Source: http://3ipt.org.br/boletim/index.cfm?boletim=052013
Timestamp: 2018-01-24 07:51:04+00:00

Document:
boletim informativo nº 05/2013
Qual Amor Necessito Eu? — parte 2
Amar também tem um lado negativo, porque a pessoa que realmente ama aos outros, como Cristo o ama, precisa rejeitar toda falsificação do amor. Algumas falsificações satânicas mencionadas por Paulo incluem imoralidade, impureza e cobiça. Em Efésios 5:4-7 está escrito: “nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais participantes com eles.” Qual amor você precisa? Imoralidade, talvez. A imoralidade é a substituta preferida do amor na presente geração. Paulo usa a palavra grega porneia. Esta inclui todo tipo de pecado sexual. A cultura popular busca desesperadamente apagar a linha entre amor verdadeiro e paixões imorais. Mas todo tipo de imoralidade é uma perversão total do amor genuíno, pois busca a autogratificação ao invés do bem dos outros. Qual amor você precisa? Impureza, talvez. Esta é outra perversão diabólica de amor. Paulo usa o termo grego akatharsia. Este se refere a todo tipo de sujeira e impureza. Paulo tem em mente “imundície”, “conversa tola”, e “brincadeiras cruéis”, características essas peculiares de mau companheirismo, um tipo de camaradagem sem qualquer relação com o amor verdadeiro. Para Paulo, isso não tem lugar na caminhada cristã. Qual amor você precisa? Talvez a cobiça, uma outra corrupção do amor que nasce de um desejo narcisista de autogratificação. É oposto ao exemplo de Cristo que “se entregou por nós” (Efésios 5:2). É equivalente à cobiça com idolatria (Efésios 5:5). Isto não tem lugar na caminhada cristã. A pessoa que é culpada disso “não tem herança no reino de Cristo e de Deus.” (Efésios 5:5). Tais coisas não são próprias para os santos (Efésios 5:3). Nós só mostraremos a autenticidade do amor quando formos intolerantes com todo tipo de perversão do amor. O amor dos dias atuais ignora tal princípio. É um suposto amor definido como uma grande tolerância que negligencia o pecado, e que abraça o bem e o mal igualmente. Isso não é amor, é apatia. O amor de Deus não é assim. A manifestação suprema do amor de Deus é a cruz, onde Cristo “nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.” (Efésios 5:2). O amor de Deus é explicado na Escritura em termos de sacrifício, expiação de pecados e propiciação: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.” (1 João 4:10). Cristo se fez sacrifício para afastar a ira de Deus ofendido. John MacArthur afirma que longe de rejeitar nossos pecados, com uma tolerância benigna, Deus deu o seu Filho como oferta pelo pecado, para satisfazer a sua própria ira e justiça na salvação dos pecadores. Isso é o coração do evangelho. Deus manifesta seu amor em um sentido que confirma sua santidade, justiça e retidão, sem comprometê-las. O verdadeiro amor “não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.” (1 Coríntios 13:6). É nesse amor que somos chamados para andar, amor este que é puro e pacífico (Tiago 3:17).
Artigo 146 Esta Constituição entrará em vigor a 31 de outubro de 1950, data que assinala o 433º aniversário da Reforma Religiosa do século XVI.
Parágrafo único Até aquele dia estará em vigor a Constituição de 1937, ressalvadas as partes já reformadas pelo Supremo Concílio, devendo as igrejas e os concílios que até então se reunirem, reger-se por ela.
Artigo 147 Dentro do prazo de dois anos, a contar da data em que a presente Constituição entrar em vigor, as igrejas e congregações deverão reformar os seus estatutos, adaptando-os à nova Constituição.
Artigo 148 O prazo a que se refere o artigo 42 deverá contar-se a partir da reunião ordinária dos presbitérios, em 1951.
Artigo 149 O parágrafo segundo do artigo 49 só entrará em vigor a 1º de janeiro de 1956.
Artigo 150 Os co-pastores porventura existentes no momento em que entrar em vigor esta Constituição, continuarão em exercício até o término do mandato para o qual foram eleitos por suas igrejas.
Artigo 151 O Supremo Concílio reunir-se-á extraordinariamente em fevereiro de 1951, com a mesma composição da assembléia de 1950, para concluir os trabalhos constituintes, isto é, para votar as partes de disciplina e liturgia.
Artigo 152 Até que sejam promulgados o Código de Disciplina e os Princípios de Liturgia, vigorarão as disposições da Constituição de 1937, nas partes que não contrariem a Constituição ora promulgada. E assim, pela autoridade que recebemos, mandamos que esta Constituição seja divulgada e fielmente cumprida em todo o território da Igreja Presbiteriana do Brasil.
23/2 Planejamento estratégico. Local: aqui na 3ª IPT. Horário: às 9h. Não deixe de participar!
O Conselho da igreja irá se reunir no próximo dia 6 de fevereiro, às 20h, no salão social da igreja. Todos os presbíteros e pastores estão convocados.
População total 5.580.862 habitantes
PIB 2.609 milhões de US$

References: Artigo 146

Artigo 147

Artigo 148
 artigo 42

Artigo 149
 artigo 49

Artigo 150

Artigo 151

Artigo 152