CELEX: 41997X0730(02)
Language: pt
Date: 1997-07-30 00:00:00
Title: Requisitos técnicos do Regulamento nº 3 da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas referidos no artigo 3º e no ponto 2.1 do Anexo II da Directiva 97/29/CE da Comissão que adapta ao progresso técnico a Directiva 76/757/CEE do Conselho relativa aos reflectores dos veículos a motor e seus reboques

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Requisitos técnicos do Regulamento nº 3 da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas referidos no artigo 3º e no ponto 2.1 do Anexo II da Directiva 97/29/CE da Comissão que adapta ao progresso técnico a Directiva 76/757/CEE do Conselho relativa aos reflectores dos veículos a motor e seus reboques  

Jornal Oficial nº L 203 de 30/07/1997 p. 0039 - 0054

Requisitos técnicos do Regulamento nº 3 da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas referidos no artigo 3º e no ponto 2.1 do Anexo II da Directiva 97/29/CE da Comissão que adapta ao progresso técnico a Directiva 76/757/CEE do Conselho relativa aos reflectores dos veículos a motor e seus reboques (1) 2. DEFINIÇÕES (2) Para efeitos do presente regulamento,2.1. As definições contidas no Regulamento nº 48 e nas suas séries de alterações em vigor na data do pedido de homologação são aplicáveis ao presente regulamento.2.2. Por «reflexão catadióptrica» entende-se a reflexão caracterizada pelo reenvio da luz segundo direcções próximas da direcção original. Esta propriedade é conservada para variações importantes do ângulo de iluminação.2.3. Por «óptica catadióptrica» entende-se a combinação de elementos ópticos que permite obter a reflexão catadióptrica.2.4. Por «dispositivo reflector» (3) entende-se um dispositivo completo pronto para a utilização e que inclui uma ou mais unidades ópticas catadióptricas.Nota:2.5. Por «ângulo de divergência» entende-se o ângulo entre as rectas que unem o centro de referência ao centro do receptor e ao centro da fonte de iluminação.2.6. Por «ângulo de iluminação» entende-se o ângulo entre o eixo de referência e a recta que une o centro de referência ao centro da fonte de iluminação.2.7. Por «ângulo de rotação» entende-se o ângulo de deslocação do reflector em torno do eixo de referência, a partir de uma dada posição.2.8. Por «abertura angular do reflector» entende-se o ângulo sob o qual é vista a maior dimensão da superfície aparente da zona iluminante, quer a partir do centro da fonte de iluminação, quer a partir do centro do receptor.2.9. «Iluminação do reflector» é a expressão abreviada convencionalmente utilizada para designar a iluminação medida num plano normal aos raios incidentes que passa pelo centro de referência.2.10. Por «coeficiente de intensidade luminosa (CIL)» entende-se o quociente entre a intensidade luminosa reflectida na direcção considerada e a iluminação do reflector, para ângulos de iluminação, de divergência e de rotação bem determinados.2.11. Os símbolos e unidades utilizados no presente regulamento são descritos no Anexo 1.2.12. Um tipo de reflector é definido pelos modelos e documentos descritivos entregues com o pedido de homologação. Podem ser considerados como pertencentes ao mesmo tipo os reflectores que tenham uma ou mais «ópticas catadióptricas» idênticas às do dispositivo-tipo ou que, não sendo idênticas, sejam simétricas e concebidas para serem montadas, respectivamente, do lado esquerdo ou do lado direito do veículo e cujas partes anexas não difiram das do dispositivo-tipo, salvo no que se refere a variantes sem influência nas propriedades objecto do presente regulamento.2.13. De acordo com as suas características fotométricas, os reflectores são repartidos em três categorias, a saber: classe I A, classe III A e classe IV A.6. ESPECIFICAÇÕES GERAIS 6.1. Os reflectores devem ser construídos de tal maneira que o seu bom funcionamento possa ser assegurado nas condições normais de utilização. Além disso, não devem apresentar nenhum defeito de concepção ou construção nocivos ao seu bom funcionamento ou à sua boa manutenção.6.2. Os componentes dos reflectores não devem ser desmontáveis por meios simples.6.3. As ópticas catadióptricas não devem ser substituíveis.6.4. A superfície exterior do reflector deve ser fácil de limpar. Não deve ser rugosa e as partes salientes que possa apresentar não devem dificultar a limpeza.6.5. Os meios de fixação dos reflectores da classe IV A devem ser tais que permitam uma conexão estável e durável entre o dispositivo e o veículo.7. ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES (ENSAIOS) 7.1. Os reflectores devem igualmente satisfazer os requisitos de dimensões e de forma, colorimétricos, fotométricos, físicos e mecânicos descritos nos Anexos 5 a 11 e 13 do presente regulamento. Os métodos de ensaio são descritos nos Anexos 4 (classes I A e III A) e 14 (classe IV A).7.2. De acordo com a natureza dos materiais que constituem os reflectores e, em especial, as ópticas catadióptricas, as autoridades competentes podem autorizar os laboratórios a não executarem determinados ensaios desnecessários, sob reserva expressa de que o facto seja mencionado na ficha de homologação, na rubrica «Observações».(1) Também chamado «reflector(es)».(2) JO nº L 171 de 30. 6. 1997, p. 11.(3) As definições dos termos técnicos (excluindo os do Regulamento nº 48) são as adoptadas pela Comissão Internacional da Iluminação (CIE).ANEXO 1 Reflector >POSIÇÃO NUMA TABELA>Reflectores Símbolos >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>Alçado>FIM DE GRÁFICO>ANEXO 4 Método de ensaio - classes I A e III A 1. Para efeitos da homologação, o requerente deve apresentar 10 amostras, que serão ensaiadas pela ordem cronológica indicada no Anexo 12.2. Após verificação da conformidade com as especificações gerais (nº 6 do presente regulamento) e com as especificações de forma e de dimensões (Anexo 5), as dez amostras são submetidas ao ensaio de resistência ao calor descrito no Anexo 10 do presente regulamento e, no mínimo uma hora depois de concluído este ensaio, ao controlo das características colorimétricas (Anexo 6) e do CIL (Anexo 7), para um ângulo de divergência de 20' e um ângulo de iluminação V = H = 0° ou, se necessário, na posição definida no Anexo 7. Os dois reflectores aos quais correspondem os valores mínimo e máximo são então submetidos a um ensaio completo, seguindo as indicações dadas no Anexo 7. Estas duas amostras serão conservadas pelos laboratórios para qualquer verificação posterior que possa revelar-se necessária. As outras oito amostras são repartidas em quatro grupos de duas amostras:>POSIÇÃO NUMA TABELA>3. Após terem sido submetidos aos ensaios enumerados no ponto precedente, os reflectores dos diversos grupos devem ter:3.1. Uma cor que satisfaça os requisitos do Anexo 6. A verificação é feita por um método qualitativo e, em caso de dúvida, confirmada por um método quantitativo;3.2. Um CIL que satisfaça os requisitos do Anexo 7. A verificação é feita unicamente para um ângulo de divergência de 20' e um ângulo de iluminação V = H = 0° ou, se necessário, na posição definida nos pontos 4 e 4.1 do Anexo 7.ANEXO 5 Especificações de forma e de dimensões 1. FORMA E DIMENSÕES DOS REFLECTORES DA CLASSE I A 1.1. A forma das zonas iluminantes deve ser simples e não deve poder ser confundida, à distância normal de observação, com uma letra, um algarismo ou um triângulo.1.2. Em derrogação do disposto no ponto 1.1, é admitida uma forma que se assemelhe à forma simples das letras e algarismos 0, I, U ou 8.2. FORMA E DIMENSÕES DOS REFLECTORES DA CLASSE III A 2.1. As zonas iluminantes dos reflectores da classe III A devem ter a forma de um triângulo equilátero. Se tiverem num vértice a inscrição «TOP», esta indica que o triângulo deve ser orientado com esse vértice para cima.2.2. A zona iluminante pode ter no seu centro uma parte triangular não catadióptrica cujos lados sejam paralelos aos do triângulo exterior.2.3. A zona iluminante pode ser contínua ou não. Em todos os casos, a distância mais curta entre duas ópticas catadióptricas vizinhas não deve exceder 15 mm.2.4. A zona iluminante de um reflector considera-se contínua quando os bordos das zonas iluminantes das ópticas catadióptricas vizinhas independentes forem paralelos e as referidas ópticas estiverem uniformemente distribuídas por toda a superfície reflectora do triângulo.2.5. Quando a zona iluminante não for contínua, o número de ópticas catadióptricas independentes não poderá ser inferior a 4 para cada lado do triângulo, incluindo as ópticas catadióptricas dos vértices.2.5.1. As ópticas catadióptricas independentes não devem ser substituíveis, salvo se forem constituídas por reflectores recepcionados na classe I A.2.6. Os lados exteriores das zonas iluminantes dos reflectores triangulares da classe III A devem ter um comprimento compreendido entre 150 e 200 mm. Para os dispositivos com uma zona não reflectora, a largura dos bordos, medida perpendicularmente a estes, deve ser pelo menos igual a 20 % do comprimento útil entre as extremidades das zonas iluminantes.3. FORMA E DIMENSÕES DOS REFLECTORES DA CLASSE IV A 3.1. A forma das zonas iluminantes deve ser simples e não deve poder ser facilmente confundida, à distância normal de observação, com uma letra, um algarismo ou um triângulo. Contudo, é admitida uma forma que se assemelhe à forma simples das letras e algarismos 0, I, U ou 8.3.2. A superfície da zona iluminante do reflector deve ser, no mínimo, de 25 cm².4. Para a verificação das especificações acima enumeradas, proceder-se-á a um exame visual.Apêndice REFLECTORES PARA REBOQUES - CLASSE III A >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>150 mm &le; A &le; 200 mmB &ge; A 5C &le; 15 mm>FIM DE GRÁFICO>>REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>Nota: Estes esquemas são apresentados apenas a título de exemplo.ANEXO 6 Especificações colorimétricas 1. Para a aplicação das presentes especificações, consideram-se unicamente os reflectores incolores e os reflectores de cor vermelha ou amarelo-âmbar.1.1. Os reflectores podem eventualmente consistir na associação de uma óptica catadióptrica e de um filtro, indissociáveis, por construção, nas condições normais de utilização.1.2. Não é admitida a coloração das ópticas catadióptricas e dos filtros por meio de pintura ou de vernizes.2. Estando o reflector iluminado pelo iluminante-padrão A da CIE, com um ângulo de divergência de  ° e um ângulo de iluminação V = H = 0° ou, se se produzir uma reflexão na superfície de entrada não colorida, para V = ±5°, H = 0°, as coordenadas tricromáticas do fluxo luminoso reflectido devem situar-se dentro dos seguintes limites:>POSIÇÃO NUMA TABELA>2.1. Para as cores vermelha e amarelo-âmbar, o cumprimento das especificações colorimétricas é verificado por meio de um ensaio visual comparativo.2.2. Se subsistirem dúvidas após esse ensaio, o cumprimento das especificações colorimétricas será verificado determinando as coordenadas tricromáticas da amostra mais duvidosa.3. Os reflectores incolores não devem apresentar uma reflexão selectiva, isto é, as coordenadas tricromáticas x e y do iluminante-padrão A utilizado para iluminar o reflector não devem variar mais de 0,01 depois da reflexão.3.1. Procede-se à verificação recorrendo a um ensaio visual comparativo, conforme é indicado no nº 2.1, estando o campo de comparação iluminado por fontes luminosas cujas coordenadas tricromáticas diferem 0,01 das do padrão A.3.2. Em caso de dúvida, determinam-se as coordenadas tricromáticas para a amostra mais selectiva.ANEXO 7 Especificações fotométricas 1. Quando do pedido de homologação, o requerente deve especificar o eixo de referência. Este corresponde ao ângulo de iluminação V = H = 0° do quadro dos coeficientes de intensidade luminosa (CIL).2. Para as medições fotométricas, considera-se apenas, para a classe I A, a zona iluminante situada num círculo com 200 mm de diâmetro e limita-se essa zona a uma área máxima de 100 cm², sem que a superfície das ópticas catadióptricas deva necessariamente atingir essa área. O fabricante indicará o contorno da superfície a utilizar. Para as classes III A e IV A, considera-se a totalidade das zonas iluminantes, sem nenhum limite em termos de dimensões.3. VALORES DO CIL3.1. Categorias I A e III A3.1.1. Os valores do CIL dos reflectores vermelhos devem ser pelo menos iguais aos do quadro seguinte, expressos em milicandela por lux para os ângulos de divergência e de iluminação indicados>POSIÇÃO NUMA TABELA>Não são admitidos valores do CIL inferiores aos valores indicados nas duas últimas colunas do quadro no interior do ângulo sólido que tem por vértice o centro de referência e é limitado pelos planos que se intersectam segundo as arestas a seguir indicadas:>POSIÇÃO NUMA TABELA>3.1.2. Os valores do CIL dos reflectores da classe I A de cor amarelo-âmbar devem ser pelo menos iguais aos valores do quadro do ponto 3.1.1, multiplicados pelo coeficiente 2,5;3.1.3. Os valores do CIL dos reflectores da classe I A incolores devem ser pelo menos iguais aos valores do quadro do ponto 3.1.1, multiplicados pelo coeficiente 4.3.2. Para os reflectores da classe IV A, os valores do CIL devem ser pelo menos iguais aos do quadro seguinte, expressos em milicandela por lux para os ângulos de divergência e de iluminação indicados.>POSIÇÃO NUMA TABELA>4. Ao medir-se o CIL de um reflector para um ângulo â igual a V = H = 0°, deve verificar-se se não se produz um efeito de espelho ao rodar ligeiramente o dispositivo. Se este fenómeno ocorrer, faz-se a medição para â igual a V = ±5°, H = 0°. A posição adoptada é a que corresponder ao CIL mínimo para uma destas posições.4.1. Para um ângulo de iluminação â igual a V = H = 0°, ou para o ângulo definido no ponto 4, e para um ângulo de divergência de 20', fazem-se rodar os reflectores que não têm a indicação «TOP» em torno dos respectivos eixos de referência, até ao CIL mínimo, que deve obedecer ao valor indicado no ponto 3. Quando se proceder à medição do CIL para os outros ângulos de iluminação e de divergência, o reflector deve ser colocado na posição que corresponde a esse valor de å. Se os valores especificados não forem obtidos, pode fazer-se rodar o reflector de ±5° em torno do eixo de referência, a partir desta posição.4.2. Para um ângulo de iluminação â igual V = H = 0°, ou para o ângulo definido no ponto 4, e para um ângulo de divergência de 20', fazem-se rodar os reflectores que têm a indicação «TOP» de ±5°, em torno dos respectivos eixos de referência. O CIL não deve ser inferior ao valor prescrito em qualquer das posições do reflector no decurso dessa rotação.4.3. Se, para a direcção V = H = 0° e para å = 0°, o CIL ultrapassar em pelo menos 50 % o valor especificado, todas as medições, para todos os ângulos de iluminação e de divergência, são feitas para å = 0°.ANEXO 8 Resistência aos agentes exteriores 1. IMPERMEABILIDADE 1.1. Após retirada de todas as peças desmontáveis, os reflectores, quer façam ou não parte de um farol, são imersos durante 10 minutos num banho de água a 50 ±5 °C, devendo o ponto mais elevado da parte superior da zona iluminante situar-se a cerca de 20 mm abaixo da superfície da água. Este ensaio é repetido rodando-se o reflector 180°, de modo a que a zona iluminante esteja para baixo e a face posterior esteja coberta por cerca de 20 mm de água. A seguir, as ópticas são imediatamente imersas, nas mesmas condições, num banho a 25 ±5 °C.1.2. A água não deve penetrar na face reflectora da óptica catadióptrica. Se um exame visual revelar, sem ambiguidades, a presença de água, considera-se que o dispositivo não satisfaz o ensaio.1.3. Se o exame visual não revelar a presença de água ou se subsistirem dúvidas, mede-se o CIL segundo o método descrito no ponto 3.2 do Anexo 4 ou no ponto 4.2 do Anexo 14, depois de se ter sacudido ligeiramente o reflector para eliminar o excesso de água da superfície.2. RESISTÊNCIA À CORROSÃO 2.1. Os reflectores devem ser concebidos de modo a que, apesar das condições de humidade e de corrosão às quais estão normalmente sujeitos, conservem as características fotométricas e colorimétricas prescritas. A resistência da face anterior ao embaciamento e da protecção da face posterior à degradação devem ser objecto de uma verificação, em especial quando for de recear a corrosão de uma parte metálica essencial.2.2. Após retirada de todas as peças desmontáveis, o reflector, ou o farol no caso de o reflector estar agrupado com uma luz, é submetido à acção de um nevoeiro salino durante um período de 50 horas, dividido em dois períodos de exposição de 24 horas cada um, separados por um intervalo de 2 horas durante o qual se deixa secar a amostra.2.3. O nevoeiro salino é produzido pela pulverização, a 35 ±2 °C, de uma solução salina obtida pela dissolução de 20 ±2 partes, em massa, de cloreto de sódio em 80 partes de água destilada que não contenha mais de 0,02 % de impurezas.2.4. Imediatamente após o fim do ensaio, a amostra não deve apresentar sinais de uma corrosão excessiva, que possa afectar o bom funcionamento do reflector.3. RESISTÊNCIA AOS COMBUSTÍVEIS A superfície exterior do reflector e, em especial, da zona iluminante, é esfregada ligeiramente com um algodão embebido numa mistura de 70 % de n-heptano e 30 % de tolueno (em volume). Depois de decorridos aproximadamente 5 minutos, a superfície é examinada visualmente. Não deve apresentar modificações visíveis da superfície, embora possam aceitar-se ligeiras fissuras superficiais.4. RESISTÊNCIA AOS ÓLEOS LUBRIFICANTES A superfície exterior do reflector e, em especial, da zona iluminante, é esfregada ligeiramente com um algodão embebido em óleo lubrificante detergente. Depois de decorridos aproximadamente 5 minutos, a superfície é limpa. Mede-se em seguida o CIL (ponto 3.2 do Anexo 4 ou ponto 4.2 do Anexo 14).5. RESISTÊNCIA DA FACE POSTERIOR ACESSÍVEL DOS REFLECTORES ESPELHADOS 5.1. Depois de escovada com uma escova de fibras de nylon duras, a face posterior do reflector é coberta, durante 1 minuto, com um algodão embebido na mistura referida no ponto 3. Retira-se em seguida o algodão e deixa-se secar o reflector.5.2. Assim que a evaporação terminar, procede-se a um ensaio de abrasão, escovando a face posterior com a mesma escova de nylon anteriormente utilizada.5.3. Mede-se em seguida o CIL (ponto 3.2 do Anexo 4 ou ponto 4.2 do Anexo 14), depois de se ter coberto com tinta-da-china toda a superfície posterior espelhada.ANEXO 9 Estabilidade das propriedades ópticas dos dispositivos reflectores ao longo do tempo (1) 1. A autoridade que concedeu a homologação tem o direito de verificar em que medida está assegurada a estabilidade, ao longo do tempo, das propriedades ópticas de um determinado tipo de reflector em serviço.2. As autoridades competentes de um país diferente do país cuja autoridade competente concedeu a homologação podem proceder, no seu território, a verificações análogas. Em caso de não conformidade sistemática de um determinado tipo de reflector em serviço, essas autoridades competentes enviarão à autoridade que concedeu a homologação as peças seleccionadas para exame e solicitarão o seu parecer.3. Na ausência de outros elementos de apreciação, a noção de «não conformidade sistemática» de um determinado tipo de reflector em serviço será interpretada em conformidade com o espírito do nº 6.1 do do presente regulamento.(1) Apesar da importância dos ensaios destinados a verificar a estabilidade, ao longo do tempo, das propriedades ópticas dos reflectores, mesmo utilizando técnicas de ponta não se consegue hoje em dia avaliar essa estabilidade através de ensaios laboratoriais de duração limitada.ANEXO 10 Resistência ao calor 1. O reflector é colocado durante 48 horas consecutivas numa atmosfera seca, à temperatura de 65 ±2 °C.2. Depois do ensaio, não deve poder detectar-se visualmente qualquer deformação apreciável ou fissura do reflector, em especial dos elementos ópticos.ANEXO 11 Estabilidade da cor (1) 1. A autoridade que concedeu a homologação tem o direito de verificar em que medida está assegurada a estabilidade da cor de um determinado tipo de reflector em serviço.2. As autoridades competentes de um país diferente do país cuja autoridade competente concedeu a homologação podem proceder, no seu território, a verificações análogas. Em caso de não conformidade sistemática de um determinado tipo de reflector em serviço, essas autoridades competentes enviarão à autoridade que concedeu a homologação as peças seleccionadas para exame e solicitarão o seu parecer.3. Na ausência de outros elementos de apreciação, a noção de «não conformidade sistemática» de um determinado tipo de reflector em serviço será a do nº 6.1 do presente regulamento.(1) Apesar da importância dos ensaios destinados a verificar a estabilidade, ao longo do tempo, da cor dos reflectores, mesmo utilizando técnicas de ponta não se consegue hoje em dia avaliar essa estabilidade através de ensaios laboratoriais de duração limitada.ANEXO 12 >POSIÇÃO NUMA TABELA>ANEXO 13 Resistência aos choques - classe IV A 1. O reflector é montado de maneira idêntica ao modo como é montado no veículo, mas a lente é colocada horizontalmente e dirigida para cima.2. Deixar cair uma vez uma esfera de aço maciço, polida, de 13 mm de diâmetro, verticalmente, sobre a parte central do vidro, de uma altura de 0,76 m. A esfera pode ser orientada mas a sua queda deve ser livre.3. Quando um reflector for ensaiado à temperatura ambiente segundo este método, a lente não deve sofrer fissuras.ANEXO 14 Método de ensaio - classe IV A 1. Para efeitos da homologação, o requerente deve apresentar dez amostras, que serão ensaiadas pela ordem cronológica indicada no Anexo 15.2. Após verificação da conformidade com as especificações dos nºs 6.1 a 6.5 e com as especificações de forma e de dimensões (Anexo 5), as dez amostras são submetidas ao ensaio de resistência ao calor (Anexo 10) e, no mínimo uma hora depois de concluído este ensaio, ao controlo das características colorimétricas (Anexo 6) e do CIL (Anexo 7), para um ângulo de divergência de 20' e um ângulo de iluminação V = H = 0° ou, se necessário, nas posições definidas no Anexo 7. Os dois reflectores aos quais correspondem os valores mínimo e máximo são então submetidos a um ensaio completo, seguindo as indicações dadas no Anexo 7. Estas duas amostras serão conservadas pelos laboratórios para qualquer verificação posterior que possa revelar-se necessária.3. Das oito amostras restantes, são escolhidas quatro ao acaso e repartidas em dois grupos de duas.Primeiro grupoAs duas amostras são submetidas ao ensaio de impermeabilidade (ponto 1 do Anexo 8) e, depois, se este ensaio for satisfatório, aos ensaios de resistência aos combustíveis e aos óleos lubrificantes (pontos 3 e 4 do Anexo 8).Segundo grupoAs duas amostras são submetidas, se necessário, ao ensaio de resistência à corrosão (ponto 2 do Anexo 8) e, depois, ao ensaio de resistência da face posterior dos reflectores à abrasão (ponto 5 do Anexo 8). Estas duas amostras são, em seguida submetidas ao ensaio de resistência ao choque (Anexo 13).4. Após terem sido submetidos aos ensaios enumerados no ponto precedente, os reflectores de cada grupo devem ter:4.1. Uma cor que satisfaça os requisitos do Anexo 6. A verificação é feita por um método qualitativo e, em caso de dúvida, é confirmada por um método quantitativo;4.2. Um CIL que satisfaça os requisitos do Anexo 7. A verificação é feita unicamente para um ângulo de divergência de 20' e um ângulo de iluminação V = H = 0° ou, se necessário, nas posições definidas no Anexo 7.5. As outras quatro amostras poderão ser utilizadas para qualquer outro fim.ANEXO 15 >POSIÇÃO NUMA TABELA>