CELEX: 52013JC0012
Language: pt
Date: 2013-04-30
Title: Proposta conjunta de REGULAMENTO DO CONSELHO relativo a medidas restritivas contra a Mianmar/Birmânia e que revoga o Regulamento (CE) n.º 194/2008

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		52013JC0012
		
			Proposta conjunta de REGULAMENTO DO CONSELHO relativo a medidas restritivas contra a Mianmar/Birmânia e que revoga o Regulamento (CE) n.º 194/2008 /* JOIN/2013/012 final - 2013/0144 (NLE) */
			
				
		
		
			
			   	EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
(1)              
O Regulamento (CE) n.º 194/2008 do Conselho prevê a
adoção de determinadas medidas em relação à Mianmar/Birmânia, incluindo
restrições sobre certas exportações provenientes deste país e o congelamento
dos ativos de certas pessoas e entidades. 
(2)              
A fim de incentivar a continuação das mudanças
positivas, o Conselho decidiu levantar todas as medidas restritivas, com
exceção do embargo de armamento e do embargo dos equipamentos suscetíveis de
serem utilizados para fins de repressão interna.
(3)              
A Alta Representante da União para os Negócios
Estrangeiros e a Política de Segurança e a Comissão propõem manter essas
medidas restritivas no regulamento agora proposto e revogar o Regulamento (CE)
n.º 194/2008,
2013/0144 (NLE)
Proposta conjunta de
REGULAMENTO DO CONSELHO
relativo a medidas restritivas contra a
Mianmar/Birmânia e que revoga o Regulamento (CE) n.º 194/2008
O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,
Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento
da União Europeia, nomeadamente o artigo 215.º,
Tendo em conta a Decisão 2013/184/PESC do
Conselho, relativa a medidas restritivas contra a Mianmar/Birmânia e que revoga
a Decisão 2010/232/PESC,
Tendo em conta a proposta conjunta da Alta
Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança
e da Comissão,
Considerando o seguinte:
(1)       O Regulamento (UE) n.º
194/2008 do Conselho prevê a adoção de determinadas medidas em relação a
Mianmar/Birmânia, incluindo restrições sobre certas exportações provenientes deste
país e o congelamento dos ativos de certas pessoas e entidades. 
(2)       Pela Decisão 2013/184/PESC do
Conselho, e a fim de incentivar a continuação das mudanças positivas, o
Conselho decidiu levantar todas as medidas restritivas, com exceção do embargo
de armamento e do embargo dos equipamentos suscetíveis de serem utilizados para
fins de repressão interna.
(3)       O Regulamento (CE) n.º
194/2008 do Conselho deve ser revogado.
(4)       A fim de garantir a eficácia
das medidas nele previstas, o presente regulamento deve entrar em vigor no dia
da sua publicação,
ADOTOU O PRESENTE REGULAMENTO:
Artigo 1.º
Para efeitos do presente regulamento,
entende-se por:
(a)     «Importação», a entrada de mercadorias no território aduaneiro da União
ou noutros territórios aos quais o Tratado seja aplicável, nas condições
previstas no seu artigo 299.º. Inclui, na aceção do Regulamento (CEE) n.º
2913/92 do Conselho, de 12 de Outubro de 1992, que estabelece o Código
Aduaneiro Comunitário[1], a colocação numa zona franca ou num entreposto
franco, a sujeição a um regime suspensivo ou a introdução em livre prática, mas
exclui o trânsito e o armazenamento temporário;
(b)     «Exportação», a
saída de mercadorias do território aduaneiro da União ou de outros territórios
aos quais o Tratado seja aplicável, nas condições previstas no seu artigo 299.º.
Inclui, na aceção do Regulamento (CEE) n.º 2913/92, a saída de mercadorias que
exija uma declaração aduaneira e a saída de mercadorias depois de colocadas
numa zona franca de controlo de tipo I ou num entreposto franco, mas exclui o
trânsito;
(c)     «Exportador»,
qualquer pessoa singular ou coletiva em cujo nome é efetuada uma declaração de
exportação, ou seja a pessoa que, no momento em que a declaração é aceite,
detém o contrato com o destinatário no país terceiro e está habilitada a enviar
o artigo para fora do território aduaneiro da União ou de outros territórios
aos quais o Tratado seja aplicável;
(d)     «Assistência
técnica», qualquer apoio técnico relacionado com reparação, desenvolvimento,
fabrico, montagem, ensaio, manutenção ou qualquer outro serviço técnico,
podendo assumir formas tais como instrução, assessoria, formação, transmissão
de conhecimentos práticos ou de capacidades ou serviços de consultoria. A
assistência técnica inclui a assistência prestada oralmente;
(e)     «Território da União»,
os territórios aos quais o Tratado é aplicável, nas condições nele previstas.
Artigo 2.º
Restrições
à exportação
1.           É proibido vender, fornecer,
transferir ou exportar, direta ou indiretamente, equipamento que possa ser
utilizado para fins de repressão interna, tal como enumerado no anexo I,
originário ou não da União, para qualquer pessoa singular ou coletiva, entidade
ou organismo da Mianmar/Birmânia ou para utilização neste país.
2.           O disposto no n.º 1 não é
aplicável ao vestuário de proteção, incluindo coletes à prova de bala e
capacetes, temporariamente exportado para a Mianmar/Birmânia pelo pessoal das
Nações Unidas ou da União Europeia ou dos seus Estados‑Membros, pelos
representantes dos meios de comunicação social e pelo pessoal das organizações
humanitárias e de ajuda ao desenvolvimento, bem como pelo pessoal a eles
associado, exclusivamente para seu uso pessoal.
Artigo 3.º
1.           É proibido:
(a)     Prestar assistência
técnica relacionada com atividades militares e com o fornecimento, o fabrico, a
manutenção e a utilização de armamento e material conexo de qualquer tipo,
incluindo armas e munições, veículos e equipamento militares, equipamento
paramilitar e respetivas peças sobresselentes, direta ou indiretamente, a qualquer
pessoa singular ou coletiva, entidade ou organismo da Mianmar/Birmânia ou para
utilização neste país;
(b)     Financiar ou prestar
assistência financeira relacionada com atividades militares, incluindo, em especial
subvenções, empréstimos e seguros de crédito à exportação, para qualquer venda,
fornecimento, transferência ou exportação de armamento e material conexo,
direta ou indiretamente, a qualquer pessoa singular ou coletiva, entidade ou
organismo da Mianmar/Birmânia ou para utilização neste país.
2.           É proibido:
(a)     Prestar assistência
técnica relacionada com o equipamento suscetível de ser utilizado para fins de
repressão interna enumerado no anexo I, direta ou indiretamente, a qualquer
pessoa singular ou coletiva, entidade ou organismo da Mianmar/Birmânia ou para
utilização neste país;
(b)     Financiar ou prestar
assistência financeira relacionada com o equipamento enumerado no anexo I, incluindo,
em especial, subvenções, empréstimos e seguros de crédito à exportação, direta
ou indiretamente, a qualquer pessoa singular ou coletiva, entidade ou organismo
da Mianmar/Birmânia ou para utilização neste país.
3.           É proibida a participação,
com conhecimento de causa e intencionalmente, em atividades que tenham por
objeto ou efeito contornar, as proibições previstas nos n.os 1 e 2.
4.           As proibições previstas nos
n.os 1 e 2, alínea b), não darão origem a
qualquer tipo de responsabilidade por parte das pessoas singulares ou coletivas
ou entidades em causa, se estas não tinham conhecimento nem deviam
razoavelmente suspeitar que as suas ações constituiriam uma infração a estas
proibições.
Artigo 4.º
1.           Em derrogação do disposto no
artigo 2.º, n.º 1, e no artigo 3.º, n.º 2, as autoridades
competentes dos Estados-Membros, indicadas nos sítios Internet enumerados no
anexo II, podem autorizar, nas condições que considerem adequadas:
(a)     A venda, o
fornecimento, a transferência ou a exportação de equipamento suscetível de ser
utilizado para fins de repressão interna, enumerado no anexo I, e que se destine exclusivamente a ser utilizado
para fins humanitários ou de proteção, ou no âmbito de programas de
desenvolvimento institucional da Organização das Nações Unidas e da União
Europeia, ou para operações de gestão
de crises conduzidas pela União Europeia ou pelas Nações Unidas;
(b)     A venda, o
fornecimento, a transferência ou a exportação de equipamento e materiais a
utilizar em operações de desminagem;
(c)     O financiamento e a
prestação de assistência financeira e de assistência técnica relacionados com o
equipamento, os materiais, os programas e as operações mencionados nas alíneas
a) e b) supra.
2.           Em derrogação do disposto no
artigo 3.º, n.º 1, as autoridades competentes dos
Estados-Membros, indicadas no anexo II, podem autorizar, nas condições que considerem adequadas, o
financiamento e a prestação de assistência financeira e de assistência técnica
relacionados com:
(a)     Equipamento militar
não letal destinado exclusivamente a ser utilizado para fins humanitários ou de
proteção, ou no âmbito de programas de desenvolvimento institucional da
Organização das Nações Unidas e da União Europeia;
(b)     Material destinado a
ser utilizado em operações de gestão de crises conduzidas pela União Europeia e
pelas Nações Unidas.
Artigo 5.º
As autorizações referidas no presente capítulo
não podem ser concedidas para atividades já realizadas.
Artigo 6.º
Disposições
gerais e finais
A Comissão e os Estados Membros devem informar
mútua e imediatamente das medidas adotadas em conformidade com o presente
regulamento e comunicar todas as informações pertinentes de que disponham
relacionadas com o presente regulamento, em especial informações relativas à
violação das suas disposições e a problemas ligados à sua aplicação ou a
decisões dos tribunais nacionais.
Artigo 7.º
A Comissão fica habilitada a alterar o anexo II
com base nas informações prestadas pelos Estados‑Membros.
Artigo 8.º
1.           Os Estados-Membros devem
estabelecer regras relativas às sanções aplicáveis em caso de infração às
disposições do presente regulamento e tomar todas as medidas necessárias para
garantir a sua aplicação. As sanções
previstas devem ser efetivas, proporcionadas e dissuasivas.
2.           Os Estados-Membros devem
comunicar essas regras à Comissão logo após a entrada em vigor do regulamento e
informá-la de qualquer alteração posterior.
Artigo 9.º
1.           Os Estados-Membros devem
designar as autoridades competentes referidas no presente regulamento e
identificá-las nos sítios Internet enumerados no anexo II.
2.           Os Estados-Membros devem
notificar as respetivas autoridades competentes à Comissão imediatamente após a
entrada em vigor do presente regulamento e informá-la de qualquer alteração
posterior.
Artigo 10.º
O presente regulamento é aplicável:
(a)          No território
da União, incluindo o seu espaço aéreo;
(b)          A bordo de
qualquer aeronave ou navio sob a jurisdição de um Estado-Membro;
(c)          A todos os
nacionais de qualquer Estado-Membro, dentro ou fora do território da União;
(d)          A todas as
pessoas coletivas, entidades ou organismos registados ou constituídos nos
termos do direito de um Estado-Membro;
(e)          A todas as
pessoas coletivas, entidades ou organismos para qualquer atividade económica
exercida, total ou parcialmente, na União.
Artigo 11.º
É revogado o Regulamento (CE) n.º 194/2008.
Artigo 12.º
O presente regulamento entra em vigor no dia
da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia.
O presente regulamento é obrigatório
em todos os seus elementos e diretamente aplicável em todos os Estados‑Membros.
Feito em Bruxelas, em
                                                                       Pelo
Conselho
                                                                       O
Presidente
ANEXO I
Lista do equipamento suscetível de ser
utilizado para fins de repressão interna a que se referem os artigos 4.º, 5.º e 9.º
 1. || Armas de fogo, munições e respetivos acessórios, nomeadamente: 1.1. || Armas de fogo não abrangidas pela LM 1 e pela LM 2 da Lista Militar Comum da União Europeia[2]; 
 1.2. || Munições especialmente concebidas para as armas de fogo referidas em 1.1 e respetivos componentes especialmente concebidos para o efeito; 
 1.3. || Miras não abrangidas pela Lista Militar Comum da União Europeia. 
 2. || Bombas e granadas não abrangidas pela Lista Militar Comum da União Europeia. 
 3. || Os seguintes tipos de veículos: 3.1. || Veículos equipados com canhões-de-água, especialmente concebidos ou adaptados para controlo de motins; 
 3.2. || Veículos especialmente concebidos ou adaptados para ser eletrificados a fim de repelir atacantes; 
 3.3. || Veículos especialmente concebidos ou adaptados para remover barricadas, inclusive equipamento de construção com proteção anti-bala; 
 3.4. || Veículos especialmente concebidos para o transporte ou a transferência de prisioneiros e/ou detidos; 
 3.5. || Veículos especialmente concebidos para a colocação de barreiras móveis; 
 3.6. || Componentes para os veículos referidos nos pontos 3.1 a 3.5 especialmente concebidos para o controlo de motins. Nota 1: Este ponto não abrange os veículos especialmente concebidos para o combate a incêndios. Nota 2: Para efeitos do ponto 3.5, o termo "veículos" inclui os atrelados. 
 4. || Substâncias explosivas e equipamento conexo, nomeadamente: 4.1. || Equipamentos e dispositivos especialmente concebidos para desencadear explosões por processos elétricos ou outros, incluindo dispositivos de ignição, detonadores, ignidores, aceleradores de ignição e cordão detonador, e respetivos componentes especialmente concebidos para o efeito, com exceção dos especialmente concebidos para uma utilização comercial específica consistindo no desencadeamento ou funcionamento, por meios explosivos, de outros equipamentos ou dispositivos cuja função não seja a produção de explosões (por exemplo, dispositivos de enchimento de sacos de ar (airbags) para veículos automóveis, protetores de sobretensão elétrica ou atuadores de aspersores de incêndio); 
 4.2. || Cargas explosivas de recorte linear não abrangidas pela Lista Militar Comum da União Europeia; 
 4.3. || Outros explosivos não abrangidos pela Lista Militar Comum da União Europeia e substâncias relacionadas com os mesmos, nomeadamente: (a) amatol; (b) nitrocelulose (com um teor de azoto superior a 12,5 %); (c) nitroglicol; (d) tetranitrato de pentaeritritol (PETN); (e) cloreto de picrilo; (f) 2,4,6-trinitrotolueno (TNT). 
 5. || Equipamento de proteção não abrangido pela LM 13 da Lista Militar Comum da União Europeia, nomeadamente: 5.1. || Fatos blindados com proteção anti-bala e/ou proteção contra armas brancas; 
 5.2. || Capacetes com proteção anti-bala e/ou anti-fragmentação, capacetes anti-motins, escudos anti-motins e escudos anti-bala. Nota: Este ponto não abrange: —o equipamento especialmente concebido para atividades desportivas; —o equipamento especialmente concebido para efeitos de segurança no trabalho. 
 6. || Simuladores para treino na utilização de armas de fogo, que não sejam os abrangidos pela LM 14 da Lista Militar Comum da União Europeia, e programas informáticos especialmente concebidos para o efeito. 
 7. || Equipamento de visão noturna, equipamento de visão térmica e tubos amplificadores de imagem, que não sejam os abrangidos pela Lista Militar Comum da União Europeia. 
 8. || Arame farpado em lâmina. 
 9. || Punhais militares, facas de combate e baionetas com um comprimento de lâmina superior a 10 cm. 
 10. || Equipamento especialmente concebido para produzir os artigos enumerados na presente lista. 
 11. || Tecnologia específica para a conceção, produção e utilização dos artigos enumerados na presente lista. 
ANEXO II
Sítios Internet para informações sobre
as autoridades competentes referidas nos artigos 4.º, 7.º e 8.º
e endereço da Comissão Europeia para o envio de notificações
BÉLGICA
http://www.diplomatie.be/eusanctions
BULGÁRIA
http://www.mfa.bg/en/pages/135/index.html
REPÚBLICA CHECA
http://www.mfcr.cz/mezinarodnisankce
DINAMARCA
http://um.dk/da/politik-og-diplomati/retsorden/sanktioner/
ALEMANHA
http://www.bmwi.de/DE/Themen/Aussenwirtschaft/aussenwirtschaftsrecht,did=404888.html
ESTÓNIA
http://www.vm.ee/est/kat_622/
IRLANDA
http://www.dfa.ie/home/index.aspx?id=28519
GRÉCIA
http://www.mfa.gr/en/foreign-policy/global-issues/international-sanctions.html
ESPANHA
http://www.maec.es/es/MenuPpal/Asuntos/Sanciones%20Internacionales/Paginas/Sanciones_%20Internacionales.aspx
FRANÇA
http://www.diplomatie.gouv.fr/autorites-sanctions/
ITÁLIA
http://www.esteri.it/MAE/IT/Politica_Europea/Deroghe.htm
CHIPRE
http://www.mfa.gov.cy/sanctions
LETÓNIA
http://www.mfa.gov.lv/en/security/4539
LITUÂNIA
http://www.urm.lt/sanctions
LUXEMBURGO
http://www.mae.lu/sanctions
HUNGRIA
http://www.kulugyminiszterium.hu/kum/hu/bal/Kulpolitikank/nemzetkozi_szankciok/
MALTA
http://www.doi.gov.mt/EN/bodies/boards/sanctions_monitoring.asp
PAÍSES BAIXOS
www.rijksoverheid.nl/onderwerpen/internationale-vrede-en-veiligheid/sancties
ÁUSTRIA
http://www.bmeia.gv.at/view.php3?f_id=12750&LNG=en&version=
POLÓNIA
http://www.msz.gov.pl
PORTUGAL
http://www.min-nestrangeiros.pt
ROMÉNIA
http://www.mae.ro/node/1548
ESLOVÉNIA
http://www.mzz.gov.si/si/zunanja_politika_in_mednarodno_pravo/zunanja_politika/mednarodna_varnost/omejevalni_ukrepi/

ESLOVÁQUIA
http://www.mzv.sk/sk/europske_zalezitosti/sankcie_eu-sankcie_eu
FINLÂNDIA
http://formin.finland.fi/kvyhteistyo/pakotteet
SUÉCIA
http://www.ud.se/sanktioner
REINO UNIDO
www.fco.gov.uk/competentauthorities
Endereço da Comissão Europeia para o envio
de notificações:
Comissão Europeia 
Serviço dos Instrumentos de Política Externa
(FPI)
SEAE 02/309
B-1049 Bruxelas 
Bélgica
E-mail: relex-sanctions@ec.europa.eu
[1]               JO L 302 de 19.10.1992, p. 1. Regulamento com a última
redação que lhe foi dada pelo Regulamento n.º1791/2006 (JO L 363 de 20.12.2006,
p. 1).
[2]               Lista militar comum da União Europeia (aprovada pelo
Conselho em 19 de Março de 2007) (equipamento abrangido pelo Código de Conduta
da União Europeia relativo à Exportação de Armas) (atualiza e substitui a Lista
Militar Comum da União Europeia aprovada pelo Conselho em 27 de Fevereiro de
2006) (JO L 88 de 29.3.2007, p. 58).