CELEX: 41997A0115(01)
Language: pt
Date: 1996-11-29 00:00:00
Title: Convenção relativa à adesão da República da Áustria, da República da Finlândia e do Reino da Suécia à Convenção relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, bem como ao protocolo relativo à sua interpretação pelo Tribunal de Justiça, com as adaptações que lhes foram introduzidas pela Convenção relativa à adesão do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, pela Convenção relativa à adesão da República Helénica e pela Convenção relativa à adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa

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41997A0115(01)

Convenção relativa à adesão da República da Áustria, da República da Finlândia e do Reino da Suécia à Convenção relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, bem como ao protocolo relativo à sua interpretação pelo Tribunal de Justiça, com as adaptações que lhes foram introduzidas pela Convenção relativa à adesão do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, pela Convenção relativa à adesão da República Helénica e pela Convenção relativa à adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa  

Jornal Oficial nº C 015 de 15/01/1997 p. 0001 - 0009

CONVENÇÃO relativa à adesão da República da Áustria, da República da  Finlândia e do Reino da Suécia à Convenção relativa à competência judiciária e à execução de  decisões em matéria civil e comercial, bem como ao protocolo relativo à sua interpretação pelo  Tribunal de Justiça, com as adaptações que lhes foram introduzidas pela Convenção relativa à adesão  do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, pela  Convenção relativa à adesão da República Helénica e pela Convenção relativa à adesão do Reino de  Espanha e da República Portuguesa (97/C 15/01) PREÂMBULO AS ALTAS PARTES CONTRATANTES NO TRATADO QUE INSTITUI A COMUNIDADE EUROPEIA, CONSIDERANDO que, ao tornarem-se membros da União Europeia, a República da Áustria, a República da  Finlândia e o Reino da Suécia se comprometeram a aderir à Convenção relativa à competência  judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, e ao protocolo relativo à  interpretação dessa convenção pelo Tribunal de Justiça, com as adaptações que lhes foram  introduzidas pela Convenção relativa à adesão do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da  Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, pela Convenção relativa à adesão da República Helénica e pela  Convenção relativa à adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa, e a encetar, para o  efeito, negociações com os Estados-membros da Comunidade para lhes introduzir as adaptações  necessárias; CONSCIENTES de que, em 16 de Setembro de 1988, os Estados-membros da Comunidade Europeia e os  Estados membros da Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA) celebraram em Lugano a Convenção  relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, que torna  extensivos os princípios da Convenção de Bruxelas aos Estados que vierem a ser partes nessa  convenção, ACORDARAM NAS DISPOSIÇÕES SEGUINTES: TÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º A República da Áustria, a República da Finlândia e o Reino da Suécia aderem à Convenção relativa à  competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, assinada em Bruxelas,  em 27 de Setembro de 1968, a seguir denominada «Convenção de 1968», e ao protocolo relativo à sua  interpretação pelo Tribunal de Justiça, assinado no Luxemburgo, em 3 de Junho de 1971, a seguir  denominado «Protocolo de 1971», tal como resulta de todas as adaptações e alterações que lhes foram  introduzidas: a) Pela convenção, assinada no Luxemburgo em 9 de Outubro de 1978, a seguir denominada «Convenção  de 1978», relativa à adesão do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da Grã-Bretanha e da  Irlanda do Norte à Convenção relativa à competência judiciária e à execução de decisões em matéria  civil e comercial, bem como ao protocolo relativo à sua interpretação pelo Tribunal de Justiça; b) Pela convenção, assinada no Luxemburgo em 25 de Outubro de 1982, a seguir denominada «Convenção  de 1982», relativa à adesão da República Helénica à Convenção relativa à competência judiciária e à  execução de decisões em matéria civil e comercial, bem como ao protocolo relativo à sua  interpretação pelo Tribunal de Justiça, com as adaptações que lhes foram introduzidas pela  Convenção relativa à adesão do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da Grã-Bretanha e da  Irlanda do Norte; c) Pela convenção, assinada em San Sebastian em 26 de Maio de 1989, a seguir denominada «Convenção  de 1989», relativa à adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Convenção relativa à  competência judiciária e à execução de decisões em matéria civil e comercial, bem como ao protocolo  relativo à sua interpretação pelo Tribunal de Justiça, com as adpatações que lhes foram  introduzidas pela Convenção relativa à adesão do Reino da Dinamarca, da Irlanda e do Reino Unido da  Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte e pela Convenção relativa à adesão da República Helénica. TÍTULO II Adaptações da Convenção de 1968 Artigo 2º Ao segundo parágrafo do artigo 3º da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo  4º da Convenção de 1978, pelo artigo 3º da Convenção de 1982 e pelo artigo 3º da Convenção de 1989,  são aditados os seguintes travessões: a) Entre o nono e o décimo travessões: «- na Áustria: o artigo 99º da Lei da Competência Judiciária (Jurisdiktionsnorm),»; b) Entre o décimo e o décimo primeiro travessões: «- na Finlândia: oikeudenkaeymiskaari/raettegaangsbalken, capítulo 10, segundo, terceiro e quarto  períodos do primeiro parágrafo, - na Suécia: capítulo 10, primeira frase do artigo 3º do Código de Processo Judiciário  (raettegaangsbalken),». Artigo 3º Ao nº 1 do artigo 32º da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 16º da  Convenção de 1978, pelo artigo 4º da Convenção de 1982 e pelo artigo 10º da Convenção de 1989, são  aditados os seguintes travessões: a) Entre o décimo e o décimo primeiro travessões: «- na Áustria, no Bezirksgericht», b) Entre o décimo primeiro e o décimo segundo travessões: «- na Finlândia, no kaeraejaeoikeus/tingsraett, - na Suécia, no Svea hovraett,». Artigo 4º 1. Ao nº 1 do artigo 37º da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 17º da  Convenção de 1978, pelo artigo 5º da Convenção de 1982 e pelo artigo 11º da Convenção de 1989, são  aditados os seguintes travessões: a) Entre o décimo e o décimo primeiro travessões: «- na Áustria, perante o Bezirksgericht,»; b) Entre o décimo primeiro e o décimo segundo travessões: «- na Finlândia, perante o hovioikeus/hovraett, - na Suécia, no Svea hovraett,». 2. Ao nº 2 do artigo 37º da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 17º da  Convenção de 1978, pelo artigo 5º da Convenção de 1982 e pelo nº 2 do artigo 11º da Convenção de  1989, são aditados os seguintes travessões: a) Entre o quarto e o quinto travessões: «- na Áustria, em caso de recurso, unicamente recurso de revisão (Revisionrekurs) e, em caso de  oposição, unicamente apelo (Berufung), com a eventual faculdade de revisão,»; b) Entre o quinto e o sexto travessões: «- na Finlândia, apenas de recurso para korkein oikeus/hoegsta domstolen, - na Suécia, apenas de recurso para Hoegsta domstolen,». Artigo 5º Ao nº 1 do artigo 40º da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 19º da  Convenção de 1978, pelo artigo 6º da Convenção de 1982 e pelo artigo 12º da Convenção de 1989, são  aditados os seguintes travessões: a) Entre o décimo e o décimo primeiro travessões: «- na Áustria, perante o Bezirksgericht,», b) Entre o décimo primeiro e o décimo segundo travessões: «- na Finlândia, perante o hovioikeus/hovraetten, - na Suécia, no Svea hovraett,». Artigo 6º Ao artigo 41º da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 20º da Convenção de  1978, pelo artigo 7º da Convenção de 1982 e pelo artigo 13º da Convenção de 1989, são aditados os  seguintes travessões: a) Entre o quarto e o quinto travessões: «- na Áustria, apenas de um Revisionsrekurus,»; b) Entre o quinto e o sexto travessões: «- na Finlândia, apenas de recurso para korkein oikeus/hoegsta domstolen, - na Suécia, apenas de recurso para Hoegsta domstolen,». Artigo 7º Ao artigo 55º da Convenção de 1968, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 24º da Convenção de  1978, pelo artigo 8º da Convenção de 1982, e pelo artigo 18º da Convenção de 1989, são aditados os  seguintes travessões, a inserir nos respectivos lugares da lista de convenções, de acordo com a  ordem cronológica: «- Convenção entre o Reino da Bélgica e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução  recíprocos de decisões judiciais e actos autênticos em matéria de obrigação alimentar, assinada em  Viena em 25 de Outubro de 1957, - Convenção entre a República Federal da Alemanha e a Áustria relativa ao reconhecimento e à  execução recíprocos de decisões e transacções judiciais e actos autênticos em matéria civil e  comercial, assinada em Viena em 6 de Junho de 1959, - Convenção entre o Reino da Bélgica e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos  de decisões judiciais, sentenças arbitrais e actos autênticos em matéria civil e comercial,  assinada em Viena em 16 de Junho de 1959, - Convenção entre o Reino Unido e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de  decisões judiciais em matéria civil e comercial, assinada em Viena em 14 de Julho de 1961,  acompanhada de um protocolo assinado em Londres em 6 de Março de 1970, - Convenção entre o Reino dos Países Baixos e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução  recíprocos de decisões judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Haia  em 6 de Fevereiro de 1963, - Convenção entre a França e a Áustria relativa ao reconhecimento e execução de decisões judiciais  e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Viena em 15 de Julho de 1966, - Convenção entre o Luxemburgo e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução de decisões  judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinado no Luxemburgo em 29 de Julho de  1971, - Convenção entre a Itália e a Áustria relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de  decisões e transacções judiciais e actos autênticos em matéria civil e comercial, assinada em Roma  em 16 de Novembro de 1971, - Convenção entre a Dinamarca, a Finlândia, a Islândia, a Noruega e a Suécia relativa ao  reconhecimento e à execução de sentenças em matéria civil, assinada em Copenhaga em 11 de Outubro  de 1977, - Convenção entre a Áustria e a Suécia relativa ao reconhecimento e execução de sentenças em  matéria civil, assinada em Estocolmo em 16 de Setembro de 1982, - Convenção entre a Áustria e a Espanha relativa ao reconhecimento e à execução recíprocos de  decisões e transacções judiciais e de actos executórios autênticos em matéria civil e comercial,  assinada em Viena em 17 de Fevereiro de 1984 e - Convenção entre a Finlândia e a Áustria relativa ao reconhecimento e execução de sentenças em  matéria civil assinada em Viena em 17 de Novembro de 1986.». TÍTULO III Adaptações do protocolo anexo à Convenção de 1968 Artigo 8º O artigo V do protocolo anexo à Convenção de 1968 passa a ter a seguinte redacção: «Artigo V A competência judiciária prevista no ponto 2 do artigo 6º e no artigo 10º em matéria de chamamento  de um garante à acção ou de qualquer incidente de intervenção de terceiros não pode ser invocada na  República Federal da Alemanha nem na República da Áustria. Qualquer pessoa domiciliada no  território de outro Estado contratante pode ser chamada perante os tribunais da: - República Federal da Alemanha, em aplicação dos artigos 68º, 72º, 73º e 74º do Código de Processo  Civil relativos à litis denuntiatio, - República da Áustria, de acordo com o artigo 21º do Código de Processo Civil (Zivilprozessordnung)  relativo à litis denuntiatio. As decisões proferidas nos outros Estados contratantes por força do ponto 2 do artigo 6º e do  artigo 10º são reconhecidas e executadas na República Federal da Alemanha e na República da  Áustria, nos termos do título III. Os efeitos produzidos em relação a terceiros, nos termos do  parágrafo anterior, por decisões proferidas nestes Estados são igualmente reconhecidos nos outros  Estados contratantes.». Artigo 9º Ao artigo V-A do protocolo anexo à Convenção de 1968 é aditado o seguinte texto: «Na Suécia, nos processos simplificados de "injunção de pagar" (betalningsfoerelaeggande) e nos  "pedidos de assistência" (handraeckning), os termos "juiz", "tribunal" e "órgão jurisdicional"  abrangem igualmente o serviço público sueco de cobrança forçada (Kronofogdemyndighet)». Artigo 10º Ao protocolo anexo à Convenção de 1968 é aditado o seguinte artigo: «Artigo V-E: São igualmente considerados actos autênticos, na acepção do primeiro parágrafo do artigo 50º da  Convenção, os acordos em matéria de obrigações alimentares celebradas perante autoridades  administrativas ou por elas autenticadas.». TÍTULO IV Adaptações do Protocolo de 1971 Artigo 11º Ao artigo 1º do Protocolo de 1971, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 30º da Convenção de  1978, pelo artigo 10º da Convenção de 1982 e pelo artigo 24º da Convenção de 1989, é aditado o  seguinte parágrafo: «O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias é igualmente competente para decidir sobre a  interpretação da Convenção relativa à Adesão da República da Áustria, da República da Finlândia e  do Reino da Suécia à Convenção de 27 de Setembro de 1968 e ao presente protocolo, tal como  adaptados pelas convenções de 1978, 1982 e 1989.». Artigo 12º Ao ponto 1 do artigo 2º do Protocolo de 1971, com a redacção que lhe foi dada pelo artigo 31º da  Convenção de 1978, pelo artigo 11º da Convenção de 1982 e pelo artigo 25º da Convenção de 1989, são  aditados os seguintes travessões: a) Entre o nono e o décimo travessões: «- na Áustria: o Oberster Gerichtshof, o Verwaltungsgerichtshof e o Verfassungsgerichtshof,»; b) Entre o décimo e o décimo primeiro travessões: «- na Finlândia: Korkein oikeus/hoegsta domstolen e korkein hallintooikeus/hoegsta  foervaltningsdomstolen, - na Suécia: Hoegsta domstolen, Regeringsraetten, Arbetsdomstolen e Marknadsdomstolen,». TÍTULO V Disposições transitórias Artigo 13º 1. A Convenção de 1968 e o Protocolo de 1971, com a redacção que lhes foi dada pela Convenção de  1978, pela Convenção de 1982, pela Convenção de 1989 e que lhes é dada pela presente convenção,  apenas são aplicáveis às acções judiciais intentadas e aos actos autênticos introduzidos  posteriormente à entrada em vigor da presente convenção no Estado de origem e aos pedidos de  reconhecimento ou de execução de uma decisão ou de acto autêntico apresentados após a entrada em  vigor da presente convenção no Estado demandado. 2. Todavia, nas relações entre o Estado de origem e o Estado demandado, as decisões proferidas após  a data de entrada em vigor da presente convenção, na sequência de acções intentadas antes dessa  data, serão reconhecidas e executadas nos termos do disposto no título III da Convenção de 1968,  com a redacção que lhe foi dada pela Convenção de 1978, pela Convenção de 1982, pela Convenção de  1989 e que lhe é dada pela presente convenção, se a competência se baseava em normas conformes às  disposições do título II, com a redacção que lhe foi dada pela Convenção de 1968, ou às disposições  constantes da convenção em vigor entre o Estado de origem e o Estado demandado, quando a acção foi  instaurada. TÍTULO VI Disposições finais Artigo 14º 1. O Secretário-Geral do Conselho da União Europeia remeterá aos governos da República da Áustria,  da República da Finlândia e do Reino da Suécia uma cópia autenticada da Convenção de 1968, do  Protocolo de 1971, da Convenção de 1978, da Convenção de 1982 e da Convenção de 1989, nas línguas  alemã, dinamarquesa, espanhola, francesa, grega, inglesa, irlandesa, italiana, neerlandesa e  portuguesa. 2. Os textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978, da Convenção de 1982  e da Convenção de 1989, redigidos nas línguas finlandesa e sueca fazem fé nas mesmas condições que  os outros textos da Convenção de 1968, do Protocolo de 1971, da Convenção de 1978, da Convenção de  1982 e da Convenção de 1989. Artigo 15º A presente convenção será ratificada pelos Estados signatários. Os instrumentos de ratificação  serão depositados junto do Secretário-Geral do Conselho da União Europeia. Artigo 16º 1. A presente convenção entrará em vigor, no primeiro dia do terceiro mês seguinte à data em que  dois Estados signatários, dos quais um deverá ser a República da Áustria, a República da Finlândia  ou o Reino da Suécia, tiverem depositado os respectivos instrumentos de ratificação. 2. Em relação a qualquer outro Estado signatário, a presente convenção produzirá efeitos a contar  do primeiro dia do terceiro mês seguinte à data do depósito do respectivo instrumento de  ratificação. Artigo 17º O Secretário-Geral do Conselho da União Europeia notificará os Estados signatários: a) Do depósito dos instrumentos de ratificação; b) Das datas de entrada em vigor da presente convenção nos Estados contratantes. Artigo 18º A presente convenção, redigida num único exemplar, nas línguas alemã, dinamarquesa, espanhola,  finlandesa, francesa, grega, inglesa, irlandesa, italiana, neerlandesa, portuguesa e sueca, fazendo  fé qualquer dos doze textos, será depositada nos arquivos do Secretariado-Geral do Conselho da  União Europeia. O Secretário-Geral remeterá uma cópia autenticada ao governos de cada um dos  Estados signatários. Hecho en Bruselas, el veintinueve de noviembre de mil novecientos noventa y  seis. Udfaerdiget i Bruxelles, den niogtyvende november nitten hundrede og seksoghalvfems. Geschehen zu Bruessel am neunundzwanzigsten November neunzehnhundertsechsundneunzig. ¸ãéíaa óôéò ÂñõîÝëëaaò, óôéò aassêïóé aaííÝá Íïaaìâñssïõ ÷ssëéá aaííéáêueóéá aaíaaíÞíôá Ýîé. Done at Brussels on the twenty-ninth day of November in the year one thousand nine hundred and  ninety-six. Fait à Bruxelles, le vingt-neuf novembre mil neuf cent quatre-vingt-seize. Arna dhéanamh sa Bhruiséil, an naoú lá is fiche de Shamhain, míle naoi gcéad nócha a sé. Fatto a Bruxelles, addì ventinove novembre millenovecentonovantasei. Gedaan te Brussel, de negenentwintigste november negentienhonderd zesennegentig. Feito em Bruxelas, em vinte e nove de Novembro de mil novecentos e noventa e seis. Tehty Brysselissae kahdentenakymmenentenaeyhdeksaentenae paeivaenae marraskuuta vuonna  tuhatyhdeksaensataayhdeksaenkymmentaekuusi. Som skedde i Bryssel den tjugonionde november nittonhundranittiosex. Pour le gouvernement du royaume de Belgique Voor de Regering van het Koninkrijk België Fuer die Regierung des Koenigreichs Belgien >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> For regeringen for Kongeriget Danmark >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Fuer die Regierung der Bundesrepublik Deutschland >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Ãéá ôçí êõâÝñíçóç ôçò AAëëçíéêÞò AEçìïêñáôssáò >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Por el Gobierno del Reino de España >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Pour le gouvernement de la République française >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Thar ceann Rialtas na hÉireann For the Government of Ireland >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Per il governo della Repubblica italiana >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Pour le gouvernement du Grand-Duché de Luxembourg >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Voor de Regering van het Koninkrijk der Nederlanden >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Fuer die Regierung der Republik OEsterreich >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Pelo Governo da República Portuguesa >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Suomen hallituksen puolesta Paa finska regeringens vaegnar >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> Paa svenska regeringens vaegnar >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO> For the Government of the United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>