CELEX: 31971R1641
Language: pt
Date: 1971-07-27 00:00:00
Title: Regulamento (CEE) n.° 1641/71 da Comissão, de 27 de Julho de 1971, que fixa as normas de qualidade para as maçãs e peras de mesa

03 /Fasc. 05                                    Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                            47
371R1641
31 . 7. 71                                      Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                   N? L 172 / 1
                                          REGULAMENTO (CEE) N? 1641 /71 DA COMISSÃO
                                                         de 27 de Julho de 1971
                                     que fixa as normas de qualidade para as maçãs e peras de mesa
A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS ,                                 distância, o armazenamento com uma certa duração ou
                                                                       as diferentes manipulações a que são submetidos os pro­
                                                                       dutos podem provocar determinadas alterações devidas à
Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade                     evolução biológica destes produtos ou ao seu carácter
Económica Europeia,                                                    mais ou menos perecível ; que há razões para ter em
                                                                       conta estas alterações na aplicação das normas no está­
                                                                       dio da comercialização que se segue ao estádio de expe­
Tendo em conta o Regulamento n? 23 relativo ao estabe­                 dição ; que, devendo os produtos da categoria «Extra»
lecimento gradual de uma organização comum de mer­                     ser objecto de uma triagem e de um acondicionamento
cado no sector das frutas e dos produtos hortícolas ('),               particularmente cuidado, apenas deve ser tomada em
com a última redacção que lhe foi dada pelo Regula­                    consideração, no que lhes diz respeito, a diminuição do
mento (CEE) n? 2423 /70 (2) e, nomeadamente, o n? 2 do                 estado de frescura e de turgescência;
seu artigo 5°,
                                                                       Considerando que, por razões de clareza e de segurança
                                                                       jurídica, bem como para comodidade dos interessados, é
Tendo em conta o Regulamento n? 158 /66/CEE do                         conveniente apresentar as normas assim alteradas, num
Conselho , de 25 de Outubro de 1966 , que diz respeito à               texto único ;
aplicação das normas de qualidade às frutas e produtos
hortícolas comercializados no interior da Comunidade
                                                                       Considerando que as medidas previstas no presente regu­
(3), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regula­               lamento estão em conformidade com o parecer do Co­
mento (CEE) n? 2423 /70 e, nomeadamente, o ní 1 , úl­                  mité de Gestão das Frutas e dos Produtos Hortícolas,
timo parágrafo, do seu artigo 2°,
                                                                       ADOPTOU O PRESENTE REGULAMENTO :
Considerando que se produziu uma evolução no comér­
cio das maçãs e peras de mesa, nomeadamente no que
diz respeito às exigências da procura dos mercados de                                              Artigo 1°
consumo e grossista ; que, por conseguinte, as normas                   1.     As normas de qualidade relativas aos seguintes pro­
comuns de qualidade para as maçãs e peras de mesa                       dutos :
prescritas pelo Regulamento n? 23 deverão ser alteradas
para tomar em consideração estas novas exigências ;
                                                                                N? da
Considerando que estas alterações implicam a alteração                     pauta aduaneira           Designação das mercadorias
                                                                               comum
categoria de qualidade suplementar definida pelo Regu­
lamento n? 211 /66/CEE do Conselho, de 14 de Dezem­
bro de 1966 (4); que, para a definição desta, convém to­               ex 08.06 A II        Maçãs, com exclusão das maçãs para cidra
mar em consideração o interesse económico que apresen­                 ex 08.06 B II        Peras, com exclusão das peras para perada
tam para os produtores os produtos em causa e a neces­
sidade de satisfazer as necessidades dos consumidores ;
                                                                        Constam do anexo do presente regulamento. -
Considerando que as normas são aplicáveis a todos os
estádios da comercialização ; que o transporte a grande
                                                                        2 . As normas aplicam-se a todos os estádios da
                                                                        comercialização, nas condições previstas pelo Regula­
                                                                        mento n? 158 / 66 / CEE .
C)  JO  n? 30 de 20 . 4 . 1962, pp. 965 /62 .
(2) JO  n? L 261 de 2 . 12 . 1970, p. 1 .                               No entanto, nos estádios seguintes ao da expedição, os
C)  JO  n°. 192 de 27 . 10. 1966, pp. 3282/66 .                         produtos podem apresentar relativamente às prescrições
(4) JO  n? 233 de 20. 12 . 1966, pp. 3939/66.                           das normas :
 ---pagebreak--- 48                                             Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                     03 / Fasc. 05
— uma ligeira diminuição do estado de frescura e de                           3.     As normas de qualidade são aplicáveis a partir de 1
   turgescência,                                                              de Outubro de 1971 .
— para os produtos classificados nas categorias distintas                                                    Artigo 2.
   da categoria «Extra», ligeiras alterações devidas à sua                    O Anexo II/3 do Regulamento n? 23 e o Anexo III do
   evolução e ao seu carácter mais ou menos perecível.                        Regulamento n? 211 /66/CEE são revogados a partir de
                                                                              1 de Outubro de 1971 .
            O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos é directamente aplicável em
            todos os Estados-membros .
            Feito em Bruxelas em 27 de Julho de 1971 .
                                                                                                              Pela Comissão
                                                                                                               O Presidente
                                                                                                        Franco M. MALFATTI
                                                                     ANEXO
                                        NORMAS DE QUALIDADE PARA MAÇAS E PERAS
              I. DEFINIÇÃO DOS PRODUTOS
                 A presente norma aplíca-se às maçãs e peras de mesa, frutos frescos das variedades «Pyrus Malus» L. e
                 «Pyrus Communis» L. , destinados ao consumo no estado fresco, com exclusão das maçãs e peras
                 destinadas à transformação industrial.
             II. DISPOSIÇÕES RESPEITANTES A QUALIDADE
                 A norma tem por objectivo definir as características que as maçãs e peras devem apresentar depois de
                 acondicionadas e embaladas .
                 A. Características mínimas para todas as categorias
                    Os frutos devem ser :
                    — inteiros,
                    — sãos (sob reserva das disposições particulares previstas para cada categoria e das tolerâncias
                          permitidas),
                    — limpos, praticamente isentos de substâncias estranhas visíveis,
                    — isentos de humidade exterior anormal,
                    — isentos de cheiro e/ou sabor estranhos .
                     Os frutos devem apresentar um desenvolvimento e um estado de maturação tais que lhes permitam
                     suportar um transporte e uma manutenção que garanta a sua chegada em condições satifatórias ao
                     local de destino .
                 B. Classificação
                       i) Categoria «Extra»
                          Os frutos classificados nesta categoria devem ser de qualidade superior.
                          Devem apresentar a forma, o desenvolvimento e a coloração típicos da variedade e estarem
                          providos do pedúnculo intacto (').
            (r) Os critérios de colocação e de «carepa» relativos às maçãs estão definidos nos quadros A e B.
 ---pagebreak--- 03 / Fasc . 05                                    Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                           49
                             Devem estar isentos de defeitos com excepção de ligeiríssimas alterações de epiderme, desde
                             que estas não prejudiquem nem a qualidade e o aspecto geral do produto nem a apresentação
                             da embalagem.
                             Não são admitidas nesta categoria as peras que apresentem concreções da polpa.
                         ii) Categoria «I»
                             Os frutos classificados nesta categoria devem ser de boa qualidade.
                             Devem apresentar as características típicas da variedade (').
                             Contudo, pode ser admitido :
                             — uma ligeira deformação,
                             — um ligeiro defeito de desenvolvimento,
                             — um ligeiro defeito de coloração.
                             O pedúnculo pode apresentar-se ligeiramente danificado .
                             A polpa deve estar isenta de qualquer deterioração. No entanto os defeitos de epiderme não
                             susceptíveis de prejudicar o aspecto geral e a conservação são admitidos para cada fruto dentro
                             dos seguintes limites :
                             — defeitos de forma alongada são limitados a 2 cm de comprimento,
                             — para os outros defeitos, a superfície total não deve exceder 1 cm2, excepto para o pedrado
                                 que não deve apresentar uma superfície superior a 1 /4 cm2.
                             Não são admitidas nesta categoria as peras que apresentem concreções da polpa.
                        iii) Categoria «II»
                             A esta categoria pertencem os frutos que não possam ser classificados nas categorias superiores,
                             mas que correspondam às características mínimas atrás definidas í1).
                             Os defeitos de forma, de desenvolvimento e de coloração são admitidos desde que os frutos
                             mantenham as suas características. O pedúnculo pode faltar, desde que não haja deterioração
                             de epiderme.
                             A polpa não deve apreentar defeitos graves. No entanto, os defeitos de epiderme são admitidos
                             em cada fruto dentro dos seguintes limites :
                             — defeitos de forma alongada : máximo 4 cm de comprimento,
                             — para os outros defeitos, a superfície total é limitada a 2,5 cm2, excepto para o pedrado que
                                 não pode apresentar uma superfície superior a 1 cm2 .
                        ív) Categoria «III» ( )
                             A esta categoria pertencem os frutos que não podem ser classificados nas categorias superiores,
                             mas que apresentam as características exigidas para a categoria «II» ('), exceptuando contudo
                             os defeitos de epiderme que podem ser maiores, sob reserva, no entanto, de que não excedam
                             os seguintes limites :
                             — 6 cm de comprimento para os defeitos de forma alongada,
                             — 5 cm2 de superfície total para os outros defeitos com excepção do pedrado que não deve
                                 apresentar uma superfície superior a 2,5 cm2.
               (') Os critérios de colocação e de «carepa» relativos às maçãs estão definidos nos quadros A e B.
               (2) Categoria suplementar na acepção do n? 1 do artigo 2? do Regulamento n? 158 /66/CEE . A aplicação desta categoria
                   de qualidade ou de algumas das suas especificações é subordinada a uma Decisão a tomar com base no n? 2 do artigo
                   2? do mesmo Regulamento.
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    III. CALIBRAGEM
         A calibragem é determinada pelo diâmetro máximo da secção equatorial. A diferença de diâmetro
         entre os frutos de uma mesma embalagem é limitada a 5 mm (') :
          1 . para os frutos de categoria «Extra»,
         2 . para os frutos das categorias «I» e «II» apresentados em camadas ordenadas.
         A diferença de diâmetro pode aingir 10 mm para os frutos de categoria «I» apresentados a granel na
         embalagem.
         Nenhuma limitação é imposta para os frutos da categoria «II» apresentados a granel na embalagem,
         nem para os frutos da categoria «III».
         Além disso, é exigido para todas as categorias um calibre mínimo segundo o seguinte dispositivo :
         Maçãs                                                    « Extra »         «I»             « II »         « III »
         Variedades de frutos grandes (2)                         65 mm           60 mm            55 mm          50 mm
         Outras variedades :                                      60 mm           55 mm            50 mm          50 mm
         Peras                                                   « Extra »          «I»             « II »         « III »
         Variedades de frutos grandes (2):                        60 mm           55 mm            50 mm          45 mm
         Outras variedades :                                      55 mm           50 mm            45 mm          45 mm
         Por excepção, e para as variedades de peras de Verão que figuram na lista limitativa do Quadro D,
         não será exigido calibre mínimo para os envios evectuados de 10 de Junho a 31 de Julho inclusivé de
         cada ano .
   IV. TOLERÂNCIAS
         São admitidas, em cada embalagem, tolerâncias de qualidade e de calibre para os frutos não confor­
         mes .
        A. Tolerâncias de qualidade
                í) Categoria «Extra»
                   5 % em número ou em peso, de frutos não correspondendo às características da categoria, mas
                   conformes às de categoria «I» ou, excepcionalmente, à dos frutos admitidos nas tolerâncias
                   desta categoria.
               n) Categoria «I»
                   10 % , em número ou em peso, de frutos não correspondendo às características da categoria,
                   mas conformes à da categoria «II» ou, excepcionalmente, à dos frutos admitidos nas tolerâncias
                   desta categoria.
                   25 % , em número ou em peso, de frutos desprovidos de pedúnculo, desde que a epiderme na
                   cavidade peduncular não esteja deteriorada ; contudo, para a variedade Granny Smith, os frutos
                   sem pedúnculo podem ser incluídos sem limite, desde que a epiderme da cavidade peduncular
                   não esteja deteriorada.
              iii) Categorias «II» e «III»
                   10 % , em número ou em peso, de frutos que não correspondam às características da categoria
                   nem ás características mínimas, com exclusão dos frutos visivelmente atacados de podridão ou
                   apresentando contusões pronunciadas ou fendas não cicatrizadas.
   (') Contudo, não será tomado em consideração, para um dado fruto, uma variação de 1 mm a mais ou a menos em
       relação ao calibre fixado, desde que se trate apenas de diferenças devidas à utilização normal das máquinas num limite
       numérico não susceptível de prejudicar a apresentação correcta dos produtos .
   (2) Ver a lista do quadro C.
 ---pagebreak--- 03 / Fasc . 05                                Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                 51
                     No quadro das tolerâncias acima mencionadas, podem ser admitidos, no máximo, 2 % , em número
                     ou em peso, de frutos bichados ou de frutos apresentando os seguintes defeitos :
                     — ataques graves da doença do encortiçado ou vidrado,
                     — ligeiras lesões ou fendas não cicatrizadas,
                     — vestígios muito ligeiros de podridão.
                  B. Tolerâncias de calibre
                       i) Categorias «Extra», «I» e «II»
                          — para os frutos sujeitos às regras de homogeneidade, abstraindo a variação de 1 mm a mais
                             ou a menos admitida no capítulo «Calibragem», 10 % , em número ou em peso, de frutos
                             correspondendo ao calibre imediatamente superior ou inferior ao escolhido, com, para os
                             frutos classificados no calibre mais baixo admitido, uma variação máxima de 5 mm abaixo
                             desse calibre .
                          — para os frutos não sujeitos às regras de homogeneidade, 10 % em número ou em peso, de
                             frutos não atingindo o calibre mínimo previsto, com uma variação máxima de 5 mm abaixo
                             desse calibre .
                      ii) Categoria «III»
                          As disposições são idênticas às previstas para as categorias «Extra», «I» e «II». Contudo, a
                          percentagem é elevada para 15 % .
               V. EMBALAGEM E APRESENTAÇAO
                  A. Homogeneidade
                     O conteúdo de cada embalagem deve ser homogéneo ; cada embalagem deve conter apenas frutos
                     da mesma origem, variedade e qualidade e com o mesmo estado de maturação.
                     No que diz respeito à categoria «Extra», a homogeneidade é também extensiva à coloração.
                     No que diz respeito à categoria «III», a homogeneidade pode limitar-se à origem e à variedade.
                     O disfarce não é permitido, ou seja, a qualidade dos frutos visíveis na embalagem deve correspon­
                     der à composição média do produto.
                  B. Acondicionamento
                     As maçãs e peras devem ser embaladas de modo a que a protecção seja assegurada conveniente­
                     mente .
                     Os materiais e, nomeadamente, os papéis utilizados no interior das embalagens, devem ser novos,
                     limpos e de natureza a não poderem causar alterações externas ou internas aos produtos . O em­
                     prego de materiais, especialmente papéis ou carimbos com indicações comerciais, é autorizado
                     desde que a impressão ou a rotulagem sejam feitas com tinta ou cola não tóxicas. As embalagens
                     devem ser isentas de qualquer corpo estranho.
                  C. Apresentação
                     Os frutos da categoria «Extra» devem ser acondicionados em camadas ordenadas.
 ---pagebreak--- 52                               Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                    03 /Fasc. 05
   VI. MARCAÇAO
       Cada embalagem deve trazer no exterior, em caracteres legíveis e indeléveis, as indicações seguintes,
       agrupadas num dos lados da embalagem.
       A. Identificação
           ^"eTou^05^
            ~       ,
                          1I serviço
                                Nome eoficial
                                        morada ou identificação simbólica concedida ou registada por um
            Expedidor      I
       B. Natureza do produto
          — «Maçãs» ou «Peras», se o conteúdo não for visível do exterior,
          — nome da variedade para as categorias «Extra» e «I».
       C. Origem do produto
          País de origem e eventualmente zona de produção ou de demarcação nacional, regional ou local.
       D. Características comerciais
          — categoria,
          — calibre, ou, para os frutos apresentados em camadas ordenadas, número de frutos.
          O calibre é indicado :
          a) Para os frutos sujeitos às regras de homogeneidade, pela menção do diâmetro do frutos mais
              pequeno da embalagem, seguida, eventualmente, do diâmetro do fruto maior da embalagem, ou
              da expressão «e + ».
          b) Para os frutos não sujeitos às regras de homogeneidade, pela menção do diâmetro do fruto mais
              pequeno da embalagem, seguida, eventualmente, do diâmetro maior da embalagem, ou da ex­
              pressão «e + ».
       E. Marca oficial de controlo (facultativa)
 ---pagebreak--- 03 /Fasc. 05                                Jornal Oficial das Comunidades Europeias                        53
                                                              QUADRO A •
                                   CRITÉRIOS DE COLORAÇÃO RESPEITANTES A MAÇÃS
             De acordo com a sua coloração, as variedades de maçãs estão classificadas em quatro grupos :
             Grupo A — Variedades vermelhas
             Categoria «Extra»: pelo menos 3/4 de superfície do fruto de coloração vermelha.
             Categoria «I»: pelo menos 1 /2 da superfície do fruto de coloração vermelha.
             Categoria «II» e «III»: pelo menos 1 /4 de superfície do fruto de coloração vermelha.
             Variedades
             — Black Ben Davis,
             — Democrat,
             — King David,
             — Red Delicious ,
             — Red Rome,
             — Red Stayman (Staymared),
             — Red York,
             — Richared et mutations (Richared und Mutationen, Richared e mutazioni, Richared en mutaties),
             — Stark Delicious,
             — Starking,
             — Winesap (Winter Winesap),
             — Spartan,
             — Rose de Berne (Berner Rosenapfel),                                              v
             — Cherry Cox,
             — Reinette étoilée (Sternrenette, Sterappel).
             Grupo B — Variedades de coloração mista-vermelha (coloração viva da parte vermelha)
             Categoria «Extra»: pelo menos 1 /2 da superfície do fruto de coloração vermelha.
             Categoria «I»: pelo menos 1 /3 da superfície do fruto de coloração vermelha.
             Categorias «II» e «III»: pelo menos 1 / 10 da superfície do fruto de coloração vermelha.
             Variedades
             — Belfort (Pella)
             — Boskoop rouge (Roter Boskoop, Boskoop rossa, Rode Boskoop),
             — Cortland,
             — Delicious ordinaire (gewöhnlicher Delicious, Delicious comune, gewone Delicious),
             — Ingrid Marie,
 ---pagebreak--- 54                                Jornal Oficial das Comunidades Europeias                   03 /Fasc . 05
   — Jonathan,
   — Mc Intosh,
   — Morgenduft (Rome Beauty),
   — Stayman Winesap,
   — Tydeman's early Worcester,
   — Wealthy,
   — York,
   — Gravenstein rouge (roter Gravensteiner, Gravenstein rossa, rode Gravensteiner),
   — James Grieve rouge (roter James Grieve, James Grieve rossa, rode James Grieve),
   — Ontário,
   — Rambour franc (Französischer Rambour),
   — Wagener,
   — Worcester Parmain .
   Grupo C — Variedades estriadas, ligeiramente coloridas
   Categoria «Extra»: pelo menos 1 /3 da superfície do fruto de coloração vermelha estriada.
   Categoria «I»: pelo menos 1 / 10 da superfície do fruto de coloração vermelha estriada.
   Categorias «II» e «III»: —
   Variedades
   — Cox's orange pippin,
   — Imperatore,
   — Reine des Reinettes (Goldparmãne, King of the pippins),
   -— Rose de Caldaro (Kalterer),
   — Laxton's Superb,
   — Stark's Earliest,
   — Berlepsch,
   — Commercio,
   — Ellison's orange,
    — Oldenburg,
   — Pomme raisin,
   — Abbondanza .
    Grupo D
    Outras variedades .
 ---pagebreak--- 03 / Fasc . 05                                   Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                                 55
                                                                  QUADRO B
                                           CRITÉRIOS RELATIVOS A CAREPA NAS MAÇAS
               Variedades de maçãs para as quais a carepa é uma característica epidérmica da variedade e não constitui
               um defeito, se for conforme ao aspecto varietal típico.
               Lista limitativa
               — Groupe des Boskoop (Gruppe Boskoop, Gruppo delle Boskoop, Boskoop groep),
               — Groupe des Cox's orange (Gruppe Cox's orange, Gruppo delle Cox's orange, Cox's orange groep),
               — Ingrid Marie,
               — Laxton's Superb,
               — Reinette du Canada (Kanada Renette, Renetta del Canada, Reinette van Canada),
               — Reinette grise (Graue Renette, Renette grige, Gnjze reinette),
               — Golden Russet,
               — Yellow Newtown (Albermarle Pippin),
               — Sturmer Pippin,
               — Dunns Seedling.
               Para as variedades não mencionadas acima, a carepa é admitida dentro dos seguintes limites :
                                                                                                                      Tolerância das
                                        « Extra»                     «I»                    « II » e « III »
                                                                                                                  categorias «II» e «III»
 i) Manchas acastanhadas        — que não ultrapas­ — podendo ultrapas­ — podendo ultrapas­ — frutos não susceptíveis de­
                                   sem a cavidade pe­         sar ligeiramente a        sar ligeiramente a     prejudicar seriamente o
                                   duncular                   cavidade peduncu­         cavidade pendun­       aspecto ou o estado da em­
                                                              lar ou pistilar           cular ou pistilar      balagem
                                — não rugosas             — não rugosas             — ligeiramente rugo­
                                                                                       sas
                                                                 Máximo admitido na superfície do fruto
ii) Carepa
    — reticular fina            — ligeiros vestígios                 Vs                           V2         — frutos não susceptíveis de
       (não    contrastando        isolados de carepa                                                          prejudicar seriamente o
       muito com a colora­         que não afectem o                                                           aspecto ou o estado da em­
       ção geral do fruto)         aspecto geral do                                                            balagem
                                  fruto ou da emba­
                                  lagem
    — densa                     — isenta                            V20                           Vî         — frutos não susceptíveis de
                                                                                                               prejudicar seriamente o
                                                                                                               aspecto ou o estado da em­
                                                                                                               balagem
    — acumulação
       (com excepção das
       manchas acastanha­
       das admitidas nas
       condições acima in­
       dicadas)
       Em todo o caso, a
       carepa fina e a ca­
       repa densa não po­
       dem, no conjunto,
       ultrapassar :                                                 Ví                           V2         — frutos não susceptíveis de
                                                                                                               prejudicar seriamente o
                                                                                                               aspecto ou o estado da em­
                                                                                                               balagem
 ---pagebreak--- 56                                   Jornal Oficial das Comunidades Europeias                               03 / Fasc. 05
                                                         QUADRO C
          LISTA DAS VARIEDADES DE MAÇAS E PERAS DE MESA DE FRUTOS GRANDES (»)
   1 . Maçãs
       — Belle de Boskoop et mutations (Boskoop und Mutationen, Bella di Boskoop e mutazioni, Schone
          van Boskoop of Goudreinette en mutaties),
       — Golden Delicious,
       — Gravenstein (Gravensteiner),
       — James Grieve et mutations (James Grieve und Mutationen, James Grieve e mutazioni, James Grieve
          en mutaties),
       — Reinette de Landsberg (Landsberger, Landsberger Reinette),
       — Triomphe de Luxembourg (Luxemburger Triumph),
       — Ontário,
       — Rambour d'hiver (Winter Rambour, Winterrambour),
       — Transparente de Croncels (Croncels),
       — Winter Banana (Winter-Bananenapfel),
       — Groupe des Calvilles (Gruppe Kalvill, Gruppo delle Calville, Calvillegroep),
       — Red Delicious et mutations (Red Delicious und Mutationen, Red Delicious e mutazioni, Red Deli­
          cious en mutaties),
       — Starkrimson,
       — Reinette bianche et Reinette grise du Canada (Kanada Renette, Renetta del Canada, Reinette van
          Canada),
       — Black Stayman,
       — Staymanred,
       — Stayman Winesap,
       — Jacques Lebel (Lebel, Jacob Lebel),
       — Belle fleur double (Doppelter Bellefleur, Dubbele Bellefleur),
       — Bramley's Seedling (Bramley, Triomphe de Kiel),
       — Bismarck,
       — Black Ben Davis,
       — Democrat,
       — Morgenduft (Rome Beauty),
       — Imperatore,
       — Charles Ross,
       — Cox pomona,
       — Crimson Bramley,
       — Ellison's orange (Ellison),
       — Reinette de France (Franse Reinette, Renetta di Francia),
       — Saure Gamerse (Gamerse zure),
       — Glorie von Holland (Glorie van Holland),
       — Grossherzog Friedrich von Baden (Groothertog Frederik van Baden),
       — Graham (Graham Royal Jubile),
       — Tydeman's Early Worcester,
   (*) São incluídas como tais, as maçãs e peras apresentadas na Categoria «II» sem indicação de variedade.
 ---pagebreak--- 03 / Fasc. 05                               Jornal Oficial das Comunidades Europeias                           57
                  — Lane's Prince Albert,
                  — Lemoen Apfel (Lemoenappel),
                  — Notarapfel (Notaris, Notarisappel),
                  — Orleans Reinette,
                  — Pater v. d . Elsen,
                  — Signe Tillisch,
                  — Kõnigin (The Queen),
                  — Zigeunerin,
                  — Altländer,
                  — Finkenwerder,
                  — Gelber Edel,
                  — Blenheim,
                  — Brettacher,
                  — Horneburger,
                  — Jacob Fisher,
                  — Musch,
                  — Zabergäu,
                  — Melrose .
              2 . Peras
                  — Doyenné du Comice (Vereinsdechant, Decana del Comizio),
                  — Triomphe de Vienne (Triumph von Vienne, Trionfo di Vienna),
                  — Jeanne d'Arc,
                  — Beurré Hardy (Gellerts, Butirra Hardy),
                  — Beurré Alexandre Lucas (Lucas, Butirra Alessandro Lucas),
                  — Beurré Lebrun (Butirra Lebrun),
                  — Curé (Curato, Pastoren),
                  — Passe Crassane (Passa Crassana),
                  — Beurré Clairgeau (Clairgeaus Butterbirne, Butirra Clairgeau),
                  — Beurré Diel (Diels Butterbirne , Butirra Diel),
                  — Duchesse d'Angoulême (Herzogin von Angoulême, Duchessa d'Angoulême),
                  — Packham's Triumph (William d'Automne),
                  — Marguerite Marillat (Margherita Marillat),
                  — William's Duchess (Pitmaston),
                  — Catillac (Pondspeer, Ronde Gratio, Grand Monarque, Chartreuse),
                  — Souvenir du Congrès (Kongress),
                  — Doyenné d hiver (Decana d'inverno),
                  — Abbé Fétel (Abato Fetel),
                  — Empereur Alexandre (Beurré Bosc, Beurré d'Apremont, Imperatore Alessandro, Calebasse Bosc,
                      Kaiser Alexander, Bosc).
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                                                  QUADRO D
   Variedade de peras de verão para as quais não é exigido o calibre mínimo e que são comercializadas de
                                      10 de Junho a 31 de Julho de cada ano
   — Précoce de Trévoux (Frühe von Trévoux, Precoce di Trévoux),
   — André Desportes,
   — Colorée de Juillet (Bunte Juli),
   — Beurré Giffard (Giffards Butterbirne, Butirra Giffard),
   — Bergamotten,
   — Beurré Gris,
   — Buntrocks,
   — Hartleffs ,
   — Gramshirtle,
   — Witthöftsbirne,
   — Beurré précoce Morettini (Butirra precoce Morettini),
   — Carusella,
   — Coscia,
   — Gentile,
   — Gentile Bianca di Firenze,
   — Gentilona,
   — Giardina,
   — Moscatella,
   — Precoce di Altedo,
   — Spadoncina,
   — Wilder,
   — Santa Maria,
   — Claude Blanchet,
   — Oomskinderen .