Source: http://alcochetejame.blogs.sapo.pt/tag/direitos
Timestamp: 2017-04-24 22:57:58+00:00

Document:
Cada vez mais me convenço de que não há limites. Se o Homem é capaz das maiores atrocidades contra o seu semelhante (Holocausto, Guantánamo, Darfur, só para falar em alguns casos), o que dizer quando o alvo da sua crueldade são os animais? Recentemente, recebi um e-mail dando conta de uma ancestral prática utilizada na Ilha de Reunião: a do uso de cães e gatos vivos como isco para caçar tubarões! Não, não leu mal. É tal e qual assim e poder confirmá-lo visualizando este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=obAoKWzRMus
Antes de lançarem os pobres animais ao mar, maioritariamente cães e gatos errantes, os pescadores cravam-lhes um gancho no queixo e só então os atiram para que o cheiro a sangue atraia os tubararões. Uma prática verdadeiramente cruel e que deve veementemente recriminada e exterminada. Está a correr na internet uma petição nesse sentido - http://www.petitiononline.com/keiko33/petition.html -, que deve ser assinada por todos aqueles que condenam esta prática cruel. Eu já fiz a minha parte. E você?
tags: animais, atrocidades, crueldade, direitos, homens, petição
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Publicado por FM às 23:48Link do post | Diga de sua justiça! | Adicionar aos favoritos
"O dia 8 de Março de 1857 é outro dos marcos importantes na história das mulheres no movimento operário internacional. Cansadas da discriminação de que eram alvo nos locais de trabalho e exigindo a redução do número de horas diárias de labor, de 14 para 12, e o direito à licença de maternidade, as operárias das fábricas de vestuário e têxteis de Nova Iorque promoveram aquela que seria a primeira greve feminina no mundo, acompanhada por uma marcha pela cidade. A paralisação terminou de forma trágica. Por razões nunca devidamente esclarecidas, deflagrou um incêndio na fábrica têxtil Cotton - onde as trabalhadoras se tinham refugiado da polícia, que as perseguira de forma violenta, segundo os relatos da época -, o que causou a morte a 129 mulheres. Em 1908, milhares de mulheres voltaram a desfilar pelas ruas de Nova Iorque, reivindicando as mesmas medidas, bem como o direito ao voto. As principais palavras de ordem eram «pão» e «rosas», significando o pão a estabilidade económica e as rosas, a qualidade de vida. Nesse ano, o Partido Socialista norte-americano cria o Comité Nacional de Mulheres, cujo primeiro acto foi o de declarar o último domingo de Fevereiro como sendo o Dia Nacional da Mulher. As primeiras celebrações ocorreram a 23 de Fevereiro do ano seguinte, encabeçadas pelo Partido Socialista, e coroaram-se de grande êxito. Em 1910, as comemorações contaram com a participação em massa das operárias das fábricas de tecido de Nova Iorque, que se encontravam em greve. Calcula-se que dos 30 mil grevistas, 80% eram mulheres. A paralisação durou três meses, tendo terminado apenas no dia 15 de Fevereiro, véspera do Dia Nacional da Mulher. Nesse durante o Congresso Internacional das Mulheres Socialistas, realizado em Copenhaga, sob proposta da dirigente do Partido Social-democrata alemão Clara Zetkin[1], o dia 8 de Março é instituído como o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, em homenagem a todas as operárias que lutavam pela aplicação de medidas que traduzissem melhores condições de trabalho e pela instituição do sufrágio feminino. A proposta foi aprovada por mais de 100 mulheres (incluindo as três primeiras eleitas para o Parlamento finlandês) oriundas de 17 países. No ano seguinte, na sequência deste encontro, realizaram-se diversas manifestações, que reuniram milhares de pessoas nas ruas da Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça. Contudo, seria necessário esperar até 1921 para que a data fosse adoptada universalmente como Dia Internacional da Mulher (que ainda hoje se assinala), o que aconteceu durante a Conferência das Mulheres Comunistas, realizada em Moscovo. Até então, o Dia da Mulher não tinha uma data uniforme. A Rússia, por exemplo, assinalou essa data no dia 3 de Março de 1913, enquanto que em França tal sucedeu a 9 de Março de 1914 e nos Estados Unidos, a 19 de Março do mesmo ano.
[1] Clara Zetkin (1857 – 1933) – Professora primária e política alemã, aderiu ao Partido Social-Democrata, dirigindo, a partir de 1892, o jornal oficial do SPD. Entre 1891 e 1917, foi redactora-chefe da revista Die Gleichheit (A Iguadade). Em 1895, integra a direcção do SPD como membro da comissão de control, tendo sido a primeira mulher a desempenhar estas funções. Participa em todos os congressos da II Internacional, tendo sido a responsável pelo relatório sobre a situação e o movimento das mulheres trabalhadoras. Em 1920, representou o Partido Comunista no Reichtag, fixando-se, mais tarde, na Rússia (1923 – 1927). " Nesse mesmo ano, durante o Congresso Internacional das Mulheres Socialistas, realizado em Copenhaga, sob proposta da dirigente do Partido Social-democrata alemão Clara Zetkin
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Declaração Universal dos Direitos do Homem - 60 Anos
Para que nunca nos esqueçamos:
Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas. Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido. Artigo 12°
Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país. Artigo 14°
Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas. Artigo 15°
Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade. Artigo 16°
A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à protecção desta e do Estado. Artigo 17°
Toda a pessoa, individual ou colectivamente, tem direito à propriedade. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade. Artigo 18°
Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação. Artigo 21°
Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios, públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos: e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto. Artigo 22°
Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para defesa dos seus interesses. Artigo 24°
Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozam da mesma protecção social. Artigo 26°
Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional dever ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos humanos e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz. Aos pais pertence a prioridade do direito de escholher o género de educação a dar aos filhos. Artigo 27°
Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam. Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria. Artigo 28°
O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade. No exercício destes direitos e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática. Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente aos fins e aos princípios das Nações Unidas. Artigo 30°
tags: declaração universal dos direitos do hom, democracia, direitos, liberdades
Jamé...: tags: concelho, curva, direitos, estrada nacional 10, ic2, loures, postes de iluminação pública, santa iria de azóia
Publicado por FM às 18:54Link do post | Diga de sua justiça! | Adicionar aos favoritos
Para o deputado Paulo Rangel
A propósito da entrevista que o deputado do PSD deu ao semanário SOL, na semana passada, em que defendeu que os animais não têm direito a ter direitos e que espectáculos violentos com recurso a animais devem ser preservados em nome da tradição, aconselho-o a ver muita atenção as seguintes fotos, que mostram o quanto os animais podem ser tão ou mais humanos do que os próprios homens.
tags: animais, direitos, homens, paulo rangel, psd
Publicado por FM às 17:56Link do post | Diga de sua justiça! | Adicionar aos favoritos
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 Artigo 14
 Artigo 15
 Artigo 16
 Artigo 17
 Artigo 18
 Artigo 21
 Artigo 22
 Artigo 24
 Artigo 26
 Artigo 27
 Artigo 28
 Artigo 30