CELEX: 51983PC0646
Language: it
Date: 1983-11-03
Title: Proposta di REGOLAMENTO (CEE) DEL CONSIGLIO relativo all'apertura, alla ripartizione ed alle modalità di gestione del contingente tariffario comunitario di carta da giornale della sottovoce 48.01 A della tariffa doganale comune (1984) e relativo all'estensione del beneficio dello stesso contingente a talune altre carte (presentata dalla Commissione al Consiglio)

ARCHIVES HISTORIQUES
DE LA COMMISSION
COLLECTION RELIEE DES
DOCUMENTS "COM"
COM (83) 646
Vol. 1983/0237
 ---pagebreak--- Disclaimer
Conformément au règlement (CEE, Euratom) n° 354/83 du Conseil du 1er février 1983
concernant l'ouverture au public des archives historiques de la Communauté économique
européenne et de la Communauté européenne de l'énergie atomique (JO L 43 du 15.2.1983,
p. 1), tel que modifié par le règlement (CE, Euratom) n° 1700/2003 du 22 septembre 2003
(JO L 243 du 27.9.2003, p. 1), ce dossier est ouvert au public. Le cas échéant, les documents
classifiés présents dans ce dossier ont été déclassifiés conformément à l'article 5 dudit
règlement.
In accordance with Council Regulation (EEC, Euratom) No 354/83 of 1 February 1983
concerning the opening to the public of the historical archives of the European Economic
Community and the European Atomic Energy Community (OJ L 43, 15.2.1983, p. 1), as
amended by Regulation (EC, Euratom) No 1700/2003 of 22 September 2003 (OJ L 243,
27.9.2003, p. 1), this file is open to the public. Where necessary, classified documents in this
file have been declassified in conformity with Article 5 of the aforementioned regulation.
In Übereinstimmung mit der Verordnung (EWG, Euratom) Nr. 354/83 des Rates vom 1.
Februar 1983 über die Freigabe der historischen Archive der Europäischen
Wirtschaftsgemeinschaft und der Europäischen Atomgemeinschaft (ABI. L 43 vom 15.2.1983,
S. 1), geändert durch die Verordnung (EG, Euratom) Nr. 1700/2003 vom 22. September 2003
(ABI. L 243 vom 27.9.2003, S. 1), ist diese Datei der Öffentlichkeit zugänglich. Soweit
erforderlich, wurden die Verschlusssachen in dieser Datei in Übereinstimmung mit Artikel 5
der genannten Verordnung freigegeben.
 ---pagebreak---     COMMISSIONE DELLE COMUNITÀ EUROPEE
                                                                      COM( 83) 646 d e f .
                                                                      B r u x e l l e s , i l 3 novembre 1983
                                                      Proposta di
                                     REGOLAMENTO (CEE) DEL CONSIGLIO
 r e l a t i v o a l l ' apert ura, a l l a r i p a r t i z i o n e ed a l l e modal i t à di g e s t i o n e
          del cont i ngent e t a r i f f a r i o comunitario di carta da g i o r n a l e
          d e l l a s o t t o v o c e 48.01 A d e l l a t a r i f f a doganale comune (1984)
                             e r e l a t i v o a l l ' e s t e n s i o n e del b e n e f i c i o
                       d e l l o s t e s s o cont i ngent e a t al une a l t r e carte
                          ( p r e s e nt at a d a l l a Commissione al Cons i gl i o)
COM(83) 646 d e f .
 ---pagebreak---                                                RELAZI ONE
1. Nel quadro dei n e g o z i a t i m u l t i l a t e r a l i del GATT, la Comunità s i è as s un­
   t a l'impegno di apri r e annualmente un c ont i nge nt e t a r i f f a r i o comuni t ari o,
   a dazio n u l l o , del volume di 1 . 5 0 0 . 0 0 0 t o n n e l l a t e , per la carta da g i o r ­
   nal e d e l l a s o t t o v o c e 48.01 A d e l l a t a r i f f a doganale comune.
   Tut t avi a, a decorrere dal 1° gennaio 1984, l e importazioni del prodot t o
   summenzionato o r i g i n a r i e dei paes i dell'EFTA potranno e s s e r e e f f e t t u a t e
   in es enzi one dai d a z i ,             in f orza d e g l i accordi conc l us i con d e t t i p a e s i .
   Il contingente in questione deve pertanto essere ridotto a un livello
   che è opportuno determinare.
   Anche i l p r o t o c o l l o n. 13 d e l l ' A t t o di ades i one,              i n o l t r e , prevede per
   questo prodot t o l ' a p e r t u r a di un co n t i n g e n t e t a r i f f a r i o autonomo a l l o r ­
   ché s i c o n s t a t i che t u t t e l e p o s s i b i l i t à di approvvigionamento sul mer­
   cato i nterno d e l l a Comunità saranno e s a u r i t e nel                        periodo per i l quale
   è aperto i l c o n t i n g e n t e .
2. In a t t e s a di poter v a l u t a r e , s u l l a base d e l l e corr ent i di scambi o per
    via di n e g o z i a t i ,    i volumi del fabbi sogno da copri re con i l co n t i n g e n t e
   t a r i f f a r i o in q u e s t i o n e , è opportuno f i s s a r e t a l e volume a un l i v e l l o
   p r o v v i s o r i o , comprendente una parte c o n t r a t t u a l e e una parte autonoma
    che, t enut o conto d e l l e a n t e r i o r i t à di i mport azi oni , potrebbe ammontare
    complessivamente a 500 000 t o n n e l l a t e .
    Questo volume, risultante da stime precedenti, potrebbe essere rivisto
    in corso di esercizio, in funzione delle necessità.
    Questa prudenza s i g i u s t i f i c a s o p r a t t u t t o nel caso presente in quanto
    è opportuno t e ne r e conto d e l l e i n c e r t e z z e r e l a t i v e al l i v e l l o dei consu­
    mi, d e l l a produzione e d e l l e i mportazi oni in provenienza dai paesi d e l l '
    EFTA e dai t e r z i , come pure d e l l a n e c e s s i t à di garant i r e un' evol uz i one
    p a r a l l e l a d e l l o sbocco d e l l a produzione comunitaria e d e l l ' a p p r o v v i g i o n a ­
    mento a condi zi oni f a v o r e v o l i d e l l e i n d u s t r i e u t i l i z z a t r i c i .
3. La r i p a r t i z i o n e di t a l e c o n t i n g e n t e t a r i f f a r i o rimane conforme a q u e l l a
    abitual mente s e g u i t a in mat eri a, nel senso che si basa s u l l e p rece de nt i
    importazi oni e s u l l e p r o s p e t t i v e per l' anno c o n t i n g e n t a l e in q u e s t i o n e .
 ---pagebreak---                                                                  - 2-
   Inoltre,            in c o n s i d e r a z i o n e d e l l ' a m p i e z z a del volume c o n t i n g e n t a l e i n i ­
   zi al ment e propos t o,               la Commissione r i t i e n e che una r i p a r t i z i o n e del
   cont i ngent e t a r i f f a r i o in a l i q u o t e as s e g n a t e d e f i n i t i v a me n t e a t u t t i g l i
   St at i membri sarebbe c o n t r a r i a a l l a natura comunitaria del co n t i n g e n t e
   medesimo. La Commissione propone quindi un si st ema di g e s t i o n e basato
   s u l l ' i s t i t u z i o n e di una r i s e r v a comunitari a di un volume l i m i t a t o al 10%.
4. In a t t e s a di una d e c i s i o n e d e f i n i t i v a ri guardo al problema del c r i t e r i o
   d e l l e l i n e e d'acqua che f i gura n e l l a nota complementare del c a p i t o l o 48,
   è f a t t a p ropos t a, per l ' anno 1984, di concedere nuovamente a g l i St at i
   membri la p o s s i b i l i t à di a s c r i v e r e al c o n t i n g e n t e in quest i one l e a l t r e
   carte che rispondono a l l a d e f i n i z i o n e di c ar t a da g i o r n a l e r i p o r t a t a
   n e l l a nota complementare s u c c i t a t a , presci ndendo dal c r i t e r i o d e l l e
   l i n e e d'acqua.
 ---pagebreak---                                                               Proposta di
                                   REGOLAMENTO (CEE)                                 DEL CONSIGLIO
                r e l a t i v o a l l ' a p e r t u r a , a l l a r i p a r t i z i o n e ed a l l e modalità di
                g e s t i o n e del         c o n t i n g e n t e t a r i f f a r i o comunitario di cart a da
                g i o r n a l e , d e l l a s o t t o v o c e 48.01 A d e l l a t a r i f f a doganale co­
                mune ( 19 8 4 ) , e r e l a t i v o a l l ' e s t e n s i o n e del b e n e f i c i o           dello
                                  s t e s s o c o n t i n g e n t e a t al une a l t r e carte
IL CONSIGLIO DELLE COMUNITÀ' EUROPEE,
v i s t o i l t r a t t a t o che i s t i t u i s c e la Comunità economica europea,
in p a r t i c o l a r e g l i a r t i c o l i 28 e 113,
v i s t a la proposta d e l l a Commissione,
considerando che per la carta da g i o r n a t e d e l l a s ot t ovoc e 48.01 A d e l l a
t a r i f f a doganale comune,                  la Comunità s i è impegnata ad apri re un con­
t i n g e n t e t a r i f f a r i o comuni tari o annuo di 1 500 000 t o n n e l l a t e in e s e n­
zi one da dazi doganal i ; che d e t t o volume deve t u t t a v i a e s s e r e r i d o t t o
per tener conto d e l l e importazi oni dai paesi d e l l ' A s s o c i a z i o n e europea
di l i b e r o scambio (EFTA) che possono e s s e r e e f f e t t u a t e in es enzi one da
dazi , a decorrrere dal 1° gennaio 1984,                                     in f orza degl i accordi concl u­
s i con t a l i p a e s i ; che, secondo i l p r o t o c o l l o n. 13 a l l e g a t o a l l ' a t t o
di adesi one ( 1 ) ,             la Comunità deve apr i r e annualmente un cont i ngent e t a ­
r i f f a r i o comuni tari o autonomo a dazi o zero all orquando s i è c o s t a t a t o
che t u t t e l e p o s s i b i l i t à di approvvigionamento sul mercato i nterno d e l ­
la Comunità saranno e s a u r i t e durante i l peri odo per i l quale è aperto
i l c ont i nge nt e ; che in a t t e s a di poter v a l u t a r e , s u l l a base d e l l e cor­
rent i di scambi, i l volume del f abbi sogno da copri re con i l c o nt i nge n­
t e in q u e s t i o n e , è opportuno f i s s a r e d e t t o volume a un l i v e l l o pr ovvi ­
s o r i o , comprendente una part e c o n t r a t t u a l e e una parte autonoma; que s t '
u l t i ma, t enut o conto d e l l e a n t e r i o r i t à di i mport azi oni , potrebbe ammon­
t are a un t o t a l e di 500 000 t o n n e l l a t e ;                      che la f i s s a z i o n e a t a l e l i v e l ­
lo del volume del c o n t i n g e n t e non e s c l ud e d' a l t r o nd e una r e t t i f i c a nel
corso del peri odo c o n t i n g e n t a l e ; che è opportuno pertanto a p r i r e , per
i l 1984 e per i l prodot t o in q u e s t i o n e , un c on t i n ge n t e t a r i f f a r i o co­
comunitario di 500 000 t o n n e l l a t e in es enzi one dai dazi ;
(1) G.U. N. L 73 del 2 7 . 3 . 1 9 7 2 , pag. 171.
 ---pagebreak---                                                                -2-
considerando che è opportuno e s t e n d e r e i l b e n e f i c i o del cont i ngent e
t a r i f f a r i o in que s t i one a t a l u n e c a r t e che rispondono a t u t t i                   i re­
quisiti         r i p o r t a t i n e l l a nota complementare del c a p i t o l o 48, s al vo
per quanto riguarda l e l i n e e d'acqua;
considerando che è opportuno g a r a n t i r e ,                     in p a r t i c o l a r e , l'uguaglian­
za e la c o n t i n u i t à di a c c e s s o di t u t t i g l i             importatori a de t t o con­
t i n g e n t e , nonché l ' a p p l i c a z i o n e i n i n t e r r o t t a del t a s s o p r e v i s t o per
t al e co n t i n g e n t e a t u t t e l e i mport azi oni del prodot t o in ques t i one f i ­
no al suo esaurimento; che un s i s t ema d ' u t i l i z z a z i o n e del co n t i n g e n t e
t a r i f f a r i o comuni t ari o,         fondato su una r i p a r t i z i o n e t ra g l i St at i mem­
b r i , è a t t o a r i s p e t t a r e la natura comunitari a di de t t o co n t i n g e n t e t e ­
nendo conto dei p r i n c i p i sopra e n u n c i a t i ; che, per r i s p e c c h i a r e i l più
p o s s i b i l e l ' e f f e t t i v a e v o l u z i o n e del mercato del prodotto in q u e s t i o ­
ne, t a l e r i p a r t i z i o n e deve e s s e r e e f f e t t u a t a proporzi onal mente al fab­
bisogno d e gl i S t a t i membri c a l c o l a t o in base ai dati s t a t i s t i c i r e l a t i ­
vi a l l e i mportazi oni p r o v e n i e n t i da paes i t e r z i che non b e n e f i c i a n o di
una s i m i l e pref er enza durante un peri odo di r i f e r i me n t o r a p p r e s e n t a t i v o , ed
in base a l l e p r o s p e t t i v e economiche per l ' anno c o n t i n g e n t a l e c ons i derat o;
considerando che, n e g l i u l t i mi t r e anni per i qual i sono d i s p o n i b i l i
dati s t a t i s t i c i c o mp l e t i ,       l e i mport azi oni di c i as c uno d e gl i St at i
membri che part eci pano a t a l e r i p a r t i z i o n e , rappresentano r i s p e t t o a l ­
l e importazi oni t o t a l i del prodot t o in q u e s t i on e l e seguenti p e r c e n t u a l i :
                                              1980          1981          1982
Benelux                                       9, 12         8,43         8, 08
 Danimarca                                    0             0             0, 03
Germani a                                   15, 96         13, 25      15, 02
Grec i a                                      0,36          0, 81        0, 05
 Frane i a                                    3, 14         1, 22         1, 00
 Irlanda                                      1, 65         0, 85         1, 34
 Italia                                       0, 04         0,19          0, 52
Regno Unito                                 69, 73         75, 25      73, 96
considerando che, t e n u t o cont o di q u e s t i el ement i e de l t a p r e v e d i b i l i
evol uz i one del mercato d e l l a cart a da g i o r n a l e in ge ne r al e e d e l l a pro­
duzione comunitari a                   durante l ' anno 1984 in p a r t i c o l a r e ,          la pe r c e nt u al e
 ---pagebreak---                                                          - 3-
 di p a r t e c i p a z i o n e i n i z i a l e at volume c o n t i n g e n t a l e puo1 appross i mat i -
 vamente e s s e r e s t a b i l i t a come segue:
 Benelux                        11,32
 Danimarca                        0, 14
 Germania                       12, 74
 Grecia                           0, 03
  Francia                         0, 57
 Irlanda                          1, 42
 Italia                           0, 14
 Regno Unito                    73,64
 considerando chc, per tener conto dell’eventuale
 evoluzione delle importazioni del suddetto prodotto, e
 opportuno dividerc in due parti il volume contingen-
 tale          ripartendo la prima parte tra gli Stati
 membri e costituendo con la seconda una riserva desti-
 nata a soddisfare ulteriormente le necessita degli Stati
 membri che hanno esaurito la loro aliquota iniziale ;
 che, per dare agli importatori una certa sicurezza,
 sempre permettendo uno smercio soddisfacente della
 produzione comunitaria, e opportuno fissare la prima
 parte del contingente comunitario ad un livello che
 potrebbe essere pari al 90 % del volume contingen-
 tale ;
 considerando che le aliquote iniziali possono essere
 esaurite piu o meno rapidamente ; che, per tener conto
 di questo fatto ed evitare ogni discontinuity, e neces-
 sario che ciascuno degli Stati membri, che ha utilizzato
quasi totalmente la sua aliquota iniziale, proceda ad un
 prelievo di una aliquota complementare dal In riserva ;
 che questo prelievo deve essere effettuato, da ogni
Stato membro, quando ognuna delle sue aliquote
complementari e quasi totalmente utilizzata e cio tante
volte quante lo permette la riserva ; chc le aliquote
iniziali e complementari devono essere valide fino alia
fine del periodo contingentale ; che questo sistema di
gestione richiede una collaborazione stretta tra gli Stati
membri e la Commissione, che deve soprattutto poter
vcrificare continuamente il grado di esaurimento del
volume contingentale e informarne gli Stati membri.
considerando che, se ad una determinata data del
periodo contingentale c’e un’ingente rimanenza dell’a-
liquota iniziale in uno Stato membro, e indispensabile
che questo Stato ne trasferisca una congrua percen-
tuale alia riserva, al fine di evitare che parte del contin­
gente tariffario comunitario resti inutilizzata in uno
Stato membro quando potrebbe essere utilizzata in
altri ;
considerando che, poiche il Regno del Belgio, il
Regno dei Paesi Bassi cd il Granducato del Lussem-
burgo sono riuniti e rappresentati dalfunione econo­
mica Benelux, tutte le operazioni relative alia gestione
delle aliquote attribuite a detta unione economica
possono essere effettuate da uno dei suoi membri.
 ---pagebreak---                                                           - 4-
HA ADOTTATO IL PRESENTE REGOLAMENTO:
                           Articolo 1
1. Dal 1° gennaio al 31 dicembre 1984 è aperto un
contingente tariffario comunitario di 500 0 0 0 tonnel­
late per la carta da giornale della sottovoce 48.01 A
della tariffa doganale comune (').
2.      Gli Stati membri possono imputare sul detto
contingente tariffario le altre carte che rispondano, a
prescindere dal criterio delle linee d’acqua, alla defini­
zione della carta da giornali riportata nella nota
complementare del capitolo 48.
3.      Non sono imputabili a questo contingente tarif­
fario le importazioni della carta da giornale che già
beneficiano dell’esenzione da dazio doganale in virtù
di un altro regime tariffario preferenziale.
4.      Il dazio della tariffa doganale comune è total­
mente sospeso nei limiti di questo contingente tariffa­
rio.
Nel quadro di tale contingente tariffario la Grecia
applica dazi doganali calcolati conformemente alle
disposizioni fissate in materia nell’atto di adesione del
 1979.
                            Articolo 2
 1.      Il contingente tariffario comunitario di cui all’ar­
 ticolo 1 è diviso in due parti.
 2.      Una prima parte di 450 000 tonnellate è ripar­
 tita tra gli Stati membri ; le aliquote che, fatto salvo
 l’articolo 5, sono valide dal 1° gennaio al 31 dicembre
 1984 corrispondono, per gli Stati membri, alle quantità
 seguenti :
                                          (in tonnellate)
           Benelux                             50 960
           Danimarca                               620
           Germania                            57 350
           Grecia                                  120
           Francia                               2 550
           Irlanda                               6 380
           Italia                                  620
           Regno Unito                        331 400
  3.      La seconda parte, di       50 000 tonnellate, costi­
  tuisce la riserva.
(') L’ammissione in questa sottovoce è subordinata alle condi­
     zioni da stabilire dalle autorità competenti.
 ---pagebreak---                                                        - 5-
                          Articolo 3
 1. Se 1aliquota iniziale di uno Stato membro, quale
è definita all articolo 2, paragrafo 2 — o questa stessa
aliquota diminuita della frazione devoluta alla riserva
 in caso di applicazione dell’articolo 5 — è utilizzata
fino a concorrenza del 90 % o più, lo Stato membro
procede immediatamente mediante notifica alla
Commissione, sempreché lo consenta l’entità della
riserva, al prelievo di una seconda aliquota pari al
 10% di quella iniziale eventualmente arrotondata
all’unità superiore.
2.     Se, esaurita l’aliquota iniziale, la seconda aliquota
prelevata da uno Stato membro è utilizzata fino a
concorrenza del 90 % o più, questo Stato membro
procede, alle condizioni di cui al paragrafo 1, al
prelievo di una terza aliquota pari al 5 % della sua
aliquota iniziale.
 3.    Se, esaurita la seconda aliquota, la terza aliquota
 prelevata da uno Stato membro è utilizzata fino a
 concorrenza del 90 % o più, questo Stato membro
 procede, alle condizioni di cui al paragrafo 1, al
 prelievo di una quarta aliquota pari alla terza.
Questo procedimento è seguito fino ad esaurimento
della riserva.
4.     In deroga a quanto previsto ai paragrafi da 1 a 3,
uno Stato membro può procedere al prelievo di
 aliquote inferiori a quelle fissate in questi paragrafi, se
 vi è motivo di ritenere che queste rischiano di non
essere totalmente utilizzate. Esso informa la Commis­
sione dei motivi che lo hanno indotto ad applicare il
presente paragrafo.
                          Articolo 4
 Le aliquote addizionali prelevate in applicazione
dell’articolo 3 sono valide fino al 31 dicembre 1984
                          Articolo 5
Gli Stati membri traferiscono alla riserva, al più tardi il
 1° ottobre 1984, la frazione non utilizzata della loro
aliquota iniziale che alla data del 15 settembre 1984
ecceda il 20 % del volume iniziale. Gli Stati membri
possono trasferirvi una quantità maggiore se vi è
motivo di ritenere che quest’ultima rischia di non
essere utilizzata.
Gli Stati membri comunicano alla Commissione, entro
il 1" ottobre 1984, il totale delle importazioni dei
prodotti in questione effettuate fino al 15 settembre
1984 incluso ed imputate al contingente tariffario
comunitario ; eventualmente, comunicano la frazione
della loro aliquota iniziale che essi devolvono alla
riserva.
 ---pagebreak---                                                       - 6-
                         Articolo 6
La Commissione provvede alla contabilizzazione degli
importi delle aliquote aperte dagli Stati membri in
conformità agli articoli 2 e 3 ed informa ciascuno di
essi, non appena le pervengono le notifiche, del grado
di esaurimento della riserva.
La Commissione informa gli Stati membri entro il 5
ottobre 198 4 del volume della riserva a seguito delle
devoluzioni effettuate in applicazione dell’articolo 5.
Essa vigila affinché il prelievo che esaurisce la riserva
sia limitato ai saldo disponibile e a tal fine ne precisa
l’importo allo Stato membro che effettua quest’ultimo
prelievo.
                         Articolo 7
 1. Gli Stati membri adottano tutte le disposizioni
utili affinché l’apertura delle aliquote addizionali da
essi prelevate in applicazione dell’articolo 3 renda
possibili senza discontinuità le imputazioni sulla loro
parte cumulata del contingente comunitario.
2. Gli Stati membri adottano le disposizioni utili
per garantire che le carte di cui a l l ' a r t i c o l o 1
   ammesse al beneficio del presente contingente tarif­
fario siano destinate alla stampa di giornali, di settima­
nali o di altre pubblicazioni periodiche della voce
49.02, edite almeno dieci volte all’anno.
In tal caso, la verifica dell’effettiva utilizzazione di
dette carte per la destinazione speciale prescritta
avviene in applicazione delle disposizioni comunitarie
in materia.
3. Gli Stati membri garantiscono agli importatori
dei prodotti in questione i l l i b e r o acce s s o
a l l e a l i q u o t e l oro a t t r i b u i t e .
4.     Il grado di esaurimento delle aliquote degli Stati
membri è determinato in base alle importazioni dei
prodotti considerati presentati in dogana, accom­
pagnati da dichiarazioni di immissione in libera
pratica.
                         Articolo 8
Su richiesta della Commissione gli Stati membri la
 informano delle importazioni effettivamente imputate
alle loro aliquote.
                         Articolo 9
Gli Stati membri e la Commissione collaborano stret­
 tamente affinché sia rispettato il presente regolamento.
                         Articolo 10
 Il presente regolamento entra in vigore il 1° gennaio
 1984.
           Il presente regolamento è obbligatorio in tutti i suoi elementi e direttamente applicabile
          in ciascuno degli Stati membri.
           Fatto a Bruxelles, addì
                                                                      Per il Consiglio
                                                                        Il Presiilente