CELEX: 62018TN0350
Language: pt
Date: 2018-06-05 00:00:00
Title: Processo T-350/18: Recurso interposto em 5 de junho de 2018 — Euronet Consulting/Comissão

201807060621993562018/C 259/683502018TC25920180723PT01PTINFO_JUDICIAL20180605505122Processo T-350/18: Recurso interposto em 5 de junho de 2018 — Euronet Consulting/Comissão
 ---documentbreak--- C2592018PT5020120180605PT0068502512Recurso interposto em 5 de junho de 2018 — Euronet Consulting/Comissão
   (Processo T-350/18)2018/C 259/68Língua do processo: inglês
      Partes
   
   
      Recorrente: Euronet Consulting EEIG (Bruxelas, Bélgica) (representantes: P. Peeters e R. van Cleemput, advogados)
   
      Recorrida: Comissão Europeia
   
      Pedidos
   
   A recorrente conclui pedindo que o Tribunal Geral se digne:
   
            —
         
         
            anular a decisão da recorrida de data desconhecida, comunicada à recorrente por carta de 26 de março de 2018, que rejeita a sua proposta para o lote 2 do concurso EuropeAid/138778/DH/SER/Multi — Contrato-Quadro relativo à prestação de ajuda externa 2018 (FWC SIEA 2018), e adjudica o contrato a dez outros proponentes;
         
      
            —
         
         
            condenar a recorrida nas despesas.
         
      
      Fundamentos e principais argumentos
   
   Em apoio do seu recurso, a recorrente invoca quatro fundamentos.
   
            1.
         
         
            Com o primeiro fundamento, a recorrente alega que um grupo jurídico estava representado duas vezes num mesmo lote.
         
      
            2.
         
         
            Com o segundo fundamento, a recorrente alega que uma pessoa coletiva atuou duas vezes como chefe de fila de um consórcio e uma terceira vez como membro de um consórcio.
         
      
            3.
         
         
            Com o terceiro fundamento, a recorrente alega que um grupo jurídico estava representado em mais de dois lotes.
         
      
            4.
         
         
            Com o quarto fundamento, a recorrente alega que um grupo jurídico atuou como chefe de fila em mais de dois lotes.