CELEX: 31994D0546
Language: pt
Date: 1993-12-16 00:00:00
Title: 94/546/CE: Decisão da Comissão de 16 de Dezembro de 1993 relativa à concessão de uma contribuição do instrumento financeiro de coesão para o conjunto de fases de projecto de rede de esgotos e estação de tratamento biológico do município de Kolindros (93/09/61/015), de rede de esgotos e estação de tratamento biológico em Orestiada (93/09/61/017), de ordenamento do local de enterramento de detritos do sector oriental de Salónica (93/09/61/035), de gestão dos detritos do município de Patras (93/09/61/039) e de instalações de tratamento de efluentes da cidade de Ptolemaida (93/09/61/054), na Grécia - nº FC: 93/09/61/015 - 93/09/61/017 - 93/09/61/035 - 93/09/61/039 - 93/09/61/054 - (Apenas faz fé o texto em língua grega)

Avis juridique important

|

31994D0546

94/546/CE: Decisão da Comissão de 16 de Dezembro de 1993 relativa à concessão de uma contribuição do instrumento financeiro de coesão para o conjunto de fases de projecto de rede de esgotos e estação de tratamento biológico do município de Kolindros (93/09/61/015), de rede de esgotos e estação de tratamento biológico em Orestiada (93/09/61/017), de ordenamento do local de enterramento de detritos do sector oriental de Salónica (93/09/61/035), de gestão dos detritos do município de Patras (93/09/61/039) e de instalações de tratamento de efluentes da cidade de Ptolemaida (93/09/61/054), na Grécia - nº FC: 93/09/61/015 - 93/09/61/017 - 93/09/61/035 - 93/09/61/039 - 93/09/61/054 - (Apenas faz fé o texto em língua grega)  

Jornal Oficial nº L 218 de 23/08/1994 p. 0172 - 0181

DECISÃO DA COMISSÃO de 16 de Dezembro de 1993 relativa à concessão de uma contribuição do instrumento financeiro de coesão para o conjunto de fases de projecto de rede de esgotos e estação de tratamento biológico do município de Kolindros  (93/09/61/015), de rede de esgotos e estação de tratamento biológico em Orestiada (93/09/61/017), de ordenamento do local de enterramento de detritos do sector oriental de Salónica (93/09/61/035), de gestão dos detritos do município de Patras  (93/09/61/039) e de instalações de tratamento de efluentes da cidade de Ptolemaida (93/09/61/054), na Grécia Nº FC: 93/09/61/015 93/09/61/017 93/09/61/035 93/09/61/039 93/09/61/054 (Apenas faz fé o texto em língua grega) (94/546/CE)A COMISSÃO  DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia,  Tendo em conta o Regulamento (CEE) nº 792/93 do Conselho, de 30 de Março de 1993, que institui um instrumento financeiro de coesão (1), e, nomeadamente, o nº 6 do seu artigo 8º,  Considerando que o artigo 1º do Regulamento (CEE) nº 792/93 institui um instrumento financeiro de coesão através do qual a Comunidade efectuará contribuições financeiras para projectos nos domínios do ambiente e das redes transeuropeias de transportes;   Considerando que, nos termos do nº 3 do artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93, determinadas disposições dos títulos VI e VII do Regulamento (CEE) nº 4253/88 do Conselho, de 19 de Dezembro de 1988, que estabelece as disposições de aplicação do  Regulamento (CEE) nº 2052/88 no que respeita à coordenação entre as intervenções dos diferentes fundos estruturais, por um lado, e entre estas e as do Banco Europeu de Investimento e dos outros instrumentos financeiros existentes, por outro (2),  alterado pelo Regulamento (CEE) nº 2082/93 (3), são aplicáveis, com as necessárias adaptações;  Considerando que o Regulamento (CEE) nº 792/93 define, no seu artigo 2º, o tipo de acções cuja realização pode ser apoiada pelo instrumento financeiro de coesão;  Considerando que o artigo 10º do Regulamento (CEE) nº 792/93 prevê que os Estados-membros garantam que seja dada a devida publicidade às intervenções do instrumento financeiro; que as medidas adequadas constam do anexo V;  Considerando que por «projecto» deve igualmente entender-se «conjunto de fases de projecto».  Considerando que a Grécia apresentou, em 2 de Julho de 1993, um pedido de contribuição do instrumento financeiro de coesão para o conjunto de fases de projecto de rede de esgotos e estação de tratamento biológico do município de Kolindros  (93/09/61/015), de rede de esgotos e estação de tratamento biológico em Orestiada (93/09/61/017), de ordenamento do local de enterramento de detritos do sector oriental de Salónica (93/09/61/035), de gestão dos detritos do município de Patras  (93/09/61/039) e de instalações de tratamento de efluentes da cidade de Ptolemaida (93/09/61/054);  Considerando que o pedido de contribuição diz respeito a um projecto elegível em conformidade com os critérios enunciados no artigo 2º do Regulamento (CEE) nº 792/93;  Considerando que o pedido de contribuição inclui todas as informações previstas no nº 4 do artigo 8º e satisfaz os critérios fixados nos nºs 3 e 5 do artigo 8º do Regulamento (CEE) nº 792/93;  Considerando que o projecto contribui para a realização dos objectivos do artigo 130ºS do Tratado;  Considerando que, em conformidade com o disposto no nº 1 do artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93, foram definidas, em termos técnicos e financeiros, as diversas fases do projecto para efeitos de concessão de um apoio pelo instrumento financeiro de  coesão;  Considerando que o Regulamento Financeiro, de 21 de Dezembro de 1977, aplicável ao orçamento geral das Comunidades Europeias (4), com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (Euratom, CECA, CEE) nº 610/90 do Conselho (5), prevê, no seu  artigo 1º, que as obrigações jurídicas contraídas para acções cuja realização se estenda por mais de um exercício incluam uma data limite de execução que deve ser precisada relativamente ao Estado-membro, na forma adequada, aquando da concessão da  ajuda;  Considerando que a Comissão e o Estado-membro assegurarão, em conformidade com o disposto no artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 702/93, a avaliação e o acompanhamento sistemático do projecto;  Considerando que dos anexos III e IV da presente decisão constam as normas de execução financeiras, de acompanhamento e de avaliação, cuja inobservância pode ocasionar a suspensão ou redução da contribuição, nos termos do nº 3 do artigo 9º do  Regulamento (CEE) nº 792/93 e de acordo com o disposto no anexo VI;  Considerando que todas as demais condições exigidas se encontram satisfeitas,  ADOPTOU A PRESENTE DECISÃO:   Artigo 1º 1. É aprovado, para o período de 1 de Janeiro de 1993 a 31 de Março de 1994, o conjunto de fases de projecto de rede de esgotos e estação de tratamento biológico do município de Kolindros (93/09/61/015), de rede de esgotos e estação de tratamento  biológico em Orestiada (93/09/61/017), de ordenamento do local de enterramento de detritos do sector oriental de Salónica (93/09/61/035), de gestão dos detritos do município de Patras (93/09/61/039) e de instalações de tratamento de efluentes da cidade  de Ptolemaida (93/09/61/054), na Grécia, descrito no anexo I.  2. Para efeitos da aplicação da presente decisão, por «projecto» entende-se igualmente «fase de projecto».   Artigo 2º 1. A despesa máxima elegível a título da presente decisão é de 5 259 000 ecus.  2. A taxa do apoio comunitário concedido ao projecto é fixada em 85 %.  3. O montante máximo da contribuição do instrumento financeiro de coesão é de 4 470 150 ecus.  4. A contribuição é autorizada no orçamento para 1993.   Artigo 3º 1. A contribuição comunitária basear-se-á no plano financeiro estabelecido para o projecto, conforme previsto no anexo II.  2. As autorizações e os pagamentos do apoio comunitário concedido ao projecto processar-se-ao em conformidade com o disposto no artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93, conforme previsto no anexo III.  3. O montante do primeiro adiantamento é de 2 274 600 ecus.   Artigo 4º 1. O apoio comunitário incidirá nas despesas relativas ao projecto relativamente às quais tenham sido adoptadas normas vinculativas na Grécia e a cujos trabalhos, a realizar o mais tardar até 31 de Março de 1994, tenham sido especificamente afectados os  recursos financeiros necessários.  2. As despesas realizadas antes de 1 de Janeiro de 1993 não são consideradas elegíveis para a contribuição do instrumento financeiro de coesão.  3. As despesas relativas ao projecto devem ser realizadas, o mais tardar, doze meses após a data referida no nº 1.   Artigo 5º 1. O projecto deve ser executado em conformidade com as políticas comunitárias, nomeadamente com os artigos 7º, 30º, 52º e 59º do Tratado, e com a legislação comunitária, nomeadamente as directivas comunitárias relativas à coordenação dos processos de  adjudicação de contratos de obras.  2. A presente decisão não prejudica o direito de a Comissão iniciar processos de infracção ao abrigo do artigo 169º do Tratado.   Artigo 6º Serão assegurados o acompanhamento e a avaliação sistemática do projecto, de acordo com o disposto no anexo IV.   Artigo 7º O Estado-membro em causa certificar-se-á de que ao projecto será dada a devida publicidade, em conformidade com o disposto no anexo V.   Artigo 8º Os anexos constituem parte integrante da presente decisão.   Artigo 9º A não observância do disposto na presente decisão e nos seus anexos pode ocasionar a redução ou a suspensão do apoio, em conformidade com o anexo VI.   Artigo 10º A República Helénica é a destinatária da presente decisão.  Feito em Bruxelas, em 16 de Dezembro de 1993.  Pela Comissão Peter SCHMIDHUBER Membro da Comissão  (1) JO nº L 79 de 1. 4. 1993, p. 74.(2) JO nº L 374 de 31. 12. 1988, p. 1.(3) JO nº L 193 de 31. 7. 1993, p. 20.(4) JO nº L 356 de 31. 12. 1977, p. 1.(5) JO nº L 70 de 16. 3. 1990, p. 1.    ANEXO I   FICHA SINÓPTICA  1. Título do projecto - rede de esgotos e estação de tratamento biológico do município de Kolindros,  - rede de esgotos e estação de tratamento biológico em Orestiada,  - ordenamento do local de enterramento de detritos do sector oriental de Salónica,  - gestão dos detritos do município de Patras,  - instalações de tratamento de efluentes da cidade de Ptolemaida.  2. Organismo responsável pelo pedido 2.1. Nome: Ministério da Economia, Direcção-Geral dos Investimentos Públicos e de Desenvolvimento 2.2. Endereço: Platia Syntagma, 101 80 Atenas 3. Entidade responsável pela execução do projecto 3.1. Nome: Ministério dos Assuntos Internos 3.2. Endereço: Stadiou 27, Atenas 4. Localização 4.1. Estado-membro: Grécia 4.2. Regiões: Macedónia Central, Macedónia Oriental e Trácia, Grécia Ocidental, Macedónia Ocidental.  5. Descrição sucinta do projecto 93/09/61/015:  Rede de esgotos e estação de tratamento biológico do município de Kolindros.  A fase actual do projecto prevê:  - a construção de uma rede de esgotos de 4 000 metros com condutas em plástico,  - o início da construção das instalações de tratamento de efluentes.  O projecto global prevê:  - construção de uma rede de esgotos de 23 600 metros com condutas em plástico, construção de 3 000 metros de condutas em cimento para a recolha de águas pluviais,  - construção de instalações de tratamento de efluentes capazes de satisfazer as necessidades de 8 300 habitantes.  93/09/61/017:  Rede de esgotos e estação de tratamento biológico em Orestiada.  A fase actual do projecto prevê a construção de uma rede de esgotos de 5 000 metros e de condutas para as águas pluviais de 500 metros.  O projecto global prevê:  - a construção de uma rede de esgotos de 32 700 metros com condutas em amianto e de 20 950 metros com condutas em plástico, construção de uma rede de condutas em cimento de 2 200 metros para a recolha de águas pluviais, com cobertura em mosaico em 4 500  metros,  - a construção de instalações de tratamento de efluentes capazes de satisfazer as necessidades de 35 000 habitantes, com possibilidade de estendê-la até 50 000.  93/09/61/035:  Ordenamento do local de enterramento de detritos do sector oriental de Salónica.  A fase actual do projecto prevê obras de infra-estruturas e trabalhos da recuperação da paisagem numa área de 16 hectares.  O projecto global prevê:  - construção de infra-estruturas do novo local de enterramento de detritos (XYTA) numa área de 30 hectares e fornecimento de equipamento mecânico,  - construção de uma estrada de acesso ao local para descarga de detritos,  - trabalhos de recuperação e regeneração do espaço natural da antiga instalação de enterramento.  93/09/61/039:  Gestão dos detritos do município de Patras.  A fase actual do projecto prevê a construção de uma parte das infra-estruturas, o fornecimento de equipamento mecânico e trabalhos de recuperação da antiga instalação de descarga.  O projecto global prevê:  - a construção de infra-estruturas do novo local de enterramento de detritos (XYTA) numa área de 403 750 m2, obras de melhoramento, fornecimento de equipamento mecânico e algumas obras de construção,  - construção de uma estrada de acesso ao novo local de descarga de detritos,  - trabalhos de recuperação da paisagem da antiga instalação de descarga.  93/09/61/054:  Instalações de tratamento de efluentes de cidade de Ptolemaida.  A fase actual do projecto prevê a conclusão do equipamento das instalações de tratamento de efluentes de Ptolemaida.  O projecto global prevê a construção de uma rede de esgotos de 30 500 metros com condutas em plástico e de 20 000 metros com condutas em cimento para a recolha de águas pluviais nas regiões circundantes da cidade Ptolemaida, construção de colectores  centrais de esgotos de 8 300 metros para a ligação a Komanos e conclusão das instalações de tratamento de efluentes de Ptolemaida capazes de satisfazer as necessidades de 35 000 habitantes.  6. Objectivos Conclusão e ligação das redes às instalações de depuração, redução da poluição, valorização dos locais, recuperação da paisagem das antigas instalações de descarga, criação de espaços verdes, melhoramento do espaço circundante, melhoramento da saúde  pública.  7. Calendário  """ ID="1""" ID="1""" ID="1">Janeiro de 1993 > ID="2">Março de 1994 "> ID="1"""8. Análise económica Utilidade pública 9. Avaliação de impacte ambiental Importante redução da poluição.  Quanto aos projectos 93/09/61/015-017, devem ser respeitadas as condições previstas nas decisões 68051/27. 8. 93 e 67517/29. 9. 93 do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e das Obras Públicas.  10. Custos totais 5,259 milhões de ecus Contribuição comunitária 4,470 milhões de ecus São elegíveis as despesas efectuadas depois de 1 de Janeiro de 1993.  11. As especificações técnicas do projecto devem estar em conformidade com as disposições da Directiva 91/271/CEE do Conselho (1).   (1) JO nº L 135 de 30. 5. 1991, p. 40.    ANEXO II    PLANO DE FINANCIAMENTO  "Projecto: 93/09/61/015 93/09/61/017 93/09/61/035 93/09/61/039 93/09/61/054 "(em milhares de ecus) >Ano (1)""> ID="1">4 014 > ID="2">4 014 > ID="3">100 > ID="4">3 411 > ID="5">85 > ID="6">603 > ID="7">15 > ID="8">603 "> ID="1">1 245 > ID="2">1 245  > ID="3">100 > ID="4">1 059 > ID="5">85 > ID="6">186 > ID="7">15 > ID="8">186 > ID="9""" ID="1""" ID="1">5 259 > ID="2">5 259 > ID="3">100 > ID="4">4 470 > ID="5">85 > ID="6">789 > ID="7">15 > ID="8">789 ""> (1) Custo total elegível do projecto.    ANEXO III   DISPOSIÇÕES DE APLICAÇÃO FINANCEIRAS  1. As disposições financeiras do artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93 são aplicadas do seguinte modo:  Contribuição comunitária 2. A contribuição comunitária é fixada em percentagem das despesas elegíveis. Se as despesas elegíveis efectivamente realizadas diferirem das despesas inicialmente previstas, a contribuição comunitária concedida variará em conformidade, sem que possa,  todavia, ser superior ao montante máximo indicado na decisão. A modificação da taxa de contribuição comunitária ou dos montantes máximos da contribuição comunitária concedida exige uma modificação da decisão de acordo com o processo previsto no ponto  12.  Autorizações e pagamentos 3. O Estado-membro compromete-se a assegurar que, relativamente ao projecto objecto da presente decisão, todas as instâncias públicas ou privadas envolvidas na gestão e execução desse projecto manterão um sistema contabilístico separado ou uma  codificação contabilística adequada de todas as transacções conexas, o que facilitará a verificação das despesas pelas autoridades de controlo nacionais e comunitárias.  4. As autorizações orçamentais e os pagamentos serão efectuados em conformidade com o disposto nos nºs 4, 5 e 6 do artigo 9º do Regulamento (CEE) nº 792/93.  5. Todos os pagamentos do apoio concedido pela Comissão ao abrigo da presente decisão serão efectuados à autoridade designada pelo Estado-membro, a qual será igualmente responsável pelo reembolso à Comissão de quaisquer montantes pagos em excesso. Os  pagamentos serão depositados numa única conta bancária, a indicar pelo Estado-membro. Os pagamentos são efectuados pela Comissão, em regra geral, o mais tardar dois meses após recepção de um pedido válido.  6. O Estado-membro velará por que os pedidos de pagamento e as declarações de despesas efectivamente realizadas sejam apresentados, tanto quanto possível, de acordo com o plano de financiamento, que inclui o calendário previsional das despesas, anexo à  presente decisão, ou eventualmente alterado de acordo com os processos previstos nos pontos 12 e 13.  7. Em conformidade com o artigo 22º do Regulamento (CEE) nº 4253/88 do Conselho, todas as autorizações e pagamentos serão efectuados em ecus.  8. As declarações de despesas que acompanham os pedidos de pagamento correspondentes são efectuadas em ecus ou em moeda nacional.  9. Os Estados-membros que apresentem as suas declarações de despesas em ecus converterão em ecus os montantes das despesas realizadas em moeda nacional com recurso à taxa em vigor no mês em que estas despesas tenham sido registadas na contabilidade das  autoridades responsáveis pela gestão financeira dos projectos. Para o efeito, a Comissão informará mensalmente os Estados-membros da taxa aplicável.  10. As declarações de despesas em moeda nacional serão convertidas em ecus com recurso à taxa em vigor no mês da sua recepção pela Comissão.  Devolução de fundos pagos indevidamente 11. Qualquer montante indevidamente recebido e que deve ser objecto de devolução deve ser reembolsado à Comissão pela autoridade designada referida no ponto 5. Nos termos do nº 3 do artigo 24º do Regulamento (CEE) nº 4253/88 do Conselho, os montantes  não reembolsados poderão ser acrescidos de juros de mora. Se, por qualquer razão, a referida autoridade não efectuar o reembolso de um montante devido à Comunidade, o Estado-membro em questão procederá ao reembolso desse montante à Comissão.  Processo de alteração da decisão do projecto 12. Qualquer alteração da decisão será efectuada de acordo com os seguintes processos:  a) As alterações que impliquem uma modificação substancial dos objectivos ou das características dos projectos, o aumento ou a redução da taxa de financiamento praticada ou do montante máximo do apoio ou uma modificação substancial do plano de  financiamento e do calendário previsional das despesas são objecto de uma decisão da Comissão, a pedido do Estado-membro ou por iniciativa da Comissão;  b) No que se refere às demais alterações, o Estado-membro transmitirá à Comissão uma proposta de alteração. A Comissão comunicará as suas observações ou o seu acordo nos 20 dias úteis seguintes à recepção da proposta. As alterações serão adoptadas após  o acordo da Comissão.  13. Considera-se alteração não substancial do plano de financiamento e do calendário previsional das despesas qualquer alteração que implique uma variação das despesas anuais previstas inferior a 10 % das despesas totais previstas para o projecto.  Processo de encerramento do projecto 14. Os prazos para o cumprimento das obrigações jurídicas decorrentes desta decisão e para efectuar os pagamentos são os referidos no artigo 4º da decisão. Estes prazos podem ser prorrogados, antes do seu termo, e de acordo com o processo previsto na  alínea b) do ponto 12, desde que a prorrogação não seja superior a um ano. Para o efeito, o Estado-membro transmitirá à Comissão uma proposta de alteração acompanhada de informações que justifiquem tal alteração. Sempre que a prorrogação exceda um ano,  é aplicável o processo previsto na alínea a) do ponto 12.  15. Na ausência de prorrogação do prazo, não serão tidas em consideração, para fins de contribuição do instrumento financeiro, as despesas efectuadas depois das datas indicadas no artigo 4º Outras disposições 16. O segundo pagamento, bem como os pagamentos seguintes, fica condicionado ao cumprimento das disposições referidas no ponto 11 do anexo I da presente decisão.     ANEXO IV   ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO  1. A instância nacional responsável pela execução ficará encarregada do acompanhamento e da avaliação dos projectos. A fim de desempenhar esta missão, o Estado-membro pode solicitar à Comissão uma contribuição comunitária a  título de medidas de apoio técnico.  A. Acompanhamento 2. Por acompanhamento entende-se um sistema de informação sobre o desenrolar da execução do projecto. O acompanhamento recorrerá a indicadores financeiros e, se for caso disso, físicos que permitam comparar a realização efectiva do projecto com o plano  de financiamento constante do anexo II e o calendário de execução constante do anexo I.  3. O acompanhamento da execução dos projectos é efectuado através:  - do comité instituído, pelo Estado-membro em causa,  - de relatórios,  - de controlos por amostragem.  Comité de acompanhamento 4. O comité de acompanhamento instituído para os projectos financiados pelo instrumento financeiro de coesão na Grécia fica encarregado de acompanhar o projecto objecto da presente decisão. A sua missão consiste em, regularmente, verificar o  adiantamento da sua execução e propor, se for caso disso, as adaptações necessárias.  A composição, incluindo a nomeação do presidente, o funcionamento e a periodicidade das reuniões do comité de acompanhamento serão decididos, de comum acordo, pelo Estado-membro e pela Comissão, o mais tardar três meses após a aprovação do primeiro  projecto na Grécia.  5. As competências do comité são:  a) Acompanhar a execução do projecto, velar por que este atinja os objectivos fixados e por que a sua execução respeite o plano inicialmente estabelecido;  b) Emitir parecer sobre os projectos de relatórios de execução anuais referidos no ponto 6;  c) Emitir parecer sobre as adaptações e alterações do projecto;  d) Garantir a publicidade do projecto;  e) Assegurar o respeito das políticas comunitárias, em especial a do ambiente;  f) Decidir, de comum acordo entre a Comissão e o Estado-membro, qualquer responsabilidade adicional do comité;  Os documentos necessários para as reuniões do comité de acompanhamento estarão, em princípio, disponíveis com três semanas de antecedência.  Relatórios 6. Em conformidade com o nº 4 do artigo 25º do Regulamento (CEE) nº 4253/88, devem ser elaborados, relativamente ao projecto objecto da presente decisão, um relatório anual para cada ano completo de execução e um relatório final.  O primeiro relatório anual relativo ao projecto será apresentado à Comissão, pela autoridade competente, o mais tardar 15 meses após a adopção da decisão que aprova o projecto. O relatório incluirá os seguintes elementos:  - descrição dos progressos registados,  - análise das diferenças em relação ao plano de execução inicial,  - indicação dos principais problemas surgidos e das medidas tomadas para os solucionar.  Com base nas informações contidas nos relatórios anuais, a Comissão e o Estado-membro podem proceder, se for caso disso, à revisão do plano financeiro do projecto e à sua adaptação.  O relatório final, a apresentar seis meses após a conclusão material do projecto, deve dar conta dos trabalhos realizados, da sua conformidade com a decisão de aprovação do projecto, e efectuar uma primeira apreciação das possibilidades de alcançar os  resultados previstos.  O pagamento do saldo da contribuição comunitária ficará subordinado à aprovação do relatório final.  Controlo 7. Em conformidade com o nº 2 do artigo 23º do Regulamento (CEE) nº 4253/88, tanto o Estado-membro como a Comissão podem proceder a controlos. O Estado-membro e a Comissão trocarão, de imediato, todas as informações pertinentes sobre os resultados  destes controlos.  8. Durante os três anos seguintes ao último pagamento relativo ao projecto, a autoridade responsável pela execução manterá à disposição da Comissão todos os documentos comprovativos das despesas efectuadas.  9. O Estado-membro manterá à disposição da Comissão todos os relatórios nacionais adequados relativos aos controlos efectuados.  B. Avaliação 10. A pedido do Estado-membro ou por iniciativa da Comissão, pode proceder-se a uma avaliação do projecto durante a sua execução, a fim de apreciar a sua conformidade com os objectivos inicialmente definidos e de apresentar propostas de adaptação que  tenham em conta os problemas surgidos durante a execução. O comité de acompanhamento terá em conta a referida avaliação.  11. Após a conclusão do projecto, pode ser realizada, por um avaliador nomeado, de comum acordo, pelo Estado-membro e pela Comissão, uma avaliação a posteriori do impacte do projecto.     ANEXO V   INFORMAÇÃO E PUBLICIDADE  O Estado-membro em causa deve dar a conhecer ao público o papel desempenhado pela Comunidade no financiamento do projecto. Para o efeito, devem ser previstas as seguintes medidas:  - o projecto deve ser assinalado por diversos painéis de dimensões adequadas, a decidir por comum acordo entre o Estado-membro e a Comissão. Estes painéis deverão indicar que o projecto em causa é financiado pelo Fundo de Coesão das Comunidades  Europeias, a uma taxa de 85 %. Símbolos apropriados de identificação das Comunidades Europeias deverão ser usados em todos os painéis,  - o Estado-membro em causa deve assegurar que o projecto seja publicitado através dos meios apropriados, em especial através dos meios de comunicação audiovisuais disponíveis. Esta publicidade deve referir os objectivos e medidas do projecto, bem como  os benefícios que dele decorrerão para o público,  - o Estado-membro em causa deve colocar brochuras, folhetos e outras fontes de informação à disposição do público. O Estado-membro deverá recorrer aos canais da Comunidade para a distribuição dessas brochuras e folhetos,  - o Estado-membro em causa deve facultar, desde o início, o acesso transparente e sem restrições às informações apropriadas sobre o projecto, solicitadas pelo público. No domínio dos projectos ambientais, deve ser respeitada a Directiva 90/313/CEE do  Conselho (1).  O Estado-membro em causa consultará a Comissão, nos dois meses seguintes à adopção da presente decisão, sobre as iniciativas a empreender neste domínio. O Estado-membro apresentará ainda um relatório anual à Comissão sobre as acções de informação e de  publicidade empreendidas.     ANEXO VI   OBSERVÂNCIA DAS CONDIÇÕES DA DECISÃO E DAS POLÍTICAS COMUNITÁRIAS  1. O Estado-membro e os beneficiários garantirão a utilização do financiamento comunitário para os fins previstos.  2. No caso de a Comissão considerar que em relação a um dado projecto, esta obrigação ou outras disposições da decisão ou das políticas comunitárias não foram ou não estão a ser observadas, a Comissão procederá a uma análise adequada do caso,  solicitando nomeadamente ao Estado-membro ou às outras autoridades por ele designadas para a execução do projecto que apresentem as suas observações num determinado prazo.  Após esta análise, a Comissão pode suspender o pagamento do financiamento comunitário. Neste caso, a Comissão notifica a autoridade responsável pela execução do projecto no Estado-membro. Da carta de notificação constarão igualmente as medidas a tomar  em relação à parte do financiamento comunitário já paga para o projecto.  3. No que se refere aos projectos relativamente aos quais já tenham sido tomadas as medidas supramencionadas, os pagamentos em curso, bem como os remanescentes, serão considerados total ou parcialmente suspensos, até que a Comissão tenha garantias de  que foram tomadas todas as medidas necessárias para remediar a situação.  4. Se o exame revelar que as disposições da decisão e das políticas comunitárias não foram respeitadas e que as medidas necessárias para remediar a situação não foram tomadas, o apoio será reduzido ou cancelado. Quanto à recuperação dos montantes  indevidamente pagos, ver ponto 11 do anexo III.   (1) JO nº L 158 de 23. 6. 1990, p. 56.