CELEX: 62005TJ0007
Language: pt
Date: 2006-12-12 00:00:00
Title: Acórdão do Tribunal de Primeira Instância (Segunda Secção) de 12 de Dezembro de 2006. # Comissão das Comunidades Europeias contra Parthenon AE Oikodomikon - Technikon - Touristikon - Viomichanikon - Emporikon kai Exagogikon Ergasion. # Cláusula compromissória - Quarto programa-quadro de actividades em matéria de investigação, desenvolvimento tecnológico e demonstração - Restituição de quantias adiantadas. # Processo T-7/05.

Acórdão do Tribunal de Primeira Instância (Segunda Secção) de 12 de Dezembro de 2006 – Comissão/Parthenon
      (Processo T‑7/05)
      «Cláusula compromissória – Quarto programa‑quadro de actividades em matéria de investigação, desenvolvimento tecnológico e demonstração – Restituição de quantias adiantadas»
      Tramitação processual – Recurso ao Tribunal de Primeira Instância com fundamento em cláusula compromissória (Artigo 238.º CE; Decisão n.º 1110/94
         do Parlamento Europeu e do Conselho nº 1110/94) (cf. n.os 73‑92, 94‑107)
      
      Objecto
      
         
               Acção proposta nos termos do artigo 238.º CE, destinada a obter a restituição de quantias adiantadas ao abrigo do contrato
                  FAIR‑CT98-9544, rescindido pela Comissão pelo facto de a demandada não ter cumprido as suas obrigações contratuais.
               
            Parte decisória
      1)         A demandada, Parthenon AE Oikodomikon – Technikon – Touristikon – Viomichanikon – Emporikon kai Exagogikon Ergasion, é condenada
         a pagar à Comissão o montante de 154 383,53 EUR, acrescido de juros à taxa fixada pelo Banco Central Europeu para as principais
         operações de financiamento, acrescidos de um ponto e meio relativo ao período de 31 de Julho a 31 de Dezembro de 2002 e de
         dois pontos a partir de 1 de Janeiro de 2003 até ao pagamento integral.
      
      2)         A acção é julgada improcedente quanto ao resto.
      3)         A Comissão é condenada num terço da suas próprias despesas e num terço das despesas da demandada, sendo esta condenada em
         dois terços das suas próprias despesas assim como em dois terços das despesas da Comissão.