CELEX: 51988PC0168
Language: pt
Date: 1988-03-23 00:00:00
Title: Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração do Protocolo Adicional ao Acordo de Cooperação entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos#Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração do Protocolo ao Acordo de Cooperação entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos na sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade#PROTOCOLO anexo ao Acordo entre os Estados-membros da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e o Reino de Marrocos na sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade#Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO que diz respeito à celebração do Protocolo relativo à cooperação financeira e técnica entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos#(Apresentadas pela Comissão)

ARCHIVES HISTORIQUES
DE LA COMMISSION
COLLECTION RELIEE DES
DOCUMENTS "COM"
COM (88) 168
Vol. 1988/0051
 ---pagebreak--- Disclaimer
Conformément au règlement (CEE, Euratom) n° 354/83 du Conseil du 1er février 1983 concernant
l'ouverture au public des archives historiques de la Communauté économique européenne et de
la Communauté européenne de l'énergie atomique (JO L 43 du 15.2.1983, p. 1) modifié en dernier
lieu par le règlement (UE) 2015/496 du Conseil du 17 mars 2015 (JO L79 du 25. 3.2015, p. 1), ce
dossier est ouvert au public. Le cas échéant, les documents classifiés présents dans ce dossier
ont été déclassifiés conformément à l'article 5 dudit règlement ou sont considérés déclassifiés
conformément aux articles 26(3) et 59(2) de la décision (UE, Euratom) 2015/444 de la
Commission du 13 mars 2015 concernant les règles de sécurité aux fins de la protection des
informations classifiées de l'Union européenne.
In accordance with Council Regulation (EEC, Euratom) No 354/83 of 1 February 1983 concerning
the opening to the public of the historical archives of the European Economic Community and the
European Atomic Energy Community (OJ L 43, 15.2.1983, p. 1), as last amended by Council
Regulation (EU) 2015/496 of 17 March 2015 (OJ L 79, 27.3.2015, p. 1), this file is open to the
public. Where necessary, classified documents in this file have been declassified in conformity
with Article 5 of the aforementioned regulation or are considered declassified in conformity with
Articles (26.3) and 59(2) of the Commission Decision (EU, Euratom) 2015/444 of 13 March 2015
on the security rules for protecting EU classified information.
In Übereinstimmung mit der Verordnung (EWG, Euratom) Nr. 354/83 des Rates vom 1. Februar
1983 über die Freigabe der historischen Archive der Europäischen Wirtschaftsgemeinschaft und
der Europäischen Atomgemeinschaft (ABI. L 43 vom 15.2.1983, S. 1), zuletzt geändert durch die
Verordnung (EU) Nr. 2015/496 vom 17. März 2015 (ABI. L 79 vom 25.3.2015, S. 1), ist dieser Akt
der Öffentlichkeit zugänglich. Soweit erforderlich, wurden die Verschlusssachen in diesem Akt in
Übereinstimmung mit Artikel 5 der genannten Verordnung freigegeben; beziehungsweise werden
sie auf Grundlage von Artikel 26(3) und 59(2) der Entscheidung der Kommission (EU, Euratom)
2015/444 vom      13.   März 2015     über die   Sicherheitsvorschriften für den Schutz von  EU-
Verschlusssachen als herabgestuft angesehen.
 ---pagebreak---            COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS
                                                 COM(88 ) 168 final
                                                 Bruxelas , 23 de Março de 1988
                                 Recomendação de
                               DECISÃO DO CONSELHO
    relativa à celebrado do Protocolo Adicional ao Acordo de Cooperacão
         entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos
                                 Recomendação de
                               DECISÃO DO CONSELHO
      relativa à celebradlo do Protocolo ao ,
           a Comunidade Económica Europeia e
                 na sequência da adesão do R
                    e da República Portuguesa
                                     PROTOCOLO
 anexo ao Acordo entre os Estados-membros da Comunidade Europeia do Carvão
 e do Aço e o Reino de Marrocos na sequência da adesão do Reino de Espanha
                   e da República Portuguesa à Comunidade
                                 Recomendação de
                              DECISÃO DO CONSELHO
que diz respeito à celebração do Protocolo relativo à cooperação financeira
   e técnica entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos
                         ( Apresentadas pela Comissão )
 ---pagebreak---                               EXPOSE DES MOTIFS
I. LES TROIS PROTOCOLES COMMERCIAUX
1.    La Commission a été en mesure d' achever le 25 février 1988 les négo ¬
      ciations avec    le Maroc   en vue   de    la   conclusion    de  trois   protocoles
       fixant les adaptations de caractère économique et technique ainsi que
       les mesures de transition qui sont nécessaires pour les accords conclus
      avec ce pays ( accords CEE et CECA ) à la suite de l' adhésion de l' Espagne
      et du Portugal .
      Le résultat de ces négociations est entièrement conforme aux directives
      arrêtées par le Conseil .
2.    La Commission recommande au Conseil et aux représentants des Gouverne ¬
      ments   des  Etats  membres   réunis    au    sein    du  Conseil   d' approuver  le
      résultat des négociations et d' engager la procédure de signature et de
      conclusion .
      A cet effet elle soumet :
      a)     Une recommandation de décision du Conseil       il concernant la conclusion
      d' un protocole additionnel à l' accord de coopération ération entre la Communauté
      économique européenne et le Maroc . En annexe à cette recommandation est
      joint le texte paraphé du projet de protocole additionnel , y compris ses
      annexes et déclarations communes destinées à faire partie intégrante de
      ce protocole ainsi qu' un échange de lettres entre la Communauté et le
      Maroc relatif aux fleurs coupées .
      La Commission communique , en outre , au Conseil pour son information , le
      texte de lettre remise au Chef de la délégation marocaine en même temps
      que le paraphe des protocoles et , pour mémoire , le texte de la décla ¬
      ration de la Communauté que celle-ci a prévu de faire lors de la
      signature du protocole additionnel .
      b)     Une recommandation de décision du Conseil concernant la conclusion
      d' un protocole à l' accord de coopération entre la Communauté économique
      européenne et le Maroc à la suite de l' adhésion du Royaume d' Espagne et
      de la République portugaise à la Communauté avec en annexe le texte
      paraphé du projet de protocole .
      c)     Le texte paraphé du projet de protocole à l' accord entre les Etats
      membres de la Communauté européenne du charbon et de l' acier* et le Maroc
      à la suite de l' adhésion du Royaume d' Espagne et de la République
      portugaise à la Communauté .
3.    Etant donné les délais    néces saires pour       l' exécution des procédures de
      conclusion des protocoles vis ées sous b ) et c ), la Commission se propose
      de soumettre des propositions visant à assurer l' application de manière
      autonome du régime prévu dans ces protocoles en attendant leur entrée en
      vigueur .
 ---pagebreak---                                          2
II . LE PROTOCOLE FINANCIER
1.     La Commission a été également en mesure d' achever le 25 février 1988 les
       négociations avec le Maroc en vue de la conclusion du nouveau protocole
       relatif à la coopération financière et technique .
       Le résultat de cette négociation est entièrement conforme aux directives
       arrêtées par le Conseil .
2.     La    Commission  recommande  au  Conseil    d' approuver  le  résultat      des
       négociations et d' engager la procédure de signature et de    conc lus ion .
       A cet effet elle soumet    :
          une recommandation de décision du C onseil concernant la conclusion du
          protocole relatif à 1 a coopération f inanc ière et technique ;
       -  en  annexe à cette recommandation le texte du projet de protocole .
 ---pagebreak---                                   RECOMENDAÇÃO DB £
                              DECISÃO DO CONSELHO
                          de
            relativa à celebração do Protocolo Adicional
                     ao Acordo de Cooperação entre
                   a Comunidade Económica Europeia e
                             ; 0 Reino de Marrocos
O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPE ! AS ,
Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia
nomeadamente , o seu artigo 238 »,
Tendo em conta a recomendação da Comissão ,
                                                    * .
Tendo em conta o parecer do Parlamento Europeu ,
 ---pagebreak--- Considerando ser conveniente aprovar o Protocolo Adicional ao Acordo de
Cooperação entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marroco% ( 1 ),
assinado em Rabat em 27 Abril de 1976 ,             , v
DECIDE :
                                     Artigo 1°
É aprovado em nome da Comunidade o Protocolo Adicional ao Acordo de
Cooperação entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos ."
O texto do Protocolo vem anexo à présente decisâo .
                                     Artigo 2°
0 ΡΓβδίόβηΙβ (3ο ΕοηεβΙΙιο ρτοοβόθΓβ β ηοϋίίοβςϋο ρΓβνίεΐβ ηο ΕΠί§ο 8 Β (3ο
_    .    .    (2)
Protocolo
DrnTnnnl    r\
( 1 ) JO n « L 264 de 27.9.1978 , p. 2 .
( 2 ) A data de entrada em vigor do Protocolo será publicada no Jornal Oficial
       das Comunidades Europeias por iniciativa do Secretariado-Geral do
       Conselho .
 ---pagebreak---                                  Artigo 3 «
A presente decisáo entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicacao
Jornal Oficial das Comunidades Europeias .
Feito em Bruxelas , em
                                           Pelo Conselho
                                           0 Presidente
 ---pagebreak---                                          1
        Protocolo Adicional ao Acordo de Cooperado entre a Comunidade
                     Económica Europeia e o Reino de Marrocos
A Comunidade Económica Europeia ,
por um lado ,
0 Reino de Marrocos ,
por outro ,
Tendo em conta o Acordo de Cooperação entre a Comunidade Económica Europeia e
o Reino de Marrocos , assinado em Rabat em 27 de Abril de 1976 , a seguir
denominado " Acordo ";
Considerando que   a Comunidade e Marrocos desejam reforçar ainda mais as suas
relações de modo   a ter em conta a nova dimensão resultante da adesão em 1 de
Janeiro de 1986   de Espanha e de Portugal às Comunidades Europeias e que o
Acordo prevê no    seu artigo 55s a possibilidade de um melhoramento das suas
disposições ;
Considerando   que     é conveniente   permitir   a  manutenção das   correntes
tradicionais de exportação de Marrocos para a Comunidade e que é necessário ,
por conseguinte , prever certas disposições ;
Decidiram concluir , para esse efeito , um Protocolo que fixe as adaptações a
introduzir a certas disposições do Acordo e designaram para esse efeito como
plenipotenciários :
0 Conselho das Comunidades Europeias ,
0 Governo do Reino de Marrocos ,
que ap6s terem trocado os seus plenos poderes reconhecidos em boa e dévida
forma ,
 ---pagebreak---                                          2
acordaram nas seguintes disposições :
                                     Artiao 12
1 . Para os produtos originários de Marrocos enumerados no Anexo A do presente
Protocolo , abrangidos pelo Acordo , os direitos aduaneiros de importação na
Comunidade aplicáveis por força do presente Acordo são suprimidos
progressivamente no decurso dos mesmos períodos e segundo o mesmo calendário
que os previstos no Acto de Adesão de Espanha e de Portugal para os mesmos
produtos importados desses países na Comunidade na sua composição de 31 de
Dezembro de 1985 . Esta disposição é aplicada segundo as modalidades a seguir
indicadas no presente artigo .
    No decurso desta supressão progressiva e quando os direitos aduaneiros
aplicados na importação na Comunidade na sua composição de 31 de Dezembro de
1985 dos produtos de Espanha e de Portugal forem diferentes para os dois
países , o direito aduaneiro mais elevado dos dois é aplicado aos produtos
originários de Marrocos .
2 . Para os produtos enumerados no Anexo A para os quais Marrocos beneficia de
direitos aduaneiros menos elevados do que Espanha , Portugal ou esses dois
países , o desmantelamento é iniciado a partir do momento em que os direitos
aplicados aos mesmos produtos de Espanha e de Portugal atinjam um nível
inferior aos aplicados aos produtos originários de Marrocos .
3 . As disposigoes dos nes 1 e 2 sao aplicáveis nos limites e ñas eondigoes
especiáis a que estáo submetidas as redugoes pautáis previstas nos artigos 20S
e 222 do Acordo .
4.  A supressão progressiva dos direitos aduaneiros aplicados aos produtos
originários de Marrocos , para os quais são indicados no Anexo A contingentes
pautais comunitários , efectua -se no limite desses contingentes .
    Para as quantidades importadas para além dos contingentes a Comunidade
aplica os direitos aduaneiros resultantes do Acordo .
5 . Para efeitos da supressão dos direitos aduaneiros para certos produtos
originários de Marrocos enumerados no Anexo A , é fixada uma quantidade de
referência indicada no referido anexo .
 ---pagebreak---                                        -з-
    Se as importações de um desses produtos ultrapassarem a quantidade de
referência ,    a Comunidade ,  tendo  em conta um balanço anual das trocas
comerciais que estabelece , pode sujeitar o produto em questão a um contingente
pautai comunitário , nos termos do na 4 , para um volume igual a esta quantidade
de referência .
6 . Para os produtos enumerados no Anexo A , que não os enumerados nos nas 4 e
5 , a Comunidade pode fixar uma quantidade de referência nos termos e nas
condições do na 5 se , tendo em conta o balanço anual das trocas comerciais que
estabelece , a Comunidade verificar que as quantidades importadas ameaçam criar
dificuldades no mercado comunitário .
                                    Artiso 23
1 . Em relacao aos produtos originários de Marrocos enumerados no Anexo B do
presente Protocolo , os direitos aduaneiros de importado na Comunidade sao
suprimidos segundo as mesmas modalidades que as a seguir indicadas nos nes 1 e
4 a 6 do artigo 1° .
Contudo , para as quantidades importadas para além dos contingentes pautais
comunitários , na acepção do n° 4 do artigo 1S , a Comunidade aplica os direitos
aduaneiros da pauta aduaneira comum .
2 . Em relação às flores e botões , cortados , frescos , da posição 06.03 A da
pauta aduaneira comum ,    a supressão progressiva dos direitos aduaneiros é
sujeita ao cumprimento de certas condições acordadas por troca de cartas .
                                    Artigo 3g
1 . Para a campanha de 1990 , bem como para as campanhas seguintes , com base
nos balanços ? análises referidos no no 2 , a Comunidade decidirá em função dos
elementos per' inentes relativos aos objectivos da manutenção das correntes
tradicionais 3 exportação no contexto do alargamento , se é conveniente
ajustar   pre . de entrada , referido no Regulamento ( CEE ) n2 1035/72 , para os
produto      ef ntes originários de Marrocos , dentro dos limites a seguir
indic
 ---pagebreak---                                         -4-
Número da pac       Designação das mercadorias       Quantidades
08.02 ex A          Laranjas                         265 000 toneladas
08.02 ex B          Pequenos citrinos                110 000
07.01 ex Μ          Tomates                           86 000
                    Dos quais : Abril                 15 000
                                Maio                  10 000
2 . A partir de 1987 e no final de cada campanha a Comunidade estabelece corn
base num balanço estatistico uma anâlise da situaçâo das exportaçôes dos
referidos produtos originarios de Marrocos para a Comunidade .
Para esses mesmos produtos ,    a partir de 1989 e em cada ano ,     a Comunidade
procederá igualmente a urna análise previsional das producoes e entregas com
Marrocos .
3.   0 eventual ajustamento referido no na 1 acima mencionado incide sobre o
montante a deduzir a título dos direitos aduaneiros dos preços representativos
verificados na Comunidade para o cálculo do preço de entrada de cada produto ,
nos limites previstos no na 2 , alínea c ), do artigo 152a do Acto de Adesão de
Espanha e de Portugal .
                                     Artiao 4a
0 artigo 21 a do Acordo passa a ter a seguinte redacçâo :
"1 . Em relação aos vinhos de uvas frescas da posição ex 22.05 da pauta
aduaneira comum ,   originários de Marrocos , os direitos aduaneiros aplicáveis à
entrada em vigor do Protocolo Adicional de (...), são suprimidos na importação
na   Comunidade segundo    as modalidades    fixadas no  artigo  1a   do referido
Protocolo .
     Esta disposição é aplicada dentro do limite de um contii '.ente pautai
comunitário de 85 000 hl .
                                                                       V -
     Em relagäo äs quantidades importadas para alem do contingente .         ltos
aduaneiros aplicados na importação na Comunidade para os referi^              são
reduzidos de 80*4 .
                                                                                  10'
 ---pagebreak---                                         -5-
2.  0 disposto no na 1 é aplicável na condição de os preços praticados na
importação dos vinhos originários de Marrocos na Comunidade ,      majorados dos
direitos aduaneiros efectivamente cobrados serem , em qualquer momento , pelo
menos iguais aos preços de referência da Comunidade ou aos preços resultantes
da aplicação das disposições especiais dos nos 4 e 5 .
3.  Os vinhos de uvas frescas da posição ex 22.05 da pauta aduaneira comum ,
originários de Marrocos ,     que beneficiam de uma denominação de origem em
aplicação da legislação marroquina , cuja lista é fixada numa Troca de Cartas
entre as Partes Contratantes e apresentados em recipientes que contenham dois
litros ou menos ,      são isentos de direitos aduaneiros de importação na
Comunidade , dentro do limite de um contingente pautai comunitário anual de 50
000 hl .
    Para efeitos da aplicagáo do presente número , Marrocos assegura o controlo
da identidade dos vinhos acima referidos de acordo com a sua regulamentagáo
nacional ; cada urn desses vinhos é acompanhado de um certificado de denominagáo
de origem ,   emitido pela autoridade marroquina competente ,  conforme o modelo
que figura no Anexo D do presente Acordo .
    A isenção pautai prevista no presente número é aplicável depois da
verificação da equivalência da legislação marroquina em matéria de vinhos que
beneficiam de uma denominação de origem com a legislação comunitária nesta
matéria ter permitido concluir a Troca de Cartas prevista no primeiro
parágrafo do presente número e a partir da data fixada nessa Troca de Cartas .
4 . Para os vinhos de uvas frescas da posição ex 22.05 da pauta aduaneira
comum e apresentados em recipientes contendo dois litros ou menos , originários
de Marrocos , o montante fixo acrescentado ao preço referido no artigo 172 do
Regulamento ( CEE ) na 337 / 79 relativo à organização comum do mercado
vitivinícola , é eliminado de acordo com o calendário a seguir indicado e
dentro dos limites de um volume anual de 10 000 hl :
                                                                                 Н
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A data de entrada em vigor do Protocolo Adicional ,
o montante fixo é reduzido para                         75   y.
em 1 ,. 1.1988 o montante fixo é reduzido para          62,5 %
                       Π        Tf
em 1 ,. 1.1989                      TT     Π      TT
                                                        50   %
em 1 ,,1 . 1990        Tl       TT  TT     TT     TT
                                                        37,5 %
                       TT       TT  TT
em 1 ,.1 . 1991                            TT     TT
                                                        25   %
em 1 ., 1.1992         TT       TT  TT     TT     TT
                                                        12,5 %
                       TT       TT  TT
em 1 ,.1 . 1993                            TT     TT
                                                         0   %
5 . Para os vinhos de uvas frescas da posição ex 22.05 , apresentados em
recipientes que contenham mais de dois litros , a Comunidade pode fixar a
partir da entrada em vigor do Protocolo Adicional um preço especial na
fronteira , se para a primeira campanha em curso à data de entrada em vigor do
presente Protocolo Adicional com base nos dados disponíveis              no fim da campanha
em curso , verificar relativamente à campanha anterior uma               baixa do nível das
exportações desses vinhos para a Comunidade . Esta última                 campanha serve de
referência . Para as campanhas seguintes , o resultado                   das exportações é
comparado ao da campanha de referência .
      0 eventual preço especial na fronteira é fixado anualmente ,             antes de cada
campanha , e é aplicado dentro dos limites de um volume anual de 75 000 hl .
      Proceder - se - å a um reexame da situagao antes do dia 1 de Janeiro de 1990 ".
                                            Artigo 52
1 .   Tendo     em    vista   o    melhoramento      do    funcionamento    dos   mecanismos
institucionais do Acordo ,             é criado um Comité de Cooperação Económica e
Comercial .
Esse Comité tem por tarefa facilitar :
- as trocas regulares de informações sobre os dados e previsões relativos às
    trocas comerciais e à produção ;
- as trocas regulares de informaçôes sobre as possibilidades de cooperaçâo ,
    nos sectores abrangidos pelo Acordo .
                                                                                             H,
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A presidência do Comité será exercida sucessivamente por um representante da
Comissão das Comunidade Europeias e um representante de Marrocos .
2 . 0 Conselho de Cooperaçâo determinaré o mais depressa possivel a composiçâo
e o funcionamento desse Comité em aplicação do na 3 do artigo 47a do Acordo . 0
Conselho pode igualmente decidir se o Comité deverá submeter-lhe relatórios .
                                    Artigo 6a
A Comunidade e Marrocos examinarão ,      a partir de 1995 ,  os resultados da
cooperação entre as Partes Contratantes a fim de apreciarem a situação e a
futura evolução das suas relações à luz dos objectivos fixados no Acordo .
                                    Artigo 7a
0 presente Protocolo faz parte integrante do Acordo de Cooperação entre a
Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos .
                                    Artigo ea
1.  0 presente Protocolo será submetido a ratificação ,  aceitação ou aprovação
de acordo com os procedimentos próprios das Partes Contratantes ^ as quais se
notificarão o cumprimento dos procedimentos necessários para esse efeito .
2 . 0 présente Protocolo entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte àquele
no decurso do quai as notificaçôes previstas no na 1 tenham sido efectuadas .
                                    Artigo 9a
0 presente Protocolo é redigido em duplo exemplar ,          em língua alemã ,
dinamarquesa , espanhola , francesa , grega , inglesa , italiana , neerlandesa ,
portuguesa e árabe , fazendo fé qualquer dos textos .
Em  fé  do   que  os   plenipotenciários   abaixo assinados  apuseram  as  suas
assinaturas no final do presente Protocolo .
                                                                                 15-
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Feito em Bruxelas , em
Pelo Conselho das Comunidades Europeias :
Pelo Reino de Marrocos :
                                          *1.
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                                                                   ANEXO A
Ns da pauta                          Designação das mercadorias
aduaneira comum
      01 . 01       Gado cavalar , asinino e muar vivos :
                    A. Cavalos :
                       II . Destinados a abate ( a )
                       III . Outros
      02.01         Carnes e miudezas , comestíveis , dos animáis incluidos nos
                    nss 01.01 a 01.04 , inclusive , frescas , refrigeradas ou
                    congeladas :
                    A. Carnes :
                       I. Das espécies cavalar , asinina e muar
      06.02         Outras plantas e raizes , vivas , compreendendo as estacas e
                    os enxertos   :
                    ex D. Outras :
                           - Roseiras , à excepçâo das estacas de rose iras
      07.01         Produtos hortícolas , frescos ou refrigerados :
                    A. Batatas :
                       II . Temporâ :
                            ex a ) De 1 de Janeiro a 1 5 de Maio :
                                    - de 1 de Janeiro a 31 de Março
                    F. Legumes corn casca , em grâo ou em vagem :
                       I.   Ervilhas :
                       ex a ) De 1 de Setembro a 31 de Maio :
                              - de 1 de Outubro a 30 de Abril
     A admissâo nesta subposiçâo esta subordinada às condiçôes a determinar
    pelas autoridades competentes da Comunidade .
    Dentro do limite de um contingente pautal comunitário de 39 000 toneladas .
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NQ da pauta                         Designação das mercadorias
aduaneira comum
                        II . Feijâo
                    ex a ) De 1 de Outubro a 30 de Junho
                            - de 1 de Novembro a 30 de Abril
                    ex H. Cebolas , chalotas e alhos :
                            - cebolas , de 15 de Fevereiro a 15 de Maio
                    ex L. Alcachofras :
                        - de 1 de Outubro a 31 de Dezembro
                        M. Tomates :
                                                                (2)
                        ex I . De 1 de Novembro a 1 A de Maio :
                               - de 15 de Novembro a 30 de Abril
                        S. Pimentos ou pimentBes doces
                    ex T. Outros :
                        - Beringelas , de 1 de Dezembro a 30 de Abril
                        - Cabaças , de 1 de Dezembro a 15 de Março
     07.02          Produtos hortícolas , cozidos ou não , congelados :
                    ex B. Outros :
                        - Ervilhas
     07.03          Produtos hortícolas em água salgada , sulfurada ou adicio ¬
                    nada de outras substâncias , destinada a assegurar proviso ¬
                    riamente a sua conservação , mas não preparados especial ¬
                    mente para consumo imediato :
                    A. Azeitonas :
    Dentro do limite de um contingente pautai comunitário de 4 200 toneladas .
    Dentro do limite de um contingente pautai comunitário de 86 000 toneladas ,
    do qual um subcont ingente comunitário de 15.000 toneladas em Abril .
    Quantidade de referência de 1 000 toneladas .
                                                                                 Ï6
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Ne da pauta                            Designação das mercadorias
aduaneira cotnum
                                                                    (a)
                         1 . Nâo destinadas à produçâo de azeite
                    B. Alcaparras
     07.05          Legumes de vagem secos em grão ,       descascados , mesmo em
                    película ou partidos :
                    A. Destinados à sementeira
                         ex I.    Ervilhas compreendendo o grâo de bico e os fei -
                                           ( l)
                                  joes :
                                  - ervilhas
                         ex III . Outros :
                                   - favas e favarolas
     08.01          Tâmaras , bananas , ananases , mangas , mangostões , abacates ,
                    goiabas , cocos , castanhas - do - Brasil e castanhas de cajú
                     ( de cajú ou anacardo ), frescos ou secos , com ou sem casca :
                    D. Abacates
     08.02          Citrinos frescos ou secos :
                    ex A. Laranjas :
                                ,        (2)
                              - frescas
                    ex B. Mandarinas ,       compreendendo as tangerinas e satsumas :
                              clementinas^ wilkinRs e outros citrinos hibridos
                              semelhantes :
                                ,         (3 )
                              - frescos
    A admissâo nesta subposiçâo esta subordinada às condiçôes a determinar
    pelas autoridades competentes da Comunidade .
    Quantidade de referência de 400 toneladas .
     Dentro  do  limite     de um    contingente pautal    comunitário de   265   000
    toneladas .
     Dentro  do  limite     de um    contingente pautal    comunitário de   110   000
    toneladas .
 ---pagebreak---                                 - 12 -
Ns da pauta                     Designação das mercadorias
aduaneira comum
                ex C. Limões
                       - frescos
                   D. Toranjas e pomelos
     08.04      Uvas , frescas ou secas :
                A. Frescas :
                   I. De mesa :
                       ex a ) De 1 de Novembro a 14 de Julho :
                              - de 15 de Novembro a 30 de Abril
     08.08      Bagas frescas :
                A. Morangos :
                ex II . De 1 de Agosto a 30 de Abril :
                   - de 1 de Novembro a 31 de Março
  ex 08.09      Outras frutas frescas :
                - Melões , de 1 de Novembro a 31 de Maio
                - Melancias , de 1 de Abril a 15 de Junho
     08.10      Frutas , cozidas ou não , congeladas , sem adição de açúcar :
     08.11      Frutas conservadas provisoriamente ( por exemplo , por gás
                sulfuroso ou em água salgada , sulfurada ou adicionada de
                outras substâncias destinadas a assegurar provisoriamente
                a sua conservação ), mas impróprias para consumo imediato :
                ex B. Laranjas
                       - Finamente esmagadas
                ex E. Outras :
                       - Citrinos , finamente esmagados
     08.12      Frutas secas ( com excepção das abrangidas pelos nas 08.01
                a 08.05 , inclusive ) :
                A. Damascos
     12.03      Sementes , esporos e frutos para cultura :
                                                                              12
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NS da pauta                               Designação das mercadorias
aduaneira comum
                    E. лOutros
                              .
                        ГЛ » 1ТУ1ЛГ"
                                      (а)
      16.04         Preparados e conservas de peixe compreendendo o caviar e
                    seus sucedâneos :
                    E.Atum
      20.02         Produtos hortícolas , preparados ou conservados sem vinagre
                    nem ácido acéptico :
                    A. Cogumelos
                         - cogumelos de cultura
                         - outros
                    B. Trufas
                    ex C. Tomates :
                                - tomates pelados
                        D . Espargos
                        F. Alcaparras e azeitonas
                        G. Ervilhas e feijâo verde ( 1 )
                        H. Outros , compreendendo as misturas :
                                - cenouras e misturas
                                - outros
      20.05         Purés e pastas de frutas , compotas , doces , geleias e mar ¬
                    meladas ,         obtidos por cozedura , com ou sem adição de
                    açúcar :
                    A. Purés e pastas de castanhas :
                         II . Outros
                    B. Compotas , doces e marmeladas de citrinos :
                         III . Outros
                    C. Outros :
                         III .       nâo especif icados
      20.06         Frutas preparadas e conservadas por qualquer outro proces -
                    so , com ou sem adicto de acucar ou de álcool :
     A admissâo nesta subposiçâo esta subordinada às condiçôes a determinar
    pelas autoridades competentes da Comunidade .
    Dentro do limite de um contingente pautal comunitário de 8 700 toneladas .
                                                                                  У/,
 ---pagebreak---                                       - 14 -
Ns da pauta                          Designação das mercadorias
aduaneira comum
                    B. Outros :
                       II . Sem adiçâo de âlcool :
                            a ) Corn adiçâo de açücar em embalagens de uso ime-
                                diato de conteüdo liquido superior a 1 kg :
                                ex 3 . Mandarinas , compreendendo as tangerinas e
                                       satsumas : Clementinas , wilkings e outros
                                       citrinos hibridos semelhantes :
                                       - finamente esmagados
                                ex 7 . Pêssegos e alperces :
                                       - alperces
                                ex 9 . Mistura de frutas :
                                                                                  (2
                                       - saladas de frutas
                            b ) Com adição de açúcar , em embalagens de uso
                                imediato , de conteúdo líquido igual ou infe ¬
                                rior a 1 kg :
                                ex 9 . Mistura de frutas :
                                                                                  (2
                                       - saladas de frutas
                            c ) Sem adição de açúcar em embalagens de uso
                                imediato de conteúdo líquido :
                                1 . de 4 , 5 kg ou mais :
                                    ex aa ) Alperces :
                                             - metades de alperce
                                             - polpas de alperce                  <3
                                2 . Inferior a 4,5 kg :
                                    ex bb ) Outros frutos e misturas de frutos :
                                             - metades de alperce e metades de
                                               pêssego , ( compreendendo os pêssegos
                                               pelados e as nectarinas )
    Quantidade de referência de 6 300 toneladas .
    Nas condig5es referidas no artigo 203 do Acordo .
    Dentro do limite do contingente pautai referido no artigo 223 do Acordo .
    Quantidade de referência de 6 000 toneladas .
                                                                                     10 .
 ---pagebreak---                                        - 15
N2 da pauta                           Designação das mercadorias
aduaneira comum
      20.07          Sumos de frutas ( compreendendo os mostos de uvas ) ou de
                     produtos hortícolas ,      não fermentados ,  sem adição de
                     álcool , com ou sem adição de açúcar :
                     A. Corn uma densidade super ior a 1,33 , à temperatura de
                        15° C :
                        III . Outros :
                              ex a ) Corn um valor superior a 30 ECUs por 100 kg
                                      de peso llquido :
                                                                                 (1 )
                                      - De laranjas
                                      - De outros citrinos
                               ex b ) Com um valor igual ou inferior a 30 ECUs
                                      por 100 kg de peso líquido :
                                                                                 (1 )
                                      - De laranjas
                                      - De outros citrinos
                     B. Corn uma densidade igual ou inferior a 1,33 à tempe ¬
                        ratura de 1 5° C :
                        II . Outros :
                             a ) Corn um valor superior a 30 ECUs por 100 kg de
                                 peso liquido :
                                                                                   (1
                                1 De laranjas
                                                                                 (2)
                                 2 . De toranjas e de pomelos
                             ex 3 . De limôes e de outros citrinos
                                     - De outros citrinos (à excepçâo do sumo
                                        de limâo )
                             b ) Corn um valor igual ou inferior a 30 ECUs por
                                 100 kg de peso liquido :
                                                                                 (1 )
                                 1 . De laranjas
                                 2 . De toranjas ou de pomelos
    Dentro do limite de um contingente pautai comunitário de 15 000 toneladas
    ( quantidade comum às quatro subposições relativas aos sumos de laranja ),
    não devendo a parte dos sumos importados em embalagem com um conteúdo
    inferior ou igual a 2 litros ultrapassar 3 000 toneladas .
    Quantidade de referência de 800 toneladas .
 ---pagebreak---                                        - 16 -
Ns da pauta                           Designação das mercadorias
aduaneira comum
     06.03          Flores e botóes , cortados , para ramos ou para ornamenta-
                    C§o , frescos , secos , branqueados , tintos , impregnados ou
                    preparados de qualquer outro modo :
                    A. Frescos                                                  (
     07.01          Produtos hortícolas , frescos ou refrigerados :
                    B. Couves :
                        III . Outras
                               "Couve chinesa "
                                                                                (2)
                               De 1 de Novembro a 31 de Dezembro
                    D. Vegetais para salada , compreendendo as endívias e a
                        chicória :
                        II . Outros :
                              "Végétais para salada do tipo iceberfl"
                                                                                <2)
                              De 1 de Novembro a 31 de Dezembro
                    K. Espargos
                        De 1 de Novembro a fim de Fevereiro
                    T. Outros :
                        III . Nâo especif icados :
                               " Quiabos "
                               De 15 de Fevereiro a 15 de Junho
                               "Pimentos picantes frescos"
                               De 1 de Novembro a 31 de Maio
     08.09          Outras frutas frescas :
                    "Kiwis"
                                                                                (3)
                    De 1 de Janeiro a 30 de Abril
                    " Romãs "
                    De 1 5 de Agosto a 1 5 de Novembro
    Dentro do limite pautai comunitário de 300 toneladas .
    Dentro do limite pautai comunitário de 100 toneladas .
    Quantidade de referência de 200 toneladas .
                                                                                    n.
 ---pagebreak---                                          - 18-
                   DECLARAÇÃO COMUM DAS PARTES CONTRATANTES
               RELATIVA AOS ARTIGOS 1fi , 22 , 32 e 42 DO PROTOCOLO
                              ( A anexar ao Protocolo )
As Partes Contratantes acordam em que , no caso de a data de entrada em vigor
do Protocolo não coincidir com o início do ano civil ou , se for caso disso , da
campanha , os limites quantitativos referidos nos artigos 12 , 22 , 32 e 42 do
referido Protocolo serão aplicados oro rata temooris .
Para além disso ,  as Partes Contratantes acordam em que a contabilização das
quantidades de produtos originários de Marrocos importados na Comunidade e
para os quais foram fixados limites quantitativos no presente Protocolo terá
início no dia 1 de Janeiro de cada ano ,       com excepção dos seguintes produtos
relativamente aos quais as datas a aplicar são as seguintes :
- 07 01 M I    Tomates   : 1 5 de Novembro
- 08 02 A      Laranjas : 1 de Julho
- 08 02 B      Mandarinas , clementinas : 1 de Julho
- 06 03 A      Flores e botdes : 1 de Novembro
                                                                                   * 5:
 ---pagebreak---                                        - 17-
                    DECLARACAO COMUM DAS PARTES CONTRATANTES
            RELATIVA AS BATATAS TEMPORAS DA POSICAO 07.01 A II ex a )
                            DA PAUTA ADUANEIRA COMUH
A fim de evitar perturbações no mercado comunitário ,     as Partes Contratantes
acordam em reunir-se num grupo consultivo encarregado de examinar a situação
dos mercados das batatas ( situação das colheitas e situação de abastecimento ).
Os membros desse grupo serão nomeados pelos governos dos principais países
exportadores mediterrânicos e importadores comunitários .
Esse grupo , presidido pela Comissão , deverá reunir-se pelo menos três vezes
por ano , nomeadamente antes das sementeiras nos países exportadores e no
momento das entregas .
Essas reuniões permitirão aos principais países mediterrânicos exportadores de
batatas serem informados quer sobre os mercados destinatários quer sobre os
mercados concorrenciais e terão como objectivo a elaboração de calendários
indicativos a fim de evitar uma concentração das entregas nos períodos
sensíveis para o mercado comunitário .
 ---pagebreak---                                         - 19-
          Texto objecto da Troca de Cartas entre a Comunidade Económica
          Europeia e o Reino de Marrocos relativa ao na 2 do artigo 22
              do Protocolo Adicional e respeitante à importação na
                 Comunidade de flores e botões , cortados , frescos
                    da posição 06.03 A da pauta aduaneira comum
1.    0 artigo 22 do Protocolo Adicional prevê a supressão progressiva dos
direitos aduaneiros na importação na Comunidade das flores e botões , cortados ,
frescos da posição 06.03 A da pauta aduaneira comum , originários de Marrocos ,
dentro do limite de um volume de 300 toneladas .
2.    Em relação às rosas e aos cravos que beneficiam do desmantelamento
pautai , Marrocos compromete -se a respeitar o nível de preços de importação na
Comunidade , a seguir definido .
      0 nível de preços de importação na Comunidade deve ser pelo menos igual a
85*4 do nível de preços comunitário para os mesmos produtos no decurso dos
mesmos períodos .
      0 nível de preços marroquino é determinado por verificação , nos mercados
      representativos de importação na Comunidade , dos preços dos produtos
      importados , direitos aduaneiros não deduzidos .
      0 nível de preços comunitário resulta dos preços da produção verificados
      nos mercados representativos da produção dos Estados-membros principais
      produtores .
      Para o levantamento dos preços comunitários da produção e dos preços de
      importação dos produtos marroquinos , é conveniente distinguir dois tipos
      de rosas , de flor grande e de flor pequena e , entre os cravos , os tipos
      uniflor e multiflor .
      Se durante dois dias de mercado sucessivos , para um mesmo tipo de produto
      e para pelo menos 30% das quantidades importadas na Comunidade
      relativamente às quais estão disponíveis cotações , o nível de preços
      marroquino for inferior a 85% do nível de preços comunitário , a
      preferência pautai será suspensa . A Comunidade reinstaura a preferência
      pautai após verificação de um nível de preços marroquino igual ou
 ---pagebreak---                                       - 20-
     superior a 85% do nível de preços comunitário durante dois dias de
     mercado sucessivos ou seis dias úteis sucessivos na falta de cotação para
     os produtos originários de Marrocos .
     Se , no decurso de um período de cinco a sete dias de mercado sucessivos ,
     o nível de preços marroquino oscilando acima ou abaixo do limite dos 85%
     do nível de preços comunitário , for durante três dias inferior a esse
     limite , a preferência pautai será suspensa por um período de seis dias .
     Contudo ,   o direito aduaneiro preferencial será reinstaurado pela
     Comunidade se , durante três dias de mercado sucessivos , se verificar que
     o nível de preços marroquino é igual ou superior a 85% do nível de preços
     comunitário .
3.   Por   outro   lado ,  Marrocos compromete-se    a respeitar  a repartido
tradicional das correntes comerciáis entre as rosas e os cravos .
     Se o mercado comunitário for perturbado por uma alteração dessa
repartição , a Comunidade reserva-se a possibilidade de fixar uma repartição
que tenha em conta as correntes tradicionais . Nesta eventualidade poderão
efectuar -se trocas de pontos de vista apropriadas .
                                                                                U-
 ---pagebreak---                             DECLARAÇÃO
        DO REPRESENTANTE DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA
            RELATIVA A DEFINICÁO DE NACIONAIS ALEMÍES
S3o considerados nacionais da República Federal da Alemanha
todos os alernSes na acepção da Lei Fundamental da República
Federal  da Alemanha .
 ---pagebreak---                             DECLARAÇÃO
       DO REPRESENTANTE DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA
    RESPEITANTE A APLICAÇÃO DO PROTOCOLO ADICIONAL A BERLIM
O Protocolo Adicional é igualmente aplicável ao Land de Berlim
desde que o Governo da República Federal da Alemanha nSo tenha
feito ès Partes Contratantes , no prazo de três meses a contar
da entrada em vigor do .Protocolo , declarado em contrário .
                                                         L
 ---pagebreak---                              COMMISSION                                         Bruxelles
                             OF THE EUROPEAN
                             COMMUNITIES
                  Oir»c1om*-0*r>«r»t
                  bttfflli Aaltlton»
                    I G 2
                    Monsieur l' Ambassadeur ,
                               Constatant notre accord sur les adaptations à apporter 1 l' Accord
                    CEE -MAROC en raison de l' adhésion de l' Espagne et du Portugal à la
                    Communauté , nous avons paraphé ce Jour le texte en langue française du
                    protocole fixant ces adaptations à soumettre à nos autorités compétentes
                    en vue de leur approbation .
                              Faisant suite aux                 souhaits         exprimés      par vos autorités j' ai
                    l' honneur de vous communiquer , au nom de la Commission , la déclaration
                   suivante :
                   DECLARATION DE LA COMMISSION RELATIVE A L' ANNEXE A DU PROTOCOLE
                   ADDITIONNEL
                              En ce qui concerne les dispositions de l' annexe A du protocole
                   additionnel relatives & la part , à l' intérieur du contingent de 15.000
                   tonnes , des Jus d' oranges importés en emballages d' un contenu inférieur
                   ou égal à deux litres , relevant des sous-positions 20.07 A III ex a et
                   ex b , B II a 1 et b 1 du tarif douanier commun , la Commission est
                   disposée à procéder è un examen de la situation , le moment venu , lorsque
                   les importations en emballages précités auront atteint les 4.500 tonnes
                  prévues , à la lumière de l' évolution des importations de la Communauté
                  et de l' état du marché communautaire .
                             Je vous prie de croire , Monsieur l' Ambassadeur , à l' assurance de
                  ma haute considération .
S.E. H. Abdelmalek CHERKAOUI ,                                                                  Jean Durleux
                                                                                               Conseiller hors classe
Chrf de la Représentation du
Royaume du Maroc auprès des
Communautés européennes .
Boulevard Saint Michel , 29 ,
1040 BRUXELLES .
                                                                                                                                        M.
    Arovlafonal addraa* Au* d# ta Loi 200 • A- IMS SruaM'l • SalQium - Talaphona direct Mna 23    tslapnona a«d»anga 21S 1111a 236 11 11
    Tata* OOMEU B 11177 - Tataçrap** addraai COMEUA Bruaaata
 ---pagebreak---            Déclaration de la Communauté lora de la signature du
          Protocole additionnel à l' accord de coopération entre
        la Communauté économique européenne et le Royaume du Maroc
       Lorsque la Communauté et le Maroc examineront â partir de 1995 ,
•u sens de l' article 6 du protocole additionnel , les résultats de
la coopérftion i la lumière des objectifs de l' accord , la Communauté
veillera é ce que le principe du maintien des exportations traditionnelles
qui a inspiré les décisions de la Ccs-nunauté continue i orienter l' approche
communautaire .
 ---pagebreak---                                        RECOMENDAÇÃO DE
                                 DECISÃO DO CONSELHO
                                             DE
         relativa à celebracào do Protocolo ao Acordo de Cooperacào
            entre a Comunidade Econòmica Europeia e o Reino de
       Mar rocos    na sequència da adesào do Remo de Espanha e da
                        República Portuguesa a Comunidade
O CONSELHO DAS COMUN I DADES . EUROPE ! AS ,
Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia e ,
nomeadamente , o seu artigo 238° ,
Tendo em conta a recomendação da Comissão ,
                                                     ( 1 )
Tendo em conta             do Parlamento Europeu
 ---pagebreak---  Considerando que é conveniente aprovar o Protocolo ao Acordo de Cooperacáo
 entre a Comunidade Económica Europeia e ° Keino de Marrocos             assinado
 em Rabat em 27 de Abril de 1976 , a fim de ter em conta a adesão do Reino de
 Espanha e da República Portuguesa à Comunidade ,
 DECIDE :
                                        Artigo I a
 Ê aprovado em nome da Comunidade o Protocolo ao Acordo de Cooperação entre a
 Comunidade Económica Europeia e o Reino de Marrocos na sequência da
 adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade .
 0 texto do Protocolo vem anexo à présente decisâo .
                                        Artigo 2°
0 Présidente do Conselho procédé à notificaçào prevista no artigo 26° do
DProtocolo
       '    , (2)
 Dr At AAA I «
                                        Artigo 3°
A presente decisáo entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicacáo no
 Jornal Oficial das Comunidades Europeias .
 Feito em Bruxelas , em
                                                     Pelo  Conselho
                                                      0 Presidente
 ( 1 ) JO n » L 26 4 de 27.9.1978 , p. 2 .
 ( 2 ) A data de entrada em vigor do Protocolo será publicada no Jornal Oficial
         das Comunidades Europeias por iniciat^iva do Secretariado-Geral do
        Conselho .
 ---pagebreak---                    PROTOCOLO
           AO ACORDO DE COOPERAÇÃO
   ENTRE A COMUNIDADE ECONÓMICA EUROPEIA
          E   O REINO DE MARROCOS
NA SEQUÎNCIA DA ADESÀO DO REINO DE     ESPANHA E
    DA REPUBLICA PORTUGUESA A     COMUN1DADE
 ---pagebreak--- SUA MA3ESTADE 0 RE I DOS BELGAS
SUA MA JE STADE A RAINHA DA D I NAMAfiC A ,
O PRESIDENTE DA REPÛBLICA FEDERAL DA ALEMANHA ,
O PRESIDENTE DA REPÛBLICA HELÉNICA ,
SUA MAJESTADE O REI DE ESPANHA ,
O PRESIDENTE DA REPÛBLICA FRANCESA ,
O PRESIDENTE DA 1RLANDA ,
O PRESIDENTE DA REPÛBLICA I T AL I ANA ,
SUA ALTEZA REAL O GRÂO-DUQUE DO LUXEMBURGO ,
SUA MA JE STADE A RAINHA DOS PAÎSES BAIXOS ,
O PRESIDENTE DA REPÛBLICA PORTUGUESA ,
SUA MAJESTADE A RAINHA DO REINO UNIDO DA GRÂ-BRETANHA E DA
IRLANDA DO NORTE ,
cujos Estados s3o Partes Contratantes do Tratado que institui
Comunidade Económica Europeia , e
O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPE I AS ,
                                      por um lado , e
0 GOVERNO    DO REINO DE MARROCOS ,
                                      por   outro
 ---pagebreak--- IENDO EM CONTA o Acordo de Cooperaçêio entre a Comunidade
Econômica Europeia e o Keino de Marrocos     , assinado emRabat em
27 de AbriL de 1976 , a seguir denominado " Acordo ",
CONSIDERANDO que o Reino de Espanha e a República Portuguesa
aderiram ás Comunidades Europeias em 1 de Janeiro de 1986 ,
DECIDIRAM estabelecer de comum acordo as adaptaçóes e as medidas
transitórias a introduzir no Acordo na sequência da adesão do
Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade Económica
Europeia .• para o efeito designaram como plenipotenciários :
SUA MA-JESTADE 0 REI DOS BELGAS :
SUA MA^ESTADE A RAINHA DA DI NAMARCA
0 PRESIDENTE DA REPÜBLI CA FEDERAL DA ALEMANHA
 ---pagebreak--- 0 PRESIDENTE DA REPÜBLICA HELÉNICA
SUA MA^E STADE 0 RE I DE ESPANHA :
0 PRESIDENTE DA REPÜBLICA FRANCESA
0 PRESIDENTE DA IRLANDA   :
0 PRESIDENTE DA REPÜBLICA ITALIANA
 ---pagebreak--- SUA ALT E Z A REAL 0 GRÂO-DUQUE DO LUXEMBURGO
SUA MA^ESTADE A RAINHA DOS PAlSES BAIXOS
O PRESIDENTE DA REPÜBL ICA PORTUGUESA    :
SUA MAJESTADE A RAINHA DO REINO UNIDO DA GRÃ-BRETANHA E DA
IRLANDA   DO  NORTE  :
 ---pagebreak--- 0 CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS :
O GOVERNO  DO REINO DE MARROCOS  :
OS QUAIS depois de terem trocado os seus plenos poderes
reconhecidos em boa e devida forma
ACORDARAM NO SEGUINTE
                                ARTIGO 1B
0 Reino de Espanha e a República Portuguesa tornam -se partes no
Acordo e nas DeclaracOes anexas á Acta Final assinados em Rabat
em 27 de Abril de 1976 .
 ---pagebreak---                                TlTULO I
                             ADAPTAÇÕES
                              ARTIGO 2 O
Os textos do Acordo , incluindo os Anexos e Protocolos que dele
fazem parte integrante , bem como as declarações anexas á Acta
Final , estabelecidos em língua espanhola e portuguesa , fazem fe
do mesmo modo que os textos originais . 0 Conselho de Cooperação
aprova as versões espanhola e portuguesa .
                              T I TULO II
                        MEDIDAS   TRANSITORIAS
                             CAPÍTULO I
             Disposições aplicáveis ao Reino de Espanha
                               Se c ç â o  I
                            Regime geral
                              ARTIGO      3c
1 . Com excepçSo dos produtos referidos no Anexo I , o Reino de
Espanha aplicará , a partir da entrada em vigor do presente
Protocolo , aos produtos originários de Marrocos direitos
aduaneiros de importação idênticos aos que aplica aos mesmos
produtos provenientes da Comunidade , na sua composição em 31 de
Dezembro de 1985 . Esta medida é aplicável segundo as modalidades
previstas nos n^s 2 e 3 e no artigo 48 .
 ---pagebreak--- 2.0 Reino de Espanha suprimirá progressivamente os direitos
aduaneiros de importação aplicáveis aos produtos originários da
Tunísia , de acordo com o calendário seguinte :
  em 1 de Março de 1986 , cada direito será reduzido para 90% do
  direito de base ;
- em 1 de Janeiro de 1987 , cada direito sèré reduzido para 77,5 %
  do direito de base ;
- em 1 de Janeiro de 1988 , cada direito serà reduzido para 62,5%
  do direito de base ;
  em 1 de Janeiro de 1989 , cada direito serd reduzido para 47,5%
  do direito de base ;
- em 1 de Janeiro de 1990 , cada direito será reduzido para 35% do
  direito de base ;
- em 1 de Janeiro de 1991 , cada direito serâ reduzido para 22,5%
  do direito de base ;
- em 1 de Janeiro de 1992 , cada direito será reduzido para 10% do
  di rei to de base ;
  a ùltima reduçâo de 10% sera efectuada em 1 de Janeiro de 1993 .
 ---pagebreak--- 3 . As taxas dos direitos calculadas nos termos do n® 2 aplicam-se
por arredondamento á primeira casa decimal , desprezando~se a
segunda casa decimal .
                                       ARTIGO 4 0
1 . 0 direito de base a partir do qual devem ser efectuadas as
reduções sucessivas previstas no n® 2 do artigo 3 B em relacSo a
cada produto é o direito e f e c t i vament e aplicado pelo Reino de
Espanha em relação á Comunidade em 1 de Janeiro de 1985 .
2 . Em derrogacäo do n B 1 ,
- r e l a t i v a me n t e aos produtos referidos no Anexo I , o direito de
   base e o aplicado pelo Reino de Espanha em relacSo a Marrocos            em
   1 de J ane i ro de 1 985 ,
   relativamente aos produtos a seguir mencionados , os direitos de
   base     s3o os       indicados em relacáo a cada um deles :
 ---pagebreak---   Número da pautai                                              1  Direitos
  aduaneira comum I         Designação das mercadorias          1     de
       comum      1                                             1    base
                  1                                             1
       24.02      1 Tabacos manipulados ; extractos e molhos    1
                  1 de tabaco ( praiss ):                       1
                  1 A. Cigarros                                 1    50%
                  1 B. Charutos e cigarrilhas                   1    55%
                    C. Tabaco para fumar                        1    46,8%
                  1 D. Tabaco para mascar e rapé                1    26%
                  1 E. Outros , compreendendo 0 tabaco agióme - 1
                       rado em forma de folhas                   1   10,4%
       27.09      1 Óleos brutos de petróleo ou de minerais      1
                  1 betuminosos                                  1  isenção
                  1                                              1
                                     ARTIGO 5 »
Se o Reino de Espanha suspender ou reduzir os direitos aduaneiros de
importação aplicáveis aos produtos importados da Comunidade , na sua
composição em 31 de Dezembro de 1985 , mais rapidamente que 0 previsto no
calendário fixado , suspenderá ou reduzirá igualmente , na mesma percentagem , os
direitos aduaneiros aplicáveis a esses mesmos produtos originários de Marrocos ,
com excepçào dos enumerados no Anexo I.
 ---pagebreak---                                           ARTIGO 6 0
1 . O Reino de Espanha submeterá a restrições quantitativas â
importaçSo :
~ até 31 de Dezembro de 1 988 , os produtos originarios de Marrocos
   enumerados no Anexo II ,
- até 31 de Dezembro de 1 989 , os produtos or i gi nár i os de Marrocos
   enumerados no Anexo III .
   0 Reino de Espanha pode também submeter a restrições
   c j a n t i t a t i v a s à importaçSo , até 31 de Dezembro de 1989 , os
   produtos referidos no Anexo IV e originários de"Marrocos , na
   condiçSode aplicar medidas da mesma natureza em relaçSo aos
   países terceiros nâo preferenciais .
   2 . As restriçSes referidas no n » 1 consistem na aplicaçào de
   contingentes .
   3 . Os contingentes iniciáis s3o indicados , respectivamente , nos
   Anexos II ,           III e IV ...
   0 ritmo do aumento progressivo dos contingentes referidos nos
   Anexos II e IV , bem como dos contingentes n^s 1 a 5 e 10 a 14
   referidos no Anexo III , é de 25% no inicio da cada ano , no que
   respeita aos contingentes expressos em ECUs , e de 20% no
   inicio , de cada ano no que respeita aos contingentes expressos
   em volume . 0 aumento é sempre acrescido a cada contingente e o
   aumento seguinte calculado sobre o número total obtido .
   Para os contingentes n a 6 a 9 constantes do              Anexo III , o ritmo
   anual de aumento progressivo é o seguinte :
 ---pagebreak---    em 1 de  Janeiro de 1986 :   13% ;
   em 1 de  Janeiro de 1987 :   18% ;
   em 1 de  J enei ro de 1988 : 20% ;
   em 1 de  Janeiro de 1989 :   20% .
4 . Quando se verificar que as importações em Espanha de um dos
produtos referidos nos Anexos II , III e IV foram , durante dois
anos consecutivos , inferiores a 90% do cont i ngent ament o , a
importação do produto originário de Marrocos serà liberalizada a
partir do inicio do ano seguinte a esses dois anos , se o
produto em questão estiver liberalizado , nessa altura ,
relativamente â Comunidade , na sua composição em 31 de Dezembro
de 1985 .
Se o Reino de Espanha liberalizar as importações de um dos
produtos referidos nos Anexos II e III , provenientes da
Comunidade , na sua composição em 31 de Dezembro de 1985 , ou se
aumentar um contingente , aplicável à Comunidade , na sua
composição em 31 de Dezembro de 1985 , para além da taxa mínima
referida no nfi 3 , liberalizará , igualmente , as importações
destes produtos originários de Marrocos ou aumentará
proporcionalmente o contingente .
5 . 0 Reino de Espanha aplicará , na gestão dos contingentes
previstos no n& 2 , as mesmas regras e práticas administrativas
que as aplicadas ás importações dos produtos originários da
Comunidade , na sua composição em 31 de Dezembro de 1985 .
                                ARTIGO 7 «
Para os produtos abrangidos pelo Regulamento ( CEE ) n& 3033 / 80
originários de Marrocos >, o Reino de Espanha suprimirá
progressivamente os direitos aduaneiros que consti*tuem o
elemento fixo da imposição , a partir dos direitos de base
indicados no Anexo V e segundo o ritmo previsto no n& 2 do
artigo 39 .
                                                                 Ц V.
 ---pagebreak---                                 SecçSo II
      Produt os cons tantes do Anexo II do Tratado que institui
                     a Comunidade Econômica Europeia
                                ARTIGO 80
1 . Em relaçSo aos produtos referidos no Anexo II do Tratado que
institui a Comunidade Económica Europeia e originários de Mar¬
 rocos   ■' 0 Re i no de Espanha aplicará , sem prejuízo das
disposições especiais seguintes , um direito ^ ue reduza a
diferença entre -a taxa do direito de base e a taxa do direito
preferencial , de acordo com o calendário seguinte :
- em 1 de Março de 1986 , a diferença sera reduzida para 90,9%
   da diferença     inicial ;
- em 1 de Janeiro de 1987 , a diferença será reduzida a 81,6% da
   diferença   inicial ;
- em 1 de Janeiro de 1988 , a diferença será reduzida a 72,7% da
   diferença inicial ;
- em 1 de Janeiro de 1989 , a diferença será reduzida a 63,6% da
   diferença inicial ;
- em 1 de Janeiro de 1990 , a diferença será reduzida a 54,5% da
   diferença inicial ;
- em 1 de Janeiro de 1991 , a diferença será reduzida a 45,4% da
   diferença inicial ;
 ---pagebreak---    em  1 de Janeiro de 1992 ,   a di f erença será reduzida   a 36,3*4
   da  diferença inicial ;
   em  1 de Janeiro de 1993 ,   a di f erença será reduzida   a 27,2%
   da  diferença inicial ;
   em  1 de Janeiro de 1994 ,   a di f erença será reduz i da a 18,1%
   da  di f erença inicial ;
   em  1 de Janeiro de 1995 ,   a di f erença será reduzida   a 9,0%
   da diferença    inicial .
0 Fiei no de Espanha aplicará integralmente as taxas
preferenciais a partir de 1 de Janeiro de 1996 .
2 . O Reino de Espanha adiará , até 31 de Dezembro de 1990 , a
aplicação do regime preferencial nos sectores do azeite e das
sementes e frutos oleaginosos que são objecto do Regulamento
( CEE ) n& 136 / 66 e dos produtos seus derivados .
A partir de 1 de Janeiro de 1991 , o Reino de Espanha
aplicará , em relacSo a estes produtos , um direito que reduza
a diferenca entre a taxa do direito efectivamente aplicado em
31 de Dezembro de 1990 e a taxa do direito pref e rene i a l , de
acordo com o calendario seguinte :
- em 1    de  Janeiro de 1991 , a di f erença será reduzi da para
   83,3% da di f erença inicial ;
- em 1    de Janeiro de 1992 ,  a di f erença será reduzida para
   66,6% da di f erença inicial ;
- em 1    de Janeiro de 1993 ,  a diferença   será reduzida para
   49,9% da di f erença inicial ;
 ---pagebreak--- - em 1 d® Janeiro de 1994 , a diferença será reduzida para
   3 3 , 2 % da diferença inicial ;
- em 1 de Janeiro de 1995 , a diferença sera reduzida para
   16,5% da diferença inicial ;
0 Reino de Espanha aplicará integralmente as taxas
preferenciais a partir de 1996 .
3 . 0 Reino de Espanha adiará , até 31 de Dezembro de 1989 , a
aplicação do regime preferencial em relação aos frutos e
legumes que são objecto do Regulamento ( CEE ) n2 1035 / 72 .
A partir de 1 de Janeiro de 1990 , o Reino de Espanha
aplicara , em relacSo a estes produtos , um direito que reduza
a diferenca entre a taxa do direito efectivamente aplicado em
31 de Dezembro de 1 989 e a taxa do direito p r e f e re nc i a l , de
acordo com o calendario seguinte :
   em    1  de  Janeiro  de 1990 , a diferença  sera reduzida para
   8 5,7% d a di ferença inicial ;
   em    1  de  Janeiro de  1991 , a diferença  será reduzida para
   71,4%     da  di ferença inicial ;
   em    1  de  Janeiro de  1992 , a diferença  será reduzida para
   57,1%     da  di ferença inicial ;
   em    l  de  Janeiro de 1993 ,  a di ferença será reduzida para
   4 2,8% da di ferença inicial ;
   em    1  de  Janeiro de  1994 , a di ferença será reduzida para
   28,5% da diferença inicial ;
   em    1  de  Janeiro de 1995 ,  a di ferença será reduzida para
   14,2% da di ferença inicial .
                                                                       "7
 ---pagebreak--- 0 Reino de Espanha aplicará integralmente as taxas
preferenciais a partir de 1 de Janeiro de 1996 .
4 . Em relaçáo aos produtos da pesca incluídos nas posições e
subposições 03.01 , 03.02 , 03.03 , 16.04 , 16.05 e 23.01 B e
originários de Marrocos / o Reino de Espanha aplicará um direito
que reduza a diferença entre a taxa do direito de base e a taxa
do direito preferencial , de acordo com o calendário seguinte :
-  em 1 de Março de 1986 , a diferença será reduzida para 87 , 5%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1987 ,  a di f erença será reduzida para 7 5,07.
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1988 ,  a di f erença será reduzida para 62,5%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1989 ,  a diferença será reduzida para 50,0%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1 990 , a di f erença será reduzida para 37,5%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1991 ,  a di f erença será reduzida para 25,0%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1992 ,  a di f erença será reduzi da para 12,5%
                                                              3
   da diferença inicial .
 ---pagebreak--- 0 Rei >: de Espanha aplicará integralmente as taxas
preferenciais a partir de 1 de Janeiro de 1993 .
Todavia , relativamente aos preparados e conservas de sardinhas
incluídos na subposição 16.04 da pauta aduaneira comum , o Reino
de Espanha aplicará um direito que reduza a diferença entre a
taxa do direito de base e a taxa do direito preferencial de
acordo com o calendário previsto no n a 1 .
5 . 0 direito de base referido nos n a s 1 e 4 é o definido no n a
1 do artigo 4 a .
                               ARTIGO 9 2
0 Reino de Espanha aplicará , em relação aos produtos referidos
no n a 1 do artigo 8 a , a part.ir da entrada em vigor do presente
Protocolo , o regime resultante do Acordo , no que diz respeito
âs vantagens nào pautais e ás reduções dos direitos
niveladores .
                               ARTIGO 10 a
1 . Podem ser aplicadas restriçCes quantitativas â importação em
Espanha dos produtos originários      de Marrocos     :
a ) Até 31 de Dezembro de 1989 , em relaç3o aos produtos
    constantes do Anexo VI ;
b ) Até 31 de Dezembro de 1995 , em r e l a ç S o aos produtos
    constantes  do Anexo VII ;
 ---pagebreak--- c ) Até 31 de Dezembro de 1995 , em relação aos vinhos de uvas
    frescas da posição ex 22.05 sujeitos , nos termos do artigo
    81° do Acto de Adesão , ao mecanismo complementar aplicável à
    importação em Espanha , proveniente da Comunidade , na sua
    composição em 31 de Dezembro de 1985 .
2 . Podem ser mantidas restrições quantitativas , até 31 de
Dezembro de 1992 , em relação ã importação em Espanha dos
produtos constantes do Anexo VIII e originários de Marrocos .
                             ARTIGO 11 »
Em relação aos produtos referidos no n® 1 do artigo 8 C que não
estejam submetidos , em 1 de Março de 1986 , a uma organização
comum de mercados , as disposições do Acordo relativas à
eliminação dos encargos de efeito equivalente a direitos
aduaneiros e à supressão das restrições quantitativas e medidas
de efeito equivalente não se aplicam a estes encargos ,
restrições e medidas , quando façam parte integrante de uma
organização nacional de mercado em Espanha à data da adesão .
Esta disposição sõ é aplicável até à entrada em funcionamento
da organização comum de mercado para estes produtos , e o mais
tardar até 31 de Dezembro de 1995 , e apenas quando tal seja
estritamente necessário para assegurar a manutenção da
organização nacional .
 ---pagebreak---                                  Seccào III
                 Zonas de regime aduaneiro e fiscal especial
                         referidas no Protocolo nQ 2 do
                    Acto de Adesáo de Espanha e de Portugal
                             ás Comunidades Europeias
                                    Artigo 12Q
1 . Sem prejuízo das disposições seguintes , o regime de trocas comei–
ciais com Marrocos das zonas de regime aduaneiro e fiscal especial re ¬
feridas no nQ 2 do Acto de Adesão de Espanha e de Portugal às Comunida
des Europeias , a seguir denominadas " zonas ", é o mesmo que o aplicado
nas trocas comercia'’ ~ entre a Comunidade e Marrocos , na condição de o
Reino de Marrocos conceder aos produtos originários das zonas o mesmo
tratamento que concede á Comunidade .
2 . Os direitos aduaneiros aplicados nas zonas aos produtos referidos
no Anexo II do Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia ,
bem como o encargo denominado "arbítrio insular - tarifa general " exis
tente nas Ilhas Canárias serão suprimidos progressivamente em relação
aos produtos originários de Marrocos , segundo o mesmo calendário e nas
mesmas condições que as previstas nos artigos 3Q, 4Q e 5ó .
3 . Os direitos aduaneiros existentes nas zonas para os produtos refe ¬
ridos no Anexo II do Tratado que institui a Comunidade Económica Eu ¬
ropeia e originários de Marrocos serão progressivamente aproximados
das taxas preferenciais aplicadas pela Comunidade a esses produtos ,
sob reserva da possibilidade de estas zonas concederem a esses pro ¬
dutos um tratamento mais favorável que o concedido pela Comunidade .
 ---pagebreak--- Todavia , o calendário e as condições das medidas de .
desmantelamento nâo podem ultrapassar os calendários e as
condiçOes definidos nos artigos 3 *», 4 « e 5 ».
4 . 0 encargo denominado " arbítrio insular - tarifa especial "
das Ilhas Canárias será suprimido à data de entrada em vigor do
presente Protocolo em relação aos produtos originários de
Marrocos ;
Todavia , o referido encargo pode ser mantido na importação dos
produtos enumerados na lista constante do Anexo IX a uma taxa
correspondente a 90°       da taxa indicada em relação a cada um dos
produtos da referida lista na condição de esta taxa reduzida
ser uniformemente aplicada a todas as importações dos produtos
em causa originários ae Marrocos . o referido encargo serâ
suprimido no mesmo momento em que for suprimido em relação â
Comunidade . Este encargo não pode , em momento algum , ser
superior ao nível da pauta aduaneira espanhola , tal como
alterada tendo em vista a entrada em funcionamento progressiva
da pauta aduaneira comum .
                                CAPITULO II
           Di spos i ções aplicáveis à República Portuguesa
                                  Secção I
                               Regime geral
                                ARTIGO 13 «
1 . A República Portuguesa suprimirá , a partir da entrada em
vigor do presente Protocolo , os direitos aduaneiros de
importação dos produtos originários de Marrocos .
 ---pagebreak---  2 . Em derrogação do disposto no nfi 1 , a República Portuguesa
 suprimir * progressivamente os direitos aduaneiros de importacfio
 aplicáveis aos produtos referidos no Anexo X , originários de
Marrocos • c* e acordo com o calendário seguinte :
 ■ em 1 de Março de 1986 : cada direito sera reduzido para 90‘/. do
    direito de base ;
-   em 1 de Janeiro de 1 987 :     cada  direito será redu2 i do para 80%
    do direito de base ;
-   em 1 de Janeiro de 1 988 :     cada  direito será    reduzido  para 6 5%
    do direito de base ;
-   em 1 de Janeiro de 1 989 :     cada  direito será    reduzido  para 5 0%
    do direito de base ;
-   em 1 de   Janeiro de 1 990 :   cada  direito será reduzido para 4 0%
    do direito de base ;
-   em 1 de   Janeiro de 1991 :    cada  direito   será  reduzido para  30%
    do direito de base ;
-   em 1 de   Janeiro de 1992    e  1 de  J anei ro de  1993 serão
    efectuadas as outras duas redueles , de 15% cada urna .
 ---pagebreak--- 3 . As taxas dos direitos calculadas nos termos do nO 2
aplicam -se por arredondamento a primeira casa decimal ,
desprezando -se a segunda casa decimal .
                            ARTIGO 14R
1 . O direito de base a partir do qual devem ser efectuadas as
reducOes sucessivas previstas no na 2 do artigo 13a em relacSo
a cada produto é o direito efectivamente aplicado pela
República Portuguesa em relacáoa Mar roeos em 1 de Janeiro de
1 985 .
2 . Em derrogação do disposto no n& 1 , em relação aos produtos
constantes do Anexo XI , a República Portuguesa eliminará os
direitos aduaneiros a partir dos direitos de base indicados no
referido anexo para cada produto , na condição de esses direitos
serem mais elevados que os direitos aduaneiros ef ect i vamente
aplicados pela República Portuguesa relativamente a Marrocos em
1  de Janeiro de 1985 .
                            ARTIGO 1 5 e
Se a República Portuguesa suspender ou reduzir os direitos
aduaneiros de importação aplicáveis aos produtos importados da
Comunidade , na sua composição em 31 de Dezembro de 1985 , mais
rapidamente que 0 previsto no calendário fixado , suspenderá ou
reduzirá igualmente , na mesma percentagem , os direitos
aduaneiros aplicáveis a estes mesmos produtos originários de
Marrocos • com excepção dos referidos no ponto B do Anexo X.
 ---pagebreak---                               ARTIGO   160
1 . Os encargos de efeito equivalente a direitos aduaneiros de
importação aplicados pela República Portuguesa aos produtos
originários de Marrocos serão suprimidos â data de entrada em
vigor do presente Protocolo .
2 . Os encargos seguintes , aplicados pela República Portuguesa
nas suas trocas comerciais com Marrocos       , serão suprimidos
progressivamente , de acordo com o calendário seguinte :
a ) 0 encargo de 0,4% ad valorem aplicado :
    - âs mercador i as împortadas temporari amente ,
    - âs mercadorias reimportadas ( com excepçâo dos
      contentores ),
    - âs mercadorias importadas em regime de aperfeiçoamento
      activo caracteri 2ado pela restituição apôs a exportação
      dos produtos obtidos dos direitos cobrados na importação
      das mercadorias' utilizadas    (" drawback ")
    sera :
    - redu2ido para 0,2% em 1 de Janeiro de 1987 e
    - suprimido em 1 de Janeiro de 1988 ;
b > 0 encargo de 0,9% ad valcrem aplicado isnercadorias
    importadas para consumo sera :
    - reduzido para 0,6% em 1 oe .Janeiro de 1989 ,
    - reduzido para 0,3% em 1 de Janeiro de 1990 e
      suprimido e m 1 de Janeiro de 19-51 .                      ff'
 ---pagebreak---                             ARTIGO 17 »
1 . A Repùblica Portuguesa eliminar ^, a partir da entrada em
vigor do presente Protocolo , os direitos aduaneiros de caràcter
fiscal ou o elemento fiscal dos direitos aduaneiros existentes
nessa data sobre as importacóes de produtos originàrios de
  Marrocos .
2 . Em relação aos produtos constantes do Anexo XII , o direito
aduaneiro de carácter fiscal ou o elemento fiscal dos direitos
aduaneiros aplicados pela República Portuguesa serão eliminados
segundo o calendário previsto no n® 2 do artigo 138 .
3 . No caso de a República Portuguesa utilizar a faculdade de
que dispSe por força do n° 3 do artigo 1960 do Acto de Adesão ,
de substituir o direito aduaneiro de carácter fiscal ou o
elemento fiscal desse direito por uma imposição interna , o
elemento eventualmente não coberto pela imposição interna
constitui o direito de base a partir do qual a eliminação deve
ser efectuada . Este elemento será suprimido nas trocas
comerciais com Marrocos    segundo o calendário previsto no n& 2
do art i go 1 3° .
                             ARTIGO 18 »
A República Portuguesa manterá , até 31 de Dezembro de 1987 ,
restriçCes quantitativas á importação em relação a Marrocos para
os veículos automóveis que são objecto do regime especial
acordado entre a Comunidade e a República Portuguesa nos termos
do Protocolo n8 18 do Acto de Adesão .
 ---pagebreak---                                     ARTI      190
Em relação aos produtos que sâo objecto do Regulamento ( CEE ) n&
3033 / 80 e originários de Marrocos / a República Portuguesa
suprimirá os direitos aduaneiros que constituem o elemento fixo
da imposição , a partir dos direitos de base indicados no Anexo
XIII e de acordo com o calendário previsto no n o 2 do artigo
1 3R .
                                   SeccçSo      II
      Produtos constantes do Anexo II do Tratado que institui a
                     Comunidade Económica Europeia
                                   ARTIGO      20°
1 .   Em relação aos produtos referidos no Anexo II do Tratado que
institui a Comunidade Económica Europeia e originários de
 Marrocos » a República Portuguesa aplicará , sem prejuízo das
disposições especiais seguintes , um direito que reduza a
diferença entre a taxa do direito de base e a taxa do direito
preferencial , de acordo com o calendário seguinte :
- em 1 de Março de 1986 , a diferença sera reduzida para 90,9%
da    diferença inici a l ;
-
    em  1 de Janeiro de     1987 , a    diferença será reduzida para 81,8%
    da  diferença ini -
                      cial
-
    em  1 de Janeiro de 1 988 ,    a    diferença   será    reduzida para 72,7%
da    diferença inici a t ;
-
    em  1 de Janeiro de     1989 , a    di f erença será reduzida para 63,6%
    da  diferença ini c i a l ;
-
    e m 1 de Janeiro  de 1990 ,    a    diferença   r e r â reduzida para 5 4,5%
    da  diferença ini c i a I. ,      .·                                         Π-
 ---pagebreak--- -  em 1 de Janeiro de . 1 991 , a di f erença será reduzida para  4 5,4%
   da diferença inicial ;                                     •
-  em 1 de Janeiro de 1992 ,    a di f erença será reduzida para 36,3%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1993 ,    a di f erença será reduzi da para 27,2%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1994 ,    a di f erença será reduzida para 18,1%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1995 ,    a di f erença será reduzida para  9,0%
   da diferença inicial .
A Republica Portuguesa aplicará integralmente as taxas
preferenciais a partir de 1 de Janeiro de 1996 .
2 . A República Portuguesa adiará , até 31 de Dezembro de 1990 , a
aplicação do regime preferencial para os produtos do sector do
azeite e das sementes e frutas oleaginosas que são objecto do
Regulamento ( CEE ) n c 136 / 66 e dos produtos seus derivados .
A partir de 1 de Janeiro de 1991 , a República Portuguesa
aplicará , em relação a estes produtos , um direito que reduza a
diferença entre a taxa do direito ef ect i vamente aplicado em 31
de Dezembro de 1990 . e a taxa do direito preferencial , de acordo
com o calendário seguinte :
-  em 1 de Janeiro de 1991 ,    a di f erença será reduzi da para 83,3%
   da diferença inicial ;            •
-  em 1 de Janeiro de 1992 ,    a di f erença será reduzida para 66,6%
   da diferença inicial ;
-  em 1 de Janeiro de 1993 ,    a diferença será reduzida para 49,9%
   da diferença inicial ;
 ---pagebreak--- - em 1 de Janeiro de 1994 , a d i f e r e n ç : sera reduzida para 33,2 7.
   da diferença inicial ;
- em 1 de Janeiro de 1995 , a diferença sera reduzida para 16,57
   da diferença inicial .
A República Portuguesa aplicará integralmente as taxas
preferenciais a partir de 1 de Janeiro de 1996 .
3 . A República Portuguesa adiará , até ao inicio da segunda
etapa , tal como definida no artigo 2602 do Acto de AdesSo , a
aplicação do regime preferencial em relação aos produtos que
sSo objecto dos seguintes actos :
- Regulamento ( CEE ) n® 1035 / 72 que estabelece a organização
   comum de mercado no sector das frutas e produtos hortícolas ;
- Regulamento ( CEE ) n8 2727 / 75 que estabelece a organização
   comum de mercado no sector dos cereais ;
- Regulamento ( CEE ) n2 822 / 87 que estabelece a organização
   comum de mercado  vi t i vi n1 cola .
A República Portuguesa aplicará , em relação a estes produtos , a
partir do inicio da segunda etapa , um direito que reduza a
diferença entre a taxa do direito e f e c t i vamen t e aplicado no
final da primeira etapa e a taxa do direito preferencial , de
acordo com o calendário seguinte :
   i ) quando a segunda etapa tiver uma duraçfio de cinco anos :
      - em 1 de Janeiro de 1991 , a diferença seré reouiid a para
        83,3% da diferença inicial ;
 ---pagebreak---     - em 1 de Janeiro de 1992 , a diferença serâ reduzida para
      66,6% da diferença inicial ;
      em 1 de Janeiro de 1993 , a diferenca serä reduzida para
      49,9% da diferenca inicial ;
      em 1 de Janeiro de 1994 , a diferença serà reduzida para
      33,2% da diferenca inicial ;
      em 1 de Janeiro de 1993 , a diferença será reduzida para
      16,5% da diferenca inicial ;
ii ) quando a segunda etapa tiver uma duraçSo de sete anos :
    - em 1 de Janeiro de 1989 , a diferença serâ reduzida para
      87,5% da diferença inicial ;
    - em 1 de Janeiro de 1990 , a diferença serâ reduzida para
      75% da diferença inicial ;
    - em 1 de Janeiro de 1991 , a diferença serâ reduzida para
      62,5% da diferença inicial ;
    - em 1 de Janeiro de 1992 , a diferença serâ reduzida para
      50% do diferença inicial ;
    - em 1 de Janeiro de 1993 , a diferença serâ reduzida para
      37,5% da diferença inicial ;
    - em 1 de Janeiro de 1994 , a diferença serâ reduzida para
      25% da diferença inicial ;.
    - em 1 de Janeiro de 1995 , a diferença serâ reduzida para
      12,5% da diferença inicial ;
 ---pagebreak--- _i i 1 ) _P o r t ug a l apLicarâ i ntegra Imente as taxas prelerenci ai s            a
          partir de 1 de Janeiro de 1996 .
 4 ) A Republica Portuguesa aplicará , em relaçflo aos produtos da
 pesca das posições e subposições 03.01 , 03.02 , 03.03 , 16.04 ,
 16.05 , e 23.01 B da pauta aduaneira comum e originários                       de
Marrocos , um direito que reduza a diferença entre a taxa do
 direito de base e a taxa do direito preferencial , de acordo com
 o calendário seguinte :
     e m  1   de Março de              1986 , a diferença será reduzida para 87 , 5 7o
     da   d i f erenç a   i ni c i a l ;
     em   1   de   Janei  r o     de 1987 ,     a diferença    será reduzida para  7 5,07.
     da   d i f erença    i n i cia-
                                   l.
     em   1   de   Janei  r o      de 1 988 ,   a d.i f erença será reduzida para 6 2 , 57.
     da   d i f erença    i n i cial .-
     em   1   de   Janei  r o      de 1 989 ,   a diferença    será reduzida para  5 0,07
     da   d i ierença     i n i cia-l.
     em    1  de   Janei  r o       de 1 990 ,  a di f erença  será reduzida para  37 , 5 7.
     da   diferença i n i ciai ;
     em    1  de    Janei ro          de 1991 , a di ferença   será reduzida para  2 5,07.
     da   d i ferença     i n i ciai ;
     em    1  de Janei    r o         de 1992 , a diferença será reduzida para 12,57.
     da   d i f erença    i n i ciai .
 ---pagebreak--- * República Portuguesa aplicará integralmente as taxaá
preferenciais a partir de 1 de Janeiro de 1993 .
Todavia , em relação aos preparados e conservas de sardinhas da
subposição 16.04 D da pauta aduaneira comum , a República
Portuguesa aplicará um direito que reduza a diferença entre a
taxa do direito de base e a taxa do direito preferencial , de
acordo com o calendário previsto no n° 1 .
5 . 0 direito de base referido nos n°s 1 e 4 é o definido no n°
1 do artigo 148 .
                            ARTIGO 21°
Em relação aos produtos referidos no n° 3 do artigo 20° , a
República Portuguesa adiará , até ao inicio da segunda etapa ,
tal como definida no artigo 260° do Acto de Adesão , a aplicação
do regime que resulta do Acordo em relação às vantagens não
pautais e ãs reduções dos direitos niveladores .
                            ARTIGO 22°
1 . Até 31 de Dezembro de 1992 , podem ser aplicadas restrições
quantitativas á importação em Portugal dos produtos enumerados
no Anexo XIV e originários de Marrocos .
2 . Até 31 de Dezembro de 1995 , podem ser mantidas restrições
quantitativas á importação em Portugal dos produtos enumerados
no Anexo XV e originários   de Marrocos ;
 ---pagebreak--- 3 . Até 31 de . Dezembro de 1 990 , podem ser mantidas restrições
quantitativas i importação em Portugal das azeitonas das
subposições 07.03 A e 20.02 F da pauta aduaneira comum e
originárias de Marrocos .
4 . Até 31 de Dezembro de 1992 , podem ser mantidas restriçBes
quant i t at i vas à importaçflo em Portugal dos produtos enumerados
no Anexo XVI e originàrios de Marrocos .
                                 ARTIGO 230
Em relação aos produtos referidos no nO 1 do artigo 20 e que não
estejam submetidos , em 1 de Março de 1986 , a uma organização
comum de mercados , as disposições do Acordo relativamente â
eliminação do encargos de efeito equivalente a direitos
aduaneiros e â supressão das restrições quantitativas e medidas
de efeito equivalente , não se aplicam a estes encargos ,
restrições e medidas , quando façam parte integrante de uma
organização nacional de mercado em Portugal â data da adesão .
Esta disposição sô é aplicável até à entrada em funcionamento
da organização comum de mercado para estes produtos , e o mais
tardar até 31 de Dezembro de 1995 , e apenas quando tal seja
estritamente necessário para assegurar a manutenção da
organização nacional .
 ---pagebreak---                                TITULO III
                      DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS
                               ARTIGO 24®
O Conselho de Cooperação introduzirá nas regras de origem as
alterações que se tornem necessárias na sequência da adesão do
Reino de Espanha e da República Portuguesa As Comunidades
E urope i as .
                               ARTIGO 25®
Os Anexos do presente Protocolo fazem dele parte integrante . 0
presente Protocolo faz parte integrante do Acordo .
                               ARTIGO 26®
0 presente Protocolo será aprovado pelas Partes Contratantes em
conformidade com os seus procedimentos próprios . 0 presente
Protocolo entra em vigor no primeiro dia do segundo mês
seguinte á notificação de realização desses procedimentos pelas
Partes    Contratantes .
São imediatamente aplicáveis , aquando da entrada em vigor do
presente Protocolo , as reduçOes de direitos e os aumentos de
contingentes e quaisquer outras medidas nele previstas para o
ano no decorrer do qual se verifica essa entrada em vigor . 0
presente Protocolo não produz efeitos em relação a períodos
anteriores á sua data de entrada em vigor .
 ---pagebreak---                              ARTIGO 27 »
0 presente Protocolo é redigido em duplo exemplar em língua
alemã , dinamarquesa , espanhola , francesa , grega , inglesa ,
italiana , neerlandesa , portuguesa e árabe , fazendo fé qualquer
dos textos .
 ---pagebreak---                                                                                               A.NEXO 1
                                     Lista prevista no no 1 do artige 30
 Nùnero da
pauta aduaneira                           Designagio das Mrcadoriaa
     cou »
     28.10           Ani dri dos a ácidos fosfóricos (aetan, orton a pyron )
     31.05
                     foraas siailares ou aa oabalagens de peso bruto nio superior · 10 kg
                                                                       ·' ri.'»:.·
     -
                1
                                                                                        * "v '    "* “ '
            •
     55.09           Outros tecidos de ilgodio
     56.07       !1 Tecidos de fibras têxteis· sintáticas
                                                       *·
                                                              ou artificiais, descontínuas
                  |
      60.03       ji feiis , peûgas e arlafactos seaelhantes , de aalha nio eljstica , te » bsrraeha
                                                                                                         CG
 ---pagebreak---  Número da
pauta aduaneira                     Designarlo das aorcadorlas
     COMI
     60.06      loupas intarlerei , da aalha alo aliatici , asa borracha
     60.05      Intuirlo aitarior , respectivos acessórios · outras obras , de aslhs nlo disti ¬
                ca , sea borracha
     61.01      Intuirlo ostarior para boaens o raparos
     61.02      Vestuário esterlor para senhoras , raparigas o crianças
     61.03      loupas Interiores pars hoaens a rapares , coapreendendo colarinhos , peitilhos a
                punhos
 ---pagebreak---                                                                                                               ANEXO II
                                 List* prcvista non ? 1 , primcirocravcisâo , do anigo £2
 Contingente Minero da                                                                                          Contingente
              aduaneira comum                                  De»gnaçio d«b mercadorias                          de bate
fin ΓΪ'ΠΡΓΟ
      1            85.15                                                                                         20 unidades
                              Aparelhos transmissores e receptores de radiotelefonia e radiotelegrafia ;
                              aparelhos emissores e receptores de radiodifusão e televisão (compreendendo os
                              receptores combinados com um aparelho de registo ou de reprodução de som ) e
                              aparelhos de tomada de vistas para televisão; aparelhos de radiodirecção ,
                              radiodetecção , radiossondagem e radiotelecomando:
                              A. Aparelhos transmissores e receptores de radiotelefonia e radiotelegrafia ;
                                  aparelhos emissores e receptores de radiodifusão e televisão (compreenden ¬
                                  do os receptores combinados com um aparelho de registo ou de reprodução
                                  de som ) e aparelhos de tomada de vista para televisão:
                                  111 . Aparelhos receptores , mesmo combinados com um aparelho de registo
                                         ou de reprodução de som :
                                         b ) Outros :
                                             ex 2 . Não especificados:
                                                     – De TV a cores cuja diagonal do écran (tela ) i de:
                                                        – De 42 cm ate 52 cm inclusive
                                                        – Mais de 52 cm
      2            87.01      Tractores , compreendendo os tractores-guinchos :                                    2 unidades
                              ex B. Tractores agrícolas (com exclusão dos motocultivadores ) e tractores
                                       florestais , de rodas :
                                       – De cilindrada inferior ou igual a 4 000 cm 1
 ---pagebreak---                                                                                                                   ANEXO I I T
                               Lista prevista non ? t , vegundo travessâo . do artigo 6°
Contingente Numéro de pauts                                                                                          Contingente
                                                          Drtiftniçio das mcrcidorus
do numéro I tduintirJ comum                                                                                            de bave
     1             25.03    Enxofre com txdusio do enxofre sublimado , precipitado ou no estado
                            coloidal                                                                              AO toneladas
                   29.03    Derivados sulfonados , nitrados e nitrosados dos hidrocarbonetos:                      5 toneladas
                            B. Derivados nitrados e nitrosados :
                               ex I. Trinitrotoluenos , dinitronaftalenos :
                                       – Trinitrotoluenos
                   36.01    Pólvoras
                   36.02    Explosivos preparados
               ex 36.04     Rastilho ( mechas e cordôes détonantes ); fulminantes e cipsulas fulminantes ;
                            escorvas ; detonadores :
                            – com exclusào dos detonadores eléctricos
                   36.0 S   Anigos de pirotecnia ( fogos de artificio , petardos e bombas , fulminantes
                            parafinados , foguetes contra o granizo e semelhantes)
                   36.06    Fosforos
     3             39.02    Produtos de polimerização e de copolimerizaçio ( polietileno, polierraaloetile-       19 toneladas
                            nos , polusobutileno , poliestireno , cloreto de polivinilo , acetato de polivinilo ,
                            doroacetato de polivinilo e outros derivados polivinílicos , derivados poliacrfli-
                            cos e polimetacrilicos e resinas de cumarona-tndeno , etc .):
                            C. Outros :
                                        I. Polietileno :
                                            ex b ) Sob qualquer outra forma :
                                                   – Residuos e desperdicios de artefactos
                                    ex II . Politetraaloetilenos :
                                            – Ке(1(1ио& е (1е|регс1|С10$ с!е апеЬсто*
                                   ех Ш . Ро1ши11оа1оеп1епо >:
                                            – Residuos e desperdicios de artefactos
                                   ex IV . Polipropileno:
                                            – Residuos e desperdicios de artefactos
                                    ex V. Poliisobutüeno :
                                            – Residuos e desperdicios de artefactos
                                   ex VI . Poliesrireno e seus copolimeros:
                                            ex b) Sob qualquer ourra forma :
                                                   – Residuos e desperdicios de artrfactos
                                  ex VII . Cloreto de polivinilo :
                                            ex b ) Sob qualquer outra forma :
                                                   – Residuos e desperdicios de artefactos
                                 ex VIII . Cloreto de pohvmuideno , copolimeros de cloreto de vinilideno e de
                                            cloreto de vuulo :
                                            – Residuos e desperdicios de artefactos
                                  ex IX - Acetato de poiivimio :
                                            – Кеис)ио$ е (Дорсгйюс» йс агеЬсто*
                                   сх X СороЬтего* йе с)оге<о йе УЩНО С йе асешо                УШЙО:
                                            – Residuos e desperdmo'. de artefactos
 ---pagebreak--- Contingent* Numéro de pauta                                                                                                 Cominftcnit
Ôo número     êduanetra comum                                   Dnignaçio dji mercadonas                                      de base
                    39.02
                                     ex XI .     Alcools, acetais e éteres, polivinilicos:
                  (coni.)                        – Residuos e desperdi'cioi de artcfactos
                                   ex XII        Polímeros acrílicos , polímeros metacrílicos e copolimeros acrilo-
                                                 meracrilicos :
                                                 – Residuos e desperdicios de artefactos
                                  ex XIII . Résinas de cumarona , résinas de indeno e résinas de cumarona-in-
                                                 deno :
                                                 – Residuos e desperdicios de artcfactos
                                       XIV . Ourros produios de polimeruaçào e copolimcrizaçào:
                                                 ex b) Sob qualquer outra forma :
                                                          – Residuos e desperdicios de artefactos
     4             39.07      Obras das materias dos n?* 39.01 a 39.06 inclusive:                                         90 000 ECUs
                              B. Outras :
                                     I. De celulose regenerada
                                  111 . De matérias albuminôides endurecidas
                                   V. De outras matérias :
                                              a ) Bobinas e supones semelhantes , para enrolamento de filmes e
                                                  películas fotográficas e cinematográficas ou de tiras , filmes , etc .,
                                                  referidos no n ? 92.12
                                              c ) Barbas e semelhantes para espartilhos , para vestuàrio e os seus
                                                  acessôrios
                                          ex d ) Outras :
                                                  – Com exclusão dos escafandros de protecçào contra as
                                                        radiações ou as contaminações radioactivas , não combinadas
                                                        com aparelhos respiratórios
     5           ex 38.01     Tapetes com pontos de* nó ou envolvimento » mesmo confeccionados , com                      10 toneladas
                              exclusão dos tapetes de fabrico manual
                     38.02    Outros tapetes , mesmo confeccionados , tecidos dcnominados Kehm ou Kihm ,
                              Schumicks ou Soumak , Caranuwu e semclhantes , mesmo confeccionados :
                              A. Tapetes
     6           ex 38.04     Veludos , pelúcias , tecidos com argolas e tecidos de froco , com exclusão dos              100 Kg
                              artefactos dos n?1 3308 e 38.05 :
                              – De algodào
                     58.09    Tules , filó e tecidos de rede com nó , com desenhos ; rendas ( de fabrico manual ou
                              mecânico ) em peça , em tiras ou em aplicações :
                              B. Rendas :
                                  ex I. De fabnco manual :
                                             – Com cxclusào das rendas de algodào , de là e de fibras sintéticas ou
                                                  artificiais
                                       II . De fabrico mccànico
                     60.01    Tecidos de malha , não elástica , tem borracha , em peça :
                              C. De outras matérias têxteis :
                                  1 . De algodào
                                                                                                                          2   toneladas
     7              60.04     Roupas interiores , de maJha nâo eJistica , aem borracha :
                              A. Vesruino para bebév. vestuàrio para rapangas até ao tamanho 86,
                                  inclusive :
                                     I. T-shirts :
                                          a ) De algodào
                                   II . Sous-pulls :
                                          a ) De algodào
                                  III . Outros :
                                          b) De algodào
                                                                                                                                      ;
 ---pagebreak---   Contingent* Número da pauta                                                                                        Comtngemr
tío número     aduaneira comum                                Designação dit mcrcidohii                                áe b«**
                      60 . 04  B. Outrai :
                    ( cont .)       I. T-shirts :
                                        a) De algodão
                                   II . Sous-pulls:
                                        a ) Dr algodão
                                  IV . Outras :
                                        d ) Dc algodão
                      60.05    Vestuário exterior , respectivos acessórios e outras obras, de malha não elástica ,
                               sem borracha :
                               A. Vestuário exterior e respectivos acessórios:
                                  11 . Outro :
                                        cx a ) Vestuário de tecidos de malha do n? 59.08:
                                                – De algodão
                                            b ) Outro :
                                                1.  Vestuário para bebis ; vestuário para raparigas até ao
                                                    tamanho 86 , inclusive :
                                                    cc ) De algodão
                                                2.  Fatos c calções de banho :
                                                     bb ) De algodão
                                                3.  Fatos de treino para desporto (trainings ):
                                                    bb ) De algodão
                                                4.  Outro vestuário exterior :
                                                    aa ) Camiseiros , blusas-camiseiros e blusas para senhoras ,
                                                           raparigas e crianças :
                                                           55 . De algodão
                                                     bb ) Camisolas , pullovrrs (com ou sem mangas ), tu msets ,
                                                           coletes e casacos (com exclusão das jaquetas mencio¬
                                                           nadas na subposiçáo 60.05 , A , 11 , b ), 4 , hh )}:
                                                            11 . Para homens e rapazes:
                                                                 eec ) De algodão
                                                           22 . Para senhoras , raparigas e crianças:
                                                                 ffí) De algodão
                                                     cc )  Vestidos :
                                                           44 . De algodão
                                                     dd ) Saias , compreendendo as saias-calças:
                                                           33 . De algodão
                                                     ee )  Calças:
                                                           ex 33 . De outras matérias têxteis :
                                                                     – De algodão
                                                     ff)   Fatos e conjuntos para homens e rapazes , com exclusão
                                                           do vestuário para a prática de esqui :
                                                           ex 22 . De outras matérias réxteis :
                                                                     – De algodão
                                                     gg ) Saias-casaco e conjuntos para senhoras , raparigas e
                                                           crianças , com exclusão do vestuário para a prática de
                                                           esqui :
                                                           44 . De algodão
                                                    hh ) Casacos compridos e jaquetas conadas-cosidas:
                                                           44 . De algodão
                                                    ijij ) Anoraks, blusóes e semelhantes:
                                                           ex 1 1 . De lá ou de pelos finos, de algodão , de fibras
                                                                    têxteis sintéticas ou artificiais:
                                                                    – De algodão
                                                    kk ) Fatos e conjuntos para a prática de esqui , constituídos
                                                           por duas ou trés peças :
                                                           ex 1 1 . De lá ou de pelos finos , de algodão , de fibras
                                                                    têxteis sintéticas ou anificiais :
                         •
                                                                    – Dc algodão
                                                    II )   Outro vestuário exterior:
                                                           44 . De algodão
                                                                                                                               ;
 ---pagebreak---   Concúlcente Número da pauta                                                                                             Contingente
do número       •duanrtra comum                                  Deugnaçio dai mercadorias                                  de bate
                      60.05
                                    W·        b) 5 .    Aceitónos de vestuário:
                    (toni.)
                                                        ex cc ) De outras material texten :
                                                                – De algodão
                                B. Outros :
                                   ex III . De outras matérias têxteis:
                                               – De algodão
      8               61.01     Veituário exterior para homens e rapazes:                                               4 liíTteladas
                                A. Vestuário do tipo cou - boy c outro vestuário semelhante para disfarces ou
                                   divertimento , de tamanho inferior a 1 58 ; vestuário de tecidos dos n?‘ 59.08 ,
                                    59.11 ou 59.12 :
                                   II . Outro :
                                          ex a ) Casacos compridos :
                                                  – De algodão
                                          ex b) Outro:
                                                  – De algodão
                                B. Outro :
                                       I. Vestuário de trabalho :
                                           a ) Fatos-macaco , baias e aveníais de suspensórios:
                                               1 . De algodão
                                           b) Outro:
                                               1 . De algodão
                                     II . Calções e fatos de banho:
                                           ex b ) De outras materias têxteis :
                                                   – De algodão
                                    III . Roupões de banho ; roupões e cas.cos de quarto e outro vestuário de
                                           quarto análogo :
                                           b ) De algodão
                                    IV . Parkas ; anoraks , blusões e semelhantes :
                                           b ) De algodão
                                     V. Outro :
                                           a ) Casacos :
                                               3 . De algodão
                                           b ) Sobretudos, impermeáveis e outros casacos compridos , incluindo as
                                               capas :
                                               3 . De algodão
                                           c) Fatos e coniuntos , com exclusão do vestuário para a prática de
                                               esqui :
                                               3 . De algodão
                                           d ) Calções e shorts :
                                               3 . De aleodão
                                           e) Calças:
                                               3 . De algodão
                                            f) Fatos e conjuntos para a prática de esqui , constituídos por duas ou
                                               crês peças:
                                               ex 1 . De lã ou de pelos finos, de algodão, de fibras têxteis sintéticas
                                                       ou artificiais :
                                                       – De algodão
                                           g) Outro vestuário:
                                               3 . De algodão
                       61.02    Vestuário exterior para senhoras , raparigas e crianças :
                                A. Vestuário para bebés; vestuário para raparigas até ao tamanho 86 ,
                                    inclusive; vestuáno do tipo cow-boy t outro vestuário semelhante para
                                    disfarces ou divertimento , de tamanho inferior a 158 :
                                    1 . Vestuário para bebés; veiruário para raparigas até ao tamanho 86,
                                         inclusive :
                                         a) De algodão
                                B. Outro :
                                     1 . Vestuário de tecidos dos n?‘ 59.08 , 59.11 ou 59.12 :                                        ;
                                          ex a ) Casacos compridos:
                                                  – De algodão
 ---pagebreak---   Contingente Número eje paute                                                                                            Contingente
do número      aduaneira comum                                 Designação das mercadorias                                   dc bate
                     61.02      Θ.Ι . ex b) Outro :
                   ( coot .)                     – Dc algodão
                                  II . Outros :
                                        a ) Aveníais , blusas e outro vestuirio de trabalho :
                                             1 . De algodão
                                        b) Fatos de banho:
                                             ex 2 . De outras matarias têxteis :
                                                     – De algodão
                                        c) Roupões de banho ; outros roupões , liseuses e outro vestuirio de
                                             quarto analogo :
                                             2 . De algodão
                                        d ) Parkas ; anoraks , blusões e semelhantes:
                                             2 . De algodão
                                        e ) Outro :
                                             1 . Casacos :
                                                 cc ) D· algodão
                                             2 . Casacos compridos e impermeáveis, incluindo-se as capas :
                                                 cc ) De algodão
                                             3 . Saias-casaco e conjuntos , com exclusão do vestuirio para a
                                                 prática de esqui :
                                                 cc ) De algodão
                                             4 . Vestidos :
                                                 ee ) De algodão
                                             5 . Saias , compreendendo as saias-calças :
                                                 cc ) De algodão
                                             6 . Calças :
                                                 cc ) De algodão
                                             7 . Camiseiros , blusas-camiseiros e blusas :
                                                 cc ) De algodão
                                             8 . Fatos e conjuntos , para a prática dc esqui , constituídos por duas
                                                 ou três peças :
                                                 ex aa ) De lã ou pelos finos, de algodão , de fibras têxteis sintéticas
                                                          ou artificiais :
                                                          – De algodão
                                             9 . Outro vestuário :
                                                 cc ) Dc algodão
       9              61.03    Roupas interiores para homens e rapazes , compreendendo colarinhos , peitilhos            500 Kg
                               e punhos:
                               A. Camisas :
                                   II . De algodão
                               B. Pijamas :
                                   11 . De algodão
                               C. Outras :
                                   II . De algodão
                      61.04    Roupas interiores para senhoras, meninas e crianças :
                               A. Vestuirio para bebés ; vestuirio para meninas até ao tamanho 86 ,
                                   inclusive :
                                   1 . De algodão
                               B. Outras :
                                    I. Pijamas t camisas dc noite:
                                        b) De algodão
                                   II . Outras .
                                         b ) De algodão
 ---pagebreak---   Continffvmc Nónero da pauti                                                                                       Contingente
               aduanen· comum                                Dr«i|naçAo dit ntrcdorui                                 ór baie
do número
      10             «<4.41   Máquinas de costura ( para tecidos , couros , calçado , et-..i incluindo os
                              respectivos móveis; agulhas para máquinas de costura :                               1 unidade
                              A. Miq . : r.as de costura , incluindo os respectivos móveis :
                                   1 . Maquinas de costura que realizem apenas o ponto fixo ( pesponto ), cuja
                                       cabeça peso no máximo 16 kg sem motor , ou 17 kg com motor ; cabeças
                                       de máquinas de costura que realizem apenas o ponto fixo ( pesponto), que
                                       pesem no máximo 16 kg sem motor ou 17 kg com motor :
                                       a ) Máquinas de costura de valor unitário (excluindo bases, mesas ou
                                            móveis ) superior a 65 ECUs
                                       b) Outras
      11             83.15    Aparelhos transmissores e receptores de radiotelefonia e radiotelegrafia ;
                              aparelhos emissores e receptores de radiodifusìo e televisão (compreendendo os      10 unidades
                              receptores combinados com um aparelho de registo ou de reprodução de som ) e
                              aparelhos de tomadas de vistas para televisie ; aparelhos de radiodirecçio ,
                              radiodctecçio, radiossondagem e radiotelecomando:
                              A. Aparelhos transmissores e receptores de radiotelefonia e radiotelegrafia;
                                   aparelhos emissores e receptores de radiodifusio e televisão (compreenden¬
                                   do os receptores combinados com um aparelho de registo ou reprodução de
                                   som ) e aparelhos de tomada de vistas para televisão :
                                   III . Aparelhos receptores , mesmos combinados com um aparelho de registo
                                          ou de reprodução de som :
                                          b ) Outros :
                                              ex 2 . Não especificados :
                                                    – De televisão a cores cuja diagonal do écran (tela ) é até
                                                       42 cm
                              Tractores , incluindo-se os tractores-guinchos :                                       1 unidade
      12             87.01     A. Motocultivadores, com motor de explosão ou de combustão interna
      13             93.02     Revólveres e pistolas                                                                 5 000 ECUs
                     93.04     Armas de fogo ( com exclusão das compreendidas nos n?‘ 93.02 e 93.03 )
                               incluindo os engenhos semelhantes que utilizem a deflagração da pólvora , tais
                               como pistolas lança-foguetôes , pistolas e revólveres para tiro sem bala , canhões
           •
                               contra granizo , canhões lança-amarras , etc. :                                                   •
                               ex A. Espingardas e carabinas de caça e de tiro:
                                        – Excluindo-se as carabinas de caça e de tiro de um cano , raiado , que
                                             não seiam de percussão anular , de valor unitário superior a 200
                                             ECUs
                     93.05     Ourras armas ( incluindo~*c as espingardas, carabinas e pistolas de mola , de ar
                               comprimido ou de gás )
                     93.06     Panes e peças separadas de armas, com excepçio das do n ? 93.01 (compreen¬
                              dendo os esboços de canos de armas de fogo)
      H              93.07    Projécteis e munições , induindo-se as minas ; panes e peças separadas,
                              incluindo- se os zagalotes , os chumbos de caça e as bûchas para cartuchos                 1 topelada
 ---pagebreak---                                                                        ANEXO IV
               Lista prevista no na i , sequndo parâarafo do artiao 6®
Número da pauta                                                           Contingente de
                                 Designação das mercadorias
aduaneira conum                                                               base
     39.02             Produtos de pollmerlzação e de copolimerali -
                       zação ( polletileno , polltetraaloetlleno ,
                       poliisobutlleno , poliestireno , cloreto de
                       polivinilo , acetato de polivinilo , cloro·
                       acetato de polivinilo e outros derivados
                       polivlnllicos , derivados pollacrlllcos e
                       polimetecríllcos e resinas de cumarona-lndeno
                       etc. ):
                       C. Outros :
                           VII . Cloreto de polivinilo ( 1 )             2 toneladas
     85.19             Aparelhos para interrupção e seccionamento ;
                       aparelhos para protecção derivação e ligação
                       dos circuitos eléctricos ( interruptores ,
                       comutadores , relés , corts-circuitos , pára-
                       - raios , eliminadores de ondas , tomadas de
                       corrente , suportes de lâmpadas , caixas de
                       junção , etc. ); resistências , com excepçâo
                       das que se destinem a aquecimento , potenció-
                       -metros e reóstatos ; circuitos impressos ;
                       quadros de manobra e de distribuição              5 toneladas
     85.21             Lâmpadas , tubos e válvulas , electrónicos ( de
                       ácido aquecido , de cátodo frio , ou de
                       fotocátodo , excepto os do ηβ B5.20 ), tais
                       como lâmpadas , tubos e válvulas , de vácuo ,
                       de vapor ou de gás ( compreendendo os tubos
                       rectificadores de vapor de mercúrio ), tubos
                       catódicos , tubos e válvulas , para aparelhos
                       de tomada de vistas para televisão , etc ;
                       células fotoeléctricas , cristais piezo-
                       eléctricos montados ; diodos , transistores e
                       dispositivos semelhantes com semicondutores ;
                       diodos emissores de luz ; microestruturas
                       electrónicas                                     75 Kg
 ---pagebreak---                                                                                                      ANEXO V
                                            Lista prevista no artiqo 7s(1 )
   Número T
da pauta                                                                                                       Dirntm dr ba\r
aduaneira                                             Drtignaçio dai mrrcjdoriai
                                                                                                             ( fclcmcntuN /» kOi
- солил    |                                                                                                        ( Si )
    17.04       Produtos de confeitaria tem cacau :
                B. Pastilhas clínicas do tipo Cheunng-gum, com teor, em peso, de sacarose (compreendendo o
                   açúcar invertido expresso em sacarosej :
                    I. Inferior a 60 %                                                                           24,21
                   II . Igual ou superior a 60 %                                                                 22,65
                C. Preparado denominado > chocolaté branco »                                                       0,00
                D. Outros :
                    I. Que nao contenham ou que contenham menos de 1 ,5 % , em peso, de substincias gordas
                         provenientes do lene :
                         a ) Que não contenham ou que contebham menos de 5 °/b , em peso , de sacarose
                             ( compreendendo o açúcar invertido expresso em sacarose )                            26,93
                         b } De teor , em peso , de sacarose (compreendendo o açúcar invertido expresso em
                             sacarose ):
                             1 . Igual ou superior a 5 % e inferior a 30 %                                        29,28
                             2 . Igual ou superior a 30 % e inferior a 40 %                                       29,80
                             3 . Igual ou superiot a 40 % e inferior a 50 % :
                                 aa ) Que nio contenham amido ou fécula                                           27,67
                                 bb) Outros                                                                       25,12
                             4 . Igual ou superior a 50 % e inferior a 60 %                                       23,22
                             5 . Igual ou superior a 60 % e inferior a 70 %                                       21,62
                             6 . Igual ou superior a 70 % e inferior a 80 %                                       21,38
                             7 . Igual ou superior a 80 % e inferior a 90 %                                       18,01
                             8 . Igual ou superior a 90 %                                                         20,56
                    11 . Nio especifîcados :
                         a) Que nio contenham ou que contenham menos de 5 % , em peso, de sacarose
                             (compreendendo o açúcar invertido expresso cm sacarose)                              13,06
                         b) De teor, em peso, de sacarose (compreendendo o açúcar invertido expresso em
                             sacarose ):
( 1) A lista compléta conta do Documento COM (87) 99 final , Ane*o V do Protocolo relUvo a
      Tunísia .
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                           Lisu prevista no n ? 1 , alinea 4 do artigo 1 00
Número da
   aduinrirj                                    Drtignaçio das mercadorias
    comum
    07.01    Produtos hortícolas , frescos ou refrigerados:
                B. Couves :
                     1 . Couve-flor
             ex H    Cebolas , chalotas e alhos :
                     – Cebolas e alhos
               M. Tomates
     08.02   Citrinos frescos ou secos :
             A. Laranias , frescas
             B. Mandarinas , compreendendo as tangerinas e saísumas ; Clementinas , u/ilkmgs e outros
                 citrinos híbridos semelhantes :
                 ex II . Outras :
                          – Mandarinas , compreendendo as tangerinas e talsumas, frescas
             C. Limòes/ frescos
     08.04   Uvas . frescas ou secas :
             A. Frescas :
                 1 . De mesa
                                                                                                      }}
 ---pagebreak---                                                           Anexo VII
        Lista prevlsta no nP l . alinea  tJ, do artiaolO ?
Nùmero da' pauta
   aduaneira                          Designação das mercadorias
     comum
    02.04              Outras carnes e miudezas comestíveis ,
                       frescas , refrigeradas ou congeladas :
                       ex  A.   De pombos e de coelhos , domésticos :
                                -  Carnes de coelhos domésticos
 ---pagebreak---                                                                                                 Anexo VIII
                                    Lista prevista no no 2 do artigo 10°
Número óa
    aduano ra                                        Dcsignaçàu dat mercadorias
     comum
     03.01    Peixe fresco (\ ivo ou morto ), refrigerado ou congelado :
              B. Do mar :
                   I. Inteiro , descabeçado ou em pedaços :
                            h ) Bacalhau (Gadus morhua, Boreogadus saida , Gadus ogac ):
                                J. Fresco ou refrigerado
                            p) Anchovas (Engraulis spp .):
                                1 . Frescas ou refrigeradas
                            t ) Pescada ( Merlucctus spp .):
                                1 . Fresca ou refrigerada
                                2 . Congelada
                            u ) Piehelim ou verdinho (Muromesistius poutassou ou Gadus poutassou ,
                        ex V - Outros :
                                – Carapau e chuharro ( Trachurus trachurus fresco ou rcfrigerado
                  II . Filètes :
                        ex a ) Frescos ou refrigerados :
                                – De bacalhau (Gadus morhua , Boreogadus saida , Gadus ogac ;
                            b ) Congelados :
                                9 . De pescada ( Mcr!uicius spp .)
     03.02    Peixe seco , salgado ou em salmoura ; peixe fumado , mesmo cozido antes ou durante a
              defumação :
              A. Seco , salgado ou em salmoura :
                  1 . Inteiro , descabeçado ou em pedaços :
                       ex b ) Bacalhau 'Gadus morhua , Boreogadus saida, Gadus ogac ):
                                – Nào seco , salgado ou em salmoura
     03.03    Crustáceos e moluscos , compreendendo os bixalves ( mesmo separados da concha ou da
              casca ), fresco ( vivos ou mortos ), refrigerados , congelados , secos , salgados ou cm salmoura ;
              crustáceos com casca , simplesmente cozidos :
              A. Crustàceos :
                  111 . Caranguejos e lagosrms de rio :
                         ex b ) Outros :
                                 – Santola (Maia squinadoK fresca ( viva )
              B. Moluscos , compreendendo os bivalves :
                  IV . Outros :
                         b ) Nâo denominados:
                              ex 2 . Outros :
                                     – Améijoa ( Venus galhna), fresca ou refrigerada
 ---pagebreak---                                                                                                      Anexo IX
                                                     Lista prevlsta no nP k do artigo 129
Número da pauta
  •di.anr»rj comum                                       Dnign*(Jo d» mercadomi                                           Taxa
                                                                                                                           (V )
         19.03      Mais» alimentícias:
                    B. Outras                                                                                               12
        21 . Μ     Molhos; condimentos e temperos, compostos :
                   B. Molhos que tenham por base puré de tomate                                                              9
        21.07      Preparados alimentares não especificados nem compreendidos noutras posições:
                   D. Iogurtes preparados ; leites preparados , em pó, para alimentação de crianças ou para usos
                       dietéticos ou culinários:
                       1 . Iogurtes preparados:
                           b) Outros                                                                                      12,5
        22.09      Alcool etílico não desnaturado , com um teor alcoólico inferior a 80 % voi . ; aguardentes, licores
                   e outras bebidas espirituosas ; preparados alcoólicos compostos (designados por 'extractos
                   concentrados ») para o fabrico de bebidas:
                   C. Bebidas espirituosas:
                       1 . Rum , araca , taftá , que se apresentem em recipientes que contenham :
                           ex a ) 2 1 ou menos :
                                  – Rum                                                                                39.1 Pias
                           ex b ) Mais de 2 1 :
                                  – Rum                                                                                39,1 Pias
        39.02      Produtos de polimerização e de copolimcrização (polietileno , politetraloetilenos , poliisobuti·
                   leno, poliestireno , cloreto de polivinilo, acetato de poltvinilo , cloroacetato de polivintlo e
                   outros derivados polivinílicos , derivados poliacrílicos e polimeucrílicos e resinas de cumaro-
                   na-indeno , etc. ):
                   C. Outros :
                       ex IV . Polipropileno:
                                  – Em tiras , de uma espessura superior a 0,1 mm                                         10,5
                            VII . Cloreto de polivinilo:
                                  ex b) Sob qualquer outra forma:
                                        – Em tubos                                                                        10,5
        39.07      Obras das matérias dos n?‘ 39.01 a 39.0«, inclusive:
                   B. Outras :
                       V. De outras matérias:
                            ex d) Outras:
                                   – Pratos, com um diâmetro de 17 a 21 cm inclusive , e taças, em poliesti-
                                       reno                                                                               15
                                   – Sacos e similares para embalagem, em polietileno                                     10.5
                                   – Recipientes que não sejam garrafões, garrafas e frascos, de poliestireno             15
                                   – Tubos trabalhados e acessórios para ligação de tubos, de cloreto de
                                       polivinilo                                                                         10,5
 ---pagebreak---   Número d*
pauta aduaneira                                        DesignaçSo das mercadorias                                      l taxa
    comum                                                                                                              I (X )
                                                                                                                       x
        42.02   Anigos de viagem ( malas , maletas , chapeh ..-.n . sacos de viagem , mochilat , etc. ), sacos para
                compras , boisas , malas de cstudantes , pasta ,. canetras , porta-moedas , ubaqueiras , esioios e
                anefactos semclhantes (para armas , obiectos de roucador , insrrumenios de musica . binoculos ,
                fertamtntas , jotas , frascos , colarinhos , calçado , escovas, etc ), de couro narural , arniicial ou
                reconstiruido , de /ibra vulcanizada , de folhas de materias plasncas artificiais , de cartio ou de
                tectdos :
                ex A. De folhas de martfrias plasticas ani(,,;.ns :
                        – Sacos de pohetilcno                                                                                 10,5
        48 05   Papel e canio timplesmeme canelados (mesmo recobertos por colagem ), encrespados ,
                pregueados , gofrados , esiampados ou perfurados , em rolos ou em folhas:
                    A - Papel e canio canelados                                                                               14
                ex B. Outros :
                        – Papel encrespado para usos domesncos , corn um peso por m 1 igual ou superior a 1 5 g
                            e infcrior a 50 g                                                                                 12,5
     ex 48.14    Amgos para correspondência ; papel de carta em blocos , sobrescritos , cartas-postais ,
                 bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência ; caixas , sacos e semelhantes , de
                 papel ou cartão , contendo um sonido de artigos para correspondência :
                 – Papel de cana , em blocos                                                                                   15
        48.15    Papel c canio nao especificados , cortados , para determinados usos :
                ex B. Outros :
                        – Papel htgicnico , cm rolo                                                                            12
                        – Papel para maqutnas de escritorio e stmtlares , em tiras ou em bobinas                               12
        48.16    Caixas , sacos e outras embalagens , de papel ou canio; canonagcns e ancfactos semelhantes ,
                 para uso de escritorios e estabelectmentos :
                 ex A. Caixas . sacos e outras embalagens . de papel ou canio :
                        – Caixas de papel ou de canio canelado                                                                 15
                        – Sacos , boisas e canuchos , em papel kraft                                                           11
                        – Caixas para charutos e cigarros                                                                      14
     ex 48.18    Livros de registo , cadcmos, livros e cadernetas ( de notas , de recibose semelhantes ), blocos para
                 apontamentos , agendas , pastas (dossiers ), classificadores, capas para encadernação ( para
                 montagem de folhas móveis ou outras , e outros amgos escolares , de escritório ou de papelaria ,
                 de papel ou de canio; álbuns para amostTas e para colecçõcs e resguardos para livros , de papel
                 ou canio :
                 – Biocos para apomamentos e cadcmos                                                                           13
     ex 48.19    Etiquetas de quaiquer espécie , de papel ou canio , impressas ou não, com ou sem ilustrações,
                 mesmo gomadas:
                 – Etiquetas de qualqurr espécie , excluindo as cintas de dianiros                                             14,5
        48.21    Outras obras de pasta de papel , de canio ou de pasta de cclulosc:
                     B. Cueiros e fraldas para bébés:
                        ex I. Nio aconùidonados para venda a retalho:
                                – De pasta de celulose                                                                         14
                        ex il . Ouates :
                                – De yaux de ctiutaae                                                                          14
                 ex D. Roupas óc a..vn ; d: mesa . de toucador (comprtendtndo os toalhetei para limpeu do
                        rosto v os lenços de assoar ), de copa ou de cozinha ; roupas imenores e outro
                        vestuário :
                        – Tcalhas de mio e sutrdanrpos                                                                         14
                 ex E. Pc-nsos htgiémcos e tamp^es :
                        – 'joulbet rs higieuicos de pasta de celulose                                                          14
                                                                                                                                   î
 ---pagebreak---   Número da
pauta aduane ire                                                  Designação das mercadorias                         Taxa
   comum       I                                                                                                      (X)
               i
               1     h . Uutros :
                         ex 1 . Artefactos p..ra uto cinirguo , médico ou higicu.o , nio acondicionados para a
                                 venda a retalho :
                                 – Cueiros e fraldas para uso higiénico, de pasta de celulose                             14
                         ex 11 . Nâo especificados :
                                 – Cueiros e fraldas para uso higiénico, de pasta de celulose                             14
     70.10       Garrafas, garrafões, boiòes, frascos, tubos para comprimidos e outros recipientes semelhantes
                 de vidro, próprios para transporte ou embalagem-, rolhas, tampas e outros dispositivos de uso
                 semelhante , de vidro:
                 – Com exclusio dos artigos de transpone ou de embalagem obtidos a panir de um tubo , cuja
                     espessura do vidro é inferior a 1 mm e das rolhas, tampas e outros dispositivos de uso
                      semelhante                                                                                           9
  ex 76.08       Construções e respectivas partes , de alumínio ( hangares , pontes e elementos de pontes , torres ,
                 pilares , postes , colunas , armações , caixilhos para ponas e janelas , balaustradas , estruturas
           .
                 para telhados , etc. ); chapas , banas , perfis , tubos e outros anefactos , de aluminio , próprios
                 para construções :
                 – Ponas , janelas e alizares                                                                              8,4
                 – Chapas , banas , perfis , tubos e outros anefactos , de liga de alumínio, próprios para
                      construções                                                                                          8.4
     94.03       Outros móveis e suas panes:
                 ex B. Outros :
                         <– Camas de metais comuns                                                                        13
                         – Estantes e respectivas panes , de metais comuns                                                11,5
     94.04       Anigos de colchoeiro e semelhantes , de molas ou guarnecidos interiormente de quaisquer
                 matérias , tais como colchões , enxergões , mamas acolchoadas , edredões , almofadas e
                 travesseiros , compreendendo os de borracha ou de matérias plásticas anificiais , esponjosas ou
                 celulares , revestidos ou não :
                    A. Artigos de colchoeiro ou semelhantes , de matérias plásticas anificiais , esponjosas ou
                         celulares , revestidos ou não                                                                    12
                 ex B. Outros :
                         – Enxergões , colchões e travesseiros                                                            13
 ---pagebreak---                                                                                                                 ANEXO X
                                    L'ina previa·« no n ? 2 do artigo 13°
                  Λ. Produtos sensíveis face á Comunidade na sua composição em 31 Dezembro 19Θ5 ( i )
   Niñero da
   pauta adua·                                       Dciignáçio da» mercadoria»
   neira comum
        05.01    Cabelo em bruto, mesmo lavado ou desengordurado e teus desperdicios
        05.02    Cerdas de porco ou de javali ; pêlos de texugo e outros pêlos para escovas e pincéis e teus
                 desperdícios
        05.03    Crina e teus desperdícios , mesmo em mamas , com ou sem supone de outras matérias :
        05.05    Detritos de peixe
        05.07    Peles e outras partes de aves , revestidas de penas ou penugem , penas e panes de penas (mesmo
                 aparadas ), penugem , em bruto ou simplesmente limpas , desinfectadas ou preparadas para
                 conservação; pó e desperdícios de penas ou de panes de penas
        05.08    Ossos , incluindo os de chifres , em bruto , desengordurados ou simplesmente preparados ( mas
                 não cortados em forma determinada ), acidulados ou degelatinados ; pó e despeerdícios destas
                 matérias
        05.09    Marfim , tartaruga , chifres , pontas , cascos , unhas , garras e bicos , em bruto ou simplesmente
                 preparados , mas não cortados em forma determinada , compreendendo os desperdicios e o
                 pó ; barbas de baleia e de animais semelhantes , em bruto ou simplesmente preparadas , mas
                 não conadas em forma determinada , compreendendo as rebarbas e desperdícios
         05.12   Coral e similares , em bruto ou simplesmente preparados , mas nãs trabalhados ; conchas em
                 bruto ou simplesmente preparadas , mas não cortadas em forma determinada ; pó e
                 desperdícios de conchas
         05.13   Esponjas naturais
         05.14   Ambar-cinzcmo , castóreo , almíscar e algalia ; cantáridas e bílis , mesmo secas ; substâncias
                 animais utilizadas na preparação dc produtos farmacêuticos , frescas, refrigeradas, congela¬
                 das ou provisoriamente consertadas pur qualquei outro processo
         05.15   Produtos de origem animal não especificados nem compreendidos noutras posições ; animais
                 dos capírulos 1 ou 3 , mortos e impróprios para alimentação humana :
                 ex B. Outros :
                         – Tendões , nervos ; aparas e outros desperdícios semelhantes de peles não curti¬
                              das
         09.03   Mate
         13.02   Coma-laca , mesmo branqueada ; gomas , gomas-resinas , resinas e bilsamos naturais :
         13.03   Sucos e extractos vegetais ; matérias pécticas , pectinatos e pcctatos; ágar-ãgar e outros
                 produtos mucilaginosos e especiantes derivados dos vegetais:
                 A. Sucos e extraños vegetais :
                 B. Matérias pênicas , peninatoi e penatos :
                      ex 1 . Seco :
                              Penatos
                      ex II . Outros :
                              – Penatos
                  Ç. Agar-agar e outros produtos mucilaginoios e «pesiantes derivados dos vegetais
( 1) A lista completa consta do Docunento COM (87 ) 99 final , Anexo X do Protocolo relativo à
     Tunísia .
 ---pagebreak---                      B. Lista dos orodutos sensíveis em relaclo a Marrocos
                                                                       a/
 Número
   da
  pauta                               Designaçio das aercidorlss
aøumira
  coaue
  51.05 ' Outros adubos; produtos do presente capítulo aa coapriajdos, pastilhas a outras forass
          sisllares ou ea eataligens de peso bruto nio superior a 10 kg:
          A. Outros adubos
  42.02   Artigos da viagea (aelas , atletas, chápele ! ras , sacos de viagea, sochllas, etc. ), sa¬
          cos para coapras , bolsas , ailes de estudantes , pastas , carteiras , porta-soedas , taba¬
          queiras, astojos e artefactos seaelhantas (para areas, objectes da toucador , lnstruse^
          tos da aúsica , tir.ículos , ferramentas , Jilas, frascos , colarinhos, calçado, escovas, ""
          ate.), da cou/ o natural , artificial ou reconstituído , da fibra vulcanizada , de folhas
          de asterias plásticas artificiais , da cartlo ou da tacidos:
          as A. Da folhas de aatárias plásticas artificials:
                 - Estojos para charutos a cigarros, carteira da fásforos , tabaqueiras a porta-
                   •aoedas; astojos , salas , aeletas a artigos seaelhantas 'coapreendendo disposi¬
                   tivos da arruaaçio da objectes da toucador ; aalas a saletas coa asclusio das
                   sacolas a sacos para senhoras
          ai 1. Da outras satárlas:
                • Estojos para charutos a cigarros, carteira da fásforos, tabaqueiras a porta-
                  acedas; astojos, salas, asistas a artigos seaalheniss coapraendando dispositi¬
                  vos da arruaaçio da objectes da toucador; salas a saletas cas asclusio das saca
55.05      Fios de algodão não acondicionados para venda a retalho
 ---pagebreak--- itone ro
       da
    pauta                               Designaçio das aarcadorias
  aduaneira
    coaja
    55.09   Outros tecidos de al godio
    58.01   tapetes cora pontos de n ¿ ou envolvimento , mesmo confeccionados
             ψ
                                                                                                     *
    60.0t   ftoupas interiores , de nlha nlo dística , sea borracha
    60.05   Vestuário citerior , respectivos acessárlos e outras obras , de aalha nio elástica , sea
            borracha
    61.01   Vestuário citerior para hoaens e rapazes
    61.0 ?  Vestuário citerior para senhoras , raparigas e crianças
               0
    61 . OJ Roupas interiores para hoaens e rapazes , coapreendendo colarinhos , peitilhos e punhos
 •
    6t . 02 Colgado com sola exterior de couro natural , artificial ou reconstituido ; cal - -
            gado con sola exterior de borracha ou de matéria plástica artificial , não
            compreendido no nS 6t.01
    6t.05   fartes de calçado ( compreendendo as palmilhas e outros reforços interiores ) de qualquer
            astèria , excepto de metal :
            ei A. Conjuntos constituidos pela parte superior do calçado fixada i primeira sola ou a
                   outra qjalquer parte inferior e desprovidos de sols exterior :   .
                   * coa eiclusBo das aatárias plásticas artificiais
            ex B. Outras :
                   - coa aielusio das matérias plásticas artificiais
 ---pagebreak---                                                                                                                 ANEXO XI
                                             Lista prevista no ne 2 do artigo 148 ( 1 )
                Número da pauta                                                                    Direitos de bue
                aduaneira comum                       Dm?· . - V da* incrudenti*                          <*·)
                     ex 34.02   Produto* orgánicos tenjoactivos , preparados tensoactivos e
                                preparados para lixivias, ou nåo-sabåo :
                                – Sulfato de sódio e de dodecano - l - ilo                                20
                                – Sulfato de trieunolamina e de dodec&no- 1 - ilo                         20
                                – Acido sulfòrico, alquibenzeno sulforato de sódio e ffil-
                                    quibenzeno sulforato de emònio                                         20
                                – Misturas c preparados de sulfato de sòdio, de dodeca-
                                    no- l - iio e de sulfato de tnctanolamme                               20
                        3Í . I9 Produtos químicos e preparados des indústrias químicas ou
                                das industrias conexas ( compreendendo os constituídos
                                por misturas de produtos naturais ), aio especificados nem
                                compreendidos noutras posições ; produtos residuais das
                                mesmas indústrias, náo especificados nem compreendidos
                                noutras posições :
                                   Q. Aglutinantes para núcleos de fundição preparados
                                       que tenham por base retinas sintéticas                              20
                                ex X. Outros :
                                       – Revestimentos refrattàrio* do gènero dos utili¬
                                               zados nas fundições pare melhorar s superfície
                                               das peças fundidas .                                        20
                                       – Preparados desincrustantes e semelhantes para
                                               caldeiras e para 0 tratamento das águas de refrí-
                                               geraçáo industrial                                          20
                        39.0 1  Produtos de condensação, policcndensaçâo e poleadiçào ,
                                modificados ou nêo. poiimerwados ou não, lineares ou não
                                (fenoplisticos, aminoplásticos, alquidicos, poliásteres alili-
                                cos e outros polièstere«, nåo satursdos, silicones, eie.):
                                C. Outros :
                                           11 . AminopI Ameos :
                                                ex a) Sob qualquer das fermas referidas na
                                                       nou 3, alineas a) e b), do presente
                                                       capítulo :
                                                       – Resinas ureicas, modificadas com ál ¬
                                                           cool furfurílico, em soluções eteri fi-
                                                           cadas, utilizadas nas fundições                  25
                                         111 . Alquidicos e outros polièstere»:
                                                ex b) OUDOS :
                                                       – Politerefulatos de etilene »mirados ,
                                                           com exclusío dos polímeros negros,
                                                           sob qualquer das fimn ns referidas na
                                                           nota 3 , olIncM s ) e b) do presente
                                                           capitulo, preparados para emldaçâo
                                                           ou exmisäo                                       20
                                                       – Em pò, contendo aditivos e pigmen¬
                                                           tos, utilizados para revestiremos ou
                                                           pintura por aeçâo do caler                       20
                                    ex VII . Nio especificados ;
                                                –      Resinas epòxidzs (ntexilinee), sin pò,
                                                       contendo aditivos e -pigmentos, utiliza¬
                                                       das para revestimento ou pintura por ac-
                                                       çáo do calor                                         20
( 1 ) A lista completa consta do Documento COM ( 87 ) 99 final , Anexo XI do Protocolo relativo à
      Tunísia .
                                                                                                                         *<f
 ---pagebreak---                                                                                                             ANEXO XII
                                          Lista prevista no ne 2 do artigo 170
Número da pauta                                                                                                    Direitos aduaneiro*
                                               D*«i|n«çJo dâi mercadorias                                     Elemento       |   Elemento
    comum
                                                                                                                fiscal       ,    protector
                                                                                                                             i
                                                                                                                             I
      17.04       Produtos de confcuana sem cacau :                                                                                        *
                  A. Extractos de alcaçuz que contenham , cm peso, mais de 10% de sacarose , sem
                      adição de outras matenas                                                                5 esc / kg        12 esc kg
      21.03       Farinha de mostarda e mostarda preparada :
                  A. Fannha de mostarda                                                                         13 %                22 %
                  B. Mostarda preparada                                                                         13 %                lí %
      22 . OS     Alcool etilico nào desnaturado , com um teor alcoolico igual ou superior a 80 % voi . ,
                  àlcool etílico desnaturado com qualquer teor alcoólico:
                  R Alcool etilico não desnaturado , com um teor alcoolico igual ou superior a 80%
                      vol. :
                     – . Em vasilhas de capacidade nåo superior a 2 1                                       280 esc . por        2 190 esc .
                                                                                                            hl de alcool          por hl de
                                                                                                                 puro                alcool
                                                                                                                                     puro
                      – 'Em vasilhas de capacidade superior a 2 1                                           214 esc por          2 256 esc .
                                                                                                            hi de alcool          por hl de
                                                                                                                 puro                alcool
                                                                                                                                      puro
      24 02       Tabacos manipulados ; extractos ou molhos de tabaco 'prjtss)
                     A. Cigarros                                                                             180 esc 'kg           Isenção
                  ex B. Charutos e cigarrilhas :
                         – Enrolados cm folha de tabaco                                                      200 esc·' kg          Isenção
                  ex C. Tabaco para fumar
                          – Tabaco picado                                                                    170 esc'kg            Isençio
                                                                                                          I
                  ex D Tabaco para mascar e rapé :
                          – Tabaco picado                                                                    170 e*'kg              Isenÿâo
                  ex E Outros , compreendendo o tabaco aglomerado em forma de folhas ;
                          – Tabaco picado                                                                    170 esc / kg           Isenção
                x
                                                                                                                                             п
 ---pagebreak---                                                                                                                ANEXO XIII
                                                        Lista prevista no artiqo 19(1, ( 1 )
      Numero da
      pauta a Gua ¬                                                                                                Direiiot de base
      neara conur                                         Dcwgfuçio dit fncrcjdorui                              ( Elememov ftxot
                                                                                                                       (XI
          17.04     Produtos dc confeitaria sem cacau :
                    B. Pasnlhas elàsticas do tipo Chming-gum, com teor, cm peso, de sacarose (compreendendo o
                       açucar invenido expretso cm sacarose ):
                        I. Inferior a 60 %
                                                                                                                      80 , «
                       II. t Igual ou supenor a 60 %                                                                  79,33
                    C. Preparado denominado . chocolaté branco                                                        79,09
                    D. Outros :
                        I. Que nio contenham ou que contenham menos de 1 ,J % , em peso, de substancias gordal
                             provenientes do lene :
                             a ) Que nio contenham ou que contenham menos de 5 % , em peso , de sacarose
                                 (compreendendo o açúcar invertido expresso em sacarose)                              82,24
                             b ) De teor , em peso , de sacarose (compreendendo o açucar invenido expresso cm
                                 sacarose ):
                                 1 . Igual ou superior a 5 % e inferior a 30 %                                        87,26
                                 2 . Igual ou superior a 30 % e infenor a 40 %                                        78.35
                                 3 . Igual ou superior a 40 % e inferior a 50 % :
                                     aa ) Que nfto contenham amido ou fécula                                         84,21
                                     bb) Outros                                                                      81,73
                                 4 . Igual ou superior a 50 % e inferior a 60 %                                      69,63
                                 5 . Igual ou superior a 60 % e inferior a 70 %                                      76,92
                                 6 . igual ou superior a 70 % e infenor a 80 %                                       86,37
                                 7. Igual ou supenor a 80 % e infenor a 90 %                                         68,25
                                 8 . Igual ou superior a 90 %                                                        92.36
                        U. Nào especificados :
                             a) Que nio contenham ou que contenham menos de 5 % , «m peso, de sacarose
                                 (compreendendo o açúcar invertido expresso em sacarose)                             60,05
                             b) De teor, em peso, de sacarose (compreendendo o sçiicar invenido expresso em
                                 sacarose ):
( 1 ) A lista completa consta do Documento COM (87 ) 99 final , Anexo XIII do Protocolo relativo à
      Tunísia .
 ---pagebreak---                                                                                         АМЕХО XIV
                         Lista previ sta no nQ 1 do art ' - a 22Q
Número Oa
pauta adua-                      Designação das mercadorias
nelra comum
    CE . 04  Outras carnes e miudezas comestíveis , frescas, refrigeradas ou congeladas :
             ex A. De pombos e cfe coelhos , dcmésticos :
                     - De coelhos danésïiœs
    06.02    Outras plantas e raízes' vivas, compreerdencb as estacas e os eruertos:
             ex D. Outras :
                     - (toseires , con exdusSo das estacas de rose i ras
    06.03    Flores e botoes , cortados , para ramos ou para ornamentagao , f rescos ,
             secos , branqueados , tintos , impregnados ou preparados de qualquer outro modo
  (38.11    Frutas conservadas provi sor - srante (por exemplo, por gás sulfuroso ou em Ajv»
            salgada, sulfurada ou adicionada de outras substâncias ), mas iitpróprias para
            corsmo imediato :
            ex E. Outros
                    - Citrinos , finarente trituracbs
   12.08    Rai2 de chicória, mesmo cortada, fresca ou seca, não torrada; alfarroba, fresca
            ou seca, rrwc em peoaços ou sn pó; caroços de frutos e produtos vegetais usa¬
            dos principalrente na alimentação tirara não especificados nan compreendidos
            noutras posições .
  20.05     Purés e pastas de frutas , corpotas , cbces , geleias e marmeladas, cbticbs por
            coíedjra, ccm ou san adição de açúcar;
            A. FVirés e pestes de castanhas :
               II . CLrtros .
            B. Carpotas , dcces e marne ladas de citrinos :
               III . CLrtras
            C. Outros :
               III . h3o especificsdos
   20.06    Frutas preparadas ou conservadas por qualquer outro processo , com ou sem
            adição de açúcar ou de álcool :
            B. Outros :
                II . Sem adiçào de alcool :
                      a ) Com ediçSo de açûcar em emoaiagens de uso imediato de conteüdo
                          llquido superior a 1 kg :
                               2 . Pedaços de toranjas e de " pomelos"
                          ex . 3 . Tangerinas , compreendendo satsinas , clesnentlnas ailkings
                                   e outros citrinos hiürlcios semelhantes :
                                     finamente triturados
 ---pagebreak--- Número wá
pauta aaua-        Designação das           mercadorias
neira comijn
                ci 7 . rcucfoi c liptrcci :
                         – ilpercci
                Cl I Ouiru fruui
                         – Itrtrju c !imOci fir.amcntc iruundoi
                ex 9 . Misturas de frutas :
                        – salada de frutas
             b) Com idiçio de açûcar cm rmbalageni de uao ime*
                duio de conteùdo liquido de I kf ou menoi :
                      J Pedajol de loranja c de •Rpmcloi»       'c
                es 3 . Tingennai , compreendendo lelimAj ; clcmenù*
                         nu              « ouïrai cuemoi hfbeidoi Mme »
                         Ihaniei
                         – finuncnte inuiradoi
                 ci I Ouïrai fru LOI
                         – Unnju c fnr.&ci , fir.amenie iriiuradoa
                PX 9 . Misturas de frutas
                         – Salada de frutas
             c) Stm idiclo dc               «m «mb»U|cru dr uto imediato
                 dr pc»o llquido :
                  I de 4,3 kg ou mm :
                      ei u) AJpercei
                              – mrudci de iJperce
                             – Polpa de alperee
                       ei bb ) Priiegoi (lompreendendo oi ptuegoi pell *
                               do» « ài ncronnu ) t imrtuJ :
                               » mrudei de péiaegoi (compreendendo
                                   oi penrgot pcladoi c AI arcuniui)
                       ci dd) Outrai frutoi :
                               – pcdapoi de lonnji c de *p6o>elo»*
                               – polpi de dinnoi
                               – dirinoi finuocau uiursdof
                   2 . Inferior a 4 , Skc :
                       d bb) Outrai fruLOI c mtiiur» de fruios :
                               – mrudei de eJperce c meudei de pé»-
                                    •ego, (compreendendo M ptucgoi p«U-
                                    doi c u nccuhui)
                               – pcdiçot de tonaji « de «pémeloe»*
                               – ciirinoi fuuAente triuiradoe
 ---pagebreak--- Número da
pauta adua ¬                         Désigna^».' Jas mercadorias
ne ! ra comum
     20.07    Sumos de frutas ( compreendendo o mosto de uvas ) ou de legumes nao
              fermentados sem adigáo de áicool , com , ou sem adigSo de agúcar :
              A. Duma massa volùnuca superior a 1,33 a 20°C :
                 III . Outros
                       ex a ) Dum valor superior a 30 ECUs por 100 kg de peso
                               liquido :
                               - de toranjas e " pômelos"
                               - de outros citrinos , com exclusão dos sumos de
                                  laranja e de limão
                       ex b ) Nâo especificadas :
                               - de toranjas e " pomelos "
                               - de outros citrinos , com exclusão dos sumos de
                                  toranja e de limão
              B. Duma massa volùmica igual ou inferior a 1,33 a 20°C :
                 II . Outros :
                      a ) Dum valor superior a 30 ECUs por 100 kg de peso liquido :
                               1 . Laranjas
                               2 . Toranjas e " pômelos "
                          ex   3 . de limbes ou de outros citrinos :
                                   - de outros citrinos ( com exclusão de su*no de
                                     limão )
                      b ) Dum valor igual ou inferior a 30 ECUs por 100 kg de
                          peso liquido :
                          1 . Laranjas
                          2 . Toranjas ou " pomelos "
 ---pagebreak---                                                                          ANEXO XV
                       Lista prevista nonfl 2 do artlgo 22B
Nijnero da
pauta adua¬                          Designação das mercadorias
neira comum
    07.01   Produtos hortícolas , frescos ou refrigerados
            M. Tomates
                 ex 1 . De 1 de Novembro a 14 de Maio :
                         - De 1 de Dezembro a 14 de Maio
   08.02    Citrinos frescos ou secos :
                 A. Laranjas
                     1 . Laranjas doces , frescas :
                             a ) De 1 a 30 de Abril
                             b ) De 1 a 15 de Maio
                         ex  c ) De 16 de Maio a 15 de Outubro :
                                 - De 16 de Maio a 31 de Agosto
                         ex d ) De 16 de Outubro a 31 de Março
                                 - De 1 de Fevereiro a 31 de Março
                 B. Mandarinas , compreendendo as tangerinas e satsumas frescas ,
                     Clementinas , wilkings e outros citrinos híbridos semelhantes :
                     ex II . Outras :
                                 - Mandarinas , compreendendo as tangerinas e satscinas
                                  - frescas de 1 de Novembro a 31 de Março
            ex C. Limões, frescos :
                     - De 1 de Junho a 31 de Outubro
   22.05    Vinhos de uvas frescas ; mosto de uvas frescas amuado com álcool
             ( compreendendo a jeropiga ):
                 C. Outros :
                     I. Com um teor alcoólico adquirido inferior ou igual a 13X voi
                   II . Com um teor alcoólico adquirido superior a 13X vol. e infe ¬
                         rior ou igual a 15X voi .
 ---pagebreak---                                                                                   AN^vn XVI
                              Lista Drevista no nfi u oo artigo 22&
Número da
pauta adua -                                           Designado d» mcrcadonas
neira '
    03.01    Peixe fresco ( vivo ou mono ), refngerado ou congelado:
             B. Do mar :
                   I. Inteiro . descabeçado ou cm pedaços :
                             h ) Bacathau { Gadus moriiwj, Boreogadus saida, Gadus ogac ):
                                   2 . Congelado
                            ij ) Escamudo escur          Jlachius xnrens ):
                                   2 . Congelado
                             k ) Eglefinos ou arincas (Melanogrammus atgle/mus ):
                                   2 . Congelados
                            m ) Lingues ( Aloha spp ):
                                   2 . Congelados
                            n ) Escamudo do Alasca ( Theragra chaUogramma) e escamudo amarelo (Polla -
                                   chius poUachius !:
                                   2 . Congelados
                             [) Pescada I Merlucaus spp ):
                                   1 . Fresca ou rrfrigerada
                                   2 . Congelada
                       ex v ) Outros :
                                   – Carapau c chicharro ¡Trachurus trachurus), fresco , refrigerado ou conge¬
                                        lado
                                   – Similares aos bacalhaus , congelados (Gadus macrocephalus, Brosme
                                        brosme )
                 II . Filetés :
                       b ) Congelados :
                                ] De bacalhau ( Gadus morhua , Boreogadus saida , Gadus ogac )
                                3 . De egiefmos ou anneas (Mebnogrammus aeglejmus)
                                9 De pescada ( Merlucaus spp .)
                          . 11 . De solha ( Pieuronectes platessa)
                             12 . De azevta Planchthys flesus )
    03.02    Peixe seco , salgado ou em salmoura ; peixe fumado , mesmo cozido antes ou durante a
             defumação :
             A Seco , salgado ou em salmoura :
                  I. Inteiro , descabcçado ou em pedaços :
                           b ) Bacalhau (Gadus morhua , Boreogadus saida, Gadus ogac)
                      ex f) Outros :
                                  – Produtos similares ao bacalhau (escamudo escuro , eglcfinos ou arincas ,
                                       escamudo do Alasca , escamudo amarelo , Gadus macroccphalus, Brosme
                                       brosme )
    03.03    Crustáceos r molusco’ , comprccndendo os bivalves ( mesmo separados da concha ou da
             casca ), frescos ( vivos ou monos ), refrigerados , congelados , secos, salgados ouem salmoura ;
             crustáceos com casca , simplesmcme condos .
             A. Crustàceos :
                  IV . Camarôes :
                         ex a ) Camarôes da famdia PandaUdae:
                                    – Congelados
                               b ) Camarôes negros do genero Crangon :
                                    ex 2 . Outros :
                                            – Congelados
                         ex c ) Outros :
                                    – Congebdcs
                    V. Outros :
                         a ) Lagostins 'ephrops noriegtcus );
                                1 Congelados
             B Moluscos . compreendendo os bivalves :
                  IV     Outros
                         a : Congelados
                                1    Lulas e potas
 ---pagebreak---                        PROTOCOLO
       anexo ao Acordo entre os Estados-membros
     da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e o
      Reino de Marrocos na sequência da adesão do
Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade
 ---pagebreak---                                             2
                                                                    I / 20 / 87-PT
                                        PROTOCOLO
                        anexo ao Acordo entre os Estados-membros
                      da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e o
                       Reino de Marrocos na sequência da adesão do
                Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade
0 REINO DA BÉLGICA .
0 REINO DA DINAMARCA .
ft . HEPQBLIgft- FEDERAL PA ALEMANHA .
A REPOBLICA HELÉNICA .
A REPÜBLICA FRANCESA .
0 REINO DE ESPANHA .
A IRLANDA .
A REPÜBLICA ITALIANA .
0 GRAO-DUCADO DO LUXEMBURGO .
0 REINO DOS PAÏSES BAIXOS .
A REPÜBLICA PORTUGUESA .
0 REINO UNIDQ DA GRfl-BRETANHA E DA IRLANDA DO NORTE .
Estados-membros da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço
                                                                                   1 5 '
 ---pagebreak---                                        - 3 -
por um lado , e
o Reino de Marrocos
por outro lado ,
Tendo em conta o Acordo entre os Estados-membros da Comunidade Europeia do
Carvão e do Aço e o Reino de Marrocos ,    assinado em Rabat , em 27 de Abril de
1976 , a seguir denominado "Acordo",
Tendo em conta a adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa às
Comunidades Europeias em 1 de Janeiro de 1986 ,
Decidiram determinar , de comum acordo , as adaptações e as medidas transitórias
a introduzir ao Acordo na sequência da adesão do Reino de Espanha e da
República Portuguesa à Comunidade Europeia do Carvão e do Aço
e C0NCLUIR 0 PRESENTE ACORDO :
                                     Artigo ia
Pelo presente Protocolo , o Reino de Espanha e a República Portuguesa aderem ao
Acordo
 ---pagebreak---                                      14
                                    TÍTULO I
                                   ADAPTAÇÕES
                                    Artigo 2Q
1 . Os textos do Acordo , incluindo o Anexo e os Protocolos que dele fazem
parte integrante , bem como a Declaração anexa à Acta Final , redigidos nas
línguas espanhola e portuguesa , fazem fé nas mesmas condições que os tex ¬
tos originais . 0 Conselho de Cooperação aprovará as versões espanhola e
portuguesa .
2 . Os produtos abrangidos pelo Acordo e originários de Marrocos , aquando
da sua importação nas zonas de regime aduaneiro e fiscal especial referi ¬
das no Protocolo nQ 2 do Acto de Adesão de Espanha     e de Fbrtugal ás Comu ¬
nidades Europeias , a seguir denominadas " zonas ", beneficiarão em todos
os aspectos , incluindo o encargo denominado "arbitrio insular " aplicado
às Ilhas Canárias , do mesmo regime aduaneiro que o aplicado aos produtos
originários do território aduaneiro da Comunidade .
3 . 0 Reino de Marrocos concederá às importações dos produtos referidos no
Acordo e originários das zonas , o mesmo regime aduaneiro que o concedido
aos produtos importados e originários de Espanha .
 ---pagebreak---                                     TÍTULO II
                              HEDIDAS TRANSITORIAS
                                    Artigo 38
1 . Para os produtos abrangidos pelo Acordo , o Reino de Espanha procederá ao
desmantelamento dos direitos aduaneiros , aplicáveis ás importacSes originarias
de Marrocos , segundo o calendário seguinte :
- à data da entrada em vigor do présente Protocolo cada direito seré reduzido
                                                 para 77,5*4 do direito de base
                                                                     TT  TT  TT
-  em  1.1.1988      : TÎ 1»   TT    TT       TT   TT
                                                      62 , 5*4  TT
                                                                TT   n   TT  TT
-  em  1 . 1 . 1 989 : TT TT   TT    TT       n    TT
                                                      47,5*4
                                                                         TT  TT
-  em  1.1.1990      : IT TI   TT    TT       TT   TT
                                                      35,0*4    TT   TT
                                                                             TT
-  em  1.1.1991      : TT TT   TT    TT       TT   TT
                                                      22,5*4    TT   TT  TT
                                                                             TT
-  em  1.1.1992      : TT TT   TT    TT       TT   TT
                                                      1 0 , 0*4 TT   TT  TT
A última redução de 10% será efectuada em 1 de Janeiro de 1993     •
2.    0 direito de base a partir do qual devem ser efectuadas as reduções
sucessivas previstas no nfl 1 , em relação a cada produto , é o direito
efectivamente aplicado em 1 de Janeiro de 1985 pelo Reino de Espanha em
relação à Comunidade .
3.    As taxas dos direitos calculados nos termos dos números anteriores sao
aplicadas por arredondamento á primeira casa decimal , desprezando-se a segunda
casa decimal .
 ---pagebreak---                                             5
                                        Artigo. A»
1 . Para os produtos abrangidos pelo Acordo , a Republica Portuguesa suprimirà ,
a partir da entrada etn vigor do presente Protocolo , os direitos aduaneiros
relativos às importagòes dos produtos originàrios de Marrocos .
2 . Por derrogagáo do na 1 , em relagao ao produto referido no na 3 , a
República Portuguesa procederá ao desmantelamento dos direitos aduaneiros
relativos ás importares originárias de Marrocos ,                  segundo o seguinte
calendário :
- à data de entrada em vigor do présente Protocolo , cada direito seré reduzido
                                                        para 80*4 do direito de base
                                                                           n     TT  TT
- em 1 de Janeiro de 1988 ,       "      "         "         65,0*4 "
                                                          " 65,0%          "     "   "
                                                                           TT    n   TT
- em 1 de Janeiro de 1989 ,       "      "         "      "n 50,0%
                                                             50 , 0%   "
                                                                           TT    TT  TT
 - em 1 de Janeiro de 1990 ,      "      "         "       " 40,0%
                                                             40 , 0%   "   "     "   "
                                                                            TT   TT  TT
 - em 1 de Janeiro de 1991 ,      "      "         "       " 30,0%
                                                             30 , 0%   "    "    "   "
As duas outras reduçôes , de 15% cada , serâo efectuadas em 1 de Janeiro de 1992
e em 1 de Janeiro de 1993 .
 3.   Relativamente ao produto a seguir indicado ,       o direito de base a aplicar
por Portugal será de 20% .
  Na da pauta
    aduaneira                       Designação das mercadorias
     comum
     73.13      Chapa de ferro macio ou de ago , laminada a quente ou a frió :
                B. Outra chapa :
                   IV . Chapeada , revestida ou tratada à superfície por
                        qualquer outra forma :
                        ex d ) Outra ( cobreada , oxidada artificialmente , lacada ,
                               niquelada , envernizada , chapeada , "parquer izada",
                               impressa , etc .):
                _- revestida a cloreto de oolivinilo_
 4.   As taxas dos direitos calculados nos termos dos números anteriores sao
 aplicadas por arredondamento á primeira casa decimal , desprezando-se a segunda
 casa decimal .
                                                                                        У У-
 ---pagebreak---                                           6
                                     firtisQ 5g
Os seguintes encargos , aplicados por Portugal nas suas trocas comerciais com
Marrocos serão progressivamente suprimidos segundo o calendário seguinte :
a)  0 encargo de 0,4% ad valorem aplicado ás mercadorias importadas
    temporariamente ,     ás mercadorias reimportadas ( com excepcáo dos
    contentores ) e ás mercadorias importadas em regime de perfeigoamento
    activo caracterizado pela restituigao , após a exportacao dos produtos
    obtidos , dos direitos cobrados na importagSo das mercadorias utilizadas
    ("drawback ") , será reduzido para 0,2% á data de entrada em vigor do
    presente Protocolo e suprimido em 1 de Janeiro de 1988 ;
b)  0 encargo de 0,9% ad valorem aplicado às mercadorias importadas para
    introdução no consumo será reduzido para 0,6% em 1 de Janeiro de 1989 ,
    para 0,3% em 1 de Janeiro de 1990 e suprimido em 1 de Janeiro de 1991 .
                                     Artigo 6a
Se o Reino de Espanha e /ou a República Portuguesa suspenderem ,       total ou
parcialmente ,   a cobrança dos direitos aduaneiros e /ou os encargos referidos
nos artigos 32 e 42 , aplicáveis aos produtos importados da Comunidade na sua
composição de 31 de Dezembro de 1985 , suspenderão ou reduzirão , igualmente , na
mesma percentagem ,     os direitos    e/ou   encargos aplicáveis  aos  produtos
originários de Marrocos .
                                    TÍTULO III
                           DISPOSIÇÕES GERAIS OU FINAIS
                                     Artigo 72
0 Conselho de Cooperação introduzirá às regras de origem as alterações que
possam tornar-se necessárias na sequência da adesão do Reino de Espanha e da
República Portuguesa das Comunidades Europeias .
                                                                                1 00
 ---pagebreak---                                         7
                                   Artiso 82
0 présente Protocolo faz parte intégrante do Acordo .
0 presente Protocolo será aprovado pelas Partes Contratantes em conformidade
com os seus próprios procedimentos e entrará em vigor no primeiro dia do
segundo mês seguinte à notificação pelas Partes Contratantes do cumprimento
dos procedimentos necessários para o efeito .
                                   Artigo 102
0 presente Protocolo é redigido em duplo exemplar em língua alemã ,
dinamarquesa , espanhola , francesa , grega , inglesa , italiana , neerlandesa ,
portuguesa e árabe , fazendo fé qualquer dos textos .
                                                                                 /<? 7
 ---pagebreak---                                 RECOMENDAÇÃO DE
                             DECISAO DO CONSELHO
                          de
              que diz respeito à celebração do Protocolo
                 relativo a cooperação financeira e téenica
                 entre a Comunidade Económica Europeia
                            e o Reino de Marrocos
O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS ,
Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia
nomeadamente , o seu artigo 238® ,
Tendo em conta a recomendação da Comissão ,
Tendo em conta o parecer favorável do Parlamento Europeu'/
 ---pagebreak---  Considerando que é conveniente aprovar o Protocolo relativo á cooperacáo
 financeira e técnica entre a Comunidade Economica Europeia e o Reino de
 Marrocos ,
 DECIDE :
                                    Art.^o 1Q
 Ê aprovado em nome da Comunidade o Protocolo relativo à cooperaçào
 financeira e técnica entre a Comunidade Economica Europeia e o Re^no
 de Marrocos .
 0 texto do Protocolo vem anexo à présente Decisâo .
                                    Artigo 2°
0 Presidente do Conselho procederá à notificação prevista no n » 1 do
artigo 21 . do Protocolo ^
( 1 ) A data de entrada em vigor do Protocolo será publicada no Jornal Oficial
      das Comunidades Europeias por iniciativa do Secretariado-Geral do
      Conselho .
 ---pagebreak---                                  Artigo 3°
A presente decisáo entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicaqáo no
Jornal Oficial das Comunidades Europeias .
Feito no .
                                                Pelo Conselho
                                                O Presidente
 ---pagebreak---           Protocolo relativo á
   cooperação financeira e técnica
entre a Comunidade Económica Europeia
         e o Reino de Marrocos
 ---pagebreak---  PREÂMBULO
O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS ,
por um lado ,
0 GOVERNO DO REINO DE MARROCOS ,
por outro lado ,
REAFIRMANDO a sua voncade de pôr em prática , no âmbito da politica mediter-
rânica da Comunidade alargada , uma cooperação que contribua para o desenvo_l
vimento económico e social de Marrocos e favoreça o reforço das relações
entre a Comunidade e Marrocos ,
DESEJOSOS de , para isso , prosseguirem a cooperação financeira e técnica
prevista no Acordo de Cooperação ,
DECIDIRAM celebrar o présente Protocolo e designaram plenipotenciérios , pa ¬
ra esse fim :
                                                                     i • •/m m m
                                                                               1o <f ,
 ---pagebreak---                                    - 2
                                     Artigo 1Q
       No âmbito da cooperação financeira e técnica prevista no Acordo de
Cooperação celebrado entre a Comunidade Económica Europeia e o Reino de
Marrocos , a Comunidade participa , nas condições estabelecidas pelo presen ¬
te Protocolo , no financiamento de acções destinadas a contribuir para o
desenvolvimento económico e social de Marrocos .
                                     Artigo 2Q
1.  Para os fins referidos no artigo 1Q , pode ser autori zado, para um
    periodo que termina em 31 de Outubro de 1991 , um montante global
    de 324 milhões de ECUs , com os seguintes limites :
    a ) 151 mi Ihôes de ECUs sob forma de empréstimo do Banco Europeu
        de Invest imento , a seguir denominado "Banco ", concedidos atra
        vés dos seus recursos prôprios ;
    b ) 162 mi Ihôes de ECUs a cargo dos recursos orçamentais da Comu -
        nidade sob a forma de auxilios nâo reembo Isâvei s .
    c ) 11 mi Ihôes de ECUs a cargo dos recursos orçamentais da Comuni
        dade sob    forma de cont r i bui çôes para a formaçao de capitais
        de risco .
2.  Os capitais de risco referidos no nû 1 , alinea c ), contribuem pa ¬
     ra os objectivos e acçôes de cooperaçâo definidos no artigo 3û e ,
    em particular , para os referidos no segundo travessâo do nû 2 .
 ---pagebreak---                                    - 3 -
       Estes capitais serao prioritariamente utilizados para colocar capi -
tais prôprios ou equiparados à disposiçâo de empresas marroquinas, tanto privadas co-
mo pub L i cas ou coin participaçâo do Estado ,               em especial em-
presas a que se encontrem associadas pessoas singulares ou colectivas
de um pais membro da Comunidade . Poderao , ñas mesmas condi goes , ser uti ¬
lizados para o f inanciamento de estudos específicos para a preparagao e
a elaboragao de projectos dessas empresas , bem como para assisténcia a
estas durante o seu periodo de arranque .
      Sâo concedidos e geridos pelo Banco e podem assumir as seguintes for ¬
mas :
a)    Empréstimos subordinados cujo reembolso e , se for caso disso , o pa ¬
      gamento de juros apenas tém lugar após a regularizadlo dos outros
      créditos bancários ;
b)    Empréstimos condicionáis cujo reembolso ou duragao dependem dasatisfa -
      gao de determinadas condi goes      no momento da concessao do emprés -
      timo ;
c)    Parti cipaçôes minoritérias e temporàrias em nome da Comunidade no
      capital de empresas estabelecidas em Marrocos ;
d)    Financiamentos de participações , sob a forma de empréstimos condicio ¬
      nais concedidos a Marrocos ou , com o acordo do Governo marroquino , a
      empresas marroquinas , quer di rectamente, quer por intermédio de insti ¬
      tuições financeiras marroquinas .
                                     Artigo 3Q
1.    0 montante global fixado no artigo 2û destina-se prioritariamente
      ao financiamento ou à participação no financiamento de projectos
      ou de acções de cooperação que tenham por objectivo :
                                                                              ./.
 ---pagebreak---                                       - 4 -
   - o desenvolvimento , a diversif icaçâo e o incentivo       da produçao agri -
     cola destinada à reduçâo da dependência alimentar de Marrocos , bem como
      o esforço de diversificação das produções e das exportações agrico -
     las na perspectiva de uma maior complementaridade entre as diferentes
     regiões do Mediterrâneo ;
     Neste contexto , serão incentivados o desenvolvimento da pesca e a pisci ¬
     cultura .
   - o reforqo , no interesse mùtuo , dos laqos económicos entre a Comunidade
     e Marrocos através de um desenvolvimento das cooperaqòes nos sectores
     industriai , energéti co , da formaqào e da investigalo , tecnològico , co-
     mercial e dos outros servigos ;
   - a cooperaçào régional e multilatéral .
     Podem igualmente ser financiados o desenvolvimento e a recuperação de
     inf ra-estruturas económicas e sociais e os investimentos industriais
     complementares das acções acima referidas e das acções de cooperação
     técnica    conexas .
2.   Entre os projectos e acçôes financiéveis serâo pri vi legiados os que te -
     nham por objectivo :
     - no sector agrícola , o desenvolvimento das produções agrícolas defi ¬
       citárias , em especial , das produções alimentares , nomeadamente no
       âmbito dos programas plurianuais e de acções relacionadas com a es ¬
       tratégia alimentar nacional . Procurai– se-á uma concentração de recur ¬
       sos nos sectores específicos , a fim de obter um máximo de eficácia ;
     - no sector industrial e de serviços , o incentivo a         acçôes conjun-
       tas entre operadores dos Estados-membros da Comunidade e operadores
       marroquinos , os contactos directos , a troca de informações , a promo ¬
       ção de investimentos e a contribuição de capitais privados , o apoio
       às pequenas e médias empresas , incluindo as de carácter artesanal ,
       com o objectivo de favorecer o emprego ;
 ---pagebreak---                                 - 5 -
   - no sector cientifico e tecnológico , a expansão da capacidade de
     formação e de investigação de Marrocos e a criação ou a expansão
     de laços entre inscituições de formação e de investigação marro¬
     quinas e europeias , privadas e públicas ;
   - no sector comercial , a diversificação e a promoção das exportações ,
     bem como a organização de contactos entre operadores marroquinos
     e operadores dos Estados-membros da Comunidade ;
   - nos sectores prioritérios acima referidos , acçôes de formaçâo pré -
     tica ligadas a projectos ou acçôes , na empresa , nas instituiçôes
     de investigaçâo .
3.   As contribuições financeiras da Comunidade destinam -se a cobrir
     as despesas internas e externas necessárias à realização de pro -
     jectos ( incluindo as despesas de estudo , de engenheiros-consulto ¬
     res e de assistência técnica ) ou acções aprovadas . Não podem ser uti ¬
     lizadas para cobrir despesas correntes de administração , de manuten¬
     ção ou de funcionamento .
                                                                             \
                                    Artigo 4Q
1 . Os projectos de investimento podem ser financiados , quer por emprés ¬
     timos do Banco , quer por capitais de risco , quer por auxílios não
     reembolsáveis , quer ainda por uma combinação destes meios .
2 . As acções de cooperação técnica e económica são financiadas , regra
     geral , por auxílios não reembolsáveis .
                                   Artigo 5Q
1 . Os montantes a autorizar anualmente devem ser repartidos de forma
      tão regular quanto possível durante todo o período de aplicação
     do presente Protocolo .
                                                                         ./.
                                                                               1Ю ^
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2. O saldo eventualmente nao autorizado no final do periodo referido no
   nQ 1 do artigo 2Q será utilizado até ao seu esgotamento . Este saldo
   será utilizado ñas mesmas condigoes que as previstas no presente Pro ¬
   tocolo .
                                    Artigo 6Q
1. Os empréstimos concedidos pelo Banco através dos seus recursos pró -
   prios sao outorgados de acordo com as modalidades , condigoes e procedimen -
   tos previstos nos seus Estatutos . As suas condigoes de duragao sao es -
   tabelecidas com base ñas caracteristi cas económicas e financeiras dos
   projectos a que se destinam e tendo igualmente em conta as condigoes
   existentes nos mercados de capitais nos quais o Banco obtém os seus
   recursos . A taxa de juro é determinada de acordo com as práticas do
   Banco nesta matéria no momento da assinatura de cada contrato de em -
   préstimo .
2. As condigôes e modalidades das contribui gôes para a formagâo dos ca -
   pitais de risco sâo estabelecidas caso a caso .
3. A excepgâo dos auxilios destinados às operagôes de capitais de risco ,
   os auxilios a partir de recursos orgamentais comunitârios serâo conce -
   didos e geridos pela Comissâo .
4. Os fundos referidos no artigo 2Q podem ser concedidos ao Estado ou
   por intermédio do Estado ou de organismos marroquinos apropriados ,
   responsabilizando -se estes por atribuir os fundos aos beneficiários ,
   em condi gões determinadas , mediante acordo com a Comunidade , com base
   nas caracteristicas económicas e financeiras dos projectos e acgões a
   que se destinam .
                                    Artigo 7Q
   A contribuigão da Comunidade para a realizagao de certos projectos
   pode , com o acordo de Marrocos , assumir a forma de um co-f inanciamen -
   to , no qual podem participar , nomeadamente , os órgãos e instituições
   de crédito e de desenvolvimento de Marrocos , dos Estados-membros ou
   de Estados terceiros     ou organismos financeiros internacionais .
                                                                           ./.
                                                                                111
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                                    Artigo 8Q
Podem beneficiar da cooperação financeira e técnica :
a ) De forma gérai :
    - o Estado marroquino ,
b ) Com o acordo do Governo marroquino , relativamente a projectos e acgoes
    por ele aprovados :
    - os organismos püblicos ou parapüblicos de desenvolvimento marroquinos ,
    - os organismos privados que se dediquem em Mar roeos ao desenvolvimento
      económico e social ,
    - as empresas que exercem a sua actividade segundo métodos de gestao
      industriai e comercial e constituidas sob a forma de pessoas colecti -
      vas em conformidade com a legislagào marroquina ,
    - as associações de produtores nacionais de Marrocos ou , na falta de tais
      associações e a titulo excepcional , os próprios produtores ,
    - os bolseiros e estagiérios enviados por Marrocos no âmbito das acçôes
      de formaçâo referidas no artigo 3Q .
                                     Artigo 9fl
1 . Com vista a uma utilização óptima dos instrumentos e meios previstos
    no Protocolo e ao cumprimento dos objectivos estabelecidos no artigo 3Q,
    a Comunidade e Marrocos procedem , a partir de elementos fornecidos por
    Marrocos , a uma análise :
    - dos objectivos prioritários de desenvolvimento incluidos no plano
      nacional pelo Governo marroquino ;
    - do ou dos domínios em que se irá centrar a contribuição comunitária ,
      tendo nomeadamente em conta as intervenções dos outros mutuantes no
      plano bilateral ou multi lateral e outros instrumentos comunitários ,
       incluindo a ajuda alimentar ;
                                                                            P
                                                                              111
 ---pagebreak---                                      - 8 -
- das medidas e das acções mais apropriadas ao          cumprimento dos objec -
   tivos sectoriais referidos no segundo travessão ou , quando estas acções
   não estiverem suficientemente definidas , das grandes Linhas dos progra ¬
   mas de apoio às politicas definidas pelo pais nestes sectores ;
- dos programas de acçôes de interesse régional susceptiveis de serem fi -
   nanciados pela Comunidade .
2 . Nesta base , a Comunidade e Marrocos estabelecem de comum acordo um pro¬
    grama indicativo que compromete as duas partes e que fixa os objectivos
    especificos da cooperagao financeira e técnica , os sectores prioritários
    de intervengáo ,bem como os programas de acgoes previstos .
3 . 0 programa indicativo pode ser revisto de comum acordo para tomar em
    consideração as mudanças ocorridas na situação económica de Marrocos
    ou nos objectivos e prioridades estabelecidos pelo seu piano de desenvol -
    vimento .
4 . A Comunidade e Marrocos continuarão as trocas de pontos de vista no âm ¬
    bito das instâncias apropriadas e procederão , pelo menos uma vez duran ¬
    te o período de execução do Protocolo e , o mais tardar , antes do fim do
    terceiro ano após a entrada em vigor do presente Protocolo , a uma apre ¬
    ciação da execução do programa indicativo .
                                     Artigo 10Q
1 . Os pedidos de contribui goes financeiras só podem ser apresentados á
    Comunidade pelo Governo do Reino de Marrocos , por sua própria conta ou pe ¬
     la de outros benef i ci ários referidos no artigo 8ü .
2 . A Comunidade instruirá os pedidos de financiamento em colaboração com
    as autoridades marroquinas competentes e os outros beneficiários , em
    conformidade com os objectivos definidos no artigo 3Q , e informá - los -á
    do seguimento dado aos seus pedidos .
                                                                          ./.
                                                                               11 h
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                                   Artigo 1 1Q
1 . A execuçâo , gestâo e manutençâo dos projectos que sâo objecto de
    um f inanciamento a titulo do presente Protocolo , sao da responsabi ti ¬
    rade de Marrocos ou dos outros benef iciirios referidos no artigo 8Q
    do presente ProtocoLo .
    A Comunidade assegurai se-á de que a utilização destas contribuições
    financeiras está em conformidade com as afectações decididas e de que
    se realiza nas melhores condições económicas .
2 . Os projectos e programas de acções serão objecto de avaliações • apro¬
    priadas cujos resultados serão comunicados às duas partes que , de co ¬
    mum acordo , tomarão as medidas consideradas necessárias .
3.  Determinadas modalidades de gestão das contribuições financeiras con¬
    cedidas pela Comunidade são objecto de una t roca dec artas ou de um acor ¬
    do-quadro entre a Comissão e Marrocos , aquando da celebração do presen
    te Protocolo .
                                  Artigo 12Q
1.  A participação em concursos e noutros procedimentos de adjudicação de
    contratos susceptiveis de serem financiados está aberta , em igualdade
    de condições , a todas as pessoas singulares e colectivas       abr^frjidas pe-
    lo âmbito de aplicação do Tratado que institui a Comunidade Económica
    Europeia e a todas as pessoas singulares e colectivas de Marrocos . Es ¬
    tas pessoas colectivas constituídas em conformidade com a legislação
    de um Estado-membro da Comunidade Económica Europeia ou de Marrocos de
    vem ter a sua sede social , a sua administração central ou o seu estabe
    lecimento principal nos territórios em que se aplica o Tratado CEE ou
    em Marrocos ; no caso de apenas terem nos referidos territórios ou em
    Marrocos a sua sede social , a sua actividade deve ter uma ligação
    efectiva e continua com a economia dos referidos territórios ou de Mar
    rocos .
 ---pagebreak---                                   - 10 -
2.    De acordo com Marrocos e com o objectivo de encorajar a cooperação
      regional , as pessoas singulares e colectivas dos paises em vias de
      desenvolvimento associados à Comunidade por força de acordos globais
      de cooperação ou de associação podem ser autorizadas pela Comunidade ,
      a pedido do Governo marroquino , caso a caso e a titulo excepcional , a
      participar nas operações financiadas pela Comunidade^ referidas no pri ¬
     meiro parágrafo .  A elegibilidade das pessoas singulares e colectivas
      será apreciada por analogia , nas condições referidas no nQ 1 .
                                       Artigo 13Q
A fim de favorecer a participaçâo das empresas marroquinas na execuçâo
de contratos e corn o objectivo de assegurar a execuçâo ràpida e eficaz
dos projectos e acçôes financiados corn recursos geridos pela Comissâo :
1.    Pode ser organizado por Marrocos , mediante acordo com a Comissao , um
      procedimento acelerado de anúncios de concurso com prazos reduzidos
     para a apresentagao de propostas , quando se trate de executar con ¬
      cursos que , pela sua dimensao , interessem principalmente ás empresas
     marroqui ñas .
     A organização deste procedimento acelerado não exclui a possibili ¬
     dade de abertura de um concurso internaciona l, quando a natureza das
      empreitadas a realizar ou o interesse de alargamento da participação
     o justificarem .
 2 . Quando a urgéncia ,    a natureza , a insignificancia   ou as caracte ¬
      rísticas especiáis de determinadas empreitadas ou fornecimentos de bens
     o justif icarem , Marrocos pode , de acordo com a Comissao , autorizar , a
     titulo excepcional , a celebragao de contratos após a realizagao de
      concursos limitados , a celebragao de contratos por ajuste directo
     e a execuçâo em " régie ".
 3 . Os procedi mentos referidos nos pontos 1 e 2 acima podem ser organiza -
     dos para operaçôes cujo custo avaliado seja inferior a 3 milhôes de
      ECUs .
                                                                          ./.
                                                                                11 <-
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                             Artigo 14Q
1.  Marrocos fará beneficiar os concursos e os contratos celebrados
    para a execução de projectos ou de acções financiados pela Comu ¬
    nidade de um regime fiscal e aduaneiro que não seja menos favorá ¬
    vel do que o aplicado ao dador de ajuda bilateral mais favorecido
    ou à organização internacional mais favorecida em matéria de apoio
     ao desenvolvimento .
2 . 0 conteüdo do régime mencionado no nû 1 seré objecto de uma t roca
    decartas entre as Partes .
                             Artigo 15Q
    Marrocos adoptará as medidas necessárias para que os juros e outras
    somas devidas ao Banco , a titulo das operações realizadas por força
    do presente Protocolo , sejam isentos de qualquer imposto ou imposi ¬
    ção de carácter fiscal , nacional ou local .
                             Artigo 16Q
    Quando um empréstimo for concedido a outro beneficiário que não o
    Estado marroquino , o Banco subordinará a sua concessão a uma garan¬
    tia prestada por aquele Estado ou a outras garantias adequadas .
                             Artigo 17Q
    No período de duração dos empréstimos ou das operações de capitais
    de risco referidas no artigo 2(2, Marrocos compromete -se a colocar à
    disposição :
    a ) Dos beneficiários ou dos seus fiadores , as divisas necessárias ao
        serviço da divida ( juros , comissões e amortizações dos empréstimos )
        e dos concursos sobre capitais de risco concedidos para a realiza ¬
        ção das intervenções no seu território ;
    b ) Do Banco , as divisas necessárias para a transferência de todas as
        quantias por este recebidas em moedas nacionais e que representem
        os rendimentos e produtos liquidos das operações de tomada de par ¬
        ticipação da Comunidade no capital das empresas .
 ---pagebreak---                               - 12
                             Artigo 18Q
Os resultados da cooperaqao financeira e técnica podem ser objecto
de análise no ámbito  do Conselho de Cooperaqao . Este definirá , se for
caso disso , as orientaqoes gerais desta cooperaqáo .
                             Artigo 19Q
Um ano antes do termo da vigência do presente Protocolo , as Partes
Contratantes examinarão as disposições susceptiveis de serem previstas no
domínio da cooperação financeira e técnica para um eventual novo pe ¬
ríodo .
                             Artigo 20Q
0 présente Protocolo ficarà anexo ao Acordo de Cooperaçâo celebrado
entre a Comunidade Econômica Europeia e o Reino de Marrocos .
                             Artigo 21Q
1.  0 présente Protocolo serà sujeito a aprovaçâo segundo os proce
dimentos prôprios das Partes Cont ratantes , as quais se notificarâo
da realizaçâo dos procedimentos necessàrios para o efeito .
2 . 0 presente Protocolo entra em vigor no primeiro dia do segundo
mês seguinte àquele em que tiverem sido efectuadas as notificações
previ stas no ntt 1 .
                             Artigo 22Q
0 presente Protocolo é redigido em duplo exemplar , em lingua alema ,
inglesa , dinamarquesa , espanhola , francesa , grega , italiana , neer ¬
landesa , portuguesa e árabe , fazendo fé qualquer dos textos .
                                                                          11}
 ---pagebreak--- PROJETS DE DECLARATIONS A INSCRIRE AU PROCES-VERBAL DES NEGOCIATIONS
1 . Déclaration marocaine Interprétative relative à l' article 2
                " Dans l' hypothèse que des opérations de capitaux à risque pren ¬
        draient la forme de prêts , le Maroc considère que de tels prêts ne
        devraient pas être producteurs d' intérêts ".
2 . Déclaration de la Communauté au sujet de l' article 2
                "La Communauté prend bonne note de l' Interprétation marocaine de
        l' article 2 . Elle Indique sur ce point à la partie marocaine que les
       opérations sur capitaux à risques seront assorties de conditions
       concess lonnel les compte tenu de la nature des opérations financées . Ces
       conditions pourront aller , dans certains cas , prévus par les contrats de
       financement , Jusqu' à l' absence d' intérêt et / ou le non-remboursement du
       prêt" .
3 . Déclaration commune relative à l' article 3
               "Dans le cadre des objectifs arrêtés , la recherche de la valo ¬
       risation des ressources humaines devra être l' un des éléments d' appré ¬
       ciation des projets et actions retenus ".
4 . Déclaration de la Délégation de la Communauté relative à l' article 5 ,
    paragraphe 1
               " La Communauté prend acte de ce que le Gouvernement du Royaume du
       Maroc Interprète les mots "d' une façon aussi régulière que possible "
       comme n' excluant pas la possibilité , pour lui , de présenter dès les
       premières années d' application du protocole un volume plus Important de
       projets ".
 ---pagebreak---                                             2
5 . Déclaration commune relative à l' article 5 paragraphe 2
               " Il est entendu que l' application de l' article 5 paragraphe 2 est
        subordonnée à la présentation par le Gouvernement marocain de projets
        reconnus mutuellement acceptables ".
6 . Déclaration commune relative à l' article 6 paragraphe 4
              " Les dispositions du Protocole financier n' excluent pas que soient
       éligibles au financement de la Communauté des projets visant un objectif
       de développement social ".
7 . Déclaration de la Délégation de la Communauté relative à l' article 12
              " Les dispositions du Protocole financier ne préjugent pas la
       question générale de l' origine des prestations finançables par la Banque
       sur ses ressources propres et sur des capitaux à risques et ne portent
       pas atteinte à cet égard à l' exercice par les organes de la Banque de
       leurs compétences , conformément aux statuts de celle-ci ".
              " En  ce  qui  concerne   les   dons destinés  au  financement de  la
       coopération technique , Ils peuvent financer des prestations ayant leur
       origine en dehors de la Communauté et de l' Etat bénéficiaire en cas de
       participation à des cofinancements conjoints et lorsque l' opportunité de
       recourir à cette forme de cofinancement aura été démontrée ".
                                                                                    yi5 .
 ---pagebreak---                                 FICHE FINANCIERE
 1 . Ligne budgétaire concernée : Titre I "Ressources propres "
 2 . Intitulé de l' action : Recommandation * de décisions du Conseil concernant la con¬
      clusion du protocole additionnel à l'accord / de coopération entre la Communauté
      économique européenne et le Royaume du Maroc
 3 . Base juridique : Article 238 du Traité CEE
4 . Objectifs de l' action :
     - Elimination progressive des droits de douane jusqu' au 31.12.1995 sur les prin
        cipaux produits agricoles exportés par le - pays concerné
5 . Incidences financières : Exercice      1988 et suivants
     - perte progressive des recettes douanières atteignant environ 17 MECU
        le 1.1.1996        ( estimation basée sur les importations de produits agrico
        les concernés par la Communauté ).
                                                                                         À2o
 ---pagebreak---     ANNEXE concernant les petites et. moyennes entreprises
       Les   exportations  marocaines  concernées  par  les  protocoles  à
conclure   avec   le Maroc  sont  essentiellement des  produits   frais du
secteur agricole . Les mesures prévues dans ces protocoles ne sont donc
pas susceptibles d' avoir un impact sur la compétitivité et l' emploi dans
les P.M.E. de la Communauté .
                                                                           /ΤΖΊ