CELEX: 62018CN0176
Language: pt
Date: 2018-03-07 00:00:00
Title: Processo C-176/18: Pedido de decisão prejudicial apresentado pelo Tribunal Supremo (Espanha) em 7 de março de 2018 — Club de Variedades Vegetales Protegidas/Adolfo Juan Martínez Sanchís

201806010281917502018/C 211/141762018CJC21120180618PT01PTINFO_JUDICIAL20180307111222Processo C-176/18: Pedido de decisão prejudicial apresentado pelo Tribunal Supremo (Espanha) em 7 de março de 2018 — Club de Variedades Vegetales Protegidas/Adolfo Juan Martínez Sanchís
 ---documentbreak--- C2112018PT1120120180307PT0014112122Pedido de decisão prejudicial apresentado pelo Tribunal Supremo (Espanha) em 7 de março de 2018 — Club de Variedades Vegetales Protegidas/Adolfo Juan Martínez Sanchís
   (Processo C-176/18)2018/C 211/14Língua do processo: espanhol
      Órgão jurisdicional de reenvio
   
   Tribunal Supremo
   
      Partes no processo principal
   
   
      Recorrente: Club de Variedades Vegetales Protegidas
   
      Recorrido: Adolfo Juan Martínez Sanchís
   
      Questões prejudiciais
   
   
            1)
         
         
            Num caso em que um agricultor tenha adquirido mudas de uma variedade vegetal num viveiro (estabelecimento de um terceiro) e as tenha plantado antes de a concessão dessa variedade ter produzido efeitos, para que a atividade posterior realizada pelo agricultor, consistente em fazer as sucessivas colheitas das árvores, seja abrangida pelo ius prohibendi do artigo 13.o, n.o 2, do Regulamento (CE) n.o 2100/94 (
                  1
               ), é necessário que os requisitos estabelecidos no n.o 3 deste artigo estejam preenchidos, por se entender que se trata de material de colheita? Ou deve entender-se que esta atividade de colheita constitui um ato de produção ou reprodução da variedade, que dá lugar ao «material de colheita», cuja proibição pelo titular da variedade vegetal não exige o preenchimento dos requisitos do n.o 3?
         
      
            2)
         
         
            Uma interpretação segundo a qual o sistema de proteção em cascata abrange qualquer das condutas descritas na questão 2 que tenham por objeto o «material de colheita», incluindo a própria colheita, ou apenas as posteriores à produção deste material colhido, como sejam o armazenamento e a sua comercialização está em conformidade com o artigo 13.o, n.o 3, do Regulamento (CE) n.o 2100/94?
         
      
            3)
         
         
            Na aplicação do sistema de extensão da proteção em cascata ao «material de colheita» prevista no artigo 13.o, n.o 3, do Regulamento (CE) n.o 2100/94, para que o primeiro requisito seja preenchido é necessário que a aquisição das mudas se tenha realizado depois de o titular ter obtido a proteção comunitária da variedade vegetal, ou seria suficiente que, nessa data, gozasse apenas de proteção provisória, por essa aquisição se ter realizado no período compreendido entre a publicação do pedido e o início dos efeitos da concessão da variedade vegetal?
         
      (
         1
      )	Regulamento (CE) n.o 2100/94 do Conselho, de 27 de julho de 1994, relativo ao regime comunitário de proteção das variedades vegetais (JO 1994, L 227, p. 1).