CELEX: 31994D0710
Language: pt
Date: 1994-05-03 00:00:00
Title: 94/710/CE: Decisão da Comissão de 3 de Maio de 1994 relativa à concessão de uma contribuição do instrumento financeiro de coesão para o projecto de gestão de resíduos industriais, em Espanha nº FC: 93/11/61/093 (Apenas faz fé o texto em língua espanhola)

Avis juridique important

|

31994D0710

94/710/CE: Decisão da Comissão de 3 de Maio de 1994 relativa à concessão de uma contribuição do instrumento financeiro de coesão para o projecto de gestão de resíduos industriais, em Espanha nº FC: 93/11/61/093 (Apenas faz fé o texto em língua espanhola)  

Jornal Oficial nº L 291 de 11/11/1994 p. 0042 - 0052

DECISÃO DA COMISSÃO de 3 de Maio de 1994 relativa à concessão de uma contribuição do instrumento financeiro de coesão para o projecto de gestão de resíduos industriais, em Espanha Nº FC: 93/11/61/093 (Apenas faz fé o texto em língua espanhola)  (94/710/CE)A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia,  Tendo em conta o Regulamento (CEE) nº 792/93 do Conselho, de 30 de Março de 1993, que institui um instrumento financeiro de coesão (1), alterado pelo Regulamento (CE) nº 566/94 (2), e, nomeadamente, o nº 6 do seu artigo 8º,  Considerando que o artigo 1º do Regulamento (CEE) nº 792/93 institui um instrumento financeiro de coesão através do qual a Comunidade efectuará contribuições financeiras para projectos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias de  infra-estruturas de transportes;  Considerando que, nos termos do nº 3 do artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93, são aplicáveis, com as necessárias adaptações, determinadas disposições dos títulos VI e VII do Regulamento (CEE) nº 4253/88 do Conselho, de 19 de Dezembro de 1988, que  estabelece as disposições de aplicação do Regulamento (CEE) nº 2052/88 no que respeita à coordenação entre as intervenções dos diferentes Fundos Estruturais, por um lado, e entre estas e as do Banco Europeu de Investimento e dos outros instrumentos  financeiros existentes, por outro (3), alterado pelo Regulamento (CEE) nº 2082/93 (4);  Considerando que o Regulamento (CEE) nº 792/93 define, no seu artigo 2º, o tipo de acções cuja realização pode ser apoiada pelo instrumento financeiro de coesão;  Considerando que o artigo 10º do Regulamento (CEE) nº 792/93 prevê que os Estados-membros garantam que seja dada a devida publicidade às intervenções do instrumento financeiro de coesão; que as medidas adequadas constam do anexo V;  Considerando que Espanha apresentou, em 14 de Agosto de 1993, um pedido de contribuição do instrumento financeiro de coesão para o projecto de gestão de resíduos industriais;  Considerando que o pedido de contribuição diz respeito a um projecto elegível em conformidade com os critérios enunciados no artigo 2º do Regulamento (CEE) nº 792/93;  Considerando que o pedido de contribuição inclui todas as informações previstas no nº 4 do artigo 8º do Regulamento (CEE) nº 792/93 e satisfaz os critérios fixados nos nºs 3 e 5 do artigo 8º do regulamento supramencionado;  Considerando que o projecto contribui para a realização dos objectivos do artigo 130º R do Tratado, relativo ao ambiente;  Considerando que o Regulamento Financeiro, de 21 de Dezembro de 1977, aplicável ao orçamento geral das Comunidades Europeias (5), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (Euratom, CECA, CEE) nº 610/90 do Conselho (6), prevê, no seu  artigo 1º, que as obrigações jurídicas contraídas para acções cuja realização se estenda por mais de um exercício incluam uma data-limite de execução que deve ser precisada relativamente ao Estado-membro, na forma adequada, aquando da concessão da  ajuda;  Considerando que a Comissão e o Estado-membro assegurarão, em conformidade com o disposto no artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93, a avaliação e o acompanhamento sistemático do projecto;  Considerando que dos anexos III e IV da presente decisão constam as normas de execução financeiras, de acompanhamento e de avaliação, cuja inobservância pode ocasionar a suspensão ou redução da contribuição, nos termos do nº 3 do artigo 9º do  Regulamento (CEE) nº 792/93, e de acordo com o disposto no anexo VI;  Considerando que todas as demais condições exigidas se encontram satisfeitas,  ADOPTOU A PRESENTE DECISÃO:   Artigo 1º É aprovado, para o período de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 1993, o projecto de gestão de resíduos industriais, em Espanha, descrito no anexo I.   Artigo 2º 1. A despesa máxima elegível a título da presente decisão é de 10 072 468 ecus.  2. A taxa do apoio comunitário concedido ao projecto é fixada em 85 %.  3. O montante máximo da contribuição do instrumento financeiro de coesão é de 8 561 599 ecus.  4. A contribuição é autorizada no orçamento para 1994.   Artigo 3º 1. O apoio comunitário baseia-se no plano financeiro estabelecido para o projecto e constante do anexo II.  2. As autorizações e os pagamentos do apoio comunitário concedido ao projecto processar-se-ao em conformidade com o disposto no artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93, conforme previsto no anexo III.  3. O montante do primeiro adiantamento é de 4 280 799 ecus.   Artigo 4º 1. O apoio comunitário incidirá nas despesas do projecto relativamente às quais tenham sido adoptadas normas vinculativas em Espanha e a cujos trabalhos, a realizar o mais tardar em 31 de Dezembro de 1993, tenham sido especificamente afectados os  recursos financeiros necessários.  2. As despesas realizadas antes de 1 de Janeiro de 1993 não são consideradas elegíveis para a contribuição do instrumento financeiro de coesão.  3. As despesas relativas ao projecto devem ser realizadas, o mais tardar, doze meses após a data referida no nº 1.   Artigo 5º 1. O projecto deve ser executado em conformidade com a legislação comunitária, nomeadamente com os artigos 7º, 30º, 52º e 59º do Tratado, e com as políticas comunitárias, nomeadamente as directivas comunitárias relativas à coordenação dos processos de  adjudicação de contratos de obras e de fornecimento.  2. A presente decisão não prejudica o direito de a Comissão iniciar processos de infracção ao abrigo do artigo 169º do Tratado.   Artigo 6º Serão assegurados o acompanhamento e a avaliação sistemática do projecto, de acordo com o disposto no anexo IV.   Artigo 7º O Estado-membro em causa certificar-se-á de que ao projecto seja dada a devida publicidade, em conformidade com o disposto no anexo V.   Artigo 8º Os anexos constituem parte integrante da presente decisão.   Artigo 9º A não observância do disposto na presente decisão e nos seus anexos pode ocasionar a redução ou a suspensão do apoio, em conformidade com o anexo VI.   Artigo 10º O Reino de Espanha é o destinatário da presente decisão.  Feito em Bruxelas, em 3 de Maio de 1994.  Pela Comissão Peter SCHMIDHUBER Membro da Comissão  (1) JO nº L 79 de 1. 4. 1993, p. 74.(2) JO nº L 72 de 16. 3. 1994, p. 1.(3) JO nº L 374 de 31. 12. 1988, p. 1.(4) JO nº L 193 de 31. 7. 1993, p. 20.(5) JO nº L 356 de 31. 12. 1977, p. 1.(6) JO nº L 70 de 16. 3. 1990, p. 1.    ANNEXO I   FICHA SINÓPTICA  1. Título do projecto Gestão de resíduos industriais 2. Organismo responsável pelo pedido 2.1. Nome: Dirección General de Planificación 2.2. Endereço: Paseo de la Castellana, 162 - 28071 Madrid 3. Entidade responsável pela execução do projecto 3.1. Nome: Secretaría de Estado de Industria 3.2. Endereço: Paseo de la Castellana, 160 - 28071 Madrid 4. Localização do projecto 4.1. Estado-membro: Espanha 4.2. Circunscrição administrativa: Andalucía, Aragón, Asturias, Cantabria, Cataluña, Extremadura, Galicia, Madrid, Murcia, Navarra, País Vasco e País Valenciano 5. Descrição Conjunto de 54 projectos sobre recolha, transferência, depósito, tratamento e eliminação dos resíduos industriais tóxicos e perigosos. Para tal propõem-se intervenções no processo de produção, acções nas próprias unidades industriais, recuperação e  reciclagem externas, e tratamento e eliminação em unidades integrais externas.  6. Principais objectivos Melhorar o processo de tratamento dos resíduos industriais, nomeadamente, tóxicos e perigosos, isto é: operações de recolha, armazenagem, transporte, tratamento, recuperação e eliminação dos mesmos.  7. Calendário Data de início: 1 de Janeiro de 1993 Data prevista de conclusão: 31 de Dezembro de 1993 8. Análise económica Foi efectuada uma análise custos-benefícios em que foram quantificados os seguintes capítulos de benefícios:  - manutenção e melhoria da salubridade e segurança sanitária pública,  - poupança de recursos ambientais, mediante o emprego de materiais recicláveis e a reutilização de resíduos industriais,  - diminuição da contaminação do ar e da água,  - evitar a degradação paisagística e a ocupação de solo útil.  A partir do perfil actualizado de custos e benefícios, obtém-se uma TIR de 17,8 %.  9. Avaliação de impacte ambiental Os projectos pretendem reduzir a produção de resíduos na origem incorporando tecnologias limpas. Incluem técnicas de reutilização e reciclagem dos resíduos produzidos e técnicas para a eliminação definitiva dos não reutilizáveis.  10. Custo  "(Em milhares de ecus) (1) "" ID="1">Custo total > ID="2">68 466,22 "> ID="1">Despesas até 1. 1. 1993 > ID="2">- "> ID="1">Custo total elegível > ID="2">10 072,47 "> ID="1">Ajuda solicitada ao instrumento financeiro de coesão > ID="2">8  561,60 "">  LISTA DE PROJECTOS INCLUÍDOS  "GESTAO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS (Em milhares de ecus) (2) Grupo: CTR (centro de tranferência de resíduos) "" ID="1">2801-A > ID="2">Projecto e construção de uma unidade de transferência de resíduos industriais em Alcudia de Crispins >  ID="3">Valenciana de Protección Ambiental, SA > ID="4">85,50 > ID="5">25 > ID="6">Valencia "> ID="1">2856-A > ID="2">Unidade de transferência de resíduos industriais > ID="3">Borg Service SAE > ID="4">91,80 > ID="5">25 > ID="6">Vizcaya ">  ID="2">Número total de projectos do grupo CTR: 2 > ID="3"" ID="4">177,31 > ID="5"" ID="6""" ID="1">1855-B > ID="2">Desenvolvimento de um novo modelo de recipientes inteiramente reciclável, por sua vez fabricado com base na utilização de materiais  recicláveis > ID="3">Paper, SA > ID="4">53,84 > ID="5">20 > ID="6">Barcelona "> ID="1">2656-B > ID="2">Acondicionamento de resíduos sólidos urbanos > ID="3">Imabe Ibérica, SA > ID="4">121,71 > ID="5">30 > ID="6">Madrid "> ID="1">2777-A >  ID="2">Unidade-piloto de reacondicionamento de recipientes metálicos > ID="3">Servidrum Ibérica, SA > ID="4">236,44 > ID="5">15 > ID="6">Tarragona "> ID="1">3295-A > ID="2">Projecto de actividade gestora de recuperação de recipientes > ID="3">Vicente  Fresno, SA > ID="4">49,47 > ID="5">20 > ID="6">Vizcaya "> ID="2">Número total de projectos do grupo REC: 4 > ID="3"" ID="4">461,47 > ID="5"" ID="6""" ID="1">2602-A > ID="2">Melhorias ambientais > ID="3">Aspla-Plásticos Españoles, SA > ID="4">161,62  > ID="5">5 > ID="6">Santander "> ID="1">3248-A > ID="2">Projecto para a redução da quantidade e do volume dos resíduos sólidos através da modificação de fases do sistema de produção > ID="3">Salvador Subirana, SA > ID="4">36,57 > ID="5">15 >  ID="6">Barcelona "> ID="1">3311-B > ID="2">Utilização de tecnologias limpas na obtenção de pasta branca de eucalipto com sulfato > ID="3">Empresa Nacional de Celulosas, SA > ID="4">215,12 > ID="5">30 > ID="6">Pontevedra "> ID="1">3592-A >  ID="2">Minimização de resíduos, novas instalações para recolha e tratamento de lubrificantes e refrigeradores e aparas > ID="3">Nissan Motor Ibérica, SA > ID="4">93,96 > ID="5">15 > ID="6">Madrid "> ID="2">Número total de projectos do grupo MIN: 4 >  ID="3"" ID="4">507,27 > ID="5""" ID="1">3845-B > ID="2">Eureka Compacar - camião recolector eléctrio híbrido para recolha de resíduos sólidos > ID="3">Fomento de Construcciones y contratas SA > ID="4">59,93 > ID="5">20 > ID="6">Madrid ">  ID="2">Número total de projectos do grupo MTR: 1 > ID="3"" ID="4">59,93 > ID="5""" ID="1">3200-B > ID="2">Unidade móvel de tratamento de pneus usados > ID="3">Mitchell, SA > ID="4">90,58 > ID="5">10 > ID="6">Madrid "> ID="1">3578-B > ID="2">Unidade  de valorização energético de pneus usados em Saragoça > ID="3">Prisma - Promoción de Industrias Medioambientales SL > ID="4">283,05 > ID="5">25 > ID="6">Zaragoza "> ID="1">3712-B > ID="2">Eliminação de pneus > ID="3">Empresa de Gestión Medioambiental  SA > ID="4">69,82 > ID="5">25 > ID="6">Sevilla "> ID="2">Número total de projectos do grupo PU: 3 > ID="3"" ID="4">443,45 > ID="5""" ID="1">1005-B > ID="2">Eliminação de resíduos sólidos com utilização da tecnologia de plasma > ID="3">Iberdrola I,  SA > ID="4">142,96 > ID="5">34,5 > ID="6">Guipúzcoa "> ID="1">1006-B > ID="2">Recuperação de metais e/ou inertização de resíduos metálicos com utilização da tecnologia de plasma > ID="3">Iberdrola I, SA > ID="4">201,50 > ID="5">35 > ID="6">Guipúzcoa  "> ID="1">2593-B > ID="2">Modificação tecnológica do sistema de torcha de grafite de plasma térmico na eliminação de pós residuais > ID="3">Prerreducidos Integrados del Suroeste de España SA > ID="4">43,94 > ID="5">35 > ID="6">Badajoz "> ID="1">2594-B  > ID="2">Investigação em unidade-piloto da destruição de produtos organoclorados através de tecnologia de plasma > ID="3">Prerreducidos Integrados del Suroeste de España SA > ID="4">137,48 > ID="5">35 > ID="6">Huelva "> ID="2">Número total de projectos  do grupo PLA: 4 > ID="3"" ID="4">561,88 > ID="5""" ID="1">2655-A > ID="2">Plano de melhoria das condições ambientais próprias e de unidades de cocção e processamento de resíduos gasosos, sólidos e líquidos > ID="3">Arcillas Atomizadas SA >  ID="4">203,35 > ID="5">25 > ID="6">Castellón "> ID="1">2718-B > ID="2">Estudo das aplicações da lenhina na indústria das resinas sintéticas > ID="3">Industrias Químicas del Urumea SA > ID="4">70,56 > ID="5">30 > ID="6">Guipúzcoa "> ID="1">2814-B >  ID="2">Unidade-piloto de reciclagem de resíduos selectiva com aproveitamento dos subprodutos > ID="3">Selectives Metropolitanes SA > ID="4">61,66 > ID="5">30 > ID="6">Barcelona "> ID="1">2847-B > ID="2">Sistema de recuperação de reciclagem de cabo  eléctrico residual > ID="3">Tecnirec SL > ID="4">61,91 > ID="5">30 > ID="6">Barcelona "> ID="1">3007-A > ID="2">Unidade de reciclagem de resíduos plásticos > ID="3">Macresur SA > ID="4">80,80 > ID="5">25 > ID="6">Almería "> ID="1">3046-B >  ID="2">Estudo do fabrico de microsferas de vidro a partir de resíduos urbanos e industriais > ID="3">Meteo Test Vidrio SL > ID="4">30,38 > ID="5">30 > ID="6">Madrid "> ID="1">3088-B > ID="2">Reciclagem de grandes quantidades de isoladores de cabos  eléctricos para aplicações de elevada capacidade > ID="3">Gaiker Grupo Tecnológico de nuevos materiales de San Salvador del Valle > ID="4">27,88 > ID="5">25 > ID="6">Vizcaya "> ID="1">3225-B > ID="2">Desenvolvimento tecnológico e implantação para  demonstração da reciclagem rentável e ecológica dos metais tóxicos das baterias de NI/CD > ID="3">Uniniquel SA > ID="4">186,19 > ID="5">40 > ID="6">Tarragona "> ID="1">3340-B > ID="2">Unidade-piloto de demonstração de reciclagem de aparas de pele  curtida com cromo para obtenção de couro regenerado acabado por sistema Transfer > ID="3">Salpax SA > ID="4">158,70 > ID="5">30 > ID="6">Alicante "> ID="1">3351-A > ID="2">Recuperação e reciclagem de sólidos de alcatrão e outros tipos de matérias  gordas industriais > ID="3">Thyssen Ingeniería y Plantas SA > ID="4">61,48 > ID="5">25 > ID="6">Oviedo "> ID="1">3456-A > ID="2">Estudo sobre a redução de resíduos produzidos na extracção de lubrificantes de peças mecânicas > ID="3">Gala Sol SA >  ID="4">12,34 > ID="5">25 > ID="6">Zaragoza "> ID="1">3577-B > ID="2">Reciclagem de lama de pintura > ID="3">Prisma Promoción de Industrias Medioambientales SL > ID="4">140,90 > ID="5">35 > ID="6">Zaragoza "> ID="1">3628-B > ID="2">Tratamento,  reciclagem e aproveitamento do resíduos e sobras da indústria da alimentação > ID="3">Nutral SA > ID="4">57,76 > ID="5">20 > ID="6">Madrid "> ID="1">3770-A > ID="2">Unidade de reciclagem de PVC à escala industrial > ID="3">Actividades Comerciales  Diversas SA > ID="4">133,98 > ID="5">15 > ID="6">Barcelona "> ID="1">3771-A > ID="2">Unidade automática para a recuperação integral de condutores eléctricos cobertos (sucatas) > ID="3">Recuperaciones EMP SA > ID="4">630,27 > ID="5">20 >  ID="6">Barcelona "> ID="1">3856-A > ID="2">Fabrico de painéis isolantes acústicos e térmicos a partir de matérias-primas recicladas > ID="3">Pan-Terre Ibérica SA > ID="4">217,10 > ID="5">20 > ID="6">Guipúzcoa "> ID="2">Número total de projectos do  grupo REC: 16 > ID="3"" ID="4">2 135,24 > ID="5"" ID="6""" ID="1">1594-B > ID="2">Eliminação e benefício de resíduos de pele curtida > ID="3">Ascociación de Investigación para la Industria del Calzado y Conexas Instituto Español > ID="4">315,27 >  ID="5">40 > ID="6">Alicante "> ID="1">2006-B > ID="2">Desenvolvimento de processos de inertização de resíduos industriais e unidades de demonstração > ID="3">Lunagua SL > ID="4">23,21 > ID="5">20 > ID="6">Santander "> ID="1">2046-B > ID="2">Unidade de  recolha, trituração e incineração de resíduos sólidos da indústria da madeira > ID="3">Probell 92 SA > ID="4">306,64 > ID="5">25 > ID="6">Barcelona "> ID="1">2276-B > ID="2">Processo de fabrico de correctores e fertilizantes orgânicos através da  reciclagem dos resíduos e sobras do sector primário > ID="3">SLIR SL > ID="4">84,94 > ID="5">30 > ID="6">Navarra "> ID="1">2819-A > ID="2">Plataforma ambiental constituída por uma unidade de tratamento físico-químico, gerador de energia e depósito de  controlo para resíduos > ID="3">Tratamientos del Mediterráneo SL > ID="4">373,63 > ID="5">15 > ID="6">Murcia "> ID="1">2869-A > ID="2">Construção de unidade móvel com forno rotativo para o tratamento de resíduos hospitalares > ID="3">Sistemas de  Reducción SA > ID="4">188,70 > ID="5">20 > ID="6">Tarragona "> ID="1">2872-A > ID="2">Tratamento de pós de siderurgias de forno eléctrico > ID="3">Electroquímica del Andévalo SA > ID="4">843,84 > ID="5">25 > ID="6">Huelva "> ID="1">2903-A >  ID="2">Tratamento físico-químico, biólogico e de desinfecção de resíduos da indústria agro-alimentar > ID="3">Agrupación de Cooperativas Valle del Jerte SCL > ID="4">41,51 > ID="5">30 > ID="6">Cáceres "> ID="1">2903-B > ID="2">Tratamento  físico-químico, biológico e de desinfecção de resíduos da indústria agro-alimentar > ID="3">Agrupación de Cooperativas Valle del Jerte SCL > ID="4">13,84 > ID="5">40 > ID="6">Cáceres "> ID="1">2916-A > ID="2">Projecto e construção da unidade integral  de tratamento de resíduos sólidos urbanos de Madrid > ID="3">Dragados y Construcciones SA > ID="4">875,02 > ID="5">5 > ID="6">Madrid "> ID="1">2941-A > ID="2">Desenvolvimento e implantação de uma nova tecnologia produtiva para a recuperação de resíduos  plásticos provenientes de lixeiras controladas > ID="3">Henkel Ibérica SA > ID="4">641,45 > ID="5">15 > ID="6">Barcelona "> ID="1">2986-A > ID="2">Unidade para tratamento de resíduos industriais e fossas sépticas > ID="3">Técnicas de Descontaminación  SA > ID="4">327,59 > ID="5">15 > ID="6">Santander "> ID="1">3237-A > ID="2">Remodelação geral da unidade de tratamento de resíduos sólidos urbanos de Maresme > ID="3">Consorci per al Tractament de Residus Sòlids Urbans del Maresme en Mataró >  ID="4">724,98 > ID="5">7 > ID="6">Barcelona "> ID="1">3718-B > ID="2">Projecto de melhoria de produtividade e qualidade em unidade de reciclagem de resíduos > ID="3">Empresa de Gestión Medioambiental SA > ID="4">69,19 > ID="5">25 > ID="6">Sevilla ">  ID="1">3719-B > ID="2">Eliminação de plásticos agrícolas > ID="3">Empresa de Gestión Medioambiental SA > ID="4">59,44 > ID="5">25 > ID="6">Cádiz "> ID="1">3731-B > ID="2">Eliminação de solventes orgânicos clorados e não clorados > ID="3">Empresa de  Gestión Medioambiental SA > ID="4">29,72 > ID="5">25 > ID="6">Cádiz "> ID="1">3785-B > ID="2">Unidade de inertização com compostos orgânicos > ID="3">Empresa de Gestión Medioambiental SA > ID="4">34,75 > ID="5">25 > ID="6">Huelva "> ID="1">3787-B >  ID="2">Eliminação de sólidos orgânicos > ID="3">Empresa de Gestión Medioambiental SA > ID="4">85,86 > ID="5">25 > ID="6">Almería "> ID="1">3846-B > ID="2">Reciclagem de escórias de incineração de resíduos urbanos por classificação e inertização >  ID="3">Tratamiento y Eliminación de Residuos > ID="4">11,01 > ID="5">50 > ID="6">Tarragona "> ID="1">3858-B > ID="2">Unidade piloto de inertização de pós e conformação de lixeiras de produtos inertizados > ID="3">Hierros Eguino SL > ID="4">675,64 >  ID="5">30 > ID="6">Guipúzcoa "> ID="2">Número total de projectos do grupo TRS: 20 > ID="3"" ID="4">5 726,22 > ID="5""" ID="2">Número total de projectos (área 3): 54 > ID="3"" ID="4">10 072,47 > ID="5"""" (1) 1 ecu = 158,980 pesetas espanholas.(2) 1 ecu = 158,980 pesetas espanholas.    ANEXO I    PLANO DE FINANCIAMENTO  "Projecto: 93/11/61/093 "(em milhares de ecus) >Ano (1)""> ID="1">68 466,222 > ID="2">10 072,468 > ID="3">15 > ID="4">8 561,599 > ID="5">85 > ID="6">1 510,869 > ID="7">15 > ID="8">1 510,869 > ID="11">58 393,754 > ID="12">85 "> ID="1""" ID="1"""  ID="1">68 466,222 > ID="2">10 072,468 > ID="3">15 > ID="4">8 561,599 > ID="5">85 > ID="6">1 510,869 > ID="7">15 > ID="8">1 510,869 > ID="11">58 393,754 > ID="12">85 ""> (1) Custo total elegível do projecto.    ANEXO III   DISPOSIÇÕES DE APLICAÇÃO FINANCEIRAS  1. As disposições financeiras do artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93 são aplicadas do seguinte modo:  Contribuição comunitária 2. A contribuição comunitária é fixada em percentagem das despesas elegíveis. Se as despesas elegíveis efectivamente realizadas diferirem das despesas inicialmente previstas, a contribuição comunitária concedida variará em conformidade, sem que possa,  todavia, ser superior ao montante máximo indicado na decisão. A modificação da taxa de contribuição comunitária ou dos montantes máximos da contribuição comunitária concedida exige uma modificação da decisão de acordo com o processo previsto no ponto  12.  Autorizações e pagamentos 3. O Estado-membro compromete-se a assegurar que, relativamente ao projecto objecto da presente decisão, todas as instâncias públicas ou privadas envolvidas na gestão e execução desse projecto manterão um sistema contabilístico separado ou uma  codificação contabilística adequada de todas as transacções conexas, o que facilitará a verificação das despesas pelas autoridades de controlo nacionais e comunitárias.  4. As autorizações orçamentais e os pagamentos serão efectuados em conformidade com o disposto nos nºs 4, 5 e 6 do artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93.  5. Todos os pagamentos do apoio concedido pela Comissão ao abrigo da presente decisão serão efectuados à autoridade designada pelo Estado-membro, a qual será igualmente responsável pelo reembolso à Comissão de quaisquer montantes pagos em excesso. Os  pagamentos serão depositados numa única conta bancária, a indicar pelo Estado-membro. Os pagamentos são efectuados pela Comissão, em regra geral, o mais tardar dois meses após recepção de um pedido válido.  6. O Estado-membro velará por que os pedidos de pagamento e as declarações de despesas efectivamente realizadas sejam apresentados, tanto quanto possível, de acordo com o plano de financiamento, que inclui o calendário previsional das despesas, anexo à  presente decisão, ou eventualmente alterado de acordo com os processos previstos nos pontos 12 e 13.  7. Em conformidade com o artigo 22º do Regulamento (CEE) nº 4253/88, todas as autorizações e pagamentos serão efectuados em ecus.  8. As declarações de despesas que acompanham os pedidos de pagamento correspondentes são efectuadas em ecus ou em moeda nacional.  9. Os Estados-membros que apresentem as suas declarações de despesas em ecus converterão em ecus os montantes das despesas realizadas em moeda nacional com recurso à taxa em vigor no mês em que estas despesas tenham sido registadas na contabilidade das  autoridades responsáveis pela gestão financeira dos projectos. Para o efeito, a Comissão informará mensalmente os Estados-membros da taxa aplicável.  10. As declarações de despesas em moeda nacional serão convertidas em ecus com recurso à taxa em vigor no mês da sua recepção pela Comissão.  Devolução de fundos pagos indevidamente 11. Qualquer montante indevidamente recebido e que deve ser objecto de devolução deve ser reembolsado à Comissão pela autoridade designada referida no ponto 5. Nos termos do nº 3 do artigo 24º do Regulamento (CEE) nº 4253/88, os montantes não  reembolsados poderão ser acrescidos de juros de mora. Se, por qualquer razão, a referida autoridade não efectuar o reembolso de um montante devido à Comunidade, o Estado-membro em questão procederá ao reembolso desse montante à Comissão.  Processo de alteração da decisão do projecto 12. Qualquer alteração da decisão será efectuada de acordo com os seguintes processos:  a) As alterações que impliquem uma modificação substancial dos objectivos ou das características dos projectos, o aumento ou a redução da taxa de financiamento praticada ou do montante máximo do apoio ou uma modificação substancial do plano de  financiamento e do calendário previsional das despesas são objecto de uma decisão da Comissão, a pedido do Estado-membro ou por iniciativa da Comissão;  b) No que se refere às demais alterações, o Estado-membro transmitirá à Comissão uma proposta de alteração. A Comissão comunicará as suas observações ou o seu acordo nos 20 dias úteis seguintes à recepção da proposta. As alterações serão adoptadas após  o acordo da Comissão.  13. Considera-se alteração não substancial do plano de financiamento e do calendário previsional das despesas qualquer alteração que implique uma variação das despesas anuais previstas inferior a 10 % das despesas totais previstas para o projecto.  Processo de encerramento do projecto 14. Os prazos para o cumprimento das obrigações jurídicas decorrentes desta decisão e para efectuar os pagamentos são os referidos no artigo 4º da decisão. Estes prazos podem ser prorrogados, antes do seu termo, e de acordo com o processo previsto na  alínea b) do ponto 12, desde que a prorrogação não seja superior a um ano. Para o efeito, o Estado-membro transmitirá à Comissão uma proposta de alteração acompanhada de informações que justifiquem tal alteração. Sempre que a prorrogação exceda um ano,  é aplicável o processo previsto na alínea a) do ponto 12.  15. Na ausência de prorrogação do prazo, não serão tidas em consideração, para fins de contribuição do instrumento financeiro, as despesas efectuadas depois das datas indicadas no artigo 4º    ANEXO IV   ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO  1. A instância nacional responsável pela execução ficará encarregada do acompanhamento e da avaliação dos projectos. A fim de desempenhar esta missão, o Estado-membro pode solicitar à Comissão uma contribuição comunitária a  título de medidas de apoio técnico.  A. Acompanhamento 2. Por acompanhamento entende-se um sistema de informação sobre o desenrolar da execução do projecto. O acompanhamento recorrerá a indicadores financeiros e, se for caso disso, físicos que permitam comparar a realização efectiva do projecto com o plano  de financiamento constante do anexo II e o calendário de execução constante do anexo I.  3. O acompanhamento da execução dos projectos é efectuado através:  - do comité de acompanhamento instituído pelo Estado-membro em causa,  - de relatórios,  - de controlos por amostragem.  Comité de acompanhamento 4. O comité de acompanhamento instituído para os projectos financiados pelo instrumento financeiro de coesão em Espanha fica encarregado de acompanhar o projecto objecto da presente decisão. A sua missão consiste em, regularmente, verificar o  adiantamento da sua execução e propor, se for caso disso, as adaptações necessárias.  A composição, incluindo a nomeação do presidente, o funcionamento e a periodicidade das reuniões do comité de acompanhamento serão decididos, de comum acordo, pelo Estado-membro e pela Comissão, o mais tardar três meses após a aprovação do primeiro  projecto em Espanha.  5. As competências do comité são:  a) Acompanhar a execução do projecto, velar por que este atinja os objectivos fixados e por que a sua execução respeite o plano inicialmente estabelecido;  b) Emitir parecer sobre os projectos de relatórios de execução anuais referidos no ponto 6;  c) Emitir parecer sobre as adaptações e alterações do projecto;  d) Garantir a publicidade do projecto;  e) Assegurar o respeito das políticas comunitárias, em especial a do ambiente;  f) Decidir, de comum acordo entre a Comissão e o Estado-membro, qualquer responsabilidade adicional do comité.  Os documentos necessários para as reuniões do comité de acompanhamento estarão, em princípio, disponíveis com três semanas de antecedência.  Relatórios 6. Em conformidade com o nº 4 do artigo 25º do Regulamento (CEE) nº 4253/88, devem ser elaborados, relativamente ao projecto objecto da presente decisão, um relatório anual para cada ano completo de execução e um relatório final.  O primeiro relatório anual relativo ao projecto será apresentado à Comissão, pela autoridade competente, o mais tardar 15 meses após a adopção da decisão que aprova o projecto. O relatório incluirá os seguintes elementos:  - descrição dos progressos registados,  - análise das diferenças em relação ao plano de execução inicial,  - indicação dos principais problemas surgidos e das medidas tomadas para os solucionar.  Com base nas informações contidas nos relatórios anuais, a Comissão e o Estado-membro podem proceder, se for caso disso, à revisão do plano financeiro do projecto e à sua adaptação.  O relatório final, a apresentar seis meses após a conclusão material do projecto, deve dar conta dos trabalhos realizados, da sua conformidade com a decisão de aprovação do projecto, e efectuar uma primeira apreciação das possibilidades de alcançar os  resultados previstos.  O pagamento do saldo da contribuição comunitária ficará subordinado à aprovação do relatório final.  Controlo 7. Em conformidade com o nº 2 do artigo 23º do Regulamento (CEE) nº 4253/88, tanto o Estado-membro como a Comissão podem proceder a controlos. O Estado-membro e a Comissão trocarão, de imediato, todas as informações pertinentes sobre os resultados  destes controlos.  8. Durante os três anos seguintes ao último pagamento relativo ao projecto, a autoridade responsável pela execução manterá à disposição da Comissão todos os documentos comprovativos das despesas efectuadas.  9. O Estado-membro manterá à disposição da Comissão todos os relatórios nacionais adequados relativos aos controlos efectuados.  B. Avaliação 10. A pedido do Estado-membro ou por iniciativa da Comissão, pode proceder-se a uma avaliação do projecto durante a sua execução, a fim de apreciar a sua conformidade com os objectivos inicialmente definidos e de apresentar propostas de adaptação que  tenham em conta os problemas surgidos durante a execução. O comité de acompanhamento terá em conta a referida avaliação.  11. Após a conclusão do projecto, pode ser realizada, por um avaliador nomeado, de comum acordo, pelo Estado-membro e pela Comissão, uma avaliação a posteriori do impacte do projecto.     ANEXO V   INFORMAÇÃO E PUBLICIDADE  O Estado-membro em causa deve dar a conhecer ao público o papel desempenhado pela Comunidade no financiamento do projecto. Para o efeito, devem ser previstas as seguintes medidas:  - o projecto deve ser assinalado por diversos painéis de dimensões adequadas, a decidir por comum acordo entre o Estado-membro e a Comissão. Estes painéis deverão indicar que o projecto em causa é financiado pelo Fundo de Coesão das Comunidades  Europeias, a uma taxa de 85 %. Símbolos apropriados de identificação das Comunidades Europeias deverão ser usados em todos os painéis,  - o Estado-membro em causa deve assegurar que o projecto seja publicitado através dos meios apropriados, em especial através dos meios de comunicação audiovisuais disponíveis. Esta publicidade deve referir os objectivos e medidas do projecto, bem como  os benefícios que dele decorrerão para o público,  - o Estado-membro em causa deve colocar brochuras, folhetos e outras fontes de informação à disposição do público. O Estado-membro deverá recorrer aos canais da Comunidade para a distribuição dessas brochuras e folhetos,  - o Estado-membro em causa deve facultar, desde o início, o acesso transparente e sem restrições às informações apropriadas sobre o projecto, solicitadas pelo público. No domínio dos projectos ambientais, deve ser respeitada a Directiva 90/313/CEE do  Conselho (1).  O Estado-membro em causa consultará a Comissão, nos dois meses seguintes à adopção da presente decisão, sobre as iniciativas a empreender neste domínio. O Estado-membro apresentará ainda um relatório anual à Comissão sobre as acções de informação e de  publicidade empreendidas.   (1) JO nº L 158 de 23. 6. 1990, p. 56.    ANEXO VI   OBSERVÂNCIA DAS CONDIÇÕES DA DECISÃO E DAS POLÍTICAS COMUNITÁRIAS  1. O Estado-membro e os beneficiários garantirão a utilização do financiamento comunitário para os fins previstos.  2. No caso de a Comissão considerar que, em relação a um dado projecto, esta obrigação ou outras disposições da decisão ou das políticas comunitárias não foram ou não estão a ser observadas, a Comissão procederá a uma análise adequada do caso,  solicitando nomeadamente ao Estado-membro ou às outras autoridades por ele designadas para a execução do projecto que apresentem as suas observações num determinado prazo.  Após esta análise, a Comissão pode suspender o pagamento do financiamento comunitário. Neste caso, a Comissão notifica a autoridade responsável pela execução do projecto no Estado-membro. Da carta de notificação constarão igualmente as medidas a tomar  em relação à parte do financiamento comunitário já paga para o projecto.  3. No que se refere aos projectos relativamente aos quais já tenham sido tomadas as medidas supramencionadas, os pagamentos em curso, bem como os remanescentes, serão considerados total ou parcialmente suspensos, até que a Comissão tenha garantias de  que foram tomadas todas as medidas necessárias para remediar a situação.  4. Se o exame revelar que as disposições da decisão e das políticas comunitárias não foram respeitadas e que as medidas necessárias para remediar a situação não foram tomadas, o apoio será reduzido ou cancelado. Quanto à recuperação dos montantes  indevidamente pagos, ver ponto 11 do anexo III.