CELEX: 62011CN0081
Language: pt
Date: 2011-02-22 00:00:00
Title: Processo C-81/11 P: Recurso interposto em 22 de Fevereiro de 2011 por Longevity Health Products, Inc. do acórdão proferido pelo Tribunal Geral (Quinta Secção) em 16 de Dezembro de 2010 no processo T-363/09, Longevity Health Products, Inc./Instituto de Harmonização do Mercado Interno (marcas, desenhos e modelos), Gruppo Lepetit, SpA

7.5.2011   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 139/14
            
         Recurso interposto em 22 de Fevereiro de 2011 por Longevity Health Products, Inc. do acórdão proferido pelo Tribunal Geral (Quinta Secção) em 16 de Dezembro de 2010 no processo T-363/09, Longevity Health Products, Inc./Instituto de Harmonização do Mercado Interno (marcas, desenhos e modelos), Gruppo Lepetit, SpA
   (Processo C-81/11 P)
   2011/C 139/25
   Língua do processo: inglês
   
      Partes
   
   
      Recorrente: Longevity Health Products, Inc. (representante: J. Korab, Rechtsanwalt)
   
      Outras partes no processo: Instituto de Harmonização do Mercado Interno (marcas, desenhos e modelos), Gruppo Lepetit SpA
   
      Pedidos da recorrente
   
   A recorrente requer que o Tribunal se digne:
   
               —
            
            
               julgar admissível o recurso interposto pela sociedade Longevity Health Products, Inc.
            
         
               —
            
            
               anular a decisão do Tribunal Geral de 16 de Dezembro de 2010 no processo T-363/09;
            
         
               —
            
            
               condenar o Instituto de Harmonização do Mercado Interno nas despesas do processo.
            
         
      Fundamentos e principais argumentos
   
   A recorrente alega que o Tribunal Geral violou o seu direito a um processo equitativo ao não conceder à recorrente um prazo para responder aos pedidos do IHMI.
   É também alegado que o Tribunal Geral não analisou os argumentos apresentados pelo titular da marca relativos ao risco de confusão.