CELEX: 31979L0138
Language: pt
Date: 1978-12-14 00:00:00
Title: Directiva 79/138/CEE da Comissão, de 14 de Dezembro de 1978, que altera a Directiva 77/535/CEE relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes aos métodos de amostragem e análise dos adubos

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Directiva 79/138/CEE da Comissão, de 14 de Dezembro de 1978, que altera a Directiva 77/535/CEE relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes aos métodos de amostragem e análise dos adubos  

Jornal Oficial nº L 039 de 14/02/1979 p. 0003 - 0010 Edição especial finlandesa: Capítulo 13 Fascículo 9 p. 0150  Edição especial grega: Capítulo 03 Fascículo 24 p. 0066  Edição especial sueca: Capítulo 13 Fascículo 9 p. 0150  Edição especial espanhola: Capítulo 13 Fascículo 9 p. 0194  Edição especial portuguesa: Capítulo 13 Fascículo 9 p. 0194 

 DIRECTIVA DA COMISSÃO    de 14 de Dezembro de 1978    que altera a Directiva 77/535/CEE relativa à   aproximação das legislações dos   Estados-membros respeitantes aos métodos   de amostragem e análise dos adubos     ( 79/138/CEE )    A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS ,    Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade   Económica Europeia .    Tendo em conta a Directiva 76/116/CEE do Conselho ,   de 18 de Dezembro de 1975 , relativa à aproximação   das legislações dos Estados-membros respeitantes   aos adubos (1) e , nomeadamente , o n º 2 do   seu artigo 9 º ,    Considerando que a Directiva 77/535/CEE da Comissão   (2) prevê controlos oficiais dos adubos , com   vista a verificar se são respeitadas as condições   impostas pelas disposições comunitárias   relativas à qualidade e composição dos adubos ;   que é conveniente alterar esta directiva acrescentando-lhe   três novos métodos de análise ;    Considerando que as medidas previstas na presente directiva   estão conformes ao parecer do comité para   adaptação ao progresso técnico das directivas   que visam a eliminação dos entraves técnicos   ao comércio no sector dos adubos ,    ADOPTOU A PRESENTE DIRECTIVA :    Artigo 1 º    Os métodos 5.2 , 5.3 e 5.4 constantes do anexo da   presente directiva devem ser aditadas ao método 5.1   no anexo II da Directiva 77/535/CEE .    Artigo 2 º    1 . Os Estados-membros porão em vigor as   disposições legislativas , regulamentares e   administrativas necessárias para darem cumprimento   às disposições da presente directiva o   mais tardar até 1 de Abril de 1979 , e desse facto   informarão imediatamente a Comissão .    2 . A partir da notificação da presente directiva ,   os Estados-membros devem assegurar que a Comissão   seja informada , em tempo útil que lhe permita   apresentar as suas observações , de qualquar   projecto de disposições legislativas ,   regulamentares ou administrativas que tenham a   intenção de adoptar no domínio regulado pela   presente directiva .    Artigo 3 º    Os Estados-membros são destinatários da presente   directiva .    Feito em Bruxelas em 14 de Dezembro de 1978 .    Pela Comissão    Étienne DAVIGNON    Membro da Comissão    (1) JO N º L 24 de 30 . 1 . 1976 , p. 21 .    (2) JO N º L 213 de 22 . 8 . 1977 , p. 1 .    ANEXO    Método 5.2    DETERMINAÇÃO DO MAGNÉSIO TOTAL    1 . OBJECTIVO    O presente documento tem por objectivo fixar   um método de determinação do magnésio total .    2 . ÂMBITO DE APLICAÇÃO    O presente método aplica-se exclusivamente ao   adubo denominado nitrato de amónio com   magnésio em relação ao qual o Anexo IA da   Directiva 76/116/CEE do Conselho prevê a indicação   do magnésio total .    3 . FUNDAMENTO    Solubilização por ebulição num ácido   diluído do magnésio contido numa toma para   ensaio da amostra .    Primeira titulação com EDTA do Ca + Mg na   presença do negro de eriocromo T . Segunda titulação   com EDTA do Ca em presença de calceína ou de   ácido calconcarbónico . Determinação do   magnésio por diferença .    4 . REAGENTES    Água destilada ou desmineralizada .    4.1 . Solução padrão de magnésio 0,05 molar    Pesar 2,016 g de óxido de magnésio pro-análise   calcinado previamente a 600 ° C durante 2 h .   Colocá-lo num copo com 100 ml de água . Adicionar ,   agitando , 120 ml de ácido clorídrico aproximadamente   1N . Após dissolução , transferir quantitativamente   para um balão graduado de 1 litro , perfazer   o volume e homogeneizar .    Controlar com precisão , por gravimetria com   o fosfato de magnésio e amónio , o título   da solução .    1 ml desta solução deveria conter 1,216 mg   de Mg ( = 2,016 mg de MgO ) .    4.2 . Solução 0,05 molar de EDTA    Pesar 18,61 g do sal dissódico dihidratado do   ácido etilenodiaminotetraacético   ( C10H14N2Na2O8.2H2O ) que se coloca num balão   de 1 000 ml e se dissolve em 600 a 800 ml de   água . Perfazer o volume e homogeneizar . Aferir   esta solução pela solução ( 4.1 ) , tomando   20 ml desta última e titulando pela técnica   analítica ( 7.4.1 ) .    1 ml da solução da EDTA deveria corresponder a   1,215 mg de Mg ou 2,016 mg de MgO e a 2,004 mg   de Ca ou 2,804 mg de CaO ( ver as observações   1 e 6 , no ponto 9 ) .    4.3 . Solução padrão de cálcio 0,005 molar    Pesar 5,004 g de carbonato de cálcio pro-análise   seco . Colocálo num copo com 100 ml de água .   Adicionar progressivamente , agitando , 120 ml   de ácido clorídrico aproximadamente 1N .    Levar à ebulição para expulsar o anidrido   carbónico , arrefecer , transferir quantitivamente para   um balão graduado de um litro , perfazer o   volume com água e homogeneizar . Aferir esta solução   com a solução ( 4.2 ) , seguindo a técnica   analítica ( 7.4.2 . ) , 1 ml desta solução   deveria conter 2,004 de Ca ( = 2,804 mg de CaO )   e corresponder a 1 ml da solução 0,05 molar   de EDTA ( 4.2 . ) .    4.4 . Indicador calceína    Misturar cuidadosamente num almofariz 1 g de calceína   com 100 g de cloreto de sódio . Utilizar   0,010 g desta mistura . O indicador vira de   verde a laranja . Deve titular-se até obter   um laranja sem reflexos verdes .    4.5 . Indicador ácido calconcarbónico    Dissolver 0,40 g de ácido calconcarbónico en   100 ml de metanol . Utilizar 3 gotas desta solução .   O indicador vira de vermelho a azul . Deve titular-se   até à obtenção de um azul sem reflexos   vermelhos .    4.6 . Indicador negro de eriocromo T    Dissolver 0,30 g de negro de eriocromo T numa mistura   de 25 ml de álcool propílico e de 15 ml   de trietanolamina . Utilizar 3 gotas desta solução .   Este indicador vira de vermelho a azul e deve de magnesio .   Se necessário adicionar 0,1 ml da solução   titular-se até à obtenção de um azul sem   reflexos vermelhos . A viragem só se dá na   presença padrão ( 4.1 ) .    Na presença simultânea de cálcio e de   magnésio , o cálcio é primeiro complexado   pelo EDTA e em seguida o magnésio . Neste caso ,   estes dois elementos são titulados globalmente .    4.7 . Cianeto de potássio pro-análise    Solução aquosa de KCN a 2 % .    4.8 . Solução de hidróxido de potássio   e de cianeto de potássio .    Dissolver 280 g de KOH e 66 g de KCN em água ,   perfazer o volume de 1 litro e homogeneizar .    4.9 . Solução tampão pH 10,5    Dissolver 33 g de cloreto de amónio em 200 ml   de água , juntar 250 ml de solução aquosa de   amoníaco d = 0,91 , levar ao volume de 500 ml   com água e homogeneizar . Controlar regularmente   o pH desta solução .    4.10 . Ácido clorídrico diluído 1 : 1    1 volume de ácido clorídrico ( densidade 1,18 )   e 1 volume de água .    4.11 . Solução de hidróxido de sódio 5N    5 . APARELHOS E UTENSÍLIOS    5.1 . Agitador magnético ou mecânico .    5.2 . Medidor de pH .    5.3 . Balões graduados de 500 e de 1 000 ml.    5.4 . Copos de 300 ml.    6 . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA    Ver método n º 1 .    7 . TÉCNICA    7.1 . Toma para ensaio    Introduzir 5 g da amostra preparada , pesada com   a aproximação de 0,001 g , num balão graduado   de 500 ml .    7.2 . Solubilização    Adicionar 200 ml de água e 20 ml de ácido   clorídrico ( 4.10 ) .    Ferver durante meia hora . Arrefecer , perfazer   o volume com água , homogeneizar e filtrar .    7.3 . Ensaio de controlo    Efectuar uma determinação sobre alíquotas   das soluções ( 4.1 . ) e ( 4.3 . ) de forma   a ter uma relação Ca/Mg aproximadamente igual   à da amostra .    Para este efeito tomar ( a ) ml da solução   padrão ( 4.3 ) e ( b-a ) ml da solução   padrão ( 4.1 ) .     ( a ) e ( b ) são os números de ml da solução   da EDTA utilizados nas duas titulaçães efectuadas   na análise da amostra . Esta maneira de proceder   só é correcta se as soluções de EDTA ,   de cálcio e magnésio forem exactamente equivalentes .   No caso contrário , é necessário introduzir   as correcções eventuais .    7.4 . Determinação    7.4.1 . Titulação em presença de negro   de eriocromo T    Tomar com uma pipeta 50 ml da solução a analisar (1)   e introduzi-la num copo de 300 ml . Neutralizar   no medidor de pH o ácido em excesso com a   solução de hidróxido de sódio 5N   ( 4.11 ) . Diluir com água até cerca de   100 ml . Adicionar 5 ml da solução tampão   ( 4.9 ) . O pH no medidor de pH deve ser   10,5 ± 0,1 . Adicionar 2 ml da solução   de cianeto de potássio ( 4.7 ) e 3 gotas de indicador   negro de eriocromo ( 4.6 ) . Titular com uma   solução de EDTA ( 4.2 ) sob agitação   moderada pelo agitador ( 5.1 ) ( ver as   observações 2 , 3 et 4 no ponto 9 ) . Seja « b »   o número de ml da solução de EDTA 0,05 molar .    7.4.2 . Titulação na presença de calceína   ou de ácido calconcarbónico .    Tomar com uma pipeta uma alíquota da solução   a analisar igual à empregada para a titulação   anterior e introduzi-la num copo de 300 ml .   Neutralizar no medidor de pH o ácido em excesso   com a solução de hidróxido de sódio 5LN   ( 4.11 ) . Diluir com água a cerca de 100 ml .   Adicionar 10 ml de solução de KOH , KCN ( 4.2 ) ,   com agitação moderada por meio do agitador ( 5.1 ) .   ( Ver as observações 2 , 3 e 4 , no ponto 9 ) .    8 . EXPRESSÃO DOS RESULTADOS    8.1 . O resultado é expresso em percentagem   de MgO ou Mg    MgO % no adubo = ( ( b - a ) × T ) /M    Mg % no adubo = ( ( b - a ) × T' ) /M    Se o título da solução de EDTA for   exactamente 0,05 M , T = 0,2016 e T' = 0,1216 ,   sendo M a massa da amostra expressa em gramas   na alíquota tomada .    9 . OBSERVAÇÕES    Ver método 5.1 .    (1) Na titulação não se devem ultrapassar   demasiado so 25 ml de EDTA . Caso contrário ,   é necessário reduzir o volume da alíquota .   Por outro lado pode-se , eventualmente , aumentá-lo .    Método 5.3    DETERMINAÇÃO DO MAGNÉSIO SOLÚVEL EM ÁGUA    1 . OBJECTIVO    O presente documento tem por objectivo estabelecer   um método de determinação do magnésio   solúvel em água .    2 . ÁMBITO DE APLICAÇÃO    O presente método aplica-se exclusivamente aos   adubos elementares em relação aos quais o   Anexo I A da Directiva 76/116/CEE do Conselho prevê   a indicação do magnésio solúvel em água .    3 . FUNDAMENTO    Dissolução por ebulição em água do magnésio   contido na toma de ensaio da amostra . O magnésio é   determinado por espectrofotometria de absorção   atómica .    4 . REAGENTES    água destilada ou desmineralizada de qualidade   equivalente .    4.1 . Solução de ácido clorídrico 1 N   ( aproximadamente ) .    4.2 . Solução de ácido clorídrico 0,5 N .    4.3 . Solução padrão de magnésio :    Pesar 1,013 de sulfato de magnésio heptaidratado   ( MgSO4.7H2O e introduzi-los num balão graduado   de 100 ml . Dissolver na solução de ácido   clorídrico 0,5 N ( 4.2 ) , perfazer o volume com a   mesma solução de ácido . 1 ml desta solução   contêm 1 mg de magnésio ( Mg ) .    Ou :    Pesar 1,658 g de óxido de magnésio previamente   calcinado a 600 ° C durante 2 h e introduzi-los   num copo contendo 100 ml de água e 120 ml da solução   de ácido clorídrico 1 N ( 4.1 ) . Após   dissolução , transferir quantitivamente para um   balão graduado de 1 000 ml , perfazer o volume   com água e homogeneizar , 1 ml desta solução   contém 1 mg de magnésio ( Mg ) .    4.4 . Solução de cloreto de estrônio :    Dissolver 75 g de cloreto de estrôncio ( SrC12.6H2O )   numa solução de ácido clorídrico 0.5 N ( 4.2 )   e completar a 500 ml com a mesma solução .    5 . APARELHOS E UTENSÍLIOS    5.1 . Espectrofotómetro de absorção atómica   provido de uma lâmpada de magnésio regulada para   285,2 nm .    5.2 . Pipetas de precisão de 5 , 10 , 20 ,   25 e 30 ml .    5.3 . Balões graduados de 100 , 200 , 1 000 ml .    6 . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA    Ver método 1 .    7 . TÉCNICA    7.1 . Toma para ensaio    Introduzir 5 g da amostra preparada , pesada com   a aproximação de 0,001 g , num balão graduado   de 500 ml .    7.2 . Dissolução    Adicionar cerca de 300 ml de água . Ferver durante   meia hora . Deixar arrefecer , perfazer o volume   com água , homogeneizar e filtrar .    7.3 . Preparação da solução do ensaio    7.3.1 . Se o adubo tiver um teor declarado de   magnésio ( MgO ) superior a 10 % , tomar com   a pipeta ( 5.2 ) 25 ml do filtrado ( 7.2 ) , colocá-los   num balão graduado de 100 ml , perfazer o volume com   água destilada e homogeneizar .    7.3.2 . Por meio de uma pipeta ( 5.2 ) tomar 10 ml do   filtrado ( 7.2 ) ou da solução do filtrado diluída   ( 7.3.1 ) , colocá-los num balão graduado de   200 ml e perfazer o volume com a solução de ácido   clorídrico 0,5 N ( 4.2 ) .    7.3.3 . Diluir a solução anterior ( 7.3.2 ) com   a solução de ácido clorídrico 0,5 N ( 4.2 )   de forma a obter uma concentração que se situe   no intervalo de medição do espectrofotómetro . A   solução final deve conter 10 % V/V da solução   de cloreto de estrôncio ( 4.4 ) .    7.4 . Preparação do ensaio em branco    Preparar uma solução na qual falte apenas a amostra .    7.5 . Intervalo de calibração    A partir da solução padrão 4.3 , preparar   uma série de pelo menos 5 soluções de   calibração de concentrações crescentes   na solução de ácido clorídrico 0,5 N   ( 4.2 ) de maneira a que se situem no intervalo   de medição óptimo do espectrofotómetro . As   soluções finais devem conter 10 % ( V/V ) da   solução de cloreto de estrôncio ( 4.4 ) .    7.6 . Medições espectrofotométricas    Verificar a regulação do comprimento de onda   ( 285,2 nm ) do espectrofotómetro ( 5.1 ) . Introduzir   sucessivamente as soluções de calibração   ( 7.5 ) , a solução do ensaio ( 7.3 ) , a solução   do ensaio em branco ( 7.4 ) . Repetir três vezes   esta operação . Lavar o aparelho com água   destilada entre a introdução de cada solução .    Traçar a curva de calibração colocando em   ordenadas as médias das absorvências para cada uma   das soluções de calibração e em abcissas as   concentrações correspondentes de magnésio   expressas em µg por ml . A partir desta determinar   as concentrações de magnésio na solução   do ensaio e na solução do ensaio em branco .    8 . EXPRESSÃO DOS RESULTADOS    Calcular a quantidade de magnésio ( Mg ) ou   do óxido de magnésio ( MgO ) da amostra ( factor de   conversão = 1,66 ) a partir das soluções de   referência , tendo em atenção o ensaio em branco .   Exprimir os resultados em percentagem da amostra .    Método 5.4    DETERMINAÇÃO DO MAGNÉSIO TOTAL    1 . OBJECTIVO    O presente documento tem por objectivo estabelecer   um método de determinação do magnésio   total .    2 . ÃMBITO DE APLICAÇÃO    O presente método aplica-se exclusivamente ao   adubo denominado « nitrato de amónio com magnésio »   em relação ao qual o Anexo I A da Directiva   76/116/CEE prevê a indicação do magnésio total .    3 . FUNDAMENTO    Solubilização por ebulição num ácido   diluído do magnésio contido numa toma de ensaio da   amostra . O magnésio é determinado por   espectrofotometria de absorção atómica .    4 . REAGENTES    Água destilada ou desmineralizada de qualidade   equivalente .    4.1 . Solução de ácido clorídrico   ( 1 + 1 ) : 1 volume de ácido clorídrico   ( d = 1,18 ) e um volume de água .    4.2 . Solução de ácido clorídrico 1 N   ( aproximadamente ) .    4.3 . Solução de ácido clorídrico 0,5 N .    4.4 . Solução padrão de magnésio :    Dissolver 1.013 g de sulfato de magnésio   ( MgSO4.7H2O ) numa solução de ácido clorídrico   0,5 N ( 4.3 ) e completar a 100 ml com o mesmo ácido .   1 ml desta solução contém 1 mg de magnésio   ( Mg ) .    Ou :    Pesar 1,628 g de óxido de magnésio previamente   calcinado a 600 ° C durante duas horas e introduzi-lo   num copo com 100 ml de água e 120 ml da solução   de ácido clorídrico 1 N ( 4.2 ) . Após   dissolução , transferir quantitivamente para um   balão graduado de 1 000 ml , perfazer o volume e   homogeneizar , 1 ml desta solução contem 1 mg   de magnésio ( Mg ) .    4.5 . Solução de cloreto de estrôncio :    Dissolver 75 g de cloreto de estrôncio   ( SrC12.6H2O ) numa solução de ácido   clorídrico 0,5 N ( 4.3 ) e competar a 500 ml com a   mesma solução .    5 . APARELHOS E UTENSÍLIOS    5.1 . Espectrofotómetro de absorção atómica provido   de uma lâmpada de magnésio , regulada para   285,2 nm .    5.2 . Pipetas de precisão de 5 , 10 , 20 , 25   e 30 ml .    5.3 . Balões graduados de 100 , 200 , 500 e 1 000 ml .    6 . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA    Ver método 1 .    7 . TÉCNICA    7.1 . Toma de ensaio    Introduzir 5 g da amostra preparada , pesada com   a aproximação de 0,001 g num balão graduado de   500 ml .    7.2 . Solubilização    Adicionar 200 ml de água e 20 ml de solução de   ácido clorídrico ( 4.1 ) . Levar à ebulição   e mantê-la durante meia hora . Após arrefecimento   perfazer o volume com água . Homogeneizar e filtrar .    7.3 . Preparação da solução de ensaio    7.3.1 . Se o adubo apresentar um teor declarado de   magnésio ( MgO ) superior a 10 % , tomar com uma   pipeta ( 5.2 ) 25 ml do filtrado ( 7.2 ) , colocá-los   num balão graduado de 100 ml , perfazer o volume   com água destilada e homogeneizar .    7.3.2 . Por meio de uma pipeta ( 5.2 ) , tomar 10 ml   do filtrado ( 7.2 ) ou da solução diluída do   filtrado ( 7.3.1 ) , colocá-los num balão graduado   de 200 ml e perfazer o volume com a solução de ácido   clorídrico 0,5 N ( 4.3 ) .    7.3.3 . Diluir a solução anterior ( 7.3.2 ) com   a solução de ácido clorídrico 0,5 N ( 4.3 )   por forma a obter uma concentração situada no   intervalo de medição do espectrofotómetro .   A solução final deve conter 10 % V/V de cloreto   de estrôncio ( 4.5 ) .    7.4 . Preparação do ensaio em branco    Preparar uma solução na qual falte apenas a amostra .    7.5 . Intervalo de calibração    A partir da solução padrão ( 4.4 ) preparar   uma série de pelo menos 5 soluções de calibração   de concentrações crescentes na solução de   ácido clorídrico 0,5 N ( 4.3 ) de maneira a que   se situem no intervalo de medição óptimo   do espectrofotómetro . As soluções finais   devem conter 10 % ( V/V ) da solução de cloreto   de estrôncio 4.5 ) .    7.6 . Medições espectrofotométricas    Verificar a regulação do comprimento de onda   ( 285,2 nm ) do espectrofotómetro ( 5.1 ) . Introduzir   sucessivamente as soluções de calibração   ( 7.5 ) , a solução do ensaio ( 7.3 ) e a   solução do ensaio em branco ( 7.4 ) . Repetir   três vezes estra operação . Lavar o aparelho   com água destilada entre a introdução de cada   solução .    Traçar a curva calibração colocando em   ordenadas as médias das absorvências para cada uma   das soluções de calibração e em abcissas   as concentrações correspondentes de magnésio   expressas em µg por ml . A partir desta curva   determinar a concentração de magnésio na   solução de ensaio e na solução do ensaio em branco .    8 . EXPRESSÃO DOS RESULTADOS    Calcular a quantidade de magnésio ( Mg ) ou   de óxido de magnésio ( MgO ) da amostra ( factor   de conversão = 1,66 ) a partir das soluções   de referência , tendo em atenção o ensaio em   branco . Exprimir os resultados em percentagem da amostra .