CELEX: 42014X0614(02)
Language: pt
Date: 2014-06-14 00:00:00
Title: Regulamento n. ° 113 da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas (UNECE) — Prescrições uniformes relativas à homologação dos faróis para veículos a motor que emitem um feixe de simétrico cruzamento e/ou de estrada e que estão equipados com fontes luminosas de descarga em gás e/ou módulos LED

14.6.2014   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               L 176/128
            
         Só os textos originais UNECE fazem fé ao abrigo do direito internacional público. O estatuto e a data de entrada em vigor do presente regulamento devem ser verificados na versão mais recente do documento UNECE comprovativo do seu estatuto, TRANS/WP.29/343, disponível no seguinte endereço: http://www.unece.org/trans/main/wp29/wp29wgs/wp29gen/wp29fdocstts.html.
   Regulamento n.o 113 da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas (UNECE) — Prescrições uniformes relativas à homologação dos faróis para veículos a motor que emitem um feixe de simétrico cruzamento e/ou de estrada e que estão equipados com fontes luminosas de descarga em gás e/ou módulos LED
   Integra todo o texto válido até:
   Suplemento 3 à série 01 de alterações ao Regulamento — Data de entrada em vigor: 9 de outubro de 2014
   ÍNDICE
   ÂMBITO DE APLICAÇÃO
   
               1.
            
            Definições
            
         
               2.
            
            Pedido de homologação de um farol
            
         
               3.
            
            Marcações
            
         
               4.
            
            Homologação
            
         
               5.
            
            Prescrições gerais
            
         
               6.
            
            Iluminação
            
         
               7.
            
            Cor
            
         
               8.
            
            Modificação do tipo de farol e extensão da homologação
            
         
               9.
            
            Conformidade da produção
            
         
               10.
            
            Sanções pela não conformidade da produção
            
         
               11.
            
            Cessação definitiva da produção
            
         
               12.
            
            Designações e endereços dos serviços técnicos responsáveis pela realização dos ensaios de homologação e das entidades homologadoras
            
         
               13.
            
            Disposições transitórias
            
         ANEXOS
   
               1.
            
            Comunicação
            
         
               2.
            
            Exemplos de disposições de marcas de homologação
            
         
               3.
            
            Sistema de medição de coordenadas esféricas e localização do ponto de ensaio
            
         
               4.
            
            Ensaios de estabilidade do desempenho fotométrico dos faróis em funcionamento — Testes em faróis completos das classes B, C e D e E
            
         
               5.
            
            Requisitos mínimos relativos aos procedimentos de controlo da conformidade da produção
            
         
               6.
            
            Requisitos relativos a luzes que incorporam lentes de plástico — ensaio de amostras de lentes ou de materiais, bem como de luzes completas
            
         
               7.
            
            Prescrições mínimas relativas à amostragem efetuada por um inspetor
            
         
               8.
            
            Sucessão dos períodos de ativação no ensaio de estabilidade do desempenho fotométrico
            
         
               9.
            
            Definição e nitidez da linha de recorte para os faróis de cruzamento e procedimento de regulação com auxílio dessa linha de recorte
            
         
               10.
            
            Centro de referência
            
         
               11.
            
            Marcações da tensão
            
         
               12.
            
            Requisitos relativos ao uso de módulos LED e de faróis que incluem módulos LED
            
         ÂMBITO DE APLICAÇÃO (1)
       (2)
   
   O presente regulamento aplica-se aos faróis destinados a veículos das categorias L e T (3).
   1.   DEFINIÇÕES
   Para efeitos do presente regulamento, entende-se por:
   
               1.1.
            
            
               «Lente», o componente mais exterior do farol (unidade) que transmite a luz através da superfície iluminante;
            
         
               1.2.
            
            
               «Revestimento»: qualquer produto ou produtos aplicados numa ou mais camadas à face exterior de uma lente;
            
         
               1.3.
            
            
               «Faróis de tipos diferentes» são faróis que diferem em relação a aspetos essenciais como:
               
                           1.3.1.
                        
                        
                           A marca de fabrico ou a designação comercial;
                        
                     
                           1.3.2.
                        
                        
                           As características do sistema ótico;
                        
                     
                           1.3.3.
                        
                        
                           Inclusão ou eliminação de componentes capazes de alterar os efeitos óticos por reflexão, refração, absorção e/ou deformação durante o funcionamento;
                        
                     
                           1.3.4.
                        
                        
                           Tipo de feixe produzido (feixe de cruzamento, feixe de estrada ou ambos);
                        
                     
                           1.3.5.
                        
                        
                           A categoria de lâmpada de incandescência, a fonte luminosa com descarga em gás utilizada e/ou o código(s) de identificação específico dos módulos da fonte luminosa.
                        
                     
         
               1.4.
            
            
               «Faróis de "classes" diferentes (A, B, C ou D)» designa faróis identificados por disposições fotométricas particulares.
            
         
               1.5.
            
            
               «Cor da luz emitida pelo dispositivo». As definições da cor da luz emitida constantes do Regulamento n.o 48 e da respetiva série de alterações em vigor à data de apresentação do pedido de homologação são aplicáveis ao presente regulamento.
            
         
               1.6.
            
            
               Porém, no caso de um sistema composto por dois faróis, consideram-se pertencentes ao mesmo tipo os dispositivos destinados a ser instalados do lado esquerdo do veículo e os dispositivos correspondentes destinados a ser instalados do lado direito do veículo.
            
         
               1.7.
            
            
               As referências feitas no presente regulamento às lâmpadas de incandescência normalizadas (padrão) e ao Regulamento n.o 37 devem ser entendidas como referências feitas ao Regulamento n.o 37 e à respetiva serie de alterações em vigor à data do pedido de homologação.
            
         
               1.8.
            
            
               As referências feitas no presente regulamento a fontes luminosas de descarga em gás normalizadas (padrão) e ao Regulamento n.o 99 devem ser entendidas como referências feitas ao Regulamento n.o 99 e à respetiva serie de alterações em vigor à data do pedido de homologação.
            
         
               1.9.
            
            
               «Unidade de iluminação adicional», a parte de um sistema de farol que fornece a iluminação de curvas. É independente do dispositivo que fornece o feixe de cruzamento principal, pode ser constituída por elementos óticos, mecânicos e elétricos, e pode ser agrupado e/ou incorporado mutuamente com outros dispositivos de iluminação ou de sinalização luminosa
            
         
               1.10.
            
            
               As definições constantes dos Regulamento n.os 48, 53 e 74 e as respetivas séries de alterações em vigor à data de apresentação do pedido de homologação de tipo são aplicáveis ao presente regulamento.
            
         2.   PEDIDO DE HOMOLOGAÇÃO DE UM FAROL (4)
   
   
            
               2.1.
            
            
               O pedido de homologação deve ser apresentado pelo titular da marca ou da designação comercial ou pelo seu representante devidamente acreditado. Deve especificar:
               
                           2.1.1.
                        
                        
                           Se o farol se destina a fornecer um feixe de cruzamento e um feixe de estrada ou apenas um desses feixes;
                        
                     
                           2.1.2.
                        
                        
                           Se diz respeito a um farol da classe A, B, C ou D;
                        
                     
                           2.1.3.
                        
                        
                           A categoria das lâmpadas de incandescência utilizadas nos termos do Regulamento n.o 37 e das respetivas séries de alterações em vigor à data de apresentação do pedido de homologação, se as houver;
                        
                     
                           2.1.4.
                        
                        
                           A categoria das fontes luminosas de descarga em gás indicadas nos termos do Regulamento n.o 99, se as houver;
                        
                     
                           2.1.5.
                        
                        
                           No caso de módulos LED, o código de identificação específico da fonte luminosa, se os houver.
                        
                     
                           2.1.6.
                        
                        
                           No caso de unidades de iluminação adicionais, os códigos de identificação das unidade de iluminação adicional, se as houver.
                        
                     
         
            
               2.2.
            
            
               Cada pedido de homologação deve ser acompanhado de:
               
                           2.2.1.
                        
                        
                           Desenhos em triplicado, com pormenor suficiente que permita a identificação do tipo e represente uma vista de frente do farol, com pormenores das nervuras da lente, caso existam, e da secção transversal; os desenhos devem indicar o espaço reservado à marca de homologação e, se for caso disso;
                           
                                       a)
                                    
                                    
                                       No caso de módulos LED, os desenhos devem indicar também os espaços reservados para os códigos de identificação específicos dos módulos.
                                    
                                 
                                       b)
                                    
                                    
                                       No caso de unidades de iluminação adicionais, os espaços reservados para o código de identificação específicos das unidades de iluminação adicionais e os faróis que produzem o feixe de cruzamento principal;
                                    
                                 
                                       c)
                                    
                                    
                                       No caso de unidade de iluminação adicionais, a condições geométricas da instalação dos dispositivos que satisfaçam os requisitos do ponto 6.2.8.
                                    
                                 
                     
                           2.2.2.
                        
                        
                           Uma breve descrição técnica;
                           
                                       2.2.2.1.
                                    
                                    
                                       Relativamente a lâmpadas de descarga em gás, a marca e o tipo de balastros, nos casos em que os balastros não são integrados com as fontes luminosas;
                                    
                                 
                                       2.2.2.2.
                                    
                                    
                                       Em caso de módulos LED:
                                       
                                                   a)
                                                
                                                
                                                   Breve descrição técnica dos módulos LED;
                                                
                                             
                                                   b)
                                                
                                                
                                                   Desenho com as dimensões e os valores elétricos e fotométricos de base e o fluxo luminoso objetivo, bem como, para cada módulo LED, uma declaração sobre se é substituível ou não;
                                                
                                             
                                                   c)
                                                
                                                
                                                   No caso de um dispositivo de comando eletrónico de fonte luminosa, informações sobre a interface elétrica necessária para os ensaios de homologação;
                                                
                                             
                                 
                                       2.2.2.3.
                                    
                                    
                                       No caso de um farol concebido para iluminação de curvas, o valor mínimo dos ângulos de inclinação lateral de forma a cumprir os requisitos do ponto 6.2.8.1.
                                    
                                 
                     
                           2.2.3.
                        
                        
                           Duas amostras do tipo de farol. No caso de um sistema composto por dois faróis, uma amostra destinada a ser montado do lado esquerdo do veículo e outra amostra destinada a ser montado do lado direito;
                        
                     
                           2.2.4.
                        
                        
                           Exclusivamente no caso de faróis das classes B, C, D ou E no que diz respeito ao ensaio do plástico de que as lentes são feitas:
                           
                                       2.2.4.1.
                                    
                                    
                                       No caso das classes B, C, D ou E, 14 lentes;
                                       
                                                   2.2.4.1.1.
                                                
                                                
                                                   Para a classe B, C, D ou E dez dessas lentes podem ser substituídas por dez amostras do material com, pelo menos, 60 x 80 mm de dimensão, de superfície exterior plana ou convexa e uma zona substancialmente plana (raio de curvatura não inferior a 300 mm) no meio, com dimensões de pelo menos 15 x 15 mm;
                                                
                                             
                                                   2.2.4.1.2.
                                                
                                                
                                                   Cada uma dessas lentes ou amostra de material deve ser produzida pelo método a utilizar na produção em série;
                                                
                                             
                                 
                                       2.2.4.2.
                                    
                                    
                                       Um refletor no qual se podem instalar as lentes de acordo com as instruções do fabricante.
                                    
                                 
                     
                           2.2.5.
                        
                        
                           Para os faróis equipados com fontes de luz nos termos do Regulamento n.o 99 ou equipado com módulos LED, para o ensaio da resistência dos componentes transmissores de luz feitos de plástico à radiação ultravioleta das fontes de luz dentro do farol:
                           
                                       2.2.5.1.
                                    
                                    
                                       Uma amostra de cada um dos materiais utilizados no farol ou um farol-amostra que os contenha. Cada amostra de material deve ter o mesmo aspeto e o mesmo tratamento da superfície, se for o caso, que os previstos para o farol a homologar.
                                    
                                 
                                       2.2.5.2.
                                    
                                    
                                       Não é necessário verificar a resistência dos materiais internos aos raios ultravioletas emitidos pela fonte luminosa, se:
                                       
                                                   2.2.5.2.1.
                                                
                                                
                                                   Forem utilizadas fontes luminosas de descarga em gás de baixa emissão ultravioleta, conforme especificado no Regulamento n.o 99, ou;
                                                
                                             
                                                   2.2.5.2.2.
                                                
                                                
                                                   Se só estão a ser usados módulos LED com fraca radiação ultravioleta, conforme especificado no anexo 12 do presente regulamento, ou;
                                                
                                             
                                                   2.2.5.2.3.
                                                
                                                
                                                   Se os componentes pertinentes do farol forem devidamente protegidos da radiação ultravioleta, designadamente por meio de filtros de vidro.
                                                
                                             
                                 
                     
                           2.2.6.
                        
                        
                           Um balastro ou um dispositivo de comando da fonte luminosa, se aplicável.
                        
                     
         
            
               2.3.
            
            
               Os materiais que constituem as lentes e os revestimentos devem ser acompanhados do relatório de ensaio relativo às características desses materiais e revestimentos, se já tiverem sido ensaiados.
            
         3.   MARCAÇÕES
   
            
               3.1.
            
            
               Os faróis apresentados para efeito de homologação devem ostentar a marca de fabrico ou comercial do requerente.
            
         
            
               3.2.
            
            
               Devem incluir, na lente e no corpo principal (5), espaços de dimensões suficientes para a marca de homologação e os símbolos adicionais referidos no ponto 4; estes espaços devem ser indicados nos desenhos referidos no ponto 22.1.
            
         
            
               3.3.
            
            
               Na parte de trás do farol, a indicação da categoria de lâmpada de incandescência ou de lâmpada de descarga em gás utilizada.
            
         
            
               3.4.
            
            
               Os faróis da categoria E podem apresentar na respetiva superfície emissora de luz um centro de referência como o que figura no anexo 10.
            
         
            
               3.5.
            
            
               Os faróis da categoria E podem apresentar na respetiva superfície emissora de luz um centro de referência como o que figura no anexo 11.
            
         
            
               3.6.
            
            
               No caso de luzes com módulos LED, a luz deve ostentar a marcação da tensão nominal, da potência nominal e o código de identificação específico de identificação do módulo de fonte luminosa.
            
         
            
               3.7.
            
            
               Os módulos LED apresentados aquando da homologação de uma luz devem ostentar:
               
                           3.7.1.
                        
                        
                           A marca ou a designação comercial do requerente. Esta marcação deve ser indelével e claramente legível;
                        
                     
                           3.7.2.
                        
                        
                           O código de identificação específico do módulo. Esta marcação deve ser indelével e claramente legível.
                           Este código de identificação específico inclui as letras iniciais «MD» para «MÓDULO», seguidas pela marcação de homologação sem o círculo, conforme prescrito no ponto 4.2.1 seguinte e, no caso de serem utilizados diversos módulos de fonte luminosa não idênticos, seguidas por símbolos ou carateres adicionais; Este código de identificação específico deve ser visível nos desenhos mencionados no ponto 2.2.1. A marcação de homologação não tem de ser a mesma da luz na qual o módulo é utilizado, mas ambas as marcações devem provir do mesmo requerente.
                        
                     
                           3.7.3.
                        
                        
                           Se se tratar de módulos LED não substituíveis, não são exigidas marcações para esses módulos.
                        
                     
         
            
               3.8.
            
            
               Se for utilizado um dispositivo de comando eletrónico de fonte luminosa para o funcionamento dos módulos LED que não faça parte de um módulo LED, o dispositivo deve ser marcado com o(s) código(s) de identificação específico(s), a tensão de entrada e a potência nominais.
            
         
            
               3.9.
            
            
               No caso de unidades de iluminação adicionais, o farol que produz o feixe de cruzamento principal deve ostentar código de identificação específico das unidades de iluminação adicionais referidos no ponto 3.10.2 abaixo.
            
         
            
               3.10.
            
            
               As unidades de iluminação adicionais devem ostentar as seguintes inscrições:
               
                           3.10.1.
                        
                        
                           A marca ou a designação comercial do requerente. Esta marcação deve ser indelével e claramente legível.
                        
                     
                           3.10.2.
                        
                        
                           No caso de fontes luminosas de incandescência, a categoria das lâmpadas de incandescência e/ou
                           Em caso de módulos LED, a tensão e a potência nominais, bem como os códigos de identificação específicos dos módulos LED.
                        
                     
                           3.10.3.
                        
                        
                           Os códigos de identificação específico das unidades de iluminação adicionais. Esta marcação deve ser indelével e claramente legível.
                           Este código de identificação específico inclui as letras iniciais «ALU» para «Unidade de iluminação adicional», seguidas pela marcação de homologação sem o círculo, conforme prescrito no ponto 4.2.1 abaixo (ex. ALU E43 1234) e, no caso de serem utilizados diversos módulos de fonte luminosa não idênticos, seguidas por símbolos ou carateres adicionais (ex. ALU E43 1234-A, ALU E43 1234-B); Este código de identificação específico deve ser visível nos desenhos mencionados no ponto 2.2.1. A marcação de homologação não tem de ser idêntica à da luz na qual as unidades de iluminação adicionais são utilizadas, mas ambas as marcações devem provir do mesmo requerente.
                        
                     
         4.   HOMOLOGAÇÃO
   4.1.   Generalidades
   
            
               4.1.1.
            
            
               Se todas as amostras de um tipo de farol, apresentadas nos termos do ponto 2, cumprirem as disposições do presente regulamento, a homologação é concedida.
            
         
            
               4.1.2.
            
            
               Caso luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente cumpram as prescrições de mais de um regulamento, pode ser afixada uma única marca de homologação internacional, desde que cada uma das luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente cumpra as prescrições que lhe são aplicáveis.
            
         
            
               4.1.3.
            
            
               A cada tipo homologado é atribuído um número de homologação. Os dois primeiros algarismos indicam a série de alterações que incorpora as principais e mais recentes alterações técnicas ao regulamento à data da emissão da homologação. Uma mesma parte contratante não pode atribuir o mesmo número a outro tipo de farol abrangido pelo presente regulamento.
            
         
            
               4.1.4.
            
            
               A concessão, a extensão, a recusa ou a revogação de homologação ou a cessação definitiva da produção de um tipo de farol, nos termos do presente regulamento, devem ser notificadas às partes no Acordo de 1958 que aplicam o presente regulamento, mediante um formulário conforme ao modelo indicado no anexo 1 do presente regulamento.
            
         
            
               4.1.5.
            
            
               Para além da marca prescrita no ponto 3.1, deve ser afixada uma marca de homologação conforme aos pontos 4.2 e 4.3 seguintes nos espaços referidos no ponto 3.2 a cada farol conforme a um tipo homologado nos termos do presente regulamento.
            
         4.2.   Composição da marca de homologação
   A marca de homologação é composta pelos seguintes elementos:
   
               4.2.1.
            
            
               Uma marcação de homologação internacional, constituída por:
               
                           4.2.1.1.
                        
                        
                           Um círculo envolvendo a letra «E», seguida do número distintivo do país que concedeu a homologação (6);
                        
                     
                           4.2.1.2.
                        
                        
                           O número de homologação prescrito no ponto 4.1.3;
                        
                     
         
               4.2.2.
            
            
               O seguinte símbolo adicional:
               
                           4.2.2.1.
                        
                        
                           Uma seta horizontal com uma cabeça em cada extremidade, apontando respetivamente para a esquerda e para a direita;
                        
                     
                           4.2.2.2.
                        
                        
                           Nos faróis que cumpram os requisitos do presente regulamento unicamente em relação ao feixe de cruzamento, as letras «C-AS», para os faróis da classe A, ou «C-BS», para os faróis da classe B, ou «WC-CS», para os faróis da classe C, ou «WC-DS», para os faróis da classe D, ou «WC-ES», para faróis da classe E;
                        
                     
                           4.2.2.3.
                        
                        
                           Nos faróis que cumpram os requisitos do presente regulamento unicamente em relação ao feixe de estrada, as letras «R-BS», para os faróis da classe B, ou «WR-CS», para os faróis da classe C, ou «WR-DS», para os faróis da classe D, ou «WR-ES» para os faróis da classe E;
                        
                     
                           4.2.2.4.
                        
                        
                           Nos faróis que cumpram os requisitos do presente regulamento em relação ao feixe de cruzamento e ao feixe de estrada, as letras «CR-BS», para os faróis da classe B, ou «WCR-CS», para os faróis da classe C, ou «WCR-DS», para os faróis da classe D, ou «WCR-ES», para faróis da classe E;
                        
                     
                           4.2.2.5.
                        
                        
                           Nos faróis que incorporem uma lente de plástico, o par de letras «PL», a afixar próximo dos símbolos prescritos nos pontos 4.2.1 e 4.2.2;
                        
                     
                           4.2.2.6.
                        
                        
                           Nos faróis que cumprem as prescrições do presente regulamento em relação ao feixe de estrada, uma indicação da intensidade luminosa máxima expressa por uma marca de referência, definida no ponto 6.3.4 seguinte, colocada próxima do círculo que rodeia a letra «E».
                        
                     
         
               4.2.3.
            
            
               Em todos os casos, o modo de funcionamento utilizado durante o ensaio de acordo com o ponto 1.1.1.1 do anexo 4 e as tensões admitidas de acordo com o ponto 1.1.1.2 do mesmo anexo devem ser indicados nos formulários de homologação e nos formulários de comunicação transmitidos aos países que são partes contratantes no Acordo e que aplicam o presente regulamento.
               O dispositivo deve ser marcado, nos casos correspondentes, do seguinte modo:
               
                           4.2.3.1.
                        
                        
                           Nos faróis que cumprem os requisitos do presente regulamento concebidos de modo tal que a lâmpada de incandescência, a fonte luminosa de descarga em gás ou os módulos LED do feixe de cruzamento não se iluminem simultaneamente com o de qualquer outra função de iluminação com a qual possa estar mutuamente incorporado: deve ser colocado um traço oblíquo (/) atrás do símbolo da luz de cruzamento na marca de homologação.
                        
                     
         
               4.2.4.
            
            
               Os dois algarismos do número de homologação que indicam a série de alterações que incorporam as principais e mais recentes alterações técnicas introduzidas no regulamento à data da emissão da homologação, e a seta definida no ponto 4.2.2.1 podem ser marcados próximo dos símbolos adicionais acima indicados.
            
         
               4.2.5.
            
            
               As marcas e os símbolos referidos nos pontos 4.2.1 a 4.2.3 devem ser claramente legíveis e indeléveis. Podem ser colocados num elemento interior ou exterior (transparente ou não) do farol, inseparável da parte transparente do farol que emite a luz. Em qualquer caso, devem ser visíveis quando o farol estiver montado no veículo ou quando se abra uma parte amovível, como, por exemplo, a tampa do motor.
            
         4.3.   Disposição da marca de homologação
   
            
               4.3.1.
            
            
               O anexo 2, figuras 1 a 15, do presente regulamento apresenta exemplos de disposições da marca de homologação com os símbolos adicionais acima mencionados.
            
         
            
               4.3.2.
            
            
               Luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente:
               
                           4.3.2.1.
                        
                        
                           Se se verificar que luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente cumprem o prescrito em diversos regulamentos, pode ser aposta uma única marca de homologação internacional, consistindo num círculo em torno da letra «E», seguida do número distintivo do país que emitiu a homologação, e num número de homologação. Essa marca de homologação pode ser colocada em qualquer ponto das luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente, desde que:
                           
                                       4.3.2.1.1.
                                    
                                    
                                       Seja visível tal como previsto no ponto 4.2.5;
                                    
                                 
                                       4.3.2.1.2.
                                    
                                    
                                       Nenhum componente das luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente que transmita luz possa ser removido sem, simultaneamente, se remover a marca de homologação;
                                    
                                 
                     
                           4.3.2.2.
                        
                        
                           O símbolo de identificação de cada luz, específico de cada regulamento ao abrigo do qual a homologação foi concedida, juntamente com a série correspondente de alterações que incorporam as alterações técnicas principais e mais recentes ao regulamento à data de emissão da homologação e, se necessário, a seta exigida, sejam marcados:
                           
                                       4.3.2.2.1.
                                    
                                    
                                       Ou na superfície emissora de luz adequada;
                                    
                                 
                                       4.3.2.2.2.
                                    
                                    
                                       Ou num grupo, de modo tal que cada uma das luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente possa ser claramente identificada;
                                    
                                 
                     
                           4.3.2.3.
                        
                        
                           As dimensões dos elementos de uma marca de homologação única não devem ser inferiores às dimensões mínimas exigidas para a menor marca individual pelo regulamento ao abrigo do qual a homologação tiver sido concedida.
                        
                     
                           4.3.2.4.
                        
                        
                           A cada tipo homologado é atribuído um número de homologação. A mesma parte contratante não pode atribuir o mesmo número a outro modelo de luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente, abrangidas pelo presente regulamento.
                        
                     
                           4.3.2.5.
                        
                        
                           A figura 13 do anexo 2 do presente regulamento dá exemplos de disposições de marcas de homologação para luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente, com todos os símbolos adicionais atrás referidos.
                        
                     
         
            
               4.3.3.
            
            
               Luzes cujas lentes são utilizadas com diferentes tipos de faróis e que podem ser incorporadas mutuamente ou agrupadas com outras luzes:
               É aplicável o disposto no ponto 4.3.2.
               
                           4.3.3.1.
                        
                        
                           Além disso, no caso de se utilizar a mesma lente, esta pode ostentar as diferentes marcas de homologação relativas aos diferentes tipos de faróis ou unidades de luzes, desde que o corpo principal do farol, ainda que não possa ser separado da lente, inclua também o espaço referido no ponto 3.2 e ostente as marcas de homologação das funções reais. Se diferentes tipos de faróis possuírem o mesmo corpo principal, este último pode ostentar diferentes marcas de homologação.
                        
                     
                           4.3.3.2.
                        
                        
                           A figura 14 do anexo 2 do presente regulamento dá exemplos de disposições de marcas de homologação relativas ao caso acima.
                        
                     
         5.   PRESCRIÇÕES GERAIS (7)
   
   5.1.   Cada amostra deve cumprir o disposto nos pontos 6, 7 e 8 abaixo.
   5.2.   Os faróis devem ser construídos de tal forma que, nas condições normais de utilização e apesar das vibrações às quais possam estar sujeitos, mantenham as características fotométricas prescritas e um bom estado de funcionamento.
   5.2.1.   Os faróis devem ser instalados com um dispositivo que lhes permita serem regulados nos veículos de modo a cumprirem as regras que lhes são aplicáveis. Tal dispositivo pode oferecer ou não regulação horizontal, desde que os faróis tenham sido projetados para manterem a regulação horizontal correta, mesmo depois de ter sido efetuada uma regulação vertical. Tal dispositivo é dispensável nas unidades com refletor e lente difusora inseparáveis, desde que a utilização de tais unidades se confine a veículos em que a regulação do farol possa ser efetuada por outros meios.
   Quando um farol que emite um feixe de cruzamento e um farol que emite um feixe de estrada, cada um deles equipado com as suas próprias lâmpadas de incandescência, fonte luminosa de descarga em gás ou módulos LED, forem montados de modo a que formem uma unidade composta, o dispositivo de regulação deve permitir a regulação individual de cada sistema ótico.
   5.2.2.   Todavia, estas prescrições não são aplicáveis a conjuntos de faróis cujos refletores sejam indivisíveis. A este tipo de conjunto é aplicável o disposto no ponto 6.3 do presente regulamento.
   5.3.   Classe A, B, C ou D
   5.3.1.   Os faróis devem ser equipados com lâmpadas de incandescência homologadas nos termos do Regulamento n.o 37 e/ou, para os faróis da classe C ou D, com módulos LED.
   No caso de utilização de fonte luminosas adicionais e/ou unidades de iluminação adicionais para produzir iluminação de curvas, só serão utilizadas as categorias de lâmpadas de incandescência abrangida pelo Regulamento n.o 37, desde que não estejam previstas quaisquer restrições ao seu uso para iluminação de curvas no Regulamento n.o 37 e respetiva série de alterações em vigor à data de apresentação do pedido de homologação, e/ou módulos LED.
   5.3.2.   É possível utilizar duas fontes luminosas de incandescência para o feixe de cruzamento principal e várias fontes luminosas de incandescência para o feixe de estrada.
   Pode ser utilizada qualquer lâmpada de incandescência em conformidade com o Regulamento n.o 37 desde que:
   
               a)
            
            
               não estejam previstas quaisquer restrições ao seu uso neste mesmo Regulamento n.o 37 e respetiva série de alterações em vigor na data do pedido de homologação;
            
         
               b)
            
            
               para as classes A e B, o fluxo luminoso de referência a 13,2 V para as luzes de cruzamento principais não exceda 900 lm;
            
         
               c)
            
            
               para as classes C e B, o fluxo luminoso de referência a 13,2 V para as luzes de cruzamento principais não exceda 2 000 lm;
            
         A conceção do dispositivo deve ser de molde a que a lâmpada de incandescência possa ser montada exclusivamente na posição correta (8).
   O suporte da lâmpada de incandescência deve ser conforme às características indicadas na publicação n.o 60061 da CEI. Aplica-se a ficha técnica do suporte correspondente à categoria de lâmpada de incandescência utilizada.
   5.3.3.   Para lâmpadas equipadas com módulos LED:
   
               5.3.3.1.
            
            
               Os eventuais dispositivos de comando eletrónico de fonte luminosa devem ser considerados parte do farol; podem ser parte dos módulos LED;
            
         
               5.3.3.2.
            
            
               O farol e os módulos LED devem cumprir os requisitos relevantes constantes do anexo 12 do presente regulamento. Será testada a conformidade com as prescrições.
            
         
               5.3.3.3.
            
            
               O fluxo luminoso objetivo de todos os módulos LED que produzem o feixe de cruzamento principal deve ser medido tal como descrito no ponto 5 do anexo 12. São aplicáveis os seguintes limites mínimos e máximos:
               
                            
                        
                        
                           Faróis
                           Classe A
                        
                        
                           Faróis
                           Classe B
                        
                        
                           Faróis
                           Classe C
                        
                        
                           Faróis
                           Classe D
                        
                     
                           Feixe de cruzamento principal
                        
                        
                           150 lúmenes
                        
                        
                           350 lúmenes
                        
                        
                           500 lúmenes
                        
                        
                           1 000 lúmenes
                        
                     
                           Feixe de cruzamento principal
                        
                        
                           900 lúmenes
                        
                        
                           1 000 lúmenes
                        
                        
                           2 000 lúmenes
                        
                        
                           2 000 lúmenes
                        
                     
         
               5.3.3.4.
            
            
               No caso de um módulo LED substituível, a remoção e substituição deste módulo LED, tal como descrito no anexo 12, ponto 1.4.1, deve ser demonstrada a contento do serviço técnico.
            
         5.4.   Faróis da classe E:
   5.4.1.   Os faróis devem ser equipados com fontes luminosa de descarga em gás homologadas nos termos do Regulamento n.o 99 e/ou com módulos LED.
   No caso de utilização de fonte luminosas adicionais e/ou unidades de iluminação adicionais para produzir iluminação de curvas, só serão utilizadas as categorias de lâmpadas de incandescência abrangida pelo Regulamento n.o 37, desde que não estejam previstas quaisquer restrições ao seu uso para iluminação de curvas no Regulamento n.o 37 e respetiva série de alterações em vigor à data de apresentação do pedido de homologação, e/ou módulos LED.
   5.4.2.   No caso de fontes luminosas de descarga substituíveis, o suporte da luz deve respeitar as características de dimensão indicadas na ficha técnica da Publicação da CEI 60061-2 relevantes em relação à categoria de fonte luminosa de descarga em gás utilizada. A fonte luminosa de descarga em gás tem de caber facilmente no farol.
   5.4.3.   No caso de módulos LED, são aplicáveis os seguintes requisitos:
   
               5.4.3.1.
            
            
               Os eventuais dispositivos de comando eletrónico de fonte luminosa devem ser considerados parte do farol; podem ser parte dos módulos LED;
            
         
               5.4.3.2.
            
            
               O farol e os módulos LED devem cumprir os requisitos relevantes constantes do anexo 12 do presente regulamento. Será testada a conformidade com as prescrições.
            
         
               5.4.3.3.
            
            
               O fluxo luminoso objetivo de todos os módulos LED que produzem o feixe de cruzamento principal deve ser medido tal como descrito no ponto 5 do anexo 12. São aplicáveis os seguintes limites mínimos:
               
                            
                        
                        
                           Faróis da classe E:
                        
                     
                           Feixe de cruzamento principal:
                        
                        
                           2 000 lúmenes
                        
                     
         5.5.   Além disso, no caso dos faróis das classes B, C, D ou E, devem ser efetuados ensaios complementares de acordo com o disposto no anexo 4, para garantir a inexistência de alterações excessivas no desempenho fotométrico durante a utilização.
   5.6.   Se o farol da classe B, C, D ou E possuir lente de plástico, devem ser realizados ensaios de acordo com o disposto no anexo 6.
   5.7.   Nos faróis concebidos para emitir alternativamente um feixe de cruzamento e um feixe de estrada, ou sistemas de faróis que incluam fontes luminosas adicionais e/ou unidades de iluminação adicionais destinadas à iluminação das curvas, qualquer dispositivo mecânico, eletromecânico ou outro incorporado no farol para este efeito, deve ser construído de modo tal que:
   
               5.7.1.
            
            
               O dispositivo seja suficientemente robusto para suportar 50 000 operações em condições normais de utilização. A fim de verificar a conformidade com este requisito, o serviço técnico responsável pela realização dos ensaios de homologação pode:
               
                           a)
                        
                        
                           exigir que o requerente forneça o equipamento necessário para a realização do ensaio;
                        
                     
                           b)
                        
                        
                           prescindir do ensaio se o farol apresentado pelo requerente for acompanhado de um relatório de ensaio emitido por um serviço técnico responsável pela realização de ensaios de homologação de faróis do mesmo tipo de construção (montagem) que confirme o cumprimento deste requisito.
                        
                     
         
               5.7.2.
            
            
               Com exceção das fontes luminosas adicionais e das unidades de iluminação adicionais usados para produzir iluminação de curvas, deve ser possível, em caso de avaria, obter automaticamente um feixe de cruzamento ou um estado tal que os valores fotométricos não excedam 1 200 cd na zona 1 e, pelo menos, 2 400 cd em 0,86D-V por meio da extinção, enfraquecimento ou redução do feixe e/ou substituição de função;
            
         
               5.7.3.
            
            
               Com exceção das fontes luminosas adicionais e das unidades de iluminação adicionais usadas para produzir iluminação de curvas, se obtenha sempre o feixe de cruzamento ou o feixe de estrada, sem qualquer possibilidade de o mecanismo parar entre as duas posições;
            
         
               5.7.4.
            
            
               O utilizador não pode, com ferramentas vulgares, mudar a forma ou a posição das partes móveis.
            
         5.8.   No caso da classe E, o sistema de farol e balastro não deve gerar radiações ou perturbações nas linhas elétricas suscetíveis de causar o mau funcionamento de outros sistemas elétricos/eletrónicos do veículo (9).
   5.9.   As definições dos pontos 2.7.1.1.3 e 2.7.1.1.7 do Regulamento n.o 48 permitem a utilização de módulos LED, que possam conter suportes para outras fontes luminosas. Não obstante esta disposição, não são autorizadas misturas de LED e outras fontes luminosas para o feixe de cruzamento ou os feixes de estrada, tal como especificado no presente regulamento.
   5.10.   Um módulo LED deve ser:
   
               a)
            
            
               removível unicamente mediante a utilização de ferramentas, a menos que seja indicado no formulário de comunicação que o módulo LED não é substituível, e
            
         
               b)
            
            
               concebido de tal modo que, independentemente da utilização de ferramentas, não possa ser mecanicamente permutável com qualquer outra fonte de luz substituível homologada.
            
         6.   ILUMINAÇÃO
   6.1.   Prescrições gerais
   6.1.1.   Os faróis devem ser construídos de forma a darem uma iluminação adequada sem encandeamento ao emitirem o feixe de cruzamento e uma boa iluminação ao emitirem o feixe de estrada.
   6.1.2.   A intensidade luminosa produzida pelo farol deve ser medida a 25 m de distância por meio de uma célula fotoelétrica, cuja área efetiva deve estar contida num quadrado de 65 mm de lado. O ponto HV é o ponto central do sistema de coordenadas com um eixo polar vertical. A linha H é a horizontal que passa por HV (ver anexo 3 do presente regulamento).
   6.1.3.   Para as classes A, B, C ou D
   6.1.3.1.   Para além dos módulos LED, os faróis devem ser verificados por meio de uma lâmpada de incandescência normalizada (padrão) incolor, concebida para uma tensão nominal de 12 V. Durante o ensaio do farol, a tensão nos terminais da lâmpada de incandescência deve ser regulada de modo a obter o fluxo luminoso de referência a 13,2 V, conforme indicado na ficha técnica pertinente do Regulamento n.o 37.
   A fim de proteger a lâmpada de incandescência normalizada (padrão) durante o processo de medição fotométrica, são admitidas medições a um fluxo luminoso distinto do fluxo luminoso de referência a 13,2 V. Se o laboratório de ensaio optar por efetuar medições de acordo com esta modalidade, a intensidade luminosa é corrigida através da multiplicação do valor medido pelo fator Flamp da lâmpada de incandescência normalizada (padrão), a fim de verificar a conformidade com os requisitos fotométricos, em que:
   
      F lamp
      = Φ referência/Φ test
   
   Φ reference é o fluxo luminoso de referência a 13,2 V, conforme especificado na ficha técnica relevante do Regulamento n.o 37
   Φ test é o verdadeiro fluxo luminoso utilizado para as medições.
   6.1.3.2.   Em função do número de lâmpadas de incandescência para o qual é concebido, o farol é considerado aceitável se cumprir os requisitos do ponto 6 com o mesmo número de lâmpadas de incandescência normalizadas (padrão) que possa ser apresentado com o farol.
   6.1.3.3.   Os módulos LED devem ser medidos em condições de tensão de 6,3 V ou 13,2 V, respetivamente, salvo especificação em contrário no presente regulamento. Os módulos LED acionados por um dispositivo de comando eletrónico de fonte luminosa devem ser medidos nas condições especificadas pelo requerente.
   6.1.4.   Para a classe E, com uma ou mais fontes luminosas de descarga em gás homologadas) nos termos do Regulamento n.o 99.
   6.1.4.1.   O farol deve ser considerado satisfatório se os requisitos fotométricos previstos no presente ponto 6 forem cumpridos com uma fonte luminosa envelhecida, pelo menos, durante 15 ciclos, nos termos do anexo 4, n.o 4, do Regulamento n.o 99.
   Se a fonte luminosa de descarga em gás for homologada em conformidade com o Regulamento n.o 99, deve ser uma lâmpada de incandescência normalizada (padrão) e o seu fluxo luminoso de referência pode diferir do fluxo luminoso objetivo especificado no Regulamento n.o 99. Neste caso, as iluminâncias devem ser corrigidas em conformidade.
   A correção anterior não é aplicável a sistemas de iluminação por repartição que utilizem fontes luminosas de descarga em gás não substituíveis ou a faróis com os balastros total ou parcialmente integrados.
   Se a fonte luminosa de descarga em gás não for homologada em conformidade com o Regulamento n.o 99, deve ser uma fonte luminosa não substituível de série.
   A tensão aplicada aos terminais dos balastros deve ser a seguinte: ou: 13,2 V ± 0,1 V para sistemas 12 V, salvo especificação em contrário (ver anexo 11).
   6.1.4.2.   As dimensões que determinam a posição do arco no interior da fonte luminosa de descarga em gás normalizada figuram na ficha técnica relevante do Regulamento n.o 99.
   6.1.4.3.   Quatro segundos após a ignição de um farol que esteve apagado durante 30 minutos ou mais, devem ser atingidos, no mínimo, 37 500 cd no ponto HV de um feixe de estrada e 3 750 cd no ponto 2 (0,86D-V) de um feixe de cruzamento para faróis em que as funções de feixe de estrada estejam incorporadas com as de feixe de cruzamento, ou 3 750 cd no ponto 2 (0,86D-V) para faróis que só tenham a função de feixes de cruzamento. A alimentação deve ser suficiente para permitir atingir rapidamente uma impulsão elétrica elevada.
   6.1.5.   Para a classe E, com um ou mais módulos LED:
   6.1.5.1.   Os módulos LED devem ser medidos em condições de tensão de 6,3 V ou 13,2 V, respetivamente, salvo especificação em contrário no presente regulamento. Os módulos LED acionados por um dispositivo de comando eletrónico de fonte luminosa devem ser medidos nas condições especificadas pelo requerente.
   6.1.6.   No caso de sistemas de faróis com fontes luminosas adicionais e/ou unidades de iluminação adicionais usados para produzir iluminação de curvas, as fontes luminosas adicionais devem ser medidas de acordo com os pontos 6.1.3, 6.1.4 e 6.1.5.
   6.2.   Prescrições relativas aos feixes de cruzamento
   6.2.1.   Para uma orientação correta, o feixe de cruzamento principal deve produzir um «recorte» suficientemente nítido de forma a permitir uma regulação visual satisfatória com a ajuda deste, nos termos do ponto 6.2.2 abaixo. A orientação é determinada através de um painel plano colocado verticalmente a uma distância de 10 m ou 25 m à frente do farol e nos ângulos à direita de H-V. O painel deve ser suficientemente largo para permitir o exame e a regulação da linha de «recorte» do feixe de cruzamento numa amplitude de, pelo menos, 3° para cada lado da linha V-V. O «recorte» deve ser sensivelmente horizontal e tão direito quanto possível a partir de pelo menos 3° à esquerda até 3° à direita. Se a regulação visual der origem a problemas ou a posições ambíguas, o método instrumental especificado no anexo 9, n.os 2 e 4 devem ser aplicadas e a qualidade, ou seja, a nitidez e a linearidade do recorte devem ser verificadas no desempenho.
   6.2.2.   O feixe de cruzamento principal deve ser orientado de modo a que:
   
               6.2.2.1.
            
            
               Regulação horizontal: Lateralmente, o farol deve ser orientado de tal forma que o feixe seja o mais simétrico possível em relação à linha V-V
            
         
               6.2.2.2.
            
            
               Regulação vertical: a parte horizontal da linha de «recorte» é regulada na sua posição nominal (0,57°) abaixo da linha H-H.
               Se, contudo, a regulação vertical não puder ser repetida até se encontrar a posição adequada dentro das margens de tolerância admitidas, aplica-se o método de verificação por meio de instrumentos especificado no anexo 9, n.os 4 e 5 para o ensaio de verificação da conformidade com a qualidade mínima exigida quanto à linha de «recorte» e para efetuar a regulação vertical do feixe.
            
         6.2.3.   Orientado dessa maneira, se a sua homologação for solicitada exclusivamente para um feixe de cruzamento (10), o farol terá apenas de cumprir os requisitos dos pontos 6.2.5 a 6.2.6 abaixo; se se destinar a emitir um feixe de cruzamento e um feixe de estrada, deve cumprir os requisitos dos pontos 6.2.5, 6.2.6 e 6.3.
   6.2.4.   Se um farol alinhado da forma acima indicada não cumprir aos requisitos dos pontos 6.2.5, 6.2.6 e 6.3, é permitido alterar o alinhamento, salvo no caso de faróis que não possuam mecanismo de regulação horizontal, desde que o eixo do feixe não seja deslocado lateralmente mais de 0,5° para a direita ou para a esquerda e mais de 0,25 ° para cima ou para baixo. Para facilitar o alinhamento por meio do «recorte», o farol pode ser parcialmente ocultado para tornar o «recorte» mais nítido. Não deverá, porém, prolongar-se para além da linha H-H.
   6.2.5.   O feixe de cruzamento deve cumprir os requisitos indicados no quadro a seguir apresentado, bem como na figura apresentada no anexo 3.
   
      Notas:
   
   Para faróis da classe E, a tensão aplicada aos terminais dos balastros é 13,2 V ± 0,1 V para sistemas de 12 V, salvo especificação em contrário (ver anexo 11).
   
               «D»
            
            
               significa sob a linha H-H.
            
         
               «U»
            
            
               significa acima da linha H-H.
            
         
               «R»
            
            
               significa à direita da linha V-V.
            
         
               «L»
            
            
               significa à esquerda da linha V-V.
            
         6.2.5.1.   Para os faróis da classe A (figura B do anexo 3):
   
               Ponto/linha/zona de ensaio
            
            
               Coordenadas angulares — graus (11)
               
            
            
               Intensidade luminosa mínima, em cd
            
         
               Qualquer ponto na zona 1
            
            
               0° a 15° U
            
            
               5° L a 5° R
            
            
               ≤ 320 cd
            
         
               Qualquer ponto na linha 25L a 25R
            
            
               1,72° D
            
            
               5° L a 5° R
            
            
               ≥ 1 100 cd
            
         
               Qualquer ponto na linha 12,5L a 12,5R
            
            
               3,43° D
            
            
               5° L a 5° R
            
            
               ≥ 550 cd
            
         6.2.5.2.   Para os faróis da classe B (figura C do anexo 3):
   
               Localização do ponto/linha/zona de ensaio
            
            
               Coordenadas angulares — graus (12)
               
            
            
               Intensidade luminosa mínima, em cd
            
         
               Qualquer ponto na zona 1
            
            
               0° a 15° U
            
            
               5° L a 5° R
            
            
               ≤ 700 cd
            
         
               Qualquer ponto sobre a linha 50L a 50R, exceto 50 V
            
            
               0,86° D
            
            
               2,5° L a 2,5° R
            
            
               ≥ 1 100 cd
            
         
               Ponto 50V
            
            
               0,86° D
            
            
               0
            
            
               ≥ 2 200 cd
            
         
               Qualquer ponto na linha 25L a 25R
            
            
               1,72° D
            
            
               5° L a 5° R
            
            
               ≥ 2 200 cd
            
         
               Qualquer ponto na zona 2
            
            
               0,86° D a 1,72° D
            
            
               5° L a 5° R
            
            
               ≥ 1 100 cd
            
         6.2.5.3.   Para os faróis da classe C, D ou E (figura D do anexo 3):
   
               Localização do ponto/linha/zona de ensaio
            
            
               Coordenadas angulares do ponto de ensaio— graus (13)
               
            
            
               Intensidade luminosa mínima, em cd
            
         
               Mínimo
            
            
               Máximo
            
         
               Classe C
            
            
               Classe D
            
            
               Classe E
            
            
               Classes C, D e E
            
         
               1
            
            
               0,86° D
            
            
               3,5° R
            
            
               2 000
            
            
               2 000
            
            
               2 500
            
            
               13 750
            
         
               2
            
            
               0,86° D
            
            
               0
            
            
               2 450
            
            
               4 900
            
            
               4 900
            
            
               —
            
         
               3
            
            
               0,86° D
            
            
               3,5° L
            
            
               2 000
            
            
               2 000
            
            
               2 500
            
            
               13 750
            
         
               4
            
            
               0,50° U
            
            
               1,50° L e 1,50° R
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               900
            
         
               5
            
            
               2,00° D
            
            
               15° L e 15° R
            
            
               550
            
            
               1 100
            
            
               1 100
            
            
               —
            
         
               6
            
            
               4,00° D
            
            
               20° L e 20° R
            
            
               150
            
            
               300
            
            
               600
            
            
               —
            
         
               7
            
            
               0
            
            
               0
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               1 700
            
         
               Linha 1
            
            
               2,00° D
            
            
               9° L a 9° R
            
            
               1 350
            
            
               1 350
            
            
               1 900
            
            
               —
            
         
               8 (14)
               
            
            
               4,00° U
            
            
               8,0° L
            
            
               
                  
                (14)
            
            
               700
            
         
               9 (14)
               
            
            
               4,00° U
            
            
               0
            
            
               700
            
         
               10 (14)
               
            
            
               4,00° U
            
            
               8,0° R
            
            
               700
            
         
               11 (14)
               
            
            
               2,00° U
            
            
               4,0° L
            
            
               
                  
                (14)
            
            
               900
            
         
               12 (14)
               
            
            
               2,00° U
            
            
               0
            
            
               900
            
         
               13 (14)
               
            
            
               2,00° U
            
            
               4,0° R
            
            
               900
            
         
               14 (14)
               
            
            
               0
            
            
               8,0° L e 8,0° R
            
            
               50 cd (14)
               
            
            
               50 cd (14)
               
            
            
               50 cd (14)
               
            
            
               —
            
         
               15 (14)
               
            
            
               0
            
            
               4,0° L e 4,0° R
            
            
               100 cd (14)
               
            
            
               100 cd (14)
               
            
            
               100 cd (14)
               
            
            
               900
            
         
               Zona 1
            
            
               1° U/8° L-4° U/8° L-4° U/8° R-1° U/8° R-0/4° R-0/1° R-0.6 ° U/0-0/1° L-0/4 °L-1° U/8° L
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               900
            
         
               Zona 2
            
            
               > 4U a < 15 U
            
            
               8° L a 8° R
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               700
            
         Outro texto geral:
   Homologação UNECE do fluxo luminoso de referência nos termos do Regulamento n.o 37.
   Regulação nominal para a fotometria:
   
               Vertical:
            
            
               1 por cento D (0,57°D)
            
            
               Horizontal:
            
            
               0°
            
         Tolerâncias admitidas para a fotometria:
   
               Vertical:
            
            
               0,3° D a 0,8° D
            
            
               Horizontal:
            
            
               ± 0,5° D L-R
            
         6.2.6.   A luz deve repartir-se de forma tão uniforme quanto possível nas zonas 1 e 2 no caso dos faróis das classes C, D ou E.
   6.2.6.1.   Contudo, as fontes luminosas ou unidades de iluminação adicionais não devem ser ativadas quando o ângulo de inclinação lateral for inferior a 3°.
   6.2.7.   Admite-se uma ou duas fontes luminosas de incandescência (classes A, B, C, D) ou uma fonte luminosa de descarga em gás (classe E) ou um ou mais módulos LED (classes C, D, E) para o feixe de cruzamento principal.
   6.2.8.   Fonte(s) luminosa(s) adicional(is) e/ou unidade(s) de iluminação(s) adicional(is) usados para produzir iluminação de curvas é(são), desde que:
   
               6.2.8.1.
            
            
               Os seguintes requisitos relativos à iluminação devem ser satisfeitos, quando o feixe de cruzamento principal e adicional correspondente(s) fonte(s) luminosa(s) usados para produzir iluminação de curvas são ativados simultaneamente:
               
                           a)
                        
                        
                           Lado esquerdo (quando o motociclo é rodado para a esquerda em torno do seu eixo longitudinal), os valores de intensidade luminosa não devem exceder 900 cd na zona HH a 15° acima da linha HH e 10 graus à esquerda de VV.
                        
                     
                           b)
                        
                        
                           Lado direito (quando o motociclo é rodado para a esquerda em torno do seu eixo longitudinal), os valores de intensidade luminosa não devem exceder 900 cd na zona HH a 15° acima da linha HH e 10 graus à esquerda de VV.
                        
                     
         
               6.2.8.2.
            
            
               Este ensaio deve ser efetuado com o ângulo de inclinação mínimo especificado pelo requerente, sendo a condição simulada pelo suporte de ensaio, etc.
            
         
               6.2.8.3.
            
            
               Para esta medição, a pedido do requerente, o feixe de cruzamento principal e as fontes luminosa adicionais usadas para produzir iluminação de curvas, podem ser medidas individualmente e os valores fotométricos obtidos combinados para determinar a conformidade com os valores de intensidade luminosa especificados.
            
         6.3.   Prescrições relativas aos feixes de estrada
   6.3.1.   No caso de um farol concebido para emitir um feixe de estrada e um feixe de cruzamento, as medições da intensidade luminosa produzida pelo feixe de estrada devem ser feitas com o mesmo alinhamento do farol previsto no ponto 6.2; um farol que emita apenas um feixe de estrada deve ser regulado de modo tal que a área de intensidade luminosa máxima (IM) esteja centrada no ponto de intersecção das linhas H-H e V-V; tal farol apenas tem de cumprir os requisitos referidos no ponto 6.3.
   6.3.2.   Independentemente do tipo de fonte luminosa (módulos LED, fontes luminosas de incandescência ou fontes luminosas de descarga em gás) utilizada para produzir o feixe de cruzamento principal, várias fontes luminosas:
   
               a)
            
            
               Uma ou mais fontes luminosas de incandescência previstas no Regulamento n.o 37 (classes A, B, C, D);
               ou
            
         
               b)
            
            
               Fontes luminosas de descarga em gás previstas no Regulamento n.o 99 (classe E); ou
            
         
               c)
            
            
               Admite-se a utilização de módulos LED para um dos feixes de estrada.
            
         6.3.3.   À exceção dos faróis da classe A, a intensidade luminosa produzida pelo feixe de estrada deve ser conforme aos requisitos do ponto 6.3.3.1 (feixe de estrada primário) ou do ponto 6.3.3.2 (feixe de estrada secundário).
   Um feixe de estrada primário em conformidade com os requisitos do ponto 6.3.3.1 pode ser aprovado em qualquer caso.
   Um feixe de estrada secundário em conformidade com os requisitos do ponto 6.3.3.2 só pode ser aprovado se o feixe de estrada for acionado conjuntamente com um feixe de cruzamento ou um feixe de estrada primário. Se assim for, há que indicá-lo claramente no formulário de comunicação do anexo 1, ponto 9.1).
   6.3.3.1.   A intensidade luminosa do feixe de estrada primário deve respeitar o seguinte quadro (figura E do anexo 3):
   
               Número do ponto de ensaio
            
            
               Coordenadas angulares do ponto de ensaio — graus (15)
               
            
            
               Intensidade luminosa exigida [cd]
            
         
               Classe B
            
            
               Classe C
            
            
               Classes D e E
            
         
               MÍN
            
            
               MÁX
            
            
               MÍN
            
            
               MÁX
            
            
               MÍN
            
            
               MÁX
            
         
               1
            
            
               H-V
            
            
               16 000
            
            
               —
            
            
               20 000
            
            
               —
            
            
               30 000
            
            
               —
            
         
               2
            
            
               H-2,5° R e 2,5° L
            
            
               9 000
            
            
               —
            
            
               10 000
            
            
               —
            
            
               20 000
            
            
               —
            
         
               3
            
            
               H-5° R e 5° L
            
            
               2 500
            
            
               —
            
            
               3 500
            
            
               —
            
            
               5 000
            
            
               —
            
         
               4
            
            
               H-9° R e 9° L
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               2 000
            
            
               —
            
            
               3 400
            
            
               —
            
         
               5
            
            
               H-12° R e 12° L
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               600
            
            
               —
            
            
               1 000
            
            
               —
            
         
               6
            
            
               2° U-V
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               1 000
            
            
               —
            
            
               1 700
            
            
               —
            
         
                
            
            
               Intensidade luminosa mínima do máximo (IM)
            
            
               20 000
            
            
               —
            
            
               25 000
            
            
               —
            
            
               40 000
            
            
               —
            
         
                
            
            
               Intensidade luminosa máxima do máximo (IM)
            
            
               —
            
            
               215 000
            
            
               —
            
            
               215 000
            
            
               —
            
            
               215 000
            
         6.3.3.2.   A intensidade luminosa do feixe de estrada secundário deve respeitar o seguinte quadro (figura F do anexo 3):
   
               Número do ponto de ensaio
            
            
               Coordenadas angulares do ponto de ensaio — graus (16)
               
            
            
               Intensidade luminosa exigida [cd]
            
         
               Classe B
            
            
               Classe C
            
            
               Classes D e E
            
         
               MÍN
            
            
               MÁX
            
            
               MÍN
            
            
               MÁX
            
            
               MÍN
            
            
               MÁX
            
         
               1
            
            
               H-V
            
            
               16 000
            
            
               —
            
            
               20 000
            
            
               —
            
            
               30 000
            
            
               —
            
         
               2
            
            
               H-2,5° R e 2,5° L
            
            
               9 000
            
            
               —
            
            
               10 000
            
            
               —
            
            
               20 000
            
            
               —
            
         
               3
            
            
               H-5° R e 5° L
            
            
               2 500
            
            
               —
            
            
               3 500
            
            
               —
            
            
               5 000
            
            
               —
            
         
               6
            
            
               2° U-V
            
            
               —
            
            
               —
            
            
               1 000
            
            
               —
            
            
               1 700
            
            
               —
            
         
                
            
            
               Intensidade luminosa mínima do máximo (IM)
            
            
               20 000
            
            
               —
            
            
               25 000
            
            
               —
            
            
               40 000
            
            
               —
            
         
                
            
            
               Intensidade luminosa máxima do máximo (IM)
            
            
               —
            
            
               215 000
            
            
               —
            
            
               215 000
            
            
               —
            
            
               215 000
            
         6.3.4.   A marca de referência (I′M) da intensidade luminosa máxima (IM), definida nos pontos 4.2.2.6 e 6.3.3.1 ou 6.3.3.2 é dada pela fórmula:
   
      I′M
      = IM/4 300
   Este valor deve ser arredondado para 7,5 - 10 - 12,5 - 17,5 - 20 - 25 - 27,5 - 30 - 37,5 - 40 - 45 - 50.
   6.4.   No caso de faróis com um refletor regulável, são efetuados ensaios adicionais depois de o refletor ter sido movido verticalmente ± 2°, ou pelo menos para a posição máxima, se inferior a 2°, a partir da sua posição inicial, por meio do dispositivo de regulação dos faróis. O farol completo deve voltar a ser colocado na posição anterior (por meio do goniómetro, por exemplo), deslocando-o o mesmo número de graus em sentido contrário ao movimento do refletor. Serão efetuadas as seguintes medições, e os pontos devem situar-se dentro dos limites prescritos:
   
               Feixe de cruzamento
            
            
               :
            
            
               pontos HV e 0,86 D-V
            
         
               Feixe de estrada
            
            
               :
            
            
               IM e ponto HV (percentagem de IM).
            
         6.5.   Os valores de iluminação do painel referidos nos pontos 6.2 e 6.3 devem ser medidos por meio de um fotorreceptor, cuja área efetiva deve estar contida num quadrado de 65 mm de lado.
   7.   COR
   
            
               7.1.
            
            
               A cor da luz emitida deve ser branca.
            
         8.   MODIFICAÇÃO DO TIPO DE FAROL E EXTENSÃO DA HOMOLOGAÇÃO
   
            
               8.1.
            
            
               Qualquer modificação do tipo de farol deve ser notificada à entidade homologadora que o homologou. O referido serviço pode então:
               
                           8.1.1.
                        
                        
                           Considerar que as modificações introduzidas não são suscetíveis de ter efeitos adversos apreciáveis e que, em qualquer caso, o farol ainda cumpre as prescrições; ou
                        
                     
                           8.1.2.
                        
                        
                           Exigir um novo relatório de ensaio do serviço técnico responsável pela realização dos ensaios.
                        
                     
         
            
               8.2.
            
            
               A confirmação ou recusa da homologação, especificando as alterações, deve ser comunicada pelo procedimento especificado no ponto 4.1.4 às partes no Acordo que apliquem o presente regulamento.
            
         
            
               8.3.
            
            
               A autoridade competente para efeitos de extensão da homologação atribui um número de série a cada ficha de comunicação emitida neste contexto e notifica o facto às outras partes do Acordo de 1958 que aplicam o presente regulamento, por meio de uma ficha de comunicação conforme com o modelo do anexo 1 do presente regulamento.
            
         9.   CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
   Os procedimentos relativos à conformidade da produção devem estar de acordo com os indicados no apêndice 2 do Acordo (E/ECE/324-E/ECE/TRANS/505/Rev.2), tendo em conta o seguinte:
   
               9.1.
            
            
               Os faróis homologados nos termos do presente regulamento devem ser construídos de modo tal que se conformem ao tipo homologado, através do cumprimento dos requisitos estabelecidos nos pontos 6 e 7.
            
         
               9.2.
            
            
               Devem ser cumpridos os requisitos mínimos aplicáveis aos procedimentos de controlo da conformidade da produção constantes do anexo 5 do presente regulamento,
            
         
               9.3.
            
            
               Devem ser satisfeitos os requisitos mínimos enunciados no anexo 7 do presente regulamento, no que se refere à amostragem efetuada por um inspetor.
            
         
               9.4.
            
            
               A entidade que tiver concedido a homologação pode verificar, a qualquer momento, os métodos de controlo da conformidade aplicados em cada unidade de produção. A frequência normal dessas verificações é bienal.
            
         
               9.5.
            
            
               Os faróis com defeitos evidentes não são tidos em conta.
            
         
               9.6.
            
            
               Os pontos de medição 8 a 15 do ponto 6.2.5.3 do presente regulamento não são considerados.
            
         10.   SANÇÕES PELA NÃO CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
   
            
               10.1.
            
            
               A homologação concedida a um tipo de farol nos termos do presente regulamento pode ser revogada se as prescrições não forem cumpridas ou se um farol que exibe a marca de homologação não for conforme ao tipo homologado.
            
         
            
               10.2.
            
            
               Se uma parte contratante no Acordo que aplique o presente regulamento revogar uma homologação que havia previamente concedido, deve informar desse facto as outras partes contratantes que apliquem o presente regulamento mediante um formulário de comunicação conforme ao modelo constante do anexo 1 do presente regulamento.
            
         11.   CESSAÇÃO DEFINITIVA DA PRODUÇÃO
   Se o titular da homologação deixar completamente de fabricar um tipo de farol homologado nos termos do presente regulamento, deve desse facto informar a entidade que concedeu a homologação. Após receber a comunicação correspondente, essa entidade deve do facto informar as outras partes no Acordo de 1958 que apliquem o presente regulamento mediante um formulário de comunicação conforme ao modelo constante do anexo 1 do presente regulamento.
   12.   DESIGNAÇÕES E ENDEREÇOS DOS SERVIÇOS TÉCNICOS RESPONSÁVEIS PELA REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO E DAS ENTIDADES HOMOLOGADORAS
   As partes no Acordo de 1958 que apliquem o presente regulamento devem comunicar ao Secretariado das Nações Unidas os nomes e os endereços dos serviços técnicos responsáveis pela realização dos ensaios de homologação e das entidades homologadoras aos quais devem ser enviados os formulários que certificam a concessão, extensão, recusa ou revogação de uma homologação ou a cessação definitiva da produção emitidos noutros países.
   13.   DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
   
            
               13.1.
            
            
               A contar da data oficial de entrada em vigor da série 01 de alterações do presente regulamento, nenhuma parte contratante que o aplique deve recusar a concessão da homologação ao abrigo do presente regulamento com a redação que lhe foi dada pela série 01 de alterações.
            
         
            
               13.2.
            
            
               Até 60 meses após a data de entrada em vigor da série 01 de alterações ao presente regulamento no que respeita às alterações introduzidas pela série 01 de alterações no que se refere aos procedimentos de ensaio fotométrico que impliquem a utilização do sistema de coordenadas esféricas e a especificação de valores de intensidade luminosa, e para permitir aos serviços técnicos (laboratórios de ensaio) atualizar os seus equipamentos de ensaio, nenhuma parte contratante que aplique o presente regulamento pode recusar a concessão de homologações ao abrigo do presente regulamento com a redação que lhe foi dada pela série 01 de alterações, quando é usado equipamento de ensaio existente, com conversão adequada dos valores a contento da entidade responsável pela homologação.
            
         
            
               13.3.
            
            
               Uma vez decorridos 60 meses após a data oficial da entrada em vigor da série 01 de alterações, as partes contratantes que apliquem o presente regulamento só devem conceder homologações se farol cumprir as disposições do presente regulamento com a redação que lhe foi dada pela série 01 de alterações.
            
         
            
               13.4.
            
            
               As homologações existentes, concedidas a faróis ao abrigo do presente regulamento antes da data de entrada em vigor da série 01 de alterações, permanecem válidas.
            
         
            
               13.5.
            
            
               As partes contratantes que apliquem o presente regulamento não devem recusar a concessão de extensões de homologações conformes à série precedente de alterações ao presente regulamento.
            
         
      (1)  A aplicação dos faróis é regulada pelos regulamentos pertinentes relativos à instalação dos dispositivos de iluminação e de sinalização luminosa.
   
      (2)  O disposto no presente regulamento não prejudica a capacidade de uma parte contratante no Acordo que aplique o presente regulamento de proibir a combinação entre um farol incorporando uma lente de plástico homologada ao abrigo do presente regulamento e um dispositivo mecânico de limpeza do farol (com escovas).
   
      (3)  Tal como definidas na Resolução consolidada sobre a construção de veículos (RE3), documento ECE/TRANS/WP.29/78/Rev.2, ponto 2.
   
      (4)  Quanto às fontes luminosas de descarga em gás, ver Regulamento n.o 99.
   
      (5)  Se a lente não puder ser destacada do corpo principal do farol, basta uma única marcação, de acordo com o ponto 4.2.5.
   
      (6)  Os números distintivos das partes contratantes no Acordo de 1958 são reproduzidos no anexo 3 da Resolução consolidada sobre a construção de veículos (RE3), documento TRANS/WP.29/78/Rev.2/Amend.1.
   
      (7)  Prescrições técnicas aplicáveis às lâmpadas de incandescência: ver Regulamento n.o 37. Requisitos técnicos aplicáveis a faróis com fontes de luz de descarga em gás: ver Regulamento n.o 37.
   
      (8)  Considera-se que um farol cumpre as prescrições do presente número quando é fácil encaixar a lâmpada de incandescência no farol e inserir as alhetas de orientação corretamente nas suas fendas, mesmo no escuro.
   
      (9)  A conformidade com os requisitos para a compatibilidade eletromagnética é relevante para o modelo de veículo.
   
      (10)  Um tal farol especial «de cruzamento» pode incorporar um feixe de estrada não sujeito a prescrições.
   
      (11)  Salvo indicação em contrário, é permitida uma tolerância de 0,25° de forma independente para cada ponto de ensaio fotométrico.
   
      (12)  Salvo indicação em contrário, é permitida uma tolerância de 0,25° de forma independente para cada ponto de ensaio fotométrico.
   
      (13)  Salvo indicação em contrário, é permitida uma tolerância de 0,25° de forma independente para cada ponto de ensaio fotométrico.
   
      (14)  A pedido do requerente, durante as medições destes pontos, a luz de presença da frente, homologada nos termos do Regulamento n.o 50 ou Regulamento n.o 7 deve estar ligada se fizer parte de luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente.
   
      (15)  Salvo indicação em contrário, é permitida uma tolerância de 0,25° de forma independente para cada ponto de ensaio fotométrico.
   
      (16)  Salvo indicação em contrário, é permitida uma tolerância de 0,25° de forma independente para cada ponto de ensaio fotométrico.
   
      ANEXO 1
      
         COMUNICAÇÃO
      
      [(Formato máximo: A4 (210 × 297 mm)]
      
         
      
         
   
   
      ANEXO 2
      
         EXEMPLOS DE DISPOSIÇÕES DE MARCAS DE HOMOLOGAÇÃO
      
      
                  
                     Figura 1
                  
                  
                     
               
               
                  
                     Figura 2
                  
                  
                     
               
            O farol que exiba uma das marcas de homologação reproduzidas acima foi homologado nos Países Baixos (E4), nos termos do Regulamento n.o 113, com o número de homologação 243, e cumpre os requisitos do presente deste regulamento alterado pela série 01 de alterações. As letras C-AS (fig. 1) indicam que se trata de um farol da classe A que emite um feixe de cruzamento, ao passo que as letras CR-BS (figura 2) se referem a um farol da classe B que emite um feixe de cruzamento e um feixe de estrada.
      
         Nota: o número de homologação e os símbolos adicionais são colocados próximo do círculo quer por cima quer por baixo da letra «E», bem como à direita ou à esquerda. Os algarismos que compõem o número de homologação devem ficar do mesmo lado da letra «E», orientados na mesma direção. Não deve utilizar-se numeração romana nos números de homologação para evitar confusão com outros símbolos.
      
                  
                     Figura 3
                  
                  
                     
               
               
                  
                     Figura 4
                  
                  
                     
               
            O farol provido de qualquer das marcas de homologação acima incorpora uma lente de plástico em conformidade com o disposto no presente regulamento e destina-se a:
      
                  Figura 3
               
               
                  :
               
               
                  Classe B, feixe de cruzamento apenas.
               
            
                  Figura 4
               
               
                  :
               
               
                  Classe B, feixes de cruzamento e de estrada.
               
            
                  
                     Figura 5
                  
                  
                     
               
               
                  
                     Figura 6
                  
                  
                     
               
            O farol que exiba uma das marcas de homologação reproduzidas acima cumpre as prescrições do presente regulamento:
      
                  Figura 5
               
               
                  :
               
               
                  Classe B, feixes de cruzamento e de estrada.
               
            
                  Figura 6
               
               
                  :
               
               
                  Classe B, feixe de cruzamento apenas.
               
            O feixe de cruzamento não deve funcionar em simultâneo com o feixe de estrada nem com outra luz mutuamente incorporada.
      
                  
                     Figura 7
                  
                  
                     
               
               
                  
                     Figura 8
                  
                  
                     
               
            O farol provido de qualquer das marcas de homologação acima incorpora uma lente de plástico em conformidade com o disposto no presente regulamento e destina-se a:
      
                  Figura 7
               
               
                  :
               
               
                  Classe C, feixe de cruzamento apenas.
               
            
                  Figura 8
               
               
                  :
               
               
                  classe C, feixes de cruzamento e de estrada.
               
            
                  
                     Figura 9
                  
                  
                     
               
               
                  
                     Figura 10
                  
                  
                     
               
            O farol que exiba uma das marcas de homologação reproduzidas acima cumpre as prescrições do presente regulamento:
      
                  Figura 9
               
               
                  :
               
               
                  classe D, feixe de cruzamento apenas.
               
            
                  Figura 10
               
               
                  :
               
               
                  classe D, feixes de cruzamento e de estrada.
               
            O feixe de cruzamento não deve funcionar em simultâneo com o feixe de estrada nem com outra luz mutuamente incorporada.
      
                  
                     Figura 11
                  
                  
                     
               
               
                  
                     Figura 12
                  
                  
                     
               
            O farol que exiba uma das marcas de homologação reproduzidas acima cumpre as prescrições do presente regulamento:
      
                  Figura 11
               
               
                  :
               
               
                  Classe E, feixe de cruzamento apenas.
               
            
                  Figura 12
               
               
                  :
               
               
                  Classe E, feixes de cruzamento e de estrada.
               
            
         Figura 13
      
      
         Marcação simplificada para luzes agrupadas, combinadas ou incorporadas mutuamente
      
      (As linhas verticais e horizontais esquematizam a forma do dispositivo de sinalização luminosa. Não fazem parte da marca de homologação.)
      Modelo A
      Modelo B
      Modelo C
      Modelo D
      
         Nota: os quatro exemplos acima correspondem a um dispositivo de iluminação provido de uma marca de homologação que contempla:
      
                   
               
               
                  uma luz de presença da frente homologada nos termos do Regulamento n.o 50 na sua versão original (00);
               
            
                   
               
               
                  um farol da classe D, que emite um feixe de cruzamento e um feixe de estrada com intensidade máxima entre 123 625 e 145 125 candelas (conforme indica o número 30), homologado nos termos do presente regulamento modificado pela série 01 de alterações e incorporando uma lente de plástico;
               
            
                   
               
               
                  uma luz de nevoeiro da frente da classe B homologada nos termos da série 03 de alterações ao Regulamento n.o 19 e incorporando uma lente de plástico;
               
            
                   
               
               
                  uma luz frontal de mudança de direção, da categoria 11, homologada nos termos da série 00 de alterações ao Regulamento n.o 50.
               
            
         Figura 14
      
      
         Luz incorporada mutuamente com um farol
      
      Exemplo 1
      O exemplo acima corresponde à marcação de uma lente de plástico destinada a diferentes tipos de faróis, a saber:
      
                   
               
               
                  ou um farol da classe D, que emite um feixe de cruzamento e um feixe de estrada com intensidade máxima entre 123 625 e 145 125 candelas (conforme indica o número 30), homologado na Alemanha (E1) nos termos do presente regulamento modificado pela série 01 de alterações, que está incorporado mutuamente com uma luz de presença da frente homologada nos termos do Regulamento n.o 50, na sua versão original (00);
                  ou
               
            
                   
               
               
                  ou um farol da classe C com um feixe de cruzamento e um feixe de estrada com uma intensidade luminosa máxima entre 48 375 e 64 500 candelas (conforme indicado pelo número 12,5), homologado na Alemanha (E1) nos termos do presente regulamento modificado pela série 01 de alterações, que está incorporado mutuamente com a luz de presença da frente acima indicada.
               
            
         Figura 15
      
      
         Módulos LED
      
      O módulo LED com o código de identificação de fonte luminosa acima indicado foi homologado em conjunto com um farol homologado na Itália (E3), com o número de homologação 17325.
      
         Figura 16
      
      
         Unidades de iluminação adicionais concebidas para produzir iluminação de curvas
      
      Uma unidade de iluminação adicional que exiba o código de identificação acima foi homologada em conjunto com um farol inicialmente homologada no Japão (E43) com o número de homologação 1234.
   
   
      ANEXO 3
      
         SISTEMA DE MEDIÇÃO DE COORDENADAS ESFÉRICAS E LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENSAIO
      
      
         Figura A
      
      
         Sistema de medição de coordenadas esféricas
      
      
         
      As coordenadas angulares são indicadas em graus numa esfera com um eixo polar vertical, em conformidade com a publicação n.o 70 da CEI, «The measurement of absolute luminous intensity distributions», Viena, 1987, o que corresponde a um goniómetro com um eixo horizontal («elevação») fixo em relação ao solo e um segundo eixo móvel («rotação») perpendicular ao eixo horizontal.
      
         Figura B
      
      
         Pontos de ensaio do feixe de cruzamento e zonas para os faróis da classe A:
      
      
         Figura C
      
      
         Pontos de ensaio do feixe de cruzamento e zonas para os faróis da classe B:
      
      
         Figura D
      
      
         Feixe de cruzamento — posição dos pontos de ensaio e zonas para os faróis da classe C, D e E:
      
      
         Figura E
      
      
         Feixe de estrada primário — posição de pontos de ensaio
      
      
         Figura F
      
      
         Feixe de estrada secundário — posição de pontos de ensaio
      
      
   
      ANEXO 4
      
         ENSAIOS DE ESTABILIDADE DO DESEMPENHO FOTOMÉTRICO DOS FARÓIS EM FUNCIONAMENTO — TESTES EM FARÓIS COMPLETOS DAS CLASSES B, C, D E E
      
      Depois de medidos os valores fotométricos em conformidade com as disposições do presente regulamento, no ponto Imax para o feixe de estrada, e nos pontos 0,50 U/1,5 L e 0,50 U/1,5 R, 50 R, 50 L do feixe de cruzamento da classe B e nos pontos 0,86 D-3,5 R, 0,86 D-3,5 L, 0,50 U-1,5 L e 0,50 U-1,5 R para o feixe de cruzamento das classes C, D e E, sujeita-se um exemplar de farol completo a um ensaio de estabilidade do desempenho fotométrico em funcionamento. Por «farol completo» deve entender-se o conjunto formado pelo farol propriamente dito, incluindo as partes da carroçaria, lâmpadas de incandescência, fontes luminosas de descarga em gás ou módulos LED suscetíveis de afetar a sua dissipação térmica.
      Os ensaios devem ser realizados:
      
                  a)
               
               
                  Numa atmosfera seca e estável, à temperatura ambiente de 23 °C ± 5 °C, sendo a amostra de ensaio colocada num suporte que simule a sua montagem correta no veículo;
               
            
                  b)
               
               
                  No caso de luzes com fontes luminosas substituíveis: com fontes luminosas de incandescência produzidas em série e usadas durante, pelo menos, uma hora, ou com fontes luminosas de descarga em gás produzidas em série e usadas durante, pelo menos, 15 horas ou ainda com módulos LED de produção em série e usados durante, pelo menos, 48 horas e depois arrefecidos até à temperatura ambiente antes do início dos ensaios especificados no presente regulamento. Devem ser utilizados os módulos LED fornecidos pelo requerente.
               
            O equipamento de medição deve ser equivalente ao utilizado nos ensaios de homologação dos faróis.
      A amostra de ensaio deve ser posta em funcionamento sem ser desmontada do respetivo suporte, nem regulada de novo em relação a este. A fonte luminosa utilizada deve ser uma fonte luminosa da categoria especificada para o farol em questão.
      1.   ENSAIO DE ESTABILIDADE DO DESEMPENHO FOTOMÉTRICO
      1.1.   Farol limpo
      O farol deve ficar aceso durante 12 horas, como se indica no n.o 1.1.1., e controlado como prescrito no n.o 1.1.2.
      1.1.1.   Procedimento de ensaio (1)
      
      O farol fica aceso durante o tempo prescrito, de modo a que:
      
                  a)
               
               
                  no caso de se pretender homologar apenas uma função de iluminação (feixe de cruzamento, feixe de estrada ou luz frontal de nevoeiro), a fonte luminosa correspondente é acesa durante o tempo prescrito (2);
               
            
                  b)
               
               
                  no caso de um farol com um feixe de cruzamento e um ou mais feixes de estrada e também no caso de um farol com feixe de cruzamento e luz de nevoeiro da frente:
                  
                              i)
                           
                           
                              O farol é sujeito ao seguinte ciclo, até se completar o tempo especificado:
                              
                                          a)
                                       
                                       
                                          15 minutos, feixe de cruzamento aceso;
                                       
                                    
                                          b)
                                       
                                       
                                          5 minutos, com todas as funções acesas.
                                       
                                    
                        
                              ii)
                           
                           
                              Se o requerente declarar que o farol foi concebido para acender de cada vez somente o feixe de cruzamento ou somente os feixes de estrada (3), o ensaio deve ser realizado nessa conformidade, ligando (2) sucessivamente durante metade do tempo especificado no ponto 1.1 o feixe de cruzamento e os feixes de estrada (simultaneamente) durante a outra metade;
                           
                        
            
                  c)
               
               
                  No caso de um farol com uma luz de nevoeiro frontal e um ou mais feixes de estrada:
                  
                              i)
                           
                           
                              O farol é sujeito ao seguinte ciclo, até se completar o tempo especificado:
                              
                                          a)
                                       
                                       
                                          15 minutos, luz de nevoeiro da frente acesa;
                                       
                                    
                                          b)
                                       
                                       
                                          5 minutos, com todas as funções acesas.
                                       
                                    
                        
                              ii)
                           
                           
                              Se o requerente declarar que o farol foi concebido para acender de cada vez somente a luz de nevoeiro frontal ou somente os feixes de estrada (3), o ensaio deve ser realizado nessa conformidade, ligando (2) sucessivamente a luz de nevoeiro frontal durante metade do tempo especificado no ponto 1.1 anterior e os feixes de estrada (simultaneamente) durante a outra metade;
                           
                        
            
                  d)
               
               
                  No caso de um farol com um feixe de cruzamento, um ou mais feixes de estrada e uma luz frontal de nevoeiro:
                  
                              i)
                           
                           
                              O farol é sujeito ao seguinte ciclo, até se completar o tempo especificado:
                              
                                          a)
                                       
                                       
                                          15 minutos, feixe de cruzamento aceso;
                                       
                                    
                                          b)
                                       
                                       
                                          5 minutos, com todas as funções acesas;
                                       
                                    
                        
                              ii)
                           
                           
                              Se o requerente declarar que o farol foi concebido para acender de cada vez somente o feixe de cruzamento ou somente os feixes de estrada (3), o ensaio será realizado nessa conformidade, ligando (2) sucessivamente o feixe de cruzamento durante metade do tempo especificado no ponto 1.1 e os feixes de estrada durante a outra metade, enquanto a luz frontal de nevoeiro é sujeita a um ciclo de 15 minutos de extinção e cinco minutos de acendimento durante aquela metade do tempo em que o feixe de estrada está aceso;
                           
                        
                              iii)
                           
                           
                              Se o requerente declarar que o farol foi concebido para acender de cada vez somente o feixe de cruzamento ou somente a luz de nevoeiro da frente (3), o ensaio será realizado nessa conformidade, ligando (2) sucessivamente o feixe de cruzamento durante metade do tempo especificado no ponto 1.1 e a luz frontal de nevoeiro durante a outra metade, enquanto os feixes de estrada são sujeitos a um ciclo de 15 minutos de extinção e cinco minutos de acendimento durante aquela metade do tempo em que o feixe de cruzamento está aceso;
                           
                        
                              iv)
                           
                           
                              Se o requerente declarar que o farol foi concebido para acender de cada vez somente o feixe de cruzamento, somente os feixes de estrada (3) ou somente a luz de nevoeiro da frente (3), o ensaio será realizado nessa conformidade, ligando (2) sucessivamente o feixe de cruzamento durante um terço do tempo especificado no ponto 1.1, os feixes de estrada durante outro terço e a luz de nevoeiro da frente durante o último terço;
                           
                        
            
                  e)
               
               
                  No caso de um farol possuir fontes luminosas adicionais concebidas para a iluminação de curvas, à exceção de unidades luminosas adicionais, estas fontes luminosas devem ser mantidas ligadas durante um minuto e desligada durante nove minutos durante a ativação do feixe de cruzamento principal.
               
            Se o farol possuir várias fontes de luz adicionais usadas para produzir iluminação de curvas, o ensaio deve ser efetuado com a combinação de fontes luminosas que represente as condições de funcionamento mais difíceis.
      1.1.1.2.   Tensão de ensaio
      As tensões são aplicadas aos terminais da amostra de ensaio do seguinte modo:
      
                  a)
               
               
                  No caso de fontes luminosas incandescentes substituíveis diretamente ligadas ao sistema elétrico do veículo: o ensaio deve ser aplicado em condições de tensão de 6,3 V, 13,2 V ou 28,0 V consoante os casos, salvo se o requerente estipular que a amostra pode ser utilizada com outra tensão. Neste caso, o ensaio deve ser efetuado com a fonte luminosa de incandescência a funcionar à tensão máxima possível;
               
            
                  b)
               
               
                  No caso das fontes luminosas de descarga em gás substituíveis: A tensão de ensaio do comando eletrónico da fonte luminosa, ou da fonte luminosa no caso do balastro integrado com a fonte luminosa, é de 13,2 ± 0,1 V para um veículo que funcione com uma tensão de 12 V, salvo indicações em contrário no pedido de homologação;
               
            
                  c)
               
               
                  No caso de uma fonte luminosa não substituível a funcionar diretamente nas condições do sistema de tensão do veículo: todas as medições efetuadas em unidades de iluminação equipadas com fontes luminosas não substituíveis (fontes luminosas de incandescência e/ou outras) devem ser efetuadas em condições de tensão de 6,3 V, 13,2 V ou 28,0 V, ou a outros níveis de tensão de acordo com as condições do sistema de tensão do veículo conforme indicado pelo requerente;
               
            
                  d)
               
               
                  Quando se tratar de fontes luminosas substituíveis ou não substituíveis cujo funcionamento seja independente da tensão de alimentação do veículo e que sejam totalmente comandadas pelo sistema, ou de fontes luminosas acionadas por um dispositivo de alimentação e de funcionamento, as tensões de ensaio definidas acima devem aplicar-se nos terminais de entrada do dispositivo em questão. O laboratório encarregado dos ensaios pode solicitar ao fabricante que este lhe forneça o dispositivo de alimentação e de funcionamento ou uma alimentação elétrica especial necessária para alimentar as fontes luminosas;
               
            
                  e)
               
               
                  Os módulos LED devem ser medidos em condições de tensão de 6,75 V, 13,2 V, ou 28,0 V, prospetivamente, salvo especificação em contrário no presente regulamento. Os módulos LED acionados por um dispositivo de comando eletrónico de fonte luminosa devem ser medidos nas condições especificadas pelo requerente;
               
            
                  f)
               
               
                  Quando, na amostra de ensaio, as luzes de sinalização estiverem agrupadas ou incorporadas mutuamente e funcionarem em condições de tensão diferentes das tensões nominais de 6 V, 12 V ou 24 V, respetivamente, as tensões devem ser reguladas conforme as indicações do fabricante para um correto funcionamento fotométrico das luzes em questão.
               
            1.1.2.   Resultados do ensaio
      1.1.2.1.   Inspeção visual
      Uma vez a temperatura do farol estabilizada à temperatura ambiente, limpa-se a lente do farol e a lente exterior, se existir, com um pano de algodão limpo e húmido. Procede-se então ao exame visual; não deve verificar-se qualquer distorção, deformação, fissura ou mudança de cor da lente do farol, nem da lente exterior, se existir.
      1.1.2.2.   Ensaio fotométrico
      Para verificar o cumprimento do prescrito no presente regulamento, controlam-se os valores fotométricos nos seguintes pontos:
      
                   
               
               
                  Farol da classe B:
                  
                               
                           
                           
                              Feixe de cruzamento: 50 R - 50 L - 0,50 U/1,5 L e 0,50 U/1,5 R.
                           
                        
                               
                           
                           
                              Feixe de estrada: Ponto de Imax
                              
                           
                        
            
                   
               
               
                  Farol das classes C, D e E:
                  
                               
                           
                           
                              Feixe de cruzamento: 0,86 D/3,5 R - 0,86 D/3,5 L - 0,50 U/1,5 L e 1,5 R.
                           
                        
                               
                           
                           
                              Feixe de estrada: Ponto de Imax
                              
                           
                        
            Pode ser realizada uma nova regulação para ter em conta eventuais deformações do suporte do farol devidas ao calor (o deslocamento da linha de «recorte» é abordado no ponto 2 do presente anexo).
      Exceto para os pontos 0,50 U/1,5 L e 0,50 U/1,5 R, tolera-se um desvio de 10 % entre as características fotométricas e os valores medidos antes do ensaio, incluindo as tolerâncias relativas à técnica de medição fotométrica. O valor medido nos pontos 0,50 U/1,5 L e 0,50 U/1,5 R não ultrapassa o valor fotométrico medido antes do ensaio por mais de 255 cd.
      1.2.   Farol sujo
      Depois de ensaiado nos termos do ponto 1.1, o farol preparado conforme prescreve o ponto 1.2.1, aceso durante uma hora como previsto no ponto 1.1.1 e, por fim, verificado como previsto no ponto 1.1.2.
      1.2.1.   Preparação do farol
      1.2.1.1.   Mistura de ensaio
      
               
                  1.2.1.1.1.
               
               
                  Farol com a lente exterior de vidro:
                  
                               
                           
                           
                              A mistura de água e poluente a aplicar ao farol deve ter a seguinte composição:
                              
                                          a)
                                       
                                       
                                          9 partes em peso de areia siliciosa, com granulometria de 0-100 μm;
                                       
                                    
                                          b)
                                       
                                       
                                          1 parte em peso de pó de carvão vegetal (madeira de faia), com granulometria de 0-100 μm;
                                       
                                    
                                          c)
                                       
                                       
                                          0,2 partes, em peso, de NaCMC (4); e
                                       
                                    
                                          d)
                                       
                                       
                                          água destilada q.b., com condutividade ≤ 1 mS/m.
                                       
                                    
                        
                               
                           
                           
                              A mistura não deve ter mais de 14 dias.
                           
                        
            
               
                  1.2.1.1.2.
               
               
                  Farol com a lente exterior de plástico:
                  
                               
                           
                           
                              A mistura de água e poluente a aplicar ao farol deve ter a seguinte composição:
                              
                                          a)
                                       
                                       
                                          9 partes em peso de areia siliciosa, com granulometria de 0-100 μm;
                                       
                                    
                                          b)
                                       
                                       
                                          1 parte em peso de pó de carvão vegetal (madeira de faia), com granulometria de 0-100 μm;
                                       
                                    
                                          c)
                                       
                                       
                                          0,2 partes em peso de NaCMC (4);
                                       
                                    
                                          d)
                                       
                                       
                                          13 partes em peso de água destilada, com condutividade ≤ 1 mS/m; e
                                       
                                    
                                          e)
                                       
                                       
                                          2 ± 1 partes em peso de um agente tensioativo (5).
                                       
                                    
                        
                               
                           
                           
                              A mistura não deve ter mais de 14 dias.
                           
                        
            1.2.1.2.   Aplicação da mistura de ensaio no farol
      Aplica-se uniformemente a mistura de ensaio sobre toda a superfície emissora de luz do farol e deixa-se secar.
      Repete-se a operação até que a iluminação diminua para um valor compreendido entre 15-20 % dos valores medidos relativamente a cada um dos pontos seguintes, nas condições estipuladas no presente anexo:
      
                   
               
               
                  Farol da classe B:
                  
                               
                           
                           
                              Feixe de cruzamento/de estrada e unicamente feixe de estrada: Ponto de Emax
                              
                           
                        
                               
                           
                           
                              Unicamente feixe de cruzamento: B 50 e 50 V;
                           
                        
            
                   
               
               
                  Farol das classes C, D e E:
                  
                               
                           
                           
                              Feixe de cruzamento/de estrada e unicamente feixe de estrada: Ponto de Emax
                              
                           
                        
                               
                           
                           
                              Unicamente feixe de cruzamento: 0,50 U/1,5 L e 1,5 R e 0,86 D/V
                           
                        
            2.   VERIFICAÇÃO DA DESLOCAÇÃO VERTICAL DA LINHA DE «RECORTE» SOB O EFEITO DO CALOR
      Este ensaio consiste em verificar se, para um farol aceso emitindo um feixe de cruzamento, a mudança de posição vertical da linha de «recorte» sob a influência do calor não é superior a determinado valor.
      O farol ensaiado nos termos do ponto 1 deve ser sujeito ao ensaio prescrito no ponto 2.1, sem o remover do suporte de ensaio nem o regular em relação ao mesmo.
      2.1.   Ensaio
      O ensaio deve ser efetuado numa atmosfera seca e estável, à temperatura ambiente de 23 °C ± 5 °C.
      Usando lâmpadas de incandescência de produção em série envelhecidas durante pelo menos uma hora, uma fonte luminosa de descarga em gás de produção em série envelhecidas durante pelo menos 15 horas ou módulos LED de produção em série apresentados com o farol, já envelhecidos durante pelo menos 48 horas, acende-se o farol na posição de feixe de cruzamento, sem o desmontar do seu suporte de ensaio nem o regular em relação ao mesmo. (Para efeitos deste ensaio, a tensão deve estar regulada conforme disposto no ponto 1.1.1.2). A posição da linha de «recorte» na sua parte horizontal (parte compreendida entre as linhas verticais que passam pelos pontos 50 L e 50 R, para os faróis da classe B, e 3,5 L e 3,5 R, para os faróis das E classes C, D e E é verificada, respetivamente, 3 minutos (r3) e 60 minutos (r60) após a lâmpada ter sido acesa.
      A medição da variação da posição da linha de «recorte», tal como descrito acima, deve ser feita por um método que garanta suficiente precisão e resultados reprodutíveis.
      2.2.   Resultados do ensaio
      
               
                  2.2.1.
               
               O resultado, expresso em milirradianos (mrad), relativo a uma luz de cruzamento, só é considerado aceitável se o valor absoluto 
                     registado no farol não for superior a 1,0 mrad (ΔrI ≤ 1,0 mrad).
            
               
                  2.2.2.
               
               
                  Todavia, se este valor for superior a 1,0 mrad mas não superior a 1,5 mrad (1,0 mrad < ΔrI ≤ 1,5 mrad), um segundo farol será ensaiado nos termos descritos no ponto 2.1 após ter sido submetido por três vezes sucessivas ao ciclo abaixo descrito, a fim de estabilizar a posição de peças mecânicas do farol sobre um suporte representativo da sua instalação correta no veículo:
                  
                               
                           
                           
                              feixe de cruzamento aceso durante uma hora (com a tensão de alimentação regulada como previsto no ponto 1.1.1.2),
                           
                        
                               
                           
                           
                              Período de descanso de uma hora.
                           
                        O tipo de farol é considerado aceitável se a média dos valores absolutos ΔrI, medidos na primeira amostra, e ΔrII, medidos na segunda amostra, não exceder 1,0 mrad.
               
            
         (1)  Para os tempos do ensaio ver o anexo 8 do presente regulamento.
      
         (2)  Se o farol submetido a ensaio incluir luzes de sinalização, estas devem ficar acesas durante o ensaio. Caso se trate de uma luz indicadora de mudança de direção, esta será ligada no seu modo intermitente, com uma relação entre períodos de acendimento e de apagamento aproximadamente igual a 1:1.
      
         (3)  Se dois ou mais filamentos se acenderem simultaneamente quando é utilizada luz intermitente, tal situação não deve ser considerada como uma utilização simultânea normal da fonte luminosa.
      
         (4)  NaCMC representa o sal sódico de carboximetilcelulose, habitualmente referido como CMC. O NaCMC utilizado na mistura poluente deve ter um grau de substituição (GS) de 0,6 - 0,7 e uma viscosidade de 0,2 - 0,3 Pa · s para um solução de 2 % a 20 °C.
      
         (5)  A tolerância quanto à quantidade é devida à necessidade de obter um poluente que se espalhe corretamente em todas as lentes de plástico.
   
   
      ANEXO 5
      
         REQUISITOS MÍNIMOS RELATIVOS AOS PROCEDIMENTOS DE CONTROLO DA CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
      
      1.   GENERALIDADES
      
               
                  1.1.
               
               
                  As prescrições de conformidade são consideradas cumpridas, dos pontos de vista mecânico e geométrico, se as diferenças não ultrapassarem desvios inevitáveis de fabrico nos limites das prescrições do presente regulamento. Esta condição aplica-se igualmente à cor.
               
            
               
                  1.2.
               
               
                  Faróis das classes A, B, C e D:
                  
                              1.2.1.
                           
                           
                              No que respeita ao desempenho fotométrico, a conformidade de faróis produzidos em série não é contestada se no ensaio do desempenho fotométrico de um farol selecionado aleatoriamente e equipado com uma lâmpada de incandescência normalizada e/ou módulos LED:
                           
                        
                              1.2.2.
                           
                           
                              No caso de faróis classe A, nenhum dos valores medidos deve apresentar desvios desfavoráveis superiores a 20 % em relação ao valor prescrito no presente regulamento;
                           
                        
                              1.2.3.
                           
                           
                              Faróis das classes B, C e D:
                              
                                          1.2.3.1.
                                       
                                       
                                          Nenhum dos valores medidos apresenta um desvio desfavorável superior a 20 % em relação aos valores prescritos no presente regulamento; Para os valores da zona 1, para faróis da classe B, C e D, respetivamente, os desvios máximos desfavoráveis admitidos são:
                                          
                                                       
                                                   
                                                   
                                                      255 candelas equivalente a 20 %;
                                                   
                                                
                                                       
                                                   
                                                   
                                                      380 candelas equivalente a 20 %;
                                                   
                                                
                                    
                                          1.2.3.2.
                                       
                                       
                                          e se, no feixe de estrada, for observada uma tolerância de + 20 % para os valores máximos e de – 20 % para os valores mínimos, em relação aos valores fotométricos, em qualquer ponto de medição especificado nos n.os 6.3.3.1 ou 6.3.3.2 do presente regulamento.
                                       
                                    
                        
                              1.2.4.
                           
                           
                              Se, no caso das luzes equipadas com uma fonte luminosa de incandescência substituível em conformidade com o Regulamento n.o 37, os resultados dos ensaios acima mencionados não cumprirem as prescrições, os referidos ensaios são repetidos utilizando outra lâmpada de incandescência normalizada.
                           
                        
                              1.2.5.
                           
                           
                              Se os resultados dos ensaios acima não corresponderem às prescrições, pode-se alterar o alinhamento do farol, desde que o eixo do feixe não sofra um deslocamento lateral superior a 0,5° para a direita ou para a esquerda ou mais de 0,2° para cima ou para baixo.
                           
                        
            
               
                  1.3.
               
               
                  Faróis da classe E:
                  
                              1.3.1.
                           
                           
                              Para faróis da classe, medida a 13,2 V ± 0,1 V, salvo indicações em contrário, e equipado com:
                              
                                          a)
                                       
                                       
                                          Uma fonte luminosa de descarga em gás amovível, de acordo com o Regulamento n.o 99. Neste caso, o fluxo luminoso desta fonte luminosa de descarga em gás pode diferir do fluxo luminoso de referência especificado no Regulamento n.o 99, sendo os valores de intensidade de iluminação corrigidos em conformidade;
                                          ou
                                       
                                    
                                          b)
                                       
                                       
                                          Uma fonte luminosa de descarga em gás produzida em série e um balastro de série. O fluxo luminoso desta fonte luminosa pode desviar-se do fluxo luminoso nominal devido a tolerâncias relativas à fonte luminosa e ao balastro, como especificado no Regulamento n.o 99; em conformidade, os valores de intensidade de iluminação medidos podem ser corrigidos em 20 % no sentido favorável;
                                          ou
                                       
                                    
                                          c)
                                       
                                       
                                          Módulos LED, tal como presentes na lâmpada;
                                       
                                    A conformidade de faróis de produção em série, selecionados aleatoriamente e equipados com uma lâmpada de descarga em gás e/ou módulos LED instalados no farol, no que respeita ao comportamento funcional fotométrico não é contestada, desde que:
                           
                        
                              1.3.2.
                           
                           
                              Nenhum dos valores medidos apresenta um desvio desfavorável superior a 20 % em relação aos valores prescritos no presente regulamento; para os valores da zona 1, o desvio máximo no sentido desfavorável pode ser, respetivamente:
                              
                                           
                                       
                                       
                                          255 candelas equivalente a 20 %;
                                       
                                    
                                           
                                       
                                       
                                          380 candelas equivalente a 30 %;
                                       
                                    
                        
                              1.3.3.
                           
                           
                              e se, no feixe de estrada, for observada uma tolerância de + 20 % para os valores máximos e de – 20 % para os valores mínimos, em relação aos valores fotométricos, em qualquer ponto de medição especificado nos n.os 6.3.3.1 ou 6.3.3.2 do presente regulamento.
                           
                        
                              1.3.4.
                           
                           
                              Se os resultados dos ensaios acima não corresponderem às prescrições, pode-se alterar o alinhamento do farol, desde que o eixo do feixe não sofra um deslocamento lateral superior a 0,5° para a direita ou para a esquerda ou mais de 0,2° para cima ou para baixo.
                           
                        
                              1.3.5.
                           
                           
                              Se os resultados dos ensaios acima descritos não cumprirem os requisitos, o farol deve ser submetido novamente a ensaios utilizando uma outra fonte luminosa de descarga em gás normalizada e/ou balastro, ou módulo LED e dispositivo de comando eletrónico de fonte luminosa, consoante o caso, em conformidade com o ponto 1.3.1.
                           
                        
            
               
                  1.4.
               
               
                  Para verificar a mudança de posição vertical da linha de recorte sob a influência do calor, segue-se o seguinte método (unicamente faróis das classes B, C, D e E):
                  
                               
                           
                           
                              Submete-se um dos faróis utilizados como amostra ao ensaio previsto no ponto 2.1 do anexo 4 após ter sido submetido, por três vezes sucessivas, ao ciclo descrito no ponto 2.2.2 do anexo 4.
                           
                        
                               
                           
                           
                              O farol é considerado aceitável se o valor Δr não ultrapassar 1,5 mrad.
                           
                        
                               
                           
                           
                              Se este valor for superior a 1,5 mrad, sem todavia exceder 2,0 mrad, submete-se uma segunda amostra ao ensaio, após o que a média dos valores absolutos dos resultados registados com ambas as amostras não deve exceder 1,5 mrad.
                           
                        
            
               
                  1.5.
               
               
                  Os faróis com defeitos evidentes não são tidos em conta.
               
            
               
                  1.6.
               
               
                  Se, no entanto, para uma série de amostras, a regulação vertical não puder ser repetida até se encontrar a posição adequada dentro das margens de tolerância admitidas, a qualidade do «recorte» deve ser objeto de ensaio em um dos faróis da série de amostras, de acordo com o procedimento descrito no anexo 9, pontos 2 e 4.
               
            2.   REQUISITOS MÍNIMOS RELATIVOS À VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE POR PARTE DO FABRICANTE
      Para cada tipo de farol, o titular da marca de homologação deve realizar, pelo menos, os ensaios que se seguem, a intervalos adequados. Os ensaios devem ser efetuados em conformidade com as disposições do presente regulamento.
      Se algumas amostras acusarem não conformidade no tipo de ensaio em causa, devem ser selecionadas e ensaiadas outras amostras. O fabricante deve tomar as medidas necessárias para assegurar a conformidade da produção correspondente.
      2.1.   Natureza dos ensaios
      Os ensaios de conformidade referidos no presente regulamento devem incidir nas características fotométricas e, se se tratar de faróis das classes B, C, D e E, na verificação do deslocamento vertical da linha de recorte sob efeito térmico.
      2.2.   Métodos de ensaio utilizados
      
               
                  2.2.1.
               
               
                  De um modo geral, os ensaios devem ser realizados em conformidade com os métodos prescritos no presente regulamento.
               
            
               
                  2.2.2.
               
               
                  No caso de ensaios de conformidade realizados pelo fabricante, podem ser utilizados métodos equivalentes, devidamente autorizados pela entidade competente responsável pelos ensaios de homologação. Ao fabricante compete provar que os métodos utilizados são equivalentes aos prescritos no presente regulamento.
               
            
               
                  2.2.3.
               
               
                  A aplicação dos pontos 2.2.1 e 2.2.2 exige a calibração periódica do equipamento de ensaio, bem como a sua correlação com as medições efetuadas por uma entidade competente.
               
            
               
                  2.2.4.
               
               
                  Em todos os casos, os métodos de referência devem ser os constantes do presente regulamento, designadamente para efeitos de verificação administrativa e de amostragem.
               
            2.3.   Natureza da amostragem
      Selecionam-se amostras de faróis aleatoriamente de um lote de produção uniforme. Por lote uniforme entende-se um conjunto de faróis do mesmo tipo, definido em conformidade com os métodos de produção do fabricante.
      Em geral, a avaliação deve incidir na produção em série de diversas unidades fabris. O fabricante pode, todavia, agrupar registos de várias unidades fabris relativos ao mesmo tipo, na condição de estas utilizarem o mesmo sistema de qualidade e a mesma gestão da qualidade.
      2.4.   Características fotométricas medidas e registadas
      As amostras de faróis são sujeitas a medições fotométricas nos pontos previstos no regulamento, devendo a leitura ser limitada aos seguintes pontos:
      
                  2.4.1.
               
               
                  Faróis da classe A: HV, LH, RH, 12,5L e 12,5R;
               
            
                  2.4.2.
               
               
                  Faróis da classe B: Imax, HV (1), no caso do feixe de estrada, e pontos HV, 0,86D/3,5R, 0,86D/3,5L, no caso do feixe de cruzamento.
               
            
                  2.4.3.
               
               
                  Faróis das classes C, D e E: Imax, HV (1), no caso do feixe de estrada, e pontos HV, 0,86D/3,5R, 0,86D/3,5L, no caso do feixe de cruzamento.
               
            2.5.   Critérios de aceitabilidade
      O fabricante é responsável pela realização de um estudo estatístico dos resultados dos ensaios e pela definição, em consonância com a entidade competente, de critérios para aferir a aceitabilidade dos seus produtos, a fim de cumprir as especificações estabelecidas para a verificação da conformidade desses produtos no ponto 9.1 do presente regulamento.
      Os critérios de aceitabilidade devem garantir que, com um nível de confiança de 95 %, seja de 0,95 a probabilidade mínima de aprovação num controlo por amostragem em conformidade com o anexo 7 (primeira amostragem).
      
         (1)  Se o feixe de estrada estiver incorporado mutuamente com o feixe de cruzamento, HV para o feixe de estrada é o mesmo ponto de medição que para o feixe de cruzamento.
   
   
      ANEXO 6
      
         REQUISITOS RELATIVOS A LUZES QUE INCORPORAM LENTES DE PLÁSTICO — ENSAIO DE AMOSTRAS DE LENTES OU DE MATERIAIS, BEM COMO DE LUZES COMPLETAS
      
      1.   PRESCRIÇÕES GERAIS
      
               
                  1.1.
               
               
                  As amostras fornecidas em conformidade com o ponto 2.2.4 do presente regulamento devem satisfazer as especificações indicadas nos pontos 2.1 a 2.5 seguintes.
               
            
               
                  1.2.
               
               
                  As duas amostras de luzes completas, fornecidas em conformidade com o ponto 2.2.3 do presente regulamento e incorporando lentes de plástico, devem, relativamente ao material da lente, cumprir as especificações indicadas no ponto 2.6 seguinte.
               
            
               
                  1.3.
               
               
                  Submetem-se as amostras de lentes de plástico ou as amostras de material, juntamente com o refletor a que se destinam (se existir), a ensaios de homologação, segundo a ordem cronológica indicada no quadro A reproduzido no apêndice 1 do presente anexo.
               
            
               
                  1.4.
               
               
                  Todavia, se o fabricante da luz puder provar que o produto foi já aprovado nos ensaios prescritos nos pontos 2.1 a 2.5 a seguir ou em ensaios equivalentes prescritos por outro regulamento, tais ensaios não têm de ser repetidos; somente os ensaios previstos no apêndice 1, quadro B, são obrigatórios.
               
            2.   ENSAIOS
      2.1.   Resistência a variações de temperatura
      2.1.1.   Ensaios
      Submetem-se três novas amostras (lentes) a cinco ciclos de variação de temperatura e humidade (HR = humidade relativa), de acordo com o seguinte programa:
      
                  a)
               
               
                  3 horas a 40 °C ± 2 °C e a 85-95 % HR;
               
            
                  b)
               
               
                  1 hora a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR;
               
            
                  c)
               
               
                  15 horas a - 30 °C ± 2 °C;
               
            
                  d)
               
               
                  1 hora a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR;
               
            
                  e)
               
               
                  3 horas a 80 °C ± 2 °C;
               
            
                  f)
               
               
                  1 hora a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR;
               
            Antes deste ensaio, as amostras devem ser mantidas a 23 °C ± 5 °C e a 60-75 % HR durante pelo menos quatro horas.
      
                  
                     Nota:
                  
               
               
                  os períodos de uma hora a 23 °C ± 5 °C devem incluir os períodos de transição de uma temperatura para outra, que são necessários para evitar os efeitos do choque térmico.
               
            2.1.2.   Medições fotométricas
      2.1.2.1.   Método
      Antes e depois do ensaio, devem ser efetuadas medições fotométricas nas amostras.
      Essas medições devem ser realizadas com uma lâmpada normalizada (padrão), uma fonte luminosa de descarga em gás e/ou módulos LED, consoante o que estiver instalado no farol, nos seguintes pontos:
      B50, 50 L e 50 R para os faróis da classe B, 0,86 D/3,5 R, 0,86 D/3,5 L, 0,50 U/1,5 L e 1,5 R para os faróis das classes C, D e E para o feixe de cruzamento ou a luz de cruzamento/estrada:
      Imax, para o feixe de estrada de uma luz de estrada ou de uma luz de cruzamento/estrada.
      2.1.2.2.   Resultados
      A diferença entre os valores fotométricos medidos em cada amostra antes e depois do ensaio não deve ser superior a 10 %, incluindo as tolerâncias do procedimento fotométrico.
      2.2.   Resistência a agentes atmosféricos e químicos
      2.2.1.   Resistência a agentes atmosféricos
      Expõem-se três novas amostras (lentes ou amostras de material) às radiações de uma fonte com distribuição de energia espetral idêntica à de um corpo negro a uma temperatura entre 5 500 K e 6 000 K. Colocam-se filtros adequados entre a fonte e as amostras para reduzir o mais possível as radiações com comprimento de onda inferior a 295 nm e superior a 2 500 nm. Expõe-se as amostras a uma iluminação energética de 1 200 W/m2 ± 200 W/m2 durante um período tal que a energia luminosa por elas recebida seja igual a 4 500 MJ/m2 ± 200 MJ/m2. A temperatura dentro do recinto, medida no painel negro colocado a nível com as amostras, deve ser 50 °C ± 5 °C. A fim de assegurar uma exposição regular, as amostras devem rodar em torno da fonte de radiação a uma velocidade compreendida entre 1 e 5 m–1.
      Pulverizam-se as amostras com água destilada de condutividade inferior a 1 mS/m à temperatura de 23 °C ± 5 °C, em conformidade com o seguinte ciclo:
      pulverização: cinco minutos; secagem: 25 minutos;
      2.2.2.   Resistência a agentes químicos
      Uma vez realizado o ensaio indicado no ponto 2.2.1 e a medição descrita no ponto 2.2.3.1, aplica-se à superfície exterior de cada uma das três amostras referidas a mistura definida no ponto 2.2.2.1 seguinte, tal como explicitado no ponto 2.2.2.2 seguinte.
      2.2.2.1.   Mistura de ensaio
      A mistura de ensaio será composta por 61,5 % de n-heptano, 12,5 % de tolueno, 7,5 % de tetracloreto de etilo, 12,5 % de tricloroetileno e 6 % de xileno (percentagens volumétricas).
      2.2.2.2.   Aplicação da mistura de ensaio
      Embebe-se um pedaço de tecido de algodão (de acordo com a norma ISO 105) até à saturação na mistura definida no ponto 2.2.2.1 e, não mais de 10 segundos depois, aplica-se, durante 10 minutos, à superfície exterior da amostra com uma pressão de 50 N/cm2, o que corresponde a aplicar uma força de 100 N a uma superfície de ensaio de 14 × 14 mm.
      Durante este período de 10 minutos, o tecido deve ser impregnado de novo com a mistura, para que a composição do líquido aplicado seja sempre idêntica à mistura de ensaio prescrita.
      Durante o período de aplicação, é permitido compensar a pressão aplicada à amostra para evitar fissuras.
      2.2.2.3.   Limpeza
      Terminada a aplicação da mistura de ensaio, as amostras são secas ao ar livre e, em seguida, lavadas com a solução definida no ponto 2.3 (resistência a detergentes) a 23 °C ± 5 °C.
      Em seguida, enxaguam-se as amostras cuidadosamente com água destilada a 23 °C ± 5 °C contendo, no máximo, 0,2 % de impurezas e enxugam-se, depois, com um pano macio.
      2.2.3.   Resultados
      
               
                  2.2.3.1.
               
               No final do ensaio de resistência aos agentes atmosféricos, a superfície exterior de cada amostra deve estar isenta de fissuras, riscos, estilhaçamento e deformação, e a variação média da transmissão 
                     , medida nas três amostras pelo método referido no apêndice 2 do presente anexo, não deve ultrapassar (Δtm < 0,020).
            
               
                  2.2.3.2.
               
               No final do ensaio de resistência aos agentes químicos, as amostras não devem evidenciar vestígios de alteração química passível de causar mudanças na difusão de fluxo, cuja variação média 
                     , medida nas três amostras pelo método referido no apêndice 2 deste anexo, não deve ultrapassar 0,020 (Δdm < 0,020).
            2.3.   Resistência a detergentes e a hidrocarbonetos
      2.3.1.   Resistência a detergentes
      A superfície exterior de três amostras (lentes ou amostras de material) deve ser aquecida a 50 °C ± 5 °C e, em seguida, imersa durante cinco minutos numa mistura mantida a 23 °C ± 5 °C que é composta por 99 partes de água destilada, contendo um máximo de 0,02 % de impurezas, e por 1 parte de sulfonato de alquilarilo.
      No final do ensaio, as amostras são secas a 50 °C ± 5 °C.
      As superfícies das amostras devem ser limpas com um pano húmido.
      2.3.2.   Resistência a hidrocarbonetos
      Fricciona-se ligeiramente a face exterior de cada uma destas três amostras durante um minuto com um pano de algodão embebido numa mistura composta por 70 % de n-heptano e 30 % de tolueno (percentagens em volume), deixando-se por fim secar ao ar livre.
      2.3.3.   Resultados
      Concluídos sucessivamente os dois ensaios anteriores, a variação média da transmissão , medida nas três amostras pelo método referido no Apêndice 2 do presente anexo, não deve ultrapassar 0,010 (Δtm ≤ 0,010).
      2.4.   Resistência à deterioração mecânica
      2.4.1.   Método de ensaio da deterioração mecânica
      Submete-se a face exterior das três novas amostras (lentes) ao ensaio de deterioração mecânica uniforme pelo método referido no apêndice 3 do presente anexo.
      2.4.2.   Resultados
      No final deste ensaio, medem-se as variações:
      
                   
               
               
                  da transmissão: ,
               
            
                   
               
               
                  e da difusão: ,
               
            
                   
               
               
                  segundo o método referido no apêndice 2, na área definida no ponto 2.2.4.1.1 do presente regulamento. Os valores médios relativos às três amostras devem ser:
                  
                               
                           
                           
                              Δtm ≤ 0,100;
                           
                        
                               
                           
                           
                              Δdm < 0,050.
                           
                        
            2.5.   Ensaio de aderência de eventuais revestimentos
      2.5.1.   Preparação da amostra
      Sobre uma área de 20 mm × 20 mm no revestimento da lente, talha-se, com auxílio de uma lâmina de barbear ou de uma agulha, um reticulado de quadrados com cerca de 2 mm × 2 mm. A pressão sobre a lâmina de barbear ou a agulha deve ser suficiente para cortar, pelo menos, o revestimento.
      2.5.2.   Descrição do ensaio
      Utilizar uma fita adesiva com força de aderência de 2 N/(cm de largura) ± 20 %, medida nas condições normalizadas que constam do apêndice 4 do presente anexo. Esta fita adesiva, com a largura mínima de 25 mm, deve ser comprimida durante pelo menos 5 minutos contra a superfície preparada em conformidade com o ponto 2.5.1.
      Em seguida, carrega-se a extremidade da fita de modo que a força de aderência à superfície considerada seja equilibrada por uma força perpendicular a essa superfície. A fita é então arrancada à velocidade constante de 1,5 m/s ± 0,2 m/s.
      2.5.3.   Resultados
      Não pode verificar-se alteração notória na superfície reticulada. São toleradas alterações nas intersecções dos quadrados ou nas extremidades dos cortes, desde que a área alterada não exceda 15 % do reticulado.
      2.6.   Ensaios do farol completo que incorpora uma lente de plástico
      2.6.1.   Resistência à deterioração mecânica da superfície da lente
      2.6.1.1.   Ensaios
      Submete-se a lente da amostra de farol n.o 1 ao ensaio descrito no ponto 2.4.1.
      2.6.1.2.   Resultados
      Após o ensaio, os resultados das medições fotométricas realizadas no farol em conformidade com o presente regulamento não podem ultrapassar:
      
                  a)
               
               
                  Em mais de 30 % os valores máximos prescritos para o ponto HV nem situar-se mais de 10 % abaixo dos valores mínimos prescritos para os pontos 50 L e 50 R, no caso dos faróis da classe B, e 0,86 D/3,5 R, 0,86 D/3,5 L, no caso dos faróis das classes C, D e E;
               
            
                  b)
               
               
                  Mais de 10 % abaixo dos valores mínimos prescritos para HV no caso de um farol que produza exclusivamente o feixe de estrada.
               
            2.6.2.   Ensaio de aderência de eventuais revestimentos
      Submete-se a lente da amostra de farol n.o 2 ao ensaio descrito no ponto 2.5.
      2.7.   Resistência a radiações emitidas pela fonte luminosa.
      Efetua-se o seguinte ensaio:
      
                   
               
               
                  Expõem-se à luz dos módulos LED, ou fonte luminosa de descarga em gás, amostras planas de cada componente transmissor de luz, de plástico, do farol. Os parâmetros, tais como os ângulos e as distâncias destas amostras, devem ser idênticos aos do farol. Estas amostras devem ter a mesma cor e o mesmo tratamento de superfície, se for caso disso, das peças do farol.
               
            
                   
               
               
                  Após 1 500 horas de exposição contínua, as especificações colorimétricas da luz transmitida devem ser cumpridas e as superfícies das amostras devem estar isentas de fissuras, riscos, escamação e deformação.
               
            3.   VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
      
               
                  3.1.
               
               
                  No que respeita aos materiais utilizados no fabrico das lentes, os faróis de uma série são considerados conformes ao presente regulamento se:
                  
                              3.1.1.
                           
                           
                              Após o ensaio de resistência a agentes químicos e o ensaio de resistência a detergentes e a hidrocarbonetos, a superfície exterior das amostras, analisada à vista desarmada, estiver isenta de fissuras, estilhaçamento e deformação (ver pontos 2.2.2, 2.3.1 e 2.3.2);
                           
                        
                              3.1.2.
                           
                           
                              Após o ensaio descrito no ponto 2.6.1.1, os valores fotométricos nos pontos de medição considerados no ponto 2.6.1.2 se situarem dentro dos limites prescritos pelo presente regulamento relativamente à conformidade da produção.
                           
                        
            
               
                  3.2.
               
               
                  Se os resultados não cumprirem os requisitos, repetem-se os ensaios com outras amostras de faróis selecionadas aleatoriamente.
               
            
         Apêndice 1
         
            ORDEM CRONOLÓGICA DOS ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO
         
         A.   Ensaios em materiais plásticos (lentes ou amostras de material fornecidas nos termos do ponto 2.2.4 do presente regulamento).
         
                     Amostras
                     Ensaios
                  
                  
                     Lentes ou amostras de material
                  
                  
                     Lentes
                  
               
                     1
                  
                  
                     2
                  
                  
                     3
                  
                  
                     4
                  
                  
                     5
                  
                  
                     6
                  
                  
                     7
                  
                  
                     8
                  
                  
                     9
                  
                  
                     10
                  
                  
                     11
                  
                  
                     12
                  
                  
                     13
                  
                  
                     14
                  
               
                     
                                 1.1.
                              
                              
                                 Fotometria limitada
                                 (ponto 2.1.2)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.1.1.
                              
                              
                                 Variações de temperatura
                                 (ponto 2.1.1)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.1.2.
                              
                              
                                 Fotometria limitada
                                 (ponto 2.1.2)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.2.1.
                              
                              
                                 Medição da transmissão
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.2.2.
                              
                              
                                 Medição da difusão
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.3.
                              
                              
                                 Agentes atmosféricos
                                 (ponto 2.2.1)
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.3.1.
                              
                              
                                 Medição da transmissão
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.4.
                              
                              
                                 Agentes químicos
                                 (ponto 2.2.2)
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.4.1.
                              
                              
                                 Medição da difusão
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.5.
                              
                              
                                 Detergentes
                                 (ponto 2.3.1)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.6.
                              
                              
                                 Hidrocarbonetos
                                 (ponto 2.3.2)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.6.1.
                              
                              
                                 Medição da transmissão
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.7.
                              
                              
                                 Deterioração
                                 (ponto 2.4.1)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.7.1.
                              
                              
                                 Medição da transmissão
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.7.2.
                              
                              
                                 Medição da difusão
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 1.8.
                              
                              
                                 Aderência
                                 (ponto 2.5)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
               
                     
                                 1.9.
                              
                              
                                 Resistência à radiação da fonte luminosa
                                 (ponto 2.7)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
                  
                      
                  
               
            
         B.   Ensaios sobre faróis completos (fornecidos nos termos do ponto 2.2.3 do presente regulamento)
         
                     Ensaios
                  
                  
                     Farol completo
                  
               
                     Amostra n.o
                     
                  
               
                     1
                  
                  
                     2
                  
               
                     
                                 2.1.
                              
                              
                                 Deterioração
                                 (ponto 2.6.1.1)
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 2.2.
                              
                              
                                 Fotometria
                                 (ponto 2.6.1.2)
                              
                           
                  
                     x
                  
                  
                      
                  
               
                     
                                 2.3.
                              
                              
                                 Aderência
                                 (ponto 2.6.2)
                              
                           
                  
                      
                  
                  
                     x
                  
               
      
         Apêndice 2
         
            MÉTODO DE MEDIÇÃO DA DIFUSÃO E DA TRANSMISSÃO DA LUZ
         
         1.   Equipamento (ver figura)
         O feixe de um colimador K com semidivergência β/2 = 17.4 × 104 é limitado por um diafragma Dτ com abertura de 6 mm, contra o qual se coloca o suporte da amostra.
         Uma lente acromática convergente L2, com correção das aberrações esféricas, liga o diafragma Dτ ao recetor R; o diâmetro da lente L2 deve ser tal que não diafragme a luz difundida pela amostra num cone com semiângulo de ataque β/2 = 14°.
         Coloca-se um diafragma anular DD, com ângulos αο/2 = 1° e αmax/2 = 12°, num plano focal imagem da lente L2.
         A parte central não transparente do diafragma é necessária para eliminar a luz que chega diretamente da fonte luminosa. Deve ser possível remover a parte central do diafragma do feixe luminoso, de modo a que regresse exatamente à sua posição original.
         A distância L2 Dτ e a distância focal F2
             (1) da lente L2 devem ser escolhidas de modo a que a imagem de Dτ cubra completamente o recetor R.
         Quando para o fluxo incidente inicial se tomarem 1 000 unidades, a precisão absoluta de cada leitura deve ser superior a 1 unidade.
         2.   Medições
         Devem ser efetuadas as seguintes leituras:
         
                     Leitura
                  
                  
                     Com amostra
                  
                  
                     Com a parte central de DD
                  
                  
                     Quantidade representada
                  
               
                     T1
                     
                  
                  
                     não
                  
                  
                     não
                  
                  
                     Fluxo incidente na leitura inicial
                  
               
                     T2
                     
                  
                  
                     sim (após ensaio)
                  
                  
                     não
                  
                  
                     Fluxo transmitido pelo material novo num raio de 24°
                  
               
                     T3
                     
                  
                  
                     sim (depois do ensaio)
                  
                  
                     não
                  
                  
                     Fluxo transmitido pelo material ensaiado num raio de 24°
                  
               
                     T4
                     
                  
                  
                     sim (após ensaio)
                  
                  
                     sim
                  
                  
                     Fluxo difundido pelo material novo
                  
               
                     T5
                     
                  
                  
                     sim (depois do ensaio)
                  
                  
                     sim
                  
                  
                     Fluxo difundido pelo material ensaiado
                  
               
            
         
            (1)  Para a lente L2, recomenda-se utilizar uma distância focal de cerca de 80 mm.
      
      
         Apêndice 3
         
            MÉTODO PARA O ENSAIO DE PULVERIZAÇÃO
         
         1.   Equipamento de ensaio
         1.1.   Pulverizador
         O pulverizador utilizado deve estar equipado com um bico de 1,3 mm de diâmetro para permitir um débito de líquido de 0,24 ± 0,02 l/min à pressão de funcionamento de 6,0 bar – 0/+ 0,5 bar.
         Nestas condições de funcionamento, o jato obtido deve ter 170 mm ± 50 mm de diâmetro na superfície exposta à deterioração, a uma distância de 380 mm ± 10 mm do bico.
         1.2.   Mistura de ensaio
         A mistura utilizada no ensaio deve ter a seguinte composição:
         
                  
                     Areia siliciosa de dureza 7 na escala de Mohs, com granulometria entre 0 e 0,2 mm e uma distribuição quase normal, com um fator angular de 1,8 a 2;
                  
               
                  
                     Água de dureza não superior a 205 g/m3, para uma mistura de 25 g de areia por litro de água.
                  
               2.   Ensaio
         Submete-se a superfície exterior das lentes, uma ou mais vezes, à ação do jato de areia produzido do modo descrito anteriormente. O jato deve ser dirigido quase perpendicularmente à superfície de ensaio.
         Avalia-se a deterioração em referência a uma ou mais amostras de vidro colocadas junto das lentes ensaiadas. Pulveriza-se a mistura até a difusão da luz sobre as amostras apresentar a seguinte variação, medida pelo método descrito no apêndice 2:
         
            
         Podem ser utilizadas diversas amostras de referência para verificar se a totalidade da superfície ensaiada sofreu uma deterioração homogénea.
      
      
         Apêndice 4
         
            ENSAIO DE ADERÊNCIA DA FITA ADESIVA
         
         1.   FINALIDADE
         Este método permite determinar, em condições normalizadas, a força linear de aderência de uma fita adesiva a uma placa de vidro.
         2.   PRINCÍPIO
         Medição da força necessária para arrancar uma fita adesiva de uma placa de vidro, num ângulo de 90°.
         3.   CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS ESPECÍFICAS
         23 °C ± 5 °C e 65 ± 15 % RH.
         4.   PROVETES
         Antes do ensaio, o rolo de fita adesiva deve ser condicionado durante 24 horas à atmosfera especificada (ver ponto 3).
         Ensaiam-se cinco provetes de cada rolo com 400 mm de comprimento cada um. Estes provetes são extraídos do rolo desprezando as três primeiras voltas.
         5.   PROCEDIMENTO
         O ensaio é realizado nas condições atmosféricas especificadas no ponto 3.
         Cortam-se os cinco provetes desenrolando a fita radialmente à velocidade aproximada de 300 mm/s, após o que, no intervalo de 15 segundos, se aplicam os cinco fragmentos de fita do seguinte modo:
         
                      
                  
                  
                     Cola-se progressivamente a fita à placa de vidro, esfregando levemente com o dedo no sentido do comprimento, sem pressão excessiva e sem deixar bolhas de ar entre a fita e a placa de vidro.
                  
               
                      
                  
                  
                     Deixa-se o conjunto em repouso durante 10 minutos, nas condições atmosféricas especificadas.
                  
               
                      
                  
                  
                     Descolam-se da placa cerca de 25 mm do provete, segundo um plano perpendicular ao eixo do provete. Mantendo firme a placa, dobra-se a extremidade livre da fita a 90°. Aplica-se o esforço de modo tal que a linha de separação entre a fita e a placa esteja perpendicular a este esforço e à placa.
                  
               
                      
                  
                  
                     Puxa-se, de modo a arrancar a fita à velocidade de 300 mm/s ± 30 mm/s e regista-se o esforço necessário.
                  
               6.   RESULTADOS
         Ordenam-se segundo a grandeza os cinco valores obtidos, tomando a sua média como resultado do ensaio. Este valor é expresso em newtons por centímetro de largura da fita.
      
   
   
      ANEXO 7
      
         PRESCRIÇÕES MÍNIMAS RELATIVAS À AMOSTRAGEM EFETUADA POR UM INSPETOR
      
      1.   GENERALIDADES
      1.1.   Deve considerar-se que os requisitos de conformidade foram cumpridos, dos pontos de vista mecânico e geométrico, nos termos do presente regulamento, se as diferenças não ultrapassarem os inevitáveis desvios de fabrico. Esta condição aplica-se igualmente à cor.
      1.2.   Faróis das classes A, B, C e D:
      
                  1.2.1.
               
               
                  No que respeita ao desempenho fotométrico, a conformidade de faróis produzidos em série não é contestada se no ensaio do desempenho fotométrico de um farol selecionado aleatoriamente e equipado com uma lâmpada de incandescência normalizada e/ou módulos LED:
               
            
                  1.2.2.
               
               
                  Farol da classe A: Nenhum dos valores medidos apresenta um desvio desfavorável superior a 20 % em relação aos valores prescritos no presente regulamento;
               
            
                  1.2.3.
               
               
                  Faróis das classes B, C e D:
                  
                              1.2.3.1.
                           
                           
                              Nenhum dos valores medidos apresenta um desvio desfavorável superior a 20 % em relação aos valores prescritos no presente regulamento; Para os valores da zona 1, para faróis da classe B, C e D, respetivamente, os desvios máximos desfavoráveis admitidos são:
                              
                                           
                                       
                                       
                                          255 candelas equivalente a 20 %;
                                       
                                    
                                           
                                       
                                       
                                          255 candelas equivalente a 20 %;
                                       
                                    
                        
                              1.2.3.2.
                           
                           
                              e se, no feixe de estrada, for observada uma tolerância de + 20 % para os valores máximos e de – 20 % para os valores mínimos, em relação aos valores fotométricos, em qualquer ponto de medição especificado nos pontos 6.3.3.1 ou 6.3.3.2 do presente regulamento.
                           
                        
            
                  1.2.4.
               
               
                  Se os resultados não cumprirem o prescrito, os ensaios são repetidos, utilizando outra lâmpada de incandescência normalizada (de referência).
               
            
                  1.2.5.
               
               
                  Se os resultados dos ensaios acima não corresponderem às prescrições, pode-se alterar o alinhamento do farol, desde que o eixo do feixe não sofra um deslocamento lateral superior a 0,5° para a direita ou para a esquerda ou mais de 0,2° para cima ou para baixo.
               
            1.3.   Faróis da classe E:
      1.3.1.   Para faróis da classe, medida a 13,2 V ± 0,1 V, salvo indicações em contrário, e equipado com:
      
                  a)
               
               
                  Uma fonte luminosa de descarga em gás amovível, de acordo com o Regulamento n.o 99. Neste caso, o fluxo luminoso desta fonte luminosa de descarga em gás pode diferir do fluxo luminoso de referência especificado no Regulamento n.o 99, sendo os valores de intensidade de iluminação corrigidos em conformidade;
                  ou
               
            
                  b)
               
               
                  Uma fonte luminosa de descarga em gás produzida em série e um balastro de série. O fluxo luminoso desta fonte luminosa pode desviar-se do fluxo luminoso nominal devido a tolerâncias relativas à fonte luminosa e ao balastro, como especificado no Regulamento n.o 99; em conformidade, os valores de intensidade de iluminação medidos podem ser corrigidos em 20 % no sentido favorável;
                  ou
               
            
                  c)
               
               
                  Módulos LED, instalados na luz;
                  A conformidade de faróis de produção em série, selecionados aleatoriamente e equipados com uma lâmpada de descarga em gás e/ou módulos LED instalados no farol, no que respeita ao comportamento funcional fotométrico não é contestada, desde que:
               
            1.3.2.   Nenhum dos valores medidos apresenta um desvio desfavorável superior a 20 % em relação aos valores prescritos no presente regulamento; Para os valores da zona III, o desvio máximo no sentido desfavorável pode ser, respetivamente:
      
                   
               
               
                  255 candelas equivalente a 20 %;
               
            
                   
               
               
                  380 candelas equivalente a 30 %;
               
            1.3.3.   e se, no feixe de estrada, for observada uma tolerância de + 20 % para os valores máximos e de – 20 % para os valores mínimos, em relação aos valores fotométricos, em qualquer ponto de medição especificado nos n.os 6.3.3.1 ou 6.3.3.2 do presente regulamento.
      1.3.4.   Se os resultados dos ensaios acima não corresponderem às prescrições, pode-se alterar o alinhamento do farol, desde que o eixo do feixe não sofra um deslocamento lateral superior a 0,5° para a direita ou para a esquerda ou mais de 0,2° para cima ou para baixo.
      1.3.5.   Se os resultados dos ensaios acima descritos não cumprirem os requisitos, o farol deve ser submetido novamente a ensaios utilizando uma outra fonte luminosa de descarga em gás normalizada, uma fonte luminosa de descarga em gás e/ou balastro, ou módulos LED e dispositivo de comando eletrónico de fonte luminosa, consoante o caso, em conformidade com o ponto 1.3.1.
      1.4.   Os faróis com defeitos evidentes não são tidos em conta.
      1.5.   Se, no entanto, para uma série de amostras, a regulação vertical não puder ser repetida até se encontrar a posição adequada dentro das margens de tolerância admitidas, a qualidade do «recorte» deve ser objeto de ensaio em um dos faróis da série de amostras, de acordo com o procedimento descrito no anexo 9, n.os 2 e 4.
      2.   PRIMEIRA AMOSTRAGEM
      Na primeira amostragem, selecionam-se aleatoriamente quatro faróis. A primeira amostra de dois é marcada com a letra A e a segunda amostra dos outros dois com a letra B.
      2.1.   Conformidade não contestada
      
               
                  2.1.1.
               
               
                  Na sequência do processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, a conformidade dos faróis produzidos em série não é contestada se os desvios dos valores medidos nos sentidos desfavoráveis forem:
                  
                              2.1.1.1.
                           
                           
                              Amostra A
                              
                                          A1:
                                       
                                       
                                          num farol
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          A2:
                                       
                                       
                                          em ambos os faróis
                                       
                                       
                                          mais de
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                                          mas
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          Passar à amostra B
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                           
                                       
                                    
                        
                              2.1.1.2.
                           
                           
                              Amostra B
                              
                                          B1:
                                       
                                       
                                          em ambos os faróis
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                        
            2.2.   Conformidade contestada
      
               
                  2.2.1.
               
               
                  Com base no processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, a conformidade dos faróis produzidos em série é contestada e o fabricante convidado a proceder ao alinhamento da sua produção se os desvios dos valores medidos nos faróis forem:
                  
                              2.2.1.1.
                           
                           
                              Amostra A
                              
                                          A3:
                                       
                                       
                                          num farol
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          mas
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          30 por cento
                                       
                                    
                        
                              2.2.1.2.
                           
                           
                              Amostra B
                              
                                          B2:
                                       
                                       
                                          No caso A2
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                           
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          mais de
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                                          mas
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          B3:
                                       
                                       
                                          No caso A2
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                           
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          mas
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          30 por cento
                                       
                                    
                        
            2.3.   Revogação da homologação
      A conformidade é contestada, com aplicação do disposto no ponto 11 do presente regulamento, se, na sequência do processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, os desvios dos valores medidos nos faróis forem:
      
                  2.3.1.
               
               
                  Amostra A
                  
                              A4:
                           
                           
                              num farol
                           
                           
                              não mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              30 por cento
                           
                        
                              A5:
                           
                           
                              em ambos os faróis
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
            
                  2.3.2.
               
               
                  Amostra B
                  
                              B4:
                           
                           
                              No caso A2
                           
                           
                               
                           
                           
                               
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              0 por cento
                           
                        
                              mas
                           
                           
                              não mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
                              B5:
                           
                           
                              No caso A2
                           
                           
                               
                           
                           
                               
                           
                        
                              em ambos os faróis
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
                              B6:
                           
                           
                              No caso A2
                           
                           
                               
                           
                           
                               
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                               
                           
                           
                              0 por cento
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              30 por cento
                           
                        
            3.   REPETIÇÃO DA AMOSTRAGEM
      No caso de A3, B2 e B3, é necessária uma nova amostragem, com uma terceira amostra C de dois faróis, selecionada do lote produzido após o alinhamento, no prazo de dois meses a contar da notificação.
      3.1.   Conformidade não contestada
      
               
                  3.1.1.
               
               
                  Na sequência do processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, a conformidade dos faróis produzidos em série não é contestada se os desvios dos valores medidos nos faróis forem:
                  
                              3.1.1.1.
                           
                           
                              Amostra C
                              
                                          C1:
                                       
                                       
                                          num farol
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          C2:
                                       
                                       
                                          em ambos os faróis
                                       
                                       
                                          mais de
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                                          mas
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          Passar à amostra D
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                           
                                       
                                    
                        
                              3.1.1.2.
                           
                           
                              Amostra D
                              
                                          D1:
                                       
                                       
                                          No caso de C2:
                                       
                                       
                                           
                                       
                                    
                                          em ambos os faróis
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                        
            3.2.   Conformidade contestada
      
               
                  3.2.1.
               
               
                  Com base no processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, a conformidade dos faróis produzidos em série é contestada e o fabricante convidado a proceder ao alinhamento da sua produção se os desvios dos valores medidos nos faróis forem:
                  
                              3.2.1.1.
                           
                           
                              Amostra D
                              
                                          D2:
                                       
                                       
                                          No caso de C2:
                                       
                                       
                                           
                                       
                                       
                                           
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          mais de
                                       
                                       
                                          0 por cento
                                       
                                    
                                          mas
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                                          num farol
                                       
                                       
                                          não mais de
                                       
                                       
                                          20 por cento
                                       
                                    
                        
            3.3.   Revogação da homologação
      A conformidade é contestada, com aplicação do disposto no ponto 11 do presente regulamento, se, na sequência do processo de amostragem indicado na figura 1 do presente anexo, os desvios dos valores medidos nos faróis forem:
      
                  3.3.1.
               
               
                  Amostra C
                  
                              C3:
                           
                           
                              num farol
                           
                           
                              não mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
                              C4:
                           
                           
                              em ambos os faróis
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
            
                  3.3.2.
               
               
                  Amostra D
                  
                              D3:
                           
                           
                              No caso de C2:
                           
                           
                               
                           
                           
                               
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                              0 ou mais de
                           
                           
                              0 por cento
                           
                        
                              num farol
                           
                           
                              mais de
                           
                           
                              20 por cento
                           
                        
            
         Figura 1
      
      
   
      ANEXO 8
      
         SUCESSÃO DOS PERÍODOS DE ATIVAÇÃO NO ENSAIO DE ESTABILIDADE DO DESEMPENHO FOTOMÉTRICO
      
      
                  Abreviaturas
               
               
                  :
               
               
                  
                     P: feixe de cruzamento
                  
                     D: feixe de estrada (D1 + D2 significa dois feixes de estrada)
                  
                     F: luz de nevoeiro da frente
               
            
                  
                     
               
               
                  : significa um ciclo de 15 minutos de extinção e 5 minutos de acendimento.
               
            
                  
                     
               
               
                  : significa um ciclo de 9 minutos de extinção e 1 minuto de acendimento.
               
            Todos os faróis agrupados seguintes e as luzes de nevoeiro da frente, bem como os símbolos de marcação da classe B adicionais, são dados a título de exemplo e não são exaustivos.
      
                  
                              1.
                           
                           
                              P or D ou F (C-BS or R-BS or B)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              2.
                           
                           
                              P+D (CR-BS) ou P+D1+D2 (CR-BS R-BS)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              3.
                           
                           
                              P+D (C/R-BS) ou P+D1+D2 (C/R-BS R-BS)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              4.
                           
                           
                              P+F (C-BS B)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              5.
                           
                           
                              P+F (C-BS B/) ou C-BS/B
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              6.
                           
                           
                              D+F (R-BS B) oo D1+D2+F (R-BS R-BS B)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              7.
                           
                           
                              D+F (R-BS B/) ou D1+D2+F (R-BS R-BS B/)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              8.
                           
                           
                              P+D+F (CR-BS B) ou P+D1+D2+F (CR-BS R-BS B)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              9.
                           
                           
                              P+D+F (C/R-BS B) ou P+D1+D2+F (C/R-BS R-BS B)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              10.
                           
                           
                              P+D+F (CR-BS B/) ou P+D1+D2+F (CR-BS R-BS B/)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
                  
                              11.
                           
                           
                              P+D+F (C/R-BS B/) ou P+D1+D2+F (C/R-BS R-BS/B)
                           
                        
               
                  Fontes luminosas adicionais usadas para produzir iluminação de curvas
               
               
                  
                     
               
            
   
      ANEXO 9
      
         DEFINIÇÃO E NITIDEZ DA LINHA DE RECORTE PARA OS FARÓIS DE CRUZAMENTO E PROCEDIMENTO DE REGULAÇÃO COM AUXÍLIO DESSA LINHA DE RECORTE
      
      1.   GENERALIDADES
      
               
                  1.1.
               
               
                  A distribuição da intensidade luminosa dos faróis de cruzamento simétricos deve incorporar uma linha de «recorte» que permita ao farol de cruzamento simétrico ser ajustado corretamente para a realização das medições fotométricas e para a regulação no veículo. As características da linha de «recorte» devem corresponder às prescrições dos pontos 2 a 4 seguintes.
               
            2.   FORMA DA LINHA DE «RECORTE»
      
               
                  2.1.
               
               
                  Para permitir a regulação visual do farol de cruzamento simétrico, a linha de «recorte» deve prever uma linha horizontal para a regulação vertical do farol de cruzamento simétrico para ambos os lados da linha V-V (ver figura 1) conforme especificado no ponto 6.2.1 do presente regulamento.
                  
                     Figura 1
                  
                  
                     Forma e posição da linha de «recorte».
                  
                  
                     
               
            3.   REGULAÇÃO DO FAROL DE CRUZAMENTO SIMÉTRICO
      
               
                  3.1.
               
               
                  Regulação horizontal A linha de «recorte» deve ser regulada de forma que a configuração da projeção do feixe seja aproximadamente simétrica relativamente à linha V-V.
               
            
               
                  3.2.
               
               
                  Regulação vertical: Após a regulação horizontal do farol de cruzamento simétrico de acordo com o prescrito no ponto 3.1, a regulação vertical deve ser feita de molde a que o feixe com a sua linha de recorte seja deslocado para cima a partir da posição mais baixa até a linha de recorte estar situada na posição vertical nominal. Para a regulação vertical nominal, a linha de «recorte» está posicionada na linha V-V a 1 % abaixo da linha h-h.
                  Se a parte horizontal não for direita, mas ligeiramente curva ou inclinada, a linha de «recorte» não deve ultrapassar o espaço formado por duas linhas horizontais posicionadas entre os 3° para a esquerda e para a direita da linha V-V, a 0,2° para a classe B e 0,3 para as classes A, C, D e E, acima e abaixo da posição nominal do recorte (cf. figura 1).
               
            
               
                  3.3.
               
               
                  Sempre que as regulações verticais verificadas em três ensaios de regulação do recorte diferirem em mais de 0,2° para a classe B e 0,3° para as classes A, C, D e E, considera-se que a parte horizontal da linha de «recorte» não oferece linearidade ou nitidez suficientes para efetuar a regulação visual. Neste caso, procede-se a um controlo instrumental da qualidade do «recorte» para verificar a conformidade com os requisitos que se seguem.
               
            4.   MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO «RECORTE»
      
               
                  4.1.
               
               
                  As medições devem ser feitas por varrimento vertical através da parte horizontal da linha de recorte por posições angulares sucessivas que não excedam 0,05°:
                  
                              a)
                           
                           
                              ou a uma distância de medição de 10 m e com um detetor de 10 mm diâmetro, aproximadamente
                           
                        
                              b)
                           
                           
                              ou a uma distância de medição de 25 m e com um detetor de 30 mm de diâmetro, aproximadamente.
                           
                        A medição da qualidade do «recorte» deve ser considerada aceitável se as prescrições do ponto 4.1.2 do presente anexo forem cumpridas com pelo menos uma medição, a 10 m ou 25 m.
                  A distância de medição a que o ensaio foi determinado deve ser registada no ponto 9 do formulário de comunicação constante do anexo 1 do presente regulamento.
                  O varrimento é efetuado de baixo para cima através da linha de «recorte» ao longo das linhas verticais à distância de - 3° a - 1,5° e + 1,5° a + 3° da linha V-V. Sempre que medida desta forma, a qualidade da linha de «recorte» deve cumprir as seguintes prescrições:
                  
                              4.1.1.
                           
                           
                              Só uma linha de «recorte» pode estar visível (1).
                           
                        
                              4.1.2.
                           
                           
                              Nitidez do «recorte»: Em medição por varrimento vertical através da parte horizontal da linha de «recorte» ao longo das linhas verticais a uma distância ± 2,5, o valor máximo medido para:
                              é designado fator G de nitidez da linha de recorte. O valor de G não deve ser inferior a 0,13 para a classe B e 0,08 para as classes A, C, D e E.
                           
                        
                              4.1.3.
                           
                           
                              Linearidade: A parte da linha de recorte que serve para a regulação vertical deve ser o segmento horizontal entre 3° para a esquerda e 3° para a direita da linha v-v. Considera-se que este requisito é satisfeito se as posições verticais dos pontos de inflexão, em conformidade com o ponto 3.2, nos 3° para a esquerda e para a direita na linha V-V não diferirem em mais de 0,2° para faróis da classe B e 0,3° para faróis das classes A, C, D e E da posição nominal à linha V-V.
                           
                        
            5.   REGULAÇÃO VERTICAL INSTRUMENTAL
      Se a linha de «recorte» cumprir os requisitos de qualidade acima, a regulação vertical do feixe pode ser realizada por instrumentos. Para este efeito, o ponto de inflexão, em que d2 (log E)/dv2 = 0 está posicionado na linha V-V e abaixo da linha h-h. O movimento para medição e regulação da linha de «recorte» deve ser ascendente, a partir de um ponto abaixo da posição nominal.
      
         (1)  Este ponto deve ser alterado quando estiver disponível um método de ensaio objetivo.
   
   
      ANEXO 10
      
         CENTRO DE REFERÊNCIA
      
      
         
      Esta marca facultativa do centro de referência é colocada na lente na sua intersecção com o eixo de referência do feixe de cruzamento, bem como nas lentes dos feixes de estrada, quando estes não se encontram agrupados, nem combinados, nem incorporados mutuamente com um feixe de cruzamento.
      O esquema acima representa a marca do centro de referência projetado num plano praticamente tangente à lente perto do centro do círculo. As linhas que constituem esta marca podem ser contínuas ou descontínuas.
   
   
      ANEXO 11
      
         MARCAÇÕES DA TENSÃO
      
      
                  Esta marcação deve ser aposta sobre o corpo principal de cada farol, contendo este apenas fontes luminosas de descarga em gás e balastro, e sobre cada elemento exterior do referido balastro.
               
               
                   
               
               
                  Esta marcação deve ser aposta sobre o corpo principal de cada farol, contendo este, no mínimo, uma fonte luminosa de descarga em gás e um balastro.
               
            
                  Os balastros são concebidos para um sistema de rede de **volts.
               
               
                   
               
               
                  Os balastros são concebidos para um sistema de rede de **volts.
               
            
                   
               
               
                   
               
               
                  Nenhuma das lâmpadas de incandescência instalada no farol é concebida para um sistema de rede de 24 volts.
               
            
   
      ANEXO 12
      
         REQUISITOS RELATIVOS AO USO DE MÓDULOS LED E DE FARÓIS QUE INCLUEM MÓDULOS LED
      
      1.   PRESCRIÇÕES GERAIS
      
               
                  1.1.
               
               
                  Cada amostra de módulo LED apresentada deve ser conforme às especificações pertinentes do presente regulamento quando for ensaiada com os dispositivos de comando eletrónico de fonte luminosa fornecidos, se for caso disso.
               
            
               
                  1.2.
               
               
                  As fontes luminosas LED devem ser concebidas de modo a funcionarem corretamente e manterem esse bom funcionamento em utilização normal. Além disso, não devem apresentar nenhum defeito de conceção ou de fabrico. Considera-se que um módulo LED não passa no ensaio se um dos LED que o compõem não passar no ensaio.
               
            
               
                  1.3.
               
               
                  Os módulos LED devem ser invioláveis.
               
            
               
                  1.4.
               
               
                  Os módulos LED amovíveis devem ser concebidos de molde a que:
                  
                              1.4.1.
                           
                           
                              Quando o módulo LED for removido e substituído por outro módulo fornecido pelo requerente e com o mesmo código de identificação de módulo de fonte luminosa, as especificações fotométricas do farol sejam cumpridas;
                           
                        
                              1.4.2.
                           
                           
                              Os módulos LED com diferentes códigos de identificação de módulo de fonte luminosa não sejam intermutáveis dentro do mesmo conjunto.
                           
                        
            2.   FABRICO
      
               
                  2.1.
               
               
                  Os LED nos módulos LED devem estar equipados com elementos de fixação adequados.
               
            
               
                  2.2.
               
               
                  Os elementos de fixação devem ser robustos e estar firmemente fixados aos LED e ao módulo LED.
               
            3.   CONDIÇÕES DE ENSAIO
      3.1.   Aplicação
      
               
                  3.1.1.
               
               
                  Todas as amostras devem ser ensaiadas conforme previsto no n.o 4 seguinte.
               
            
               
                  3.1.2.
               
               
                  O tipo de fonte luminosa existente num módulo LED deve ser um díodo emissor de luz (LED), conforme definido no n.o 2.7.1 do Regulamento n.o 48, especialmente no que se refere ao elemento de radiação visível. Não são admitidos outros tipos de fontes luminosas.
               
            3.2.   Condições de funcionamento
      3.2.1.   Condições de funcionamento dos módulos LED
      Todas as amostras devem ser ensaiadas nas condições especificadas no ponto 6.1.3 do presente regulamento. Salvo indicação em contrário no presente anexo, os módulos LED devem ser ensaiados no interior do farol, tal como apresentado pelo fabricante.
      3.2.2.   Temperatura ambiente
      Para a medição das características elétricas e fotométricas, a luz de nevoeiro da frente deve ser posta a funcionar em atmosfera seca e estável e a uma temperatura ambiente de 23 °C ± 5 °C.
      3.3.   Envelhecimento
      A pedido do requerente, o módulo LED deve ficar aceso durante 48 h e depois arrefecido até à temperatura ambiente antes do início dos ensaios especificados no presente regulamento.
      4.   REQUISITOS ESPECÍFICOS E ENSAIOS
      4.1.   Restituição de cores
      4.1.1.   Teor de vermelho
      Para além das medições descritas no n.o 7 do presente regulamento, o teor mínimo de vermelho da luz de um módulo LED ou de um farol que incorpora módulos LED ensaiado a 50 V deve ser tal que:
      
         
      em que:
      
                  Ee(λ) (unidade: W)
               
               
                  é a distribuição espectral da irradiância;
               
            
                  V(λ) (unidade: 1)
               
               
                  é a eficácia luminosa espectral;
               
            
                  (λ) (unidade: nm)
               
               
                  é o comprimento de onda.
               
            Este valor é calculado utilizando intervalos de um nanómetro.
      4.2.   Radiação UV
      A radiação UV de um módulo LED de baixa radiação UV deve ser tal que:
      
         
      em que:
      
                   
               
               
                  S(λ)(unidade: 1) é a função de ponderação espetral;
               
            
                   
               
               
                  km = 683 lm/W é o valor máximo da eficácia luminosa ou da radiação.
               
            (Para definições dos outros símbolos, ver ponto 4.1.1).
      Este valor é calculado utilizando intervalos de um nanómetro. A radiação UV deve ser ponderada de acordo com os valores indicados no quadro UV seguinte.
      
         Quadro UV
      
      Valores em conformidade com «IRPA/INIRC Guidelines on limits of exposure to ultraviolet radiation» (Diretrizes de IRPA/INIRC relativas aos limites de exposição a radiações ultravioletas). Os comprimentos de onda (em nanómetros) são dados a título indicativo; outros valores devem ser estimados por interpolação.
      
                  λ
               
               
                  S(λ)
               
            
                  250
               
               
                  0,430
               
            
                  255
               
               
                  0,520
               
            
                  260
               
               
                  0,650
               
            
                  265
               
               
                  0,810
               
            
                  270
               
               
                  1,000
               
            
                  275
               
               
                  0,960
               
            
                  280
               
               
                  0,880
               
            
                  285
               
               
                  0,770
               
            
                  290
               
               
                  0,640
               
            
                  295
               
               
                  0,540
               
            
                  300
               
               
                  0,300
               
            
                  305
               
               
                  0,060
               
            
                  310
               
               
                  0,015
               
            
                  315
               
               
                  0,003
               
            
                  320
               
               
                  0,001
               
            
                  325
               
               
                  0,00050
               
            
                  330
               
               
                  0,00041
               
            
                  335
               
               
                  0,00034
               
            
                  340
               
               
                  0,00028
               
            
                  345
               
               
                  0,00024
               
            
                  350
               
               
                  0,00020
               
            
                   
               
               
                   
               
            
                  355
               
               
                  0,00016
               
            
                  360
               
               
                  0,00013
               
            
                  365
               
               
                  0,00011
               
            
                  370
               
               
                  0,00009
               
            
                  375
               
               
                  0,000077
               
            
                  380
               
               
                  0,000064
               
            
                  385
               
               
                  0,000530
               
            
                  390
               
               
                  0,000044
               
            
                  395
               
               
                  0,000036
               
            
                  400
               
               
                  0,000030
               
            
                   
               
               
                   
               
            4.3.   Estabilidade da temperatura
      4.3.1.   Iluminância
      
               
                  4.3.1.1.
               
               
                  Deve ser efetuada uma medição fotométrica do farol após 1 minuto de funcionamento da função específica no ponto de ensaio especificado a seguir. Para estas medições, a orientação pode ser aproximada, mas deve ser mantida antes e depois da determinação das razões.
                  Pontos de ensaio a medir:
                  Feixe de cruzamento principal 50 V:
                  (para a medição de iluminação de curvas, o ponto de ensaio deve ser especificado pelo fabricante).
                  Feixe de estrada H – V
               
            
               
                  4.3.1.2.
               
               
                  A luz deve continuar a funcionar até se atingir a estabilidade fotométrica O momento em que a fotometria fica estável é definido como o ponto no tempo em que a variação do valor fotométrico for inferior a 3 % dentro de um qualquer período de 15 minutos. Depois de atingida a estabilidade, a regulação para a fotometria completa deve ser realizada em conformidade com as prescrições do dispositivo específico. É exigida a fotometria da luz em todos os pontos de ensaio para o dispositivo específico.
               
            
               
                  4.3.1.3.
               
               
                  Calcular a relação entre o valor do ponto de ensaio de fotometria determinado no ponto 4.3.1.1 e o valor no ponto determinado no ponto 4.3.1.2.
               
            
               
                  4.3.1.4.
               
               
                  Uma vez atingida a estabilidade fotométrica, aplicar a relação calculada anteriormente a cada um dos restantes pontos de ensaio, a fim de criar um novo quadro fotométrico que descreva a fotometria completa baseada em um minuto de funcionamento.
               
            
               
                  4.3.1.5.
               
               
                  Os valores de intensidade luminosa medidos após 1 minuto e depois de se atingir a estabilidade fotométrica devem corresponder aos requisitos mínimo e máximo.
               
            4.3.2.   Cor
      A cor da luz emitida, medida após um minuto e após ter sido atingida a estabilidade fotométrica, conforme descrito no ponto 4.3.1.2 do presente anexo, deve situar-se dentro dos limites de cor exigidos em ambos os casos.
      5.   A medição do fluxo luminoso objetivo dos módulos LED que produz(em) o feixe de cruzamento principal deve ser efetuada da maneira que segue:
      
                  5.1.
               
               
                  Os módulos LED devem encontrar-se na configuração descrita nas especificações técnicas definidas no ponto 2.2.2 do presente regulamento. Os elementos óticos (ótica secundária) devem ser removidos pelo serviço técnico mediante a utilização de ferramentas, a pedido do requerente. Este procedimento e as condições durante as medições descritas a seguir devem ser descritos no relatório de ensaio.
               
            
                  5.2.
               
               
                  O requerente deve apresentar três módulos LED de cada tipo com o eventual comando eletrónico da fonte luminosa e instruções suficientes.
                  Pode ser fornecido um sistema de regulação térmica adequado (p. ex., dissipador de calor) para simular condições térmicas semelhantes às do farol correspondente.
                  Antes do ensaio, cada módulo LED deve ser envelhecido durante pelo menos 48 horas nas mesmas condições de instalação no farol correspondente.
                  Se for utilizada uma esfera de Ulbricht, esta deve ter um diâmetro mínimo de um metro ou uma dimensão de pelo menos 10 vezes a dimensão máxima do módulo LED, tomando-se o maior dos dois valores. As medições do fluxo podem ser igualmente realizadas por integração mediante a utilização de um fotogoniómetro. As normas da CIE, Publicação 84 – 1989, relativas à temperatura ambiente, posicionamento, etc., devem ser tidas em conta.
                  O módulo LED deve ser sujeito a uma rodagem térmica durante aproximadamente uma hora na esfera fechada ou no fotogoniómetro.
                  O fluxo deve ser medido após ter sido atingida a estabilidade, conforme se explica no ponto 4.3.1.2 do presente anexo.
                  Considera-se que a média das medições das três amostras de cada tipo de módulo LED é o fluxo luminoso objetivo desse tipo.