CELEX: 42006X1227(07)
Language: pt
Date: 2006-12-27 00:00:00
Title: Regulamento n. o  123 da Comissão Económica para a Europa da Organização das Nações Unidas (UN/ECE) — Disposições uniformes relativas à homologação dos sistemas de iluminação frontal adaptáveis (AFS) destinados aos veículos automóveis

27.12.2006 PT                    Jornal Oficial da União Europeia            L 375/539
                Regulamento n.º 123 da Comissão Económica para a Europa da
              Organização das Nações Unidas (UN/ECE) — Disposições uniformes
                  relativas à homologação dos sistemas de iluminação frontal
                     adaptáveis (AFS) destinados aos veículos automóveis
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L 375/540        PT                      Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
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   A.          DISPOSIÇÕES ADMINISTRATIVAS
               ÂMBITO DE APLICAÇÃO
               O presente regulamento aplica-se aos sistemas de iluminação frontal adaptáveis (AFS)
               destinados aos veículos automóveis.
   1.          DEFINIÇÕES
               Para efeitos do presente regulamento:
   1.1         Aplicam-se as definições que constam do Regulamento n.º 48 e da série de alterações
               em vigor à data do pedido de homologação.
   1.2         Um “sistema de iluminação frontal adaptável” (ou “sistema”) é um dispositivo de
               iluminação que emite feixes cujas características se adaptam automaticamente às
               condições variáveis de utilização do feixe de cruzamento (médios) e, se necessário, do
               feixe de estrada (máximos) com um conteúdo funcional mínimo, conforme indicado no
               ponto 6.1.1.; este sistema comporta o “comando do sistema”, um ou vários
               “dispositivos de alimentação e de funcionamento”, quando necessário e as unidades de
               instalação (luzes delimitadoras) colocadas à direita e à esquerda do veículo;
   1.3         Uma “Classe” de feixes de cruzamento (C, V, E ou W) corresponde a um feixe de
               cruzamento com as características enunciadas no presente regulamento e no
               Regulamento n.º 481/
   1.4         Um “Modo” de uma função de iluminação frontal garantida por um sistema corresponde
               a um feixe que está em conformidade com os pontos 6.2 e 6.3 do presente regulamento,
               quer para uma das classes de feixes de cruzamento quer para os feixes de estrada, e que
               foi concebido pelo fabricante para ser utilizado em certos veículos e sob certas
               condições;
   1.4.1      Um “modo de luz de curvas”corresponde a uma função de iluminação em que o feixe é
              deslocado lateralmente ou modificado (para se obter um resultado equivalente),
              concebida para as curvas ou as intersecções da estrada e que possui características
              fotométricas próprias.
   1.4.2       Um “modo de luz de curvas de categoria 1” corresponde a um modo de luz de curvas
               com deslocamento horizontal do ângulo de recorte.
   1/ Exclusivamente para fins explicativos, a classe C corresponde ao feixe de cruzamento de base, a
   classe V corresponde ao feixe de cruzamento utilizado nas zonas iluminadas, por exemplos, nas
   localidades, a classe E corresponde ao feixe de cruzamento utilizado nas estradas ou auto-estradas e
   a classe W corresponde ao feixe de cruzamento utilizado em caso de mau tempo, designadamente
   com piso molhado.
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    1.4.3  Um “modo de luz de curvas de categoria 2” corresponde a um modo de luz de curvas
           sem deslocamento horizontal do ângulo de recorte.
    1.5    Uma “unidade de iluminação” é uma parte do sistema que emite luz e que pode ser
           constituída por elementos ópticos, mecânicos e eléctricos, concebida para garantir total
           ou parcialmente o feixe de uma ou várias funções de iluminação frontal produzida(s)
           pelo sistema;
    1.6    Uma “unidade de instalação” é uma caixa indivisível (corpo do farol) que contém uma
           ou várias unidades de iluminação.
    1.7    O “lado direito” ou o “lado esquerdo” representa a totalidade das unidades de
           iluminação destinadas ao lado em questão no plano longitudinal médio do veículo em
           relação ao seu eixo de deslocação para a frente.
    1.8    Um “comando do sistema” corresponde à ou às partes do sistema que recebem os sinais
           provenientes do veículo e que comandam automaticamente o funcionamento das
           unidades de iluminação;
    1.9    O “estado neutro” corresponde ao estado do sistema quando é emitido um modo
           definido do feixe de cruzamento da classe C (“feixe de cruzamento de base”) ou do
           feixe de estrada sem que seja dado qualquer sinal de comando AFS.
    1.10   Um “sinal” corresponde a qualquer sinal de comando AFS nos termos do Regulamento
           n.º 48 ou qualquer sinal de comando adicional de entrada do sistema, ou ainda um
           comando de saída do sistema para o veículo;
    1.11   Um “gerador de sinal” é um dispositivo capaz de reproduzir um ou vários sinais para os
           ensaios do sistema;
    1.12   Um “dispositivo de alimentação e de funcionamento” corresponde a um ou vários dos
           elementos de um sistema de alimentação de uma ou várias partes desse sistema, como
           um regulador de alimentação e/ou de tensão para uma ou várias fontes luminosas, por
           exemplo, equipamentos de comando electrónico das fontes luminosas.
    1.13   O “eixo de referência do sistema” é a linha de intersecção do plano longitudinal médio
           do veículo com o plano horizontal que passa pelo centro de referência de uma das
           unidades de iluminação constante dos desenhos definidos no ponto 2.2.1
    1.14   A “lente” é o elemento colocado na parte exterior de uma unidade de instalação e que
           transmite a luz através da superfície iluminante.
    1.15   Um “revestimento” é um produto aplicado em uma ou várias camadas na face exterior
           de uma lente.
    1.16   Sistemas de “tipo” diferente são sistemas que apresentam entre si diferenças essenciais,
           tais como:
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   1.16.1   a marca comercial ou de fabrico;
   1.16.2   a inclusão ou a supressão de elementos susceptíveis de alterar as características ópticas
            ou fotométricas do sistema;
   1.16.3   a adaptação à circulação pela direita ou à esquerda, ou a ambas;
   1.16.4   a ou as funções de iluminação, o ou os modos e classes produzidos;
   1.16.5   os materiais que constituem as lentes e respectivo revestimento, se os houver;
   1.16.6   A(s) característica(s) do(s) sinal(is) definida(s) para o sistema.
   1.17     A “orientação” é o posicionamento do feixe ou de uma das suas partes num painel de
            medição de acordo com as prescrições.
   1.18     A “regulação” corresponde à utilização dos meios previstos pelo sistema para orientar
            vertical ou horizontalmente o feixe;
   1.19     Uma “função de indicação de mudança de lado da circulação” corresponde a qualquer
            função de iluminação frontal ou a um dos seus modos ou apenas a uma ou várias das
            suas partes, ou ainda a qualquer combinação destes elementos, prevista para evitar o
            encandeamento e garantir iluminação suficiente quando um veículo equipado com um
            sistema concebido para circular de um lado da estrada é provisoriamente utilizado num
            país onde a circulação se faz do outro lado.
   1.20     Uma “função de substituição” é uma função de iluminação e/ou de sinalização frontal
            ou um dos seus modos ou apenas uma ou várias das suas partes, ou ainda qualquer
            combinação destes elementos, concebida para substituir uma função ou um modo de
            iluminação frontal em caso de avaria.
   2.       PEDIDO DE HOMOLOGAÇÃO DE UM SISTEMA
   2.1      O pedido de homologação deve ser apresentado pelo titular da marca de fabrico ou
            comercial ou por um seu representante devidamente acreditado.
            O pedido de homologação deve ser instruído das seguintes informações:
   2.1.1    As funções de iluminação frontal do sistema para as quais é requerida a homologação
            em conformidade com o presente regulamento.
   2.1.1.1  Qualquer outra função de iluminação ou sinalização frontal, garantida por um ou vários
            faróis, agrupados, combinados ou mutuamente incorporados nas unidades de iluminação
            do sistema que é objecto de pedido de homologação com elementos suficientes para
            permitir a identificação do ou dos faróis, assim como referência ao(s) regulamento(s)
            por força dos quais devem ser homologados (separadamente).
   2.1.2    Se o feixe de cruzamento foi concebido para circulação pela esquerda e à direita ou
            exclusivamente num ou noutro lado.
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    2.1.3      Se o sistema está equipado com uma ou várias unidades de iluminação reguláveis.
    2.1.3.1    A ou as posições de montagem de cada unidade de iluminação em relação ao solo e ao
               plano longitudinal médio do veículo.
    2.1.3.2    Os ângulos máximos acima e abaixo da ou das posições normais que o ou os
               dispositivos de regulação vertical podem atingir.
    2.1.4      A categoria, nos termos definidos no regulamento n.º 37 ou no regulamento n.º 99 da ou
               das fontes de luz substituíveis ou não substituíveis utilizadas.
    2.1.5      Se o sistema está equipado com uma ou mais fontes de luz não substituíveis:
    2.1.5.1    a identificação da unidade ou das unidades de iluminação de que estas fontes de luz
               constituem uma parte não substituível.
    2.1.6      As condições de funcionamento, isto é, as diferentes tensões de alimentação definidas
               no anexo 9 do presente regulamento, se necessário.
    2.2        Elementos que devem acompanhar o pedido de homologação:
    2.2.1      Desenhos em triplicado, com pormenor suficiente para permitir a identificação do tipo,
               com indicação da localização prevista do ou dos números de homologação e dos
               símbolos suplementares em relação à circunferência que rodeia a ou as marcas de
               homologação, bem como da posição geométrica em que as unidades de iluminação
               devem ser montadas no veículo em relação ao solo e ao plano longitudinal médio do
               veículo e mostrando ainda cada uma delas em corte vertical (axial) e de frente, com
               indicação dos principais detalhes das características ópticas, designadamente o eixo ou
               os eixos de referência e o ou os pontos a considerar como centro de referência nos
               ensaios, assim como todas as características ópticas das lentes, se for o caso.
    2.2.2      Uma descrição técnica concisa do sistema que indique:
               a)    a ou as funções de iluminação e respectivos modos a garantir pelo sistema 2;
               b)    as unidades de iluminação correspondentes a cada uma das funções 2/, bem como
                     os sinais3 acompanhados das características técnicas do respectivo funcionamento;
               c)    as categorias2/ do modo de luz de curvas, se for o caso ;
               d)    o ou os conjuntos de dados suplementares que reúnem as disposições aplicáveis
                     aos feixes de cruzamento de classe E, em conformidade com o quadro 6 do anexo
                     3 do presente regulamento, se for o caso;
    2/ A indicar num formulário conforme ao modelo do anexo 1.
    3/ A indicar num formulário conforme ao modelo do anexo 10.
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             e)     o ou os conjuntos de disposições aplicáveis ao feixe de cruzamento de classe W
                    em conformidade com o anexo 3 do presente regulamento, se for o caso;
             f)     as unidades de iluminação3/ que produzem um ou vários cortes do feixe de
                    cruzamento ou que contribuem para tal;
             g)     a ou as indicações2/ em conformidade com o disposto no ponto 6.4.6 do presente
                    regulamento no que se refere aos pontos 6.22.6.1.2.1 e 6.22.6.1.3 do regulamento
                    n.º 48 ;
             h)     As unidades de iluminação concebidas para garantir a iluminação mínima das
                    luzes de cruzamento em conformidade com o ponto 6.2.9.1 do presente
                    regulamento ;
             i)     As prescrições de montagem e de funcionamento para os ensaios;
             j)     quaisquer outras informações relevantes;
   2.2.2.1   O conceito de segurança, nos termos em que está definido na documentação que, para
             satisfazer as exigências do serviço técnico encarregado dos ensaios de homologação,
             deve:
             i)     descrever as medidas integradas no sistema para garantir a sua conformidade com
                    as disposições dos pontos 5.7.3, 5.9 e 6.2.6.4 infra ;
             ii)    indicar as instruções relativas à sua verificação em conformidade com o ponto
                    6.2.7 infra e/ou
             iii)   facultar acesso aos documentos relevantes que demonstram a eficácia do sistema
                    em resultado da fiabilidade e do correcto funcionamento das medidas definidas
                    em conformidade com o ponto 2.2.2.1(i) supra, designadamente a Failure Mode
                    and Effect Analysis (FMEA - Análise dos Modos de Falha, Efeitos e sua
                    Criticidade) e a Fault Tree Analysis (FTA - Análise da Árvore de Falhas) ou
                    qualquer outro processo adaptado às condições de segurança.
   2.2.2.2   A marca e o tipo do ou dos dispositivos de alimentação e funcionamento, se for o caso,
             desde que não façam parte de uma unidade de instalação.
   2.2.3     Duas amostras do tipo de sistema para o qual é requerida a homologação, incluindo os
             dispositivos de montagem, os dispositivos de alimentação e de funcionamento e os
             geradores de sinais, se for o caso.
   2.2.4     Para o ensaio do material plástico de que são feitas as lentes:
   2.2.4.1   Catorze lentes;
   2.2.4.1.1 Dez dessas lentes podem ser substituídas por 10 amostras do material plástico com pelo
             menos 60 × 80 mm de dimensão, de superfície exterior plana ou convexa e, no meio,
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              uma zona praticamente plana com dimensões mínimas de 15 × 15 mm (raio de
              curvatura não inferior a 300 mm);
    2.2.4.1.2 Todas essas lentes ou amostras de plástico devem ser produzidas pelo mesmo método
              utilizado na produção em série.
    2.2.4.2   Um elemento de iluminação ou um conjunto óptico, se for o caso, ao qual as lentes
              podem ser fixadas em conformidade com as instruções do fabricante;
    2.2.5     Para submeter os elementos de transmissão da luz em material plástico a um ensaio de
              resistência à radiação ultravioleta susceptível de ser emitida pela ou pelas fontes
              luminosas que integram o sistema, por exemplo, no caso das lâmpadas de descarga, em
              conformidade com o ponto 2.2.4 do anexo 6 do presente regulamento:
              Uma amostra de cada um dos materiais utilizados no sistema ou um sistema completo,
              ou ainda uma ou várias partes do mesmo contendo tais materiais. As amostras devem
              apresentar a mesma aparência e o mesmo tratamento de superfície, se for o caso, dos
              materiais que são utilizados no sistema que se pretende homologar.
    2.2.6     Os materiais das lentes e revestimentos, se os houver, devem ser acompanhados do
              relatório de ensaio das características desses materiais e revestimentos, se já tiverem
              sido ensaiados.
    2.2.7     Um veículo representativo do ou dos veículos referenciados no ponto 4.1.6 infra, caso
              se trate de um sistema como o que é referido no ponto 4.1.7.
    3.        MARCAÇÕES
    3.1       As unidades de instalação de um sistema apresentado para homologação devem ostentar
              a marca de fabrico ou comercial do requerente.
    3.2       Devem prever, na lente e na caixa, espaço suficiente para a marca de homologação e os
              símbolos adicionais previstos no ponto 4. Esses espaços devem ser indicados nos
              desenhos referidos no ponto 2.2.1. supra.
    3.2.1     Contudo, se a lente não puder ser separada do corpo principal da unidade de instalação,
              bastará uma só inscrição em conformidade com o ponto 4.2.5.
    3.3       As unidades de instalação ou os sistemas concebidos para satisfazer simultaneamente as
              exigências da circulação pela direita e pela esquerda devem ostentar indicações relativas
              às duas posições de montagem do/dos elementos ópticos do veículo ou da/das fontes
              luminosas do/dos reflectores. Estas inscrições correspondem às letras “R/D” para a
              circulação pela direita e “L/G” para a circulação pela esquerda.
    3.4       No caso de um sistema concebido para responder aos requisitos enunciados no ponto
              5.8.2 infra, por meio, se necessário, da ocultação de um espaço suplementar à frente da
              lente da unidade de instalação, o referido espaço deve ser indicado de forma indelével.
              Essa inscrição não é necessária se o espaço estiver claramente indicado.
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   4.       HOMOLOGAÇÃO
   4.1      Disposições gerais
   4.1.1    Se todas as amostras de um tipo de sistema, apresentadas nos termos do ponto 2 supra,
            satisfizerem as disposições do presente regulamento, deve ser concedida a
            homologação.
   4.1.2    Caso luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas satisfaçam os
            requisitos de mais do que um regulamento, pode ser afixada uma única marca de
            homologação internacional, desde que cada uma delas satisfaça as disposições que lhe
            são aplicáveis.
   4.1.3    Cada tipo de sistema homologado recebe um número de homologação cujos dois
            primeiros algarismos (actualmente 00) indicam a série de alterações correspondente às
            principais modificações técnicas introduzidas no regulamento à data da emissão da
            homologação. A mesma parte contratante não pode atribuir o mesmo número a outro
            tipo de sistema abrangido pelo presente regulamento.
   4.1.4    A concessão de homologação, a extensão, recusa ou revogação da mesma ou a
            interrupção definitiva da produção de um tipo de sistema, por força do presente
            regulamento, deve ser notificada às Partes no Acordo de 1958 que aplicam o presente
            regulamento, através do envio de um formulário conforme com o modelo apresentado
            no anexo 1, com as indicações referidas no ponto 2.1.3.
   4.1.4.1  Se a unidade ou as unidades de instalação estiverem equipadas de um reflector regulável
            e tiverem sido exclusivamente concebidas para serem utilizadas nas posições de
            montagem correspondentes às indicações do ponto 2.1.3., o requerente deve, uma vez
            obtida a homologação, explicar ao utilizador quais são as posições de montagem
            correctas.
   4.1.5    Para além da marca prevista no ponto 3.1, uma marca de homologação em
            conformidade com a que é descrita nos pontos 4.2 e 4.3 infra deve ser colocada em
            todas as unidades de instalação de um sistema que estiver conforme a um tipo
            homologado por força do presente regulamento, nos espaços previstos no ponto 3.2.
            supra.
   4.1.6    O requerente deve indicar, num formulário correspondente ao modelo do anexo 1 do
            presente regulamento, o ou os veículos aos quais o sistema se destina.
   4.1.7    Se a homologação é solicitada para um sistema que não se destina a ser abrangido pela
            homologação de um tipo de veículo em conformidade com o regulamento n.º 48:
   4.1.7.1  o requerente deve apresentar documentação suficiente para demonstrar que o sistema
            pode cumprir os requisitos do ponto 6.22 do regulamento n.º 48, desde que esteja
            correctamente montado;
   4.1.7.2  o sistema deve ser homologado em conformidade com o regulamento n.º 10.
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    4.2         Composição da marca de homologação
                A marca de homologação é composta dos seguintes elementos:
    4.2.1       Uma marca de homologação internacional, constituída por
    4.2.1.1     um círculo no interior do qual é aposta a letra "E", seguida do número distintivo do país
                que concedeu a homologação4;
    4.2.1.2     e o número de homologação prescrito no ponto 4.1.3 supra.
    4.2.2       Símbolos adicionais:
    4.2.2.1     No sistema, a letra “X” e a ou as letras correspondentes às funções garantidas pelo
                sistema:
                “C” para o feixe de cruzamento de classe C, acompanhada dos símbolos das outras
                      classes pertinentes de luzes de cruzamento,
                “E” para o feixe de cruzamento de classe E
                “V” para o feixe de cruzamento de classe V
                “W” para o feixe de cruzamento de classe W
                “R” para o feixe de cruzamento
    4.2.2.2     Um traço horizontal por cima de cada símbolo, se a função ou o modo de iluminação for
                assegurado por várias unidades de instalação colocadas num ou em ambos os lados;
    4/ 1 para a Alemanha, 2 para a França, 3 para a Itália, 4 para os Países Baixos, 5 para a Suécia, 6
    para a Bélgica, 7 para a Hungria, 8 para a República Checa, 9 para a Espanha, 10 para a Jugoslávia,
    11 para o Reino Unido, 12 para a Áustria, 13 para o Luxemburgo, 14 para a Suíça, 15 (não
    atribuído), 16 para a Noruega, 17 para a Finlândia, 18 para a Dinamarca, 19 para a Roménia, 20
    para a Polónia, 21 para Portugal, 22 para a Federação Russa, 23 para a Grécia, 24 para a Irlanda, 25
    para a Croácia, 26 para a Eslovénia, 27 para a Eslováquia, 28 para a Bielorrússia, 29 para a Estónia,
    30 (não atribuído), 31 para a Bósnia-Herzegovina, 32 para a Letónia, 33 (não atribuído), 34 para a
    Bulgária, 35 e 36 (não atribuídos), 37 para a Turquia, 38-39 (não atribuídos) e 40 para a antiga
    República Jugoslava da Macedónia, 41 (não atribuído), 42 para a Comunidade Europeia (as
    homologações são concedidas pelos Estados-Membros que utilizam as suas próprias marcas CEE),
    43 para o Japão, 44 (não atribuído), 45 para a Austrália, 46 para a Ucrânia, 47 para a África do Sul,
    48 para a Nova Zelândia, 49 para Chipre, 50 para Malta e 51 para a República da Coreia. Os
    números seguintes serão atribuídos a outros países pela ordem cronológica da respectiva ratificação
    ou adesão ao Acordo relativo à adopção de prescrições técnicas uniformes aplicáveis aos veículos
    de rodas, aos equipamentos e às peças susceptíveis de serem montados ou utilizados num veículo de
    rodas e às condições de reconhecimento recíproco das homologações emitidas em conformidade
    com essas prescrições; os números assim atribuídos serão comunicados pelo Secretário-Geral da
    Organização das Nações Unidas às partes contratantes no Acordo.
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   página 10
   4.2.2.3   O símbolo “T”, colocado a seguir ao símbolo de todas as funções e/ou classes de
             iluminação concebidas para responder às normas relativas à iluminação de curvas,
             sendo estes símbolos agrupados na extremidade esquerda;
   4.2.2.4   Nas unidades de instalação distintas, a letra “X”, bem como a ou as letras
             correspondentes às funções asseguradas pela ou pelas unidades de iluminação que as
             constituem;
   4.2.2.5   Se a unidade de instalação colocada num dos lados não for a única que assegura a
             função de iluminação ou o respectivo modo, por cima do símbolo da função deve ser
             colocado um traço horizontal;
   4.2.2.6   Nos sistemas ou numa ou várias partes do mesmo, que estejam conformes
             exclusivamente com as prescrições aplicáveis à circulação pela esquerda, uma flecha
             horizontal orientada para a direita de quem está frente à unidade de instalação, isto é, do
             lado da estrada em que se circula;
   4.2.2.7   Nos sistemas ou numa ou várias partes do mesmo, que estejam conformes com as
             prescrições aplicáveis à circulação pela direita e pela esquerda, por exemplo através de
             uma regulação do elemento óptico ou da fonte luminosa, uma seta horizontal dupla
             aponta simultaneamente para a esquerda e para a direita;
   4.2.2.8   Nas unidades de instalação dotadas de uma lente de plástico, as letras “PL” colocadas
             na proximidade dos símbolos previstos nos pontos 4.2.2.1 a 4.2.2.7 supra ;
   4.2.2.9   Nas unidades de instalação que contribuem para satisfazer as prescrições do presente
             regulamento relativamente ao feixe de estrada, uma indicação da intensidade luminosa
             máxima expressa pela marca de referência definida no ponto 6.3.2.1.3 infra, colocada na
             proximidade do círculo que contorna a letra "E";
   4.2.3     Em todos os casos, o modo de funcionamento utilizado durante o ensaio de acordo com
             o ponto 1.1.1.1 do anexo 4, e a(s) tensão(ões) admitida(s) de acordo com o ponto 1.1.1.2
             do mesmo anexo, devem ser indicados nos formulários de homologação e nos
             formulários de comunicação transmitidos aos países que são partes contratantes no
             Acordo e que aplicam o presente regulamento.
             Nos casos considerados, os sistemas ou uma ou mais partes dos mesmos devem ostentar
             as seguintes inscrições:
   4.2.3.1   Nas unidades de instalação que estejam conformes com as prescrições do presente
             regulamento e que foram concebidas de forma a excluir o acendimento simultâneo das
             fontes luminosas do feixe de cruzamento e de qualquer outra função de iluminação com
             a qual possam estar incorporadas, deve ser colocado na marca de homologação um traço
             oblíquo (/) a seguir ao símbolo da luz de cruzamento;
   4.2.3.2   Nas unidades de instalação que só satisfazem as prescrições do anexo 4 do presente
             regulamento quando estão sob tensão de 6 ou 12 V, um símbolo composto do número
             24 e de uma cruz oblíqua (X) deve ser colocado na proximidade do suporte da ou das
             fontes luminosas.
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    4.2.4     Os dois algarismos do número de homologação (actualmente, 00), que indicam a série
              de alterações correspondente às principais e mais recentes modificações técnicas
              introduzidas no regulamento à data da emissão da homologação e, se necessário, a seta
              exigida podem ser colocados na proximidade dos símbolos adicionais acima indicados.
    4.2.5     As marcas e os símbolos mencionados nos pontos 4.2.1 e 4.2.2 supra devem ser
              claramente visíveis e indeléveis. Podem ser colocados no interior ou no exterior (parte
              transparente ou não) da unidade de instalação que não pode ser separada da respectiva
              superfície emissora de luz. Devem estar visíveis quando a unidade de instalação é
              montada no veículo. A deslocação de uma parte móvel do veículo é permitida para
              efeitos de cumprimento desta prescrição.
    4.3       Disposição da marca de homologação
    4.3.1     Luzes independentes
              O anexo 2, figuras 1 a 10, do presente regulamento apresenta exemplos de disposições
              da marca de homologação com os símbolos adicionais acima mencionados.
    4.3.2     Luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas
    4.3.2.1   Se tiver sido determinado que luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente
              incorporadas satisfazem os requisitos de vários regulamentos, pode ser afixada uma
              única marca de homologação internacional, composta por um círculo a envolver a letra
              "E" seguida do número distintivo do país que emitiu a homologação, e por um número
              de homologação. Essa marca de homologação pode ser colocada num local qualquer das
              luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas, desde que:
    4.3.2.1.1 seja visível, conforme consta do ponto 4.2.5;
    4.3.2.1.2 nenhuma parte das luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas que
              transmita luz possa ser removida sem simultaneamente se remover a marca de
              homologação.
    4.3.2.2   O símbolo de identificação de cada luz, próprio de cada regulamento ao abrigo do qual a
              homologação tenha sido concedida, juntamente com a série correspondente às principais
              e mais recentes modificações técnicas introduzidas no regulamento à data de emissão da
              homologação e, se necessário, a seta exigida, devem ser colocados:
    4.3.2.2.1 na superfície iluminante adequada ou
    4.3.2.2.2 em grupo, de modo tal que cada uma das luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente
              incorporadas possa ser claramente identificada (ver quatro exemplos possíveis no anexo
              2).
    4.3.2.3   As dimensões dos elementos de uma marca de homologação única não deves ser
              inferiores às dimensões mínimas exigidas para a menor marca individual pelo
              regulamento ao abrigo do qual a homologação tenha sido concedida.
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   página 12
   4.3.2.4   Cada tipo aprovado recebe um número de homologação. A mesma parte contratante não
             pode atribuir o mesmo número a outro tipo de luzes agrupadas, combinadas ou
             mutuamente incorporadas, abrangidas pelo presente regulamento.
   4.3.2.5   O anexo 2, figuras 11 e 12, do presente regulamento apresenta exemplos de marcas de
             homologação para luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas, com
             todos os símbolos adicionais mencionados supra, para sistemas cujas funções são
             asseguradas por mais do que uma unidade de instalação por lado do veículo.
   4.3.2.6   O anexo 2, figura 13, do presente regulamento dá exemplos de marcas de homologação
             em relação ao sistema completo.
   B.        ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS APLICÁVEIS AOS SISTEMAS OU A UMA OU
             MAIS DAS RESPECTIVAS PARTES
             Salvo disposição em contrário, as medidas fotométricas devem ser efectuadas em
             conformidade com as disposições enunciadas no anexo 9 do presente regulamento.
   5.        ESPECIFICAÇÕES GERAIS
   5.1       Todas as amostras cuja homologação é requerida exclusivamente para a circulação pela
             direita devem estar conformes às prescrições enunciadas nos pontos 6 e 7 infra; se, em
             contrapartida, a homologação for solicitada para a circulação pela esquerda, as
             disposições do ponto 6 infra, incluindo os anexos relevantes do presente regulamento,
             aplicam-se invertendo a esquerda e a direita e vice-versa.
             Da mesma forma, permuta-se a designação das posições angulares e dos elementos,
             substituindo “R” por “L” e vice-versa.
   5.1.2     Os faróis devem ser construídos de tal forma que, em condições normais de utilização e
             não obstante as vibrações às quais possam estar sujeitos, mantenham as características
             fotométricas prescritas e um bom estado de funcionamento.
   5.2       Os sistemas ou uma ou mais das partes que os compõem devem dispor de um
             dispositivo que permita a respectiva regulação no veículo em conformidade com as
             disposições que lhes são aplicáveis.
   5.2.1     Os sistemas ou uma ou mais das respectivas partes podem ser dispensados do
             cumprimento deste requisito desde que a utilização destes dispositivos se limite aos
             veículos nos quais a regulação é possível por outros meios ou inútil, de acordo com a
             descrição do requerente.
   5.3       Os sistemas não devem estar dotados de fontes luminosas que não tenham sido
             homologadas em conformidade com os regulamentos n.º 37 ou 99.
   5.3.1     O suporte das fontes luminosas substituíveis deve estar em conformidade com as
             características dimensionais que constam da publicação N.º60061-2 da CEI, conforme
             consta do regulamento pertinente relativo às fontes luminosas.
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    5.3.2  Se uma fonte luminosa não for substituível, não deve fazer parte da unidade de
           iluminação que produz o feixe de cruzamento no estado neutro
    5.4    Os sistemas ou uma ou mais das respectivas partes concebidos para satisfazer os
           requisitos da circulação pela direita e à esquerda podem ser adaptados a um dos lados
           por via de uma regulação inicial adequada quando são montados no veículos ou por
           meio de manobra voluntária do utilizador. No entanto, só duas regulações perfeitamente
           distintas devem ser possíveis, uma para a circulação pela direita, outra para circular à
           esquerda, e a passagem por inadvertência de uma posição para a outra assim como a
           paragem numa posição intermédia devem ser impossibilitadas.
    5.5    Devem ser efectuados ensaios complementares em conformidade com as prescrições do
           anexo 4 do presente regulamento para garantir que as características fotométricas não
           variem excessivamente durante a utilização.
    5.6    Se a lente de uma unidade de iluminação for de plástico, os ensaios devem ser
           efectuados em conformidade com as prescrições do anexo 6 do presente regulamento.
    5.7    Nos sistemas ou numa ou mais das respectivas partes concebidos para emitir
           alternadamente um feixe de cruzamento e um feixe de estrada, qualquer dispositivo
           mecânico, electromecânico ou outro incorporado na unidade de iluminação para passar
           de um feixe para outro deve ser concebido de forma a que:
    5.7.1  o dispositivo seja suficientemente resistente para funcionar 50.000 vezes sem avarias,
           apesar das vibrações a que possa estar sujeito em utilização normal;
    5.7.2  se obtenha sempre o feixe de cruzamento ou o feixe de estrada, sem qualquer
           possibilidade de o mecanismo parar entre as duas posições; em caso de impossibilidade,
           a posição obtida deve corresponder às disposições do ponto 5.7.3 infra;
    5.7.3  em caso de avaria, o sistema passe automaticamente para a posição de luz de
           cruzamento ou para um estado tal que os valores fotométricos não ultrapassem 1,5 lx na
           zona IIIb definida no anexo 3 do presente regulamento nem sejam inferiores a 4 lx num
           ponto do "segmento Emax", por meio da extinção, enfraquecimento ou redução do feixe
           e/ou substituição de função;
    5.7.4  que seja impossível ao utilizador modificar, com instrumentos correntes, a forma ou a
           posição dos elementos móveis ou influenciar o comutador.
    5.8    Os sistemas devem estar dotados de meios que permitam a sua utilização temporária em
           países onde se circula do lado oposto àquele para o qual é requerida a homologação,
           sem perturbar excessivamente o tráfego que vem em sentido contrário. Para tal, os
           sistemas ou uma ou mais das respectivas partes devem:
    5.8.1  permitir que o utilizador possa regular o sistema, em conformidade com o ponto 5.4
           supra, sem qualquer ferramenta especial ou
    5.8.2  possuir uma função para mudança de lado da circulação que produza uma iluminação
           com intensidade máxima de 1,5 lx na zona IIIb para o tráfego que vem em sentido
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             contrário e de pelo menos 6 lx no ponto 50 V quando os ensaios são efectuados em
             conformidade dom o ponto 6.2 infra, sem alteração da regulação em relação ao lado de
             circulação inicial; para tal:
   5.8.2.1   a ocultação de uma zona da lente, em conformidade com o ponto 3.4 supra, pode
             constituir uma solução total ou parcial.
   5.9       Os sistemas devem ser concebidos de forma a que, em caso de avaria de uma fonte
             luminosa, haja um sinal que satisfaça as correspondentes disposições do regulamento n.º
             48.
   5.10      O ou os elementos aos quais está fixada a fonte luminosa substituível devem ser
             concebidos de forma que a fonte luminosa seja fácil de montar, sem risco de engano,
             mesmo em condições de escuridão.
   5.11      Para os sistemas que cumprem os requisitos do ponto 4.1.7 infra:
   5.11.1    O sistema deve ser acompanhado de uma cópia do formulário referido no ponto 4.1.4
             supra e de instruções que permitam a sua montagem de acordo com o regulamento n.º
             48.
   5.11.2    O serviço técnico responsável pela homologação deve certificar-se de que:
             a)    o sistema pode ser correctamente montado, de acordo com as instruções;
             b)    uma vez montado no veículo, o sistema cumpre as disposições do ponto 6.22 do
                   regulamento n.º 48; para verificar a conformidade com as disposições do ponto
                   6.22.7.4 do regulamento n.º 48, é obrigatória a realização de um ensaio de
                   condução em estrada, em situação relevante para o comando do sistema, com base
                   na descrição feita pelo requerente. É necessário indicar se todos os modos estão
                   activados, em funcionamento ou desactivados em conformidade com a descrição
                   feita pelo requerente. Qualquer falha notória (ângulo excessivo ou cintilamento,
                   por exemplo) deve levar a uma contestação.
   6.        ILUMINAÇÃO
   6.1       Prescrições gerais
   6.1.1     Cada sistema deve emitir um feixe de cruzamento de classe C, em conformidade com o
             ponto 6.2.5 infra e um ou vários feixes de cruzamento de outra ou outras classes; pode
             incluir um ou vários modos no interior de cada classe de feixe de cruzamento e funções
             de iluminação frontal em conformidade com os pontos 6.3 e/ou 2.1.1.1 do presente
             regulamento.
   6.1.2     O sistema deve permitir modificações automáticas para se obter uma correcta
             iluminação da estrada sem qualquer incómodo para o condutor ou outros utentes.
   6.1.3     O sistema é considerado aceitável se cumprir as prescrições fotométricas pertinentes dos
             pontos 6.2 e 6.3.
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    6.1.4   As medições fotométricas são efectuadas em conformidade com as indicações do
            requerente:
    6.1.4.1 no estado neutro, nos termos definidos no ponto 1.9;
    6.1.4.2 no sinal V, no sinal W, no sinal E ou no sinal T, em conformidade com o ponto 1.10,
            consoante o caso;
    6.1.4.3 em qualquer outro sinal, se for o caso, em conformidade com o ponto 1.10, ou nas
            combinações destes, de acordo com as indicações do requerente.
    6.2     Disposições aplicáveis ao feixe de cruzamento
            Antes de qualquer ensaio a efectuar de acordo com os pontos infra, o sistema deve ser
            colocado em estado neutro, isto é, em situação em que emite um feixe de cruzamento de
            classe C.
    6.2.1   De cada lado do sistema (do veículo), o feixe de cruzamento em estado neutro deve
            produzir, através de pelo menos uma unidade de iluminação, um recorte conforme ao
            anexo 8 do presente regulamento ou
    6.2.1.1 deve estar equipado de outros meios, dispositivos ópticos ou feixes auxiliares
            provisórios, para possibilitar uma orientação clara e correcta dos feixes.
    6.2.1.2 O anexo 8 não se aplica à função de mudança de lado de circulação, nos termos em que
            é descrita nos pontos 5.8 a 5.8.2.1 supra.
    6.2.2   O sistema ou uma ou várias das suas partes deve estar orientado de forma a que a
            posição do recorte cumpra os requisitos enunciados no quadro 2 do anexo 3 do presente
            regulamento.
    6.2.3   Quando está assim orientado e se a homologação incidir exclusivamente sobre o feixe
            de cruzamento, o sistema ou uma ou várias partes do mesmo deve satisfazer as
            prescrições fixadas nos pontos relevantes infra. Em contrapartida, se for concebido para
            fornecer uma iluminação suplementar ou para funções de sinalização luminosa em
            conformidade com o âmbito de aplicação do presente regulamento, o sistema deve
            também satisfazer as prescrições enunciadas nos pontos relevantes infra, desde que não
            seja regulável separadamente.
    6.2.4   Sempre que um sistema, ou uma ou várias partes do mesmo, assim orientado não
            cumpre os requisitos do ponto 6.2.3. supra, a sua orientação pode ser alterada, de acordo
            com as instruções do fabricante, no máximo de 0,5 graus para a direita ou para a
            esquerda e de 0,2 graus para cima ou para baixo, em relação à posição inicial.
    6.2.5   Quando emite um feixe de cruzamento, o sistema deve estar em conformidade com os
            requisitos da secção pertinente (C, V, E ou W) da parte A do quadro 1 (valores
            fotométricos) e do quadro 2 (Emax e localização do recorte) do anexo 3 do presente
            regulamento, bem como da secção 1 (disposições aplicáveis ao recorte) do anexo 8 do
            presente regulamento.
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   6.2.6     Um feixe pode ser emitido em modo de iluminação de curvas desde que:
   6.2.6.1   o sistema esteja conforme com as prescrições pertinentes da parte B do quadro 1
             (valores fotométricos) e do ponto 2 do quadro 2 (prescrições aplicáveis ao recorte) do
             anexo 3 do presente regulamento, quando os valores são medidos de acordo com o
             procedimento indicado no anexo 9, em função da categoria (1 ou 2) do modo de
             iluminação de curvas para o qual é solicitada a homologação;
   6.2.6.2   o ponto Emax não se situe fora do rectângulo compreendido entre a posição vertical mais
             alta definida no quadro 2 do anexo 3 do presente regulamento para a classe de feixe de
             cruzamento considerada e 2 graus abaixo da linha H-H, e entre 45 graus à esquerda e 45
             graus à direita do eixo de referência do sistema;
   6.2.6.3   quando o sinal T corresponde ao raio de viragem inferior para a esquerda (ou para a
             direita), o sistema produz uma iluminação de pelo menos 3 lx num ou em vários pontos
             da zona compreendida entre a linha H-H e 2 graus abaixo, e entre 10 e 45 graus à
             esquerda ou à direita do eixo de referência do sistema;
   6.2.6.4   se a homologação for solicitada para um modo de curva de categoria 1, o sistema só
             pode ser utilizado em veículos concebidos de forma a que a parte horizontal do ângulo
             de recorte do sistema esteja em conformidade com as disposições relevantes do ponto
             6.22.7.4.5(i) do regulamento n.º 48;
   6.2.6.5   se a homologação for requerida para um modo de iluminação de curvas de categoria 1, o
             sistema seja concebido de forma a que, em caso de avaria que afecte o movimento
             lateral ou a mudança da iluminação, seja possível obter automaticamente condições
             fotométricas correspondentes à definidas no ponto 6.2.5 supra ou com valores que não
             ultrapassem 1,5 lx na zona IIIb, nos termos definidos no anexo 3 do presente
             regulamento e de pelo menos 4 lx num ponto do "segmento Emax" ;
   6.2.6.5.1 no entanto, este requisito é desnecessário se, para posições relativamente ao eixo de
             referência do sistema, até 5 graus à esquerda, a 0,3 graus acima da linha H-H, e acima
             de 5 graus à esquerda, a 0,57 graus acima de linha H-H, não for excedido em nenhum
             ponto um valor de 1 lx.
   6.2.7     O sistema deve ser verificado de acordo com as instruções do fabricante, por força do
             princípio de segurança estabelecido no ponto 2.2.2.1 supra.
   6.2.8     Os sistemas ou uma ou várias partes dos mesmos concebidos simultaneamente para a
             circulação pela direita e à esquerda devem, em cada uma destas duas posições, de
             acordo com o ponto 5.4. supra, satisfazer os requisitos estabelecidos para o lado de
             circulação considerado.
   6.2.9     Os sistemas devem ser concebidos de forma a que:
   6.2.9.1.  Qualquer modo de feixe de cruzamento específico produza pelo menos 3 lx no ponto
             50V de cada lado do sistema; o ou os modos de feixe de cruzamento da classe V estão
             isento do cumprimento deste requisito;
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    6.2.9.2   quatro segundos após o acendimento do sistema, que não terá sido accionado nos 30
              minutos anteriores, o feixe de cruzamento da classe C deve produzir uma densidade
              luminosa mínima de 5 lx no ponto 50V.
    6.2.9.3   Outros modos:
              Os sinais luminosos definidos no ponto 6.1.4.3 do presente regulamento devem cumprir
              os requisitos do ponto 6.2.
    6.3       Disposições aplicáveis ao feixe de estrada
              Antes da realização de qualquer ensaio nos termos dos pontos supra, o sistema deve ser
              colocado em estado neutro.
    6.3.1     A ou as unidades de iluminação do sistema devem ser reguladas em conformidade com
              as instruções do fabricante, de forma a que a zona de máxima iluminação esteja
              centrada na intersecção (HV) das linhas H-H e V-V.
    6.3.1.1   Qualquer unidade de iluminação que não possa ser regulada separadamente ou cuja
              regulação tenha sido feita segundo as medições efectuadas em conformidade com o
              ponto 6.2 deve ser testada depois de regulada.
    6.3.2     Quando é medido de acordo com o disposto no anexo 9 do presente regulamento, o
              nível de iluminação deve estar em conformidade com as seguintes prescrições:
    6.3.2.1   O ponto HV deve situar-se no interior da isolux correspondente a 80 % da iluminação
              máxima do feixe de estrada (máximos).
    6.3.2.1.1 O valor máximo (EM) não deve ser inferior a 48 lx nem nunca superior a 240 lx.
    6.3.2.1.2 A intensidade máxima (IM) de cada unidade de instalação que contribui para a
              intensidade máxima do feixe de estrada (máximos), expressa em milhares de candelas, é
              dada pela seguinte fórmula:
                                                 IM = 0.625 EM
    6.3.2.1.3 A marca de referência (I’M) da intensidade máxima, definida no ponto 4.2.2.9 supra é
              dada pela fórmula:
                                                    IM
                                            I M′ =      =  0,208 EM .
                                                     3
              Este valor deve ser arredondado para o valor 5 - 10 - 12,5 - 17,5 - 20 - 25 - 27,5 - 30 -
              37,5 - 40 - 45 – 50 mais próximo.
    6.3.2.2   Partindo do ponto HV numa trajectória horizontal para a direita e a esquerda, a
              iluminação mínima do feixe de estrada deve ser de 24 lx até 2,6 graus e de 6 lx até 5,2
              graus.
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   6.3.3     A iluminação ou uma parte do feixe luminoso emitido pelo sistema pode ser objecto de
             deslocação lateral de forma automática (ou sujeito a modificação para obter um efeito
             equivalente) desde que:
   6.3.3.1   O sistema satisfaça as prescrições dos pontos 6.3.2.1.1 e 6.3.2.2 supra, sendo que cada
             unidade de iluminação é medida de acordo com o procedimento fixado no anexo 9.
   6.3.4     O sistema deve ser concebido de forma a que:
   6.3.4.1   A ou as unidades de iluminação do lado direito e do lado esquerdo forneçam cada uma
             pelo menos metade da iluminação mínima do feixe de estrada fixada no ponto 6.3.2.2
             supra;
   6.3.4.2   Quatro segundos após o acendimento do sistema, que não terá sido accionado nos 30
             minutos anteriores, deverá ser possível obter uma iluminação de pelo menos 42 lx no
             ponto HV do feixe de estrada;
   6.3.4.3   Quando são accionados sinais luminosos em conformidade com o ponto 6.1.4.3 do
             presente regulamento, devem ser cumpridos os requisitos do ponto 6.3.
   6.3.5     Se as prescrições aplicáveis ao feixe considerado não estiverem preenchidas, é possível
             reorientar o feixe de 0,5 graus para cima ou para baixo e de 1 grau para a direita ou a
             esquerda, em relação à posição inicial. Todas as prescrições fotométricas devem ser
             cumpridas nesta posição. Estas disposições não se aplicam às unidades de iluminação
             definidas no ponto 6.3.1.1 do presente regulamento.
   6.4       Outras disposições
             No caso de um sistema em que uma ou mais partes com unidades de iluminação
             reguláveis, as prescrições dos pontos 6.2 (feixe de cruzamento) e 6.3 (feixe de estrada)
             aplicam-se a cada uma das posições de montagem definidas no ponto 2.1.3 (gama de
             regulação). Para a verificação, utiliza-se o seguinte procedimento:
   6.4.1     Cada posição indicada é realizada no goniómetro de ensaio em relação a uma linha que
             une o centro de referência e o ponto HV no painel de medição. O sistema regulável ou
             uma ou mais das respectivas partes é então colocado em posição tal que a iluminação no
             painel de medição corresponda às prescrições pertinentes.
   6.4.2     Se o sistema ou uma ou mais partes do mesmo estiveram instalados de acordo com as
             disposições do ponto 6.4.1, o dispositivo ou as respectivas partes devem cumprir os
             requisitos fotométricos dos pontos 6.2 e 6.3.
   6.4.3     Procede-se a ensaios complementares depois de ter deslocado o reflector ou o sistema
             ou uma ou mais partes do mesmo na vertical de aproximadamente 2 graus ou depois de
             o ter colocado na posição máxima, se esta for inferior a 2 graus em relação à posição
             inicial, por meio de um dispositivo de regulação do sistema ou de uma ou mais das
             respectivas partes. Uma vez reorientado o sistema completo ou uma ou mais das
             respectivas partes (com um goniómetro, por exemplo) na direcção oposta
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            correspondente, a quantidade de luz emitida nas direcções a seguir indicadas deve ser
            controlada e permanecer dentro dos limites prescritos:
    6.4.3.1 Feixe de cruzamento: pontos HV e 75R, ou 50R se for o caso, e feixe de estrada: IM e
            ponto HV (em percentagem de IM);
    6.4.4   Se o requerente tiver indicado mais de uma posição de montagem, o procedimento
            previsto nos pontos 6.4.1 a 6.4.3 deve ser repetido para todas as outras posições.
    6.4.5   Se o requerente não tiver indicado nenhuma posição de montagem especial, o sistema
            ou uma ou mais das respectivas partes deve ser orientado em função do disposto nos
            pontos 6.2 (feixe de cruzamento) e 6.3 (feixe de estrada), sendo o dispositivo de
            regulação do sistema ou de uma ou mais das respectivas partes colocado em posição
            intermédia. Os ensaios complementares referidos nos ponto 6.4.3 devem ser efectuados
            depois de o reflector ou respectivas partes terem sido colocados em posição extrema
            (em vez de ± 2 graus) com o dispositivo de regulação.
    6.4.6   É necessário indicar, através de formulário correspondente ao modelo do anexo 1 do
            presente regulamento, qual a ou as unidades de iluminação que produzem um recorte
            correspondente ao que é definido no anexo 8 do presente regulamento, que se projecte
            numa zona compreendida entre 6 graus à esquerda e 4 graus à direita, acima de uma
            linha horizontal colocada a 0,8 graus abaixo.
    6.4.7   É necessário também indicar por meio de formulário correspondente ao modelo do
            anexo 1 do presente regulamento que modo(s) de feixe de cruzamento de classe E, se
            for o caso, satisfaz o conjunto de dados do quadro 16 do anexo 3 do presente
            regulamento.
    7.      COR
    7.1     A luz emitida deve ser branca. Em coordenadas tricromáticas CIE, a luz emitida por
            cada parte do sistema deve situar-se nos seguintes limites:
                  Limite para o azul       x ≥ 0,310
                  limite para o amarelo    x ≤ 0,500
                  limite para o verde      y ≤ 0,150 + 0,640 x
                  limite para o verde      y ≤ 0,440
                  limite para o púrpura    y ≥ 0,050 + 0,750 x
                  limite para o vermelho   y ≥ 0,382.
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   C.        OUTRAS DISPOSIÇÕES ADMINISTRATIVAS
   8.        MODIFICAÇÃO DO TIPO DE SISTEMA E EXTENSÃO DA HOMOLOGAÇÃO
   8.1       Qualquer alteração do tipo de sistema deve ser notificada ao serviço administrativo que
             o homologou, podendo este:
   8.1.1     considerar que as alterações introduzidas não são susceptíveis de ter efeitos adversos
             apreciáveis e que, em todo o caso, o sistema ainda cumpre os requisitos ou
   8.1.2     exigir um novo relatório do serviço técnico responsável pela realização dos ensaios.
   8.2       A confirmação ou a recusa da homologação, com indicação das alterações, deve ser
             notificada às partes contratantes do acordo que aplicam o presente regulamento, nos
             termos do procedimento definido no ponto 4.1.4 supra.
   8.3       A autoridade competente para efeitos de extensão da homologação atribui um número
             de série a cada ficha de comunicação emitida neste contexto e notifica o facto às outras
             parte do Acordo de 1958 que aplicam o presente regulamento, por meio de uma ficha de
             comunicação conforme com o modelo do anexo 1 do presente regulamento.
   9.        CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
             Os procedimentos de verificação da conformidade da produção devem decorrer em
             conformidade com as disposições do apêndice 2 do Acordo (E/ECE/324-
             E/ECE/TRANS/505/Rev.2) e satisfazer os seguintes requisitos:
   9.1       Os sistemas homologados ao abrigo do presente regulamento devem ser construídos de
             modo tal que se conformem com o tipo homologado, através do cumprimento dos
             requisitos estabelecidos nos pontos 6 e 7.
   9.2       Devem ser satisfeitas as prescrições mínimas de conformidade dos procedimentos de
             controlo da produção enunciadas no anexo 5 do presente regulamento.
   9.3       Devem ser satisfeitas as prescrições enunciadas no anexo 7 do presente regulamento, no
             que se refere à recolha de amostras por parte de um inspector.
   9.4       A entidade homologadora pode verificar, em qualquer momento, os métodos de
             controlo da conformidade aplicados em cada unidade de produção. A frequência
             normal dessas verificações corresponde a um controlo de dois em dois anos.
   9.5       Não são considerados os sistemas ou uma ou mais partes dos mesmos que aparentem
             defeitos.
   9.6       A marca de referência não é considerada.
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    10.    SANÇÕES POR NÃO-CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
    10.1   A homologação de um tipo de sistema ao abrigo do presente regulamento pode ser
           retirada se não forem respeitadas as prescrições ou se um sistema ou uma ou mais partes
           do mesmo que ostentem a marca de homologação não estiverem em conformidade com
           o tipo homologado.
    10.2   Se uma parte contratante no Acordo que aplique o presente regulamento revogar uma
           homologação que havia previamente concedido, deve notificar imediatamente desse
           facto as restantes partes contratantes que apliquem o presente regulamento por meio de
           um formulário de comunicação conforme com o modelo constante do anexo 1 do
           presente regulamento.
    11.    INTERRUPÇÃO DEFINITIVA DA PRODUÇÃO
    11.1   Se o titular da homologação cessar definitivamente a produção de um tipo de sistema
           homologado nos termos do presente regulamento, deve desse facto informar a entidade
           que concedeu a homologação. Após receber a correspondente comunicação, essa
           entidade deve do facto informar as outras partes contratantes no acordo de 1958 que
           aplicam o presente regulamento, por meio de um formulário de comunicação conforme
           com o modelo que consta do anexo 1 do presente regulamento.
    12.    DESIGNAÇÕES E ENDEREÇOS DOS SERVIÇOS TÉCNICOS RESPONSÁVEIS
           PELA REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO E DOS SERVIÇOS
           ADMINISTRATIVOS
    12.1   As partes contratantes no acordo de 1958 que apliquem o presente regulamento devem
           comunicar ao Secretariado da Organização das Nações Unidas as designações e os
           endereços dos serviços técnicos responsáveis pela realização de ensaios de
           homologação e dos serviços administrativos que concedem essas homologações e aos
           quais devem ser enviados os formulários de homologação, extensão, recusa ou
           revogação da homologação ou da interrupção definitiva da produção emitidos por
           outros países.
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L 375/560          PT                                     Jornal Oficial da União Europeia                                                           27.12.2006
   página 22
   Anexo 1
                                                                       Anexo 1
                                                               COMUNICAÇÃO
                                              (Formato máximo : A4 (210 x 297 mm))
                                                                    Proveniente de:                     Nome da administração:
                                                                                            ..............................................
                                                                                            ..............................................
                                                                                            ..............................................
   relativa a: 2/         CONCESSÃO DE HOMOLOGAÇÃO
                          EXTENSÃO DE HOMOLOGAÇÃO
                          RECUSA DE HOMOLOGAÇÃO
                          REVOGAÇÃO DE HOMOLOGAÇÃO
                          INTERRUPÇÃO DEFINITIVA DA PRODUÇÃO
   de um tipo de sistema por força do Regulamento N.º...
   Homologação n.º ............................                                                     Extensão n.º................................
   1.        Marca de fabrico ou designação comercial do sistema: ...................................................
   2.        Designação dada pelo fabricante ao tipo de sistema: .......................................................
   3.        Nome e morada do fabricante: ..........................................................................................
   4.        Nome e morada do mandatário (se for o caso): ................................................................
             ...........................................................................................................................................
   5.        Sistema apresentado para homologação em .....................................................................
   6.        Serviço técnico responsável pela realização dos ensaios: .................................................
             ...........................................................................................................................................
   7.        Data do relatório de ensaio elaborado por este serviço: ....................................................
   8.        Número do relatório de ensaio elaborado por este serviço:...............................................
   ______________________
   1/ Número distintivo do país que procedeu à concessão/extensão/recusa/revogação da homologação
   (ver disposições do presente regulamento relativas à homologação).
   2/ Riscar o que não interessa.
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                                                                                                              página 23
                                                                                                              Anexo 1
    9.      Descrição concisa:
    9.1     Categoria indicada pela marcação relevante 3/: ....................................................................
    9.2     Número e categoria(s) das fontes luminosas substituíveis: .................................................
    9.3     Indicações em conformidade com o ponto 6.4.6 do presente regulamento (que unidade(s)
            de iluminação apresenta(m) um recorte como o que é definido no anexo 8 do presente
            regulamento e que se projecta numa zona compreendida entre 6 graus à esquerda e 4 graus
            à direita e acima de uma linha horizontal colocada a 0,8 graus abaixo): ...........................
             ..............................................................................................................................................
    9.4     O ou os veículos para os quais o sistema foi concebido como equipamento de origem: ...
             ..............................................................................................................................................
    9.5     A homologação é solicitada para um sistema que não se destina a ser abrangido pela
            homologação de um modelo de veículo em conformidade com o regulamento n.º 48?
             .................................................................................................................................sim/não:
    9.5.1   Em caso afirmativo, informações suficientes para reconhecer o ou os veículos aos quais se
            destina o sistema: .................................................................................................................
    9.6     Indicações em conformidade com o ponto 6.4.7 do presente regulamento (que modo(s) do
            feixe de cruzamento de classe E, se for ocaso, corresponde(m) ao conjunto de dados do
            quadro 6 do anexo 3 do presente regulamento): ..................................................................
    10.     Localização da(s) marca(s) de homologação: ......................................................................
    11.     Motivo(s) da extensão da homologação:. ............................................................................
    12.     Homologação concedida/estendida/recusada/revogada 4/
    13.     Local: ...................................................................................................................................
    14.     Data: .....................................................................................................................................
    15.     Assinatura: ...........................................................................................................................
    16.     A lista dos documentos entregues ao serviço administrativo que concedeu a homologação é
            anexada à presente comunicação e pode ser obtida a pedido.
    3/ Indicar a marcação apropriada conforme previsto, de acordo com o presente regulamento, para
    cada unidade de instalação ou conjunto de unidades de instalação.
    4/ Riscar o que não interessa.
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L 375/562       PT                       Jornal Oficial da União Europeia                            27.12.2006
   página 24
   Anexo 1
   17.     O sistema foi concebido para emitir um feixe de cruzamento5/ :
   17.1    de classe C          de classe V             de classe E           de classe W 
   17.2    Com o(s) modo(s) infra identificado(s) pela respectiva designação, se for o caso 7/
                  Modo no C 1         Modo no V …                Modo no E …          Modo no W …
                  Modo no C …         Modo no V …                Modo no E …          Modo no W …
                  Modo no C …         Modo no V …                Modo no E …          Modo no W …
   17.3    Se as unidades de iluminação indicadas infra estiverem sob tensão 5/, 6/, 7/ para o modo n.º
           a)     Se não se aplicar nenhum modo de iluminação de curvas:
                  Lado esquerdo no 1         no 3         no 5         no 7      no 9     no 11 
                  Lado direito no 2          no 4         no 6         no 8      no 10    no 12 
           b)     Quando se aplica a iluminação de curvas da categoria 1
                  Lado esquerdo no 1         no 3         no 5         no 7      no 9     no 11 
                  Lado direito no 2          no 4         no 6         no 8      no 10    no 12 
           c)     Quando se aplica a iluminação de curvas da categoria 2
                  Lado esquerdo no 1         no 3         no 5         no 7      no 9     no 11 
                  Lado direito no 2          no 4         no 6         no 8      no 10    no 12 
           Nota: As indicações constantes do ponto 17.3 a) a c) supra são também necessárias para
           cada modo suplementar
   17.4    As unidades de iluminação indicadas infra estão sob tensão quando o sistema está em
           estado neutro5/, 6/
                  Lado esquerdo no 1         no 3         no 5         no 7      no 9     no 11 
                  Lado direito no 2          no 4         no 6         no 8      no 10    no 12 
   17.5    As unidades de iluminação indicadas infra estão sob tensão quando o sistema está em
           função de mudança de lado de circulação 5/, 6/,7/
           a)     Se não se aplicar nenhum modo de iluminação de curvas:
                  Lado esquerdo no 1         no 3         no 5         no 7      no 9     no 11 
                  Lado direito no 2          no 4         no 6         no 8      no 10    no 12 
   5/ Assinalar a casa adequada.
   6/ A prolongar se houver mais unidades
   7/ A prolongar se houver mais unidades
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                                                                               página 25
                                                                               Anexo 1
           b)     Quando se aplica a iluminação de curvas da categoria 1
                  Lado esquerdo no 1        no 3         no 5         no 7      no 9   no 11 
                  Lado direito no 2         no 4         no 6         no 8      no 10  no 12 
           c)     Quando se aplica a iluminação de curvas da categoria 2
                  Lado esquerdo no 1        no 3         no 5         no 7      no 9   no 11 
                  Lado direito no 2         no 4         no 6         no 8      no 10  no 12 
    18.    O sistema foi concebido para emitir um feixe de estrada 5/, 6/, 7/::
    18.1   Sim           Não 
    18.2   Com o(s) modo(s) infra identificado(s) pela respectiva designação, se for o caso 7/
                  Modo feixe de estrada no M1
                  Modo feixe de estrada no M…
                  Modo feixe de estrada no M…
    18.3   Se as unidades de iluminação indicadas infra estiverem sob tensão para o modo n.º…
           a)     Se não se aplicar nenhum modo de iluminação de curvas:
                  Lado esquerdo no 1        no 3         no 5         no 7      no 9   no 11 
                  Lado direito no 2         no 4         no 6         no 8      no 10  no 12 
           b)     Quando se aplica o modo de iluminação de curvas:
                  Lado esquerdo no 1        no 3         no 5         no 7      no 9   no 11 
                                  o            o             o
                  Lado direito n 2          n 4          n 6          no 8      no 10  no 12 
           Nota: As indicações em conformidade com as prescrições dos pontos 18.3 a) e b) supra
           são necessárias para cada modo suplementar.
    18.4   As unidades de iluminação indicadas infra estão sob tensão quando o sistema está em
           estado neutro5/, 6/
                  Lado esquerdo no 1        no 3         no 5         no 7      no 9   no 11 
                  Lado direito no 2         no 4         no 6         no 8      no 10  no 12 
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   página 26
   Anexo 1
                                                    Anexo 2
                             EXEMPLOS DE MARCAS DE HOMOLOGAÇÃO
   Exemplo 1
     a ≥ 8 mm (lente de vidro)
     a ≥ 5 mm (lente de plástico)
                           X CT                     a/3                    X CWR
                              00              a/3                              00
        a    a/2
                            E4                  a/3                           E4           30
                         19243                     a/3                      19243
                            Figura 1                                         Figura 2
          A unidade de instalação de um sistema que ostente uma das marcas de homologação supra foi
   homologada nos Países Baixos (E4) em conformidade com o presente regulamento, com o número
   de homologação 19243, e satisfaz os requisitos do presente regulamento na sua forma inicial (00).
   O feixe de cruzamento foi concebido exclusivamente para a circulação pela direita. As letras “CT”
   (figura 1) indicam que se trata de um feixe de cruzamento com modo de iluminação de curvas, e as
   letras "CWR" (figura 2) indicam que se trata de um feixe de cruzamento de classe C, de um feixe de
   cruzamento de classe W e de um feixe de estrada.
          O número 30 indica que a intensidade luminosa máxima do feixe de estrada está
   compreendida entre 86250 e 101 250 candelas.
   Nota: O número de homologação e os símbolos adicionais devem ser colocados na proximidade do
   círculo que contorna a letra "E", por cima ou por baixo da mesma ou ainda à sua direita ou
   esquerda. O número de homologação deve ser colocado do mesmo lado da letra “E” e orientado no
   mesmo sentido.
          Deve ser evitada a utilização de numeração romana no número de homologação para evitar
   confusão com outros símbolos.
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                                                                                página 27
                                                                                Anexo 1
    Exemplo 2
                                                                                   _
             X CER                                                        X CVRT
                  00                                                         00
                 E4              30                                          E4           30
              12493                                                         12493
                      Figura 3                                                Figura 4 a)
                                              _
                           00 XCVRT 30                                 E4          12493
                                                      Figura 4 b)
           A unidade de instalação de um sistema que ostente a marca de homologação supra está em
    conformidade com as prescrições do presente regulamento, tanto no que diz respeito ao feixe de
    cruzamento como ao de estrada, sendo concebida da seguinte forma:
           Figura 3: Feixe de cruzamento de classe C com feixe de cruzamento de classe E,
    exclusivamente para circulação pela esquerda.
           Figuras 4 a) e 4 b): Feixe de cruzamento de classe C e feixe de cruzamento de classe V, para
    circulação dos dois lados mediante um mecanismo de regulação do elemento óptico ou da fonte
    luminosa, e feixe de estrada. O feixe de cruzamento de classe C, o feixe de cruzamento de classe V
    e o feixe de estrada devem cumprir os requisitos aplicáveis à iluminação de curvas, como o indica a
    letra “T”. O traço por cima da letra “R” indica que a função de feixe de estrada é garantida por
    várias unidades de instalação desse lado do sistema.
 ---pagebreak---    TRANS/WP.29/2005/102
L 375/566        PT                      Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
   página 28
   Anexo 1
   Exemplo 3
            X CW PL                                               X CT PL
                  00                                                     00
                E4                                                     E4
            12493                  Figura 5                        12493         Figura 6
          A unidade de instalação que ostente a marca de homologação supra comporta uma lente em
   material plástico e está em conformidade com as prescrições do presente regulamento
   exclusivamente no que diz respeito ao feixe de cruzamento, sendo concebida da seguinte forma:
          Figura 5: Feixe de cruzamento de classe C e feixe de cruzamento de classe W, para circulação
   pelos dois lados.
          Figura 6: Feixe de cruzamento de classe C com modo de iluminação de curvas,
   exclusivamente para circulação pelo lado direito.
   Exemplo 4
             X CV
               00                                                 00 X R
              E4                                                      E4      30
            12493                Figura 7                         12493            Figura 8
          Figura 7: A unidade de instalação que ostente a marca de homologação supra satisfaz os
   requisitos do presente regulamento no que se refere ao feixe de cruzamento de classe C e ao feixe
   de cruzamento de classe V, estando concebida exclusivamente para circulação pelo lado esquerdo.
          Figura 8: A unidade de instalação que ostente a marca de homologação supra é uma unidade
   de instalação (separada) que faz parte de um sistema e satisfaz as prescrições do presente
   regulamento exclusivamente no que se refere ao feixe de estrada.
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                        Jornal Oficial da União Europeia TRANS/WP.29/2005/102L 375/567
                                                                             página 29
                                                                             Anexo 1
    Exemplo 5: Identificação de uma unidade de instalação que comporta uma lente em material
                  plástico que satisfaz as prescrições do presente regulamento
        X CWT/R PL                                               X EW R PL
               00                                                        00
             E4              30                                        E4       10
          12493                      Figura 9
                                                                    12493              Figura 10
          Figura 9: Feixe de cruzamento de classe C e feixe de cruzamento de classe W, ambos com
    modo de iluminação de curvas e feixe de estrada, concebidos exclusivamente para a circulação pelo
    lado direito.
          O feixe de cruzamento e respectivos modos não devem funcionar em simultâneo com o feixe
    de estrada noutro farol reciprocamente incorporado.
          Figura 10: Feixe de cruzamento de classe E e feixe de cruzamento de classe W concebidos
    exclusivamente para a circulação pelo lado direito e feixe de estrada. O traço colocado por cima
    das letras "E" e "W" indica que estas classes de feixe de cruzamento são emitidas daquele lado do
    sistema por mais do que uma unidade de instalação.
    Exemplo 6: Marcação simplificada para faróis agrupados, combinados ou mutuamente
                  incorporados, homologados em conformidade com outro regulamento (fig.11) (os
                  traços verticais e horizontais não fazem parte da marca de homologação e servem
                  apenas para esquematizar a forma do dispositivo de sinalização luminosa).
          Estes dois exemplos correspondem às duas unidades de instalação colocadas do mesmo lado
    de um sistema e ostentam uma marca de homologação que comporta (modelo A e modelo B) os
    seguintes elementos:
    Unidade de instalação n.º 1
          uma luz de presença frontal, homologada nos termos da série 02 de alterações ao
    Regulamento n.º 7;
          Uma ou mais unidades de iluminação que emitem um feixe de cruzamento de classe C em
    modo de curva, concebidas para funcionar com uma ou mais unidades de instalação do mesmo lado
    do sistema (conforme indica o traço colocado por cima do “C”) e um feixe de cruzamento de classe
    V, ambos concebidos para a circulação pelo lado direito e pelo lado esquerdo, bem como um feixe
 ---pagebreak---    TRANS/WP.29/2005/102
L 375/568        PT                            Jornal Oficial da União Europeia                    27.12.2006
   página 30
   Anexo 1
   de estrada com uma intensidade máxima compreendida entre 86 250 e 101 250 candelas (conforme
   indica o número 30), homologado em conformidade com as prescrições do presente regulamento na
   sua forma inicial (00) e com uma lente de plástico.
          Uma luz de circulação, homologada nos termos da série 00 de alterações ao regulamento n.º
   87.
          Um indicador de direcção dianteiro de categoria 1a, homologado nos termos da série 01 de
   alterações ao regulamento n.º 6.
   Unidade de instalação n.º 3
          Um farol de nevoeiro dianteiro homologado nos termos da série 02 de alterações ao
   regulamento n.º 19, ou um feixe de cruzamento de classe C em modo de iluminação de curvas,
   concebido para a circulação do lado direito e do lado esquerdo e para funcionar com uma ou mais
   unidades de instalação do mesmo lado do sistema, conforme indica o traço por cima da letra “C”.
     Unidade de instalação n.º 1 do sistema
                                   E1        30
                                 17120
                                                                      _
            Modelo A               02 A                       00 X CTV R PL            00 RL 01 1a
                                                   _
                                02 A        00 X CTV R PL 00 RL                01 1a
                                                  E1      30
                                                17120
            Modelo B
                                                                  _
        Unidade de instalação n.º 3 do sistema             00 X CT 17120           02 B
                                                           Figura 11
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                                                                          página 31
                                                                          Anexo 1
    Exemplo 7: Disposição das marcações de homologação relativas a um sistema (fig.12)
                                                                  _
        Exemplo 7 a)                                      00 X C 14711             Unidade de
                                                                               instalação no 3 (4)
                                                                                   do sistema
                                                                                   Unidade de
                                  _                                            instalação no 1 (2)
         30     E2    1a
                           00 X CTWVER 14711                                       do sistema
                      01
        Exemplo 7 b)                                                               Unidade de
                                                                               instalação no 3 (4)
                                                                                   do sistema
                                                                      _
                                                             00 X W V 12345
         30     E2   1a                                                             Unidade de
                     01                                                         instalação no 1 (2)
                                                                                    do sistema
                   _
          00 X CW ERT 12345
                                               Figura 12
          Estes dois exemplos correspondem a um sistema de iluminação frontal adaptável composto de
    duas unidades de instalação (com as mesmas funções) em cada lado do sistema (unidades n.º 1 e n.º
    3 para o lado esquerdo e unidades n.º 2 e n.º 4 para o lado direito).
          A unidade de instalação n.º 1 (ou n.º 2) do sistema com os números de homologação referidos
    supra está em conformidade com as prescrições do presente regulamento (série 00 de alterações) no
    que se refere simultaneamente ao feixe de cruzamento de classe C concebido para a circulação do
    lado esquerdo e um feixe de estrada com uma intensidade luminosa máxima compreendida entre
    86 250 e 101 250 candelas (conforme indica o número 30), agrupados com um indicador de
    direcção dianteiro de categoria 1a, homologado nos termos da série 01 de alterações ao
    Regulamento n.º 6.
          No exemplo 7 a), a unidade de instalação n.º 1 (ou n.º 2) do sistema comporta um feixe de
    cruzamento de classe C em modo de iluminação de curvas, um feixe de cruzamento de classe W,
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L 375/570           PT                   Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
   página 32
   Anexo 1
   um feixe de cruzamento de classe V e um feixe de cruzamento de classe E. O traço por cima da
   letra “C” indica que o feixe de cruzamento de classe C é emitido por duas unidades de instalação do
   lado em questão do sistema.
          A unidade de instalação n.º 3 (ou n.º 4) foi concebida para produzir a segunda parte do feixe
   de cruzamento de classe C de um lado do sistema, conforme indicado pelo traço vertical colocado
   por cima da letra “C”.
          No exemplo 7 b), a unidade de instalação n.º 1 (ou n.º2) do sistema foi concebida para emitir
   um feixe de cruzamento de classe C, um feixe de cruzamento de classe W e um feixe de cruzamento
   de classe E. O traço por cima da letra “W” indica que o feixe de cruzamento de classe W é emitido
   por duas unidades de instalação do lado em questão do sistema. A letra “T”, colocada à direita da
   lista dos símbolos (e à esquerda do número de homologação), indica que cada um dos feixes, isto é,
   o feixe de cruzamento de classe C, o feixe de cruzamento de classe W, o feixe de cruzamento de
   classe E e o feixe de estrada, comporta um modo de iluminação de curvas.
          A unidade de instalação n.º3 (ou n.º4) do sistema foi concebida para produzir a segunda parte
   do feixe de cruzamento de classe W do lado em questão do sistema (conforme indica o traço
   colocado por cima da letra “W”) e do feixe de cruzamento de classe V.
   Exemplo 8: Disposição das marcações de homologação relativas aos dois lados de um sistema
                    (fig.13)
          Este exemplo mostra um sistema de iluminação frontal adaptável composto de duas unidades
   de instalação do lado esquerdo do veículo e de uma unidade de instalação do lado direito.
               Lado direito do sistema                            Lado esquerdo do sistema
                       ou do veículo                                        ou do veículo
      Unidade de instalação                                  Unidade de instalação
      n 2 do sistema
       o
                                                             n 1 do sistema
                                                              o
                            30  E2   1a A                                            30  E2  1a A
                                     01 02                                                   01 02
                                                                                        _
                        00 X CETWR 45678                                           00 X CETR 45678
                                                             Unidade de instalação
                                                             n 3 do sistema
                                                              o
                                                                                           _
                                                                                      00 X CW 45678
                                                Figura 13
          O sistema com as marcações de homologação supra está em conformidade com as prescrições
   do presente regulamento (série 00 de alterações) no que se refere tanto a um feixe de cruzamento
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                      Jornal Oficial da União Europeia TRANS/WP.29/2005/102L 375/571
                                                                           página 33
                                                                           Anexo 1
    para a circulação pela esquerda como a um feixe de estrada com intensidade máxima compreendida
    entre 86 250 e 101 250 candelas (conforme indica o número 30), agrupados com um indicador de
    direcção dianteiro de categoria 1a, homologado nos termos da série 01 de alterações ao
    Regulamento n.º 6 e uma luz de presença frontal, homologada nos termos da série 02 de alterações
    ao Regulamento n.º 7.
           A unidade de instalação n.º 1 do sistema (à esquerda) foi concebida para contribuir para o
    feixe de cruzamento de classe C e o feixe de cruzamento de classe E.O traço colocado por cima da
    letra “C” indica que, do lado considerado, várias unidades de instalação contribuem para o feixe de
    cruzamento de classe C. A letra “T”, colocada à direita da lista dos símbolos indica que o feixe de
    cruzamento de classe C e o feixe de cruzamento de classe E comportam ambos um modo de
    iluminação de curvas.
           A unidade de instalação n.º3 do sistema (à esquerda) foi concebida para assegurar a segunda
    parte do feixe de cruzamento de classe C do lado considerado (conforme indica o traço colocado
    por cima da letra “C”) e do feixe de cruzamento de classe W.
           A unidade de instalação n.º 2 do sistema (à direita) foi concebida para contribuir para o feixe
    de cruzamento de classe C, o feixe de cruzamento de classe E, ambos comportando um modo de
    iluminação de curvas, e o feixe de cruzamento de classe W.
    Nota: Nos exemplos 6, 7 e 8 supra, as diferentes unidades de instalação do sistema devem ostentar
    o mesmo número de homologação.
 ---pagebreak---                                                                Anexo 3                                         L 375/572
                         PRESCRIÇÕES FOTOMÉTRICAS APLICÁVEIS AO FEIXE DE CRUZAMENTO
                              *
                              Nota:
                                      otnemaluger etneserp od 9 oxena on otircserp oãçidem ed otnemidecorP
     Para efeitos do presente anexo, entende-se por:                                                           PT
           “acima”, colocado por cima, segundo um eixo vertical;
           “abaixo”, colocado por baixo, segundo um eixo vertical.
       As posições angulares são expressas em graus acima (U) ou em graus abaixo (D) em relação à linha H-H,
e à direita (R) ou à esquerda (L) da linha V-V
                        Figura 1: Posições angulares das prescrições fotométricas do feixe de cruzamento
                                                 (para a circulação pela direita)
                                                                                                               Jornal Oficial da União Europeia
                                                                                                               27.12.2006
 ---pagebreak--- L 375/573                                                                                                                                                                                                                           .arfni
                                                                                                                                             5 ordauq od seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me oãçazilacol ed seõçircserP /5
                                                                                                                                                            .xl 1,0 a roirefni res eved oãn ,otnemaluger etneserp od 9 oxena
                                                                                             arfni 6 ordauq od seõçisopsid        od seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me odidem ,ametsis od odal adac ed otubirtnoc O /4
                                            sa moc edadimrofnoc me merevitse euq seõçircserp sa mébmat es-macilpA /8                                                                                                   .)"xamE otnemges"(
                                                                                                            .etnereuqer od             arfni 2 ordauq od seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me oãçazilacol ed seõçircserP /3
                                        seõçacidni sa moc edadimrofnoc me odanoicca res edop ,ametsis o moc odatnom                                                                                             .macilpa es mébmat arfni
                                            res a odanitsed uo ametsis o moc odaroprocni açneserp ed sezul ed rap mU /7        4 ordauq on sadacidni seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me merevitse euq seõçircserp sA /2
                                                                                                              .otnemaluger                                                                                       .W essalc ed otnemazurc
                                                     etneserp od 2.6.2.6 otnop on sadaicnune oãçazilacol ed seõçircserP /6              ed exief mu ritime arap mébmat odibecnoc odis revit ametsis o es ,xl 81 omixáM /1
                                       /2 08          42        /8 09         21        05         6          05        21                                                                            /6 xamE             81
                                                      4                       4                    2                     2       68,0 D                      34,3 L                                               L05 31 P
                                          1                       1                     1                     1                                                                ad in if ed
                                                                                                                                                                                            )arfni 3 ordauq on
                                                                                                                                                                                            om oc  la t(  I I I a noZ       7 eart
                                                                                        1                     1                                                                                               /4 VH         2B
                                       9,0                                            6,0                   6,0                  75,0 U                      34,3 L                                       /4 L05B           1
Jornal Oficial da União Europeia
                                                                                                                                                                                                                             .arfni
                                         sodacidni sotnemele solep 81 e 31 ,7 ,2 ,1 sahnil sad sotnemele sod oãçiutitsbus ad sioped ós sam es-acilpa A etraP 1 ordauq O :)savruc ed oãçanimuli ed sodom( B etraP
                                       /2 08 53                 8 09         02         05         01         05         02                                                                           /3 xamE             81
                                        /2 8                   /1 41                 /1 41                 /1 41                   4 D          0,2 R         5,4 L                    oxiaba e 01 otnemgeS 71
                                       /2 02                                                                                       2 D                V       5,3 L                    oxiaba e 02 otnemgeS 61
                                                 4                           4,1                     1                  4,1     27,1 D                        11 R                                             RR52 51
                                                 4                           4,1                     1                  4,1     27,1 D                        61 L                                              LL52 41
                                         03 8                                  8        51        2,4         51        2,4     68,0 D                       34,3 L                                               L05 31
                                                  21                         21                      6                     6    68,0 D                               V                                           V05 21
                                                  42                         81                                          21     75,0 D                       51,1 R                                               R57 11
                                                                                                     6                          68,0 D                       27,1 R                                               R05 01 Pa
                                                 2,0                       7 2,0                                         /7 2,0    2 U                                         /5 RR001S ,LL001S ,001S a 9 ert
                                                 1,0                       7 1,0                                         /7 1,0    4 U                                               /5 RR05S ,LL05S ,05S a 8 A
                                    1                               1                   7,0                      7,0                                                                        )arfni 3 ordauq on              7
                                                                                                                                                                               a di ni fe d o mo c l at ( I I I a noZ
                                                1,0                                                                         1,0               H                       7 L                                            P      6
                                    1                             1                    1                         7,0                  75,0 U           02 L           8 L                   /4 LLB otnemgeS                 5
                                    6                             4                    1                           4                  75,0 U           02 R           8 R                   /4 RRB otnemgeS                 4
                                    3           2,0               2        2,0         1        1,0                2        2,0          1 U                        5,2 R                                      /4 RB        3
                                                                                     7,0                         7,0                          H                            V                                  /4 VH         2
  PT                               7,0                        8 7,0                  4,0                         4,0                  75,0 U                       34,3 L                                 /4 L05B           1
                                      .xam      .nim          .xam       .nim      .xam       .nim             .xam       .nim            a              a            ed/a                              otnemelE oN
                                         W essalc                 E essalc             V essalc                    C essalc            lacitrev            latnoziroh           m 52 a xul me sasserpxe seõçircserP
                                                                      :otnemazurc ed exieF                                                         suarg/oãçisoP
27.12.2006
                                                                                Quadro 1: Características fotométricas aplicáveis ao feixe de cruzamento
 ---pagebreak--- 27.12.2006
                                    U43,0        U43,0      U5,1          U5,1       U2            U4          U4         U1        lacitrev                                         E essalc ed uo W essalc ed
                                                                                                                                                                                     otn e m azurc ed exief o arap
                                      L4         L5,0       R5,1           R6        R8            R8          L8          L8       latnoziroh                                                         b III anoZ
                                     H-H         H-H        U5,1          U5,1       U2            U4          U4         U1        lacitrev                                          V essalc ed uo C essalc ed
                                                                                                                                                                                     otn e m azurc ed exief o arap
                                      L4         V-V        R5,1           R6        R8            R8          L8          L8       latnoziroh                                                           III anoZ
                                       8           7            6          5          4             3           2          1        º.n                                    su arg m e ralugna oãçisoP
                                                                                                                                    ralu g nairt aicn êrefeR
                                                                      Quadro 3: Zonas III do feixe de cruzamento, coordenadas dos vértices
Jornal Oficial da União Europeia
                                                                                                 arfni 6 ordauq od seõçisopsid sa m oc edadim rof noc m e m erev itse euq seõçircserp sa m ébm at es - m acilpA /8
                                                                      D75,0 ≥                        D3,1 ≥                       D75,0 = V                                  : me ajetse latnoziroh etrap
                                     D75,0 ≥                        /8 D32,0 ≤                      D75,0 ≤                                                        a euq a a m rof ed sodanoicisop ratse −
                                    /8 D32,0 ≤
                                                                                  e V-V erbos odautis olugnâ o odnatse ,otnemaluger etneserp od 8 oxena od 1 otnop od seõçircserp sa rezafsitas −
                                                                                                                                                           :m eved setrap savitcepser e etrocer O 2.2
                                    D27,1 e          R3 e            D27,1 e         R3         D27,1 e                     D27,1 e         R3 e                                    )xamE otnemges
                                   D 3,0 ertne    L 5,0 ertne       D 1,0 ertne e L 5,0 ertne D 3,0 ertne                  D 3,0 ertne L 5,0 ertne            od a mica( odidneerpm oc olu gnâtcer
                                                                                                                                                             od arof odautis ratse eved oãn xamE O 1.2
                                     lacitrev       latnoziroh     lacitrev       latnoziroh        lacitrev       latnoziroh      lacitrev        latnoziroh
                                                                                                                                                       seõçircserp e exief od etrap ad oãçan giseD o N
                                                 W                              E                           V essalc                        C essalc                    s uarg m e rolav /ralugna oãçisoP
                                   essalc ot ne m azurc ed exieF essalc ot ne m azurc ed exieF       ot ne m azurc ed exieF         ot ne m azurc ed exieF
  PT
                                                           Quadro 2: Elementos, posição angular ou valor em graus de um feixe de cruzamento
                                                                                      e prescrições suplementares
L 375/574
 ---pagebreak--- L 375/575
                                                  D75,0                                    06                                               4,0                                3E              3.6
                                                  D54,0                                    07                                               5,0                                2E              2.6
                                                  D43,0                                    08                                               6,0                                1E              1.6
                                                am ica oãn                                .xa m                                           .xa m
                                            su arg me etrocer                      m 52 a xul me xamE                             m 52 a x u l me L05BE                sodad ed ot nujnoC         N
                                    od latnoziroh etrap ad oãçisoP                                                                                                                              o
                                      arpus 2 ordauq od 2.2 otnoP       B uo A etrap ,arpus 1 ordauq od 81 ahniL         B uo A etrap ,arpus 1 ordauq od 1 ahniL           oãçan giseD        otnoP
                                   arfni odacidni emrofnoc 2 ordauq od 2.2 otnop o e 1 ordauq od 81 e 1 sahnil sa mautitsbus es euq edsed es-macilpa arpus 2 ordauq o e 1 ordauq od B e A setrap sA
Jornal Oficial da União Europeia
                                                         Quadro 6: Prescrições suplementares aplicáveis ao feixe de cruzamento de classe E
                                              R4/U2                V-V/U2                 L4/U2                  R8/U4                 V-V/U4                   L8/U4            su arg m e ralugna oãçisoP
                                             RR001S                  001S                LL001S                  RR05S                    05S                   L L05S                otnop od oãçan giseD
                                                    Quadro 5: Prescrições aplicáveis à parte superior e à posição angular dos pontos de medida
                                                                                                                                                                       .xl 001 rassapartlu eved
                                   oãn exief etsed xamE od lanimon rolav o ,xul 4 ed siam oãn oxiaba e 01 otnemges on e xul 01 ed siam oãn e oxiaba e 02 otnemges on ritime arap odibecnoc
                                   odis revit W essalc ed otnemazurc ed exief mu ,otnemaluger etneserp od )e.2.2.2 otnop o moc edadimrofnoc me etnereuqer od seõçacidni sad açrof rop ,eS
                                                           .arfni sadacidni salep 81 te 71 ,61 sahnil sad saminím seõçircserp sa mautitsbus es euq edsed es-acilpa 1 ordauq od B uo A etrap A
                                                                                                          :01 otnemges e 02 otnemges ,xamE o arap seõçircserp ed )ratnemelpus( otnujnoc ortuO          2.4
                                                                                                                    .U 06 a U 01 ed sodot ,R suarg 01 e V ,L suarg 01 siatnoziroh seõçisop me
                                            )3F e 2F ,1F( siacitrev sotnemges sêrt me )b e ;R suarg 02 e L 02 ertne U suarg 01 a odautis E otnemges mun )a :xl 2,0 ed é odazirotua omixám O
                                                                                            )arpus 1 aru gi f an sadacidni oãn( 3F e 2F ,1F ,E sotn e m g es soa sievácilpa seõçircserp e oãçin ifeD   1.4
  PT                                                        Quadro 4: Disposições suplementares para o feixe de cruzamento de classe W
                                                                                     expressas em lux a 25 m
27.12.2006
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                                                                                                                                                                                                od seõçacidni sa moc edadimrofnoc me odanoicca
                                                                                                                                   res edop ,ametsis o moc odatnom res a odanitsed uo ametsis o moc odaroprocni açneserp ed sezul ed rap mU /7
                                                                                                                                                               .otnemaluger etneserp od 2.6.2.6 otnop on sadaicnune oãçazilacol ed seõçircserP /6
                                                                                                                                                            .arpus 5 ordauq od seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me oãçazilacol ed seõçircserP /5
                                                                                                                                                                                                  .salednac 36 a roirefni res eved oãn ,otnemaluger
                                                                                                                                    etneserp od 9 oxena od seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me odidem ,ametsis od odal adac ed otubirtnoc O /4
                                                                                                                                          .)"xamE otnemges"( arpus 2 ordauq od seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me oãçazilacol ed seõçircserP /3
                                                                                                                                                                                                                                                      .macilpa
                                                                                                                                     es mébmat arpus 4 ordauq on sadacidni seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me merevitse euq seõçircserp sA /2
                                                                                                     arpus 6 ordauq od                                                                                                                                     .W
                               seõçisopsid sa moc edadimrofnoc me merevitse euq seõçircserp sa mébmat es-macilpA /8          essalc ed otnemazurc ed exief mu ritime arap mébmat odibecnoc odis revit ametsis o es ,salednac 052.11 omixáM /1
                                                                                                            .etnereuqer
                                        /2 000 05 000 51       /8 052 65 005 7         052 13       057 3        052 13      005 7                                                                                                 /6 xam E 81
                                                    005 2                 005 2                     052 1                    052 1         68,0      D                    34,3      L                                                    L05 31 P
                                        526                    526                     526                       526                                                                                             )arpus 3 ordauq on               a
                                                                                                                                                                                                                                                7 ert
                                                                                                                                                                                                 a d i n i f e d  o m o c l a t ( I I I a n o Z   B
                                                                                       526                       526                                                                                                                  / 4 VH    2
                                        365                                            573                       573                       75,0      U                    34,3      L                                             /4 L05B       1
                                                                                         .arfni soremún solep 81 e 31 ,7 ,2 ,1 soremún so sodíutitsbus ed sioped es-acilpa A etraP 1 ordauq O )savruc ed oãçanimuli ed sodom( B etraP
Jornal Oficial da União Europeia
                                        /2 000 05 578 12       /8 052 65 005 21         052 13 052 6              052 13 005 21                                                                                                    /3 xam E 81
                                        /2 000 5               /1 057 8                /1 057 8                  /1 057 8                      4     D        0,2 R         5,4 L                            oxiaba e 01 tnemgeS 71
                                        /2 005 21                                                                                              2     D              V       5,3 L                          oxiaba e 02 otnemgeS 61
                                                    005 2                 578                       526                      578           27,1      D                       11 R                                                      RR52 51
                                                    005 2                 578                       526                      578           27,1      D                       61 L                                                       LL52 41
                                        057 81      000 5                 000 5        573 9        526 2        573 9       526 2         68,0      D                     34,3 L                                                        L05 31
                                                    005 7                 005 7                     057 3                    057 3         68,0      D                              V                                                    V05 21
                                                    000 51                052 11                                             005 7         75,0      D                     51,1 R                                                        R57 11
                                                                                                    0573                                   68,0      D                     27,1 R                                                        R05 01 P
                                                    /7 521                /7 521                                             /7 521            2     U                                           /5 RR001S ,LL001S ,001S a 9 eart
                                                    / 7 36                / 7 36                                             / 7 36            4     U                                                  /5 RR05S ,LL05S ,05S a 8 A
                                                                                                                                                                                                                 )arpus 3 ordauq on
                                        526                    526                     834                       834                                                                             adinife d omoc lat( I II ano Z                 7
                                                    36                                                                            36                      H                          7 L                                                      P 6
                                        526                        526                    526                         834                       75,0      U          02 L            8 L                          / 4 LLB otne m geS            5
                                        057 3                      005 2                  526                         005 2                     75,0      U          02 R            8 R                          / 4 RRB otne m geS            4
                                        578 1       521            052 1       521        526         36              052 1       521              1      U                        5,2 R                                               /4 RB    3
                                                                                          834                         834                                 H                               V                                           /4 VH     2
  PT
                                         834                       /8 834                 052                         052                       75,0      U                       34,3 L                                          /4 L05B       1
                                          .xam        .nim           .xam        .nim      .xam         .nim           .xam         .nim             a                 a             ed/A                                       otne melE o N
                                              W essalc                   E essalc               V essalc                    C essalc              lacitrev                latnoziroh                                dc me sasserpxe seõçircserP
                                                                              :otnemazurc ed exieF                                                              suarg/oãçisoP
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                                                                          Apenas para informação: os valores fotométricos indicados no quadro 1 supra são expressos a seguir em candelas.
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                                                                           Anexo 4
                                                     Anexo 4
    ENSAIOS DE ESTABILIDADE DAS CARACTERÍSTICAS FOTOMÉTRICAS DOS SISTEMAS
                                          EM FUNCIONAMENTO
    ENSAIOS DE SISTEMAS COMPLETOS
          Uma vez medidos os valores fotométricos em conformidade com as prescrições do presente
    regulamento no ponto Emax para o feixe de estrada e nos pontos HV, 50V e B50L (ou R), conforme
    o caso, para o feixe de cruzamento, uma amostra do sistema completo deve ser submetida a um
    ensaio de estabilidade das características fotométricas em funcionamento. Para efeitos do disposto
    no presente anexo, entende-se por:
          a)    “Sistema completo”, o lado direito e o lado esquerdo do sistema, incluindo o ou os
                comandos electrónicos de iluminação e/ou os dispositivos de alimentação e manobra,
                bem como as peças da carroçaria e as luzes susceptíveis de influenciar a sua dissipação
                térmica. Cada unidade de instalação do sistema e a ou as luzes, se for o caso, do
                sistema completo podem ser testados separadamente;
          b)    “Amostra de ensaio”, no texto infra, o sistema completo ou a unidade de instalação
                submetida a ensaio;
          c)    “Fonte luminosa”, cada filamento de uma lâmpada de incandescência com vários
                filamentos.
          Estes ensaios devem ser sempre realizados.
          i)    numa atmosfera seca e calma, à temperatura ambiente de 23 °C +- 5 °C, sendo a
                amostra de ensaio colocada em suporte que simule a sua montagem correcta no veículo;
          ii)   Quando se trate de fontes luminosas substituíveis que funcionem com lâmpadas de
                incandescência em série, usadas durante pelo menos uma hora, ou ainda de uma
                lâmpada de descarga em série, usadas durante pelo menos 15 horas.
          Os aparelhos de medição devem ser equivalentes aos utilizados nos ensaios de homologação
    dos sistemas.
          O sistema ou uma ou mais das respectivas partes deve ser colocado em estado neutro antes
    dos seguintes ensaios:
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   pagina 40
   Anexo 4
   1.          ENSAIO DE ESTABILIDADE DAS CARACTE´RÍSTICAS FOTOMÉTRICAS
   1.1         Amostra de ensaio limpa
               Cada amostra de ensaio deve funcionar durante 12 horas, conforme estabelecido no
               ponto 1.1.1, sendo verificada de acordo com o que se estabelece no ponto 1.1.2.
   1.1.1       Procedimento de ensaio
   1.1.1.1     Sequência do ensaio
               a)   Quando a amostra de ensaio tiver concebida para garantir uma só função de
                    iluminação (feixe de cruzamento ou feixe de estrada) e para uma só classe quando
                    se trata de um feixe de cruzamento, a ou as fontes luminosas correspondentes são
                    accionadas durante o período de tempo1/ definido no ponto 1.1 supra.
               b)   Se a amostra de ensaio proporcionar mais de uma função ou mais de uma classe
                    de feixe de cruzamento em conformidade com o presente regulamento e se o
                    requerente declarar que cada uma das funções ou classes da amostra possui um ou
                    mais recursos luminosos próprios, accionados alternadamente2/, o ensaio deve ser
                    efectuado nestas condições, colocando em funcionamento1/ o modo que consumir
                    mais energia em cada função ou classe do feixe de cruzamento, sucessivamente
                    durante o período de tempo (igualmente repartido) definido no ponto 1.1.
                    Em todos os outros casos 1/, 2/, a amostra deve ser submetida ao ciclo infra para
                    cada um dos modos do feixe de cruzamento de classe C, de classe V e de classe
                    W, independentemente do que for emitido em parte ou totalmente pela amostra de
                    ensaio, durante o mesmo período de tempo (igualmente repartido) definido no
                    ponto 1.1:
                    primeiro, 15 minutos, por exemplo para o feixe de cruzamento de classe C
                    accionado no modo de maior consumo de energia, nas condições correspondentes
                    a uma circulação em linha recta;
                    5 minutos, feixes de cruzamento acesos em modo idêntico, mas com
                    accionamento de todas as fontes luminosas3/ da amostra de ensaio que for possível
                    acender simultaneamente, em conformidade com as indicações dos requerentes;
   1/ Se a amostra de ensaio estiver agrupada e/ou mutuamente incorporada com luzes de presença,
   estas últimas devem ser accionadas durante o ensaio. Quando se tratar de uma luz indicadora de
   mudança de direcção, esta será ligada no seu modo intermitente, com períodos de acendimento e de
   extinção aproximadamente iguais.
   2/ O accionamento de fontes luminosas adicionais durante um sinal de luzes não deve ser
   considerado como uma utilização normal.
   3/.. Mesmo que não seja feito qualquer pedido de homologação em conformidade com o presente
   regulamento, todas as fontes luminosas das funções de iluminação devem ser consideradas, com
   excepção daquelas a que se refere a nota de rodapé da página 2.
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                                                                       Anexo 4
                 Passado o período de tempo (igualmente repartido) definido no ponto 1.1., o ciclo
                 de ensaio supra deve ser efectuado com a segunda, a terceira e a quarta classe de
                 feixe de cruzamento, se for o caso, pela ordem referida supra.
            c)   Sempre que a amostra de ensaio comporte outras funções de iluminação
                 agrupadas, cada uma das funções deve ser activada simultaneamente durante o
                 período de tempo definido em a) ou b) para cada uma das funções de iluminação,
                 conforme preconizado pelo fabricante.
            d)   No caso de uma amostra de ensaio concebida para emitir um feixe de cruzamento
                 em modo de iluminação de curvas com accionamento de uma fonte luminosa
                 adicional, a dita fonte deve ser acendida simultaneamente durante 1 minuto e
                 apagada durante apenas 9 minutos quando é accionado o feixe de cruzamento, de
                 acordo com as prescrições das alíneas a) e b) supra.
    1.1.1.2 Tensão de ensaio
            a)   Fontes de luz incandescentes substituíveis directamente ligadas ao sistema
                 eléctrico do veículo:
                 A tensão deve ser regulada de forma a fornecer 90% da potência máxima definida
                 no regulamento n.º 37 pela(s) fonte(s) luminosa(s) de incandescência utilizada(s).
                 A potência utilizada deve estar sempre em conformidade com o valor
                 correspondente de uma fonte luminosa de incandescência de 12 V de tensão
                 nominal, salvo se o requerente estipular que a amostra pode ser utilizada com
                 outra tensão. Neste último caso, o ensaio deve ser efectuado com a lâmpada de
                 incandescência de potência mais forte.
            b)   Fontes luminosas de descarga substituíveis:
                 A tensão de ensaio do comando electrónico é de 13,5 ± 0,1 V para um veículo que
                 funcione com uma tensão de 12 V, salvo indicações em contrário no pedido de
                 homologação.
            c)   Fonte luminosa não substituível directamente ligada ao sistema eléctrico do
                 veículo:
                 Todas as medidas efectuadas em unidades de iluminação equipadas com uma
                 fonte luminosa não substituível (fontes luminosas de incandescência e/ou outras)
                 serão efectuadas em condições de tensão de 6.75 V, 13.5 V ou 28 V ou outros
                 níveis de tensão correspondentes aos dados fornecidos pelo requerente consoante
                 o caso.
            d)   Quando se tratar de fontes luminosas substituíveis ou não substituíveis cujo
                 funcionamento seja independente da tensão de alimentação do veículo e que sejam
                 totalmente comandadas pelo sistema, ou de fontes luminosas accionadas por um
                 dispositivo de alimentação e de funcionamento, as tensões de ensaio definidas
                 supra devem aplicar-se nos terminais de entrada do dispositivo em questão. O
                 laboratório encarregado dos ensaios pode solicitar ao fabricante que este lhe
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   pagina 42
   Anexo 4
                    forneça o dispositivo de alimentação e de funcionamento ou uma alimentação
                    eléctrica especial necessária para alimentar a ou as fontes luminosas.
   1.1.2      Resultados do ensaio
   1.1.2.1    Inspecção visual
              Uma vez estabilizada à temperatura ambiente a temperatura da amostra de ensaio, a
              lente que serve de amostra de ensaio e a lente exterior, se for o caso, devem ser limpas
              com um pano de algodão limpo e húmido. A amostra é então observada não devendo
              haver qualquer distorção, deformação, fissura ou mudança de cor da lente da amostra de
              ensaio ou da lente exterior, se for o caso.
   1.1.2.2    Ensaio fotométrico
              Para verificar o cumprimento dos requisitos constantes do presente regulamento,
              controlam-se os valores fotométricos nos seguintes pontos:
              Para o feixe de cruzamento de classe C e de algumas outras classes, 50V, B50L (ou R) e
              HV, se for o caso.
              Para o feixe de cruzamento em estado neutro, o ponto Emax.
              Pode ser necessária uma nova regulação de orientação para ter em conta uma eventual
              deformação do suporte da amostra de ensaio devida ao calor (no que se refere à
              deslocação da linha de recorte, ver n.º 2 do presente anexo).
              Entre as características fotométricas e os valores medidos antes do ensaio, tolera-se um
              desvio de 10 %, incluindo as tolerâncias relativas à técnica de medição fotométrica.
   1.2        Amostra de ensaio suja
              Depois de efectuado o ensaio conforme as prescrições do ponto 1.1 supra, a amostra
              deve ser mantida acesa durante um hora, conforme estabelecido no ponto 1.1.1 para
              cada função ou classe de feixe de cruzamento4/, depois de ter sido preparada de acordo
              com as prescrições do ponto 1.2.1 e verificada em conformidade com o que é
              estabelecido no ponto 1.1.2; cada ensaio deve ser seguido de um período de
              arrefecimento suficientemente longo.
   1.2.1      Preparação da amostra de ensaio
   4/ O feixe de cruzamento de classe W, se for o caso, não é considerado para as unidades de
   iluminação que emitem um feixe de cruzamento de outra classe ou que asseguem uma função de
   iluminação ou contribuam para ela.
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                                                                          Anexo 4
    1.2.1      Mistura de ensaio
    1.2.1.1    Para um sistema onde uma ou mais partes comportem lentes de vidro: a mistura de água
               e de poluente a aplicar na amostra deve ter a seguinte composição:
               9 partes (em peso) de areia siliciosa, com granulometria de 0-100 µm, o que
               corresponde à distribuição estipulada no ponto 2.1.3;
               1 parte (em peso) de pó de carvão vegetal (madeira de faia), com granulometria de 0-
               100 µm;
               0,2 partes (em peso) de NaCMC5; e
               uma quantidade suficiente de água destilada com uma condutividade inferior a 1 mS/m.
    1.2.1.2    Para os sistemas ou uma ou mais partes com lente exterior de plástico:
               A mistura de água e de agente poluentes a aplicar no material de ensaio deve ter a
               seguinte composição:
               9 partes (em peso) de areia siliciosa, com granulometria de 0-100 µm, o que
               corresponde à distribuição estipulada no ponto 2.1.3;
               1 parte (em peso) de pó de carvão vegetal (madeira de faia), com granulometria de 0-
               100 µm;
               0,2 partes (em peso) de NaCMC(5),
               5 partes (em peso) de cloreto de sódio (puro a 99%);
               13 partes (em peso) de água destilada com uma condutividade inferior a 1 mS/m e
               2 ± 1 partes (em peso) de um agente tensioactivo.
    5/ NaCMC representa a carboximetilcelulose de sódio, commumente designada por "CMC". A
    NaCMC utilizada na mistura deve ter um grau de substituição compreendido entre 0,6 e 0,7 e uma
    viscosidade compreendida entre 200 e 300 cP para uma solução a 2%, a uma temperatura de 20 oC.
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   pagina 44
   Anexo 4
   1.2.1.3    Repartição das partículas por dimensão
            Dimensão das partículas (em         Repartição das partículas por dimensão (em %)
                          µm)
                          0a5                                            12 ± 2
                         5 a 10                                          12 ± 3
                        10 a 20                                          14 ± 3
                        20 a 40                                          23 ± 3
                        40 a 80                                          30 ± 3
                       80 a 100                                           9±3
   1.2.1.4    A mistura não deve ter mais de 14 dias.
   1.2.1.5    Aplicação da mistura de ensaio sobre a amostra:
              Aplica-se uniformemente a mistura de ensaio sobre toda a(s) superfície(s) de saída da
              luz da amostra de ensaio e deixa-se secar. Repete-se esta operação até que a iluminação
              diminua para 15 % a 20 % dos valores medidos em a cada um dos pontos seguintes, nas
              condições definidas no presente anexo:
              O ponto Emax para o feixe de cruzamento em estado neutro,
              50V para um feixe de cruzamento de classe C e para cada um dos seus modos
              indicados.
   2.         VERIFICAÇÃO DA DESLOCAÇÃO VERTICAL DA LINHA DE RECORTE SOB O
              EFEITO DO CALOR
              Trata-se de verificar que a deslocação vertical do recorte sob o efeito do calor não
              ultrapassa um valor estabelecido para um sistema (ou uma ou mais partes do mesmo)
              que emita um feixe de cruzamento de classe C (feixe de base) ou para cada modo do
              feixe de cruzamento especificado.
              Se a amostra de ensaio for composta de mais de uma unidade de iluminação ou de mais
              de um conjunto de unidades de iluminação que produzem um recorte, cada uma delas é
              considerada como uma amostra para efeitos do presente ensaio e deve ser testada
              separadamente.
              A amostra de ensaio testada em conformidade com o ponto 1 deve ser submetida ao
              ensaio descrito no ponto 2.1, sem ser desmontada do respectivo suporte nem regulada
              de novo em relação a este.
              Se a amostra de ensaio estiver dotada de uma parte óptica móvel, só é considerada para
              o ensaio a posição mais próxima do ângulo médio no plano vertical e/ou da posição
              inicial em estado neutro.
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               O ensaio limita-se aos sinais de entrada correspondentes a uma circulação em linha
               recta.
    2.1        Ensaio
               Para efeitos do presente ensaio, a tensão deve ser regulada em conformidade com as
               disposições do ponto 1.1.1.2.
               A amostra de ensaio deve ser colocada em funcionamento e testada quando está a emitir
               um feixe de cruzamento de classe C, de classe V, de classe E ou de classe W, consoante
               o caso.
               A posição do recorte na sua parte horizontal entre V-V e a linha vertical que passa pelo
               ponto B50L (ou R) deve ser verificada 3 minutos (r3) e 60 minutos (r60) depois da
               lâmpada ter sido acesa.
               A medida da variação da posição do recorte, nos termos descritos supra, deve ser
               efectuada através de um método que garanta suficiente precisão e resultados
               reprodutíveis.
    Resultado do ensaio
    2.2.1      O resultado, expresso em mili-radianos (mrad), é considerado aceitável para uma
               amostra de ensaio a emitir um feixe de cruzamento se o valor absoluto
               ∆ rI = ⏐ r3 - r60 ⏐registado na amostra não for superior a 1,0 mrad (∆ rI ≤ 1,0 mrad).
    2.2.2      Todavia, se este valor for superior a 1,0 mrad, sem ultrapassar 1,5 mrad
               (1,0 mrad < ∆ rI ≤ 1,5 mrad), testa-se uma segunda amostra, de acordo com as
               disposições do ponto 2.1, depois de a ter submetido três vezes sucessivas ao ciclo
               abaixo descrito, a fim de estabilizar a posição das partes mecânicas da amostra num
               suporte representativo da sua montagem correcta no veículo:
               Luz de cruzamento aceso durante uma hora (com a tensão de alimentação regulada
               como previsto no ponto 1.1.1.2);
               luz de cruzamento apagada durante uma hora.
               O sistema ou uma ou mais partes do mesmo é considerado aceitável se a média dos
               valores absolutos ∆ rI medida na primeira amostra de ensaio e ∆ rII medida no segundo
               ensaio não ultrapassar 1,0 mrad.
                                      ⎛∆ r     + ∆r                         ⎞
                                      ⎜    I             II
                                                              ≤    1,0 mrad ⎟
                                      ⎝         2                           ⎠
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   Anexo 4
                                                  Anexo 5
      PRESCRIÇÕES MÍNIMAS APLICÁVEIS AOS PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DA
                                 CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
   1.        PRESCRIÇÕES GERAIS
   1.1       As prescrições de conformidade serão consideradas cumpridas dos pontos de vista
             mecânico e geométrico, em conformidade com o presente regulamento, se as diferenças
             não excederem desvios inevitáveis de fabrico . Esta disposição aplica-se também à cor.
   1.2       No que se refere às características fotométricas, a conformidade dos sistemas fabricados
             em série não é contestada se, quando for realizado o ensaio de um sistema escolhido
             aleatoriamente e equipado com uma fonte luminosa colocada sob tensão e, se for o caso,
             corrigida em conformidade com os pontos 1 e 2 do anexo 9 do presente regulamento:
   1.2.1     Nenhum dos valores registados e corrigidos em conformidade com o disposto no ponto
             2 do anexo 9 do presente regulamento registar um desvio desfavorável superior a 20%
             em relação ao valor estabelecido no presente regulamento.
   1.2.1.1   Desvio desfavorável máximo para os seguintes valores do feixe de cruzamento e
             respectivos modos:
             Para valores máximos no ponto B50L,
             0,2 lx (equivalente a 20 %) e 0,3 lx (equivalente a 30 %);
             Para os valores máximos na zona III, no ponto HV e no segmento BLL, 0,3 lx
             (equivalente a 20 %) e 0,45 lx (equivalente a 30 %);
             Para os valores máximos nos segmentos E, F1, F2 e F3,
             0,2 lx (equivalente a 20 %) e 0,3 lx (equivalente a 30 %);
             Para os valores mínimos nos pontos BR, P, S50, S50LL, S50RR, S100, S100LL, S100RR e
             para os valores fixados na nota 4 do quadro 1 do anexo 3 do presente regulamento
             (B50L, HV, BR, BRR e BLL), metade do valor exigido (equivalente a 20%) e três
             quartos do valor exigido (equivalente a 30%).
   1.2.1.2   Para o feixe de estrada, estando o ponto HV situado no interior da isolux 0,75 Emax ,
             admite-se uma tolerância de +20% em relação aos valores máximos e de -20% em
             relação aos valores mínimos para os valores fotométricos de todos os pontos de medida
             definidos no ponto 6.3.2 do presente regulamento.
   1.2.2     Se os resultados do ensaio descrito supra não satisfizerem as prescrições, a orientação
             do sistema pode ser modificada, desde que o eixo do feixe não seja deslocado
             lateralmente mais de 0,5 graus para a direita ou para a esquerda, nem mais de 0,2 graus
             para cima ou para baixo, cada um deles independentemente em relação à regulação
             inicial.
             Estas disposições não se aplicam às unidades de iluminação definidas no ponto 6.3.1.1
             do presente regulamento.
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    1.2.3  Se os resultados dos ensaios descritos supra não forem compatíveis com as prescrições,
           repetem-se os ensaios com outra fonte luminosa de referência e/ou outro dispositivo de
           alimentação e de funcionamento.
    1.3    Para verificar a alteração da posição vertical do recorte sob o efeito do calor, aplica-se o
           seguinte método:
           Um dos sistemas é ensaiado em conformidade com o método descrito no ponto 2.1 do
           anexo 4, depois de ter sido submetido três vezes consecutivas ao ciclo definido no ponto
           2.2.2 do anexo 4.
           O sistema é considerado aceitável se ρr não ultrapassar 1,5 mrad.
           Se ρr for superior a 1,5 mrad mas não superior a 2,0 mrad, ensaia-se uma segunda
           amostra, após o que a média dos valores absolutos registados para as duas amostras não
           pode exceder 1,5 mrad.
    1.4    Devem respeitar-se as coordenadas cromáticas especificadas no ponto 7 do presente
           regulamento.
    2.     REQUISITOS MÍNIMOS RELATIVOS À VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE
           POR PARTE DO FABRICANTE
           Para cada tipo de sistema, o titular da marca de homologação deve realizar, pelo menos,
           os ensaios que se seguem, com uma frequência adequada. Estes ensaios devem ser
           efectuados em conformidade com o disposto no presente regulamento.
           Se algumas amostras acusarem não-conformidade no tipo de ensaio em causa, devem
           ser seleccionadas e ensaiadas outras amostras. O fabricante deve tomar as medidas
           necessárias para assegurar a conformidade da produção correspondente.
    2.1    Natureza dos ensaios
           Os ensaios de conformidade referidos no presente regulamento devem incidir nas
           características fotométricas e na verificação do deslocamento vertical do recorte sob o
           efeito do calor.
    2.2    Métodos de ensaio utilizados
    2.2.1  De um modo geral, os ensaios são realizados de acordo com os métodos prescritos no
           presente regulamento.
    2.2.2  Em qualquer ensaio de conformidade realizado pelo fabricante, este pode utilizar
           métodos equivalentes desde que obtenha o consentimento da autoridade responsável
           pelos ensaios de homologação. Ao fabricante compete provar que os métodos utilizados
           são equivalentes aos prescritos no presente regulamento.
    2.2.3  A aplicação dos pontos 2.2.1 e 2.2.2 implica uma calibração periódica da aparelhagem
           de ensaio e a sua correlação com as medições efectuadas por uma autoridade
           competente.
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   Anexo 4
   2.2.4       Em todos os casos, os métodos de referência são os constantes do presente regulamento,
               designadamente para efeitos de verificação administrativa e de selecção de amostras.
   2.3         Natureza da amostragem
               As amostras de sistemas devem ser seleccionadas aleatoriamente a partir de um lote
               homogéneo. Por lote homogéneo entende-se um conjunto de sistemas do mesmo tipo,
               definido em conformidade com os métodos de produção do fabricante.
               Em geral, a avaliação deve incidir sobre sistemas fabricados em série por uma unidade
               de produção. O fabricante pode, todavia, agrupar registos de produção relativos ao
               mesmo tipo de sistemas produzidos por várias fábricas, desde que estas apliquem
               idênticos critérios de qualidade e de gestão da qualidade.
   2.4         Características fotométricas medidas e registadas
               Os projectores seleccionados para análise são objecto de medidas fotométricas nos
               pontos previstos pelo regulamento, limitando-se a selecção aos seguintes pontos:
               Emax, HV1/, HL e HR2/ para o feixe de estrada; e
               B50L, HV se for o caso, 50V, 75R se for o caso, e 25LL caso se trate do feixe de
               cruzamento.
   2.5         Critérios de aceitabilidade
               O fabricante é responsável pela exploração estatística dos resultados dos ensaios e pela
               definição, em consonância com a autoridade competente, dos critérios de aceitabilidade
               da produção, a fim de dar cumprimento às disposições que regem o controlo da
               conformidade da produção, enunciadas no ponto 9.1 do presente regulamento.
   Os critérios de aceitabilidade devem ser tais que, com um grau de confiança de 95 %, a
   probabilidade mínima de passar com êxito a verificação por amostragem tal como é descrita no
   anexo 7 (primeira selecção) seria de 0,95.
   1/ Quando o feixe de estrada e o feixe de cruzamente estão mutuamente incorporados, o ponto de
   medida HV é o mesmo para os dois feixes.
   2/ Os pontos HL e HR, situados em H-H são colocados respectivamente a 2,6 graus à esquerda e
   2,6 graus à direita do ponto HV.
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                                                   Anexo 6
        PRESCRIÇÕES APLICÁVEIS AOS SISTEMAS QUE INCORPORAM UMA LENTE DE
     PLÁSTICO – ENSAIOS DE LENTES OU DE AMOSTRAS DE MATERIAIS E DE SISTEMAS
             COMPLETOS OU DE UMA OU VÁRIAS DAS RESPECTIVAS PARTES
    1.       ESPECIFICAÇÕES GERAIS
    1.1      As amostras fornecidas em conformidade com o ponto 2.2.4 do presente regulamento
             devem satisfazer as especificações indicadas nos pontos 2.1 a 2.5 deste anexo.
    1.2      As duas amostras de um sistema completo fornecidas nos termos do ponto 2.2.3 do
             presente regulamento e equipadas com lentes de plástico devem, relativamente ao
             material da lente, satisfazer as especificações indicadas no ponto 2.6 infra.
    1.3      As amostras de lentes de plástico ou as amostras de material são objecto, juntamente
             com o reflector à frente do qual as lentes devem ser montadas (se for caso disso), de
             ensaios de homologação, segundo a ordem cronológica indicada no quadro A,
             reproduzido no apêndice 1 do presente anexo.
    1.4      Todavia, se o fabricante do sistema puder provar que o produto passou já com êxito os
             ensaios previstos nos pontos 2.1 a 2.5 infra ou ensaios equivalentes prescritos por outro
             regulamento, tais ensaios não têm de ser repetidos. Somente os ensaios previstos no
             quadro B do apêndice 1 são obrigatórios.
    1.5      Se os sistemas ou uma das respectivas partes for concebido exclusivamente para a
             circulação pela direita ou exclusivamente para a circulação pela esquerda, os ensaios a
             que o presente anexo se refere podem ser feitos numa só amostra, à discrição do
             requerente.
    2.       ENSAIOS
    2.1      Resistência a variações de temperatura
    2.1.1    Ensaios
             Submetem-se três novas amostras (lentes) a cinco ciclos de variação de temperatura e
             humidade (HR = humidade relativa), de acordo com o seguinte programa:
                   3 horas a 40 °C ± 2 °C e a 85-95 % HR;
                   1 hora a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR;
                   15 horas a -30 °C ± 2 °C;
                   1 hora a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR;
                   3 horas a 80 °C ± 2 °C;
                   1 hora a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR;
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   Anexo 4
             Antes deste ensaio, as amostras devem ser mantidas a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR
             durante, pelo menos, quatro horas.
             Nota: Os períodos de 1 hora a 23 °C ± 5 °C devem incluir os períodos de transição de
             uma temperatura para outra, necessários para evitar os efeitos do choque térmico.
   2.1.2     Medições fotométricas
   2.1.2.1   Metodologia
             Antes e depois do ensaio, devem ser efectuadas medições fotométricas nas amostras.
             As medições fotométricas são feitas em conformidade com o anexo 9 do presente
             regulamento nos seguintes pontos:
             B50L e 50V para um feixe de cruzamento de classe C;
             Emax para o feixe de estrada do sistema.
   2.1.2.2   Resultados
             A diferença entre os valores fotométricos medidos em cada amostra antes e depois do
             ensaio não deve ser superior a 10 %, incluindo as tolerâncias do procedimento
             fotométrico.
   2.2       Resistência a agentes atmosféricos e químicos
   2.2.1     Resistência a agentes atmosféricos
             Três novas amostras (lentes ou amostras de plástico) são expostas às radiações de uma
             fonte com uma distribuição de energia espectral próxima da de um corpo negro a uma
             temperatura compreendida entre 5 500 K e 6 000 K.
             Colocam-se filtros adequados entre a fonte e as amostras, para reduzir o mais possível
             as radiações com comprimentos de onda inferiores a 295 nm e superiores a 2 500 nm.
             As amostras são expostas a uma iluminação energética de 1200 W/m2 ± 200 W/m2
             durante um período tal que a energia luminosa por elas recebida seja igual a 4
             500MJ/m2 ± 200 MJ/m2.
             A temperatura dentro de recinto, medida no painel negro colocado ao mesmo nível das
             amostras, deve ser 50 °C ± 5 °C. Para assegurar uma exposição regular, as amostras
             devem girar em torno da fonte de radiação a uma velocidade compreendida entre 1 e 5
             r/min.
             As amostras são pulverizadas com água destilada de condutividade inferior a 1 mS/m à
             temperatura de 23 °C± 5 °C, em conformidade com o seguinte ciclo:
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                                                                            TRANS/WP.29/2005/102
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            pulverização: 5 minutos; secagem: 25 minutos.
    2.2.2   Resistência a agentes químicos
            Uma vez realizado o ensaio indicado no ponto 2.2.1 supra e a medição referida no ponto
            2.2.3.1 infra, aplica-se, tal como explicitado no ponto 2.2.2.2, à superfície exterior de
            cada uma das três amostras referidas a mistura definida no ponto 2.2.2.1 infra.
    2.2.2.1 Mistura de ensaio
            A mistura de ensaio será composta por 61,5 % de n-heptano, 12,5 % de tolueno, 7,5 %
            de tetracloreto de etilo, 12,5 % de tricloroetileno e 6 % de xileno (percentagens
            volumétricas).
    2.2.2.2 Aplicação da mistura de ensaio
            Impregnar até à saturação um pedaço de tecido de algodão (conforme à norma ISO 105)
            com a mistura definida no ponto 2.2.2.1 e, nos 10 segundos seguintes, aplicá-lo durante
            10 minutos na superfície exterior da amostra com uma pressão de 50 N/cm2, o que
            corresponde a aplicar uma força de 100 N numa superfície de ensaio de 14 × 14 mm.
            Durante este período de 10 minutos, o tampão de tecido deve ser impregnado de novo
            com a mistura, para que a composição do líquido aplicado seja sempre idêntica à
            dosagem prescrita.
            Durante o período de aplicação, é permitido compensar a pressão aplicada à amostra,
            para evitar fissuras.
    2.2.2.3 Limpeza
            No final da aplicação da mistura de ensaio, as amostras devem ser secas ao ar livre e,
            em seguida, lavadas com a solução definida no ponto 2.3 (resistência a detergentes) a 23
            °C ± 5 °C. Por fim, enxaguam-se cuidadosamente as amostras com água destilada
            contendo, no máximo, 0,2 % de impurezas, a 23 °C ± 5 °C, e limpam-se com um pano
            macio.
    2.2.3   Resultados
    2.2.3.1 No final do ensaio de resistência aos agentes atmosféricos, a superfície exterior de cada
            amostra deve estar isenta de fissuras, riscos, estilhaçamento e deformação, e a variação
                                            T − T3
            média da transmissão ∆t = 2               , medida nas três amostras pelo método referido no
                                               T2
            apêndice 2 do presente anexo, deve ser inferior ou igual a 0,020 (∆ tm ≤ 0,020).
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   Anexo 4
   2.2.3.2   No final do ensaio de resistência a agentes químicos, as amostras não devem apresentar
             vestígios de manchas químicas susceptíveis de alterar a difusão de fluxo, cuja variação
                             T − T4
             média, ∆d = 5          , medida nas três amostras em conformidade com o procedimento
                                T2
             descrito no apêndice 2 a este anexo, não deve exceder 0,020 (∆ dm ≤ 0,020).
   2.2.4     Resistência a radiações emitidas pela fonte luminosa
             Se necessário, procede-se ao seguinte ensaio:
             Expõem-se à luz da fonte luminosa amostras planas de cada elemento em matéria
             plástica que serve para a transmissão de luz. Os parâmetros, como os ângulos e as
             distâncias entre as amostras devem ser idênticos aos do sistema. Todas as amostras
             devem ter a mesma cor e ter sido submetidas a um tratamento de superfície, se for caso
             disso, idêntico ao das partes do sistema.
             Após 1500 horas de exposição contínua, as características cromáticas da luz transmitida
             devem ser satisfeitas através de um nova fonte luminosa e a superfície das amostras não
             deve apresentar quaisquer fissuras, riscos, estilhaços ou deformações.
             Não é necessário verificar a resistência dos materiais internos aos raios ultravioletas
             emitidos pela fonte luminosa desde que esta esteja em conformidade com o regulamento
             n.º 37 ou se for do tipo de descarga com fraca radiação ultravioleta ou ainda se tiverem
             sido tomadas medidas para proteger os elementos do sistema contra a radiação
             ultravioleta, por exemplo, com filtros de vidro.
   2.3       Resistência a detergentes e a hidrocarbonetos
   2.3.1     Resistência aos detergentes
             A face exterior de três amostras (lentes ou amostras de material), depois de aquecida a
             50 °C ± 5 °C é imersa, durante cinco minutos, numa mistura mantida a 23 °C ± 5 °C, e
             composta por 99 partes de água destilada (contendo, no máximo, 0,02 % de impurezas)
             e uma parte de sulfonato de alquilarilo.
             No final do ensaio, as amostras são secas a 50 °C ± 5 °C e as suas superfícies limpas
             com um pano húmido.
   2.3.2     Resistência a hidrocarbonetos
             A face exterior de cada uma destas três amostras é, em seguida, friccionada ligeiramente
             durante um minuto com um pano de algodão embebido de uma mistura composta por
             70 % de n-heptano e 30 % de tolueno (percentagens volumétricas), deixando-se por fim
             secar ao ar livre.
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    2.3.3  Resultados
           Executados sucessivamente os dois ensaios acima, o valor médio da variação na
                               T − T3
           transmissão ∆t = 2           , medido nas três amostras pelo método referido no apêndice
                                  T2
           2 do presente anexo, deve ter um valor médio inferior ou igual a 0,010 (∆ tm ≤ 0,010).
    2.4    Resistência à deterioração mecânica
    2.4.1  Método de ensaio da deterioração mecânica
           A face exterior de três novas amostras (lentes) é sujeita ao ensaio uniforme de
           deterioração mecânica, pelo método referido no apêndice 3 do presente anexo.
    2.4.2  Resultados
           No final deste ensaio, as variações:
                                   T2 − T3
           da transmissão: ∆t =
                                      T2
                                T5 − T4
           e da difusão: ∆d =
                                   T2
           são medidas, segundo o método referido no apêndice 2, na área definida no ponto
           2.2.4.1.1 do presente regulamento, devendo o seu valor médio nas três amostras ser tal
           que:
           ∆ tm ≤ 0,100; ∆ dm ≤ 0,050.
    2.5    Ensaio da aderência de eventuais revestimentos
    2.5.1  Preparação da amostra
           Sobre uma superfície de 20 mm × 20 mm no revestimento da lente talha-se, com auxílio
           de uma lâmina de barbear ou de uma agulha, um reticulado de quadrados com cerca de
           2 mm de lado. A pressão da lâmina ou da agulha deve ser suficiente para cortar pelo
           menos o revestimento.
    2.5.2  Descrição do ensaio
           Utilizar uma fita adesiva com força de aderência de 2 N/(cm de largura) ± 20 %, medida
           nas condições normalizadas que constam do apêndice 4 do presente anexo. Premir a
           fita adesiva, que deve ter pelo menos 25 mm de largura, durante pelo menos 5 minutos,
           contra a superfície preparada conforme indicado no ponto 2.5.1.
           Colocar em seguida uma carga na ponta da fita adesiva, de modo a que a força de
           aderência à superfície considerada seja contrabalançada por uma força perpendicular a
           essa mesma superfície. A fita é então arrancada à velocidade constante de 1,5 ± 0,2 m/s
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   Anexo 4
   2.5.3     Resultados
             Não pode verificar-se alteração notória na superfície reticulada. São toleradas
             alterações nas intersecções dos quadrados ou nas extremidades dos cortes, desde que a
             área alterada não exceda 15 % do reticulado.
   2.6       Ensaios do sistema completo que comporta uma lente de plástico
   2.6.1     Resistência à deterioração mecânica da superfície da lente
   2.6.1.1   Ensaios
             A lente da amostra do sistema n.º 1 é submetida ao ensaio referido no ponto 2.4.1 supra.
   2.6.1.2   Resultados
             Após o ensaio, os resultados das medidas fotométricas num sistema ou em uma ou
             várias partes do mesmo, efectuadas em conformidade com o presente regulamento, não
             deve ser superiores a 130% dos valores-limite estabelecidos nos pontos B50L et HV,
             nem inferiores a 90% do valor-limite fixado no ponto 75R, se for o caso.
   2.6.2     Ensaio da aderência de eventuais revestimentos
             A lente da unidade de instalação n.º 2 é submetida ao ensaio descrito no ponto 2.5
             supra.
   3.        CONTROLO DA CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
   3.1       No que respeita aos materiais utilizados no fabrico das lentes, as unidades de instalação
             de uma série serão consideradas como cumprindo o presente regulamento se:
   3.1.1     no final do ensaio de resistência a agentes químicos e do ensaio de resistência a
             detergentes e a hidrocarbonetos, a face exterior das amostras, analisada à vista
             desarmada, estiver isenta de fissuras, riscos, falhas e deformações (pontos 2.2.2, 2.3.1 e
             2.3.2);
   3.1.2     no final do ensaio referido no ponto 2.6.1.1, os valores fotométricos nos pontos de
             medição considerados no ponto 2.6.1.2 se situarem dentro dos limites prescritos pelo
             presente regulamento relativamente à conformidade da produção;3.2 Se os resultados
             não cumprirem os requisitos, os ensaios são repetidos com outra amostra seleccionada
             aleatoriamente.
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                                                 Anexo 6 – Apêndice 1
                      ORDEM CRONOLÓGICA DOS ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO
    A.    Ensaios em plásticos (lentes ou amostras de plástico fornecidas em conformidade com o ponto
          2.2.4 do presente regulamento)
                           Amostras                           Lentes ou amostras de materiais           Lentes
     Ensaios                                         1     2 3 4 5 6 7 8 9                      10 11  12 13 14
     1.1 Fotometria limitada (ponto 2.1.2)                                                           X X X
     1.1.1 Variação de temperatura (pt. 2.1.1)                                                       X X X
     1.2 Fotometria limitada (ponto 2.1.2)                                                           X X X
     1.2.1 Medida da transmissão                     X X X X X X X                      X    X
     1.2.2 Medida da difusão                         X X X                         X    X    X
     1.3 Agentes atmosféricos (pt. .2.1)             X X X
     1.3.1 Medida da transmissão                     X X X
     1.4 Agentes químicos (pt. .2.2)                 X X X
     1.4.1 Medida da difusão                         X X X
     1.5 Detergentes (pt. 2.3.1)                                     X X X
     1.6 Hidrocarbonetos (pt. 2.3.2)                                 X X X
     1.6.1 Medida da transmissão                                     X X X
     1.7 Deterioração (pt. .4.1)                                                   X    X    X
     1.7.1 Medida da transmissão                                                   X    X    X
     1.7.2 Medida da difusão                                                       X    X    X
     1.8 Aderência (pt. .5)                                                                                     X
     1.9 Resistência à radiação da fonte
            luminosa (pt. 2.2.4)                                                                X
    B. Ensaios em sistemas completos (fornecidos em conformidade                      com o ponto 2.2.3 do presente
          regulamento)
                                                                                    Sistema completo
                               Ensaios                                                 Amostra n.º
                                                                                1                       2
      2.1    Deterioração (pt. .6.1.1)                                          X
      2.2    Fotometria (pt. )                                                  X
      2.3    Aderência (pt. 2.6.2)                                                                      X
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   Anexo 4
                                                  Anexo 6 – Apêndice 2
                  MÉTODO DE MEDIÇÃO DA DIFUSÃO E DA TRANSMISSÃO DA LUZ
   1.         APARELHOS (ver figura 1 infra)
              O feixe luminoso de um colimador K com semidivergência β/2 = 17,4 x 10-4 rd é limitado
              por um diafragma com 6 mm de abertura, contra o qual é colocado o suporte da amostra.
              O diafragma Dτ é ligado ao receptor R por uma lente L2 convergente acromática, corrigida
              em relação às aberrações esféricas. O diâmetro da lente L2 deve ser tal que não diafragme a
              luz difundida pela amostra num cone com semi-ângulo de ataque β/2 = 14 graus.
              Coloca-se um diafragma anular DD, com ângulos αo/2 = 1 grau e αmax/2 = 12 graus, num
              plano focal imagem da lente L2.
              A parte central não-transparente do diafragma é necessária, a fim de eliminar a luz que
              chega directamente da fonte luminosa. Essa parte central do diafragma deve poder ser
              removida do feixe luminoso de modo a regressar exactamente à sua posição original.
              A distância L2 Dτ e a distância focal F2 da lente L2 devem ser escolhidas de modo a que a
              imagem de Dτ cubra completamente o receptor R.
              Recomenda-se a utilização para L2 de uma distância focal de cerca de 80 mm.
              Quando o fluxo incidente inicial reduzido à unidade, a precisão absoluta de cada leitura
              deve ser superior a 0,001.
                                                                  °
                                                              °1 21
                                                            °4
                                                             1
                                                                                            K
          D Do = 0,0349 F2          D Dmax = 0,425 F 2
                     R             F2               L2                                  Ll
                                                                                 DT
                                   DD
         Figura 1: Montagem óptica que serve para medir as variações de difusão e de transmissão.
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    2.     MEDIDAS
           Devem ser efectuadas as seguintes leituras:
                                              Com a parte
             Leitura     Com amostra                                       Grandeza representada
                                             central de DD
               T1            Não                    não           Fluxo incidente na leitura inicial
                         sim(antes do                             Fluxo transmitido pelo material novo
               T2                                   não
                            ensaio)                               num raio de 24 °C
                              sim                                 Fluxo transmitido pelo material novo
               T3                                   não
                         (após ensaio)                            num raio de 24 °C
                         sim(antes do
               T4                                   sim           Fluxo difundido pelo material novo
                            ensaio)
                           sim(após
               T5                                   sim           Fluxo difundido pelo material ensaiado
                            ensaio)
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   Anexo 4
                                           Anexo 6 – Apêndice 3
                             MÉTODO PARA O ENSAIO DE ASPERSÃO
   1.      EQUIPAMENTOS DE ENSAIO
   1.1     Pistola
           Utiliza-se uma pistola de água equipada com um bico de 1,3 mm de diâmetro para permitir
           um débito de líquido de 0,24 ± 0,02 l/min à pressão de funcionamento de 6,0 bar- 0/+0,5.
           Nestas condições de funcionamento, o jacto obtido deve ter 170 ± 50 mm de diâmetro na
           superfície exposta à deterioração, a uma distância de 380 ± 10 mm do bico.
   1.2     Mistura de ensaio
           A mistura utilizada no ensaio deve ter a seguinte composição:
           Areia siliciosa de dureza 7 na escala de Mohr, com granulometria compreendida entre 0 e
           0,2 mm, uma distribuição quase normal e um factor angular de 1,8 a 2;
           Água de dureza não superior a 205 g/m3, para uma mistura de 25 g de areia por litro de
           água.
   2.      ENSAIO
           A superfície exterior das lentes é sujeita uma ou mais vezes à acção do jacto de areia
           produzido do modo acima descrito. O jacto deve ser dirigido quase perpendicularmente à
           superfície de ensaio.
           Avalia-se a deterioração em referência a uma ou mais amostras de vidro colocadas junto
           das lentes a ensaiar. A mistura é aspergida até a difusão da luz sobre a(s) amostra(s)
           apresentar a seguinte variação, medida pelo método referido no apêndice 2 do presente
                            T − T4
           anexo:     ∆d= 5          = 0,0250 ± 0,0025 .
                               T2
           Podem ser utilizadas diversas amostras de referência, para verificar se a totalidade da
           superfície a ensaiar sofreu uma deterioração homogénea.
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                                          Anexo 6 – Apêndice 4
                            ENSAIO DE ADERÊNCIA DA FITA ADESIVA
    1.     OBJECTO
           Este método permite determinar, em condições normalizadas, a força linear de aderência
           de uma fita adesiva a uma chapa de vidro.
    2.     PRINCÍPIO
           Medição da força necessária para descolar uma fita adesiva de uma placa de vidro, num
           ângulo de 90°.
    3.     CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS
           A temperatura deve ser de 23 ± 5 °C e a humidade relativa de (HR) de 65 ± 15 %.
    4.     PROVETES
           Antes do ensaio, a amostra do rolo de fita adesiva deve ser condicionada durante 24 horas
           à atmosfera especificada no ponto 3 supra.
           Para cada rolo, efectuar o ensaio em 5 provetes com 400 mm de comprimento. Os provetes
           são extraídos do rolo desprezando as três primeiras voltas.
    5.     PROCEDIMENTO
           O ensaio é realizado nas condições atmosféricas especificadas no ponto 3.
           Cortam-se os cinco provetes desenrolando a fita radialmente à velocidade aproximada de
           300 mm/s, após o que, no intervalo de 15 segundos, se aplicam os cinco fragmentos de fita
           do seguinte modo:
           Aplicar a fita na chapa de vidro progressivamente, esfregando-a levemente com o dedo na
           direcção longitudinal, sem pressão excessiva, de modo a não deixar bolhas de ar entre a
           fita e o vidro.
           Deixa-se o conjunto em repouso durante 10 minutos, nas condições atmosféricas
           especificadas.
           Descola-se da placa cerca de 25 mm do provete, segundo um plano perpendicular ao eixo
           do provete.
           Mantendo firme a placa, dobra-se a extremidade livre da fita a 90°. Aplica-se o esforço de
           modo tal que a linha de separação entre a fita e a placa seja perpendicular a este esforço e à
           placa.
           Puxar a fita para a descolar a uma velocidade de 300 ± 30 mm/s e registar a força
           necessária.
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   Anexo 4
   6.      RESULTADOS
           Ordenam-se segundo a grandeza os cinco valores obtidos, tomando a sua média como
           resultado do ensaio. Este valor deve ser expresso em newtons por centímetro de largura da
           fita.
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                                                   Anexo 7
          PRESCRIÇÕES MÍNIMAS RELATIVAS À AMOSTRAGEM EFECTUADA POR UM
                                                INSPECTOR
    1.        GENERALIDADES
    1.1       Os requisitos de conformidade são considerados cumpridos dos pontos de vista
              mecânico e geométrico, em conformidade com o presente regulamento, se as diferenças
              não ultrapassarem desvios inevitáveis de fabrico. Esta norma também se aplica a
    1.2       No que se refere às características fotométricas, a conformidade dos sistemas de série
              não é contestada se, quando se procede ao ensaio fotométrico de um sistema escolhido
              aleatoriamente e equipado com uma fonte luminosa colocada sob tensão e, se for o caso,
              corrigida em conformidade com os pontos 1 e 2 do anexo 9 do presente regulamento:
    1.2.1     Nenhum dos valores medidos apresentar desvio desfavorável superior a 20 % em
              relação aos valores prescritos no presente regulamento.
    1.2.1.1   Para os valores infra do feixe de cruzamento e respectivos modos, o desvio máximo
              desfavorável é o seguinte:
              −     para os valores máximos no ponto B50L,0,2 lx (equivalente a 20 %) e 0,3 lx
                    (equivalente a 30 %);
              −     os valores máximos na zona III, no ponto HV e no segmento BLL, 0,3 lx
                    (equivalente a 20 %) e 0,45 lx (equivalente a 30 %);
              −     para os valores máximos nos segmentos E, F1, F2 et F3,0,2 lx (equivalente
                    a 20 %) e 0,3 lx (equivalente a 30 %);
              −     Para os valores mínimos nos pontos BR, P, S50, S50LL, S50RR, S100, S100LL,
                    S100RR e para os valores fixados na nota 4 do quadro 1 do anexo 3 do presente
                    regulamento (B50L, HV, BR, BRR et BLL), metade do valor exigido (equivalente
                    a 20%) e três quartos do valor exigido (equivalente a 30%);
    1.2.1.2   Para o feixe de estrada, estando o ponto HV situado no interior da isolux 0,75 Emax ,
              admite-se uma tolerância de +20% em relação aos valores máximos e de -20% em
              relação aos valores mínimos para os valores fotométricos de todos os pontos de medida
              definidos no ponto 6.3.2 do presente regulamento.
    1.2.2     Se os resultados dos ensaios supra não satisfizerem as prescrições, a orientação do
              sistema pode ser alterada, desde que o eixo do feixe não seja deslocado lateralmente
              mais de 0,5 graus para a direita ou para a esquerda nem mais de 0,2 graus para cima ou
              para baixo. Estas disposições não se aplicam às unidades de iluminação definidas no
              ponto 6.3.1.1 do presente regulamento
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   Anexo 4
   1.2.3     Se os resultados dos ensaios descritos supra não forem compatíveis com as prescrições,
             repetem-se os ensaios com outra fonte luminosa de referência e/ou outro dispositivo de
             alimentação e de funcionamento.
   1.2.4     Os sistemas com defeitos aparentes não são tomados em consideração.
   1.2.5     A marca de referência é ignorada.
   2.        PRIMEIRA AMOSTRAGEM
             No decurso da primeira amostragem, seleccionam-se aleatoriamente quatro sistemas. A
             letra A é aposta no primeiro e no terceiro e a letra B no segundo e no quarto.
   2.1       Conformidade não contestada
   2.1.1     Na sequência do processo de recolha de amostras indicado na figura 1 do presente
             anexo, a conformidade dos sistemas de série não é contestada se os desvios dos valores
             medidos nos sentidos desfavoráveis forem:
   2.1.1.1   Amostra A
             A1:       para um sistema                    ................................ 0 %
                       para o outro sistema               não mais de                      20 %
             A2:       para os dois sistemas              mais de ................... 0 %
                                                          mas não mais de ... 20 %
                       Passar à amostra B
   2.1.1.2   Amostra B
             B1:       Para os dois sistemas              ................................  0%
   2.1.2     ou se a amostra A cumprir as condições enunciadas no ponto 1.2.2.
   2.2.      Conformidade contestada.
   2.2.1     Com base no processo de recolha de amostras indicado na figura 1 do presente anexo, a
             conformidade dos sistemas de série é contestada, e o fabricante convidado repor a
             conformidade, se os desvios dos valores medidos dos sistemas forem:
   2.2.1.1   Amostra A
             A3:       Para um sistema                    não mais de...........           20 %
                       Para o outro sistema               mais de .................. 20 %
                                                          mas não mais de .... 30 %
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    2.2.1.2 Amostra B
            B2:      No caso A2
                     para um sistema                    mais de                          0%
                                                        mas não mais de .... 20 %
                     Para o outro sistema               mas não mais de .               20 %
            B3:      No caso A2
                     Para um sistema                    ...............................  0%
                     Para o outro sistema               mais de.......                  20 %
                                                        mas não mais de .... 30 %
    2.2.2   ou se a amostra A não cumprir as condições enunciadas no ponto 1.2.2.
    2.3     Homologação revogada
            A conformidade é contestada, com aplicação do disposto no ponto 10 se, na sequência
            do processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, os desvios dos
            valores medidos nos sistemas forem os seguintes:
    2.3.1   Amostra A
            A4:      Para um sistema                   não mais de ........... 20 %
                     Pour l’autre système              mais de................... 30 %
            A5:      Para os dois sistemas             mais de................... 20 %
    2.3.2   Amostra B
            B4:      No caso A2
                     para um sistema                   mais de .................. 0 %
                                                       mas não mais de .... 20 %
                     Para o outro sistema              mais de .................. 20 %
            B5:      No caso A2
                     Para os dois sistemas             mais de................... 20 %
            B6:      No caso A2
                     para um sistema                   ................................  0%
                     para o outro sistema              mais de .................. 30 %
    2.3.3   ou se quer a amostra A quer a amostra B não cumprirem as condições enunciadas no
            ponto 1.2.2.
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   Anexo 4
   3.        SEGUNDA AMOSTRAGEM
             É necessário proceder à repetição da recolha de amostras nos casos de A3, B2 e B3,
             com uma terceira amostra C composta de dois sistemas, seleccionada a partir dos lotes
             fabricados depois de reposição da conformidade no prazo de dois meses após a
             notificação.
   3.1       Conformidade não contestada.
   3.1.1     Na sequência do processo de recolha de amostras indicado na figura 1 do presente
             anexo, a conformidade dos sistemas de série não é contestada se os desvios dos valores
             medidos nos sentidos desfavoráveis forem:
   3.1.1.1   Amostra C
               C1:      para um sistema                    ............................... 0 %
                        para o outro sistema               não mais de ............ 20 %
               C2:      pour les deux systèmes             mais de .................. 0 %
                                                           mas não mais de ... 20 %
                        passar à amostra D
   3.1.1.2   Amostra D
               D1:     no caso C2
                       para os dois sistemas               ..............................  0%
   3.1.2     ou se a amostra C cumprir as condições enunciadas no ponto 1.2.2.
   3.2       Conformidade contestada
   3.2.1     Com base no processo de recolha de amostras indicado na figura 1 do presente anexo, a
             conformidade dos sistemas de série é contestada, e o fabricante convidado a repor a
             conformidade, se os desvios dos valores medidos nos sistemas forem:
   3.2.1.1   Amostra D
               D2:     no caso C2
                       para um sistema                  mais de .................... 0 %
                                                        mas não mais de ...... 20 %
                       para o outro sistema             não mais de ............. 20 %
   3.2.1.2   ou se a amostra C não cumprir as condições enunciadas no ponto 1.2.2.
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia              TRANS/WP.29/2005/31    L 375/603
                                                                                    page 65
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    3.3    Homologação revogada
           A conformidade é contestada, com aplicação do disposto no ponto 10 se, na sequência
           do processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, os desvios dos
           valores medidos nos sistemas forem os seguintes:
    3.3.1  Amostra C
            C3:       para um sistema                    não mais de ............ 20 %
                      para o outro sistema               mais de ................... 20 %
            C4:       para os dois sistemas              mais de ................... 20 %
    3.3.2  Amostra D
            D3:       no caso C2
                      para um sistema                    ................................ 0%
                                                         ou mais de ..............        0%
                      para o outro sistema               mais de ................... 20 %
    3.3.3  ou se quer a amostra C quer a amostra D não cumprirem as condições enunciadas no n.º
           1.2.2.
    4.     ALTERAÇÃO DA POSIÇÃO VERTICAL DO RECORTE DO FEIXE DE
           CRUZAMENTO
           Para verificar a alteração da posição vertical do recorte do feixe de cruzamento sob o
           efeito do calor, aplica-se o seguinte método:
           Com base no processo de recolha de amostras constante da figura 1 do presente anexo,
           um dos sistemas da amostra A é ensaiado segundo o processo indicado no ponto 2.1 do
           anexo 4, depois de sujeito três vezes consecutivas definido no ponto 2.2.2 do anexo 4.
           O farol é considerado aceitável se o valor ρr não exceder 1,5 mrad.
           Se este valor for superior a 1,5 mrad, mas não superior a 2 mrad, o segundo sistema da
           amostra A é submetido ao ensaio, após o que a média dos valores absolutos registados
           em ambas as amostras não deve exceder 1,5 mrad.
 ---pagebreak---    TRANS/WP.29/2005/102
L 375/604                                            PT                            Jornal Oficial da União Europeia                                                       27.12.2006
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   Anexo 4
                                                    Se, todavia, este valor de 1,5 mrad não for cumprido na amostra A, os dois sistemas da
                                                    amostra B são sujeitos ao mesmo procedimento, não podendo o valor de ∆r exceder 1,5
                                                    mrad em nenhum deles.
                                                                                                Figura 1
                                                                Note: Em toda a figura, onde está “dispositivo”, deve ler-se “sistema”
                              choisis au hasard                                                                                              choisis au hasard
                                                                            PREMIER PRELEVEMENT
          A                                                                    Quatre dispositifs choisis au hasard et repartis                                  B
                                                                                         entre les échantillons A et B
       A1                                                     0        <20                           Fin
       A2                                                      >0        >0                Passer à l`échantillon B
                                                            <20        <20
                                                                                                     Fin                          0            0                        B1
       A3                                                       >20          MISE EN CONFORMITE                                          >0
                                                      <20       <30                                                                   <20         <20                   B2
                                                                                   Le fabricant doit mettre sa production
                                                                                   en conformité avec les prescriptions
                        A                         C                                                                                      0        >20                   B3
                        no               no                                                                                                       <30
                         lit              lti
                           na               na Echantillon C: deux dispositifs                                                  Echantillon D: deux dispositifs    R
                            h                hc           choisis au hasard                                                         choisis au hasard
                  él̀c
                                                                                                                                                                   e
                                              él̀                           SECOND              PRELEVEMENT
                                                                                                                                                              R    s
                                                                                                                                                              e    u
                   ru                          ru      C                                                                                                      s    lt
                                                                                                                                                       D      u     a
                    s                           s                              Quatre dispositifs choisis au hasard et repartis                               lt
                                                                                                                                                               a
                                                                                                                                                                    t
                                                                                                                                                                    s
                    si                          si                                       entre les échantillons  C et D                                   s t
                                                                                                                                                               s
                                                                                                                                                                    é
                     as                          as
                                                                                                                                                          u         v
                                                                                                                                                          r    é    e
                      se         se                                                                                                                       l̀
                                                                                                                                                          é e
                                                                                                                                                          c n
                                                                                                                                                               v    n
                                                                                                                                                                    t
                                                                                                                                                                    u
                       se         se                                                                                                                      h t
                                                                                                                                                          a u
                                                                                                                                                                    e
                                                                                                                                                                    ls
                        d          d C1                                <20
                                                                                                                                                          n e
                        s          lse                        0                                      Fin                                                       ls    d
           eul
                                                                                                                                                          t          e
                                                                                                                                                          il
                                                                                                                                                           lo d      s
            tn                       ut                                                                                                                     n e      e
                                      ne
                                                                                                                                                                s    s
                                                                                                                                                            D
             ev                        vé C2                   >0        >0                Passer  à l`échantillon D                                            e
                                                                                                                                                                s
                                                                                                                                                                     s
                                                                                                                                                                     a
              é                                             <20 <20
                                                                                                                                                                s
                                                                                                                                                                a
                                                                                                                                                                     is
              st                        st                                                                                                                      is      s
                                                                                                                                                                        u
               atl            tal                                                                                                                                     r
                 us             us                                                                                                                                    l̀
                                                                                                                                                         D1
                                                                                                                                                                      é
                  e
                  R
                                 e
                                 R
                                                                                                     Fin                            0            0                    c
                                                                                                                                                                      h
                                                                                                                                                                      a
                                                                                                                                                                      n
                                                                                                                                                                      t
                                                                                                                                                                      il
                                                                                                                                                >0
                                                                                                                                                                       lo
                                                                                            Passer à la mise
                                                                                                                                   <20                   D2
                                                                                                                                                                        n
                                                                                             en conformité                                    <20                       B
                                                  C3         <20        >20                                                        >0          >20       D3
                                                  C4         >20        >20
                                                                                       Homologation
                                                                                                                                           >0       >20                 B4
                                                                                                                                         <20
                                                                                                retirée
       A4                                                <20       >30                                                                    >20        >20                B
                                                                                                                                                                        B5
       A5                                                >20        >20                                                                    0        >30                 B6
                                                                                    Ecart maximal en % dans le sens défavorable
                                                                            X       par rapport à la valeur limite
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                      Jornal Oficial da União Europeia     TRANS/WP.29/2005/31     L 375/605
                                                                               page 67
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    Echantillon A: deux dispositifs choisis au           Amostra A : dois dispositivos escolhidos
    hasard                                               aleatoriamente
    Echantillon B: deux dispositifs choisis au           Amostra B dois dispositivos escolhidos
    hasard                                               aleatoriamente
    PREMIER PRELEVEMENT                                  PRIMEIRA AMOSTRAGEM
    Quatre dispositifs choisis au hasard et repartis     Quatro dispositivos escolhidos aleatoriamente
    entre les échantillons A et B                        e repartidos entre as amostras A e B
    Fin                                                  Fim
    Passer à l’échantillon B                             Passar à amostra B
    Fin                                                  Fim
    MISE EN CONFORMITÉ                                   CONFORMIDADE
    Le fabricant doit mettre sa production en            O fabricante deve proceder à conformização
    conformité avec les prescriptions                    da produção com as prescrições
    Echantillon C: deux dispositifs choisis au           Amostra C: dois dispositivos escolhidos
    hasard                                               aleatoriamente
    Echantillon D: deux dispositifs choisis au           Amostra D: dois dispositivos escolhidos
    hasard                                               aleatoriamente
    SECOND PRELEVEMENT                                   SEGUNDA AMOSTRAGEM
    Quatre dispositifs choisis au hasard et repartis     Quatro dispositivos escolhidos aleatoriamente
    entre les échantillons C et D                        e repartidos entre as amostras C e D
    Fin                                                  Fim
    Passer à l’échantillon D                             Passar à amostra D
    Fin                                                  Fim
    Passer à la mise en conformité                       Passar à fase de conformização
    Homologation retirée                                 Homologação revogada
    Écart maximal en % dans le sens défavorable          Desvio máximo em % no sentido
    par rapport à la valeur limite                       desfavorável em relação ao valor limite
    Résultats éventuels des essais sur                   Resultados eventuais dos ensaios da amostra
    l’échantillon A                                      A
    Résultats éventuels des essais sur                   Resultados eventuais dos ensaios da amostra
    l’échantillon C                                      C
    Résultats éventuels des essais sur                   Resultados eventuais dos ensaios da amostra
    l’échantillon B                                      B
    Résultats éventuels des essais sur                   Resultados eventuais dos ensaios da amostra
    l’échantillon D                                      D
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   Anexo 4
                                                   Anexo 8
   DISPOSIÇÕES RELATIVAS À REGULAÇÃO DO RECORTE E DA ORIENTAÇÃO DO FEIXE
                                          DE CRUZAMENTO1
   1.        DEFINIÇÃO DO RECORTE
             O recorte, quando é projectado num painel de medição, nos termos definidos no anexo 9
             do presente regulamento, deve ser suficientemente nítido para permitir a regulação e
             deve satisfazer as prescrições indicadas a seguir.
   1.1       Forma (ver figura A.8-1)
             O recorte é composto de
             –     uma parte horizontal, à esquerda, e
             –     uma parte sobre-elevada à direita;
             deve ainda ser constituído de tal forma que, depois de ter sido posicionado em
             conformidade com as disposições dos pontos 2.1 a 2.5 infra:
   1.1.1     A parte horizontal não se afaste, num plano vertical, mais de
             –     0,2o para cima ou para baixo da sua linha mediana horizontal entre 0,5 e 4,5o à
                   esquerda da linha V-V, e
             –     0,1o para cima ou para baixo dentro dos limites dos dois terços do referido
                   comprimento.
   1.1.2     A parte sobre-elevada
             –     deve ter um rebordo esquerdo suficientemente nítido e
             –     a recta cuja origem está na intersecção entre A e V-V, construída de forma a ser
                   tangente a este rebordo, deve ter um ângulo de inclinação em relação à linha 10 e
                   60o (ver fig. A.8-1 infra).
   2.        REGULAÇÃO VISUAL
   2.1       Antes de qualquer ensaio, o sistema deve ser colocado em estado neutro. As instruções
             infra aplicam-se aos feixes de unidades de iluminação que, segundo o requerente,
             devem ser reguladas.
   1/ A completar eventualmente com disposições gerais complementares em estudo no GRE.
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    2.2    O feixe deve ser posicionado verticalmente de forma a que a parte horizontal do seu
           recorte esteja situada na sua posição vertical nominal (linha A), em conformidade com
           as prescrições enunciadas no quadro 2 do anexo 3 do presente regulamento. Este
           prescrição é considerada cumprida se a linha mediana horizontal da parte horizontal do
           recorte estiver situada na linha A (ver fig. A.8-2infra).
    2.3    O feixe deve estar posicionado horizontalmente de forma a que a sua parte sobre-
           elevada esteja situada à direita da linha V-V e em contacto com esta (ver fig.A.8-2
           infra).
    2.3.1  Se um feixe parcial só produzir a parte horizontal do recorte, a regulação horizontal, na
           falta de especificação do requerente, não é objecto de qualquer prescrição.
    2.4    O recorte de uma unidade de iluminação que não tiver sido concebida para ser regulada
           separadamente em conformidade com as indicações do requerente deve satisfazer as
           prescrições apropriadas.
    2.5    As unidades de iluminação reguladas segundo o método indicado pelo requerente em
           conformidade com as disposições dos pontos 5.2 e 6.2.1.1 do presente regulamento
           devem apresentar um recorte cujas formas e localização têm de estar em conformidade
           com as prescrições do quadro 2 do anexo 3 do presente regulamento.
    2.6    Para qualquer outro modo de feixe de cruzamento
           A forma e a posição do recorte, se for o caso, devem automaticamente satisfazer as
           prescrições relevantes do quadro 2 do anexo 3 do presente regulamento.
    2.7    Uma orientação e/um uma regulação inicial em conformidade com as indicações do
           requerente, nos termos do disposto nos pontos 2.1 a 2.6 supra, pode aplicar-se às
           unidades de iluminação concebidas para serem montadas separadamente.
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L 375/608        PT                        Jornal Oficial da União Europeia                             27.12.2006
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   Anexo 4
                                             Figuras A.8-1 e A.8-2
             Nota: A projecção do recorte no painel de medição é representada de forma esquemática
   Figure A.8-1 Forme de la coupure                       Figura A.8-1 Forma do recorte
   Coupure (exemple)                                      Recorte (exemplo)
   Tangente au bord gauche de la partie relevée           Tangente ao rebordo esquerdo da parte sobre-
                                                          elevada
   La partie horizontale de la ligne de coupure           A parte horizontal da linha de recorte não
   ne doit pas s’écarter de plus de 0,2o vers le          deve afastar-se mais de 0,2o para cima ou para
   haut ou vers le bas, de la ligne médiane               baixo em relação à linha média
   Ligne A                                                Linha A
   Dans sa position nominale conformément au Na sua posição nominal em conformidade
   tableau 2 de l'annexe 3 du présent Règlement com o quadro 2 do anexo 3 do presente
                                                          regulamento
   Partie horizontale                                     Parte horizontal
   Partie relevée                                         Parte sobre-elevada
   Figure A.8-2 Orientation d’un faisceau partiel Figura A.8-2 Orientação de um feixe parcial
   La coupure est positionnée de telle sorte que: O recorte está posicionado de forma a que:
   1) Verticalement, sa partie horizontale                Verticalmente, a sua parte horizontal coincida
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    coïncide avec la ligne médiane A                      com a linha média A
    2) Horizontalement, sa partie relévée soit            2) Horizontalmente, a sua parte sobre-elevada
    placée à droite de la ligne V-V et en contact         esteja colocada à direita da linha V-V e em
    avec celle-ci                                         contacto com esta.
    Exempla a)                                            Exemplo a)
    Coupure                                               Recorte
    Ligne A                                               Linha A
    Point tangent à V-V                                   Ponto tangente a V-V
    Exemple b)                                            Exemplo b)
    Coupure                                               Recorte
    Point tangent à V-V                                   Ponto tangente a V-V
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   Anexo 4
                                                  Anexo 9
             DISPOSIÇÕES GERAIS RELATIVAS ÀS MEDIÇÕES FOTOMÉTRICAS
   1.        DISPOSIÇÕES GERAIS
   1.1       O sistema, ou uma ou mais das respectivas partes, deve ser montado num goniómetro
             cujo eixo horizontal é fixo e o eixo móvel perpendicular ao eixo fixo.
   1.2       Os valores de iluminação determinados com uma célula fotoeléctrica contida num
             quadrado de 65 mm de lado e colocada a uma distância mínima de 25 metros à frente do
             eixo de referência de cada unidade de iluminação perpendicularmente ao eixo de
             medição que passa pela origem do goniómetro.
   1.3       No decurso das medições fotométricas, as reflexões parasitas devem ser evitadas
             mediante a utilização de ocultação apropriada.
   1.4       As intensidades luminosas são medidas e traduzidas em iluminações num plano
             perpendicular à direcção de medida situada a uma distância nominal de 25 metros.
   1.5       As coordenadas angulares são indicadas em graus numa esfera com um eixo polar
             vertical, em conformidade com a publicação n.º 70 da CEI, Viena, 1987, o que
             corresponde a um goniómetro cujo eixo horizontal é fixo em relação ao solo e o eixo de
             rotação é móvel e perpendicular ao eixo horizontal.
   1.6       Qualquer método fotométrico equivalente é aceitável desde que respeite a correlação
             necessária.
   1.7       Deve ser evitado qualquer desfasamento do centro de referência das unidades de
             iluminação em relação ao eixos de rotação do goniómetro. Isto é válido em particular
             em relação à direcção vertical e às unidades de iluminação e que produzem um recorte.
             A regulação deve ser feita através de um painel que pode ser colocado a uma distância
             mais curta do que a da célula.
   1.8       As prescrições fotométricas impostas a cada ponto de medida (posição angular) de uma
             função ou de um modo de iluminação nos termos em que são enunciadas no presente
             regulamento aplicam-se à metade da soma dos valores obtidos em todas as unidades de
             iluminação do sistema para a função ou o modo em questão, ou em todas as unidades de
             iluminação abrangidas pela prescrição considerada.
   1.8.1     No entanto, quando a prescrição é especificada para um só lado, não se aplica a divisão
             por dois. Assim acontece nos pontos 6.2.9.1, 6.3.2.1.2, 6.3.2.1.3, 6.4.6 e na nota 4 do
             quadro 1 do anexo 3.
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    1.9    As unidades de iluminação devem ser medidas individualmente. Contudo, duas ou mais
           unidades de iluminação que integrem uma mesma unidade de instalação, equipadas com
           fontes luminosas com uma alimentação de tipo idêntico (regulada ou não) podem ser
           medidas simultaneamente desde que, por força da respectiva dimensão e localização, as
           superfícies iluminantes caibam num rectângulo com dimensões máximas de 300 mm de
           comprimento (na horizontal) e 150 mm de largura (na vertical) e que seja definido pelo
           fabricante um centro de referência comum.
    1.10   Antes de qualquer ensaio, o sistema deve ser colocado em estado neutro.
    1.11   O sistema, ou uma ou várias das suas partes, deve estar orientado, antes do início das
           medições, de forma a que a posição do recorte cumpra os requisitos enunciados no
           quadro 2 do anexo 3 do presente regulamento. As partes de um sistema que são objecto
           de medições individuais e desprovidas de recorte devem ser colocadas no goniómetro
           em conformidade com as indicações (posição de montagem) do requerente.
    2.     CONDIÇÕES DE MEDIÇÃO EM FUNÇÃO DAS FONTES LUMINOSAS
    2.1    Fontes de luz incandescentes substituíveis directamente ligadas ao sistema eléctrico do
           veículo:
           O sistema, ou uma ou mais das respectivas partes, deve estar equipado com uma ou
           mais lâmpadas incandescentes de referência incolores concebidas para funcionar à
           tensão nominal de 12 volts. Durante o ensaio, a tensão nos terminais da ou das
           lâmpadas de incandescência deve ser regulada de forma a obter o fluxo luminoso de
           referência fixado no registo de dados previsto no regulamento n.º 37.
           O sistema ou uma ou mais das respectivas partes é considerado aceitável se as
           prescrições do ponto 6 do presente regulamento forem cumpridas por pelos menos uma
           lâmpada de incandescência de referência que pode ser fornecida com o sistema.
    2.2    Fontes luminosas de descarga substituíveis:
           Os sistemas, ou uma ou mais das respectivas partes, equipados com uma fonte luminosa
           de descarga substituível devem satisfazer as prescrições fotométricas enunciadas nos
           parágrafos relevantes do presente regulamento com, pelo menos, uma fonte luminosa de
           referência que tenha passado por pelo menos 15 ciclos, de acordo com o regulamento
           n.º 99. O fluxo luminoso desta fonte luminosa de descargapode diferir do fluxo
           luminoso de referência (objectivo) especificado no Regulamento n.º 99.
           Se assim for, os valores fotométricos medidos devem ser corrigidos em conformidade.
           Devem ser multiplicados por um factor 0,7 antes da verificação da conformidade com as
           exigências.
    2.3    Fontes de luminosas não substituíveis, directamente ligadas ao sistema eléctrico do
           veículo:
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   Anexo 4
             Todas as medições efectuadas em luzes equipadas com fontes luminosas não
             substituíveis (fontes luminosas de incandescência e/ou outras) são efectuadas em
             condições de tensão de 6,75 V, 13,5 V ou 28 V ou outros níveis de tensão
             correspondentes aos dados fornecidos pelo requerente, tendo em conta qualquer outro
             sistema de alimentação do veículo. Os valores fotométricos obtidos devem ser
             multiplicados pelo factor 0,7 antes da verificação da conformidade com as exigências.
   2.4       Quando se tratar de fontes luminosas substituíveis ou não substituíveis cujo
             funcionamento seja independente da tensão de alimentação do veículo e que são
             totalmente comandadas pelo sistema, ou de fontes luminosas alimentadas por uma fonte
             de energia especial, a tensão de ensaio definida no ponto 2.3 supra deve ser aplicada nos
             terminais de entrada deste sistema ou desta fonte de energia. O laboratório de ensaio
             pode exigir que o fabricante lhe forneça estas fontes de alimentação especiais.
             Os valores fotométricos obtidos devem ser multiplicados pelo factor 0,7 antes da
             verificação da conformidade com as exigências, salvo se este factor de correcção já tiver
             sido aplicado em conformidade com as disposições do ponto 2.2 supra.
   3.        CONDIÇÕES DE MEDIÇÃO EM MODO DE ILUMINAÇÃO DE CURVAS
   3.1       No caso de um sistema, ou de uma ou mais partes do mesmo, que assegure um modo de
             iluminação de curvas, as prescrições dos pontos 6.2 (feixe de cruzamento) e/ou 6.3
             (feixe de estrada) do presente regulamento aplicam-se a todas as situações em função do
             raio de viragem do veículo. Para efeitos de verificação do feixe de cruzamento e do
             feixe de estrada, utiliza-se o seguinte procedimento:
   3.1.1     O sistema deve ser testado em estado neutro (volante centrado/linha recta) e ainda no ou
             nos estados correspondentes ao raio de viragem mais pequeno do veículo, à direita e à
             esquerda, utilizando o gerador de sinais, se for o caso.
   3.1.1.1   A conformidade com as prescrições dos pontos 6.2.6.2, 6.2.6.3 et 6.2.6.5.1 do presente
             regulamento deve ser verificada para os modos de iluminação de curvas das categorias 1
             e 2, sem nova reorientação horizontal.
   3.1.1.2   A conformidade com as prescrições dos parágrafos 6.2.6.1 e 6.3 do presente
             regulamento, consoante o caso, deve ser verificada:
             −      no modo de iluminação de curvas de categoria 2, sem reorientação horizontal;
             −      no feixe de cruzamento em modo de iluminação de curvas de categoria 1 ou do
                    feixe de estrada em modo de iluminação de curvas, após reorientação horizontal
                    da unidade de instalação pertinente (através de um goniómetro, por exemplo) na
                    direcção oposta correspondente.
   3.1.2     Quando se testa um modo de iluminação de curvas de categoria 1 ou 2, para um raio de
             viragem do veículo diferente do definido no ponto 3.1.1 supra, é necessário garantir que
             a repartição da luz é uniforme e não provoca um encandeamento excessivo. Se assim
             não acontecer, é conveniente verificar a conformidade com as prescrições enunciadas no
             quadro 1 do anexo 3 do presente regulamento.
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                                                                                                      .oirássecen es ahlof amu siam razilitu ;setnereuqer sod oãçircsed a moc edadimrofnoc mE /3
                                                                                                                      ;)ametsis od adartne à oãçaler me( airava ed osac me lanis od odatsE −
                                                                            ; 84 º.n otnemaluger od 4.7.22.6 otnop on sadinifed seõçidnoc sa sadihcneerp oãtse odnauq lanis od odatsE −
                                                                                                                                       ;)oãçuloser ,opmet ed etnatsnoc( socigólonorc sodaD −
                                                                                                           ;).cte ,adacifidoc etnemlatigid ,airánib acigólana/aunítnoc( oãçamrofni ed opiT −
                                                                                              ;).cte ,acitámuenp ,aciluárdih ,acinâcem ,acitpó ,oãsnet/acirtcéle etnerroc( acisíf azerutaN −
                                                                                                                                                                         racinumoc a seõçamrofnI 2
                                                                                                                                                                                                /
                                                                                                                          acilpa es euq oãçanibmoc à setnednopserroc sasac san zurc amu racoloC /1
                                                                                                                                                                   /3   Outros sinais
Jornal Oficial da União Europeia
                                                                                                                                                                               Sinal T
                                                                                                                                               ⌧               Sem efeito/defeito
                                                                                                                                                              Sinal V.
                                                                                                                                                              Sinal E
                                                                                                                                                                 Sinal W
                                                                                                Feixe de       Classe W   Classe E:   Classe V:   Classe C:
                                                                                                 estrada
                                          Características técnicas
                                                                                                                                                              Sinal de comando AFS
                                           /2
                                       (em folha separada, se for o caso)                                       Feixe de cruzamento:
                                                                                                                 /1
                                                                                               Função ou modo(s)influenciado(s)
                                                                                                         pelo sinal
                                   FORMULÁRIO DE DESCRIÇÃO DE UM SISTEMA DE ILUMINAÇÃO FRONTAL ADAPTÁVEL N.º 1
  PT                                 Sinais de comando AFS correspondentes às funções e aos modos de iluminação garantidos pelo sistema
                                                  FORMULÁRIOS DE DESCRIÇÃO(Formato máximo : A4 (210 x 297 mm))
27.12.2006
                                                                                   Anexo 10
 ---pagebreak--- 27.12.2006
                                                                                                          _____
                                                            .oãçanimuli ed sedadinu siam uo amu ed oãçaluger a racilpmi edop lapicnirp oãçanimuli ed edadinu amu ed oãçaluger A /6
                                                                                                                                                                                 .oãçaluger
                                      ed seratn emelpus seõçisopsid uo oãçanimuli ed sedadinu ed sotnujnoc sod uo oãçanimuli ed sedadinu sad oãçaluger ed medro ,olpmexe roP /5
                                                                                                                           osac o rof es ,oãçanimuli ed sedadinu ed oremún o racidnI /4
                                                                                                                                                              .asseretni oãn euq o racsiR /3
                                                                                                  .84 º.n otnemaluger od 2.1.6.22.6 otnop od seõçisopsid sa moc edadimrofnoc mE../2
                                                                                  oirássecen es seratnemelpus sahlof siam uo amu razilitu ;otnemaluger etneserp od 1.2.2 ofargárap od
                                   ohnesed od atsnoc emrofnoc e otnemaluger etneserp od 1 oxena o moc edadimrofnoc me ametsis od oãçanimuli ed edadinu adac ed oãçangiseD /1
Jornal Oficial da União Europeia
                                                                                 …            oãn/mis          …           oãn/mis             oãn/mis              oãn/mis            7
                                                                                 …            oãn/mis          …           oãn/mis             oãn/mis              oãn/mis            6
                                                                                 …            oãn/mis          …           oãn/mis             oãn/mis              oãn/mis            5
                                                                                 …            oãn/mis          …           oãn/mis             oãn/mis              oãn/mis            4
                                                                                 …            oãn/mis          …           oãn/mis             oãn/mis              oãn/mis            3
                                                                                 …            oãn/mis          …           oãn/mis             oãn/mis              oãn/mis            2
                                                                                 …            oãn/mis          …           oãn/mis             oãn/mis              oãn/mis            1
                                                                                                                                             es-macilpa          otnemalugeR
                                                                                  oN                          / oN                         otnemaluger
                                                                                                                                            3
                                                                                                                             /6 ,                                etneserp od 8
                                                                                                                                                               3
                                                                             ”lapicnirp“                   ”lapicnirp“                        etneserp
                                                                                 /4                            4
                                                                               edadinu , )”lapicnirp“( edadinu / )”lapicnirp“( od 6.4.6 otnop oxeneamoronfondoiCnifed ..º.n oãça
                                                                                                   /6
                                                                              à odagiL laudividnI à odagiL laudividnI od seõçisopsid sA
                                                                                           3                              3
                                         )osac o rof es( seratnemelpus                                                                                                            -latsni ed
                                                                                                                                                                                 1
                                        seõçisopsid e sacitsíretcaraC                                                                      lat arap iubirtnoc uo otnemazurc       edadinU
                                       /5
                                                                                      latnoziroH                    lacitreV                  ed exief od setrocer siam uo
  PT                                                                                                                                    mu ecenrof oãçanimuli ed edadinu A
                                                                                               oãçaluger ed ovitisopsiD                                /2 etroceR
                                                               FORMULÁRIO DE DESCRIÇÃO DE UM SISTEMA DE ILUMINAÇÃO FRONTAL ADAPTÁVEL N.º 2
                                                               Linhas de recorte, dispositivos de regulação e procedimentos de regulação das unidades de iluminação
L 375/614