CELEX: 22013A0306(01)
Language: pt
Date: 2012-12-10 00:00:00
Title: Acordo entre o Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a coordenação dos programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de escritório

6.3.2013              PT                                  Jornal Oficial da União Europeia                                              L 63/7
                                                                    TRADUÇÃO
                                                                     ACORDO
               entre o Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a coordenação dos
                   programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de escritório
               O Governo dos ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA e a UNIÃO EUROPEIA, a seguir denominados «Partes»;
               DESEJANDO maximizar a poupança de energia e os benefícios ambientais mediante o incentivo à oferta e procura de
               produtos dotados de eficiência energética;
               TENDO EM CONTA o Acordo entre o Governo dos Estados Unidos da América e a Comunidade Europeia relativo à
               coordenação dos programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de escritório, concluído em
               20 de dezembro de 2006, e os respetivos anexos, na sua versão alterada (a seguir denominado «Acordo de 2006»);
               SATISFEITOS com os progressos alcançados no âmbito do Acordo de 2006;
               CONVICTOS de que serão alcançados benefícios adicionais prosseguindo os esforços mútuos no domínio do programa
               ENERGY STAR;
               ACORDARAM NO SEGUINTE:
                              Artigo I                                        b) «Logótipo comum», a marca de certificação designada no
                                                                                 anexo A e que é propriedade da EPA dos EUA;
                         Princípios gerais
1.     As Partes devem utilizar especificações comuns em maté­
ria de eficiência energética e um logótipo comum a fim de                     c) «Marcas ENERGY STAR», a designação e o logótipo comum
definir objetivos coerentes para os fabricantes, maximizando                     «ENERGY STAR» e eventuais versões destas marcas que pos­
assim os efeitos dos respetivos esforços individuais na oferta e                 sam ser desenvolvidas ou modificadas pelos órgãos de gestão
na procura deste tipo de produtos.                                               ou participantes no programa, tal como a seguir definidos,
                                                                                 incluindo a sinalização ou marcação que figura no anexo A
2.     As Partes devem utilizar o logótipo comum a fim de                        do presente Acordo;
identificar os tipos de produtos qualificados de energeticamente
eficientes enumerados no anexo C.
                                                                              d) «Programa de rotulagem ENERGY STAR», um programa ge­
3.     As Partes devem assegurar que as especificações comuns                    rido por um órgão de gestão, que utiliza especificações,
incentivem uma melhoria contínua da eficiência, tendo em                         marcas e orientações comuns relativas à eficiência energética
conta as práticas técnicas mais avançadas existentes no merca­                   a aplicar aos tipos de produtos designados;
do.
4.     As especificações comuns devem corresponder apenas aos                 e) «Participantes no programa», os fabricantes, vendedores ou
melhores modelos, no máximo 25 % dos modelos em relação                          revendedores de produtos energeticamente eficientes desig­
aos quais existem dados disponíveis no momento da definição                      nados que cumprem as especificações do programa de rotu­
das especificações, tendo igualmente em conta outros fatores.                    lagem ENERGY STAR e que nele decidiram participar me­
                                                                                 diante registo no órgão de gestão de umas das Partes ou
5.     As Partes devem esforçar-se por assegurar que os consu­                   celebração de um acordo com aquele órgão;
midores tenham a oportunidade de identificar produtos eficien­
tes encontrando o rótulo no mercado.
                                                                              f) «Especificações comuns», os requisitos de eficiência energética
                              Artigo II                                          e de desempenho aplicáveis, incluindo os métodos de ensaio,
                Relação com o Acordo de 2006                                     enumerados no anexo C, utilizados pelos órgãos de gestão e
                                                                                 pelos participantes no programa a fim de determinar a ele­
O presente Acordo substitui na sua totalidade o Acordo de                        gibilidade de produtos energeticamente eficientes para a ob­
2006.                                                                            tenção do logótipo comum;
                             Artigo III
                            Definições                                        g) «Certificação por terceiros», um conjunto de procedimentos
                                                                                 ao abrigo do programa ENERGY STAR dos EUA que é
Para efeitos do presente Acordo:                                                 administrado por uma organização independente a fim de
                                                                                 assegurar que os produtos cumprem os requisitos ENERGY
a) «ENERGY STAR», a marca de serviços designada no anexo A                       STAR. Tais procedimentos incluem ensaios num laboratório
    e que é propriedade da Agência de Proteção do Ambiente                       que satisfaça as normas internacionais de qualidade e com­
    («EPA») dos EUA;                                                             petência. Incluem também a análise da documentação com o
 ---pagebreak--- L 63/8                PT                             Jornal Oficial da União Europeia                                             6.3.2013
    objetivo de determinar a elegibilidade para efeitos de rotula­       dos no mercado dos EUA, o órgão de gestão exige que os
    gem ENERGY STAR e ensaios de verificação permanentes                 participantes no programa respeitem os requisitos de certifica­
    para assegurar a manutenção da conformidade;                         ção por terceiros estabelecidos na versão revista dos compro­
                                                                         missos dos parceiros EUA.
h) «Autocertificação», um conjunto de procedimentos para a
    certificação de produtos no âmbito do programa ENERGY
    STAR da UE, no âmbito do qual o participante no programa             3.     Cada órgão de gestão    deve manter e partilhar com os
    garante e declara que o produto registado cumpre todas as            outros a lista de todos os    participantes no programa e dos
    disposições relevantes das especificações comuns aplicáveis.         produtos que preenchem os      requisitos necessários para benefi­
                                                                         ciar do logótipo comum no     respetivo território.
                            Artigo IV
                        Órgãos de gestão
                                                                         4.     Sem prejuízo das disposições previstas no n.o 2 (autocer­
Cada uma das Partes designa um órgão de gestão responsável               tificação para os produtos colocados no mercado da UE e cer­
pela aplicação do presente Acordo (os «órgãos de gestão»). A             tificação por terceiros para os produtos colocados no mercado
União Europeia designa a Comissão da União Europeia («Co­                dos EUA), cada órgão de gestão reserva-se o direito de testar ou
missão») como seu órgão de gestão. Os Estados Unidos da                  examinar de outra forma os produtos que são ou foram vendi­
América designam a EPA como seu órgão de gestão.                         dos no seu território (nos territórios dos Estados-Membros da
                                                                         União Europeia, no caso da Comissão) para determinar se esses
                             Artigo V                                    produtos estão certificados em conformidade com as especifica­
                                                                         ções comuns enunciadas no anexo C. Os órgãos de gestão
Administração do programa de rotulagem ENERGY STAR                       comunicam e cooperam plenamente entre si para garantir que
                                                                         todos os produtos que ostentem o logótipo comum obedeçam
1.     Cada órgão de gestão administra o programa de rotula­
                                                                         às especificações comuns enunciadas no anexo C.
gem ENERGY STAR no que respeita aos tipos de produtos
energeticamente eficientes enumerados no anexo C, em confor­
midade com as modalidades e condições estabelecidas no pre­
sente Acordo. A administração do programa inclui o registo                                           Artigo VII
voluntário dos participantes no programa, a manutenção de
listas de participantes no programa e dos produtos conformes                       Coordenação do programa entre as Partes
e a fiscalização do cumprimento das orientações para uma
utilização correta da designação e do logótipo comum ENERGY              1.     As Partes criam uma Comissão Técnica encarregada de
STAR enunciadas no anexo B.                                              fiscalizar a aplicação do presente Acordo, composta por repre­
                                                                         sentantes dos respetivos órgãos de gestão.
2.     O programa de rotulagem ENERGY STAR utiliza as espe­
cificações comuns enumeradas no anexo C.
                                                                         2.     Em princípio, a Comissão Técnica reúne-se anualmente e
                                                                         procede a consultas, a pedido de um dos órgãos de gestão, para
3.     Na medida em que cada órgão de gestão adota medidas               examinar o funcionamento e a administração do programa de
eficazes para sensibilizar os consumidores para as marcas                rotulagem ENERGY STAR, as especificações comuns enunciadas
ENERGY STAR, deve fazê-lo em conformidade com as orienta­                no anexo C, os produtos abrangidos e os progressos realizados
ções para uma utilização correta da designação e do logótipo             para atingir os objetivos do presente Acordo.
comum ENERGY STAR enunciadas no anexo B.
4.     Cada órgão de gestão suporta a totalidade das despesas
                                                                         3.     Às reuniões da Comissão Técnica podem assistir terceiros
das atividades que efetuar no âmbito do presente Acordo.
                                                                         (incluindo representantes de outros Governos e da indústria) na
                                                                         qualidade de observadores, salvo acordo em contrário pelos
                            Artigo VI                                    órgãos de gestão.
  Participação no programa de rotulagem ENERGY STAR
1.     Os órgãos de gestão autorizam qualquer fabricante, ven­
                                                                                                     Artigo VIII
dedor ou revendedor a participar no programa de rotulagem
ENERGY STAR mediante registo como participante no progra­                              Registo das marcas ENERGY STAR
ma.
                                                                         1.     A EPA dos EUA, na qualidade de proprietária das marcas
                                                                         ENERGY STAR, registou as marcas na União Europeia como
2.     Os órgãos de gestão autorizam os participantes no pro­            marcas comerciais comunitárias. A Comissão não pode pedir
grama a utilizar o logótipo comum para identificar os produtos           nem obter o registo das marcas ENERGY STAR ou variações
conformes que tenham sido testados nas suas próprias instala­            destas marcas em nenhum país.
ções ou por um laboratório independente e que respeitem as
especificações comuns enunciadas no anexo C. Para os produtos
colocados unicamente no mercado da UE, o órgão de gestão
autoriza os participantes no programa a proceder à autocertifi­          2.     A EPA dos EUA compromete-se a não considerar como
cação da conformidade dos produtos. Para os produtos coloca­             infração a utilização, pela Comissão ou por um participante do
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programa registado pela Comissão, das marcas ENERGY STAR                                             Artigo X
nos termos do presente Acordo.
                                                                        Procedimentos para a alteração do Acordo e para a
                                                                                            inclusão de novos anexos
                             Artigo IX
                                                                        1.     Cada órgão de gestão pode propor uma alteração ao pre­
                  Fiscalização e incumprimento                          sente Acordo, bem como a inclusão de novos anexos.
1.     A fim de proteger as marcas ENERGY STAR, cada órgão
de gestão deve velar pela correta utilização das mesmas no seu          2.     A proposta de alteração é apresentada por escrito e é
território (nos territórios dos Estados-Membros da União Euro­          discutida na reunião seguinte da Comissão Técnica, na condição
peia, no caso da Comissão). Cada órgão de gestão deve assegu­           de ter sido comunicada ao órgão de gestão da outra parte com
rar que as marcas ENERGY STAR apenas sejam utilizadas na                pelo menos 60 dias de antecedência em relação a essa reunião.
forma prevista no anexo A e apenas para produtos conformes.
Cada órgão de gestão deve assegurar que as marcas ENERGY
STAR apenas sejam utilizadas da maneira especificada nas orien­         3.     As alterações ao presente Acordo e decisões de inclusão
tações para a correta utilização da designação e do logótipo            de novos anexos são adotadas de comum acordo pelas Partes.
comum ENERGY STAR enunciadas no anexo B.                                As alterações aos anexos A, B, e C são feitas de acordo com o
                                                                        disposto nos artigos XI e XII.
2.     Cada órgão de gestão deve assegurar que seja adotada uma
ação rápida e adequada contra os participantes no programa                                           Artigo XI
sempre que tenha conhecimento de que um deles utilizou
uma marca de forma indevida ou apôs a marca ENERGY                               Procedimentos de alteração dos anexos A e B
STAR num produto não conforme com as especificações co­                 1.     Se um órgão de gestão pretender alterar o anexo A ou o
muns enunciadas no anexo C. Esta ação pode consistir, nomea­            anexo B, são aplicáveis os procedimentos previstos no artigo X,
damente, em:                                                            n.os 1 e 2.
a) Informar por escrito o participante do programa da inobser­          2.     As alterações aos anexos A e B são adotadas de comum
    vância das condições do programa de rotulagem ENERGY                acordo pelos órgãos de gestão.
    STAR;
b) Elaborar, através de consultas, um plano para atingir a con­                                     Artigo XII
    formidade; e                                                                    Procedimentos de alteração do anexo C
                                                                        1.     Se um órgão de gestão pretender alterar o anexo C para
c) Se não puder ser atingida a conformidade, cancelar o registo         rever as especificações comuns em vigor ou acrescentar um
    do participante no programa, da forma considerada necessá­          novo tipo de produto («órgão de gestão proponente»), são apli­
    ria.                                                                cáveis os procedimentos previstos no artigo X, n.os 1 e 2,
                                                                        devendo a proposta incluir:
3.     Cada órgão de gestão deve assegurar que são tomadas
todas as medidas necessárias para pôr termo à utilização não
autorizada das marcas ENERGY STAR ou à utilização indevida              a) Uma demonstração de que resultariam poupanças de energia
de uma marca por uma entidade que não participe no progra­                  substanciais de uma revisão das especificações ou da inclusão
ma. Estas medidas podem consistir, nomeadamente, em:                        de um novo tipo de produto;
a) Informar a entidade que utiliza as marcas ENERGY STAR                b) Se aplicáveis, requisitos de consumo energético para os vá­
    dos requisitos do programa de rotulagem ENERGY STAR e                   rios modos de consumo;
    das orientações para uma utilização correta da designação e
    do logótipo comum ENERGY STAR, e                                    c) Informação sobre os protocolos de ensaio normalizados a
                                                                            utilizar na avaliação do produto;
b) Incentivar a entidade a participar no programa e, se for caso
    disso, a registar os produtos conformes.
                                                                        d) Provas de que a atual tecnologia não exclusiva permitiria
                                                                            realizar poupanças de energia rentáveis sem afetar negativa­
4.     Cada órgão de gestão deve notificar imediatamente o ór­              mente o desempenho do produto; informação sobre o nú­
gão de gestão da outra Parte de qualquer utilização indevida das            mero estimado de modelos de produtos que cumpririam as
marcas ENERGY STAR no território da outra Parte, bem como                   especificações propostas, e quota-parte de mercado aproxi­
das medidas eventualmente adotadas para pôr termo a essa                    mada;
situação.
                                                                        e) Informações sobre a posição dos grupos industriais poten­
5.     Se não for possível obter a conformidade na sequência das            cialmente afetados pela alteração proposta; e
ações previstas nos n.os 2 e 3, a UE exige que os seus Estados-
-Membros cooperem plenamente com o órgão de gestão, o
consultem e adotem todas as medidas necessárias, incluindo              f) Data proposta para entrada em vigor efetiva das novas es­
ações em justiça, para pôr termo a qualquer utilização não                  pecificações, tendo em conta os ciclos de vida dos produtos
conforme, e portanto ilícita, das marcas ENERGY STAR.                       e os calendários de produção.
 ---pagebreak--- L 63/10               PT                            Jornal Oficial da União Europeia                                          6.3.2013
2.    As propostas de alterações ao anexo C aceites pelos dois          2.    Todas as atividades empreendidas ao abrigo do presente
órgãos de gestão entram em vigor numa data por eles estabe­             Acordo estão sujeitas à legislação aplicável de cada Parte e à
lecida de comum acordo.                                                 disponibilidade de recursos e de financiamento adequados.
3.    Se, após a receção de uma proposta apresentada nos ter­           3.    O presente Acordo não afeta os direitos e obrigações de
mos do artigo X, n.os 1 e 2, o outro órgão de gestão («órgão de         nenhuma das Partes decorrentes de acordos bilaterais, regionais
gestão oponente») considerar que a proposta não cumpre os               ou multilaterais celebrados antes da sua entrada em vigor.
requisitos previstos no n.o 1, ou se se opuser de outra forma
a essa proposta, deve notificar a sua objeção de imediato (nor­
malmente até à reunião subsequente da Comissão Técnica) e               4.    Desde que respeite quaisquer outras disposições do Acor­
por escrito ao órgão de gestão proponente, juntando à notifi­           do, cada órgão de gestão pode desenvolver programas de rotu­
cação quaisquer informações disponíveis em apoio à sua obje­            lagem, que não sejam o programa ENERGY STAR, para tipos de
ção, nomeadamente informações que demonstrem que da ado­                produtos que não figurem no anexo C. Nenhuma das Partes
ção da proposta poderiam decorrer:                                      deve, contudo, ainda que tal seja contrário a quaisquer outras
                                                                        disposições do Acordo, levantar obstáculos à importação, ex­
                                                                        portação, venda ou distribuição de um produto pelo facto de
a) Favorecimento comercial desproporcionado e desleal de uma            este ostentar as marcas de rendimento energético do órgão de
    empresa ou grupo industrial;                                        gestão da outra Parte.
b) Prejuízo para a participação global da indústria no programa                                    Artigo XIV
    de rotulagem ENERGY STAR;                                                            Entrada em vigor e vigência
                                                                        1.    O presente Acordo entra em vigor na data em que cada
c) Conflito com as suas disposições regulamentares e legislati­         uma das Partes tiver notificado a outra, por escrito e pelos
    vas, ou                                                             canais diplomáticos, da conclusão dos respetivos trâmites inter­
                                                                        nos necessários para esse efeito.
d) Imposição de requisitos técnicos excessivamente pesados.
                                                                        2.    O presente Acordo é válido por um período de cinco
                                                                        anos. As Partes reunir-se-ão com a antecedência mínima de
                                                                        um ano em relação ao termo deste período para examinar a
4.    Os órgãos de gestão envidam todos os esforços para che­           eventual recondução do acordo.
gar a acordo sobre a alteração proposta na primeira reunião da
Comissão Técnica que se seguir à apresentação da proposta. Se
os órgãos de gestão não puderem chegar a acordo sobre a
alteração proposta nessa reunião da comissão, tentarão chegar                                       Artigo XV
a acordo por escrito antes da reunião subsequente daquela co­                                 Cessação de vigência
missão.
                                                                        1.    Qualquer das Partes pode denunciar o presente Acordo a
                                                                        qualquer momento, mediante pré-aviso de três meses notificado
                                                                        por escrito à outra Parte.
5.    Se, até ao final da reunião subsequente da Comissão Téc­
nica, as partes não tiverem alcançado acordo, o órgão de gestão
proponente retira a sua proposta; no que respeita às propostas
de revisão das especificações vigentes, o tipo de produto cor­          2.    No caso de denúncia ou de não recondução do presente
respondente será retirado do anexo C até à data acordada por            Acordo, os órgãos de gestão informam da cessação do pro­
escrito entre os órgãos de gestão. Todos os participantes no            grama comum todos os participantes no programa cujo registo
programa são informados dessa alteração e dos procedimentos             tiverem efetuado. Informam ainda os participantes no programa
a seguir para a aplicar.                                                por eles registados que cada órgão de gestão pode continuar as
                                                                        suas atividades de rotulagem no âmbito de dois programas
                                                                        distintos. Neste caso, o programa de rotulagem da União Euro­
                                                                        peia não utilizará as marcas ENERGY STAR. A Comissão ga­
6.    Ao preparar novas especificações comuns ou ao rever as
                                                                        rante que ela própria, os Estados-Membros da União Europeia e
especificações comuns em vigor, os órgãos de gestão devem
                                                                        todos os participantes no programa por ela registados cessarão
garantir uma coordenação e consultas efetivas entre si e com
                                                                        a utilização das marcas ENERGY STAR na data acordada por
as respetivas partes interessadas, nomeadamente no que se re­
                                                                        escrito pelos órgãos de gestão. As obrigações previstas no pre­
fere ao conteúdo dos documentos trabalho e aos prazos.
                                                                        sente artigo XV, n.o 2, continuam a vigorar após a cessação da
                                                                        vigência do presente Acordo.
                            Artigo XIII
                       Disposições gerais
1.    O presente Acordo não abrange outros programas de                 Feito em Bruxelas aos dez dias de dezembro de dois mil e doze
rotulagem ambiental que possam vir a ser desenvolvidos e apro­          e em Washington aos dezoito dias de janeiro de dois mil e
vados por qualquer das Partes.                                          treze, em duplo exemplar.
 ---pagebreak--- 6.3.2013          PT                              Jornal Oficial da União Europeia                                   L 63/11
         Por força do direito da União Europeia, o presente Acordo é também redigido pela UE nas línguas alemã,
         búlgara, checa, dinamarquesa, eslovaca, eslovena, espanhola, estónia, finlandesa, francesa, grega, húngara,
         italiana, letã, lituana, maltesa, neerlandesa, polaca, portuguesa, romena e sueca.
                             Pela União Europeia                         Pelo Governo dos Estados Unidos da América
 ---pagebreak--- L 63/12 PT      Jornal Oficial da União Europeia   6.3.2013
                            ANEXO A
           Designação e logótipo comum ENERGY STAR
                    Designação: ENERGY STAR
 ---pagebreak--- 6.3.2013          PT                               Jornal Oficial da União Europeia                                              L 63/13
                                                                ANEXO B
                            Orientações para uma utilização adequada da designação e do logótipo comum
         A designação e logótipo comum ENERGY STAR são marcas da Agência de Proteção do Ambiente (EPA) dos EUA, pelo
         que a designação e o logótipo comum apenas podem ser usados em conformidade com as orientações que se seguem e
         com o Acordo de Parceria ou com o boletim de inscrição da Comissão Europeia assinado pelos participantes no
         programa de rotulagem ENERGY STAR. As presentes orientações devem ser distribuídas aos responsáveis pela preparação
         de material ENERGY STAR.
         A EPA dos EUA e a Comissão Europeia, no território dos Estados-Membros da União Europeia, fiscalizam a utilização
         adequada da designação e do logótipo comum ENERGY STAR. Esta fiscalização consiste, designadamente, em verificar a
         utilização das marcas no mercado e em contactar diretamente as organizações que as estejam a utilizar de forma indevida
         ou sem autorização. As consequências da utilização indevida das marcas pode acarretar a exclusão da participação no
         programa de rotulagem ENERGY STAR e a eventual apreensão, por parte dos serviços aduaneiros norte-americanos, dos
         produtos importados para os EUA que usem indevidamente as marcas.
         Orientações gerais
         O programa ENERGY STAR é uma parceria entre empresas e organizações, por outro lado, e o Governo Federal dos EUA
         ou a União Europeia, por outro. Enquanto parte desta parceria, as empresas e organizações podem integrar a designação e
         o logótipo comum ENERGY STAR nas suas atividades ambientais e de eficiência energética.
         As organizações terão de celebrar um acordo com um órgão de gestão – a Agência de Proteção do Ambiente nos EUA ou
         a Comissão Europeia na UE – para poderem utilizar as marcas conforme previsto no presente documento. Não são
         permitidas alterações às ditas marcas pois as alterações confundiriam as empresas e os consumidores relativamente à
         origem do programa ENERGY STAR e reduziriam o seu valor para todos.
         As organizações que utilizem estas marcas devem satisfazer as seguintes orientações gerais:
         1. Em nenhuma circunstância a designação e o logótipo comum ENERGY STAR poderão ser utilizados de maneira a
             subentender a recomendação de uma empresa, dos seus produtos ou serviços. Tampouco poderão o logótipo comum
             e a designação ENERGY STAR ser utilizados em qualquer outra designação da empresa ou logótipo, designação de
             produto, de serviço, domínio ou título de sítio da Internet, nem poderá o logótipo comum, a designação ENERGY
             STAR ou qualquer outra marca semelhante ser apresentada como marca registada ou como parte de uma marca regista
             por qualquer outra entidade para além da EPA dos EUA.
         2. Em nenhuma circunstância a designação e o logótipo comum ENERGY STAR poderão ser utilizados de modo a
             desacreditar o ENERGY STAR, a EPA, o Departamento de Energia, a União Europeia, a Comissão Europeia ou qualquer
             outro organismo governamental.
         3. Em nenhuma circunstância o logótipo comum poderá ser associado a produtos que não possuam a classificação
             ENERGY STAR.
         4. Os parceiros e outras organizações autorizadas são responsáveis pela sua própria utilização da designação e do
             logótipo comum ENERGY STAR, assim como pela utilização efetuada pelos respetivos representantes, tais como
             agências de publicidade e por subcontratados responsáveis pela execução.
         Utilização da designação ENERGY STAR
         — A designação ENERGY STAR deve ser sempre apresentada em maiúsculas;
         — O símbolo de registo ® deve ser utilizado quando as palavras «ENERGY STAR» forem apresentadas pela primeira vez
              no material para o mercado dos EUA,
         e
         — O símbolo ® deve ser sempre apresentado superior à linha;
         — Não deverá haver espaço entre as palavras «ENERGY STAR» e o símbolo ®;
         — O símbolo ® deverá ser repetido num documento no título de cada capítulo ou página da Internet.
 ---pagebreak--- L 63/14          PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                             6.3.2013
        Utilização do logótipo comum
        O logótipo comum é uma marca que só deverá ser utilizada como rótulo nos produtos que satisfazem ou excedem as
        orientações de desempenho ENERGY STAR.
        O logótipo comum pode ser utilizado:
        — Em produtos conformes e registados;
        — Na literatura do produto de produtos conformes;
        — Na Internet para identificar um produto conforme;
        — Na publicidade se for utilizado num produto conforme ou perto dele;
        — Em materiais do ponto de compra;
        — Na embalagem de produtos conformes.
        Apresentação do logótipo comum
        A EPA dos EUA criou esta marca para maximizar o impacto visual da marca e por razões de contraste e legibilidade. A
        marca inclui o símbolo ENERGY STAR num bloco e a designação ENERGY STAR noutro bloco diretamente por baixo de
        modo a reforçar a legibilidade do símbolo. Os dois blocos estão separados por uma régua branca de espessura igual à do
        arco do símbolo. A marca apresenta ainda um contorno a branco de espessura igual à espessura do arco do símbolo.
        Espaço livre
        É exigido pela EPA dos EUA e pela Comissão Europeia que exista sempre à volta da marca um espaço livre de 0,333 (1/3)
        da altura da caixa gráfica da marca. Neste espaço não poderão ser apresentados quaisquer outros elementos gráficos, tais
        como texto e imagens. Este espaço livre é exigido pela EPA dos EUA e pela Comissão Europeia na medida em que o
        logótipo comum é frequentemente apresentado em materiais que utilizam imagens complexas, tais como outras marcas,
        elementos gráficos e texto.
        Dimensões mínimas
        As dimensões da marca podem ser alteradas, mas não as proporções. Por razões de legibilidade, recomenda-se que a
        marca não seja reproduzida com dimensões inferiores a 0,375 polegadas (3/8″; 9,5 mm) de largura para impressão. Na
        Internet, deve ser assegurada a legibilidade das letras dentro da marca.
        Cor preferencial
        A cor preferencial para a marca é Cian 100 %. São permitidas versões alternativas em preto ou invertidas (a branco). A
        cor Web equivalente ao Cian 100 % é a cor hexadecimal #0099FF. Caso exista a possibilidade de impressão a cores para
        publicidade, literatura de produto ou materiais no ponto de compra, a marca deve ser impressa em Cian 100 %. Se esta
        cor não estiver disponível, deverá ser substituída por preto.
        Utilizações incorretas da marca
        Recomendações:
        — Não utilize a marca em produtos não conformes;
        — Não altere a marca utilizando o bloco do símbolo ENERGY STAR sem o bloco com a designação «ENERGY STAR».
        Recomendações para a reprodução da marca:
        — Não transforme a marca num contorno;
        — Não utilize uma marca branca sobre um fundo branco;
 ---pagebreak--- 6.3.2013           PT                              Jornal Oficial da União Europeia                                        L 63/15
         — Não altere as cores da marca;
         — Não introduza distorções na marca;
         — Não altere o «lock up» da marca;
         — Não coloque a marca numa imagem muito preenchida;
         — Não efetue a rotação da marca;
         — Não separe nenhum dos elementos da marca;
         — Não substitua nenhuma parte da marca;
         — Não utilize qualquer outro tipo de letra para substituir parte da marca;
         — Não viole o espaço livre à volta da marca;
         — Não deforme a marca;
         — Não altere a dimensão do «lock up» da marca;
         — Não substitua a redação aprovada;
         — Não utilize o logótipo comum numa cor não aprovada;
         — Não deixe que texto se sobreponha à marca;
         — Não utilize o bloco do símbolo sozinho. A designação ENERGY STAR também deve constar;
         — Não apague o bloco do símbolo da marca.
         Escrever e falar sobre o programa ENERGY STAR
         De modo a manter e a consolidar o valor do programa ENERGY STAR, a EPA dos EUA e a Comissão Europeia
         recomendam a seguinte terminologia quando se escrever e falar sobre os elementos do programa:
                                     CORRETO                                               INCORRETO
         Computador conforme ENERGY STAR                             Computador homologado ENERGY STAR
                                                                     Computador certificado ENERGY STAR
                                                                     Computador classificado ENERGY STAR
         Computador em conformidade com o ENERGY STAR
         Produtos em conformidade com o ENERGY STAR                  Produto ENERGY STAR
                                                                     Produtos ENERGY STAR (referindo-se a uma gama de pro­
                                                                     dutos)
                                                                     Equipamento ENERGY STAR
                                                                     Aprovado pela EPA dos EUA
                                                                     Produto que cumpre as normas ENERGY STAR
         PARCEIROS/PARTICIPANTES NO PROGRAMA
         Um parceiro ENERGY STAR                                     Uma empresa ENERGY STAR
         A empresa X, parceira ENERGY STAR                           A empresa X, uma empresa aprovada pela EPA dos EUA
         Uma empresa que participa no programa ENERGY STAR           Um vendedor de equipamento ENERGY STAR aprovado
                                                                     pela EPA dos EUA
         Uma empresa que promove o programa ENERGY STAR              Aprovada pela EPA dos EUA
         Monitores conformes ao ENERGY STAR                          Programa ENERGY STAR para monitores
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                                     CORRETO                                                  INCORRETO
        RESPONSÁVEL GOVERNAMENTAL
        Produtos conformes ao ENERGY STAR evitam as emissões
        de gases com efeitos de estufa pois satisfazem orientações
        de eficiência rigorosas definidas pela EPA dos EUA e pela
        Comissão Europeia
        O programa ENERGY STAR e a marca ENERGY STAR são
        marcas registadas dos EUA
        ENERGY STAR é uma marca registada propriedade do Go­
        verno dos EUA
        ORIENTAÇÕES DE DESEMPENHO
        Orientações ENERGY STAR                                          Normas ENERGY STAR
        Especificações ENERGY STAR                                       Com aprovação da EPA dos EUA
        Níveis de desempenho ENERGY STAR                                 Com garantia da EPA dos EUA
        Programas voluntários                                            Recebeu a aprovação da EPA dos EUA
        Questões relativas à utilização da designação e do logótipo comum ENERGY STAR
        Linha verde ENERGY STAR
        Chamada gratuita nos EUA:1-888-STAR-YES (1-888-782-7937)
        Fora dos EUA contactar: 202-775–6650
        Fax: 202-775–6680
        www.energystar.gov
        COMISSÃO EUROPEIA
        Direção-Geral da Energia
        Telefone: +32 2 2972136
        www.eu-energystar.org
 ---pagebreak--- 6.3.2013            PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                             L 63/17
                                                                     ANEXO C
                                                          ESPECIFICAÇÕES COMUNS
                                                  I. ESPECIFICAÇÕES PARA COMPUTADORES
         1. Definições
         A. Computador:: um dispositivo que efetua operações lógicas e que processa dados. Os computadores são compostos,
              pelo menos, por: 1) uma unidade central de processamento (CPU) para efetuar operações; 2) dispositivos de entrada
              de dados pelo utilizador, tais como um teclado, rato, digitalizador ou controlador de jogos; e 3) um ecrã de
              visualização para mostrar informações. Para efeitos das presentes especificações, «computador» significa tanto uma
              unidade fixa como portátil, incluindo computadores de secretária, computadores de secretária integrados, computa­
              dores portáteis «notebook», servidores de pequena escala, terminais-clientes «magros» e estações de trabalho. Embora
              os computadores devam ser capazes de utilizar dispositivos de entrada de dados e ecrãs, como referido nos pontos 2 e
              3, os sistemas informáticos não precisam de incluir esses dispositivos, ao serem comercializados, para estarem
              conformes com esta definição.
              Componentes
         B. Ecrã de computador: um ecrã de visualização e os componentes eletrónicos associados incorporados numa caixa
              única, ou dentro da caixa do computador (por exemplo, computador portátil «notebook» ou computador de secretária
              integrado), que é capaz de apresentar informações provenientes de um computador através de um ou mais conectores
              de entrada de dados, tais como VGA, DVI, Display Port e/ou IEEE 1394. Exemplos de tecnologias de ecrãs de
              computador são o tubo de raios catódicos (CRT) e o ecrã de cristais líquidos (LCD).
         C. Unidade de processamento gráfico (UPG) separada: um processador gráfico com uma interface de controlador da
              memória local e uma memória gráfica específica local.
         D. Fonte de alimentação externa: um componente contido num invólucro físico separado, no exterior da caixa do
              computador e destinado a converter a tensão alterna de entrada proveniente da rede elétrica numa ou várias tensões
              contínuas mais baixas, a fim de alimentar o computador. Uma fonte de alimentação externa deve ser ligada ao
              computador através de uma ligação elétrica por cabo fixo, cordão de alimentação macho/fêmea ou outra instalação de
              fios, permanente ou amovível.
          E. Fonte de alimentação interna: um componente situado no interior da caixa do computador, destinado a converter a
              tensão alterna da rede elétrica numa ou várias tensões contínuas mais baixas, a fim de alimentar os componentes do
              computador. Para efeitos das presentes especificações, uma fonte de alimentação interna deve encontrar-se no interior
              da caixa do computador, mas deve estar separada da placa principal do computador. A fonte de alimentação deve ser
              ligada à rede elétrica através de um cabo único sem circuito intermediário entre a fonte de alimentação e a rede
              elétrica. Além disso, todas as ligações entre a fonte de alimentação e os componentes do computador, com exceção de
              uma ligação de corrente contínua ao ecrã de um computador de secretária integrado, devem estar situadas no interior
              da caixa do computador (isto é, não deve haver cabos externos entre a fonte de alimentação e o computador ou os
              seus componentes). Os conversores internos CC-CC, utilizados para converter uma única tensão contínua de uma
              fonte de alimentação externa em múltiplas tensões para serem utilizadas pelo computador, não são considerados
              fontes de alimentação interna.
              Tipos de computadores
          F. Computador de secretária: um computador cuja unidade principal é destinada a estar localizada num lugar per­
              manente, muitas vezes em cima de uma secretária ou no chão. Os computadores de secretária não são concebidos
              para serem portáteis e utilizam um ecrã externo, um teclado e um rato. Os computadores de secretária são concebidos
              para uma vasta gama de aplicações de escritório e domésticas.
         G. Servidor de pequena escala: um computador que utiliza normalmente componentes de formato próprio para com­
              putador de secretária, mas que é concebido para ser fundamentalmente um elemento de armazenamento para outros
              computadores. Um computador deve ter as seguintes características para ser considerado um servidor de pequena
              escala:
             a) Concebido sob a forma de pedestal, torre ou outro formato similar ao dos computadores de secretária, de modo a
                 que todo o processamento e armazenamento de dados e a interligação à rede estejam contidos numa caixa/produto;
             b) Concebido para estar operacional 24 horas/dia e 7 dias/semana e em que os períodos de inatividade imprevistos
                 são extremamente reduzidos (da ordem de algumas horas/ano);
             c) Capaz de operar num ambiente de multiutilizadores simultâneos, servindo vários utilizadores através de unidades
                 de cliente ligadas em rede; e
             d) Concebido para um sistema operativo aceite pela indústria para aplicações de servidor doméstico ou de gama baixa
                 (por exemplo, Windows Home Server, Mac OS X Server, Linux, UNIX, Solaris);
 ---pagebreak--- L 63/18            PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                6.3.2013
            e) Os servidores de pequena escala são concebidos para executarem funções tais como a prestação de serviços de
                infraestrutura de rede (por exemplo, arquivamento) e a hospedagem de dados/meios de comunicação. Estes
                produtos não são concebidos para ter como função principal processar informação para outros sistemas ou operar
                servidores Web;
            f) Estas especificações não abrangem servidores informáticos, como definidos nas especificações ENERGY STAR
                Versão 1.0 para servidores informáticos. Os servidores de pequena escala abrangidos por estas especificações
                limitam-se aos computadores comercializados para fins distintos dos de um centro de dados (por exemplo, no
                domicílio, em pequenos escritórios).
        H. Computador de secretária integrado: um sistema de secretária no qual o computador e o ecrã funcionam como uma só
            unidade que recebe a alimentação em corrente alterna através de um único cabo. Os computadores de secretária
            integrados apresentam-se sob uma de duas formas possíveis: 1) um sistema em que o ecrã e o computador estão
            fisicamente combinados numa única unidade; ou 2) um sistema embalado como um só sistema, em que o ecrã está
            separado, mas se encontra ligado à caixa principal por um cabo de alimentação de corrente contínua e em que tanto o
            computador como o ecrã recebem energia elétrica de uma única fonte de alimentação. Como subconjunto dos
            computadores de secretária, os computadores de secretária integrados são normalmente concebidos para fornecerem
            a mesma funcionalidade que os sistemas de secretária.
         I. Terminal-cliente «magro»: um computador alimentado de forma independente, que assenta numa ligação a recursos
            informáticos à distância para obter a funcionalidade primária. As principais operações de computação (por exemplo,
            execução de programas, armazenamento de dados, interação com outros recursos da Internet, etc.) têm lugar mediante
            a utilização de recursos informáticos à distância. Os terminais-clientes «magros» abrangidos pelas presentes especifi­
            cações estão limitados a dispositivos que não integram unidades de armazenamento de dados com movimento
            rotativo. A unidade principal de um terminal-cliente «magro» abrangido pelas presentes especificações deve desti­
            nar-se a permanecer num local fixo (por exemplo, sobre uma secretária) e não a ser portátil.
         J. Computador portátil «notebook»: um computador concebido especificamente para ser portátil e para funcionar durante
            períodos extensos de tempo com ou sem ligação direta a uma fonte de alimentação de corrente alterna. Os compu­
            tadores portáteis «notebook» devem utilizar um ecrã integrado e ser capazes de funcionar alimentados por uma bateria
            integrada ou outra fonte de alimentação portátil. Além disso, a maioria dos computadores portáteis «notebook» utiliza
            uma fonte de alimentação externa e tem um teclado e um dispositivo apontador incorporados. Os computadores
            portáteis «notebook» são normalmente concebidos para fornecer uma funcionalidade semelhante à dos computadores
            de secretária, incluindo o funcionamento de software semelhante em funcionalidade ao utilizado nos computadores de
            secretária. Para efeitos das presentes especificações, as estações-doca são consideradas como acessórios e, por isso, não
            estão incluídas nos níveis de desempenho associados aos computadores portáteis «notebook» apresentados na secção 3
            infra. Os computadores tabulares, que podem utilizar ecrãs táteis conjuntamente com, ou em lugar de outros dispo­
            sitivo de introdução de dados, são considerados computadores portáteis «notebook» nas presentes especificações.
        K. Estação de trabalho: um computador de desempenho elevado, para um único utilizador, utilizado normalmente para
            dados gráficos, CAD, desenvolvimento de software, aplicações financeiras e científicas, para além de outras tarefas
            computação-intensivas. Para ser elegível como estação de trabalho, um computador deve:
            a) Ser comercializado como estação de trabalho;
            b) Ter um tempo médio entre avarias (MTBF) de pelo menos 15 000 horas, quer com base em Bellcore TR-NWT-
                -000332, issue 6, 12/97, quer em dados coligidos na prática; e
            c) Comportar um código corretor de erros (ECC) e/ou uma memória tampão.
            d) Além disso, uma estação de trabalho deverá satisfazer três das seguintes seis características facultativas:
            e) Ter um suporte suplementar de alimentação para gráficos de alta qualidade (isto é, alimentação suplementar PCI-E
                6-pin 12V);
            f) O sistema estar equipado para mais de x4 PCI-E na placa-mãe, para além da(s) ranhura(s) para gráficos e/ou do
                suporte PCI-X;
            g) Não ser compatível com gráficos de acesso uniforme à memória (UMA);
            h) Incluir 5 ou mais ranhuras para PCI, PCIe ou PCI-X;
            i) Comportar o funcionamento multiprocessadores com dois ou mais processadores (deve ser compatível com
                invólucros de processador/suportes fisicamente separados e não apenas com um único processador multinúcleos);
                e/ou
            j) Ser classificado por, pelo menos, duas certificações de produto de fornecedores de software independente (ISV); estas
                certificações podem estar em tramitação, mas devem estar concluídas no prazo de 3 meses a partir da classificação.
            Modos operacionais
         L. Modo desligado: O nível de consumo de energia no modo mais baixo de energia que não pode ser desligado
             (influenciado) pelo utilizador e que pode persistir por um tempo indefinido quando o aparelho está ligado à fonte
             de alimentação principal e é usado em conformidade com as instruções do fabricante. Para sistemas em que são
             aplicáveis as normas ACPI, o modo desligado corresponde ao estado ACPI System Level S5.
 ---pagebreak--- 6.3.2013          PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                              L 63/19
         M. Modo latente: Um estado de baixa energia em que o computador é capaz de entrar automaticamente após um período
            de inatividade, ou por seleção manual. Um computador com capacidade de modo latente pode rapidamente «des­
            pertar», em resposta a ligações à rede ou a dispositivos de interface de utilizador, com uma latência de ≤ 5 segundos,
            desde o início do evento de despertar até ao instante em que o sistema se torna inteiramente utilizável, incluindo a
            visualização no ecrã. Para sistemas em que são aplicáveis as normas ACPI, o modo latente corresponde mais
            frequentemente ao estado ACPI System Level S3 (suspensão até à RAM).
         N. Modo inativo: O estado em que o sistema operativo e o restante software completaram o carregamento, foi criado um
            perfil de utilizador, a máquina não está em modo latente e a atividade é limitada às aplicações básicas que o sistema
            inicia por defeito.
         O. Modo ativo: O estado em que o computador executa trabalho útil em resposta a: a) entrada de dados prévia ou em
            decurso pelo utilizador, ou b) instruções prévias ou em decurso através da rede. Este modo inclui o processo ativo, a
            busca de dados no dispositivo de armazenamento, a memória, ou memória-tampão, incluindo o tempo de modo
            inativo, em situação de espera por nova ação do utilizador e antes de entrar em modos de baixo consumo.
         P. Consumo típico de energia elétrica (CTEE): Trata-se de um método para ensaiar e comparar o desempenho energético
            de computadores, que se centra no consumo típico de energia elétrica do produto em funcionamento normal durante
            um período de tempo representativo. Para computadores de secretária e para computadores portáteis «notebook», o
            critério fundamental da abordagem CTEE é um valor de utilização de energia anual normal, medida em kilowatts-hora
            (kWh), utilizando medições dos níveis médios de energia em modo operacional, corrigidos por um modelo de
            utilização normal pressuposto (ciclo de utilização). Para as estações de trabalho, os requisitos baseiam-se num valor
            de energia CTEE, calculado a partir de níveis de energia em modo operacional, da potência máxima e de um ciclo de
            utilização pressuposto.
            Rede e gestão da energia
         Q. Interface de rede: Os componentes (hardware e software) cuja função principal é tornar o computador capaz de
            comunicar através de uma ou mais tecnologias de rede. Exemplos de interfaces de rede são IEEE 802.3 (Ethernet)
            e IEEE 802.11 (WiFi).
         R. Evento de despertar: um evento ou estímulo, provocado pelo utilizador, programado ou externo, que leva o com­
            putador a passar do seu modo latente ou desligado para o seu modo operacional ativo. Nestes eventos incluem-se,
            mas não a título exaustivo: movimentos do rato, ações do teclado, sinais provenientes do controlador, eventos de
            relógio de tempo real, ou a pressão de um botão na caixa do computador e, para os eventos externos, estímulos
            transmitidos por controlo remoto, rede, modem, etc.
         S. Despertar pela rede local («Wake On Lan», WOL): Funcionalidade que permite a um computador ser ativado a partir
            do modo latente ou do modo desligado, quando receber um pedido da rede via Ethernet.
         T. Plena conectividade com a rede: A capacidade do computador de manter a presença na rede durante o modo latente e
            de despertar de maneira inteligente quando é exigido processamento adicional (incluindo o processamento ocasional
            exigido para manter a presença na rede). A manutenção da presença na rede pode incluir a obtenção e/ou a defesa de
            uma interface atribuída, ou de um endereço de rede, a resposta a pedidos de outros nós da rede, ou a manutenção das
            ligações à rede existentes, durante o estado de latência. Deste modo, a presença do computador, dos seus serviços e
            aplicações de rede, são mantidos apesar de o computador estar em modo latente. Do ponto de vista da rede, um
            computador em modo latente com plena conectividade com a rede é funcionalmente equivalente a um computador
            em modo inativo, no que diz respeito a aplicações e modelos de utilização comuns. A plena conectividade com a rede
            em modo latente não está limitada a um conjunto específico de protocolos e pode abranger aplicações instaladas após
            a instalação inicial.
            Canais de comercialização e de expedição
         U. Canais empresariais: canais de venda normalmente utilizados pelas grandes e médias empresas, organizações gover­
            namentais, estabelecimentos de ensino, ou outras organizações que compram computadores utilizados em ambientes
            de gestão cliente/servidor.
         V. Número do modelo: um nome de comercialização único aplicável a uma configuração de hardware/software específica
            (isto é, sistema operativo, tipos ou processadores, memória, unidade de processamento gráfico – GPU, etc.) que é ou
            predefinida, ou é uma configuração selecionada pelo cliente.
         W. Nome do modelo: um nome de comercialização que inclui a referência ao número de família dos modelos de PC,
            uma breve descrição do produto, ou as referências da marca.
         X. Família de produtos: Uma descrição de alto nível que remete para um grupo de computadores que normalmente têm
            a mesma combinação de quadro/placa principal, que contém frequentemente centenas de configurações possíveis de
            hardware e software.
 ---pagebreak--- L 63/20          PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                               6.3.2013
        2. Equipamentos conformes
        Os computadores devem responder à definição de computador bem como a uma das definições dos tipos de produtos
        constantes da secção I acima, para poderem obter o rótulo ENERGY STAR. O seguinte quadro apresenta uma lista dos
        tipos de computadores que são (e que não são) elegíveis para o rótulo ENERGY STAR.
              Produtos abrangidos pelas especificações da Versão 5.0       Produtos não abrangidos pelas especificações da Versão 5.0
        — Computadores de secretária                                     — Servidores informáticos (como definidos nas especifica­
        — Computadores de secretária integrados                             ções de servidor informático da Versão 1.0)
        — Computadores portáteis «notebook»                              — Aparelhos de mão, PDA e Smartphones
        — Estações de trabalho
        — Servidores de pequena escala
        — Terminais-clientes «magros»
        3. Critérios de eficiência energética e de gestão de energia
        Os computadores devem satisfazer os requisitos a seguir enunciados para poderem obter o rótulo ENERGY STAR. A data
        de entrada em vigor da Versão 5.0 é abrangida pela secção 5 destas especificações.
        A. Requisitos de eficiência da fonte de alimentação
        Os computadores devem satisfazer os requisitos a seguir enunciados para poderem obter o rótulo ENERGY STAR. A data
        de entrada em vigor da Versão 5.0 é abrangida pela secção 5 destas especificações.
        a) Computadores que utilizam uma fonte de alimentação interna: eficiência mínima de 85 % a 50 % da potência nominal
           de saída e 82 % de eficiência mínima a 20 % e 100 % da potência nominal de saída e fator de potência > 0,9 a 100 %
           da potência nominal de saída.
        b) Computadores que utilizam uma fonte de alimentação externa: As fontes de alimentação externa vendidas com os
           computadores ENERGY STAR devem ser elegíveis para a ENERGY STAR, ou cumprir os níveis de eficiência no modo
           de não carregamento e no modo ativo estabelecidos nos requisitos do programa ENERGY STAR para fontes de
           alimentação externa de tensão única CA-CA e CA-CC, Versão 2.0. As especificações ENERGY STAR e a lista dos
           produtos conformes podem encontrar-se em www.energystar.gov/powersupplies. Nota: Este requisito de desempenho
           aplica-se igualmente a fontes de alimentação externa de tensão múltipla, ensaiadas em conformidade com o método de
           ensaio das Fontes de Alimentação Internas mencionado no ponto 4 infra.
        B. Requisitos de eficiência e desempenho
        1) Níveis aplicáveis a computadores de secretária, computadores de secretária integrados e computadores portáteis
           «notebook»:
           Categorias de computadores de secretária para os critérios CTEE:
           Para efeitos de determinar os níveis CTEE, os computadores de secretária e os computadores de secretária integrados
           devem ser elegíveis para as categorias A, B, C, ou D, como definido infra:
           a) Categoria A: todos os computadores de secretária que não correspondam à definição da Categoria B, da Categoria C
               ou da Categoria D serão classificados na Categoria A para efeitos do ENERGY STAR.
           b) Categoria B: Para serem classificados na Categoria B, os computadores de secretária devem ter:
               — dois núcleos físicos; e
               — dois gigabytes (GB) de memória de sistema.
           c) Categoria C: Para serem classificados na Categoria C, os computadores de secretária devem ter:
               — mais de dois núcleos físicos.
               Além do requisito acima referido, os modelos classificados na categoria C devem ser configurados com, no mínimo,
               uma das duas características seguintes:
               — pelo menos dois gigabytes (GB) de memória de sistema; e/ou
               — uma GPU separada.
           d) Categoria D: Para serem classificados na Categoria D, os computadores de secretária devem ter:
               — pelo menos quatro núcleos físicos.
 ---pagebreak--- 6.3.2013        PT                                  Jornal Oficial da União Europeia                                                       L 63/21
              Além do requisito acima referido, os modelos classificados na categoria D devem ser configurados com, no
              mínimo, uma das duas características seguintes:
              — pelo menos dois gigabytes (GB) de memória de sistema; e/ou
              — uma GPU separada com um tampão de trama de dimensão superior a 128 bit.
         Critérios CTEE para categorias de computadores portáteis «notebook»:
         Para efeitos da determinação dos níveis de CTEE, os computadores portáteis «notebook» devem ser classificados nas
         categorias A, B ou C, como definido infra:
         a) Categoria A: todos os computadores portáteis «notebook» que não correspondam à definição da Categoria B ou da
              Categoria C infra são classificados na Categoria A para efeitos do rótulo ENERGY STAR;
         b) Categoria B: para serem classificados na Categoria B, os computadores portáteis «notebook» devem ter:
              — uma GPU separada.
         c) Categoria C: Para serem classificados na Categoria C, os computadores portáteis «notebook» devem ter:
              — 2 ou mais núcleos físicos;
              — 2 ou mais gigabytes (GB) de memória de sistema; e
              — uma GPU separada com um tampão de trama de dimensão superior a 128 bit.
         CTEE (categorias de produtos de computadores de secretária e de computadores portáteis «notebook»):
         Os quadros seguintes indicam os níveis de CTEE exigidos para a especificação 5.0. Do quadro 1 infra constam os
         requisitos CTEE para a Versão 5.0, enquanto o quadro 2 estabelece a ponderação para cada modo operacional por tipo
         de produto. O CTEE será determinado utilizando a fórmula seguinte:
         ECTEE = (8760/1000) · (Pdesligado · Tdesligado + Platente · Tlatente + Pinativo · Tinativo), sendo todos os Px valores de energia
         em watts, todos os Tx valores de tempo em % de ano e sendo ECTEE o consumo energético anual em kWh baseado na
         ponderação dos modos indicados no quadro 2.
                  Quadro 1: Requisito ECTEE – Computadores de secretária e computadores portáteis «notebook»
                                             Computadores de secretária e computadores in­
                                                                                                   Computadores portáteis «notebook» (kWh)
                                                           tegrados (kWh)
          CTEE (kWh)                         Categoria A: ≤ 148,0                                 Categoria A: ≤ 40,0
                                             Categoria B: ≤ 175,0                                 Categoria B: ≤ 53,0
                                             Categoria C: ≤ 209,0                                 Categoria C: ≤ 88,5
                                             Categoria D: ≤ 234,0
                                                         Ajustamentos de capacidade
          Memória                            1 kWh (por GB acima da configuração de               0,4 kWh (por GB acima de 4)
                                             base)
                                             Memória de base:
                                             Categorias A, B e C:
                                             2GB
                                             Categoria D:
                                             4 GB
          Gráfico de alta qualidade          Categorias A e B:                                    Categoria B:
          (para GPU separada com tam­        35 kWh (dimensão TT ≤ 128 bits)                      3 kWh (dimensão TT > 64 bits)
          pão de trama da dimensão espe­
          cificada)                          50 kWh (dimensão TT > 128 bits)
                                             Categorias C e D:
                                             50 kWh (dimensão TT > 128 bits)
          Armazenamento interno adi­         25 kWh                                               3 kWh
          cional
 ---pagebreak--- L 63/22           PT                                        Jornal Oficial da União Europeia                                                             6.3.2013
            Quadro 2: Ponderação dos modos operacionais – Computadores de secretária e computadores portáteis
                                                                            «notebook»
                                                     Computador portátil «notebook»                                   Convencional
                                                 Convencional                  Proxying*                 Convencional                Proxying*
            Tdesligado                               55 %                        40 %                        60 %                       45 %
            Tlatente                                  5%                         30 %                        10 %                       30 %
            Tinativo                                 40 %                        30 %                        30 %                       25 %
            Nota: Proxying: um computador que mantém a plena conectividade com a rede, como definida na secção 1 das presentes especificações. Para que
                   um sistema seja classificado no âmbito das ponderações de proxying supra, deve corresponder a uma norma proxying aberta aprovada pela
                   EPA e pela Comissão Europeia como sendo conforme com os objetivos ENERGY STAR. Essa aprovação deve estar em vigor antes da
                   apresentação dos dados relativos ao produto para efeitos da sua classificação. Ver secção 3.C, «Classificação de computadores com
                   capacidade de gestão de energia», para informações adicionais e requisitos em termos de ensaio.
        2) Níveis aplicáveis às estações de trabalho
           PCTEE (categoria de produtos «estação de trabalho»):
           Os quadros seguintes indicam os níveis de PCTEE exigidos para as especificações 5.0. O quadro 3 infra contém a lista
           dos requisitos PCTEE da Versão 5.0; o quadro 4 indica a ponderação para cada modo operacional. PCTEE será
           determinado utilizando a fórmula seguinte:
                                                PCTEE = 0.35 · Pdesligado + 0.10 · Platente + 0.55 · Pinativo
           sendo todos os Px valores de potência em watts.
                                                   Quadro 3: Requisito PCTEE – Estações de trabalho
                                                           PCTEE ≤ 0.28 · [Pmax + (# HDD · 5)]
                                    Quadro 4: Ponderação dos modos operacionais – Estações de trabalho
            Tdesligado                                                                                              35 %
            Tlatente                                                                                                10 %
            Tinativo                                                                                                55 %
            Nota: As ponderações estão incluídas na fórmula PCTEE supra.
           Dispositivos múltiplos para gráficos (estações de trabalho):
           As estações de trabalho que cumprem os requisitos ENERGY STAR com um único dispositivo para gráficos são
           também elegíveis para uma configuração com mais de um dispositivo para gráficos, desde que a configuração de
           hardware adicional seja idêntica, com exceção do ou dos dispositivos para gráficos adicionais. A utilização de gráficos
           múltiplos inclui, mas não a título exaustivo, a operação com múltiplos ecrãs e a sua associação para obtenção de um
           desempenho elevado, configurações de múltiplas GPU (por exemplo, ATI Crossfire, NVIDIA SLI). Nesses casos, e até ao
           momento em que SPECviewperf® comporte um regime multitarefas gráficas, os fabricantes podem apresentar os
           dados de ensaio para a estação de trabalho com um dispositivo único para gráficos para ambas as configurações, sem
           terem de submeter o sistema a novo ensaio.
        3) Níveis aplicáveis aos servidores de pequena escala:
           Para efeitos da determinação dos níveis do modo inativo, os servidores de pequena escala devem classificar-se nas
           categorias A ou B, como definido a seguir:
           a) Categoria A: Todos os servidores de pequena escala que não cumprem a definição da categoria B serão conside­
               rados como pertencendo à categoria A para efeitos da classificação ENERGY STAR.
           b) Categoria B: Para serem classificados na categoria B os servidores de pequena escala devem ter:
               — processador(es) com mais de 1 núcleo físico ou mais de 1 processador separado; e
               — no mínimo, 1 gigabyte de memória de sistema.
 ---pagebreak--- 6.3.2013           PT                                  Jornal Oficial da União Europeia                                          L 63/23
                                       Quadro 6: Requisitos de eficiência para servidor de pequena escala
              Requisitos de energia em modo operacional para servidor de pequena escala
              Modo desligado: ≤ 2,0 W
              Modo inativo:
              Categoria A: ≤ 50,0 W
              Categoria B: ≤ 65,0 W
              Capacidade                                                   Margem de potência adicional
              Despertar na rede [Wake On LAN (WOL)]                        + 0,7 W para o modo desligado
              (Aplicável só se o computador for enviado com WOL
              ativado)
         4) Níveis aplicáveis aos terminais-clientes «magros»
             Categorias de terminais-clientes «magros» para critérios de modo inativo: para efeitos da determinação de níveis
             inativos, os terminais-clientes «magros» devem ser classificados nas categorias A ou B, tal como definido infra:
             a) Categoria A: todos os terminais-clientes «magros» que não cumprem a definição da categoria B infra são classifi­
                 cados na categoria A para efeitos do rótulo ENERGY STAR;
             b) Categoria B: para serem classificados na Categoria B, os computadores de secretária devem:
                 — permitir a codificação/descodificação multimédia local.
                                       Quadro 7: Requisitos de eficiência para terminais-clientes «magros»
              Requisitos de energia em modo operacional para terminais-clientes «magros»
              Modo «desligado»: ≤ 2 W
              Modo latente (se aplicável): ≤ 2 W
              Modo inativo:
              Categoria A: ≤ 12,0 W
              Categoria B: ≤ 15,0 W
              Capacidade                                                   Margem de potência adicional
              Despertar na rede [Wake On LAN (WOL)]                        + 0,7 W para o modo latente
              (Aplicável só se o computador for enviado com WOL ativado)   + 0,7 W para o modo desligado
         C. Requisitos de gestão de energia
         Os produtos devem cumprir os requisitos de gestão de energia enumerados no quadro 8 infra e ser submetidos a ensaio
         tal como foram comercializados.
                                                  Quadro 8: Requisitos de gestão de energia
           Requisito de especificações                                                                 Aplicável a
                                                          Requisitos de comercialização
         Modo latente                   Comercializado com um modo latente          Computadores de secretária                √
                                        programado para ser ativado após 30 mi­
                                        nutos de inatividade do utilizador. Os      Computadores de secretária integrados     √
                                        computadores deverão reduzir a veloci­      Computadores portáteis «notebook»         √
                                        dade de quaisquer ligações ativas a uma
                                        rede Ethernet de 1 Gb/s quando transita­    Estações de trabalho                      √
                                        rem para o modo latente ou para o
                                        modo desligado.
                                                                                    Servidores de pequena escala
                                                                                    Terminais-clientes «magros»
         Ecrã em modo latente           Comercializado com o modo latente do        Computadores de secretária                √
                                        ecrã programado para ser ativado após
                                        15 minutos de inatividade do utilizador.    Computadores de secretária integrados     √
                                                                                    Computadores portáteis «notebook»         √
                                                                                    Estações de trabalho                      √
 ---pagebreak--- L 63/24          PT                                  Jornal Oficial da União Europeia                                            6.3.2013
         Requisito de especificações                                                                  Aplicável a
                                                                                 Servidores de pequena escala (se existir      √
                                                                                 ecrã)
                                                                                 Terminais-clientes «magros»                   √
                                                 Requisitos de rede para gestão da energia
        Despertar pela rede local    Os computadores com capacidade Ether­       Computadores de secretária                    √
        [Wake On LAN (WOL)]          net devem ser capazes de ativar e desati­
                                     var a função WOL para o modo latente.       Computadores de secretária                    √
                                                                                 Computadores portáteis «notebook»             √
                                                                                 Estações de trabalho                          √
                                                                                 Servidores de pequena escala                  √
                                                                                 Terminais-clientes «magros» (só aplicável se  √
                                                                                 as atualizações de software da rede gerida
                                                                                 centralmente forem efetuadas enquanto a uni­
                                                                                 dade está em modo latente ou em modo des­
                                                                                 ligado. Os terminais-clientes «magros» cujo
                                                                                 quadro normal para melhorar o software de
                                                                                 cliente não exige programação fora das horas
                                                                                 de funcionamento estão isentos do requisito.)
        Despertar pela rede local    Só aplicável a computadores comercializados Computadores de secretária                    √
        [Wake On LAN (WOL)]          através de canais de empresa:
                                     Os computadores com capacidade Ether­       Computadores de secretária integrados         √
                                     net devem cumprir um dos seguintes re­
                                     quisitos:                                   Computadores portáteis «notebook»             √
                                     — pela rede local (WOL) ativada a par­
                                          tir do modo latente quando funcio­     Estações de trabalho                          √
                                          nam com corrente alterna (ou seja,
                                          os computadores portáteis «note­
                                          book» podem desativar automatica­
                                          mente a função WOL quando desli­       Servidores de pequena escala                  √
                                          gados da rede elétrica); ou
                                     — fornecer um modo de controlo para         Terminais-clientes «magros» (só aplicável se  √
                                          ativar a função WOL que seja sufi­     as atualizações de software da rede gerida
                                          cientemente acessível a partir da in­  centralmente forem efetuadas enquanto a uni­
                                          terface de utilizador do sistema ope­  dade está em modo latente ou em modo des­
                                          rativo do cliente e através da rede se ligado. Os terminais-clientes «magros» cujo
                                          o computador for vendido sem a         quadro normal para melhorar o software de
                                          função WOL ativada.                    cliente não exige programação fora das horas
                                                                                 de funcionamento estão isentos do requisito.)
        Gestão do despertar          Só aplicável a computadores comercializados Computadores de secretária                    √
                                     através de canais de empresa:
                                     Os computadores com capacidade Ether­       Computadores de secretária integrados         √
                                     net são capazes de gerir tanto eventos
                                     remotos (através da rede) como eventos      Computadores portáteis «notebook»             √
                                     de despertar programado a partir do
                                     modo latente (por exemplo, relógio de       Estações de trabalho                          √
                                     tempo real)
                                     Os fabricantes deverão assegurar, quando
                                     o controlo depender deles, (ou seja,
                                     quando a configuração seja feita através    Servidores de pequena escala                  √
                                     de parâmetros de hardware e não de pa­
                                     râmetros de software), que estes parâme­    Terminais-clientes «magros»                   √
                                     tros poderão ser geridos centralmente,
                                     como o cliente desejar, com instrumentos
                                     fornecidos pelo fabricante.
 ---pagebreak--- 6.3.2013            PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                            L 63/25
         Para todos os computadores com a função WOL ativada, todos os filtros de pacotes dirigidos deverão estar ativados e
         configurados segundo uma norma industrial aplicável por defeito. Até se acordar em uma (ou mais) normas, pede-se aos
         parceiros que forneçam as suas configurações de filtros de pacotes diretos à EPA e à Comissão Europeia para publicação
         no seu sítio Web, a fim de estimular o debate e o desenvolvimento de configurações-padrão.
         Computadores conformes com capacidades de gestão de energia:
         a) Desligado: Os computadores deverão ser ensaiados e descritos como sendo comercializados para o modo desligado. Os
             modelos que serão comercializados com a função WOL ativada para o modo desligado serão ensaiados com a WOL
             ativada. Do mesmo modo, os produtos comercializados com a WOL desativada para o modo desligado serão
             ensaiados com a WOL desativada;
         b) Latência: Os computadores deverão ser ensaiados e descritos como sendo comercializados para o modo latente. Os
             modelos vendidos através de canais da empresa, como definido na secção 1, definição V, serão ensaiados, classificados
             e comercializados com a WOL ativada/desativada, com base nos requisitos do quadro 8. Os produtos que vão
             diretamente para os consumidores através dos canais de retalho normais não são submetidos à exigência de serem
             fornecidos com a WOL ativada para o modo latente, e poderão ser ensaiados, classificados e comercializados com a
             WOL ativada ou não ativada;
         c) Proxying: Os computadores de secretária, computadores de secretária integrados e computadores portáteis «notebook»
             deverão ser ensaiados e descritos como sendo comercializados para os modos inativo, de latência e desligado, com
             características «proxying» ativadas ou desativadas ao ser comercializados. Para que um sistema seja elegível para a
             utilização das ponderações de CTEE para «proxying», deve cumprir uma norma «proxying» aprovada pelo EPA e pela
             Comissão Europeia que assegure o cumprimento dos objetivos ENERGY STAR. Essa aprovação deve estar em vigor
             antes da apresentação dos dados relativos ao produto para efeitos da sua classificação.
         Pré-fornecimento de software do cliente e do serviço de gestão:
         O parceiro continuará a ser responsável pelo ensaio e a classificação dos produtos na fase de comercialização. Se nessa
         fase o produto cumpre os requisitos de ENERGY STAR e é classificado como tal, pode ser rotulado com essa menção.
         Se o parceiro for empregado por um cliente para carregar uma imagem personalizada, deve tomar as medidas seguintes:
         — O parceiro deve informar o cliente de que o produto que lhe fornece pode não ser classificável como ENERGY STAR
              com a imagem personalizada carregada (uma carta-tipo está disponível no sítio Web de ENERGY STAR, podendo ser
              partilhada com os clientes).
         — O parceiro deve incentivar o seu cliente a ensaiar o produto no que se refere ao cumprimento dos critérios de
              ENERGY STAR.
         Requisito de informação do utilizador:
         A fim de assegurar que os compradores/utilizadores sejam corretamente informados dos benefícios da gestão da energia, o
         fabricante incluirá em cada computador, um dos seguintes elementos:
         — Informações sobre o ENERGY STAR e os benefícios da gestão da energia, numa cópia impressa ou numa cópia
              eletrónica do manual do utilizador. Estas informações deverão encontrar-se no início do manual do utilizador; ou
         — Incluir um pacote ou uma caixa sobre o ENERGY STAR e os benefícios da gestão da energia.
         Cada opção deverá incluir pelo menos as seguintes informações:
         — Informação de que o computador tal como é comercializado foi ativado para gestão da energia e do teor das
              definições de tempo (tanto as definições por defeito do sistema, como uma nota que indique que as definições
              por defeito para o computador cumprem os requisitos ENERGY STAR de menos de 15 minutos de inatividade do
              utilizador para o ecrã e menos de 30 minutos de inatividade do utilizador para o computador, recomendados pelo
              programa ENERGY STAR para uma poupança ótima de energia); e
         — Como despertar corretamente o computador do modo latente.
         D. Requisitos voluntários
         Interface de utilizador
         Embora não seja obrigatório, recomenda-se vivamente aos fabricantes que concebam os seus produtos de acordo com a
         norma aplicada à interface de utilizador para controlo do consumo de energia – IEEE 1621 (formalmente conhecida
         como «Standard for User Interface Elements in Power Control of Eletronic Devices Employed in Office/Consumer
         Environments»). A conformidade com a IEEE 1621 tornará os controlos do consumo de energia mais coerentes e
         intuitivos em todo o equipamento eletrónico. Para mais informações sobre esta norma, ver http://eetd.LBL.gov/Controls.
         4. Procedimentos de ensaio
         Pede-se aos fabricantes que realizem ensaios e autocertifiquem os modelos que correspondem às orientações do ENERGY
         STAR.
         — Ao realizar esses ensaios, os parceiros acordam em utilizar os procedimentos de ensaio previstos no quadro 9 infra.
 ---pagebreak--- L 63/26           PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                              6.3.2013
        — Os resultados dos ensaios deverão ser comunicados à EPA ou à Comissão Europeia, conforme apropriado.
        Os requisitos adicionais de ensaio e apresentação de relatórios são apresentados a seguir.
        1. Número de unidades necessárias para ensaiar o TCEE ou o estado inativo:
        Os fabricantes poderão inicialmente ensaiar uma única unidade para certificação. Se a unidade inicial ensaiada apresentar
        um consumo inferior ou igual ao especificado no requisito aplicável para CTEE ou modo inativo, mas situado dentro de
        um margem de 10 % abaixo desse nível, deve ser testada uma unidade adicional do mesmo modelo, com uma confi­
        guração idêntica. Os fabricantes devem comunicar os resultados respeitantes a ambas as unidades. Para que o modelo seja
        classificado como ENERGY STAR, ambas as unidades devem respeitar o valor máximo para o CTEE ou o modo inativo
        aplicável a esse produto e essa categoria de produtos.
        Nota: Este ensaio adicional é apenas exigido para a classificação CTEE (computadores de secretária, computadores de
        secretária integrados, computadores portáteis «notebook», estações de trabalho) e a classificação relativa ao modo inativo
        (servidores de pequena escala, terminais-clientes «magros»); no caso de serem aplicáveis os requisitos relativos aos modos
        de latência e desligado, o ensaio é exigido a apenas uma unidade. Os seguintes exemplos ilustram melhor esta abordagem:
        Exemplo 1 – O computador de secretária da categoria A deve respeitar um nível de CTEE igual ou inferior a 148,0 kWh,
        sendo 133,2 kWh o limiar de 10 % para o ensaio adicional.
        — Se a primeira unidade for medida a 130 kWh, não são necessários mais ensaios e o modelo é conforme (130 kWh é
            12 % mais eficiente do que a especificação e está portanto «fora» da margem de 10 %).
        — Se o resultado da medição da primeira unidade for 133,2 kWh, não é necessário fazer mais ensaios e o modelo é
            considerado conforme (133,2 kWh representa exatamente uma eficiência que supera em 10 % a especificação).
        — Se a primeira unidade for medida a 135 kWh, então deverá ser ensaiada uma unidade adicional para determinar a
            conformidade (135 kWh é apenas 9 % mais eficiente do que a especificação, encontrando-se «dentro» da margem de
            10 %).
        — Se as duas unidades forem então ensaiadas a 135 e 151 kWh, o modelo não é conforme ao ENERGY STAR – embora
            a média seja de 143 kWh – porque um dos valores excede a especificação ENERGY STAR.
        — Se as duas unidades forem então ensaiadas a 135 e 147 kWh, o modelo é conforme ao ENERGY STAR porque ambos
            os valores satisfazem a especificação ENERGY STAR de 148,0 kWh.
        Exemplo 2 – Um servidor de pequena escala da categoria A deve respeitar um nível de consumo em modo inativo igual
        ou inferior a 50 watts, sendo 45 watts o limiar de 10 % para um ensaio adicional. Poderão verificar-se os seguintes
        cenários ao ensaiar um modelo para certificação:
        — Se a primeira unidade for medida a 44 watts, não são necessários mais ensaios e o modelo é conforme (44 watts é
            12 % mais eficiente do que a especificação e está portanto «fora» da margem de 10 %).
        — Se o resultado da medição da primeira unidade for 45 watts, não é necessário fazer mais ensaios e o modelo é
            considerado conforme (45 watts representa exatamente uma eficiência que supera em 10 % a especificação).
        — Se a primeira unidade for medida a 47 watts, então deverá ser ensaiada uma unidade adicional para determinar a
            conformidade (47 watts é apenas 6 % mais eficiente do que a especificação, encontrando-se «dentro» da margem de
            10 %).
        — Se as duas unidades forem então ensaiadas a 47 e 51 watts, o modelo não é conforme ao ENERGY STAR – embora a
            média seja de 49 watts – porque um dos valores (51) excede a especificação ENERGY STAR.
        — Se as duas unidades forem então ensaiadas a 47 e 49 watts, o modelo é conforme ao ENERGY STAR, porque ambos
            os valores satisfazem a especificação ENERGY STAR de 50 watts.
        2. Modelos capazes de funcionar com várias combinações de tensão/frequência:
        Os fabricantes ensaiarão os seus produtos com base no(s) mercado(s) em que os produtos serão vendidos e promovidos
        como conformes ao ENERGY STAR.
        Para os produtos que são vendidos como ENERGY STAR em mercados internacionais múltiplos e que têm, assim,
        múltiplas tensões nominais de entrada, o fabricante deverá ensaiar e comunicar os valores medidos exigidos de consumo
        de energia e de eficiência em todas as combinações tensão/frequência pertinentes. Por exemplo, um fabricante que
        comercialize o mesmo modelo nos Estados Unidos e na Europa deverá medir, satisfazer as especificações e comunicar
        os valores dos ensaios tanto a 115 volts/60 Hz como a 230 volts/50 Hz, a fim de o modelo ser conforme ao ENERGY
        STAR em ambos os mercados. Se um modelo se qualificar como ENERGY STAR apenas com uma combinação de
 ---pagebreak--- 6.3.2013           PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                  L 63/27
         tensão/frequência (por exemplo, 115 volts/60 Hz), só pode ser considerado conforme e promovido como ENERGY STAR
         nas regiões em que exista a combinação de tensão/frequência ensaiada (por exemplo, na América do Norte e em Taiwan).
                                                    Quadro 9: Procedimentos de ensaio
            Categoria de produto     Requisito de especificações             Protocolo de ensaio                        Fonte
         Todos os computado­       Eficiência da fonte de         IPS (Fonte de alimentação interna): Pro­   IPS: www.
         res                       energia                        tocolo de ensaio de eficiência da fonte de efficientpowersupplies.org
                                                                  alimentação interna genérica Rev. 6.4.2
                                                                                                             EPS: www.energystar.gov/
                                                                  EPS (Fonte de alimentação externa):        /powersupplies
                                                                  Método ENERGY STAR de ensaio
                                                                  para fontes de alimentação externa
                                                                  Nota: No caso de serem necessários
                                                                  informações/procedimentos,           para
                                                                  além dos descritos no protocolo de
                                                                  eficiência da fonte de alimentação in­
                                                                  terna para o ensaio da mesma, os
                                                                  parceiros devem facultar à EPA ou
                                                                  à Comissão Europeia, segundo o ca­
                                                                  so, a seu pedido, a estrutura de en­
                                                                  saio utilizada para a obtenção dos
                                                                  dados IPS utilizados para a apresen­
                                                                  tação de produtos.
         Computadores de se­       CTEE (a partir de medições     Método de ensaio de computadores           Apêndice A
         cretária, computadores    nos modos desligado, de        ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I,
         de secretária integra­    latência e inativo)            secção III
         dos e computadores
         portáteis «notebook»
         Estações de trabalho      CTEE (a partir de medições     Método de ensaio de computadores
                                   nos modos desligado, de        ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I,
                                   latência e inativo e à po­     secção III-IV
                                   tência máxima)
         Servidores de pequena     Modos desligado e inativo      Método de ensaio de computadores
         escala                                                   ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I,
                                                                  secção III
         Terminais-clientes        Modos desligado, de latên­     Método de ensaio de computadores
         «magros»                  cia e inativo                  ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I,
                                                                  secção III
         3. Famílias de produtos conformes
         Os modelos que não foram modificados ou que diferem apenas quanto ao acabamento dos que foram vendidos num ano
         anterior podem continuar conformes sem a apresentação de novos dados de ensaios, partindo-se do princípio que a
         especificação não se alterou. Se o modelo de um produto for colocado no mercado em múltiplas configurações ou estilos,
         como uma «família» ou série de produtos, o fabricante poderá comunicar e certificar o produto sob um único número de
         modelo, desde que todos os modelos dessa família ou série respondam aos seguintes requisitos:
         — Computadores que sejam construídos com a mesma plataforma e sejam idênticos em todos os aspetos exceto a caixa
             e a cor, podem ser certificados mediante a apresentação de dados de ensaios para um único modelo representativo.
         — Se o modelo de um produto for colocado no mercado em múltiplas configurações, o fabricante poderá comunicar e
             certificar o produto sob um único número de modelo, que represente a configuração, em termos de consumo de
             energia, mais elevada nessa família, em vez de descrever todos os modelos individuais dessa família; não podem existir
             no mesmo modelo de produtos configurações de consumo mais elevado do que o da configuração representativa.
             Nesse caso, a configuração mais elevada consistiria em: o processador de consumo de energia mais elevado, a
             configuração máxima de memória, a GPU de consumo máximo, etc. Para sistemas que respondam à definição de
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            múltiplas categorias de computadores (como definido na secção 3.B), conforme a configuração específica, os fabri­
            cantes terão de apresentar a configuração de consumo máximo para cada categoria na qual desejam que o sistema seja
            classificado. Por exemplo, um sistema que possa ser configurado tanto na categoria A como na categoria B dos
            computadores de secretária, exigirá a apresentação da configuração com maior consumo de energia para ambas as
            categorias, a fim de ser conforme ao ENERGY STAR. Se um produto puder ser configurado de forma a corresponder
            às três categorias, terão então de ser apresentados dados para a configuração de consumo máximo em todas as
            categorias. Os fabricantes serão responsáveis por eventuais queixas sobre a eficiência apresentadas a respeito de todos
            os outros modelos da família, incluindo aqueles que não foram ensaiados ou sobre os quais não foram comunicados
            dados.
        Todas as unidades/configurações associadas a uma designação de modelo de produtos, em relação às quais um parceiro
        solicita a classificação ENERGY STAR, devem cumprir os requisitos ENERGY STAR. Se um parceiro desejar classificar as
        configurações de um modelo para o qual existam configurações alternativas não elegíveis para a classificação, o parceiro
        deve atribuir às configurações de classificação um identificador que utilize o nome/número do modelo que é exclusivo das
        configurações classificadas como ENERGY STAR. Esse identificador deve ser utilizado sistematicamente em associação
        com as configurações elegíveis em materiais de comercialização/vendas e na lista dos produtos classificados como
        ENERGY STAR (por exemplo, o modelo A1234 para configurações de base e o A1234-ES para configurações elegíveis
        para ENERGY STAR).
        5. Data de entrada em vigor
        A data em que os fabricantes podem começar a qualificar produtos como ENERGY STAR será definida como a data de
        entrada em vigor do acordo.
        Computador de secretária, computador de secretária integrado, computador portátil «notebook», estação de trabalho, servidor de
        pequena escala:
        A data de entrada em vigor da Versão 5.0 do ENERGY STAR para computadores de secretária, computadores de secretária
        integrados, computadores portáteis «notebook», estações de trabalho, servidores de pequena escala terminais-clientes
        «magros» é 1 de julho de 2009. Todos os produtos, incluindo os modelos originalmente certificados ao abrigo da versão
        4.0, com data de fabrico de 1 de julho de 2009 ou posterior, devem satisfazer os requisitos da versão 5.0, a fim de serem
        conformes ao ENERGY STAR. As consolas de jogo com data de fabrico igual ou posterior a 1 de julho de 2010 devem
        satisfazer os requisitos desta versão 5.0, a fim de serem conformes ao ENERGY STAR. Quaisquer acordos anteriormente
        celebrados em matéria de computadores conformes ao ENERGY STAR caducarão em 30 de junho de 2009.
        6. Futuras revisões das especificações
        A EPA e a Comissão Europeia reservam-se o direito de rever as especificações no caso de alterações tecnológicas e/ou do
        mercado afetarem a sua utilidade para os consumidores, a indústria ou o seu impacto no ambiente. De acordo com a
        política atual, as revisões das especificações serão debatidas com os interessados. No caso de uma revisão das especifi­
        cações, deverá observar-se que a certificação ENERGY STAR não é automaticamente atribuída para toda a vida do modelo
        de um produto. Para ser conforme ao ENERGY STAR, o modelo de um produto terá de satisfazer as especificações
        ENERGY STAR que estiverem em vigor à data de fabrico do modelo.
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                                                                       Apêndice A
         Procedimento de ensaio ENERGY STAR para determinação do consumo de energia dos computadores nos
                                                       modos desligado, de latência e inativo
         Deve seguir-se o protocolo seguinte quando da medição dos níveis de consumo de energia dos computadores para efeitos
         de observância dos níveis nos modos desligado, de latência e inativo estabelecidos na especificação ENERGY STAR para
         computadores, Versão 5.0. Os parceiros devem medir uma amostra representativa da configuração entregue ao cliente. No
         entanto, o cliente não necessita de considerar as alterações do consumo de energia que possam resultar da adição de
         componentes, BIOS e/ou parâmetros de software introduzidos pelo utilizador do computador após a venda do produto.
         Este procedimento destina-se a ser seguido por ordem sequencial e o modo de ensaio é indicado, se for caso disso.
         Os computadores devem ser testados com a configuração e os parâmetros com que foram entregues, salvo indicação em
         contrário no procedimento de ensaio constante deste apêndice A. As fases que exigem parâmetros alternativos estão
         identificadas por meio de um asterisco («*»).
         I. Definições
         Salvo indicação em contrário, todos os termos utilizados no presente documento são coerentes com as definições
         contidas nos critérios de elegibilidade ENERGY STAR para computadores, Versão 5.0.
         1.   UEE: UEE é o acrónimo de «unidade em ensaio», que neste caso se refere ao computador que está a ser ensaiado.
         2.   FAI: FAI é o acrónimo de «fonte de alimentação ininterrupta», que se refere a uma combinação de conversores,
              interruptores e meios de armazenamento de energia, por exemplo, baterias, que constituem uma fonte de alimen­
              tação capaz de manter a continuidade da corrente na carga em caso de falha da alimentação na entrada.
         II. Requisitos dos ensaios
         1.   Dispositivo de medição aprovado
              Os dispositivos de medição aprovados terão os seguintes atributos (1):
              — resolução de potência igual a 1 mW ou melhor;
              — um fator de pico da corrente disponível de 3 ou mais, no valor de gama nominal; e
              — um limite inferior da gama de corrente de 10 mA ou inferior.
              Propõem-se os seguintes atributos, para além dos indicados anteriormente:
              — resposta em frequência de, pelo menos, 3 kHz; e
              — calibração segundo uma norma reconhecida pelo National Institute of Standards and Technology (NIST) dos
                  Estados Unidos.
              Convém ainda que os instrumentos de medição possam calcular com precisão a potência média durante qualquer
              intervalo de tempo selecionado pelo utilizador (que se obtém geralmente mediante um cálculo matemático interno
              que divide a energia acumulada pelo tempo, dentro do dispositivo de medição; é esta a abordagem mais exata). Como
              alternativa, o instrumento de medição teria de poder integrar a energia durante qualquer intervalo de tempo
              selecionado pelo utilizador com uma resolução de energia inferior ou igual a 0,1 mWh e integrar o tempo indicado
              com uma resolução de 1 segundo ou inferior.
         2.   Precisão
              Nas medições de potência iguais ou superiores a 0,5 W, é admissível uma incerteza igual ou inferior a 2 % com um
              nível de confiança de 95 %. Nas medições de potência inferiores a 0,5 W, é admissível uma incerteza igual ou inferior
              a 0,01 W com um nível de confiança de 95 %. O instrumento de medição da potência terá uma resolução de:
         (1) As características dos dispositivos de medição aprovadas provêm da norma CEI 62301 Versão 1.0: Measurement of Standby Power.
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             — 0,01 W ou melhor para as medições de potência de 10 W ou inferiores;
             — 0,1 W ou melhor para as medições de potência superiores a 10 W e não superiores a 100 W; e
             — 1 W ou melhor para as medições de potência superiores a 100 W.
             Todos os dados relativos à potência deverão ser expressos em watts e ser arredondados às centésimas. Para as cargas
             iguais ou superiores a 10 W, serão registados três dígitos significativos.
        3.   Condições de ensaio
              Tensão de alimentação:         América do Norte/Taiwan:                         115 (± 1 %) volts CA, 60 Hz (± 1 %)
                                             Europa/Austrália/Nova Zelândia:                  230 (± 1 %) volts CA, 50 Hz (± 1 %)
                                             Japão:                                           100 (± 1 %) volts, 50 Hz (± 1 %)/60 Hz
                                                                                              (± 1 %)
                                                                                              Nota: Para os produtos com potência máxima
                                                                                              nominal > 1,5 kW, a gama de tensão é ± 4 %
              Distorção harmónica total      < 2 % THD (< 5 % para os produtos com potência máxima nominal > 1,5 kW)
              (THD) (tensão):
              Temperatura ambiente:          23 °C ± 5 °C
              Humidade relativa:             10 – 80 %
              (Referência CEI 62301: Household Electrical Appliances – Measurement of Standby Power, Secções 4.2, 4.3 e 4.4).
        4.   Configuração dos ensaios
             O consumo de energia de um computador será medido e ensaiado numa UEE com alimentação de corrente alterna.
             Se a UEE for compatível com Ethernet, deve ser ligada a um comutador de rede Ethernet com capacidade para as
             velocidades de rede máximas e mínimas da UEE. A conexão de rede deverá estar ativa durante a totalidade dos
             ensaios.
        III. Procedimento de ensaio para os modos desligado, de latência e inativo de todos os produtos informáticos
        O consumo de corrente alterna de um computador deve ser medido do seguinte modo:
        Preparação da UEE
          1. Registar o nome do fabricante e a denominação do modelo da UEE.
          2. Assegurar-se de que a UEE está ligada a recursos de rede como especificado infra e que a UEE deve manter essa
             conexão ativa ao longo da duração do ensaio, ignorando-se os intervalos breves de passagem de uma velocidade de
             conexão a outra.
             a) Os computadores de secretária, os computadores de secretária integrados e os computadores portáteis «notebook»
                 serão ligados a um comutador de rede Ethernet (IEEE 802.3) ativo, como especificado na secção II, «Configuração
                 dos ensaios», supra. O computador deve manter essa conexão ativa com o comutador ao longo da duração do
                 ensaio, ignorando-se os intervalos breves de passagem de uma velocidade de conexão a outra. Os computadores
                 sem capacidade Ethernet devem manter uma conexão ativa sem fios a um ponto de acesso de encaminhador sem
                 fios ou de rede ao longo da duração do ensaio;
             b) Os servidores de pequena escala devem ser ligados a um comutador de rede Ethernet (IEEE 802.3) ativo, como
                 especificado na secção II, «Configuração dos ensaios», estando a conexão ativa;
             c) Os terminais-clientes «magros» devem ser ligados a um servidor ativo por meio de um comutador de rede Ethernet
                 (IEEE 802.3) ativo e devem utilizar software adequado de terminal/conexão remota.
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          3. Conectar um dispositivo de medição aprovado capaz de medir a potência efetiva de uma fonte de alimentação de
             corrente alterna com a configuração adequada de tensão/frequência para o ensaio.
          4. Conectar a UEE à tomada da medição de potência do dispositivo de medição. Não devem ligar-se tomadas múltiplas
             de corrente nem outras fontes de alimentação ininterrupta entre o dispositivo de medição e a UEE. Para que o ensaio
             seja válido o dispositivo de medição deve permanecer instalado até todos os dados dos modos desligado, de latência e
             inativo terem sido registados.
          5. Registar a corrente alterna e a frequência.
          6. Ligar o computador e esperar até que o sistema operativo esteja inteiramente carregado. Se necessário, executar a
             configuração inicial do sistema operativo e aguardar que todas as operações de indexação preliminar dos ficheiros e
             todos os processos de execução única ou periódica estejam concluídos.
          7. Registar as informações de base sobre a configuração do computador: tipo de computador, nome e versão do sistema
             operativo, tipo e velocidade do processador, memória física total e disponível, etc.
          8. Registar as informações de base sobre a placa de vídeo ou o jogo de chips (se for caso disso) – nome da placa de
             vídeo/do jogo de chips, dimensão do tampão de trama, resolução, quantidade de memória na placa e bits por pixel.
          9. * Assegurar-se de que a UEE está configurada como foi entregue, incluindo todos os acessórios, ativação WOL e
             software incluído por defeito. A UEE deve também estar configurada de acordo com os seguintes requisitos para todos
             os ensaios:
             a) Os sistemas de computadores de secretária entregues sem acessórios devem ser configurados com um rato, um
                 teclado e um ecrã externo normais;
             b) Os computadores portáteis «notebook» devem incluir todos os acessórios fornecidos com o sistema; não é
                 necessário incluir um teclado ou um rato separados quando estes computadores estiverem equipados com um
                 dispositivo apontador ou um digitalizador;
             c) Devem retirar-se o pacote ou pacotes de baterias dos computadores portáteis «notebook» para todos os ensaios.
                 No caso dos sistemas que não possam funcionar sem acumulador, o ensaio pode ser realizado com o(s)
                 acumulador(es) instalado(s) e completamente carregado(s); esta configuração deverá ser registada nos resultados
                 do ensaio;
             d) Os servidores de pequena escala e os terminais-clientes «magros» entregues sem acessórios devem ser configurados
                 com um rato, um teclado e um ecrã externo normais (se o servidor tiver uma funcionalidade de saída para ecrã);
             e) No que respeita aos computadores com capacidade Ethernet, a alimentação elétrica dos dispositivos de rádio sem
                 fios deve ser desligada para todos os ensaios. Isto é aplicável aos adaptadores de rede sem fios (por exemplo,
                 802.11) ou aos protocolos de conexão sem fios entre dispositivos. No que respeita aos computadores sem
                 capacidade Ethernet, a alimentação elétrica dos dispositivos de rádio sem fios de rede local (por exemplo, IEEE
                 802.11) deve permanecer ligada durante o ensaio e deve manter uma conexão sem fios ativa a um ponto de
                 acesso de encaminhador sem fios ou de rede compatível com as velocidades máxima e mínima de dados do
                 dispositivo de rádio-cliente, ao longo da duração do ensaio;
             f) Os discos rígidos primários não podem ter gestão de energia («spun-down») durante o ensaio em modo latente, a
                 menos que contenham uma memória cache não volátil integrada na unidade (por exemplo, discos rígidos
                 «híbridos»). Se mais de um disco rígido interno estiver instalado tal como foi entregue, o, ou os discos rígidos
                 internos não primários podem ser testados com a gestão de energia do disco rígido ativada tal como foi entregue.
                 Se esses discos rígidos adicionais não tiverem gestão de energia quando entregues aos clientes, devem ser
                 ensaiados sem essa funcionalidade estar ativada.
         10. Devem seguir-se as seguintes diretrizes para configurar os parâmetros de gestão de energia dos ecrãs (sem ajustar
             quaisquer outros parâmetros de gestão da energia):
             a) No caso dos computadores com ecrãs externos (a maioria dos computadores de secretária): utilizar os parâmetros
                 de gestão de energia do ecrã para evitar que este fique desativado e garantir que continue ativo enquanto dura o
                 ensaio em modo inativo, tal como se descreve infra;
 ---pagebreak--- L 63/32            PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                                  6.3.2013
              b) No caso dos computadores com ecrãs incorporados (computadores portáteis «notebooks» e sistemas integrados):
                  utilizar os parâmetros de gestão de energia para determinar que o ecrã seja desativado após 1 minuto.
        11. Desligar a UEE.
        Ensaio em modo desligado
        12. Com a UEE desativada e em modo desligado, configurar o dispositivo de medição para que comece a acumular
              valores efetivos de potência com uma frequência mínima de uma leitura por segundo. Acumular os valores de
              potência durante 5 minutos adicionais e registar o valor médio (aritmético) observado durante esse período de 5
              minutos (2).
        Ensaio em modo inativo
        13. Ligar o computador e começar a registar o tempo decorrido desde o momento em que inicialmente se ligou o
              computador, ou imediatamente depois de concluídas as operações de identificação necessárias para o arranque
              completo do sistema. Uma vez feita a identificação e com o sistema operativo completamente carregado e pronto,
              fechar quaisquer janelas que estejam abertas, de modo a que apareça o ecrã normal operacional do computador de
              secretária, ou um ecrã pronto equivalente. Entre 5 e 15 minutos depois do arranque inicial ou do registo do
              utilizador, acionar o dispositivo de medição, para que este comece a acumular valores efetivos de potência com
              uma frequência mínima de uma leitura por segundo. Acumular os valores de potência durante 5 minutos adicionais e
              registar o valor médio (aritmético) observado durante esse período de 5 minutos.
        Ensaio em modo latente
        14. Depois de realizadas as medições em modo inativo, pôr o computador em modo latente. Se necessário, repor o
              dispositivo de medição em zero, para que comece a acumular valores efetivos de potência com uma frequência
              mínima de uma leitura por segundo. Acumular os valores de potência durante 5 minutos adicionais e registar o valor
              médio (aritmético) observado durante esse período de 5 minutos.
        15. Se os ensaios se realizarem tanto com a função WOL ligada como desligada para entrar em modo latente, ativar o
              computador e pôr fim ao modo latente da função da WOL, mediante os parâmetros do sistema operativo ou por
              outros meios. Pôr o computador novamente em modo latente e repetir as instruções do ponto 14, registando a
              potência necessária para essa configuração alternativa em modo latente.
        Comunicação dos resultados do ensaio
        16. Os resultados do ensaio devem ser comunicados à EPA ou à Comissão Europeia, segundo o caso, tendo o cuidado de
              garantir que todas as informações exigidas foram incluídas, nomeadamente os valores de potência modais e os
              ajustamentos de capacidade aplicáveis aos computadores de secretária, aos computadores de secretária integrados e
              aos computadores portáteis «notebook».
        IV. Ensaio em potência máxima das estações de trabalho
        A potência máxima das estações de trabalho obtém-se com a utilização simultânea de dois marcos de referência da
        indústria: Linpack, para submeter ao máximo esforço o núcleo do sistema (por exemplo, o processador, a memória, etc.) e
        SPECviewperf® (a versão mais recente disponível para a UEE) para submeter ao máximo esforço a unidade de proces­
        samento gráfico do sistema. É possível obter informações adicionais sobre estes marcos de referência, incluindo descar­
        regamentos gratuitos, nos seguintes endereços:
        Linpack                        http://www.netlib.org/linpack/
        SPECviewperf®                  http://www.spec.org/benchmarks.html#gpc
        Este ensaio deve repetir-se três vezes na mesma UEE e as três medidas devem situar-se dentro de uma margem de
        tolerância de ± 2 % em relação à média dos três valores máximos de potência obtidos.
        A medição do consumo máximo de potência em corrente alterna de uma estação de trabalho deve realizar-se do seguinte
        modo:
        (2) Os dispositivos de medição com qualidade de laboratório e com todas as funções incorporadas podem integrar valores durante um
            determinado período e comunicar automaticamente o valor médio. Outros instrumentos de medição exigiriam que o utilizador
            registasse uma série de valores que variariam de 5 em 5 segundos durante um período de cinco minutos e que depois calculasse a
            média manualmente.
 ---pagebreak--- 6.3.2013          PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                           L 63/33
         Preparação da UEE
          1. Conectar um dispositivo de medição aprovado capaz de medir a potência efetiva de uma fonte de alimentação de
              corrente alterna com a configuração adequada de tensão/frequência para o ensaio. O dispositivo de medição deve
              poder armazenar e mostrar a medição da potência máxima alcançada durante o ensaio ou determinar por outro
              método a potência máxima.
          2. Conectar a UEE à tomada da medição de potência do dispositivo de medição. Não devem ligar-se tomadas múltiplas
              de corrente nem outras fontes de alimentação ininterrupta entre o dispositivo de medição e a UEE.
          3. Registar a tensão alterna.
          4. * Ligar o computador e, se ainda não estiverem instalados, instalar o Linpack e o SPECviewperf conforme indicado
              nos sítios Web acima referidos.
          5. Configurar o Linpack com todos os parâmetros de base para a arquitetura específica da UEE e definir o tamanho da
              matriz «n», para maximizar o consumo de energia durante o ensaio.
          6. Respeitar todas as diretrizes estabelecidas pela organização SPEC para executar o SPECviewperf.
         Ensaio em potência máxima
          7. Configurar o dispositivo de medição para que comece a acumular valores efetivos de potência com uma frequência
              mínima de uma leitura por segundo e iniciar a realização das medições. Acionar o SPECviewperf e, em simultâneo,
              todas as ações do Linpack que sejam necessárias para submeter o sistema ao máximo esforço.
          8. Acumular os valores da potência até o SPECviewperf e todas as ações terem terminado. Registar o valor da potência
              máxima alcançada durante o ensaio.
         Comunicação dos resultados do ensaio
          9. Os resultados do ensaio devem ser comunicados à EPA ou à Comissão Europeia, segundo o caso, tendo o cuidado de
              incluir todas as informações exigidas.
         10. Ao comunicar os dados, os fabricantes devem também incluir os seguintes elementos:
              a. Valor de n (dimensão da matriz) utilizado para o Linpack;
              b. Número de cópias simultâneas de Linpack executadas durante o ensaio;
              c. Versão do SPECviewperf utilizada para o ensaio;
              d. Todas as otimizações do compilador utilizadas na compilação do Linpack e do SPECviewperf; e
              e. Um ficheiro binário pré-compilado do SPECviewperf e do Linpack que os utilizadores finais possam descarregar e
                 executar. Esses ficheiros binários podem ser distribuídos através de um organismo centralizado de normalização
                 como o SPEC, pelo fabricante de equipamento de origem (OEM) ou por um terceiro interessado.
         V. Verificação continuada
         Este procedimento de ensaio descreve o método para submeter a ensaio uma única unidade e determinar se satisfaz os
         requisitos. Recomenda-se vivamente que se realizem ensaios de modo continuado a fim de garantir que os produtos de
         diversas séries de produção cumprem os requisitos ENERGY STAR.
 ---pagebreak--- L 63/34           PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                            6.3.2013
                                                                    Apêndice B
                                                         EXEMPLOS DE CÁLCULOS
         I. Computadores de secretária, computadores de secretária integrados, computadores portáteis «notebook»: Apresenta-se
            infra um exemplo de cálculo do CTEE destinado a mostrar como são determinados os níveis de observância com base
            em extensões funcionais e em medições em modo operacional, para um exemplo de avaliação de CTEE para um
            computador portátil «notebook» da categoria A (GPU integrada, memória instalada de 8 GB, 1 unidade de disco rígido).
            1. Medir os valores utilizando o procedimento de ensaio do apêndice A:
                — Desligado = 1 W
                — Latente = 1,7 W
                — Inativo = 10 W
            2. Determinar que ajustamentos de capacidade são aplicáveis:
                — Gráficos integrados? Não aplicável a gráficos de alta qualidade.
                — Memória de 8GB instalada. Corresponde ao nível de ajustamento da memória: 8 fornece um ajustamento de
                   1,6 kWh (4 · 0,4kWh).
            3. Aplicar as ponderações com base no quadro 2 para calcular CTEE:
                — Quadro 2 (para computador portátil «notebook» convencional):
                    Tdesligado                                                                                   60 %
                    Tlatente                                                                                     10 %
                    Tinativo                                                                                     30 %
                — ECTEE = (8 760/1 000) · (Pdesligado · Tdesligado + Platente · Tlatente + Pinativo · Tinativo),
                — = (8 760/1 000) · (Pdesligado · 0,60 + Platente · 0,10 + Pinativo · 0,30)
                — = (8 760/1 000) · (1 · 0,60 + 1,7 · 0,10 + 10 · 0,30)
                — = 33,03 kWh
            4. Determinar o requisito CTEE para o computador, acrescentando quaisquer ajustamentos de capacidade (etapa 2) ao
                requisito CTEE de base (quadro 1).
                — Quadro 1 (para computadores portáteis «notebook»):
                                                         Computadores portáteis «notebook» (kWh)
                    Categoria A                                                                                   40
                    Categoria B                                                                                   53
                    Categoria C                                                                                  88,5
                — Requisito CTEE de ENERGY STAR = 40 kWh + 1,6 kWh = 41,6 kWh
            5. Comparar a ECTEE ao requisito CTEE de ENERGY STAR (etapa 4) para verificar se o modelo é aprovável.
                — Requisito CTEE na categoria A: 41,6 kWh
                — ECTEE: 33,03 kWh
                — 33,03 kWh < 41,6 kWh
                O computador portátil «notebook» cumpre os requisitos ENERGY STAR.
        II. Estações de trabalho: Apresenta-se infra um exemplo de cálculo do CTEE por amostragem para uma estação de
            trabalho com dois discos rígidos.
            1. Medir os valores utilizando o procedimento de ensaio do apêndice A:
                — Desligado = 2 W
 ---pagebreak--- 6.3.2013         PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                                             L 63/35
               — Latente = 4 W
               — Inativo = 80 W
               — Potência máxima = 180 W
            2. Anotar o número de discos rígidos instalados.
               — Dois discos rígidos instalados durante o ensaio.
            3. Aplicar as ponderações com base no quadro 4 para calcular o PCTEE:
               — Quadro 4:
                    Tdesligado                                                                        35 %
                    Tlatente                                                                          10 %
                    Tinativo                                                                          55 %
               — PCTEE = (0,35 · Pdesligado + 0,10 · Platente + 0,55 · Pinativo)
               — = (0,35 · 2 + 0,10 · 4 + 0,55 · 80)
               — = 45,10 W
            4. Calcular o requisito PCTEE utilizando a fórmula do quadro 3.
               — PCTEE = 0,28 · [Pmax + (# HDD · 5)]
               — PCTEE = 0,28 · [180 + (2 · 5)]
               — PCTEE = 53,2
            5. Comparar o PCTEE ajustado aos níveis ENERGY STAR para determinar se o modelo é aprovável.
               — 45,10 < 53,2
               A estação de trabalho cumpre os requisitos ENERGY STAR.
                                                   II. ESPECIFICAÇÕES PARA OS ECRÃS
         1. Definições
         A. Ecrã eletrónico (também denominado «ecrã»): um produto disponível no mercado, com um ecrã de visualização e
            respetivos componentes eletrónicos, geralmente contidos numa caixa única, cuja função primária é apresentar in­
            formação visual proveniente de i) um computador, estação de trabalho ou servidor, através de uma ou mais entradas,
            nomeadamente VGA, DVI, HDMI ou IEEE 1394, ou de ii) um dispositivo USB (Universal Serial Bus) de memória flash,
            um cartão de memória ou uma ligação sem fios à Internet. As tecnologias de ecrã mais comuns são as de ecrãs de
            cristais líquidos (LCD), de díodos emissores de luz (LED), de tubo de raios catódicos (CRT) e de plasma (PDP).
         B. Fonte de alimentação externa: um componente contido num invólucro físico separado, exterior à caixa do ecrã e
            destinado a converter a tensão alterna de entrada proveniente da rede elétrica numa ou várias tensões contínuas mais
            baixas, a fim de alimentar o ecrã. Uma fonte de alimentação externa (FAE) tem de ser ligada ao ecrã através de uma
            ligação elétrica por cabo fixo, cordão de alimentação macho/fêmea ou outra instalação de fios, permanente ou
            amovível.
         C. Modo «ativo»: estado operacional de um ecrã que i) está ligado a uma fonte de alimentação, ii) tem todos os
            interruptores mecânicos (físicos) de energia ligados e iii) está a executar a sua função primária de produção de
            uma imagem.
         D. Modo «latente»: estado operacional de um ecrã que i) está ligado a uma fonte de alimentação, ii) tem todos os
            interruptores mecânicos (físicos) de energia ligados e iii) foi colocado num estado de baixo consumo devido à receção
            de um sinal proveniente de um dispositivo a ele ligado (por exemplo, computador, consola de jogos ou descodificador
            de televisão) ou devido a uma função interna, como um temporizador para o modo «latente» ou um sensor de
            atividade. O modo «latente» é considerado um estado de baixo consumo «suave», do qual o ecrã pode sair devido à
            receção de um sinal proveniente de um dispositivo a ele ligado ou devido a uma função interna.
         E. Modo «desligado»: estado operacional de um ecrã que i) está ligado a uma fonte de alimentação, ii) é acionado por um
            interruptor de energia e iii) não está a executar qualquer função. O utilizador tem de atuar num interruptor mecânico
            para fazer sair o ecrã do modo «desligado». Caso existam dois ou mais destes interruptores, o ensaiador utilizará o de
            mais fácil acesso.
 ---pagebreak--- L 63/36          PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                           6.3.2013
        F. Luminância: a medida fotométrica da intensidade luminosa, por unidade de área, da luz que viaja numa dada direção.
           Indica a quantidade de luz que atravessa – ou é emitida de – uma determinada superfície e está contida num dado
           ângulo sólido. A unidade de luminância habitualmente utilizada é a candela por metro quadrado (cd/m2).
        G. Controlo automático do brilho: nos ecrãs, o controlo automático do brilho é o mecanismo automático que controla o
           brilho do ecrã em função da luz ambiente.
        2. Equipamentos conformes
           Para ser conforme com o ENERGY STAR, o ecrã deve satisfazer os seguintes critérios:
           A. Diagonal máxima de imagem do ecrã: o ecrã deve ter uma diagonal de imagem não superior a (≤) 60 polegadas.
           B. Fonte de alimentação: o ecrã deve ser alimentado via uma tomada separada de CA de parede, uma bateria vendida
               em conjunto com um adaptador de CA ou uma ligação de dados ou de rede.
           C. Sintonizadores de televisão: se o ecrã tiver um sintonizador de televisão integrado, poderá ser conforme com o
               ENERGY STAR ao abrigo das presentes especificações, desde que seja comercializado e vendido aos consumidores
               essencialmente como um ecrã ou como um aparelho com a dupla função de ecrã e de televisão. Um ecrã com
               sintonizador de televisão que seja comercializado e vendido exclusivamente como televisor não poderá ser
               conforme com o ENERGY STAR ao abrigo das presentes especificações. Nos termos do nível 2 das presentes
               especificações, só os ecrãs sem sintonizador podem ser conformes com o ENERGY STAR; os ecrãs com sintoni­
               zador podem ser conformes com o ENERGY STAR nos termos do nível 2 da versão 3.0 das especificações
               ENERGY STAR para televisores.
           D. Controlo Automático do Brilho (CAB): para ser conforme com o ENERGY STAR com base na equação de energia
               aplicável nos casos em que, no modo «ativo», o controlo automático do brilho está ativado, o ecrã deve vir de
               fábrica com o CAB pré-ativado.
           E. Fonte de alimentação externa: se o ecrã vier de fábrica com uma FAE, esta deve ser conforme com o ENERGY
               STAR ou atingir os níveis de eficiência sem carga e no modo «ativo» previstos nos requisitos do programa ENERGY
               STAR para fontes de alimentação externa de tensão única CA-CA e CA-CC. As especificações ENERGY STAR e a
               lista dos produtos conformes podem ser consultadas em www.energystar.gov/powersupplies.
           F. Requisitos de gestão de energia: o ecrã deve ter, no mínimo, um mecanismo pré-ativado que o faça entrar
               automaticamente no modo «latente» ou no modo «desligado». Por exemplo, as ligações de dados ou de rede
               têm de ser compatíveis com a desativação do ecrã de acordo com mecanismos correntes, como a sinalização
               utilizada na gestão de energia do ecrã. Os ecrãs que geram conteúdos próprios devem ter um sensor ou tempo­
               rizador pré-ativado que os façam entrar automaticamente no modo «latente» ou no modo «desligado».
        3. Critérios de eficiência energética
        A. Requisitos para o modo «ativo»
        1. Nível 1
           Para ser conforme com o ENERGY STAR, o consumo de energia do ecrã não pode exceder o valor máximo no modo
           «ativo» (PO ou PO1), calculado através das equações do quadro abaixo. O consumo máximo no modo «ativo» é
           expresso em watts e arredondado às décimas.
                            Quadro 1: Requisitos do nível 1 para o consumo de energia no modo «ativo»
                                                                                   Consumo máximo no modo «ativo»
                                  Categoria do ecrã
                                                                                                  (W)
                        Diagonal do ecrã: < 30 polegadas                   PO = 6*(MP) + 0,05*(A) + 3 Diagonal do ecrã:
                       Definição do ecrã ≤ 1,1 megapixéis
                        Diagonal do ecrã: < 30 polegadas                   PO = 9*(MP) + 0,05*(A) + 3 Diagonal do ecrã:
                       Definição do ecrã > 1,1 megapixéis
                                30 – 60 polegadas                                          PO = 0,27*(A) + 8
                           Qualquer definição do ecrã
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              sendo:
              MP = Definição do ecrã (megapixéis)
              A = Área de imagem do ecrã (polegadas quadradas)
              EXEMPLO: O consumo máximo, no modo «ativo», de um ecrã com definição de 1 440 × 900, ou seja, com
              1 296 000 pixéis, com uma diagonal de imagem de 19 polegadas e uma área de imagem de 162 polegadas quadradas,
              seria: ((9 × 1,296) + (0,05 × 162)) + 3 = 22,8 watts, com arredondamento às décimas.
                 Quadro 2: Amostra dos requisitos do nível 1 para o consumo máximo de energia no modo «ativo» (3)
                   Diagonal                                                                          Área do ecrã:       Consumo máximo
                                                                              Dimensões do ecrã
                    do ecrã            Resolução            Megapixéis                            (polegadas quadra­      no modo «ativo»
                                                                                 (polegadas)
                  (polegadas)                                                                             das)                 (watts)
                      7               800 × 480              0,384               5,9 × 3,5                21                      6,4
                     19              1 440 × 900             1,296             16,07 × 10,05             162                     22,8
                     26             1 920 × 1 200            2,304              21,7 × 13,5              293                     38,4
                     42              1 360 × 768             1,044                36 × 20                720                    202,4
                     50             1 920 × 1 080            2,074                44 × 24               1 056                   293,1
         2. Nível 2
              Para que um ecrã seja conforme com o ENERGY STAR, o seu consumo máximo no modo «ativo» não pode exceder o
              valor dado pelas equações: a definir.
         3. Ecrãs com controlo automático do brilho (CAB)
              Para os ecrãs que vêm de fábrica com a função CAB pré-ativada, o consumo máximo no modo «ativo» é calculado do
              seguinte modo:
                                                           PO1 = (0,8 * Ph) + (0,2 * Pl)
              sendo PO1 o valor médio do consumo no modo «ativo», em watts, arredondado às décimas, Ph o consumo no modo
              «ativo» com nível elevado de luz ambiente, e Pl o consumo no modo «ativo» com nível reduzido de luz ambiente. A
              fórmula pressupõe que a luz ambiente é reduzida durante 20 % do tempo.
         B. Requisitos para os modos «latente» e «desligado»:
         1. Níveis 1 e 2
              Para ser conforme com o ENERGY STAR, o ecrã não pode exceder os níveis máximos de consumo de energia nos
              modos «latente» e «desligado» indicados no quadro 3. Os ecrãs que disponham de múltiplos estados de latência (por
              exemplo, latência e latência profunda) devem satisfazer os requisitos para o modo «latente» em todos esses estados.
              EXEMPLO: Se um ecrã consumir nos ensaios 3 watts no estado de latência e 2 watts no estado de latência profunda,
              não é conforme, porque o consumo num dos estados de latência excede o limite de 2 watts prescrito no nível 1.
               Quadro 3: Requisitos para o consumo de energia nos modos «latente» e «desligado», para todos os ecrãs
                                            Modo                                          Nível 1                         Nível 2
             Consumo máximo no modo «latente» (W)                                            ≤ 2                            ≤ 1
             Consumo máximo no modo «desligado» (W)                                          ≤ 1                            ≤ 1
         (3) Para ecrãs de 30 a 60 polegadas, deve ser comunicada a definição quando o produto é apresentado para ser declarado conforme; no
             entanto, a definição não é tomada em conta no cálculo do consumo destes ecrãs no modo «ativo».
 ---pagebreak--- L 63/38          PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                   6.3.2013
        4. Requisitos de ensaio
           Como utilizar a presente secção
           A EPA e a Comissão Europeia fazem uso, sempre que possível, de práticas da indústria amplamente aceites para medir
           o desempenho e o consumo de energia de produtos em condições de funcionamento normais. Os métodos de ensaio
           previstos nas presentes especificações têm por base as normas do Display Metrology Committee da Video Eletronics
           Standards Association (VESA) e da Comissão Eletrotécnica Internacional (CEI/IEC). Nos casos em que as normas VESA
           e IEC se revelaram insuficientes para as necessidades do programa ENERGY STAR, foram elaborados métodos
           suplementares de ensaio e medição em colaboração com o setor.
           Para assegurar um meio coerente de medição do consumo de energia dos produtos eletrónicos, de modo que os
           resultados dos ensaios possam ser reproduzidos e não sejam negativamente afetados por fatores externos, deve
           respeitar-se o protocolo a seguir descrito. Tem quatro componentes principais:
           — Condições de ensaio e instrumentação
           — Montagem
           — Método de ensaio
           — Documentação
           Nota: O método de ensaio consta dos apêndices 1 e 2. O apêndice 1 descreve o procedimento de ensaio de ecrãs com uma
           diagonal de imagem inferior a (<) 30 polegadas. O apêndice 2 descreve o procedimento de ensaio de ecrãs com uma diagonal de
           imagem de 30 a 60 polegadas, inclusive.
           Os parceiros podem recorrer a laboratórios próprios ou a laboratórios independentes para efetuarem os ensaios.
           Controlo de qualidade das instalações
           Os parceiros devem efetuar ensaios e certificar os modelos dos produtos que satisfazem as orientações do ENERGY
           STAR. O ensaio com vista ao reconhecimento da conformidade com o ENERGY STAR deve ser realizado em
           instalações nas quais se apliquem procedimentos de controlo da qualidade para monitorizar a validade dos ensaios
           e calibrações. O programa ENERGY STAR recomenda que estes ensaios sejam realizados em instalações que satisfaçam
           os requisitos gerais relativos à competência dos laboratórios de ensaio e de calibração, descritos na norma interna­
           cional ISO/IEC 17025.
           Condições de ensaio e instrumentação
           A. Protocolos para a medição da energia
               O consumo de energia médio real do ecrã deve ser medido nos modos «ativo», «latente» e «desligado». Nas
               medições para autocertificação do modelo de um produto, a unidade em ensaio (UEE) deve estar inicialmente
               nas mesmas condições (por exemplo, configuração e valores dos parâmetros) que quando fornecida ao cliente, a
               menos que seja necessário fazer ajustamentos em função das instruções que se seguem.
              1. As medições do consumo devem ser feitas num ponto situado entre a tomada ou fonte de alimentação e a UEE.
              2. Se a energia elétrica de um produto vier da rede elétrica, de uma ligação USB, IEEE1394 ou Power-Over-
                  -Ethernet, da rede telefónica ou de qualquer outro meio ou combinação de meios, deve utilizar-se, nos cálculos,
                  o valor líquido do consumo, em CA, do produto (tendo em conta as perdas na conversão CA – CC).
              3. Os produtos alimentados por uma fonte de alimentação CC normal de baixa tensão (p. ex., USB, USB
                  PlusPower, IEEE 1394 ou Power-Over-Ethernet) devem utilizar uma fonte CC com alimentação CA adequada.
                  O consumo de energia desta fonte com alimentação CA é medido e registado como o consumo da UEE.
              4. Para ecrãs alimentados por ligação USB, deve ser utilizado um conector múltiplo com alimentação que sirva
                  unicamente o ecrã em ensaio. Para ecrãs alimentados por ligações Power-Over-Ethernet ou USB PlusPower, é
                  aceitável medir o consumo do dispositivo de distribuição da alimentação com e sem o ecrã ligado, registando-se
                  a diferença entre as duas leituras como o consumo do ecrã. O ensaiador deve confirmar que este valor
                  corresponde de forma razoável ao consumo CC da unidade acrescido de alguma margem para as perdas na
                  fonte de alimentação e na distribuição.
 ---pagebreak--- 6.3.2013            PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                                    L 63/39
                  5. Os produtos que podem ser alimentados por fontes CA e fontes CC normais de baixa tensão devem ser
                      ensaiados com alimentação CA.
              B. Requisitos para a alimentação CA
                 Tensão de alimentação:            América do Norte/Taiwan:         115 (± 1 %) volts CA, 60 Hz (± 1 %)
                                                   Europa/Austrália/Nova            230 (± 1 %) volts, 50 Hz (± 1 %)
                                                   Zelândia:
                                                   Japão:                           100 (± 1 %) volts, 50 Hz (± 1 %)/60 Hz (± 1 %)
                                                                                    Nota: Para os produtos com potência máxima no­
                                                                                    minal > 1,5 kW, a gama de tensão é ± 4 %
                 Distorção harmónica total         < 2 % THD (< 5 % para os produtos com potência máxima nominal > 1,5 kW)
                 (THD) (tensão):
                 Temperatura ambiente:             23 °C ± 5 °C
                 Humidade relativa:                10 – 80 %
                 (Referência IEC 62301 Ed 1.0: Household Electrical Appliances – Measurement of Standby Power, Secções 4.2 e 4.3)
              C. Aparelho de medida aprovado
                  Os aparelhos de medida aprovados devem ter os seguintes atributos (4):
                  — um fator de pico da corrente disponível igual ou superior a 3 para o valor nominal da gama; e
                  — um limite inferior da gama de corrente igual ou inferior a 10 mA.
                  O instrumento de medição da potência deve ter uma resolução de:
                  — 0,01 W ou melhor para a medição de potências não superiores a 10 W;
                  — 0,1 W ou melhor para a medição de potências superiores a 10 W e não superiores a 100 W; e
                  — 1 W ou melhor para a medição de potências superiores a 100 W.
                  Propõem-se os seguintes atributos, além dos indicados acima:
                  — resposta em frequência de, pelo menos, 3 kHz; e
                  — calibração com uma norma reconhecida pelo National Institute of Standards and Technology (NIST) dos EUA.
                  É também conveniente que os instrumentos possam medir a potência média durante qualquer intervalo de tempo
                  selecionado pelo utilizador (os aparelhos de maior precisão efetuam um cálculo interno dividindo a energia
                  acumulada pelo tempo decorrido). Como alternativa, o instrumento de medição deve ter a capacidade de integrar
                  a energia durante qualquer intervalo de tempo selecionado pelo utilizador com uma resolução de energia de 0,1
                  mWh, ou resolução superior, e de integrar o tempo indicado com uma resolução de 1 segundo, ou resolução
                  superior.
              D. Precisão
                  Na medição de potências iguais ou superiores a 0,5 W, é admissível uma incerteza igual ou inferior a 2 % com um
                  nível de confiança de 95 %. Na medição de potências inferiores a 0,5 W, é admissível uma incerteza igual ou
                  inferior a 0,01 W com um nível de confiança de 95 % (5).
                  Todas as medições devem ser expressas em watts e arredondadas às décimas.
              E. Ambiente de câmara escura
                  Todos os ensaios de luminância devem ser efetuados em ambiente de câmara escura. A iluminação do ecrã (E)
                  medida no modo «desligado» deve ser inferior ou igual a 1,0 lux. As medições devem ser feitas num ponto situado
                  na perpendicular ao ecrã que passa pelo seu centro, utilizando um aparelho de medida da luz (AML) e com o ecrã
                  no modo «desligado» (referência: norma VESA FPDM 2.0, secção 301-2F).
         (4) As características dos dispositivos de medição aprovadas provêm da norma CEI 62301 Versão 1.0: Household Electrical Appliances –
             Measurement of Standby Power.
         (5) Ibid.
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        F. Protocolos para a medição da luz
           Sempre que seja necessário efetuar medições da luz, nomeadamente da iluminação e da luminância, deve ser
           utilizado um AML, estando o ecrã em ambiente de câmara escura. O AML deve ser utilizado para efetuar medições
           no centro do ecrã, perpendicularmente a este (referência: norma VESA FPDM 2.0, apêndice A115). A área da
           superfície do ecrã em que se efetuam as medições deve cobrir, no mínimo, 500 pixéis, a menos que tal exceda o
           equivalente a um retângulo com lados de comprimento igual a 10 % da altura e da largura da imagem do ecrã
           (caso em que se aplica este último limite). No entanto, a área iluminada não pode ser inferior à área em que se
           efetuam as medições com o AML (referência: norma VESA FPDM 2.0, secção 301-2H).
        Montagem
        A. Periféricos
           Nenhum dispositivo externo deve estar ligado a conectores USB simples ou múltiplos. Os altifalantes, sintoniza­
           dores de televisão e outros periféricos incorporados, caso existam, podem ser regulados, com os meios oferecidos
           ao utilizador, para a sua configuração de consumo mínimo, a fim de minimizar o consumo de energia não
           associado ao próprio ecrã.
        B. Modificações
           Não são permitidas modificações dos dispositivos, nomeadamente a remoção de circuitos ou outras ações que não
           é previsto um utilizador típico executar.
        C. Interface analógica/interface digital
           Os parceiros devem ensaiar os seus ecrãs utilizando a interface analógica, exceto nos casos em que esta não é
           fornecida (ou seja, no caso de ecrãs com interface digital que, para efeitos do presente método de ensaio, são
           definidos como ecrãs que dispõem apenas de uma interface digital). Tratando-se de ecrãs com interface digital, ver
           nota 1 do apêndice 1 para as informações sobre os valores de tensão, e seguir o método de ensaio descrito no
           apêndice 1 e/ou no apêndice 2, consoante a dimensão da diagonal de imagem da UEE, utilizando um gerador de
           sinais digitais.
        D. Modelos capazes de funcionar com várias combinações de tensão/frequência
           Os parceiros devem realizar ensaios e certificações, que documentarão, segundo as condições aplicáveis em cada
           um dos mercados onde pretendem vender os seus produtos como produtos conformes com o ENERGY STAR.
           EXEMPLO: Para ser conforme com o ENERGY STAR nos Estados Unidos e na Europa, um produto deve satisfazer os
           critérios tanto a 115 V/60 Hz como a 230 V/50 Hz. Se o produto satisfizer os critérios ENERGY STAR apenas numa
           combinação tensão/frequência (por exemplo, 115 V/60 Hz), só poderá ser considerado conforme com o ENERGY STAR e
           promovido nessa qualidade nas regiões que utilizem a combinação tensão/frequência ensaiada (p. ex., América do Norte e
           Taiwan).
        E. Fonte de alimentação externa
           No caso em que os ecrãs vêm de fábrica com uma fonte de alimentação externa, esta deve ser utilizada em todos
           os ensaios. Esta não pode ser substituída por outra fonte de alimentação.
        F. Controlos de cor
           Todos os controlos de cor (tonalidade, saturação, gama, etc.) devem ser regulados para os valores predefinidos pelo
           fabricante.
        G. Definição e frequência de refrescamento
           A definição e a frequência de refrescamento variam consoante a tecnologia, como se indica a seguir:
           1) Para as tecnologias de cristais líquidos (LCD) e outras tecnologias de formato fixo em pixéis, o formato em
                 pixéis deve ser regulado para o nível nativo. A frequência de refrescamento dos ecrãs LCD deve ser fixada em
                 60 Hz, a menos que o parceiro recomende uma frequência específica diferente, caso em que deverá ser
                 utilizada esta última.
           2) Para as tecnologias de tubo de raios catódicos (CRT), o formato em pixéis deve ser regulado para o formato
                 preferencial com a definição mais elevada prevista para uma frequência de refrescamento de 75 Hz. O ensaio
                 deve ser efetuado de acordo com a norma VESA Discrete Monitor Timing (DMT) ou outra norma mais recente
                 da indústria. O ecrã CRT deve satisfazer no formato ensaiado todas as especificações de qualidade declaradas
                 pelo parceiro.
        H. Aquecimento
           A UEE deve passar por um período de aquecimento de, no mínimo, 20 minutos antes de se efetuarem quaisquer
           medições no âmbito do ensaio (referência: norma VESA FPDM 2.0, secção 301-2D ou 305-3 para o ensaio com
           aquecimento).
 ---pagebreak--- 6.3.2013      PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                    L 63/41
         I. Estabilidade
            Todas as medições do consumo de energia devem ser registadas após estabilização das leituras, admitindo-se
            variações de 1 % durante um período de três minutos (referência: IEC 4.3.1).
         Método de ensaio
         Para a realização destes ensaios, o parceiro aceita utilizar os procedimentos de ensaio aplicáveis previstos no apêndice
         1 e/ou apêndice 2, consoante a dimensão da diagonal de imagem da UEE, do seguinte modo:
         Para ecrãs com uma diagonal de imagem inferior a (<) 30 polegadas, utilizar o apêndice 1.
         Para ecrãs com uma diagonal de imagem de 30 a 60 polegadas, utilizar o apêndice 2.
         Documentação
         A. Apresentação de dados sobre produtos conformes à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso
            Os parceiros devem autocertificar os modelos de produtos que satisfaçam as orientações ENERGY STAR e
            comunicar essa informação à EPA, através da ferramenta Online Product Submittal (apresentação em linha de
            produtos), ou à Comissão Europeia, consoante o caso. Devem ser fornecidos anualmente, ou com maior frequência
            se o parceiro assim o desejar, dados sobre os produtos conformes com o ENERGY STAR, nomeadamente
            informações sobre novos modelos.
         B. Família de produtos conformes
            A conformidade de famílias de modelos de ecrãs montados no mesmo tipo de quadro (chassis) e idênticos em
            todos os aspetos, com exceção da caixa e da cor, pode ser comprovada mediante a apresentação dos dados de
            ensaio de um só modelo representativo. Do mesmo modo, os modelos que não sofreram alterações ou que diferem
            dos vendidos no ano anterior apenas nos acabamentos mantêm-se conformes, não se exigindo a apresentação de
            novos dados de ensaio.
         C. Número de unidades necessárias para os ensaios
            Inspirando-se na norma europeia 50301 (referência: BSI 03-2001, BS EN 50301:2001, Methods of Measurement for
            the Power Consumption of Audio, Video, and Related Equipment, anexo A), a EPA e a Comissão Europeia estabeleceram
            um procedimento de ensaio em que o número de unidades necessárias para o ensaio depende dos resultados do
            ensaio da primeira unidade.
            1) Se o consumo de energia da UEE em estado estacionário for superior a 85 % do limite definido nas especi­
                ficações ENERGY STAR em um ou mais dos três modos de funcionamento, devem ser ensaiadas mais duas
                unidades do mesmo modelo.
            2) Os dados de consumo de cada uma das três unidades ensaiadas devem ser comunicados à EPA, através da
                ferramenta Online Product Submittal, ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente com os dados de
                consumo médio nos modos «ativo», «latente» e «desligado» obtidos nos três ensaios.
            3) Se o consumo de energia, em estado estacionário, da primeira unidade em ensaio for inferior ou igual a 85 %
                do limite definido nas especificações ENERGY STAR em cada um dos três modos de funcionamento, não é
                necessário ensaiar mais unidades.
            4) Para que o modelo seja conforme com o ENERGY STAR, nenhum dos valores de ensaio de qualquer das
                unidades ensaiadas pode exceder o limite previsto nas especificações ENERGY STAR.
            5) O exemplo seguinte ilustra melhor esta abordagem:
                EXEMPLO: Para simplificar, parte-se do princípio de que a especificação é 100 watts ou menos e apenas se aplica a um
                modo de funcionamento. O limiar de 15 % corresponde a 85 watts.
                — Se o valor medido no ensaio da primeira unidade for 80 watts, não são necessários mais ensaios e o
                     modelo é considerado conforme (80 watts é um valor não superior a 85 % do limite previsto nas espe­
                     cificações ENERGY STAR).
                — Se o valor medido no ensaio da primeira unidade for 85 watts, não são necessários mais ensaios e o
                     modelo é considerado conforme (85 watts correspondem exatamente a 85 % do limite previsto nas espe­
                     cificações ENERGY STAR).
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                   — Se o valor medido no ensaio da primeira unidade for 85,1 watts, devem ser ensaiadas mais duas unidades
                        para se determinar a conformidade do modelo (85,1 watts é um valor superior a 85 % do limite previsto
                        nas especificações ENERGY STAR).
                   — Se os valores medidos nos ensaios das três unidades forem 90, 98 e 105 watts, o modelo não satisfaz as
                        especificações ENERGY STAR, dado que um dos valores (105) excede o limite, apesar de a média dos três
                        valores ser 98 watts.
        5. Interface de utilizador
           Recomenda-se vivamente aos parceiros que, na conceção dos seus produtos, sigam a norma de interface de utilizador
           IEEE P1621: Standard for User Interface Elements in Power Control of Eletronic Devices Employed in Office/Consumer
           Environments. O projeto Power Management Controls elaborou esta norma para tornar os controlos de energia mais
           coerentes e intuitivos em todos os dispositivos eletrónicos. Para mais informações, ver http://eetd.LBL.gov/Controls
        6. Data de entrada em vigor
           A data a partir da qual os parceiros poderão declarar os seus produtos conformes com o ENERGY STAR ao abrigo da
           versão 5.0 das especificações será definida como a data de entrada em vigor do acordo. Qualquer acordo previamente
           celebrado relativo a ecrãs conformes com o ENERGY STAR deixa de produzir efeitos a partir de 29 de outubro de
           2009, no que respeita aos ecrãs com uma diagonal de imagem inferior a 30 polegadas, e a partir de 29 de janeiro de
           2010, no que respeita aos ecrãs com uma diagonal de imagem de 30 a 60 polegadas, inclusive.
           A. Produtos conformes ao abrigo do nível 1 da versão 5.0 das especificações
               A data a partir da qual é aplicável o nível 1 da versão 5.0 das especificações depende da dimensão do ecrã, estando
               indicada no quadro abaixo. Todos os produtos, nomeadamente os modelos inicialmente declarados conformes ao
               abrigo da versão 4.1, com data de fabrico igual ou posterior àquela, devem satisfazer os novos requisitos da versão
               5.0 para serem conformes com o ENERGY STAR (nomeadamente as remessas suplementares de modelos inicial­
               mente declarados conformes ao abrigo da versão 4.1). A data de fabrico é específica para cada unidade, sendo a
               data (p. ex., mês e ano) em que se considera que uma unidade está inteiramente montada.
                                      Categoria do ecrã                                    Data de aplicação do nível 1
                Diagonal do ecrã: < 30 polegadas                                            30 de outubro de 2009
                30 – 60 polegadas                                                            30 de janeiro de 2010
           B. Produtos conformes ao abrigo do nível 2 da versão 5.0 das especificações
               A segunda fase destas especificações, nível 2, produz efeitos a partir de 30 de outubro de 2011, sendo aplicável aos
               produtos fabricados em 30 de outubro de 2011 ou posteriormente. Por exemplo, uma unidade cuja data de fabrico
               seja 30 de outubro de 2011 deve satisfazer o nível 2 das especificações para ser conforme com o ENERGY STAR.
           C. Supressão de direitos adquiridos
               A EPA e a Comissão Europeia não permitem a perpetuação de direitos adquiridos ao abrigo da versão 5.0 das
               especificações ENERGY STAR. A conformidade com o ENERGY STAR ao abrigo da versão 4.1 não é automática
               para toda a vida de um modelo de produto. Assim sendo, todos os produtos vendidos, comercializados ou
               identificados pelo fabricante parceiro como ENERGY STAR têm de satisfazer as especificações que estiverem em
               vigor à data de fabrico do produto.
        7. Futuras revisões das especificações
           A EPA e a Comissão Europeia reservam-se o direito de alterar as especificações se a evolução tecnológica e/ou do
           mercado afetar a sua utilidade para os consumidores, a indústria ou o ambiente. De acordo com a política atual, as
           revisões das especificações são efetuadas por meio de debate com os interessados.
           A EPA e a Comissão Europeia avaliarão periodicamente o mercado em termos de eficiência energética e novas
           tecnologias. Os interessados terão, como sempre, oportunidade de partilhar os seus dados, apresentar propostas e
           expressar as suas preocupações. A EPA e a Comissão Europeia esforçar-se-ão por assegurar que os níveis 1 e 2 das
           especificações permitam reconhecer os modelos mais eficientes em termos energéticos existentes no mercado e
           recompensem os parceiros que se empenharam em melhorar a eficiência energética.
 ---pagebreak--- 6.3.2013           PT                                       Jornal Oficial da União Europeia                                                           L 63/43
                                                                         Apêndice 1
                         Procedimentos de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem inferior a (<) 30 polegadas
         Utilização do presente documento
         O presente documento descreve os procedimentos de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem inferior a (<) 30 polegadas
         em conformidade com a versão 5.0 dos requisitos do programa ENERGY STAR para ecrãs. Devem utilizar-se estes
         procedimentos para determinar o consumo de energia da unidade em ensaio (UEE) nos modos «ativo», «latente» e
         «desligado». Note-se que o presente apêndice inclui procedimentos separados para os seguintes tipos de produtos:
         — ecrãs CRT;
         — ecrãs de formato fixo em pixéis sem controlo automático do brilho (CAB) pré-ativado; e
         — ecrãs de formato fixo em pixéis com CAB pré-ativado.
         1. Método de ensaio de ecrãs CRT
         A. Condições de ensaio, instrumentação e montagem
              Antes de se ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e a montagem são as
              adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das
              especificações relativas a ecrãs.
         B. Modo «ativo»
                1) Ligar a amostra de ensaio à tomada ou fonte de energia e ao equipamento de ensaio.
                2) Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar corretamente a tensão e a frequência da fonte de
                    alimentação.
                3) Verificar se a UEE funciona normalmente e deixar todas as regulações que podem ser feitas pelo cliente nos
                    valores de fábrica.
                4) Colocar a UEE no modo «ativo» utilizando o telecomando ou o interruptor ON/OFF (ligar/desligar) da unidade.
                5) Esperar que a UEE atinja a temperatura de funcionamento (cerca de 20 minutos).
                6) Selecionar o modo de visualização adequado. (ver «Montagem», secção G, «Definição e frequência de refresca­
                    mento»)
                7) Criar ambiente de câmara escura. (ver «Condições de ensaio e instrumentação», secções F, «Protocolos para a
                    medição da luz», e E, «Ambiente de câmara escura»)
                8) Ajustar a dimensão e a luminância do seguinte modo:
                    a) Ativar o padrão ATP01P (Alignment Target 01 Positive Mode) (norma VESA FPDM 2.0, A112-2F, AT01P)
                        para a dimensão do ecrã e utilizá-lo na regulação do ecrã para a dimensão de imagem recomendada pelo
                        parceiro, que é, normalmente, ligeiramente inferior à dimensão máxima da imagem;
                    b) Ativar, então, um padrão de ensaio (norma VESA FPDM 2.0, A112-2F, SET01K) com oito tonalidades de
                        cinzento, do preto absoluto (0 volts) ao branco absoluto (0,7 volts) (6). Os níveis do sinal de entrada devem
                        ser conformes com a norma VESA Video Signal Standard (VSIS), versão 1.0, rev. 2.0, de dezembro de 2002;
                    c) Quando viável, ajustar o controlo do brilho do ecrã, partindo do valor máximo, até que o nível mais baixo de
                        luminância da barra preta seja apenas ligeiramente visível (norma VESA FPDM 2.0, secção 301-3K);
                    d) Ativar um padrão de ensaio (norma VESA FPDM 2.0, A112-2H, L80) que produza uma caixa em branco
                        absoluto (0,7 volts) que ocupe 80 % da imagem;
                    e) Ajustar o controlo do contraste até que a área branca do ecrã atinja a seguinte luminância: 100 cd/m2;
         (6) Os valores de tensão correspondentes para ecrãs de interface exclusivamente digital respeitantes ao brilho da imagem (0 a 0,7 volts) são:
             0 volts (preto) = valor 0, 0,1 volts (tonalidade mais escura de cinzento analógico) = 36 cinzento digital, 0,7 volts (branco absoluto
             analógico) = 255 cinzento digital; note-se que esta escala pode ser alargada em futuras especificações para interfaces digitais, mas que,
             de qualquer forma, 0 volts corresponderão ao preto e o valor máximo corresponderá ao branco, correspondendo 0,1 volts a um sétimo
             do valor máximo.
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                f) Medida segundo a norma VESA FPDM 2.0, secção 302-1. (Se a luminância máxima do ecrã for inferior à
                    luminância acima prescrita, o técnico deve utilizar a luminância máxima e comunicar o valor à EPA ou à
                    Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente com a restante documentação do ensaio exigida. Do
                    mesmo modo, se a luminância mínima do ecrã for superior à luminância prescrita, o técnico deve utilizar
                    a luminância mínima e comunicar o valor à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso);
                g) O valor da luminância deve ser comunicado à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente
                    com a restante documentação do ensaio exigida.
            9) Uma vez estabelecido o valor da luminância, deixa de ser necessário o ambiente de câmara escura.
           10) Selecionar a escala de corrente no wattímetro. O valor máximo selecionado multiplicado pelo valor do fator de
                pico (Ipico/Irms) do wattímetro deve ser superior ao valor do pico de corrente lido no osciloscópio.
           11) Esperar que as leituras no wattímetro se estabilizem e registar o valor real da potência em watts lido no
                wattímetro. As medições são consideradas estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante
                um período de três minutos. (Ver «Montagem», secção I, «Estabilidade».)
           12) Registar o consumo de energia bem como o formato com o total de pixéis (pixéis horizontais visualizados × pi­
                xéis verticais visualizados) para calcular a razão pixéis/watt.
        C. Modo «latente» (interruptor ligado, ausência de sinal vídeo)
           1) Após a conclusão do ensaio no modo «ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método
              de ajustamento deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo
              «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
           2) Manter o ecrã no modo «latente» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
              estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
              deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
              modo «latente».
           3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
              médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a unidade em ensaio tiver
              diversos modos «latente» que possam ser selecionados manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no
              modo que consome mais energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
              suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
        D. Modo «desligado» (interruptor desligado)
           1) Após a conclusão do ensaio no modo «latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado»
              utilizando o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento deve ser documentado,
              assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipa­
              mento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
           2) Manter o ecrã no modo «desligado» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
              estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
              deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
              modo «desligado».
           3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
              médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
        E. Comunicação dos resultados
           Após a conclusão do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Documentação» das especificações para
           obter orientações quanto ao modo de comunicar os resultados dos ensaio à EPA ou à Comissão Europeia, consoante
           o caso.
        2. Método de ensaio de ecrãs de formato fixo em pixéis sem CAB pré-ativado
        A. Condições de ensaio, instrumentação e montagem
           Antes de se ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e a montagem são as
           adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das
           especificações relativas a ecrãs.
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         B. Modo «ativo»
             1) Ligar a amostra de ensaio à tomada ou fonte de energia e ao equipamento de ensaio.
             2) Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar corretamente a tensão e a frequência da fonte de
                alimentação.
             3) Verificar se a UEE funciona normalmente e deixar todas as regulações que podem ser feitas pelo cliente nos
                valores de fábrica.
             4) Colocar a UEE no modo «ativo» utilizando o telecomando ou o interruptor ON/OFF (ligar/desligar) da unidade.
             5) Esperar que a UEE atinja a temperatura de funcionamento (cerca de 20 minutos).
             6) Selecionar o modo adequado (Ver «Montagem», secção G, «Definição e frequência de refrescamento»).
             7) Criar ambiente de câmara escura (ver «Condições de ensaio e instrumentação», secções F, «Protocolos para a
                medição da luz», e E, «Ambiente de câmara escura»).
             8) Ajustar a dimensão e a luminância do seguinte modo:
                a) Ativar um padrão de ensaio (norma VESA FPDM 2.0, A112-2F, SET01K) com oito tonalidades de cinzento,
                   do preto absoluto (0 volts) ao branco absoluto (0,7 volts). Os níveis do sinal de entrada devem ser conformes
                   com a norma VESA Video Signal Standard (VSIS), versão 1.0, rev. 2.0, de dezembro de 2002;
                b) Com os controlos do brilho e do contraste no máximo, o técnico deve verificar se, no mínimo, é possível
                   distinguir os níveis branco e cinzento quase branco. Se não for possível distinguir estes níveis, o contraste
                   deve ser ajustado até que tal se torne possível;
                c) O técnico deve então ativar um padrão de ensaio (norma VESA FPDM 2.0, A112-2H, L80) que produza uma
                   caixa em branco absoluto (0,7 volts) que ocupe 80 % da imagem;
                d) O técnico deve em seguida ajustar o brilho até que a área branca do ecrã atinja a seguinte luminância:
                                                  Produto                                                  cd/m2
                   Definição inferior ou igual a 1,1 MP                                                     175
                   Definição superior a 1,1 MP                                                              200
                   medida segundo a norma VESA FPDM 2.0, secção 302-1. (Se a luminância máxima do ecrã for inferior à
                   luminância prescrita no quadro acima, o técnico deve utilizar a luminância máxima e comunicar o valor à
                   EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente com a restante documentação do ensaio exigida.
                   Do mesmo modo, se a luminância mínima do ecrã for superior à luminância prescrita, o técnico deve utilizar
                   a luminância mínima e comunicar o valor à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso);
                e) O valor da luminância deve ser comunicado à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente
                   com a restante documentação do ensaio exigida.
             9) Uma vez estabelecido o valor da luminância, deixa de ser necessário o ambiente de câmara escura.
            10) Selecionar a escala de corrente no wattímetro. O valor máximo selecionado multiplicado pelo valor do fator de
                pico (Ipico/Irms) do wattímetro deve ser superior ao valor do pico de corrente lido no osciloscópio.
            11) Esperar que as leituras no wattímetro se estabilizem e registar o valor real da potência em watts lido no
                wattímetro. As medições são consideradas estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante
                um período de três minutos. (Ver «Montagem», secção I, «Estabilidade»);
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           12) Registar o consumo de energia bem como o formato com o total de pixéis (pixéis horizontais visualizados × pi­
                xéis verticais visualizados) para calcular a razão pixéis/watt.
        C. Modo «latente» (interruptor ligado, ausência de sinal vídeo)
           1) Após a conclusão do ensaio no modo «ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método
              de ajustamento deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo
              «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
           2) Manter o ecrã no modo «latente» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
              estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
              deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
              modo «latente».
           3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
              médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a unidade em ensaio tiver
              diversos modos «latente» que possam ser selecionados manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no
              modo que consome mais energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
              suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
        D. Modo «desligado» (interruptor desligado)
           1) Após a conclusão do ensaio no modo «latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado»
              utilizando o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento deve ser documentado,
              assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipa­
              mento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
           2) Manter o ecrã no modo «desligado» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
              estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
              deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
              modo «desligado».
           3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
              médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
        E. Comunicação dos resultados
           Após a conclusão do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Documentação» das especificações para
           obter orientações quanto ao modo de comunicar os resultados dos ensaios à EPA ou à Comissão Europeia, consoante
           o caso.
        3. Método de ensaio de ecrãs de formato fixo em pixéis com CAB pré-ativado
        A. Condições de ensaio, instrumentação e montagem
           Antes de se ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e a montagem são as
           adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das
           especificações relativas a ecrãs.
        B. Modo «ativo»
           1) Ligar a amostra de ensaio à tomada ou fonte de energia e ao equipamento de ensaio.
           2) Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar corretamente a tensão e a frequência da fonte de
              alimentação.
           3) Verificar se a UEE funciona normalmente e deixar todas as regulações que podem ser feitas pelo cliente nos
              valores de fábrica.
           4) Colocar a UEE no modo «ativo» utilizando o telecomando ou o interruptor ON/OFF (ligar/desligar) da unidade.
           5) Esperar que a UEE atinja a temperatura de funcionamento (cerca de 20 minutos).
           6) Selecionar o modo adequado (Ver «Montagem», secção G, «Definição e frequência de refrescamento»).
           7) Selecionar a escala de corrente no wattímetro. O valor máximo selecionado multiplicado pelo valor do fator de
              pico (Ipico/Irms) do wattímetro deve ser superior ao valor do pico de corrente lido no osciloscópio.
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            8) O procedimento de ensaio alternativo a seguir descrito é utilizado para calcular o consumo máximo no modo
               «ativo» de ecrãs que vêm de fábrica com o controlo automático do brilho pré-ativado. Para este procedimento de
               ensaio, o nível elevado de luz ambiente deve ser fixado em 300 lux e o nível reduzido de luz ambiente deve ser
               fixado em 0 lux, do seguinte modo:
               a) Regular o nível de luz ambiente para 300 lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
               b) Esperar que os valores lidos no wattímetro se estabilizem e registar o valor real da potência, Ph, em watts, com
                   o nível elevado de luz ambiente. As medições são consideradas estáveis assim que a leitura da potência não
                   varie mais de 1 % durante um período de três minutos. (Ver «Montagem», secção I, «Estabilidade»;)
               c) Regular o nível de luz ambiente para 0 lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
               d) Esperar que os valores lidos no wattímetro se estabilizem e registar o valor real da potência, Pl, em watts, com
                   o nível reduzido de luz ambiente;
               e) Calcular o consumo médio no modo «ativo» utilizando a equação apresentada na secção 3.A.3, «Ecrãs com
                   controlo automático do brilho», na página 7 das especificações.
            9) Registar o consumo de energia bem como o formato com o total de pixéis (pixéis horizontais visualizados × pixéis
               verticais visualizados) para calcular a razão pixéis/watt.
         C. Modo «latente» (interruptor ligado, ausência de sinal vídeo)
            1) Após a conclusão do ensaio no modo «ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método
               de ajustamento deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo
               «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
            2) Manter o ecrã no modo «latente» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
               estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
               deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
               modo «latente».
            3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
               médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a unidade em ensaio tiver
               diversos modos «latente» que possam ser selecionados manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no
               modo que consome mais energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
               suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
         D. Modo «desligado» (interruptor desligado)
            1) Após a conclusão do ensaio no modo «latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado»
               utilizando o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento deve ser documentado,
               assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipa­
               mento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
            2) Manter o ecrã no modo «desligado» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
               estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
               deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
               modo «desligado».
            3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
               médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
         E. Comunicação dos resultados
            Após a conclusão do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Documentação» das especificações para
            obter orientações quanto ao modo de comunicar os resultados dos ensaio à EPA ou à Comissão Europeia, consoante
            o caso.
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                                                                   Apêndice 2
                     Procedimentos de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem e 30 a 60 polegadas, inclusive
        Utilização do presente documento
        O presente documento descreve os procedimentos de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem de 30 a 60 polegadas,
        inclusive («ecrãs grandes»), em conformidade com a versão 5.0 dos requisitos do programa ENERGY STAR para ecrãs.
        Devem utilizar-se estes procedimentos para determinar o consumo de energia da unidade em ensaio (UEE) nos modos
        «ativo», «latente» e «desligado».
                    Quadro 1: Procedimento de ensaio para as medições nos diversos modos de funcionamento
            Requisito das Especificações                          Protocolo de Ensaio                                Fonte
        Modo «ativo»                         IEC 62087, Ed. 2.0: Methods of Measurement for the Power       www.iec.ch
                                             Consumption of Audio, Video and Related Equipment, Secção
                                             11, «Measuring conditions of television sets for On (average)
                                             mode»
        1.   Condições de ensaio, instrumentação e montagem
             Antes de se ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e a montagem são as
             adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das
             especificações relativas a ecrãs.
        2.   Medição do consumo nos modos «ativo», «latente» e «desligado»
        A. Modo «ativo» (orientações para a aplicação da norma IEC 62087)
             Fornecem-se, em seguida, orientações para a utilização da norma IEC 62087, Versão 2.0 para a medição do consumo
             de energia de ecrãs grandes no modo «ativo». Para efeitos de determinação da conformidade de um produto com as
             especificações ENERGY STAR, devem respeitar-se as seguintes exceções e ter-se em conta os seguintes esclarecimen­
             tos:
             1) Precisão dos níveis do sinal de entrada: a secção 11.4.12, «Accuracy of input signal levels» (Precisão dos níveis do
                 sinal de entrada), lembra aos ensaiadores que os sinais vídeo de entrada utilizados nos ensaios se devem situar no
                 intervalo ± 2 % em relação aos níveis de referência de branco e de preto. A secção B.2 do anexo B, «Conside­
                 rations for On (average) mode television set power measurements» [Considerações sobre a medição do consumo
                 (médio) dos televisores no modo «ativo»], explica mais pormenorizadamente a importância da precisão do sinal de
                 entrada. A EPA e a Comissão Europeia gostariam de sublinhar a importância da utilização de sinais vídeo de
                 entrada precisos/calibrados durante os ensaios no modo «ativo» e incentivam os ensaiadores a utilizarem entradas
                 HDMI sempre que possível.
             2) Fator de potência real: dada a consciência crescente da importância da qualidade da energia, os parceiros devem
                 indicar o fator de potência real observado nos seus ecrãs durante a medição no modo «ativo».
             3) Utilização dos materiais de ensaio nos ensaios: para medirem o consumo médio no modo «ativo», os parceiros
                 devem medir a grandeza «Po_broadcast» como indicado na secção 11.6.1, «On mode (average) testing with
                 dynamic broadcast-content video signal» (Ensaios de medição do consumo (médio) no modo «ativo» com um
                 sinal vídeo dinâmico de conteúdos radiodifundidos).
             4) Ensaio com as regulações de fábrica: no que respeita à medição do consumo de ecrãs grandes no modo «ativo», a
                 EPA e a Comissão Europeia estão interessadas essencialmente na determinação do consumo de energia dos
                 produtos tal como vêm de fábrica. Os eventuais ajustamentos nos parâmetros da imagem a efetuar antes do
                 ensaio de medição do consumo no modo «ativo» devem ser feitos em conformidade com a secção 11.4.8, «Picture
                 level adjustments» (Ajustamentos nos parâmetros da imagem).
                 A secção 11.4.8 diz que os níveis de contraste, de brilho e, se for o caso, de retroiluminação do televisor devem
                 ser regulados para os valores de fábrica. Caso tenha de se selecionar um modo de regulação quando se procede à
                 ativação inicial, deve selecionar-se o modo padrão (standard) ou equivalente. Caso não exista um modo padrão ou
                 equivalente, deve selecionar-se o primeiro modo indicado nos menus apresentados no ecrã. O modo utilizado no
                 ensaio deve ser descrito no relatório. Entende-se por «modo padrão» o modo recomendado pelo fabricante para
                 uma utilização doméstica normal.
                 No caso de produtos que vêm de fábrica com um menu imposto que obriga o cliente a selecionar, quando liga o
                 aparelho, o seu modo de funcionamento, a secção 11.4.8 determina que o ensaio seja realizado no «modo
                 padrão».
                 A informação de que o produto é conforme com o ENERGY STAR com uma determinada regulação dos
                 parâmetros e que é essa regulação que permite uma maior poupança de energia será inserida na embalagem
                 do produto e apresentada no sítio Web do parceiro, juntamente com as restantes informações sobre o modelo em
                 causa.
             5) Ensaio de ecrãs com controlo automático do brilho: para este procedimento de ensaio, o nível elevado de luz
                 ambiente deve ser fixado em 300 lux e o nível reduzido de luz ambiente deve ser fixado em 0 lux, do seguinte
                 modo:
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                 a) Regular o nível de luz ambiente para 300 lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
                 b) Medir o consumo no modo «ativo» com o nível elevado de luz ambiente, Ph, como indicado na secção 11.6.1,
                     «On mode (average) testing with dynamic broadcast-content video signal» (Ensaios de medição do consumo
                     (médio) no modo «ativo» com um sinal vídeo dinâmico de conteúdos radiodifundidos);
                 c) Regular o nível de luz ambiente para 0 lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
                 d) Medir o consumo no modo «ativo» com o nível reduzido de luz ambiente, Pl, como indicado na secção 11.6.1,
                     «On mode (average) testing with dynamic broadcast-content video signal» (Ensaios de medição do consumo
                     (médio) no modo «ativo» com um sinal vídeo dinâmico de conteúdos radiodifundidos);
                 e) Calcular o consumo médio no modo «ativo» utilizando a equação apresentada na secção 3.A.3, «Ecrãs com
                     controlo automático do brilho», na página 7 das especificações.
         B.  Modo «latente» (interruptor ligado, ausência de sinal vídeo)
             1) Após a conclusão do ensaio no modo «ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método
                 de ajustamento deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo
                 «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
             2) Manter o ecrã no modo «latente» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
                 estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
                 deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
                 modo «latente».
             3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
                 médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a unidade em ensaio tiver
                 diversos modos «latente» que possam ser selecionados manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no
                 modo que consome mais energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
                 suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
         C. Modo «desligado» (interruptor desligado)
             1) Após a conclusão do ensaio no modo «latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado»
                 utilizando o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento deve ser documentado,
                 assim como a sequência de eventos necessários para atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipa­
                 mento de ensaio e ajustar a escala de funcionamento.
             2) Manter o ecrã no modo «desligado» até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
                 estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1 % durante um período de três minutos. O ensaiador
                 deve ignorar o ciclo de controlo do sinal de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no
                 modo «desligado».
             3) Registar as condições e os dados de ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor
                 médio correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
             4) Comunicação dos resultados: Após a conclusão do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Docu­
                 mentação» das especificações para obter orientações quanto ao modo de comunicar os resultados dos ensaios à
                 EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso.
         3.  Medição da luminância
             Após ter corrido o clip de ensaio da CEI e sido registado o consumo, o técnico deve medir a luminância do produto
             utilizando o método a seguir descrito. Note-se que o técnico não deve alterar as regulações que foram utilizadas no
             ensaio de medição do consumo de energia:
             1) Utilizando a imagem estática de ensaio formada por um sinal vídeo de três barras (LTL) a que se refere a secção
                 11.5 da norma IEC 62087, medir a luminância num ponto central sobre o eixo do ecrã como indicado na norma
                 VESA Flat Panel Display Measurements Standard (FPDM), versão 2.0, secção 301-2H.
             2) Comunicar, através da ferramenta Online Product Submittal, o valor medido da luminância em candelas por
                 metro quadrado (cd/m2), arredondado às unidades.
             3) Todas as medições da luminância devem ser efetuadas em conformidade com as condições de ensaio descritas
                 acima para os ecrãs grandes. Concretamente, a medição da luminância tem de ser efetuada com as regulações de
                 fábrica. No caso de produtos com menu imposto, as medições devem se efetuadas no modo padrão ou doméstico.
                              III. ESPECIFICAÇÕES PARA EQUIPAMENTOS DE REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
         A. Definições
             Produtos
          1. Fotocopiadora – Equipamento de representação gráfica disponível no mercado cuja função exclusiva é a produção de
             cópias impressas a partir de originais gráficos em papel. A unidade deve poder ser alimentada através de uma tomada
             de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta definição pretende abranger produtos que sejam
             comercializados como fotocopiadoras ou fotocopiadoras digitais evolutivas.
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         2. Duplicador digital – Equipamento de representação gráfica disponível no mercado e vendido como um sistema de
            duplicação totalmente automático através do método de duplicação por stencil com funcionalidade de reprodução
            digital. A unidade deve poder ser alimentada através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados
            ou de rede. Esta definição pretende abranger produtos que sejam comercializados como duplicadores digitais.
         3. Telecopiadora (máquina de fax) – Equipamento de representação gráfica disponível no mercado cuja principal função
            é a digitalização de originais em papel para transmissão eletrónica para unidades remotas e a receção de transmissões
            eletrónicas similares para produzir cópias impressas. A transmissão eletrónica é efetuada principalmente através de
            uma rede telefónica pública, mas também pode ter lugar através de uma rede informática ou da Internet. O produto
            pode ter também a capacidade de produzir cópias impressas. A unidade deve poder ser alimentada através de uma
            tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta definição pretende abranger produtos que
            sejam comercializados como máquinas de fax.
         4. Máquina de franquiar – Equipamento de representação gráfica disponível no mercado que se destina a imprimir
            franquias em objetos postais. A unidade deve poder ser alimentada através de uma tomada de parede ou a partir de
            uma ligação de dados ou de rede. Esta definição pretende abranger produtos que sejam comercializados como
            máquinas de franquiar.
         5. Dispositivo multifunções (DMF) – Equipamento de representação gráfica disponível no mercado que consiste num
            dispositivo fisicamente integrado ou numa combinação de elementos funcionalmente integrados e que efetua duas ou
            mais das funções centrais de cópia, impressão, digitalização ou telecópia. A funcionalidade de cópia na aceção desta
            definição é diferente da possibilidade de efetuar «cópias de conveniência» existente nas máquinas de fax. A unidade
            deve poder ser alimentada através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta
            definição pretende abranger produtos que sejam comercializados como DMFs ou produtos multifunções.
            Nota: Se o DMF não constituir uma unidade integrada, mas um conjunto de elementos funcionalmente integrados, o
            fabricante deverá garantir que, quando instalado corretamente no local, o total de energia ou potência consumida por
            todos os elementos DMF que compõem a unidade de base estará em consonância com os níveis de energia ou de
            potência enumerados na secção C para poder ser considerado um DMF conforme ao ENERGY STAR.
         6. Impressora – Equipamento de representação gráfica disponível no mercado, utilizado para produção de cópias
            impressas e capaz de receber informações do computador de um utilizador individual ou de uma rede ou ainda
            de outros dispositivos de entrada (por exemplo, máquinas fotográficas digitais). A unidade deve poder ser alimentada
            através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta definição pretende abranger
            produtos que sejam comercializados como impressoras, incluindo impressoras que possam ser transformadas em
            DMFs in situ.
         7. Digitalizador – Equipamento de representação gráfica disponível no mercado que funciona como um dispositivo
            eletro-ótico para conversão de informações em imagens eletrónicas que podem ser armazenadas, editadas, convertidas
            ou transmitidas, principalmente num ambiente de computadores pessoais. A unidade deve poder ser alimentada
            através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta definição pretende abranger
            produtos que sejam comercializados como digitalizadores.
            Tecnologias de impressão
         8. Térmica direta (TD) – Tecnologia de impressão que transfere uma imagem através da gravação de pontos sobre um
            suporte de impressão revestido à medida que este passa sobre uma cabeça de impressão aquecida. Os equipamentos
            TD não usam fitas.
         9. Sublimação de tinta (ST) – Tecnologia de impressão em que as imagens são formadas pelo depósito (sublimação) de
            tinta no suporte de impressão com base na quantidade de energia fornecida pelos elementos de aquecimento.
        10. Eletrofotografia (EF) – Tecnologia de impressão caracterizada pela iluminação de um fotocondutor através de uma
            fonte de luz num padrão representando a imagem impressa que se deseja imprimir, pela revelação da imagem com
            partículas de toner usando a imagem latente no fotocondutor para definir a presença ou ausência de toner num
            determinado local, pela transferência do toner para o suporte de impressão final e pela fusão para fazer com que a
            cópia seja duradoura. Exemplos de EF são o Laser, o LED e o LCD. A EF a cores é diferente da EF monocromática na
            medida em que estão simultaneamente disponíveis toners de, pelo menos, três cores diferentes num determinado
            produto. Definem-se em seguida dois tipos de tecnologias de EF a cores:
        11. EF em paralelo a cores – Tecnologia de impressão que utiliza várias fontes de luz e vários fotocondutores para
            aumentar a velocidade máxima de impressão a cores.
        12. EF em série a cores – Tecnologia de impressão que utiliza um único fotocondutor em série e uma ou várias fontes de
            luz para produzir impressões a várias cores.
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         13. Impacto – Tecnologia de impressão caracterizada pela formação da imagem impressa desejada através da transferência
             de corante de uma «fita» para o suporte de impressão através de um processo de impacto. Dois exemplos de
             tecnologia de impacto são Dot Formed Impact e Fully Formed Impact.
         14. Jato de tinta (JT) – Tecnologia de impressão em que as imagens são formadas através do depósito de corante em
             pequenas gotas diretamente sobre o suporte de impressão formando uma matriz. A impressão a JT a cores distingue-
             -se da JT monocromática uma vez que se encontra disponível mais do que um corante num produto numa deter­
             minada altura. Os tipos habituais de JT incluem JT piezoelétrico (PE), sublimação de JT e JT térmico.
         15. JT de elevado desempenho – Tecnologia de impressão JT em aplicações comerciais de elevado desempenho, utilizando
             habitualmente a tecnologia de impressão eletrofotográfica. A impressão a JT de elevado desempenho distingue-se da
             impressão a JT convencional por estar equipada de uma série de orifícios de aspersão que abrangem toda a largura da
             página e/ou pela capacidade de secagem da tinta no suporte de impressão graças a mecanismos adicionais de
             aquecimento do suporte.
         16. Tinta sólida (TS) – Tecnologia de impressão em que a tinta se encontra no estado sólido à temperatura ambiente,
             passando ao estado líquido quando é aquecida à temperatura de ejeção. A transferência para o suporte de impressão
             pode ser direta, mas o mais habitual é ser efetuada para um cilindro ou correia intermédia e depois transferida para o
             suporte através de offset.
         17. Stencil – Tecnologia de impressão que transfere imagens para o suporte de impressão a partir de um stencil que é
             colocado num cilindro com tinta.
         18. Transferência térmica (TT) – Tecnologia de impressão em que a imagem que se pretende imprimir é formada pelo
             depósito de pequenas gotas de corante sólido (normalmente ceras coloridas) num estado fundido/fluido diretamente
             sobre o suporte de impressão sob a forma de uma matriz. A TT distingue-se do JT uma vez que a tinta se encontra
             em estado sólido à temperatura ambiente tornando-se fluida através de aquecimento.
             Modos de funcionamento, atividades e estados de consumo energético
         19. Ativo – O estado de consumo energético no qual o equipamento se encontra ligado a uma fonte de alimentação e
             está ativamente em produção e a desempenhar qualquer uma das suas outras funções principais.
         20. Reto/verso automático – A capacidade de uma fotocopiadora, máquina de fax, DMF ou impressora de produzir
             automaticamente imagens em ambos os lados de uma folha de papel, sem manipulação manual da folha como passo
             intermédio. São exemplos desta funcionalidade as cópias de reto para reto/verso e as cópias de reto/verso para
             reto/verso. Considera que um equipamento dispõe da capacidade de reto/verso automático se incluir todos os
             acessórios necessários à observância das condições supracitadas.
         21. Tempo de demora por defeito – Período de tempo fixado pelo fabricante antes de fornecer o equipamento que
             determina quando o produto entra num modo de baixo consumo (por exemplo, latência, desligado) após ter
             terminado a sua função principal.
         22. Desligado – O estado de consumo energético em que o equipamento entra quando foi manual ou automaticamente
             desligado mas continua a estar ligado à corrente e a receber alimentação. Este modo termina quando o equipamento
             recebe um sinal de entrada, proveniente por exemplo de um interruptor manual para ligar ou de um temporizador
             que faça com que a unidade passe ao modo Pronto. Quando este estado resulta de uma intervenção manual por parte
             do utilizador, é normalmente denominado «desligado manual» e, quando resulta de um estímulo automático ou
             predefinido (por exemplo, tempo de demora ou temporizador), é normalmente denominado «apagamento automá­
             tico».
         23. Pronto – Estado em que o equipamento não se encontra em produção, já atingiu as condições de funcionamento,
             ainda não entrou em qualquer dos modos de funcionamento económico e pode entrar no modo ativo num curto
             espaço de tempo. Todas as funcionalidades do equipamento podem ser ativadas neste modo e o dispositivo deve
             poder voltar ao modo ativo em resposta a qualquer das opções de entrada possíveis que fazem parte do produto.
             Essas opções de entrada possíveis incluem estímulos elétricos externos (por exemplo, um sinal da rede, uma chamada
             de fax ou o controlo remoto) e ações físicas diretas (por exemplo, a ativação de um interruptor ou botão físico).
         24. Latência – O estado de consumo energético reduzido em que o equipamento entra automaticamente após um período
             de inatividade. Para além de entrar automaticamente em latência, o equipamento também pode entrar neste modo de
             uma das seguintes formas: 1) em determinada altura do dia fixada pelo utilizador, 2) imediatamente em resposta a
             uma ação manual do utilizador, sem ser efetivamente desligado ou 3) através de outras formas automáticas relacio­
             nadas com o comportamento do utilizador. Todas as funcionalidades do equipamento podem ser ativadas neste modo
             e o dispositivo deve poder entrar em modo ativo em resposta a qualquer das opções de entrada possíveis que fazem
             parte do produto, embora possa demorar algum tempo para o fazer. Essas opções de entrada possíveis incluem
             estímulos elétricos externos (por exemplo, um sinal da rede, uma chamada de fax ou o controlo remoto) e ações
             físicas diretas (por exemplo, a ativação de um interruptor ou botão físico). O equipamento deve manter a sua
             conectividade à rede enquanto estiver em modo latente, respondendo apenas quando necessário.
             Nota: Quando notificarem dados e equipamentos conformes que podem entrar em modo latente de várias formas, os
             parceiros devem indicar o nível de latência que pode ser alcançado automaticamente. Se o produto tiver a capacidade
             de entrar automaticamente em diversos níveis de latência sucessivos, fica à discrição do fabricante qual desses níveis
             será utilizado para fins de conformidade. No entanto, o tempo de demora por defeito deve corresponder ao nível que
             for utilizado.
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        25. Espera – O modo de funcionamento com o consumo energético mais baixo que não pode ser desativado (influen­
             ciado) pelo utilizador, podendo manter-se por um período indefinido de tempo quando o produto se encontra ligado
             à fonte de alimentação e é utilizado de acordo com as instruções do fabricante (7). É o modo de consumo energético
             mínimo do produto.
             Nota: Para equipamentos de representação gráfica cobertos por estas especificações, o nível de energia em espera, ou
             modo de consumo energético mínimo, ocorre usualmente no modo Desligado, mas pode ocorrer no modo Pronto ou
             de latência. Um produto não pode passar do modo de espera para um modo de consumo energético inferior a não
             ser que seja fisicamente desligado da fonte de alimentação elétrica através de manipulação manual.
             Dimensão dos formatos do produto
        26. Grande formato – Os equipamentos classificados como de grande formato incluem os que são concebidos para
             suportes em tamanho A2 e superior, incluindo os concebidos para utilizar rolos de papel contínuo com uma largura
             de 406 milímetros (mm) ou mais. Os equipamentos de grande formato também podem ter capacidade para imprimir
             em suportes de formato normal ou pequeno formato.
        27. Pequeno formato – Os equipamentos classificados como de pequeno formato incluem os que foram concebidos para
             suportes com dimensões inferiores às definidas como papel normal (por exemplo, A6, 4″ × 6″, microfilme), incluindo
             os concebidos para utilizar rolos de papel contínuo com largura inferior a 210 mm.
        28. Papel normal – Os equipamentos classificados como de papel normal incluem os que foram concebidos para suportes
             de formato normal (por exemplo, Letter, Legal, Ledger, A3, A4 e B4), incluindo os concebidos para utilizar rolos de
             papel contínuo com largura entre 210 mm e 406 mm. Os equipamentos de papel normal também podem ter
             capacidade para imprimir em suportes de pequeno formato.
             Termos adicionais
        29. Acessório – Uma parte opcional de equipamento periférico que não é necessária para o funcionamento da unidade de
             base mas que pode ser acoplada antes ou após o equipamento ter sido fornecido com o intuito de fornecer novas
             funcionalidades. Um acessório pode ser vendido separadamente com um número de modelo próprio ou vendido com
             o equipamento de base como parte de um pacote ou configuração.
        30. Produto de base – Um produto de base é o modelo básico fornecido pelo fabricante. Quando os modelos de produtos
             são oferecidos em diferentes configurações, o produto de base é a configuração mais simples do modelo, possuindo o
             número mínimo de componentes funcionais adicionais disponíveis. Os componentes ou acessórios funcionais ven­
             didos como opções não são considerados como fazendo parte do produto de base.
        31. Papel contínuo – Os equipamentos classificados como de papel contínuo incluem aqueles que não usam suportes de
             impressão previamente cortados com determinada dimensão e destinam-se a aplicações industriais específicas tais
             como a impressão de códigos de barra, rótulos, recibos, guias, faturas, bilhetes de avião ou etiquetas de retalho.
        32. Processador front-end digital (PFED) – Um servidor ligado à rede ou servidor de computador pessoal funcionalmente
             integrado que centraliza o trabalho de outros computadores e aplicações e faz a interface com o equipamento de
             representação gráfica. Os PFEDs aumentam as funcionalidades do equipamento de representação gráfica. Um PFED é
             definido como:
             PFED de Tipo 1: Um PFED alimentado em CC pela sua própria fonte de energia CA (interna ou externa), que é
             separada da fonte de energia que alimenta o equipamento de representação gráfica. Este PFED pode ser alimentado em
             CA diretamente através de uma tomada de parede, ou pode ser alimentado pela energia CA associada à fonte de
             energia interna do equipamento de representação gráfica.
             PFED de Tipo 2: Um PFED alimentado em CC pela mesma fonte de energia que o equipamento de representação
             gráfica com o qual funciona. Os PFEDs de Tipo 2 devem estar equipados de uma placa ou montagem, com uma
             unidade de processamento separada, que seja capaz de iniciar a atividade através da rede e possa ser removida
             fisicamente, isolada ou desativada utilizando práticas correntes de engenharia para permitir a medição da potência.
             Os PFEDs oferecem também pelo menos três das seguintes funcionalidades avançadas:
             a) Conectividade à rede em vários ambientes;
             b) Funcionalidade de caixa de correio;
             c) Gestão de trabalhos em espera;
             d) Gestão de máquinas (por exemplo, despertar os equipamentos de representação gráfica de um estado de consumo
                 energético reduzido);
             e) Interface gráfica avançada de utilizador;
        (7) IEC 62301 – Household electrical appliances – Measurement of standby power. 2005.
 ---pagebreak--- 6.3.2013           PT                                Jornal Oficial da União Europeia                                         L 63/53
             f) Capacidade para iniciar comunicação com outros servidores centrais e computadores clientes (por exemplo,
                 digitalização para envio por correio eletrónico, sequenciação de trabalhos de caixas de correio remotas); ou
             g) Possibilidade de pós-processamento das páginas (por exemplo, reformatar páginas antes de imprimir).
         33. Componente funcional adicional – Um componente funcional adicional é um componente do produto que acrescenta
             funcionalidades ao dispositivo de impressão base de um equipamento de representação gráfica. A parte Modo de
             Funcionamento destas especificações contém margens de energia adicionais para determinados componentes funcio­
             nais adicionais. Exemplos de componentes funcionais adicionais são as interfaces sem fios e a capacidade de
             digitalização.
         34. Método do modo de funcionamento (MF) – Trata-se de um método para testar e comparar o desempenho energético
             de equipamentos de representação gráfica que se centra no consumo de energia efetuado pelo produto em vários
             modos de funcionamento de baixo consumo. Os principais critérios utilizados pelo método MF são valores para os
             modos de funcionamento a baixo consumo, medidos em watts (W). Pode encontrar-se informação mais detalhada na
             ligação «ENERGY STAR Qualified Imaging Equipment Operational Mode Test Procedure» (Procedimento de ensaio do
             modo de funcionamento de equipamento de representação gráfica conforme ao ENERGY STAR), disponível em www.
             energystar.gov/products.
         35. Mecanismo de impressão – O mecanismo básico de um equipamento de representação gráfica que origina a produção
             de imagens desse produto. Sem componentes funcionais adicionais, um mecanismo de impressão não pode adquirir
             dados de imagem para processar e fica, portanto, inoperativo. Os mecanismos de impressão dependem dos compo­
             nentes funcionais adicionais para poderem comunicar e processar imagens.
         36. Modelo – Um equipamento de representação gráfica que é vendido ou comercializado com um único número de
             modelo ou nome comercial. Um modelo pode incluir uma unidade de base ou uma unidade de base e acessórios.
         37. Velocidade do produto – Em geral, para produtos de papel normal, uma folha A4 ou 8,5″ × 11″ impressa/copiada/
             /digitalizada de um lado num minuto é igual a uma imagem por minuto (ipm). Se a velocidade máxima de produção
             de imagens impressas em A4 ou em 8,5″ × 11″ indicada for diferente, deve ser utilizada a mais alta das duas.
             — Para máquinas de franquiar, um objeto postal franquiado num minuto é igual a um objeto postal por minuto
                  (oppm).
             — Para equipamento de pequeno formato, uma folha A6 ou 4″ x 6″ impressa/copiada/digitalizada de um dos lados
                  num minuto é igual a 0,25 ipm.
             — Para equipamento de grande formato, uma folha A2 é equivalente a 4 ipm e uma folha A0 é equivalente a 16
                  ipm.
             — Para equipamento de papel contínuo classificado como de pequeno formato, grande formato ou papel normal, a
                  velocidade de impressão em ipm deve ser obtida a partir da velocidade máxima de imagem do produto em metros
                  por minuto, de acordo com a seguinte fórmula de conversão:
                  X ipm = 16 × [Largura máxima do suporte (metros) × Velocidade máxima de imagem (comprimento-metros/
                  /minuto)]
             A velocidade em ipm obtida através da conversão deve ser sempre arredondada para o número inteiro mais próximo
             (por exemplo, 14,4 ipm arredonda-se para 14,0 ipm; 14,5 ipm arredonda-se para 15 ipm).
             Para fins de conformidade, os fabricantes devem indicar a velocidade do produto de acordo com a prioridade
             atribuída às funções abaixo referidas:
             — Velocidade de impressão, exceto se o produto não dispuser de função de impressão; nesse caso
             — Velocidade de cópia, exceto se o produto não dispuser de função de impressão ou cópia; nesse caso
             — Velocidade de digitalização.
         38. Método de consumo típico de energia elétrica (CTEE) – Trata-se de um método para ensaiar e comparar o desempe­
             nho energético de equipamentos de representação gráfica que se centra no consumo típico de energia elétrica
             efetuado pelo produto em funcionamento normal durante um período de tempo representativo. O principal critério
             utilizado pelo método CTEE para equipamentos de representação gráfica é o valor de consumo elétrico típico por
             semana, medido em quilowatt-hora (kWh). Pode encontrar-se informação mais detalhada na secção D.2 «Procedi­
             mentos de ensaio do consumo típico de energia elétrica».
         B. Equipamentos conformes
             As presentes especificações ENERGY STAR destinam-se a abranger os equipamentos de representação gráfica para
             utilização pessoal, empresarial e comercial, mas não os produtos industriais (por exemplo, produtos diretamente
             ligados a corrente trifásica). As unidades devem poder ser alimentadas através de uma tomada de parede ou
 ---pagebreak--- L 63/54      PT                                  Jornal Oficial da União Europeia                                        6.3.2013
        a partir de uma ligação de dados ou de rede, utilizando tensões nominais de alimentação conformes com as normas
        internacionais indicadas na secção D.4. Para poder ser considerado conforme ao ENERGY STAR, um equipamento de
        representação gráfica tem de se encontrar definido na secção A e corresponder a uma das descrições do produto do
        quadro 1 ou 2 infra.
                                                                Quadro 1
                                             Equipamentos conformes — Método CTEE
             Área de produto      Tecnologia de impressão  Dimensão do formato    Capacidade de cores     Quadro CTEE
        Fotocopiadoras            Térmico direto          Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  Sublimação de tinta     Normal               Cor                     CTEE 2
                                  Sublimação de tinta     Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  EF                      Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  EF                      Normal               Cor                     CTEE 2
                                  Tinta sólida            Normal               Cor                     CTEE 2
                                  Transferência térmi­    Normal               Cor                     CTEE 2
                                  ca
                                  Transferência térmi­    Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  ca
        Duplicadores digitais     Stencil                 Normal               Cor                     CTEE 2
                                  Stencil                 Normal               Monocromático           CTEE 1
        Máquinas de fax           Térmico direto          Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  Sublimação de tinta     Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  EF                      Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  EF                      Normal               Cor                     CTEE 2
                                  Tinta sólida            Normal               Cor                     CTEE 2
                                  Transferência térmi­    Normal               Cor                     CTEE 2
                                  ca
                                  Transferência térmi­    Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  ca
        Dispositivos multifun­    JT de elevado de­       Normal               Monocromático           CTEE 3
        ções (DMFs)               sempenho
                                  JT de elevado de­       Normal               Cor                     CTEE 4
                                  sempenho
                                  Térmico direto          Normal               Monocromático           CTEE 3
                                  Sublimação de tinta     Normal               Cor                     CTEE 4
                                  Sublimação de tinta     Normal               Monocromático           CTEE 3
                                  EF                      Normal               Monocromático           CTEE 3
                                  EF                      Normal               Cor                     CTEE 4
                                  Tinta sólida            Normal               Cor                     CTEE 4
                                  Transferência térmi­    Normal               Cor                     CTEE 4
                                  ca
                                  Transferência térmi­    Normal               Monocromático           CTEE 3
                                  ca
        Impressoras               JT de elevado de­       Normal               Monocromático           CTEE 1
                                  sempenho
                                  JT de elevado de­       Normal               Cor                     CTEE 2
                                  sempenho
 ---pagebreak--- 6.3.2013     PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                   L 63/55
              Área de produto    Tecnologia de impressão  Dimensão do formato    Capacidade de cores   Quadro CTEE
                                 Térmico direto          Normal               Monocromático          CTEE 1
                                 Sublimação de tinta     Normal               Cor                    CTEE 2
                                 Sublimação de tinta     Normal               Monocromático          CTEE 1
                                 EF                      Normal               Monocromático          CTEE 1
                                 EF                      Normal               Cor                    CTEE 2
                                 Tinta sólida            Normal               Cor                    CTEE 2
                                 Transferência térmi­    Normal               Cor                    CTEE 2
                                 ca
                                 Transferência térmi­    Normal               Monocromático          CTEE 1
                                 ca
                                                               Quadro 2
                               Equipamentos conformes — Método do modo de funcionamento
              Área de produto    Tecnologia de impressão  Dimensão do formato    Capacidade de cores    Quadro MF
         Fotocopiadoras          Térmico direto          Grande               Monocromático          MF 1
                                 Sublimação de tinta     Grande               Cores e monocromático  MF 1
                                 EF                      Grande               Cores e monocromático  MF 1
                                 Tinta sólida            Grande               Cor                    MF 1
                                 Transferência térmi­    Grande               Cores e monocromático  MF 1
                                 ca
         Máquinas de fax         Ink Jet                 Normal               Cores e monocromático  MF 2
         Máquinas de franquiar   Direct Thermal          N/A                  Monocromático          MF 4
                                 EF                      N/A                  Monocromático          MF 4
                                 Jato de tinta           N/A                  Monocromático          MF 4
                                 Transferência térmi­    N/A                  Monocromático          MF 4
                                 ca
         Dispositivos multifun­  Térmico direto          Grande               Monocromático          MF 1
         ções (DMFs)
                                 Sublimação de tinta     Grande               Cores e monocromático  MF 1
                                 EF                      Grande               Cores e monocromático  MF 1
                                 Jato de tinta           Normal               Cores e monocromático  MF 2
                                 Jato de tinta           Grande               Cores e monocromático  MF 3
                                 Tinta sólida            Grande               Cor                    MF 1
                                 Transferência térmi­    Grande               Cores e monocromático  MF 1
                                 ca
         Impressoras             Térmico direto          Grande               Monocromático          MF 8
                                 Térmico direto          Small                Monochrome             MF 5
                                 Sublimação de tinta     Grande               Cores e Monocromático  MF 8
                                 Sublimação de tinta     Pequeno              Cores e Monocromático  MF 5
 ---pagebreak--- L 63/56         PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                                               6.3.2013
                 Área de produto      Tecnologia de impressão   Dimensão do formato       Capacidade de cores        Quadro MF
                                      EF                        Grande                 Cores e Monocromático     MF 8
                                      EF                        Pequeno                Cor                       MF 5
                                      Impacto                   Grande                 Cores e Monocromático     MF 8
                                      Impacto                   Pequeno                Cores e Monocromático     MF 5
                                      Impacto                   Normal                 Cores e Monocromático     MF 6
                                      Jato de tinta             Grande                 Cores e Monocromático     MF 3
                                      Jato de tinta             Pequeno                Cores e Monocromático     MF 5
                                      Jato de tinta             Normal                 Cores e Monocromático     MF 2
                                      Tinta sólida              Grande                 Cor                       MF 8
                                      Tinta sólida              Pequeno                Cor                       MF 5
                                      Transferência térmi­      Grande                 Cores e Monocromático     MF 8
                                      ca
                                      Transferência térmi­      Pequeno                Cores e Monocromático     MF 5
                                      ca
           Digitalizadores            N/A                       Grande, pequeno e      N/A                       MF 7
                                                                normal
        C. Especificações de eficiência energética para equipamentos conformes
           Só podem ser considerados conformes ao ENERGY STAR os equipamentos referidos na secção B que satisfaçam os
           seguintes critérios. As datas de entrada em vigor são indicadas na secção F.
           Produtos vendidos com uma fonte de alimentação externa: Para poderem ser considerados conformes ao ENERGY STAR ao
           abrigo da presente versão 1.1 das especificações para equipamentos de representação gráfica, os equipamentos de
           representação gráfica fabricados em 1 de julho de 2009, ou após essa data, que utilizem uma fonte de alimentação
           externa de tensão única CA-CA ou CA-CC devem utilizar uma fonte de alimentação externa conforme ao ENERGY
           STAR, ou outra que satisfaça os requisitos da versão 2.0 das especificações ENERGY STAR para fontes de alimentação
           externa quando ensaiada de acordo com o método de ensaio ENERGY STAR. As especificações e o método de ensaio
           ENERGY STAR para fontes de alimentação externa de tensão única CA-CA e CA-CC podem ser encontrados em
           www.energystar.gov/products.
           Produtos designados para funcionar com um PFED de Tipo 1: Para poderem ser considerados conformes ao ENERGY
           STAR ao abrigo da presente versão 1.1 das especificações para equipamentos de representação gráfica, os equipa­
           mentos de representação gráfica fabricados em 1 de julho de 2009, ou após essa data, que sejam vendidos com um
           PFED de Tipo 1 devem utilizar um PFED que cumpra os requisitos de eficiência ENERGY STAR para a alimentação de
           energia de processadores front-end digitais de equipamentos de representação gráfica indicados na secção C.3.
           Produtos designados para funcionar com um PFED de Tipo 2: Para os equipamentos de representação gráfica vendidos
           com um PFED de Tipo 2 e fabricados em 1 de julho de 2009, ou após essa data, poderem ser considerados
           conformes ao ENERGY STAR ao abrigo da presente versão 1.1 das especificações para equipamentos de representação
           gráfica, os fabricantes devem subtrair o consumo energético do PFED em modo Pronto ao resultado CTEE do produto
           ou excluí-lo ao medir os níveis de Latência e Espera dos produtos MF. A secção C.1 fornece mais pormenores sobre o
           ajustamento dos valores CTEE para PFEDs no caso dos produtos CTEE, e a secção C.2 fornece mais pormenores sobre
           a exclusão do PFED dos níveis de Latência e Espera dos produtos MF.
           É intenção da EPA e da Comissão Europeia que, sempre que possível, a potência associada ao PFED (Tipo 1 ou Tipo
           2) seja excluída ou subtraída da energia CTEE e das medições da potência MF.
           Produtos vendidos com um aparelho telefónico sem fios adicional: Para poderem ser consideradas conformes, as máquinas de
           fax ou DMFs com capacidade de telecópia, fabricados em 1 de julho de 2009, ou após essa data, que sejam vendidos
           com aparelhos telefónicos sem fios adicionais devem utilizar aparelhos telefónicos conformes ao ENERGY STAR, ou
           outro que satisfaça as especificações ENERGY STAR para Telefonia quando forem ensaiados de acordo com o método
           de ensaio ENERGY STAR, no dia em que o equipamento de representação gráfica seja ensaiado para fins de
           conformidade com o ENERGY STAR. As especificações e o método de ensaio ENERGY STAR para produtos de
           telefonia podem ser encontrados em www.energystar.gov/products.
 ---pagebreak--- 6.3.2013         PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                              L 63/57
            Reto/verso: Fotocopiadoras, DMFs e impressoras de papel normal que utilizem tecnologias de impressão EF, TS e JT de
            elevado desempenho abrangidas pelo método CTEE na secção C.1 devem satisfazer os seguintes requisitos de reto/
            /verso, com base na velocidade monocromática do produto:
                                                  Fotocopiadoras, DMFs e impressoras a cores
              Velocidade monocromática do
                                                                                     Requisito reto/verso
                         produto
                       ≤ 19 ipm                                                              N/A
                     20 – 39 ipm              Deve ser oferecida a capacidade reto/verso automática como funcionalidade normal ou
                                                                        acessório opcional na altura da compra.
                       ≥ 40 ipm               A capacidade reto/verso automática é exigida como funcionalidade normal na altura
                                                                                          da compra.
                                            Fotocopiadoras, DMFs e impressoras monocromáticas
              Velocidade monocromática do
                                                                                     Requisito reto/verso
                         produto
                       ≤ 24 ipm                                                              N/A
                     25 – 44 ipm              Deve ser oferecida a capacidade reto/verso automática como funcionalidade normal ou
                                                                        acessório opcional na altura da compra.
                       ≥ 45 ipm               A capacidade reto/verso automática é exigida como funcionalidade normal na altura
                                                                                          da compra.
         1. Critérios de elegibilidade ENERGY STAR – CTEE
            Para um produto poder ser considerado conforme ao ENERGY STAR, o valor CTEE obtido para os equipamentos de
            representação gráfica mencionados no quadro 1 da secção B não podem exceder os limites correspondentes que se
            seguem.
            Para os equipamentos de representação gráfica com um PFED de Tipo 2, o consumo de energia do PFED, calculado de
            acordo com o exemplo seguinte, deve ser excluído para efeitos da comparação do valor CTEE medido do produto
            com os limites abaixo indicados. O PFED não deve interferir com a capacidade do equipamento de representação
            gráfica para entrar ou sair dos seus modos de baixo consumo. Para poder beneficiar desta exclusão, o PFED deve
            enquadrar-se na definição da secção A.32 e tratar-se de uma unidade individual de processamento com capacidade
            para iniciar a atividade na rede.
            Exemplo: O resultado CTEE total de uma impressora é 24,5 kWh/semana e o seu PFED interno consome 50W no
            modo Pronto. 50W × 168 horas/semana = 8,4 kWh/semana, que é então subtraído ao valor CTEE do ensaio:
            24,5 kWh/semana – 8,4 kWh/semana = 16,1 kWh/semana. O valor de 16,1 kWh/semana é depois comparado
            com os seguintes limites.
            Nota: Em todas as fórmulas seguintes, x = Velocidade monocromática do produto (ipm).
                                                                    Quadro CTEE 1
                                      Produto(s): Fotocopiadoras, duplicadores digitais, máquinas de fax, impressoras
                                                         Dimensão do(s) formato(s): papel normal
              Tecnologias de impressão: TD, ST monocromático, EF monocromático, stencil monocromático, TT monocromático, JT monocro­
                                                             mático de elevado desempenho
              Velocidade monocromática do pro­
                                                                                  CTEE máximo (kWh/semana)
                          duto (ipm)
                           ≤ 15                                                              1,0 kWh
                       15 < x ≤ 40                                               (0.10 kWh/ipm)x – 0.5 kWh
                       40 < x ≤ 82                                              (0,35 kWh/ipm)x – 10,3 kWh
                           > 82                                                 (0,70 kWh/ipm)x – 39,0 kWh
 ---pagebreak--- L 63/58         PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                                 6.3.2013
                                                                    Quadro CTEE 2
                                     Produto(s): Fotocopiadoras, duplicadores digitais, máquinas de fax, impressoras
                                                        Dimensão do(s) formato(s): papel normal
                 Tecnologias de impressão: ST a cores, stencil a cores, TT a cores, EF a cores, JT monocromático de elevado desempenho
             Velocidade monocromática do pro­
                                                                                    CTEE máximo (kWh/semana)
                         duto (ipm)
                           ≤ 32                                                    (0.10 kWh/ipm)x + 2.8 kWh
                      32 < x ≤ 58                                                  (0,35 kWh/ipm)x – 5,2 kWh
                           > 58                                                   (0,70 kWh/ipm)x – 26,0 kWh
                                                                    Quadro CTEE 3
                                                                      Produto(s): DMFs
                                                        Dimensão do(s) formato(s): papel normal
              Tecnologias de impressão: TD, ST monocromático, EF monocromático, TT monocromático, JT monocromático de elevado de­
                                                                         sempenho
             Velocidade monocromática do pro­
                                                                                    CTEE máximo (kWh/semana)
                         duto (ipm)
                           ≤ 10                                                              1,5 kWh
                      10 < x ≤ 26                                                  (0,10 kWh/ipm)x + 0,5 kWh
                      26 < x ≤ 68                                                  (0,35 kWh/ipm)x – 6,0 kWh
                           > 68                                                   (0,70 kWh/ipm)x – 30,0 kWh
                                                                    Quadro CTEE 4
                                                                      Produto(s): DMFs
                                                        Dimensão do(s) formato(s): papel normal
                      Tecnologias de impressão: ST a cores, TT a cores, EF a cores, TS, JT monocromático de elevado desempenho
             Velocidade monocromática do pro­
                                                                                    CTEE máximo (kWh/semana)
                         duto (ipm)
                           ≤ 26                                                    (0,10 kWh/ipm)x + 3,5 kWh
                      26 < x ≤ 62                                                  (0,35 kWh/ipm)x – 3,0 kWh
                           > 62                                                   (0,70 kWh/ipm)x – 25,0 kWh
        2. Critérios de elegibilidade ENERGY STAR – MF
           Para poderem ser considerados conformes ao ENERGY STAR, os valores de consumo energético para os equipa­
           mentos de representação gráfica mencionados no quadro 2 da secção C não devem exceder os limites correspon­
           dentes a seguir indicados. Para os equipamentos que satisfaçam os requisitos de energia do modo latente no modo
           Pronto, não são exigidas mais nenhumas reduções automáticas do consumo para satisfazer o limite de latência. Da
           mesma forma, para os produtos que satisfaçam os requisitos de energia de espera no modo Pronto ou no modo
           latente, não são exigidas mais nenhumas reduções de consumo para obter a conformidade com o ENERGY STAR.
           Para os equipamentos de representação gráfica com um PFED funcionalmente integrado que dependa do equipamento
           de representação gráfica para ser alimentado, o consumo energético do PFED deve ser excluído para efeitos de
           comparação da latência medida do produto com os limites combinados do mecanismo de impressão e do compo­
           nente funcional adicional a seguir descritos. O PFED não deve interferir com a capacidade do equipamento de
           representação gráfica para entrar ou sair dos seus modos de baixo consumo. Para poder beneficiar desta exclusão,
           o PFED deve enquadrar-se na definição da secção A.32 e tratar-se de uma unidade individual de processamento com
           capacidade para iniciar a atividade na rede.
 ---pagebreak--- 6.3.2013      PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                             L 63/59
         Requisitos de tempo de demora por defeito: Para poderem ser considerados conformes ao ENERGY STAR, os
         produtos MF devem satisfazer as definições do tempo de demora por defeito em função do tipo de produto (quadros
         A a C) já ativadas quando o produto é fornecido. Para além disso, todos os produtos MF devem ser fornecidos com
         um tempo máximo de demora da máquina não superior a quatro horas, que apenas pode ser ajustado pelo fabricante.
         Este tempo máximo de demora da máquina não pode ser influenciado pelo utilizador e normalmente não pode ser
         alterado sem manipular o produto internamente e de forma invasiva. As definições do tempo de demora por defeito
         fornecidas nos quadros A a C podem ser ajustáveis pelo utilizador.
                                                                 Quadro A
         Tempo máximo de demora por defeito para o modo latente para produtos MF de pequeno formato e papel
                                        normal, excluindo máquinas de franquiar (em minutos)
             Velocidade monocromática do produto
                                                      Máquinas de fax         DMFs             Impressoras   Digitalizadores
                              (ipm)
                            0 – 10                           5                 15                   5               15
                           11 – 20                           5                 30                  15               15
                           21 – 30                           5                 60                  30               15
                           31 – 50                           5                 60                  60               15
                             51 +                            5                 60                  60               15
                                                                 Quadro B
         Tempo máximo de demora por defeito para o modo latente para produtos MF de grande formato, excluindo
                                                 máquinas de franquiar (em minutos)
          Velocidade monocromática do produto (ipm)    Fotocopiadoras         DMFs             Impressoras   Digitalizadores
                            0 – 10                          30                 30                  30               15
                           11 – 20                          30                 30                  30               15
                           21 – 30                          30                 30                  30               15
                           31 – 50                          60                 60                  60               15
                             51 +                           60                 60                  60               15
                                                                 Quadro C
            Tempo máximo de demora por defeito para o modo latente para máquinas de franquiar (em minutos)
                     Velocidade do produto
                                                                                Máquinas de franquiar
                             (oppm)
                            0 – 50                                                       20
                          51 – 100                                                       30
                         101 – 150                                                       40
                            151 +                                                        60
         Requisitos de espera: Para poderem ser considerados conformes ao ENERGY STAR, os produtos MF devem satisfazer
         os critérios de consumo em espera indicados no quadro D em função de Tipo de produto.
                                                                 Quadro D
                                  Nível máximo de consumo em espera para produtos MF em Watts
                        Tipo de produto                                             Espera (W)
                   Todos os produtos MF                                                   1
         Os critérios de elegibilidade apresentados nos quadros MF 1 a 8 tratam do mecanismo de impressão do produto. Uma
         vez que os produtos são normalmente fornecidos com uma ou mais funções, para além do mecanismo de impressão
         básico, as margens de tolerância abaixo devem ser adicionadas aos critérios de latência dos mecanismos de impressão.
         Para determinar a elegibilidade, deve ser utilizado o valor total do produto de base com os componentes funcionais
 ---pagebreak--- L 63/60      PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                 6.3.2013
        adicionais. Os fabricantes só podem aplicar no máximo três componentes funcionais adicionais primários a cada
        modelo de produto, mas podem aplicar tantos componentes funcionais adicionais secundários quantos existirem
        (podendo os componentes adicionais primários que excedam três ser incluídos como componentes adicionais secun­
        dários). Apresenta-se abaixo um exemplo desta possibilidade:
        Exemplo: Considere-se uma impressora a JT de papel normal com uma porta USB 2.0 e uma porta para cartões de
        memória. Assumindo que a porta USB é a interface primária utilizada durante o ensaio, o modelo da impressora teria
        uma margem de tolerância para os componentes funcionais adicionais de 0,5 W para a USB e 0,1 para o leitor de
        cartões de memória, com um total de 0,6 W de margem de tolerância para componentes funcionais adicionais. Uma
        vez que o quadro MF 2 estabelece um limite para o mecanismo de impressão no modo latente de 1,4 W, para
        determinar a elegibilidade para o ENERGY STAR, o fabricante deve somar o limite do dispositivo de impressão no
        modo latente com as margens de tolerância para os componentes funcionais adicionais aplicáveis para determinar o
        consumo energético máximo permitido para a conformidade do produto de base: 1,4 W + 0,6 W. Se o consumo
        energético da impressora em modo latente for igual ou inferior a 2,0 W, a impressora satisfaz o limite ENERGY STAR
        para a latência.
                                                               Quadro 3
                              Equipamentos conformes — MF componentes funcionais adicionais
                                                                          Margens de tolerância para componentes funcionais adi­
              Tipo                          Descrição
                                                                                                cionais (W)
                                                                                  Primário                  Secundário
        Interfaces       A. Com fios < 20 MHz                             0,3                          0,2
                         Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e
                         capaz de atingir uma taxa de transferência < 20 MHz. Inclui USB 1.x, IEEE 488, IEEE 1284/Parallel/
                         /Centronics, RS232 e/ou modem de fax.
                         B. Com fios ≥ 20 MHz e < 500 MHz                 0,5                          0,2
                         Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e
                         capaz de atingir uma taxa de transferência ≥ 20 MHz e < 500 MHz. Inclui USB 2.x, IEEE 1394/Fi­
                         reWire/i. LINK e Ethernet 100Mb.
                         C. Com fios ≥ 500 MHz                            1,5                          0,5
                         Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e
                         capaz de atingir uma taxa de transferência ≥ 500 MHz. Inclui Ethernet 1G.
                         D. Sem fios                                      3,0                          0,7
                         Uma interface de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e
                         concebida para transferir dados através de rádio frequência sem fios. Inclui Bluetooth e 802.11.
                         E. Cartão/máquina     fotográfica/armazenagem    0,5                          0,1
                             com fios
                         Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e
                         concebida para permitir a ligação de um dispositivo externo, tal como leitores de cartões de
                         memória flash/cartões inteligentes e interfaces com máquinas fotográficas (incluindo PictBridge).
                         G. Infravermelhos                                0,2                          0,2
                         Uma interface de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e
                         concebida para transferir dados através de tecnologia de infravermelhos. Inclui IrDA.
 ---pagebreak--- 6.3.2013     PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                                                  L 63/61
                                                                             Margens de tolerância para componentes funcionais adi­
               Tipo                            Descrição
                                                                                                   cionais (W)
                                                                                     Primário                    Secundário
         Outros           Armazenamento                                      —                            0,2
                          Unidades internas de armazenagem existentes no equipamento de representação gráfica. Inclui
                          apenas unidades internas (por exemplo, unidades de disco, unidades de DVD, unidades «zip»), e
                          aplica-se a cada unidade individual. Este componente não abrange interfaces com unidades externas
                          (por exemplo, SCSI) ou memória interna.
                          Digitalizadores com lâmpadas CCFL ou lâmpa­        —                            0,5
                          das sem ser CCFL
                          Existência de um digitalizador que utilize tecnologia de Lâmpada Fluorescente de Cátodo Frio (Cold
                          Cathode Fluorescent Lamp – CCFL) ou uma tecnologia sem CCFL, como o Díodo Emissor de Luz
                          (Light-Emitting Diode – LED), Halogéneo, Tubo Fluorescente de Cátodo Quente (Hot-Cathode
                          Fluorescent Tube – HCFT), Xénon ou Fluorescente Tubular (Tubular Fluorescent – TL). Este com­
                          ponente aplica-se apenas uma vez, independentemente da dimensão das lâmpadas e do número de
                          lâmpadas/luzes utilizadas.
                          Sistema baseado em computador pessoal (não         —                            – 0,5
                          pode imprimir/copiar/digitalizar sem recorrer a
                          recursos significativos de um computador)
                          Este componente aplica-se a equipamentos de representação gráfica que dependem de um compu­
                          tador externo para recursos significativos, tais como a memória e o processamento de dados, para
                          desempenharem funções básicas habitualmente desempenhadas independentemente pelos equipa­
                          mentos de representação gráfica, tais como a produção de páginas. Este componente não se aplica a
                          produtos que utilizem o computador simplesmente como fonte ou destino dos dados de imagem.
                          Aparelho telefónico sem fios                       —                            0,8
                          A capacidade de o equipamento de representação gráfica comunicar com um aparelho telefónico
                          sem fios. Este componente aplica-se apenas uma vez, independentemente do número de aparelhos
                          telefónicos sem fios que o produto tenha capacidade para suportar. Este componente não trata dos
                          requisitos de energia do próprio aparelho telefónico sem fios.
                          Memória                                            —                            1,0 W por 1 GB
                          A capacidade interna disponível no equipamento de representação gráfica para armazenagem de
                          dados. Este componente aplica-se a todos os volumes de memória interna e deve ser adaptado em
                          conformidade. Por exemplo, uma unidade com 2,5 GB de memória terá uma margem de tolerância
                          de 2,5 W, enquanto uma unidade com 0,5 GB terá uma margem de tolerância de 0,5 W.
                          Tamanho da fonte de alimentação (FA), com          —                            Para PNFA > 10 W,
                          base na potência nominal (PN)                                                   0,02 x (PNFA – 10 W)
                          Nota: Este componente aplica-se APENAS aos
                          equipamentos abrangidos pelos quadros MF 2
                          e 6.
                          Este componente aplica-se apenas aos equipamentos abrangidos pelos quadros MF 2 e 6. A margem
                          de tolerância é calculada a partir da saída de CC nominal da fonte de alimentação interna ou
                          externa conforme especificado pelo fabricante da fonte de alimentação. (Não se trata de um valor
                          medido). Por exemplo, uma unidade que indica o fornecimento de um valor nominal até 3 A a
                          12 V tem uma PNFA de 36 W e terá uma margem de tolerância de fonte de alimentação de 0,02 ×
                          (36-10) = 0,02 × 26 = 0,52 W. Para uma fonte que forneça mais do que um valor de tensão, é
                          utilizada a soma da potência de todas as tensões exceto no caso em que as especificações indiquem
                          a existência de um limite para o valor nominal inferior a este. Por exemplo, uma fonte que forneça
                          3 A para 24 V de saída e 1,5 A para 5 V de saída tem uma PNFA total de (3 × 24) + (1,5 × 5) =
                          79,5 W e uma margem de tolerância de 1,39 W.
         Para as margens de tolerância de componente indicadas no quadro 3, os tipos de componentes são divididos em
         «primário» e «secundário». Estas designações referem-se ao estado em que a interface tem de permanecer enquanto o
         equipamento de representação gráfica se encontra em latência. As ligações que se mantêm ativas durante o proce­
         dimento de ensaio MF enquanto o equipamento de representação gráfica se encontra em latência são denominadas
         primárias, enquanto as ligações que podem estar inativas enquanto o equipamento de representação gráfica se
         encontra em latência são denominadas secundárias. A maior parte dos componentes funcionais adicionais são
         habitualmente de tipo secundário.
         Os fabricantes devem considerar apenas os tipos de componentes disponíveis num produto na sua configuração de
         origem. As opções à disposição dos consumidores depois de o produto ter sido fornecido ou as interfaces que existam
         no processador front-end digital (PFED) do produto com alimentação externa não devem ser consideradas para efeitos
         de aplicação das margens de tolerância ao equipamento de representação gráfica.
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        Para equipamentos com diversas interfaces, estas devem ser consideradas como se fossem únicas e individuais. No
        entanto, as interfaces que desempenhem diversas funções devem apenas ser consideradas uma vez. Por exemplo, uma
        ligação USB que funcione em 1.x e 2.x só pode ser considerada uma vez, sendo-lhe atribuída uma única margem de
        tolerância. Quando, de acordo com o quadro 3, uma determinada interface se possa enquadrar em mais do que um
        tipo de interface, o fabricante deve selecionar a função principal para a qual a interface foi concebida quando estiver a
        determinar a respetiva margem de tolerância do componente. Por exemplo, uma ligação USB na parte frontal do
        equipamento de representação gráfica comercializada como PictBridge ou «interface para máquina fotográfica» na
        literatura do produto deve ser considerada como interface do Tipo E e não do Tipo B. Do mesmo modo, uma
        ranhura do leitor de cartões de memória que suporte múltiplos formatos só pode ser considerada uma vez. De igual
        forma, um sistema que suporte mais do que um tipo de 802.11 só pode ser considerado como uma interface sem
        fios.
                                                                  Quadro MF 1
                                                         Produto(s): Fotocopiadoras, DMFs
                                                     Dimensão do(s) formato(s): grande formato
         Tecnologias de impressão: ST a cores, TT a cores, TD, ST monocromático, EF monocromático, TT monocromático, EF a cores, TS
                                                                                                 Latência (W)
                        Mecanismo de impressão                                                        30
                                                                  Quadro MF 2
                                                  Produto(s): Máquinas de fax, DMFs, impressoras
                                                      Dimensão do(s) formato(s): papel normal
                                             Tecnologias de impressão: JT a cores, JT monocromático
                                                                                                 Latência (W)
                        Mecanismo de impressão                                                        1,4
                                                                  Quadro MF 3
                                                           Produto(s): DMFs, impressoras
                                                     Dimensão do(s) formato(s): grande formato
                                             Tecnologias de impressão: JT a cores, JT monocromático
                                                                                                 Latência (W)
                        Mecanismo de impressão                                                        15
                                                                  Quadro MF 4
                                                         Produto(s): Máquinas de franquiar
                                                          Dimensão do(s) formato(s): N/A
                            Tecnologias de impressão: TD, EF monocromático, JT monocromático, TT monocromático
                                                                                                 Latência (W)
                        Mecanismo de impressão                                                         7
                                                                  Quadro MF 5
                                                               Produto(s): Impressoras
                                                   Dimensão do(s) formato(s): pequeno formato
           Tecnologias de impressão: ST a cores, TD, JT a cores, impacto a cores, TT a cores, ST monocromático, EF monocromático, JT
                                  monocromático, impacto monocromático, TT monocromático, EF a cores, TS
                                                                                                 Latência (W)
                        Mecanismo de impressão                                                         9
 ---pagebreak--- 6.3.2013         PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                               L 63/63
                                                                     Quadro MF 6
                                                                  Produto(s): Impressoras
                                                         Dimensão do(s) formato(s): papel normal
                                           Tecnologias de impressão: Impacto a cores, impacto monocromático
                                                                                                   Latência (W)
                           Mecanismo de impressão                                                       4,6
                                                                     Quadro MF 7
                                                                Produto(s): Digitalizadores
                                        Dimensão do(s) formato(s): grande formato, pequeno formato, papel normal
                                                             Tecnologias de impressão: N/A
                                                                                                   Latência (W)
                          Mecanismo de digitalização                                                    4,3
                                                                     Quadro MF 8
                                                                  Produto(s): Impressoras
                                                        Dimensão do(s) formato(s): grande formato
             Tecnologias de impressão: ST a cores, impacto a cores, TT a cores, TD, ST monocromático, EF monocromático, impacto mono­
                                                      cromático, TT monocromático, EF a cores, TS
                                                                                                   Latência (W)
                           Mecanismo de impressão                                                       14
         3. Requisitos de eficiência para PFED
            Os requisitos de eficiência que se seguem aplicam-se ao equipamento PFED tal como definido na secção A das
            presentes especificações.
            Requisitos de eficiência da fonte de energia
            PFED de Tipo 1 que utiliza uma fonte de energia CA-CC: Um PFED alimentado em CC pela sua própria fonte de
            energia CA-CC deve cumprir o seguinte requisito de eficiência da fonte de energia: 80 % de eficiência mínima a 20 %,
            50 %, e 100 % da potência nominal e Fator de Potência ≥ 0,9 a 100 % da potência nominal.
            PFED de Tipo 1 que utiliza uma fonte de alimentação externa: Um PFED alimentado em CC pela sua própria fonte de
            alimentação externa (tal como definida na versão 2.0 dos requisitos do programa ENERGY STAR para fontes de
            alimentação externa de tensão única CA-CA e CA-CC) deve ser conforme ao ENERGY STAR ou cumprir os níveis de
            eficiência na ausência de carga e em modo ativo especificados na versão 2.0 dos requisitos do programa ENERGY
            STAR para fontes de alimentação externa de tensão única CA-CA e CA-CC. As especificações ENERGY STAR e a lista
            dos produtos conformes podem encontrar-se em: www.energystar.gov/powersupplies.
            Procedimentos de ensaio
            Pede-se aos fabricantes que realizem ensaios e autocertifiquem os modelos que correspondem às orientações do
            ENERGY STAR.
            — Ao realizar esses ensaios, os parceiros acordam em utilizar os procedimentos de ensaio previstos no quadro 4.
            — Os resultados dos ensaios deverão ser comunicados à EPA ou à Comissão Europeia, conforme apropriado.
            Os requisitos adicionais de ensaio e apresentação de relatórios são apresentados a seguir.
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           Modelos capazes de funcionar com várias combinações de tensão/frequência: Os fabricantes devem testar os seus
           produtos com base no(s) mercado(s) em que os produtos serão vendidos e promovidos como conformes ao ENERGY
           STAR. A EPA e os países partes do ENERGY STAR acordaram um quadro com três combinações de tensão/frequência
           para efeitos de ensaio. Consultar a secção D.4 para mais pormenores sobre os níveis internacionais de tensão/fre­
           quência e de tamanho do papel para cada mercado.
           Para produtos que são vendidos como conformes ao ENERGY STAR em diversos mercados internacionais e são, por
           conseguinte, classificados como tendo várias tensões nominais de entrada, os fabricantes devem ensaiar e comunicar
           os valores de consumo energético ou eficiência para todas as combinações de tensão/frequência pertinentes. Por
           exemplo, um fabricante que comercialize o mesmo modelo nos Estados Unidos e na Europa deverá efetuar medições,
           satisfazer as especificações e comunicar os valores dos ensaios tanto a 115 volts/60 Hz como a 230 volts/50 Hz, a
           fim de o modelo ser conforme ao ENERGY STAR em ambos os mercados. Se um modelo se qualificar como ENERGY
           STAR apenas com uma combinação de tensão/frequência (por exemplo, 115 volts/60 Hz), só pode ser considerado
           conforme e promovido como ENERGY STAR nas regiões em que exista a combinação de tensão/frequência ensaiada
           (por exemplo, na América do Norte e em Taiwan).
                                                                    Quadro 4
                                                 Procedimentos de ensaio PFED de Tipo 1
                     Requisito da Especificação              Protocolo de Ensaio                          Fontes
           Eficiência da fonte de energia              Ensaio ENERGY STAR de         IPS: http://efficientpowersupplies.epri.com/
                                                       fontes de alimentação in­
                                                       terna (IPS)
                                                       Ensaio ENERGY STAR         de EPS: www.energystar.gov/powersupplies/
                                                       fontes de alimentação     ex­
                                                       terna (EPS)
                                                       Ensaio ENERGY STAR         de
                                                       fontes de alimentação     ex­
                                                       terna (EPS)
        D. Orientações de ensaio
           As instruções específicas para proceder ao ensaio de eficiência energética dos equipamentos de representação gráfica
           são mencionadas em três secções que a seguir se apresentam, intituladas:
           — Procedimento de ensaio do consumo típico de energia elétrica;
           — Procedimento de ensaio do modo de funcionamento;
           e
           — Condições e dispositivos de ensaio para equipamentos de representação gráfica ENERGY STAR.
           Os resultados dos ensaios obtidos através destes procedimentos serão usados como base principal para determinar a
           conformidade com o ENERGY STAR.
           Os fabricantes devem efetuar ensaios e autocertificar os modelos do produto que satisfazem as orientações ENERGY
           STAR. A conformidade de famílias de modelos de equipamentos de representação gráfica montados no mesmo
           quadro (chassis) e idênticos em todos os aspetos, com exceção da caixa e da cor, pode ser comprovada através da
           apresentação de dados de ensaio para um modelo único representativo. Do mesmo modo, a prova da conformidade
           de modelos que não sofrem alterações ou que apenas diferem nos acabamentos dos vendidos no ano anterior não
           exige a apresentação de novos dados de ensaio, partindo-se do princípio de que não há alteração das especificações.
           Se um modelo de produto for comercializado com diversas configurações como uma família ou série de produtos, o
           parceiro pode ensaiar e comunicar os dados sobre a configuração mais alta existente na família, não tendo de o fazer
           para cada modelo individual. Ao apresentar famílias de modelos para conformidade, os fabricantes continuam a ser
           responsáveis por todas as informações sobre a eficiência relativas aos seus equipamentos de representação gráfica,
           incluindo os que não foram ensaiados ou cujos dados não foram comunicados.
           Exemplo: Os modelos A e B são idênticos salvo que o modelo A é fornecido com uma interface com fios > 500 MHz
           e o modelo B é fornecido com uma interface com fios < 500 MHz. Se o modelo A for ensaiado e observar as
           especificações ENERGY STAR, o parceiro pode comunicar os dados de ensaio unicamente do modelo A como
           correspondentes aos dois modelos A e B.
           Se a energia elétrica de um produto é proveniente de uma tomada elétrica, de uma porta USB, IEEE 1394, «Power-
           -Over-Ethernet», da rede telefónica ou qualquer outro meio ou combinação de meios, deve ser utilizado na sua
           conformidade o valor líquido da energia elétrica em CA consumida pelo produto (tendo em conta as perdas por
           conversão CA para CC, conforme especificado no procedimento de ensaio MF).
           1. Os requisitos adicionais de ensaio e apresentação de relatórios são apresentados a seguir.
               Número de unidades necessárias para ensaio
               O ensaio será realizado pelo fabricante ou pelo seu representante autorizado numa única unidade do modelo.
               a) Para os produtos enumerados no quadro 1 da secção B destas especificações, se os resultados obtidos no
                   ensaio CTEE pela unidade inicialmente testada cumprirem os critérios de elegibilidade mas estiverem 10 %
                   abaixo do limite, deve ser ensaiada uma unidade adicional do mesmo modelo. Os fabricantes devem comunicar
                   os resultados respeitantes a ambas as unidades. Para o produto ser elegível para o ENERGY STAR, ambas as
                   unidades devem satisfazer as especificações ENERGY STAR.
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            b) Para os produtos enumerados no quadro 2 da secção B destas especificações, se os resultados obtidos para a
                unidade inicialmente ensaiada no ensaio MF cumprirem os critérios de elegibilidade mas estiverem 15 % abaixo
                dos limites em qualquer um dos modos de funcionamento especificados para esse tipo de produto, devem ser
                ensaiadas mais duas unidades. Para o produto ser elegível para o ENERGY STAR, as três unidades devem
                satisfazer as especificações ENERGY STAR.
            Apresentação de informações sobre produtos conformes à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso
            Os parceiros devem autocertificar os modelos de produto que satisfaçam as orientações ENERGY STAR e
            comunicar essa informação à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso. A informação a comunicar
            relativamente aos produtos será indicada pouco tempo depois da publicação das especificações finais. Para
            além disso, os parceiros devem apresentar à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, os excertos da
            literatura do produto que explicam aos consumidores quais os tempos de espera por defeito recomendados para
            as definições de gestão de energia. O intuito desta exigência é mostrar que os produtos são ensaiados tal como
            chegam às mãos dos utilizadores e de acordo com as recomendações de utilização.
            Modelos capazes de funcionar com várias combinações de tensão/frequência
            Os fabricantes devem testar os seus produtos com base no(s) mercado(s) em que os produtos serão vendidos e
            promovidos como conformes ao ENERGY STAR. A EPA, a Comissão Europeia e os países parceiros ENERGY
            STAR elaboraram um quadro com três combinações de tensão/frequência para fins de ensaio. Consultar a secção
            «Condições de ensaio do equipamento de representação gráfica» para mais pormenores sobre os níveis interna­
            cionais de tensão/frequência e de tamanho do papel para cada mercado.
            Para produtos que são vendidos como conformes ao ENERGY STAR em diversos mercados internacionais e são,
            por conseguinte, classificados como tendo várias tensões nominais de entrada, os fabricantes devem ensaiar e
            comunicar os valores de consumo energético ou eficiência para todas as combinações de tensão/frequência
            pertinentes. Por exemplo, um fabricante que comercialize o mesmo modelo nos Estados Unidos e na Europa
            deverá efetuar medições, satisfazer as especificações e comunicar os valores dos ensaios tanto a 115 volts/60 Hz
            como a 230 volts/50 Hz, a fim de o modelo ser conforme ao ENERGY STAR em ambos os mercados. Se um
            modelo se qualificar como ENERGY STAR apenas com uma combinação de tensão/frequência (por exemplo, 115
            volts/60 Hz), só pode ser considerado conforme e promovido como ENERGY STAR nas regiões em que exista a
            combinação de tensão/frequência ensaiada (por exemplo, na América do Norte e em Taiwan).
         2. Procedimento de ensaio do consumo típico de energia elétrica (CTEE)
            a) Tipos de produtos abrangidos: o procedimento de ensaio CTEE destina-se às medições dos produtos de papel
                normal definidos no quadro 1 da secção B.
            b) Parâmetros de ensaio
                Esta secção descreve os parâmetros de ensaio a utilizar quando se procede às medições de um produto no
                âmbito do procedimento de ensaio CTEE. Esta secção não abrange as condições de ensaio, sendo estas
                indicadas na secção D.4.
                Ensaio em simplex (reprodução num só lado)
                Os produtos serão ensaiados no modo de reprodução num só lado. Os originais a copiar devem ser imagens
                num só lado da folha.
                Imagem de ensaio
                A imagem de ensaio será a do padrão de ensaio A da norma ISO/IEC 10561:1999. Deve ser produzida em
                tamanho 10 pontos com um tipo de letra Courier de largura fixa (ou na equivalente mais próxima). Não será
                exigida a reprodução de carateres germânicos se o produto não tiver capacidade para isso. A imagem deve ser
                produzida numa folha de papel 8,5″ × 11″ ou A4, consoante o mercado a que se destina o produto. Para
                impressoras e DMFs que possam interpretar a linguagem de descrição da página (page description language –
                PDL) (por exemplo, PCL, Postscript), as imagens serão enviadas para o produto numa PDL.
                Ensaio em monocromático
                Os produtos com capacidade de produção de imagens a cores devem ser ensaiados relativamente à produção
                de imagens monocromáticas, exceto no caso de não terem esta capacidade.
                Apagamento automático e ativação da rede
                O produto deve estar configurado de acordo com os valores de origem e recomendações de utilização,
                especialmente no que se refere aos parâmetros principais, tais como os tempos de demora por defeito para
                gestão de energia e a resolução (exceto conforme abaixo especificado). Toda a informação do fabricante sobre
                os tempos de demora recomendados deve estar em consonância com a configuração com os valores de origem
 ---pagebreak--- L 63/66           PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                                    6.3.2013
                    do produto, incluindo a constante nos manuais de utilização e nos sítios Internet, e a fornecida pelos técnicos
                    de instalação. Se a impressora, duplicador digital ou DMF com capacidade de impressão ou máquina de fax
                    tiver a funcionalidade de apagamento automático e esta estiver ativada quando o produto for fornecido, deve
                    ser desativada antes do ensaio. As impressoras e DMFs que forem fornecidas com capacidade para ligação à
                    rede (8) devem ser ligadas a uma rede. O tipo de ligação à rede (ou outra ligação de dados no caso de não
                    poder ser ligado à rede) fica à discrição do fabricante, que deve comunicar qual o tipo utilizado. Os trabalhos
                    de impressão para o ensaio podem ser enviados através de ligações fora da rede (por exemplo, USB), mesmo
                    para as unidades que estejam ligadas em rede.
                    Configuração do produto
                    O hardware de fonte e acabamento do papel deve estar colocado e configurado tal como é distribuído de
                    origem e de acordo com as recomendações de utilização; contudo, a sua utilização no ensaio fica à discrição
                    do fabricante (por exemplo, pode ser utilizada qualquer fonte de papel). As funções anti-humidade podem ser
                    desligadas caso possam ser controladas pelo utilizador. Qualquer hardware que faça parte do modelo e se
                    destine a ser instalado ou acoplado pelo utilizador (por exemplo, uma funcionalidade de papel) deve ser
                    instalado antes deste ensaio.
                    Duplicadores digitais
                    Os duplicadores digitais devem ser ligados e utilizados de acordo com as suas características de conceção e
                    capacidades. Por exemplo, cada trabalho deve incluir apenas uma imagem original. Os duplicadores digitais
                    devem ser ensaiados à velocidade máxima publicitada, que deve ser também a velocidade utilizada para
                    determinar a dimensão do trabalho para efetuar o ensaio, e não a velocidade por defeito de origem do
                    produto, se esta for diferente. Em tudo o resto, os duplicadores digitais devem ser tratados como se se
                    tratassem de impressoras, fotocopiadoras ou DMFs e de acordo com as suas capacidades de origem.
                 c) Estrutura dos trabalhos
                    Esta secção descreve a forma de calcular o número de imagens por trabalho a utilizar quando se efetuam as
                    medições de um produto no âmbito do procedimento de ensaio CTEE, bem como os trabalhos por dia para os
                    cálculos CTEE.
                    Para os fins deste procedimento de ensaio, a velocidade do produto que é utilizada para determinar a dimensão
                    do trabalho para o ensaio é a velocidade máxima de produção num só lado publicitada pelo fabricante para
                    produção de imagens monocromáticas em papel de tamanho normal (8,5″ × 11″ ou A4), arredondado para o
                    número inteiro mais próximo. Esta velocidade será também utilizada para fins de notificação como a Velo­
                    cidade do Produto do modelo. A velocidade de saída por defeito do produto, que será utilizada no próprio
                    ensaio, não é medida e pode ser diferente da velocidade máxima publicitada devido a fatores como as
                    definições de resolução, qualidade de imagem, modos de impressão, tempo de digitalização de documentos,
                    dimensão e estrutura dos trabalhos, tamanho e peso do papel.
                    As máquinas de fax devem ser sempre ensaiadas com uma imagem por trabalho. O número de imagens por
                    trabalho a ser utilizado para todos os restantes produtos IE será calculado de acordo com os três passos que a
                    seguir se descrevem. Para maior comodidade, o quadro 8 fornece um cálculo das imagens por trabalho para
                    cada Velocidade do Produto até 100 imagens por minuto (ipm).
                      i) Calcule o número de trabalhos por dia. O número de trabalhos por dia varia com a Velocidade do Produto:
                         Para unidades com uma velocidade de oito ipm ou inferior, utilizar oito trabalhos por dia.
                         Para unidades com uma velocidade entre oito e 32 ipm, o número de trabalhos por dia é igual à
                         velocidade. Por exemplo, para uma unidade de 14 ipm utilizar 14 trabalhos por dia.
                         Para unidades com uma velocidade de 32 ipm ou superior, utilizar 32 trabalhos por dia.
                     ii) Calcule a quantidade nominal de imagens por dia (9) a partir do quadro 5. Por exemplo, para uma unidade
                         de 14 ipm, utilizar 0,50 × 142 ou 98 imagens por dia.
                                                                              Quadro 5
                                            Quadro de trabalhos para equipamentos de representação gráfica
                                      Tipo de produto                           Valor a utilizar              Fórmula (imagens por dia)
                         Monocromático (exceto fax)                    Velocidade em monocromático         0,50 × ipm2
                         Cores (exceto fax)                            Velocidade em monocromático         0,50 × ipm2
                    iii) Calcule o número de imagens por trabalho, dividindo o número de imagens por dia pelo número de
                         trabalhos por dia. Arredonde (para baixo) para o número inteiro mais próximo. Por exemplo, um valor
                         de 15,8 deve ser indicado como 15 imagens por trabalho, em vez de se arredondar para 16 imagens por
                         trabalho.
        (8) O tipo de ligação à rede deve ser indicado. Entre os tipos mais comuns encontram-se: Ethernet, 802.11 e Bluetooth. Alguns tipos
            comuns de ligação de dados sem ligação à rede são USB, Série e Paralela.
        (9) Imagens estimadas/dia no Quadro 37.
 ---pagebreak--- 6.3.2013  PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                   L 63/67
                Para fotocopiadoras abaixo de 20 ipm, deve existir um original por cada imagem necessária. Para trabalhos
                com grande número de imagens, tais como os de máquinas acima de 20 ipm, pode não ser possível fazer
                corresponder o número de imagens necessárias, especialmente considerando os limites de capacidade dos
                alimentadores de documentos. Assim sendo, as fotocopiadoras de 20 ipm e superiores podem efetuar
                diversas cópias de cada original desde que o número de originais seja no mínimo dez. Isto pode resultar na
                produção de mais imagens do que as exigidas. A título exemplificativo, para uma unidade de 50 ipm que
                necessite de 39 imagens por trabalho, o ensaio pode ser efetuado com quatro cópias de dez originais ou
                três cópias de 13 originais.
         d) Procedimentos de medição
            Para proceder à medição do tempo, é suficiente a utilização de um cronómetro e o seu registo deve ser feito
            com resolução de um segundo. Todos os valores de energia devem ser registados em watts-hora (Wh). O
            tempo deve ser registado em segundos ou minutos. A expressão «aparelho a zeros» refere-se à leitura do
            aparelho em «Wh». Os quadros 6 e 7 enumeram os passos do procedimento CTEE.
            Em geral, os modos de serviço/manutenção (incluindo a calibração de cores) não devem ser incluídos nas
            medições CTEE. Se estes modos ocorrerem durante o ensaio, isso deve ser indicado. Se ocorrer um modo de
            serviço durante um trabalho, este pode ser rejeitado (exceto se for o primeiro), podendo ser acrescentado ao
            ensaio um trabalho que o substitua. Se for necessário um trabalho de substituição, não registe os valores
            energéticos do trabalho rejeitado e acrescente o trabalho de substituição imediatamente após o Trabalho 4. O
            intervalo de 15 minutos entre trabalhos deve ser sempre mantido, incluindo para o trabalho que for rejeitado.
            Os DMFs sem capacidade de impressão devem ser tratados como fotocopiadoras para todos os fins deste
            procedimento de ensaio.
             i) Procedimento para impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de impressão e máquinas de
                fax
                                                                 Quadro 6
                Procedimento de ensaio CTEE – Impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de
                                                      impressão e máquinas de fax
                  Passo     Estado inicial              Ação             Registo (no final do passo) Possíveis estados medidos
                1         Desligado         Ligue a unidade ao apare­     Energia em Desligado       Desligado
                                            lho de medida. Coloque o
                                                                          Tempo do intervalo de
                                            aparelho a zeros. Aguarde
                                                                          ensaio
                                            o período de ensaio (cinco
                                            minutos ou mais).
                2         Desligado         Ligue a unidade. Aguarde      —                          —
                                            até a unidade indicar que
                                            se encontra em modo
                                            Pronto.
                3         Pronto            Imprima um trabalho com,      Tempo Ativo0               —
                                            pelo menos, uma imagem
                                            de saída, mas não mais
                                            do que um trabalho por
                                            Quadro de Trabalhos.
                                            Registe o tempo que de­
                                            morou até a primeira folha
                                            sair da unidade. Aguarde
                                            até que o aparelho indique
                                            que a unidade entrou no
                                            seu modo latente final.
                4         Latência          Coloque o aparelho a ze­      Energia em latência        Latência
                                            ros; aguarde uma hora.
                5         Latência          Coloque o aparelho e o        Trabalho1                  Recuperação,        Ativo,
                                            temporizador a zeros. Im­                                Pronto, Latência
                                                                          Tempo Ativo1
                                            prima um trabalho por
                                            Quadro de Trabalhos. Re­
                                            giste o tempo que demo­
                                            rou até a primeira folha
                                            sair da unidade. Repita até
                                            o temporizador indicar que
                                            se passaram 15 minutos.
                6         Pronto            Repita o Passo 5.             Energia Trabalho2          Idem
                                                                          Tempo Ativo2
                7         Pronto            Repita o Passo 5 (sem me­     Energia Trabalho3          Idem
                                            dir o tempo Ativo).
 ---pagebreak--- L 63/68 PT                                      Jornal Oficial da União Europeia                                                 6.3.2013
                 Passo      Estado inicial                Ação             Registo (no final do passo) Possíveis estados medidos
               8         Pronto                Repita o Passo 5 (sem me­    Energia Trabalho4          Idem
                                               dir o tempo Ativo).
               9         Pronto                Coloque o aparelho e o       Tempo final                Pronto, Latência
                                               temporizador a zeros.
                                                                            Energia Final              —
                                               Aguarde até o aparelho
                                               e/ou a unidade indicar que
                                               a unidade entrou no seu
                                               modo latente final.
               Notas:
               — Antes de iniciar o ensaio, é útil verificar os tempos de demora por defeito de gestão de energia para
                   assegurar que estes se encontram nos valores de origem do produto e confirmar que existe bastante
                   papel no dispositivo.
               — A instrução «Aparelho a zeros» pode ser cumprida registando o consumo acumulado de energia na
                   altura em vez de colocar fisicamente o aparelho a zeros.
               — Passo 1 – Se desejar, o período de medição em Desligado pode ser mais longo para reduzir os erros de
                   medição. Repare que a energia em Desligado não é utilizada nos cálculos.
               — Passo 2 – Se a unidade não tiver um indicador do estado Pronto, utilize o momento em que o nível de
                   consumo de energia estabiliza como nível no estado Pronto.
               — Passo 3 – Após registar o tempo Ativo0, o resto deste trabalho pode ser cancelado.
               — Passo 5 – O período de 15 minutos conta-se desde o início do trabalho. A unidade deve mostrar um
                   consumo superior de energia cinco segundos após ter colocado o aparelho e o temporizador a zeros;
                   pode ser necessário iniciar a impressão antes de colocar a zeros.
               — Passo 6 – Uma unidade que é fornecida com tempos de demora por defeito reduzidos pode iniciar os
                   Passos 6-8 a partir da latência.
               — Passo 9 – As unidades podem ter diversos modos de latência, pelo que todos os modos de latência, à
                   exceção do último, são incluídos no período Final.
               Cada imagem deve ser enviada separadamente. Embora possam fazer todas parte do mesmo documento,
               não devem ser definidas no documento como cópias múltiplas de uma única imagem original [exceto se se
               tratar de um duplicador digital, conforme especificado na secção D.2(b)].
               Para máquinas de fax, que utilizam apenas uma imagem por trabalho, a página deve ser colocada no
               alimentador de documentos da unidade para cópias de conveniência, podendo ser colocada no alimentador
               de documentos antes de o ensaio começar. A unidade não necessita de estar ligada à linha telefónica se esta
               não for necessária para efetuar o ensaio. Se, por exemplo, a máquina de fax não dispuser de capacidade de
               efetuar cópias de conveniência, o trabalho realizado no Passo 2 deve ser enviado através da linha telefónica.
               Nas máquinas de fax sem alimentador de documentos, a página deve ser colocada no tambor.
           ii) Procedimento para fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs sem capacidade de impressão
                                                                    Quadro 7
               Procedimento de ensaio CTEE – Fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs sem capacidade de
                                                                   impressão
                 Passo    Estado inicial                Ação               Registo (no final do passo) Possíveis estados medidos
               1         Desligado         Ligue a unidade ao aparelho      Energia em Desligado       Desligado
                                           de medida. Coloque o apare­
                                           lho a zeros. Aguarde o pe­
                                           ríodo de ensaio (cinco minu­
                                           tos ou mais).
                                                                            Tempo do intervalo de
                                                                            ensaio
               2         Desligado         Ligue a unidade. Aguarde até a   —                          —
                                           unidade indicar que se encon­
                                           tra em modo Pronto.
 ---pagebreak--- 6.3.2013 PT                               Jornal Oficial da União Europeia                                                   L 63/69
              Passo    Estado inicial              Ação               Registo (no final do passo) Possíveis estados medidos
            3         Pronto          Copie um trabalho com, pelo     Tempo Ativo0                —
                                      menos, uma imagem, mas não
                                      mais do que um trabalho por
                                      Quadro de Trabalhos. Registe
                                      o tempo que demorou até a
                                      primeira folha sair da unidade.
                                      Aguarde até que o aparelho
                                      indique que a unidade entrou
                                      no seu modo latente final.
            4         Latência        Coloque o aparelho a zeros;     Energia em latência         Latência
                                      aguarde uma hora. Se a uni­
                                      dade passar ao modo Desli­      Tempo do intervalo de
                                      gado em menos de uma hora,      ensaio
                                      registe o tempo e energia em
                                      latência, mas aguarde uma
                                      hora completa antes de passar
                                      ao Passo 5.
            5         Latência        Coloque o aparelho e o tem­     Trabalho1                   Recuperação,        Ativo,
                                      porizador a zeros. Copie um                                 Pronto, Latência, Apa­
                                      trabalho por Quadro de Tra­     Tempo Ativo1                gamento automático
                                      balhos. Registe o tempo que
                                      demorou até a primeira folha
                                      sair da unidade. Repita até o
                                      temporizador indicar que se
                                      passaram 15 minutos.
            6         Pronto          Repita o Passo 5.               Energia Trabalho2           Idem
                                                                      Tempo Ativo2
            7         Pronto          Repita o Passo 5 (sem medir o   Energia Trabalho3           Idem
                                      tempo Ativo).
            8         Pronto          Repita o Passo 5 (sem medir o   Energia Trabalho4           Idem
                                      tempo Ativo).
            9         Pronto          Coloque o aparelho e o tem­     Energia Final               Pronto, Latência
                                      porizador a zeros. Aguarde até
                                      o aparelho e/ou a unidade in­   Tempo final
                                      dicar que a unidade entrou no
                                      seu modo de apagamento au­
                                      tomático.
            10        Apaga­          Coloque o aparelho a zeros.     Energia em Apaga­           Apagamento automáti­
                      mento au­       Aguarde o período de ensaio     mento automático            co
                      tomático        (cinco minutos ou mais).
            Notas:
            — Antes de iniciar o ensaio, é útil verificar os tempos de demora por defeito de gestão de energia para
                assegurar que estes se encontram nos valores de origem do produto e confirmar que existe bastante
                papel no dispositivo.
            — A instrução «Aparelho a zeros» pode ser cumprida registando o consumo acumulado de energia na
                altura em vez de colocar fisicamente o aparelho a zeros.
            — Passo 1 – Se desejar, o período de medição em Desligado pode ser mais longo para reduzir os erros de
                medição. Repare que a energia em Desligado não é utilizada nos cálculos.
            — Passo 2 – Se a unidade não tiver um indicador do estado Pronto, utilize o momento em que o nível de
                consumo de energia estabiliza como nível no estado Pronto.
            — Passo 3 – Após registar o tempo Ativo0, o resto deste trabalho pode ser cancelado.
            — Passo 4 – Se a unidade se desligar no decorrer dessa hora, registe a energia e tempo nessa altura, mas
                aguarde uma hora completa desde o início do modo latente final antes de iniciar o Passo 5. Repare que
                a medida da energia em latência não é utilizada nos cálculos e que a unidade pode entrar no modo de
                apagamento automático no decorrer dessa hora.
            — Passo 5 – O período de 15 minutos conta-se desde o início do trabalho. De forma a serem avaliados
                por este procedimento de ensaio, os produtos devem ser capazes de terminar o trabalho exigido pelo
                Quadro de Trabalhos no decorrer do intervalo de trabalho de 15 minutos.
 ---pagebreak--- L 63/70  PT                                  Jornal Oficial da União Europeia                                               6.3.2013
                — Passo 6 – Uma unidade que é fornecida com tempos de demora por defeito reduzidos pode iniciar os
                    Passos 6-8 a partir da latência ou do apagamento automático.
                — Passo 9 – Se a unidade já tiver entrado em apagamento automático antes do início do Passo 9, os
                    valores de energia final e tempo final serão zero.
                — Passo 10 – O intervalo de ensaio do apagamento automático pode ser mais longo para melhorar a
                    precisão.
                Os originais podem ser colocados no alimentador de documentos antes do início do ensaio. Os produtos
                sem alimentador de documentos podem produzir todas as imagens a partir de um único original colocado
                no tambor.
           iii) Medição adicional para produtos com um processador front-end digital (PFED)
                Este passo aplica-se apenas a produtos que tenham um PFED tal como definido na secção A.32.
                Se o PFED tiver um cabo de alimentação próprio, independentemente de o cabo e o controlador serem
                internos ou externos em relação ao equipamento de representação gráfica, deve ser efetuada uma medição
                de energia de cinco minutos do PFED individualmente, com o produto principal em modo Pronto. A
                unidade deve ser ligada à rede se tiver sido fornecida com capacidade para trabalhar em rede.
                Se o PFED não tiver um cabo de alimentação próprio, o fabricante deve indicar a energia CA necessária
                para o PFED quando a unidade, como um todo, estiver no modo Pronto. A forma mais habitual de o fazer
                é efetuar uma medição da energia instantânea da entrada de CC para o PFED e aumentar este nível de
                energia para contemplar possíveis perdas na fonte de alimentação.
        e) Métodos de cálculo
           O valor CTEE reflete os pressupostos sobre o número de horas que o produto é normalmente utilizado, o
           padrão de utilização durante essas horas e os tempos de demora por defeito que o produto utiliza para passar
           para os modos de baixo consumo energético. Todas as medições da energia elétrica são efetuadas como
           energia acumulada ao longo do tempo, sendo seguidamente convertidas para potência dividindo-as pela
           duração do período de tempo.
           Os cálculos baseiam-se no facto de os trabalhos de representação gráfica compreenderem dois grupos em cada
           dia, entrando a unidade no seu modo com menor consumo de energia entre eles (como durante uma pausa
           para o almoço), conforme ilustrado na figura 2 mais adiante. Assume-se que não há utilização durante os fins
           de semana e que não se procede ao seu apagamento manual.
           O Tempo Final é o período de tempo que decorre desde que o último trabalho se inicia até ao início do modo
           com menor consumo de energia (apagamento automático para fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs
           sem capacidade de impressão, e latência para impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de
           impressão e máquinas de fax) menos o tempo de intervalo de 15 minutos entre trabalhos.
           São utilizadas as duas fórmulas seguintes para todos os tipos de produtos:
           Energia Média de Trabalho = (Trabalho2 + Trabalho3 + Trabalho4) / 3
           Energia Diária de Trabalho = (Trabalho1 × 2) + [(Trabalhos por dia – 2) × Energia Média de Trabalho]
           O método de cálculo para impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de impressão e máquinas de fax
           utiliza ainda as três seguintes fórmulas:
           Energia Diária de Latência = [24 horas – ((Trabalhos por dia / 4) + (Tempo Final × 2))] × Potência de Latência
           Energia Diária = Energia Diária de Trabalho + (2 × Energia Final) + Energia Diária de Latência
           CTEE = (Energia Diária × 5) + (Potência de Latência × 48)
           O método de cálculo para fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs sem capacidade de impressão fax
           utiliza ainda as três seguintes fórmulas:
           Energia Diária de Apagamento automático = [24 horas – ((Trabalhos por dia/4) + (Tempo Final × 2))] ×
           Potência de Apagamento automático
           Energia Diária = Energia Diária de Trabalho + (2 × Energia Final) + Energia Diária de Apagamento automático
           CTEE = (Energia Diária × 5) + (Potência de Apagamento automático × 48)
 ---pagebreak--- 6.3.2013  PT                                Jornal Oficial da União Europeia                                           L 63/71
            Devem ser comunicadas as especificações dos aparelhos e intervalos de medida utilizadas para cada medição.
            As medições devem ser realizadas de forma a garantir que o erro potencial total do valor de CTEE não é
            superior a 5 %. A precisão não necessita de ser comunicada nos casos em que o erro potencial se encontre
            abaixo de 5 %. Nos casos em que o erro potencial de medição se encontrar próximo de 5 %, os fabricantes
            devem tomar as medidas necessárias para confirmar que cumprem o limite dos 5 %.
         f) Referências
            ISO/IEC 10561:1999. Information technology — Office equipment — Printing devices — Method for measuring
            throughput — Class 1 and Class 2 printers.
                                                               Quadro 8
                                                 Quadro de cálculo dos trabalhos
                                               Imagens estimadas/ Imagens estimadas/
                Velocidade    Trabalhos/Dia                                          Imagens/Trabalho   Imagens/Dia
                                                       /Dia           /Trabalho
             1                       8                     1              0,06                1                8
             2                       8                     2              0,25                1                8
             3                       8                     5              0,56                1                8
             4                       8                     8              1,00                1                8
             5                       8                   13               1,56                1                8
             6                       8                   18               2,25                2              16
             7                       8                   25               3,06                3              24
             8                       8                   32               4,00                4              32
             9                       9                   41               4,50                4              36
             10                    10                    50               5,00                5              50
             11                    11                    61               5,50                5              55
             12                    12                    72               6,00                6              72
             13                    13                    85               6,50                6              78
             14                    14                    98               7,00                7              98
             15                    15                   113               7,50                7             105
             16                    16                   128               8,00                8             128
             17                    17                   145               8,50                8             136
             18                    18                   162               9,00                9             162
             19                    19                   181               9,50                9             171
             20                    20                   200             10,00               10              200
             21                    21                   221             10,50               10              210
             22                    22                   242             11,00               11              242
             23                    23                   265             11,50               11              253
 ---pagebreak--- L 63/72 PT                             Jornal Oficial da União Europeia                                      6.3.2013
                                          Imagens estimadas/ Imagens estimadas/
              Velocidade Trabalhos/Dia                                          Imagens/Trabalho Imagens/Dia
                                                /Dia             /Trabalho
           24                 24                 288               12,00               12            288
           25                 25                 313               12,50               12            300
           26                 26                 338               13,00               13            338
           27                 27                 365               13,50               13            351
           28                 28                 392               14,00               14            392
           29                 29                 421               14,50               14            406
           30                 30                 450               15,00               15            450
           31                 31                 481               15,50               15            465
           32                 32                 512               16,00               16            512
           33                 32                 545               17,02               17            544
           34                 32                 578               18,06               18            576
           35                 32                 613               19,14               19            608
           36                 32                 648               20,25               20            640
           37                 32                 685               21,39               21            672
           38                 32                 722               22,56               22            704
           39                 32                 761               23,77               23            736
           40                 32                 800               25,00               25            800
           41                 32                 841               26,27               26            832
           42                 32                 882               27,56               27            864
           43                 32                 925               28,89               28            896
           44                 32                 968               30,25               30            960
           45                 32               1 013               31,64               31            992
           46                 32               1 058               33,06               33          1 056
           47                 32               1 105               34,52               34          1 088
           48                 32               1 152               36,00               36          1 152
           49                 32               1 201               37,52               37          1 184
           50                 32               1 250               39,06               39          1 248
           51                 32               1 301               40,64               40          1 280
           52                 32               1 352               42,25               42          1 344
           53                 32               1 405               43,89               43          1 376
           54                 32               1 458               45,56               45          1 440
           55                 32               1 513               47,27               47          1 504
 ---pagebreak--- 6.3.2013 PT                             Jornal Oficial da União Europeia                                      L 63/73
                                           Imagens estimadas/ Imagens estimadas/
               Velocidade Trabalhos/Dia                                          Imagens/Trabalho Imagens/Dia
                                                 /Dia             /Trabalho
            56                 32               1 568               49,00               49          1 568
            57                 32               1 625               50,77               50          1 600
            58                 32               1 682               52,56               52          1 664
            59                 32               1 741               54,39               54          1 728
            60                 32               1 800               56,25               56          1 792
            61                 32               1 861               58,14               58          1 856
            62                 32               1 922               60,06               60          1 920
            63                 32               1 985               62,02               62          1 984
            64                 32               2 048               64,00               64          2 048
            65                 32               2 113               66,02               66          2 112
            66                 32               2 178               68,06               68          2 176
            67                 32               2 245               70,14               70          2 240
            68                 32               2 312               72,25               72          2 304
            69                 32               2 381               74,39               74          2 368
            70                 32               2 450               76,56               76          2 432
            71                 32               2 521               78,77               78          2 496
            72                 32               2 592               81,00               81          2 592
            73                 32               2 665               83,27               83          2 656
            74                 32               2 738               85,56               85          2 720
            75                 32               2 813               87,89               87          2 784
            76                 32               2 888               90,25               90          2 880
            77                 32               2 965               92,64               92          2 944
            78                 32               3 042               95,06               95          3 040
            79                 32               3 121               97,52               97          3 104
            80                 32               3 200              100,00              100          3 200
            81                 32               3 281              102,52              102          3 264
            82                 32               3 362              105,06              105          3 360
            83                 32               3 445              107,64              107          3 424
            84                 32               3 528              110,25              110          3 520
            85                 32               3 613              112,89              112          3 584
 ---pagebreak--- L 63/74 PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                           6.3.2013
                                              Imagens estimadas/ Imagens estimadas/
              Velocidade     Trabalhos/Dia                                          Imagens/Trabalho   Imagens/Dia
                                                    /Dia               /Trabalho
           86                     32               3 698                115,56            115            3 680
           87                     32               3 785                118,27            118            3 776
           88                     32               3 872                121,00            121            3 872
           89                     32               3 961                123,77            123            3 936
           90                     32               4 050                126,56            126            4 032
           91                     32               4 141                129,39            129            4 128
           92                     32               4 232                132,25            132            4 224
           93                     32               4 325                135,14            135            4 320
           94                     32               4 418                138,06            138            4 416
           95                     32               4 513                141,02            141            4 512
           96                     32               4 608                144,00            144            4 608
           97                     32               4 705                147,02            157            4 704
           98                     32               4 802                150,06            150            4 800
           99                     32               4 901                153,14            153            4 896
           100                    32               5 000                156,25            156            4 992
                                                                Figura 2
                                                 Procedimento de medição CTEE
          A figura 2 mostra o procedimento de medição sob forma esquemática. Convém salientar que os produtos com
          tempos de demora por defeito reduzidos podem incluir períodos de latência no decorrer das medições dos
          quatro trabalhos ou Apagamento automático no decorrer da medição em latência do Passo 4. Os produtos
          com capacidade de impressão que disponham apenas de um modo latente não terão um modo latente no
          período final. O Passo 10 aplica-se apenas a fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs sem capacidade de
          impressão.
 ---pagebreak--- 6.3.2013           PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                                     L 63/75
                                                                            Figura 3 anexo
                                                                           Um dia típico
                      A Figura 3 mostra um exemplo esquemático de uma fotocopiadora de 8 ipm que efetua quatro trabalhos de
                      manhã e quatro trabalhos à tarde, tem dois períodos «finais» e um modo de apagamento automático durante o
                      resto do dia de trabalho e todo o fim de semana. Existe um período de «almoço» implícito mas não explícito.
                      A figura não foi desenhada à escala. Como se pode verificar, os trabalhos são sempre efetuados em dois grupos
                      separados por 15 minutos de intervalo, existindo sempre dois períodos «finais» completos independentemente
                      da duração desses períodos. As impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de impressão e
                      máquinas de fax usam a latência em vez de apagamento automático como modo de base mas, de resto, são
                      tratadas como fotocopiadoras.
              3. Procedimento de ensaio do modo de funcionamento (MF)
                  a) Tipos de produtos abrangidos:
                      O procedimento de ensaio MF destina-se às medições dos produtos definidos no quadro 2 da secção B.
                  b) Parâmetros de ensaio
                      Esta secção descreve os parâmetros de ensaio a utilizar quando se procede às medições do consumo energético
                      de um produto no âmbito do procedimento de ensaio MF.
                      Ligação em rede
                      Os produtos com capacidade de ligação em rede de origem (10) devem ser ligados a pelo menos uma rede
                      durante o procedimento de ensaio. O tipo de ligação à rede que está ativo fica à discrição do fabricante, que
                      deve comunicar qual o tipo utilizado.
                      O produto não deve receber energia de funcionamento através da ligação à rede (por exemplo, através de
                      Power-Over-Ethernet, USB, USB PlusPower ou IEEE 1394), a menos que esta seja a única fonte de energia do
                      produto (isto é, não existe nenhuma fonte de energia CA).
                      Configuração do produto
                      O produto deve ser configurado com os valores de origem e segundo as recomendações de utilização,
                      especialmente no que se refere a parâmetros-chave, tais como os tempos de demora por defeito de gestão
                      de energia, a qualidade de impressão e a resolução. Além disso:
                      O hardware de fontes de papel e acabamento deve estar colocado e configurado como distribuído; contudo, a
                      sua utilização no ensaio fica à discrição do fabricante (por exemplo, pode ser utilizada qualquer fonte de
                      papel). Qualquer hardware que faça parte do modelo e se destine a ser instalado ou acoplado pelo utilizador
                      (por exemplo, uma funcionalidade de papel) deve ser instalado antes deste ensaio.
                      As funções anti-humidade podem ser desligadas caso possam ser controladas pelo utilizador.
                      Para máquinas de fax, a página deve ser colocada no alimentador de documentos da unidade para cópias de
                      conveniência, podendo ser colocada no alimentador de documentos antes de o ensaio começar. A unidade não
                      necessita de estar ligada à linha telefónica se esta não for necessária para efetuar o ensaio. Se, por exemplo, a
                      máquina de fax não dispuser de capacidade de efetuar cópias de conveniência, o trabalho realizado no Passo 2
                      deve ser enviado através da linha telefónica. Nas máquinas de fax sem alimentador de documentos, a página
                      deve ser colocada no tambor.
         (10) O tipo de ligação à rede deve ser indicado. Entre os tipos mais comuns de ligação à rede encontram-se Ethernet, WiFi (802.11) e
              Bluetooth. Alguns tipos comuns de ligação de dados (sem ligação à rede) são USB, Série e Paralela.
 ---pagebreak--- L 63/76  PT                                Jornal Oficial da União Europeia                                              6.3.2013
           Se o produto for fornecido com um modo de apagamento automático ativado, este deve ser desativado antes
           de se efetuar o ensaio.
           Velocidade
           No decurso das medições de energia no âmbito deste procedimento de ensaio, o produto deve produzir
           imagens à velocidade decorrente das suas definições por defeito de origem. No entanto, para fins de comu­
           nicação dos resultados, deve ser utilizada a velocidade máxima simplex (reprodução num só lado de papel)
           indicada pelo fabricante para produzir imagens monocromáticas em papel de formato normal.
        c) Método de medição da energia
           Todas as medições de energia devem ser efetuadas de acordo com a IEC 62301 com as seguintes exceções:
           Para determinar as combinações de tensão/frequência a utilizar durante o ensaio, consultar a secção D.4
           «Condições e dispositivos de ensaio para equipamentos de representação gráfica ENERGY STAR».
           Os requisitos relativamente às harmónicas utilizados durante os ensaios são mais rigorosos do que os da IEC
           62301.
           O requisito de precisão para este procedimento de ensaio MF é de 2 % para todas as medições exceto para a
           energia no estado Pronto. O requisito de precisão para a medição do estado Pronto é de 5 %, de acordo com o
           previsto na secção D.4. O valor de 2 % está em consonância com a IEC 62301, apesar de a norma IEC o
           mencionar como nível de confiança.
           Para produtos que se destinem a funcionar com baterias quando não estiverem ligados à corrente, a bateria
           deve estar colocada para o ensaio. No entanto, as medições não devem refletir o carregamento ativo da bateria
           para além do carregamento de manutenção (isto é, a bateria deve estar completamente carregada antes do
           início do ensaio).
           Os produtos com fontes de alimentação externa devem ser ensaiados com o produto ligado à fonte de
           alimentação externa.
           Os produtos alimentados por uma fonte de alimentação CC de baixa tensão normal (p. ex., USB, USB
           PlusPower, IEEE 1394 ou Power-Over-Ethernet) devem utilizar uma fonte CC adequada com alimentação
           CA. O consumo de energia desta fonte com alimentação CA deve ser medido e indicado para os equipamentos
           de representação gráfica em análise. Para os equipamentos de representação gráfica alimentados por USB, deve
           ser utilizado um hub com alimentação servindo apenas os equipamentos de representação gráfica a ser
           ensaiados. Para equipamentos de representação gráfica alimentados por Power-Over-Ethernet ou USB PlusPo­
           wer, é aceitável a medição do dispositivo de distribuição da alimentação com e sem o equipamento de
           representação gráfica ligado, correspondendo a diferença ao consumo do equipamento de representação
           gráfica. O fabricante deve confirmar que este valor reflete de forma razoável o consumo de CC da unidade
           com alguma margem de tolerância para as possíveis perdas relacionadas com a fonte de alimentação e a
           ineficácia da distribuição.
        d) Procedimentos de medição
           Para proceder à medição do tempo, é suficiente a utilização de um cronómetro e o seu registo deve ser feito
           com resolução de um segundo. Todos os dados de potência devem ser registados em watts (W). O quadro 9
           enumera os passos do Procedimento de Ensaio MF.
           Em geral, os modos de serviço/manutenção (incluindo a calibração de cores) não devem ser incluídos nas
           medições. Devem ser indicadas quaisquer adaptações ao procedimento necessárias para excluir esses modos
           que ocorram durante o ensaio.
           Conforme acima mencionado, todas as medições de energia devem ser efetuadas de acordo com a IEC 62301.
           Consoante a natureza do modo, a IEC 62301 estipula medições da potência instantânea, medições de energia
           acumulada em 5 minutos e medições da energia acumulada ao longo de períodos com duração suficiente para
           avaliar adequadamente os padrões de consumo cíclico. Independentemente do método, só devem ser repor­
           tados os valores de potência.
                                                              Quadro 9
                                                    Procedimento de ensaio MF
                Passo     Estado inicial                        Ação                                    Registo
            1            Desligado       Ligue a unidade ao aparelho de medida. Ligue a       —
                                         unidade. Aguarde até a unidade indicar que se en­
                                         contra em modo Pronto.
            2            Pronto          Imprima, copie ou digitalize uma imagem.             —
            3            Pronto          Meça a potência em Pronto.                           Potência em Pronto
 ---pagebreak--- 6.3.2013     PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                              L 63/77
                    Passo      Estado inicial                         Ação                                  Registo
                4             Pronto          Aguarde o tempo por defeito para entrar em la­      Tempo por defeito para La­
                                              tência.                                             tência
                5             Latência        Meça a potência em latência.                        Potência em Latência
                6             Latência        Aguarde o tempo por defeito para passar a apaga­    Tempo por defeito para
                                              mento automático.                                   Apagamento automático
                7             Apagamento      Meça a potência em apagamento automático.           Potência em Apagamento
                              automático                                                          automático
                8             Desligado       Desligue manualmente o dispositivo. Aguarde até a   —
                                              unidade se desligar.
                9             Desligado       Meça a potência em Desligado.                       Potência em Desligado
               Notas:
               — Antes de iniciar o ensaio, é recomendável verificar os tempos de demora por defeito de gestão da energia
                   para assegurar que se encontram como quando a unidade foi fornecida.
               — Passo 1 – Se a unidade não dispuser de indicador do estado Pronto, utilize o tempo em que o nível de
                   consumo de potência estabiliza para o nível Pronto e indique este facto quando comunicar os dados do
                   ensaio do produto.
               — Passos 4 e 5 – Para equipamentos com mais do que um nível de latência, repita estes passos tantas vezes
                   quanto necessário para medir todos os níveis sucessivos de latência e indique estes dados. Habitualmente
                   são utilizados dois níveis de latência para fotocopiadoras de grande formato e DMFs que usam tecnologias
                   de marcação a alta temperatura. Para equipamentos sem este modo, ignore os Passos 4 e 5.
               — Passos 4 e 6 – As medições do tempo de demora por defeito devem ser efetuadas em paralelo, cumula­
                   tivamente a partir do início do Passo 4. Por exemplo, um produto programado para entrar num nível de
                   latência em 15 minutos e num segundo nível de latência 30 minutos após ter entrado no primeiro, terá
                   um tempo de demora por defeito de 15 minutos para o primeiro nível e um tempo de demora por defeito
                   de 45 minutos para o segundo.
               — Passos 6 e 7 – A maioria dos equipamentos MF não tem um modo de apagamento automático indepen­
                   dente. Para equipamentos sem este modo, ignore os Passos 6 e 7.
               — Passo 8 – Se a unidade não dispuser de botão para ligar, aguarde até que ela entre no seu modo com o
                   consumo inferior de potência e mencione este facto ao indicar os dados do ensaio do produto.
               i) Medição adicional para produtos com um processador front-end digital (PFED)
                   Este passo aplica-se apenas a produtos que tenham um PFED tal como definido na secção A.32.
                   Se o PFED tiver um cabo de alimentação próprio, independentemente de o cabo e o controlador serem
                   internos ou externos em relação ao equipamento de representação gráfica, deve ser efetuada uma medição
                   de energia de cinco minutos do PFED individualmente, com o produto principal em modo Pronto. A
                   unidade deve ser ligada à rede se tiver sido fornecida com capacidade para trabalhar em rede.
                   Se o PFED não tiver um cabo de alimentação próprio, o fabricante deve indicar a energia CA necessária
                   para o PFED quando a unidade, como um todo, estiver no modo Pronto. A forma mais habitual de o fazer
                   é efetuar uma medição da energia instantânea da entrada de CC para o PFED e aumentar este nível de
                   energia para contemplar possíveis perdas na fonte de alimentação.
            e) Referências
               IEC 62301:2005. Household Electrical Appliances – Measurement of Standby Power.
         4. Condições e dispositivos de ensaio para equipamentos de representação gráfica ENERGY STAR
            As seguintes condições de ensaio aplicam-se aos procedimentos de ensaio MF e CTEE. Estes ensaios abrangem
            fotocopiadoras, duplicadores digitais, máquinas de fax, máquinas de franquiar, dispositivos multifunções, impres­
            soras e digitalizadores.
 ---pagebreak--- L 63/78            PT                                      Jornal Oficial da União Europeia                                                        6.3.2013
                  Apresentam-se seguidamente as condições ambientais de ensaio que devem ser criadas ao efetuar as medições de
                  energia ou potência. São condições necessárias para garantir que os resultados do ensaio não sejam afetados pela
                  variação das condições ambientais e que os resultados possam ser reproduzidos posteriormente. As especificações
                  do equipamento de ensaio seguem-se às condições de ensaio.
                  a) Condições de ensaio
                     Critérios gerais:
                      Tensão de alimentação (1):                               América do Norte/Taiwan:         115 (± 1 %) volts CA, 60 Hz
                                                                                                                (± 1 %)
                                                                               Europa/Austrália/Nova            230 (± 1 %) volts CA, 50 Hz
                                                                               Zelândia:                        (± 1 %)
                                                                               Japão:                           100 (± 1 %) volts, 50 Hz (±
                                                                                                                1 %)/60 Hz (± 1 %)
                                                                                                                Nota: Para os produtos com
                                                                                                                potência máxima nominal >
                                                                                                                1,5 kW, a gama de tensão é
                                                                                                                ± 4%
                      Distorção harmónica total (THD) (tensão):                < 2 % DHT (< 5 % para os equipamentos com valor nominal
                                                                               > 1,5 kW de potência máxima)
                      Temperatura ambiente:                                    23 °C ± 5 °C
                      Humidade relativa:                                       10 – 80 %
                      (Referência CEI 62301: Household Electrical Appliances – Measurement of Standby Power, Secções 3.2 e 3.3)
                      (1) Tensão de alimentação: Os fabricantes devem ensaiar os seus equipamentos em função do mercado em que o parceiro
                          tenciona vendê-los como equipamentos conformes ao ENERGY STAR. Para o equipamento que é vendido em diversos
                          mercados internacionais e, portanto, tem diferentes valores nominais de tensão de entrada, o fabricante deve ensaiar e
                          comunicar todas as tensões e respetivos níveis de consumo de energia. Por exemplo, um fabricante que fornece o mesmo
                          modelo de impressora nos Estados Unidos e na Europa deve medir e comunicar os valores CTEE ou MF para 115
                          volts/60 Hz e 230 volts/50 Hz. Se o produto se destinar a funcionar num determinado mercado com uma combinação
                          tensão/frequência diferente daquela que é utilizada nesse mercado (por exemplo, 230 volts, 60 Hz na América do Norte), o
                          fabricante deve ensaiar o produto utilizando a combinação regional que melhor corresponda às capacidades de conceção
                          do produto e indicar este facto na folha de ensaios.
                     Especificações do papel:
                     Para todos os ensaios CTEE e para os ensaios MF que exijam a utilização de papel, o formato e peso base do
                     papel deve ser o adequado para o mercado a que se destina, de acordo com o seguinte quadro.
                                                                      Formato e peso do papel
                                             Mercado                                      Dimensão                          Peso base
                      América do Norte/Taiwan:                                 8,5″ × 11″                       75 g/m2
                      Europa/Austrália/Nova                                    A4                               80 g/m2
                      Zelândia:
                      Japão:                                                   A4                               64 g/m2
                  b) Equipamento de ensaio
                     O objetivo dos procedimentos de ensaio consiste na medição exata do consumo energético REAL (11) do
                     produto. Isto requer a utilização de um aparelho de medida RMS real da potência ou da energia. A oferta
                     destes aparelhos é vasta, mas os fabricantes deverão usar de cautela na escolha do modelo adequado. Devem
                     ser tidos em conta os seguintes fatores na seleção do aparelho de medida e na realização do ensaio.
                     Resposta em frequência: O equipamento eletrónico que dispõe de fontes de alimentação comutáveis produz
                     harmónicos (geralmente, harmónicos ímpares até ao 21.o). Na medição da potência há que atender a estes
                     harmónicos, sob pena de aquela ser imprecisa. A EPA recomenda que os fabricantes utilizem aparelhos de
                     medida que tenham uma resposta em frequência de, pelo menos, 3 kHz, o que permitirá considerar harmó­
                     nicos até ao 50.o. O mesmo é recomendado pela norma IEC 555.
        (11) A Potência Real é calculada através da fórmula (volts) × (amperes) × (fator de energia) e é geralmente expressa em watts. A Potência
             Aparente é calculada através da fórmula (volts) × (amperes) e é normalmente expressa em termos de VA ou volts-amperes. O fator de
             potência para equipamento com fontes de alimentação comutáveis é sempre inferior a 1,0, pelo que a potência real é sempre inferior à
             potência aparente. As medições da energia acumulada correspondem ao total das medições de potência ao longo de determinado
             período de tempo e, como tal, também devem basear-se em medições da potência real.
 ---pagebreak--- 6.3.2013           PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                            L 63/79
                      Resolução: Para medições diretas de potência, a resolução dos aparelhos de medida deve estar em conformi­
                      dade com os seguintes requisitos da IEC 62301:
                           «O instrumento de medição da potência terá uma resolução de:
                           — 0,01 W ou melhor para as medições de potência de 10 W ou inferiores;
                           — 0,1 W ou melhor para as medições de potência superiores a 10 W e não superiores a 100 W;
                           — 1 W ou melhor para as medições de potência superiores a 100 W.» (12)
                      Para além disso, os aparelhos de medida deverão ter uma resolução de 10 W ou superior para medições de
                      potência acima dos 1,5 kW. As medições de energia acumulada devem ter resoluções que estejam de forma
                      geral em consonância com esses valores quando convertidas para potência média. Para medições de energia
                      acumulada, o valor mais importante para determinar a precisão necessária é o valor máximo de potência
                      durante o período de medições, não a média, uma vez que é o valor máximo que determina o aparelho de
                      medida e a configuração.
                      Precisão
                      As medições efetuadas no âmbito destes procedimentos devem ter sempre um grau de precisão de, pelo
                      menos, 5 %, embora os fabricantes consigam normalmente melhor. Os procedimentos de ensaio podem
                      especificar uma precisão superior a 5 % para algumas medições. Tendo conhecimento dos níveis de energia
                      dos atuais equipamentos de representação gráfica e dos aparelhos de medida disponíveis, os fabricantes podem
                      calcular o erro máximo com base na leitura efetuada e na gama utilizada para a leitura. Para medições de
                      0,50 W ou menos, a precisão exigida é de 0,02 W.
                      Calibração
                      Os aparelhos de medida devem ser calibrados anualmente para garantir a sua precisão.
         E. Interface de utilizador
              Recomenda-se vivamente aos fabricantes que concebam os seus produtos de acordo com a IEEE 1621: Standard for
              User Interface Elements in Power Control of Eletronic Devices Employed in Office/Consumer Environments. Esta norma foi
              desenvolvida para tornar os controlos energéticos mais coerentes e intuitivos em todos os dispositivos eletrónicos.
              Para mais pormenores sobre o desenvolvimento desta norma, ver http://eetd.lbl.gov/controls.
         F. Data de entrada em vigor
              A data em que os fabricantes poderão começar a certificar produtos como ENERGY STAR ao abrigo da presente
              versão 1.1 das especificações, será definida como a data de entrada em vigor do acordo. Qualquer acordo previamente
              celebrado relativamente a equipamento de representação gráfica conforme ao ENERGY STAR cessará com efeitos a
              partir de 30 de junho de 2009.
              Certificação e rotulagem de produtos ao abrigo da versão 1.1: A versão 1.1 das especificações começará a ser aplicada
              em 1 de julho de 2009. Todos os produtos, incluindo os modelos originalmente conformes ao abrigo das anteriores
              especificações para equipamentos de representação gráfica, com data de fabrico igual ou posterior a 1 de julho de
              2009, devem preencher os requisitos da nova versão 1.1 para estarem em conformidade com o ENERGY STAR
              (incluindo versões adicionais de unidades de modelos originalmente conformes ao abrigo das anteriores especifica­
              ções). A data de fabrico é específica para cada unidade e é a data (por exemplo, mês e ano) de conclusão da
              montagem dessa unidade específica.
              Supressão de direitos adquiridos: A EPA e a Comissão Europeia não permitem a existência de direitos adquiridos ao
              abrigo da presente versão 1.1 das especificações ENERGY STAR. A conformidade com o ENERGY STAR ao abrigo de
              versões anteriores não é automaticamente atribuída para toda a vida do modelo de um produto. Assim sendo, todos
              os produtos vendidos, comercializados ou identificados pelo fabricante parceiro como ENERGY STAR têm de
              satisfazer as especificações que estiverem em vigor à data de fabrico do produto.
         G. Futuras revisões das especificações
              A EPA e a Comissão Europeia reservam-se o direito de alterar as especificações caso as evoluções tecnológicas e/ou do
              mercado afetem a sua utilidade para os consumidores, a indústria ou o ambiente. De acordo com a política atual, as
              revisões das especificações são efetuadas através de debate com os interessados e espera-se que ocorram cerca de 2 a 3
              anos a contar da data de entrada em vigor da versão 1.1. A EPA e a Comissão Europeia avaliarão periodicamente o
              mercado em termos de eficiência energética e novas tecnologias. Como habitualmente, os interessados terão opor­
              tunidade de partilhar os seus dados, apresentar propostas e expressar as suas preocupações. A EPA e a Comissão
              Europeia envidarão todos os esforços para assegurar que as especificações reconheçam os modelos mais eficientes em
              termos energéticos existentes no mercado e recompensem os fabricantes que desenvolvem esforços para melhorar
              cada vez mais a eficiência energética. Algumas das questões a considerar nas próximas especificações são:
         (12) IEC 62301 — Household Electrical Appliances — Measurement of Standby Power 2005.
 ---pagebreak--- L 63/80     PT                                  Jornal Oficial da União Europeia                                               6.3.2013
        a) Ensaio a cores: Com base em dados de ensaio submetidos, em futuras preferências dos consumidores e nos
           avanços em matéria de engenharia, a EPA e a Comissão Europeia podem alterar estas especificações no futuro para
           incluir a reprodução gráfica a cores no método de ensaio.
        b) Tempo de recuperação: A EPA e a Comissão Europeia irão avaliar de perto os tempos de recuperação incrementais
           e absolutos comunicados pelos parceiros que procederem a ensaios segundo o método CTEE, bem como a
           documentação submetida pelos parceiros sobre as definições recomendadas de tempos de demora por defeito.
           A EPA e a Comissão Europeia considerarão a alteração destas especificações relativamente ao tempo de recupe­
           ração caso se torne evidente que as práticas dos fabricantes estão a resultar na desativação dos modos de gestão de
           energia por parte do utilizador.
        c) Tratamento de produtos MF ao abrigo do CTEE: Com base nos dados de ensaio submetidos, em oportunidades
           para maior poupança de energia e nos avanços ao nível da engenharia, a EPA e a Comissão Europeia podem
           alterar estas especificações no futuro de modo a que alguns produtos que são presentemente tratados no método
           MF passem a ser abrangidos pelo método CTEE, nomeadamente produtos de grande e pequeno formato e
           produtos que utilizam tecnologia de JT.
        d) Impactos adicionais da energia: A EPA e a Comissão Europeia estão interessadas em oferecer aos consumidores
           escolhas que reduzam significativamente as emissões de gases com efeito de estufa em comparação com escolhas
           alternativas típicas. A EPA e a Comissão Europeia procurarão conhecer a opinião das partes interessadas sobre os
           métodos para documentar e quantificar os impactos ambientais no âmbito dos quais o fabrico, o transporte, a
           conceção dos produtos ou a utilização dos materiais consumíveis possam conduzir a produtos com a mesma, ou
           até melhor, incidência global nos gases com efeito de estufa que os produtos considerados conformes ao ENERGY
           STAR com base nas suas emissões de gases com efeito de estufa provenientes apenas do consumo de energia.
           Estão a ser estudadas formas de tratar eficazmente estas questões e as presentes especificações poderão ser
           alteradas quando tal se justifique com base em informações suficientes. A EPA e a Comissão Europeia trabalharão
           em estreita cooperação com as partes interessadas nas eventuais revisões e assegurarão que as mesmas respeitem
           os princípios orientadores do programa ENERGY STAR.
        e) Notificação de dados a 230V: A EPA e a Comissão Europeia poderão considerar que para os produtos comer­
           cializados em vários mercados, um dos quais inclui o nível de voltagem 230V, os dados de ensaio ao nível 230V
           devam poder ser aceites como suficientes para os múltiplos mercados. Esta sugestão baseia-se na observação
           segundo a qual um produto que cumpre as especificações 230V cumpre igualmente as normas a níveis de
           voltagem mais elevados.
        f) Expansão dos requisitos reto/verso: A EPA e a Comissão Europeia poderão reavaliar a presença da funcionalidade
           reto/verso na atual gama de produtos e estudar a forma de tornar mais exigentes os requisitos opcionais. A revisão
           dos requisitos de impressão reto/verso de forma a assegurar uma maior cobertura do equipamento por esta
           funcionalidade teria potencialmente como resultado a redução do consumo de papel, que revelou ser o maior
           impacto das impressoras durante o seu ciclo de vida.
        g) Revisão dos procedimentos de ensaio CTEE: A EPA e a Comissão Europeia poderão rever a metodologia de ensaio
           CTEE a fim de tornar mais transparentes as hipóteses de utilização ou acrescentar às especificações requisitos de
           medição e comunicação do consumo de energia em modos distintos de forma a prever valores pertinentes para os
           padrões de utilização reais.
        h) Estados de consumo energético: A EPA e a Comissão Europeia poderão considerar a possibilidade de rever a
           definição de alguns termos energéticos (por exemplo, Espera) ou acrescentar novos métodos de gestão de energia
           (por exemplo, Latência de fim de semana) a fim de manter a coerência com critérios internacionais e obter a maior
           poupança de energia possível para os equipamentos de representação gráfica.