Source: http://noticiascontabeis.blogspot.com/
Timestamp: 2017-01-23 08:30:17+00:00

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Olá a todos… O link a seguir dá acesso a página Pioneiros e Empreendedores do Brasil, um projeto de pesquisa desenvolvido na FEA-USP e que mostra um pouco da história do desenvolvimento empresarial e seus empreenderores na história do desenvolvimento do país. Em minha opinião vale dedicar um tempo viajando pelo site, que oferece informações e recursos interessantes para conhecermos um pouco mais sobre a história do desenvolvimento empresarial no Brasil. Espero que gostem da dica. Até breve… Postado por
Por HENRIQUE RICARDO BATISTA | Fonte: Diário da Manhã Uma empresa que não possui escrituração contábil é uma organização sem memória, sem identidade e sem as mínimas condições de sobreviver ou de planejar seu crescimento. As informações geradas pela Contabilidade são úteis e de interesse de uma extensa gama de usuários, que podem ser internos (administradores em todos os níveis) ou externos (investidores, Fisco, instituições financeiras, etc.). O que frequentemente ocorre nas empresas é a tomada de decisão baseada somente na intuição dos gestores, dispensando ou subutilizando as informações contábeis, seja por desconhecimento do real objetivo da contabilidade que é fornecer informação para a tomada de decisão, seja pelo uso restritivo e inadequado da mesma como, por exemplo, somente para atender a normas fiscais. Não é que a intuição deve ser dispensada no processo de tomada de decisão. Ainda mais que ela é um componente importante neste processo. Porém, em decisões importantes - e a maioria das decisões tomadas à frente de uma empresa é importante - ela não pode ser o único componente relevante. Ou seja, a intuição será mais bem utilizada no processo de decisão, quanto melhor e mais completo for o conjunto de informações utilizadas na escolha das alternativas. LEIA MAIS CLICANDO AQUI... Postado por
Olá... Os links a seguir redirecionam para páginas que oferecem cursos online grátis. Alguns cursos conferem certificação também. Vale dar uma olhada em alguns. Sugiro, em especial aos meus alunos de Metodologia, de Estudos Independentes e de Iniciação Científica, que olhem para os cursos sobre metodologia científica. Até mais... CURSOS DO IPED CURSO FGV: CONHECIMENTO, SABER e CIÊNCIA CURSOS DO INSTITUTO LEGISLATIVO BRASILEIRO CURSOS DO PORTAL UNESP ABERTA Postado por
Olá pessoal... O vídeo abaixo foi “linkado” da página da Editora Atlas e traz o prof. José Carlos Marion falando um pouco sobre as perspectivas da profissão contábil. Vale assistir. Até breve... Postado por
TCCs em Ciências Contábeis
Considero que TCCs em Ciências Contábeis podem ser realizados sob dois enfoques. O primeiro deles aproxima-se de pesquisas de caráter científico, nos moldes de uma iniciação científica e com as rigorosidades de uma investigação que produzirá, em alguma medida, novo conhecimento ou, pelo menos, nova perspectiva sobre conhecimentos já trazidos à luz por pesquisas anteriores. O outro enfoque refere-se a estudos aplicados à um campo específico da própria Ciência Contábil, como auditoria, análise das demonstrações contábeis, controladoria, etc. Ambos serão planejados e conduzidos com a rigorosidade necessária. Contudo, apresentam características que os diferem em termos de problematização, metodologia e, fundamentalmente, execução. Até breve... Postado por
Educar pela Pesquisa...
(O título da postagem é do Demo... Pedro Demo...) Desenvolver com alunos de Ciências Contábeis atividades de pesquisa como estratégia no processo de ensino é tão importante quanto transmitir a eles conhecimentos técnico-procedimentais próprios da contabilidade. A simples transmissão de conhecimentos, na forma de aulas expositivas, não garante aprendizado e não auxilia o aluno de hoje na obtenção da autonomia intelectual que lhe será cobrada no exercício profissional de amanhã. Atividades de pesquisas podem, se bem conduzidas, auxiliar de forma efetiva no aprendizado do aluno na medida que o faz gerar conhecimentos a partir de seu envolvimento com o objeto da aprendizagem. Também o coloca em situações de decisão na resolução dos problemas que enfrentará com o processo da pesquisa. Desenvolve nele habilidades de comunicação oral e escrita, na medida que pesquisas precisam ser disseminadas. Requer que desenvolva comportamento e trabalho colaborativo, dado que pesquisar não se trata de atividade isolada. Contudo, desconfio que muitos de nós, professores de contabilidade, temos que nos dedicar mais e melhor ao aprendizado da pesquisa. Julgo que para adotarmos a pesquisa com recurso em nossa prática de ensino precisamos nós, também, aprendermos e praticarmos pesquisa... Até breve... Postado por
As portas para uma nova perspetiva profissional em contabilidade?!
Olá pessoal... A matéria reproduzida abaixo sugeriada pelo colega Valdecir de Oliveira, apresenta argumentos em relação ao perfil que o contador tem assumido na conjuntura atual do mundo dos negócios. Vale ler... E vale refletir também até que medida isso está relamente acontecendo, principalmente no quadro geral da pequenas e médias empresas, realidade maior do conjunto das empresas brasileiras. Ou será que o relato da matéria abaixo é explicativo apenas do conjunto das grandes empresas? Reflitamos um pouco também sobre o papel do ensino de contabilidade no Brasil. Será que estamos, nos cursos Brasil afora, formando esse tipo de profissional? Será que nossa abordagem ao ensino da contabilidade privilegia que o aluno e futuro profissional tenha condições de se posicional na perspectiva do que o texto abaixo apresenta como uma dita exigêcia do mundo do trabalho? Sei não... tenho cá minhas dúvidas... Alguém arrisca uma opinião? Até mais... O contador ideal que as empresas procuram no momento Com a adoção de regras internacionais, empresas buscam profissionais de contabilidade com perfil mais voltado para o mundo dos negóciosDa EXAME.com | Por: Talita Abrantes São Paulo - O crescimento da presença das empresas brasileiras no mercado financeiro internacional está revolucionado o perfil dos contadores no país. Além de aumentar a demanda, o novo cenário pede profissionais com um perfil mais estratégico e voltado para o mundo dos negócios.Isso significa que a imagem de senhores sisudos que passam o dia atrás de uma calculadora científica e de uma montanha de formulários não cola mais com essa carreira. "O profissional de contabilidade deixou de ser tecnicista", afirma Edgar Cornachione, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP).Os executivos das principais empresas brasileiras confirmam isso. Segundo pesquisa da consultoria Robert Half divulgada em julho, 96% das companhias brasileiras admitem que os profissionais de contabilidade tornaram-se peças centrais para a tomada de decisões.De acordo com especialistas, o aquecimento da economia e o crescimento da participação brasileira no mercado internacional são os principais fatores para essa mudança nos rumos da profissão. "A competição está mais acirrada. Isso faz com que a empresa fique mais pressionada pelo mercado", diz Edilene Santana Santos professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).Nesse novo cenário, as companhias estão mais cautelosas durante os processos decisórios. E, por conta disso, cresce a demanda por profissionais capazes de analisar todas as variáveis em questão.O pesquisador da USP exemplifica isso com situações de compra de ativos pela empresa. Segundo ele, antes, o contador era chamado para apenas registrar a operação. "Hoje, ele participa da decisão junto com os outros gestores", diz. Regras internacionaisO fenômeno é uma tendência mundial. "Recentemente, os países membros do G20 definiram que é prioritária a adoção de uma linguagem comum de contabilidade entre as nações do mundo", lembra Maria Clara Cavalcante Bugarim, vice-presidente de Desenvolvimento Profissional e Institucional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Sem normas universais para o exercício da contabilidade, os países viviam em uma espécie de torre de Babel. "Era possível que uma empresa, de acordo com as regras usadas no Brasil, fosse altamente lucrativa, mas que em outro país apresentasse prejuízo, apenas por causa das diferenças entre as normas", afirma a especialista.Por isso, a partir de 2007, o Brasil passou a adotar o International Financial Reporting Standards (IFRS), o conjunto de regras contábeis determinados pela International Accounting Standards Board (IASB), com sede em Londres. "Isso dá mais segurança para os acionistas", explica.O novo conjunto de regras cooperou para a revolução na carreira. "O exercício da contabilidade era bem formalista. Tudo estava previsto na lei", explica Edilene, da FGV. Nem sempre, contudo, a legislação correspondia à realidade de todas as empresas. Um exemplo disso, segundo a professora, era o momento de registrar a depreciação dos ativos da empresa. No caso de veículos, ela explica, a Receita Federal determina que após um período de cinco anos de uso, o valor do carro é igual a zero."No entanto, há muitos carros rodando com mais de cinco anos. Mas o contador não avaliava o tempo real de vida útil dos ativos. Seguia apenas o que as regras mandavam", diz. Com o IFRS, o profissional precisa julgar a vida econômica real do ativo. "E, para isso, ele precisa entender bem do negócio". O fim do check listPor isso, o contador não pode trabalhar em uma empresa sem entender qual a lógica por traz de cada dado que registra nos relatórios. "Antes era possível ser um bom contador sem entender tanto do negócio em questão. O profissional apenas reagia às transações", afirma Cornachione, da USP. "Agora, ele deixa de ser apenas a pessoa que tinha o conhecimento da linguagem dos negócios para deter conhecimentos sobre a lógica do negócio".Nesse contexto, circular e compreender todas as áreas da companhia é essencial para o profissional, afirma William Monteath, diretor de operações da Robert Half."Isso o torna mais completo, afinal o setor de finanças interage com todos os outros", diz. Fluência em inglês, pós-graduação no setor de atuação e capacidade de liderança completam os requisitos do contador procurado pelas grandes companhias brasileiras.Atualmente, os serviços de auditoria e consultoria, segundo os especialistas, são os que oferecem as melhores oportunidades de salário e carreira. Isso se deve, de acordo com Edilene, da FGV, ao fato de que, desde 2008, as empresas de grande porte são obrigadas a contratar serviços de auditoria externa. Até então, a exigência estava restrita às companhias de capital aberto.Além disso, o crescimento economia brasileira também está puxando a demanda por profissionais no setor. Indústria e mercado financeiro lideram as contratações, apontam os especialistas.Mas, diante da miríade de oportunidades, profissional deve manter o foco. "Ele precisa repensar sua carreira e ver nitidamente em qual canoa quer colocar o pé. Para então, investir as fichas", afirma o professor Cornachione. Postado por
Educação Contábil,
O Trabalho do Professor...
O trabalho do professor, em ensino, consiste em que: transmitir o conhecimento acumulado aos alunos ou buscar com eles formas de favorecer o aprendizado consciente e consistente?Fica a dúvida... alguém opina ou contribui com a questão? Professores, o que pensam? Alunos, o que acham? Postado por
“É do silêncio que nasce ou ouvir. Só posso ouvir a palavra, se meus ruidos interiores forem silenciados. Só posso ouvir a verdade do outro, se eu parar de tagarelar”. Rubem Alves | Educação dos Sentidos Postado por
Que experiências são necessárias para ensinar?
Marilda Aparecida Behrens, pesquisadora do campo da educação, diz que o ingresso do docente universitário (do bacharelado) na " [...] universidade depende do sucesso e da qualificação como profissional na sua área de conhecimento. Em geral, são bacharéis exponenciais, com notável atuação profissional na sociedade, que se propõem a compartilhar seus conhecimentos com os alunos".A questão que destaco, ainda que implícita, é a de uma "disposição", "vontade" do profissional de sucesso no mundo do trabalho em "colaborar" com a formação profissional dentro de sua área a partir de suas experiências profissionais que serão "passadas", "compartilhadas" com alunos. E isso se apresenta como positivo para a autora dado que "A experiência vivenciada do bacharel agrega uma contribuição significativa na formação para os alunos. Esse fato precisa ser considerado, pois a formação dos alunos depende também da vivência desses profissionais, pois, em geral, eles trazem para o curso contribuições relevantes para discutir e exemplificar na sala de aula". Mais do que discutir se é importante ou não o professor deter "experiência" no campo profissional que também ensina, a questão é: deter conhecimento especifico e especializado do campo profissional basta para que o professor ensine naquele campo? Ter experiência e a possibilidade de "trocar" essa experiência com o aluno é suficiente?Por outro lado, o conhecimento pedagógico-didático por si é suficiente para o ensino de uma matéria?Que tal algumas opiniões aqui? Postado por
“[...] o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia.” RIOBALDO (personagem). IN: João Guimarães Rosa. Grande Sertão: Veredas. Postado por
O que é “legal” e o que é “chato” das aulas que estou tendo?
Olá pessoal... Na postagem anterior provoquei um debate sobre como nós, professores de contabilidade, aprendemos a ensinar. Agora coloco uma questão para “dar voz” aos alunos sobre o que entendem ser positivo e negativo nas aulas. Vale comentar sobre qualquer aspecto: didática dos professores, formato das aulas, conteúdo, etc. Pode ser dito, também, o que seria legal em termos de formato e de didática a ser adotada. Enfim, toda contribuição será bem-vinda e válida. Mas ressalvo e peço que deem suas opiniões e contribuições de forma não ofensiva, sem citar nomes e, em se tratando de exemplos, procurem não dar indicações que permitam identificar local, professor ou instituição. O objetivo aqui é construirmos um debate em torno da questão e não acusarmos ouapontarmos erros, falhas ou omissões das pessoas. Comentários que forem enviados e forem considerados por mim inadequados, tendo em vista as ressalvas acima, não serão publicados. Até breve. Postado por
Como aprendemos a ensinar contabilidade?
Olá pessoal... Estou estudando um pouco sobre a formação dos professores do ensino superior, em especial a formação dos professores de Ciências Contábeis. E nesse campo de estudos tenho me deparado com diversas questões relevantes relacionadas sobre como nós, professores, aprendemos a ensinar. Tenho debatido sobre o tema com alguns colegas, da área contábil e de fora dela. E gostaria de saber a compreensão que outros colegas professores tem a esse respeito. Nesse sentido, proponho as seguintes questões para iniciarmos, quem sabe, um pequeno debate aqui no blog: Como nós, professores do ensino superior de Ciências Contábeis, aprendemos a “ser professor”? Como aprendemos a ensinar contabilidade? É claro que formulei essas questões para um debate em torno do ensino de contabilidade. Entretanto, deixo completamente aberto o blog para demais interessados, professores ou não, contribuirem com suas opiniões e olhares sobre o assunto. Fico no aguardo das colaborações. Até breve. Postado por
Paraná faz parceria para cortar gastos e pede doações...
Sim... é isso mesmo! O governo paranaense fez parceria com a entidade Movimento Brasil Competitivo para aplicar à gestão do Estado princípios de gestão empresarial com a finalidade básica de cortar despesas e aumentar a capacidade de investimentos. Isso tudo para despertar o interesse da iniciativa privada em investir mais no Estado. Para tanto contará com - via Movimento Brasil Competitivo - consultorias para diagnosticar e implementar ferramentas de gestão que respondam a essa lógica. Vá lá... Até ai tudo bem. Economizar e não desperdiçar o dinheiro público é fundamental na gestão da coisa pública. Ter mais receita e capacidade de investimento é importante, pois o Estado precisa de um nível de desenvolvimento econômico adequado ao bem-estar de seus cidadãos. E fará tudo isso com dinheiro vindo da iniciativa privada, pois as doações que pede - e que já chegam a R$ 3 milhões - são para a própria iniciativa privada. Preocupação que me aflige é ver a iniciativa privada tomando conta descaradamente da gestão do dinheiro público e, como DOA o recurso para o serviço, certamente vai indicar e exigir o que deve ser feito em termos de investimentos. Indicações e exigências que passam longe de preocupações humanas e sociais. Quer dizer...poxa vida... como não pensei nisso antes? Melhorando a economia do Estado, acelerando o desenvolvimento economico, TODO O RESTO, melhora também: mais INVESTIMENTOS em saúde, mais INVESTIMENTOS em educação, mais investimentos... PARANÁ FAZ PARCERIA PARA CORTAR GASTOS Fonte: Gazeta Maringá Postado por
Cursos online na Harvard e no MIT...
Olá... Vi essa notícia no início da semana e agora repasso ela aos que se interessarem. A Harvard e o MIT, duas renomadas instituições de ensino e pesquisa americanas, por meio de uma parceria, oferecerão a que tiver interesse cursos na modalidade à distância. E o interessante é que serão gratuítos. Pelo que vi no release, os cursos ainda não estão disponíveis. Vale, então, ficar atento para quando do lançamento dos cursos. Quem tiver interesse em saber mais, acesse o link a seguir. EDX ONLINE Até mais... Postado por
Blog do Fernando Gimenez
Olá pessoal... Posso até ficar um bom tempo sem escrever algo por aqui, mas não esqueço de voltar sempre que possível. É que a vida acadêmico-profissional está bem corrida por conta de meus estudos e viagens. Bem, o motivo desta postagem é recomendar um blog que descobri tem pouco tempo. Na verdade o Fernando Gimenez me enviou mensagem divulgado o blog que criou para discutir e debater assuntos relacionados ao empreendedorismo. Ele, o Fernando, é pesquisador sobre esse assunto (não só esse, claro) e via blog começou a discutir assuntos e questões a ele relacionadas. Destaco a postagem mais recente que está no blog sobre o Microempreendedor Individual. Para acessar é só clicar no link a seguir: BLOG 3Es2Ps - EMPREENDEDORISMO E ESTRATÉGIA EM PEQUENAS EMPRESAS Espero que aproveitem. Até mais... Postado por
Problemas de uma dita “nova” contabilidade brasileira...
Olá... Tenho lido muito sobre a “nova” contabilidade brasileira. E esse termo me incomoda. Essa “nova” contabilidade, em meu modesto entendimento, não tem nada de nova. A contabilidade continua a mesma que conhecemos, que o diga Luca Pacioli, onde quer que esteja. A técnica contábil continua a mesma, os relatórios continuam os mesmos, então onde está a “nova” contabilidade? Se os articulistas e até alguns acadêmicos querem se referir às mudanças de padrão contábil como “nova” contabilidade, então, salvo engano de minha parte, erraram. Mudar de padrão, passando a adotar novas diretrizes quanto à elaboração e apresentação das informações contábeis não significa que temos uma “nova” contabilidade. E a alguns pode até parecer sem sentido essa minha observação, afinal, o que é que tem chamarmos esse novo padrão de “nova” contabilidade? Fazer isso implica em um erro histórico (principalmente por não se conhecer a história da evolução do pensamento contábil), interpretativo e conceitual. Para exemplificar, leiam o artigo cujo link segue abaixo. Ele é um exemplo do que disse aqui. OPINIÃO DO ESPECIALISTA: Investidores e o IFRS (publicado no Monitor Mercantil online) Até breve... Postado por
Saramago e a maior flor do mundo
Olá... Inspirador... Até breve... Postado por
Entrevista com estagiário...
Olá... Segue vídeo com muito bom humor sobre a “vida de estagiário”. É apresentada na forma de entrevista. Vale assistir. Até breve... Postado por
Olá... Já disse por aqui que sou admirador do Rubem Alves. Estou lendo no momento um livro dele cujo título é Variações Sobre o Prazer. Formidavelmente simples em dizer coisas sérias. Aí, vasculhando a internet, pesquisando sobre formação de professores, cheguei a um breve e agradável vídeo dele falando sobre o papel do professor. É... as vezes o óbvio precisa ser dito. E a obviedade das palavras dele é o que falta, em minha opinião, na prática cotidiana nossa de professores. Até breve... Postado por
Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar. Postado por
A Caverna, de Platão
Olá a todos... Segue ótima animação em Stop Motion realizada pela produtora Bullhead Entertainment da Alegoria da Caverna, de Platão. Até breve... Postado por
Exame de Suficiência: resultado dos alunos do curso de Ciências Contábeis do campus de Campo Mourão da Unespar/Fecilcam
Olá... O motivo desta postagem é o de parabenizar, em primeiro lugar, os alunos do curso de Ciências Contábeis do campus de Campo Mourão da Unespar/Fecilcam pelo expressivo índice de aprovação obtido no 2º exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade. No primeiro exame os alunos do curso da Unespar/Fecilcam tiveram um índice aprovação de aproximadamente 40%, enquanto a média nacional ficou próxima a 31%. No segundo exame, realizado no final de 2011, o índice ficou em 77%, com a média nacional ficando em 54%. Em minha opinião tal resultado obtido pelos alunos da Unespar/Fecilcam reflete parte realidade da educação contábil ofertada pela instituição, significando que o trabalho de alunos, professores e demais envolvidos no processo educativo está alinhado ao que o mundo do trabalho contábil e ao que o Conselho Federal de Contabilidade - instituição fiscalizadora e representativa da profissão contábil no Brasil - esperam em termos de conhecimento apreendido no decorrer da formação superior dos contadores. Ressalto, também, que me sinto realizado por ter contribuido com uma parte desse resultado. O trabalho que empreendi em sala de aula e nas atividades administrativas de gestão do curso são, assim, também reconhecidas. Tenho certeza também de que todos os demais professores do curso que contribuiram direta e indiretamente na formação dos alunos sentem o mesmo, ou seja, que seus esforços e dedicação foram reconhecidos. Temos muito que melhorar, entretanto. O resultado obtido pelos alunos é importante, obviamente, para nos mostrar - a professores, alunos e demais envolvidos na gestão do curso - que estamos trilhando um caminho correto. Mas é preciso mais. Há muito o que melhorar e tenho consciência disto. E o fator motivador é saber que o caminho é esse e que não estamos acomodados. À frente da gestão administrativa e pedagógica do curso estamos atuando com uma equipe de pessoas comprometidas com o ensino e a aprendizagem e também com a melhoria das condições materiais para que os trabalhos sejam conduzidos sempre de forma melhor. E por fim, vale mencionar com toda ênfase que além do expressivo resultado no 2º Exame de Suficiência de 2011, o curso de Ciências Contábeis da Fecilcam foi avaliado pelo Guia do Estudante da Editora Abril e recebeu três estrelas. O Guia do Estudante da Abril é uma ferramenta que proporciona informações importantes sobre profissões e instituições de ensino superior, avaliando-as segundo determinados critério e atribuindo “estrelas” como símbolo de qualidade, indo de zero a cinco. É importante lembrar que é a primeira vez que o curso de Contábeis da Fecilcam é avaliado e ranqueado pelo guia, recebendo de início três estrelas. Vale ressaltar, ainda, que a avaliação correspondeu ao ano letivo de 2010, onde ainda vigorava o Projeto Político Pedagógico antigo e o curso ainda tinha período de 5 anos para sua conclusão, realidade diferente a partir de 2011 e que certamente se refletirá na avaliação de 2012. Então, parabéns aos alunos, professores e demais envolvidos com o curso de Ciências Contábeis da Unespar/Fecilcam pelas conquistas e bom trabalho a todos em seus esforços para elevar mais a qualidade da educação contábil oferecida. Até breve... Postado por
Educação e negócios...
Olá... O setor privado de educação superios tem dois mundos aparentemente ligados por sutis laços. Um, bem mais importante, refere-se aos negócios milionários de investimentos de fundos, aquisições e fusões em busca de “liderança” de mercado. O outro, relegado ao esquecimento, diz respeito ao que é proporcionado em termos de formação aos “clientes”. Esse segundo é muito, mas muito menos importante mesmo. O que importa não é discutir a liderança em qualidade de formação, do que se ensina, do que se aprende. Interessa mesmo é a quantidade de unidades, de alunos, faturamento, lucro líquido... Talvez por isso quase não há tanto espanto ou indignação assim com notícias como essa: ANHANGUERA PROMOVE MEGA DEMISSÃO DE PROFESSORES. É claro que a demissão recaiu sobre mestres e doutores, que possuem os mais elevados salários e, certamente, o quadro não vai ficar desfalcado. Há uma avalanche de “profissiionais” com grau de especialista ávidos por ter oportunidade para uma experiência (EXPERIÊNCIA) no ensino superior e turbinar seus currículos com o status de professor do ensino superior. Além é claro, daqueles mestres que serão recontratados aceitando receber remuneração bem inferior em relação àquela antes recebebida. A notícia a seguir, combinada com o conteúdo do link anterior, dá uma boa compreensão de como e educação superior privada caminha no país... As compras de empresas não vão parar Até mais... Postado por
Isso me incomoda: atrasos...
Olá... Resolvi escrever aqui no blog algumas coisas do meu cotidiano que me causam incômodo. Na verdade muitas delas cuasam até mais que incômodo, chegando a irritação e revolta. O objetivo de escrever sobre elas aqui nesse espaço é o de compartilhar com outras pessoas esses incômodos que, tenho certeza, ocorrem com muitos. Pois bem, o primeiro sobre o qual escrevo diz respeito a atrasos. Parece que atrasar aos horários dos compromissos é parte da “cultura” brasileira. Não me sinto muito à vontade de usar o termo “cultura”, talvez “hábito” seja mais adequado. Enfim, “cultura” ou “hábito”, o fato é que atrasar é comum e, pior, parece que as pessoas já levam em consideração o atraso quando agendam seus compromissos ou se dirigem a eles. Isso me incomoda. Me incomoda, acredito, pelo fato de que tenho como princípio respeitar os horários combinados em meus compromissos. Se uma reunião foi marcada para as 08hs30min, então procuro chegar dez ou cinco minutos adiantado. No máximo, no horário marcado. E espero que o outro ou os outros também respeitem e ajam da mesma forma. Mas, para minha irritação, nem sempre é isso que ocorre. Ao contrário, na maioria das vezes as pessoas chegam cinco, dez, quinze, trinta minutos atrasadas. E parece que a coisa do atraso é viral, ou seja, se alastrou e está presente em toda parte. Dia desses deixei meu carro na concessionária para uma revisão programada. A tal concessionária tem um serviço denominado “leva e traz” (o nome parece até que é coisa de fofoca) que consiste em levar o cliente onde quiser ir após deixar o veículo na cocessionária e depois buscá-lo para a retirada. Utilizei tal serviço à minha disposição para que me levasse até em casa. Posteriormente, liguei para o motorista, pedi que viesse me buscar e perguntei quanto tempo aproximadamente ele levaria para passar onde eu estava. Ele me informou que seria entre 20 e 30 minutos, pois estava saindo da empresa e eu seria o primeiro cliente de sua rota. Passados 50 minutos liguei novamente e perguntei se ele - o motorista - havia esquecido de me buscar e fui informado de que em “10 minutinhos” (como se usar o diminutivo efetivamente desse a sensação de diminuir a espera) ele passaria onde eu estava. Trinta minutos depois da segunda ligação liguei novamente. Ai falei num tom de irritação e em menos de “10 minutinhos” ele passou e me deu a “carona”. Entrei no carro e ele parecia estar nervoso com a situação. Perguntei o que tinha acontecido e fui informado, secamente, de que houve atraso. Poxa... isso consegui perceber. Então, se houve atraso, por que não informar que haveria o atraso? Ele tinha meu número de telefone e sabia que iria atrasar, por que não ligar e dizer que demoraria mais do que o combinado antes? Ou então informasse, da primeira vez que liguei, que demoraria mais de uma hora para ir me buscar. Outra situação em que dificilmente o atraso não acontece é em consultas médicas. Isso me irrita mais do que tudo. Na maioria das vezes está difícil conseguir agendamento com os médicos. Ai você cosegue um horário para daqui a 45 dias, às 15hs. A secretária do “doutor” liga um ou dois dias antes para confirmar se você vai mesmo na consulta. Você confirma e ela então diz com toda autoridade para chegar 10 minutos antes do horário marcado para os procedimentos administrativos (entregar o cartão do plano, autorizar a cosnulta, atualizar dados de endereço, etc). Então você chega às 14:40, portanto 20 minutos antes. Ela - a secretária te atende às 15hs e pede para aguardar ser chamado. Você senta em uma poltrona da sala de espera e começa a folhear um revista. Um nome é chamado para a consulta (15:20). Você folheia outra revista. Outro nome é chamado (15:50). Você folheia a quinta revista. Mais um nome é chamado (16:05). Então você vai até a secretária e pergunta se vai demorar e é informado que há somente mais um antes dâ sua vez. Ai você pergunta, meio que irritado, sobre o horário e coisa e tal, e recebe um olhar do tipo “você espera ou pode ir embora, a escolha é sua...”. Esses são dois exemplos que aconteceram comigo e que acontece com muitas outras pessoas, tenho certeza. Fora outras inúmeras situações que envolvem atrasos em diversos outros aspectos da nossa vida - profissionais, serviços domésticos, etc - que poderiam ser relatadas aqui. Ai fico perguntando a mim mesmo: sou eu que tenho “mania” de respeitar os horários combinados e estou fora da realidade ou as pessoas, de maneira geral, perderam o senso do respeito com os horários dos compromissos assumidos e, consequentemente, com as outras pessoas envolvidas? Porque penso que atrasar pode acontecer - e acontece com todos nós, dados os imprevistos do dia-a-dia - mas quando o atraso é a regra, para mim, significa o desrespeito com o outro. É dizer que o tempo do outro não tem importância para você, o que interessa são as coisas no “seu” tempo, não no tempo que foi combinado. Isso me incomoda... Até mais... Postado por
Educação Financeira: calculadoras do site Infomoney
Olá pessoal... Dando uma vasculhada na net, pesquisando sobre educação financeira para desenvolver um idéia que surgiu ontem durante conversa com meu amigo Rubem, acessei o site da Infomoney (cujo link está na seção Educação Financeira aqui no Blog) e encontrei uma porção de ferramentas bem úteis para quem tá com vontade de organizar a vida financeira para 2012. Vale a pena dar uma olhada. http://www.infomoney.com.br/calculadoras Até breve... Postado por
Sobre o tempo que fiquei sem publicar aqui no blog...
Olá a todos... Reproduzo aqui post que publiquei no blog Educação com Ciência. Fiquei um bom tempo sem publicar nada aqui no blog. Muitos leitores e muitos colegas e alunos me cobraram a esse respeito. E sempre dou razão aos meus “cobradores” pois, ao criar e manter o blog, me comprometi publicamente com sua atualização. Porém, infelizmente a correria do dia-a-dia me fez deixar de lado as atualizações. O segundo semestre foi bem tumultuado em termos profissionais e com meu ingresso num programa de doutorado, o tempo para os escritos aqui ficou bem reduzido. E como não quero apenas replicar material, optei por escrever quando fosse possível. E foram bem poucas as oportunidades de escrever nos últimos tempos. Mas o fato é que o blog não foi abandonado. Está apenas em um ritmo mais lento. E agora que estou “de férias”, muitos assuntos estão fervilhando em minha cabeça e em meu bloco de anotações e merecerão em breve a composição de textos aqui e no Educação com Ciência. Abraços e até breve... Postado por
Olá... Notícia interessante para alimentar o debate sobre a tributação brasileira. Até breve... Da Equipe InfoMoney | Em 03.10.2011 O Brasil segue como a nação que apresenta uma das maiores cargas tributárias para empresas do mundo. De acordo com a avaliação da rede internacional de contabilidade e consultoria UHY, por exemplo, o País ocupa o quarto lugar no ranking de organizações com lucro acima de US$ 100 milhões e perde apenas para Japão, Estados Unidos e França. Na análise de companhias com lucro até US$ 10 milhões, os números também não deixam a desejar. Neste quesito, o País fica com a terceira posição, conforme apontam os dados divulgados nesta segunda-feira (3) pela consultoria. Mais investimentosNa opinião do diretor técnico da UHY Moreira-Auditores, Diego Moreira, as altas taxas praticadas são prejudiciais, já que inibem a atração de empresas estrangeiras para o País. “É sabido que capitais estrangeiros estão vindo para o Brasil, mas uma revisão da nossa política tributária poderia atrair mais investimentos internacionais, que seriam revertidos em ganhos de produção, empregos e desenvolvimento”, afirma. Para ele, essa seria uma boa oportunidade, já que a economia brasileira atravessa um momento favorável, com um mercado consumidor aquecido. "Uma taxa fiscal mais competitiva se tornaria um atrativo para outras empresas internacionais voltarem a estabelecer sede no Brasil”, acrescenta Moreira. Impostos corporativos pagáveis por país em dólares dos EUA (por lucro pré-imposto) O estudoO estudo considerou os dados corporativos de empresas de 21 países e teve como base o lucro estatuário e pré-impostos de organizações de US$ 100 mil, US$ 10 milhões e US$ 100 milhões. A pesquisa avaliou as nações integrantes do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), do G8 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Canadá e Rússia) e as principais economias emergentes. Postado por
Do canal executivo do UOL | Em 04.10.2011 Contratar profissionais de finanças e contabilidade no Brasil é mais desafiador do que em qualquer outro país. De acordo com pesquisa realizada pela Robert Half, com mais de seis mil profissionais da área financeira em 18 nações, metade das empresas brasileiras considera a busca por talentos dessa área muito difícil. No restante do mundo, essa é uma preocupação de apenas 19% dos gestores ouvidos pela líder mundial de recrutamento. A forte procura por mão de obra especializada em finanças e contabilidade é reflexo direto do aquecimento da economia brasileira. “Os melhores profissionais foram recentemente contratados ou promovidos. Atrair essa mão de obra tem custado caro para as empresas”, revela Mário Custódio, especialista em recrutamento da divisão de Finanças e Contabilidade da Robert Half. Os maiores desafios estão no recrutamento para as áreas de finanças e auditoria. A pesquisa mostra que 34% das organizações têm dificuldade para contratar profissionais de finanças e um quarto delas não consegue preencher as posições de auditores. “O mercado brasileiro vive um momento de fusões e aquisições de novos negócios, investimentos de multinacionais e preparação para venda de operações, o que exige auditorias detalhadas”, diz Custódio. O desafio de encontrar pessoal qualificado disponível para atuar nessas áreas tem inflacionado os salários. “Muitas vezes, esses especialistas só aceitam mudar de emprego com oferta de aumento salarial de 60% a 70%. E as empresas não estão mais dispostas a supervalorizar os talentos como fizeram antes da crise”, garante. Por isso, a “guerra” por executivos nessa área faz com que parte das empresas considere estratégica a política de retenção de talentos. Mais de 25% dos gestores de finanças brasileiros estão muito preocupados em manter seus principais quadros. Entre os 18 países pesquisados, o Brasil aparece na terceira colocação nesse quesito, atrás apenas de Cingapura (38%) e Hong Kong (29%). Segundo o especialista, as empresas têm apostado na formação de mão de obra como forma de valorização dos funcionários. “Há uma demanda acentuada por jovens que estão entrando no mercado e que podem ser treinados apesar do pouco conhecimento técnico. Essa tem sido uma escolha mais frequente, ao invés de trazer do mercado pessoas com salários inflacionados”, explica. Mesmo com toda a dificuldade de encontrar no mercado profissionais de finanças e contabilidade, as organizações brasileiras estão otimistas quanto às perspectivas para o próximo ano. Metade dos executivos do Brasil está muito confiante no crescimento de suas empresas em 2012, atrás apenas dos Emirados Árabes, onde o otimismo atinge 51% dos entrevistados. Já na Europa, impactada pela crise, os britânicos são os mais pessimistas, e apenas 7% deles apostam em bons resultados no próximo ano, assim como 12% dos franceses. Postado por
Olá... Segue a indicação de um site bem bacana. É o Como as Coisas Funcionam. O site explica, por meio de textos produzidos por especialistas, como funcionam um monte de coisas. No site há um menu com diversas categorias. Vale dedicar um tempo vasculhando. Um aviso é importante, contudo: a maioria dos textos é tradução dos originais em inglês. Portanto é preciso cuidado com algumas terminologias. Por exemplo, em Como Funciona a Contabilidade das Empresas, o texto até referencia parcilamente a realidade contábil brasileira, mas peca em alguns conceitos, como o de Patrimônio e o de Contabilidade de Caixa e de Exercício. Entretanto, para um leigo no assunto, passa a noção de como atua a contabilidade na gestão dos negócios e em uma linguagem objetiva e simples. Até breve... Postado por
TICs: ferramentas de educação e inclusão
Olá... Escrevo este post para sugerir a leitura da reportagem a seguir, da qual participei por meio de uma entrevista online. A reportagem é sobre as TICs como ferramentas de educação e inclusão e está publicada na Pré-Univesp - Revista Digital de Apoio ao Estudante Pré-Universitário. :: TICs: ferramentas de educação e inclusão. Até mais... Postado por
Os indicadores e a Educação…
Olá… Já transcrevi aqui no blog alguns textos do Thomaz Wood Jr. Acho que o cara é daqueles escritores sobre gestão que nos obrigam a reflexões sobre o mundo corporativo. E que nos revela o verdadeiro “mundo” que existe por trás do que é propagado em termos de teorias e práticas corporativas. No texto abaixo ele nos remete para uma reflexão sobre os indicadores de gestão e questiona sua aplicação ao mundo da gestão pública. O texto me fez refletir sobre essas avaliações que são realizadas sobre o desempenho dos estudantes brasileiros, em todos os níveis. Será que essas avaliações “medem” efetivamente o que nossos estudantes estão aprendendo? Será que tais indicadores são adequados? É uma boa reflexão e dá um bom debate. Espero que gostem do texto. Abraços. Afogamento em números Por Thomaz Wood Jr. | Em 18 de agosto de 2011. Em um mês, dois casos significativos: um na Indonésia, outro nos Estados Unidos. Em Java, a mãe de um adolescente revelou à mídia local que seu filho, durante um exame nacional, fora forçado por seus próprios professores a passar suas respostas para colegas menos capazes. A atitude da mãe foi motivada pela recusa da escola em aceitar sua denúncia. Como se não bastasse o constrangimento, a honrada genitora teve de enfrentar a ira dos pais dos colegas de seu filho, horrorizados com seu “egoísmo”. A divulgação do caso abriu caminho para denúncias de histórias similares. Os professores, acossados, passaram a culpar a pressão que suas escolas sofrem para conseguir bons resultados nos exames nacionais, os quais condicionam a obtenção de recursos do governo. Enquanto isso, do outro lado do mundo, em Atlanta, drama parecido se desenrolava. Uma comissão indicou irregularidades em larga escala no sistema escolar da cidade. Durante a realização de exames, professores forneciam as respostas aos estudantes, permitiam que alunos com baixo desempenho escolar copiassem dos colegas mais capazes e até preenchiam eles mesmos as folhas de respostas. A investigação apontou que as irregularidades ocorriam desde 2001. Para espanto dos cidadãos, durante o período das falcatruas a superintendente das escolas de Atlanta fora premiada pelos resultados excepcionais alcançados pelos estudantes locais. Na raiz do problema, a mesma causa do drama indonésio: a pressão por bons resultados nos exames, que determinam o recebimento de recursos do governo. Há vários pontos comuns entre os dois casos: primeiro, o uso de sistemas unificados de avaliação escolar; segundo, a utilização de indicadores de desempenhos para medir e comparar resultados; e terceiro, a pressão pela melhora dos resultados, que podem condicionar os recursos alocados para as escolas. Até aí, nada de errado: tudo soa racional e razoável. De fato, decidir de forma transparente, com base em fatos e números, é premissa para realizar uma boa gestão, alocando recursos da melhor maneira possível. Os modernos sistemas de gerenciamento de desempenho popularizaram-se a partir dos anos 1990. Pressionadas pela abertura de mercado e pela desregulamentação econômica, as empresas privadas investiram na modernização de suas práticas. O voo nos céus turbulentos do novo ambiente empresarial exigia painéis mais completos e sofisticados, com indicadores que registrassem o desempenho de toda a organização. :: CONTINUE LENDO O TEXTO CLICANDO aqui Postado por
A música do One Republic…
Olá… Tomei conhecimento da existência do One Republic no seriado Smallville. ´Desse dia em diante fiquei fã. Seguem dois vídeos das músicas mais conhecidas, talvez… Espero que gostem. Até breve… Postado por
O orçamento é uma ferramenta ultrapassada no contexto da gestão empresarial?
Olá... Segue transcrição de breve entrevista com Niels Pflaeging em que afirma que o orçamento já não é mais uma ferramenta adequada para auxiliar efetivamente na gestão das empresas. Será verdade? Até breve... O FIM DO ORÇAMENTO Cynthia Rosenburg | Do Portal Exame | Em 03/10/2003 Há cerca de dois meses, o alemão Niels Pflaeging deixou o cargo de controller numa multinacional instalada em São Paulo. Desde então, vem se dedicando a convencer empresas no país a abolir uma atividade à qual dedicou boa parte de seu tempo nos últimos anos: o planejamento orçamentário. Pflaeging é o representante no Brasil da Beyond Budgeting Round Table, um consórcio internacional, com sede na Inglaterra, de companhias interessadas em estudar e implementar a gestão sem orçamento. Apóiam o BBRT empresas como Novartis, Deutsche Bank e Siemens. Nos próximos meses, Pflaeging espera que companhias brasileiras se juntem ao time. O que elas devem perseguir? "Um sistema de gestão mais inteligente, que não fique preso a um plano rígido que pouco agrega ao negócio." Por que o orçamento é um problema? Primeiro, porque ele é caro para as organizações. Executar o processo orçamentário não significa apenas traçar um plano. Envolve também executá-lo e fazer acompanhamentos, o que se traduz em recursos. O segundo problema é que o orçamento agrega pouco valor. Ele é mais uma ferramenta para controlar o comportamento do que para ajudar uma empresa a ser mais competitiva. Em terceiro lugar, o orçamento vem acompanhado de efeitos disfuncionais graves. Ao fixar um plano para o ano, as pessoas são levadas a tentar atingir metas. Isso pode fazer com que algumas áreas de negócios tentem alcançar as metas usando truques de contabilidade ou empurrando produtos para os clientes. Tudo isso é nocivo para a organização. Como abolir o orçamento? As empresas precisam perguntar para que ele é usado. Elas encontrarão respostas como: para prever o futuro, para definir metas, para alocar recursos, para controlar os custos e o desempenho. São objetivos relevantes, mas o orçamento não é o processo mais adequado para chegar a eles. Veja o caso da previsão do futuro. O orçamento não dá uma visão realista do futuro, só mostra um desejo de programar a organização para um ano inteiro, o que não é possível. Quando o cenário muda, os profissionais gastam mais tempo renegociando as metas orçamentárias do que resolvendo os problemas. As empresas devem buscar técnicas mais adequadas para substituir os papéis do orçamento. Para definir metas ligadas à estratégia, por exemplo, elas podem recorrer a um balanced scorecard. Para controlar custos, ao custeio ABC. Quais as vantagens? A primeira vantagem é imediata: surgem efeitos positivos por simplesmente não orçar. Você acaba com um processo custoso e as pessoas são liberadas para cuidar do que realmente tem impacto no negócio. Além disso, existe uma chance enorme de que as ferramentas escolhidas para substituir o orçamento sejam mais eficientes. Elas vão considerar aspectos fundamentais para a estratégia que o orçamento deixa de lado, como a satisfação dos clientes ou os indicadores de qualidade. Não há metas na gestão sem orçamento? A gestão sem orçamento não acaba com as metas, mas procura estabelecer metas de desempenho mais relevantes e relativas. Em vez de se preocupar como um número de vendas isolado, por exemplo, a organização passa a buscar participação de mercado. Ou, no caso dos custos, passa a comparar seus custos com o de outras empresas, ou a comparar os custos de diferentes unidades de negócios. Mas nada disso é simples: você não acaba com o orçamento num dia e tem uma organização funcionando perfeitamente no outro. Existe um trabalho árduo de buscar as ferramentas relevantes, de discutir metas de médio e longo prazo, de buscar indicadores de eficiência, de descentralizar o poder de decisão. Poderia citar um caso exemplar? Sim, o do Handelsbanken, um banco da Suécia. Seus executivos deixaram de trabalhar com metas fixas há anos, estabeleceram processos bem flexíveis de desempenho e conseguiram uma descentralização considerável. Lá 50% dos funcionários têm poder de aprovação de crédito para clientes. A medição de desempenho é feita por meio de comparações entre as filiais, as regiões e com outros bancos. O Handelsbanken é o banco mais eficiente da Europa em termos de custo e tem os melhores indicadores de satisfação de clientes e funcionários. Quais os riscos de abolir o orçamento? Os executivos podem sentir que estão correndo o risco de perder o controle. Mas os casos de gestão sem orçamento mostram que isso não acontece. Um risco verdadeiro é o de não trabalhar para realmente aprimorar o sistema de gestão da empresa. Mas é possível que o maior risco seja o de voltar a orçar. FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/o-fim-do-orcamento-m0040530 Postado por
Olá... Transcrevo a notícia abaixo pois achei-a bem oportuna, dadas algumas conversas que mantive com alunos recentemente. Alguns alunos sempre questionam o fato de estudarem contabilidade quatro ou cinco anos para depois trabalharem em escritórios de contabilidade por dois ou três salários mínimos. Ou mesmo serem empregados de empresas que pagam pouco mais que isso. Minhas considerações nesses papos é sempre em tom desafiador. Digo a eles que a remuneração que receberão por sua atuação profissional depende única e exclusivamente deles próprios nos dias atuais. A vasta gama de possibilidades de atuação profissional de um graduado em contabilidade é grande. E o planejamento que fizerem para suas carreiras é fundamental para obterem sucesso e recompensa financeira. Se as opções que considerarem forem apenas as de atuarem como empregados em escritórios de contabilidade ou de departamentos contábeis de empresas, talvez demore um pouco para ascenderem na profissão, em status e em remuneração. Mas se considerarem outras possibilidades, o horizonte se alarga de forma incrível. Espero que me entendam no que afirmei aqui. Não estou desmerecendo o campo de atuação profissional relacionado com escritórios contábeis. Estou dizendo que há muito mais do que eles. Até breve... JC e-mail 4342, de 13 de Setembro de 2011. No Brasil, curso superior eleva salário em 156% Pesquisa da OCDE com 32 países mostra que o brasileiro tem o maior "bônus salarial" com a conclusão de uma faculdade. No Brasil, estudar compensa, e muito. Em média, o trabalhador que terminou o ensino superior ganha salário duas vezes e meia maior do que aquele que parou no ensino médio. Esse "bônus" de 156% pelo diploma supera os índices de 31 países desenvolvidos que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nesse grupo, a universidade gera um retorno salarial médio de 50%. A evasão escolar também custa caro. Aqueles que não conseguem terminar o ensino médio no Brasil recebem, em média, metade do salário de quem consegue o certificado. Nos países desenvolvidos, esse retorno é um pouco mais alto, 77%. Esses números integram as análises comparativas do relatório anual de educação da OCDE, o "Education at a Glance", que será divulgado hoje. É a primeira vez que o Brasil participa do levantamento. A variação no retorno financeiro associado ao tempo de ensino analisada nos 32 países foi grande. Nos Estados Unidos, a faculdade rende um salário 79% maior. Na Hungria, a renda duplica. Mas, na Nova Zelândia, a diferença é de apenas 18%. Para a OCDE, os baixos valores de retorno financeiro em alguns países ameaçam colocar a educação superior no patamar de "investimento de risco". O estudo também considerou a situação de vulnerabilidade dos que não estudam. No Brasil, cerca de 10% dos jovens de 15 a 19 anos dependem de assistência: não estudam nem trabalham. Um em cada quatro jovens da população de 15 a 29 anos que não estuda também não está na força de trabalho. "A falta de qualificação no nível médio é um impedimento sério para encontrar emprego. Os jovens brasileiros que não ingressaram no ensino médio nem estão estudando têm 21% a menos de chance de conseguir um emprego", diz o boletim. A OCDE deu destaque ao aumento de 121% nos investimentos públicos no setor, entre 2000 e 2008. O valor foi o maior entre os 30 países que disponibilizaram dados. Porém, faz uma análise crítica da situação no ensino superior. O aumento de investimentos nesse nível, de 48% no período, não acompanhou a expansão nas matrículas, de 57%. Para Maria Helena Guimarães, ex-secretária-executiva do Ministério da Educação, os ganhos do diploma no Brasil são reflexo da alta demanda pela mão de obra qualificada. "Há um retorno excepcional em termos salariais. A diferença é que, nos países muito desenvolvidos, a crise econômica é maior, a qualificação é melhor, a demanda por pessoas qualificadas é menor. Já no Brasil, com a economia aquecida e em expansão, e com o baixo nível de qualificação, a demanda é maior", declarou. Publicado originalmente em O Globo. Postado por
Mais uma cantora daquelas que encanta. Também a classifico como F A N T Á S T I C A...
Olá... Já escrevi aqui no blog antes sobre o Rubem Alves. Gosto dos escritos dele. É uma expressão poética da educação, que muitos com quem converso entendem ser por demais simplista. Ao contrário, penso que a simplicidade aparente nos textos dele revela a profundidade do compromisso com a educação. O texto abaixo retirei do site PORTAL APRENDIZ, capitaneado pelo Gilberto Dimenstein. Nele o Rubem e alguns outros tem seus textos publicados. Vale gravar o endereço do Portal nos Favoritos do navegador. Espero que gostem do texto abaixo transcrito. Eu gostei bastante. Até breve... VAMOS AO TEXTO ENTÃO... O espaço e o tempo do pensamento Rubem Alves |26/07/11 | PORTAL APRENDIZ Notei, numa mesa ao lado, uma menina que escrevia e consultava um dicionário. Agachei-me para conversar com ela. “Você está procurando no dicionário uma palavra que você não sabe?”, perguntei. “Não”, ela me respondeu. “Eu sei o sentido da palavra, mas estou a escrever um texto para os miúdos e usei uma palavra que, penso, eles não conhecem. Como eles ainda não sabem a ordem alfabética e não podem consultar o dicionário, estou a escrever um pequeno dicionário ao pé da página do meu texto para que eles o compreendam.” “Estou a escrever um texto para os miúdos” foi o que ela disse. Os que já sabem tornam-se naturalmente professores dos que ainda não sabem. Essa é a pedagogia natural das crianças quando elas querem ensinar as outras crianças a brincar. As que sabem ensinam as que não sabem, sem que para isso tenham de saber teorias. Lembrei-me da deliciosa frase de Daniel Pennac no seu livro “Como um Romance”: “Que espantosos pedagogos nós éramos quando não nos preocupávamos com a pedagogia…”. As relações de aprendizagem e ensino se dão através das pontes poéticas que o amor constrói. A aprendizagem e o ensino são um empreendimento comunitário, uma expressão de solidariedade. Mais que aprender saberes, as crianças estão aprendendo valores de solidariedade. A ética é o ar que se respira silenciosamente, sem explicações, naquela sala imensa. Numa parede encontrei dois quadros de avisos. Num deles estava escrita a frase: “Tenho necessidade de ajuda em…”. E, no outro, a frase: “Posso ajudar em…”. Qualquer criança que esteja tendo dificuldades em qualquer assunto coloca ali o assunto em que está tendo dificuldades e o seu nome. “Não entendo a regra de três”, assinado “Maria”. O Gabriel, passando por lá, vê a mensagem da Maria e, sem que a professora dê qualquer ordem, procura a Maria para lhe explicar a matemática da regra de três. Dei-me conta então da importância da arquitetura no espaço escolar. A arquitetura, ao estabelecer espaços, determina os caminhos possíveis e permitidos. É preciso que os espaços sejam livres para que as relações aconteçam com liberdade. A arquitetura de corredores e salas, comum em nossas escolas, aprisiona as relações. Lembrei-me então do que me dissera a menina ao me informar que também não havia separações no tempo. Relógios e campainhas são artifícios para obrigar o pensamento a fazer ordem unida. Toca a campainha: é hora de pensar matemática, 45 minutos pensando matemática. Toca a campainha, é hora de parar de pensar matemática, hora de pensar geografia, 45 minutos pensando geografia, toca a campainha, hora de parar de pensar geografia, hora de pensar literatura… Os toques de campainha ou qualquer artifício semelhante contêm uma psicologia do pensamento. Como se o pensamento obedecesse às ordens do relógio. Algo semelhante ao que acontece com os programas de televisão: a marcação das horas liga e desliga os “programas” do pensamento. Vez por outra um curioso me pergunta sobre as horas que separo para pensar… Sei não… Talvez as horas de insônia ou debaixo do chuveiro ou numa viagem de carro ou avião… O pensamento não se anuncia. Ele simplesmente vem. Todas as vezes que tentei marcar hora para pensar, as ideias me fugiram. Postado por
Olá pessoal... Notícia interessante a divulgada abaixo. Penso que seja uma tendência. No curso de Ciências Contábeis do Campus de Campo Mourão da UNESPAR discutimos e implantamos para o presente ano letivo que os alunos que publicarem artigo em eventos científicos, sob recomentação e orientação de professor, este - o artigo - fará as vezes da monografia. Além disso, o aluno que participar do programa institucinal de Iniciação Científica, também terá a monografia substituída pelo relatório final da Iniciação. No final do ano teremos como avaliar melhor essa inovação. Isso até dá um paper, hein Jorge... Até mais... Artigos científicos substituem teses na pós-graduação Seguindo países como Holanda e EUA, programas de pós-graduação do Brasil já substituem a obrigação de escrever uma tese por artigos científicos, informa reportagem de Sabine Righetti publicada no jornal Folha de S. Paulo. O aluno pode defender, em banca, três trabalhos publicados ou aceitos para publicação em revistas científicas. Pelo menos dois deles devem estar em periódicos de "alto impacto", ou seja, aqueles que são muito citados por pesquisadores. A substituição da tese pelos artigos é feita com aval da Capes (Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que avalia a pós-graduação no país e classifica, por área de conhecimento, cerca de 17 mil títulos. Os pesquisadores que publicam nos melhores periódicos ganham notas mais altas e recebem mais recursos, como bolsas. Hoje, o Brasil está em 13º lugar no mundo em quantidade de artigos publicados. Fonte: UOL Postado por
Uso do ponto eletrônico será obrigatório a partir desta quinta-feira
Olá pessoal... Mais uma notícia veiculada no Valor Econômico Online, cuja fonte é a Agência Brasil. Creio que já não paire mais dúvidas sobre a questão da obrigatoriedade do uso do ponto eletrônico, todavia nessa notícia fica posta de forma clara essa questão. Até mais... SEGUE A NOTÍCIA... Uso do ponto eletrônico será obrigatório a partir desta quinta-feira Por Agência Brasil BRASÍLIA – A regulamentação do uso do ponto eletrônico em empresas com mais de dez empregados ainda causa gera divergências entre empregados e patrões. A obrigatoriedade passa a valer a partir desta quinta-feira. Para o secretário de Relações do Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Manuel Messias, a portaria que regulamenta o assunto vai permitir ao trabalhador maior controle sobre as horas trabalhadas. “Pelo atual modelo, há possibilidade de fraudes e o trabalhador não tem mecanismos com os quais possa manter o controle da sua jornada”, disse o sindicalista. A regulamentação do Ministério do Trabalho determina que o equipamento de registro de ponto deve marcar as horas trabalhadas, ser imune a tentativas de alteração dos dados e emitir um comprovante a cada marcação feita pelo trabalhador. Além disso, a máquina não pode ter nenhum mecanismo que permita marcações automáticas. Para o secretário da Força Sindical, Sérgio Luis Leite, o mais importante é que a regra torna a marcação do ponto inviolável. Contudo, ele disse que o sistema eletrônico não representará o fim das ações na Justiça do Trabalho em relação a questionamentos sobre jornada. “Temos que dividir aqueles empregadores que, de forma corriqueira, querem fraudar a jornada trabalhada e aqueles nos quais os sindicatos e os trabalhadores têm um controle bastante avançado sobre a jornada. Se houve hora extra, paga-se”, explicou. Para o vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), deputado Laércio de Oliveira (PR-SE), o registro eletrônico do ponto já existe há muito tempo e, por isso, a medida não provocará grandes impactos nas empresas, a não ser o aumento dos custos decorrente da aquisição dos equipamentos. “Queríamos que o ministério aceitasse as práticas atuais e que pudéssemos adotar sistemas alternativos para fazer o controle da jornada de trabalho dos empregados e que essa prática ficasse estabelecida dentro dos acordos coletivos de cada categoria. Assim, ninguém precisaria investir em novos equipamentos”, disse ele. O ministério permite que, por meio de acordos coletivos, sejam adotados sistemas alternativos, mas não serão admitidas restrições à marcação do ponto, nem mecanismos de marcação automática, de autorização prévia para registro de horas extras e de alteração ou eliminação dos dados registrados pelo empregado. A portaria permite às empresas adotar sistemas manuais, mecânicos ou eletrônicos para registrar a entrada e a saída dos empregados. Caso adotem o sistema eletrônico, devem seguir a regulamentação da portaria. Os órgãos públicos não estão obrigados a seguir as regras. Para os órgãos públicos que têm empregados contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a adoção das novas regras é facultativa. (Agência Brasil) Postado por
Olá... Gosto de descobrir novas canções e seus cantores. Nas últimas semanas estou escutando muita música francesa, especialmente jazz. E nessa imersão na música francesa descobri a ZAZ. não tenho muita coisa pra falar sobre ela a não ser F A N T A S T I C A... Vejam no vídeo... Até mais... Postado por
Olá pessoal... Segue transcrição de interessante notícia veiculada originalmente no Valor Econômico Online sobre franquia de serviços contábeis. Confesso que a idéia é bem interessante e não tenho conhecimento de outra experiência de serviços contábeis franqueados no Brasil. Será que existe outro? Se alguém souber, avise. Até mais... SEGUE A NOTÍCIA... Contadores desenvolvem franquia Por Carmen Lígia Torres | Para o Valor, de São Paulo Dentro de dois meses aproximadamente, a NTW Contabilidade e Gestão Empresarial vai inaugurar no Brasil um novo segmento de rede de franquias. A primeira unidade franqueada do segmento de contabilidade e gestão, que vem se juntar às três unidades próprias que a NTW tem em Minas Gerais (Belo Horizonte, Ipatinga e Teófilo Otoni), deverá ser sediada em Brasília. Até o final do ano, mais duas outras franqueadas devem entrar em funcionamento em Recife (PE) e Manaus (AM). "Estamos em fase de análise de perfil dos pretendentes, pois queremos que os franqueados estejam alinhados aos princípios e valores que norteiam a atuação da empresa", diz Nathaniel José Vieira Pereira, diretor da NTW. Desde o mês de abril, quando Nathaniel associou-se à Associação Brasileira de Franchising (ABF), até hoje, a NTW já conseguiu 170 empreendedores interessados na franquia, de cidades de diferentes Estados do Brasil. "Comecei a me preparar para expandir por meio de franchinsing em 2007, quando conheci redes franqueadas de serviço de contabilidade na Inglaterra. De lá para cá, fui aperfeiçoando o modelo de gestão", afirma. O interesse despertado para a expansão via franquia surpreendeu Nathaniel, ao mesmo tempo que comprovou a viabilidade de alcançar outra meta: ser a maior rede de franquias no país no prazo de quinze anos. "Há uma grande lacuna no segmento de contabilidade e de gestão empresarial, especialmente nos serviços dirigidos a empresas de pequeno porte", diz. A expectativa de crescimento para este ano é de 50% sobre o faturamento de 2010, que chegou a R$ 2 milhões. A NTW existe desde 1989, mas foi no ano 2000 que Nathaniel decidiu montar uma estrutura física para ser sede da empresa. Em uma sala de 35 m2, ele e mais três funcionários começaram a atender clientes na cidade de Ipatinga. Paralelamente, ele tratou de buscar o aperfeiçoamento do conhecimento do ramo em uma universidade, como coordenador de um curso de Ciências Contábeis, sua formação acadêmica. Nos dois anos que ficou na academia conseguiu, além do aprendizado teórico, muitos contatos e parâmetros sobre estratégia de negócios que foram de grande valia para a aplicação prática junto ao seu negócio. Com cerca de 450 clientes, a NTW tem como diferencial a junção dos serviços de contabilidade com os de gestão administrativa. Entre os 56 funcionários da empresa, há contabilistas, administradores de empresas e economistas para prestar a consultoria aos clientes. "Os serviços de contabilidade são alinhados a outros aspectos da empresa, que são analisados com base em indicadores econômicos e financeiros desenvolvidos especificamente para aperfeiçoar a gestão empresarial do negócio", explica. O referencial de gestão empresarial que a NTW passa aos clientes é aquele já comprovado em seus processos como de excelente qualidade, uma vez que a empresa foi vencedora do prêmio MPE Brasil 2010, depois de ter sido certificada, em 2008, com o padrão ISO 9001. "Somos a única organização contábil do Brasil a obter a certificação da qualidade e a ser premiada nacionalmente pelo MPE Brasil", orgulha-se o diretor da NTW. No final de agosto, junto com os outros oito premiados do MPE Brasil, Nathaniel fez uma programação de troca de experiência e visitas a grandes empresas, como Natura e Gerdau, promovida pelos organizadores e promotores do prêmio - Fundação Nacional da Qualidade, Movimento Brasil Competitivo, Fórum Qualidade Produtividade e Competitividade, Sebrae, Gerdau e Petrobras. Postado por
Seminário Educação Fiscal em Campo Mourão
Prezados Senhores, É com satisfação que a Universidade Estadual do Paraná (FECILCAM/Campus Campo Mourão), em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM) vem convidá-lo a participar do Seminário de Educação Fiscal de Campo Mourão: Interdisciplinaridade e a Construção da Cidadania que será realizado nos dias 12 e 13 de setembro de 2011, no Celebra Eventos. Esse evento, aberto a alunos, docentes e comunidade em geral, irá apresentar os princípios básicos do Programa Nacional de Educação Fiscal e promover reflexões sobre o papel de cada cidadão no tocante ao controle social da gestão pública. Nesse sentido, contamos com seu apoio na divulgação do evento em sua Instituição. Mais informações e programação do evento por meio do site: www.fecilcam.br/educacaofiscal Sem mais, subscrevemo-nos com elevada estima e consideração. atenciosamente, Amauri Jersi Ceolim Diretor de Extensão e Cultura Postado por
EXAME DE SUFICIÊNCIA: comunicado do CFC
Venho por meio desta postagem corrigir informação veiculada neste blog quanto à ação do Ministério Público Federal do Estado de Goiás desobrigando os formados de realizarem o Exame de Suficiência para obtenção do registro profissional.
Segue, portanto, o comunicado do Conselho Federal de Contabilidade esclarecendo sobre a questão.
Exame de SuficiênciaComunicação CFC
Por Amanda Cieglinski | Da Agência Brasil | em 09/08/2011. O uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) nas escolas ainda é desafio para boa parte dos professores. Pesquisa divulgada hoje (9) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) mostra que 64% dos docentes entrevistados acreditam que os alunos entendem mais de computador e internet do que eles próprios. Diretores, coordenadores pedagógicos e professores apontam a faltam de infraestrutura adequada como um dos fatores de limitação para o uso efetivo da tecnologia no aprendizado. Entre os problemas, foram citadas a baixa velocidade de conexão de internet e o número insuficiente de computadores conectados. A pesquisa entrevistou 1,5 mil professores e quase 5 mil alunos de 497 escolas para identificar os usos dainternet na rotina do ensino público do país. Segundo o CGI.br, 100% das unidades da rede em área urbana estão equipadas com computadores e 92% têm acesso à internet. Em média, os colégios tinham 23 computadores instalados e 18 em funcionamento. Para 75% dos docentes entrevistados, a principal fonte de apoio para o desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas são os contatos informais com outros educadores. Na avaliação do diretor de Formulação de Conteúdos Pedagógicos do Ministério da Educação (MEC), Sérgio Gotti, é natural que os professores aprendam com seus alunos e colegas em função da velocidade com que as tecnologias evoluem atualmente. O ministério conta com um programa de capacitação para o uso do computador que já formou mais de 300 mil profissionais, mas, segundo Gotti, é impossível que esse curso seja a única fonte de formação e atualização dos docentes. “O professor precisa sempre estar procurando novas formas de atualização, até mesmo pela internet, mas principalmente com os seus alunos, com a nova geração”, assinala. “Quando a gente olha a questão do uso do computador, bem ou mal a gente nota que há um incremento na utilização em função do que é o aluno do século 21, que está muito mais antenado nessa questão e, de uma certa forma, induz o professor a incorporar essas tecnologias.” Das escolas que participaram da pesquisa, 81% têm laboratório de informática, mas 14% não contam com conexão à rede. Apenas 4% das salas de aula têm computador. O local da escola em que a máquina está mais presente é na sala do diretor ou coordenador pedagógico (88%). Para o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), que coordenou os estudos, o modelo de acesso às TICs via laboratório de informática precisa ser superado para que o computador seja inserido na rotina de aprendizagem da sala de aula. Gotti não acredita que o laboratório de informática deva ser aposentado, mas defende que novas tecnologias sejam incorporadas à sala de aula. Ele cita como exemplo o Programa Um Computador por Aluno (UCA), que desde o ano passado disponibiliza uma linha de financiamento para que estados e municípios comprem a custo mais baixo laptops para serem usados individualmente pelos alunos. Segundo o diretor do MEC, cerca de 250 mil equipamentos já foram adquiridos pelas redes de ensino. O ministério já estuda a possibilidade do uso detablets em sala de aula, mas ainda não há definição de qual seria a política adequada. “O entendimento é que precisamos expandir essa questão da utilização do computador e o laboratório continuará existindo, porque tem outras funções e pode ser usado como biblioteca virtual, espaço de consulta para o professor, o aluno e a área administrativa. As políticas são complementares e temos que nos aproximar das tecnologias da forma mais rápida possível”, diz Gotti. Postado por
Músicas que gosto...
Olá... Inspirado pelo show que assistí no sábado da Banda VPM 80, em que tocaram algumas músicas do Maná, segue abaixo vídeo de uma canção linda. Aproveitando o espaço, e já que estou falando de música, gostaria de agradecer ao convite para o Churrasquinho Acústico, evento organizado por uma galera bacana de Campo Mourão, em que se come bem e é possibilitado aos participantes escutar boa música. No sábado passado, 16/07, fui ao evento depois de vários convites do Valdecir, um dos organizadores. Comida boa, local excelente, música de qualidade. A única coisa ruim é que tive que sair cedo. Parabéns à galera que organizou e evento e espero ser convidado para os próximos. E espero que gostem da música do Maná também. Até breve... Postado por
Educação financeira: matéria interessante...
Olá... Segue link para matéria do Portal G1 sobre endividamento. Vale ler. Interessante. Até breve... Postado por
Olá a todos... Segue notícia de interesse tanto de empreendedores quanto e contabilistas. A sanção da lie da empresa individual de responsabilidade limitada. Vamos ver no que vai dar. Até breve... POR ALESSANDRO CRISTO | Do site do Conjur. O Diário Oficial da União desta terça-feira (12/7) publicou a sanção da Lei 12.441, que cria a empresa individual de responsabilidade limitada. A nova modalidade jurídica permite que empreendedores individuais tenham as mesmas proteções que as sociedades por cotas de responsabilidade limitada, ou seja, a empresa responde por dívidas apenas com seu patrimônio, e não com os bens dos sócios. O capital social mínimo para as empresas individuais é de 100 salários mínimos, o que hoje equivale a R$ 54,5 mil. A norma entra em vigor somente a partir de janeiro, quando os sistemas de registro público deverão ter seus sistemas adaptados. A Presidência da República, no entanto, vetou um dos dispositivos da nova lei. O artigo 2º do projeto enfatizava que “somente o patrimônio social da empresa responderá pelas dívidas da empresa individual de responsabilidade limitada, não se confundindo em qualquer situação com o patrimônio da pessoa natural que a constitui, conforme descrito em sua declaração anual de bens entregue ao órgão competente”. O texto foi considerado desnecessário. “Não obstante o mérito da proposta, o dispositivo traz a expressão ‘em qualquer situação’, que pode gerar divergências quanto à aplicação das hipóteses gerais de desconsideração da personalidade jurídica, previstas no artigo 50 do Código Civil”, diz mensagem de veto da Presidência. “Assim, e por força do parágrafo 6º do projeto de lei, aplicar-se-á à EIRELI as regras da sociedade limitada, inclusive quanto à separação do patrimônio.” A mudança se baseou em preocupação manifestada pelo Ministério do Trabalho. Para o advogado Rogério Aleixo Pereira, do escritório Aleixo Pereira Advogados, o parágrafo 6º da norma, que prescreve a aplicação das regras já previstas para as sociedades limitadas, é suficiente para proteger os titulares de empresas individuais. “Se a lei das limitadas conseguia conviver com o artigo 50 do Código Civil, a lei da Eireli também consegue”, diz. A nova norma alterou a Lei 10.406 que, em 2002, instituiu o novo Código Civil. O código teve agora acrescentados o inciso VI ao artigo 44, o artigo 980-A ao Livro II da Parte Especial e alterado o parágrafo único do artigo 1.033. Apesar de não tratar de uma sociedade, o projeto manteve termos como “capital social” e “patrimônio social” — este último excluído pelo veto. Fim da mentiraDomingos Orestes Chiomento, presidente do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo, comemorou a sanção da lei. “A mudança deve contribuir para que micro e pequenos empresários saiam da informalidade. Essa lei trará estímulo, segurança, simplificação e transparência aos processo de formação de empresas, emprego e renda no Brasil”, diz. Para Rogério Aleixo, é o “fim das empresas de mentira”. Segundo ele, a nova modalidade acaba com organizações que funcionam como sociedade apenas no papel, em que um dos sócios detém 99% do capital social e é, de fato, o único dono. “Mães, pais, irmãos e esposas acabam emprestando seus nomes para que se constitua uma sociedade, e isso é ruim porque essas pessoas, mesmo sem participar da empresa nem mesmo no recebimento de lucros, podem ser prejudicadas por dívidas da pessoa jurídica”, explica. Apesar da boa intenção, a recém-criada modalidade já gera dúvidas — a começar por quem pode ser titular da nova empresa. A lei permite que a empresa preste “serviços de qualquer natureza”, mas o parágrafo único do artigo 966 do Código Civil diz que atividades intelectuais ou de natueza científica não podem ser classificadas como empresariais. A restrição hoje pesa sobre profissões regulamentadas como advocacia, medicina, contabilidade e engenharia, por exemplo. “Se o novo parágrafo 5º se sobrepõe ao antigo parágrafo único do Código Civil, então parte do anterior foi revogado”, diz Aleixo Pereira. “A partir dessa interpretação, haverá distinção entre as sociedades simples e as sociedades empresárias?”, questiona. A classificação entre sociedade simples e limitada é importante, por exemplo, para se definir qual será o órgão de registro obrigatório dos contratos: as juntas comerciais ou os cartórios de registro de títulos e documentos. Outra dúvida é se pessoas jurídicas também poderão ser titulares de empresas individuais. Na opinião de Aleixo Pereira, não. “A lei menciona a ‘pessoa natural que constituir empresa individual’, e pessoa natural é pessoa física”, entende. Já para os advogados Felipe Maia e Júlio Queiroz, o termo gera dúvidas, mas não proíbe a prática. “É fundamental que seja suprimida a expressão ‘natural’ do texto da lei”, escreveram em artigo publicado nesta segunda-feira (11/7) pela ConJur. “Essa insegurança jurídica não pode permanecer no texto da Lei, sob pena de desestimular a constituição de Empresa Individual por sociedades empresárias.” Tempo para regulamentaçãoSegundo Aleixo Pereira, que faz parte do colégio de vogais da Junta Comercial de São Paulo, nos próximos seis meses o Departamento Nacional do Registro do Comércio, que estabelece as regras para o setor, ainda terá de regulamentar os procedimentos relacionados ao novo tipo empresarial. Entre eles estão a chamada transformação, em que uma sociedade altera sua natureza, de anônima para limitada, por exemplo, ou, no caso da nova lei, de limitada ou anônima para empresa individual. A situação está prevista no novo parágrafo 3º do artigo 980-A do Código Civil, acrescentado pela Lei 12.441. “A empresa individual de responsabilidade limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio, independentemente das razões que motivaram tal concentração”, diz o dispositivo. Rogério Aleixo lembra, no entanto, que a alteração pode influenciar em questões sucessórias, já que cotas transformadas em capital da empresa individual passam a ser um único elemento, indivisível. O DNRC também terá de regulamentar a forma de constituição dessas empresas. Hoje, o mecanismo para formalização dos MEI (Microempreendedor Individual) nas Juntas é frágil e abre possibilidade para fraudes. Consultando os procedimentos no site do órgão, é fácil chegar à conclusão de que não é necessário conhecimento profundo da burocracia para se abrir um empreendimento em nome de um terceiro com apenas algumas informações. Por isso, para negócios maiores, como as empresas individuais, o procedimento deve ser semelhante ao usado hoje para as sociedades. Conheça o texto da lei: LEI Nº 12.441, DE 11 DE JULHO DE 2011 Altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), para permitir a constituição de empresa individual de responsabilidade limitada. A P R E S I D E N T A D A R E P Ú B L I C AFaço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei acrescenta inciso VI ao art. 44, acrescenta art. 980-A ao Livro II da Parte Especial e altera o parágrafo único do art. 1.033, todos da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), de modo a instituir a empresa individual de responsabilidade limitada, nas condições que especifica. Art. 2º A Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 44. ............................................................................................................................................................................................. VI - as empresas individuais de responsabilidade limitada. ..............................................................................................." (NR) "LIVRO II.......................................................................................................... TÍTULO I-ADA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADEL I M I TA D A Art. 980-A. A empresa individual de responsabilidade limitada será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que não será inferior a 100 (cem) vezes o maior salário-mínimo vigente no País. § 1º O nome empresarial deverá ser formado pela inclusão da expressão "EIRELI" após a firma ou a denominação social da empresa individual de responsabilidade limitada. § 2º A pessoa natural que constituir empresa individual de responsabilidade limitada somente poderá figurar em uma única empresa dessa modalidade. § 3º A empresa individual de responsabilidade limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio, independentemente das razões que motivaram tal concentração. § 4º ( V E TA D O ) . § 5º Poderá ser atribuída à empresa individual de responsabilidade limitada constituída para a prestação de serviços de qualquer natureza a remuneração decorrente da cessão de direitos patrimoniais de autor ou de imagem, nome, marca ou voz de que seja detentor o titular da pessoa jurídica, vinculados à atividade profissional. § 6º Aplicam-se à empresa individual de responsabilidade limitada, no que couber, as regras previstas para as sociedades limitadas. ........................................................................................................." "Art. 1.033. ........................................................................................................................................................................................ Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV caso o sócio remanescente, inclusive na hipótese de concentração de todas as cotas da sociedade sob sua titularidade, requeira, no Registro Público de Empresas Mercantis, a transformação do registro da sociedade para empresário individual ou para empresa individual de responsabilidade limitada, observado, no que couber, o disposto nos arts. 1.113 a 1.115 deste Código." (NR) Art. 3º Esta Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publicação. Brasília, 11 de julho de 2011; 190º da Independência e 123º da República. DILMA ROUSSEFFJosé Eduardo CardozoNelson Henrique Barbosa FilhoPaulo Roberto dos Santos PintoLuis Inácio Lucena Adams Postado por
Marcelo Marchine Ferreira. Todos os Direitos Reservados. Modelo Simples. Tecnologia do Blogger.

References: artigo 2
 artigo 50
 artigo 50
 artigo 44
 artigo 980
 artigo 1
 artigo 966
 artigo 980