CELEX: 31986R2131
Language: pt
Date: 1986-07-07 00:00:00
Title: Regulamento (CEE) nº 2131/86 da Comissão de 7 de Julho de 1986 que altera os Regulamentos (CEE) nº 1727/70, (CEE) nº 1728/70, (CEE) nº 2603/71, (CEE) nº 2468/72, (CEE) nº 638/74 e (CEE) nº 410/76, relativamente à sua aplicação por variedades de tabaco da produção comunitária

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31986R2131

Regulamento (CEE) nº 2131/86 da Comissão de 7 de Julho de 1986 que altera os Regulamentos (CEE) nº 1727/70, (CEE) nº 1728/70, (CEE) nº 2603/71, (CEE) nº 2468/72, (CEE) nº 638/74 e (CEE) nº 410/76, relativamente à sua aplicação por variedades de tabaco da produção comunitária  

Jornal Oficial nº L 187 de 09/07/1986 p. 0009 - 0018 Edição especial finlandesa: Capítulo 3 Fascículo 21 p. 0127  Edição especial sueca: Capítulo 3 Fascículo 21 p. 0127 

*****REGULAMENTO  (CEE) Nº 2131/86 DA COMISSÃO  de 7 de Julho de 1986  que altera os Regulamentos (CEE) nº 1727/70, (CEE) nº 1728/70, (CEE) nº 2603/71, (CEE) nº 2468/72, (CEE) nº 638/74 e (CEE) nº 410/76, relativamente à sua aplicação por variedades de tabaco da produção comunitária  A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia,  Tendo em conta o Regulamento (CEE) nº 727/70 do Conselho, de 21 de Abril de 1970, que estabelece a organização comum de mercado no sector do tabaco em rama (1), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) nº 1576/86 (2), e, nomeadamente, o nº 3, primeiro parágrafo, do seu artigo 3º, o nº 6 do seu artigo 5º, o nº 10 do seu artigo 6º e o nº 4 do seu artigo 7º,  Tendo em conta o Regulamento (CEE) nº 3247/81 do Conselho, de 9 de Novembro de 1981, relativo ao financiamento, pelo Fundo Europeu de Orientação e de Garantia Agrícola, Secção « Garantia », de determinadas medidas de intervenção e, nomeadamente, as que consistem na compra, armazenagem e venda de produtos agrícolas pelos organismos de intervenção (3), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) 2632/85 (4), e, nomeadamente, o nº 1 do seu artigo 3º,  Considerando que o Regulamento (CEE) nº 1577/86 do Conselho, de 23 de Maio de 1986, que fixa, para a colheita de 1986, os preços de objectivo, os preços de intervenção e os prémios concedidos aos compradores de tabaco em folha, os preços de intervenção derivados do tabaco embalado e as qualidades de referência (5), introduziu a lista das variedades de tabaco cultivadas em Espanha e em Portugal, bem como a definição das respectivas qualidades de referência; que, neste sentido, é conveniente adaptar os regulamentos cujas disposições se referem às diferentes variedades e qualidades de referência dos tabacos, nomeadamente os Regulamentos:  - (CEE) nº 1727/70 da Comissão, de 25 de Agosto de 1970, relativo às modalidades de intervenção no sector do tabaco em rama (6), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) nº 2165/83 (7),  - (CEE) nº 1728/70 da Comissão, de 25 de Agosto de 1970, que fixa as tabelas de bonificações e de reduções no sector do tabaco em rama (8), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE)  nº 2165/83,  - (CEE) nº 2603/71 da Comissão, de 6 de Dezembro de 1971, relativo às modalidades de celebração dos contratos de primeira transformação e de acondicionamento dos tabacos armazenados pelos organismos de intervenção (9), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) nº 3213/83 (10),  - (CEE) nº 2468/72 da Comissão, de 24 de Novembro de 1972, que determina os centros de recolha e os centros de transformação e armazenamento para a intervenção no sector do tabaco em rama (11), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) nº 3330/84 (12),  - (CEE) nº 638/74 da Comissão, de 20 de Março de 1974, que fixa os limites de tolerância relativos às perdas quantitativas que resultam da conservação do tabaco em rama destinado à intervenção (13), alterado pelo Regulamento (CEE) nº 2728/81 (14),  - (CEE) nº 410/76 da Comissão, de 23 de Fevereiro de 1976, que fixa a taxa máxima das perdas de pesos admissíveis aquando do controlo das operações de primeira transformação e de acondicionamento do tabaco (15), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CEE) nº 2442/85 (16),  considerando que as medidas previstas no presente regulamento estão em conformidade com o parecer do Comité de Gestão do Tabaco em Rama,  ADOPTOU O PRESENTE REGULAMENTO:  Artigo 1º  O Regulamento (CEE) nº 1727/70 é alterado do seguinte modo:  1. O Anexo I é completado em conformidade com o Anexo I do presente regulamento.  2. O Anexo II é completado em conformidade com o Anexo II do presente regulamento.  3. O Anexo IV é completado em conformidade com o Anexo III do presente regulamento.  4. O Anexo V é completado em conformidade com o Anexo IV do presente regulamento.  Artigo 2º  O Regulamento (CEE) nº 1728/70 é completado do seguinte modo:  1. O Anexo I é completado em conformidade com o Anexo V do presente regulamento.  2. O Anexo II é completado em conformidade com o Anexo VI do presente regulamento.  Artigo 3º  O anexo do Regulamento (CEE) nº 2603/71 é completado pelo Anexo VII do presente regulamento.  Artigo 4º  O anexo do Regulamento (CEE) nº 2468/72 é completado pelos dados que constam do Anexo VIII do presente regulamento.  Artigo 5º  O anexo do Regulamento (CEE) nº 638/74 é substituído pelo Anexo IX do presente regulamento.  Artigo 6º  O anexo do Regulamento (CEE) nº 410/76 é completado em conformidade com o Anexo X do presente regulamento.  Artigo 7º  O presente regulamento entra em vigor no terceiro dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial das Comunidades Europeias.  O presente regulamento é aplicável a partir da campanha de 1986.  O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e directamente aplicável em todos os Estados-membros.  Feito em Bruxelas, em 7 de Julho de 1986.  Pela Comissão  Frans ANDRIESSEN  Vice-Presidente  (1) JO nº L 94 de 28. 4. 1970, p. 1.  (2) JO nº L 139 de 24. 5. 1986, p. 1.  (3) JO nº L 327 de 14. 11. 1981, p. 1.  (4) JO nº L 251 de 20. 9. 1985, p. 1.  (5) JO nº L 139 de 24. 5. 1986, p. 3.  (6) JO nº L 191 de 27. 8. 1970, p. 5.  (7) JO nº L 206 de 30. 7. 1983, p. 65.  (8) JO nº L 191 de 27. 8. 1970, p. 18.  (9) JO nº L 269 de 8. 12. 1971, p. 11.  (10) JO nº L 318 de 16. 11. 1983, p. 6.  (11) JO nº L 267 de 28. 11. 1972, p. 1.  (12) JO nº L 311 de 29. 11. 1984, p. 12.  (13) JO nº L 77 de 22. 3. 1974, p. 30.  (14) JO nº L 272 de 26. 9. 1981, p. 1.  (15) JO nº L 50 de 26. 2. 1976, p. 11.  (16) JO nº L 232 de 30. 8. 1985, p. 12.  ANEXO I  Ao Anexo I do Regulamento (CEE) nº 1727/70 são aditadas as seguintes rubricas:  TABACO EM FOLHA  27. SANTAFÉ  Classe 1: folhas maduras, sãs, sem defeitos de cura, com a nervura central completamente reduzida, de cor castanha, apresentando alguns defeitos de integridade (1).  Classe 2: folhas podendo apresentar defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à cura, à integridade e às outras características enunciadas para a classe I.  Classe 3: folhas apresentando defeitos importantes no que diz respeito à maturação, à cura, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  28. BURLEY FERMENTADO  Classe 1: folhas maduras, sãs, sem defeitos de cura, com a nervura central completamente reduzida, com boa combustibilidade, cor de avelã a canela, apresentando alguns defeitos de integridade (1).  Classe 2: folhas podendo apresentar defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à cura, à integridade e às outras características enunciadas para a classe I.  Classe 3: folhas apresentando defeitos importantes no que diz respeito à maturação, à cura, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  29. HAVANNA ESP  Classe 1: folhas maduras, sãs, de textura fina, com nervura central e nervuras secundárias pouco acentuadas, sem defeitos de cura, com a nervura central completamente reduzida, de cor castanha, castanha clara ou esverdeada, apresentando alguns defeitos de integridade (1).  Classe 2: folhas podendo apresentar defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à cura, à integridade e às outras características enunciadas para a classe I.  Classe 3: folhas apresentando defeitos importantes no que diz respeito à maturação, à cura, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  30. ROUND SCAFATI  Classe 1: folhas de tamanho suficiente, com boa maturação, de cor uniforme, sãs, sem defeitos de integridade, de textura fina, elásticas e resistentes, com nervura central e nervuras secundárias finas, bem conservadas, com boa combustibilidade, com gosto e aroma típicos, utilizáveis para capas de charutos. Pode-se tolerar uma percentagem de cerca de 25 % de folhas não íntegras (1).  Classe 2: folhas de tamanho suficiente, com boa maturação, de cor suficientemente uniforme, sãs, de textura fina, de grão aberto, com nervura central e nervuras secundárias finas, bem conservadas, com boa combustibilidade, com gosto e aromas típicos, utilizáveis para capas de charutos. Pode-se tolerar uma percentagem de cerca de 30 % de folhas não íntegras.  Classe 3: folhas maduras, sãs, de textura fina, com nervura central e nervuras secundárias não muito acentuadas, sem defeitos de cura, com a nervura central completamente reduzida, de cor castanha, castanha-clara ou esverdeada, com alguns defeitos de integridade, não utilizáveis para capas de charutos mas convenientes para tripa.  Classe 4: folhas apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à cura, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 2, não utilizáveis para capas de charutos mas convenientes para tripa.  31. VIRGINIA ESP  Classe 1: folhas com maturação suficiente, sem defeitos de cura, de textura aberta, com nervura central e nervuras secundárias pouco acentuadas, sãs, de cor amarelo-limão ou laranja (1).  Classe 2: folhas de consistência variável, de muito delgadas a grosseiras, com maturação suficiente, apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito à cura, à cor, de tonalidade levemente variegada, bronze ou verde, e às outras características enunciadas a classe 1, e apresentando defeitos de integridade.  Classe 3: folhas de consistência variável, de textura, apertada, apresentando defeitos importantes de cura, de cor acentuadamente jaspeada, de tonalidades acinzentadas e castanhas, podendo apresentar defeitos graves no que diz respeito à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1, mas apresentando as qualidades mínimas exigidas para a intervenção.  32. BURLEY ESP  Classe 1: folhas com maturação suficiente, sem defeitos de cura, de textura aberta, com nervura central e nervuras secundárias pouco acentuadas, sãs, de cor canela nas suas diversas gradações (1).  Classe 2: folhas de consistência variável, sãs, apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito á cura, à integridade, à cor não uniforme e às outras características enunciadas para a classe 1.  Classe 3: folhas grosseiras, de textura fechada, com defeitos importantes no que diz respeito à cura, à integridade, à cor às outras características enunciadas para a classe 1, mas apresentando as qualidades mínimas exigidas para a intervenção.  33. VIRGINIA PORT  Classe 1: folhas maduras, de textura aberta e elástica, untuosas, cor amarelo-limão a laranja, brilhantes, comprimento superior a 40 cm, não se incluindo o primeiro e o último foliares (1).  Classe 2: folhas de consistência variada mas suficientemente maduras, cor amarelo-limão a laranja, pouco brilhantes, podendo apresentar ligeiras tonalidades de verde, de cinzento ou de castanho, e alguns defeitos de integridade.  Classe 3: folhas ligeiramente imaturas ou excessivamente maduras, de textura fechada, com defeitos no que diz respeito à cura, à integridade e à cor, mas apresentando as qualidades mínimas exigadas para a intervenção.  34. BURLEY PORT  Classe 1: folhas maduras, de textura aberta e elástica, cor castanha brilhante, comprimento superior a 40 cm não se incluido o primeiro e o último níveis foliares (1).  Classe 2: folhas de consistência variada mas suficientemente maduras, podendo apresentar defeitos ligeiros de cura e de integridade.  Classe 3: folhas grosseiras, com defeitos de cura e de integridade, mas apresentando as qualidades mínimas exigadas para a intervenção.  (1) Qualidade de referência.  (1) Qualidade de referência.  ANEXO II  Ao Anexo II do Regulamento (CEE) nº 1727/70 são aditadas as seguintes rubricas:  « TABACO EMBALADO  27. SANTAFÉ  Classe 1: folhas maduras, sãs, bem fermentadas, de cor castanha ou castanha escura, com alguns defeitos de integridade (1).  Classe 2: folhas apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à fermentação, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  Classe 3: folhas apresentando defeitos importantes no que diz respeito à maturação, à fermentação, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  28. BURLEY FERMENTADO  Classe 1: folhas maduras, sãs, bem fermentadas, de cor castanha, apresentando alguns defeitos de integridade (1).  Classe 2: folhas apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à fermentação, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  Classe 3: folhas apresentando defeitos importantes no que diz respeito à maturação, à fermentação, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  29. HAVANNA ESP  Classe 1: folhas maduras, sãs, de textura fina, com nervura central e nervuras secundárias pouco acentuadas, bem fermentadas, de cor castanha, castanha clara ou com tonalidades esverdeadas, apresentando alguns defeitos de integridade (1).  Classe 2: folhas apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à fermentação, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  Classe 3: folhas apresentando defeitos importantes no que diz respeito à maturação, à fermentação, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 1.  30. ROUND SCAFATI  Classe 1: folhas de tamanho suficiente, com boa maturação, de cor uniforme, sãs, sem defeitos importantes de integridade, de textura fina, elásticas e resistentes, com nervura central e nervuras secundárias finas, bem conservadas, com boa combustibilidade, com gosto e aromas típicos, bem fermentadas, utilizáveis para capas de charutos. Pode-se tolerar uma percentagem de cerca de 25 % de folhas não íntegras (1).  Classe 2: folhas de tamanho suficiente, com boa maturação, de cor suficientemente uniforme, sãs, de textura fina, de grão aberto, com nervura central e nervuras secundárias finas, bem conservadas, com boa combustibilidade, com gosto e aroma típicos, bem fermentadas, utilizáveis para capas de charutos. Pode-se tolerer uma percentagem de cerca de 30 % de folhas não íntegras.  Classe 3: folhas maduras, sãs, de textura fina, com nervura central e nervuras secundárias não muito acentuadas, bem fermentadas, de cor castanha, castanha-clara ou com tonalidades esverdeadas, apresentando alguns defeitos de integridade, não utilizáveis para capas de charutos mas convenientes para tripa.  Classe 4: folhas apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito à maturação, à fermentação, à integridade e às outras características enunciadas para a classe 2, não utilizáveis para capas de charutos mas convenientes para tripa.  31. VIRGINIA ESP  Classe 1: folhas com maturação suficiente, de textura aberta, com nervura central e nervuras secundárias pouco acentuadas, sãs, de cor amarela com diversas gradações de amarelo-limão a laranja (1).  Classe 2: folhas com maturação suficiente, de consistência variável, de muito delgadas a grosseiras, apresentando defeitos ligeiros de cor, tonalidades levemente variegadas, bronze ou esverdeadas, com alguns defeitos de integridade.  Classe 3: folhas de consistência variável, de textura fechada, apresentando defeitos importantes, de cor muito variegada, com tonalidades acinzentadas e castanhas, podendo apresentar defeitos graves de integridade.  32. BURLEY ESP  Classe 1: folhas com maturação suficiente, de textura aberta, com nervura central e nervuras secundárias pouco acentuadas, sãs, de cor canela nas suas diversas gradações (1).  Classe 2: folhas de consistência variável, apresentando defeitos ligeiros no que diz respeito à integridade, à cor não uniforme e às outras características enunciadas para a classe 1.  Classe 3 folhas grosseiras, de textura fechada, apresentando defeitos importantes no que diz respeito à integridade, à cor e às outras características enunciadas para a classe 1, mas aptas para conservação.  33. VIRGINIA PORT  Classe 1: folhas maduras, de textura aberta e elástica, untuosas, bem tratadas, cor amarelo-limão a laranja, brilhantes, comprimento superior a 40 cm, não se incluindo o primeiro e o último níveis foliares (1).  Classe 2: folhas de consistência variada mas suficientemente maduras, cor amarelo-limão a laranja, pouco brilhantes, podendo apresentar ligeiras tonalidades de verde, de cinzento ou de castanho e alguns defeitos de integridade.  Classe 3: folhas ligiramente imaturas ou excessivamente maduras, de textura fechada, com defeitos de curas, de integridade e de cor, mas que apresentam as qualidades mínimas exigidas para a intervenção.  34. BURLEY PORT  Classe 1: folhas maduras, de textura aberta e elástica, cor castanha brilhante, bem tratadas, comprimento superior a 40 cm, não se incluindo o primeiro e o último níveis foliares (1).  Classe 2: folhas de consistência variada mas suficientemente maduras, podendo apresentar defeitos ligeiros de cura e de integridade.  Classe 3: folhas grosseiras, com defeitos de cura e de integridade, mas que apresentam as qualidades mínimas exigidas para a intervenção.  (1) Qualidade de referência.  (1) Qualidade de referência. »  ANEXO III  Ao Anexo IV do Regulamento (CEE) nº 1727/70 são aditadas as seguintes rubricas:  1.2.3,4 //  //  //  // Número de ordem   // Variedades  // Humidade  // 1.2.3.4 //  //  // Tabaco em folha   // Tabaco embalado   //    //   //   //   // « 27   // Santafé   // 18 %  // 14 %   // 28   // Burley fermentado   // 18 %   // 14 %  // 29   // Havanna ESP   // 18 %   // 14 %   // 30   // Round Scafati   // 18 %   // 14 %   // 31   // Virginia ESP   // 16 %   // 14 %   // 32   // Burley ESP   // 18 %   // 14 %   // 33  // Virginia PORT   // 17 %   // 12,5 %   // 34   // Burley PORT   // 20 %   // 13 % »   //    //   //   //  ANEXO IV  Ao Anexo V do Regulamento (CEE) nº 1727/70 são aditadas as seguintes rubricas:  1.2.3 //  //  //  // Número de ordem   // Variedades  // Coeficiente de transformação   //    //   //   // « 27  // Santafé   // 1,220   // 28   // Burley fermentado  // 1,220   // 29   // Havanna ESP   // 1,240   // 30  // Round Scafati   // 1,240   // 31   // Virginia ESP  // 1,150   // 32   // Burley ESP   // 1,180   // 33  // Virginia PORT   // 1,125   // 34   // Burley PORT  // 1,180 »   //    //   //  ANEXO V  Ao Anexo I do Regulamento (CEE) nº 1728/70 são aditadas as seguintes rubricas:  1.2.3,6 //  //  //  // Número de ordem   // Variedades  // Classes, qualidades ou categorias e números-índices em relação à qualidade de referência  //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  // Classe 1   // Classe 2  // Classe 3   // Classe 4   //    //   //   //   //   //  // « 27   // Santafé   // 100 (1)   // 61   // 44   //   // 28   // Burley fermentado   // 100 (1)   // 65   // 44   //  // 29   // Havanna ESP   // 100 (1)   // 67   // 45   //  // 30   // Round Scafati   // 100 (1)   // 77   // 34   // 23  // 31   // Virginia ESP   // 100 (1)   // 65   // 44   //  // 32   // Burley ESP   // 100 (1)   // 65   // 44   //  // 33   // Virginia PORT   // 100 (1)   // 70   // 50   //  // 34   // Burley PORT   // 100 (1)   // 70   // 50   //   //   //   //   //   //   //  (1) Qualidade de referência. » ANEXO VI  Ao Anexo II do Regulamento (CEE) nº 1728/70 são aditadas as seguintes rubricas:  1.2.3,6 //  //  //  // Número de ordem   // Variedades  // Classes, qualidades ou categorias e números-índices em relação à qualidade de referência  //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  // Classe 1   // Classe 2  // Classe 3   // Classe 4   //    //   //   //   //   //  // « 27   // Santafé   // 100 (1)   // 61   // 44   //   // 28   // Burley fermentado   // 100 (1)   // 65   // 44   //  // 29   // Havanna ESP   // 100 (1)   // 67   // 45   //  // 30   // Round Scafati   // 100 (1)   // 77   // 34   // 23  // 31   // Virginia ESP   // 100 (1)   // 65   // 44   //  // 32   // Burley ESP   // 100 (1)   // 65   // 44   //  // 33   // Virginia PORT   // 100 (1)   // 70   // 50   //  // 34   // Burley PORT   // 100 (1)   // 70   // 50   //   //   //   //   //   //   //  (1) Qualidade de referência. »  ANEXO VII  Ao anexo do Regulamento (CEE) nº 2603/71 é completado do seguinte modo:  1.2.3 //  //  //  // Número de ordem   // Variedades  // Montante em ECUs/kg de tabaco em folha   //    //   //  // « 27   // Santafé   // 0,545   // 28   // Burley fermentado   // 0,545   // 29   // Havanna ESP   // 0,545   // 30  // Round Scafati   // 4,000   // 31   // Virginia ESP  // 0,796   // 32   // Burley ESP   // 0,741   // 33  // Virginia PORT   // 0,796   // 34   // Burley PORT  // 0,741 »   //    //   //  ANEXO VIII  Ao anexo do Regulamento (CEE) nº 2468/72 são aditados os seguintes dados:  « ESPANHA  1.2.3 // a) Centros de recolha:   // Plasencia (Cáceres) Coria (Cáceres) Jaraiz (Cáceres) Talayuela (Cáceres) Navalmoral (Cáceres) Jarandilla (Cáceres) Candeleda (Ávila) Talavera (Toledo) Don Benito (Badajóz)   // Mérida (Badajóz) La Rinconada (Sevilla) Granada Albal (Valencia) Rotglá (Valencia) Pamplona (Navarra) Carracedelo (León) Salcedo (Pontevedra) Gijón (Asturias)   // b) Centros de transformação e de armazenamento:   // Plasencia (Cáceres) Coria (Cáceres) Jaraiz (Cáceres) Talayuela (Cáceres) Navalmoral (Cáceres) Jarandilla (Cáceres) Candeleda (Ávila) Talavera (Toledo) Don Benito (Badajóz)   // La Rinconada (Sevilla) Granada Albal (Valencia) Pamplona (Navarra) Mérida (Badajóz) Rotglá (Valencia) Carrecedelo (Léon) Salcedo (Pontevedra) Gijón (Asturias)  // PORTUGAL   //   //   // a) Centro de recolha:   // Anadia Tentúgal Guia Pombal Batalha Miranda do Corvo Alvaiázere Fundão Idanha Ponte de Sor Avis Mora Monte Couço   // Águas Belinhas Monte da Barca Lavre Campo Maior Bemposta Grândola Rio Frio Mirandela Braga Coruche São Miguel (Açores) Terceira (Açores)  // b) Centro de transformação e de armazenamento:   // Coruche São Miguel (Açores)   // Terceira (Açores). »  ANEXO IX  « ANEXO  LIMITES DE TOLERÂNCIA EM PERCENTAGEM DE PESO LÍQUIDO  1. Tabaco comprado em folha pelo organismo de intervenção  1.2 //  //  // Variedades  // No decorrer do ano de compra  //    //   // Dark, air-cured   //   // (1, 4, 5, 6, 11, 12, 27, 28, 29)   // 8 %   // Fire-cured   //   // (10)   // 8 %  // Tabacos especiais   //   // (16, 30)   // 8 %   // Light, air cured   //   // (2, 8, 9, 25, 32, 34)   // 5 %  // Flue-cured   //   // (3, 7, 26, 31, 33)   // 5 %  // Sun-cured   //   // (13, 14, 15, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24)   // 8 %   //    //  2. Tabaco comprado embalado pelo organismo de intervenção  1.2.3 //  //  //  // Variedades  // No decorrer do ano de compra   // No decorrer dos anos seguintes   //    //   //  // Dark, air-cured   //   //   // (1, 4, 5, 6, 11, 12, 27, 28, 29)   // 1,5 %   // 0,7 %   // Fire-cured   //   //   // (10)  // 1,5 %   // 0,7 %   // Tabacos especiais   //   //   // (16, 30)   // 1,5 %   // 0,7 %   // Light, air cured   //   //  // (2, 8, 9, 25, 32, 34)   // 1,0 %   // 0,6 %   // Flue-cured   //   //   // (3, 7, 26, 31, 33)   // 1,0 %   // 0,8 %  // Sun-cured   //   //   // (13, 14, 15)   // 1,0 %   // 0,6 %   // (17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24)   // 2,0 %   // 1,0 % »  //    //   //  ANEXO X  Ao anexo do Regulamento (CEE) nº 410/76 são aditadas as seguintes rubricas:  1.2.3 //  //  //  // « Número de ordem   // Variedades  // Perdas máximas de peso (em percentagem do peso líquido de tabaco em folha)   //    //   //   // 27   // Santafé   // 21  // 28   // Burley fermentado   // 21   // 29   // Havanna ESP  // 23   // 30   // Round Scafati   // 22   // 31   // Virginia ESP   // 16   // 32   // Burley ESP   // 18   // 33  // Virginia PORT   // 14   // 34   // Burley PORT   // 17 »  //    //   //