CELEX: 31987D0410
Language: pt
Date: 1987-07-14 00:00:00
Title: 87/410/CEE: Decisão da Comissão de 14 de Julho de 1987 que estabelece os métodos a utilizar para a pesquisa de resíduos de substâncias com efeito tireostático

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31987D0410

87/410/CEE: Decisão da Comissão de 14 de Julho de 1987 que estabelece os métodos a utilizar para a pesquisa de resíduos de substâncias com efeito tireostático  

Jornal Oficial nº L 223 de 11/08/1987 p. 0018 - 0036

*****DECISÃO  DA COMISSÃO  de 14 de Julho de 1987  que estabelece os métodos a utilizar para a pesquisa de resíduos de substâncias com efeito tireostático  (87/410/CEE)  A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia,  Tendo em conta a Directiva 85/358/CEE do Conselho,  de 16 de Julho de 1985, que completa a Directiva 81/602/CEE respeitante à proibição de determinadas substâncias com efeito hormonal e de substâncias com efeito tireostático (1), alterado pelo Regulamento (CEE) nº 3768/85 (2), e, nomeadamente, o seu artigo 5º,  Considerando que, por força do nº 2 do artigo 5º da Directiva 85/358/CEE, compete à Comissão fixar, de acordo com o processo previsto no artigo 11º da supracitada directiva, os métodos de análise das amostras a utilizar para a presquisa de resíduos de substâncias com efeito hormonal e de substâncias com efeito tireostático;  Considerando que, nos termos do nº 1, alínea b), do artigo 4º da Directiva 64/433/CEE do Conselho, de 26 de Junho de 1964, relativa a problemas sanitários em matéria de comércio intracomunitário de carne fresca (3), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 86/587/CEE (4), e do nº 4, segundo parágrafo, do artigo 11º da Directiva 85/397/CEE do Conselho, de 5 de Agosto de 1985, relativa aos problemas sanitários e de polícia sanitária no comércio intracomunitário de leite tratado termicamente (5), alterada pelo Regulamento (CEE) nº 3768/85, os exames dos resíduos devem ser efectuados segundo métodos cientificamente reconhecidos e comprovados na prática, nomeadamente os definidos em directivas comunitárias ou noutras normas internacionais;  Considerando que a determinação de métodos de análise das amostras inclui a definição dos processos de análise a utilizar, das regras a seguir para a amostragem e dos critérios relativos à realização das análises;  Considerando que os processos de análise a utilizar devem ser suficientemente sensíveis para detectar a presença de resíduos de substâncias com efeito hormonal e de substâncias com efeito tireostático;  Considerando que a amostragem constitui uma parte essencial do método de análise; que é, portanto, conveniente adoptar regras relativas à colheita das amostras;  Considerando que, em 20 de Dezembro de 1985, o Conselho adoptou a Directiva 85/591/CEE relativa à introdução de um modo de colheita de amostras e de métodos de análise comunitários para o controlo dos produtos alimentares destinados à alimentação humana (6); que para efeitos da presente decisão, é conveniente ter em conta os critérios previstos no ponto 1 do anexo da supracitada directiva;  Considerando que as medidas estatuídas na presente directiva estão em conformidade com o parecer do Comité Veterinário Permanente,  ADOPTOU A PRESENTE DECISÃO:  Artigo 1º  Os processos de análise autorizados para a pesquisa de resíduos de substâncias com efeito hormonal e de substâncias com efeito tireostático são os seguintes:  - dosagem imunológica (DI),  - cromatografia em camada fina (CCF),  - cromatografia líquida de alta resolução (CLAR),  - cromatografia em fase gasosa (CFG),  - espectrometria de massa (EM),  - espectrometria (ES).  Artigo 2º  A colheita de amostras deve efectuar-se de acordo com as seguintes regras:  1. A dimensão das amostras deve ser suficiente para permitir uma análise adequada, a sua repetição e a realização de ensaios de confirmação.  2. As amostras devem ser marcadas de modo a possibilitar a sua identificação em todos os estádios do exame.  3. Os métodos de acondicionamento, de conservação e de transporte da amostra devem manter a sua integridade e não prejudicar os resultados do exame.  Artigo 3º  Os critérios relativos à realização das análises são fixados no anexo.  Artigo 4º  A presente decisão será reexaminada antes de 1 de Janeiro de 1991 para se ter em conta a evolução dos conhecimentos científicos e técnicos.  Artigo 5º  Os Estados-membros são destinatários da presente decisão.  Feito em Bruxelas, em 14 de Julho de 1987.  Pela Comissão  Frans ANDRIESSEN  Vice-Presidente  (1) JO nº L 191 de 23. 7. 1985, p. 46.  (2) JO nº L 362 de 31. 12. 1985, p. 8.  (3) JO nº 121 de 29. 7. 1964, p. 2012/64.  (4) JO nº L 339 de 2. 12. 1986, p. 26.  (5) JO nº L 226 de 24. 8. 1985, p. 13.  (6) JO nº L 372 de 31. 12. 1985, p. 50.  ANEXO  CAPÍTULO I: CRITÉRIOS GERAIS  Introdução  Para a avaliação objectiva dos métodos de detecção de resíduos, deve dispor-se de dados quantitativos sobre determinadas características-tipo desses processos. Além disso, devem ser estabelecidas exigências quantitativas para algumas destas características que tenham em conta, inter alia, o objectivo do método (ex. selecção, determinação quantitativa, confirmação). Neste capítulo, os cirtérios estabelecidos no anexo da Directiva 85/591/CEE são definidos tal como devem ser aplicados ao exame dos métodos de rotina destinados à análise de resíduos de substâncias com efeito hormonal e de substâncias com efeito tireostático.  Definições  i) Especificidade  A especificidade é a capacidade de um método de distinguir a substância a analisar de outras substâncias. Esta característica é, essencialmente, função do princípio de medição utilizado. As informações ligadas à especificidade devem estar relacionadas com, pelo menos, duas quaisquer substâncias susceptíveis de dar origem a um sinal quando for usado o princípio de medição descrito, por exemplo homólogas, análogas ou produtos metabólicos do resíduo em causa. A partir das informações relativas à especificidade, deve ser possível determinar quantitativamente até que ponto o método pode fazer a distinção entre a substância a analisar e outras substâncias, em condições experimentais.  ii) Exactidão  Neste documento, a exactidão é entendida como a exactidão da média. A definição a usar é estabelecida na norma ISO 3534-1977, no ponto 2.83 (exactidão da média: o grau de concordância entre o valor real e o valor médio, obtido através da aplicação do método experimental um número elevado de vezes).  Nota: As principais limitações relativas à exactidão são:  a) Os erros acidentais;  b) Os erros sistemáticos.  Para um número muito elevado de experiências, a exactidão da média aproxima-se do erro sistemático.  Para análise documental de um método, o número de experiências deve ser especificado.  A medida da exactidão a utilizar é a diferença entre o valor médio medido para o material de referência e o valor real, expressa em percentagem do valor real.  iii) Precisão: repetibilidade no mesmo labroatório e reprodutibilidade das variabilidades no mesmo laboratório ou em laboratórios diferentes.  O termo de estatística geral « precisão » deve ser usado segundo a definição da norma ISO 3534-1977 no ponto 2.84 (precisão: grau de concordância entre os resultados obtidos através da aplicação repetida de um método experimental nas condições prescritas).  De acordo com o anexo da Directiva 85/591/CEE, os valores da precisão dos métodos de análise cuja adopção deve ser encarada, nos termos do disposto na referida directiva, devem ser obtidos através de um ensaio colectivo de preferência efectuado em conformidade com a norma ISO 5725-1986. Para esse fim, os termos repetibilidade e reprodutibilidade são definidos na norma ISO 5725-1986.  Para efectuar a pré-selecção dos métodos possíveis através de análise documental, basta que se encontrem disponíveis os dados relativos à repetibilidade. Para tal, o termo repetibilidade é, aqui, usado segundo a definição da norma ISO 3534-1977 no ponto 2.85 a) [repetibilidade: grau de correspondência entre resultados sucessivos obtidos com o mesmo método, com material de ensaio idêntico, nas mesmas condições (mesmo operador, mesmos material e utensílios, mesmo laboratório e curtos intervalos de tempo)].  O valor da repetibilidade a usar é o coeficiente de variação definido no ponto 2.35 da norma ISO 3534-1977 (coeficiente de variação: a razão entre o desvio-padrão e o valor absoluto da média aritmética). iv) Limite de detecção  O limite de detecção é o teor mínimo medido a partir do qual se pode deduzir a presença da substância a analisar com uma certeza estatística razoável. É igual à média do teor medido das amostras em branco representativas (n20) aumentada de três vezes o desvio-padrão da média.  Nota: Se se considera que factores tais como espécie, sexo, idade, etc. podem influenciar as características do método, para cada população homogénea a que o método deva ser aplicado, é necessário um conjunto de amostras em branco.  v) Sensibilidade  A sensibilidade é a medida da capacidade do método de fazer a distinção entre pequenas diferenças de teor da substância a analisar. Neste documento, a sensibilidade é definida como o declive da curva de calibração ao nível investigado.  vi) Praticabilidade e aplicabilidade  A praticabilidade é uma característica não pradronizada de um método analítico. Depende do objectivo do método e é determinada por exigências tais como a utilização de amostras e os custos.  A aplicabilidade diz respeito a uma lista dos produtos a que o método encarado pode ser aplicado tal com foi apresentado ou com pequenas alterações.  vii) Podem ser seleccionados outros critérios, se necessário  Limite de determinação  O limite de determinação é o mais baixo teor de substância a analisar, que, se a mesma estiver efectivamente presente, é detectado com uma certeza estatística razoável e que pode ser identificado de acordo com os critérios de identificação do método. Se a exactidão e a precisão forem constantes dentro de um intervalo de concentração situado em torno do limite de detecção, o limite de decisão é igual à média do teor medido das amostras em branco representativas majorada de seis vezes o desvio-padrão da média.  Limite de quantificação  O limite de quantificação é o mais baixo teor medido acima do qual é possível a determinação da substância a analisar com um grau específico de exactidão e de repetibilidade (no mesmo laboratório).  Exigências relativas à exactidão e à repetibilidade  Exactidão:  No caso de análises repetidas da amostra de referência, o desvio da média relativamente ao valor real, expresso em percentagem do valor real, deve situar-se dentro dos seguintes limites:  1.2 //  // limites   // - valor real inferior ou igual a 1 m g/kg:   // -50 % a +20 %   // - valor real superior a 1 mg/kg: e inferior ou igual a 10 mg/kg:   // -30 % a +10 %   // - valor real superior a 10 mg/kg:   // -20 % a +10 %   // +10  Repetibilidade  No caso de análises repetidas da amostra de referência, o coeficiente de variação (c.v.) da média não deve exceder os seguintes valores:  1.2 //  // C.V.   // - média inferior ou igual a 1 mg/kg:  // 0,30   // - média superior a 1 mg/kg e inferior ou igual a 10 mg/kg:   // mg/kg 0,20   // - média superior a 10 mg/kg:  // 0,15  Curvas de calibração  Se o método depende das curvas de calibração, devem ser dadas as seguintes informações:  - modelo matemático que descreve a curva de calibração,  - valores numéricos dos parâmetros das curvas de calibração com intervalos de confiança de 95 % (em condições óptimas),  - intervalos aceitáveis no interior dos quais os parâmetros da curva de calibração podem variar de um dia para outro,  - zona útil da curva de calibração,  - dados relativos à variância das variáveis que se aplicam, pelo menos, na zona útil da curva de calibração. Sensibilidade às perturbações  Relativamente a todas as condições experimentais que possam, na prática, estar sujeitas a variações (ex. estabilidade dos reagentes, composição da amostra, pH, temperatura), devem ser indicadas quaisquer variações susceptíveis de afectar os resultados analíticos.  Se se souber que determinadas substâncias podem perturbar a determinação da substância a analisar, tal facto deve, igualmente, ser indicado, bem como qualquer sugestão relativa ao modo de superar o problema. É de importância primordial que qualquer perturbação que possa surgir a partir dos componentes impuros seja investigada. Portanto, deve ser indicado, pelo menos, o equivalente da maior amostra que não perturbe a determinação da substância a analisar (após qualquer « limpeza » da amostra).  Relação entre as tolerâncias e os limites de determinação para análise  Relativamente às substâncias caracterizadas por uma tolerância nula, o limite de determinação do método analítico deve ser suficientemente baixo para que os níveis de resíduos geralmente esperados após o uso ilegal sejam detectados com, pelo menos 95 % de probabilidades.  Quanto às substâncias com um nível de tolerância fixado ao nível fisiológico natural máximo, o limite de quantificação não deve exceder essa tolerância, diminuída três vezes do desvio-padrão produzido pelo método para uma amostra ao nível de tolerância.  Material de referência  Um material de referência é uma amostra de uma substância ou um objecto fabricado individualmente do qual uma ou várias propriedades foram determinadas com uma suficiente exactidão, de modo a poder ser utilizado para calibrar um aparelho ou para verificar um método de medida. A confirmação deve ser baseada num processo tecnicamente válido.  Se nenhum material de referência estiver disponível, os parâmetros em exame podem ser determinados através da análise de uma amostra reforçada do material.  CAPÍTULO II: CRITÉRIOS QUALITATIVOS PARA A INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS  1.2,3 // 1.   // Lista de abreviaturas e símbolos   //  // Termos gerais  // 1.2.3 //  // CG   // = cromatografia em fase gasosa;   //   // CLAP   // = cromatografia em fase líquida sob alta pressão;   //   // CCFAR   // = cromatografia em camada fina de alta resolução;   //   // EMAR   // = espectrometria de massa de alta resolução;   //   // DI   // = dosagem imunológica;   //   // IV   // = infravermelhos;   //  // UV   // = ultravioletas;   //   // EMBR   // = espectrometria de massa de baixa resolução;   //   // EM   // = espectrometria de massa;   //   // DRI   // = dosagem radio-imunológica;   //   // ES   // = espectrometria, exemplo: sistema de díodos;   //   // CCF   // = cromatografia em camada fina;   //   // /   // = técnicas associadas autónomas;   //  // -   // = técnicas associadas em linha; 1.2,3 //  // Exemplo: CLAP/CG-EM-EM = CLAP autónoma seguida de CG com EM em linha.  // 1.2.3 //  // Para DRI:   //   //  // cpm   // = contagens por minuto;   //   // dpm   // = desintegrações por minuto;   //   // T   // = radioactividade total (cpm ou dpm) adicionada à amostra;   //   // L   // = radioactividade da fracção ligada de uma amostra;   //   // Lo  // = radioactividade da fracção ligada da amostra em branco;  //   // L/Lo   // = fracção da radioactividade da fracção ligada de uma amostra e em relação à da amostra em branco (« fracção de ligação em relação a uma ligação nula »);   //  // % L/Lo   // = radioactividade da fracção ligada de uma amostra expressa em percentagem da amostra em branco;   //  // Lo/T   // = fracção da radioactividade da fracção ligada de uma amostra em branco em relação à actividade adicionada (« fracção da ligação nula em relação ao total »);   //   // LNE  // = ligação não específica = ligação específica (LAE);   //  // Para EM:   //   //   // uma   // = unidade de massa atómica;   //   // IQ   // = ionização química;   //   // IE  // = ionização por impacto de electrões;   //   // DISM   // = detecção de iões com sondas múltiplas;   //   // M   // = massa;   //   // Z   // = carga;   //   // HFB   // = ácido heptafluorobutírico ou derivado do heptafluorobutirilo;   //  // MOX   // = derivado da metoxina;   //   // TMS   // = derivado do trimetilsililo;   //   // MOX-TMS   // = derivado da metoxina e do trimetilsililo;   //   // F +   // = ião fragmentário;   //   // (F+1) +   // = satélite do isótopo natural, 1 M/Z superior ao ião fragmentário do isótopo principal correspondente;   //   // M +   // = ião molecular;  //   // (M+1) +   // = satélite do isótopo natural, 1 M/Z superior ao ião molecular do isótopo principal correspondente. 1.2,3 // 2.   // Introdução   //   // Os critérios qualitativos para a interpretação dos resultados obtidos com métodos analíticos devem ser aplicados pelos laboratórios que efectuam testes para a detecção de resíduos de substâncias com acção hormonal e com acção tireostática, de acordo com as exigências do presente capítulo. Os critérios de qualidade são destinados à análise qualitativa e têm por objectivo evitar falsos resultados positivos. Para que uma conclusão seja positiva, os resultados analíticos têm de corresponder aos critérios qualitativos estabelecidos para o método de detecção utilizado.  APÊNDICE  QUADRO 1  Dados para a confirmação dos agentes anabólicos por EMAR  1.2,3.4,5.6,7 //  //  //  //  // Derivado (1)  // Massa iónica  // Razão de intensidade  // Massa iónica  //  //  // 1.2.3.4.5.6.7 //  // Ião F+ ou Ião M+, M/Z valor nominal (uma)   // Ião (F+1)+ ou Ião (M+1)+, M/Z valor nominal (uma)   // valor teórico  // A margem (%)   // M/Z valor teórico (2) (uma)   // B M/Z margem (uma)   //    //   //   //  //   //   //   // DES-TMS   // M+ 412   // 413   // 0,3777  // 8   // 412,2254   // 0,0012   // DE-TMS   // M+ 410  // 411   // 0,3772   // 8,5   // 410,2097   // 0,0012  // HEX-TMS   // F+ 207   // 208   // 0,1889   // 17  // 207,1205   // 0,0007   // NT-TMS   // M+ 346   // 347  // não aplicado   //   // 346,2328   // 0,0015   // NT-TMS  // F+ 256   // 257   // não aplicado   //   // 256,1827  // 0,0015   // NT-MOX-TMS   // M+ 375   // 376   // não aplicado   //   // 375,2593   // 0,0015   // epi NT-MOX-TMS  // M+ 375   // 376   // não aplicado   //   // 375,2593  // 0,0015   // E2-di-TMS   // M+ 416   // 417   // não aplicado   //   // 416,2567   // 0,0015   //    //   //   //  //   //   //  1.2 // (1) DES   // = dietilestilbestrol,  // DE   // = dienestrol,   // HEX   // = hexestrol,   // NT  // = 19-nortestosterona-17ss (nandrolona),   // epiNT   // = 19-nortestosterona-17a,   // E2   // = estradiol-17ss.  (2) Psalpsthlado psom vase no istopo 12PS = 12,0000.  QTHADRO 2  Derioados TMS de orios agentes anavlipsos e psompostos psonecho  I6)X'nð AE LdOEºOEIJAEae kAEaeAE l'nTiOEaeÞAE6)XAE'n k'nae ¹ (Þ¢d'nH'n )  1.2.3,6 //  //  //  //  // PM   // M/Z (1)   //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  //  //  //  //  // Dienestrol   // 410   // 410   // 395   // 381   //   // Dietilestilvestrol   // 412  // 412   // 397   // 383   //   // 5a-Estrano-(3ss,17a)-diol   // 422  // 407   // 332   // 242  // 201   // 17a-Estradiol   // 416  // 416   // 401   // 326   // 285  // 17ss-Estradiol   // 416  // 416   // 401   // 326   // 285  // 17ss-Estradiol-16,16,17(d3) (2)   // 419   // 419   // 404  // 329   // 285  // Etinilestradiol   // 440   // 440   // 425  // 300   // 285   // Hexestrol   // 414   // 207  // 191  // 179   //   // Metandrostenolona   // 372   // 372  // 357  // 302   // 282   // Metiltestosterona   // 374   // 359  // 317   // 304   // 284  // a-Nortestosterona   // 346  // 346   // 331   // 256  // 215   // ss-Nortestosterona  // 346   // 346   // 331   // 256  // 215   // Testosterona  // 360   // 360   // 345   // 270  // 226   // 17-a-Trenbolona   // 342   // 342  // 252   // 237   // 211  // 17-ss-Trenbolona   // 342   // 342  // 252   // 237   // 211   // a-Zearalanol   // 538   // 538   // 523   // 433  // 307  // ss-Zearalanol   // 538   // 538   // 523   // 433  // 307  // Zearalanona   // 464   // 464   // 449  // 335   // 307  // Zearalenona   // 462   // 462   // 429   // 333  // 305  //    //   //   //   //   //  (1) I6)XAE'n ðLÐºOETLAEH'n: kOEl'n H ÐAEð.  (2) -AEHae6)XAE'n OETdaeT'n. QUADRO 3  Derivados MOX-TMS de vários agentes anabólicos e compostos conexos.  Iões a utilizar para confirmação por EMBR (método IE)  1.2.3,6 //  //  //  //  // PM   // M/Z (1)  //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  //  //  //  //  // Medroxiprogest erona   // 474   // 474   // 459   // 443  // 353  // Metandrostenolona   // 401   // 401  // 386   // 370  // 280   // Metiltestosterona   // 403   // 403   // 313  // 298   // 282   // a-Nortestosterona   // 375   // 375  // 360   // 344   // 285   // ss-Nortestosterona   // 375  // 375  // 360   // 344   // 285   // Testosterona   // 389  // 389  // 374   // 358   // 268   // a-Trenbolona   // 371  // 371  // 281   // 266   // 253   // ss-Trenbolona   // 371  // 371  // 281   // 266   // 253   // Zearalanona   // 493  // 493   // 478  // 462   // 406   // Zearalenona   // 491  // 491   // 460   // 444   // 333   //  //  //  //  //  // (1) I6)XAE'n ðLÐºOETLAEH'n: kOEl'n H ÐAEð.  QC¹ 4   aeOElAEH'nð  H laeOE'nð AEªTdð AETAEÐºOEl'nð  l'nÞk'nðd'nð l'nTij'nð.  6)X'nð AE LdOEºOEIJAEae kAEaeAE l'nTiOEaeÞAE6)XAE'n k'nae ¹ (Þ¢d'nH'n )  1.2.3,6 //  //  //  //  // PM   // M/Z (1)   //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  //  //  //  //  // Apsetato de medrochiprogesterona   // 415   // 415   // 330   // 312   // 287   // Apsetato de megestrol   // 413   // 413   // 353  // 338   // 310   // Apsetato de melengestrol   // 425   // 425   // 365  // 350   // 322   // Apsetato de trenvolona   // 341   // 341   // 298   // 281   // 266   //    //   //   //   //   //  (1) I6)XAE'n ðLÐºOETLAEH'n: kOEl'n H ÐAEð.  QC¹ 5   aeOElAEH'nð 1H laeOE'nð AEªTdð AETAEÐºOEl'nð  l'nÞk'nðd'nð l'nTij'nð.  6)X'nð AE LdOEºOEIJAEae kAEaeAE l'nTiOEaeÞAE6)XAE'n k'nae ¹ (Þ¢d'nH'n )  1.2.3,6 //  //  //  //  // PM   // M/Z (1)  //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  //  //  //  //  // AEéaaôéëaaóôéëâaaó trol   // 660   // 660   // 631   // 447   // 341   // Dienestrol   // 658   // 658   // 629   // 445   // 341   // Iechestrol   // 662   // 332   // 331   // 304   // 303   // 17ss-Estradiol,16,16,17(d3) (2)   // 667   // 667  // 454   // 412   // 359   //    //   //   //   //  //  (1) I6)XAE'n ðLÐºOETLAEH'n: kOEl'n H ÐAEð.  (2) -AEHae6)XAE'n OETdaeT'n. QUADRO 6  Derivados HFB de estilbenos.  Iões a serem usados para confirmação por EMBR (método IQ)  a) Amónia IQ  1.2.3,6 //  //  //  //  // PM   // M/Z (1)  //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  //  //  //  //  // Hexestrol  // 662   // 681   // 680  // 484   // 466  // Dietilestilbestrol   // 660   // 678   // 482   // 464   //  //  //  //  //  //  // (1) Ião sublinhado: pico de base.  b) Metano IQ  1.2.3,6 //  //  //  //  // PM   // M/Z (1)  //  //  // 1.2.3.4.5.6 //  //  //  //  //  //  // Dietilestilbes trol   // 660   // 661   // 465   // 464  //  // Dienestrol  // 658   // 659   // 463   // 462   // 369   //  //  //  //  //  // (1) Ião sublinhado: pico de base.  Notas  1. As intensidades relativas de alguns dos iões acima indicados são demasiado baixas (cerca de 10 %) para srem usadas com segurança para efeitos de confirmação.  2. As intensidades relativas dos iões podem variar com a quantidade de substância a analisar injectada na coluna. No caso do dietilestilbestrol em baixas concentrações sob IQ em metano, o ião 661 torna-se o pico de base (i.e. produz-se menos fragmentação para a forma mono-HFB). Por conseguinte, é importante comparar as intensidades de iões relativas respeitantes à substância a analisar com as respeitantes ao padrão de referência, com concentração aproximadamente equivalente.  3. A ionização com metano dá origem a uma separação da molécula de hexestrol. Os iões fragmentários de menor massa, não se separam tão facilmente dos produtos co-extraídos.  QUADRO 7  Picos adequados nos espectros IV de 49 agentes anabólicos e compostos conexos 1.2.3.4.5.6.7.8.9.10 //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // 1   // 2   // 3   // 4   // 5   // 6   // 7   // 8   // 9   // 10   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //   // ssE2  // aE2   // E2Ac   // E2diAc   // E2P   // E2diP   // E2S  // E2Bz   // E2ME   // EE   //    //   //   //   //   //   //  //   //   //   //   //   // 1 701   // 1 766 1 734   // 1 712  // 1 763 1 757 1 733   //   // 1 729   //   //   //    //  //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 610   // 1 610  // 1 620   //   // 1 696 1 619   //   //   // 1 600   // 1 610   // 1 615   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //  // 1 586   // 1 586 1 500   // 1 584   //   // 1 583   //  //   //   // 1 577 1 502   // 1 584 1 501   //    //   //  //   //   //   //   //   //   //   // 1 498 1 449 1 416   // 1 443   // 1 498 1 460   // 1 494   // 1 499 1 460 1 444   // 1 492 1 460 1 419   // 1 494 1 420   // 1 498 1 451   // 1 469 1 444   // 1 473 1 449 1 433   //    //   //   //   //   //   //  //   //   //   // 1 382 1 357 1 320 1 302   // 1 379 1 352  // 1 373 1 351   // 1 375   // 1 350   // 1 381 1 351   // 1 392 1 307   // 1 380 1 315   // 1 374 1 334 1 313   // 1 384 1 358   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 283 1 250 1 231   // 1 284 1 253 1 234   // 1 292 1 276 1 248 1 235   // 1 262 1 248   // 1 288 1 249 1 225 1 212   // 1 273 1 247 1 224   // 1 241   // 1 266 1 223 1 216   // 1 291 1 278 1 252 1 236   // 1 299 1 257 1 203   //    //   //   //   //  //   //   //   //   //   // 1 156 1 130 1 118 1 102   // 1 154 1 119 1 101   // 1 152   // 1 198 1 177 1 149   // 1 151   // 1 197 1 154 1 139   // 1 176   // 1 176 1 152 1 128   // 1 183 1 153 1 130 1 120   // 1 184 1 160 1 147 1 135 1 122 1 111   //  //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 056 1 021 1 012   // 1 074 1 054 1 036 1 013   // 1 017   // 1 040 1 015  // 1 086 1 072 1 012   // 1 078 1 055 1 033 1 014   // 1 097 1 075 1 049 1 018   // 1 067 1 025 1 012   // 1 055 1 042 1 025  // 1 069 1 055 1 043 1 022 1 006   //    //   //   //   //  //   //   //   //   //   // 962 930 917 905   // 994 970 945 919   //   // 946   // 962   // 917   // 932 908   //   //  // 971 930 914   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   // 874 820   // 866 821   // 873   // 885   // 878 871 816   // 897 807   // 887 866 847 822 808   // 889   // 898 870 818   // 880 857 823   //    //   //   //   //   //   //   //  //   //   // 786 733   // 787   //   //   //   //   // 770  // 705   // 785   // 789   //    //   //   //   //   //   //  //   //   //   //   //   // 624   //   //   //   // 650  // 688   //   // 646 622   //    //   //   //   //   //   //  //   //   //   //   // 573   //   //   //   //   // 579 519  //   //   // 568   //    //   //   //   //   //   //   //  //   // 1.2.3.4.5.6.7.8.9.10 //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // 1 1   // 12   // 13   // 14   // 15   // 16   // 17   // 18  // 19   // 20   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   // M   // E1   // E3   // Eq   // Eqln   // ssT   // aT  // TAc   // TP   // TiC   //    //   //   //   //   //   //  //   //   //   //   // 1 719   //   // 1 719   // 1 717   //  //   // 1 741   // 1 729   // 1 733   //    //   //   //   //  //   //   //   //   //   // 1 612   // 1 621   // 1 610   // 1 623   // 1 622   // 1 666 1 658 1 612   // 1 654 1 610   // 1 672 1 618   // 1 669 1 611   // 1 667 1 617   //    //   //  //   //   //   //   //   //   //   // 1 580 1 506   // 1 584  // 1 501   // 1 588 1 509 1 500   // 1 599   //   //   //  //   //   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //  // 1 467 1 449   // 1 499   // 1 452   // 1 470 1 407   // 1 480 1 460 1 423   // 1 470 1 432   // 1 432   // 1 449 1 433  // 1 450   // 1 470 1 450   //    //   //   //   //   //   //  //   //   //   // 1 377 1 352 1 325   // 1 396 1 361   // 1 384 1 353 1 322   // 1 354   // 1 389   // 1 378 1 360   // 1 380   // 1 377 1 362 1 333   // 1 331   // 1 378 1 331   //  //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 291 1 255 1 242   // 1 287 1 250   // 1 285 1 254 1 238 1 201   // 1 278 1 246   // 1 225 1 208   // 1 277 1 233   // 1 276 1 231   // 1 274 1 232   // 1 270 1 240   // 1 294 1 272 1 230   //    //  //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 183 1 165 1 146 1 133 1 121 1 109   //   // 1 174 1 149 1 118 1 103   // 1 158 1 148   // 1 169   // 1 199 1 131 1 114   // 1 189   //   // 1 185   // 1 182 1 125 1 103   //    //   //   //   //   //   //  //   //   //   // 1 062 1 036 1 019   // 1 055   // 1 068 1 062 1 034   // 1 056   // 1 066   // 1 067 1 056 1 017   //  // 1 041 1 022   // 1 080 1 043 1 020   // 1 043 1 009   //  //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 967 905  // 920   // 964 943 928 917   //   //   // 957 943   //  // 945   //   // 941   //    //   //   //   //   //   //   //  //   //   // 862 844 833 823   // 877 819   // 886 871 851 818   // 875 810   // 849 817   // 870   //   // 863   // 863  // 864   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //  // 789 702   // 788   // 787   //   //   //   //   //   //  //   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 658 620   // 673   // 662   //   //   //   //   //   //   //   //  //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 582  //   //   //   //   //   //   //   //    //   //   //   //  //   //   //   //   // 1.2.3.4.5.6.7.8.9.10 //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // 2 1   // 22   // 23   // 24   // 25   // 26   // 27   // 28  // 29   // 30   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   // TD   // TUn   // TPP   // TBz   // MT   // MT-D9 (11)  // ssNT   // aNT   // NTP   // NTD   //    //   //   //   //  //   //   //   //   //   // 1 734   // 1 738   // 1 734   // 1 709   //   //   //   //   // 1 741   // 1 734   //    //   //  //   //   //   //   //   //   //   // 1 670 1 618   // 1 674 1 610   // 1 672 1 615   // 1 673 1 617   // 1 664 1 611   // 1 651 1 607   // 1 666 1 619   // 1 663 1 643 1 615   // 1 650 1 620   // 1 676 1 619   //    //   //   //   //   //   //   //  //   //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // 1 471 1 415   // 1 473   // 1 455 1 424   // 1 452 1 435   // 1 450   //   // 1 412   //   // 1 448 1 422   // 1 465 1 453  //    //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 379 1 352 1 327   // 1 379 1 335 1 315   // 1 381   // 1 316   // 1 374   // 1 370 1 348 1 332   // 1 335   //   // 1 346   // 1 381 1 332   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //  // 1 291 1 256 1 216   // 1 276 1 249 1 208   // 1 298 1 270 1 229   // 1 275 1 229   // 1 297 1 278 1 234   // 1 274 1 232  // 1 259 1 228 1 206   // 1 258 1 211   // 1 265 1 202   // 1 258 1 212   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //  // 1 180   // 1 172   // 1 171   // 1 178 1 110   // 1 190 1 156   // 1 188 1 173 1 153 1 128 1 104   // 1 133   // 1 135  //   // 1 177   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   //   //   // 1 068 1 009   // 1 070 1 023   // 1 091  //   // 1 075 1 052 1 023   // 1 051   // 1 085 1 052 1 025  //   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //   //  //   // 944   // 998 941   // 950   // 956 937   // 967  // 968   // 968   //   //    //   //   //   //   //   //   //  //   //   // 867   // 887   // 862   // 866   // 873   // 882  // 885   // 880   // 884   //   //    //   //   //   //   //  //   //   //   //   //   //   // 748 709   // 719   //   //  //   //   //   //   //    //   //   //   //   //   //   //  //   //   //   //   // 699   // 688   //   // 692   //   //  //   //   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // 1.2.3.4.5.6.7.8.9.10 //  //  //  //  //  //  //  //  //  //  // 3 1   // 32   // 33   // 34   // 35   // 36   // 37   // 38  // 39   // 40   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   // NTL   // NTPP   // Eti   // ssTB   // aTB   // TBA  // P   // MP   // MPA   // MGA   //    //   //   //   //   //  //   //   //   //   // 1 735   // 1 730   //   //   //   // 1 737   //   //   // 1 732 1 717   // 1 731 1 710   //    //  //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 676 1 619   // 1 675 1 618   // 1 659 1 612   // 1 639   // 1 643   // 1 660  // 1 699 1 663 1 616   // 1 696 1 664 1 603   // 1 673 1 608  // 1 664 1 629   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   //   // 1 501   //   // 1 569   // 1 578   // 1 573   //  //   //   // 1 584   //    //   //   //   //   //   //   //  //   //   // 1 473 1 418   // 1 447   // 1 430 1 418   // 1 438   // 1 450 1 435   // 1 439   // 1 439   // 1 448   //  // 1 460 1 447   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   // 1 381 1 335   // 1 330   // 1 383 1 331   // 1 379 1 353 1 346 1 322   // 1 391 1 369 1 346 1 321 1 310   // 1 375  // 1 386 1 358 1 328   // 1 349   // 1 365   // 1 390 1 366  //    //   //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 299 1 269 1 240 1 205   // 1 297 1 259 1 205   // 1 288 1 232   // 1 288 1 267 1 226   // 1 279 1 240 1 229   // 1 245   // 1 279 1 237 1 228 1 204   // 1 271 1 233   // 1 261 1 253   // 1 269 1 260 1 247 1 224   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   // 1 175   // 1 177   // 1 191 1 125   // 1 199 1 101  // 1 198 1 150 1 126   //   // 1 162   // 1 186 1 123   // 1 187   // 1 167 1 143 1 127 1 109   //    //   //   //   //  //   //   //   //   //   // 1 053   // 1 080 1 049   // 1 068 1 060   // 1 075 1 054 1 017   // 1 088 1 028 1 011   // 1 096 1 053 1 023   //   // 1 093   // 1 080 1 056   // 1 083 1 059 1 014   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //   //  // 965   //   //   // 937   // 987   // 948   //   // 965  // 963   //    //   //   //   //   //   //   //   //   //  //   // 879   // 869   //   // 852   //   // 871   // 871  //   // 878   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   //   // 752 704   // 724   //   // 795 762   //   //  //   //   //   //    //   //   //   //   //   //   //   //  //   //   //   // 697   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //   //  //   //   //   //   // 597   //   //   //    //   //   //  //   //   //   //   //   //  1.2.3.4.5.6.7.8.9 //  //  //  //  //  //  //  //  //  // 41  // 42   // 43   // 44   // 45   // 46   // 47   // 48   // 49  //    //   //   //   //   //   //   //   //   // MLGA   // DE  // DES   // HEX   // DEdiAc   // DESdiP   // Z   // Cort  // HCort   //    //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 738 1 716   //   //   //   // 1 757   // 1 763 1 754   //   //  // 1 714   //    //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 666 1 625   // 1 619 1 608   // 1 609   // 1 613   //   //  // 1 644 1 615   // 1 694 1 648 1 618   // 1 644 1 610   //  //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 579   // 1 591 1 513   // 1 590 1 514   // 1 598 1 516   // 1 503   // 1 504  // 1 587   //   //   //    //   //   //   //   //   //   //  //   // 1 444 1 416   // 1 426   // 1 462 1 427   // 1 458 1 440   //   // 1 459   // 1 464   // 1 447 1 413   // 1 432  //    //   //   //   //   //   //   //   //   // 1 389 1 372 1 318   // 1 333   // 1 337   //   // 1 368   // 1 363   // 1 381 1 353 1 311   // 1 391   //   //    //   //   //   //   //  //   //   //   // 1 260 1 245 1 231 1 205   // 1 247 1 205  // 1 282 1 247 1 204   // 1 218   // 1 218   // 1 210   // 1 259 1 200   // 1 269   // 1 271 1 237   //    //   //   //  //   //   //   //   //   // 1 123   // 1 171 1 102   // 1 173 1 114   // 1 174 1 107   // 1 196 1 164   // 1 157   // 1 167  // 1 186 1 159   // 1 133 1 115   //    //   //   //   //  //   //   //   //   // 1 037   //   // 1 012   //   // 1 019  // 1 076 1 019   // 1 096 1 075   // 1 075 1 064 1 037   // 1 047 1 006   //    //   //   //   //   //   //   //   //  // 972 953 930   //   //   //   // 910   //   // 989   //  // 942 900   //    //   //   //   //   //   //   //   //  // 881   // 853 834 826   // 851 831 805   // 847 830 804  // 865   // 895   // 840   // 875   // 865   //    //   //  //   //   //   //   //   //   //   // 775   // 721   // 716  //   //   //   //   //   //    //   //   //   //   //   //  //   //   // 627 612   // 649 620   // 646   // 646   // 679  //   //   //   //   //    //   //   //   //   //   //   //  //   // 551   // 520   // 586   // 573 510   //   //   //  //   //   //    //   //   //   //   //   //   //   //  Lista de abreviaturas1.2 // 1. ssE2   // Estradiol-17ss   // 2. aE2   // Estradiol-17 a   // 3. E2Ac   // Acetato de estradiol-17   // 4. E2diAc  // Diacetato de estradiol   // 5. E2P   // Propionato de estradiol-17   // 6. E2diP   // Dipropionato de estradiol  // 7. E2S   // Sulfato de estradiol-3   // 8. E2Bz  // Benzoato de estradiol-3   // 9. E2ME  // Estradiol-3-metileter   // 10. EE   // Etiilestradiol  // 11. M   // Mestranol   // 12. E1   // Estrona   // 13. E3  // Estriol   // 14. Eq   // Equilino   // 15. Eqln  // Equilenino   // 16. ssT   // Testosterona-17ss   // 17. aT  // Testosterona-17a   // 18. TAc   // Acetato de testosterona  // 19. TP   // Propionato de testosterona   // 20. TiC  // Isocaproato de testosterona   // 21. TD   // Decanoato de testosterona   // 22. TUn   // Undecanoato de testosterona  // 23. TPP   // Fenilpropionato de testosterona   // 24. TBz  // Benzoato de testosterona   // 25. MT  // Metiltestosterona-17a   // 26. MT-DP(11)  // Metiltestosterona-D9(11)   // 27. ssNT  // Nortestosterona-17ss   // 28. aNT   // Nortestosterona-17a  // 29. NTP   // Propionato de nortestosterona   // 30. NTD  // Decanoato de nortestosterona   // 31. NTL   // Laurato de nortestosterona   // 32. NTPP   // Fenilpropionato de nortestosterona   // 33. Eti   // Etisterona   // 34. ssTB  // Trenbolona-17ss   // 35. aTB   // Trenbolona-17a   // 36. TBA   // Acetato de trenbolona   // 37. P   // Progesterona  // 38. MP   // Medroxiprogesterona   // 39. MPA   // Acetato de medroxiprogesterona   // 40. MG   // Acetato de megestrol  // 41. MLGA   // Acetato de melengestrol   // 42. DE  // Dienestrol   // 43. DES   // Dietilestilbestrol   // 44. HEX   // Hexestrol   // 45. DEdiAc   // Diacetato de dienestrol   // 46. DESDiP   // Dipropionato de dietilestribestrol  // 47. Z   // Zeranol   // 48. Cort   // Corticosterona  // 49. HCort   // Hidrocortisona