CELEX: C2007/211/65
Language: pt
Date: 2007-09-08 00:00:00
Title: Processo T-130/06: Despacho do Tribunal de Primeira Instância de 25 de Junho de 2007 — Drax Power e o./Comissão ( Recurso de anulação — Ambiente — Directiva 2003/87/CE — Regime de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa — Proposta de alteração do plano nacional de atribuição de licenças de emissão — Recusa da Comissão — Inadmissibilidade )

8.9.2007   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 211/33
            
         Despacho do Tribunal de Primeira Instância de 25 de Junho de 2007 — Drax Power e o./Comissão
   (Processo T-130/06) (1)
   
   («Recurso de anulação - Ambiente - Directiva 2003/87/CE - Regime de comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa - Proposta de alteração do plano nacional de atribuição de licenças de emissão - Recusa da Comissão - Inadmissibilidade»)
   (2007/C 211/65)
   Língua do processo: inglês
   Partes
   
      Recorrentes: Drax Power Ltd (Selby, Reino Unido); Great Yarmouth Power Ltd (Swindon, Reino Unido); International Power plc (Londres, Reino Unido); Npower Cogen Ltd (Swindon); RWE Npower plc (Swindon); ScottishPower Generation Ltd (Glasgow, Reino Unido); e Scottish and Southern Energy plc (Perth, Reino Unido) (representantes: I. Glick, QC, e M. Cook, barrister)
   
      Recorrida: Comissão das Comunidades Europeias (representante: U. Wölker e X. Lewis, agentes)
   Objecto do processo
   Pedido de anulação da decisão da Comissão C (2006) 426 final, de 22 de Fevereiro de 2006, relativa à proposta de alteração do plano de atribuição de licenças de emissão de gás com efeito de estufa, notificada pelo Reino Unido em conformidade com a Directiva 2003/87/CE do Parlamento Europeu e do Conselho
   Parte decisória
   
               1)
            
            
               O recurso é julgado inadmissível.
            
         
               2)
            
            
               As recorrentes suportarão as suas próprias despesas bem como as da Comissão.
            
         
      (1)  JO C 165 de 15.7.2006.