Saldo Data Diário Nº de Registo Descrição Débito Crédito Devedor Credor a b c d e f g h Data Identificação Número de Descrição da Montante Montante Apurar Apurar no diário ordem do operação a debitar a creditar saldo saldo lançamento devedor credor Estorno É um lançamento destinado a anular ou a rectificar outro. Balancete: Fólio Contas Débitos Créditos Saldos Devedor Credor Total ∑Débitos ∑Créditos ∑Sd ∑Sc Fólio – nº da página no razão = = Balanço Balancete do Razão geral Lançamentos de Regularização/ Retificação Balancete Retificado Lançamentos de apuramentos de resultados Balancete Final ou de Encerramento Balanço .  Inversão de contas. Podem ser efectuados a nível do diário ou do Razão.  Duplicação de lançamento. passando um traço de cor diferente sobre os elementos a emendar e. Motivos mais comuns:  Omissão de lançamento. com a mesma cor regista-se a alteração na linha seguinte. ou a preencher uma lacuna.  Erros cometidos no Razão – corrige-se apenas no Razão.
Definição dos princípios contabilísticos que devam ser seguidos na contabilidade das diversas entidades envolvidas. Concepção de mapas-modelo para as demonstrações das unidades económicas. Vantagens da Normalização Contabilística:  Empresas: passam a dispor de estatística de sector que mostrarão a sua posição relativa. . .Planos de contas para os Fundos de Pensões e Respectivas Entidades Gestoras.Plano de contas para os Fundos de Capital de Risco. Elaboração de um quadro de contas que deva ser seguido pelas unidades económicas. Seguros : .Plano de contas para as empresas de Seguros. -Plano de contas para os Fundos de Tributação de Créditos.Plano de contas para o Sistema Bancário. regras de movimentação e articulação das contas definidas no quadro indicado em 1. 4. Organismos normalizadores em Portugal: a) Banco de Portugal b) Institutos de Seguros de Portugal c) Comissão de Normalização Contabilística da Administração Pública d) Comissão de Normalização Contabilística (CNC) e) Comissão de Mercados de Valores Mobiliários Comissão de Normalização Contabilistica Emite normas e estabelece procedimentos contabilísticos harmonizados com as normas internacionais e supranacionais da mesma natureza. demosntração dos resultados. Atribuições da CNC : Emissão e harmonização das normas contabilísticas. demonstrações dos fluxos de caixa. Com a normalização contabilística define-se um conjunto de regras e princípios que visam: 1. 2.  Análise macro-empresarial: passa a dispor de mais correctos instrumentos de análise e previsão.  Tributação: mais fácil controlo dos elementos que servem de base ao estabelecimento da tributação das empresas.Planos de contas para os Fundos de Investimentos Mobiliário e para os Fundos de Investimento Imobiliário. .  Didática e pedagogia: pode proporcionar orientações menos discutíveis. 5. Definição de regras de mensuração (valorimetria) e de reconhecimento dos eementos das demonstrações financeiras. .  Técnicos de contas : passam a dispor de um código de regras e procedimentos. demonstração das alterações no capital próprio e anexo) são elaboradas e divulgadas. . 24/09/2013 Normalização Contabilistica Contabilidade Informação para a Gestão Comparabilidade Necessidade de definir conjunto de principios e critérios uniformes Normalização Contabilística A normalização contabilística assenta numa estrutura conceptual que procura dar significado e sentido ao conteúdo e forma como as demostrações financeiras (balanço. Planos de contabilidade sectoriais Banca : . 3. Definição dos conteúdos. Regulação e controlo da aplicação das normas contabilísticas.
Administração Pública : . quantidade e custos unitários e globais. podendo apresentar modelos reduzidos nas restantes demonstrações financeiras. . b) Empresas individuais reguladas pelo Código Comercial. Sistema de Normalização Contabilistica Baseia-se em princípios e não em regras. o Demonstração de resultados. 2) Às Normais Internacionais de Contabilidade (IAS) e Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS). 3. Total do Balanço: 500.000€. Número de trabahadores empregados em média durante o exercício: 5. de 9 de março). emitidas peo IASB.000€. 3. e respectivas interpretações SIC/FRS. 2.Plano Oficial de Contabilidade Pública. de 19 de Julho.500. SNC e as Pequenas Entidades Pequenas entidades – não ultrapassemdois dos três limites seguintes: 1. devendo passar a adoptar normas contabilísticas simplificadas (Decreto-lei nº36-A/2011. aderente ao modelo IASB (International Accounting Standards Board) adoptado pela UE. c) Estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada. Norma contabilística de relato financeiro para as pequenas entidades (NCRF – PE).000€. Simplificação: dispensadas da aplicação dasnormas contabilisticas previstas no Decreto-lei nº 158/2009. à data do balanço. não ultrapassam dois dos três limites seguintes: 1. 2.Planos Oficial das Autarquias Locais. SNC e as Microentidades Microentidades – as empresas que. 4 Modelos de Relato : Normas Internacionais de contabilidade (IAS/IFRS). e) Agrupamentos complementares de empresas. f) Agrupamentos europeus de interesse económico. o Demonstração das alterações de capital próprio. Norma contabilística para microentidds (NCME) O SNC é obrigatóriamente aplicável ás seguintes entidades: a) Sociedades abrangidas pelo Código das Sociedades Comerciais. o Demonstrações de fluxo de caixa o Anexo Demonstrações financeiras consolidadas: as demontrações fiinanceiras de um grupo apresentadas como as de uma única entidade económica. -Plano Oficial faz Instituições Públicas do Sistema de Solidariedade e de Segurança.000. adoptadas ao abrigo do regulamento (CE) nº1606/2002. Total do Balanço: 1.000€. NCRF – PE: . d) Cooperativas. Normas Contabilísticas de relato financeiro (NCRF). Estão dispensadas: demonstrações de alteração no capital próprio e a demonstração do fluxo de caixa. Sistema de inventário permanente: proceder às contagens físicas dos inventários + identificar os bens quanto à sua natureza. Número de trabahadores empregados em média durante o exercício: 50. Superação de Lacunas SNC –Recurso: 1) Às Normas Internacionais de Contabilidade (NIC). do Parlamento Europeu e do Conselho. Demonstrações financeiras individuais: o Balanço. Volume de negócios líquido: 500. Total de vendas líquidas e outros rendimentos : 3.
Estrutura Conceptual (Aviso nº1564/2009) – declaração de princípios fundamentais para a preparação e divulgaçãoda informação financeira. mas não tendo em conta o contexto jurídicono qual estas serão correctamente aplicadas.  International Accounting Standard Board (IASB). 1) Às NCRF e NI. Entidades que têm servido de suporte ao desenvolvimento das IAS/IFRS:  International Accounting Standards Committee (IASC). 2) Ponto 1º) anterior. 3) Ponto 2º) anterior.  Financial Accounting Standards Board (FASB). São funções dos Técnicos Oficiais de Contas assumir a responsabilidade das entidades sujeitas a impostos sobre o rendimento que possuam ou devam possuir contabilidade regularmente organizada. Normas Internacionais de Contabilidade (IAS/IFRS) As normas internacionais de contabilidade (IAS) referem-se fundamentalmente a questões contabilísticas específicas. Demonstração de Fluxos de Caisa e Anexo (divulgação das bases de preparação e políticas contabilísticas. Características qualitativas das demonstrações financeiras Características Qualitativas Compreensibilidade Relevância Fiabilidade Comparabilidade Função preditiva da Comparação no Substância sobre a forma Representação fidedigna informação tempo Função confirmativa Comparação no da informação espaço Neutralidade Prudência Plenitude Materialidade Constrangimentos à informação relevante e fiável Tempestividade Balanceamento entre Balanceamento entre Imagem verdadeira e benefício e custo características apropriada qualitativas Características qualitativas das demonstrações financeiras (§ 24 a 46 do Aviso nº 15652/2009) . Demonstração das Alterações no capital próprio. São compostas por: Balanço. Demonstrações financeiras Demonstrações Financeiras – são o output do processamento de transacções ou outros acontecimentos que foram agregados em classes de acordo com a sua natureza ou função. Demonstração de Resultados. Profissões ligadas à Contabilidade Técnicos Oficiais de Contas (TOC) – profissionais inscritos na Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC).  International Organization of Securities Commission (IOSCO). Revisores Oficiais de Contas (ROC) – profissionais inscritos na Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (OROC) e que desempenham funções ligadas à revisão legal de contas/auditoria. para as quais prevêem orientações pormeniorizadas.
 Relevância: deve ser relevante à tomada de decisão.  Substância sobre a forma: acontecimentos devem ser apresentados de acordo com a sua substância e realidade económica.  Representação fidedigna: reduzir os riscos que resultam de estimativas e mensuração financeira. não induzindo os utentes a um juizo premeditado. o Continuidade – as demonstrações financeiras são preparadas no pressuposto de que uma entidade é um entidade em continuidade e de que continuará a operar no futuro previsível. Exemplo: Dívidas de dificíl cobrança.  Comparabilidade: deve permitir identificar tendências ao longo do tempo e comparar a informação contabilística entre empresas. .Característica da informação contabilística (4 principais):  Compreensibilidade: deve ser rapidamente compreendida pelos seus utentes.  Prudência: manter um grau de precaução no exercício dos juízos necessários ao fazer estimativas em condições de incerteza.  Plenitude: A informação deve ser completa dentro dos limites da materialidade e do custo. A informação financeira deve evidenciar todos os elementos relevantes. Característica da informação contabilística (restantes e de suporte):  Materialidade: a sua inexactidão ou omissão influenciam as decisões económicas dos utentes. e não apenas com a sua forma legal.  Fiabilidade: a informação deve ser fiável isenta de erros materiais e preconceitos (juízos emanados pelo seu autor). influenciando as decisões económicas e ajudando-os a avaliar e prever acontecimentos. como forma de avaliação do desempenho.  Neutralidade: a informação deve ser neutra (livre de preconceitos). Pressupostos das demonstrações financeiras (§ 22 e 23 do Aviso nº 15652/2009) o Regime de periodização económica (regime do acréscimo) – os efeitos das transacções e de outros acontecimentos são reconhecidos quando ocorram (e não quando a caixa ou equivalentes sejam recebidos ou pagos) sendo registados contabilisticamente e relatados nas demonstrações financeiras dos períodos aos quais se relacionem. presumndo que estes tenham um razoável conhecimento da contabilidade e actividades económicas empresariais.
Diferenças de câmbio favoráveis . detidos pela empresa/entidade. vales de correspondentes às operações que os correio e cheques emitidos por terceiros ( em originam euros ou outra moeda)] em contrapartida das contas correspondentes às operações que os . moedas.Pagamentos [notas e moedas (em euros ou outra moeda)] em contrapartida das contas . 01/10/2013 Classe 1 Classe 1 – Meios Financeiros Líquidos Esta classe destina-se a registar os meios líquidos que incluem. quer o dinheiro e depósitos bancários quer todos os activos e passivos financeiros mensurados ao justo valor cujas alterações sejam reconhecidas na demonstração dos resultados (SNC).  Vales de caixa – utilizados para fazer face a despesa de pequeno montante (ex. Movimentação: 11 Caixa .Diferenças de câmbio desfavoráveis originam . Composição da Classe 1 11 Caixa 118 Caixa pequena 119 Transferência de caixa 12 Depósito à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros Instrumentos Financeiros 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente desfavoráveis 142 Instrumentos financeiros detidos para negociação 1421 Activos financeiros 1422 Passivos financeiros 143 Outros activos e passivos financeiros (justo valor atravésdos resultados) 1431 Outros activos financeiros 1432 Outros passivos financeiros Conta 11 Caixa Na caixa englobam-se os meios de pagamento. Não inclui:  Selos de correio. Registo de correspondência) que deverão. tais como notas e moedas metálicas de curso legal cheques e vales postais recebidos por terceiros. logo após verificada essa oconcorrência.Saldo inicial .Recebimentos [notas. em determinado momento. ser substituídos pelos apropriados documentos comprovativos. expressos em euros ou outra moeda (estrangeira).
Quando no final de cada período. utilizando o câmbio à data da transacção. aquela é expressa no balanço ao câmbio em vigor nessa data. alguma subconta de Caixa incluir moeda estrangeira. subsequentemente deve proceder-se à sua conversão para Euros. conforme previsto na NCRF 23 – Os Efeitos das Alterações em Taxa de Câmbio. Diferenças de câmbio Lançamentos: a) Diferências de câmbio favoráveis: 11 7861/7887/793 b) Diferências de câmbio desfavoráveis: 6863/6887/692 11 . Conta 118 Caixa pequena (Fundo de maneio/ Fundo fixo de caixa) Lançamentos: a) Entrega de fundos: 118 Caixa Pequena 11 Caixa Constituição / Encerramento b) Apresentação dos documentos comprovativos da despesa efectuada: 62 FSE 11 Caixa Conta 119 Caixa pequena Lançamentos: a) Quando da saída da transferência: 119 Transferência de Caixa 111 Caixa b) Apresentação dos documentos comprovativos da despesa efectuada: 112 Caixa B 119 Transferência de Caixa Moeda estrangeira Sempre que ocorra uma transacção que origine o recebimento de moeda estrangeira.
Pagamento – Se o banco registou: .Recebimento/ Entrada – Se o saldo que eu quero chegar é o do banco (extrato) e este registou: -Recebimento + -Pagamento - Se a empresa registou: . Exemplos de diferenças registadas:  Cheques em circulação.Recebimento + .Juros vencidos pela conta DO: 12 7911 Reconciliação Bancária Conferência periódica dos saldos existentes na contabilidade em cada um dos bancos aos depositantes e justificação das diferenças encontradas.  Despesas e receitas bancárias não contabilizadas.Pagamento/ Saída + .Pagamento/ Saída + .Recebimento/ Entrada – . Saldo do Extrato Saldo DO Valores contabilizados Valores contabilizados pela empresa e não pelo banco e não contabilizados pelo banco contabilizados pela empresa Recebimentos + Pagamentos . Recebimentos + Pagamentos - Saldo Reconciliado Comprovação de saldos: Saldo da Contabilidade (-) Saída de fundos Movimentos não registados Movimentos registados pela empresa (+) Entrada de fundos pelo banco (+) Saída de fundos Movimentos registados Movimentos não registados pela empresa (-) Entrada de fundos pelo banco Saldo do extrato bancário Se o saldo a que eu quero chegar é o da empresa (DO) e esta já registou: .
direito contractual e contrato que será e poderá ser liquidado nos instrumentos de capital próprio da própria entidade (§ 5 da NCRF 27). b) Parte de uma carteira de instrumentos financeiros que sejam geridos em conjunto e para os quais exista evidência de terem recentemente proporcionado lucros reais. instrumento de capital próprio de uma outra entidade. Conta 14 Outros instrumentos financeiros Esta conta visa reconhecer todos os instrumentos financeiros que não sejam caixa (conta 11) ou depósitos bancários que não incluam derivados (conta 12 e 13) que sejam mensurados ao justo valor cujas alterações sejam reconhecidas na demonstração de resultados. Consequentemente. numa transacção em que não exista relacionamento entre elas (§ 5 da NCRF 27). mas que são facilmente convertíveis em quantias conhecidas em dinheiro.  Títulos de dívida e outros empréstimos. Conta 142 Instrumentos financeiros detidos para negociação Integra os activos financeiros que se destinam a ser vendidos num prazo que não exceda os 12 meses. . Mensuração:  Classe 1 – ao justo valor através de resultados (ganho ou perda)  Classe 2 e 4 – custo ou custo amortizado Justo valor – quantia pela qual um activo poderia ser trocado ou um passivo liquidado. empresas de investimento em valores mobiliários e sociedades gestoras e instituições de investimento colectivo). Tem natureza residual. entre partes conhecedoras e dispostas a isso.  Derivados detidos para negociação. Instrumentos financeiros Mercados de valores mobiliários (mercado de capital) – são um “espaço” ou uma “organização que se destina a facilitar o encontro entre a oferta e a procura de valores mobiliários ou de instrumentos financeiros. Exemplo:  Investimentos de capital e unidades de participação. Conta 1421 Activos financeiros Activo financeiro: dinheiro. custo amortizado ou método de equivalência patrimonial (SNC). Valores mobiliários:  Acções  Obrigações  Títulos de participação  Unidades de participação de fundos de investimento  Warrants autónomos  Direitos e outros instrumentos que sejam susceptíveis de ser transaccionados no mercado de capitais Mercados de valores mobiliários Nestes mercados os investidores e as entidades eminentes não se relacionam directamente. é obrigatório recorrerem a intermediários financeiros (instituições de crédito. Conta 13 Outros depósitos bancários Esta conta é formada pelos meios financeiros com características específicas que por vezes impõem alguma limitação ao seu uso. excluem-se desta conta os restantes instrumentos finceiros que devam ser mensurados ao custo. Classe 2 (Dívidas a receber e a pagar) e Classe 4 (Investimentos). Tributação sobre as operações: Imposto de selo (IS) Imposto sobre o valor acrescentado (IVA) NCRF – Instrumentos Financeiros Classificação tem em conta o objectivo ou capacidade para deter o instrumento financeiro: Classe 1 (Meios financeiros líquidos). Um activo financeiro ou passivo financeiro é classificado como detido para negociação se for: a) Adquirido ou incorrido principalmente para a finalidade de venda ou de recompra num prazo muito próximo.
§ 7 da NCRF 27: 6225/6812 12 Custos Custos c) Os rendimentos (dividendos/juros) proporcionados pelos activos financeiros: 12 7921/7912 Rendimentos Rendimentos d) Aquando da elaboração de demonstrações financeiras e o valor de mercado se apresentar acima do justo vaor reconhecido aquando da aquisição: 1421 771 Vm .Jv Vm .Jv e) Aquando da elaboração de demonstrações financeiras e o valor de mercado se apresentar abaixo do justo vaor reconhecido aquando da aquisição: 661 1421 Vm . Hipóteses de valor de venda inferior ao valor escriturado: 12 1421 VVenda JV JV 6886 Perda Ganhos Conta 1422 Passivos financeiros Passivo financeiro: obrigação contractual e contrato que seja e possa ser liquidado nos instrumentos de capital próprio da própria entidade (§ 5 da NCRF 27).  Derivados detidos para negociação.Jv Vm .Jv f) Aquando da venda: 1. Exemplo:  Papel comercial (valores mobiliários representativos de dívida de curto prazo). . Hipóteses de valor de venda superior ao valor escriturado: 1421 12 JV VVenda 7884 Ganhos 2. a) Aquando da aquisição: 1421 12 Vcompra Vcompra b) Custos de transacção incorridos (comissão e imposto de selo) .
a) Aquando da contração: 12 1421 X X b) Custos de transacção incorridos (comissão e imposto de selo): 6225/6812 12 Custos Custos c) Aquando do encerramento da posição aberta: 12 1422 X X Classe 1 e as demonstrações financeiras Balanço: Activo corrente Activos financeiros detidos para negociação (saldo devedor da 1421) Outros activos financeiros (saldo devedor da 1411/1413) Caixa e outros depósitos bancários (saldo devedor da 11/12/13) Passivo corrente Financiamentos obtidos (saldo credor da 12) Passivos financeiros detidos para negociação (saldo credor da 1422) Outros passivos financeiros (saldo credor da 1412/1432) Demonstração de fluxos de caixa – reconciliar os saldos devedores das contas 11. Anexo: Explicar as diferenças de câmbio na nota 24 Explicitar as bases de determinação do justo valor na nota 28 . 12 e 13.
fornecedores. o pagamento de uma certa importância (valor nominal da letra). desconto. os diferimentos (para permitir o registo dos gastos e rendimentos nos períodos que respeitam) e as provisões (SNC). a si ou a outra pessoa entidade (tomador). numa determinada data (vencimento). Incluem-se. Composição da Classe 2 21 Clientes 211 Clientes conta corrente 212 Clientes títulos a receber 213 Letras descontadas e não vencidas 217 Clientes cobrança duvidosa 218 Adiantamento de cientes 219 Perdas por imparidade acumuladas 22 Fornecedores 23 Pessoal 24 Estado e outros entes públicos (EOEP) 241 Imposto sobre o rendimento 2411 Pagamentos por conta 24111 Pagamentos normais 24112 Pagamentos especial 24113 Pagamentos adicionais 2412 Retenções na fonte 24121 Sobre rendimentos de capitais . pessoal. reforma. Estado e outros entes públicos. facturas) para terceiros. sociedade financeira (chamado factor) com um desconto (juros e comissões) em troca de dinheiro imediato com o qualmanterá em funcionamento da sua actividade. accionistas. 08/10/2013 Transacções Correntes Vendedor Documentos Comprador Nota de encomenda Vendas Compra Guia de remessa Armazém Armazém Factura Contabilidade Contabilidade Transacções Correntes Factoring – a entidade vende as suas contas a receber (ex. ainda. financiadores. recâmbio e protesto. Classe 2 Classe 2 Contas a receber e a pagar Esta classe destina-se a registar as operações relacionadas com clientes. endosso. Confirming (Reverse factoring) – a factor efectua o pagamento aos fornecedores do seu cliente podendo este pagamento também estar assumir a forma de adiantamento. Letra – é um título de crédito através do qual uma determinada pessoa ou entidade (sacador) ordena a outrem (sacado). bem como outras operações com terceiros que não tenham cabimento nas contas anteriores ou noutras classes específicas. nesta classe. aceite. Operações da letra: saque.
24122 Sobre rendimentos prediais 24123 Renumeração órgãos estatuários pessoas colectivas 24129 Sobre outros rendimentos 2413 Imposto estimado 2414 Imposto liquidado 2415 Apuramento do IRC 2416 Imposto a pagar 2417 Imposto a pagar 24171 De pagamentos especiais 24172 Imposto normal a recuperar 242 Retenção de imposto sobre rendimentos 2421 Trabalho dependente 2422 Trabalho independente 2423 Capitais 2424 Prediais 2429 Sobre outros rendimentos 2423 IVA dedutível 24321 Inventários 24322 Investimentos 24323 Outros bens e serviços 2433 IVA liquidado 24331 Operações gerais 24332 Autoconsumo e operações gratuitas 2434 IVA regularizações 24341 Mensais (trimestrais) a favor da empresa 24342 Mensais (trimestrais) a favor do Estado 25 Financiamentos obtidos 26 Acciomistas/ Sócios 27 Outras contas a pagar e a receber 271 Fornecedores de investimentos 2711 Fronecedores de investimentos – contas gerais 27111 Conta corrente 27112 Títulos a pagar 278 Outros devedores e credores 2781 Sindicatos 2782 Obrigacionistas .
Mensuração (alínea a) do § 11 da NCRF 27): Inicial – preço de transacção + custos de transacção Inferior a um ano – valor nominal Superior a um ano – custo amortizado [acumulação no activo (por via do conceito de juro) em função da denominada taxa de juro efectiva (TJE)]. Saques acordado entre as partes) . de produtos e de serviços(SNC). Subcontas: 211 Clientes c/c 212 Clientes – Títulos a receber 213 Clientes – Letras descontadas e não vencidas … 217 Clientes de cobrança duvidosa 218 Adiantamento de clientes 219 Perdas por imparidade acumuladas Sujeitas a decomposição de acordo com o § 14 da NCRF 5. Créditos incobráveis juro efectiva (TJE) . Diferenças de câmbio desfavoráveis .Diferenças de câmbio favoráveis a) Emissão de factura referente à venda (excluindo impostos): 211 711/712/72 € € b) Devolução de mercadorias: 717 211 € € c) Emissão do recibo referente ao recebimento (total ou parcial) da quantia em dívida: 11/12 211 € € d) Emissão de nota de débito referente aos juros moratórios: 211 7918 € € e) Aquando da elaboração de demonstrações financeiras e caso a dívida do clientes seja mensurada ao custo amortizado: 211 7918 € € .Vendas/ Prestações de serviços .Saldo inicial . Adiantamento de clientes .Devoluções/ anulações de letras ou outros títulos .Juros moratórios (incumprimento do prazo . Devoluções de vendas . Recebimentos de clientes . 2783 Seguradoras 2784 Entidades gestoras 28 Diferimentos 29 Provisões Conta 21 Clientes Regista os movimentos com os compradores (a crédito) de mercadorias.Juros provenientes da aplicação da taxa de . Conta 211 Clientes com conta corrente Movimentação: 211 Clientes c/c .
g) Diferença de câmbio favorável: 211 7861 € € h) Diferença de câmbio desfavorável: 692 211 € € Conta 212 Clientes títulos a receber Movimentação: 212 Clientes títulos a receber . Cobrança . Protesto Operações com letras na conta 212 a) Saque – Emissão da letra/ ordem de pagamento (efectuado pelo sacador) 212 211 Vn Vn Vn – Valor nominal da letra b) Endosso – Transmissão da letra a outrem pelo tomador ou portador. verifica-se uma entrada de letras a receber: 212 211 Vn Vn c) Desconto – realiza-se nos bancos comerciais e consiste numa realização antecipada do seu valor. verifica-se uma saída de letras a receber: 221 212 Vn Vn b2) Na escrita do endossado. Desconto bancário . Reforma (anulação) . Juros provenientes da aplicação da TJE . Saque . f) Incobrabilidade de dívidas de clientes: 683 211 € € Quando no final de cada período existir dívidas de clientes em moeda estrangeira. c1) Desconto: 12 Vn – valor nominal da letra descontada V0 E – encargos com o desconto (juros. comissões de 212 cobrança. imposto. Saldo inicial . Endosso de terceiros . portes e outras despesas) Vn Vo – valor actual ou líquido de desconto (Vn – E) 6918/6225/6812 E c2) Reconhecimento do crédito bancário: 213 251x Vn Vn . b1) Na escrita do endossante. Endosso a terceiros .
d2 ) Amortização da parte do V0: 212 211 A A d3) Saque da nova letra d31) Sem encargos incluídos d311) Pelos encargos: 211 7868 E E d312) Pelo saque: 212 211 Vn= V0 . d1) Anulação da letra a reformar: 211 212/12 V0 V0 V0 – valor nominal da letra a reformar. por outra(s).A d32)Com encargos incluídos d321) Pelos encargos: 211 7868 E’ E’ d322) Pelo saque: 212 211 Vn’= (V0 – A) + E’ Vn’= (V0 – A) + E’ e) Recâmbio – devolução da letra ao sacador por falta de pagamento. com vencimento posterior. c3) Encargos com o desconto suportados pelo cliente (Nota de débito): 211 691/6225/6812 E E d) Reforma – consiste na substituição de uma letra antes do seu vencimento. O mais frequente é a reforma parcial. e1) A letra havia sido descontada no banco: 211 12 Vn +D Vn + D D – Despesas de recâmbio (portes e outras) 251x 213 Vn Vn e2) A letra estava em carteira mas havia sido enviada à cobrança através do banco: 212 211 Vn Vn + D 12 D .A Vn= V0 .
f1) Pelo protesto da letra em carteira: 211 212 Vn Vn f2) Despesas de protesto: 211 11/12 P P f3) Pela transferência do saldo da conta: 217 211 € € Conta 218 Adiantamento de clientes Regista entregas feitas à empresa que sejam relativas a fornecimentos a efectuar a terceiros. resultantes de falta de recebimento de dívida.6 a 12 meses de mora * 50% . a) Pela entrega adiantada do cliente: 11/12 218 € € b) Pela emissão da factura (além do lançamento da respectiva venda): 218 211 € € Conta 219 Perdas por imparidades acumuladas Perdas por imparidades representam meios contabilísticos com vista a cobrir eventuais prejuízos de montante incerto. Quando o preço estiver fixado deverá ser utilizada a conta 276 Adiantamento por conta de vendas.f) Protesto – Acção levada a efeito pelo portador da letra. b) Os créditos tenham sido reclamados judicialmente. falência ou insolvência. * 25% . Imparidade é uma redução ao activo. c) Os créditos estejam em mora por um período mínimo de 6 meses após a data do respectivo vencimento e desde que existam provas de terem sido efectuadas diligências para o seu recebimento. Créditos de cobrança duvidosa (artigo 36º do Código de IRC): a) Devedor tenha pendente especial de recuperação de empresa e protecção de credores ou processo de execução. cujo o preço não esteja previamente fixado. motivada pela falta de aceite ou pagamento.12 a 18 meses * 75% .18 a 24 meses * 100% -mais de 24 meses Conta 219 Perdas por imparidades acumuladas 1) Registo inicial ou reforço periódico de quantias de imparidade pelo valor atribuível ao período: 6511 219 € € 2) Reversão e anulação de imparidades acumuladas: 219 76211 € € 3) Dívida considerada incobrável: 683 217 € € .
Saldo inicial .Juros provenientes da aplicação da TJE . Conta 221 Fornecedores com conta corrente Movimentação: 221 Fornecedores c/c . Diferenças de câmbio favoráveis prazo acordado entre as partes) . Adiantamento a fornecedores .Diferenças de câmbio desfavoráveis Movimentação da conta 221 a) Compra de mercadorias/Matérias-primas/subsidiárias /consumo (excluindo impostos): .Juros moratórios (incumprimento do . Pagamentos a fornecedores . Conta 21 Clientes e as demonstrações financeiras Balanço: Activo não corrente Outros activos financeiros Clientes com dívida a médio e longo prazo (saldo devedor da 21) deduzido das perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 219) Activo corrente Clientes Clientes com dívida a curto prazo (saldo devedor da 21) deduzido da perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 219) Passivo não corrente Outras contas a pagar Dívidas a médio e longo prazo (saldo credor da 211 e 218) Passivo corrente Adiantamento de clientes Adiantamento de clientes de curto prazo ( saldo credor da 218) Outras contas a pagar Dívidas de curto prazo (saldo credor da 211) Anexo: Explicar as perdas por imparidades de dívidas a receber na nota 13 Conta 22 Fornecedores Regista os movimentos com os vendedores (a crédito) de bens e serviços (necessários ao desenvolvimento do processo operacional) com excepção dos destinados aos investimentos da entidade (SNC). Subcontas: 221 Fornecedores c/c 222 Fornecedores – Títulos a pagar … 225 Facturas emrecepção e conferência 228 Adiantamento a fornecedores 229 Perdas por imparidade acumuladas Sujeitas a decomposição de acordo com o § 14 da NCRF 5 Mensuração (alínea a) do § 11 da NCRF 27): Inicial – preço de transacção + custos de transacção Posterior – custo amortizado [acumulação no passivo (por via do conceito de juro) em função da denominada taxa de juro efectiva (TJE)].Compras de bens e serviços . Devoluções de compras .
Saldo inicial . 221 222 Vn Vn .Aceites (Saques de terceiros) Operações com letras na Conta 222 Aceite – é dado pelo sacado e consiste na declaração da responsabilidade deste pelo pagamento da letra na data do vencimento.Pagamento na data do vencimento .Reforma (anulação) . 311/312 221/225 € € b) Compra de bens e serviços consumíveis: 62 221/225 € € c) Devolução de compras: 221/225 317 € € d) Transferência. quando utilizada. da conta de recepção e conferência: 225 221 € € e) Pagamento (total ou parcial) da quantia em dívida ao fornecedor: 221 12 € € f) Nota de débito emitida pelo credor referente aos juros moratórios: 6918 221 € € g) Quando no final do período a dívida ao fornecedor seja mensurada ao custo amortizado pelo juro que lhe é atribuído nesse período: 6918 221 € € h) Diferenças de câmbio favoráveis: 221 7861 € € i) Diferenças de câmbio desfavoráveis: 692 221 € € Conta 222 Fornecedores – Títulos a pagar Movimentação: 221 Fornecedores títulos a pagar .
A Vn=V0 . recebidas ou não. cujo o preço não esteja devidamente fixado. ou cuja chegada se aguarde: 31 225 € € b) Pela contabilização definitiva da factura (após estar devidamente conferida): 225 221 € € Conta 228 Adiantamento a fornecedores Regista entregas feitas pela empresa com relação a fornecimentos a efectuar por terceiros. a) Pelas facturas recebidas e não conferidas. a) Pela entrega adiantada ao fornecedor: 228 11/12 € € b) Quando do fornecimento (recepção da factura). por não terem chegado à empresa até essa data ou por não terem sido conferidas. além do lançamento da compra: 221 228 € € .A c2)Com encargos incluídos: I )pela nota de débito do fornecedor relativa aos encargos: 6988 221 E’ E’ II )pelo novo aceite: 221 222 Vn’=(V0 – A) + E’ Vn’=(V0 – A) + E’ Conta 225 Fornecedores – Facturas em recepção e conferência Regista-se as compras cujas as facturas. estão por lançar na conta 221.Pagamento – Cobrança 221 12 Vn Vn Reforma a) Anulação da letra a reformar: 222 221 V0 V0 b) Amortização da parte do V0: 221 11/12 A A c) Aceite de uma nova letra: c1)Sem encargos incluídos: I )pela nota de débito do fornecedor relativa aos encargos: 6988 221 E E II )pelo novo saque: 221 222 Vn=V0 . Quando o preço estiver fixado deverá ser utilizada a conta 39 Adiantamento por conta de compras.
Reversão e anulação de imparidades acumuladas: 229 76212 € € Aplica-se em Fornecedores no caso particular da conta 228. Conta 229 Perdas por imparidades acumuladas 1. Registo inicial ou reforço periódico de quantias de imparidade pelo valor atribuível ao período: 6512 229 € € 2. Conta 22 Fornecedores e demonstrações financeiras Balanço: Activo não corrente Outros activos financeiros Dívida a receber de médio e longo prazo (saldo devedor da 22) deduzido das perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 229) Activo corrente Adiantamento a fornecedores Dívidas a receber de curto prazo (saldo devedor da 228) deduzido da perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 229) Outras dívidas a receber Dívidas a receber de curto prazo (saldo devedor da 221 a 227) deduzido da perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 229) Passivo não corrente Outras contas a pagar Dívidas a médio e longo prazo (saldo credor da 221 e 222) Passivo corrente Fornecedores Fornecedores dívidas de curto prazo (saldo credor da 22) Anexo: Explicar as perdas por imparidades de dívidas a receber de fornecedores na nota 13 .
direcção. 15/10/2013 Conta 23 Pessoal Nesta conta registam-se as operações relativas ao pessoal e os órgãos sociais enquanto nessa qualidade. etc. salários e outras remunerações Legenda: A – Remunerações Ilíquidas (Brutas) B – Descontos efectuados por conta do trabalhador C – Valor líquido das reunerações 2ª fase: processamento dos encargos sobre as remunerações 245 E 635 D 248 E Legendas: D – Encargos totais por conta da entidade patornal E – Descontos para cada entidade por conta da entidade patornal 3ª fase: pagamento ao pessoal e às outras entidades I. salários e outras remunerações. comissão de auditoria. 2ª fase: processamento dos encargos sobre as remunerações. fiscalização ou outros corpos com funções equiparadas. Órgãos Sociais: mesa da assembleia geral. 1ª fase: processamento dos ordenados. 3ª fase: pagamento ao pessoal e às outras entidades. administração. por exemplo como clientes. o movimento destas contas insere-se no seguinte esquema normalizado: 1ª fase: processamento dos ordenados. excluem- se operações em que estes surjam numa outra posição. Conta 231 Remunerações a pagar Esta conta está decomposta em duas subcontas: * 2311 Remunerações a pagar aos órgãos sociais. neste sentido. fornecedores. * 2312 Remunerações a pagar ao pessoa De acordo com o SNC. Pagamento dos ordenados e salários: 2311/2312 11/12 € € .
pelos estatutos ou pelos regulamentos aplicáveis. etc. II. esta conta será debitada quando da restituição às respectivas entidades. deslocações e estadas. 1) Perdas de imparidades anuais: 6512 2391/2392 € € 2) Reversão e anulação de imparidades acumuladas: 2391/2392 76212 € € Conta 23 Pessoal e as demonstrações financeiras Balanço: Activo não corrente Outros activos financeiros Dívida a receber de médio e longo prazo (saldo devedor da 232 e 238) deduzido das perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 239) . sendo regularizados pela apresentação dos documentos justificativos dos gastos suportados (de representação.). quer com o pessoal.  Contas de natureza residual  Conta de saldo misto Conta 239 Perdas por imparidade acumuladas Regista-se nesta conta as perdas por imparidade acumuladas em pessoal (conta 23) relativas a adiantamentos (conta 232) ou outras operações a débito (conta 238). Deverá ser desdobrada em subcontas de acordo coma natureza das contas de pessoal. Conta 237 Cauções Nesta conta são creditadas pelos depósitos de garantia em dinheiro prestado pelos membros dos órgão sociais/ pessoal. tendo em conta as funções e a responsabilidade. Conta 238 Outras operações Para registo dos movimentos não contemplados nas contas anteriores. quer com os órgão sociais. determinado por lei. sendo descontados aquando do processamento das remunerações. Pagamento às restantes entidades: Conta 232 Adiantamentos Nesta conta serão contabilizados a débito.  despesas a efectuar por conta da empresa. pelas entregas adiantadas às respectivas entidades (órgão sociais/ pessoal) por conta de:  renumerações futuras. Estas imparidades não são aceites fiscalmente como gasto (CIRC). Finda essa exigência.
com base na matéria colectável estimada. a pagar ao estado por força da lei. Imposto – “Prestação pecuniária. Pagamentos por conta . Autarquias Locais e outros entes públicos que tenham características de impostos e taxa” (SNC). a quantia do respectivo imposto. No fim do período será calculada. 237 e 238) Passivo corrente Outras contas a pagar Dívidas a pagar de curto prazo (saldo credor da 231. Activo corrente Outras contas a receber Dívidas a receber de curto prazo (saldo devedor da 232 e 238) deduzido da perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 239) Passivo não corrente Outras contas a pagar Dívidas a pagar a médio e longo prazo (saldo credor da 231. unilateral.Imposto estimado para o período . Pagamento do imposto apurado Esquema: a) Pagamento por conta do imposto: 241 12 € € b) Imposto estimado: 8121 241 € € . a qual se registará a crédito desta conta por débito de 8121 – Impostos estimado para o período. Sujeito ao Código do Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas (IRC) Movimentação: 241 . Pagamento especial por conta . para fazer face às despesas públicas e outros objectivos de carácter económico e social” Subcontas: * 241 Impostos sobre o rendimento * 242 Retenção de impostos sobre rendimentos * 243 Impostos sobre o valor acrescentado (IVA) * 244 Outros impostos * 245 Contribuições para a segurança social * 246 Tributos das autarquias locais * 248 Outras tributações Conta 241 Imposto sobre o rendimento Esta conta é debitada pelos pagamentos efectuados e pelas retenções na fonte a que alguns dos rendimentos da entidade estiverem sujeitos. Retenções efectuadas por terceiros .Saldo inicial . 237 e 238) Anexo: De acordo com a NCRF 5. divulgar as renumerações do pessoal chave da gestão Descrever qualquer transacção que tenha ocorrido com pessoal chave da gestão Divulgar a quantidade reconhecida como gasto com principal pessoal de gerência (NCRF 28) Explicar os benefícios a longo prazo (ou em caso de cessação de emprego) que a entidade proporcione aos seus empregados Explicar as perdas por imparidade de dívidas a receber relativas ao pessoal na nota 13 Conta 24 Estado e Outros entes Públicos Nesta conta “registam-se as relações com o Estado.
actividade de natureza comercial. Setembro e 15 de Dezembro do próprio ano a que respeita o lucro tributável …”. será igual a este limite acrescido de 20 % da parte excedente. Rendimentos sujeitos a retenção – artigo 88º do código de IRC . com o limite mínimo de (euro) 1000. com o limite máximo de (euro) 70 000. … Artigo 97º do Código de IRC: “Os pagamentos por conta são calculados com base no imposto liquidado nos termos do n. com vencimento em Julho.Subcontas: 241 Imposto sobre o rendimento 2411 Pagamentos por conta 24111 Pagamentos normais 24112 Pagamento especial 24113 Pagamentos adicionais 2412 Retenções na fonte (efectuadas por terceiros) 24121 Sobre rendimentos de capitais 24122 Sobre rendimentos prediais 24123 Renumeração órgãos estatutários pessoas colectivas 24129 Sobre outros rendimentos 2413 Imposto estimado 2414 Imposto liquidado 2415 Apuramento do IRC 2416 Imposto a pagar 2417 Imposto a recuperar 24171 De pagamentos especiais 24172 Imposto normal a recuperar Conta 24111 Pagamentos por conta Artigos 96º do Código de IRC: “As entidades que exerçam. industrial ou agrícola. em duas prestações. Movimentação: Débito – 24111 (pagamentos normais) Crédito – 12 Conta 24112 Pagamento especial Pagamento especial por conta (artigo 98º do código de IRC): “1 – … ficam sujeitos a um pagamento especial por conta. bem como as não residentes com estabelecimento estável em território português. a efectuar durante o mês de Março ou. e. a título principal. quando superior.” Movimentação: Débito – 24112 (pagamento especial) Crédito – 12 Conta 2412 Retenções na fonte (efectuadas por terceiros) Esta subconta tem em vista dar a conhecer os quantitativos que foram retidos por terceiros relativamente a rendimentos de que a empresa é titular.º 1 do artigo 83º relativamente ao exercício imediatamente anterior àquele em que se devam efectuar esses pagamentos…”. durante os meses de Março e Outubro do ano a que respeita… 2 – O montante do pagamento especial por conta é igual a 1 % do volume de negócios relativo ao exercício anterior. devem proceder ao pagamento do imposto nos termos seguintes: a) Em três pagamentos por conta.
8121 2413 € € Taxa de IRC 2013 : .17. Imposto liquidado > Imposto estimado 6885 2414 2413 B A A B A – transferência para a 2414 do saldo credor da 2413 B – Diferença desfavorável entre o imposto liquidado e o imposto estimado 2. 2414 e 2417 ficam saldadas) O saldo da 2415 é transferido se for: • Devedor para a 2417 • Credor para a 2416 . surgirá uma das seguintes hipóteses: 1.25% (Continente e Madeira) . Movimentação: * Debitado pelos saldos devedores de 2411. Imposto liquidado = Imposto estimado 2413 2414 € € 3. do imposto sobre o rendimento que será devido no exercício seguinte àquele a que se o resultado contabilísticos respeita. tendo em N sido apurado o imposto estimado.5% (Açores) Derrama: até 1. calculado com referência ao fim do período.Esquema: 11/12 2412x Classe 7 Rl R Rb Legenda: Rl – Rendimento líquido (Rb – R) R – Retenção efectuada Rb – Rendimento bruto (Rendimento ilíquido) Conta 2413 Imposto estimado Nesta subconta regista-se o quantitativo previsível.5% do lucro tributável (Municipal) Conta 2414 Imposto liquidado Corresponde ao quantitativo devido à Fazenda Nacional. que corresponde: IRC + Derrama + Tributação Autónoma + Juros compensatórios/mora Em N+1. 2412 e 2417 (caso haja impostos a recuperar) * Creditada pelo saldo credor da 2414 (após este lançamento as contas 2411. 2412. Imposto liquidado < Imposto estimado 2414 2413 7882 B A A B A – transferência para a 2414 do saldo credor da 2413 B – Diferença favorável entre o imposto liquidado e o imposto estimado Conta 2415 Apuramento Usado para o apuramento do imposto devido.
Esta conta é creditada pela transferência do saldo credor da conta 2415. 2412 e 2417) Passivo corrente Estado e Outros Entes Públicos EOEP com quantias a pagar ( saldo credor da 2413 e 2416) Anexo: Divulgação dos principais componentes de gasto (rendimento) de impostos na nota 26 . Conta 2416 Imposto a receber Conta 241 Imposto sobre o rendimento e as demonstrações financeiras Balanço: Activo corrente Estado e Outros Entes públicos EOEP com quantias a receber (saldo devedor da 2411. Conta 2416 Imposto a pagar Evidencia o quantitativo a pagar à Fazenda Nacional. Sendo debitada por contrapartida de uma conta de meios financeiros líquidos (11/12) aquando do seu pagamento.
15/10/2013 Conta 242 Reteções de impostos sobre rendimentos Esta conta movimenta a crédito o imposto que tenha sido retido na fonte relativamente a rendimentos pagos a sujeitos passivos de IRC ou IRS. Sujeito ao Código do IRC e do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS). Movimentação: 63x 2421 231x 245 Rb IRS RL SS Legenda: Rb – Rendimento bruto IRS – Retenção (consoante o escalão de rendimentos) RL – Rendimento líquido SS – Segurança Social de conta do trabalhador Conta 2422 Trabalho independente Rendimentos da categoria B (rendimentos empresariais e profissionais) .artigo 3º do Código de IRS). podendo ser dividida de acordo com a natureza dos rendimentos (SNC). Sendo movimentada a débito aquando do pagamento ao Estado do imposto retido. Movimentação: 6224 2413 7882 B A A B Legenda: Rb – Rendimento bruto R – Retenção (profissionais liberais – taxa de 25%) Rl – Rendimento líquido Conta 2423 Rendimentos de capitais Rendimentos da categoria E (a) e q) do artigo 5º do Código de IRS) Movimentação: 69x 2423 12/25/26 J R Rl . Subcontas: 242 Retenções de imposto sobre rendimentos 2421 Trabalho dependente 2422 Trabalho independente 2423 Capitais 2423 Prediais … 2429 Sobre outros rendimentos Conta 2421 Trabalho dependente Rendimentos da categoria A e H (artigo 2º e 11º do Código de IRS).
500 2.000 .000 1.200 345 506 161 Consumidor 2. IRC – 25%) Rl – Rendimento líquido (importância paga ou colocada à disposição) Conta 2424 Rendimentos de prediais Rendimentos da categoria F [a) e f) do n. - Total IVA 506 Taxa de IVA em vigor em Portugal: Operações Continente Madeira Açores Constantes da lista I 6% 5% 4% Constantes da lista II 13% 12% 9% Para as restantes 23% 22% 16% . IRC – 25% ) RL – Renda líquido (importância paga ou colocada à disposição) Conta 242 Retenção de imposto sobre rendimentose as demonstrações financeiras Balanço: Passivo corrente Estado e Outros Entes Públicos EOEP com quantias a pagar ( saldo credor da 242) Podendo em casos excepcionais surgir no activo corrente (duplicação de pagamentos/entregas ao Estado). 506 . Conta 243 Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) Esta conta destina-se a registar as situações decorrentes da aplicação do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (SNC). 1. 230 230 Grossista 1. Exemplo – Cálculo IVA método indirecto IVA (23%) Agente Compra (C) Venda (V) Entregue ao Económico Em (C) Em (V) Estado Produtor . Tributa o consumo em todas as fases do circuito económico Artigo 1º do código IVA apresenta as operações sujeitas a imposto.º 2 do artigo 8º do Código de IRS] Movimentação: 6261 2424 12/22 RB R RL Legenda: RB – Renda bruta R – Retenção (IRS – 25%. Cálculo: Método Indirecto Subtractivo – o imposto é calculado “pela aplicação da(s) respectiva(s) taxa(s) ao valor acrescentado em cada fase (produto das vendas e serviços prestados pela empresa).200 . IVA – incide sobre o consumo de bens e serviços (imposto indirecto). subtraindo-lhe o imposto suportado na fase imediatamente anterior (compras de bens e serviços pela empresa).500 230 345 115 Retalhista 1.Legenda: J – Juro R – Retenção (IRS – 28%.
A pagar 2437 IVA .Liquidações oficiosas Conta 2431 IVA suportado Esta conta é debitada pelo IVA suportado em todas as aquisições de inventários.Dedutível 2433 IVA .Apuramento 2436 IVA . IVA VBase 2) Recepção da factura: 221/2711 2432x 31x/4x Factura IVA VBase 3) Regularização do adiantamento: 221/2711 24342 228/2713/39/455 Adiant.A recuperar 2438 IVA .Liquidado 2434 IVA . Subconta: 24321 – Inventários 24322 – Investimentos 24323 – Outros bens e serviços Lançamento de aquisição de inventários. investimentos ou outros bens e serviços. IVA não dedutível – artigo 21º do Código IVA Conta 2432 IVA dedutível Esta conta é debitada pelo IVA dedutível relativo às aquisições de inventários.Suportado 2432 IVA .Reembolsos pedidos 2439 IVA .Subcontas (previstas no SNC): 2431 IVA . IVA VBase .Regularizações 2435 IVA . investimentos ou outros bens e serviços. pelas contas inerentes às respectivas aquisições (Classe 3. Movimentação: Debitada – IVA suportado em todas as operações Creditada – por contrapartida da 2432 (IVA – Dedutível)/ ou caso o IVA não seja dedutível. Conta de uso facultativo. 4 ou 6) ou da conta 6812 (por dificuldade de imputação ao activo ou gasto específico). investimentos e outros bens e serviços: 11/12/22/271 2432x 31/4x/6x VTotal IVA VBase Vt – Valor total da compra IVA – Imposto dedutível Vbase – Valor dos bens sem imposto Adiantamentos ao fornecedor: 1) Quantitativo entregue: 11/12 2432x 228/2713/39/455 Adiant.
IVA VBase Oferta de existências próprias: 6884 24332 38x Valor IVA Preço Total Custo Conta 2434 IVA Regularizações Regista as correcções de imposto apuradas nos termos do código do IVA e susceptíveis de serem efectuadas nas respectivas declarações periódicas. Subconta: 24341 –Mensais (trimestrais) a favor da empresa * devoluções de vendas * descontos e abatimentos em vendas * descontos de pronto pagamento concedidos(fora da factura) * anulação de adiantamento de clientes * Incobrabilidade de créditos por sentença judicial 24342 – Mensais (trimestrais) a favor do Estado * Sinistros em inventários * Devoluções de compras * Descontos e abatimentos em compras (fora da factura) . IVA VBase 2) Emissão da factura: 211 24331 71/72 Factura IVA VBase 3) Regularização do adiantamento: 221 24341 218/276 Adiant. Conta 2433 IVA Liquidado Esta conta é creditada pelo IVA liquidado nas vendas ou prestação de serviço. Subconta: 24331 – Operações gerais 24332 – Autoconsumo e operações gratuitas Lançamento: 11/12/22/278 24331 71/72 VTotal IVA VBase Vtotal – Valor total da venda IVA – Imposto liquidado Vbase – Valor da venda sem imposto Recebimentos antecipados (Adiantamentos): 1) Quantitativo entregue: 11/12 24331 218/276 Adiant.
Sendo creditada por contrapartida da 2435. As contas 2438 e 2439 são contas de movimentação ocasional. Esta conta é debitada pela transferência do saldo devedor da conta 2435. Conta 2436 IVA e as demonstrações financeiras Balanço: Activo Corrente: Estado e Outros Entes Públicos Créditos sobre o Estado (saldo devedor da 2432. ou da 2438. Ex. Sendo debitada por contrapartida de uma conta de meios financeiros líquidos (11/12) aquando do seu pagamento. no caso de ser solicitado o reembolso do crédito sobre o Estado. no caso de reporte do crédito sobre o Estado para período seguintes. Esta conta é creditada pela transferência do saldo credor da conta 2435.: Imposto de selo . Conta 2436 IVA a Receber Expressa o montante do crédito sobre o Estado no final de cada período de imposto. * Descontos de pronto pagamento obtidos (fora da factura) * Anulação de adiantamento a fornecedores IVA Apuramento Conta 2436 IVA a Pagar Evidencia o montante de imposto a pagar. 24341 e 2437) Passivo corrente Estado e Outros Entes Públicos EOEP com quantias a pagar (saldo credor da 2433. 24342e 2436) Conta 244 Restantes Impostos Recolhe outros impostos não abrangidos nas rubricas anteriores.
Restantes contas da 24 e as demonstrações financeiras Balanço: Passivo corrente Estado e Outros Entes Públicos EOEP com quantias a pagar (saldo credor da 244. Conta 248 Outras Tributações Regista a relação com o estado e outros entes públicos.: Derrama. Imposto Municipal sobre Imóveis. Ex. 246 e 248) Conta 25 Financiamentos Obtidos Registam-se os financiamentos obtidos.  Por conta das entidades empregadoras (23. impostos e taxas locais. Imposto sobre veículos. 245. accionistas. sócios) 254 Subsidiárias. Conta 246 Tributos das autarquias locais Engloba as dívidas a pagar resultantes de contribuições. Taxa social única:  Por conta dos beneficiários (11% para trabalhadores de regime geral e 10% para os órgão sociais). Debita-se aquando do pagamento por contrapartida da conta da classe 1. como sejam. sejam eles de instituições de crédito e sociedades financeiras ou de outras entidades. referentes a impostos e taxas. Conta 245 Contribuições para a Segurança Social Credita-se pela importância a entregar nas respectivas instituições de segurança social por débito da conta 63. entidades onde tenhamos participações ou mesmo no case da obtenção de empréstimo por emissão de obrigações. associadas e empreendimentos conjuntos (entidades em que a empresa participa no capital – empresas participadas) … 258 Outros financiamentos (ex: sociedades de capital de risco) . taxa de saneamento básico. que são cobradas com autonomia relativamente aos impostos estaduais. não enquadráveis em contas anteriormente referidas.25% para corpos gerentes). Conta de natureza residual.75% por cada trabalhador e 21. Empréstimos:  De funcionamento: suprir insuficiências temporárias de tesouraria resultantes da actividade corrente  De financiamento: financiar projectos de investimento – expansão da actividade NCRF: • 27 – Instrumentos Financeira • 9 – Locações • 10 – Custos dos empréstimos obtidos Subcontas: 251 Instituições de crédito e sociedades financeiras 252 Mercado de valores mobiliário (Empréstimo por obrigações) 253 Participantes de capital (empresa-mãe. os participantes no capital. Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis.
Movimentação: 25 .Diferenças de câmbio favoráveis . Quando a empresa contrai um empréstimo: 12 2511 € € II.Financiamentos . Ex: leasing financeiro Conta 25 Financiamentos Obtidos Balanço: Passivo não corrente: Financiamentos obtidos Dívidas a pagar a médio e longo prazo (saldo credor da 251 a 258) Passivo corrente Financiamentos obtidos Dívidas a pagar a curto prazo (saldo credor da 251 a 258) . Subconta 2513 – Locações financeiras (NCRF 9): Nesta conta devem ser registadas as quantias por locações financeiras (é uma locação que transfere substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes à posse do activo). Quando a empresa reembolsar (amortizar) a quantia que recebeu por empréstimo: 2511 12 Reembolso Reembolso (parcial ou total) (parcial ou total) Outras subcontas na 251 Subconta 2512 – Descoberto bancário: Conta para onde são transferidos no final do ano os saldos credores das contas de depósito à ordem.Diferenças de câmbio desfavoráveis Conta 2511 Empréstimos Bancários Mensuração : custo amortizado usando o método do juro efectivo I.Saldo inicial parcial dos financiamentos .Amortização (reembolso) total ou . Pelos pagamento de juros: 6911 12 Juro Juro III.
Definições: parágrafos 8 a 10 da NCRF5 Conta 26 Accionistas / Sócios Regista todas as operações com os detentores de capital. Subscrição de capital (acção): 261 51 Vs Vs II. quer sejam entidades particulares. Subscrição de capital (quota): 262 51 Vs Vs II. quer colectivas. excluindo:  Transacções correntes.  Investimentos financeiros. com vista ao apuramento da situação devedora e credora destes para com a empresa. 29/10/2013 Accionistas (sócios) Esta conta regista as ligações entre a empresa e os detentores do seu capital.  Operações com activos fixos tangíveis e intangíveis. Realização do capital subscrito: 11/12 262 Vs Vs . Subcontas: 261 Accionistas c/ subscrição 262 Quotas não liberadas 263 Adiantamentos por conta de lucros 264 Resultados atribuídos 265 Lucros disponíveis 266 Empréstimos concedidos – empresa-mãe … 268 Outras operações 269 Perdas por imparidade acumuladas Conta 261 Accionistas com subscrição I. Accionista – detém capital social representado por acções (SA) Sócio – detém capital social representado por quotas (Lda. Realização do capital subscrito: 11/12 261 Vs Vs Nota: conta de saldo devedor ou nulo Conta 262 Quotas não liberadas I.) NCRF 5 Divulgações de partes relacionadas Considera-se que as partes estão relacionadas se uma parte tiver a capacidade de controlar a outra parte ou exercer influência significativa sobre a outra parte ao tomar decisões financeiras e operacionais”.
Adiantamento por conta de lucros (Retenção: IRS – 28%.Nota: conta de saldo devedor ou nulo Conta 263 Adiantamentos por conta de lucros I. Levantamento pelos detentores de capital dos lucros disponíveis: 265 11/12 VL VL Nota: Conta de natureza passiva – saldo credor ou nulo. Colocação dos lucros à disposição dos detentores de capital: 264 265 VL VL II. Adiantamento por conta de lucros (Retenção: IRS – 28%. Atribuição de lucros. IRC – 25%): 264 2423 265 VB IR VL Nota: Conta de natureza passiva – saldo credor ou nulo. IRC – 25%): 263 2423 11/12 VA IR VL Legenda: VA – Valor bruto do adiantamento. Anulação do adiantamento (aquando da atribuição do lucros): 264 263 VA VA Nota: conta de saldo devedor ou nulo Conta 264 Resultados atribuidos I. Hipótese 2: Os lucros não tinham sido previamente atribuídos aos detentores de capital. pelo órgão deliberativo (Assembleia Geral): 56 264 € € II. Colocação dos lucros à disposição dos detentores de capital: 265 242 56 VL IR VB . IR – Imposto retido. VL – Valor líquido II. Conta 265 Lucros disponíveis Hipótese 1: Os lucros já tinham sido atribuídos aos sócios/accionistas: I. Neste caso o movimento em i) será: 1.
266 e 268. Estas imparidades não são aceites fiscalmente como gasto (CIRC). a deduzir Passivo não corrente Accionistas/Sócios Dívidas a pagar a médio e longo prazo (saldo credor da 264. 266 e 268) deduzido das perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 269) Activo corrente Accionistas/Sócios Dívidas a receber de curto prazo (saldo devedor da 263. 265 e 268) Anexo: Divulgação das operação relacionadas no ponto 5 (NCRF 5) . enquadráveis na conta 26. não contempladas nas contas anteriores. Perdas de imparidades anuais: 2651 269 € € 2. Natureza residual. Conta 269 Perdas por imparidade acumulada Regista-se nesta conta as perdas por imparidade acumuladas em Accionistas/Sócios (conta 26) relativas aos saldos devedores das contas 263. 265 e 238) Passivo corrente Accionistas/Sócios Dívidas a pagar de curto prazo (saldo credor da 264. Credita-se: pelo reembolso (total ou fraccionado) dos empréstimos concedidos Conta de saldo devedor ou nulo Conta 268 Outras operações Registam-se as restantes operações com os detentores de capital. 1. Reversão e anulação de imparidades acumuladas: 269 76212 € € Conta 26 Accionistas / Sócios e as demonstrações financeiras Balanço: Activo não corrente Accionistas/Sócios Dívida a receber de médio e longo prazo (saldo devedor da 263. Deverá ser desdobrada em subcontas de acordo coma natureza das contas de Accionistas/Sócios. Conta 266 Empréstimos concedidos -> Empresa-mãe Debita-se: pela concessão de empréstimos à empresa mãe. 266 e 268) deduzido da perdas por imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 269) Capital Próprio Capital Realizado Saldos devedores das contas 261 e 262. Conta de saldo credor ou nulo.
. Subcontas: 2711 – Fornecedores de investimentos c/gerais 2712 – Facturas em recepção e conferência 2713 – Adiantamentos a fornecedores de investimentos Conta 2711 Fornecedores de investimentos condições gerais Movimentação: 2711 . Conta 27 Outras contas a receber e a pagar Subcontas: 271 Fornecedores de investimentos 272 Devedores e credores por acréscimos (periodização económica) 273 Benefícios pós-emprego 274 Impostos diferidos 275Credores por subscrição não liberadas 276 Adiantamentos por conta de vendas 278 Outros devedores e credores 279 Perdas por imparidades acumuladas Nota: Conta mista (abrange contas de natureza activa e de natureza passiva).Pagamentos totais ou parciais . de investimentos a efectuar por terceiros (SNC).Regularização de adiantamentos classificados como investimentos p/conta de investimentos . sem preço fixado.Transferências das contas 2712 Nota: Conta de natureza passiva Conta 2713 Adiantamento a fornecedores de investimentos Regista as entregas feitas pela entidade relativas a fornecimentos.Compra a crédito de bens e serviços . 1. Quando o preço estiver fixado deverá ser utilizada a conta 455 Adiantamentos por conta de investimentos. Anulação da entrega adiantada (após o lançamento de compra do investimento): 2711 24342 2713 VL + IVA IVA VL Nota: Conta de natureza activa– saldo devedor ou nulo. Entrega adiantada por conta de investimentos: 2713 24322 11/12 VL IVA VL + IVA 2. Conta 271 Fornecedores de investimentos Esta conta regista os movimentos com vendedores de bens e serviços com destino aos investimentos da entidade.
serviços prestado pe fornecedor mas cuja facturação foi emitida no período seguinte. para reconhecer o rendimento que lhe é atribuível: 2721 7x Acres. cuja receita ou despesa só venha a ocorrer em período ou períodos posteriores (SNC). Contas: 272 Acréscimos 28 Diferimentos 272 Devedores e credor por acréscimo Na conta 272 regista a contrapartida dos rendimentos e gastos que devam ser reconhecidos no próprio período. ainda que não tenham documentação vinculativa. Em N+1. As demonstrações financeiras preparadas de acordo com o regime de acréscimo informam os utentes não somente das transacções passadas envolvendo o pagamento e o recebimento de caixa mas também das obrigações de pagamento no futuro e de recursos que representem caixa a ser recebida no futuro. cujo o gasto é atribuído ao Ano N. 28 Diferimentos Compreende os gastos e rendimentos que devam ser reconhecidos nos períodos seguintes (SNC). as demonstrações financeiras são preparadas de acordo com o regime contabilístico do acréscimo (ou da periodização económica). 2722 Credores por acréscimo de gastos Regista-se a crédito por contrapartida da respectiva conta de gastos (classe 6). o montante de rendimentos atribuíveis ao período. factura da luz/água/telefone/água do mês de Janeiro/N+1 referentes a consumos em Dez/N. No período N. Através deste regime. para reconhecer o gasto que lhe é atribuível: 6x 2722 Acres. Deste modo. proporciona -se informação acerca das transacções passadas e outros acontecimentos que seja mais útil aos utentes na tomada de decisões económicas. Acréscimos e diferimentos Regime de acréscimo (periodização económica) §22 da Estrutura Conceptual: A fim de satisfazerem os seus objectivos. Ex: gastos de financiamentos (juros suportados). Subsídio de férias processado no Ano N+1. pelo recebimento e processamento do rendimento: 11/12 2721 Acres. Em N+1. 2721 Devedores por acréscimo de rendimentos Regista-se a débito por contrapartida da respectiva conta de rendimentos (classe 7). . o montante de gastos ou perdas atribuíveis ao período. Acres. serviços prestado mas cuja facturação foi emitida no período seguinte. Acres. os efeitos das transacções e de outros acontecimentos são reconhecidos quando eles ocorram (e não quando caixa ou equivalentes de caixa sejam recebidos ou pagos) sendo registados contabilisticamente e relatados nas demonstrações financeiras dos períodos com os quais se relacionem. mas cujo vencimento efectivo ou pagamento só ocorra em períodos seguintes. pelo recebimento e processamento do gasto: 2722 11/12/22 Acres. Ex: rendimentos de aplicações financeiras a vencer-se em períodos futuros. Acres. No período N. mas cujo vencimento efectivo só ocorra em períodos seguintes. Acres.
Ex: encargos financeiros suportados antecipadamente. No período N. Benefício pós-emprego: pensões. No período N. o montante das receitas incorridas no período corrente. Em N+1. Conta 28 Diferimentos e as demonstrações financeiras Balanço: Activo corrente Diferimentos Saldo devedor da conta 281 que será transferido para uma conta gastos no período seguinte. Passivo corrente Diferimentos Saldo credor da conta 282 que será transferido para uma conta rendimentos no período seguinte Conta 273 Benefícios pós emprego Regista as responsabilidades da entidade perante os seus trabalhadores ou perante a sociedade gestora de um fundo autónomo (SNC). Rend. seguros de vida pós emprego e cuidadosmédicos pós emprego. Gasto Em N+1. para registar o rendimento atribuível a período posteriores: 11/12/22 282 Dif. contrapartida da 633 (Gastos com o pessoal – Benefícios pós emprego) Regulamentada pela NCRF 28 – Benefícios dos empregados. Gasto Dif. para registo do gasto atribuível ao período seguinte: 281 11/12/22 Dif. o montante das despesas incorridas no período corrente. Ex: recebimento de rendas antecipadas. Rend. facturação cuja a entrega ou prestação do serviço só será realizada no período seguinte. Rend. mas que devem ser reconhecidas como gastos do período económico seguinte. Dif. Rend. . gastos imputados ao ano N+1 mas cuja a despesa ocorre no ano N. 281 Gastos a reconhecer Regista-se a débito por contrapartida da respectiva conta de terceiros/meios financeiros. rendimentos imputados ao ano N+1 mas cuja a receita ocorre no ano N. mas que devem ser reconhecidas como rendimentos do período económico seguinte. pelo recebimento do respectivo gasto: 6x 281 Gasto Gasto 282 Rendimentos a reconhecer Regista-se a crédito por contrapartida da respectiva conta de terceiros/meios financeiros. encargos com seguros. Conta de saldo credor (representa a responsabilidade da entidade face aos seus empregados). pelo recebimento do respectivo gasto: 282 7x Dif.
Pela subscrição : 14/41 275 Vs Vs ii. nos termos estabelecidos na NCRF 25 – Impostos sobre os rendimentos (SNC). obrigações e outros títulos. Pelo pagamento dos valores de subscrição: 275 11/12 Vs Vs Conta 276 Adiantamentos por conta da venda Regista as entregas feitas à empresa que sejam relativas a fornecimentos a efectuar a terceiros. Conta 274 Impostos diferidos Esta conta regista os activos por impostos indeferidos que sejam reconhecidos para as diferenças temporárias dedutíveis e os passivos por impostos diferidos que sejam reconhecidos para as diferenças temporárias atribuíveis. i.  Operações obrigacionistas  Débitos por subsídios atribuídos à empresa. Subcontas: 2781 Sindicatos 2782 Obrigacionistas 2783 Seguradoras 2784 Entidades gestoras … . Conta 275 Credores por subscrições não liberadas Credita-se pelo valor total da subscrição de quotas. cujo o preço esteja previamente fixado. acções. 1.  Outras operações relativas a dívidas de e a terceiros que não sejam de classificar nas contas anteriores Natureza residual Conta mista: apresentará saldo devedor ou credor. por contrapartida da respectivas contas de investimentos financeiros (SNC). Entrega adiantada do cliente: 11/12 24331 276 VL + IVA IVA VL 2. Anulação do adiantamento (após o registo da venda): 276 24341 211 VL IVA VL + IVA Conta 278 Outros devedores e credores Estão abrangidas nesta conta as dívidas derivadas de :  Operações relacionadas com vendas de activos fixos. de acordo com a natureza das operações.
Conta 279 Perdas por imparidade acumuladas
Regista-se nesta conta as perdas por imparidade acumuladas em Outras contas a receber e a pagar (conta 27) relativas aos saldos
devedores das contas 271 e 278.
Estas perdas por imparidade não são, na generalidade, aceites fiscalmente como gasto (CIRC).
Conta de saldo credor ou nulo.
1. Registo inicial ou reforço periódico de quantias de imparidade pelo valor atribuível ao período:
6512 279
2. Reversão e anulação de imparidades acumuladas:
279 76212
A conta 279 terá sempre saldo credor ou nulo, nunca saldo devedor.
Conta 27 Outros devedores e credores e as demonstrações financeiras
Dívidas a receber de médio e longo prazo (saldo devedor da 271 a 278, excepto a 274), deduzido das perdas por
imparidade acumuladas correspondentes (saldo credor da 279)
Saldo devedor da 2741 de médio e longo prazo
Dívida a receber de curto prazo (saldo devedor da 271 a 278) deduzido das perdas por imparidade acumuladas
correspondentes (saldo credor da 279)
Saldo credor da 2742 de médio e longo prazo
Dívidas a médio e longo prazo (saldo credor da 271 a 278, excepto 2742)
Dívidas de curto prazo (saldo credor da 271 a 278, excepto 2742)
Explicar as perdas por imparidades de dívidas a receber na nota 13
Explicar os impostos diferidos na nota 26
Conta 29 Provisões
Esta conta serve para registar as responsabilidades cuja natureza esteja claramente definida e que à data do balanço sejam de
ocorrência provável ou certa, mas incertas quanto ao seu valor ou data de ocorrência (vidé NCRF 21 – Provisões, passivo
contingentes e activos contingentes) (SNC).
Provisão – “é um passivo de tempestividade ou quantia incerta” (§ 8 e 9 da NCRF 21). Assim, caracteriza-se pela incerteza acerca
do momento concreto da sua ocorrência (tempestividade) ou da quantia necessária à sua liquidação (quantia incerta).
ex: processo judicial (por parte do trabalhador ou cliente).
Uma provisão só pode ser reconhecida quando cumulativamente (§ 13 da NCRF 21):
a) A entidade tenha uma obrigação presente (legal ou construtiva) como resultado de um acontecimento passado;
b) Seja provável que um exfluxo de recursos que incorporem benefícios económicos será necessário para liquidar a
c) Possa ser feita uma estimativa fiável da quantia da obrigação.
A provisão não é uma dívida mas sim um compromisso com elevado grau de probabilidade de ocorrência.
Árvore de decisão (Anexo A à NCRF 21): Fluxograma que facilita a classificação das contingências.
Nem todas as provisões são fiscalmente dedutíveis (artigo 39º do código de IRC)
291 Provisões para impostos (ex.: impostos aduaneiros)
292 Provisões para garantias de clientes (ex.: assistência técnica gratuita pósvenda)
293 Provisões para processos judiciais em curso (ex.: possível indemnização)
294 Provisões para acidentes de trabalho e doença profissional
295 provisões para matérias ambientais (ex.: gastos futuros com remoção de desperdícios acumulados)
296 Provisões para contratos onerosos (ex.: quebra de contrato com cliente)
297 Provisão para reestruturação (Ex.: gastos futuros com a deslocação da actividade de umpaís).
298 Outras provisões
1. Registo inicial ou reforço da provisão (no fim do período face aos encargos previstos decorrentes de
situação pendentes):
67x 29x
2. Reversão e anulação (quando a provisão existente exceda os encargos que se prevêem suportar):
29x 763x
A conta 29 terá sempre saldo credor ou nulo, nunca saldo devedor.
Conta 29 Provisões e as demonstrações financeiras
Provisões de médio e longo prazo (saldo credor da 29)
Provisões de curto prazo (saldo credor da 29)
Explicar as provisões, passivos contingentes e activos contingentes na nota 21
Elaboração de um quadro das provisões
Inventários – todos os bens armazenáveis adquiridos ou produzidos pela empresa e que se destinam à venda ou a serem
incorporados na produção.
De acordo com a NCRF 18, inventários são os activos que:
 Sejam detidos para venda no decurso ordinário da actividade empresarial;
 Estejam no processo de produção para tal venda;
 Se mantenham na forma de materiais ou consumíveis a serem aplicados no processo e produção ou na prestação de
Activos biológicos – animais e plantas (no âmbito da actividade agrícola)
Matérias-primas – bens que não se destinam à venda mas a serem incorporados directamente em novos produtos;
Matérias subsidiárias – bens que não sendo incorporados directamente num determinado produto, concorrem directa ou
indirectamente para a sua produção;
Produtos em curso – aqueles que se encontram numa certa fase do processo produtivo sem, no entanto, terem atingido a fase
final de fabrico, ou seja, estarem aptos para venda;
Subprodutos ou resíduos – são produtos secundários resultantes da produção de um produto principal, com baixo valor
comercial (normalmente) e não utilizáveis no processo produtivo da empresa.
Produtos acabados – são os bens resultantes do processo produtivo da empresa que, tendo atingido a sua fase final, estão
aptos a serem vendidos;
Mercadorias – bens adquiridos para posterior venda, não estando sujeitos a qualquer transformação dentro da empresa, ou seja,
serem vendidos no mesmo estado em que foram adquiridos.
Sistemas de inventários
 Conhecimento em qualquer momento, da quantia e valor dos “stocks” de que a empresa é proprietária;
 Apuramento do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas (conta 61) e do resultado apurado nas
vendas ou na produção.
a) Sistema de inventário permanente;
b) Sistema de inventário intermitente ou periódico
Sistemas de Inventário Permanente
Sistema através do qual é possível permanentemente determinar, a partir das contas, o valor dos “stocks” em armazém e apurar
em qualquer momento os resultados obtidos nas vendas ou na produção.
As empresas a que seja aplicável o SNC são obrigadas a adoptar o sistema de inventário permanente, de acordo com o artigo 12º
do Decreto-Lei n.º 158/2009.
Movimento em Inventário Permanente
Em sistema de inventário permanente, no caso de uma empresa comercial, serão movimentadas as seguintes contas:
61 custos das mercadorias vendidas e matérias consumidas
Resultado bruto das vendas (RBV) = Vendas líquidas (VL) – Custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas (CMVMC)
RBV = saldo 71 – saldo 61
feitas periodicamente. RBV = VL – CMVMC Sendo que é necessário calcular o saldo da conta 61: CMVMC = Existência inicial + compras – Existência final ± Regularização das existências . Sistemas de Inventário Intermitente Neste sistema para se determinar o valor dos inventários e apurar o resultados das vendas é necessário realizar uma inventariação directa dos bens em stock.
o FIFO (first in. +qnxpn q1 + q2 + . Valorimetria dos inventários de acordo com o SNC “Os inventários devem ser mensurados pelo custo ou valor realizável líquido. Saída: Existem vários critérios Critérios de Valorimetria das saídas No que respeita à valorização das saídas podem apontar-se vários critérios. as existências em armazém valorizadas aos preços mais recentes.. sendo. first out) – os inventários vendidos e consumidos são valorizados pelos preço mais antigo. +qn NIFO (next in. que podem ser sintetizados: Critérios de Valorimetria das saídas – Critério com base nos custos Custo histórico: correspondem a custos suportados na aquisição dos inventários. o Custo médio ponderado (CMP) – o preço unitário dos produtos é determinado pela média ponderada de preço de compra e de valor dos stocks em armazém: CMP = q1xp1 + q2xp2 + . Valorimetria Entrada: Preço de custo = preço da factura + despesas de compra (fretes.. dos dois o mais baixo” (§ 9 da NCRF 18 – Inventários). Custo apriorísticos .. Não reconhecido pelo SNC. sendo as existências em armazém valorizadas aos preços mais antigos. seguros. first out) – as existências são valorizadas pelo preço que a empresa teria de suportar se substituísse as suas existências. o LIFO (last in first out) – inventários vendidos e consumidos são valorizados pelo preço mais recente. .) – descontos comerciais obtidos (na factura ou extra-factura). nas condições em que se encontram as actuais. São eles: o Custo específico – os produtos são avaliados pelo seu preço real ou efectivo.custos determinados à priori (através da contabilidade analítica).. etc. consequentemente. A sua determinação pode ser realizada com base nos custos padrões ou custos orçamentados.
Cálculo do preço de venda O preço de venda pode ser calculado de duas formas distintas: . Fórmulas de custeio: § 23 a 27 da NCRF 18.Custo dos inventários: § 10 a 22 da NCRF 18. Valor realizável líquido: § 28 a 33 da NCRF 18.
subsidiárias e de consumo 313 – Activos biológicos 317 – Devoluções de compras 318 – Descontos e abatimentos em compras Movimentação: 31 . Subcontas: 311 – Mercadorias 312 – Matérias-primas. 12/11/2013 Movimento de descontos e abatimentos Classe 3 Inventários e Activos Biológicos Subcontas: 31 Compras 32 Mercadorias 33 Matérias-primas.Devolução de compras seguros e outras. 33. . resíduos e refugos 36 Produtos acabados e em curso 37 Activos biológicos 38 Reclassificação e regularização de inventários e activos biológicos 39 Adiantamentos por conta de compras 31 Compras Destina-se a formar o custo da compra de mercadorias.Transferência do saldo para a adequada conta bancários) de inventários (o momento da transferência dependerá do sistema de inventário adoptado) . ou 37. alfandegárias. no final do período apresenta saldo nulo.Aquisição de armazenáveis . matérias-primas. A conta 31 não é conta de Balanço. subsidiárias e de consumo 34 Produtos acabados e intermédios 35 Subprodutos. subsidiárias e de consumo e dos activos biológicos para posterior transferência para as contas 32.Despesas em compras (despesas (extrafactura de natureza comercial). despesas com fretes. despesas com serviços .Descontos e abatimentos em compras . desperdícios.
daí que em contabilidade geral apenas se utilize a movimentação em sistema de inventário intermitente.Devoluções de compras . Registo inicial ou reforço periódico de quantias de imparidade pelo valor atribuível ao período: 652 3x9 € € 2.Custo das mercadorias vendidas/matérias consumidas . como também a reclassificação desses activos por contrapartida da conta 664/774. Contas 38 Reclassificação e regularização de inventários e activos biológicos Tipologia de factos patrimoniais susceptíveis de registo nesta conta: . quando este for menor do que o preço de custo. No SIP a conta 32/33 é creditada pela saída das mercadorias/matérias consumidas (ao preço de custo). Movimentação: 32/33 . O objectivo é contabilizar os inventários pelo valor realizável líquido. de se tornarem obsoletos ou no caso de ter ocorrido uma diminuição do seu preço de venda (depreciação). A conta 33 regista o custo dos bens detidos pela entidade na forma de materiais ou consumíveis a serem aplicados no processo de produção ou na prestação de serviços. 1.35 e 36 A sua movimentação em sistema de inventário permanente implica a adopção de contabilidade interna (analítica). No SII a conta 32/33 é creditada em regra no fim do período para efeitos do apuramento dos resultados do período. Reversão e anulação de imparidades acumuladas: 3x9 7622 € € A conta 3x9 terá sempre saldo credor ou nulo.Ofertas a terceiros .Quebras . Regulada pela NCRF 17 – Agricultura.Transferência do saldo da conta 31 . 32 Mercadorias/33 Matérias-primas.Sinistros . nunca saldo devedor. Fim do período: 34/35/36 73x Exi Exi 1) Exi 1) Exf 2) Exf 2) Saldo = Variação da produção Sd= Exf (poderá ser devedor ou credor) Contas 329/ 339/ 349 /359 Perdas por imparidade acumulada Regista-se as perdas por imparidade acumuladas em inventários decorrentes de acidentes. subsidiárias e de consumo A conta 32 regista o custo dos bens detidos pela entidade para venda no decurso ordinário da actividade empresarial.Imparidades Contas 34. após cada operação. Contas 37 Activos Biológicos Regista-se nesta conta o custo de aquisição relativo à compra de activos biológicos.
i. Inventários entrados por ofertas: 38x 7848 € € No caso das quebras e das ofertas saídas. Em SII esta conta só é saldada no final do período económico. Transferência para activos fixos tangíveis: 43x 38x € € . Quebras e sobras de inventários II. será necessário proceder à regularização do IVA (a favor do Estado). Ofertas de inventários III. 32/36 38 € € Transferência para e dos investimentos I. Quebras: 6842 38x € € ii. Transferência entre contas de inventários O registo de transferência entre contas de inventários deverá ser realizado por intermédio da conta 38. Quebras e sobras de inventários Quando se opte pelo registo contabilístico (altera o valor global mas mantém o preço unitário). Inventários saídos para oferta: 6884 38x € € ii. Ofertas de inventários i. Sobras: 38x 7842 € € Quando não se opte pelo registo contabilístico (o valor global do inventário mantém-se mas o preço unitário irá ser alterado). Beneficiação de mercadorias usadas Em SIP esta conta será saldada imediatamente a seguir à regularização pela transferência do saldo para a respectiva conta de inventário. por transferência do saldo para a conta de inventário. I. Transferência para e os investimentos V. Transferência entre contas de inventários IV.
Outros gastos e perdas ( perdas em inventários) Anexo: Divulgar a informação complementar. cujo o preço esteja devidamente fixado. Elaboração do quadro de custos dos inventários vendidos e consumidos. a) Pela entrega adiantada ao fornecedor: 392/393 24321 11/12 VBase IVA VGlobal b) Quando do fornecimento (após a recepção da factura). além do lançamento da compra: 221 24342 392/393 VGlobal IVA VBase Classe 3 Inventários e as demonstrações financeiras Balanço: Activo não corrente Activos biológicos Saldo devedor da 37 (a ser usados no médio a longo prazo) Activo corrente Inventários Saldo devedor da 32. 34. Transferência de activos fixos tangíveis: 38x 43x € € Beneficiação de mercadorias usadas Regista o gasto com a reconstrução/beneficiação/reparação dos bens adquiridos (realizados nas oficinas da empresa). 36 e 39 Activos biológicos Saldo devedor da 37 (a ser usados durante o decurso normal das operações – curto prazo) Demonstração de resultados por natureza: + Vendas e prestação de serviços +/. 35. 33.CMVMC +/.Variação da produção . 382 746 € € Conta 39 Adiantamento por conta de compras Regista entregas feitas pela empresa com relação a fornecimentos a efectuar por terceiros. II.Imparidade de inventários (perdas/ reversões) + Outros rendimentos e ganhos (ganhos em inventários) . Elaboração do quadro relativo à variação dos inventários da produção . em particular as recomendadas pela NCRF 18.
 NCRF 7 – trata os aspectos relacionados com os activos fixos tangíveis. Vida útil ou vida económica de um investimento – período de tempo durante o qual se espera que os activos fixos tangíveis e intangíveis possam ser utilizados em condições de funcionamento económico.: obrigações. 14. mas também a perda de valor resultante de inovações tecnológicas ou obsolescência. Depreciar (activos fixos tangíveis) ou amortizar (activos intangíveis) – registar de forma sistemática a perda do valor de um activo fixo. a quantia que se espera receber nessa data pela sua venda ou outro facto. alvarás. sejam afectados às actividades normais da entidade. Na determinação deste período. Natureza dos Investimentos Activos fixos tangíveis – são itens com existência física que sejam utilizados.  NCRF 8 – trata os aspectos relacionados com os activos não correntes detidos para venda e das unidades operacionais descontinuadas. Investimentos estão divididos em dois grandes grupos:  Técnicos – constituídos por elementos que tornam possível o arranque e desenvolvimento da actividade da entidade. como também actualizar o valor desses mesmos bens. (representam capitais investidos. à semelhança dos tangíveis. 19/11/2013 Classe 4 Investimentos Investimentos – Elementos patrimoniais activos.  NCRF 11 – trata os aspectos relacionados com as propriedades de investimentos. ou seja.  NCRF 13. Propriedades de investimento – imóveis (terrenos ou edifícios. Regulamentados por:  NCRF 6 – define os principais conceitos e procedimentos relacionados com os activos intangíveis. ou parte de edifícios) detidos para rendimento ou fruição (rendimento e/ou valorização de capital). sem existência física que. repartindo o custo de aquisição pelos períodos económicos abrangidos pela sua vida útil ou duração económica. …).  De rendimento ou fruição – abrange os investimentos de capital em actividades inorgânicas e cujos objectivos visam proporcionar um certo rendimento ou controle de outras empresas. ou para fins administrativos. durante um prazo superior a um período económico. dever-se-á ter em conta. ainda não estão em condições de uso para as finalidades que motivam a sua aquisição. não só o intervalo de tempo em que o elemento está em condições de funcionamento (vida física). identificáveis. que a entidade utiliza com carácter duradouro como meios para a realização dos seus objectivos económicos. tangíveis ou intangíveis.  NCRF 9 – trata os aspectos relacionados com a locação de activos. (ex. máquinas. …). para produção ou fornecimento de bens ou serviços. Investimentos financeiros – aplicações financeiras com carácter de permanência. Activos não correntes detidos para venda – activo cujo valor contabilístico se destina a ser recuperado através de uma transacção de venda e não pelo seu uso continuado. Activos intangíveis – são itens do activo. por um prazo superior a um período económico. acções. 15 e 27 – trata dos aspectos relacionados com os investimentos financeiros . Investimentos em curso – de natureza tangível ou intangível que estão em fase de construção ou instalação e que por isso. com característica de permanência e que estão ligadas às actividades normais – ex: instalações. Valor residual – valor atribuído a um activo fixo no fim da sua vida útil. .
sendo constante o valor das quotas anuais de depreciação/amortização. ou que se prevê dar ao activo fixo tangível (ex: horas numa máquina). Cálculo das quotas de depreciação ou amortização – Critério rígido Quotas constantes (Método da linha directa): Desgaste do bem é proporcional ao tempo. para além do tempo. A quota de depreciação/amortização será. Quota unitária: Quota anual de depreciação: . o uso que é feito. no período t. dada pela fórmula: Sendo: V0 – Valor de aquisição do activo fixo R – valor residual A – valor a depreciar/amortizar (A = V0 – R) Qt – quota de depreciação/amortização no período t Mt – depreciação/amortização acumulada no período t (inclusive) n – anos da vida útil ou económica Vt – valor contabilístico no fim do período t (Vt = V0 –Mt) Quotas variáveis em progressão aritmética decrescente: Valor a depreciar ou a amortizar: Valor da quota anual do período t: Método das quotas variáveis em progressão geométrica: Valor da quota anual do período t: Sendo: j – taxa de depreciação utilizada Vt-1 – valor contabilístico no início do período t (fim do período t-1) Qt = quota de depreciação do período t Cálculo das quotas de depreciação ou amortização – Critério elásticos Critério do desgaste funcional: Têm em conta.
. Método do registo das depreciações/amortizações Método directo – Registando directamente a redução sofrida (quota de depreciação/amortização) na conta do activo correspondente. O CIRC adopta como regra o método das quotas constantes.) previsto para a vida útil do activo fixo ut – número de unidades da actividade desenvolvida no ano t q – quota de depreciação por unidade de actividade prevista Qt – quota de depreciação no período t Base dupla: Combinação do critério das quotas constantes e desgaste funcional.º 25/2009 de 14 Setembro. horas. O cálculo das quotas deve ter em conta as taxas de depreciação e amortização definidas no Decreto Regulamentar n. Método indirecto – criando uma nova conta (Depreciações/Amortizações acumuladas) onde são registadas as quotas de depreciação/amortização no fim do período correspondente. SNC – obriga a utilização do método indirecto. etc. Regime fiscal das depreciações a amortizações São aceites como gastos para efeitos fiscais.Sendo: V0 – Valor de aquisição do activo fixo R – valor residual A – valor a depreciar (A = V0 – R) U – número de unidades de actividade (Kms. produtos fabricados.
em cuja obrigação uma entidade incorre seja quando o item é adquirido seja como consequência de ter usado o item durante um determinado período para finalidades diferentes da produção de inventários durante esse período. …) 432 Edifícios e outras construções (ex. após dedução dos descontos e abatimentos.: taras. que a entidade utiliza na sua actividade económica. com carácter de permanência superior a um ano. móveis ou imóveis. …) 433 Equipamento básico (ex.: animais e plantas vivos) 437 Outros activos fixos tangíveis (ex. …) 434 Equipamento de transporte (ex. quando aplicável a quantia atribuída a esse activo aquando do reconhecimento inicial de acordo com os requisitos específicos de outras NCRF” (§ 6 da NCRF 7).” (§ 17 da NCRF 7).: máquinas.: fábricas. utensílios. Deve incluir também as benfeitorias e as grandes reparações que sejam de acrescer ao custo daqueles itens. c) A estimativa inicial dos custos de desmantelamento e remoção do item e de restauração do local no qual este está localizado. …) 438 Depreciações acumuladas 439 Perdas por imparidade acumuladas Valorização (mensuração) inicial Os activos fixos tangíveis deverão ser mensurados inicialmente pelo seu custo. Valor Líquido Contabilístico O Valor líquido contabilístico (VLC) de um activo corresponde à diferença entre o Valor de Aquisição (VAq) e as Depreciações (Amortizações) Acumuladas (DA) desse activo. incluindo os direitos de importação e os impostos de compra não reembolsáveis. Subcontas: 431 Terrenos e recursos naturais (ex. que não se destinem a ser vendidos ou transformados.: veículos. secretárias.DA Classe 4 Investimentos Subcontas: 41 – Investimentos financeiros 42 – Propriedades de investimento 43 – Activos fixos tangíveis 44 – Activos intangíveis 45 – Investimentos em curso 46 – Activos não correntes detidos para venda Conta 43 Activos fixos tangíveis Integra os elementos tangíveis.: minas. armazéns.: computadores. “O custo de um item do activo fixo tangível compreende: a) O seu preço de compra. b) Quaisquer custos directamente atribuíveis para colocar o activo na localização e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma pretendida. . vasilhames. …) 436 Equipamentos biológicos (ex. VLC = Vaq . É o montante pelo qual o activo é relatado. aviões. Custo – “O custo é a quantia de caixa ou seus equivalentes paga ou o justo valor de outra retribuição dada para adquirir um activo no momento da sua aquisição ou construção ou. …) 435 Equipamento administrativo (ex. pedreiras.
º 25/2009 de 14 Setembro). Benfeitorias e grandes reparações realizadas no exterior: 43x 24322 2711/11/12 Valor Base IVA Valor global iv. Anulação das depreciações acumuladas em caso de abate (venda. Reforço periódico da depreciação: 642 438 € € II. iii. etc. Aquisição a crédito: 43x 24322 2711/11/12 Custo IVA Dedutível Valor global ii. até à sua extinção. a crédito. 5 do artigo 5º do Decreto regulamentar n. Reversão das depreciações acumuladas: 438 7612 € € III. troca. as depreciações efectuadas ao longo da via útil dos itens do activo fixo tangível. Produzidos na empresa: 43x 741 Custo Custo Benfeitorias/Grandes reparações – “as que aumentem o valor ou a duração provável dos elementos a que respeitem” (alínea a) do nº.): 438 687/787 € € Alienação (Abate) de Activo fixo tangível (com ganho) Valor Venda (Valor indemnização) > VLC 11/12/278 7871 Vv Custo Vv DA Sc= Ganho 438x 43x DA Custo . Conta 43 Activos fixos tangíveis i. Lançamentos: I. desde o início do seu uso. Benfeitorias e grandes reparações realizadas na empresa: 43x 741 Custo Custo Conta 438 Depreciações acumuladas Destina-se a registar.
Critérios de mensuração .Legenda: Vv – Valor de venda Custo – Custo do activo contabilizado na conta 43x DA – Depreciações acumuladas referentes ao bem alienado Alienação (Abate) de Activo fixo tangível (com perda) Valor Venda (Valor indemnização) < VLC 11/12/278 6871 Vv Custo Vv DA Sc= Perda 438x 43x DA Custo Conta 439 Perdas por imparidades acumuladas Em cada período financeiro a empresa deve realizar testes de imparidade aos seus activo fixos tangíveis. Anexo: Explicar na nota 7 as seguintes situações: . por forma a validar o seu “justo valor” a reconhecer nas demonstrações financeiras.Perdas por imparidade . Demonstração de resultados: Depreciações do período Reversões das depreciações Perdas por imparidade do período Reversões das perdas por imparidade Ganhos/perdas resultantes da alienação/sinistros/abates.Depreciações . …): 439 687x/787x € € Conta 43 Activos fixos tangíveis e as demonstrações financeiras Balanço: Activo não corrente Activo fixo tangível Saldo devedor da 43 e da 453 deduzido das depreciações e das perdas por imparidade acumuladas correspondentes. 1) Registo inicial ou reforço periódico de quantias de imparidade: 655 439 € € 2) Reversão das imparidades acumuladas: 439 7625 € € 3) Anulação das imparidades acumuladas em caso de abate (venda.Reavaliações . troca.
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References: artigo 88
 Artigo 97
 artigo 83
 artigo 5
 Artigo 1
 artigo 8
 artigo 21
 artigo 12
 artigo 5