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Timestamp: 2017-10-21 12:24:56+00:00

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Secretaria de Educação realiza abertura do ano letivo Profissionais da rede de ensino estiveram presentes nesta quarta-feira, 01, na reunião que marcou o início do ano letivo de 2012. Na ocasião foi apresentado referencial
curricular municipal que deve servir como base aos educadores e também uma peça teatral encenada pelo alunos da escola Glaucia. página 3
SAMU de Iperó inicia suas operações neste mês O serviço de atendimento móvel de emergências, SAMU, deve iniciar suas atividades no próximo dia 24 e atenderá os chamados da central de regulação, SAMU 192. O novo serviço vem para auxiliar e agilizar as ocorrências relacionadas a urgências e emergências do município.
Iperoense participa de prova de atletismo em Poços de Caldas O atleta Cláudio Pacheco foi o representante de Iperó na 30ª Volta ao Cristo, uma das mais tradicionais provas do país, realizada em Poços de Caldas
(MG). O atleta completou a prova de 16 km em pouco menos de 1h40. página 8
Edição especial do Torneio da Juventude celebra aniversário de Iperó Leia mais na página 8.
Festival de Verão continua neste final de semana
O festival de verão “Iperó seu Verão é Aqui” segue agitando os finais de semana dos iperoenses. Nesta sexta a atração será a banda Musixx e no sábado será a vez da Banda Vibe.
Sábado acontece conselho arbitral do Varzeano
Festival de Verão agita o final de semana Começou na última sexta, com muita música e animação o festival “Iperó seu Verão é Aqui” com a apresentação das bandas Baião da Lua e The Bootstrap na sexta enquanto que no sábado a agitação ficou por conta da dupla sertaneja João Marcos e Rodrigo. E as atrações não param. Nos próximos dois finais de semana, o Polo Cultural apresentará novos shows. Nesta sema-
na, a festa será retomada na sexta-feira com a Banda Musixx. No sábado será a vez da Banda Vibe. No último final de semana do Festival (11 de fevereiro) haverá show da banda Balakubaka e no domingo (12), grito de carnaval com a banda Java. Todas as atrações ocorrerão a partir das 21 horas no Polo Cultural, situado a Rua Luiz Rossi, 107, Jardim Irene.
Educadores partipam da abertura do ano letivo Abertura do evento foi marcada pela apresentação do referencial curricular municipal aos funcionários da rede municipal A secretaria de Educação, Cultura e Esportes promoveu nesta quarta (01/02), no Polo Cultural, a Abertura do Ano Letivo de 2012. A reunião contou com a presença de todos os educadores da rede municipal de ensino. O encontro foi marcado pela apresentação do referencial curricular municipal que nada mais é que um conjunto de ações de cunho educacional sobre objetivos, conteúdos e orientações didáticas para os educadores que devem ser utilizados como base no exercicío de suas funções. A secretaria de educação, cultura e esportes explica que o referencial foi elaborado com a ajuda de vários educadores da rede que deram suas sugestões baseados em suas experiências na sala de aula.
“Esperamos que esse novo ciclo que se inicia hoje seja ainda mais rico que os anteriores e que com esses referenciais possamos trabalhar com mais unidade em prol da educação de Iperó”, afirma. O vice-prefeito municipal também esteve no encontro para dar boas vindas aos educadores e falou do seu orgulho pelo trabalho realizado nas escolas. “A atual administração vem trabalhando desde o ano de 2005 em busca de melhorias na rede. Fico orgulhoso em ver que todos os nossos esforços estão dando resultados e essas conquistas, são de vocês!”, explanou o vice-prefeito. Para fechar o encontro, alunos da escola Glaucia apresentaram a peça teatral “ O menino do pijama listrado” que fala sobre o holocausto. A Encontro foi marcado pela apresentação do referencial curricular municipal
Secretaria de SAMU passa a atender Saúde faz alerta à população neste mês contra hanseníase Após muitos percalços o SAMU de Iperó, atendimento móvel de urgência, deve ser inaugurado no próximo 24 de fevereiro (sexta-feira). A unidade de Iperó faz parte do projeto do SAMU Regional, que visa ampliar os atendimentos realizados em Sorocaba. Para isso, o município conta com o auxílio de uma nova ambulância, totalmente equipada e de profissionais capacitados para o atendimento. A ambulância terá como tripulantes 01 motorista e 01 técnico de enfermagem. Essa unidade móvel atenderá chamados da central de regulação que será inaugurada nesta sexta-feira, 03 de fevereiro, em Sorocaba.
SAMU Regional O SAMU Regional se constituirá em um sistema ordenador dos diferentes serviços de urgência da região, podendo dispor de todos os meios existentes para atenção Pré Hospitalar. O serviço será executado através das equipes do SAMU 192, das equipes de
salvamento e resgate dos bombeiros e Polícia Rodoviária. Todos os meios serão coordenados pelo médico regulador, o qual autoriza o uso dos recursos, conforme os acordos protocolados com os diferentes agentes do sistema. A sede da regulação será o município de Sorocaba.
No último domingo, 29 de janeiro, foi celebrado o Dia Mundial de luta contra Hanseníase, doença que atinge grande parte da população brasileira. Com esta preocupação, a Secretaria Municipal de Saúde, alerta sobre os sinais para que a doença possa ser combatida tão logo apareçam os sintomas. A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado Mycobacterium leprae. Não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada. Sinais e sintomas - Sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades; - manchas brancas ou
avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato; - áreas da pele aparentemente normais que têm alteração da sensibilidade e da secreção de suor; - caroços e placas em qualquer local do corpo; - diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos).
Como se prevenir? A prevenção baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença. Em caso de suspeita, procure a Unidade Básica de Saúde mais perto da sua casa.
(RETIFICAÇÃO) LEI Nº 776, DE 27 DE JANEIRO DE 2012. “Dispõe sobre os parâmetros para a criação, estrutura, eleição e funcionamento do Conselho Tutelar no município de Iperó e determina outras providências”.
MARCO ANTONIO VIEIRA DE CAMPOS, Prefeito Municipal de Iperó, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, FAZ SABER QUE A CÂMARA MUNICIPALDEIPERÓAPROVOUEELE SANCIONA E PROMULGAA SEGUINTE LEI: Capitulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. O Conselho Tutelar criado pela Lei Municipal nº 159/ 97, de 05 de janeiro de 1997 e alterado pela Lei nº 357, de 04/ 10/2001 fica reestruturado nos termos desta lei. Parágrafo único. As adequações constantes da presente Lei atendem as normativas recomendadas pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA - através da Resolução nº139/2010 que estabelece novos parâmetros para a criação e funcionamento dos Conselhos Tutelares no Brasil. Art. 2º. O Conselho Tutelar é órgão permanente, autônomo e não jurisdicional, com atribuições e competências previstas na Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, vinculado para fins de execução orçamentária à Secretaria Municipal responsável pela gestão da Assistência e Desenvolvimento Social no Município, sem subordinação hierárquica ou funcional com o Poder Executivo Municipal. § 1º. O Conselho Tutelar é órgão contencioso nãojurisdicional, encarregado de “zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente”, particularmente através da aplicação de medidas especiais de proteção a crianças e adolescentes com direitos ameaçados ou violados e através da aplicação de medidas especiais a pais ou responsáveis, conforme previsto no art. 136, I e II da Lei 8.069/1990. § 2º. As atribuições do Conselho Tutelar estão previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, não podendo ser instituídas novas atribuições em Regimento Interno ou em atos administrativos semelhantes de quaisquer outras autoridades. § 3º. É vedado ao Conselho Tutelar aplicar e/ou executar as medidas socioeducativas, previstas no artigo 112 do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Art. 3º. O Conselho Tutelar será composto por 5 (cinco) membros com mandato de 3 (três) anos, permitida uma recondução. Art. 4º. A função de Conselheiro Tutelar exige dedicação exclusiva, disponibilidade de 24 (vinte e quatro) horas, sendo incompatível com o exercício de outra função pública. § 1º. Cada Conselheiro Tutelar cumprirá jornada mínima de 40 (quarenta) horas semanais na sede do Conselho para atendimento diário à população. § 2º. Quando necessário, o Conselheiro Tutelar prestará atendimento fora da sede do Conselho. § 3º. Sem prejuízo do disposto nos parágrafos anteriores deste artigo, o Conselheiro Tutelar atenderá em regime de plantão no período noturno e nos finais de semana, feriados e pontos facultativos, conforme escala de trabalho elaborada pelo Coordenador do Conselho, devendo ser publicada no Diário Oficial do Município o meio de localização do plantonista na forma disposta em regimento interno. Art. 5º. O membro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente que se candidatar a cargo de Conselheiro Tutelar deverá solicitar afastamento do Conselho em até 10 (dez) dias antes do início do processo de escolha. Parágrafo Único. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente CMDCA deverá fixar em ato próprio, a data limite para os afastamentos previstos no caput deste artigo. Art. 6º. Será agraciada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente com diploma de relevantes serviços prestados à causa da criança e do adolescente, em cerimônia especialmente designada para este fim, a pessoa jurídica que tiver trabalhador eleito para compor o Conselho Tutelar e decidir liberá-lo para o exercício da função com garantia de emprego, cargo ou função e respectiva remuneração ou a diferença entre esta e a de Conselheiro Tutelar. Art. 7º. O servidor público municipal que for eleito para o Conselho Tutelar poderá optar entre o valor do cargo de Conselheiro ou o valor total de seus vencimentos, observadas as normas específicas a respeito, ficando-lhe garantido: I - o retorno ao cargo, emprego ou função que exercia, com o término ou a perda de seu mandato; II - a contagem do tempo de serviço para todos os efeitos legais, salvo promoção na carreira. Art. 8º. São impedidos de servir no mesmo Conselho ma-
rido e mulher, ascendentes e descendentes, sogro e genro ou nora, irmãos, cunhados, durante o cunhado, tio e sobrinho, padrasto ou madrasta e enteado, nos termos do art. 140 e seu parágrafo único do Estatuto da Criança e do Adolescente. Parágrafo Único. Estende-se o impedimento do Conselheiro, na forma deste artigo, em relação à autoridade judiciária e ao representante do Ministério Público com autuação na Justiça da Infância e Juventude em exercício na Comarca. CAPÍTULO II Seção I DOS CONSELHEIROS TUTELARES Art. 9º. Os 05 (cinco) cargos criados pela Lei Municipal nº 159/97 denominados “Conselheiro Tutelar” ficam mantidos, os quais serão providos pelo exercício da confiança popular. Art. 10. Os Conselheiros Tutelares eleitos serão nomeados após a diplomação pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e exonerados ao final de seus mandatos ou nos casos previstos nesta Lei. Art. 11. Os Conselheiros Tutelares receberão pro labore igual a um salário de menor referência percebida pelos servidores públicos da Prefeitura Municipal de Iperó, reajustável pelo mesmo índice e na mesma data do reajuste geral dos servidores públicos municipais. § 1º. São garantidos aos Conselheiros Tutelares os Direitos Sociais previstos no art.7º, da Constituição Federal, aplicáveis à natureza das disposições desta Lei, equiparando-os para todos os efeitos legais ao estatuto dos funcionários públicos municipais. § 2º. Os recursos necessários à remuneração dos conselheiros tutelares terão origem em dotação específica consignada na Lei Orçamentária Municipal. Art. 12. O Conselho Tutelar poderá solicitar do Poder Público, se necessário, assessoria jurídica e acompanhamento terapêutico para auxiliá-los no desempenho de suas funções, e para tanto contará com os profissionais da rede pública de atendimento. SEÇÃO II DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES Art. 13. Os suplentes de Conselheiros Tutelares serão convocados nos seguintes casos: I - quando os Conselheiros Tutelares titulares fizerem jus à licença acima de 20 (vinte) dias; II - renúncia do Conselheiro Tutelar titular; III - suspensão sem remu-
neração acima de 20 (vinte) dias; IV - perda do mandato. § 1º. Na hipótese de substituição, o suplente perceberá o mesmo subsídio ao qual faz jus o Conselheiro Tutelar titular, bem como todas as vantagens decorrentes do exercício do cargo. § 2º. A convocação do suplente obedecerá estritamente à ordem de classificação resultante da eleição. CAPÍTULO III Seção I DA ELEIÇÃO DO CONSELHO TUTELAR Art. 14. Os Conselheiros Tutelares serão eleitos por voto direto, secreto, universal e facultativo dos cidadãos com domicílio eleitoral no Município, em eleição realizada sob a coordenação e responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente CMDCA e fiscalização do Ministério Público. Art. 15. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente expedirá edital estabelecendo a data, condições, local e horário para o recebimento das inscrições, documentos necessários à comprovação dos requisitos desta Lei, o período de duração da campanha e todas as demais orientações acerca do processo de escolha, inclusive definindo outros critérios conforme disposto no artigo 15, inciso XXXI da Lei de Política Municipal de Atendimento dos Direitos da Criança e do Adolescente. § 1º. O prazo para recebimento das inscrições previsto no caput deste artigo não poderá ser inferior a 10 (dez) dias e deverá ser precedido de ampla divulgação. § 2º. A campanha eleitoral estender-se-á por período não inferior a 20 (vinte) dias. Art. 16. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente indicará Comissão Eleitoral responsável pela organização do pleito, a qual ficará responsável pela condução e operacionalização do processo de escolha. Parágrafo Único. Para compor a Comissão Eleitoral o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, poderá indicar cidadãos e representantes de entidades de ilibada conduta e reconhecida idoneidade moral. SEÇÃO II DA CANDIDATURA Art. 17. A candidatura ao cargo de Conselheiro Tutelar será individual. Art. 18. São requisitos para candidatar-se a membro do Conselho Tutelar: I - reconhecida idoneidade moral; II - idade superior a 21 anos
na data da inscrição; III - residir no Município de Iperó há mais de 02 (dois) anos; IV - estar em gozo de seus direitos civis e políticos; V - apresentar, no momento da inscrição, certificado de conclusão de curso equivalente ao ensino médio; VI - comprovação de experiência profissional ou voluntária nos últimos 05 (cinco) anos de, no mínimo, 02 (dois) anos em trabalho direto na área de atendimento, promoção, proteção ou defesa dos direitos da criança, do adolescente e família, em instituição, serviço ou programa das áreas de cultura, saúde, esportes e assistência social reconhecidos pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, Conselho Municipal de Assistência Social, bem como profissionais da área de educação de crianças e adolescentes; VII - não ter sido penalizado com a destituição da função de Conselheiro Tutelar, nos 05 (cinco) anos antecedentes à eleição; VIII - não ter sido impedida sua posse por ilegalidade em campanhas anteriores que tenha participado; IX - ser aprovado: a) Em prova escrita e objetiva de conhecimentos gerais e específicos sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente(ECA) e da legislação pertinente à área da criança e do adolescente e da família; b) Em avaliação psicológica a ser realizada por instituições ou profissionais devidamente habilitados, mediante um conjunto de procedimentos objetivos e científicos reconhecidos como adequados e validados nacionalmente. c) Em prova de informática com o objetivo de avaliar conhecimentos básicos. Parágrafo único. A comprovação da idoneidade moral se dará através de análise de Certidões Negativas cíveis e criminais, além de outros procedimentos regulamentados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente onde se garanta a constatação de reputação ilibada e conduta moral na vida pública e privada do candidato. Art. 19. Encerradas as inscrições e antes da realização da prova e avaliação psicológica e de informática previstas no art. 18, IX, desta Lei, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente publicará lista no Diário Oficial do Município dos candidatos inscritos, e encaminhará a relação de candidatos ao Órgão do Ministério Público da Infância e da Juventude desta Comarca, sendo aberto o prazo de 03 (três) dias para impugnações. Art. 20. São casos de
impugnação da candidatura, o não preenchimento de qualquer dos requisitos descritos nos incisos I a VIII do art. 18 desta Lei ou o impedimento para o exercício da função de Conselheiro Tutelar previsto na legislação em vigor. Art. 21. As impugnações, devidamente fundamentadas e acompanhadas de provas, podem ser apresentadas pelo Ministério Público ou por qualquer cidadão. Art. 22. O candidato que tiver sua inscrição impugnada será intimado, através de Comunicado Oficial expedido pela Comissão Eleitoral, para apresentar em 03 (três) dias, caso queira, defesa escrita acompanhada de provas documentais. Art. 23. Apresentada a defesa e as provas pelo candidato, os autos serão submetidos à Comissão Eleitoral para decisão no prazo de 03 (três) dias, a qual será publicada em Edital. Art. 24. Da decisão da Comissão Eleitoral referida no art. 23 desta Lei, caberá recurso ao Colegiado do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente no prazo de 03 (três) dias, que decidirá em igual prazo, publicando-se decisão final em Edital. Art. 25. Julgadas em definitivo todas as impugnações, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente publicará em Edital a relação dos candidatos habilitados, os quais serão submetidos à prova de conhecimentos e informática e à avaliação psicológica, previstas no art. 18, IX, desta Lei. Art. 26. Cada candidato poderá registrar, além do nome, um apelido, e terá um número oportunamente sorteado pela Comissão Eleitoral.
SEÇÃO III DA PROVA DE CONHECIMENTOS DO ESTATUTO DA CRIANÇAE DOADOLESCENTE Art. 27. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente é o responsável pela realização da prova a que se refere a alínea a do inciso IX do art. 18 desta Lei, sob a fiscalização do Ministério Público. Art. 28. O Conselho
Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente poderá requerer a contratação de instituição ou empresa especializada para recebimento de inscrições, elaboração, aplicação, correção da prova, aferição da nota, bem como para proceder à avaliação psicológica e a prova de informática poderá ser aplicada pelo próprio Município com Recursos Humanos da própria Prefeitura especializada na área de Informática. Art. 29. A prova, de caráter eliminatório, será escrita e sem consulta, com identificação codificada. § 1º. O conteúdo das provas e suas pontuações serão definidos pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. § 2º. A prova deverá ser constituída de, no mínimo, uma redação, questões da língua portuguesa, conhecimentos gerais e questões específicas acerca do Estatuto da Criança e do Adolescente, da legislação federal e municipal referente à criança, ao adolescente e à assistência social. § 3º. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente definirá a bibliografia para a prova, que deverá ser publicada em Edital. Art. 30. Será considerado apto o candidato que atingir a média estabelecida em Edital elaborado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Art. 31. Da decisão da correção da prova aplicada cabe recurso devidamente fundamentado ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, a ser apresentado em 03 (três) dias da homologação do resultado. Parágrafo Único. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente decidirá acerca do recurso em até 05 (cinco) dias, podendo requerer informações e diligências. Art. 32. Os candidatos que deixarem de atingir a nota de corte prevista no Edital não terão suas candidaturas homologadas e não poderão prosseguir no processo de escolha, nem participar do processo eleitoral. Art. 33. Após a decisão final dos recursos apresentados, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente fará publicar a lista dos candidatos a Conselheiros Tutelares. SEÇÃO IV DO PLEITO Art. 34. O pleito para escolha dos membros do Conselho Tutelar será convocado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente mediante edital publicado no Diário Oficial do Município e em outro jornal local, especificando dia, horário, os locais para rece-
bimento dos votos e de apuração. Parágrafo Único. A publicação do edital pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente referente à abertura de novo processo de escolha para a renovação do Conselho Tutelar deverá ocorrer em até 03 (três) meses antes do término do mandato do Conselho Tutelar em vigor. Art. 35. A eleição do Conselho Tutelar deverá ser amplamente divulgada, possibilitando a participação do maior número possível de eleitores devidamente inscritos na Zona Eleitoral em que o município está inserido. Art. 36. Para a condução dos trabalhos no processo de escolha, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente poderá requisitar ao Município servidores públicos e convidar representantes de entidades assistenciais e organizações da sociedade civil, para o recebimento de inscrições, composição das mesas receptoras e apuradoras, devendo o nome dos indicados ser publicado em Edital com antecedência mínima de 02 (dois) dias. Art. 37. As cédulas serão confeccionadas pelo Município de Iperó, mediante modelo aprovado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, e serão rubricadas por um membro da Comissão Eleitoral, pelo Presidente da mesa receptora e por um mesário. § 1º. Cada eleitor poderá votar em até 05 (cinco) candidatos. § 2º. Nas cabines de votação serão afixadas listas com relação de nomes, apelidos e números dos candidatos ao Conselho Tutelar. Art. 38. No local de eleição, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente nomeará uma mesa de recepção e outra de apuração, composta por 03 (três) membros, sendo 01 (um) presidente e 02 (dois) mesários. § 1º. Cada candidato poderá credenciar 01 (um) fiscal e 01 (um) suplente para a mesa receptora. § 2º. Não será permitida a presença de candidatos junto à mesa de recepção. SEÇÃO V DA COMISSÃO ELEITORAL Art. 39. Constituem instâncias eleitorais: I - a Comissão Eleitoral; II - o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Art. 40. Compete à Comissão Eleitoral: I - dirigir o processo de escolha, acompanhando o processo de inscrição, votação e apuração, responsabilizando-se pelo bom andamento de todos os trabalhos e resolvendo os eventuais incidentes que ve-
nham a ocorrer; II - adotar todas as providências necessárias para a organização e a realização do pleito; III - analisar e encaminhar ao CMDCA para homologação das candidaturas; IV - receber denúncias contra candidatos, nos casos previstos nesta Lei, bem como adotar os procedimentos necessários para apurá-los; V - publicar a lista dos mesários e dos apuradores de votos; VI - analisar e julgar eventuais impugnações apresentadas contra mesários, apuradores e a apuração; VII - lavrar a ata de votação, anotando todas as ocorrências; VIII - realizar a apuração dos votos; IX - processar e decidir, em primeiro grau, as denúncias referentes à impugnação e cassação de candidaturas; X - processar e decidir sobre as denúncias referentes à propaganda eleitoral, nos prazos previstos nesta Lei; XI - publicar o resultado do pleito, abrindo prazo para recurso, nos termos desta Lei. Parágrafo Único. Para fins do disposto no inciso IX deste artigo, a Comissão Eleitoral poderá, liminarmente, determinar a retirada e a supressão da propaganda bem como recolher material, a fim de garantir o cumprimento desta Lei. Art. 41. Compete ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente: I - formar a Comissão Eleitoral; II - requisitar servidores e/ ou convidar representantes na forma do artigo 36 desta Lei para a recepção das inscrições e constituição da mesa receptora e apuradora; III - expedir resoluções acerca do processo de escolha; IV - julgar: a) os recursos interpostos contra as decisões da Comissão Eleitoral; b) as impugnações ao resultado geral das eleições, nos termos desta Lei; V - homologar as candidaturas encaminhadas pela Comissão Eleitoral; VI - publicar o resultado final geral do pleito, bem como proclamar e diplomar os eleitos. SEÇÃO VI DA PROPAGANDA ELEITORAL Art. 42. A propaganda dos candidatos somente será permitida após a homologação da inscrição das candidaturas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Art. 43. Toda propaganda eleitoral será realizada sob a responsabilidade dos candidatos, que serão considerados solidários nos excessos praticados
por seus simpatizantes. Art. 44. Não será permitida propaganda que implique em grave perturbação à ordem, aliciamento de eleitores por meios insidiosos e propaganda enganosa, sob pena de cassação da candidatura. Art. 45. Considera-se grave perturbação à ordem propaganda que não observe a legislação e posturas municipais, que perturbe o sossego público ou que prejudique a higiene e a estética urbana. Art. 46. Considera-se aliciamento de eleitores por meios insidiosos o oferecimento ou a promessa de dinheiro, dádivas, benefícios ou vantagens de qualquer natureza, visando apoio às candidaturas. Art. 47. Considera-se propaganda enganosa a promessa de resolver eventuais demandas que não constem dentre as atribuições do Conselho Tutelar, bem como qualquer outra prática que induza o eleitor a erro. Art. 48. Qualquer cidadão, de forma fundamentada, poderá encaminhar denúncia à Comissão Eleitoral sobre a existência de propaganda irregular, aliciamento de eleitores ou outra prática irregular no processo de escolha. Art. 49. Apresentando a denúncia indício de procedência, a Comissão Eleitoral determinará que a candidatura envolvida apresente defesa no prazo de 03 (três) dias úteis. Parágrafo Único. A Comissão eleitoral poderá determinar liminarmente a retirada ou a suspensão da propaganda, com o recolhimento do material. Art. 50. Para instruir sua decisão, a Comissão Eleitoral poderá ouvir o candidato, testemunhas, determinar a produção de provas e, se necessário, realizar diligências. Parágrafo Único. O procedimento de apuração de denúncias de propaganda eleitoral deverá ser julgado pela Comissão no prazo máximo de 05 (cinco) dias, prorrogável, em caso de necessidade devidamente fundamentada. Art. 51. O candidato envolvido e o denunciante deverão ser notificados da decisão da Comissão Eleitoral através de Comunicado Oficial. Art. 52. Da decisão da Comissão Eleitoral caberá recurso ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, no prazo de 3 (três) dias, a contar da notificação. Parágrafo Único. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente decidirá acerca do recurso da decisão da Comissão Eleitoral no prazo de 03 (três) dias, prorrogável em caso de necessidade devidamente fundamentada. Art. 53. No dia da eleição não será permitido ao candidato
ou a qualquer pessoa fazer qualquer tipo de propaganda eleitoral, condução de eleitores, seja em veículos particulares ou públicos, realizar propaganda em carros de som ou outros instrumentos ruidosos, sob pena de impugnação da candidatura. Parágrafo Único. Para as impugnações de infrações previstas neste artigo serão observados os prazos e procedimentos previstos nos artigos 49 e seguintes desta Lei. Art. 54. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente poderá publicar normas complementares visando ao aperfeiçoamento do processo de escolha. SEÇÃO VII DA APURAÇÃO DOS VOTOS Art. 55. Encerrada a votação, a contagem dos votos será iniciada imediatamente, sob responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e fiscalização do Ministério Público. § 1º. Os candidatos poderão credenciar 1 (um) fiscal e 1 (um) suplente para a mesa apuradora, sendo facultada a presença deles durante a apuração dos votos; Art. 56. Serão consideradas nulas as cédulas que: I - assinalarem 06 (seis) ou mais candidatos; II - contiverem expressões, frases ou palavras que possam identificar o eleitor; III - não corresponderem ao modelo oficial; IV - não estiverem rubricadas em conformidade com o previsto no artigo 37 desta Lei; V - estiverem rasuradas. Art. 57. Concluída a apuração dos votos e decididos os eventuais recursos, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente proclamará o resultado, publicando no Diário Oficial do Município lista com os nomes dos candidatos e respectivos números de votos recebidos. SEÇÃO VIII DA PROCLAMAÇÃO, NOMEAÇÃO E POSSE Art. 58. Serão considerados eleitos os 5 (cinco) candidatos que obtiverem maior votação pela ordem de classificação; § 1º. O mesmo número de conselheiros eleitos será declarado suplente, na ordem decrescente da colocação; § 2º. Havendo empate na votação, será considerado eleito o candidato que obteve melhor desempenho na prova de conhecimentos do Estatuto da Criança e do Adolescente e, persistindo o empate, o candidato de maior idade. § 3º. Os membros titulares escolhidos serão diplomados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adoles-
cente com registro em ata e serão nomeados e empossados por ato do Prefeito Municipal. § 4º. Ocorrendo vacância no cargo, assumirá o suplente que houver recebido o maior número de votos. CAPÍTULO IV DO FUNCIONAMENTO E DA ORGANIZAÇÃO INTERNA DOS CONSELHOS TUTELARES Art. 59. Será garantido ao Conselho Tutelar e à Comissão Sindicante, o suporte administrativo necessário ao seu funcionamento, mediante a utilização de espaço físico, equipamentos e funcionários do Poder Público. Art. 60. O Conselho Tutelar deverá funcionar de segunda a sexta-feira, das 08 (oito) horas às 18 (dezoito) horas, com escala interna para atendimento ao público em todo o expediente, nos termos do regimento interno. Art. 61. O regimento interno do Conselho Tutelar deve ser elaborado por todos os Conselheiros Tutelares titulares eleitos, em até 60 (sessenta) dias da data da posse, e publicado no Diário Oficial do Município. Art. 62. O regimento deverá observar o conteúdo desta Lei, prevendo necessariamente: I - como regra, decisões colegiadas, tomadas em reuniões; II - a forma da distribuição dos casos a serem avaliados, bem como o modo de decisão coletiva deles; III - uniformização da forma de prestar o trabalho, bem como o registro padronizado dos atendimentos, conforme modelos estabelecidos em Resolução específica do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, criados com a colaboração dos membros do Conselho Tutelar; IV – Relatório estatístico mensal, elaborado pelo Coordenador do Conselho Tutelar e apresentado ao CMDCA até o quinto dia útil do mês subsequente; V - forma e previsão de regime de plantão a ser prestado pelos Conselheiros no período noturno e nos finais de semana e feriados; VI - forma de representação
pública do Conselho Tutelar junto à sociedade e ao Poder Público; VII - fruição de férias de apenas 1 (um) Conselheiro Tutelar por período; VIII - a forma de escolha do Conselheiro que será membro da Comissão Sindicante, nos termos do art. 64 desta Lei. § 1º. O Relatório estatístico previsto no inciso IV servirá para subsidiar as Deliberações do CMDCA na formulação das Políticas Públicas para a Infância e Juventude bem como na definição dos serviços, programas e projetos a serem criados para atendimento da demanda apontada no Relatório. § 2º. O CMDCA, ouvido os membros do Conselho Tutelar, definirá através de Resolução, o formulário a ser preenchido pelo Coordenador do Conselho Tutelar que contemple o Relatório aludido no inciso IV deste artigo.
CAPÍTULO V Seção I DA COMISSÃO SINDICANTE Art. 63. Fica criada a Comissão Sindicante, composta por 05 (cinco) membros e seus respectivos suplentes, responsável pela avaliação e julgamento das reclamações decorrentes do atendimento prestado pelos Conselheiros Tutelares e do funcionamento do Conselho Tutelar. § 1º. É vedado à Comissão Sindicante a análise das decisões e das aplicações de medidas efetuadas pelo Conselho Tutelar que, nos termos do art. 137 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, só podem ser revistas pela autoridade judiciária, a pedido de quem tenha legítimo interesse. § 2º. O procedimento instaurado pela Comissão Sindicante correrá em sigilo, tendo acesso aos autos somente as partes e seus procuradores constituídos. § 3º. As decisões da Comissão Sindicante serão tomadas por maioria absoluta de seus membros. § 4º. Os suplentes somente serão convocados em caso de impedimento dos titulares. § 5º. A função de membro da Comissão Sindicante é considerada de interesse pública e não será remunerada. Art. 64. A Comissão Sindicante prevista nos termos do artigo 63 desta Lei terá a seguinte composição: I - 01 (um) Conselheiro Tutelar escolhido entre seus pares; II - 01 (um) representante indicado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, dentre aqueles que representam o Poder Público; III - 01 (um) representante indicado pelo Conselho Munici-
pal dos Direitos da Criança e do Adolescente, dentre aqueles que representam a Sociedade Civil organizada; IV - 01 (um) representante da Secretaria responsável pela gestão da Assistência e Desenvolvimento Social, onde os Conselheiros Tutelares estão vinculados administrativamente e V - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Governo do Município. § 1º. Os membros da Comissão Sindicante serão nomeados por portaria do Chefe do Poder Executivo Municipal, a ser publicada no Diário Oficial do Município, e terão mandato de 18 (dezoito) meses. § 2º. A primeira Comissão Sindicante será nomeada em até 90 (noventa) dias a contar da posse do Conselho Tutelar na vigência desta Lei. § 3º. A Comissão Sindicante deverá notificar os órgãos que a compõe visando à substituição de seus membros antes do término do mandato. § 4º. Esta Comissão será permanente e sua composição e forma de acionamento serão amplamente divulgados aos órgãos, instituições, entidades e cidadãos do município. Art. 65. Compete à Comissão Sindicante: I - apurar denúncias relativas ao cumprimento do horário dos Conselheiros Tutelares, o regime de trabalho e a forma de plantão, de modo a disponibilizar o atendimento à população 24 (vinte e quatro) horas por dia, durante 07 (sete) dias por semana; II - apurar denúncias relativas ao regime de trabalho, à dedicação exclusiva e à efetividade dos Conselheiros Tutelares; III - instaurar procedimentos, inclusive processos disciplinares, para apurar infrações administrativas cometidas por Conselheiro Tutelar no desempenho de suas funções; IV – propor ao CMDCA a definição de orientações e recomendações que visem a melhoria e o aperfeiçoamento do trabalho realizado pelo Conselho Tutelar, a partir das denúncias recebidas e constatadas. SEÇÃO II DO PROCESSO DISCIPLINAR Art. 66. O processo disciplinar será instaurado por um dos membros da Comissão Sindicante, mediante representação de autoridade ou de qualquer cidadão. § 1º. A representação deverá ser apresentada por escrito com relato dos fatos e indicação de provas e de testemunhas com seus respectivos endereços. § 2º. O processo disciplinar tramitará em sigilo até o seu tér-
mino, permitido o acesso às partes e a seus defensores. § 3º. Cabe à Comissão Sindicante assegurar o exercício do contraditório e da ampla defesa no processo disciplinar. § 4º. O processo disciplinar deve ser concluído em 90 (noventa) dias após sua instauração, salvo impedimento justificado. Art. 67. Constitui infração disciplinar: I - usar de sua função em benefício próprio; II - romper o sigilo em relação aos casos analisados pelo Conselho Tutelar; III - manter conduta incompatível com o cargo que ocupa ou exceder-se no exercício da função de modo a exorbitar sua competência, abusando da autoridade que lhe foi conferida; IV recusar-se, injustificadamente, a prestar atendimento, fazê-lo de forma inadequada ou omitir-se no exercício de suas atribuições, quando em expediente no Conselho Tutelar ou nos plantões que lhes forem atribuídos; V - aplicar medida de proteção contrariando a decisão colegiada do Conselho Tutelar; VI - deixar de comparecer no horário de trabalho estabelecido sem justificativa ou não cumprir os plantões determinados; VII - exercer outra atividade incompatível com o exercício do cargo ou com a dedicação exclusiva prevista nesta Lei, ainda que em caráter voluntário; VIII - receber em razão do cargo honorários, gratificações, custas, emolumentos ou diligências. Parágrafo único. A recusa de atendimento por parte do Conselheiro Tutelar que alegar e justificar razões de foro íntimo ou incompatibilidade de atuação com imparcialidade, não caracteriza infração disciplinar. Art. 68. Constatada a infração, a Comissão Sindicante proporá ao Colegiado Geral do CMDCA as seguintes penalidades: I - advertência; II - suspensão não remunerada de 30 (trinta) a 90 (noventa) dias; III - perda do cargo. Parágrafo Único. Para aplicação da penalidade será observado o princípio da razoabilidade, compatibilizandoa sanção à gravidade da infração. Art. 69. A advertência será aplicada na ocorrência das infrações previstas nos incisos II, III, V e VI do art. 67 desta Lei. Art. 70. A suspensão não remunerada será aplicada: I - em reincidência, específica ou não, em qualquer das faltas punidas com advertência; II - na ocorrência das infrações previstas nos incisos I, IV,
VII e VIII do art. 67 desta Lei. Art. 71. A perda do cargo será aplicada: I - em casos de reincidência, específica ou não, das infrações punidas com suspensão não remunerada, em processos administrativos anteriores; II - em decorrência de condenação transitada em julgado, por crime, contravenção penal ou infrações administrativas previstas na Lei nº 8.069/90. Art. 72. Considera-se reincidência quando constatada infração em processo disciplinar anterior. Art. 73. Instaurado o processo disciplinar, o Conselheiro deverá ser notificado, com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas, da data em que será ouvido pela Comissão Sindicante Permanente. § 1º. O Conselheiro denunciado poderá consti-tuir defensor para promover a sua defesa técnica. § 2º. O não compare-cimento injustificado não impedirá a continuidade do processo disciplinar. Art. 74. Após a sua oitiva, o Conselheiro denunciado terá 03 (três) dias para apresentar sua defesa prévia. Parágrafo Único. Na defesa prévia, devem ser anexados documentos às provas a serem produzidas, bem como indicado o número de testemunhas a serem ouvidas, até 03 (três) por fato imputado, observando-se o número máximo de 8 (oito). Art. 75. Serão ouvidas em primeiro lugar as testemunhas de acusação e posteriormente as de defesa. Parágrafo Único. As testemunhas de defesa comparecerão independentemente de intimação e a sua falta injustificada não obstará o prosseguimento da instrução. Art. 76. Concluída a fase de instrução, dar-se-á vista dos autos à defesa para produzir alegações finais, no prazo de 10 (dez) dias. Art. 77. Apresentadas as alegações finais, a Comissão Sindicante terá 15 (quinze) dias para concluir o processo disciplinar, mediante decisão fundamentada determinando o arquivamento ou a aplicação da penalidade cabível. Parágrafo Único. Somente será aberto novo processo disciplinar sobre o mesmo fato no caso de arquivamento dos autos por falta de provas, expressamente manifestada na conclusão da Comissão Sindicante. Art. 78. O Conselheiro indiciado poderá pedir reconsideração da decisão que aplicar penalidade em 15 (quinze) dias, a contar da intimação pessoal ou de seu procurador
devidamente constituído nos autos. Art. 79. O denunciante deverá ser cientificado da decisão da Comissão Sindicante por ocasião da conclusão dos trabalhos. Art. 80. Concluindo a Comissão Sindicante pela incidência de uma das hipóteses previstas nos artigos 228 a 258 da Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, será imediatamente remetida cópia dos autos ao Ministério Público, sem prejuízo das sanções administrativas cabíveis. Art. 81. A Comissão Sindicante poderá solicitar apoio dos órgãos municipais competentes para a apuração de faltas disciplinares. CAPÍTULO VI FORMAÇÃO E APRIMORAMENTO Art. 82. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente oferecerá curso de capacitação inicial para os Conselheiros Tutelares, titulares e suplentes, sendo a participação requisito imprescindível à posse. Art. 83. O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente deverá manter programa de formação continuada para aprimoramento da atuação dos Conselheiros Tutelares de, no mínimo, 120 (cento e vinte) horas por mandato. § 1º. Os Conselheiros Tutelares eleitos devem obrigatoriamente participar do programa de formação continuada previsto no caput deste artigo. § 2º. A participação no programa de formação continuada, bem como de palestras, reuniões, seminários, conferências, cursos e outros, não poderá prejudicar o atendimento do Conselheiro na sede do Conselho Tutelar. CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 84. Excepcionalmente, os mandatos dos atuais Conselheiros Tutelares poderão ser prorrogados por 90 (noventa) dias para sua uniformização e economia do processo de escolha. Art. 85. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário, da Lei Municipal 159/97 e da Lei 357 de 04 de outubro de 2001. PREFEITURA MUNICIPAL DE IPERÓ, 27 DE JANEIRO DE 2012.
PORTARIA Nº ---64 DE 01 DE FEVEREIRO DE 2.012. “NOMEIA COMISSÃO DE PROCESSO DISCIPLINAR”
MARCOANTONIO VIEIRADE CAMPOS, Prefeito do Município de Iperó, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, e: CONSIDERANDO o disposto no artigo 182 e seguintes da Lei Municipal nº 19, de 29/05/1992, que “Disciplina o Regime Jurídico dos Funcionários Públicos do Município de Iperó”, RESOLVE: ARTIGO 1º - Constituir a Comissão de Processo Disciplinar, com a finalidade de promover a apuração dos fatos e responsabilidades, mediante Processo Disciplinar, originado por representação em face do funcionário B.A.F., Matricula 8.880. ARTIGO 2º - A Comissão prevista no artigo 1º será constituída pelos.
I) Ocupantes de Cargos Efetivos: Ester Aparecida Antunes da Silva Cédula de Identidade nº 42.895.010-3 - Vera Lúcia Rosa Fernandes Cédula de Identidade nº 12.624.386-4 - Luciane Cristina Nunes Cardoso Cédula de Identidade nº 23.094.525-9 II) Ocupantes de Cargos em Comissão: - Angelo Valário Sobrinho Cédula de Identidade nº 12.662.836-1 - Viviane Pires de Barros Cédula de Identidade nº 29.350.766-1 ARTIGO 3º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário. PREFEITURA MUNICIPAL DE IPERÓ, EM 01 DE FEVEREIRO DE 2012. MARCO ANTONIO VIEIRA DE CAMPOS Prefeito Municipal
Publicada nesta Secretaria, em 01 de fevereiro de 2012.
Publicada nesta Secretaria, em 27 de janeiro de 2012.
DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM PESSOAL (Artigo 22; Artigo 59, § 1º,incisos II e IV e § 2º da Lei Complementar 101/00)
MUNICÍPIO DE IPERO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL 3º QUADRIMESTRE DE 2011 Valores expressos em R$
48.959,57
47.549,38
48.685,85
51.227,66
53.989,01
54.378,11
48.593,58
52.089,25
55.295,06
59.836,42
78.585,32
63.053,74
11.814,57
9.637,71
10.823,56
11.037,35
11.085,53
10.903,16
13.328,36
15.395,44
12.666,26
139.215,26
60.980,01
57.540,01
59.538,82
62.294,42
65.103,95
65.032,23
59.642,56
63.042,58
66.263,88
73.292,24
94.011,66
77.763,71
804.506,07
Despesas com Pessoal Ativo Mão-de-Obra terceirizada Encargos Sociais
662.242,95
(-) DEDUÇÕES (§1º do art. 19) 5.507,74
2.424,91
8.997,35
Decisão Judicial compet.anterior (inc.IV)
Indenização por demissão (inc. I)
55.472,27
59.869,51
64.039,25
795.508,72
Rosimeire Aleixo
Edilson Domingues dos Santos
Contador CRC Nº 1SP288618/P-7
Convocação Recursos Humanos
MUNICÍPIO DE IPERO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL 3º QUADRIMESTRE DE 2011 I – COMPARATIVOS:
Receita Corrente Líquida Despesas Totais com Pessoal Limite Prudencial 95% (par.ún.art.22) Limite Legal (art. 20) Excesso a Regularizar
EXERCÍCIO ANTERIOR 42.440.401,93 R$ % 860.527,89 2,03 2.546.424,12
3º QUADRIMESTRE 51.836.701,11 R$ % 795.508,72 1,53 2.954.691,96 5,70 3.110.202,06 6,00
II –INDICAÇÃO DAS MEDIDAS ADOTADAS OU A ADOTAR (caso ultrapasse os limites acima): 0 0 0 0 III – DEMONSTRATIVOS: Disponibilidades financ.em 3 Caixa Bancos – C/Movimento Bancos – C/Vinculadas Aplicações Financeiras Subtotal (-) Deduções:
R$ 0,00 8.191,11 0,00 0,00 0,00
Valores compromissados a pagar até
8.191,11 0,00
Inscrição de Restos a Pagar: Processados Não Processados Total da Inscrição: Serviços de Terceiros 72 LC 101/00) Exercício anterior Exercício atual
R$ 0,00 8.191,11 8.191,11 (art.
% RCL 0,00 0,00
IPERO, 31 de Dezembro de 2011.
Francisco Antonio Coutinho Presidente da Câmara Municipal
Rosimeire Aleixo Contabilista CRC-Nº 1SP288618/P-7
Edilson Domingues dos Santos Responsável pelo Controle Interno
Ilm° (a). Sr . (a) Milena Luckrsi de Souza Em virtude da classificação no CONCURSO PÚBLICO 02/2008, para o cargo de PSICÓLOGO II, convoco a comparecer à Prefeitura Municipal de Iperó, munidos dos documentos necessários exigidos por Lei, a fim de realizar exame médico e posteriormente ser admitido para a função que foi habilitado (a). Alertamos para que seja considerado o prazo de 3 (três) dias consecutivos improrrogáveis, a contar da data de publicação deste. O não comparecimento dentro do prazo estipulado implicará a perda do direito de assumir a função acima citada, sendo considerado desclassificado. Ilm° (a). Sr . (a) Margareth Maura dos Santos Em virtude da classificação no CONCURSO PÚBLICO 02/2008, para o cargo de PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II PORTUGUÊS, convoco a comparecer à Prefeitura
Municipal de Iperó, munidos dos documentos necessários exigidos por Lei, a fim de realizar exame médico e posteriormente ser admitido para a função que foi habilitado (a). Alertamos para que seja considerado o prazo de 3 (três) dias consecutivos improrrogáveis, a contar da data de publicação deste. O não comparecimento dentro do prazo estipulado implicará a perda do direito de assumir a função acima citada, sendo considerado desclassificado. Ilm° (a). Sr . (a) Erika Ribeiro Leal Em virtude da classificação no CONCURSO PÚBLICO 02/2008, para o cargo de PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II CIÊNCIAS, convoco a comparecer à Prefeitura Municipal de Iperó, munidos dos documentos necessários exigidos por Lei, a fim de realizar exame médico e posteriormente ser admitido para a função que foi habilitado (a).Alertamos para que seja
considerado o prazo de 3 (três) dias consecutivos improrrogáveis, a contar da data de publicação deste. O não comparecimento dentro do prazo estipulado implicará a perda do direito de assumir a função acima citada, sendo considerado desclassificado.
Ilm° (a). Sr . (a) Elaine Cristina da Fonseca Em virtude da classificação no CONCURSO PÚBLICO 02/2008, para o cargo de AGENTE ESCOLAR, convoco a comparecer à Prefeitura Municipal de Iperó, munidos dos documentos necessários exigidos por Lei, a fim de realizar exame médico e posteriormente ser admitido para a função que foi habilitado (a). Alertamos para que seja considerado o prazo de 3 (três) dias consecutivos improrrogáveis, a contar da data de publicação deste. O não comparecimento dentro do prazo estipulado implicará a perda do direito de assumir a função acima citada, sendo considerado desclassificado.
Prefeitura divulga percurso da 7ª Corrida de Rua de Iperó Atletas que participarão da 7ª etapa da Corrida de Rua de Iperó já podem consultar o percurso da prova no site da Prefeitura de Iperó (www.ipero. sp.gov.br). A largada será dada às 8h45 na Avenida Luiza Rosa Sartorelli, ao lado do Complexo Dito Bom, local onde também ficará a linha de chegada. Os interessados podem ser inscrever até o dia 4 de março através do site http://www.aaspatletis mo.com.br ou diretamente no Departamento Munici-
pal de Esportes, que fica no Completo Esportivo Dito Bom, sito à Avenida Luiza Sartorelli, 151 - Jardim Sartorelli, de segunda à sexta-feira das 8 às 15 horas. Haverá corridas de 10 e cinco quilômetros e também uma caminhada de 3km. O valor da inscrição para as corridas será de R$ 30, sendo que associados da AASP pagam R$ 25,00 e competidores que comprovarem residência em Iperó pagarão R$15 devendo estes somente
efetuar suas inscrições no DME. Para a caminhada não é necessário se inscrever, bastando ape-nas comparecer no dia da prova e retirar uma senha. Haverá disputas em cinco categorias, tanto no masculino quando no feminino: geral; 18 a 29 anos; 30 a 39; anos, 40 a 49 anos; 50 a 59 anos e acima de 60 anos. Os cinco primeiros colocados da categoria geral na prova dos 10km receberão premiação em dinheiro. Mais informações através do telefone 15 3266 1401 ou pelo site www.ipero.sp.gov.br
Iperoense participa de tradicionalcorrida em Poços Torneio de Caldas Juventude Presentes nos mais diversos eventos de corridas do Brasil, a Amigos Corredores de Rua de Iperó (ACRI) esteve no último domingo (29), por meio do atleta Cláudio Pacheco, disputando a 30ª Volta ao Cristo, uma das mais tradicionais provas do país, realizada em Poços de Caldas (MG). Foram 16 quilômetros de corrida, sendo sete deles em subida íngreme ininterrupta, chegando até aos pés do Cristo e depois voltando pelo meio da mata. Outro fator desafiante da prova foi a altitude, chegando a ser de 2.640 acima do nível do mar, provocando até falta de ar em alguns pontos da subida. Para o atleta iperoense, que baixou seu tempo em dois minutos com relação ao ano passado, concluindo o trajeto em 1:39:02, todos esses fatores só fazem aumentar o
No próximo mês de março, Iperó completará 47 anos de emancipação político-administrativa e dentre vários eventos para comemorar a data, o Departamento Municipal de Esportes em parceria com um grupo de jovens denominado “Hora de Crescer” promoverá o Torneio da Juventude de Futebol de
Prova realizada no interior de Minas Gerais foi de 16km
desafio. “Mas é isso que vale. O desafio de concluir uma prova desse nível e o mais importante: concluir bem sem danos a saúde. Esse é o intuito da corrida de rua, você superar a você mesmo”, conta. Ainda em Poços de Caldas, o atleta infantil
Guilherme José disputou uma prova de 300 metros na pista do estádio da cidade. O próximo compromisso da ACRI será no dia 11 de fevereiro quando a cidade se fará presente nos 10 quilômetros de Itu.
da celebrará de Futebol
Campo, cuja inscrições seguem até o dia 2 de março, devendo ser efetuadas no Com-plexo Esportivo Dito Bom. A competição é voltada para jogadores entre 16 e 24 anos, podendo participar equipes, associações e clubes situados em Iperó. O congresso técnico,
quando serão definidos os confrontos da primeira fase, está marcado para o dia 3 de março. As disputas começam no dia 10, no Estádio Praxedão, enquanto que a grande final acontece no dia 21 do mesmo mês.
Conselho arbitral do já tem data Varzeano marcada Neste sábado (4) será dado o ponta-pé inicial para a edição 2012 do Campeonato Varzeano de Iperó quando será realizado o conselho arbitral. A reunião que definirá os rumos da competição acontece no ginásio do Comple-
xo Esportivo Dito Bom. Para equipes da primeira divisão, a reunião está marcada para as 9 horas e estão convidados os dirigentes das equipes do Cana Brava, Bela Vista, Força Jovem, São Jorge, Jardim Monções e Jardim Alvorada.
Um pouco mais tarde, às 11 horas, acontece o encontro envolvendo os times interessados em jogar a segunda divisão. A previsão é que a bola comece a rolar no dia 18 de março. Mais informações pelo telefone 3266 1401.
Jornal Ipero edicao 242

References: artigo 112
 artigo 15
 artigo 36
 artigo 37
 artigo 63
 artigo 182
 ARTIGO 1
 ARTIGO 2
 artigo 1
 ARTIGO 3
 Artigo 59