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APÊNDICE N.º 155 II SÉRIE N.º de Dezembro de 2002
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Ágata Alexandra Conceição Osório
1 70 APÊNDICE N.º 155 II SÉRIE N.º de Dezembro de 2002 ANEXO I Aviso n.º 9998/2002 (2.ª série) AP. António Jorge Nunes, presidente da Câmara Municipal de Bragança: Torna público, no uso da competência que lhe confere a alínea v) do n.º 1 do artigo 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, que, por deliberação da Assembleia Municipal, proferida em sessão ordinária realizada no dia 30 de Setembro de 2002, ao abrigo da alínea a) do n.º 2 do artigo 53.º da citada lei, sob proposta da Câmara Municipal, da reunião ordinária de 25 de Março de 2002, foi aprovado o Regulamento de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem, precedido de consulta e apreciação pública. O presente Regulamento de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem entrará em vigor no prazo de 15 dias após a data da sua publicação no Diário da República. 28 de Outubro de O Presidente da Câmara, António Jorge Nunes. Regulamento de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem ANEXO II Nota justificativa A actividade de hospedagem a par da instalação e funcionamento dos empreendimentos turísticos constitui um recurso de complementaridade ao alojamento e prestação de serviços conexos, que pode assumir importante função estrutural. Com efeito, o concelho de Bragança, pretendendo dar a conhecer as suas potencialidades turísticas e belezas naturais e culturais, terá de providenciar no sentido de criar todas as condições que permitam o acolhimento de todos aqueles que aí se deslocam e permanecem temporariamente, apostando-se na divulgação e promoção da qualidade da oferta dos estabelecimentos de hospedagem. É neste sentido que se pretende dinamizar o investimento dos estabelecimentos de hospedagem, designados por hospedarias, casas de hóspedes e quartos particulares, por constituírem uma alternativa mais diversificada de oferta de alojamento. Pretendeu-se, com o presente Regulamento, definir regras e princípios reguladores da instalação, exploração e funcionamento dos estabelecimentos de hospedagem. Assim: Ao abrigo dos artigos 112.º, n.º 8, e 241.º da Constituição da República Portuguesa, e do estabelecido no alínea a) do n.º 2 do artigo 53.º do Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, a Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal, aprova o Regulamento de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem. CAPÍTULO I Âmbito Artigo 1.º Lei habilitante O presente Regulamento, elaborado ao abrigo do n.º 1 do artigo 79.º do Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho, alterado pelos Decretos-Leis n. os 305/99, de 6 de Agosto, e 55/2002, de 11 de Março, regula a instalação, exploração e funcionamento dos estabelecimentos de hospedagem. Artigo 2.º Estabelecimentos de hospedagem Para efeitos do estabelecido no presente Regulamento, são considerados estabelecimentos de hospedagem os que se destinam a prestar, mediante remuneração, serviço de alojamento temporário e outros serviços acessórios ou de apoio, sem fornecimento de refeições, exceptuando pequenos-almoços aos hóspedes e não sejam integrados em estabelecimentos que explorem o serviço de alojamento nem possam ser classificados em qualquer dos tipos de empreendimentos previstos no Decreto-Lei n.º 167/97, de 4 de Julho, alterado pelos Decretos-Leis n. os 305/99, de 6 de Agosto e 55/2002, de 11 de Março e Decreto-Lei n.º 54/2002, de 11 de Março.
2 APÊNDICE N.º 155 II SÉRIE N.º de Dezembro de Artigo 3.º Classificação Os estabelecimentos de hospedagem classificam-se em: a) Hospedarias; b) Casas de hóspedes; c) Quartos particulares. Artigo 4.º Hospedarias São hospedarias os estabelecimentos constituídos por um conjunto de instalações funcionalmente independentes, situadas em edifício autónomo, sem qualquer outro tipo de ocupação, que disponha até 15 unidades de alojamento, e que se destinem a proporcionar, mediante remuneração, alojamento e outros serviços complementares e de apoio a turistas. Artigo 5.º Casas de hóspedes São casas de hóspedes os estabelecimentos integrados em edifícios de habitação familiar, que disponham de quatro até oito unidades de alojamento, e que se destinem a proporcionar, mediante remuneração, alojamento e outros serviços complementares e de apoio a turistas. Artigo 6.º Quartos particulares São quartos particulares aqueles que, integrados nas residências dos respectivos proprietários, disponham de até três unidades de alojamento, e se destinem a proporcionar, mediante remuneração, alojamento e outros serviços complementares, de carácter familiar. CAPÍTULO II Instalação Artigo 7.º Instalação Para efeitos do presente Regulamento, considera-se instalação de estabelecimento de hospedagem o processo de licenciamento ou autorização para a realização de operações urbanísticas relativas à construção e ou utilização de edifícios ou suas fracções destinados ao funcionamento desses serviços. Artigo 8.º Regime aplicável à instalação 1 Os processos relativos à construção e adaptação de edifícios destinados à instalação de estabelecimentos de hospedagem são regulamentados pelo Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação e deverão obedecer aos instrumentos municipais de planeamento urbanístico. 2 Os projectos relativos à instalação de estabelecimentos de hospedagem estão sempre sujeitos ao parecer do Serviço Nacional de Bombeiros e da autoridade sanitária. Artigo 9.º Licenciamento ou autorização da utilização 1 A utilização dos estabelecimentos de hospedagem depende de licenciamento ou autorização municipal. 2 O pedido de licenciamento ou autorização será feito mediante requerimento dirigido ao presidente da Câmara Municipal, e deverá ser instruído com os elementos indicados no anexo I deste Regulamento. 3 A licença ou autorização de utilização para estabelecimentos de hospedagem é sempre precedida da vistoria a que se refere o artigo 11.º do presente Regulamento. 4 O pedido de licenciamento ou autorização será indeferido e a licença ou autorização será recusada quando os estabelecimentos de hospedagem não cumprirem o disposto neste Regulamento e ou não reunirem os requisitos indicados no anexo II ao presente Regulamento. Artigo 10.º Requisitos gerais Os estabelecimentos de hospedagem devem obedecer aos seguintes requisitos, para efeitos de emissão de licença ou autorização de utilização: a) Situarem-se no centro histórico do cidade de Bragança, áreas urbanas e áreas rurais que a Câmara Municipal venha a considerar como reunindo condições de acessibilidade e enquadramento paisagístico adequado; b) Estarem instalados em edifícios devidamente licenciados ou autorizados pela Câmara Municipal; c) Estarem instalados em edifícios bem conservados no exterior e no interior; d) Estarem todas as unidades de alojamento dotadas de mobiliário, equipamento e utensílios adequados; e) Possuírem nas respectivas portas sistemas de segurança de modo a permitir a privacidade do hóspede; f) A unidade de alojamento deverá dispor de uma janela ou sacada com comunicação directa para o exterior, por uma abertura não inferior a 1,2 m 2, e dotada de um sistema que permita totalmente a entrada de luz; g) Encontrarem-se ligados às redes públicas de abastecimento de águas e saneamento; h) Cumprirem todos os demais requisitos previstos no anexo II ao presente Regulamento. Artigo 11.º Vistoria 1 A vistoria prevista no n.º 3 do artigo 9.º deve realizar-se no prazo de 30 dias a contar da data da apresentação do respectivo requerimento e, sempre que possível, em data acordar com o interessado. 2 A vistoria é efectuada por uma comissão composta por: a) Dois técnicos a designar pela Câmara Municipal; b) O delegado de saúde concelhio; c) Um representante do Serviço Nacional de Bombeiros; d) Um representante do Região de Turismo do Nordeste Transmontano. 3 Compete ao presidente da Câmara Municipal convocar as entidades mencionadas nas alíneas b), c) e d) do número anterior com a antecedência mínima de oito dias. 4 A ausência das entidades referidas nas alíneas b), c) e d) do n.º 2, desde que regularmente convocadas, não é impeditiva nem constitui justificação para a não realização da vistoria. 5 A comissão referida no n.º 2, depois de proceder à vistoria, elabora o respectivo auto, devendo ser entregue uma cópia ao requerente. 6 Quando o auto de vistoria conclua em sentido desfavorável, não pode ser emitida a licença ou autorização de utilização. 7 Sempre que ocorram fundadas suspeitas quanto ao cumprimento do estabelecido no presente Regulamento, o presidente da Câmara Municipal poderá, em qualquer momento, determinar a realização de uma vistoria que obedecerá, com as necessárias adaptações, ao previsto nos números anteriores. Artigo 12.º Alvará de licença ou autorização de utilização 1 O alvará de licença ou autorização de utilização deve especificar: a) A identificação da entidade titular da licença; b) A tipologia e designação ou nome do estabelecimento; c) A capacidade máxima do estabelecimento; d) O período de funcionamento do estabelecimento. 2 O modelo de alvará de licença ou autorização de utilização consta do anexo III ao presente Regulamento. 3 Sempre que ocorra a alteração de qualquer dos elementos constantes do alvará, a entidade titular do licença ou autorização deve, no prazo de 30 dias, requerer o averbamento ao respectivo alvará. Artigo 13.º Caducidade da licença ou autorização de utilização 1 A licença ou autorização de utilização caduca: a) Se o estabelecimento não iniciar o seu funcionamento no prazo de um ano a contar da data da emissão do alvará;
3 72 APÊNDICE N.º 155 II SÉRIE N.º de Dezembro de 2002 b) Se o estabelecimento se mantiver encerrado por período superior a um ano, salvo por motivo de obras; c) Quando ao estabelecimento seja dada uma utilização diferente da prevista no alvará; d) Sempre que no ou ao estabelecimento sejam introduzidas alterações que modifiquem substancialmente as especificações constantes do anexo II. 2 Caducada a licença ou autorização de utilização, o alvará é apreendido pela Câmara Municipal. 3 A apreensão do alvará tem lugar na sequência de notificação ao respectivo titular e entidade exploradora, sendo, de seguida, encerrado o estabelecimento. CAPÍTULO III Exploração e funcionamento Artigo 14.º Identificação Os estabelecimentos de hospedagem devem afixar no exterior uma placa identificativa, segundo o modelo previsto no anexo IV, a fornecer pela Câmara Municipal. Artigo 15.º Arrumação e limpeza 1 As unidades de estabelecimento de hospedagem devem estar preparadas e limpas no momento de serem ocupadas pelos utentes. 2 Os serviços de arrumação e limpeza devem ter lugar diariamente. Artigo 16.º Instalações sanitárias Quando as unidades de alojamento dos estabelecimentos de hospedagem não estiverem dotadas de instalações sanitárias privativas, deverá existir, pelo menos, uma casa de banho por cada duas unidades de alojamento. Artigo 17.º Zonas comuns As zonas comuns colocadas à disposição dos utentes, nomeadamente, salas de estar, de refeições, cozinhas, átrios ou outras, deverão apresentar-se sempre arrumadas e limpas. Artigo 18.º Acessos As unidades de alojamento devem ser de fácil acesso, sempre limpos e bem conservadas. Artigo 19.º Segurança Os estabelecimentos de hospedagem devem observar as seguintes condições de segurança: a) Todas as unidades de alojamento devem ser dotadas de um sensor iónico de detecção de fumos, devendo ainda ter um extintor de CO 2 ; b) Sempre que possível devem ser utilizados materiais com características de «não inflamáveis»; c) Nos estabelecimentos de hospedagem deverá existir uma planta em cada unidade de alojamento, com o caminho de evacuação em caso de incêndio e os números de telefone para serviços de emergência; d) Nos estabelecimentos de hospedagem, os acessos ao exterior dos edifícios deverão ser dotados de sistema de iluminação de segurança. Artigo 20.º Responsável Em todos os estabelecimentos deverá haver um responsável, a quem cabe zelar pelo seu bom funcionamento, assim como assegurar o cumprimento das disposições do presente Regulamento. Artigo 21.º Informação 1 Os preços a cobrar pelos serviços prestados deverão estar afixados em local bem visível, devendo os clientes ser informados destes aquando da sua entrada. 2 Aos clientes deverá ainda ser facultado o acesso ao presente Regulamento. Artigo 22.º Livro de reclamações 1 Em todos os estabelecimentos de hospedagem deve existir um livro de reclamações ao dispor dos utentes. 2 O livro de reclamações deve ser obrigatório e imediatamente facultado ao utente que o solicite. 3 O original de cada reclamação registada deve ser enviado pelo responsável do estabelecimento ao presidente da Câmara Municipal, no prazo máximo de cinco dias, devendo o duplicado ser entregue, de imediato, ao utente. 4 O modelo de livro de reclamações é semelhante ao que se encontra em uso para os empreendimentos turísticos, devendo ser adaptado às especificidades da administração local. Artigo 23.º Estadia 1 Deve ser organizado um livro de entrada de clientes, do qual conste a sua identificação completa e respectiva morada. 2 O utente deve deixar a unidade de alojamento até às 12 horas do dia de saída ou até à hora convencionada, entendendo-se, se não o fizer, renovada a sua estada por mais um dia. Artigo 24.º Fornecimentos incluídos no preço 1 No preço diário das unidades de alojamento está incluído, obrigatoriamente, o consumo do água, de gás e electricidade. 2 O pagamento dos serviços pelo utente, deverá ser feito aquando da entrada ou saída, contra recibo, onde sejam especificadas as datas da estadia. CAPÍTULO IV Fiscalização e regime sancionatório Artigo 25.º Fiscalização deste Regulamento 1 A fiscalização do cumprimento do disposto no presente Regulamento compete aos serviços da Câmara Municipal e a outras entidades administrativas e policiais. 2 Para efeitos do disposto no número anterior, será sempre facultada a entrada da fiscalização e demais autoridades nos estabelecimentos de hospedagem. 3 As autoridades administrativas e policiais que verifiquem infracções ao disposto no presente Regulamento levantarão os respectivos autos de notícia que serão, de imediato, remetidos à Câmara Municipal. Artigo 26.º Contra-ordenações 1 Para além das estabelecidas no artigo 98.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção dada pelo Decreto- -Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho, constituem contra-ordenações ao presente Regulamento: a) A falta de arrumação e limpeza; b) A falta de placa identificativa; c) A ausência de livro de reclamações; d) A não afixação dos preços a cobrar; e) A ausência de plantas nas unidades de alojamento, com o caminho de evacuação em caso de incêndio e os números de telefone para serviços de emergência; f) A ausência de extintores; g) O impedimento de acções de fiscalização.
4 APÊNDICE N.º 155 II SÉRIE N.º de Dezembro de Artigo 27.º Montante das coimas As contra-ordenações ao presente Regulamento e não previstas pelo artigo 98.º Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho, são puníveis com coima de 50 euros a 1250 euros, no caso de se tratar de uma pessoa singular, e de 125 euros a 2500 euros, no caso de se tratar de pessoa colectiva. Artigo 28.º Sanções acessórias Além das coimas referidas no artigo anterior, e em casos de extrema gravidade, poderão ser aplicadas as seguintes sanções acessórias: a) Encerramento provisório, até que estejam sanadas as deficiências determinadas; b) Encerramento definitivo, com apreensão do alvará de licença ou autorização de utilização para hospedagem. CAPÍTULO V Disposições gerais Artigo 29.º Taxas O licenciamento ou autorização, a vistoria e o fornecimento da placa identificativa dos estabelecimentos de hospedagem encontra-se sujeito ao pagamento das taxas previstas no anexo VI ao presente projecto de Regulamento e que passarão a fazer parte integrante do Regulamento Municipal de Urbanização, Edificação e Taxas. Artigo 30.º Registo 1 Todos os estabelecimentos de hospedagem devidamente licenciados ou autorizados serão objecto de registo segundo o modelo previsto no anexo V, organizado pela Câmara Municipal. 2 O registo será comunicado à Região de Turismo do Nordeste Transmontano e Governo Civil de Bragança. 3 À Câmara Municipal é reservado o direito de utilizar os dados constantes no registo referido nos números anteriores. CAPÍTULO VI Disposições transitórias e finais Artigo 31.º Estabelecimentos de hospedagem existentes 1 O disposto no presente Regulamento aplica-se aos estabelecimentos de hospedagem existentes à data da sua entrada em vigor, sem prejuízo do disposto nos números seguintes. 2 Os estabelecimentos de hospedagem referidos no número anterior devem satisfazer os requisitos previstos neste Regulamento, no prazo máximo de dois anos. Exceptuam-se as situações que se venham a considerar tecnicamente inviáveis, desde que tal seja reconhecido pela Câmara Municipal. 3 Findo o prazo referido no número anterior deverá ser feita uma vistoria, a realizar nos termos do previsto no artigo 11.º, com vista à verificação do cumprimento deste, Regulamento. 4 Verificado o cumprimento do diploma, será emitido o alvará de licença ou autorização de utilização. Artigo 32.º Entrada em vigor O presente Regulamento entra em vigor no prazo de 15 dias a contar da sua publicação legal. ANEXO I 1 Elementos para instrução do pedido de licenciamento ou autorização: O pedido de licenciamento ou autorização para estabelecimentos de hospedagem deverá ser instruído com os seguintes elementos: a) Requerimento tipo; b) Comprovativo da legitimidade de requerente para efectuar o pedido; c) Declaração de inscrição no registo/início de actividade e ou documento comprovativo das obrigações tributárias do último ano fiscal; d) Planta à escala 1:2000, ou superior, com indicação do local a que se refere o pedido de licenciamento ou autorização; e) Outros elementos que se considerem necessários para a caracterização do pedido. 2 Requerimento tipo: Ex. mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de... (indicar o nome do requerente), na qualidade de... (proprietário, usufrutuário, locatário, titular de direito de uso, superficiário, mandatário), residente em..., com o bilhete de identidade n.º... e contribuinte n.º..., solicita a V. Ex.ª o licenciamento ou autorização para estabelecimentos de hospedagem, na classificação de... (indicar hospedaria/casa de hóspedes/quartos particulares), para o local assinalado na planta que se junta em anexo, e cujas principais características se descrevem a seguir: Características: I Localização (indicar a morada): Na residência do requerente. Em edifício independente. II Unidades de alojamento: Número total de quartos de casal. Número total de quartos duplos. Número total de quartos simples. III Outras instalações: Número de salas privadas dos hóspedes. Número de salas comuns. Número de salas de refeições. Outras, quais... IV Instalações sanitárias: Número de casas de banho com lavatório, sanita, bidé e banheira. Número de casas de banho com lavatório, sanita, bidé e chuveiro. Número de casas de banho privados dos quartos. Dispõem de água quente e fria (S/N). V Infra-estruturas básicas: Com ligação à rede pública de água (S/N). Com reservatório de água (S/N). Com ligação à rede pública de saneamento (S/N). Com telefone (S/N). Outras, quais... VI Período de funcionamento: Anual. Sazonal. de... a... ( assinalar com ) VII Outras características a assinalar: (local),... (data) Pede deferimento (assinatura do requerente)
5 74 APÊNDICE N.º 155 II SÉRIE N.º de Dezembro de 2002 ANEXO II Requisitos mínimos das instalações dos estabelecimentos de hospedagem ANEXO IV Placa identificativa 1 Unidades de alojamento: 1.1 Áreas mínimas: a) Quarto de casal 12 m 2 com a dimensão mínima de 2,70 m; b) Quarto duplo 12 m 2 com a dimensão de 2,70 m; c) Quarto simples 10,50 m, com a dimensão de 2,40 m. 1.2 Equipamentos dos quartos: a) Camas; b) Mesas de cabeceira ou soluções de apoio equivalente; c) Iluminação suficiente; d) Luzes de cabeceira; e) Roupeiro, com espelho e cruzetas; f) Cadeira ou sofá; g) Tomadas de electricidade; h) Sistemas de ocultação da luz exterior; i) Sistema de segurança nas portas; j) Tapetes; k) Sistema de aquecimento e de ventilação. 2 Infra-estruturas básicas: 2.1 Deve existir uma instalação sanitária por cada duas unidades de alojamento não dotadas com esta infra-estrutura. 2.2 As instalações sanitárias devem ser dotadas de água quente e fria. 2.3 Deve haver um sistema de iluminação de segurança. 2.4 Deverá existir, pelo menos, um telefone com ligação à rede exterior para uso dos utentes. 2.5 Onde não exista rede de saneamento, os estabelecimentos devem ser dotados de fossas sépticas dimensionadas para ocupação máxima admitida e para os serviços nele prestados. ANEXO III Licença ou autorização de utilização para estabelecimentos de hospedagem a) Colocar o estabelecimento a que se reporta a placa identificativa: hospedaria; casa de hóspedes; quartos particulares. ANEXO V Registo
6 APÊNDICE N.º 155 II SÉRIE N.º de Dezembro de ANEXO VI Estabelecimentos de hospedagem I Emissão de licença ou autorização de utilização para: a) Hospedarias 174,58 euros; b) Casas de hóspedes 99,76 euros; c) Quartos particulares 62,35 euros. II Vistoria realizada para a emissão de licença ou autorização de utilização para: a) Hospedarias 24,94 euros; b) Casas de hóspedes 19,95 euros; c) Quartos particulares 14,96 euros. III Emissão de alvará de licença ou autorização de utilização para: a) Hospedarias 62,35 euros; b) Casas de hóspedes 49,88 euros; c) Quartos particulares 24,94 euros. IV Averbamentos ao alvará de licença ou autorização por cada um 24,94 euros. V Fornecimento de placa de identificação 50 euros. CÂMARA MUNICIPAL DA CALHETA (MADEIRA) Aviso n.º 9999/2002 (2.ª série) AP. Em cumprimento do n.º 1 do artigo 34.º do Decreto-Lei n.º 427/89, de 7 de Dezembro, aplicável à administração local pelo Decreto-Lei n.º 409/91, de 17 de Outubro, torna-se público que, por despacho do presidente da Câmara, foi renovado, por mais seis meses, a partir do dia 1 de Novembro de 2002, o contrato de trabalho a termo certo, com Odília Maria Gomes Gonçalves. 1 de Outubro de O Presidente da Câmara, Manuel Baeta de Castro. CÂMARA MUNICIPAL DO ENTRONCAMENTO Edital n.º 573/2002 (2.ª série) AP. Regulamento de Alteração dos Períodos de Abertura e Encerramento dos Estabelecimentos de Venda ao Público e da Prestação de Serviços. Jaime Manuel Gonçalves Ramos, presidente da Câmara Municipal do concelho do Entroncamento: Faz saber que, após audiência e apreciação pública, nos termos do artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo, no uso da competência referida na alínea a) do n.º 2 do artigo 53.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei n.º 5-A/ 2002, de 11 de Janeiro, a Assembleia Municipal do Entroncamento, na sua sessão ordinária realizada no dia 27 de Setembro de 2002, sob a proposta da Câmara Municipal, tomada na reunião ordinária de 25 de Março de 2002, aprovaram os n. os 2 e 3 do artigo 2.º e artigo 7.º, que passam a ter a seguinte redacção: Artigo 2.º 1 [...] 2 A confirmação da classificação dos estabelecimentos nos diferentes grupos estabelecidos nos artigos 1.º e 3.º é da competência da Câmara Municipal do Entroncamento. 3 A confirmação a que se refere o número anterior pode ser delegada em associação comercial, mediante protocolo a celebrar para o efeito com a Câmara Municipal do Entroncamento. Artigo 7.º O presente Regulamento encontra-se patente ao público nas associações comerciais, industriais e de serviços, Junta de Freguesia do Entroncamento, Biblioteca Municipal e Secção de Impostos e Taxas da Câmara Municipal do Entroncamento. Esta alteração entra em vigor 15 dias após a sua publicação no Diário da República, 2.ª série. Para constar e produzir efeitos legais se publica o presente edital e outros de igual teor, que vão ser afixados nos lugares públicos habituais. 28 de Outubro de O Presidente da Câmara, Jaime Manuel Gonçalves Ramos. CÂMARA MUNICIPAL DE LEIRIA Aviso n.º /2002 (2.ª série) AP. Para os devidos efeitos, se torna público que foi assinado entre mim e Daniel Rodrigues Rosa Gonçalves, Luís Manuel Santana Miranda e Paulo Jorge Duarte de Sousa, ao abrigo dos artigos 7.º, 8.º, e n.º 1 do 52.º do Decreto-Lei n.º 64-A/98, de 27 de Fevereiro, acordos de cessação dos contratos de trabalho a termo certo, celebrados em 1 de Março de 2001, fazendo-os cessar por mútuo acordo, com efeitos a partir de 16 de Outubro de 2002, inclusive. 24 de Outubro de A Presidente da Câmara, Isabel Damasceno Campos. CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ Aviso n.º /2002 (2.ª série) AP. Para os efeitos do disposto na alínea b) do n.º 1 do artigo 34.º do Decreto-Lei n.º 427/89, de 7 de Dezembro, faz-se público que por despacho do presidente desta Câmara Municipal de 15 de Outubro de 2002, foi celebrado, nos termos da alínea d) do n.º 2 do artigo 18.º do mesmo diploma, contrato de trabalho a termo certo, com Maria Leonor Guerreiro Gonçalves, na categoria de técnico superior de 2.ª classe, índice 400, pelo prazo de seis meses, com data do contrato de 21 de Outubro de (Isentos da fiscalização prévia do Tribunal de Contas.) 25 de Outubro de O Presidente da Câmara, Manuel Possolo Morgado Viegas. CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES DE COURA Edital n.º 574/2002 (2.ª série) AP. António Pereira Júnior, presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura: Em cumprimento da deliberação tomada pela Câmara Municipal, em reunião de 28 de Outubro de 2002, e para efeitos do disposto no artigo 91.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, e artigos 117.º, n.º 1, e 118.º, n. os 1 e 2, do Código do Procedimento Administrativo, torna público que se submete a apreciação pública, pelo prazo de 30 dias a contar da data da publicação do presente edital, o projecto de Regulamento do Transporte Público de Aluguer em Veículos Automóveis Ligeiros de Passageiros Transporte de Táxi, que se publica em anexo. Para esse efeito, poderá o projecto de Regulamento ser consultado na Secção Central da Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal de Paredes de Coura, nos dias úteis, durante as horas normais de funcionamento. Os interessados em apresentar quaisquer sugestões sobre o seu conteúdo deverão fazê-lo por escrito, em carta dirigida ao presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, durante o mencionado prazo de 30 dias. Para constar e cumprimento legal se publica este edital e outros de igual teor, que vão ser afixados nos lugares públicos do costume e publicado na 2.ª série do Diário da República. 29 de Outubro de O Presidente da Câmara, António Pereira Júnior. Projecto de Regulamento do Transporte Público de Aluguer em Veículos Automóveis Ligeiros de Passageiros Transporte de Táxi. Preâmbulo No uso da competência prevista pelos artigos 112.º e 241.º da Constituição da República Portuguesa e conferida pela alínea a) do n.º 6 do artigo 64.º com remissão para a alínea a) do n.º 2 do artigo 53.º, ambos da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, e em cumprimento do disposto nos artigos 10.º a 20.º, 22.º, 25.º e 27.º do Decreto-Lei n.º 251/98, de 11 de Agosto, com a redacção das alterações posteriores, nomeadamente da Lei n.º 106/2001, de 31 de Agosto, a Câmara Municipal aprova o presente projecto de Regulamento, que será submetido a inquérito público nos termos do disposto no artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo, e posteriormente à apreciação da Assembleia Municipal, nos termos legais.

References: artigo 68
 artigo 53
 artigo 53
 Artigo 1
 artigo 79
 Artigo 2
 Artigo 3
 Artigo 4
 Artigo 5
 Artigo 6
 Artigo 7
 Artigo 8
 Artigo 9
 artigo 11
 Artigo 10
 Artigo 11
 artigo 9
 Artigo 12
 Artigo 13
 Artigo 14
 Artigo 15
 Artigo 16
 Artigo 17
 Artigo 18
 Artigo 19
 Artigo 20
 Artigo 21
 Artigo 22
 Artigo 23
 Artigo 24
 Artigo 25
 Artigo 26
 artigo 98
 Artigo 27
 artigo 98
 Artigo 28
 Artigo 29
 Artigo 30
 Artigo 31
 artigo 11
 Artigo 32
 artigo 34
 artigo 118
 artigo 53
 artigo 2
 artigo 7
 Artigo 2
 Artigo 7
 artigo 34
 artigo 18
 artigo 91
 artigo 64
 artigo 53
 artigo 118