CELEX: 62018TN0030
Language: pt
Date: 2018-01-23 00:00:00
Title: Processo T-30/18: Recurso interposto em 23 de janeiro de 2018 — Yado/EUIPO — Dvectis CZ (Almofada para assentos)

12.3.2018   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 94/34
            
         Recurso interposto em 23 de janeiro de 2018 — Yado/EUIPO — Dvectis CZ (Almofada para assentos)
   (Processo T-30/18)
   (2018/C 094/45)
   Língua em que o recurso foi interposto: eslovaco
   
      Partes
   
   
      Recorrente: Yado s.r.o. (Handlová, Eslováquia) (representante: D. Futej, advogado)
   
      Recorrido: Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO)
   
      Outra parte no processo na Câmara de Recurso: Dvectis CZ s.r.o. (Brno, República Checa)
   
      Dados relativos à tramitação no EUIPO
   
   
      Titular do desenho ou modelo controvertido: Recorrente
   
      Desenho ou modelo controvertido em causa: Desenho da União Europeia n.o 2 371 591-0001
   
      Decisão impugnada: Decisão da Terceira Câmara de Recurso do EUIPO de 14/11/2017 no processo R 1017/2017-3
   
      Pedidos
   
   A recorrente conclui pedindo que o Tribunal Geral se digne:
   
               —
            
            
               Anular a decisão impugnada sobre a inadmissibilidade do recurso;
            
         
               —
            
            
               Ordenar ao recorrido que aprecie o recurso e decida sobre o mesmo;
            
         
               —
            
            
               Condenar o EUIPO no pagamento das despesas do presente processo efetuadas pela recorrente.
            
         
      Fundamentos invocados
   
   
               —
            
            
               Erro de direito no sentido do artigo 57.o do Regulamento n.o 6/2002 e do artigo 65.o do Regulamento n.o 2245/2002;
            
         
               —
            
            
               Violação do direito fundamental da recorrente de ser ouvida;
            
         
               —
            
            
               Violação do artigo 7.o do Regulamento n.o 6/2002.