CELEX: 62017TB0157
Language: pt
Date: 2018-01-22 00:00:00
Title: Processo T-157/17: Despacho do Tribunal Geral de 22 de janeiro de 2018 — Cristalfarma/EUIPO — Novartis (ILLUMINA) «Marca da União Europeia — Processo de oposição — Pedido de marca nominativa da União Europeia ILLUMINA — Retirada da decisão impugnada — Litígio que fica desprovido de objeto — Não conhecimento do mérito»

12.3.2018   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 94/26
            
         Despacho do Tribunal Geral de 22 de janeiro de 2018 — Cristalfarma/EUIPO — Novartis (ILLUMINA)
   (Processo T-157/17) (1)
   
   («Marca da União Europeia - Processo de oposição - Pedido de marca nominativa da União Europeia ILLUMINA - Retirada da decisão impugnada - Litígio que fica desprovido de objeto - Não conhecimento do mérito»)
   (2018/C 094/35)
   Língua do processo: inglês
   
      Partes
   
   
      Recorrente: Cristalfarma Srl (Milão, Itália) (representante: R: Almaraz Palmero, advogado)
   
      Recorrido: Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (representantes: M. King e D. Gája, agentes)
   
      Outra parte no processo na Câmara de Recurso do EUIPO, interveniente no Tribunal Geral: Novartis AG (Basileia, Suíça)
   
      Objeto
   
   Recurso da decisão da Quarta Câmara de Recurso do EUIPO de 11 de janeiro de 2017 (processo R 1187/2016-4), relativa a um processo de oposição entre a Novartis e a Cristalfarma.
   
      Dispositivo
   
   
               1)
            
            
               É indeferido o pedido de suspensão formulado pela Cristalfarma Srl.
            
         
               2)
            
            
               Não há que conhecer do mérito do recurso.
            
         
               3)
            
            
               O Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) é condenado a suportar as suas próprias despesas bem como as que foram efetuadas pela Cristalfarma.
            
         
               4)
            
            
               A Novartis AG suporta as suas próprias despesas.
            
         
      (1)  JO C 129, de 24.4.2017.