CELEX: 51993PC0292(01)
Language: fr
Date: 1993-07-01
Title: Proposition de DECISION DU CONSEIL concernant la conclusion de l' accord sous forme d' échange de lettres relatif à l' application provisoire du protocole fixant les possibilités de pêche et la compensation financière prévues dans l' accord entre la Communauté européenne et le gouvernement de la république de Guinée-Bissau concernant la pêche au large de la côte de Guinée-Bissau pour la période allant du 16 juin 1993 au 15 juin 1995

COMMISSION DES COMMUNAUTES EUROPEENNES
                                                              C0M(93) 292 final
                                                               Bruxelles, le        1 j u i l l e t 1993
                                             Proposition de
                                       DECISION DU CONSEIL
                 concernant la conclusion de l'accord sous forme d'échange de lettres
         relatif à l'application provisoire du protocole fixant les possibilités de pêche et la
       compensation financière prévues dans l'accord entre la Communauté européenne et le
                           gouvernement de la république de Guinée-Bissau
                       concernant la pêche au large de la côte de Guinée-Bissau
                        pour la période allant du 16 juin 1993 au 15 juin 1995
                                             Proposition de
                                 REGLEMENT (CEE\ DU CONSEIL
       relatif à la conclusion du procotole fixant les possibilités de pêche et la compensation
               financière prévues dans l'accord entre la Communauté européenne et le
                           gouvernement de la république de Guinée-Bissau
                       concernant la pêche au large de la côte de Guinée-Bissau
                            pour la période du 16 juin 1993 au 15 juin 1995
                                     (présentées par la Commission)
ft •
 ---pagebreak---                             EXPOSE DES MOTIFS
Le protocole annexé à l'accord de pêche entre la CEE et la Guinée-
Bissau arrive à échéance le 15 juin 1993. Un nouveau protocole a été
paraphé entre les deux parties le 5 mai 1993, pour fixer les conditions
techniques et financières des activités de pêche des navires de la CEE
dans les eaux de Guinée-Bissau pour la période du 16 juin 1993 au 15
juin 1995.
Le  nouveau  protocole maintient    les possibilités  de pêche pour    les
crevettes à 11.000 TJB et les réduit de 6.000 à 4.000 TJB pour les
poissons/céphalopodes.   Le  nombre  global  de  navires thoniers   et  de
palangriers de surface est maintenu à 32 unités.
La contrepartie financière à charge du budget CEE a été réduite à 12,7
MECU pour deux ans, en relation avec la réduction des possibilités de
pêche.
La Commission propose sur cette base que le Conseil adopte :
-    par décision, le projet d'accord    sous forme d'échange de lettres
    relatif   a  l'application   provisoire  du  nouveau  protocole   dans
     l'attente de son entrée en vigueur définitive,
    par règlement, le protocole fixant les possibilités de pêche et les
    conditions techniques et financières y afférentes convenues entre
     la CEE et la Guinée-Bissau pour la période du 16 juin 1993 au 15
     juin 1995.
 ---pagebreak---                                                                                           PROPOSITION                           DE
                                                                                      DECISION                     DU       CONSIMI
                                                                                                  du                                                                                                                  3
                         c o n c e r n a n t la c o n c l u s i o n tic l ' a c c o r d s o u s ( o r m e d ' é c h a n g e <ic l e t t r e s relatif à I ' a p p l u J H O I I p r o v i -
                         soire du p r o t o c o l e fixant                 les p o s s i b i l i t é s tic p e c h e et la c o m p e n s a t i o n               fm.iiiticrt       prévues dans
                         l ' a c c o r d e n t r e la C o m m u n a u t é                                     e u r o p é e n n e ci le g o u v e r n e m e n t «le l.i r é p u b l i q u e tie
                         G u i n é e - B i s s a u t o u c c n u i t i la p ê c h e a u l a r g e tic la c o t e «le G u i n é e - B i s s a u p o u r la p é r i o d e a l l a n t
                                                                                  du     H» j u i n        1Sv3.ni            IS | u i n      I9V5
I I C O N S U L DUS C O M M U N A U I I S I U K O I ' I I N N I s                                                          «I a p p r o u v e r cet ; i . . o . < l . so,,s I . M T V C « l u n e d e c i s i o n <l,'l,
      .                                      i A-                                                                          iiiiivc .tu t u r c d e l ' a n u l <            •* \ Ai: t r a i t e ,
vu le t r a i t e i n s t i t u a n t la ( . o n i i m i i u u i c                                    nno
peenne.                                                                                                                      1,|(||)|
                                                                                                                                                                    \llltll        f>H"IU>
                                                                                                                           i a t e o r d s o u s (01 m e d'r> h nii;< .le l e t t r e s rcl.itil .» l'.ippli
vu      l'accord           entre         la ' C o m m u n a u t é                                    emo
                                                                                                                           (.iiiiin p r o v i s o n c du           pioi.»io!c lisant             les p o s s i b i l i t é s   d,
p e e n n e ci le g o u v e r n e m e n t d c la r é p u b l i q u e i\c                       dunce
                                                                                                                           petite          ei IJ        « o m p c n s n , . n> ' U I . I I K I C I C p r é v u e s           .Liu-s
Bissau         c o n c e r n a n t la p è c h e .iu l a i c e d e la                         côte         tic              ..             .            ,    ,
                „                               '                       '      .                                           I a c c o r d e n t r e la C o m m i m a u w                                       cuiopcciim
                                                                                                l
G u i n é e - B i s s a u , s i e n é à Bissau le 2 / f é v n c i                             l )8C ( ' ) .                       .                                . .               .,            . ,..
                                     °                                                                                     ci le g o u v e r n e m e n t «le la r c p u M i q u c d e t i i m i r i n,s<..,i,t„
                                                                                                                           t o n c e r n a m la p e c b e au l.n;;c de la c o t e d e G u u i c e                       Bissau
                                                                                                                           pour        la p é r i o d e a l l a n t d u      16 juin      IV93au          IS i u m         l*»*5
vu la p r o p o s i t i o n d e la C o m m i s s i o n ,                                                                   r s i a p p r o u v e au n o m d e la l o m m u n a u t é
considérant               que         la    Communauté               et     la   république               de                l e t e x t e d c l ' a c t o r d esi | o m t         i la p r é s e n t e de< i s i o n
Guinée-Bissau                    ont        procédé        à   des        négociations                 pour
déterminer              les      modifications             ou     compléments                 à     miro                                                                1 »/»<•//• .'
duire dans l'accord concernant                                la p ê c h e a u        large d e            la
c ô t e d e G u i n é e - B i s s a u à la fin d e la p é r i o d e d ' a p p l i c a t i o n                                                                             ,                                 ,                  ,
j                     i        • . . i.            • i « j       i.            J                                           ll e
                                                                                                                              t     o r e s i d e n t d u C o n s e i l est a u t o r i s e a d e s i g n e r <<v
d u p r o t o c o l e vise a I a r t i c l e V d c I a c c o r d ,                                                                  *'                                                   ..          ,                  ,
                                                                                                                            personne^               habilitées        a s.giu-i          I accord          sou*           .orme
considérant                que,         à    la     suite   de      ces      négociations,                un                d ' é c h a n g e d e l e t t r e s a i ' c l î c i d ' e n g a g e r la C o m n i u n . i u t c
n o u v e a u p r o t o c o l e a é t é p a r a p h é le                  5 mai      1993.
considérant               q u e , par          ce     protocole,         les p é c h e u r s         de     la
Communauté                     d é t i e n n e n t des possibilités d e p è c h e                       dans
les e a u x r e l e v a n t d e la s o u v e r a i n e t é o u d e la j u r i d i c t i o n
d e G u i n é e - B i s s a u p o u r la p é r i o d e a l l a n t d u             16 j u i n           I9V3
au      IS j u i n      I9°5;
considérant              q u e , p o u r éviter            une interruption                 des         am
vues        de     pèche           des      navires       de   la    Communauté,                     il   est
i n d i s p e n s a b l e q u e le p r o t o c o l e e n q u e s t i o n s o u               approuve
d a n s les p l u s b r e f s d é l a i s , q u e , p o u r c e t t e r a i s o n , les d e u x
parties ont paraphé un accord sous f o r m e d ' é c h a n g e                                             de               .
                                                                                                                                     a
                    •                    i-       i                                                         i               ' •"'
lettres        prévoyant                 I application,         a     titre      provisoire,               du
protocole             paraphé              a partir       du    tour        suivant       la       d.ue       a                                                                                        j,      /(   (
laquelle          expire          le p r o t o c o l e     en v i g u e u r , q u ' i l       y a heu                                                                                                     /       ,,,.,,/.,,
 (t     |(> . i " I. M, «I» /'» S V*S«. !• *»
 ---pagebreak---                                      ACCORD
sous forme d'échange de lettres relatif à l'application provisoire du
protocole fixant les possibilités de pêche et la compensation
financière prévues dans l'accord entre la Communauté? européenne et le
gouvernement de la république de Guinée-Bissau concernant la pêche au
large de la côte de Guinée-Bissau pour la période du 16 juin 1993 au 15
juin 1995.
A.  Lettre du gouvernement de la république de Guinée-Bissau
    Monsieur,
    Me référant au protocole, paraphé le 5 mai 1993, fixant les
    possibilités de pêche et la compensation financière pour la période
    du 16 juin 1993 au 15 juin 1995, j'ai l'honneur de vous informer
    que le gouvernement de la république de Guinée-Bissau est prêt à
    appliquer ce protocole à titre provisoire à partir du 16 juin 1993
    en attendant son entrée en vigueur conformément à son article 8,
    pourvu que la Communauté européenne soit disposée à faire de même.
    Les licences des navires présents ou qui ont eu une licence en 1993
    sont renouvellées d'office pour les navires qui le demandent. A cet
    effet, une liste des navires demandeurs sera transmise au plus tard
     le 15 juin 1993. Le paiement des redevances devra intervenir avant
     le 30 juin 1993. Il est entendu que la détention des nouveaux
    documents de licence ne conditionne pas l'exécution des opérations
    de pêche.
     Il est entendu que, dans ce cas, le versement d'une première
    tranche égale à 50 % de la compensation financière fixée à
     l'article 2 du protocole doit être effectuée avant le 15 novembre
     1993.
    Je vous saurais gré de bien vouloir me confirmer l'accord de la
    Communauté européenne sur une telle application provisoire.
    Veuillez    agréer,  Monsieur,   l'assurance   de  ma   très    haute
     considération.
                                        Pour   le gouvernement    de   la
                                        république de Guinée-Bissau
 ---pagebreak--- B. Lettre de la Communauté
   Monsieur,
   J'ai l'honneur d'accuser    réception  de  votre lettre   de ce  jour
   libellée comme suit :
   Me référant au protocole, paraphé le 5 mai 1993, fixant les
   possibilités de pêche et la compensation financière pour la période
   du 16 juin 1993 au 15 juin 1995, j'ai l'honneur de vous informer
   que le gouvernement de la république de Guinée-Bissau est prêt à
   appliquer ce protocole à titre provisoire à partir du 16 juin 1993
   en attendant son entrée en vigueur conformément à son article 8,
   pourvu que la Communauté européenne soit disposée à faire de même.
   Les licences des navires présents ou qui ont eu une licence en 1993
   sont renouvellées d'office pour les navires qui le demandent. A cet
   effet, une liste des navires demandeurs sera transmise au plus tard
   le 15 juin 1993. Le paiement des redevances devra intervenir avant
   le 30 juin 1993. Il est entendu que la détention des nouveaux
   documents de licence ne conditionne pas l'exécution des opérations
   de pêche.
   Il est entendu que, dans ce cas, le versement d'une première
   tranche égale à 50 % de la compensation financière           fixée à
   l'article 2 du protocole doit être effectuée avant le 15 novembre
   1993.
   Je vous saurais gré de bien vouloir me confirmer l'accord       de  la
   Communauté européenne sur une telle application provisoire."
   J'ai L'honneur de vous confirmer L'accord de La Communauté européenne
   sur, une teLLe appLication provisoire.
   VeuiLLez agréer, Monsieur, L'assurance de ma très haute considération,
                                       Au nom du Conséi L *:
                                  des Communautés européennes
 ---pagebreak---                                                                                                                             £
                                                             PROPOSITION DE
                                              IvÈCLLMl-NT (ŒI-) N°                  DU C O N S U L
                                                              du
                      relatif à la conclusion du protocole fixant les possibilités dc pêche et la compensation financière
                      prévues dans l'accord entre la Communauté                     européenne et le gouvernement dc la
                      république dc Guinée-Bissau concernant la pêche au large dc la côte dc (Guinée-Bissau pour la
                                                  période du 16 juin 1995 au 15 |uin 1995
I L CONSEIL DES COMMUNAUTÉS EUROPÉENNES.                                    A ARRETE LE PRIAI NI RI t.l I Ml NI
vu le traité instituant la Communauté
péenne, et notamment son article 4 3 ,                                                                Ai lu h- premier
                                                                             Le protocole fixant les possibilités de pèche et l.i compensa
                                                                            non financière prévues dans l'accord entre la Communauté
vu la proposition dc la Commission ('),                                                   européenne et le gouvernement de la république
                                                                            dc Guinée-Bissau concernant I i pèche .\\) large dc la cote de
                                                                            Guinée-Bissau pour la période du 16 |inn I 9 9 j au IS mm
vu l'avis du Parlement européen {*),                                         1993 est approuvé au nom tie la Communauté
                                                                             Le texte du protocole est |omt au présent règlement
considérant que, conformément à l'accord entre la Commu-
 nauté                     européenne et le gouvernement de la
 république de Guinée-Bissau concernant la pêche au large de
 la côte de Guinée-Bissau, signé à Bissau le 27 février 1980 ( J ),                                        A me te 2
            , les deux parties ont procédé à des négociations pour
 déterminer les modifications ou complémencs à introduire                   Le président du Conseil est autorise a designer les personnes
 dans l'accord à la fin de la période d'application du protocole            habilitées à signer le protocole à l'effet d'engager la Commu-
 visé à l'article 9 de l'accord; ( 4 )                                      nauté
 considérant que, à la suite de ces négociations, un nouveau
 protocole fixant les possibilités de pêche et la compensation                                             -\ Un l< •»
  financière prévues dans l'accord précité pour la période du 16
 juin 199 3 au 15 juin 1995 a été paraphé le 5 ma il 99 3,
                                                                             Le présent règlement entre en vigueur le troisième tour
                                                                             suivant celui de sa publication au fourmil officiel <Vc>
                                                                             Communautés         européenne-
 considérant qu'il est dans l'intérêt de la Communauté
  d'approuver ce protocole.
                Le présent règlement est obligatoire dans tous ses éléments et directement applicable dans tt
                Etat membre.
                Fait à Bruxelles, le
                                                                                            l'ai le Conseil
                                                                                             /./• prësitlrn)
   H JO 11" C
   (') JO i l " <;
   (•) JO »° !. 22fi du 29. H. 1980, i>. .1.1.
    (4) R (CE) n° 346/92 du 27.1.1992, JO L 42 du 18.2.1992, p. 24
 ---pagebreak---                                 PROTOCOLE
                                                                     }
fixant les possibilités de pêche et la compensation financière prévues
dans l'accord entre la Communauté européenne et le gouvernement de la
république de Guinée-Bissau sur la pêche au large de la côte de Guinée-
Bissau pour la période du 16 juin 1993 au 15 juin 1995.
                                  Article premier
A dater du 16 juin 1993, et ce pour une période de deux ans, les
possibilités de pêche accordées au titre de l'article 4 de l'accord
sont fixées comme suit :
    l.a)   Chalutiers crevettiers congélateurs : 11.000       tonneaux  de
           jauge brute (TJB) par mois en moyenne annuelle,
       b)  Chalutiers congélateurs, poissonniers et céphalopodiers :
           4.000 tonneaux de jauge brute par mois en moyenne annuelle;
    2) Thoniers senneurs congélateurs : 22 navires;
    3) Thoniers canneurs et palangriers de surface : 10 navires.
                                     Article 2
1.  La compensation financière visée à l'article 9 de l'accord est
    fixée, pour la période prévue à l'article 1er, à 12.000.000
    d'écus,payable en deux tranches annuelles égales.
2.  L'affectation de cette compensation relève        de   la   compétence
    exclusive du gouvernement de Guinée-Bissau.
3.  Cette compensation est versée sur un compte ouvert auprès d'une
     institution financière ou de tout autre organisme désigné par la
    Guinée-Bissau.
                                Article 3
Les possibilités de pêche visées à l'article 1er, point 1 peuvent être
augmentées à la demande de la Communauté par tranches successives de
1.000 tonneaux de jauge brute par mois en moyenne annuelle. Dans ce
cas, la compensation financière visée à l'article 2 est augmentée
proportionnellement, pro rata temporis.
 ---pagebreak---                                       Article 4
                                                                       s
La Communauté participera, en outre, pendant la période visée à
l'article 1er, au financement d'un programme scientifique ou technique
guinéen destiné à améliorer les connaissances halieutiques concernant
la   zone   économique   exclusive   de   Guinée-Bissau,    ainsi   que    le
fonctionnement du laboratoire de biologie marine, pour un montant de
450.000 écus.
Les   autorités   de Guinée-Bissau    communiquent   aux   services   de   la
Commission un rapport succinct de l'utilisation de ce montant.
Cette somme sera mise à la disposition du gouvernement de Guinée-Bissau
et sera versée au compte indiqué par les autorités de Guinée-Bissau.
                                       Article 5
Les deux parties conviennent que l'amélioration de la compétence et des
personnes affectées à la pêche maritime constitue un élément essentiel
du succès de leur coopération.     A cet effet, la Communauté facilitera
l'accueil des ressortissants de Guinée-Bissau dans les établissements
de ses Etats membres et mettra à cette fin à leur disposition, pendant
la période visée à l'article 1er, des bourses d'études et de formation
pratique dans les diverses disciplines scientifiques, techniques et
économiques concernant la pêche.
Ces bourses peuvent être également utilisées dans tout Etat lié à la
Communauté par un accord de coopération.      Le coût total de ces bourses
ne peut pas dépasser 250.000 écus. Une partie de ce montant peut, à la
demande des autorités de Guinée-Bissau, être convertie pour couvrir des
 frais de participation à des réunions internationales ou à des stages
dans le domaine de la pêche, ainsi que pour l'organisation                des
séminaires sur la pêche en Guinée-Bissau ou le renforcement des
 infrastructures administratives du Ministère des Pêches. Ce montant est
payable au fur et à mesure de son utilisation.
                                       Article 6
Au cas où la Communauté omettrait d'effectuer les paiements prévus aux
 articles   2 et    4, l'application du     présent   protocole   peut   être
 suspendue.
                                       Article 7
 L'annexe de l'accord entre la Communauté européenne et le gouvernement
 de la république de Guinée-Bissau concernant la pêche au large de
Guinée-Bissau    est abrogée et remplacée par        l'annexe, du    présent
 protocole.
                                       Article 8
 Le présent protocole entre en vigueur à la date de sa signature,
 Il est applicable à partir du 16 juin 1993.
 ---pagebreak---                                                                          J3\
                                  ANNEXE
    Conditions de l'exercice de la pêche dans la        zone  de  pêche  de
    Guinée-Bissau pour les navires de la Communauté
A. FORMALITES APPLICABLES A LA DEMANDE ET A LA DELIVRANCE DES LICENCES
    Les procédures applicables aux demandes et à la délivrance des
    licences permettant aux navires de la Communauté de pêcher dans la
    zone de pêche de Guinée-Bissau sont les suivantes :
    Les   autorités   compétentes   de   la  Communauté   soumettent,   par
    l'intermédiaire de la délégation de la Commission en Guinée-Bissau,
    au Ministère des Pêches de la république de Guinée-Bissau, une
    demande pour chaque navire qui désire pêcher en vertu de l'accord,
    au moins trente jours avant la date de début de validité demandée.
    Les demandes sont présentées conformément aux formulaires fournis à
    cet effet par le gouvernement de la république de Guinée-Bissau,
    dont les modèles sont joints ci-après (appendice 1 ) .
    Chaque demande de licence est accompagnée de la preuve de paiement
    de la redevance pour la période de sa validité. Ce paiement est
    effectué au compte visé à l'article 2 du protocole.
    Les redevances incluent toutes taxes nationales et locales à
     l'exception des taxes portuaires et des frais pour prestations de
    service.
    Par dérogation à l'article       4, paragraphe 3 de l'accord,       les
     licences sont valables à partir de la date de leur délivrance
     jusqu'au 31 décembre de l'année au cours de laquelle elles ont été
    délivrées ou jusqu'à l'expiration du protocole pour sa dernière
    année d'application. Les redevances sont annuelles. Toutefois,
    pendant    la  première  et   la   dernière  année   d'application   du
    protocole, elles sont payables au prorata de la période de validité
    de 1'accord.
     Les licences pour les thoniers senneurs, les thoniers canneurs et
     les palangriers de surface seront délivrées dans le délai de trente
     jours prévu ci-avant par les autorités de la Guinée-Bissau aux
    armateurs ou à leurs représentants, par l'intermédiaire de la
    délégation de la Commission des Communautés européennes en Guinée
     Bissau.
     Les chalutiers congélateurs sont tenus de se présenter au port de
     Bissau lors de la remise de la licence. Notification de chaque
    délivrance de licence est faite à la délégation de la Commission
    des Communautés européennes en Guinée-Bissau.
 ---pagebreak---                                                                      A
    La licence est délivrée au nom d'un navire déterminé et n'est pas
    transférable. Toutefois, sur demande de la Communauté européenne
    et dans le cas de force majeure démontrée, la licence d'un navire
    est remplacée par une nouvelle licence établie au nom d'un autre
    navire de caractéristiques     similaires  à celles du     navire   à
    remplacer. L'armateur    du navire à remplacer remet la licence
    annulée au Ministère des Pêches de la république de Guinée-Bissau
    via les autorités de la Commission des Communautés européennes.
    La licence doit être détenue à bord à tout moment.
1. Dispositions applicables aux chalutiers
    Les redevances pour les licences annuelles     sont fixées, pour  la
    durée du présent protocole, comme suit :
    188 écus par TJB par an pour les poissonniers,
    209 écus par TJB par an pour les céphalopodiers,
    266 écus par TJB par an pour les crevettiers
    Le paiement des redevances pour une année calendaire peut être
    effectué à échéances trimestrielles ou semestrielles. Dans ce cas,
     le montant est majoré respectivement de 5 % et de 3 %.
2.  Dispositions applicables aux thoniers et aux palangriers de surface
    a)   Les redevances annuelles sont fixées à 20 écus par tonne pêchée
         dans la zone de pêche de Guinée-Bissau.
    b)   Les licences sont délivrées après versement auprès du Ministère
         des Pêches d'une  somme forfaitaire de 1.500 écus par thonier
         senneur par an et de 300 écus par thonier canneur et palangrier
         de surface par an équivalant aux redevances pour :
             75 tonnes de thon péché par thonier senneur par an,
             15 tonnes pêchées par thonier canneur et palangrier       de
             surface par an.
     Le décompte final des redevances dues au titre de la campagne est
     arrêté par la Commission des Communautés européennes à la fin de
     chaque année calendaire, sur la base des déclarations de captures
     établies par chaque armateur et confirmées par les instituts
     scientifiques responsables pour la vérification des données des
     captures (ORSTOM et IEO - Institut Océanographique Espagnol).     Ce
     décompte est communiqué simultanément au Ministère des Pêches et
     aux armateurs. Chaque éventuel paiement additionnel sera effectué
     par les armateurs au Ministère des Pêches de Guinée-Bissau au plus
     tard le 31 mai de l'année suivante, selon la procédure de payement
     visée à l'article 2 du protocole.
     Toutefois, si le décompte     final est inférieur au montant de
     l'avance visée ci-avant, la somme résiduelle correspondante n'est
     pas récupérable par l'armateur.
 ---pagebreak---                                                                      'Il
B.  DECLARATIONS DES CAPTURES
    Tous les navires de la Communauté autorisés à pêcher dans la zone
    de pêche de Guinée-Bissau au titre de l'accord sont astreints à
    communiquer au Ministère des Pêches leurs captures, avec copie à la
    délégation de la Commission en Guinée-Bissau, selon les modalités
    suivantes :
    les chalutiers déclarent leurs captures sur base du modèle ci-joint
    (appendice 2 ) . Ces déclarations de captures sont mensuelles et
    doivent être communiquées au moins une fois par trimestre,
    les thoniers senneurs, les thoniers canneurs et les palangriers de
    surface tiennent un journal de pêche, conformément à l'annexe 3,
    pour chaque période de pêche passée dans la zone de pêche de
    Guinée-Bissau.   Ce formulaire doit être envoyé, dans un délai de
    quarante-cinq jours après la fin de la campagne de pêche passée
    dans la zone de pêche de Guinée-Bissau, au Ministère des Pêches,
    par   l'intermédiaire   de  la  délégation  de   la Commission    des
    Communautés européennes en Guinée-Bissau.
    ces formulaires doivent être remplis lisiblement et être signés par
    le capitaine du navire.
    En cas de non-respect de cette disposition, le gouvernement de
    Guinée-Bissau se réserve le droit de suspendre la licence du navire
     incriminé jusqu'à l'accomplissement de la formalité.
C. CAPTURES ACCESSOIRES
 1. Les poissonniers ne peuvent pas avoir plus de 10 % de crustacés à
    bord sur la totalité des captures réalisées dans la zone de pêche
    de Guinée-Bissau.
    Les céphalopodiers ne peuvent pas avoir plus de 5 % de crustacés et
    plus de 30 % de poissons à bord sur la totalité des captures
     réalisées dans la zone de pêche de Guinée-Bissau.
2.  Les thoniers canneurs sont en outre autorisés à pêcher l'appât
    vivant pour effectuer leur campagne de pêche dans la zone de pêche
    de Guinée-Bissau.
D.  EMBARQUEMENT DES MARINS
    Les armateurs qui bénéficient des licences de pêche prévues par
     l'accord contribuent à la formation professionnelle pratique des
     ressortissants de Guinée-Bissau dans les conditions et limites
     suivantes :
     1)  chaque armateur d'un chalutier s'engage à employer :
         trois marins-pêcheurs pour les navires inférieurs à 300 TJB,
         quatre marins-pêcheurs pour les navires compris entre 300 TJB
         et 400 TJB,
         cinq marins-pêcheurs pour les navires supérieurs à 400 TJB;
 ---pagebreak---                                                                           o*
2)   Les armateurs de thoniers et de palangriers de surface se
     chargeront d'employer des ressortissants de Guinée-Bissau, dans
     les conditions et limites suivantes :
     pour la flotte des thoniers senneurs, quatre marins guinéens
     sont embarqués en permanence dans la zone de pêche de Guinée-
     Bissau ;
     pour la flotte des thoniers canneurs et des palangriers de
     surface, six marins guinéens sont embarqués pendant la campagne
     de pêche thonière dans la zone de pêche de Guinée-Bissau, sans
     que le nombre d'un marin par navire ne puisse être dépassé;
  3) le salaire de ces marins-pêcheurs est à fixer, avant la
     délivrance des licences, d'un commun accord entre les armateurs
     ou leurs représentants et le Ministère des Pêches ; il est à la
     charge des armateurs et doit inclure le régime social auquel le
     marin    est    soumis   (entre   autres, assurance-vie,      accident,
     maladie).
     En   cas    de    non-embarquement,    les   armateurs   des   thoniers
     senneurs, des thoniers canneurs et des palangriers de surface
     sont tenus à verser pour la campagne de pêche une somme
      forfaitaire équivalant aux salaires des marins non embarqués.
     Cette somme sera utilisée pour la formation des marins-pêcheurs
     de Guinée-Bissau et sera versée au compte indiqué par les
     autorités de Guinée-Bissau.
EMBARQUEMENT DES OBSERVATEURS
 1)  L'observateur a pour mission de vérifier les activités de pêche
     dans la zone de pêche de Guinée-Bissau.          Il dispose de toutes
      les facilités, y compris l'accès aux locaux et documents
      nécessaires à l'exercice de sa fonction.        Il ne doit pas rester
      à bord plus de temps qu'il ne lui faut pour accomplir sa
     mission.     Le capitaine facilite les travaux de l'observateur,
      qui bénéficie des conditions dues aux officiers du navire
      concerné. Le salaire et les charges sociales de l'observateur
      sont à charge du gouvernement de Guinée-Bissau.
      Au cas où l'observateur est embarqué dans un port étranger, les
      frais   de    voyage   de   l'observateur    sont  à   la   charge  de
      l'armateur.     Si un navire, ayant à son bord un observateur de
      Guinée-Bissau, sort de la zone de pêche de Guinée-Bissau, toute
      mesure doit être prise pour assurer le retour à Bissau, aussi
      prompt que possible, de l'observateur aux frais de l'armateur.
 2)   Chaque chalutier reçoit un observateur désigné par le Ministère
      des Pêches. Afin de contribuer à la couverture des frais
      découlant de la présence à bord de cet observateur, l'armateur
      verse aux autorités de Guinée-Bissau, en même temps que le
      paiement de la redevance, un montant de 4 ecus par TJB par an
      par navire exerçant ses activités de pêche dans les eaux de
      Guinée-Bissau.
 3)   Sur demande       du  Ministère   des   Pêches   , les    thoniers  et
      palangriers de surface prennent à leur bord un observateur.
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         Dans ce cas, le port d'embarquement est fixé d'un commun accord
         entre le Ministère des Pêches et les armateurs ou leurs
         représentants, lors d'un entretien à convenir entre ces deux
         parties.
   INSPECTION ET CONTROLE
    Tout navire de la Communauté péchant dans la zone de pêche de
    Guinée-Bissau    permet   et   facilite   la  montée   à   bord   et
    l'accomplissement des fonctions de tout fonctionnaire de Guinée-
    Bissau chargé de l'inspection et du contrôle. La présence de ce
    fonctionnaire à bord ne doit pas dépasser le temps nécessaire pour
    effectuer des vérifications des captures par sondage ainsi que pour
    toute autre inspection relative aux activités de pêche.
   ZONES DE PECHE
    Les chalutiers congélateurs visés à l'article 1er du protocole sont
    autorisés à effectuer leurs activités de pêche dans les eaux
    situées au-delà de 12 milles marins à partir des lignes de base.
H. MAILLAGE AUTORISE
    La maille minimale autorisée à la poche des chaluts (maille étirée)
    est de :
    a)  60 mm pour les poissonniers;
    b)  40 mm pour les céphalopodiers;
    c)  40 mm pour les crevettiers;
    d)  16 mm pour la pêche de l'appât vivant.
    La pêche aux tangons est autorisée.
I. ENTREE ET SORTIE DANS LA ZONE
    Tous les navires de la Communauté engagés dans des activités de
    pêche dans la zone de la Guinée-Bissau au titre de l'accord
    communiquent à la station radio du Ministère des Pêches la date et
    l'heure, ainsi que leur position lors de chaque entrée et sortie
    dans la zone de pêche de Guinée-Bissau.
    L'indicatif d'appel ainsi que la fréquence de travail et les
    horaires seront communiqués aux armateurs, par le Ministère des
    Pêches, au moment de la délivrance de la licence.
    En cas d'impossibilité d'utilisation de cette radio, les navires
    peuvent utiliser d'autres moyens de communication tels que le telex
     (n° 266 SEP BI), le télécopieur (n° 20.11.57) ou le télégramme.
 ---pagebreak---                                                                   nu
J. PROCEDURE EN CAS D'ARRAISONNEMENT
    Les autorités de la Commission deu Communautés européenne» en
    Guinée-Bissau sont informées dans un délai de quarante-huit heures
    de tout arraisonnement d'un navire de pêche battant pavillon d'un
    Etat membre de la Communauté, intervenu dans la zone de pêche de
    Guinée-Bissau, et reçoivent simultanément un rapport succinct des
    circonstances et raisons qui ont mené à cet arraisonnement.
    Avant toute procédure judiciaire, le règlement de l'infraction
    présumée est recherché par une procédure administrative. Cette
    procédure se termine au plus tard trois jours ouvrables après
    l'arraisonnement.
    Au cas où l'affaire n'a pas pu être réglée par une procédure
    administrative et qu'elle est poursuivie devant une instance
    judiciaire compétente, une caution bancaire est fixée par
    l'autorité compétente dans un délai de quarante-huit heures après
    conclusion de la procédure administrative, en attendant la décision
    judiciaire. Le montant de cette caution ne doit pas être supérieur
    au maximum du montant de l'amende prévu dans la législation
    nationale pour l'infraction présumée en cause.
    La caution bancaire est débloquée par l'autorité compétente dès que
    la décision juridictionnelle acquitte le capitaine du navire
    concerné.
    Le navire et son équipage sont libérés :
    -    soit dès l'accomplissement des obligations    découlant de  la
        procédure administrative ,
         soit dès le dépôt de la caution bancaire.
    Au cas où l'une des parties l'estime nécessaire, elle peut demander
    une consultation urgente en vertu de l'article 10 de l'accord.
 ---pagebreak---                                                                             •is
                                                   Appendice I
                                                FORMULAIRE
                                     DE DEMANDE DE LICENCE
                                     D'ARMEMENT À LA PÊCHE
                Panic r*vrvf< à l"»tmtniMraiu>n                Obwrv juorii
Nationalité:
Numéro de licence:
Date tic signature
Date tic délivrante:
 ---pagebreak--- ^^^^^^^^^i%0^^^^^^^^^^^MM                                                                                                              AG
   DEMANDEUR
   Raison sociale:
   Numéro du registre de commerce:
   Prénom et nom du responsable
   Date et lieu tie naissant r
   Profession:
   Adresse:
   Nombre d'employés:
   Nom et adresse du cosignataire:
    NAVIRE
    Type de navire:                                                                 Numéro d'immatriculation:
    Nouveau nom:                                                                     Ancien nom :
    Date et lieu de construction :
    Nationalité d'origine:
    Longueur:                               Largeur                                                   Creux:
    jauge brute:                            Jauge nette
    N.nuie du maiénati de construction                                                                              »
    Marque du moteui principal                                                      I ypc                 Puissante en (..'V
     Hélice                             ixe       l_J                                   Variable  [ _J                      luycff [_J
     Vnessc
     Indicatif d'appel.                                                               Ircquente
     I isie des moyens dc dcicciion, de navigation ci tic transmission
     K.id.ir      i.... I         Sonar       S o n d o n corde dc d o s . nci soiul
      VIII        L.J             Kl.M        N . I V I | ; . I I I ( ) I I s.itt-lliic                      Autres
      N o m l . n .1, n i . u n n
 ---pagebreak---                                                                                                                         §1
                                                                                                                      n
M O D E DE C O N S E R V A T I O N
                                               Glace   •               «-• -i
Glace     LJ                                    Réfrigération          L      i
Congélation: en saumure               I I                  à sec        L J            en eau de nier réfrigérée    G
Puissance frigorifique totale ( l ' C ) :
Capacité dc congélation par 2 4 heures e n t o n n e s :
Capacité de cales:
TYPE DE PECHE
A . Pêche démcrsale
    Démersale         i—i
    côtière          I     I                               D é m e r s a l e profonde          I   I
    Type de chalut:
    a céphalopodes              I   I     à crevettes    |     |           à poissons       |    |
    Longueur de chalut:                                                    Longueur de la corde de dos:
    Dimensions des mailles a la poche:
    Dimensions des mailles a u x ailes:
    Vitesse de chalutage:
 B.  Pèche des grands pélagiques ( t h o n i è r e )
     À la canne              |    |                   N o m b r e de tannes             1    |
     À la senne              |    |                   Longueur d u filet                                      (.huir
     N o m b r e de cuves                                                  Capacité en tonnes
 C   Pêche palangrière ci casiers
     D e surface       L      I                                             l)t lond
     Longueur de la ligne                                                   N o m b r e d'hameçons
     N o m b r e tic li);iie\
     N o m b r e «If  UMCI\
 ---pagebreak--- V>-'^--;:;- v ^^r.^A^"-        v'v .'.•.-.••:'• '.- •       • • • • • •          •.    • • • • • . . . . .. • .••..,-
                                                                                                                      18
                  INSTALLATION A TERRE
                  Adresse et numéro d'autorisation:
                  Raison sociale
                  Activités:
                   Marcyagc d'iritcricu ,n                             D'exportation     •
                   Nature et numéro de la carte de mareyeur:         .
                   Description des installations de traitement et de conservation
                   Nombre d'employés:
                    NO Cnclir/ louu (fpiiiisc .i(ln iii.invt- il.IMS lis c i se s MMI\(\\ I >.<! i'Kfl
 ---pagebreak---                                  79
  Observations techniques
Autorisation du ministère d'État
 ---pagebreak---                                                                             Appendice 2
  MINISTERE DES PECHES                              STATISTIQUES DE CAPTURE ET D'EFFORT Mois:                     Année:
   N o m du bateau                                    Puissance du moteur:               Méthode de pèche:
   Nationaiité (paviiior                             jauge brute (t)                     Port de débarquement:
                                   Zone dc pèche                                               Espèces dc poison»
                                                 Nombre df tram       Nombre d'heures
                                                    dc Met                de pêche                                       Totn
                         .ongiijdt
                                                                                                                              J i
   22:
   2h
^
   29,                                                                                                                            O
 ---pagebreak---  ---pagebreak---                                                                          2 2.
          FICHE FINANCIERE
                                                           DATE
1. LIGNE BUDGETAIRE CONCERNEE : B7     800
2. INTITULE DE L'ACTION :   Nouveau protocole financier CE/Guinée Bissau
3. BASE JURIDIQUE : Accord CE/STP concernant la pêche au large de Guinée Bissau
4. OBJECTIFS DE L'ACTION : Protocole et annexe pour une période de 2 ans.
5. INCIDENCES FINANCIERES                  PENDANT LA    EXERCICE EN   EXERCICE
5.0. DEPENSES                                CAMPAGNE    COURS (93)   SUIVANT (94)
      - à la charge du budget de la CE
        (restitutions/interventions)                     6350000  ECU 6350000 ECU
      - à la charge administr.nationales                 (en moyenne  (en moyenne
      - à la charge d'autres secteurs                      annuelle)    annuelle)
        nationaux
5.1. RECETTES
      - ressources propres CE
        (prélèvements/droits de douane)
      - sur le plan national
                                             ANNEE 93  ANNEE 94
 5.0.1. ECHEANCIER PLURIANNUEL DEPENSES     6.350.000|6.350.000
                                            (en moy. annuelle)
 5.2. MODE DE CALCUL
      - compensation financière                       12.000.000 ECU
      - programme scientifique                           450.000 ECU
      - bourses                                          250.000 ECU
      Contrepartie financière    coût total           12.700.000 ECU
                                 coût annuel moyen     6.350.000 ECU
 6.0. FINANCEMENT POSSIBLE PAR CREDITS INSCRITS AU CHAPITRE CONCERNE
      DANS LE BUDGET EN COURS D'EXECUTION                                OUI /**«••
 6.1. FINANCEMENT POSSIBLE PAR VIREMENT ENTRE CHAPITRES DU BUDGET EN
      COURS D'EXECUTION                                                   OUI/WW
 6.2. NECESSITE D'UN BUDGET SUPPLEMENTAIRE                               «W/NON
 6.3. CREDITS A INSCRIRE DANS LES BUDGETS FUTURS                         OUI/MÔH»
 OBSERVATIONS
 ---pagebreak---                                                                       ISSN 0254-1491
                                                                COM (93) 292 final
                                                        DOCUMENTS
 FR                                                                         i l 03
                                     N° de catalogue : CB-CO-93-326-FR-C
                                                             ISBN 92-77-57014-8
Office des publications ofiScielles des Communautés européennes
L-2985 Luxembourg