CELEX: 52006PC0259
Language: pt
Date: 2006-06-01
Title: Proposta de decisão do Conselho relativa à posição a adoptar pela Comunidade no âmbito do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia no que respeita à aprovação de uma decisão que fixa as normas de execução da Decisão nº1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia

Advertência jurídica importante

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52006PC0259

Proposta de decisão do Conselho relativa à posição a adoptar pela Comunidade no âmbito do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia no que respeita à aprovação de uma decisão que fixa as normas de execução da Decisão nº1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia  /* COM/2006/0259 final - ACC 2006/0092 */  

	[pic] | COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS |Bruxelas, 1.6.2006COM(2006) 259 final2006/0092 (ACC)Proposta deDECISÃO DO CONSELHOrelativa à posição a adoptar pela Comunidade no âmbito do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia no que respeita à aprovação de uma decisão que fixa as normas de execução da Decisão nº1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia(apresentada pela Comissão)EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS1) Contexto da proposta-  Justificação e objectivos da propostaA Decisão nº 1/2001 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Março de 2001, fixa as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia. A decisão deve ser alterada para ter em conta o alargamento e os recentes desenvolvimentos ocorridos na legislação aduaneira comunitária. A referida decisão deve igualmente ser alterada para permitir a aceitação pela Turquia dos certificados de circulação A.TR.. emitidos na Comunidade com base em autorizações únicas de exportadores autorizados, emitidas num Estado-Membro que não seja o da exportação efectiva das mercadorias.A Decisão nº 1/1999 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Maio de 1999, fixa os procedimentos destinados a facilitar a emissão de certificados de circulação EUR 1 e o estabelecimento de declarações na factura previsto nas disposições que regem as trocas preferenciais entre a União Europeia, a Turquia e determinados países europeus. A Decisão nº 1/2000 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 25 de Julho de 2000, diz respeito à aceitação de certificados de circulação EUR.1 ou de declarações na factura comprovando a origem comunitária ou turca, emitidos por certos países que assinaram um acordo preferencial com a Comunidade ou com a Turquia. Ambas as decisões asseguram, para os produtos abrangidos pela união aduaneira, a ligação necessária entre a livre circulação nessa união e as relações preferenciais das duas partes com os seus parceiros comerciais comuns. Afigura-se, por conseguinte, adequado integrar na presente decisão as actuais disposições das Decisões nº 1/1999 e nº1/2000 e revogar estas últimas.-  Contexto geralNa 35ª reunião do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, realizada em Bruxelas, em 20 de Janeiro de 2006, a Comissão e a Turquia aprovaram o texto do projecto de decisão do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, que fixa as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia.Os ministros do Comércio Euromed, reunidos na Conferência de Palermo em Março de 2002, aprovaram o alargamento do sistema pan-europeu de acumulação da origem a todos os parceiros mediterrânicos. Em consequência, as referências necessárias às provas de origem EUR-MED devem ser introduzidas nas disposições da presente proposta.No seguimento das conclusões do Comité Misto CE-Ilhas Faroé/Dinamarca de 28 de Novembro de 2003 foi acordado incluir também as Faroé no sistema pan-euromediterrânico de acumulação da origem.A nova decisão do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia (“Legislação consolidada”) integrará as disposições relativas à declaração do fornecedor, presentemente estabelecidas na Decisão nº 1/1999 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Maio de 1999 (JO L 204 de 4.8.1999, p. 43) e adaptá-las-á para efeitos da acumulação pan-euromediterrânica.-  Disposições em vigor no domínio da propostaA Decisão nº 1/2001 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Março de 2001, que fixa as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia.A Decisão nº 1/1999 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Maio de 1999, que fixa os procedimentos destinados a facilitar a emissão de certificados de circulação EUR 1 e o estabelecimento de declarações na factura previsto nas disposições que regem as trocas preferenciais entre a União Europeia, a Turquia e determinados países europeus.A Decisão nº 1/2000 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 25 de Julho de 2000, relativa à aceitação de certificados de circulação EUR.1 ou de declarações na factura comprovando a origem comunitária ou turca, emitidos por certos países que assinaram um acordo preferencial com a Comunidade ou com a Turquia.As disposições dos protocolos de origem desses acordos preferenciais autorizam alargar o sistema da acumulação pan-europeia da origem às Faroé e, com excepção da Turquia, aos países participantes na parceria euromediterrânica, baseada na Declaração de Barcelona aprovada na Conferência Euromediterrânica realizada em 27 e 28 de Novembro de 1995.-  Coerência com outras políticas e objectivos da UniãoA proposta visa a execução da fase final da união aduaneira CE-Turquia, bem como as relações comerciais preferenciais entre a Comunidade e a Turquia e os seus parceiros no sistema da acumulação pan-euromediterrânica da origem.2) Consulta das partes interessadas e avaliação do impacto-  Consulta das partes interessadasNada.-  Obtenção e utilização de competências especializadasNada.-  Avaliação do impactoA alteração proposta é um instrumento jurídico necessário para facilitar a aplicação das normas de execução da Decisão nº 1/95, tendo em conta o sistema da acumulação pan-euromediterrânica da origem.3) Elementos jurídicos da proposta-  Síntese da acção propostaA proposta em anexo visa a adopção pelo Conselho de uma posição da Comunidade no que respeita a uma nova decisão do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia que fixa as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia relativa à união aduaneira. Estas normas estão estabelecidas na Decisão nº 1/2001 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, alterada pela Decisão nº 1/2003.A nova “legislação consolidada”:-  terá em conta o alargamento, em particular no que respeita ao visto de documentos nas novas línguas comunitárias e aos recentes desenvolvimentos ocorridos na legislação aduaneira comunitária, em especial o regime de aperfeiçoamento passivo;-  permitirá a aceitação pela Turquia dos certificados de circulação A.TR.. emitidos na Comunidade com base em autorizações únicas de exportadores autorizados emitidas num Estado-Membro que não seja o da exportação efectiva das mercadorias;-  integrará e alterará as disposições de duas decisões do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia[1], presentemente em vigor, a fim de facilitar a aplicação conjunta das disposições relativas à união aduaneira e ao comércio preferencial entre a Comunidade ou a Turquia e os países que aplicam o sistema de acumulação”pan-euromediterrânica" da origem.Para facilitar a aplicação das normas de execução da Decisão nº 1/95, afigura-se adequado substituir a Decisão nº 1/2001 por uma nova decisão.-  Base jurídicaArtigo 133º CE.Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia, de 22 de Dezembro de 1995, relativa à execução da fase final da união aduaneira, nomeadamente o nº 6 do artigo 3º, o nº 3 do artigo 13º, o artigo 16º e o nº 3 do artigo 28º.-  Princípio da subsidiariedadeNão pertinente. Da competência exclusiva da Comunidade.-  Princípio da proporcionalidadeA medida proposta é necessária e adequada para a correcta execução da união aduaneira entre a UE e a Turquia, bem como da acumulação pan-euromediterrânica.-  Escolha dos instrumentosA Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia, de 22 de Dezembro de 1995, relativa à execução da fase final da União Aduaneira será executada através de decisões do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia.4) Incidência orçamentalNenhuma.5) Informações adicionais-  Simulação, fase-piloto e período de transiçãoNão pertinente.-  ReformulaçãoNão pertinente.2006/0092 (ACC)Proposta deDECISÃO DO CONSELHOrelativa à posição a adoptar pela Comunidade no âmbito do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia no que respeita à aprovação de uma decisão que fixa as normas de execução da Decisão nº1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia (Texto relevante para efeitos do EEE)O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 133º em conjugação com o nº 2, segundo parágrafo, do artigo 300º,Tendo em conta a proposta da Comissão,Considerando o seguinte:(1) O Comité de Cooperação Aduaneira, a fim de estabelecer as medidas adequadas necessárias para executar as disposições da união aduaneira referidas nos artigos 3º, 13º e 28º da Decisão 1/95, aprovou a Decisão nº 1/2001, que introduz as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia[2].(2) Reconheceu-se a necessidade de alterar a Decisão nº1/2001, a fim de harmonizar as suas disposições com as alterações recentemente introduzidas no Regulamento (CEE) nº 2454/93 da Comissão, de 2 de Julho de 1993, que fixa determinadas disposições de aplicação do Regulamento (CEE) nº 2913/92 do Conselho que estabelece o Código Aduaneiro Comunitário[3], no que respeita, designadamente, à eventual recusa de um cálculo da isenção parcial de direitos no âmbito do regime de aperfeiçoamento passivo, com base no método da chave-valor. Deve igualmente ser inserida na decisão uma nova disposição que permita que as autoridades aduaneiras dos Estados-Membros emitam "autorizações únicas" comunitárias para os exportadores autorizados e que preveja a aceitação pela Turquia de certificados de circulação A.TR. emitidos com base nas referidas autorizações.(3) Na sequência do alargamento da União Europeia, é, além disso, necessário integrar no texto as diversas menções nas novas línguas oficiais da Comunidade.(4) A Decisão nº1/1999 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Maio de 1999, relativa ao procedimento destinado a facilitar a emissão de certificados de circulação de mercadorias EUR 1 e ao estabelecimento de declarações na factura previsto nas disposições que regulam as trocas preferenciais entre a União Europeia, a Turquia e determinados países europeus[4], tem por objectivo facilitar a emissão dessas provas de origem preferencial tanto pela Comunidade como pela Turquia no contexto dos acordos comerciais preferenciais por elas concluídos com determinados países e que prevêem a aplicação de um sistema de acumulação da origem entre os países em questão, baseado em regras da origem idênticas, bem como uma proibição de draubaque ou de suspensão dos direitos aduaneiros aplicáveis às mercadorias em causa. A Decisão prevê que os exportadores comunitários e turcos utilizem as declarações do fornecedor, que confere o carácter originário da Comunidade ou da Turquia, de acordo com as referidas regras, no que respeita às mercadorias recebidas de fornecedores na outra parte da união aduaneira, bem como os métodos de cooperação administrativa conexos.(5) A Decisão nº1/2000 do Comité de Cooperação Aduaneira, de 25 de Julho de 2000, relativa à aceitação de certificados de circulação EUR.1 ou declarações na factura comprovando a origem comunitária ou turca, emitidos por certos países que assinaram um acordo preferencial com a Comunidade ou a Turquia[5], destina-se a assegurar que as mercadorias abrangidas pela união aduaneira possam beneficiar das disposições sobre a livre circulação previstas na decisão de base igualmente quando são importadas para uma parte da união aduaneira acompanhadas de uma prova de origem emitida num país com o qual a Comunidade e a Turquia concluíram acordos comerciais preferenciais prevendo a aplicação entre os países em questão de um sistema de acumulação da origem baseado em regras de origem idênticas, bem como a proibição de draubaque ou da suspensão dos direitos aduaneiros aplicáveis às mercadorias em causa.(6) As duas decisões foram adoptadas para facilitar uma execução comum da união aduaneira e dos acordos comerciais preferenciais entre a Comunidade ou a Turquia e determinados países. Sem prejuízo das adaptações necessárias para as tornar conformes ao acervo comunitário, afigura-se adequado integrar na presente decisão as disposições actualmente previstas nas Decisões nº 1/1999 e nº 1/2000 e revogar estas últimas.(7) No seguimento do alargamento do sistema de acumulação pan-europeia da origem a outros países participantes na parceria euromediterrânica, baseada na Declaração de Barcelona aprovada pela Conferência Euromediterrânica que se realizou em 27 e 28 de Novembro de 1995, é necessário introduzir a referência às provas de origem EUR-MED.(8) Para facilitar a aplicação das normas de execução da Decisão nº 1/95, afigura-se adequado substituir a Decisão nº 1/2001 por uma nova decisão.(9) O texto da nova decisão, integrando as alterações necessárias, foi acordado com a Turquia na 35ª reunião do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, realizada em 20 de Janeiro de 2006,DECIDE:Artigo únicoA posição a adoptar pela Comunidade no âmbito do Comité de Cooperação Aduaneira estabelecido por força do Acordo de 12 de Setembro de 1963 (que cria uma associação entre a Comunidade Económica Europeia e a Turquia) no que respeita à adopção de uma decisão do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia que fixa as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia, relativamente à execução da última fase da união aduaneira CE-Turquia, é a definida no projecto de decisão do Comité de Cooperação Aduaneira que acompanha a presente decisão.Feito em Bruxelas, emPelo ConselhoO PresidenteANEXOProjecto deDecisão nº 1/2006 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquiaque fixa as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-TurquiaO COMITÉ DE COOPERAÇÃO ADUANEIRA,Tendo em conta o Acordo de 12 de Setembro de 1963 que cria uma Associação entre a Comunidade Económica Europeia e a Turquia,Tendo em conta a Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia, de 22 de Dezembro de 1995, relativa à execução da fase final da união aduaneira[6], nomeadamente o nº 6 do artigo 3º, o nº 3 do artigo 13º e o nº 3 do artigo 28º,Considerando o seguinte:(1) O Comité de Cooperação Aduaneira deve estabelecer as medidas adequadas necessárias à execução da União Aduaneira referida nos artigos 3º, 13º e 28º da Decisão 1/95. Para o efeito, adoptou a Decisão nº1/2001, que introduz normas de execução da Decisão nº1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia[7].(2) É necessário alterar a Decisão nº1/2001 a fim de harmonizar as suas disposições com as alterações recentemente introduzidas no Regulamento (CEE) nº 2454/93 da Comissão, de 2 de Julho de 1993, que fixa determinadas disposições de aplicação do Regulamento (CEE) nº 2913/92 do Conselho que estabelece o Código Aduaneiro Comunitário[8], no que respeita, nomeadamente, à eventual recusa de um cálculo da isenção parcial de direitos no âmbito do regime de aperfeiçoamento passivo, com base no método do valor acrescentado. Na decisão, deve igualmente ser inserida uma nova disposição que permita que as autoridades aduaneiras dos Estados-Membros emitam "autorizações únicas" comunitárias para os exportadores autorizados e que preveja a aceitação pela Turquia de certificados de circulação A.TR. emitidos com base nas referidas autorizações.(3) Na sequência do alargamento da União Europeia, é, além disso, necessário integrar no texto as diversas menções nas novas línguas oficiais da Comunidade.(4) A Decisão nº1/1999 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Maio de 1999, relativa ao procedimento destinado a facilitar a emissão de certificados de circulação de mercadorias EUR 1 e ao estabelecimento de declarações na factura previsto nas disposições que regulam as trocas preferenciais entre a União Europeia, a Turquia e determinados países europeus[9], tem por objectivo facilitar a emissão dessas provas da origem preferencial tanto pela Comunidade como pela Turquia no contexto dos acordos comerciais preferenciais por elas concluído com determinados países e que prevêem a aplicação de um sistema de cumulação da origem entre os países em questão, baseado em regras da origem idênticas, bem como uma proibição de draubaque ou da suspensão dos direitos aduaneiros aplicáveis às mercadorias em causa. A Decisão prevê que os exportadores comunitários e turcos utilizem as declarações do fornecedor, que confere o carácter originário da Comunidade ou da Turquia, de acordo com as referidas regras, no que respeita às mercadorias recebidas de fornecedores na outra parte da união aduaneira, bem como os métodos de cooperação administrativa conexos.(5) A Decisão nº1/2000 do Comité de Cooperação Aduaneira, de 25 de Julho de 2000, relativa à aceitação de certificados de circulação EUR.1 ou declarações na factura comprovando a origem comunitária ou turca, emitidos por certos países que assinaram um acordo preferencial com a Comunidade ou a Turquia[10], destina-se a assegurar que as mercadorias abrangidas pela união aduaneira possam beneficiar das disposições sobre a livre circulação previstas na decisão de base igualmente quando são importadas para uma parte da união aduaneira acompanhadas de uma prova de origem emitida num país com o qual a Comunidade e a Turquia concluíram acordos comerciais preferenciais prevendo a aplicação entre os países em questão de um sistema de acumulação da origem baseado em regras de origem idênticas, bem como a proibição de draubaque ou da suspensão dos direitos aduaneiros aplicáveis às mercadorias em causa.(6) As duas decisões foram adoptadas para facilitar uma execução comum da união aduaneira e dos acordos comerciais preferenciais entre a Comunidade ou a Turquia e determinados países. Sem prejuízo das adaptações necessárias para as tornar conformes ao acervo comunitário, afigura-se adequado integrar na presente decisão as disposições actualmente previstas nas Decisões nº 1/1999 e nº 1/2000 e revogar estas últimas.(7) No seguimento do alargamento do sistema de acumulação pan-europeia da origem a outros países participantes na parceria euromediterrânica, baseada na Declaração de Barcelona aprovada pela Conferência Euromediterrânica que se realizou em 27 e 28 de Novembro de 1995, é necessário introduzir a referência às provas de origem EUR-MED.(8) Para facilitar a aplicação das modalidades de execução da Decisão nº 1/95, afigura-se adequado substituir a Decisão nº 1/2001 por uma nova decisão,APROVOU A PRESENTE DECISÃO:TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAISArtigo 1ºA presente decisão fixa as normas de execução da Decisão nº 1/95 do Conselho de Associação CE-Turquia, a seguir designada "decisão de base".Artigo 2ºPara efeitos da presente decisão, entende-se por:1. "País terceiro", um país ou território que não pertença ao território aduaneiro da união aduaneira CE-Turquia;2. "Parte da união aduaneira", por um lado, o território aduaneiro da Comunidade e, por outro, o território aduaneiro da Turquia.3. "Estado", qualquer Estado-Membro da Comunidade ou a Turquia.4. "Código Aduaneiro Comunitário", o Regulamento (CEE) nº 2913/92 do Conselho, de 12 de Outubro de 1992, que estabelece o Código Aduaneiro Comunitário[11].5. "Disposições de aplicação do Código Aduaneiro Comunitário", o Regulamento (CEE) nº 2454/93 da Comissão, de 2 Julho de 1993, que fixa determinadas disposições de aplicação do Regulamento (CEE) nº 2913/92 do Conselho, que estabelece o Código Aduaneiro Comunitário[12].TÍTULO IIDISPOSIÇÕES ADUANEIRAS APLICÁVEIS AO COMÉRCIO DE MERCADORIAS ENTRE AS DUAS PARTES DA UNIÃO ADUANEIRACAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAISARTIGO 3ºSem prejuízo das disposições aplicáveis em matéria de livre circulação previstas na decisão de base, são aplicáveis ao comércio de mercadorias entre as duas partes da união aduaneira, nas condições previstas na presente decisão, o Código Aduaneiro Comunitário e as respectivas disposições de aplicação, aplicáveis no território aduaneiro da Comunidade, bem como o código aduaneiro turco e as respectivas disposições de aplicação, aplicáveis no território aduaneiro da Turquia.Artigo 4º1. Para efeitos da aplicação do nº 4 do artigo 3º da decisão de base, considera-se que as formalidades de importação foram cumpridas no Estado de exportação mediante a validação do documento que permite a livre circulação das mercadorias em causa.2. A validação referida no nº 1 dá origem à constituição de uma dívida aduaneira na importação. Além disso, implica a aplicação das medidas de política comercial descritas no artigo 12º da decisão de base e a que possam estar sujeitas as mercadorias em questão.3. Considera-se que o momento em que é constituída tal dívida aduaneira é o momento em que as autoridades aduaneiras aceitam a declaração de exportação relativa às mercadorias em questão.4. O devedor é o declarante. Em caso de representação indirecta, a pessoa em nome da qual a declaração é efectuada também é considerada um devedor.5. O montante dos direitos aduaneiros correspondentes a esta dívida aduaneira é determinado nas mesmas condições que no caso de uma dívida aduaneira resultante da aceitação, na mesma data, da declaração de introdução em livre prática das mercadorias em causa para efeitos do apuramento do regime de aperfeiçoamento activo.CAPÍTULO 2 DISPOSIÇÕES RELATIVAS À COOPERAÇÃO ADMINISTRATIVA PARA A CIRCULAÇÃO DE MERCADORIASArtigo 5ºSem prejuízo do disposto nos artigos 11º e 17º, a prova de que se encontram reunidas as condições necessárias para a aplicação das disposições relativas à livre circulação previstas na decisão de base é fornecida mediante apresentação de um documento comprovativo emitido a pedido do exportador pelas autoridades aduaneiras da Turquia ou de um Estado-Membro.Artigo 6º1. O documento comprovativo a que se refere o artigo 5º é constituído pelo certificado de circulação de mercadorias A.TR. O modelo deste formulário figura no Anexo I.2. O certificado de circulação A.TR. só pode ser utilizado quando os produtos são transportados directamente entre as duas partes da união aduaneira. Contudo, o transporte de produtos que constituem uma só remessa pode ser efectuado através de outros países terceiros, com eventuais transbordos ou armazenagem temporária nesses países, desde que os produtos permaneçam sob fiscalização das autoridades aduaneiras do país de trânsito ou de armazenagem e não sejam objecto de outras operações para além das de descarga ou de recarga, ou qualquer outra operação destinada a assegurar a sua conservação no seu estado inalterado.Os produtos podem ser transportados entre as duas partes da união aduaneira por conduta que atravesse países terceiros.3. A prova de que as condições enunciadas no nº 2 foram satisfeitas será fornecida às autoridades aduaneiras do Estado de importação mediante a apresentação de:a) Um documento de transporte único que abranja o trânsito pelo país terceiro; oub) Um certificado emitido pelas autoridades aduaneiras do país terceiro, de que conste:i) uma descrição exacta dos produtos;ii) as datas de descarga e recarga dos produtos e, se necessário, os nomes dos navios ou dos outros meios de transporte utilizados, eiii) a certificação das condições em que os produtos permaneceram no país terceiro. ouc) Na sua falta, quaisquer outros documentos comprovativos.Artigo 7º1. O certificado de circulação A.TR.. é visado pelas autoridades aduaneiras do país de exportação aquando da exportação das mercadorias a que se refere. O certificado fica à disposição do exportador logo que a exportação tenha sido efectivamente realizada ou esteja assegurada.2. O certificado de circulação A.TR.. só pode ser visado nos casos em que possa constituir o documento justificativo necessário para efeitos da aplicação das disposições em matéria de livre circulação previstas na decisão de base.3. O exportador que apresenta um pedido de emissão de um certificado de circulação A.TR.. deve poder apresentar, em qualquer momento, a pedido das autoridades aduaneiras do país de exportação em que o certificado de circulação A.TR.. for emitido, todos os documentos adequados para demonstrar o carácter dos produtos em questão, bem como o cumprimento dos outros requisitos previstos na decisão de base e na presente decisão.4. As autoridades aduaneiras que emitem os certificados A.TR.. devem tomar todas as medidas necessárias para verificar o carácter das mercadorias e o cumprimento de todos os outros requisitos previstos na decisão de base e na presente decisão. Para o efeito, estas últimas podem exigir a apresentação de quaisquer documentos comprovativos e fiscalizar a contabilidade do exportador ou proceder a qualquer outro controlo que considerem adequado. Assegurarão igualmente o correcto preenchimento dos formulários e verificarão, em especial, se a casa reservada à designação dos produtos foi preenchida de modo a excluir qualquer possibilidade de aditamento fraudulento.Artigo 8º1. O certificado de circulação A.TR.. deve ser apresentado às autoridades aduaneiras do Estado de importação no prazo de quatro meses a contar da data da sua emissão pelas autoridades aduaneiras do país de exportação.2. Os certificados de circulação A.TR.. apresentados às autoridades aduaneiras do Estado de importação após o termo do prazo de apresentação previsto no nº 1 podem ser aceites quando a inobservância desse prazo se dever a circunstâncias excepcionais.3. Nos outros casos de apresentação fora do prazo, as autoridades aduaneiras do Estado de importação podem aceitar os certificados de circulação A.TR.. se as mercadorias lhes tiverem sido apresentadas antes do termo do referido prazo.Artigo 9º1. Os certificados de circulação A.TR.. devem ser emitidos numa das línguas oficiais da Comunidade ou em turco, em conformidade com as disposições de direito interno do país de exportação. Sempre que os certificados forem emitidos em língua turca, sê-lo-ão igualmente numa das línguas oficiais da Comunidade. Os certificados devem ser preenchidos à máquina ou à mão, devendo, neste último caso, ser preenchidos a tinta e em letra de imprensa.2. O formato dos formulários é de 210x297cm. O papel a utilizar é de cor branca, sem pastas mecânicas, colado para escrita e pesando, no mínimo 25 gramas por metro quadrado. Deve ser revestido de uma impressão de fundo guilhochado, de cor verde, de forma a tornar visível quaisquer falsificações por processos mecânicos ou químicos.Os Estados-Membros e a Turquia podem reservar-se o direito de imprimir os formulários ou de confiar a sua impressão a tipografias autorizadas. Neste último caso, cada formulário deve conter uma referência a essa autorização. Cada formulário deve conter o nome e endereço da tipografia ou um sinal que permita a sua identificação. Além disso, deve conter um número de ordem destinado a identificá-lo.3. Os certificados de circulação A.TR.. devem ser preenchidos segundo as notas explicativas que figuram no Anexo II e quaisquer outras regras estabelecidas no âmbito da união aduaneira.Artigo 10º1. Os certificados de circulação A.TR.. são apresentados às autoridades aduaneiras do Estado de importação segundo as regras desse Estado. As referidas autoridades podem exigir uma tradução do certificado. Podem igualmente exigir que a declaração de importação seja acompanhada de uma declaração do importador que ateste que as mercadorias satisfazem as condições necessárias para a livre circulação.2. A detecção de ligeiras discrepâncias entre as declarações prestadas nos certificados de circulação A.TR.. e as constantes dos documentos apresentados na estância aduaneira para cumprimento das formalidades de importação das mercadorias não implica ipso facto que os certificados sejam considerados nulos e sem efeito, desde que seja devidamente comprovado que correspondem às mercadorias apresentadas.3. Os erros formais manifestos, como os erros de dactilografia, detectados num certificado de circulação A.TR.., não implicam a rejeição do documento se esses erros não suscitarem dúvidas quanto à exactidão das declarações prestadas no referido documento.4. Em caso de furto, extravio ou inutilização de um certificado de circulação A.TR.., o exportador pode requerer às autoridades aduaneiras responsáveis pela emissão do documento a emissão de uma segunda via com base nos documentos de exportação na posse dessas autoridades. A segunda via do certificado A.TR.. assim emitida deve conter, na casa 8, uma das seguintes menções, bem como a data de emissão e o número de ordem do certificado original:'ES "DUPLICADO"CS "DUPLIKÁT"DA "DUPLIKAT"DE "DUPLIKAT"ET "DUPLIKAAT"EL "ΑΝΤΙΓΡΑΦΟ"EN "DUPLICATE"FR "DUPLICATA"IT "DUPLICATO"LV "DUBLIKĀTS"LT "DUBLIKATAS"HU "MÁSODLAT"MT "DUPLIKAT"NL "DUPLICAAT"PL "DUPLIKAT"PT "SEGUNDA VIA"SL "DVOJNIK"SK "DUPLIKÁT"FI "KAKSOISKAPPALE"SV "DUPLIKAT"TR “İKİNCİ NÜSHADİR”.Artigo 11º1. Em derrogação do artigo 7º, é possível recorrer a um procedimento simplificado para a emissão de certificados de circulação A.TR.., de acordo com as disposições seguidamente enumeradas.2. As autoridades aduaneiras do país de exportação podem autorizar qualquer exportador, a seguir designado "exportador autorizado", que efectue expedições frequentes relativamente às quais podem ser emitidos certificados de circulação A.TR.. e que ofereça, às autoridades competentes todas as garantias necessárias para controlar o carácter originário das mercadorias, a não apresentar na estância aduaneira do país de exportação, no momento da exportação, nem as mercadorias nem o pedido de emissão de um certificado de circulação A.TR.. relativos, para efeitos da obtenção de um certificado de circulação A.TR.. em conformidade com as condições previstas no artigo 7º.3. As autoridades aduaneiras recusam a autorização referida no nº 2 aos exportadores que não ofereçam todas as garantias que considerem necessárias. As autoridades competentes podem retirar a autorização em qualquer altura. Devem fazê-lo sempre que o exportador autorizado deixe de satisfazer as condições ou de oferecer as garantias requeridas.4. A autorização a emitir pelas autoridades aduaneiras deve especificar, nomeadamente:a) A estância responsável pela autenticação prévia dos certificados;b) O modo como o exportador autorizado deve demonstrar que os certificados foram utilizados;c) Nos casos referidos na alínea b) do nº 5, a autoridade competente para efectuar o controlo a posteriori referido no artigo 16º.5. A autorização especifica, à escolha das autoridades competentes, que a casa reservada ao visto das autoridades aduaneiras deve ser autenticada:a) Pela aposição prévia do carimbo da estância aduaneira competente do país de exportação e da assinatura de um funcionário dessa estância, que pode ser um fac-símile; oub) Pela aposição, pelo exportador autorizado, do cunho de um carimbo especial aprovado pelas autoridades aduaneiras do Estado de exportação e que corresponda ao modelo que figura no Anexo III. Esse carimbo pode ser pré-impresso nos formulários.6. Nos casos referidos na alínea a) do nº 5, será inscrita na casa 8 «Observações» do certificado de circulação EUR.1 uma das seguintes menções:'ES "Procedimiento simplificado"CS "Zjednodušený postup"DA "Forenklet fremgangsmåde"DE "Vereinfachtes Verfahren"ET "Lihtsustatud tolliprotseduur"EL " Απλουστευµένη διαδικασία "EN "Simplified procedure"FR "Procédure simplifiée"IT "Procedura semplificata"LV "Vienkaršota procedura"LT "Supaprastinta procedura"HU "Egyszerűsített eljárás"MT "Procedura simplifikata"NL "Vereenvoudigde regeling"PL "Procedura uproszczona"PT "Procedimento simplificado"SL "Poenostavljen postopek"SK "Zjednodušený postup"FI "Yksinkertaistettu menettely"SV "Förenklat förfarande"TR "Basitleştirilmiş prosedür"'7. O certificado devidamente preenchido, contendo a menção referida no nº 6 e assinado pelo exportador autorizado, equivale a um documento comprovativo de que estão reunidas as condições enunciadas no artigo 5º da presente decisão.Artigo 12º1. Qualquer exportador que exporte frequentemente mercadorias de um Estado-Membro da Comunidade, que não aquele em que está estabelecido, pode obter o estatuto de exportador autorizado relativamente a tais exportações.Para o efeito, deve apresentar um pedido às autoridades aduaneiras competentes do Estado-Membro onde se encontra estabelecido e conservar os documentos que contêm a prova do carácter das mercadorias em causa, assim como da observância das restantes condições previstas na decisão de base e na presente decisão.2. Se as autoridades referidas no nº 1 considerarem que as condições previstas no artigo 11º estão reunidas e emitirem a autorização, devem notificar desse facto às autoridades aduaneiras dos Estados-Membros em causa.3. Nos casos em que o endereço para o pedido de controlo não tiver sido previamente impresso na casa 14 do certificado A.TR.., o exportador deve indicar na casa 8 “Observações” do referido certificado uma referência ao Estado-Membro que emitiu a autorização, ao qual as autoridades aduaneiras turcas endereçarão os pedidos de controlo a posteriori em conformidade com o artigo 16º.Artigo 13ºQuando as mercadorias forem colocadas sob controlo de uma estância aduaneira numa parte da união aduaneira, é possível substituir o certificado de circulação A.TR.. inicial por um ou mais certificados de circulação A.TR. para expedir a totalidade ou parte dessas mercadorias para outros locais no território aduaneiro da união aduaneira. O(s) certificado(s) de circulação de mercadorias A.TR.. de substituição deve(m) ser emitido(s) pela estância aduaneira sob cujo controlo as mercadorias foram colocadas.Artigo 14º1. As autoridades aduaneiras dos Estados-Membros da Comunidade e da Turquia devem comunicar entre si, através da Comissão das Comunidades Europeias, os espécimes dos cunhos dos carimbos utilizados nas suas estâncias aduaneiras para a emissão de certificados de circulação A.TR.., bem como os endereços das autoridades aduaneiras responsáveis pelo controlo desses certificados.2. A fim de assegurar a correcta aplicação da presente decisão, a Comunidade e a Turquia prestarão assistência recíproca, por intermédio das administrações aduaneiras competentes, tendo em vista o controlo da autenticidade dos certificados de circulação A.TR.. e da exactidão das menções neles contidas.Artigo 15º1. Não obstante o disposto no nº 1 do artigo 7º, os certificados de circulação A.TR.. podem, excepcionalmente, ser emitidos após a exportação dos produtos a que se referem, se:a) Não tiverem sido emitidos no momento da exportação devido a erros, omissões involuntárias ou circunstâncias especiais; oub) Se apresentar às autoridades aduaneiras prova suficiente de que foi emitido um certificado de circulação A.TR.. que, por motivos de ordem técnica, não foi aceite na importação.2. Para efeitos da aplicação do disposto no nº 1, no seu pedido, o exportador deve indicar no seu pedido o local e a data da exportação dos produtos a que o certificado de circulação A.TR. se refere, bem como as razões do pedido.3. As autoridades aduaneiras só podem emitir um certificado de circulação A.TR. a posteriori depois de terem verificado a conformidade das informações fornecidas no pedido do exportador com as informações constantes do processo correspondente.4. Os certificados de circulação A.TR. emitidos a posteriori devem conter, na casa 8, uma das seguintes menções:'ES "EXPEDIDO A POSTERIORI"CS "VYSTAVENO DODATEČNĔ"DA "UDSTEDT EFTERFØLGENDE"DE "NACHTRÄGLICH AUSGESTELLT"ET "VÄLJA ANTUD TAGASIULATUVALT"EL "ΕΚΔΟΘΕΝ ΕΚ ΤΩΝ ΥΣΤΕΡΩΝ"EN "ISSUED RETROSPECTIVELY"FR "DÉLIVRÉ A POSTERIORI"IT "RILASCIATO A POSTERIORI"LV "IZSNIEGTS RETROSPEKTĪVI"LT "RETROSPEKTYVUSIS IŠDAVIMAS"HU "KIADVA VISSZAMENŐLEGES HATÁLLYAL"MT "MAĦRUĠ RETROSPETTIVAMENT"NL "AFGEGEVEN A POSTERIORI"PL "WYSTAWIONE RETROSPEKTYWNIE"PT "EMITIDO A POSTERIORI"SL "IZDANO NAKNADNO"SK "VYDANÉ DODATOČNE"FI "ANNETTU JÄLKIKÄTEEN"SV "UTFÄRDAT I EFTERHAND"TR "SONRADAN VERİLMİŞTİR" 'Artigo 16º1. O controlo a posteriori dos certificados de circulação A.TR. é efectuado por amostragem ou sempre que as autoridades aduaneiras do Estado de importação tenham dúvidas fundadas quanto à autenticidade desses certificados, ao carácter dos produtos em questão ou quanto ao cumprimento dos outros requisitos previstos na decisão de base ou na presente decisão.2. Para efeitos da aplicação do disposto no nº 1, as autoridades aduaneiras do Estado de importação devem devolver o certificado de circulação A.TR.., bem como a factura, quando tenha sido apresentada, ou uma fotocópia destes documentos, às autoridades aduaneiras do Estado de exportação, indicando, se for caso disso, as razões que justificam a realização de um inquérito. Em apoio do pedido de controlo, devem ser enviados todos os documentos e informações obtidas que levem a supor que as informações constantes do certificado de circulação AT.R. são inexactas.3. O controlo é efectuado pelas autoridades aduaneiras do Estado de exportação. Para o efeito, estas últimas podem exigir a apresentação de quaisquer documentos comprovativos e fiscalizar a contabilidade do exportador ou proceder a qualquer outro controlo que considerem adequado.4. Se as autoridades aduaneiras do Estado de importação decidirem suspender a concessão do tratamento, resultante das disposições em matéria de livre circulação previstas na decisão de base aos produtos em causa até serem conhecidos os resultados do controlo, concederão ao importador a autorização de saída dos produtos, sob reserva da aplicação das medidas cautelares consideradas necessárias.5. As autoridades aduaneiras que requerem o controlo são informadas dos seus resultados logo que possível. Esses resultados devem indicar claramente se os documentos são autênticos, se se pode considerar que os produtos em causa se encontravam em livre circulação na união aduaneira e se cumprem os outros requisitos previstos na decisão de base e na presente decisão.6. Se, nos casos de dúvidas fundadas, não for recebida resposta no prazo de 10 meses a contar da data do pedido de controlo ou se a resposta não contiver informações suficientes para apurar a autenticidade do documento em questão ou o verdadeiro carácter dos produtos, salvo em circunstâncias excepcionais, as autoridades aduaneiras requerentes recusarão a concessão do tratamento resultante das disposições aplicáveis em matéria de livre circulação previstas na decisão de base.Artigo 17º1. Em derrogação do artigo 5º, as disposições em matéria de livre circulação previstas na decisão de base são igualmente aplicáveis às mercadorias importadas para uma parte da união aduaneira se forem acompanhadas de uma prova de origem turca ou comunitária, estabelecida num país, grupo de países ou território por força das disposições de acordos comerciais preferenciais concluídos quer pela Comunidade quer pela Turquia com o país, grupo de países ou território em causa e que prevejam a aplicação de um sistema de acumulação da origem que implique a aplicação de regras de origem idênticas e uma proibição de draubaque ou de isenção de direitos aduaneiros.2. As modalidades de cooperação administrativa, fixadas nas regras da origem dos acordos comerciais preferenciais pertinentes, são aplicáveis às provas referidas no nº 1.Artigo 18ºEm caso de litígio quanto aos procedimentos de controlo previstos no artigo 16º, que não possa ser resolvido entre as autoridades aduaneiras que requerem o controlo e as autoridades aduaneiras responsáveis pela sua realização, ou em caso de dúvida quanto à interpretação da presente decisão, os mesmos são submetidos ao Comité de Cooperação Aduaneira.Em qualquer caso, a resolução de litígios entre o importador e as autoridades aduaneiras do Estado de importação fica sujeita à legislação desse Estado.Artigo 19ºSão aplicadas sanções a qualquer pessoa que emita ou mande emitir um documento contendo informações inexactas com o objectivo de beneficiar do tratamento resultante das disposições em matéria de livre circulação previstas na decisão de base.Capítulo 3Disposições relativas às mercadorias transportadas por viajantesARTIGO 20ºDesde que não se destinem a fins comerciais, as mercadorias transportadas por viajantes de uma parte para a outra parte da união aduaneira beneficiam das disposições em matéria de livre circulação previstas na decisão de base sem que seja necessário o certificado previsto no capítulo 2, quando são declaradas como mercadorias que preenchem os requisitos para a livre circulação e não existem dúvidas quanto à exactidão da declaração.Capítulo 4Remessas por via postalARTIGO 21ºAs remessas por via postal (incluindo as encomendas postais) beneficiam das disposições em matéria de livre circulação previstas na decisão de base sem que seja necessário o certificado previsto no capítulo 2, desde que não exista qualquer indicação, na embalagem ou nos documentos que a acompanham, de que as mercadorias que contém não satisfazem as condições previstas na decisão de base. Esta indicação consiste numa etiqueta amarela, cujo modelo figura no Anexo IV, aposta, em todos os casos deste tipo, pelas autoridades competentes do Estado de exportação.TÍTULO III DISPOSIÇÕES ADUANEIRAS APLICÁVEIS AO COMÉRCIO DE MERCADORIAS COM PAÍSES TERCEIROSCAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES RELATIVAS AO VALOR ADUANEIRO DAS MERCADORIASARTIGO 22ºAs despesas de transporte, de seguro, de carga e de movimentação relacionadas com o transporte de mercadorias de países terceiros após a sua introdução no território da união aduaneira não são tidas em conta para efeitos da determinação do valor aduaneiro, desde que sejam apresentadas separadamente do preço efectivamente pago ou a pagar pelas referidas mercadorias.Capítulo 2Aperfeiçoamento passivoARTIGO 23ºPara efeitos do presente capítulo, entende-se por " tráfego triangular " o sistema no âmbito do qual os produtos compensadores obtidos da operação de aperfeiçoamento passivo são introduzidos em livre prática com isenção total ou parcial de direitos de importação numa parte da união aduaneira diferente daquela de onde as mercadorias foram temporariamente exportadas.Artigo 24ºQuando os produtos compensadores ou os produtos de substituição forem introduzidos em livre prática ao abrigo do sistema de tráfego triangular, deve ser utilizado o boletim de informações INF 2 para comunicar as informações relativas às mercadorias de exportação temporária ao abrigo do tráfego triangular, a fim de obter a isenção total ou parcial para os produtos compensadores ou de substituição.Artigo 25º1. O boletim de informações INF 2 é emitido para as quantidades de mercadorias sujeitas ao regime num original e uma cópia, em formulários conformes ao modelo previsto no Anexo 71 das Disposições de aplicação do Código Aduaneiro Comunitário, quando for emitido na Comunidade, e conformes ao modelo estabelecido mutatis mutandis na lei aduaneira turca baseada no referido anexo, quando for emitido na Turquia. O formulário deve ser preenchido numa das línguas oficiais da Comunidade ou em língua turca. A estância de sujeição visa o original e a cópia do boletim de informações INF 2, conserva a cópia e devolve o original ao declarante.2. A estância de sujeição à qual cabe visar o boletim de informações INF 2 indicará, na casa 16, os meios utilizados para identificar as mercadorias de exportação temporária.3. No caso de serem recolhidas amostras ou se serem utilizadas ilustrações ou descrições técnicas, a estância aduaneira referida no nº 1 autenticará as amostras, as ilustrações ou as descrições técnicas em causa, mediante a aposição do respectivo selo, quer nos objectos, se a sua natureza o permitir, quer na embalagem, por forma a torná-la inviolável.Uma etiqueta revestida do selo da estância aduaneira e que contenha as referências da declaração de exportação deve ser junta às amostras, ilustrações ou descrições técnicas, de forma a impedir a sua substituição.As amostras, ilustrações ou descrições técnicas autenticadas e seladas em conformidade com o disposto no nº 3 serão devolvidas ao exportador que as deve apresentar com os selos intactos quando da reimportação dos produtos compensadores ou de substituição.4. Em caso de recurso a uma análise cujos resultados só serão conhecidos depois da estância aduaneira ter visado o boletim INF 2, o documento contendo o resultado da análise deve ser entregue ao exportador num sobrescrito que apresente todas as garantias de inviolabilidade.Artigo 26º1. A estância de saída certificará no original a saída das mercadorias do território aduaneiro e devolvê-lo-á à pessoa que o apresentou.2. O importador dos produtos compensadores ou de substituição apresentará à estância de apuramento o original do boletim INF 2 e, se for caso disso, os meios de identificação.Artigo 27º1. Quando a estância aduaneira que emite o boletim de informações INF 2 considerar que são necessárias outras informações para além das que constam do boletim, deve precisar essas informações no boletim. Quando o espaço for insuficiente, devem ser anexadas folhas complementares, que devem ser referidas no original.2. A estância aduaneira que visou o boletim de informações INF 2 pode ser solicitada a efectuar um controlo a posteriori da autenticidade do boletim e da exactidão das indicações nele contidas.3. Em caso de remessas sucessivas, pode ser emitido o número necessário de boletins de informações INF 2 até ao limite da quantidade das mercadorias ou produtos sujeitos ao regime. O boletim de informações inicial também pode ser substituído por outros boletins de informações ou, caso seja utilizado um único boletim de informações, a estância aduaneira a que o boletim se destina pode anotar no original as quantidades de mercadorias ou produtos. Quando o espaço for insuficiente, devem ser anexadas folhas complementares que devem ser referidas no original.4. As autoridades aduaneiras podem autorizar a utilização de boletins de informações INF 2 recapitulativos para os fluxos de tráfego triangular que envolvam um grande número de operações cobrindo a quantidade total das importações/exportações durante um dado período.5. Em circunstâncias excepcionais, o boletim de informações INF 2 pode ser emitido a posteriori, mas não fora do prazo previsto para a conservação dos documentos.Artigo 28ºEm caso de furto, extravio ou inutilização do boletim de informações INF 2, o operador pode solicitar uma segunda via à estância aduaneira que o visou. A referida estância deferirá esse pedido, desde que seja demonstrado que as mercadorias de exportação temporária para as quais foi solicitada uma segunda via ainda não foram reimportadas.O original e todas as cópias do boletim de informações assim emitido, devem conter uma das seguintes menções:'ES "DUPLICADO"CS "DUPLIKÁT"DA "DUPLIKAT"DE "DUPLIKAT"ET "DUPLIKAAT"EL "ΑΝΤΙΓΡΑΦΟ"EN "DUPLICATE"FR "DUPLICATA"IT "DUPLICATO"LV "DUBLIKĀTS"LT "DUBLIKATAS"HU "MÁSODLAT"MT "DUPLIKAT"NL "DUPLICAAT"PL "DUPLIKAT"PT "SEGUNDA VIA"SL "DVOJNIK"SK "DUPLIKÁT"FI "KAKSOISKAPPALE"SV "DUPLIKAT"TR "İKİNCİ NÜSHADİR" '.Artigo 29ºA isenção parcial dos direitos de importação tomando os custos da operação de aperfeiçoamento como base do valor do direito será concedida, mediante pedido, em relação aos produtos compensadores a introduzir em livre prática.As autoridades aduaneiras recusarão o cálculo da isenção parcial dos direitos de importação em conformidade com a presente disposição se, antes da introdução dos produtos compensadores em livre prática, for estabelecido que a introdução em livre prática, com uma taxa de direitos nulo, das mercadorias de exportação temporária não originárias de nenhuma das partes da união aduaneira, na acepção do capítulo 2, secção 1, do título II do Código Aduaneiro Comunitário e do capítulo 2, secção 1, do título II do código aduaneiro turco, tinha unicamente por objectivo o benefício da isenção parcial concedida ao abrigo da presente disposição.As regras em matéria de valor aduaneiro das mercadorias previstas no Código Aduaneiro Comunitário e no código aduaneiro turco são aplicáveis mutatis mutandis aos custos relativos ao aperfeiçoamento que não têm em conta as mercadorias de exportação temporária.CAPÍTULO 3 MERCADORIAS DE RETORNOARTIGO 30º1. As mercadorias que, após terem sido exportadas de uma parte da união aduaneira, sejam reimportadas e introduzidas em livre prática na outra parte da união aduaneira, num prazo de três anos, beneficiarão, a pedido do interessado, da isenção de direitos de importação.O prazo de três anos pode ser excedido para ter em conta circunstâncias especiais.2. Quando, antes da sua exportação do território aduaneiro de uma parte da união aduaneira, as mercadorias de retorno tenham sido introduzidas em livre prática com um direito de importação reduzido ou nulo devido à sua utilização para fins especiais, a isenção referida no n.º 1 só pode ser concedida se as mercadorias forem reimportadas para os mesmos fins.Quando essas mercadorias forem reimportadas para outros fins, o montante dos direitos de importação devidos será diminuído do montante eventualmente cobrado relativamente às mercadorias aquando da sua primeira introdução em livre prática. Se este último montante for superior ao cobrado aquando da introdução em livre prática das mercadorias de retorno, não será concedido nenhum reembolso.3. A isenção de direitos de importação prevista no nº 1 não é concedida às mercadorias exportadas do território aduaneiro de uma parte da união aduaneira ao abrigo do regime de aperfeiçoamento passivo, salvo se essas mercadorias permanecerem no estado em que foram exportadas.Artigo 31ºA isenção dos direitos de importação prevista no artigo 30º só é concedida se as mercadorias forem reimportadas no mesmo estado em que foram exportadas.Artigo 32ºOs artigos 30º e 31º aplicam-se mutatis mutandis aos produtos compensadores inicialmente exportados ou reexportados na sequência de um regime de aperfeiçoamento activo.O montante dos direitos de importação legalmente devidos é determinado com base nas regras aplicáveis no âmbito do regime de aperfeiçoamento activo, considerando-se como data da reexportação dos produtos compensadores a data de introdução em livre prática.Artigo 33ºAs mercadorias de retorno beneficiam da isenção de direitos de importação mesmo quando representam apenas uma fracção das mercadorias anteriormente exportadas do território aduaneiro da outra parte da união aduaneira.O mesmo se aplica quando as mercadorias consistirem em partes ou acessórios que constituam elementos de máquinas, de instrumentos, de aparelhos ou de outros produtos anteriormente exportados da outra parte da união aduaneira.Artigo 34º1. Em derrogação do disposto no artigo 31º, beneficiam da isenção de direitos de importação as mercadorias de retorno que se encontrem numa das seguintes situações:a) Mercadorias que, após a sua exportação da outra parte da união aduaneira, tenham sido unicamente objecto de tratamentos necessários à sua manutenção em bom estado de conservação ou de manipulações que alterem exclusivamente a sua apresentação;b) Mercadorias que, após a sua exportação da outra parte da união aduaneira, tenham sido objecto de tratamentos que não os necessários à sua manutenção em bom estado de conservação ou de manipulações distintas das que alterem a sua apresentação, mas que se revelaram defeituosas ou inadequadas para o uso a que se destinavam, desde que satisfaçam uma das seguintes condições:– tenham sido submetidas aos referidos tratamentos ou manipulações unicamente com a finalidade de serem reparadas ou restauradas,– a sua inadequação para o uso a que se destinavam tenha sido verificada unicamente após o início dos referidos tratamentos ou manipulações.2. No caso de as mercadorias de retorno terem sido objecto de tratamentos ou de manipulações permitidos em conformidade com a alínea b) do nº 1, dos quais resulte a cobrança de direitos de importação como se se tratasse de mercadorias sujeitas ao regime de aperfeiçoamento passivo, aplicam-se as regras de tributação em vigor no âmbito do referido regime.Todavia, se a operação de que foram objecto as mercadorias consistir numa reparação ou num restauro necessários em consequência de um acontecimento imprevisível ocorrido fora do território aduaneiro de ambas as partes da união aduaneira, tendo esta situação sido suficientemente demonstrada às autoridades aduaneiras, a isenção de direitos de importação será concedida desde devido a essa operação, o valor da mercadoria de retorno não seja superior ao que tinha no momento da sua exportação do território aduaneiro da outra parte da união aduaneira.3. Para efeitos do disposto no segundo parágrafo do nº 2:a) Entende-se por "reparação ou restauro necessários" qualquer operação que tenha por efeito sanar defeitos de funcionamento ou desgastes materiais sofridos por uma mercadoria durante o período que esteve fora do território aduaneiro de ambas as partes da união aduaneira e sem a qual essa mercadoria não pode voltar a ser utilizada em condições normais para os fins a que se destina;b) Considera-se que o valor de uma mercadoria de retorno não aumenta, em consequência da operação a que é submetida, em relação ao valor que tinha no momento da sua exportação da outra parte da união aduaneira, quando essa operação não exceder o estritamente necessário para permitir que a mercadoria em questão continue a ser utilizada nas mesmas condições que no momento da exportação.Quando a reparação ou restauro da mercadoria for necessário exigir a incorporação de peças sobresselentes, essa incorporação deve limitar-se às peças estritamente necessárias para permitir que essa mercadoria continue a ser utilizada nas mesmas condições que no momento da exportação.Artigo 35ºA pedido do interessado, as autoridades aduaneiras emitirão, por ocasião do cumprimento das formalidades aduaneiras de exportação, um documento contendo as informações necessárias para a identificação das mercadorias, caso venham a ser reintroduzidas no território aduaneiro de uma parte da união aduaneira.Artigo 36º1. São aceites como mercadorias de retorno:– mercadorias relativamente às quais forem apresentados, em apoio da declaração de introdução em livre prática, os seguintes documentos:a) O exemplar de declaração de exportação devolvida ao exportador pelas autoridades aduaneiras ou uma cópia desse documento autenticada pelas referidas autoridades oub) O boletim de informações previsto no artigo 37º.Quando as autoridades aduaneiras da estância aduaneira de reimportação estiverem em condições de determinar, pelos elementos de prova de que dispõem ou que possam exigir do interessado, que as mercadorias declaradas para livre prática são mercadorias inicialmente exportadas da outra parte da união aduaneira e que satisfaziam, no momento da sua exportação, as condições necessárias para serem aceites como mercadorias de retorno, não serão exigidos os documentos referidos nas alíneas a) e b);– as mercadorias abrangidas por um livrete ATA emitido na outra parte da união aduaneira.Estas mercadorias podem ser aceites como mercadorias de retorno, dentro dos limites estabelecidos no artigo 30º, mesmo quando o livrete ATA já tiver caducado.Em todos os casos, deverão ser cumpridas as seguintes formalidades:– verificação das informações constantes das casas A a G da folha de reimportação,– preenchimento do talão e da casa H da folha de reimportação,– conservação da folha de reimportação.2. O disposto no primeiro travessão do nº 1 não se aplica à circulação internacional de embalagens, de meios de transporte ou de certas mercadorias sujeitas a um regime aduaneiro especial, sempre que as disposições autónomas ou convencionais prevejam uma dispensa de documentos aduaneiros nessas circunstâncias.O disposto no primeiro travessão do nº 1 também não se aplica nos casos em que as mercadorias podem ser declaradas para a introdução em livre prática verbalmente ou por qualquer outro acto.3. Sempre que o considerarem necessário, as autoridades aduaneiras da estância aduaneira de reimportação podem solicitar ao interessado que lhes forneça elementos de prova adicionais, em especial para efeitos da identificação das mercadorias de retorno.Artigo 37ºO boletim de informações INF 3 é emitido num original e duas cópias em formulários conformes ao modelo que figura no Anexo 110 das Disposições de Aplicação do Código Aduaneiro Comunitário, quando for emitido na Comunidade, e conformes ao modelo estabelecido mutatis mutandis na lei aduaneira turca baseada no referido anexo, quando emitido na Turquia. O formulário deve ser preenchido numa das línguas oficiais da Comunidade ou em língua turca.Artigo 38º1. O boletim de informações INF 3 é emitido a pedido do exportador pelas autoridades aduaneiras da estância aduaneira de exportação por ocasião do cumprimento das formalidades de exportação das mercadorias a que se refere, caso esse exportador declare ser provável que as referidas mercadorias regressem por uma estância aduaneira da outra parte da união aduaneira.2. O boletim de informações INF 3 pode igualmente ser emitido, a pedido do exportador, pelas autoridades aduaneiras da estância aduaneira de exportação após o cumprimento das formalidades de exportação relativas às mercadorias em questão, desde que essas autoridades possam determinar, com base nas informações de que dispõem, que os elementos contidos no pedido do exportador se referem efectivamente às mercadorias exportadas.Artigo 39º1. O boletim de informações INF 3 deve conter todos os elementos de informação exigidos pelas autoridades aduaneiras para efeitos da identificação das mercadorias exportadas.2. Sempre que seja de prever o regresso das mercadorias exportadas ao território aduaneiro da outra parte da união aduaneira ou ao território de ambas as partes da união aduaneira por várias estâncias aduaneiras diferentes da estância aduaneira de exportação, o exportador pode solicitar a emissão de vários boletins de informações INF 3 até ao limite da quantidade total das mercadorias exportadas.De igual modo, o exportador pode solicitar às autoridades aduaneiras que emitiram o boletim de informações INF 3 a sua substituição por vários boletins de informações INF 3, até ao limite da quantidade total das mercadorias incluídas no boletim de informações INF 3 inicialmente emitido.O exportador pode igualmente solicitar a emissão de um boletim de informações INF 3 apenas para uma fracção das mercadorias exportadas.Artigo 40ºO original e uma cópia do boletim de informações INF 3 são entregues ao exportador para apresentação à estância aduaneira de reimportação. A segunda cópia é arquivada pelas autoridades aduaneiras que a emitiram.Artigo 41ºA estância aduaneira de reimportação regista no original e na cópia do boletim de informações INF 3 a quantidade das mercadorias de retorno que beneficiam da isenção de direitos de importação, conserva o original e envia às autoridades que o emitiram a cópia desse boletim com a anotação do número e da data da respectiva declaração para introdução em livre prática.As referidas autoridades aduaneiras comparam essa cópia com a que se encontra na sua posse e conservam-na nos seus arquivos oficiais.Artigo 42ºEm caso de furto, extravio ou inutilização do boletim de informações INF 3, o interessado pode pedir uma segunda via às autoridades aduaneiras que o emitiram. Essas autoridades deferirão o pedido se as circunstâncias o justificarem. A segunda via assim emitida deve conter uma das seguintes menções:'ES "DUPLICADO"CS "DUPLIKÁT"DA "DUPLIKAT"DE "DUPLIKAT"ET "DUPLIKAAT"EL "ΑΝΤΙΓΡΑΦΟ"EN "DUPLICATE"FR "DUPLICATA"IT "DUPLICATO"LV "DUBLIKĀTS"LT "DUBLIKATAS"HU "MÁSODLAT"MT "DUPLIKAT"NL "DUPLICAAT"PL "DUPLIKAT"PT "SEGUNDA VIA"SL "DVOJNIK"SK "DUPLIKÁT"FI "KAKSOISKAPPALE"SV "DUPLIKAT"TR "İKİNCİ NÜSHADİR" '.As autoridades aduaneiras registarão a emissão de uma segunda via na cópia do boletim de informações INF 3 na sua posse.Artigo 43º1. As autoridades aduaneiras da estância aduaneira de exportação transmitem às autoridades aduaneiras da estância aduaneira de reimportação, a seu pedido, todas as informações de que dispõem, a fim de lhes permitir determinar se as mercadorias satisfazem as condições necessárias para poderem beneficiar das disposições previstas no presente capítulo.2. O boletim de informações INF 3 pode ser utilizado para o pedido e para a transmissão das informações referidas no nº 1.Capítulo 4Estabelecimento das provas da origem preferencial nas partes da união aduaneiraARTIGO 44ºO presente capítulo fixa as regras destinadas a facilitar:a) A emissão de certificados de circulação EUR.1 ou EUR-MED e o estabelecimento de declarações na factura OU declarações na factura EUR-MED em conformidade com as disposições dos acordos comerciais preferenciais concluídos quer pela Comunidade quer pela Turquia com países, grupos de países ou territórios e que prevejam um sistema de acumulação da origem que implique a aplicação de regras de origem idênticas e uma proibição de draubaque ou de isenção de direitos aduaneiros.b) A cooperação administrativa entre as autoridades aduaneiras dos Estados-Membros da Comunidade e da Turquia para esse efeito.Artigo 45º1. Para efeitos de aplicação do disposto na alínea a) do artigo 44º, os fornecedores das mercadorias em livre prática na união aduaneira que devam ser entregues entre as duas partes da união aduaneira devem apresentar uma declaração, a seguir designada “declaração do fornecedor”, relativa ao carácter originário das mercadorias entregues em relação às regras de origem previstas nos acordos comerciais preferenciais aplicáveis.2. As declarações do fornecedor serão utilizadas pelos exportadores como meio de prova, nomeadamente, como base do pedido de emissão do certificado de circulação EUR.1 ou EUR-MED ou como base para o estabelecimento de declarações na factura ou declarações na factura EUR-MED.Artigo 46ºExcepto nos casos previstos no artigo 47º, o fornecedor apresentará uma declaração distinta para cada remessa de mercadorias.O fornecedor incluirá a declaração na factura comercial relativa à remessa ou numa nota de entrega ou em qualquer outro documento comercial, em que a descrição das mercadorias em causa seja suficientemente pormenorizada para permitir a sua identificação.O fornecedor pode apresentar a declaração em qualquer momento, mesmo após a entrega das mercadorias.Artigo 47º1. Quando um fornecedor entregar regularmente a um determinado cliente mercadorias cujo carácter, no que respeita às regras de origem preferencial, se espera seja mantido constante por períodos consideráveis, pode apresentar uma única declaração para cobrir as remessas posteriores dessas mercadorias, a seguir designada "declaração a longo prazo do fornecedor". A declaração a longo prazo do fornecedor pode ser emitida para um período máximo de um ano a contar da data da emissão da declaração.2. A declaração a longo prazo do fornecedor pode ser emitida com efeitos retroactivos. Nesses casos, o seu prazo de validade não pode exceder um ano a contar da data em que começou a produzir efeitos.3. O fornecedor informa imediatamente o comprador se a declaração a longo prazo do fornecedor deixar de ser válida relativamente às mercadorias entregues.Artigo 48º1. A declaração do fornecedor é feita segundo o modelo previsto no Anexo V ou, no caso de declaração a longo prazo do fornecedor, segundo o modelo previsto no Anexo VI.2. A declaração do fornecedor deve conter a assinatura manuscrita original do fornecedor e pode ser emitida num formulário pré-impresso. Todavia, sempre que a factura e a declaração do fornecedor forem processadas por computador, a declaração do fornecedor não tem necessariamente de ser assinada à mão, desde que o fornecedor se comprometa, por escrito, perante o cliente a assumir inteira responsabilidade por todas as declarações de fornecedor que o identifiquem como tendo sido por si assinadas à mão.Artigo 49º1. Para efeitos da aplicação do disposto na alínea b) do artigo 44º, as autoridades aduaneiras dos Estados-Membros da Comunidade e da Turquia prestar-se-ão mutuamente assistência no controlo da veracidade das informações fornecidas nas declarações dos fornecedores.2. A fim de verificar a exactidão ou a autenticidade de uma declaração do fornecedor, as autoridades aduaneiras do Estado em que a prova do carácter do produto originário é emitida ou estabelecida podem exigir ao exportador que obtenha do fornecedor um certificado de informação INF 4. O certificado de informação INF 4 é emitido em formulários conformes ao modelo estabelecido no Anexo V do Regulamento (CE) nº 1207/2001 do Conselho, de 11 de Junho de 2001[13], quando for emitido na Comunidade, e conformes ao modelo estabelecido mutatis mutandis na lei aduaneira turca com base no referido anexo, quando for emitido na Turquia. O formulário deve ser preenchido numa das línguas oficiais da Comunidade ou em língua turca. As autoridades aduaneiras do Estado que deve fornecer as informações ou que as solicita podem exigir uma tradução das informações contidas nos documentos que lhes forem apresentados na ou nas línguas oficiais desse Estado.3. O certificado de informação INF 4 é emitido pelas autoridades aduaneiras do Estado em que o fornecedor está estabelecido. As referidas autoridades têm o direito de exigir a apresentação de quaisquer documentos comprovativos e de fiscalizar a contabilidade do fornecedor ou de proceder a outros controlos que considerem necessários.4. As autoridades aduaneiras do Estado em que o fornecedor está estabelecido emitirão o certificado de informação INF 4 no prazo de três meses a contar da data de recepção do pedido apresentado pelo fornecedor, nele indicando se a declaração apresentada pelo fornecedor estava ou não correcta.5. O certificado devidamente preenchido é entregue ao fornecedor que o enviará ao exportador a fim de ser transmitido à autoridade aduaneira do Estado em que a prova do carácter originário é emitida ou estabelecida.Artigo 50º1. O fornecedor que fizer uma declaração do fornecedor conservará durante, pelo menos, três anos todos os documentos comprovativos da exactidão da declaração.2. A autoridade aduaneira a quem for apresentado o pedido de emissão do certificado de informação INF 4 conservará durante, pelo menos, três anos o formulário do pedido. 'Artigo 51º1. Sempre que um exportador não puder apresentar o certificado de informação INF 4 no prazo de quatro meses a contar da data em que as autoridades aduaneiras do Estado, em que a prova do carácter originário foi emitida ou estabelecida, o solicitaram, essas autoridades podem solicitar directamente às autoridades do Estado em que o fornecedor está estabelecido a confirmação do carácter originário dos produtos em causa em relação às regras de origem previstas nos acordos comerciais preferenciais em questão.2. Para efeitos do nº 1, as autoridades aduaneiras que solicitam o controlo enviam às autoridades aduaneiras do Estado em que o fornecedor está estabelecido todas as informações de que dispõem e as razões de fundo ou de forma que justificam o seu inquérito.Em apoio de um pedido, fornecem todos os documentos ou informações obtidos que levem a supor que a declaração do fornecedor é inexacta.3. Quando da realização de um controlo, as autoridades aduaneiras do Estado em que o fornecedor está estabelecido podem exigir qualquer documento comprovativo, proceder a qualquer inspecção da contabilidade do produtor ou a outras formas de verificação que considerem adequadas.4. As autoridades aduaneiras que tiverem solicitado o controlo serão informadas dos seus resultados com a maior brevidade possível através do certificado de informação INF 4.5. Na ausência de resposta no prazo de cinco meses a contar da data do pedido de controlo ou se a resposta não contiver informações suficientes para determinar a origem real dos produtos, as autoridades aduaneiras do Estado em que a prova do carácter originário foi emitida ou estabelecida declaram a não validade dessa prova com base nos documentos em questão.TÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAISArtigo 52ºAs Decisões (CE) nº 1/1999, (CE) nº 1/2000 e (CE) nº 1/2001 são revogadas. As remissões para as decisões revogadas serão consideradas feitas às disposições correspondentes da presente decisão. As declarações de fornecedor, incluindo as declarações de fornecedor a longo prazo, emitidas antes da data de entrada em vigor da presente decisão continuam a ser válidas.As declarações de fornecedor conformes aos modelos da Decisão nº 1/1999 podem continuar a ser emitidas durante um período de doze meses a contar da data de entrada em vigor da presente decisão, excepto quando forem utilizadas pelos exportadores como comprovativo dos pedidos de emissão do certificado de circulação EUR.1 ou EUR-MED ou como base para o estabelecimento de declarações na factura EUR-MED.A presente decisão entra em vigor no dia seguinte ao da sua adopção.Feito em Bruxelas, emPelo Comité de Cooperação AduaneiraO PresidenteANEXOSANEXO ICERTIFICADO DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS(1) Indicar um Estado-Membro ou a Turquia 2) A preencher apenas quando o Estado de exportação o exija | 1. Exportador (nome, morada completa, país) | A.TR. Nº A 000000 |2. Documento de transporte (menção facultativa) Nº ……………….Data …………………………………… |3. Destinatário (nome, morada completa, país) (menção facultativa) | 4. ASSOCIAÇÃO entre a COMUNIDADE EUROPEIA e a TURQUIA |5. País de exportação | 6. País de destino (1) |7. Informações relativas aos transportes (menção facultativa) | 8. Observações |9. Número de ordem | 10. Marcas, números, quantidade e natureza dos volumes (para mercadorias a granel, mencionar, segundo o caso, o nome do barco, o número do vagão ou do camião);designação das mercadorias | 11. Peso bruto (kg) ou outra medida (hl, m3, etc.) |12. VISTO DA ALFÂNDEGA: Carimbo Declaração certificada conforme Documento de exportação (²): Modelo ……………………………nº …………………… Estância aduaneira de ……………………………………….. País de emissão …………………………………………………… …..................………………..……………………………. …………………………………………………………….. (Local e data) ………………………………….. …………………………………………… (Assinatura) | 13. DECLARAÇÃO DO EXPORTADOR Eu, abaixo-assinado, declaro que as mercadorias acima designadas preenchem as condições requeridas para a obtenção do presente certificado. ............................................................................................. (Local e data) …………………………………………………………… (Assinatura) |14. PEDIDO DE CONTROLO, a enviar a: ( | 15. RESULTADO DO CONTROLO |O controlo efectuado permitiu verificar que o presente certificado (1) ( foi emitido pela estância aduaneira indicada e que são exactas as menções que contém ( não reúne as condições de autenticidade e de exactidão requeridas (ver notas anexas). ………………………………………………………………….. (Local e data) Carimbo |Pede-se o controlo de autenticidade e da regularidade do presente certificado. …………………………………………………………………….. (Local e data) Carimbo ……………………………………………………………………… (Assinatura) |Morada completa da estância aduaneira que faz o pedido | ……………………………………………………….. (Assinatura) (1) Marcar com um X a menção aplicável |ANEXO IINotas explicativas relativas ao certificado de circulaçãoI. Regras a observar aquando do preenchimento do certificado de circulação1. O certificado de circulação A.TR.. deve ser preenchido em conformidade com as disposições do nº 1 do artigo 9º.2. O certificado de circulação A.TR.. não deve conter emendas nem rasuras. As eventuais alterações devem ser efectuadas suprimindo as indicações erradas e acrescentando as indicações correctas. Qualquer alteração assim efectuada deve ser aprovada pela pessoa que preencheu o certificado e visada pelas autoridades aduaneiras.A designação dos produtos deve ser inscrita na casa reservada para o efeito, sem deixar linhas em branco. Quando a casa não for completamente preenchida, deve ser traçada uma linha horizontal por baixo da última linha da designação das mercadorias e trancado o espaço em branco.II Indicações a introduzir nas diferentes casas1. Nome completo e endereço da pessoa ou empresa em questão.2. Se necessário, número do documento de transporte.3. Se necessário, nome completo e endereço da(s) pessoa(s) ou empresa(s) a quem as mercadorias devem ser entregues.5. Nome do país de exportação das mercadorias.6. Nome do país em causa.9. Número de ordem da adição em causa em relação ao número total de adições enumeradas no certificado.10. Marcas, números, quantidade e natureza dos volumes e designação comercial habitual das mercadorias.11. Massa bruta das mercadorias descritas na casa 10 correspondente, expressa em quilogramas ou em outra medida (hl, m³, etc.).12. A preencher pela autoridade aduaneira. Se necessário, mencionar as informações relativas ao documento de exportação (modelo e número do formulário, nome da estância aduaneira e do país de emissão).13. Local e data, bem como assinatura e nome do exportador.________________________ANEXO IIIModelo do cunho do carimbo especial referido no nº5 do artigo 11º30 mm |(1) | A.TR.. | 30 mm |(2) |(1) Sigla ou insígnia nacional do Estado de exportação.(2) Indicações que permitem identificar o exportador autorizado.________________________ANEXO IVEtiqueta amarela referida no artigo 21º49 mm |Mercadorias que não se encontram em livre circulação na união aduaneira CE-Turquia | 23 mm |ANEXO VDeclaração do fornecedorA declaração do fornecedor, cujo texto é seguidamente apresentado, deve ser efectuada em conformidade com as notas de pé-de-página. No entanto, não é necessário reproduzir essas notas.DECLARAÇÃOEu, abaixo-assinado, declaro que as mercadorias descritas no presente documento………………… (1) são originárias de …………………. (2) e satisfazem as regras de origem que regem o comércio preferencial com ……………………………………………………………..………………………………. (3).Declaro ainda que:( A acumulação é aplicada com (nome do ou dos países).( A acumulação não é aplicada (4)Comprometo-me a apresentar às autoridades aduaneiras qualquer prova complementar julgada necessária.……………………..………... (5).............................................… (6)................................................. (7)(1) No caso de a declaração se referir apenas a algumas das mercadorias descritas no documento, estas mercadorias devem ser claramente indicadas ou assinaladas, e essa indicação ou sinal devem ser anotados na declaração do seguinte modo:“descritas no presente documento e assinaladas…. são originárias de…"(2) A Comunidade, a Turquia ou um país ou grupo de países ou território referido na alínea a) do artigo 44º.(3) País, grupo de países ou território referido na alínea a) do artigo 44º.(4) Riscar o que não interessa.(5) Local e data.(6) Nome e funções na empresa.(7) Assinatura.ANEXO VIDeclaração a longo prazo do fornecedorA declaração do fornecedor, cujo texto é seguidamente apresentado, deve ser efectuada em conformidade com as notas de pé-de-página. No entanto, não é necessário reproduzir essas notas.DECLARAÇÃOEu, abaixo-assinado, declaro que as mercadorias a seguir designadas:…………………………….....…………………….… (1)...................................................................................... (2)que são regularmente fornecidas a ……(3), são originárias de ………….(4) e satisfazem as regras da origem que regem o comércio preferencial com……….. (5).Declaro ainda que:( A acumulação é aplicada com (nome do ou dos países).( A acumulação não é aplicada(6)A presente declaração é válida para todas as futuras remessas das mercadorias em causa expedidas de ...... a .... (7).Comprometo-me a informar imediatamente no caso da eventual perda da validade da presente declaração.Comprometo-me a apresentar às autoridades aduaneiras qualquer prova complementar julgada necessária......................................................... (8)........................................................ (9)........................................................ (10)(1) Descrição.(2) Designação comercial que figura na factura, por ex. número de modelo.(3) Nome da empresa a que as mercadorias são entregues.(4) A Comunidade, a Turquia ou um país ou grupo de países ou território referido na alínea a) do artigo 44º.(5) País, grupo de países ou território referido na alínea a) do artigo 44º.(6) Riscar o que não interessa.(7) Indicar as datas. O período não deve exceder 12 meses.(8) Local e data.(9) Nome e função, nome e endereço da empresa.(10) Assinatura.[1] Decisão nº 1/1999 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 28 de Maio de 1999, que fixa os procedimentos destinados a facilitar a emissão de certificados de circulação EUR 1 e o estabelecimento de declarações na factura previsto nas disposições que regem as trocas preferenciais entre a União Europeia, a Turquia e determinados países europeus e Decisão nº1/2000 do Comité de Cooperação Aduaneira CE-Turquia, de 25 de Julho de 2000, relativa à aceitação de certificados de circulação EUR.1 ou declarações na factura comprovando a origem comunitária ou turca, emitidos por certos países que assinaram um acordo preferencial com a Comunidade ou a Turquia.[2] JO L 98 de 7.4.2001, p. 31, com a última redacção que lhe foi dada pela Decisão nº 1/2003 de 30 de Janeiro de 2003, JO L 28 de 4.2.2003, p. 51.[3] JO L 253 de 11.10.1993, p. 1, com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE) nº 402/2006 da Comissão de 8.3.2006 (JO L 70 de 9.3.2006 p. 35).[4] JO L 204 de 4.8.1999, p. 43.[5] JO L 211 de 22.8.2000, p. 16.[6] JO L 35 de 13.2.1996, p. 1.[7] JO L 98 de 7.4.2001, p. 31, com a última redacção que lhe foi dada pela Decisão nº 1/2003 de 30 de Janeiro de 2003, JO L 28 de 4.2.2003, p. 51.[8] JO L 253 de 11.10.1993, p. 1, com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE) nº 402/2006 da Comissão de 8.3.2006 (JO L 70 de 9.3.2006 p. 35).[9] JO L 204 de 4.8.1999, p. 43.[10] JO L 211 de 22.8.2000, p. 16.[11] JO L 302 de 19.10.1992, p. 1, com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE) nº 648/2005 do Parlamento Europeu e do Conselho de 13.4.2005 (JO L 117 de 4.5.2005, p. 13).[12] JO L 253 de 11.10.1993, p. 1, com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE) nº 402/2006 da Comissão de 8.3.2006 (JO L 70 de 9.3.2006 p. 35).[13] JO L 165 de 21.6.2001, p.1, tal como rectificado pelo JO L 170 de 29.6.2002, p.88.