CELEX: 62016TA0427
Language: pt
Date: 2017-06-29 00:00:00
Title: Processos T-427/16 a T-429/16: Acórdão do Tribunal Geral de 29 de junho de 2017 — Martín Osete/EUIPO — Rey (AN IDEAL WIFE E O.) [«Marca da União Europeia — Processo de extinção — Marcas nominativas da União Europeia AN IDEAL WIFE, AN IDEAL LOVER e AN IDEAL HUSBAND — Inexistência de uso sério das marcas — Artigo 51.°, n.° 1, alínea a), do Regulamento (CE) n.° 207/2009 — Inexistência de justificação para a não utilização»]

21.8.2017   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 277/42
            
         Acórdão do Tribunal Geral de 29 de junho de 2017 — Martín Osete/EUIPO — Rey (AN IDEAL WIFE E O.)
   (Processos T-427/16 a T-429/16) (1)
   
   ([«Marca da União Europeia - Processo de extinção - Marcas nominativas da União Europeia AN IDEAL WIFE, AN IDEAL LOVER e AN IDEAL HUSBAND - Inexistência de uso sério das marcas - Artigo 51.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (CE) n.o 207/2009 - Inexistência de justificação para a não utilização»])
   (2017/C 277/62)
   Língua do processo: inglês
   
      Partes
   
   
      Recorrente: Isabel Martín Osete (Paris, França) (representante: V. Wellens, advogado)
   
      Recorrido: Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (representante: D. Gája, agente)
   
      Outra parte no processo na Câmara de Recurso, interveniente no Tribunal Geral: Danielle Rey (Toulouse, França) (representantes: P. Wallaert e J. Cockain-Barere, advogados)
   
      Objeto
   
   Recursos das decisões da Segunda Câmara de Recurso do EUIPO de 21 de abril de 2016 (processos R 1528/2015-2, R 1527/2015-2 e R 1526/2015-2), relativas a processos de extinção entre D. Rey e I. Martín Osete.
   
      Dispositivo
   
   
               1)
            
            
               É negado provimento aos recursos.
            
         
               2)
            
            
               Isabel Martín Osete é condenada nas despesas.
            
         
      (1)  JO C 343, de 19.9.2016.