CELEX: 51989PC0653(01)
Language: pt
Date: 1990-01-31
Title: PROPOSTA DE DIRECTIVA DO CONSELHO RELATIVA AS VIDRACAS DE SEGURANCA E AOS MATERIAIS PARA VIDRACAS DESTINADAS A PARA-BRISAS OU OUTRAS VIDRACAS OU DESTINADAS A PAINEIS DE SEPARACAO NOS VEICULOS A MOTOR E SEUS REBOQUES

12. 4. 90                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                     N? C 95/1
                                                                II
                                                      (Actos preparatórios)
                                                      COMISSÃO
              Proposta de directiva do Conselho relativa às vidraças de segurança e aos materiais para vidraças
              destinadas a pára-brisas ou outras vidraças ou destinadas a painéis de separação nos veículos a motor e
                                                          seus reboques
                                                 COM(89)6S3 final — SYN 236
                                   (Apresentada pela Comissão em 12 de Fevereiro de 1990)
                                                          (90/C95/01)
O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,                                Considerando que uma regulamentação relativa às vidraças
                                                                     de segurança inclui não só prescrições relativas ao respectivo
Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade                   fabrico mas também relativas à respectiva instalação nos
Económica Europeia e, nomeadamente, o seu artigo                     veículos;
100?A,
                                                                     Considerando que, através de um processo harmonizado de
Tendo em conta a proposta da Comissão,                               homologação das vidraças de segurança, cada Estado-mem-
                                                                     bro está em condições de verificar o respeito das prescrições
                                                                     comuns de fabrico e de ensaios e de informar os outros
Em cooperação com o Parlamento Europeu,                              Estados-membros da verificação feita através do envio de
                                                                     uma cópia da ficha de homologação estabelecida para cada
Tendo em conta o parecer do Comité Económico e                       tipo de vidraça de segurança; que, pela aposição de uma
Social,                                                              marca de homologação CEE em qualquer vidraça de segu-
                                                                     rança em conformidade com o tipo homologado, deixa de se
                                                                     justificar um controlo técnico dessas vidraças nos outros
Considerando que importa adoptar as medidas destinadas a             E stados-membros;
estabelecer progressivamente o mercado interno durante um
período que termina em 31 de Dezembro de 1992; que o
mercado interno compreende um espaço sem fronteiras                  Considerando que, no que diz respeito aos pára-brisas, o
internas no qual a livre circulação das mercadorias, das             aspecto da segurança apresenta uma importância crucial
pessoas, dos serviços e dos capitais é assegurada;                   dado que são susceptíveis, mais que as outras vidraças, de
                                                                     serem submetidos a choques violentos quer no caso de
                                                                     colisões quer no caso de choques externos, e de estarem assim
Considerando que as prescrições relativas às vidraças de
                                                                     na origem de graves acidentes corporais; que as soluções a
segurança diferem de um Estado-membro para outro; que
                                                                     reter, visando simultaneamente a aproximação das legisla-
daí resulta a necessidade de que sejam adoptadas as mesmas
                                                                     ções dos Estados-membros cuja disparidade cria entraves ao
prescrições por todos os Estados-membros, quer em comple-
                                                                     comércio, devem ter em conta as exigências da segurança da
mento quer em substituição das suas regulamentações
                                                                     circulação rodoviária e da necessidade da sua melhoria;
actuais, tendo em vista, nomeadamente, permitir a aplica-
ção, para cada modelo de veículo, do processo de recepção
CEE que é objecto da Directiva 70/156/CEE do Conselho,               Considerando que a Directiva 70/156/CEE fixa, no seu
de 6 de Fevereiro de 1970, relativa à aproximação das                artigo 13?, o processo para adaptar as disposições dos seus
legislações dos Estados-membros respeitantes à recepção dos          anexos ao progresso técnico; que o progresso da técnica
veículos a motor e seus reboques ('), com a última redacção          torna todavia necessária uma pronta adaptação das prescri-
que lhe foi dada pela Directiva 87/403/CEE (2);                      ções técnicas definidas pelas directivas específicas; que, para
                                                                     simplificar e acelerar o processo, convém confiar essa tarefa à
(') JO n? L 42 de 23. 2. 1970, p. 1.                                 Comissão; que, em todos os casos em que o Conselho confere
(2) JO n? L 220 de 8. 8. 1987, p. 44.                                à Comissão competência para a execução das regras estabe-
 ---pagebreak--- N? C 95/2                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                     12. 4. 90
lecidas no sector dos veículos a motor, é oportuno prever um      o tipo homologado seja assegurada. As autoridades compe-
processo de consulta prévia entre a Comissão e os Esta-           tentes desse Estado comunicarão às dos outros Esta-
dos-membros no âmbito de um comité consultivo,                    dos-membros as medidas tomadas, que podem ir até, se for
                                                                  caso disso, à retirada da homologação CEE. As referidas
                                                                  autoridades tomarão as mesmas disposições se forem infor-
                                                                  madas pelas autoridades competentes de outro Estado-mem-
ADOPTOU A PRESENTE DIRECTIVA:                                     bro da existência de tal falta de conformidade.
                                                                  2.     As autoridades competentes dos Estados-membros
                          Artigo 1 ?                              informar-se-ão mutuamente, no prazo de um mês, da
                                                                  retirada de uma homologação CEE concedida, bem como
 1.   Os Estados-membros devem homologar qualquer tipo            dos motivos que fundamentam essa medida.
de vidraça de segurança se estiver em conformidade com as
prescrições de fabrico e de ensaio previstas no ponto 1 do        3.     Se o Estado-membro que tiver procedido à homologa-
anexo II.                                                         ção CEE contestar a falta de conformidade de que foi
                                                                  informado, os Estados-membros interessados esforçar-se-ão
2.    O Estado-membro que tiver procedido à homologação           por resolver o diferendo. A Comissão deve ser informada e
CEE tomará as medidas necessárias para vigiar, desde que          procederá, se necessário, às consultas adequadas com vista a
seja necessário, a conformidade do fabrico com o tipo             chegar a uma solução.
homologado, se necessário em colaboração com as autori-
dades competentes dos outros Estados-membros.
                                                                                            Artigo 6?
                          Artigo 2?                               Qualquer decisão de recusa ou retirada de homologação ou
                                                                  de proibição de colocação no mercado ou de utilização,
Os pedidos de homologação CEE devem ser apresentados a            tomada por força das disposições adoptadas em execução da
um Estado-membro pelo fabricante ou seu mandatário.               presente directiva, deve ser fundamentada de modo preciso.
                                                                  Deve ser notificada ao interessado com a indicação das vias
O Estado-membro atribuirá ao fabricante ou ao seu manda-
                                                                  de recurso abertas pela legislação em vigor nos Esta-
tário uma marca de homologação CEE, em conformidade
                                                                  dos-membros e dos prazos nos quais esses recursos podem ser
com as prescrições dos pontos 4.4 a 4.7 do anexo II, relativa
                                                                  interpostos.
a cada tipo de vidraça de segurança que homologar por força
do artigo 1°
Os Estados-membros tomarão todas as disposições adequa-                                     Artigo 7?
das para impedir a utilização de marcas que possam criar
confusões entre as vidraças de segurança, cujo tipo tenha sido    Os Estados-membros não podem recusar a recepção CEE
homologado por força do artigo 1?, e outros compo-                nem a recepção de âmbito nacional de um modelo de veículo
nentes.                                                           nem recusar ou proibir a venda, a matrícula, a entrada em
                                                                  circulação ou a utilização dos veículos, por motivos relacio-
                                                                  nados com as vidraças de segurança se estas ostentarem a
                          Artigo 3 ?                              marca de homologação CEE e forem instaladas em confor-
                                                                  midade com as prescrições fixadas no anexo III.
As autoridades competentes de cada Estado-membro envia-
rão às dos outros Estados-membros, no prazo de um mês a
contar da data de emissão da recepção CEE, cópia das fichas                                 Artigo 8?
de homologação estabelecidas para cada tipo de vidraça de
segurança que homologarem ou recusarem homologar.                 Para efeitos do disposto na presente directiva, entende-se por
                                                                  veículo qualquer veículo a motor destinado a transitar na
                                                                  estrada, tendo pelo menos quatro rodas e uma velocidade
                          Artigo 4?                               máxima, por construção, superior a 25 km/h, com excepção
                                                                  dos veículos que se deslocam sobre carris, dos tractores e
Os Estados-membros não podem proibir a colocação no               máquinas agrícolas ou florestais, bem como das máquinas de
mercado das vidraças de segurança por motivos relacionados        obras públicas.
com o respectivo fabrico ou funcionamento desde que
ostentem a marca de homologação CEE.                              A classificação internacional desses veículos é a que figura na
                                                                  nota (b) do anexo I da Directiva 70/156/CEE.
                          Artigo 5?
                                                                                            Artigo 9 ?
1.    Se o Estado-membro que tiver procedido à homologa-
ção CEE verificar que várias vidraças de segurança que            As alterações necessárias para adaptar as prescrições dos
ostentam a mesma marca de homologação não estão em                anexos da presente directiva ao progresso técnico serão
conformidade com o tipo que homologou, tomará as                  adoptadas pela Comissão em conformidade com o processo
medidas necessárias para que a conformidade do fabrico com        previsto no artigo 10?
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                         Artigo 10?                                                       Artigo 11
                                                                 1.    Os Estados-membros adoptarão e publicarão antes de
A Comissão será assistida por um comité de carácter              1 de Janeiro de 1992 as disposições necessárias para darem
consultivo composto por representantes dos Estados-mem-          cumprimento à presente directiva e desse facto informarão
bros e presidido pelo representante da Comissão.                 imediatamente a Comissão.
                                                                 As referidas disposições são aplicáveis a partir de 1 de
O representante da Comissão apresentará ao comité um             Outubro de 1992.
projecto das medidas a tomar. O comité emitirá o seu parecer
sobre o projecto num prazo que pode ser fixado pelo              As disposições adoptadas por força do primeiro parágrafo
presidente em função da urgência da questão em causa,            farão referência explícita à presente directiva.
procedendo, se for caso disso, a votação.
                                                                 2.    Os Estados-membros comunicarão à Comissão o texto
                                                                 das disposições essenciais de direito interno que adoptarem
O parecer é registado em acta; os Estados-membros têm o          no domínio regulado pela presente directiva.
direito de solicitar que a sua posição conste da acta;
                                                                                          Artigo 12?
A Comissão tomará em consideração o parecer emitido pelo
comité e informará o comité do modo de tomada em                 São destinatários da presente directiva os Estados-mem-
consideração do seu parecer.                                     bros.
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                                            LISTA DOS ANEXOS
          ANEXO I     Domínio de aplicação e definições
          ANEXO II    Vidraças — Prescrições de fabrico e de ensaio, pedido de homologação CEE, marcas,
                      homologação CEE, modificação ou extensão da homologação CEE, conformidade da
                      produção e sanções por não conformidade da produção
          ANEXO II A  Condições gerais de ensaio
          ANEXO II B  Pára-brisas de vidro laminado vulgar
          ANEXO II C  Pára-brisas de vidro laminado tratado
          ANEXO II D  Pára-brisas de vidro plástico
          ANEXO II E Agrupamento dos pára-brisas para os ensaios com vista à sua homologação CEE
          ANEXO II F  Procedimento a seguir para determinar as zonas de ensaio nos pára-brisas dos veículos da
                      categoria Mi em relação aos pontos «V»
          ANEXO II G  Procedimento a seguir para determinar o ponto «H» e o ângulo real do tronco para os
                     lugares sentados dos veículos da categoria Mi
          Apêndice 1 Descrição da máquina do ponto «H» a três dimensões
          Apêndice 2 Sistema tridimensional de referência
          Apêndice 3 Dados de referência relativos aos lugares sentados
          ANEXO II H Vidraças de vidro de têmpera uniforme
          ANEXO III  Vidraças de vidro laminado que não sejam pára-brisas
          ANEXO IIJ  Vidraças de vidro plástico que não sejam pára-brisas
          ANEXO II K Vidraças de segurança revestidas de matéria plástica (na face interna)
          ANEXO II L Vidraças duplas
          ANEXO II M Medição da altura do segmento e posição dos pontos de impacte
          ANEXO II N Exemplos de marcas de homologação CEE
          ANEXO II O Controlo de conformidade da produção
          ANEXO II P Comunicação relativa à homologação CEE ou extensão ou recusa ou retirada da
                     homologação CEE ou interrupção definitiva da produção de um tipo de vidraça de
                     segurança
          Apêndice 1 Pára-brisas de vidro laminado
          Apêndice 2 Pára-brisas de vidro plástico
          Apêndice 3 Vidraças de vidro de têmpera uniforme
          Apêndice 4 Vidraças de vidro laminado que não sejam pára-brisas
          Apêndice 5 Vidraças de vidro plástico que não sejam pára-brisas
          Apêndice 6 Unidades com vidraças duplas
          Apêndice 7 Conteúdo da lista dos pára-brisas
          ANEXO III  Veículos — Prescrições de instalação dos pára-brisas e das vidraças que não sejam
                     pára-brisas nos veículos.
          Apêndice   Anexo à ficha de recepção CEE de um modelo de veículo no que diz respeito à instalação das
                     vidraças de segurança.
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                                                       ANEXO I
                                     DOMÍNIO DE APLICAÇÃO E DEFINIÇÕES
1.     DOMÍNIO DE APLICAÇÃO
       A presente directiva aplica-se às vidraças de segurança e aos materiais para vidraças destinadas a serem instaladas
       como pára-brisas ou outras vidraças ou como painéis de separação nos veículos a motor e seus reboques, com exclusão
       dos vidros para dispositivos de iluminação e de sinalização e para o quadro de bordo bem como dos vidros especiais
       que oferecem uma protecção contra as agressões.
2.     DEFINIÇÕES
       Para efeitos do disposto na presente directiva, entende-se por:
2.1.   Vidraça de vidro temperado, uma vidraça constituída por uma única lâmina de vidro que tenha sido sujeita a um
       tratamento especial destinado a aumentar-lhe a resistência mecânica e a controlar-lhe a fragmentação, quando se
       partir.
2.2.   Vidraça de vidro laminado, uma vidraça constituída pelo menos por duas lâminas de vidro mantidas juntas por uma ou
       mais lâminas intercalares de matéria plástica; este vidro laminado pode ser:
2.2.1. Vulgar, se nenhuma das lâminas de vidro que o compõem tiver sido tratada; ou
2.2.2. Tratado, se pelo menos uma das lâminas de vidro que o compõem tiver sido submetida a um tratamento especial
       destinado a aumentar-lhe a resistência mecânica e a controlar-lhe a fragmentação, quando se partir.
2.3.   Vidraça de segurança revestida de matéria plástica, uma vidraça como a definida nos pontos 2.1 ou 2.2 revestida, na
       face interna, de uma camada de matéria plástica.
2.4.   Vidraça de segurança vidro-plástico, uma vidraça de vidro laminado com uma única lâmina de vidro e uma ou várias
       lâminas de plástico sobrepostas das quais uma, pelo menos, desempenha o papel de intercalar. A(s) lâmina(s) de
       plástico está(ão) situada(s) na face interna quando a vidraça estiver montada no veículo.
2.5.   Grupo de pára-brisas, um grupo constituído pelos pára-brisas de formas e dimensões diferentes submetidos a um
       exame das suas propriedades mecânicas, modos de fragmentação e comportamento aquando dos ensaios de resistência
       às agressões do meio ambiente.
2.5.1. Pára-brisas plano, um pára-brisas que não apresente curvatura nominal que se traduza por uma altura de segmento
       superior a 10 mm por metro linear;
2.5.2. Pára-brisas bombeado, um pára-brisas que apresente uma curvatura nominal que se traduza por uma altura de
       segmento superior a 10 mm por metro linear.
2.6.   Janela dupla, um conjunto constituído por duas vidraças instaladas separadamente na mesma abertura do
       veículo.
2.7.    Vidraça dupla, um conjunto constituído por duas vidraças montadas na fábrica de modo permanente e separadas por
       um espaço uniforme.
2.7.1. Vidraça dupla simétrica, uma vidraça dupla na qual as duas vidraças constitutivas são do mesmo tipo (temperada,
       laminada, . . .) e têm as mesmas características principais e secundárias.
2.7.2.  Vidraça dupla dissimétrica, uma vidraça dupla na qual as duas vidraças constitutivas são de tipo diferente (temperada
       laminada, . . .) ou têm características principais e/ou secundárias diferentes.
2.8.   Característica principal, uma característica que modifica de modo sensível as propriedades ópticas e/ou mecânicas de
       uma vidraça, de modo não desprezável para a função que essa vidraça deve assegurar no veículo. Este termo engloba,
       além disso, a firma ou a marca de fábrica.
2.9.   Característica secundária, uma característica susceptível de modificar as propriedades ópticas e/ ou mecânicas de uma
       vidraça de modo significativo para a função para a qual essa vidraça é destinada no veículo. A importância da
       modificação é estimada tendo em conta índices de dificuldade.
2.10.  índices de dificuldade, uma classificação em dois graus aplicável às variações observadas na prática para cada
       característica secundária. A passagem do índice 1 ao índice 2 é uma indicação da necessidade de proceder a ensaios
       complementares.
2.11   Área planificada de um pára-brisas, a área do rectângulo mínimo de vidro a partir do qual pode ser fabricado um
       pára-brisas.
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     2.12.   Ângulo de inclinação de um pára-brisas, o ângulo formado pela vertical e a recta que liga os bordos superior e inferior
             do pára-brisas, sendo estas rectas tomadas num plano vertical que contém o eixo longitudinal do veículo.
     2.12.1. A medição do ângulo de inclinação efectua-se em um veículo no solo e, quando se tratar de um veículo afectado ao
             transporte de passageiros, este deve estar em estado de marcha, com o reservatório de combustível, de líquido de
             arrefecimento e de lubrificante cheios, as ferramentas e rodas de reserva no lugar (se forem consideradas como fazendo
             parte do equipamento de série pelo fabricante do veículo); convém tomar em consideração o peso do condutor e, para
             os veículos afectados ao transporte de pessoas, o peso de um passageiro no banco da frente, sendo o condutor e o
             passageiro considerados como tendo uma massa de 75 ± 1 kg cada um.
     2.12.2. Os veículos dotados de uma suspensão hidropneumática, hidráulica ou pneumática ou de um dispositivo de regulação
             automática da distância ao solo em função da carga são ensaiados nas condições normais de marcha especificadas pelo
             fabricante.
     2.13.   Altura de segmento h, a distância máxima que separa a superfície interna da vidraça de um plano que passa
             pelos bordos da vidraça. Esta distância é medida numa direcção praticamente normal à vidraça (ver figura 1 do
             anexo II M).
     2.14.   Tipo de vidraça, as vidraças definidas nos pontos 2.1 a 2.4 que não apresentem diferenças essenciais, nomeadamente
             no que se refere às características principais e secundárias mencionadas nos anexos II B, II C, II D, II H, II I, II J,
             II K e II L:
     2.14.1. Se bem que uma modificação das características principais implique que se trata de um novo tipo de produto, admite-se
             que, em certos casos, uma modificação da forma e das dimensões não provoque necessariamente a obrigação de
             realizar uma série completa de ensaios. Para alguns dos ensaios especificados nos anexos específicos, as vidraças
             podem ser agrupadas, se for evidente que apresentam características principais análogas.
     2.14.2. As vidraças que apresentem diferenças apenas ao nível das suas características secundárias podem ser consideradas
             como pertencendo ao mesmo tipo; alguns ensaios podem todavia ser realizados em amostras dessas vidraças, se a
             realização desses ensaios for explicitamente estipulada nas condições de ensaio.
     2.15.   Curvatura r, o valor aproximado do raio mais pequeno do arco do pára-brisas medido na zona mais encurvada.
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                                                                     ANEXO II
       VIDRAÇAS — PRESCRIÇÕES DE FABRICO E DE ENSAIO, PEDIDO DE HOMOLOGAÇÃO CEE, MARCAS,
       HOMOLOGAÇÃO CEE, MODIFICAÇÃO OU EXTENSÃO DA HOMOLOGAÇÃO CEE, CONFORMIDADE DA
                              PRODUÇÃO E SANÇÕES POR NÃO CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
       1.           PRESCRIÇÕES DE FABRICO E DE ENSAIO
       1.1.         Especificações gerais
       1.1.1.       Todos os vidros, e nomeadamente os vidros destinados ao fabrico de pára-brisas, devem ser de qualidade que
                    permita reduzir ao máximo os riscos de acidentes corporais em caso de quebra. O vidro deve oferecer uma
                    resistência suficiente às solicitações que possam ocorrer aquando de incidentes que surjam nas condições normais
                    de circulação, do mesmo modo que aos factores atmosféricos e térmicos, aos agentes químicos, à combustão e à
                    abrasão.
       1.1.2.       Os vidros de segurança devem, além disso, apresentar uma transparência suficiente, não provocar nenhuma
                    deformação notável dos objectos vistos através do pára-brisas nem nenhuma confusão entre as cores utilizadas na
                    sinalização rodoviária. Em caso de quebra do pára-brisas, o condutor deve estar em condições de ainda ver a
                    estrada com bastante nitidez para poder travar e imobilizar o seu veículo com toda a segurança.
       1.2.        Especificações especiais
                    Todos os tipos de vidraças de segurança devem, conforme a categoria a que pertencerem, satisfazer as seguintes
                    especificações especiais:
       1.2.1.      No que diz respeito às vidraças de vidro de têmpera uniforme, as exigências referidas no anexo II H.
       1.2.2.      No que diz respeito aos pára-brisas de vidro laminado vulgar, as exigências referidas no anexo II B.
       1.2.3.       No que diz respeito às vidraças de vidro laminado vulgar com exclusão dos pára-brisas, as exigências referidas no
                   anexo III.
       1.2.4.      No que diz respeito aos pára-brisas de vidro laminado tratado, as exigências referidas no anexo II C.
       1.2.5.      No que diz respeito ás vidraças de segurança revestidas de matéria plástica, além das prescrições apropriadas
                   indicadas acima, as exigências referidas no anexo II K.
       1.2.6.      No que diz respeito aos pára-brisas de vidro plástico, as exigências referidas no anexo II D.
       1.2.7.      No que diz respeito às vidraças de vidro plástico que não sejam pára-brisas, as exigências referidas no
                   anexo IIJ.
       1.2.8.      No que diz respeito às vidraças duplas, as exigências referidas no anexo II L.
       1.3.        Ensaios
       1.3.1.      Os ensaios prescritos são os seguintes:
       1.3.1.1.    Ensaio de fragmentação
                   A realização deste ensaio tem por objecto:
       1.3.1.1.1.  Verificar que os fragmentos e estilhaços resultantes da quebra da vidraça são tais que o risco de ferimento é
                   reduzido a um mínimo, e
       1.3.1.1.2.  Se se tratar de pára-brisas laminados tratados, verificar a visibilidade residual após ruptura.
      1.3.1.2.     Ensaios de resistência mecânica
      1.3.1.2.1.   E n s a i o de i m p a c t e de u m a e s f e r a
                   Há dois ensaios, um que utiliza uma esfera de 227 g e o outro, uma esfera de 2 260 g.
      1.3.1.2.1.1. Ensaio com a esfera de 227 g. Este ensaio tem por objecto avaliar a aderência da camada intercalar do vidro
                   laminado e a resistência mecânica do vidro de têmpera uniforme.
      1.3.1.2.1.2. Ensaio com a esfera de 2 260 g. Este ensaio tem por objecto avaliar a resistência do vidro laminado à penetração da
                   esfera.
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     1.3.1.2.2. E n s a i o de c o m p o r t a m e n t o d a c a b e ç a a o c h o q u e
                Este ensaio tem por objecto verificar a conformidade da vidraça com as exigências relativas à limitação dos
                ferimentos em caso de choque da cabeça contra o pára-brisas, as vidraças laminadas e as vidraças de vidro plástico
                que não sejam pára-brisas, bem como as unidades de vidraça dupla utilizadas como vidraças laterais.
     1.3.1.3.   Ensaios de resistência ao meio ambiente
     1.3.1.3.1. E n s a i o de r e s i s t ê n c i a à a b r a s ã o
                Este ensaio tem por objecto determinar se a resistência à abrasão de uma vidraça de segurança é superior a um valor
                especificado.
     1.3.1.3.2. E n s a i o de r e s i s t ê n c i a a a l t a t e m p e r a t u r a
                Este ensaio tem por objecto verificar que, no decurso de uma exposição prolongada a temperaturas elevadas, não
                apareça nenhuma bolha ou outro defeito no intercalar do vidro laminado e da vidraça de vidro plástico.
     1.3.1.3.3. E n s a i o de r e s i s t ê n c i a à r a d i a ç ã o
                Este ensaio tem por objecto determinar se a transmissão da luz pelas vidraças de vidro laminado, de vidro plástico e
                vidro revestido de matéria plástica é reduzida de modo significativo na sequência de uma exposição prolongada a
                uma radiação, ou se a vidraça sofre uma descoloração significativa.
     1.3.1.3.4. E n s a i o de r e s i s t ê n c i a à h u m i d a d e
                Este ensaio tem por objecto determinar se vidraças de vidro laminado, de vidro plástico e vidro revestido de matéria
                plástica resistem aos efeitos de uma exposição prolongada à humidade atmosférica sem apresentar alterações
                significativas.
     1.3.1.3.5. E n s a i o de r e s i s t ê n c i a às m u d a n ç a s de t e m p e r a t u r a
                Este ensaio tem por objecto determinar se o(s) material(is) plástico(s) utilizado(s) numa vidraça de segurança tal
                como definida nos pontos 2.3 e 2.4 do anexo I resiste(m) aos efeitos de uma exposição prolongada a temperaturas
                extremas sem apresentar alterações significativas.
     1.3.1.4.   Qualidades ópticas
     1.3.1.4.1. E n s a i o de t r a n s m i s s ã o d a luz
                Este ensaio tem por objecto determinar se a transmissão normal pelos vidros de segurança é superior a um valor
                determinado.
     1.3.1.4.2. E n s a i o de d i s t o r ç ã o ó p t i c a
                Este ensaio tem por objecto verificar que as deformações dos objectos vistos através do pára-brisas não atingem
                proporções passíveis de incomodar o condutor.
     1.3.1.4.3. E n s a i o de s e p a r a ç ã o da i m a g e m s e c u n d á r i a
                Este ensaio tem por objecto verificar que o ângulo que separa a imagem secundária da imagem primária não excede
                um valor determinado.
     1.3.1.4.4. E n s a i o de i d e n t i f i c a ç ã o d a s c o r e s
                Este ensaio tem por objecto verificar que não há nenhum risco de confusão das cores vistas através de um
                pára-brisas.
     1.3.1.5.   Ensaio de resistência ao fogo
                Este ensaio tem por objecto determinar que a face interna de uma vidraça de segurança tal como definida nos
                pontos 2.3 e 2.4 do anexo I apresenta uma velocidade de combustão suficientemente fraca.
     1.3.1.6.   Ensaio de resistência aos agentes químicos
                Este ensaio tem por objecto determinar que a face interna de uma vidraça de segurança tal como definida nos
                pontos 2.3 e 2.4 do anexo I resiste aos efeitos de uma exposição aos agentes químicos capazes de estar presentes ou
                utilizados num veículo (por exemplo, produtos de limpeza, etc), sem apresentar alterações.
     1.3.2.     Ensaios que devem ser realizados para as categorias de vidraças definidas nos pontos 2.1 e 2.4 do anexo I
     1.3.2.1.   As vidraças de segurança serão submetidas aos ensaios enumerados no quadro a seguir:
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                                                                      Pára-brisas                                     Outras vidraças
                                                    Vidro laminado        Vidro laminado        Vidro
                                                         vulgar                tratado         plástico     Vidro          Vidro        Vidro
                                                                                                         temperado       laminado      plástico
                                                     II         II-P       III         III-P      IV
                  Fragmentação:                     —           —      II C/4       II C/4       —       II H / 2          —             —
                  Resistência mecânica:
                  — esfera de 227 g              II B/4.3    n B/4.3 II B/4.3 H B/4.3         II B/4.3   U H/3.1        II1/4         II1/4
                  — esfera de 2 260 g            II B/4.2    H B/4.2 II B/4.2 II B/4.2        II B/4.2      —              —             —
                  Comportamento da
                  cabeça ao choque(')            II B/3      UB/3      II B/3       IIB/3     II D/3        —           II1/3         IIB/3
                  Abrasão:
                  — face externa                 II B/5.1    II B/5.1  0 B/5.1 II B/5.1       H B/5.1       —           H B/5.1       II B/5.1
                  — face interna                    —        II K/2       —         IIK/2     II K/2     U K/2( 2 )     HK/2( 2 )     II K/2
                  Alta temperatura               II A/5      II A/5    II A/5       II A/5    II kl 5       —           HA/5          II A/5
                  Radiação                       II A/ 6     II A/6    HA/6         HA/6      II A/6        —           II A/6        II kl 6
                                                                                                                  2
                  Humidade                       II A/7      II A/7    II A/7       II A/7    nA/7       IIA/7( )       HA/7          II A/7
                  Transmissão da luz             II A/9.1 II A/9.1 II A/9.1 II A/9.1 HA/9.1              HA/9.1         II A/9.1      II A/9.1
                  Distorção óptica               II A/9.2 II A/9.2 II A/9.2 II A/9.2 II A/9.2                              —             —
                  Imagem secundária              II A/9.3 D A/9.3 II A/9.3 II A/9.3 HA/9.3                                 —             —
                  Identificação das cores        II A/9.4 0 A/9.4 H A/9.4 II A/9.4 II A/9.4                 —              —             —
                  Resistência às mudanças
                  de temperatura                    —        HA/8         —         HA/8      II A/8     IIA/8( 2 )     HA/8( 2 )     II kl 8
                                                                                                                    2            2
                  Resistência ao fogo               —        II A/10      —         II A/10   II A/10   HA/10( ) nA/10( ) II A/10
                  Resistência aos agentes
                  químicos                          —        HA/11        —         UA/11     HA/11     HA/11( 2 ) HA/11( 2 ) UA/11
                  (') Este ensaio deve, além disso, ser efectuado com as vidraças duplas de acordo com o ponto 3 do anexo II L (II L/3).
                  (2) Se revestida interiormente de matéria plástica.
                  Nota: Uma referência como II C/4 reporta ao ponto 4 do anexo IIC, onde se encontrará a descrição do ensaio
                          pertinente e das exigências de aceitação.
       1.3.2.2.   Uma vidraça de segurança será homologada se estiver em conformidade com todas as exigências prescritas nas
                  disposições a elas relativas, que aparecem no quadro acima.
       2.         PEDIDO DE HOMOLOGAÇÃO
       2.1.       O pedido de homologação CEE de um tipo de vidraça será apresentado pelo fabricante de vidraças de segurança ou
                  pelo seu mandatário.
       2.2.       Para cada tipo de vidraça de segurança, o pedido será acompanhado dos documentos a seguir mencionados, em
                  triplicado, e das seguintes indicações:
       2.2.1.     Descrição técnica englobando todas as características principais e secundárias; e
       2.2.1.1.   Para as vidraças que não sejam pára-brisas, esquemas em um formato que não exceda o formato A4 ou dobrados
                  nesse formato, indicando:
                  — a área máxima,
                  — o ângulo mais pequeno entre dois lados adjacentes da vidraça,
                  — a maior altura de segmento, se for caso disso.
       2.2.1.2.   Para os pára-brisas:
       2.2.1.2.1. Uma lista de modelos de pára-brisas para o qual é pedida a homologação, indicando o nome dos fabricantes dos
                  veículos bem como o modelo e a categoria dos veículos;
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       2.2.1.2.2.      Esquemas à escala 1/1 para a categoria M, e à escala 1/1 ou 1/10 para todas as outras categorias, bem como
                       diagramas dos pára-brisas e do seu posicionamento no veículo, que sejam suficientemente pormenorizados para
                       fazer aparecer:
       2.2.1.2.2.1.    A posição do pára-brisas em relação ao ponto «R» do banco do condutor, se for caso disso,
       2.2.1.2.2.2.    O ângulo de inclinação do pára-brisas,
       2.2.1.2.2.3.    O ângulo de inclinação do encosto do banco,
       2.2.1.2.2.4.    A posição e a dimensão das zonas nas quais é efectuado o controlo das qualidades ópticas,
       2.2.1.2.2.5.    A área planificada do pára-brisas.
       2.2.1.2.2.6.    A altura máxima do segmento do pára-brisas.
       2.2.1.2.2.7.    A curvatura do pára-brisas (apenas para fins de agrupamento dos pára-brisas).
       2.2.1.3.        Para as vidraças duplas, esquemas em um formato que não exceda o formato A4 ou dobrados nesse formato,
                       indicando, além das informções mencionadas no ponto 2.2.1.1:
                       — o tipo de cada uma das vidraças constitutivas,
                       — o tipo de colagem (orgânica, vidro-vidro ou vidro-metal),
                       — a espessura nominal do espaço entre as duas vidraças.
       2.3.            Além disso, o requerente deve fornecer uma quantidade suficiente de provetes e amostras de vidraças acabadas dos
                       modelos considerados, fixada se necessário com o serviço técnico encarregado dos ensaios.
       2.4.            A autoridade competente deve verificar a existência de disposições satisfatórias para assegurar um controlo eficaz
                       da conformidade da produção antes da concessão da homologação do tipo.
       3.              MARCAS
       3.1.            Todas as vidraças de segurança, incluindo as amostras e provetes apresentados à homologação, ostentarão a
                       marca de fabrico ou de comércio do fabricante. Esta marca deve ser nitidamente legível e indelével.
       4.              HOMOLOGAÇÃO CEE
      4.1.             Se as amostras apresentadas à homologação satisfizerem as prescrições dos pontos 1.1 a 1.3, a homologação do
                       tipo de vidraça de segurança correspondente será concedida.
      4.2.             Será atribuído um número de homologação a cada tipo conforme definido nos anexos II H, III, IIJ e II L ou, no
                       caso dos pára-brisas, a cada grupo ao qual tenha sido concedida a homologação. Os dois primeiros algarismos
                       (actualmente 00 para a directiva com a sua forma original) indicam o número de ordem atribuído à série de
                       alterações correspondente às modificações técnicas principais mais recentes introduzidas na directiva à data da
                       emissão da homologação. Um mesmo Estado-membro não pode atribuir este número a outro tipo ou grupo de
                       vidraças de segurança.
      4.3.             A homologação, a extensão de homologação ou a recusa de homologação de um tipo de vidraça de segurança, em
                       aplicação da presente directiva, será notificada aos Estados-membros por meio de uma ficha de comunicação
                       conforme ao modelo do anexo II P e seus apêndices.
      4.3.1.           No caso dos pára-brisas, a ficha de comunicação da homologação CEE será acompanhada de um documento que
                       estabelece uma lista de cada modelo de pára-brisas do grupo ao qual é concedida a homologação, bem como uma
                       lista das características do grupo em conformidade com o apêndice 7 do anexo II P.
      4.4.             Em qualquer vidraça de segurança e qualquer vidraça dupla conforme com um tipo de vidraça homologado em
                       aplicação da presente directiva, será aposto de modo visível, para além da marca prescrita no ponto 3.1, uma
                       marca de homologação CEE. Além disso, pode ser aposta qualquer marca de homologação especial atribuída a
                       cada vidraça de uma vidraça dupla.
                       Esta marca de homologação é constituída por:
      4.4.1.           Um rectângulo no interior do qual está colocada a letra «e» minúscula, seguida do número ou das letras distintivos
                       do país que emitiu a homologação (').
      4.4.2.           Um número de homologação, colocado à direita do rectângulo previsto no ponto 4.4.1.
      (') 1 para a República Federal da Alemanha, 2 para a França, 3 para a Itália, 4 para os Países Baixos, 6 para a Bélgica, 9 para Espanha, 11 parao
          Reino Unido, 13 para o Luxemburgo, 18 para a Dinamarca, 21 para Portugal, IRL para a Irlanda e EL para a Grécia.
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       4.5.             Os símbolos complementares a seguir indicados serão apostos na proximidade da marca de homologação
                        CEE:
       4.5.1.           No caso de um pára-brisas:
                         II: Se se tratar de vidro laminado vulgar (II/P se for revestido ( 2 ),
                        III: Se se tratar de vidro laminado tratado (II/P se for revestido) ( 2 ),
                        IV: Se se tratar de vidro-plástico.
       4.5.2.            V: Se se tratar de uma vidraça que não seja um pára-brisas sujeita às disposições do ponto 9.1.4.2 do
                              anexo II A.
       4.5.3.           VI: Se se tratar de uma vidraça dupla.
       4.6.             A marca de homologação e o símbolo devem ser bem legíveis e indeléveis.
       4.7.             O anexo II N dá exemplos de marcas de homologação.
       5.               MODIFICAÇÃO OU EXTENSÃO DE HOMOLOGAÇÃO CEE DE UM TIPO DE VIDRAÇA DE
                        SEGURANÇA
       5.1.             Qualquer modificação de um tipo de vidraça de segurança ou, se se tratar de um pára-brisas, qualquer adição de
                        um pára-brisas a um grupo, será levada ao conhecimento do serviço administrativo que tiver concedido a
                        homologação desse tipo de vidraça. Esse serviço poderá então:
       5.1.1.           Quer considerar que as modificações introduzidas não são passíveis de ter uma influência desfavorável notável e, se
                        se tratar de um pára-brisas, que o novo tipo se insere no grupo de pára-brisas que já recebeu a homologação, e que,
                        em qualquer caso, a vidraça de segurança satisfaz ainda as prescrições.
       5.1.2.           Quer pedir um novo relatório do serviço técnico encarregado dos ensaios.
       5.2.              Comunicação
       5.2.1.           A conformidade da homologação ou a recusa (ou a extensão) da homologação será notificada aos Estados-mem-
                        bros pelo processo indicado no ponto 4.3 acima.
       5.2.2.           A autoridade competente que tiver concedido uma extensão de homologação aporá, em cada comunicação de
                        extensão, um número de ordem.
        6.               CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
        6.1.             A vidraça de segurança homologada em aplicação da presente directiva deve ser fabricada de modo a estar
                         conforme ao tipo homologado e a satisfazer as prescrições do ponto 1 acima.
        6.2.             É conveniente proceder a um controlo permanente da produção para verificar que as prescrições do ponto 6.1 são
                         respeitadas.
        6.3.             O possuidor de uma homologação deve, nomeadamente:
        6.3.1.           Velar pela existência de processos de controlo da qualidade dos produtos.
        6.3.2.           Ter acesso ao equipamento de controlo necessário para o controlo da conformidade de cada tipo homolo-
                         gado.
        6.3.3.           Registar os dados relativos aos resultados de ensaios e os documentos anexos (2) que devem ser mantidos à
                         disposição durante um período definido de acordo com o serviço administrativo.
        6.3.4.           Analisar os resultados de cada tipo de ensaio, para controlar e assegurar a constância das características do
                         produto tendo em conta as dispersões admissíveis no fabrico industrial.
        6.3.5.           Assegurar-se que, pelo menos para cada tipo de produto, são efectuados os ensaios prescritos no anexo II O da
                         presente directiva.
        6.3.6.           Assegurar-se que qualquer colheita de amostras ou de provetes que ponha em evidência a não conformidade em
                         relação ao tipo de ensaio considerado é seguida de uma nova colheita e um novo ensaio. Serão tomadas todas as
                         medidas necessárias para restabelecer a conformidade da produção correspondente.
        6.4.             A autoridade competente pode verificar, em qualquer momento, os métodos de controlo da conformidade
                         aplicáveis em cada unidade de produção (ver ponto 1.3 do anexo II O).
        (') Em conformidade com a definição do ponto 2.3 do anexo I.
        (2) Os resultados do ensaio de fragmentação são registados, mesmo se não for exigida prova fotográfica.
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      6.4.1. Aquando de cada inspecção, devem ser comunicados ao inspector os registos de ensaios e de acompanhamento da
             produção.
      6.4.2. O inspector pode seleccionar amostras ao acaso, que serão ensaiadas no laboratório do fabricante. A quantidade
             mínima de amostras pode ser determinada em função dos resultados dos próprios controlos do fabricante.
      6.4.3. Quando o nível de qualidade não parecer ser satisfatório ou quando parecer ser necessário verificar a validade dos
             ensaios efectuados em aplicação do ponto 6.4.2, o inspector pode colher amostras que serão enviadas ao serviço
             técnico que efectuou os ensaios de homologação.
      6.4.4. A autoridade competente pode efectuar qualquer ensaio prescrito na presente directiva.
      6.4.5. Normalmente, as autoridades competentes autorizam duas inspecções por ano. Se, no decurso de uma dessas
             inspecções, se constatarem resultados negativos, a autoridade competente velará por que sejam tomadas todas as
             disposições necessárias para restabelecer, tão rapidamente quanto possível, a conformidade da produção.
      7.     SANÇÕES POR NÃO CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
      7.1.   A homologação emitida para um tipo de vidraça de segurança em aplicação da presente directiva pode ser retirada
             se a condição enunciada no ponto 6.1 acima não for respeitada.
      7.2.   No caso de um Estado-membro retirar uma homologação que tenha concedido anteriormente, desse facto
             informará imediatamente os outros Estados-membros por meio de uma cópia da ficha de comunicação de
             homologação conforme com o modelo constante do anexo II P.
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                                                                ANEXO     IIA
                                                   CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO
       1.            ENSAIO DE FRAGMENTAÇÃO
       1.1.          A vidraça a ensaiar não deve ser fixada de modo rígido; pode, todavia, ser posta sobre uma vidraça idêntica com o
                     auxílio de fita adesiva colada a toda a volta.
       1.2.          Para conseguir a fragmentação, utiliza-se um martelo de cerca de 75 g de massa ou outro dispositivo que dê
                     resultados equivalentes. O raio de curvatura da ponta deve ser de 0,2 m ± 0,05 mm.
       1.3.          Deve ser efectuado um ensaio em cada ponto de impacte prescrito.
       1.4.          O exame dos fragmentos deve ser efectuado a partir dos registos em papel fotográfico de contacto, começando a
                     exposição o mais tardar dez segundos após o impacte e terminando o mais tardar três minutos após este. Apenas
                     são tomadas em consideração as linhas mais escuras que representam a ruptura inicial. O laboratório deve
                     conservar as reproduções fotográficas das fragmentações obtidas.
       2.            ENSAIOS DE IMPACTE DE UMA ESFERA
       2.1.          Ensaio com a esfera de 227 g
       2.1.1.         Aparelhos
       2.1.1.1.      Esfera de aço temperado, de 227 ± 2 g de massa e de cerca de 38 mm de diâmetro.
       2.1.1.2.      Dispositivo que permita deixar cair a esfera em queda livre a partir de uma altura a precisar, ou dispositivo que
                     permita imprimir à esfera uma velocidade equivalente à que teria em queda livre. Em caso de utilização de um
                     dispositivo que projecte a esfera, a tolerância da velocidade deve ser de ± 1 % da velocidade equivalente à
                     velocidade em queda livre.
       2.1.1.3.      Suporte tal como o representado na figura 1, composto de dois quadros de aço, de bordos maquinados de 15 mm
                     de largura, que se adaptam um ao outro, e equipados de guarnições de borracha de cerca de 3 mm de espessura, de
                     15 mm de largura e de 50 DIDC de dureza.
                     O quadro inferior repousa sobre uma caixa de aço, de cerca de 150 mm de altura. A vidraça a ser ensaiada é
                     mantida no seu lugar pelo quadro superior, cuja massa é de cerca de 3 kg. O suporte é soldado sobre uma placa de
                     aço de cerca de 12 mm de espessura, que repousa no solo sobre uma placa de borracha de cerca de 3 mm de
                     espessura e 50 DIDC de dureza.
                                                                                                   Dimensões em milímetros
                                                                        D 290
                                                                        D 260
                  Vidraça a ser ensaiada
                                               •a
                                                                                                         r^
                                                    y £ " - A . V «. •?>% v . " : . I V . :• v. ». <ix..*v ».i
                                             P
                   Guarnição de borracha     IV
                               10 min.     m // «
                                         ssg. V A W A V A W i ^ V A V A X V K y S3                        s
              Placa de borracha                                         D 350 min.
                                                                 Figura 1:
                                                   Suporte para os ensaios com a esfera
 ---pagebreak--- N? C 95/14                              Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                               12. 4 . 90
     2.1.2.    Condições de ensaio
               — temperatura: 20 ± 5 o C,
               — pressão: entre 860 e 1 060 mbar,
               — humidade relativa: 60 ± 2 0 % .
     2.1.3.    Provete
                                                                        +10
               O provete deve ser plano, de forma quadrada, de 300          /_ 0 mm de lado.
     2.1.4.     Técnica
               Expor o provete à temperatura especificada durante um período de pelo menos quatro horas, imediatamente antes
               do começo do ensaio. Colocar o provete de ensaio no suporte (ponto 2.1.1.3). O plano do provete deve ficar
               perpendicular à direcção de incidência da esfera, com uma tolerância inferior a 3 o .
               O ponto de impacte deve encontrar-se a uma distância máxima de 25 mm do centro geométrico do provete, no caso
               de uma altura de queda inferior ou igual a 6 m, ou uma distância máxima de 50 mm do centro do provete, no caso
               de uma altura de queda superior a 6 m. A esfera deve atingir a face do provete que representa a face externa da
               vidraça de segurança quando esta estiver montada no veículo. A esfera só deve produzir um único ponto de
               impacte.
     2.2.      Ensaio com a esfera de 2 260 g
     2.2.1.    Aparelhos
     2.2.1.1.  Esfera de aço temperado, de 2 260 ± 20 g de massa e de cerca de 82 mm de diâmetro.
     2.2.1.2.  Dispositivo que permita deixar cair a esfera em queda livre a partir de uma altura a precisar, ou dispositivo que
               permita imprimir à esfera uma velocidade equivalente à que teria em queda livre. Em caso de utilização de um
               dispositivo que projecte a esfera, a tolerância da velocidade deve ser de ± 1 % da velocidade equivalente à
               velocidade em queda livre.
     2.2.1.3.  Suporte tal como o representado na figura 1 e idêntico ao descrito no ponto 2.1.1.3.
     2.2.2.    Condições de ensaio
               — temperatura: 20 ± 5 o C,
               — pressão: entre 860 e 1 060 mbar,
               — humidade relativa: 60% ± 2 0 % .
     2.2.3.    Provete
              O provete deve ser plano, de forma quadrada, de 300 +10 /_ 0 mm de lado, ou cortado na porção mais plana de um
              pára-brisas ou outra vidraça de segurança encurvada.
              Pode-se também proceder ao ensaio do conjunto do pára-brisas ou de qualquer outra vidraça de segurança
              encurvada. Neste caso, assegurar-se do bom contacto entre a vidraça de segurança e o suporte.
    2.2.4.     Técnica
              Expor o provete à temperatura especificada durante um período de pelo menos quatro horas, imediatamente antes
              do começo do ensaio. Colocar o provete de ensaio no suporte (ponto 2.1.1.3). O plano do provete deve ficar
              perpendicular à direcção de incidência da esfera, com uma tolerância inferior a 3 o .
              No caso de vidro-plástico, o provete deve ser mantido no suporte por aperto com dispositivos apropriados.
              O ponto de impacte deve encontrar-se a uma distância máxima de 25 mm do centro geométrico do provete. A
              esfera deve atingir a face do provete que representa a face interna da vidraça de segurança quando esta estiver
              montada no veículo. A esfera só deve produzir um único ponto de impacte.
    3.        ENSAIO DE COMPORTAMENTO DA CABEÇA AO CHOQUE
    3.1.      Aparelhos
    3.1.1.    Cabeça factícia, de forma esférica ou hemisférica, feita de contraplacado de madeira dura revestida de uma
              guarnição de feltro substituível e equipada ou não com uma travessa de madeira. Entre a parte esférica e a travessa
              encontra-se uma peça intermédia que simula o pescoço e, do outro lado da travessa, uma haste de
              montagem.
              As dimensões estão indicadas na figura 2.
              A massa total deste aparelho deve ser de 10 ± 0,2 kg.
 ---pagebreak--- 12. 4 . 90                                     Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                               N? C 95/15
                             Dimensões em milímetros
                                            Haste de
                                           montagem
                          Travessa
                           (facultativa)
                    Peça intermédia
                             Cabeça
               Guarnição de feltro
               de 5 mm de espessura
                                                                     Figura 2
                                                                 Cabeça factícia
        3.1.2.         Dispositivo que permite deixar cair a cabeça factícia em queda livre a partir de uma altura a precisar, ou dispositivo
                       que permite imprimir à cabeça factícia uma velocidade equivalente à que poderia adquirir em queda livre.
                       Em caso de utilização de um dispositivo que projecte a cabeça factícia, a tolerância da velocidade deve ser de ± 1 %
                       da velocidade equivalente à velocidade em queda livre.
        3.1.3.         Suporte, tal como o representado na figura 3, para os ensaios em provetes planos. O suporte é composto de dois
                       quadros de aço, de bordos maquinados de 50 mm de largura, que se adaptam um ao outro, e equipados de
                       guarnições de borracha de cerca de 3 mm de espessura, 15 ± 1 mm de largura e 70 DIDC de dureza. O quadro
                       superior é apertado contra o quadro inferior por pelo menos 8 parafusos.
        3.2.           Condições de ensaio
                       — temperatura: 20 ± 5 °C,
                       — pressão: entre 860 e 1 060 mbar,
                       — humidade relativa: 60 ± 2 0 % .
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                                                  Guarnição                                  Dimensões em milímetros
                                                  de borracha
                                                                                                  Parafuso (*)
                                                                                           ftf
                                                                                                 XX
                         -^                                                                            &
                                     IfF                        W                        ^
                                                                                             105
                                                                1070
                                                                1 170
                                                                       Figura 3
                                                    Suporte para os ensaios com cabeça factícia
      3.3.             Técnica
      3.3.1.          Ensaio com um provete plano
                       Manter o provete plano de 1 100 + 5 - 2 mm de comprimento e de 500 + 5 - 2 de largura a uma temperatura
                      constante de 20 ± 5 °C durante pelo menos quatro horas, imediatamente antes dos ensaios.
                       Fixar o provete nos quadros de suporte (ponto 3.1.3); apertar os parafusos de modo que o deslocamento do
                       provete durante o ensaio não exceda 2 mm. O plano do provete deve ser sensivelmente perpendicular à direcção de
                       incidência da cabeça factícia. O ponto de impacte deve encontrar-se a uma distância máxima de 40 mm do centro
                      geométrico do provete. A cabeça deve embater na face do provete que representa a face interna da vidraça de
                       segurança quando esta estiver montada no veículo. A cabeça deve somente produzir um único ponto de
                       impacte.
                       Substituir a superfície de impacte da guarnição de feltro após doze ensaios.
      3.3.2.          Ensaios com um pára-brisas completo (utilizado somente no caso de uma altura de queda inferior ou igual a
                       1,5 m).
                       Colocar livremente o pára-brisas sobre um suporte com a interposição de uma tira de borracha de 70 DIDC de
                       dureza e cerca de 3 mm de espessura, sendo a largura de contacto na totalidade do perímetro de cerca de 15 mm. O
                      suporte deve ser formado por uma peça rígida correspondente à forma do pára-brisas, de modo que a cabeça
                       factícia embata na face interna.
                       Se necessário, o pára-brisas será mantido sobre o suporte por aperto por meio de dispositivos apropriados.
                       O suporte deve repousar sobre uma armação rígida com a interposição de uma lâmina de borracha de 70 DIDC de
                      dureza e cerca de 3 mm de espessura. A superfície do pára-brisas deve estar sensivelmente perpendicular à direcção
                      de incidência da cabeça factícia.
                      O ponto de impacte deve encontrar-se a uma distância máxima de 40 mm do centro geométrico do pára-brisas. A
                      cabeça deve embater na face do pára-brisas que representa a face interna da vidraça de segurança quando esta
                      estiver montada no veículo. A cabeça deve somente produzir um único ponto de impacte.
                      Substituir a superfície de impacte da guarnição de feltro após doze ensaios.
      4.              ENSAIO DE RESISTÊNCIA A ABRASÃO
      4.1.             Aparelhos
      4.1.1.          Dispositivo de abrasão ( 2 ), representado esquematicamente na figura 4 e composto pelos seguintes elementos:
                      — um disco giratório horizontal, fixado ao centro, cujo sentido de rotação é contrário ao dos ponteiros do relógio
                           e cuja velocidade é de 65 a 75 rot/min,
      (') O binário mínimo recomendado para parafusos M 20 é de 30 Nm.
      (2) Um dispositivo deste tipo é fabricado pela firma Teledyne Taber (Estados Unidos da América).
 ---pagebreak--- 12.4.90                                           Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                        N? C 95/17
                                                                       Figura 4
                                                         Esquema do dispositivo de abrasão
                      — dois braços paralelos lastrados; cada braço contém um rolete abrasivo especial que roda livremente sobre um
                           eixo horizontal com rolamento de esferas; cada rolete repousa sobre o provete de ensaio sob a acção da pressão
                           aplicada por uma massa de 500 g.
                       O disco giratório do dispositivo de abrasão deve rodar com regularidade, sensivelmente no mesmo plano (o
                       afastamento em relação a este plano não deve exceder ± 0,05 mm a uma distância de 1,6 mm da periferia do
                       disco). Os roletes são montados de modo que, quando estiverem em contacto com o provete em rotação, rodem em
                       sentidos inversos um em relação ao outro e exerçam assim uma acção de compressão e abrasão segundo linhas
                      curvas numa coroa de cerca de 30 cm2 de área, duas vezes no decurso de cada uma das rotações do provete.
     4.1.2.            Roletes abrasivos ( 2 ), de 45 a 50 mm de diâmetro e 12,5 mm de espessura. São constituídos por um material
                       abrasivo especial finamente pulverizado, embebido numa massa de borracha de dureza média. Os roletes devem
                       apresentar uma dureza de 72 ± 4 DIDC medida em quatro pontos igualmente afastados sobre a linha média da
                       superfície abrasiva, sendo a pressão aplicada verticalmente ao longo de um diâmetro do rolete; as leituras devem
                       ser efectuadas 10 s após a aplicação da pressão.
                       Os roletes abrasivos devem ser rodados muito lentamente sobre uma lâmina plana de vidro, a fim de apresentar
                       uma superfície rigorosamente plana.
     4.1.3.            Fonte luminosa, consistindo de uma lâmpada de incandescência cujo filamento está contido num volume
                      paralelepipédico de 1,5 mm x 1,5 mm x 3 mm. A tensão aplicada ao filamento da lâmpada deve ser tal que a sua
                      temperatura de cor seja de 2 856 K ± 50 k. Esta tensão deve estar estabilizada a ± 1/1000. O aparelho de
                      medição, utilizado para a verificação dessa tensão, deve apresentar uma precisão apropriada para esta
                       aplicação.
     4.1.4.            Sistema óptico, composto de uma lente de distância focal, f, igual a pelo menos 500 mm, e corrigida para as
                       aberrações cromáticas. A plena abertura da lente não deve exceder f/20. A distância entre a lente e a fonte
                      luminosa deve ser regulada de modo a obter um feixe luminoso sensivelmente paralelo.
                       Colocar um diafragma para limitar o diâmetro do feixe luminoso a 7 ± 1 mm. Este diafragma deve ser colocado a
                      uma distância da lente de 100 ± 50 mm, do lado oposto à fonte luminosa.
     4.1.5.           Aparelho de medição da luz difundida (ver figura 5), consistindo em uma célula fotoeléctrica com uma esfera de
                      integração de 200 a 250 mm de diâmetro; a esfera deve estar munida de aberturas de entrada e de saída da luz. A
                      abertura de entrada deve ser circular e o seu diâmetro deve ser pelo menos o dobro do do feixe luminoso. A abertura
                      de saída da esfera deve estar equipada quer com um captor de luz quer com um padrão de reflexão, conforme a
                      técnica especificada no ponto 4.4.3. O captor de luz deve absorver toda a luz quando nenhum provete estiver
                      colocado na trajectória do feixe luminoso.
                      O eixo do feixe luminoso deve passar pelo centro das aberturas de entrada e de saída. O diâmetro da abertura de
                      saída, b), deve ser igual a 2.a. tang 4?, sendo a o diâmetro da esfera.
                      A célula fotoeléctrica deve ser colocada de modo a não poder ser atingida pela luz proveniente directamente da
                      abertura de entrada ou do padrão de reflexão.
                      As superfícies internas da esfera de integração e do padrão de reflexão devem apresentar factores de reflexão
                      praticamente iguais; devem ser baças e não selectivas.
     (') Roletes deste tipo são fabricados pela firma Teledyne Taber (Estados Unidos da América).
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            O sinal de saída da célula fotoeléctrica deve ser linear com uma aproximação de ± 2 % na gama de intensidades
            luminosas utilizada. A realização do aparelho deve ser tal que não se produza nenhum desvio da agulha do
            galvanómetro quando a esfera não estiver iluminada.
            O conjunto do aparelho deve ser verificado a intervalos regulares por meio de padrões calibrados de atenuação de
            visibilidade. Se se efectuarem medições de atenuação da visibilidade com um aparelho ou segundo métodos
            diferentes do aparelho e do método acima descritos, os resultados devem ser corrigidos se necessário, para os pôr
            de acordo com os resultados obtidos com o aparelho de medição acima descrito.
                                                                           Célula fotoeléctrica
                                                               200 ^ a ^ 250 mm
                                                          Figura 5
                                    Aparelho de medição da atenuação de visibilidade
           Condições de ensaio
           — temperatura: 20 ± 5 °C,
           — pressão: entre 860 e 1 060 mbar,
           — humidade relativa: 60 ± 2 0 % .
     4.3.  Provetes
           Os provetes devem ser planos, de forma quadrada, de 100 mm de lado, de faces sensivelmente planas e paralelas,
           atravessadas por um furo central de fixação de 6,4 + 0,2 — 0 mm de diâmetro, se necessário.
     4.4.  Técnica
           O ensaio deve ser realizado na face do provete que representa a face externa da vidraça laminada quando esta
           estiver montada no veículo, e igualmente na face interna, se esta for de matéria plástica.
     4.4.1 Imediatamente antes e após a abrasão, limpar os provetes do seguinte modo:
           a) Limpeza com um pano de linho e água corrente limpa;
           b) Enxaguamento com água destilada ou com água desmineralizada;
           c) Secagem com uma corrente de oxigénio ou de azoto;
           d) Eliminação de todos os vestígios possíveis de água, esfregando suavemente com um pano de linho húmido. Se
                necessário, secar pressionando ligeiramente entre dois panos de linho.
           Deve ser evitado qualquer tratamento com ultra-sons. Após a limpeza, os provetes só devem ser manipulados pelos
           bordos e devem ser colocados ao abrigo de qualquer deterioração ou contaminação das superfícies.
           Condicionar os provetes durante pelo menos 48 horas à temperatura de 20 ± 5 °C e à humidade relativa de
           60 ± 2 0 % .
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       4.4.3.    Colocar o provete directamente contra a abertura de entrada da esfera de integração. O ângulo entre a normal à sua
                 superfície e o eixo do feixe luminoso não deve exceder 8 °.
                 Fazer então as seguintes quatro leituras:
                        Leitura          Com provete       Com captor de luz                           Quantidade representada
                                                                               padrão de reflexão
                         T,                  Não                Não                   Sim              Luz incidente
                         T2                  Sim                Não                   Sim              Luz total transmitida
                                                                                                      pelo provete
                         T3                  Não                Sim                   Não             Luz difundida
                                                                                                      pelo aparelho
                         T4                  Sim                Sim                   Não             Luz difundida pelo aparelho
                                                                                                      e pelo provete
                Repetir as leituras Ti, T 2 , T 3 e T 4 com outras posições dadas do provete, para determinar a sua
                uniformidade.
                Calcular o factor de transmissão total T t = T 2 / T i .
                Calcular o factor de transmissão difundida, T d , por meio da fórmula:
                                                                     T 4 - T 3 (T 2 /T,)
               Calcular a percentagem de atenuação por difusão de visibilidade ou da luz, ou das duas, por meio da
                fórmula:
                                                                  —      x 100%.
                                                                  Tt
               Medir, a partir da fórmula acima, a atenuação de visibilidade inicial do provete em relação a pelo menos quatro
               pontos igualmente espaçados na região não submetida à abrasão. Calcular a média dos resultados obtidos para
               cada provete. Em vez das quatro medições, pode-se obter um valor médio fazendo rodar o provete, com
               regularidade, à velocidade de 3 rot/s ou mais.
               Efectuar, para cada vidraça de segurança, três ensaios sob a mesma carga. Utilizar a atenuação de visibilidade
               como medida de abrasão subjacente, depois de o provete ter sido submetido ao ensaio de abrasão.
               Medir, a partir da fórmula acima, a luz difundida pela pista submetida à abrasão em relação a pelo menos quatro
               pontos espaçados ao longo dessa pista. Calcular a média dos resultados obtidos para cada provete. Em vez das
               quatro medições, pode-se obter um valor médio fazendo rodar o provete, com regularidade, à velocidade de 3 rot/s
               ou mais.
      4.5.     O ensaio de abrasão só será efectuado se o laboratório que realiza o ensaio o julgar necessário, tendo em conta
               informações de que dispõe.
               Com excepção dos materiais de vidro plástico, no caso de modificação da espessura do intercalar ou do material,
               não é exigido, regra geral, proceder a outros ensaios.
     4.6.     índices de dificuldade das características secundárias
              As características secundárias não intervêm.
     5.       ENSAIO DE RESISTÊNCIA A ALTA TEMPERATURA
     5.1.     Técnica
              Aquecer até 100 °C três amostras ou três provetes quadrados de pelo menos 3 0 0 x 3 0 0 mm retirados pelos
              laboratório de três pára-brisas ou três vidraças que não sejam pára-brisas, conforme o caso, e em que um dos lados
              corresponda ao bordo superior da vidraça. Manter esta temperatura durante duas horas e em seguida deixar
              arrefecer as amostras até à temperatura ambiente. Se a vidraça de segurança tiver duas superfícies externas de
              material não orgânico, o ensaio pode ser efectuado imergindo verticalmente a amostra em água em ebulição pelo
              período de tempo especificado, tomando o cuidado de evitar qualquer choque térmico indesejável. Se as amostras
              foram cortadas de um pára-brisas, um dos seus bordos deve ser constituído por uma parte do bordo do
              pára-brisas.
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     5.2.     índices de dificuldade das características secundárias
                                                       Incolor                          De cor
              Coloração do intercalar                     1                                2
              As outras características secundárias não intervêm.
     5.3.     Interpretações dos resultados
     5.3.1.   O ensaio de resistência a alta temperatura é considerado como dando um resultado positivo se não aparecerem
              bolhas nem outros defeitos a mais de 15 mm de um bordo não cortado ou 25 mm de um bordo cortado do provete
              ou da amostra, ou mais de 10 mm de qualquer fissura que se possa produzir durante o ensaio.
     5.3.2.   Uma série de provetes ou de amostras apresentados à homologação é considerada como satisfatória do ponto de
              vista do ensaio de resistência a alta temperatura se for satisfeita uma das seguintes condições:
     5.3.2.1. Todos os ensaios dão um resultado positivo.
     5.3.2.2.  Um ensaio deu um resultado negativo. Uma nova série de ensaios efectuados com uma nova série de provetes ou de
              amostras dá resultados positivos.
     6.       ENSAIO DE RESISTÊNCIA À RADIAÇÃO
     6.1.     Método de ensaio
     6.1.1.     Aparelhos
     6.1.1.1. Fonte de radiação, consistindo em uma lâmpada de vapor de mercúrio de pressão média, composta por um tubo de
              quartzo que não produz ozônio cujo está montado verticalmente. As dimensões nominais da lâmpada devem ser de
               360 mm para o comprimento e de 9,5 mm para o diâmetro. O comprimento do arco deve ser de 300 ±4 mm. A
              potência de alimentação da lâmpada deve ser de 750 W ± 50 W. Pode ser utilizada qualquer outra fonte de
               radiação que produza o mesmo efeito que a lâmpada acima definida. Para verificar que os efeitos de outra fonte são
               os mesmos, deve ser feita uma comparação medindo a quantidade de energia emitida numa banda de
              comprimentos de onda que vá de 300 a 450 nanómetros, sendo todos os outros comprimentos de onda eliminados
              com o auxílio de filtros adequados. A fonte de substituição deve então ser utilizada com esses filtros.
              No caso de vidraças de segurança para as quais não exista correlação satisfatória entre este ensaio e as condições de
               utilização, é necessário rever as condições de ensaio.
     6.1.1.2. Transformador de alimentação e condensador, capazes de fornecer à lâmpada (6.1.1.1.) um pico de tensão de
               arranque de 1 100 v, no mínimo, e uma tensão de funcionamento de 500 ± 5 0 V.
     6.1.1.3.  Dispositivo destinado a apoiar e fazer rodar as amostras entre 1 e 5 rot / min em torno da fonte de radiação colocada
              em posição central, de modo a assegurar uma exposição regular.
     6.1.2.    Provetes
     6.1.2.1. A dimensão dos provetes deve ser de 76 x 300 mm.
     6.1.2.2.  Os provetes serão cortados pelo laboratório na parte superior das vidraças, de modo que:
               — para as vidraças que não sejam pára-brisas, o bordo superior dos provetes coincida com o bordo superior das
                   vidraças,
              — para os pára-brisas, o bordo superior dos provetes coincida com o limite superior da zona na qual a transmissão
                   regular deve ser controlada e determinada em conformidade com o ponto 9.1.2.2 do presente anexo.
     6.1.3.    Técnica
               Verificar o coeficiente de transmissão regular da luz através de três amostras antes da exposição e segundo o
              processo indicado nos pontos 9.1.1 e 9 . 1 . 2 d o presente anexo.
               Proteger uma parte de cada amostra das radiações, de seguida colocar as amostras no aparelho de ensaio, com o
              comprimento paralelo ao eixo da lâmpada e a 230 mm desse eixo. Manter a temperatura das amostras a 45 ± 5 o C
              durante todo o ensaio. Colocar a face de cada amostra que represente a face externa da vidraça do veículo em frente
              da lâmpada. Para o tipo de lâmpada definido no ponto 6.1.1.1, o tempo de exposição deve ser de 100
              horas.
              Após a exposição, medir de novo o coeficiente de transmissão regular da luz na superfície exposta de cada
              amostra.
     6.1.4.   Cada provete ou amostra (três no total) deve ser submetido, em conformidade com o processo acima indicado, a
              uma radiação tal que a irradiação em cada ponto do provete ou da amostra produza, no intercalar utilizado, o
              mesmo efeito que o produzido por uma radiação solar de 1 400 W/m 2 durante 100 horas.
     6.2.     índices de dificuldade das características secundárias
                                                       Incolor                          De cor
              Coloração do vidro                          2                                1
              Coloração do intercalar                     1                                2
              As outras características secundárias não intervêm.
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       6.3.           Interpretação dos resultados
       6.3.1.          O ensaio de resistência à radiação é considerado como dando um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes
                       condições:
       6.3.1.1.        O factor total de transmissão da luz, sendo a transmissão medida em conformidade com os pontos 9.1.1e9.1.2do
                       presente anexo, não baixar aquém de 9 5 % do valor inicial antes da irradiação e, em todos os casos, não
                       baixar:
       6.3.1.1.1.      Aquém de 70 %, para as vidraças que não sejam pára-brisas que tenham de satisfazer as prescrições relativas ao
                       campo de visão do condutor em todas as direcções,
       6.3.1.1.2.      Aquém de 75 % para os pára-brisas, na zona em que a transmissão regular deve ser controlada, tal como definido
                       no ponto 9.1.2.2 a seguir.
       6.3.1.2.        Pode, todavia, aparecer uma ligeira coloração quando se examinar o provete ou a amostra após irradiação sobre
                       fundo branco, mas não deve aparecer nenhum outro defeito.
       6.3.2.          Uma série de provetes ou de amostras apresentados à homologação será considerada como satisfatória do ponto de
                       vista do ensaio de resistência à radiação se for satisfeita uma das seguintes condições:
       6.3.2.1.        Todos os ensaios dão um resultado positivo.
       6.3.2.2.        Um ensaio deu um resultado negativo. Uma nova série de ensaios efectuados com uma nova série de provetes ou
                       amostras dá resultados positivos.
       7.              ENSAIO DE RESISTÊNCIA À HUMIDADE
       7.1.            Técnica
                       Manter três amostras ou três provetes quadrados de pelo menos 300 mm x 300 mm verticalmente, durante duas
                       semanas, num recinto fechado em que a temperatura deve ser mantida a 5 0 ± 2 ° C e a humidade relativa a
                       9 5 ± 4 % 0).
                       Os provetes são separados de modo que:
                       — pelo menos um bordo dos provetes coincida com um bordo de origem da vidraça,
                       — se forem ensaiados vários provetes ao mesmo tempo, deve ser previsto um espaçamento adequado entre cada
                            um dos provetes.
                       Devem ser tomadas precauções para que o condensado que se forme nas paredes ou no tecto do recinto de ensaios
                       não caia sobre as amostras.
       7.2.            índices de dificuldade das características secundárias
                                                                                  Incolor                   De cor
                       Coloração do intercalar                                       1                         2
                       As outras características secundárias não intervêm.
       7.3.            Interpretação dos resultados
       7.3.1.          A vidraça de segurança é considerada como satisfatória sob o ponto de vista da resistência à humidade se não se
                       observar nenhuma mudança importante a mais de 10 mm dos bordos não coitados, e a mais de 15 mm dos bordos
                       cortados, após uma permanência de duas horas em atmosfera ambiente, para as vidraças laminadas vulgares e
                       tratadas, e após uma permanência de 48 horas em atmosfera ambiente, para as vidraças revestidas de matéria
                       plástica e os vidros plásticos.
       7.3.2.          Uma série de provetes ou de amostras apresentados à homologação será considerada como satisfatória do ponto de
                       vista do ensaio de resistência à humidade se for satisfeita uma das seguintes condições:
       7.3.2.1.         Todos os ensaios dão um resultado positivo,
       7.3.2.2.        Um ensaio deu um resultado negativo. Uma nova série de ensaios efectuados com uma nova série de amostras dá
                       resultados positivos.
        8.             ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÀS MUDANÇAS DE TEMPERATURA
        8.1.           Método de ensaio
                       Dois provetes de 300 x 300 mm são colocados num recinto à temperatura de - 40 °C ± 5 °C durante seis horas;
                       em seguida, são colocados ao ar livre à temperatura de 23° C ± 2 °C durante uma hora ou até o momento em que
                        os provetes atinjam uma temperatura de equilíbrio. Em seguida, são colocados numa corrente de ar à temperatura
                       de 72 °C ± 2 °C durante 3 horas. Depois de serem novamente colocados ao ar livre a 23 °C ± 2 °C e arrefecidos
                        até essa temperatura, os provetes são examinados.
       (') As condições de ensaio excluem qualquer condensação sobre os provetes.
 ---pagebreak--- N? C 95/22                                        Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                              12. 4. 90
      8.2.             índices de dificuldade das características secundárias
                                                                                                    Incolor           De cor
                       Coloração do intercalar ou do revestimento de matéria plástica                   1                2
                       As outras características secundárias não intervêm.
      8.3.             Interpretação dos resultados
                       O ensaio de resistência às mudanças de temperatura é considerado como tendo dado um resultado positivo se os
                       provetes não apresentarem fendas, opacidades, deslaminagem ou outras deteriorações evidentes.
      9.              QUALIDADES ÓPTICAS
      9.1.            Ensaios de transmissão da luz
      9.1.1.           Aparelhos
      9.1.1.1.        Fonte luminosa, consistindo de uma lâmpada de incandescência cujo filamento está contido num volume
                      paralelepipédico de 1,5 mm x 1,5 mm x 3 mm. A tensão aplicada ao filamento da lâmpada deve ser tal que a sua
                      temperatura de cor seja de 2 856 ± 50 K. Esta tensão deve ser estabilizada a ± 1 /1 000. O aparelho de medição,
                      utilizado para a verificação dessa tensão, deve apresentar uma precisão adequada para essa aplicação.
      9.1.1.2.        Sistema óptico, composto de uma lente de distância focal, f, igual a 500 mm pelo menos, e corrigida para as
                      aberrações cromáticas. A plena abertura da lente não deve exceder f/20. A distância entre a lente e a fonte
                      luminosa deve ser regulada de modo a obter um feixe luminoso sensivelmente paralelo. Colocar um diafragma para
                      limitar o diâmetro do feixe luminoso a 7 ± 1 mm. Este diafragma deve ser colocado a uma distância de 100
                       ± 50 mm da lente, do lado oposto à fonte luminosa. O ponto de medição deve ser tomado no centro do feixo
                      luminoso.
     9.1.1.3.        A p a r e l h o de m e d i ç ã o
                     O receptor deve apresentar uma sensibilidade relativa de espectro correspondente à eficiência luminosa relativa de
                     espectro CIE (J) para a visão fotóptica. A superfície sensível do receptor deve estar coberta com um difusor e deve
                     ser pelo menos igual a duas vezes a secção do feixe luminoso paralelo emitido pelo sistema óptico. Se se utilizar uma
                     esfera de integração, a abertura da esfera deve ser pelo menos igual a duas vezas a secção do feixe luminoso
                     paralelo.
                     O conjunto receptor-aparelho de medição deve ter uma linearidade melhor que 2 % na parte útil da escala.
                     O receptor deve ser centrado sobre o eixo do feixe luminoso.
     9.1.2.           Técnica
                     A sensibilidade do sistema de medição deve ser regulada de modo que o aparelho de medição da resposta do
                     receptor indique 100 divisões quando a vidraça de segurança não estivar colocada no trajecto luminoso.
                     Quando o receptor não receber nenhuma luz, o aparelho deve indicar zero.
                     A vidraça de segurança deve ser colocada a uma distância do receptor igual a cerca de cinco vezes o diâmetro do
                     receptor. A vidraça de segurança deve ser colocada entre o diafragma e o receptor; a sua orientação deve ser
                     regulada de modo que o ângulo de incidência do feixe luminoso seja igual a 0 ± 5 o . O factor de transmissão da luz
                     regular deve ser medido na vidraça de segurança; ler no aparelho de medição o número de divisões, n, para cada um
                     dos pontos medidos. O coeficiente de transmissão da luz regular é igual a n/100.
     9.1.2.1.       No caso de pára-brisas, podem ser aplicados dois métodos de ensaio utilizando quer uma amostra cortada na parte
                    mais plana de um pára-brisas quer uma peça quadrada especialmente preparada, que apresente as mesmas
                    características de material e espessura de um pára-brisas, sendo as medições feitas perpendicularmente à
                    vidraça.
    9.1.2.2.        No que diz respeito aos pára-brisas destinados aos veículos da categoria Mi, o ensaio é efectuado na zona B
                    definida no anexo II F. Em relação a todos os outros veículos, o ensaio é efectuado na zona I prevista no ponto
                    9.2.5.2.3 do presente anexo.
    9.1.3.          índices de dificuldade das características secundárias
                                                                                               Incolor          De cor
                    Coloração do vidro                                                            1                2
                    Coloração do intercalar (no caso de pára-brisas laminados)                    1                2
    (') Comissão Internacional de Iluminação.
 ---pagebreak--- 12. 4 . 90                                   Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                           N? C 95/23
                                                                                           Não incluída      Incluída
                   Faixa de sombra e/ou de obscurecimento                                        1               2
                   As outras características secundárias não intervêm.
        9.1.4.     Interpretação dos resultados
        9.1.4.1.   A transmissão regular medida em conformidade com o ponto 9.1.2 não deve ser inferior a 75 %, no caso dos
                   pára-brisas, e a 7 0 % , no caso das vidraças que não sejam pára-brisas.
        9.1.4.2.   No caso das vidraças situadas em locais que não desempenhem um papel essencial para a visão do condutor (tecto
                   com vidro, por exemplo) o coeficiente de transmissão regular da luz da vidraça pode ser inferior a 7 0 % . As
                   vidraças que tenham um coeficiente de transmissão regular da luz inferior a 70 % devem ser marcadas com o
                   símbolo apropriado
        9.2.       Ensaio de distorção óptica
        9.2.1.     Campo de aplicação
                   O método especificado a seguir é um método de projecção que permite a avaliação da distorção óptica de uma
                   vidraça de segurança.
        9.2.1.1.    Definições
        9.2.1.1.1. Desvio óptico: ângulo que faz a direcção aparente com a direcção verdadeira de um ponto visto através da vidraça
                   de segurança. O valor deste ângulo é função do ângulo de incidência do raio visual, da espessura e da inclinação da
                   vidraça, e do raio de curvatura no ponto de incidência.
        9.2.1.1.2. Distorção óptica numa direcção M M ' : diferença algébrica entre desvios angulares A a , medida entre dois pontos M
                   e M' da superfície da vidraça, espaçados de modo que as suas projecções sobre um plano perpendicular à direcção
                   de observação distem um valor fixo A x (ver figura 6).
                   Um desvio no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio será considerado como positivo e um desvio no sentido
                   dos ponteiros do relógio, como negativo.
        9.2.1.1.3. Distorção óptica num ponto M: distorção óptica máxima para todas as direcções M M ' a partir do
                   ponto M.
        9.2.1.2.    Aparelhos
                   O presente método baseia-se na projecção, sobre uma tela, de uma mira conveniente através da vidraça de
                   segurança em ensaio. A modificação de forma da imagem projectada, provocada pela inserção da vidraça no
                   trajecto luminoso, dá uma medida da distorção óptica. A aparelhagem compõe-se dos seguintes elementos,
                   dispostos como se indica na figura 9.
                   Notas: A a = a, - a 2 é a distorção óptica na direcção M M ' .
                            Ax = MC          é a distância entre as duas rectas paralelas à direcção de oberservação e que passem pelos
                                             pontos M e M ' .
                                                                   Figura 6
                                                 Representação esquemática da distorção
 ---pagebreak--- N? C 95/24                                 Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                             12. 4 . 90
                          Diapositivo (mira)                                                     Diafragma
                      Fonte luminosa               Condensador                         Lente
                                                              Figura 7
                                                   Disposição óptica do projector
     9.2.1.2.1.  Projector, de boa qualidade, com uma fonte luminosa pontual de forte intensidade, tendo por exemplo as seguintes
                 características;
                 — distância focal de pelo menos 90 mm,
                 — abertura de cerca de 1/2,5,
                 — lâmpada halogénea de quartzo de 150 W (no caso de utilização sem filtro),
                 — lâmpada de quartzo 3 de 250 W (caso de utilização de um filtro verde).
                                                             Figura 8
                                                Porção aumentada do diapositivo
                O dispositivo de projecção está representado esquematicamente na figura 7. Deve ser colocado um diafragma de
                8 mm de diâmetro a cerca de 10 mm da lente da objectiva.
    9.2.1.2.2.  Diapositivos (miras) constituídos, por exemplo, por uma rede de círculos claros sobre fundo escuro (ver figura 8).
                Os diapositivos devem ser de grande qualidade e bem contrastados, para permitir efectuar medições com um erro
                inferior a 5 % . Na ausência da vidraça em ensaio, as dimensões dos círculos devem ser tais que, quando
                projectados, formem sobre a tela uma rede de círculos de
                            R      R
                              i +    2
                 diâmetros             x com x = 4 mm (ver figuras 6 e 9).
                                Ri
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                      Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                             N? C 95/25
                       Projector
                                                                            Vidraça de segurança
                                                                                                                I
             D:
                                                                                                                 y         Tela de
                                                                                                                           projecção
                                                 R,
          Diafragma / "                   Ângulo de inclinação
                                                                                                           Direcção de
                                                                                                           observação
              R, = 4 m
              R2 = 2 m a 4 m (4 m de preferência)
                                                                    Figura 9
                                        Disposição dos aparelhos para o ensaio de distorção óptica
       9.2.1.2.3.   Suporte, de preferência de um tipo que permita varrimentos verticais e horizontais, bem como uma rotação da
                    vidraça de segurança.
       9.2.1.2.4.   Gabarito de controlo, para a medição das modificações de dimensões quando se desejar uma estimativa rápida.
                    Uma forma apropriada está representada na figura 10.
                                 piif
                                 f/I    /íiiiiliiíiíífJ
                                                                   Figura 10
                                                  Exemplo de gabarito de controlo apropriado
       9.2.1.3.     Técnica
       9.2.1.3.1.   Generalidades
                    Montar a vidraça de segurança no suporte (ponto 9.2.1.2.3), com o ângulo de inclinação especificado. Projectar o
                    diapositivo de ensaio através da superfície a examinar. Rodar a vidraça ou deslocá-la quer horizontalmente quer
                    verticalmente para examinar toda a superfície especificada.
       9.2.1.3.2.   Estimativa empregando um gabarito de controlo
                    Quando for suficiente uma estimativa rápida, com uma precisão que não pode ser melhor que 20 %, o valor A (ver
                    figura 10) é calculado a partir do valor limite Aa L , para a mudança de desvio, e do valor R 2 , como sendo a distância
                    entre a vidraça de segurança e a tela de projecção:
                                                                     A = 0,145 Aa L • R2
 ---pagebreak--- N? C 95/26                                    Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                         12. 4 . 90
                 A relação entre a mudança de diâmetro de imagem projectada, Ad, e a mudança de desvio angular, Aa , é dada pela
                 fórmula:
                                                                 Ad = 0,29 Aa • R2
                 em que
                 Ad      é  expresso  em  milímetros;
                 A       é  expresso  em  milímetros;
                 Aa L    é  expresso  em  minutos de arco;
                 Aa      é  expresso  em  minutos de arco;
                 R2      é  expresso  em  metros.
     9.2.1.3.3.  Medição por dispositivo fotoeléctrico
                 Quando for exigida uma medição precisa, com a precisão melhor que 10 % do valor limite, o valor Ad é medido
                 sobre o eixo de projecção, sendo o valor da largura do ponto luminoso fixada no ponto em que a luminância for 0,5
                 vezes a luminância máxima do foco de luz.
     9.2.1.4.    E x p r e s s ã o dos r e s u l t a d o s
                 Avaliar a distorção óptica das vidraças de segurança medindo Ad em todos os pontos da superfície e em todas as
                 direcções, para encontrar Ad max.
     9.2.1.5.    Outro método
                 Além disso, é permitido utilizar a técnica estrioscópica como variante às técnicas de projecção, na condição de a
                 precisão das medições, indicada no ponto 9.2-1-3.2 e no ponto 9.2.1.3.3, ser mantida.
     9.2.1.6.    A distância Ax deve ser de 4 mm.
     9.2.1.7.    O pára-brisas deve ser montado com o ângulo de inclinação correspondente ao do veículo.
     9.2.1.8.   O eixo de projecção no plano horizontal deve ser mantido numa posição praticamente perpendicular ao traço do
                 pára-brisas nesse plano.
     9.2.2.     As medições devem ser efectuadas:
     9.2.2.1.   Para os veículos da categoria Mi, por um lado na zona A alargada até ao plano médio do veículo e na parte do
                 pára-brisas correspondente ao simétrico da zona precedente em relação ao plano longitudinal médio do veículo e,
                 por outro, na zona B.
     9.2.2.2.   Para os veículos das categorias M, que não sejam M t e N, na zona I definida no ponto 9.2.5.2 do presente
                anexo.
     9.2.2.3.   M o d e l o de v e í c u l o
                O ensaio deve ser repetido se o pára-brisas tiver de ser montado num modelo de veículo cujo campo de visão para a
                frente seja diferente do do modelo de veículo para o qual o pára-brisas já tenha sido homologado.
     9.2.3.     índices de dificuldade das características secundárias
     9.2.3.1.   Natureza do material
                                  Chapa de vidro polido         Chapa de vidro flutuado            Vidro para vidraça
                                            1                               1                               2
     9.2.3.2.   Outras características secundárias
                As outras características secundárias não intervêm.
     9.2.4.     Número de amostras
                Devem ser submetidas a ensaio quatro amostras.
    9.2.5.      Definição das zonas
    9.2.5.1.    Para os pára-brisas dos veículos da categoria M,, as zonas A e B são as definidas no anexo II F.
    9.2.5.2.    Para as categorias de veículos M, que não sejam M, e N, as zonas são definidas partindo:
    9.2.5.2.1.  De um ponto ocular situado na vertical do ponto R do banco do condutor e 625 mm acima desse ponto, no plano
                vertical paralelo ao plano longitudinal médio do veículo a que se destina o pára-brisas e passando pelo eixo do
                volante. Este ponto é designado por O no texto que se segue;
    9.2.5.2.2.  De uma recta OQ que é a recta horizontal que passa pelo ponto ocular O e perpendicular a um plano longitudinal
                médio do veículo.
    9.2.5.2.3.  Zona I — a zona do pára-brisas delimitada pela intersecção do pára-brisas com os seguintes quatro planos:
                Pi — um plano vertical que passa pelo ponto O e forma um ângulo de 15 ° para a esquerda do plano longitudinal
                        médio do veículo,
 ---pagebreak--- 12. 4 . 90                                     Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                         N? C 95/27
                   P2 — um pano vertical simétrico a Pi em relação ao plano longitudinal médio do veículo.
                            Se esta construção for impossível (ausência de plano longitudinal médio de simetria, por exemplo), toma-se
                            para P2 o plano simétrico a Pi em relação ao plano longitudinal do veículo que passa pelo ponto 0,
                   P 3 — um plano que contém a recta 0Q e que forma um ângulo de 10° acima do plano horizontal,
                   P 4 — um plano que contém a recta 0Q e forma um ângulo de 8 o abaixo do plano horizontal.
        9.2.6.     Interpretação dos resultados
                   Um tipo de pára-brisas é considerado como satisfatório no que diz respeito à distorção óptica se, nas quatro
                   amostras submetidas aos ensaios, a distorção óptica não exceder, em cada zona, os valores máximos indicados a
                   seguir:
                                                                                                          Valores máximos da
                              Categoria dos veículos                        Z„ ra                           distorção óptica
                   M,                                           A — alargada de acordo                        2' de arco
                                                                     com o ponto 9.2.2.1
                                                                B                                             6' de arco
                   Categorias M, que não sejam Mi,              I                                             2' de arco
                   eN
        9.2.6.1.   Para os veículos das categorias M e N, não deve ser efectuada nenhuma medição numa zona periférica de 25 mm de
                   largura.
       9.2.6.2.    No caso de pára-brisas em duas partes, não deve ser efectuada nenhuma medição numa faixa de 35 mm a partir do
                   bordo da vidraça que possa estar adjacente ao montante de separação.
       9.2.6.3.    É admitida uma tolerância de até 6' de arco para todas as partes da zona I ou da zona A situadas a menos de
                   100 mm dos bordos do pára-brisas.
       9.2.6.4.    São tolerados pequenos desvios na zona B em relação às prescrições desde que estejam localizados e mencionados
                   no relatório.
       9.3.        Ensaio de separação da imagem secundária
       9.3.1.      Campo de aplicação
                   São reconhecidos dois métodos de ensaio:
                   — método de ensaio com alvo,
                  — método de ensaio com colimador.
                  Estes métodos de ensaio podem ser utilizados para ensaios de homologação, de controlo de qualidade ou de
                  avaliação do produto, se necessário.
       9.3.1.1.   E n s a i o com alvo
       9.3.1.1.1.  Aparelhos
                  O presente método baseia-se no exame, através da vidraça de segurança, de um alvo iluminado. O alvo pode ser
                  concebido de modo que o ensaio possa ser efectuado segundo um simples método de «passa, não passa». O alvo
                  deve, de preferência, ser de um dos tipos seguintes:
                  a) Alvo anular iluminado, cujo diâmetro externo, D, subtende um ângulo de n minutos de arco, num ponto
                       situado a x metros (figura 11 a).
                  b) Alvo «coroa e foco» iluminado, cujas dimensões são tais que a distância de um ponto situado no bordo do foco
                       ao ponto mais próximo no interior da coroa, D, subtende um ângulo de n minutos de arco, num ponto situado
                       a x metros (figura 11b).
                  em que
                  n    é o valor limite da separação de imagem secundária;
                  x    é a distância entre a vidraça de segurança e o alvo (não inferior a 7 metros);
                  D e dado (a) pela fórmula:
                                                                       D = x.tang n
                  O alvo iluminado compõe-se de uma caixa de luz, de cerca de 300 mm x 300 mm x 150 mm de volume, cuja parte
                  frontal é realizada do modo mais cómodo por um vidro revestido de papel negro opaco ou de tinta preta mate. A
                  caixa deve ser iluminada por uma fonte luminosa apropriada. O interior da caixa deve ser revestido de uma camada
                  de tinta branca mate.
                  Pode ser conveniente utilizar outras formas de alvos, tais como a apresentada na figura 14. É igualmente possível
                  substituir o alvo por um dispositivo de projecção e examinar as imagens resultantes sobre uma tela.
 ---pagebreak--- N? C 95/28                                 Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                              12. 4 . 90
     9.3.1.1.2.   Técnica
                  A vidraça de segurança deve ser instalada com o ângulo de inclinação especificado num suporte conveniente de
                  modo a que a observação se faça no plano horizontal que passa pelo centro do alvo.
                   A caixa de luz deve ser observada num local obscuro ou semi-obscuro. Cada uma das porções da vidraça de
                   segurança deve ser examinada para descobrir a presença de qualquer imagem secundária associada ao alvo
                   iluminado. A vidraça de segurança deve ser rodada de modo a manter a direcção correcta de observação. Pode ser
                   utilizada uma luneta para este exame.
     9.3.1.1.3.    Expressão dos resultados
                   Determinar se,
                   — utilizando o alvo a) (ver figura 11), as imagens primária e secundária do círculo se separam, quer dizer, se se
                       excedeu o valor limite de n, ou,
                  — utilizando o alvo b) (ver figura 11), a imagem secundária do foco passa para lá do ponto de tangencia com o
                       bordo interior do círculo, quer dizer, se se excedeu o valor limite de n.
                                                                                                                   Foco
                                                                                                                   central
                                                                                                                   12 mm
                                                     Largura da
                                                     fenda 2 mm
                                                                                      D
                                                                                                            b)
                                                                                         *"
                                                               Figura 11
                                                         Dimensões dos alvos
                                     Vidraça de segurança                             Alvo
     Local de                                                                                                        Fonte luminosa
     observação   ^                                                                                                  apropriada
                                                                     r-
                Ângulo de                       Distância de observação (x > 7 m)
                inclinação
                                                               Figura 12
                                                      Disposição dos aparelhos
 ---pagebreak--- 12. 4 . 9 0                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                       N? C 95/29
                                                                                Vidraça
                                                                                de segurança
                   1.  Lâmpada
                   2.  Condensador, abertura > 8,6 mm
                   3.  Tela de vidro despolido, abertura > que a do condensador
                   4.  Filtro de cor com furo central de diâmetro = 0,3 mm, diâmetro > 8,6 mm
                   5.  Placa com coordenadas polares, diâmetro > 8,6 mm
                   6.  Lente acromática, f > 86 mm, abertura = 10 mm
                   7.  Lente acromática, f > 86 mm, abertura = 10 mm
                   8.  Ponto negro, diâmetro = 0,3 mm
                   9.  Lente acromática, f = 20 mm, abertura < 10 mm
                                                                 Figura 13
                                                   Aparelhos para o ensaio com colimador
        9.3.1.2.   E n s a i o com c o l i m a d o r
                   Se necessário, aplicar-se-á o processo descrito no presente ponto.
        9.3.1.2.1. Aparelhos
                   Os aparelhos consistem em um colimador e um telescópio, e podem ser instalados conforme a figura 13. Todavia,
                   pode-se também utilizar qualquer outro sistema ópúco equivalente.
        9.3.1.2.2. Técnica
                   O colimador forma, no infinito, a imagem de um sistema em coordenadas polares com um ponto luminoso no
                   centro (ver figura 14).
                   No plano focal do telescópio de observação, é colocado sobre o eixo óptico um pequeno ponto opaco, de diâmetro
                   ligeiramente superior ao do ponto luminoso projectado, ocultando assim o ponto luminoso.
                   Se um provete que apresente uma imagem secundária for colocado entre o telescópio e o colimador, será visível um
                   segundo ponto luminoso de menor intensidade a uma certa distância do centro do sistema de coordenadas polares.
                   Pode-se considerar que a separação da imagem secundária é representada pela distância entre os dois pontos
                   luminosos observados por meio do telescópio de observação (ver figura 14). (A distância entre o ponto negro e o
                   ponto luminoso no centro do sistema de coordenadas polares representa o desvio óptico).
        9,3.1.2.3. Expressão dos resultados
                   Examinar em primeiro lugar a vidraça de segurança com o auxílio de um método simples para determinar a região
                   que dá a imagem secundária mais importante.
                   Examinar então essa região com o telescópio, sob o ângulo de incidência apropriado. Medir em seguida a
                   separação máxima da imagem secundária.
 ---pagebreak--- N? C 95/30                                 Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                         12. 4 . 90
                                                            Figura 14
                               Exemplo de observação segundo o método de ensaio com colimador
     9.3.1.3. A direcção da observação no plano horizontal deve ser mantida aproximadamente normal ao traço do pára-brisas
              nesse plano.
     9.3.2.   As medições devem ser efectuadas conforme as categorias de veículos nas zonas definidas no ponto 9.2.2
              acima.
     9.3.2.1. M o d e l o de v e í c u l o
              O ensaio deve ser repetido se o pára-brisas tiver de ser montado num modelo de veículo cujo campo de visão para a
              frente seja diferente do do modelo de veículo para o qual o pára-brisas já tenha sido homologado.
     9.3.3.   índices de dificuldade das características secundárias
     9.3.3.1. N a t u r e z a do material
                              Chapa de vidro polido           Chapa de vidro flutuado          Vidro para vidraça
                                          1                               1                              2
     9.3.3.2. Outras características secundárias
              As outras características secundárias não intervêm.
     9.3.4.   Número de amostras
              Serão submetidas a ensaio quatro amostras.
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        9.3.5.    Interpretação dos resultados
                  Um tipo de pára-brisas é considerado como satisfatório no que diz respeito à separação da imagem secundária se,
                  nas quatro amostras submetidas aos ensaios, a separação das imagens primária e secundária não exceder os valores
                  máximos indicados a seguir para cada zona:
                                                                                                  Valores máximos da separação das
                            Categoria dos veículos                         z~                       imagens primária e secundária
                  M,                                         A — alargada de acordo com o                   15' de arco
                                                                  ponto Çí.2.2.1
                                                             B                                              25' de arco
                  Categorias M, que não sejam M i ,          I                                              15' de arco
                  eN
        9.3.5.1.  Para os veículos das categorias M e N , não deve ser efectuada nenhuma medição numa zona periférica de 25 mm de
                  largura.
        9.3.5.2.  No caso de um pára-brisas em duas partes, não deve ser feita nenhuma medição numa faixa de 35 mm a partir do
                  bordo da vidraça que possa estar adjacente ao montante de separação.
        9.3.5.3.  É admitida uma tolerância de até 25' de arco para todas as partes da zona I ou da zona A situadas a menos de
                  100 mm dos bordos do pára-brisas.
        9.3.5.4   São tolerados pequenos desvios na zona B em relação às prescrições desde que estejam localizados e mencionados
                  no relatório.
        9.4.      Identifcação das cores
                  Se um pára-brisas for de cornas zonas definidas nos pontos 9.2.5.1 ou 9.2.5.2 verificar-se-á em quatro pára-brisas
                  que as cores a seguir indicadas podem ser identificadas:
                  —   branco,
                  —   amarelo selectivo,
                  —   vermelho,
                  —   verde,
                  —   azul,
                  —   amarelo âmbar.
        10.      ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO FOGO
        10.1.    Objecto e campo de aplicação
                 Este método permite determinar a velocidade de combustão horizontal dos materiais utilizados no habitáculo dos
                 automóveis (viaturas particulares, camiões, veículos njiistos, autocarros) depois de terem sido expostos à acção de
                 uma pequena chama.
                 Este método permite verificar os materiais e elementos de revestimento interior dos veículos, individualmente ou
                 combinados, até uma espessura de 13 mm. O método é utilizado para julgar da uniformidade dos lotes de
                 produção desses materiais do ponto de vista das características de combustão.
                 Dado que as numerosas diferenças entre as situações reais da vida corrente e as condições precisas de ensaio
                 especificadas no presente método (aplicação e orientação no interior do veículo, condições de utilização, fonte de
                 chamas, etc), este não pode ser considerado como adaptado à avaliação de todas as características de combustão
                 num veículo reai.
       10.2.     Definições
       10.2.1.   Velocidade de combustão: quociente da distância queimada, medida de acordo com o presente método, pelo
                 tempo que a chama leva a percorrer essa distância.
                 Exprime-se em milímetros por minuto.
       10.2.2.   Material compósito: material constituído de várias camadas de materiais, similares ou diferentes, aglomerados por
                 cementação, colagem, envolvimento, soldadura, etc.
                 Se o conjunto apresentar descontinuidades (por exemplo, costura, pontos de soldadura por alta frequência,
                 rebitagem, etc.) que permitam a tomada de amostras individuais em conformidade com o ponto 10.5, os materiais
                 não são considerados como compósitos.
       10.2.3.   Face exposta: a face que está virada para o habitáculo quando o material estiver instalado no veículo.
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     10.3.   Princípio
             Uma amostra é colocada horizontalmente num suporte em forma de U e exposta à acção duma chama definida de
             baixa energia, durante 15 s, numa câmara de combustão, actuando a chama sobre o bordo livre da amostra. O
             ensaio permite determinar se a chama se extingue e em que momento, ou o tempo necessário para a chama
             percorrer uma distância medida.
     10.4.   Aparelhos
     10.4.1. Câmara de combustão (figura 15), de preferência de aço inoxidável, com as dimensões indicadas na figura
             16.
             A face frontal da câmara tem uma janela de observação incombustível que pode cobrir toda a face frontal e que
             pode servir de painel de acesso.
             A face inferior da câmara é atravessada por furos de ventilação e a parte superior tem uma fenda de arejamento a
             toda a volta.
             A câmara repousa sobra quatro pés de 10 mm de altura. Num dos lados, a câmara pode ter um orifício para a
             introdução do porta-amostras guarnecido; do outro lado, uma abertura deixa passar o tubo de chegada de gás. A
             matéria fundida é recolhida numa bacia (ver figura 17), colocada no fundo da câmara entre os furos de ventilação,
             sem os tapar.
                                                        Figura 1S-.
                              Exemplo de câmara de combustão, com porta-amostras e bacia
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                       Dimensões em milímetros — Tolerâncias de acordo com ISO 2768
                                                                                 385
                                   Fenda de arejamento
                                                                      #            &           ///
                                                                     n             n               1
                                                                f\ * *       .£
                                                                                Amostra
                                                                                 363
                                                                63,5   63.5   63,5   63.5   63,5
                                                                            V"     Y*    ^^     *^r "
                                                                           "£- "et- " ^ *V"
                                                                                        19
                                                      Figura 16
                                         Exemplo de câmara de combustão
                       Dimensões em milímetros — Tolerâncias de acordo com ISO 2768
                                          336                                           16
                                                      Figura 17
                                                   Exemplo de bacia
10.4.2. Porta-amostras, composto de duas placas de metal em forma de U ou de quadros de material resistente à corrosão.
        As dimensões estão dadas na figura 18.
        A placa inferior tem saliências e a placa superior furos correspondentes, de modo a permitir uma fixação segura da
        amostra. As saliências servem também de pontos de referência de medição do início e do fim da distância de
        combustão.
        Deve ser fornecido um suporte composto de fios resistentes ao calor, de 0,25 mm de diâmetro, esticados através da
        placa inferior do porta-amostras a intervalos de 25 mm (ver figura 19).
        A parte inferior da amostra deve encontrar-se a uma distância de 178 mm acima da placa de fundo. A distância
        entre o bordo do porta-amostras e a extremidade da câmara deve ser de 22 mm; a distância entre os bordos
        longitudinais do porta-amostras e os lados da câmara deve ser de 50 mm (todas as dimensões medidas no interior)
        (ver figura 15 e 16).
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                                 Dimensões em milímetros — Tolerâncias de acordo com ISO 2768
                                                                                                    5 x45°
                                                                   0 4                                           Tampa
                  y
                   \r-±=r
                                                  330
                                                                                            Amostra
               i  J.
                       4
               rr
                      o
                                      127 ± 0,2
                                                                               u
                              38                 254 ± 0,2
                                                  (356)
                                                   361
                                                            Figura 18
                                                    Exemplo de porta-amostras
                                Dimensões em milímetros — Tolerâncias de acordo com ISO 2768
                                                                 Fendas 0,5 x 0,5
                                                                                           Sentido do comprimento
                                                                                           (direcção amostra)
                          Lado exterior
                          do quadro
                                  Fendas 2 x 2
                                                            Figura 19
             Exemplo de secção do quadro em forma de U, parte inferior prevista para ser equipada com fios de suporte
     10.4.3.      Queimador a gás
                  A pequena fonte de chamas é representada por um bico de Bunsen de 9,5 mm de diâmetro interno. Este é colocado
                  na câmara de combustão de modo a que o centro do bico se encontre 19 mm abaixo do centro do bordo inferior do
                  lado aberto da amostra (ver figura 16).
     10.4.4.      Gás de ensaio
                  O gás fornecido ao bico deve ter um poder calorífico de cerca de 38 MJ/m 3 (por exemplo, gás natural).
     10.4.5.      Pente de metal, de pelo menos 110 mm de comprimento e com sete ou oito dentes de ponta arredondada por cada
                  25 mm.
     10.4.6.      Cronometro, com uma precisão de 0,5 s.
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        10.4.7. Exaustor
                A câmara de combustão pode ser colocada dentro de um exaustor de laboratório, desde que o volume interno desse
                exaustor seja pçlo menos 20 vezes, mas no máximo 110 vezes, maior do que o volume da câmara de combustão, e
                que nenhuma das suas dimensões {altura, largura ou profundidade) seja superior a 2,5 vezes uma das outras.
                Antes do ensaio, a velocidade vertical do ar no exaustor de laboratório é medida 100 mm à frente e atrás do local
                previsto para a câmara de combustão. A velocidade deve estar compreendida entre 0,10 e 0,30 m / s , de modo a
                evitar eventuais incómodos ao operador com os produtos de combustão. É possível utilizar um exaustor de
                ventilação natural com uma velocidade de ar adequada.
        10.5.   Amostras
        10.5.1. Forma e dimensões
                A forma e as dimensões da amostra estão indicadas na figura 20. A espessura da amostra corresponde à espessura
                do produto a ensaiar. Não deve, todavia, exceder 13 mm. Se a amostra o permitir, a sua secção deve ser constante
                ao longo de todo o comprimento. Se a forma e as dimensões de um produto não permitirem a colheita de uma
                amostra de dimensão dada, é preciso respeitar as seguintes dimensões mínimas:
                a) Para as amostras de largura compreendida entre 3 e 60 mm, o comprimento deve ser de 356 mm. Neste caso, o
                    material é ensaiado à largura do produto;
                b) Para as amostras de largura compreendida entre 60 e 100 mm, o comprimento deve ser de 138 mm pelo
                     menos. Neste caso, a distância possível de combustão corresponde ao comprimento da amostra, começando a
                     medição na primeira referência de medição;
                c) As amostras de largura inferior a 60 mm e de comprimento inferior a 356 mm, bem como as amostras de
                    largura compreendida entre 60 mm e 100 mm mas de comprimento inferior a 138 mm, e as amostras de
                    largura inferior a 3 mm, não podem ser ensaiadas segundo o presente método.
        10.5.2. Colheita
                Devem ser colhidas pelo menos cinco amostras no material a ensaiar. Nos materiais de velocidade de combustão
                diferentes conforme a direcção do material (o que é estabelecido por ensaios preliminares), as cinco amostras (ou
                mais) devem ser colhidas e colocadas no aparelho de ensaios de modo a permitir a medição da velocidade de
                combustão mais elevada. Quando o material for fornecido cortado em larguras determinadas, deve ser cortado um
                comprimento de pelo menos 500 mm a toda a largura. Devem ser colhidas amostras da peça a uma distância pelo
                menos igual a 100 mm do bordo do material e a igual distância umas das outras.
                As amostras devem ser colhidas do mesmo modo nos produtos acabados, quando a forma do produto o permitir.
                Se a espessura do produto exceder 13 mm, é necessário reduzi-la a 13 mm por um processo mecânico, do lado
                oposto ao que faz face ao habitáculo.
                Os materiais compósitos (ver ponto 10.2.2) devem ser ensaiados como uma peça homogénea.
                No caso de várias camadas de materiais diferentes não consideradas como compósitos, qualquer camada incluída
                numa profundidade de 13 mm a partir da superfície virada para o habitáculo deve ser ensaiada separada-
                mente.
                                                     Dimensões em milímetros
                                       38                    254
                                                   127
                                                               1
                                                               356
                                                              Figura 20
                                                              Amostra
 ---pagebreak--- N? C 95/36                            Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                              12. 4 . 90
     10.5.3. Condicionamento
             As amostras devem ser mantidas durante pelo menos 24 horas e no máximo sete dias à temperatura de 23 ± 2 °C
             com uma humidade relativa de 50 ± 5 % e permanecer nessas condições até ao momento de ensaio.
     10.6.   Técnica
     10.6.1. Colocar as amostras de superfície cardada ou acolchoada sobre uma superfície plana e penteá-las duas vezes contra
             pêlo com o pente (ponto 10.4.5).
     10.6.2. Colocar a amostra no porta-amostras (ponto 10.4.2) de modo a rodar o lado exposto para baixo, em direcção à
             chama.
     10.6.3. Regular a chama de gás a uma altura de 38 mm com o auxílio da referência marcada na câmara, estando a entrada
             de ar do bico fechada. A chama deve ter ardido pelo menos um minuto a fim de se estabilizar, antes do começo dos
             ensaios.
     10.6.4. Empurrar o porta-amostras para a câmara de combustão, para que a extremidade da amostra fique exposta à
             chama e, 15 s depois, cortar a chegada do gás.
     10.6.5. A medição do tempo de combustão começa no instante em que o ponto de ataque da chama ultrapassar a primeira
             referência de medição. Observar a propagação da chama do lado que se queimar mais depressa (lado superior ou
             inferior).
     10.6.6. A medição do tempo de combustão termina quando a chama atingir a última referência de medição ou quando a
             chama se extinguir antes de atingir esse último ponto. Se a chama não atingir o último ponto de medição, a
             distância queimada é medida até ao ponto da extinção da chama. A distância queimada é a parte decomposta da
             amostra, destruída à superfície ou no interior pela combustão.
     10.6.7. Se a amostra não pegar fogo, ou se não continuar a queimar após a extinção do queimador, ou ainda se a chama se
             extinguir antes de ter atingido a primeira referência de medição de tal modo que não seja possível medir uma
             duração de combustão, notar no relatório de ensaio que a velocidade de combustão é de 0 mm/min.
     10.6.8. Durante uma série de ensaios ou aquando de ensaios repetidos, assegurar que a câmara de combustão e o
             porta-amostras tenham uma temperatura máxima de 30 °C antes do começo do ensaio.
     10.7.   Cálculos
             A velocidade de combustão, B, em milímetros por minuto, é dada pela fórmula:
                                                              B = - x 60
                                                                      t
             em que:
             s é o comprimento, em milímetros, da distância queimada,
             t é a duração da combustão, em segundos, para a distância s.
     10.8.   índices de dificuldades das características secundárias
             Não intervém nenhuma característica secundária.
     10.9.   Interpretação dos resultados
             As vidraças de segurança revestidas de matéria plástica (ponto 2.3 do anexo I) e as vidraças de segurança de vidro
             plástico (ponto 2.4 do anexo I) são consideradas como satisfatórias do ponto de vista do ensaio de resistência ao
             fogo se a velocidade de combustão não exceder 250 mm/min.
     11.     ENSAIO DE RESISTÊNCIA AOS AGENTES QUÍMICOS
     11.1.   Agentes químicos a utilizar
     11.1.1. Solução saponácea não abrasiva: 1 % em peso de oleato de potássio em água desionisada;
     11.1.2. Produto de limpeza de vidraças: solução aquosa de isopropanol e de éter monometilo dipropileno glicol, cada um
             deles em concentrações compreendidas entre 5 e 10% em peso, e de hidróxido de amónio em concentração
             compreendida entre 1 e 5 % em peso;
     11.1.3. Álcool desnaturado não diluído: uma parte em volume de álcool metílico em 10 partes em volume de álcool
             etílico;
     11.1.4. Gasolina de referência: mistura de 50 % em volume de tolueno, de 30 % em volume de 2.2.4-trimetilpentano, de
             1 5 % em volume de 2.4.4-trimetil-I-penteno e de 5 % em volume de álcool etílico.
     11.1.5. Petróleo de referência: mistura de 5 0 % em volume de n-octano e de 5 0 % em volume de n-decano.
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       11.2.     Método de ensaio
                 Dois provetes de 180 x 25 mm são ensaiados com cada um dos agentes químicos previstos no ponto 11.1 acima,
                 utilizando um novo provete para cada ensaio e cada produto.
                 Após cada ensaio, os provetes são lavados de acordo com as instruções do fabricante, e de seguida condicionados
                 durante 48 horas à temperatura de 23 °C ± 2 °C e humidade relativa de 50 ± 5 % . Estas condições devem ser
                 mantidas durante os ensaios.
                 Os provetes são completamente imersos no líquido de ensaio, mantidos imersos durante um minuto, retirados e
                 imediatamente secados com um pano de algodão absorvente limpo.
       11.3.     índices de dificuldade das características secundárias
                                                                                             Incolor             De cor
                 Coloração do intercalar ou do revestimento de matéria plástica                  1                  2
                 As outras características secundárias não intervêm.
       11.4.     Interpretação dos resultados
       11.4.1.   O ensaio de resistência aos agentes químicos é considerado como positivo se o provete não apresentar
                 amolecimentos, nódoas gordurosas, fendas superficiais ou perda aparente de transparência.
       11.4.2.   Uma série de provetes apresentados a homologação será considerada como satisfatória do ponto de vista da
                 resistência aos agentes químicos se for satisfeita uma das seguintes condições:
       11.4.2.1. Todos os ensaios dão um resultado positivo.
       11.4.2.2. Tendo um ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de provetes
                 dá um resultado positivo.
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                                                          ANEXO II B
                                     PÁRA-BRISAS DE VIDRO LAMINADO VULGAR
      1.      DEFINIÇÃO DO TIPO
              Considera-se que os pára-brisas de vidro laminado vulgar pertencem a tipos diferentes se diferirem pelo menos em
              uma das características principais ou secundárias seguintes.
      1.1.    As características principais são:
      1.1.1.  Marca de fabrico ou comercial
      1.1.2.  Forma e dimensões
              Considera-se que os pára-brisas de vidro laminado vulgar são parte integrante de um grupo no que diz respeito aos
              ensaios de propriedades mecânicas e de resistência ao meio ambiente.
     1.1.3.   Número de lâminas de vidro
     1.1.4.   Espessura nominal «e» do pára-brisas, sendo admitida uma tolerância de fabrico de 0,2 n mm à esquerda e à direita
              do valor nominal, sendo «n» o número de lâminas do pára-brisas.
     1.1.5.   Espessura nominal do ou dos intercalares
     1.1.6.   Natureza e tipo do ou dos intercalares (por exemplo, PVB ou outro intercalar de matéria plástica)
     1.2.     As características secundárias são:
     1.2.1.   Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça)
     1.2.2.   Coloração do ou dos intercalares (incolor ou de cor), na totalidade ou parcialmente
     1.2.3.   Coloração do vidro (incolor ou de cor)
     1.2.4.   Presença ou ausência de condutores
     1.2.5.   Presença ou ausência de faixas de obscurecimento
     2.       GENERALIDADES
     2.1.    Para os pára-brisas de vidro laminado vulgar, os ensaios, com exclusão dos que dizem respeito ao comportamento
             da cabeça ao choque (ponto 3.2) e às qualidades ópticas, são efectuados com provetes planos que são quer
             retirados de pára-brisas já existentes quer fabricados especialmente para o efeito. Os provetes devem ser nos dois
             casos rigorosamente representativos, sob todos os pontos de vista, dos pára-brisas produzidos em série para os
             quais é pedida a homologação.
    2.2.     Antes de cada ensaio, os provetes são armazenados durante pelo menos quatro horas à temperatura de 23 °C
              ± 2 °C. Os ensaios são efectuados com os provetes logo que estes tenham sido retirados do recinto no qual
             estavam armazenados.
    3.       ENSAIO DE COMPORTAMENTO DA CABEÇA AO CHOQUE
    3.1.     índices de dificuldade das características secundárias
             Não intervém nenhuma característica secundária.
    3.2.     Ensaio de comportamento da cabeça ao choque com pára-brisas completos
    3.2.1.   Número de amostras
             São submetidas aos ensaios quatro amostras da série dos pára-brisas que têm a menor área planificada e quatro
             amostras da série dos que têm a maior área planificada, escolhidos em conformidade com as disposições do
             anexo II E.
    3.2.2.   Método de ensaio
    3.2.2.1. O método de ensaio utilizado é o descrito no ponto 3.3.2 do anexo II A.
                                                      +
    3.2.2.2. A altura de queda deve ser de 1,50 m       °/_ ,. mm.
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        3.2.3.         Interpretação dos resultados
        3.2.3.1.       Considera-se que este ensaio dá um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes condições:
        3.2.3.1.1.     A amostra parte-se, apresentando numerosas fissuras circulares cujo centro é aproximadamente o ponto de
                       impacte, estando as fissuras mais próximas situadas no máximo a 80 mm do ponto de impacte.
        3.2.3.1.2.     As lâminas de vidro devem continuar aderentes ao intercalar de plástico. Admitem-se uma ou várias separações de
                       largura inferior a 4 mm de cada um dos lados da fissura no exterior de um círculo de 60 mm de diâmetro centrado
                       no ponto de impacte.
        3.2.3.1.3.     Do lado do impacte:
        3.2.3.1.3.1.   O intercalar não deve ficar a descoberto numa área superior a 20 cm 2 ;
        3.2.3.1.3.2.   É admitido um rasgo do intercalar ao longo de um comprimento de 35 mm.
        3.2.3.2.       Uma série de amostras apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do
                       comportamento da cabeça ao choque se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
        3.2.3.2.1.     Todos os ensaios deram um resultado positivo;
        3.2.3.2.2.     O ensaio deu um resultado negativo, mas uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de amostras deu
                       resultados positivos.
        3.3.           Ensaio de comportamento da cabeça ao choque com provetes planos
        3.3.1.         Número de provetes
                                                                                                +                     +
                       São submetidos aos ensaios seis provetes planos medindo 1 100 mm            / _ 2 mm x 500 mm     /   2 mm.
        3.3.2.         Método de ensaio
        3.3.2.1.       O método utilizado é o descrito no ponto 3.3.1 do anexo II A.
                                                           +25
        3.3.2.2.      A altura de queda deve ser de 4 m        /. 0 mm.
        3.3.3.        Interpretação dos resultados
        3.3.3.1.      Considera-se que este ensaio dá um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes condições:
        3.3.3.1.1.    O provete cede e parte-se, apresentado numerosas fissuras circulares cujo centro é aproximadamente o ponto de
                      impacte;
        3.3.3.1.2.    São admitidos rasgos do intercalar, desde que a cabeça do manequim não passe através do provete.
        3.3.3.1.3.    Nenhum grande fragmento de vidro deve destacar-se do intercalar.
        3.3.3.2.      Uma série de provetes apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do
                      comportamento da cabeça ao choque se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
       3.3.3.2.1.     Todos os ensaios deram resultados positivos;
       3.3.3.2.2.     Um ensaio deu um resultado negativo, mas uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de provetes
                      deu resultados positivos.
       4.             ENSAIO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA
       4.1.           índices de dificuldade das características secundárias
                      Não intervém nenhuma característica secundária.
       4.2.           Ensaio com a esfera de 2 260 g
       4.2.1.        Número de provetes
                                                                                         % + 10
                     São submetidos aos ensaios seis provetes quadrados de 300 mm               /_ 0 mm de lado.
       4.2.2.        Método de ensaio
       4.2.2.1.      O método utilizado é o descrito no ponto 2.2 do anexo II A.
                                                                                                                     +25
       4.2.2.2.      A altura de queda (desde a parte inferior da esfera até à face superior do provete) é de 4 m        / _ n mm.
       4.2.3.        Interpretação dos resultados
       4.2.3.1.      O ensaio é considerado como dando um resultado positivo se a esfera não atravessar a vidraça no intervalo de
                     tempo de cinco segundos a contar do instante do impacte.
 ---pagebreak--- N? ©sff 740                              Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                                 12. 4. 90
     4.2.3.2.   Uma série de provetes apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do ensaio com
                a esfera de 2 260 g se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
     4.2.3.2.1. Todos os ensaios deram um resultado positivo.
     4.2.3.2.2. Tendo um ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de provetes
                dá resultados positivos.
     4.3.       Ensaio com a esfera de 227 g
     4.3.1.     índice de dificuldade das características secundárias
                Não intervém nenhuma característica secundária.
     4.3.2.     Número de provetes
                São submetidos aos ensaios vinte provetes quadrados de 300 mm + 1 0 - 0 mm de lado.
     4.3.3.     Método de ensaio
     4.3.3.1.   O método utilizado é o descrito no ponto 2.1 do anexo II A. Dez exemplares são submetidos ao ensaio à
                temperatura de + 4 0 ° ± 2 ° C e dez à temperatura de - 2 0 ° ± 2° C.
     4.3.3.2.   A altura de queda para as diferentes categorias de espessura e a massa dos fragmentos destacados figuram no
                quadro a seguir:
                                                            + 40° C                                         -20° C
                  Espessura do provete                              Massa máxima                                   Massa máxima
                                            Altura de queda         autorizada de           Altura de queda        autorizada de
                                                                     fragmentos                                     fragmentos
                          mm                     m(»)                      g                     mC)                     g
                          e < 4,5                   9                     12                       8,5                   12
                    4,5 < e < 5,5                  10                     15                       9                     15
                    5,5 < e < 6,5                  11                     20                       9,5                   20
                          e > 6,5                  12                     25                      10                     25
                    É admitida uma tolerância de + 25/ - 0 mm em relação à altura de queda.
     4.3.4.     Interpretação dos resultados
     4.3.4.1.   O ensaio é considerado como dando um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes condições:
                — a esfera não passa através do provete,
                — o provete não se parte em vários bocados,
                — se o intercalar não estiver rasgado, o peso dos fragmentos que se destacaram do lado do vidro oposto ao ponto
                    de impacte não excede os valores apropriados especificados no ponto 4.3.3.2.
     4.3.4.2.   Uma série de provetes apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do ensaio com
                a esfera de 227 g se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
     4.3.4.2.1. Pelo menos oito ensaios realizados a cada uma das temperaturas de ensaio dão um resultado positivo.
     4.3.4.2.2. Tendo mais de dois ensaios a cada uma das temperaturas de ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de
                ensaios efectuada com uma nova série de provetes dá resultados positivos.
     5.         ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO MEIO AMBIENTE
     5.1.       Ensaio de abrasão
     5.1.1.     índices de dificuldade e método de ensaio
                São aplicáveis as prescrições do ponto 4 do anexo II A, prosseguindo o ensaio durante 1 000 ciclos.
     5.1.2.     Interpretação dos resultados
                O pára-brisas é considerado como satisfatório do ponto de vista da resistência à abrasão se a difusão da luz devida à
                abrasão do provete não for superior a 2 %.
     5.2.       Ensaio de resistência a alta temperatura
                São aplicáveis as prescrições do ponto 5 do anexo II A.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                             Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                       N? C 95/41
       5.3.   Ensaio de resistência à radiação
       5.3.1. Prescrição geral
              Este ensaio só é efectuado se o laboratório o julgar útil, tendo em conta as informações em sua posse sobre o
              intercalar.
       5.3.2. São aplicáveis as prescrições do ponto 6 do anexo II A.
       5.4.   Ensaio de resistência à humidade
       5.4.1. São aplicáveis as prescrições do ponto 7 do anexo II A.
       6.     QUALIDADES ÓPTICAS
              São aplicáveis a cada tipo de pára-brisas as prescrições do ponto 9 do anexo II A relativas às qualidades
              ópticas.
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                                                       ANEXO II C
                                  PÁRA-BRISAS DE VIDRO LAMINADO TRATADO
     1.     DEFINIÇÃO DO TIPO
            Considera-se que pára-brisas de vidro laminado tratado pertencem a tipos diferentes se diferirem em pelo menos
            uma das características principais ou secundárias seguintes.
     1.1.   As características principais são as seguintes:
     1.1.1. Marca de fabrico ou comercial
     1.1.2. Forma e dimensões
            Considera-se que os pára-brisas de vidro laminado tratado fazem parte de um único grupo para os ensaios relativos
            à fragmentação, propriedades mecânicas e resistência ao meio ambiente.
     1.1.3. Número de lâminas de vidro
     1.1.4. Espessura nominal «e» do pára-brisas, sendo admitida uma tolerância de fabrico de 0,2 n mm à esquerda e à
            direita do valor nominal, sendo n o número de lâminas de vidro do pára-brisas.
     1.1.5. Tratamento especial a que uma ou várias lâminas de vidro possam ter sido submetidas.
     1.1.6. Espessura nominal do ou dos intercalares.
     1.1.7. Natureza e tipo do ou dos intercalares (por exemplo PVB ou outro intercalar de matéria plástica)
     1.2.   As características secundárias são as seguintes:
     1.2.1. Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça)
     1.2.2. Coloração do ou dos intercalares (incolor ou de cor), na totalidade ou parcialmente
     1.2.3. Coloração do vidro (incolor ou de cor)
     1.2.4. Presença ou ausência de condutores
     1.2.5. Presença ou ausência de faixas de obscurecimento
     2.      GENERALIDADES
     2.1.   No que diz respeito aos pára-brisas de vidro laminado tratado, os ensaios relativos ao comportamento da cabeça
            ao choque com um pára-brisas completo e às qualidades ópticas são efectuados com amostras e/ou provetes planos
            especialmente concebidos para o efeito. Todavia, os provetes devem ser rigorosamente representativos, sob todos
            os pontos de vista, dos pára-brisas produzidos em série para os quais é pedida a homologação.
     2.2.   Antes de cada ensaio os provetes ou as amostras são armazenados durante quatro horas pelo menos à temperatura
            de 23 °C ± 2 °C. Os ensaios são efectuados o mais rapidamente possível após os provetes ou as amostras terem
            sido retirados do recinto em que se encontravam.
     3.     ENSAIOS PRESCRITOS
            Os pára-brisas de vidro laminado tratado devem ser submetidos:
     3.1.   Aos ensaios prescritos no anexo II B para os pára-brisas laminados vulgares
     3.2.   Ao ensaio de fragmentação descrito no ponto 4 a seguir.
     4.     ENSAIO DE FRAGMENTAÇÃO
     4.1.   índice de dificuldade das características secundárias:
                        Material                    índice de dificuldade
            Chapa de vidro polido                             2
            Chapa de vidro flutuado                           1
            Vidro para vidraça                                1
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                               N? C 95/43
       4.2.       Número de provetes ou de amostras
                  Submeter ao ensaio uma amostra por ponto de impacte ou um provete de 1 100 x 500 mm + 5 mm/ - 2 mm.
       4.3.       Método de ensaio
                  O método utilizado é o descrito no ponto 1 do anexo II A.
       4.4.       Ponto(s) de impacte
                  A vidraça deve ser golpeada em cada uma das lâminas tratadas exteriores no centro da amostra.
       4.5.       Interpretação dos resultados
       4.5.1.     O ensaio de fragmentação é considerado como tendo dado um resultado positivo para cada ponto de impacte se a
                  área acumulada dos fragmentos com pelo menos 2 cm2 for igual a pelo menos 15 % da área do rectângulo de
                  visibilidade que tenha pelo menos 20 cm de altura e 50 cm de largura.
       4.5.1.1.   No caso de uma amostra
       4.5.1.1.1. Para os veículos da categoria M j , o centro do rectângulo está situado num círculo de 10 cm, de raio com centro na
                  projecção do meio do segmento Va V 2 .
       4.5.1.1.2. Para os veículos das categorias M, diferentes de M i , ou N, o centro do rectângulo está situado num círculo de
                  10 cm de raio com centro na projecção do ponto O.
       4.5.1.1.3. A altura do rectângulo acima mencionado pode ser reduzida a 15 cm fará os pára-brisas com menos de 44 cm de
                  altura ou cujo ângulo de instalação seja inferior a 15° em relação à vertical, e a percentagem de visibilidade deve ser
                  igual a 10% da área do rectângulo correspondente.
       4.5.1.2.   No caso de um provete, o centro do rectângulo está situado no eixo maior do provete a 450 mm de uma das
                  arestas.
       4.5.2.     A amostra ou amostras, ou provete ou provetes, apresentados à homologação são considerandos satisfatórios do
                  ponto de vista da fragmentação se for satisfeita uma ou outra das seguintes condições:
       4.5.2.1.   O ensaio deu um resultado positivo para cada ponto de impacte.
       4.5.2.2.   Tendo o ensaio sido repetido com uma nova série de quatro amostras para cada ponto de impacte em relação ao
                  qual deu inicialmente um resultado negativo, os quatro novos ensaios, efectuados nos mesmos pontos, dão todos
                  um resultado positivo.
 ---pagebreak--- ^ C ^ ^                                       ]orn^ Cofieis d^Corriunid^d^^uror^ei^                                                          l^.^^O
                                                    ^A^A8^^A^O^VtO^O^LA^Tt^O
    n        n^i^içÃoooT^o
           Considera-se que pára-bnsas de vidro plástico pertencematipos diferentes se diferirem pelo menos em uma das
           características principais ou secundárias seguintes.
    1.1.   As características principais são^
    1.1.1. Ivtarca de fabneo ou comercial
    1.1.2.  f^ormaedimersões
           Considera-se que os pára-brisas de vidro plástico fazem parte de um único grupo para os ensaios de resistência
           mecânica,de resistência ao meio ambiente,de resistência ás mudanças de temperaturaede resistência aos agentes
           químicos
    1.1.3. número de lâminas de plástico
    1.1.^. espessura nommal^e^ do pára-bnsas,sendo admitida uma tolerância de fabrico d e ^ 0 , 2 mm
    1.1.^. espessura nominal da lâmina de vidro
    1.1.^. espessura nominal d a ^ l â m i n a s de plástico que d e s e m p e n b a ^ o p a p e l de i n t e r c a l a r a
    l.lg.  N a t u r e z a e t i p o d a ^ l â m i n a s de plástico que d e s e m p e n b a ^ o p a p e l de intercalar^es^por exemplo 1^V8 ou
           outro^eda lâmina de plástico situada na face interna
    1.1.^.    o^^^^^^^^^^^^^^^^^
    1.2.   As características secundárias são^
    1.2.1. natureza do material ^cbapa de vidro polido, cbapa de vidro flutuado, vidro para vidraças
    t.2.2. Coloração,na totalidade ou em parte,de todas as lâminas de plástico ^incolores ou decora
    1.2.3. A coloração do vidro ^incolor ou decora
    1.2.^. A presença ou ausência de condutores
    1.2.^. A presença ou ausência de faixas de obscurecimento
    2.      ^^^^ALIOAO^
    2.1.   l^ara as vidraçasdevidro plástico,osensaios, com excepçãodosrelativosaocomportamento da cabeçaaocboque
           aponto 3.2^eàs qualidades ópticas,são efectuados com proveres planos que ou são cortados dos pára-brisas ^á
           existentes,ou fabricados especialmente p a r a o e f e i t o . T a n t o numeaso como noutro,os proveres devem ser
           rigorosamente representativos, sob todos os pontos de vista, dos pára-brisas produzidos em série para os quaisé
           pedidaabomologacão.
    2.2.     Antesdecadaensaio,osprovetesdevemsercolocados,durantepelomenosquatroboras,átemperaturade23^C
            ^ 2 ^ e . O s ensaios serão efectuados tão rapidamente quanto possível a p ó s a s u a retirada do recinto em que
           estavam colocadas.
    3        ^^AIOO^COM^O^TA^^NTOOACA^ÇAAOC^OOU^
    3.1.   índices de dificuldade das características secundárias
           l^ão intervém nenbuma característica secundária.
    3.2.   ensaio de comportamento da cabeça ao eboquecomopára-brisas completo
    3.2.1. ^^^o^^^o^^^
           ^erãosubmetidasaosensaiosquatroamostrasdasénedospára-brisasquetenbamaáreaplanificadamaispequena
           equatro amostras da séne dos que têmaárea planificada maior,escolbidos em conformidade com as disposições
           do anexo l l m
 ---pagebreak--- 12. 4 . 90                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                             N? C 95/45
        3.2.2.     Método de ensaio
        3.2.2.1.    O método utilizado é o descrito no ponto 3.2.2 do anexo II A.
        3.2.2.2.    A altura de queda deve ser de 1,50 m + 0 - 5 mm.
        3.2.3.      Interpretação dos resultados
        3.2.3.1.    Este ensaio é considerado como tendo dado um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes condições:
        3.2.3.1.1. A lâmina de vidro parte-se apresentando numerosas fissuras circulares cujo centro é aproximadamente o ponto de
                    impacte, estando as fissuras mais próximas situadas no máximo a 80 mm do ponto de impacte;
        3.2.3.1.2.  A lâmina de vidro deve-se manter aderente ao intercalar de plástico. Admite-se uma ou várias separações de largura
                    inferior a 4 mm de cada lado da fissura no exterior de um círculo de 60 mm de diâmetro centrado no ponto de
                   impacte;
        3.2.3.1.3.  É admitido um rasgo do intercalar ao longo de um comprimento de 35 mm do lado do impacte.
        3.2.3.2.    Uma série de amostras apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do
                   comportamento da cabeça ao choque se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
        3.2.3.2.1. Todos os ensaios deram um resultado positivo.
        3.2.3.2.2. Tendo um ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de provetes
                   dá resultados positivos.
       3.3.        Ensaio de comportamento da cabeça ao choque com provetes planos
       3.3.1.      Número de provetes
                   Serão submetidos aos ensaios seis provetes planos de 1 100 mm x 500 mm) ( + 5 - 2 mm).
       3.3.2.      Método de ensaio
       3.3.2.1.    O método utilizado é o descrito no ponto 3.3.1 do anexo II A.
        3.3.2.2.   A altura de queda é de 4 m + 25 - 0 mm.
       3.3.3.      Interpretação dos resultados
       3.3.3.1.    Este ensaio é considerado como tendo dado um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes condições:
       3.3.3.1.1.  A lâmina de vidro cede e parte-se, apresentando numerosas fissuras circulares cujo centro é aproximadamente o
                   ponto de impacte;
       3.3.3.1.2.  São admitidos rasgos do intercalar, mas a cabeça do manequim não deve poder atravessá-lo;
       3.3.3.1.3.  Nenhum fragmento grande de vidro se deve destacar do intercalar.
       3.3.3.2.    Uma série de provetes apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do
                   comportamento da cabeça ao choque se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
       3.3.3.2.1.  Todos os ensaios deram um resultado positivo;
       3.3.3.2.2.  Tendo um ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de provetes
                   dá resultados positivos.
       4.          ENSAIO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA
       4.1.        índices de dificuldade, método de ensaio e interpretação dos resultados: são aplicáveis as prescrições do ponto 4 do
                   anexo II B
       4.2.        Todavia, a terceira condição do ponto 4.3.4.1 do anexo II B fica neste caso sem efeito.
       5.          ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO MEIO AMBIENTE
       5.1.        Ensaio de resistência à abrasão
       5.1.1.      Ensaio de resistência à abrasão na face externa
       5.1.1.1.    São aplicáveis as prescrições do ponto 5.1 do anexo II B.
       5.1.2.      Ensaio de resistência a abrasão na face interna
       5.1.2.1.    São aplicáveis as prescrições do ponto 2 do anexo II K.
       5.2.        Ensaio de resistência a alta temperatura
                   São aplicáveis as prescrições do ponto 5 do anexo II A.
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     5.3.  Ensaio de resistência à radiação
           São aplicáveis as prescrições do ponto 6 do anexo II A.
     5.4.  Ensaio de resistência à humidade
           São aplicáveis as prescrições do ponto 7 do anexo II A.
     5.5.  Ensaio de resistência às mudanças de temperatura
           São aplicáveis as prescrições do ponto 8 do anexo II A.
     6.    QUALIDADES ÓPTICAS
           São aplicáveis a cada tipo de pára-brisas as prescrições do ponto 9 do anexo II A relativas às qualidades
           ópticas.
     7.    ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO FOGO
           São aplicáveis as prescrições do ponto 10 do anexo II A.
     8.    ENSAIO DE RESISTÊNCIA AOS AGENTES QUÍMICOS
           São aplicáveis as prescrições do ponto 11 do anexo II A.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                          N? C 95/47
                                                         ANEXO II E
            AGRUPAMENTO DOS PÁRA-BRISAS PARA OS ENSAIOS COM VISTA À SUA HOMOLOGAÇÃO CEE
       1.       OS ELEMENTOS TOMADOS EM CONSIDERAÇÃO NO PÁRA-BRISAS SÃO:
       1.1.     A área planificada
       1.2.     A altura do segmento
       1.3.     A curvatura
       2.       UM GRUPO É CONSTITUÍDO POR UMA CATEGORIA DE ESPESSURA
       3.       A CLASSIFICAÇÃO FAZ-SE POR ORDEM CRESCENTE DAS ÁREAS PLANIFICADAS
                A selecção incidirá sobre os cinco maiores e os cinco menores, efectuando a seguinte notação:
                 1 ao maior                                                 1 ao menor
                2 ao imediatamente inferior ao 1                            2 ao imediatamente superior ao 1
                3 ao imediatamente inferior ao 2                            3 ao imediatamente superior ao 2
                4 ao imediatamente inferior ao 3                            4 ao imediatamente superior ao 3
                5 ao imediatamente inferior ao 4                            5 ao imediatamente superior ao 4.
       4.       A NOTAÇÃO RELATIVA ÀS ALTURAS DE SEGMENTO SERÁ A QUE SE INDICA A SEGUIR EM CADA
                 UMA DAS DUAS SÉRIES DEFINIDAS NO PONTO 3:
                 1 à maior altura do segmento,
                 2 à imediatamente inferior,
                 3 à imediatamente inferior ao valor precendente, etc.
       5.        A NOTAÇÃO RELATIVA AOS VALORES DA CURVATURA SERÁ A QUE SE INDICA A SEGUIR EM
                 CADA UMA DAS DUAS SÉRIES DEFINIDAS NO PONTO 3:
                 1 à menor curvatura,
                 2 à curvatura imediatamente superior,
                 3 à curvatura imediatamente superior ao valor precedente, etc.
       6.        AS NOTAÇÕES SÃO ADICIONADAS PARA CADA PÁRA-BRISAS QUE CONSTITUI AS DUAS SÉRIES
                 DEFINIDAS NO PONTO 3
       6.1.      Serão submetidos aos ensaios completos definidos nos anexos IIB, IIC, IID ou IIK o pára-brisas nos cinco maiores
                 e o pára-brisas nos cinco menores, que tenham o total mais baixo.
       6.2.      Os outros pára-brisas da mesma série são submetidos a ensaios para fins do controlo das qualidades ópticas
                 definidas no ponto 9 do anexo II C.
                 Alguns pára-brisas cujos parâmetros apresentem, quanto à forma e/ou à curvatura, diferenças importantes em
                 relação aos casos extremos do grupo seleccionado, podem também ser submetidos a ensaios se o serviço técnico
                 que proceder a esses ensaios julgar que os parâmetros em questão correm o risco de ter efeitos negativos
                 importantes.
                 Os limites do grupo são fixados em função das áreas planificadas dos pára-brisas. Quando um pára-brisas
                 submetido ao processo de homologação para um dado tipo apresentar uma área planificada que não corresponda
                 aos limites fixados e/ou uma altura de segmento notavelmente maior, ou uma curvatura notavelmente menor,
                 deve ser considerado como pertencendo a um novo tipo e ser submetido a ensaios adicionais se o serviço técnico os
                 julgar tecnicamente necessários tendo em conta as informações de que dispõe acerca do produto e do material
                 utilizados.
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     9.         No caso de outro modelo de pára-brisas dever ser fabricado posteriormente pelo titular de uma homologação
                numa categoria de espessura já homologada:
     9.1.       Será verificado se pode ser incluído nos cinco maiores ou nos cinco menores considerados para a homologação do
                grupo em causa;
     9.2.       A notação será refeita de acordo com os processos definidos nos pontos 3, 4 e 5;
     9.3.       Se a soma das notações atribuídas ao pára-brisas reincorporado nos cinco maiores ou nos cinco menores:
     9.3.1.     For a menor, proceder-se-á aos seguintes ensaios:
     9.3.1.1.   Para os pára-brisas de vidro laminado vulgar ou revestido de matéria plástica ou de vidro plástico:
     9.3.1.1.1. Comportamento da cabeça ao choque
     9.3.1.1.2. Distorção óptica
     9.3.1.1.3. Separação da imagem secundária
     9.3.1.1.4. Transmissão da luz
     9.3.1.2.   Para os pára-brisas de vidro laminado tratado, os ensaios prescritos nos pontos 9.3.1.1.1,9.3.1.1.2, 9.3.1.1.3 e
                9.3.1.1.4 acima, bem como ao ensaio de fragmentação em conformidade com o ponto 4 do anexo II C.
     9.3.2.     No caso contrário, proceder-se-á apenas aos ensaios previstos para verificar as qualidades ópticas definidas no
                ponto 9 do anexo II A.
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                                                             ANEXO      IIF
       PROCEDIMENTO A SEGUIR PARA DETERMINAR AS ZONAS DE ENSAIO NOS PÁRA - BRISAS DOS VEÍCULOS DA
                                    CATEGORIA M, EM RELAÇÃO AOS PONTOS «V»
       1.       POSIÇÃO DOS PONTOS «V»
       1.1.     Os quadros 1 e 2 indicam a posição dos pontos «V» em relação ao ponto «R» (ver o anexo IIG), tal como resulta
                das respectivas coordenadas X Y Z no sistema tridimensional de referência.
       1.2.     O quadro 1 indica as coordenadas de base para um ângulo previsto de inclinação do encosto de um banco de 25°.
                O sentido positivo das coordenadas está indicado na figura 3 do presente anexo.
                                                                      QUADRO 1
                                                   Ponto «V»          X           Y            Z
                                                V!                 68 mm       - 5 mm       665 mm
                                                v2                 68 mm       - 5 mm       589 mm
       1.3.     Correcção relativa a ângulos previstos de inclinação do encosto dos bancos diferentes de 25°
       1.3.1.   O quadro 2 indica as correcções complementares a introduzir nas coordenadas X e Z de cada ponto «V» quando o
                ângulo previsto de inclinação do encosto do banco for diferente de 25°. O sentido positivo das coordenadas está
                indicado na figura 3 do presente anexo.
                                                                      QUADRO 2
                     Ângulo de                                                  Ângulo de
                                       Coordenadas          Coordenadas                          Coordenadas        Coordenadas
                   inclinação do                                              inclinação do
                                        horizontais           verticais                           horizontais          verticais
                     encosto do                                                 encosto do
                                              X                  Z                                     X                   Z
                   banco (graus)                                             banco (graus)
                          5             - 1 8 6 mm            28 mm                 23            -   17 mm               5 mm
                          6             - 1 7 6 mm            27 mm                 24            -    9 mm               2 mm
                          7             - 1 6 7 mm            27 mm                 25                 0 mm               0 mm
                          8             - 1 5 7 mm            26 mm                 26                 9 mm           -    3 mm
                          9             - 1 4 7 mm            26 mm                 27                17 mm           -    5 mm
                         10             - 1 3 7 mm            25 mm                 28               26 mm            -    8 mm
                         11             - 1 2 8 mm            24 mm                 29               34 mm            - 1 1 mm
                         12             - 1 1 8 mm            23 mm                 30               43 mm            - 1 4 mm
                         13             - 1 0 9 mm            22 mm                 31               51 mm            - 1 7 mm
                         14             -    99 mm            21 mm                 32               59 mm            - 2 1 mm
                         15             -    90 mm            20 mm                 33               67 mm            - 2 4 mm
                         16             -    81 mm            18 mm                 34               76 mm            - 2 8 mm
                         17             -    71 mm            17 mm                 35               84 mm            - 3 1 mm
                         18             -    62 mm            15 mm                 36               92 mm            - 3 5 mm
                         19             -    53 mm            13 mm                 37              100 mm            - 3 9 mm
                         20             -    44 mm            11 mm                 38              107 mm            - 4 3 mm
                         21             -    35 mm             9 mm                 39              115 mm            - 4 7 mm
                         22             -    26 mm             7 mm                 40              123 mm            - 5 2 mm
      2.        ZONAS DE ENSAIO
       2.1.     Determinam-se duas zonas de ensaio a partir dos pontos «V».
      2.2.      A zona de ensaio A é a zona da superfície exterior aparente do pára-brisas delimitada pelos seguintes quatro planos
                que partem dos pontos «V» para a frente (ver figura 1):
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           — um plano vertical que passa por V, e V 2 e que faz um ângulo de 13° com o eixo dos X, para a esquerda no que
              diz respeito aos veículos de condução à esquerda, e para a direita no que diz respeito aos veículos de condução à
              direita,
           — um plano paralelo ao eixo dos Y que passa por V! e faz um ângulo de 3 o para cima em relação ao eixo dos
              X,
           — um plano paralelo ao eixo dos Y que passa por V 2 e faz um ângulo de 1 ° para baixo em relação ao eixo dos
              X,
           — um plano vertical que passa por V\ e V2 e faz um ângulo de 20° com o eixo dos X, para a direita no que diz
              respeito aos veículos de condução à esquerda, e para a esquerda no que diz respeito aos veículos de condução à
              direita.
     2.3.  A zona de ensaio B é a zona da superfície exterior do pára-brisas que está situada a mais de 25 mm do bordo lateral
           da superfície transparente e é delimitada pela intersecção da superfície exterior do pára-brisas com os seguintes
           quatro planos (ver figura 2):
           — um plano orientado 7° para cima em relação ao eixo dos X, passando por V t e paralelo ao eixo dos Y,
           — um plano orientado 5 o para baixo em relação ao eixo dos X, passando por V 2 e paralelo ao eixo dos Y,
           — um plano vertical que passa por Vj e V 2 e que faz um ângulo de 17° com o eixo dos X, para a esquerda no que
               diz respeito aos veículos de condução à esquerda, e para a direita no que diz respeito aos veículos de condução à
               direita,
           — um plano simétrico ao precedente em relação ao plano médio longitudinal do veículo.
 ---pagebreak---                                                                                      cS
                                                                                     i
                                                                                     f
                                                                                  -Y
                                                                                     I
                                                                                     !
(*)   Traço do plano de simetria longitudinal do veículo.
(**)  Traço do plano vertical que passa por R.
(***) Traço do plano vertical que passa por V, e V 2 .
                                                Figura 1                              n
                  Zona de ensaio A (exemplo de um veículo de condução k esquerda)     es
 ---pagebreak---                                                                                       n
                                                                                      L/>
                                                                                      í
                                                                                  -Y
                                                                                     If
(*)   Traço do plano de simetria longitudinal do veículo.
(**)  Traço do plano longitudinal que passa por R.
{***) Traço do plano longitudinal que passa por V, e V 2 .
                                                Figura 2
                  Zona de ensaio B (exemplo de um veículo de condução à esquerda)
                                                                                      o
 ---pagebreak---                                                                                             4».
                                                                                            g
                                                                                            l
                                                                                            i
                                                                                            I
                                                                                            I
                                                                                            Í
                                                                      a = 68 mm
                                                                      b =   5 mm
                                                                      c = 589 mm
                                                                      d = 665 mm
(*)   Traço do plano de simetria longitudinal do veículo.    -z
(**)  Traço do plano vertical que passa por R.
(***) Traço do plano vertical que passa por V a e V 2 .
                                                Figura 3
                                                                                            %
         Determinação dos pontos V para um ângulo de inclinação do encosto do banco de 25 c  L/l
                            (exemplo de um veículo de condução à esquerda)
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                                                                    ANEXO       IIG
     PROCEDIMENTO A SEGUIR PARA DETERMINAR O PONTO «H» E O ÂNGULO REAL NO TRONCO PARA OS
                                                    LUGARES SENTADOS DOS VEÍCULOS
     1.              OBJECTIVO
                     Utiliza-se o procedimento descrito no presente anexo para a determinação da localização do ponto «H» e do
                     ângulo real do tronco para um ou vários lugares sentados de um veículo da categoria Mi e para a verificação da
                     relação entre os dados medidos e as especificações de projecto fornecidas pelo fabricante do veículo (*).
     2.              DEFINIÇÕES
                     Para efeitos do disposto no presente anexo, entende-se por:
     2.1.            Dados de referência, uma ou mais das seguintes características de um lugar sentado:
     2.1.1.          O ponto «H» e o ponto «R» e a relação entre si;
     2.1.2.          O ângulo real do tronco e o ângulo previsto do tronco e a relação entre si.
     2.2.            Maquina do ponto «H» a três dimensões (máquina 3 DH), o dispositivo utilizado para a determinação dos pontos
                     «H» e dos ângulos reais do tronco. A descrição deste dispositivo consta do apêndice 1 do presente anexo.
     2.3.            Ponto «H», o centro de articulação entre o tronco e a coxa da máquina 3 DH instalada no banco do veículo de
                     acordo com o ponto 4 a seguir. O ponto «H» está localizado a meio da linha de centros do dispositivo que liga os
                     botões de mira do ponto «H» de cada lado da máquina 3 DH. O ponto «H» corresponde teoricamente ao ponto
                     «R» (no que diz respeito às tolerâncias, ver ponto 3.2.2 a seguir). Uma vez determinado de acordo com o
                     procedimento descrito no ponto 4, o ponto «H» é considerado como fixo em relação à estrutura do assento do
                     banco e como movendo-se com este quando o banco for regulado.
     2.4.            Ponto «R» ou ponto de referência de lugar sentado, um ponto definido nos planos do fabricante para cada lugar
                     sentado e determinado em relação ao sistema tridimensional de referência.
     2.5.            Linha do tronco, a linha de centros da haste da máquina 3 DH quando a haste estiver na posição totalmente para
                     trás.
     2.6.            Ângulo real do tronco, o ângulo medido entre a linha vertical que passa pelo ponto «H» e a linha do tronco
                     utilizando o quadrante dos ângulos do dorso da máquina 3 DH. O angulo real do tronco corresponde teoricamente
                     ao ângulo previsto do tronco (no que diz respeito às tolerâncias, ver o ponto 3.2.2 a seguir).
     2.7.            Angulo previsto do dorso, o ângulo medido entre a linha vertical que passa pelo ponto «R» e a linha do tronco na
                     posição do encosto do banco prevista pelo fabricante do veículo.
     2.8.            Plano médio do ocupante (PMO), o plano médio da máquina 3 DH posicionada em cada lugar sentado designado.
                     É representado pela coordenada do ponto «H» no eixo dos «Y». Para os bancos individuais, o plano médio do
                     banco coincide com o plano médio do ocupante. Para os outros bancos, o plano médio é especificado pelo
                     fabricante.
     2.9.            Sistema tridimensional de referência, o sistema descrito no apêndice 2 do presente anexo.
     2.10.           Pontos de referência, referências físicas definidas pelo fabricante na superfície do veículo (furos, superfícies,
                     marcas ou entalhes).
     2.11.           Atitude do veiculo para a medição, a posição do veículo definida pelas coordenadas dos pontos de referência no
                     sistema tridimensional de referência.
     (') Em qualquer lugar sentado que não seja um dos bancos da frente, para o qual o ponto «H» não possa ser determinado utilizando a «máquina do
         ponto "H" a três dimensões» ou outros procedimentos, o ponto «R» indicado pelo fabricante pode ser tomado como referência à escolha da
         entidade competente se tal for aceite pela mesma entidade.
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        3.              REQUISITOS
        3.1.            Apresentação dos resultados
                        Para cada lugar sentado cujos dados de referência são necessários para demonstrar o cumprimento das disposições
                        da presente directiva, deve ser apresentada a totalidade ou uma selecção adequada dos seguintes dados, sob a
                        forma indicada no apêndice 3 do presente anexo:
        3.1.1.          As ordenadas do ponto «R» relativas ao sistema tridimensional de referência.
        3.1.2.          O ângulo previsto do tronco.
        3.1.3.          Todas as indicações necessárias para regular o banco (ser for regulável) na posição de medição definida no ponto
                        4.3 a seguir.
        3.2.            Relações entre os dados medidos e as especificações de projecto
        3.2.1.          As coordenadas do ponto «H» e o valor do ângulo real do tronco obtidos pelo procedimento estabelecido no ponto
                        4 a seguir devem ser comparados, respectivamente, com as coordenadas do ponto «R» e o valor do ângulo previsto
                        do tronco indicados pelo fabricante do veículo.
        3.2.2.          As posições relativas do ponto «R» e do ponto «H» e o desvio entre o ângulo previsto do tronco e o ângulo real do
                        tronco serão considerados satisfatórios para o lugar sentado em questão se o ponto «H», tal como definido pelas
                        suas coordenadas, se encontrar no interior de um quadrado de 50 mm de lado, de lados horizontais e verticais,
                        cujas diagonais se intersectam no ponto «R», e se o ângulo real do tronco não diferir mais de 5 o em relação ao
                        ângulo previsto do tronco.
        3.2.3.          Se estas condições estiverem cumpridas, o ponto «R» e o ângulo previsto do tronco serão utilizados para
                        demonstrar a conformidade com as disposições da presente directiva.
        3.2.4.          Se o ponto «H» ou o ângulo real do tronco não satisfizerem os requisitos do ponto 3.2.2, o ponto «H» e o ângulo
                        real do tronco devem ser determinados mais duas vezes (três vezes no total). Se os resultados de duas destas três
                        operações satisfizerem os requisitos, aplicar-se-ão as disposições do ponto 3.2.3.
        3.2.5.          Se os resultados de pelo menos duas das três operações descritas no ponto 3.2.4 não satisfizerem os requisitos do
                        ponto 3.2.2, ou se a verificação não puder ser realizada porque o fabricante do veículo não forneceu informações
                        relativas à posição do ponto «R» ou relativas ao ângulo previsto do tronco, devem utilizar-se o baricentro dos três
                        pontos obtidos ou a média dos três ângulos medidos em todos os casos em que se faça referência ao ponto «R» ou ao
                        ângulo previsto do tronco na presente directiva.
        4.              PROCEDIMENTO              A SEGUIR PARA DETERMINAR                   O PONTO         «H» E O ÂNGULO          REAL
                        DO TRONCO
        4.1.            O veículo deve ser pré-condicionado à temperatura de 20 ± 10 °C, à escolha do fabricante, para assegurar que o
                        material do banco atinja a temperatura ambiente. Se o banco nunca tiver sido utilizado, deve sentar-se uma pessoa
                        ou dispositivo de 70 a 80 kg no banco, por duas vezes durante um minuto para flectir a almofada e as costas. Se o
                        fabricante o solicitar, todos os conjuntos dos bancos devem permanecer não carregados durante um período
                        mínimo de 30 minutos antes da instalação da máquina 3 DH.
        4.2.            O veículo deve estar na atitude de medição definida no ponto 2.11.
        4.3.            Caso seja regulável, o banco deve ser regulado em primeiro lugar na posição normal de condução ou de utilização
                        mais recuada indicada pelo fabricante do veículo tendo em consideração apenas a regulação longitudinal do banco,
                        excluindo o curso do banco utilizado noutros casos para além da condução ou utilização normal. Se o banco
                        possuir outras regulações (vertical, angular, das costas, etc), o banco deverá ser regulado na posição especificada
                        pelo fabricante. No que diz respeito aos bancos com suspensão, a posição vertical deve ser fixada rigidamente e
                        corresponder a uma posição normal de condução tal como especificada pelo fabricante.
        4.4.            A superfície do lugar sentado ocupada pela máquina 3 DH deve ser coberta com um tecido de musselina ou de
                        algodão de dimensão suficiente e textura adequada, definida como uma tela de algodão uniforme de 18,9 fios / cm2
                        pesando 0,228 kg/m 2 , ou com um tecido de malha (tricotado) ou tecido com características equivalentes.
                        Se o ensaio for efectuado fora do veículo, o piso sobre o qual o banco é colocado deve ter as mesmas características
                        essenciais (') que o piso do veículo no qual o banco deve ser utilizado.
        (') Ângulo de inclinação, diferença de altura com montagem sobre uma base, textura superficial, etc.
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     4.5.     Colocar o conjunto bacia / dorso da máquina 3 DH de modo que o plano médio do ocupante (PMO) coincida com o
              plano médio da máquina 3 DH. A pedido do fabricante, a máquina 3 DH pode ser movida para o interior em
              relação ao PMO se a máquina 3 DH for colocada tão para o exterior que o bordo do banco não permita o seu
              nivelamento.
     4.6.     Ligar os conjuntos dos pés e elementos inferiores das pernas à placa da bacia da máquina quer separadamente quer
              utilizando o conjunto da barra em T e os elementos inferiores das pernas. A recta que passa pelos botões de mira do
              ponto «H» deve ser paralela ao solo e perpendicular ao plano médio longitudinal do banco.
     4.7.     Regular os pés e as pernas da máquina 3 DH do seguinte modo:
     4.7.1.   Bancos do condutor e do passageiro lateral da frente
     4.7.1.1. Os dois conjuntos perna/pé devem ser avançados de modo tal que os pés tomem posições naturais sobre o piso,
              entre os pedais se necessário. O pé esquerdo deve ser posicionado na medida do possível de modo a que os dois pés
              estejam situados aproximadamente à mesma distância do plano médio da máquina 3 DH. O nível que verifica a
              orientação transversal da máquina 3 DH é levado à horizontal reajustando a placa da bacia se necessário, ou
              ajustanto os conjuntos perna/pé para trás. A recta que passa pelos botões de mira do ponto «H» deve manter-se
              perpendicular ao plano médio longitudinal do banco.
     4.7.1.2. Se a perna esquerda não puder ser mantida paralela à perna direita e se o pé esquerdo não puder ser apoiado pela
              estrutura, deslocá-lo até encontrar um apoio. Deve ser mantido o alinhamento dos botões de mira.
     4.7.2.   Bancos laterais de trás
              No que diz respeito aos bancos de trás ou auxiliares, as pernas são reguladas de acordo com os dados do fabricante.
              Se neste caso os pés repousarem sobre partes do piso que estão a níveis diferentes, o pé que entrar em primeiro lugar
              em contacto com o banco da frente deve servir de referência, devendo o outro pé ser colocado de modo tal que o
              nível que dá a orientação transversal da bacia do dispositivo indique a horizontal.
     4.7.3.   Outros bancos
               Utilizar o procedimento geral descrito no ponto 4.7.1, excepto que os pés devem ser colocados de acordo com as
              indicações do fabricante.
     4.8.     Colocar as massas da perna inferior e as massas da coxa e nivelar a máquina 3 DH.
     4.9.      Inclinar a placa do dorso para a frente contra o batente da frente e afastar a máquina 3 DH das costas do banco
              utilizando a barra em T. Reposicionar a máquina sobre o banco através de um dos seguintes métodos:
     4.9.1.   Se a máquina 3 DH tiver tendência a deslizar para trás, utilizar o seguinte procedimento: fazer deslizar a máquina
              3 DH para trás até que deixe de ser necessária uma carga horizontal para a frente sobre a barra em T para impedir o
              movimento, quer dizer, até que a placa da bacia da máquina contacte as costas do banco. Se necessário,
              reposicionar a perna inferior.
     4.9.2.   Se a máquina 3 DH não tiver tendência a deslizar para trás, utilizar o seguinte procedimento: fazer deslizar a
              máquina 3 DH para trás aplicando à barra em T uma carga horizontal, dirigida para trás, até que a placa da bacia
               da máquina entre em contacto com as costas do banco (ver figura 2 do apêndice 1).
     4.10.    Aplicar uma carga de 100 ± 10 N ao conjunto dorso/bacia da máquina 3 DH, na intersecção do quadrante dos
               ângulos da anca com o alojamento da barra em T. A carga deve ser aplicada segundo uma linha que passa pela
               intersecção acima indicada e um ponto situado imediatamente acima do alojamento da barra das coxas (ver figura
               2 do apêndice 1 do presente anexo). Em seguida, fazer voltar com precaução a placa do dorso da máquina às costas
               do banco. Durante a sequência do procedimento, ter o cuidado de evitar que a máquina 3 DH deslize para a
               frente.
     4.11.     Instalar as massas direita e esquerda das nádegas e de seguida, alternadamente, as oito massas do tronco. Manter a
               máquina 3 DH nivelada.
     4.12.    Inclinar a placa do dorso da máquina 3 DH para a frente, para suprimir as tensões sobre as costas do banco.
              Balançar a máquina 3 DH de um lado para o outro ao longo de um arco de 10° ( 5 o de cada lado do plano médio
               vertical) durante três ciclos completos para suprimir quaisquer tensões entre a máquina 3 DH e o banco.
              Durante esta acção de balanço, a barra em T da máquina 3 DH pode ter tendência a afastar-se dos alinhamentos
              verticais e horizontais especificados. A barra em T deve, portanto, ser travada pela aplicação de uma carga lateral
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              adequada durante os movimentos de balanço. Agarrando na barra em T e fazendo rodar a máquina 3 DH,
              assegurar-se que não se aplica por inadvertência nenhuma carga externa vertical ou da frente para trás.
              Os pés da máquina 3 DH não devem ser travados ou mantidos nesta fase. Se os pés mudarem de posição, deixá-los
              de momento nessa atitude.
              Fazer voltar cuidadosamente a placa do dorso às costas do banco e verificar os dois níveis. Se tiver ocorrido um
              deslocamento dos pés durante a operação de balanço da máquina 3 DH, estes devem ser reposicionados do
              seguinte modo:
              Levantar alternadamente cada um dos pés o mínimo necessário para evitar qualquer movimento adicional do pé.
              Durante esta operação, os pés devem estar livres de rodar; além disso, não deve estar aplicada nenhuma carga
              lateral ou dirigida para a frente. Quando cada um dos pés for colocado na posição baixa, o calcanhar deve estar em
              contacto com a estrutura prevista para o efeito.
              Verificar o nível lateral; se necessário, aplicar uma carga lateral suficiente ao topo da placa do dorso para nivelar a
              placa da bacia da máquina 3 DH sobre o banco.
       4.13.  Agarrando a barra em T para impedir a máquina 3 DH de deslizar para a frente sobre o assento do banco, proceder
              do seguinte modo:
              a) Fazer voltar a placa do dorso da máquina ao encosto do banco;
              b) Aplicar e retirar alternadamente uma carga horizontal dirigida para trás, de valor inferior ou igual a 25 N , à
                   barra de ângulo do dorso a uma altura correspondente aproximadamente ao centro das massas do tronco até
                   que o quadrante dos ângulos da anca indique ter sido atingida uma posição estável após a libertação da carga.
                  Deve-se ter o cuidado de assegurar que não estão aplicadas à máquina 3 DH nenhumas cargas externas laterais
                  ou para baixo. Se for necessária uma nova regulação do nível da máquina 3 DH, bascular a placa do dorso para
                  a frente, voltar a nivelar e recomeçar o procedimento a partir do ponto 4.12.
      4.14.   Fazer todas as medições:
      4.14.1. As coordenadas do ponto «H» são medidas no sistema tridimensional de referência.
      4.14.2. O ângulo real de tronco é lido no quadrante dos ângulos do dorso da máquina 3 DH quando a haste estiver na sua
              posição mais para trás.
      4.15.   Se se pretender proceder a uma nova instalação da máquina 3 DH, o conjunto do banco deve permanecer não
              carregado durante um período mínimo de 30 minutos antes da reinstalação. A máquina 3 DH não deve permanecer
              carregada sobre o banco durante mais tempo do que o necessário para a realização de um ensaio.
      4.16.   Se os bancos de uma mesma fila puderem ser considerados como semelhantes (banco corrido, bancos idênticos,
              etc), determina-se um único ponto «H» e um único ângulo real de tronco por fila de bancos, estando a máquina
              3 DH descrita no apêndice 1 do presente anexo disposta em posição sentada num lugar considerado como
              representativo da fila. Esse lugar será:
      4.16.1. No caso da fila da frente, o lugar do condutor;
      4.16.2. No caso da fila ou filas de trás, um banco lateral.
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                                DESCRIÇÃO DA MÁQUINA DO PONTO «H» A TRÊS DIMENSÕES {»)
     1.              PLACAS DO DORSO E DA BACIA
                     As placas do dorso e da bacia são feitas de plástico reforçado e metal; simulam o tronco e as coxas humanas e estão
                     articuladas mecanicamente no ponto «H». Um quadrante está fixado à haste articulada no ponto «H» para medir o
                     ângulo real do tronco. Uma barra das coxas ajustável, ligada à placa da bacia da máquina, estabelece a linha média
                     das coxas e serve de linha de referência para o quadrante dos ângulos da anca.
     2.              ELEMENTOS DO CORPO E DA PERNA
                     Os elementos inferiores da perna estão ligados à placa da bacia da máquina ao nível da barra em T que.une os
                     joelhos, sendo esta barra uma extensão lateral da barra das coxas ajustável. Estão incorporados quadrantes aos
                     elementos inferiores das pernas para medir o ângulo dos joelhos. Os conjuntos pé/sapato estão graduados para
                     medir o ângulo do pé. Dois níveis de álcool permitem orientar o dispositivo no espaço. Massas dos elementos do
                     corpo estão colocadas nos diferentes centros de gravidade correspondentes para realizar uma penetração do banco
                     equivalente à de um homem adulto de 76 kg. É necessário verificar que todas as articulações da máquina 3 DH
                     rodem livremente e sem atrito notável.
        (') Esta máquina corresponde à descrita na norma ISO 6549-1980.
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               Placa do dorso                                                                         Haste
            Suporte das massas dorsais
                 Nível dos ângulos do
                 dorso
                                                                                                         Quadrante dos
              Quadrante dos ângulos da                                                                   ângulos do dorso
              anca
                     Placa da bacia —
              Suporte das massas das
              coxas
                                                                                                  Botão de mira do ponto «H»
          Barra em T de ligação dos
          joelhos
                                                                                             Articulação do ponto «H»
                                                                                       Nível lateral
                                                                                  Barra das coxas
                                                                            Quadrante dos ângulos do joelho
                                                                 Quadrante dos ângulos do pé
                                                        Figura 1
                                       Designação dos elementos da máquina 3 DH
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                                                                                     tronco
           Direcção e ponto de
           aplicação da carga
                                                                Massas das pernas
                                                    Figura 2
                        Dimensões dos elementos da máquina 3 DH e distribuição das massas
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                                                                  Apêndice 2
                                              SISTEMA TRIDIMENSIONAL DE REFERÊNCIA
       1.              O sistema tridimensional de referência é definido por três planos ortogonais escolhidos pelo fabricante do veículo
                       (ver figura) (*).
       2.              A atitude do veículo para a medição é determinada pela colocação do veículo sobre a superfície de apoio tal que as
                       coordenadas dos pontos de referência correspondam aos valores indicados pelo fabricante.
       3.              As coordenadas do ponto «R» e do ponto «H» são determinadas em relação aos pontos de referência definidos pelo
                       fabricante do veículo.
                                                                    Figura:
                                                     Sistema tridimensional de referência
      (') O sistema dereferênciacorresponde à norma ISO 4130-1978.
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                                   DADOS DE REFERÊNCIA RELATIVOS AOS LUGARES SENTADOS
     1.               CODIFICAÇÃO DOS DADOS DE REFERÊNCIA
                      Para cada lugar sentado, os dados de referência são apresentados sob a forma de lista. Os lugares sentados são
                      identificados por um código de dois caracteres. O primeiro é um algarismo árabe que designa a fila de bancos, da
                      frente para a traseira do veículo. O segundo é uma letra maiúscula que designa a localização do lugar sentado numa
                      fila, estando virado para a frente do veículo; utilizam-se as seguintes letras:
                      L = esquerdo,
                      C = centro,
                      R = direito.
     2.               DESCRIÇÃO DA ATITUDE DO VEÍCULO PARA A MEDIÇÃO
     2.1.             Coordenadas dos pontos de referência
                      X
                      Y
                      Z
     3.               LISTA DOS DADOS DE REFERÊNCIA
     3.1.             Lugar sentado:
     3.1.1.           Coordenadas do ponto «R»
                      X
                      Y
                      Z
     3.1.2.           Ângulo previsto do tronco:
     3.1.3.           Indicações de regulação do banco (')
                      Horizontal:
                      Vertical:
                      Angular:
                      Ângulo do tronco:
                      Nota: Indicar nesta lista os dados de referência dos outros lugares sentados utilizando a numeração 3.2, 3.3,
                              etc.
     (') Riscar o que não interessa.
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                                                            ANEXO II H
                                         VIDRAÇAS DE VIDRO TÊMPERA UNIFORME
                 DEFINIÇÃO DO TIPO
                 Considera-se que as vidraças de vidro de têmpera uniforme pertencem a tipos diferentes se diferirem pelo menos em
                 uma das características principais ou secundárias seguintes:
          1.     As características principais são as seguintes:
          1.1.   Marca de fabrico ou comercial.
          1.2.   Natureza da têmpera (térmica ou química).
          1.3.   Categoria de forma: distinguem-se duas categorias:
          1.3.1. Vidraças planas;
          1.3.2. Vidraças planas e bombeadas.
          1.4.   Categoria de espessura na qual se inclui a espessura nominal «e», sendo admitida uma tolerância de fabrico de
                  ± 2 mm:
                 — categoria     I                 e < 3,5 mm,
                 — categoria II         3,5 mm < e < 4,5 mm,
                 — categoria III        4,5 mm < e < 6,5 mm,
                 — categoria IV         6,5 mm < e.
        1.2.     As características secundárias são as seguintes:
        1.2.1.   Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça).
        1.2.2.   Coloração (incolor ou de cor).
        1.2.3.   Presença ou ausência de condutores.
       2.        ENSAIO DE FRAGMENTAÇÃO
       2.1.      índices de dificuldade das características secundárias
                            Material                     índice de dificuldade
                 Chapa de vidro polido                             2
                 Chapa de vidro flutuado                           1
                 Vidro para vidraça                                1
                 As outras características secundárias não intervêm.
       2.2.      Escolha das amostras
       2.2.1.    Serão escolhidas para os ensaios, de acordo com os critérios a seguir indicados, amostras de cada categoria de
                 forma e de cada categoria de espessura, difíceis de produzir:
       2.2.1.1.  Para as vidraças planas, fornecem-se duas séries de amostras correspondentes:
       2.2.1.1.1 À maior área planificada;
       2.2.1.1.2 Ao menor ângulo entre dois lados adjacentes.
       2.2.1.2.  Para as vidraças planas e bombeadas, fornecem-se três séries de amostras correspondentes:
       2.2.1.2.1 À maior área planificada;
       2.2.1.2.2 Ao menor ângulo entre dois lados adjacentes;
       2.2.1.2.3 À maior altura de segmento.
       2.2.2.    Os ensaios efectuados com amostras correspondentes à maior área «S», são considerados como aplicáveis a
                 qualquer outra área inferior a S + 5 %.
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     2.2.3.   Se as amostras apresentadas tiverem um ângulo inferior a 30°, os ensaios são considerados como aplicáveis a todas
              as vidraças fabricadas com um ângulo superior a - 5 o .
              Se as amostras apresentadas tiverem um ângulo superior ou igual a 30°, os ensaios serão considerados como
              aplicáveis a todas as vidraças fabricadas com um ângulo igual ou superior a 30°.
     2.2.4.   Se a altura do segmento h das amostras apresentadas for superior a 100 mm, os ensaios são considerados como
              aplicáveis a todas as vidraças fabricadas com uma altura de segmento inferior a h + 30 mm.
              Se a altura do segmento das amostras apresentadas for inferior ou igual a 100 mm, os ensaios são considerados
              como aplicáveis a todas as vidraças fabricadas com uma altura de segmento inferior ou igual a 100 mm.
     2.3.     Número de amostras por série
              O número de amostras que figura em cada grupo é o seguinte, em função da categoria de forma definida no
              ponto 1.1.3 acima:
                      Género de vidraça               Número de amostras
              Plana (2 séries)                                4
              Plana e bombeada (3 séries)                     5
     2.4.     Método de ensaio
     2.4.1.   O método utilizado é o descrito no ponto 1 do anexo II A.
     2.5.     Pontos de impacte (ver figura 2 do anexo II M).
     2.5.1.   Para as vidraças planas e as vidraças bombeadas, os pontos de impacte representados respectivamente nas figuras
              2 a) e 2 b) do anexo II M, por um lado, e 2 c) do anexo I I M , por outro, são os seguintes:
              Ponto 1: a 3 cm dos bordos da vidraça na parte em que o raio de curvatura do contorno seja o mais
                          pequeno;
              Ponto 2: a 3 cm do bordo sobre uma das medianas, devendo ser escolhido o lado da vidraça que tenha as eventuais
                          marcas de pinças;
              Ponto 3: o centro geométrico da vidraça;
              Ponto 4: para as vidraças bombeadas unicamente; este ponto é escolhido sobre a mediana mais comprida na parte
                          da vidraça em que o raio de curvatura é o mais pequeno.
     2.5.2.   Apenas é efectuado um único ensaio por ponto de impacte prescrito.
     2.6.     Interpretação dos resultados
     2.6.1.   Um ensaio é considerado como tendo dado um resultado satisfatório se a fragmentação cumprir as seguintes
              condições:
     2.6.1.1. O número de fragmentos em qualquer quadrado d e 5 c m x 5 c m n ã o é inferior a 40 nem superior a 4 0 0 , o u 4 5 0 n o
              caso das vidraças cuja espessura não exceda 3,5 mm.
     2.6.1.2. Para as necessidades do cálculo acima referido, os fragmentos situados sobre um lado do quadrado são contados
              como meios-fragmentos.
     2.6.1.3. A fragmentação não é verificada numa faixa de 2 cm de largura a toda a volta das amostras, faixa que representa o
              encastramento da vidraça, nem num raio de 7,5 cm em torno do ponto de impacte.
     2.1.6.4. Não são admitidos os fragmentos cuja área seja superior a 3 cm 2 , excepto nas partes definidas no ponto
              2.6.1.3.
     2.6.1.5.  São admitidos alguns fragmentos de forma alongada desde que:
               — as suas extremidades não sejam em forma de lâmina de uma faca,
               — no caso de atingirem o bordo da vidraça, não formem com este um ângulo superior a 4 5 ° ,
                   e se, excepto no caso das disposições do ponto 2.6.2.2 abaixo:
               — o seu comprimento não exceder 7,5 cm.
     2.6.2.    Uma série de amostras apresentadas a homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista da
              fragmentação se for satisfeita pelo menos uma das seguintes condições:
     2.6.2.1. Todos os ensaios efectuados utilizando os pontos de impacte prescritos no ponto 2.5.1 deram um resultado
              positivo.
     2.6.2.2.  Um ensaio entre todos os que foram efectuados com os pontos de impacte definidos no ponto 2.5.1 deu um
               resultado negativo no que diz respeito a desvios que não excedam os seguintes limites:
              — no máximo oito fragmentos de comprimento compreendido entre 6 e 7,5 cm,
               — no máximo quatro fragmentos de comprimento compreendido entre 7,5 e 10 cm,
              e é repetido com uma nova amostra conforme as prescrições do ponto 2.6.1 que apresentem desvios nos limites
               acima indicados.
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       2.6.2.3.   Dois ensaios entre os que foram efectuados com os pontos de impacte definidos no ponto 2.5.1 deram um resultado
                  negativo no que diz respeito a desvios que não excedam os limites indicados no ponto 2.6.2.2, mas uma nova série
                  de ensaios efectuada com uma nova série de amostras está conforme com as prescrições do ponto 2.6.1, ou então
                  não mais que duas amostras da nova série apresentam desvios dentro dos limites especificados no ponto
                  2.6.2.2.
       2.6.3.     Se os desvios acima mencionados foram constatados, devem ser indicados no relatório, ao qual deverão ser
                  anexadas fotografias das partes em causa da vidraça.
       3.         ENSAIO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA
       3.1.       Ensaio com a esfera de 227 g
       3.1.1.     índices de dificuldade das características secundárias
                             Material                índice de dificuldade            Coloração                índice de dificuldade
                  Chapa de vidro polido                        2                       Incolor                           1
                  Chapa de vidro flutuado                      1                       De cor                            2
                  Vidro para vidraça                           1
                  A outra característica secundária (presença ou ausência de condutores) não intervém.
       3.1.2.     Número de provetes
                  Para cada categoria de espessura definida no ponto 1.1.4 acima, são submetidos a ensaio seis provetes.
       3.1.3.     Método de ensaio
       3.1.3.1.   O método de ensaio utilizado é o descrito no ponto 2.1 do anexo II A.
       3.1.3.2    A altura de queda (desde a parte inferior da esfera até à face superior do provete) é a altura indicada no quadro a
                  seguir, em função da espessura da vidraça:
                    Espessura nominal da vidraça (e)             Altura da queda
                                   e ^ 3,5 mm                2,0 m + 5 / - 0 m m
                       3,5 mm < e                            2,5 m + 5/ - 0 mm
       3.1.4.     Interpretação dos resultados
       3.1.4.1.   O ensaio é considerado como tendo dado um resultado satisfatório se o provete não se partir.
       3.1.4.2.   Uma série de provetes apresentada a homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista da resistência
                  mecânica, se for satisfeita pelo menos uma das seguintes condições:
       3.1.4.2.1. Um ensaio no máximo deu um resultado negativo;
       3.1.4.2.2. Tendo dois ensaios dado resultados negativos, outra série de ensaios efectuados com uma nova série de seis
                  provetes dá resultados positivos.
       4.         QUALIDADES ÓPTICAS
       4.1.       Transmissão da luz
                  As prescrições relativas ao coeficiente de transmissão regular da luz indicadas no ponto 9.1 do anexo II A são
                  aplicáveis às vidraças ou partes de vidraças de têmpera uniforme situadas em posições que desempenhem um papel
                  essencial para a visão do condutor.             **
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                                                         ANEXO tf I
                         VIDRAÇAS DE VIDRO LAMINADO QUE NÃO SEJAM PÁRA-BRISAS
     1.       DEFINIÇÃO DO TIPO
              Considera-se que vidraças de vidro laminado que não sejam pára-brisas pertencem a vários tipos se diferirem pelo
              menos em uma das características principais ou secundárias.
     1.1.     As características principais são as seguintes:
     1.1.1.   Marca de fabrico ou comercial
     1.1.2.   Categoria de espessura da vidraça na qual está incluída a espessura nominal «e», sendo admitida uma tolerância de
              fabrico de ± 0,2 n mm, sendo «n» o número de lâminas de vidro:
              — categoria I:                    e á 5 mm
              — categoria II:        5,5 mm < e < 6,5 mm
              — categoria III:       6,5 mm < e
     1.1.3.   Espessura nominal do ou dos intercalares
     1.1.4.   Natureza e tipo do ou dos intercalares, por exemplo, PVB ou outro intercalar de matéria plástica
     1.1.5.   Qualquer tratamento especial ao qual uma das lâminas de vidro possa ter sido submetida
     1.2.     As características secundárias são as seguintes:
     1.2.1.   Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça)
     1.2.2.   Coloração do intercalar (incolor ou de cor, total ou parcialmente)
     1.2.3.   Coloração do vidro (incolor ou de cor)
     2.       GENERALIDADES
     2.1.     Para as vidraças de vidro laminado que não sejam pára-brisas, os ensaios são efectuados com provetes planos que
              são quer cortados de vidraças verdadeiras quer feitos especialmente. Tanto num caso como no outro, os provetes
              devem ser rigorosamente representativos, sobre todos os pontos de vista, das vidraças para cujo fabrico é pedida a
              homologação.
     2.2.     Antes de cada ensaio, os provetes de vidro laminado são armazenados durante pelo menos quatro horas à
              temperatura de 23 °C ± 2 °C. Os ensaios são efectuados com os provetes logo que estes tenham sido retirados do
              recipiente no qual estavam armazenados.
     2.3.     Considera-se que a vidraça apresentada a homologação satisfaz as disposições do presente anexo se tiver a mesma
              composição que um pára-brisas já homologado em conformidade com as disposições do anexo II B ou do anexo
              II C ou do anexo II K.
     3.       ENSAIO DE COMPORTAMENTO DA CABEÇA AO CHOQUE
     3.1.     índices de dificuldade das características secundárias
              Não intervém nenhuma característica secundária.
     3.2.     Número de provetes
              São submetidos aos ensaios seis provetes planos medindo 1 100 mm x 500 mm ( + 5 mm/ - 0 mm).
     3.3.     Método de ensaio
     3.3.1.   O método de ensaio utilizado é o descrito no ponto 3 do anexo II A.
     3.3.2.   A altura de queda é de 1,50 m + 0 mm/ - 5 mm.
     3.4.     Interpretação dos resultados
     3.4.1.   Considera-se que este ensaio dá resultados satisfatórios se forem satisfeitas as seguintes condições:
     3.4.1.1. O provete cede e parte-se, apresentando numerosas fissuras circulares cujo centro é aproximadamente o ponto de
              impacte;
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       3.4.1.2.  O intercalar pode ficar rasgado, mas a cabeça do manequim não deve atravessar a vidraça;
       3.4.1.3.  Não deve haver grandes bocados de vidro que se destaquem do intercalar.
       3.4.2.    Uma série de provetes submetidos aos ensaios é considerada como satisfatória do ponto de vista do
                 comportamento da cabeça ao choque se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
       3.4.2.1.  Todos os ensaios deram resultados positivos;
       3.4.2.2.  Tendo um ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de provetes
                 dá resultados positivos.
       4.        ENSAIO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA — ENSAIO COM A ESFERA DE 227 g
       4.1.      índices de dificuldade das características secundárias
                 Não intervém nenhuma característica secundária.
       4.2.      Número de provetes
                 São submetidos aos ensaios quatro provetes planos quadrados medindo 300 mm x 300 mm ( + 1 0 mm/ - 0 mm)
                 de lado.
       4.3.      Método de ensaio
       4.3.1.    O método utilizado é o descrito no ponto 2.1 do anexo II A.
       4.3.2.    A altura de queda (desde a parte inferior da esfera até à face superior do provete) está indicada no quadro a seguir,
                 em função da espessura nominal:
                          Espessura nominal                     Altura da queda
                                  e < 5,5 mm            5m      1
                      5,5 mm :S e :S 6,5 mm             6m       i- + 25 m m / - 0 mm
                      6,5 mm < e                        7m
                                                                J
      4.4.      Interpretação dos resultados
      4.4.1.     O ensaio é considerado como dando um resultado satisfatório-se for satisfeita uma das seguintes condições:
                — a esfera não atravessa o provete,
                — o provete não se parte em vários bocados,
                — o peso total dos poucos bocados que se possam formar do lado oposto ao ponto de impacte não excede
                     15 g.
      4.4.2.    Uma série de provetes submetida aos ensaios é considerada como satisfatória do ponto de vista da resistência
                mecânica se for satisfeita uma das seguintes condições:
      4.4.2.1.  Todos os ensaios deram um resultado positivo;
      4.4.2.2.  Tendo dois ensaios no máximo dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada com uma nova
                série de provetes dá resultados positivos.
      5.        ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO MEIO AMBIENTE
      5.1.      Ensaio de resistência à abrasão
      5.1.1.    índices de dificuldade e método de ensaio
                São aplicáveis as prescrições do ponto 4 do anexo II A, prosseguindo o ensaio durante 1 000 ciclos.
      5.1.2.    Interpretação dos resultados
                A vidraça de segurança é considerada como satisfatória do ponto de vista da resistência à abrasão se a difusão da
                luz devida à abrasão do provete não for superior a 2 % .
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     5.2.   Ensaio de resistência a alta temperatura
            São aplicáveis as prescrições do ponto 5 do anexo II A.
     5.3.   Ensaio de resistência à radiação
     5.3.1. Prescrição geral
            Este ensaio só é efectuado se o laboratório o julgar útil, tendo em conta as informações em sua posse sobre o
            intercalar.
     5.3.2. São aplicáveis as prescrições do ponto 6 do anexo II A.
     5.4.   Ensaio de resistência à humidade
     5.4.1. São aplicáveis as prescrições do ponto 7 do anexo II A.
     6.     QUALIDADES ÓPTICAS
            As disposições relativas ao coeficiente de transmissão regular da luz indicadas no ponto 9.1 do anexo II A são
            aplicáveis às vidraças ou partes de vidraças que não sejam pára-brisas situadas em posições que desempenham um
            papel essencial para a visão do condutor.
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                                                         ANEXO IIJ
                          VIDRAÇAS DE VIDRO PLÁSTICO QUE NÃO SEJAM PÁRA-BRISAS
       1.     DEFINIÇÃO DO TIPO
              Considera-se que as vidraças de vidro plástico que não sejam pára-brisas pertencem a tipos diferentes se diferirem
              pelo menos em uma das características principais ou secundárias seguintes.
       1.1.   As características principais são:
       1.1.1. Marca de fabrico ou comercial
       1.1.2. Categoria de espessura na qual está incluída a espessura nominal «e», sendo admitida uma tolerância de fabrico de
               ± 0,2 mm:
              — categoria I                      e ^ 3,5 mm,
              — categoria II         3,5 mm < e < 4,5 mm,
              — categoria III        4,5 mm < e.
       1.1.3. Espessura nominal da(s) lâminas(s) de plástico que desempenha(m) o papel de intercalar
       1.1.4. Espessura nominal da vidraça
       1.1.5. Tipo da(s) lâmina(s) de plástico que desempenha(m) o papel de intercalares) (por exemplo, PVB ou qualquer outra
              matéria plástica) e da lâmina de plástico colocada sobre a face interna
       1.1.6. Qualquer tratamento especial ao qual a lâmina de vidro possa ter sido submetida.
       1.2.   As características secundárias são:
       1.2.1. Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça).
       1.2.2. Coloração, na totalidade ou em parte, de todas as lâminas de plástico (incolor ou de cor).
       1.2.3. Coloração do vidro (incolor ou de cor.
       2.     GENERALIDADES
       2.1.   Para as vidraças de vidro plástico que não sejam pára-brisas, os ensaios são efectuados com provetes planos que ou
              são cortados das vidraças normais ou fabricados especialmente. Tanto num caso como no outro, os provetes
              devem serrigorosamenterepresentativos, sob todos os pontos de vista, das vidraças para cujo fabrico é pedida a
              homologação.
       2.2.   Antes de cada ensaio, os provetes de vidro plástico devem ser colocados, durante pelo menos quatro horas, à
              temperatura de 23 °C ± 2 °C. Os ensaios serão efectuados logo que os provetes tenham sido retirados do recinto
              em que estavam colocados.
       2.3.   Considera-se que a vidraça apresentada à homologação satisfaz as disposições do presente anexo se tiver a mesma
              composição que um pára-brisas já homologado em conformidade com as disposições do anexo II D.
      3.      ENSAIO DE COMPORTAMENTO DA CABEÇA AO CHOQUE
       3.1.   índices de dificuldade das características secundárias
              Não intervém nenhuma característica secundária.
      3.2.    Número de provetes
              Serão submetidos aos ensaios seis provetes planos de 1 100 mm x 500 mm (+ 5 mm/ - 2 mm).
      3.3.    Método de ensaio
      3.3.1.  O método utilizado é o descrito no ponto 3 do anexo II A.
      3.3.2.  A altura de queda é de 1,5 m + 0 mm/ - 5 mm.
 ---pagebreak--- N? C 95/70                              Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                           12. 4. 90
     3.4.     Interpretação dos resultados
     3.4.1.   Este ensaio é considerado como tendo um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes condições:
     3.4.1.1. A lâmina de vidro parte-se, apresentando numerosas fissuras;
     3.4.1.2. São admitidos rasgos do intercalar, desde que a cabeça do manequim não passe através do provete;
     3.4.1.3. Nenhum fragmento grande de vidro se deve destacar do intercalar.
     3.4.2.   Uma série de provetes apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do
              comportamento da cabeça ao choque se for satisfeita uma das duas condições seguintes:
     3.4.2.1. Todos os ensaios deram um resultado positivo;
     3.4.2.2. Tendo um ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada com uma nova série de provetes
              dá resultados positivos.
     4.       ENSAIO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA — ENSAIO COM A ESFERA DE 227 g
     4.1.     São aplicáveis as prescrições do ponto 4 do anexo III, com excepção do quadro do ponto 4.3.2, que deve ser
              substituído pelo seguinte:
                       Espessura nominal                      Altura da queda
                                e < 3,5 mm
                   3,5 mm < e < 4,5 mm
                                                      5m
                                                      6m
                                                             ]j-  + 25 m m / - 0 mm
                                e > 4,5 mm           7m
                                                             J
     4.2.     Todavia, a prescrição do ponto 4.4.1.2 do anexo III fica neste caso sem efeito.
     5.       ENSAIOS DE RESISTÊNCIA AO MEIO AMBIENTE
     5.1.     Ensaio de resistência à abrasão
     5.1.1.   Ensaio de resistência à abrasão na face externa
              São aplicáveis as prescrições do ponto 5.1 do anexo III.
     5.1.2.   Ensaio de resistência à abrasão na face interna
              São aplicáveis as prescrições do ponto 2.1 do anexo II K.
     5.2.     Ensaio de resistência a alta temperatura
              São aplicáveis as prescrições do ponto 5 do anexo II A.
     5.3.     Ensaio de resistência a radiação
              São aplicáveis as prescrições do ponto 6 do anexo II A.
     5.4.     Ensaio de resistência à humidade
              São aplicáveis as prescrições do ponto 7 do anexo II A.
     5.5.     Ensaio de resistência às mudanças de temperatura
              São aplicáveis as prescrições do ponto 8 do anexo II A.
     6.       QUALIDADES ÓPTICAS
              As prescrições relativas ao coeficiente de transmissão regular da luz indicadas no ponto 9.1 do anexo II A são
              aplicáveis às vidraças ou partes de vidraças que não sejam pára-brisas situadas em posições que desempenhem um
              papel essencial para a visão do condutor.
     7.       ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO FOGO
              São aplicáveis as prescrições do ponto 10 do anexo II A.
     8.       ENSAIO DE RESISTÊNCIA AOS AGENTES QUÍMICOS
              São aplicáveis as prescrições do ponto 11 do anexo II A.
 ---pagebreak--- 12. 4 . 9 0                          Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                          N ? C 95/71
                                                       ANEXO II K
                        VIDRAÇAS DE SEGURANÇA REVESTIDAS DE MATÉRIA PLÁSTICA
                                                      (na face interna)
        1.   DEFINIÇÃO DO TIPO
             Os materiais para vidraças de segurança tais como definidos nos anexos II B, II C, II H e III devem, se forem
             revestidos de uma camada de matéria plástica na face interna, estar em conformidade com as prescrições a seguir,
             que se juntam à dos anexos apropriados.
        2.   ENSAIO DE RESISTÊNCIA À ABRASÃO
        2.1. índices de dificuldade e método de ensaio
             O revestimento de matéria plástica deve ser submetido a um ensaio em conformidade com as prescrições do ponto 4
             do anexo II A, com uma duração de 100 ciclos.
        2.2. Interpretação dos resultados
             O revestimento de matéria plástica é considerado como satisfatório do ponto de vista da resistência à abrasão se a
             difusão da luz devida à abrasão do provete não for superior a 4 %.
        3.   ENSAIO DE RESISTÊNCIA À HUMIDADE
        3.1. No caso de vidraças de segurança temperadas e revestidas de matéria plástica, deve ser efectuado um ensaio-de
             resistência à humidade.
        3.2. São aplicáveis as prescrições do ponto 7 do anexo II A.
        4.   ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÀS AMUDANÇAS DE TEMPERATURA
             São aplicáveis as prescrições do ponto 8 do anexo II A.
        5.   ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO FOGO
             São aplicáveis as prescrições do ponto 10 do anexo II A.
        6.   ENSAIO DE RESISTÊNCIA AOS AGENTES QUÍMICOS
             São aplicáveis as prescrições do ponto 11 do anexo II A.
 ---pagebreak--- ^iC^ó5ú^                             ]om^COnci^d^Co^un^de^uro^e^                                                              l^.^^O
                                                  VÜO^AÇASOu^LAS
    i.       o^i^içAoooTi^o
            Considerase que as vidraças duplas pertencem a tipos diferentes se diferirem em pelo menos uma das
            características prmcipais ou secundárias sc^umtes.
    1.1.    As características principais são^
    mm.     ^larca de faDnco ou comercial
     tU.2.  Composição da vidraça dupla ^simétrica, dissimétnca^
    1.1.^.  Tipo de cada uma das vidraças constitumtes,tal como definido no p o n t o l d o s anexos 11 r i , l l l o u l i p
     1.1.^. espessura nominal do espaço entre as duas vidraças
     1.1.^. Tipo de colagem ^or^ámca,vidro^vidro ou vidro^metal^
     12.    As características secundárias são^
     1.2.1.   Ascaracterísticassecundánasdecadaumadasv^idraçasconstituintes,talcomodefinidasnopontol.2dosanexos
            im,iiieiip
    2       C^^^l^ÂLlOAO^S
    2.1.      Cadaumadasvidraçasqueconstituiavidraçadupladeveserounomolo^ada,ousuometidaásexi^ênciasdoanexo
            quelne^aplicável^anexosllrl,llloull^.
    2.2.      Osensaiosefectuadoscomvidraçasduplasdeespessuranommaldoespaço^e^sãoconsideradoscomoaplicáveisa
            todas as vidraças duplas que tennam as mesmas característicaseuma espessura nominal do e s p a ç o e ^ ^ m m .
            Todavia,Drequerentepodeapresentaráliomolo^açãoaamostra que tennaomenorespaçoeaquetennaomaior
            espaço.
    2.^.    l^o caso de vidraças duplas que tennam pelo menos uma vidraça de vidro laminado ou de vidro plástico, os
            provetessãocolocadosantesdoensaio,durante pelo menos^noras,átemperatura de 2 ^ ^ 2 ^ C . O s ensaios são
            efectuados lo^o que os proveres tennam sido retirados do recinto em que foram colocados.
     ^.      ^^SAioo^coiv^o^TA^^^ToOACA^çAAoCrio^n^
     ^.1.   índice de diriculdade das características secundárias
            ^ãomtervémnennuma característica secundária.
    ^.2.    número de proveres
            r^ara cada categoria de espessura das vidraças constituintesecada espessura de espaço tal como definida no
            ponto l.l.^acima,serão submetidos ao ensaio seis provetesdellOO mm ^ ^ O m m ^ B ^.
    ^B^.    método de ensaio
    ^.^.1.  O método utili^ado^odescnto no p o n t o a d o anexo 11 A.
    ^.2.     Aalturadequeda^del,^Om^^.
    ^.^.^.  Se se tratar de umavidraça dupla dissnnétnca,efectuamse três ensaios numa f a c e e t r ê s ensaios n a o u t r a
            face.
    ^.^.    Interpretação dos resultados
    ^3.^.1. Vidraça dupla constituída por duas vidraças de vidro de têmpera uniformei
            oensaioéconsiderado como tendo dado um resultado positivo se os dois elementos se partirem.
    -^BL2.  Vidraça dupla constituída por duas vidraças de vidro laminado e/ou de vidro plástico que não sejam
            páraDonsas^
            oensaioéconsiderado como tendo dado um resultado positivo se forem satisfeitas as seguintes condições^
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       3.4.2.1. Os dois elementos do provete cedem e partem-se apresentando numerosas fissuras circulares aproximadamente
                centradas sobre o ponto de impacte.
       3.4.2.2. São admitidos rasgos do intercalar (ou dos intercalares) desde que a cabeça do manequim não passe através do
                provete.
       3.4.2.3. Nenhum fragmento grande de vidro se pode destacar do intercalar.
       3.4.3.   Vidraça dupla constituída por uma vidraça de vidro de têmpera uniforme e uma vidraça de vidro laminado ou de
                vidro plástico que não seja pára-brisas:
       3.4.3.1. A vidraça de vidro temperado parte-se.
       3.4.3.2. A vidraça de vidro laminado ou de vidro pástico cede e parte-se apresentando numerosas fissuras circulares
                aproximadamente centradas sobre o ponto de impacte.
       3.4.3.3. São admitidos rasgos do intercalar (ou dos intercalares) desde que a cabeça do manequim não passe através do
                provete.
       3.4.3.4. Não deve haver grandes bocados de vidro que se destaquem do intercalar.
       3.4.4.   Uma série de provetes apresentada à homologação é considerada como satisfatória do ponto de vista do
                comportamento da cabeça ao choque se for satisfeita uma das duas seguintes condições:
       3.4.4.1. Todos os ensaios deram um resultado positivo;
       3.4.2.2. Tendo um ensaio dado um resultado negativo, uma nova série de ensaios efectuada numa nova série de provetes
                deu resultados positivos.
      4.        QUALIDADES ÓPTICAS
                As prescrições relativas à transmissão da luz indicadas no ponto 9.1 do anexo IIA são aplicáveis às vidraças duplas
                ou partes de vidraças duplas situadas em posições que desempenham um papel essencial para a visão do
                condutor.
 ---pagebreak--- N? C 95/74                              Jornal Oficial das Comunidades Europeias                        12. 4. 90
                                                          ANEXO // M
                    MEDIÇÃO DA ALTURA DE SEGMENTO E POSIÇÃO DOS PONTOS DE IMPACTE
                                                             Figura 1
                                            Determinação da altura de segmento «h»
           No caso da vidraça de curvatura simples, a altura de segmento será igual a hi, no máximo.
           No caso da vidraça de curvatura dupla, a altura de segmento será igual a h, + h2, no máximo.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                        N? C 95/75
            2 c) Placa de vidro incurvado
                                                      Figuras 2a), 2b) e 2c)
                           Pontos de impacte prescritos para as vidraças de vidro de têmpera uniforme
          Os pontos 2 indicados nasfiguras2a), 2b) e 2c) são exemplos da localização do ponto 2 prescrito no ponto 2.5 do
          anexo II H.
 ---pagebreak--- N? C 95/76                                 Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                          12. 4. 90
                                                            ANEXO IIN
                                      EXEMPLOS DE MARCAS DE HOMOLOGAÇÃO CEE
                                                     (ver ponto 4.7 do anexo II)
           Pára-brisas de vidro laminado vulgar:
                                                                               a^6mm
                                                                     001241 *
                                                                                                J.
           A marca de homologação acima, aposta sobre um pára-brisas de vidro laminado vulgar, indica que o elemento em
           questão foi homologado em França (e2) nos termos da presente directiva e com o número de homologação
           001241.
           Pára-brisas de vidro laminado vulgar revestido de matéria plástica:
                                              -1        J
                      f l
            2*3
                           \                e2                      001242                               4
                      * T-
           A marca de homologação acima, aposta sobre um pára-brisas de vidro laminado vulgar revestido de matéria
           plástica, indica que o elemento em questão foi homologado em França (e2) nos termos da presente directiva e com o
           número de homologação 001242.
           Pára-brisas de vidro laminado tratado:
                                               mH                              a^6mm
                     fal
                                            e2                       001243                             3
           A marca de homologação acima, aposta sobre um pára-brisas de vidro laminado tratado, indica que o elemento em
           questão foi homologado em França (e2) nos termos da presente directiva e com o número de homologação
           001243.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                      N? C 95/77
          Pára-brisas de vidro plástico:
                                                                              aè6mm
                                           IV_3     r
                  f.-L-                                           001244
           2a ' * -                      6 ^
                                                                                               T
          A marca de homologação acima, aposta sobre um pára-brisas de vidro plástico, indica que o elemento em questão
          foi homologado em França (e2) nos termos da presente directiva e com o número de homologação 001244.
          Vidraças, que não sejam pára-brisas, com coeficiente de transmissão regular da luz inferior a 70 %:
                                                                             a*6mm
                                                                  001245 a.
                                                                                             J        3
                                                                                             1
          A marca de homologação acima, aposta sobre uma vidraça que não seja um pára-brisas à qual se aplica o disposto
          no ponto 9.1.4.2 do anexo II A, indica que o elemento em questão foi homologado em França (e2) nos termos da
          presente directiva e com o número de homologação 001245.
          Vidraça dupla com coeficiente de transmissão regular da luz inferior a 70 %:
                                                     -*_S-                      a*6mm
             2â ' â.                                                001246" 3
                                                                                               1
          A marca de homologação acima, aposta sobre uma vidraça dupla, indica que o elemento em questão foi
          homologado em França (e2) nos termos da presente directiva e com o número de homologação 001246.
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           Vidraças que não sejam pára-brisas, com coeficiente de transmissão regular da luz superior ou igual a 70 %:
                                                                                ác6mm
                                                                      001247 T
                                                                                               1
           A marca de homologação acima, aposta sobre uma vidraça que não seja um pára-brisas a qual se aplica o disposto
           no ponto 9.1.4.1 do anexo II A, indica que o elemento em questão foi homologado em França (e2) nos termos da
           presente directiva com o número de homologação 001247.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                              Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                       N? C 95/79
                                                        ANEXO H O
                                   CONTROLO DE CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
       1.       DEFINIÇÕES
               Para efeitos do disposto no presente anexo, entende-se por:
       1.1.     Tipo de produto, todas as vidraças que tenham as mesmas características principais.
       1.2.    Classe de espessura, todas as vidraças cujos componentes tenham a mesma espessura dentro das tolerâncias
               admitidas.
       1.3.     Unidade de produção, o conjunto dos meios de produção de um ou vários tipos de vidraças, implantados no
               mesmo lugar geográfico; pode incluir várias cadeias de fabrico.
       1.4.    Posto, um período de produção assegurado pela mesma cadeia de fabrico durante o período de trabalho
               diário.
       1.5.    Campanha de produção, um período contínuo de fabrico do mesmo tipo de produto na mesma cadeia de
               fabrico.
       1.6.    Ps, o número de vidraças do mesmo tipo de produto fabricado pelo mesmo posto.
       1.7.    Pr, o número de vidraças do mesmo tipo de produto fabricado durante a campanha de produção.
       2.      ENSAIOS
               As vidraças devem ser submetidas aos seguintes ensaios:
       2.1.    Vidraças de vidro de têmpera uniforme
       2.1.1.  Ensaio de fragmentação em conformidade com o ponto 2 do anexo II H.
       2.1.2.  Medição de transmissão da luz em conformidade com as prescrições do ponto 9.1 do anexo II A.
       2.2.    Pára-brisas de vidro laminado vulgar e pára-brisas de vidro plástico
       2.2.1.  Ensaio de comportamento da cabeça ao choque em conformidade com as prescrições do ponto 3 do
               anexo II B.
       2.2.2.  Ensaio com a esfera de 2 260 g em conformidade com as prescrições do ponto 4.2 do anexo IIB e do ponto 2.2 do
               anexo II A.
       2.2.3.  Ensaio de resistência a alta temperatura em conformidade com as prescrições do ponto 5 do anexo II A.
       2.2.4.  Medição de transmissão da luz em conformidade com as prescrições do ponto 9.1 do anexo II A:
       2.2.5.  Ensaio de distorção óptica em conformidade com as prescrições do ponto 9.2 do anexo II A.
      2.2.6.   Ensaio de separação da imagem secundária em conformidade com as prescrições do ponto 9.3 do anexo II A.
       2.2.7.  Para as vidraças de vidro plástico unicamente:
      2.2.7.1. Ensaio de resistência à abrasão em conformidade com as prescrições do ponto 2.1 do anexo II K.
      2.2.7.2. Ensaio de resistência à humidade em conformidade com as prescrições do ponto 3 do anexo II K.
      2.2.7.3. Ensaio de resistência aos agentes químicos em conformidade com as prescrições do ponto 11 do anexo II A.
      2.3.     Vidraças de vidro laminado vulgar e de vidro plástico que não sejam pára-brisas
      2.3.1.   Ensaio com a esfera de 227 g em conformidade com as prescrições do ponto 44 do anexo III.
      2.3.2.   Ensaio de resistência a alta temperatura em conformidade com as prescrições do ponto 5 do anexo II A.
      2.3.3.   Medição de transmissão da luz em conformidade com as prescrições do ponto 9.1 do anexo II A.
      2.3.4.   Para as vidraças de vidro plástico unicamente.
      2.3.4.1. Ensaio de resistência à abrasão em conformidade com as prescrições do ponto 2.1 do anexo II K.
      2.3.4.2. Ensaio de resistência à humidade em conformidade com as prescrições do ponto 3 do anexo II K.
      2.3.4.3. Ensaio de resistência aos agentes químicos em conformidade com as prescrições do ponto 11 do anexo II A.
      2.3.5.   As condições acima indicadas são consideradas como satisfeitas se os ensaios correspondentes tiverem sido
               efectuados com um pára-brisas da mesma composição.
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     2.4.     Pára-brisas de vidro laminado tratado
     2.4.1.   Além dos ensaios previstos no ponto 2.2 do presente anexo, deve ser efectuado um ensaio de fragmentação em
              conformidade com as prescrições do ponto 4 do anexo II C.
     2.5.     Vidraças revestidas de matéria plástica
              Além dos ensaios previstos nos diferentes pontos do presente anexo, devem-se efectuar os seguintes ensaios:
     2.5.1.   Ensaio de resistência à abrasão em conformidade com as prescrições do ponto 2.1 do anexo II K.
     2.5.2.   Ensaio de resistência à humidade em conformidade com as prescrições do ponto 3 do anexo II K.
     2.5.3.   Ensaio de resistência aos agentes químicos em conformidade com as prescrições do ponto 11 do anexo II A.
     2.6.     Vidraças duplas
              Os ensaios a efectuar são os previstos pelo presente anexo para cada uma das vidraças que constituem a vidraça
              dupla, com a mesma frequência e as mesmas exigências.
     3.       FREQUÊNCIA E RESULTADOS DOS ENSAIOS
     3.1.     Ensaio de fragmentação
     3.1.1.   Ensaios
     3.1.1.1. No início da produção de cada tipo novo de vidraça, efectua-se uma série inicial de ensaios com obtenção de quebra
              em cada ponto de impacte prescrito pela presente directiva, e tirando fotografias, para determinar o ponto de
              quebra mais grave.
     3.1.1.2. Durante a campanha de produção, o ensaio de controlo é efectuado no ponto de quebra determinado no ponto
              3.1.1.1.
     3.1.1.3. Deve ser efectuado um ensaio de controlo no início de cada campanha de produção ou após uma mudança de
              coloração.
     3.1.1.4. No decurso da campanha de produção, os ensaios de controlo devem ser efectuados com a seguinte frequência
              mínima:
                         Vidraças de vidro                        Pára-brisas de
                        de têmpera uniforme                  vidro laminado tratado
              Pr < 500: um por posto                            0,1 % por tipo
              Pr > 500: dois por posto
     3.1.1.5. No final da campanha de produção, deve ser efectuado um ensaio de controlo com uma das últimas vidraças
              fabricadas.
     3.1.1.6. Se Pr < 20, só se deve efectuar um único ensaio de fragmentação por campanha de produção.
     3.1.2.    Resultados
              Todos os resultados devem ser anotados, incluindo os resultados para os quais não foi tirada prova fotográfica.
              Além disso, tira-se uma prova fotográfica de contacto por posto, excepto se Pr < 500, caso em que apenas é tirada
              uma única prova fotográfica de contacto por campanha de produção.
     3.2.     Ensaio de comportamento da cabeça ao choque
     3.2.1.   Ensaios
              O controlo é efectuado sobre um lote retirado correspondente a pelo menos 0 , 5 % da produção diária de
              pára-brisas laminados de uma cadeia de fabrico, com o máximo de 15 pára-brisas por dia.
              A escolha das amostras deve ser representativa da produção dos diferentes tipos de pára-brisas.
              Com o acordo do serviço administrativo, estes ensaios podem ser substituídos pelo ensaio com a esfera de 2 260 g
              (ver ponto 3.3 a seguir). Em todos os casos, são efectuados ensaios de comportamento da cabeça ao choque com
              pelo menos duas amostras por classe de espessura por ano.
     3.2.2.    Resultados
              Todos os resultados devem ser anotados.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                              Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                           N? C 95/81
       3.3.   Impacte de uma esfera de 2 260 g
       3.3.1. Ensaios
              O controlo é efectuado, no mínimo, uma vez por mês e por ciasse de espessura.
       3.3.2.  Resultados
              Todos os resultados devem ser anotados.
       3.4.   Impacte de uma esfera de 227 g
       3.4.1   Ensaios
              Os provetes são cortados das amostras. Todavia, por razões práticas, os ensaios podem ser efectuados com
              produtos acabados ou com uma parte desses produtos.
              O controlo é efectuado sobre um lote retirado correspondente pelo menos a 0,5 % da produção de um posto, com o
              máximo de 10 amostras por dia.
       3.4.2.  Resultados
              Todos os resultados devem ser anotados.
       3.5.   Ensaio de resistência a alta temperatura
       3.5.1.  Ensaios
              Os provetes são cortados das amostras. Todavia, por razões práticas, os ensaios podem ser efectuados com
              produtos acabados ou com uma parte desses produtos. Estes últimos são escolhidos de modo a que todos os
              intercalares sejam ensaiados proporcionalmente à sua utilização.
              O controlo é efectuado sobre pelo menos três amostras da produção diária por cor de intercalar.
       3.5.2.  Resultados
              Todos os resultados devem ser anotados.
       3.6.   Transmissão da luz
       3.6.1.  Ensaios
              Serão submetidas a este ensaio amostras representativas de produtos acabados de cor.
              No mínimo, o controlo será efectuado no início de cada campanha de produção se uma modificação das
              características da vidraça influir nos resultados do ensaio.
              Não serão submetidas a este ensaio as vidraças cuja transmissão regular da luz, medida aquando da homologação
              do tipo, seja igual ou superior a 8 0 % no caso dos pára-brisas e a 7 5 % no caso das vidraças que não sejam
              pára-brisas, nem as vidraças que tenham por símbolo V (ver ponto 4.5.2 do anexo II).
              No caso das vidraças de vidro temperado, o fornecedor de vidro pode apresentar um certificado que ateste que as
              vidraças satisfazem as prescrições acima indicadas em vez de se proceder ao ensaio.
       3.6.2.  Resultados
              O valor da transmissão da luz deve ser anotado. Além disso, para os pára-brisas com faixa de sombra ou faixa de
              obscurecimento, verifica-se, com o auxílio dos desenhos mencionados no ponto 2.2.1.2.2.4 do anexo II, que essas
              faixas estão fora da zona B ou da zona I, conforme a categoria do veículo a que se destina o pára-brisas.
       3.7.   Distorção óptica e separação da imagem secundária
       3.7.1.  Ensaios
              Cada pára-brisas deve ser inspeccionado para detectar os defeitos de aspecto. Além disso, utilizando os métodos
              prescritos na presente directiva ou qualquer outro método cujos resultados sejam semelhantes, devem ser
              efectuadas medições nas diferentes zonas de visão com a seguinte frequência mínima:
              — quer uma amostra por posto, se Ps s 200,
              — quer duas amostras por posto, se Ps > 200,
              — quer 1 % de toda a produção, devendo as amostras retiradas ser representativas de toda produção.
       3.7.2.  Resultados
              Todos os resultados devem ser anotados.
       3.8.   Ensaio de resistência à abrasão
       3.8.1.  Ensaios
              Apenas as vidraças revestidas de matéria plástica e as vidraças de vidro plástico serão submetidas a este ensaio. O
              controlo será efectuado no mínimo uma vez por mês e por tipo de material plástico de revestimento ou do que
              desempenha o papel de intercalar.
 ---pagebreak--- N? C 95/82                            Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                                12. 4. 90
     3.8.2.  Resultados
             A medida da difusão da luz deve ser anotada.
     3.9.    Ensaio de resistência à humidade
     3.9.1.  Ensaios
             Apenas as vidraças revestidas de matéria plástica e as vidraças de vidro plástico serão submetidas a este ensaio. O
             controlo será efectuado no mínimo uma vez por mês e por tipo de material plástico de revestimento ou do que
              desempenha o papel de intercalar.
     3.9.2.  Resultados
              Todos os-resultados devem ser anotados.
     3.10.    Ensaio de resistência aos agentes químicos
     3.10.1. Ensaios
              Apenas as vidraças revestidas de matéria plástica e as vidraças de vidro plástico serão submetidas a este ensaio. O
              controlo será efectuado no mínimo uma vez por mês e por tipo de material plástico de revestimento ou do que
              desempenha o papel de intercalar.
     3.10.2. Resultados
              Todos os resultados devem ser anotados.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                         N? C 95/83
                                                           ANEXO IIP
            COMUNICAÇÃO RELATIVA À HOMOLOGAÇÃO CEE, EXTENSÃO DE HOMOLOGAÇÃO CEE,
            RECUSA DE HOMOLOGAÇÃO CEE, REVOGAÇÃO DE HOMOLOGAÇÃO CEE, PARAGEM DEFINI-
                              TTVA DA PRODUÇÃO DE UM TIPO DE VIDRAÇA DE SEGURANÇA
                                                                 0)
                                               [Formato máximo: A4 (210 x 297 mm)]
           Marca de homologação n?                                                              Extensão n?
             1. Classe de vidro de segurança:
             2. Descrição da vidraça: ver apêndices 1,2, 3,4, 5, 6 (2) e, no caso de um pára-brisas, a lista conforme com o
                 apêndice 7.
             3. Marca de fabrico ou comercial:                        :
             4. Nome e morada do fabricante:
             5. Nome e morada do mandatário (se for caso disso):
             6. Apresentado à homologação em:
             7. Serviço técnico encarregado dos ensaios de homologação:
             8. Data do relatório de ensaio:
             9. Número do relatório de ensaio:
           10. A homologação é objecto de concessão/recusa/extensão/revogação (2):
           11. Motivo(s) da extensão de homologação:
           12. Observações:
           13. Local:
           14. Data:
           15. Assinatura:
           16. £ anexada à presente comunicação a lista das peças que constituem o processo de homologação, arquivado
                 no Serviço Administrativo que emitiu a homologação, e que pode ser obtido a pedido.
          (') Denominação da autoridade administrativa.
          (2) Riscar o que não interessa.
 ---pagebreak--- N? C 95/84                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                          12. 4. 90
                                                               Apêndice 1
                                                PÁRA-BRISAS DE VIDRO LAMINADO
                                                (vulgar, tratado ou revestido de plástico)
                         (Características principais e secundárias de acordo com os anexos D B, II C ou II K)
           Marca de homologação n?                                                            Extensão n? ..
           Características principais
           — Número de lâminas de vidro:
           — Número de lâminas de intercalares:
           — Espessura nominal do pára-brisas:
           — Espessura nominal do(s) intercalardes):
           — Tratamento especial do vidro:
           — Natureza e tipo do(s) intercalardes):
           — Natureza e tipo do(s) revestimento(s) plástico(s):                                     .-.
           Características secundárias
           — Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça):
           — Coloração do vidro (incolor/de cor):
           — Coloração do intercalar (total/parcial):
           — Coloração do(s) revestimento(s) plástico(s):
           — Condutores incorporados (SIM/NÃO):
           — Faixas de obscurecimento incorporadas (SIM/NÃO):
           Observações
           Peças anexas: lista dos pára-brisas (ver apêndice 7).
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                 Jornal Oficial das Comunidades Europeias                         N? C 95/85
                                                              Apêndice 2
                                               PÁRA-BRISAS DE VIDRO PLÁSTICO
                               (Características principais e secundárias de acordo com a anexo II D)
          Marca de homologação n?                                                            Extensão n? .
          Características principais
          — Categoria de forma:
          — Número de lâminas de plástico:
          — Espessura nominal do vidro:                                *
          — Tratamento do vidro (SIM/NÃO):
          — Espessura nominal do pára-brisas:
          — Espessura nominal da(s) lâmina(s) de plástico que desempenha(m) o papel de intercalares):
          — Natureza e tipo da(s) lâmina(s) de plástico que desempenha(m) o papel de intercalares): ....
          — Natureza e tipo da lâmina de plástico externa:
          Características secundárias
          — Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça):
          — Coloração da(s) lâmina(s) de plástico (total/parcial):
          — Coloração do vidro:
          — Condutores incorporados (SIM/NÃO):
          — Faixas de obscurecimento incorporadas (SIM/NÃO):
          Observações
          Peças anexas: lista dos pára-brisas (ver apêndice 7).
 ---pagebreak--- N? C 95/86                                  Jornal Oficial das Comunidades Européias                            12. 4. 90
                                                               Apêndice 3
                                         VIDRAÇAS DE VIDRO DE TÊMPERA UNIFORME
                        (Características principais e secundarias de acordo com o anexo II H ou o anexo II K)
           Marca de homologação n?                                                             Extensão n? ....
           Características principais
           — Categoria de forma:
           — Natureza da têmpera:
           — Categoria de espessura:
           — Natureza e tipo do(s) revestimento(s) plástico(s):
           Características secundárias
           — Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça):
           — Coloração do vidro:
           — Coloração do(s) revestimento(s) plástico(s):
           — Condutores incorporados (SIM/NÃO):
           — Faixas de obscurecimento incorporadas (SIM/NÃO):
           Critérios homologados
           — Maior área (vidro plano):
           — Ângulo mais pequeno:
           — Maior área planificada (vidro bombeado):
           — Maior altura de segmento:
           Observações
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                          N? C 95/87
                                                             Apêndice 4
                            VIDRAÇAS DE VIDRO LAMINADO QUE NÃO SEJAM PÁRA-BRISAS
                       (Características principais e secundárias de acordo com o anexo III ou o anexo II K)
          Marca de homologação n?                                                            Extensão n? ...
          Características principais
          — Número de lâminas de vidro:
          — Número de lâminas de intercalares:
          — Categoria de espessura:
          — Espessura nominal do(s) intercalar(es):
          — Tratamento especial do vidro:
          — Natureza e tipo do(s) intercalar(es):
          — Natureza e tipo do(s) revestimento(s) plástico(s):
          — Espessura do(s) revestimento(s) plástico(s):
          Características secundárias
          — Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça): .
          — Coloração do intercalar (total/parcial):
          — Coloração do vidro:
          — Coloração do(s) revestimento(s) plástico(s):
          — Condutores incorporados (SIM/NÃO):
          — Faixas de obscurecimento incorporadas (SIM/NÃO):
          Observações
 ---pagebreak--- N? C 95/88                                 Jornal Oficial das Comunidades Europeias                          12. 4. 90
                                                               Apêndice S
                              VIDRAÇAS DE VIDRO PLÁSTICO QUE NAO SEJAM PÁRA-BRISAS
                                 (Características principais e secundárias de acordo com o anexo IIJ)
           Marca de homologação n?                                                             Extensão n? .
           Características principais
           — Número de lâminas de vidro:
           — Espessura do elemento de vidro:
           — Tratamento do elemento de vidro (SIM/NÃO):
           — Espessura nominal da vidraça:
           — Espessura nominal da(s) lâmina(s) de plástico que desempenha(m) o papel de intercalar(es):
           — Natureza e tipo da(s) lâmina(s) de plástico que desempenha(m) o papel de intercalardes): ....
           — Natureza e tipo da lâmina de plástico externa:
           Características secundárias
           — Natureza do material (chapa de vidro polido, chapa de vidro flutuado, vidro para vidraça):
           — Coloração do vidro (incolor/de cor):
           — Coloração da(s) lâmina(s) de plástico (total/parcial):
           — Condutores incorporados (SIM/NÃO):
           — Faixas de obscurecimento incorporadas (SIM/NÃO):
           Observações
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                 Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                     N? C 95/89
                                                              Apêndice 6
                                                UNIDADES DE VIDRAÇA DUPLA
                               (Características principais e secundárias de acordo com o anexo II L)
          Marca de homologação n?                                                            Extensão n?
          Características principais
          — Composição das unidades de vidraça dupla (simétrica/dissimétríca):
          — Espessura nominal do espaço:
          — Método de montagem:
          — Tipo de cada vidro de acordo com os anexos II H, III, II K ou II J:
          Peças anexas
          Uma ficha para as duas vidraças de uma unidade de vidraça dupla simétrica em função do anexo de acordo com o
          qual essas vidraças são ensaiadas ou homologadas.
          Umafíchapara cada vidraça constituinte de uma unidade de vidraça dupla dissimétríca em função dos anexos de
          acordo com os quais essas vidraças são ensaiadas ou homologadas.
          Observações
 ---pagebreak--- N? C 95/90                                     Jornal Oficial das Comunidades Europeias                             12. 4. 90
                                                                    Apêndice 7
                                              CONTEÚDO DA LISTA DOS PÁRA-BRISAS (*)
           Para cada um dos pára-brisas que são objecto da presente homologação, devem ser fornecidas pelo menos as
           seguintes informações:
           — Fabricante do veículo:
           — Modelo do veículo:
           — Categoria do veículo:
           — Área planificada (F):
           — Altura de segmento (h):
           — Curvatura (r):
           — Angulo de instalação (a):
           — Ângulo do encosto (P):
           — Coordenadas do ponto R (A, B, C) em relação ao meio do bordo superior do pára-brisas:
                                                    Descrição do parâmetro F do pára-brisas
           (') Esta lista deve ser anexada aos apêndices 1 e 2 do presente anexo.
 ---pagebreak--- 12. 4. 90                                Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                              N? C 95/91
                                                            ANEXO 111
          VEÍCULOS — PRESCRIÇÕES DE INSTALAÇÃO DOS PÁRA-BRISAS E DAS VIDRAÇAS QUE NÃO SEJAM
                                                 PÁRA-BRISAS NOS VEÍCULOS
          1.   Qualquer veículo a motor das categorias M e N deve ser equipado, à escolha do fabricante, com:
          1.1. Um pára-brisas que contenha a marca de homologação CEE tal como descrita nos pontos 4.4 a 4.7 do
               anexo II e que satisfaça as exigências dos anexos II B (com ou sem II K) ou II C (com ou sem II K) ou
               II D.
          1.2. Vidraças que não sejam pára-brisas que contenham a marca de homologação CEE tal como descrita nos
               pontos 4.4 a 4.7 do anexo II e satisfaçam as exigências dos anexos II H ou III ou II J ou II K ou II L.
          2.   Qualquer veículo das categorias O deve, se tiver superfícies de vidro, estar equipado, à escolha do fabricante,
               com vidraças que contenham a marca de homologação CEE tal como descrita nos pontos 4.4 a 4.7 do
               anexo II e satisfaçam as exigências dos anexos II H ou II I ou II J ou II K ou II L.
          3.   Os pára-brisas e as vidraças que não sejam pára-brisas devem ser instalados de modo que, apesar das
               solicitações a que o veículo possa estar submetido nas condições normais de circulação, se mantenham no
               lugar e continuem a assegurar a visibilidade e a segurança dos ocupantes do veículo.
                                                                 Apêndice
          ANEXO À FICHA DE RECEPÇÃO CEE DE UM MODELO DE VEÍCULO N O QUE RESPEITA A
                                       INSTALAÇÃO DAS VIDRAÇAS DE SEGURANÇA
          (N? 2 do artigo 4? e artigo 10? da Directiva 70/156/CEE do Conselho, de 6 de Fevereiro de 1970, relativa à
          aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes à recepção CEE dos veículos a motor e seus
                                                              reboques)
                                                        Denominação da autoridade administrativa
          Número de recepção CEE:                                                Extensão n?:
          1.   Marca (firma) do veículo:
          2.   Modelo e denominação comercial do veículo:
          3.   Nome e morada do fabricante:
          4.   Se for caso disso, nome e morada do mandatário:
          5.   Descrição do tipo de vidraças utilizadas:
          5.1. para os pára-brisas:
          5.2. para as vidraças que não sejam pára-brisas:
          6.   Marca de homologação CEE do pára-brisas:
          7.   Marca(s) de homologação CEE das vidraças que não sejam pára-brisas:
 ---pagebreak--- N? C 95/92                                  Jornal Oficial das Comunidades Europeias                                    12. 4. 90
             8. As prescrições de instalação foram /não foram (') respeitadas
             9. Data de apresentação do veículo à recepção CEE:
           10. Serviço técnico encarregado do ensaio da recepção:
           11. Data do relatório emitido por esse serviço:
           12. Número do relatório emitido por esse serviço:
           13. A recepção CEE no que respeita a instalação das vidraças de segurança é concedida/recusada (')
           14. Local:
           15. Data:
           16. Assinatura:
           17. Lista de documentos apresentados ao serviço administrativo do Estado-membro que concedeu a recepção
                 CEE.
                 Estes documentos podem ser obtidos, a pedido, pelos serviços administrativos dos outros Estados-
                 -membros.
           18. Observações eventuais:
           (') Riscar o que não interessa.
                  Proposta de directiva do Conselho relativa às massas e dimensões dos veículos a motor
                                                          da categoria Mj
                                                 COM(89) 653 final — SYN 237
                                     (Apresentada pela Comissão em 12 de Fevereiro de 1990)
                                                           (90/C 95/02)
O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,                                Considerando que importa adoptar as medidas destinadas a
                                                                     estabelecer progressivamente o mercado interno durante um
Tendo em conta o Tratado que institui a Comuni-                      período que termina em 31 de Dezembro de 1992; que o
dade Económica Europeia e, nomeadamente, o seu artigo                mercado interno compreende um espaço sem fronteiras
100? A,                                                              internas no qual a livre circulação das mercadorias, das
Tendo em conta a proposta da Comissão,                               pessoas, dos serviços e dos capitais é assegurada;
Em cooperação com o Parlamento Europeu,
                                                                     Considerando que as prescrições técnicas exigidas para os
Tendo em conta o parecer do Comité Económico e                       veículos a motor pelas legislações nacionais dizem respeito,
Social,                                                              entre outras, às massas e dimensões dos veículos a motor;