CELEX: 31981R1859
Language: pt
Date: 1981-07-06 00:00:00
Title: Regulamento (CEE) nº 1859/81 da Comissão, de 6 de Julho de 1981, que altera o Regulamento (CEE) nº 2727/70 relativo às modalidades de intervenção no sector do tabaco em rama

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31981R1859

Regulamento (CEE) nº 1859/81 da Comissão, de 6 de Julho de 1981, que altera o Regulamento (CEE) nº 2727/70 relativo às modalidades de intervenção no sector do tabaco em rama  

Jornal Oficial nº L 185 de 07/07/1981 p. 0012 - 0014 Edição especial finlandesa: Capítulo 3 Fascículo 13 p. 0146  Edição especial espanhola: Capítulo 03 Fascículo 22 p. 0121  Edição especial sueca: Capítulo 3 Fascículo 13 p. 0146  Edição especial portuguesa: Capítulo 03 Fascículo 22 p. 0121 

REGULAMENTO (CEE) No 1859/81 DA COMISSÃO de 6 de Julho de 1981 que altera o Regulamento (CEE) no 2727/70 relativo às modalidades de intervenção no sector do tabaco em ramaA COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia,  Tendo em conta o Regulamento (CEE) no 727/70 do Conselho, de 21 de Abril de 1970, que estabelece uma organização comum de mercado no sector do tabaco em rama (1), com a última redacção que lhe foi dada pelo Acto de Adesão da Grécia e, nomeadamente, o no  10 do seu artigo 6o e o no 3 do seu artigo 12o A,  Considerando que o artigo 12o A do Regulamento (CEE) no 727/70 prevê que as quantidades de tabaco embalado da mesma variedade e da mesma colheita sejam tomadas a cargo pelos organismos de intervenção a preço reduzido quando excedem uma certa percentagem  da produção de uma empresa de primeira transformação acondicionamento para a variedade em causa;  Considerando que, para facilitar os controlos e evitar que a medida seja desvirtuada, é necessário que as empresas que dispõem de vários locais de controlo tomem em consideração separadamente a produção de cada um dos locais para os quais são  estabelecidos o controlo e o certificado de prémio previstos pelo Regulamento (CEE) no 1726/70 da Comissão, de 25 de Agosto de 1970, relativo às modalidades de concessão do prémio para o tabaco em folha (2), com a última redacção que lhe foi dada pelo  Regulamento (CEE) no 3477/80 (3);  Considerando que o certificado de prémio é emitido, por variedade, no momento em que o tabaco em folha é colocado sob controlo; que o certificado é completado à medida que se desenrolam as operações de primeira transformação e acondicionamento do  tabaco; que o certificado é exigido quando os organismos de intervenção tomam o tabaco a cargo; que o mesmo permite portanto saber quais as quantidades de folhas tratadas como as quantidades produzidas de tabaco embalado; que o dito certificado permite  por conseguinte saber qual a relação entre a produção e a parte entregue para a intervenção;  Considerando que, para establecer a equivalência entre as quantidades produzidas de tabaco embalado e as quantidades de tabaco em folha de onde aquele provém, é necessário utilizar um coeficiente de transformação, diferenciado por variedades, que  traduza as perdas de peso que se verificam no decorrer das operações de primeira transformação e acondicionamento e que devem ser consideradas normais para empresas instaladas na Comunidade ebem geridas;  Considerando que, para estar em condições de calcular o preço a aplicar às quantidades oferecidas, o organismo de intervenção deverá saber, para cada oferta de uma dada empresa, se se trata da totalidade da produção dessa empresa para a qual se solicita  a intervenção ou se se trata de uma entrega parcial;  Considerando que há conveniência em excluir a possibilidade de apresentar, na parte da produção a pagar ao preço de intervenção derivado máximo, unicamente as qualidades para as quais o preço a pagar seria o mais elevado, tendo em conta as bonificações;  que, por este facto, é necessário utilizar um preço de intervenção derivado médio, calculado proporcionalmente às quantidades de diferentes qualidades que perfazem a totalidade da entrega; que convém especificar as modalidades de pagamento a aplicar no  caso de a entrega ser feita em várias partes;  Considerando que convém, partanto, alterar o Regulamento (CEE) no 1727/70 da Comissão (4), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) no 290/81 (5);  Considerando que as medidas previstas no presente regulamento estão conformes com o parecer do Comité de Gestão do Tabaco em Rama,  ADOPTOU O PRESENTE REGULAMENTO:   Artigo 1o  O Regulamento (CEE) no 1727/70 é alterado do seguinte modo:  1. Ao no 1 do artigo 1o, é editado o parágrafo seguinte:  «Todas as ofertas à intervenção de tabaco embalado apresentadas por uma empresa de primeira transformação e acondicionamento serão acompanhadas de uma declaração indicando se, para a variedade e a colheita em questão, a empresa tem a intenção de  apresentar posteriormente outras ofertas à intervenção.» 2. É inserido o artigo seguinte:  «Artigo 3o A 1. Para efeitos de aplicação do artigo 12o A do Regulamento (CEE) no 727/70:  a) O limiar de produção de tabaco embalado da empresa, a partir do qual o preço de intervenção derivado é reduzido em 10 %, é calculado separadamente para cada variedade com base na quantidade de tabaco embalado obtida na sequência das operações de  primeira transformação é acondicionamento do tabaco em folha em cada um dos locais para o qual a empresa solicitou que seja instaurado o controlo referido no artigo 1o do Regulamento (CEE) no 1726/70 e para o qual foi emitido o certificado de prémio  previsto no artigo 2o do referido regulamento;  b) A quantidade de tabaco embalado equivalente à quantidade de tabaco em folha tratada por uma empresa igual á quantidade de tabaco embalado, expressa em peso líquido, que deve ser obtida por aplicação do coeficiente de transformação referido no no 2,  na sequência das operações de primeira transformação e acondicionamento, a partir da quantidade de tabaco em folha, expressa em peso líquido, inscrita no certificado de prémio.  2. Os coeficientes de transformação entre o tabaco em folha e tabaco embalado são fixados para cada variedade no Anexo V.» 3. O artigo 5o passa a ter a seguinte redacção:  «Artigo 5o 1. El preço pago pelo organismo de intervenção é calculado em relação ao peso líquido do tabaco descarregado no armazém.  Para a definição do peso líquido, o teor de humidade é determinado por meio de um dos métodos comunitários previstos no no 1 do artigo 1o A do Regulamento (CEE) no 1726/70.  2. Para o tabaco em folha, o preço pago pelo organismo de intervenção será o preço válido para a variedade, qualidade e ano de colheita do tabaco tomado a cargo.  3. Para o tabaco embalado que é fornecido de uma só vez:  a) Se a entrega não ultrapassar o limiar referido no no 1, alínea a), do artigo 3o A, o preço pago pelo organismo de intervenção será o preço pago pelo organismo de intervenção será o preço válido para a variedade, a qualidade e o ano de colheita do  tabaco tomado a cargo;  b) Se a entrega ultrapassar o limiar referido no no 1, alínea a), do artigo 3o A, o preço pago pelo organismo de intervenção será:  - para a quantidade que não exceda o referido limiar, um preço igual à média, ponderada por quantidades, dos preços de intervenção derivados válidos para as diferentes qualidades que perfazem a totalidade da entrega,  - para a quantidade excedentária, o preço mencionado no primeiro travessão, reduzido em 10 %.  4. Para o tabaco embalado fornecido por várias vezes:  a) Por cada um destes fornecimentos, o organismos de intervenção paga um montante provisório calculado, para a quantidade fornecida, com base no preço de intervenção derivado válido para cada uma das qualidades que perfazem o fornecimento, reduzido em  10 %;  b) Após a tomada a cargo do último fornecimento, o organismo de intervenção calcula o montante total a pagar de acordo com o disposto no no 3 e liquida o saldo.» 4. O anexo do presente regulamento é aditado aos outros anexos como Anexo V.   Artigo 2o  O presente regulamento entra em vigor no terceiro dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial das Comunidades Europeias.  O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e directamente aplicável em todos os Estados-membros.  Feito em Bruxelas em 6 de Julho de 1981.  Pela Comissão O Presidente Gaston THORN   (1) JO no L 94 de 28. 4. 1970, p. 1.(2) JO no L 191 de 27. 8. 1970, p. 1.(3) JO no L 363 de 31. 12. 1980, p. 81.(4) JO no L 191 de 27. 8. 1970, p. 5.(5) JO no L 32 de 4. 2. 1981, p. 9.     ANEXO   «ANEXO V Coeficientes de transformação   "" ID="1">1> ID="2">Badischer Geudertheimer> ID="3">1,220"> ID="1">2> ID="2">Badischer Burley E> ID="3">1,190"> ID="1">3> ID="2">Virgin D> ID="3">1,111"> ID="1">4> ID="2">a) Paraguay e seus híbridos b) Dragon vert e seus híbridos, Philippin, Petit Grammont (Flobecq), Semois, Appelterre> ID="3">1,190"> ID="1">5> ID="2">Nijkerk> ID="3">1,190"> ID="1">6> ID="2">a) Misionero e seus híbridos b) Rio Grande e seus híbridos> ID="3">1,176"> ID="1">7> ID="2">Bright> ID="3">1,124"> ID="1">8> ID="2">Burley I> ID="3">1,136"> ID="1">9> ID="2">Maryland> ID="3">1,136"> ID="1">10> ID="2">a) Kentucky e seus híbridos b) Moro di Cori c) Salento> ID="3">1,136"> ID="1">11> ID="2">a) Forchheimer Havanna II c b) Nostrano del Brenta c) Resistente 142 d) Gojano> ID="3">1,220"> ID="1">12> ID="2">a) Beneventano b) Brasile Selvaggio e variedades semelhantes> ID="3">1,136"> ID="1">13> ID="2">Xanti-Yakà> ID="3">1,149"> ID="1">14> ID="2">a) Perustitza b) Samsun> ID="3">1,149"> ID="1">15> ID="2">Erzegovina e variedades semelhantes> ID="3">1,149"> ID="1">16> ID="2">a) Round Tip b) Scafati c) Sumatra I> ID="3">1,149"> ID="1">17> ID="2">Basmas> ID="3">1,107"> ID="1">18> ID="2">Katerini e variedades semelhantes> ID="3">1,157"> ID="1">19> ID="2">Kaba Koulak classic> ID="3">1,122"> ID="1">20> ID="2">a) Kaba Koulak non classic b) Elassona, Myrodata Smyrne, Trapezous et PHI 1> ID="3">1,122"> ID="1">21> ID="2">Myrodata Agrinion> ID="3">1,104"> ID="1">22> ID="2">Zichnomyrodata> ID="3">1,122"> ID="1">23> ID="2">Tsebelia> ID="3">1,122"> ID="1">24> ID="2">Mavra> ID="3">1,122">  ID="1">25> ID="2">Burley GR> ID="3">1,272"> ID="1">26> ID="2">Virginia GR> ID="3">1,124">»