CELEX: 31971R0921
Language: pt
Date: 1971-05-04 00:00:00
Title: Regulamento (CEE) n.° 921/71 da Comissão, de 4 de Maio de 1971, que altera normas comuns de qualidade relativas aos espargos

Avis juridique important

|

31971R0921

Regulamento (CEE) n.° 921/71 da Comissão, de 4 de Maio de 1971, que altera normas comuns de qualidade relativas aos espargos  

Jornal Oficial nº L 100 de 05/05/1971 p. 0009 - 0011 Edição especial dinamarquesa: Série I Capítulo 1971(I) p. 0224  Edição especial inglesa: Série I Capítulo 1971(I) p. 0249  Edição especial grega: Capítulo 03 Fascículo 6 p. 0188  Edição especial espanhola: Capítulo 03 Fascículo 4 p. 0181  Edição especial portuguesa: Capítulo 03 Fascículo 4 p. 0181 

REGULAMENTO (CEE) No 921/71 DA COMISSÃO de 4 de Maio de 1971 que altera normas comuns de qualidade relativas aos espargosA COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia,  Tendo em conta o Regulamento 23 que estabelece progressivamente uma organização comum de mercado no sector das frutas e produtos hortícolas (1), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) no 2423/70 (2) e, nomeadamente, o no 2 do seu  artigo 5o,  Tendo em conta o Regulamento no 158/66/CEE do Conselho, de 25 de Outubro de 1966, relativo à aplicação das normas de qualidade em relação às frutas e produtos hortícolas comercializados no interior da Comunidade (3), com a última redacção que lhe foi  dada pelo Regulamento (CEE) no 2423/70 e, nomeadamente, o último parágrafo do no 1 do seu artigo 2o,  Considerando que o Regulamento (CEE) no 1194/69 do Conselho, de 26 de Junho de 1969, ao acrescentar uma categoria de qualidade suplementar às normas comuns de qualidade para certas frutas e produtos hortícolas (4), definiu no Anexo IV uma Categoria  «III» para os espargos; que os critérios adoptados se mostraram demasiado serveros tendo em conta o interesse económico que este produto representa para os produtores; que, por outro lado, é possível aligeirá-los e satisfazer ainda as exigências do  consumidor;  Considerando que convém precisar, em consequência, o âmbito de aplicação das normas comuns de qualidade relativas aos espargos, definidas no Anexo I/1 do Regulamento no 183/64/CEE do Conselho, de 17 de Novembro de 1964 (5);  Considerando que as medidas previstas no presente regulamento estão em conformidade com o parecer do Comité de Gestão das Frutas e Produtos Hortícolas,  ADOPTOU O PRESENTE REGULAMENTO:   Artigo 1o  O Anexo I/1 do Regulamento no 183/64/CEE é alterado nos termos do Anexo I do presente regulamento.  O Anexo IV do Regulamento (CEE) no 1194/69 é substituído pelo Anexo II do presente regulamento.   Artigo 2o  O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte à sua publicação no Jornal Oficial das Comunidades Europeias.  O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e directamente aplicável em todos os Estados-membros.  Feito em Bruxelas em 4 de Maio de 1971.  Pela Comissão O Presidente Franco M. MALFATTI   (1) JO no 30 de 20. 4. 1962, p. 965/62.(2) JO no L 261 de 2. 12. 1970, p. 1.(3) JO no 192 de 27. 10. 1966, p. 3282/66.(4) JO no L 157 de 28. 6. 1969, p. 1.(5) JO no 192 de 25. 11. 1964, p. 3217/64.     ANEXO I   ALTERAÇÃO ÀS NORMAS COMUNS DE QUALIDADE PARA OS ESPARGOS (Anexo I/1 do Regulamento no 183/64/CEE) No Título I «Definição dos produtos», a última frase passa a ter a seguinte redacção:  «Esta norma não se aplica aos espargos de diâmetro inferior a 10 mm acondicionados em lotes homogéneos.»        ANEXO II   CATEGORIA «III» - ESPARGOS Esta categoria inclui os produtos de qualidade comercializável que não podem ser classificados na categoria superior, mas que correspondem às características a seguir definidas.  CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE Os espargos classificados na Categoria «III» devem corresponder às características previstas nas normas comuns relativas à Categoria «II». Todavia, os rebentos podem ser levemente abertos e a ponta dos espargos brancos pode apresentar uma ligeira  coloração, incluindo uma coloração verde pálido.  Além disso, a secção efectuada na base dos turiões pode ser oblíqua em relação ao eixo longitudinal.  CALIBRAGEM As disposições previstas para a Categoria «II» no Título «III» das normas comuns aplicam-se aos espargos classificados na Categoria «III». Todavia em relação aos turiões não apresentados em molhos, cada embalagem pode conter turiões de diametro inferior  a 10 mm mas superior a 8 mm.  TOLERÂNCIA Cada embalagem pode, no máximo, conter:  - 15 % em peso ou em número de turiões que não correspondem às características da categoria, incluindo as características mínimas desses produtos. Todavia estes produtos devem ter qualidade comercializável e ser próprios para consumo,  - 15 % em peso ou em número de turiões ocos, mas que correspondam a todas as outras características da categoria,  - 10 % em peso ou em número de turiões que não correspondam às regras fixadas para a calibragem.  EMBALAGEM E APRESENTAÇÃO A. Homogeneidade Para os espargos verdes, permite-se, no máximo, 10 % de turiões de outra coloração os espargos brancos e os espargos roxos podem apresentar-se misturados.  A camuflagem não é permitida, isto é, a parte visível deve corresponder à composição média da mercadoria.  B. Acondicionamento As disposições previstas no Título V B das normas comuns aplicam-se aos espargos classificados na Categoria «III».  MARCAÇÃO As disposições previstas no Título VI das normas comuns aplicam-se aos espargos classificados na Categoria «III». Todavia, tratando-se da natureza do produto, a palavra «espargos» será seguida, se for caso disso, da indicação «brancos e roxos» quando os  produtos se apresentam misturados.