CELEX: 21986A1115(02)
Language: pt
Date: 1986-09-15 00:00:00
Title: Protocolo Adicional ao Acordo entre a Comunidade Económica Europeia e a República da Finlândia na sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade

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21986A1115(02)

Protocolo Adicional ao Acordo entre a Comunidade Económica Europeia e a República da Finlândia na sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade  

Jornal Oficial nº L 321 de 15/11/1986 p. 0064

PROTOCOLO ADICIONAL ao Acordo entre a Comunidade Económica Europeia e a República da Finlândia na  sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à ComunidadeA  COMUNIDADE ECONÓMICA EUROPEIA, por um lado, e A REPÚBLICA DA FINLÂNDIA, por outro lado, TENDO EM CONTA o Acordo entre a Comunidade Económica Europeia e a República da Finlândia, assinado  em Bruxelas em 5 de Outubro de 1973, a seguir denominado « Acordo », TENDO EM CONTA a adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa às Comunidades Europeias em 1  de Janeiro de 1986, CONSIDERANDO que, em 18 de Dezembro de 1985, a Comunidade e a República da Finlândia assinaram um  acordo relativo ao regime aplicável às trocas comerciais entre a Finlândia, por um lado, e a  Espanha e Portugal, por outro lado, para o período de 1 de Janeiro de 1986 a 28 de Fevereiro de  1986, DECIDIRAM, de comum acordo, estabelecer as adaptações e medidas transitórias relativas ao Acordo,  na sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade Económica  Europeia, e CELEBRAR O PRESENTE PROTOCOLO : TÍTULO I Adaptações Artigo 1 O texto do Acordo, os Anexos e os Protocolos que dele fazem parte integrante, bem como a  Acta Final e as declarações a ela anexas são redigidos nas línguas espanho- la e portuguesa, fazendo esses textos fé do mesmo modo que os textos originais. O Comité Misto  aprovará os textos espanhol e português. Artigo 2 Os produtos abrangidos pelo Acordo, originários da Finlândia aquando da sua importação  nas Ilhas Canárias ou em Ceuta e Melilha beneficiarão, em todos os aspectos, incluindo a taxa  denominada « arbítrio insular » aplicada nas Ilhas Canárias, do mesmo regime aduaneiro que o  aplicado aos produtos originários do território aduaneiro da Comunidade. A República da Finlândia concederá às importações dos produtos referidos no Acordo, originários das  Ilhas Canárias ou de Ceuta e Melilha, o mesmo regime aduaneiro que o que concede aos produtos  importados e originários de Espanha. TÍTULO II Medidas transitórias relativas à Espanha, por um lado, e à Finlândia, por outro Artigo 3 1.  Relativamente aos produtos abrangidos pelo Acordo, e sem prejuízo do disposto no  artigo 5, os direitos aduaneiros de importação entre a Finlândia e Espanha, aplicáveis aos produtos  originários destes países, serão progressivamente suprimidos de acordo com o calendário seguinte : -em 1 de Março de 1986, cada direito será reduzido para 90 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1987, cada direito será reduzido para 77,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1988, cada direito será reduzido para 62,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1989, cada direito será reduzido para 47,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1990, cada direito será reduzido para 35,0 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1991, cada direito será reduzido para 22,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1992, cada direito será reduzido para 10,0 % do direito de base, -a última redução de 10 % será efectuada em 1 de Janeiro de 1993. 2.  As taxas dos direitos calculados nos termos do n° 1 serão aplicadas por arredondamento à  primeira casa decimal, desprezando-se a segunda casa decimal. Artigo 4 1.  Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, o direito de base, a partir do qual  devem ser efectuadas as sucessivas reduções previstas no artigo 3, em relação a cada produto, é o  direito efectivamente aplicado nas trocas comerciais entre a Finlândia e Espanha em 1 de Janeiro de  1985. 2.  Todavia, se após essa data e antes da adesão, for aplicada uma redução pautal, o direito assim  reduzido será considerado direito de base. 3.  Para os produtos enumerados no Anexo I, o direito de base aplicado por Espanha é o indicado em  frente de cada produto. 4.  Para os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, da posição 27.09 da pauta  aduaneira comum, o direito de base aplicado por Espanha é zero. Artigo 5 1.  O elemento móvel que o Reino de Espanha pode aplicar, nos termos do disposto no  artigo 1 do Protocolo n° 2 relativamente a certos produtos originários da Finlândia referidos no  Quadro I do referido Protocolo, será ajustado pelo montante compensatório aplicado nas trocas  comerciais entre a Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985, e Espanha. 2.  Para os produtos referidos no Quadro I do Protocolo n° 2 do Acordo, o Reino de Espanha  suprimirá, de acordo com o calendário estabelecido no n° 1 do artigo 3, a diferença entre : -o direito de base de Espanha indicado no artigo 4, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro I do Protocolo n° 2. 3.  Para os produtos indicados no Quadro II do Protocolo n° 2 do Acordo, a República da Finlândia  suprimirá, de acordo com o calendário estabelecido no n° 1 do artigo 3, a diferença entre : -o direito de base da Finlândia indicado no artigo 4, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro II do Protocolo n° 2. Artigo 6 Se o Reino de Espanha suspender, total ou parcialmente, a cobrança dos direitos  aduaneiros aplicáveis aos produtos importados da Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de  1985, suspenderá ou reduzirá, igualmente, na mesma percentagem, os direitos aduaneiros de  importação aplicáveis aos produtos originários da Finlândia. Artigo 7 1.  Se o Reino de Espanha abrir, em relação a países terceiros, os contingentes pautais  efectivamente aplicados em 1 de Janeiro de 1985, os produtos importados da Finlândia beneficiarão  do mesmo tratamento que os produtos importados da Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro  de 1985, durante o período de abertura desses contingentes. 2.  Se tais contingentes não forem abertos, o Reino de Espanha aplicará aos produtos importados da  Finlândia os direitos aplicados em caso de abertura desses contingentes. As quantidades ou valores  admitidos a beneficiar desses direitos são limitados aos montantes efectivamente importados da  Finlândia, no âmbito dos mesmos contingentes abertos em 1 de Janeiro de 1985. Artigo 8 1.  Se o Reino de Espanha aplicar restrições quantitativas à importação da Comunidade,  na sua composição em 31 de Dezembro de 1985 : -até 31 de Dezembro de 1988 para os produtos referidos no Anexo II, -até 31 de Dezembro de 1989 para os produtos referidos no Anexo III, aplicará igualmente restrições quantitativas relativamente aos mesmos produtos originários da  Finlândia. 2.  As restrições quantitativas acima referidas consistirão na aplicação de contingentes globais  igualmente abertos para as importações originárias dos outros países da AECL. Os contingentes globais iniciais para 1986 são enumerados nos Anexos II e III, respectivamente. 3.  O calendário de aumento progressivo dos contingentes referidos no Anexo II e dos contingentes  dos n° 1 a 5 e 10 a 14 referidos do Anexo III é de 25 % no início de cada ano relativamente aos  contingentes expressos em ECUs e de 20 % no início de cada ano, relativamente aos contingentes  expressos em volume. O aumento é acrescido a cada contingente e o aumento seguinte é calculado com  base no total deste modo obtido. Para os contingentes dos n° 6 a 9 referidos no Anexo III o calendário anual de aumento progressivo  é o seguinte : -1 ano : 13 %, -2 ano : 18 %, -3 ano : 20 %, -4 ano : 20 %. 4.  Quando se verificar que as importações em Espanha de um dos produtos enumerados nos Anexos II e  III foram, no decurso de dois anos consecutivos, inferiores a 90 % do contingentamento, o Reino de  Espanha liberalizará, a partir do início do ano seguinte a esses dois anos, a importação desse  produto originário da Finlândia dos países referidos no n° 2, se o produto for nessa altura  liberalizado em relação à Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985. 5.  Se o Reino de Espanha liberalizar as importações de um dos produtos, enumerado nos Anexos II e  III, proveniente da Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985, ou se aumentar um  contingente para além da taxa mínima aplicável à Comunidade com essa mesma composição, liberalizará  de igual modo as importações desse produto originárias da Finlândia ou aumentará proporcionalmente  o contingente global. 6.  Relativamente à gestão dos contingentes acima referidos, o Reino de Espanha aplicará as mesmas  regras e práticas administrativas que as aplicadas nas importações desses produtos originários da  Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985. TÍTULO III Medidas transitórias relativas a Portugal, por um lado, e à Finlândia, por outro Artigo 9 1.  Para os produtos abrangidos pelo Acordo e sem prejuízo do disposto no artigo 12, os  direitos aduaneiros de importação em Portugal, aplicáveis aos produtos originários da Finlândia,  serão progressivamente suprimidos de acordo com o calendário seguinte : -em 1 de Março de 1986, cada direito será reduzido para 90 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1987, cada direito será reduzido para 80 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1988, cada direito será reduzido para 65 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1989, cada direito será reduzido para 50 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1990, cada direito será reduzido para 40 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1991, cada direito será reduzido para 30 % do direito de base, -As duas outras reduções, de 15 % cada uma, serão efectuadas em 1 de Janeiro de 1992 e 1 de Janeiro  de 1993. 2.  As taxas dos direitos calculados nos termos do n° 1 serão aplicadas por arredondamento à  primeira casa decimal, desprezando-se a segunda casa decimal. Artigo 10 1.  Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, o direito de base, a partir do qual  devem ser efectuadas as sucessivas reduções, previstas no artigo 9, em relação a cada produto, é o  direito efectivamente aplicado pela República Portuguesa em 1 de Janeiro de 1985 nas trocas  comerciais com a Finlândia. 2.  Todavia, se, após essa data e antes da adesão, for aplicada uma redução pautal, o direito assim  reduzido será considerado direito de base. 3.  Para os produtos enumerados no Anexo IV, o direito de base aplicado por Portugal é o indicado  em frente de cada produto. 4.  Para os produtos enumerados no Anexo V, os direitos de base serão os indicados no referido  anexo. Artigo 11 1.  Os seguintes encargos, aplicados pela República Portuguesa nas trocas comerciais  com a Finlândia, serão progressivamente suprimidos de acordo com o calendário seguinte : a)O encargo de 0,4 ad valorem aplicado às mercadorias importadas temporariamente, às mercadorias  reimportadas (com excepção de contentores) e às mercadorias importadas em regime de aperfeiçoamento  activo caracterizado pela restituição, após a exportação dos produtos obtidos, dos direitos  cobrados na importação das mercadorias utilizadas (drawback), será reduzido para 0,2 % em 1 de  Janeiro de 1987 e suprimido em 1 de Janeiro de 1988 ; b)O encargo de 0,9 % ad valorem aplicado às mercadorias importadas para consumo será reduzido para  0,6 % em 1 de Janeiro de 1989, para 0,3 % em 1 de Janeiro de 1990 e suprimido em 1 de Janeiro de  1991. 2.  A República Portuguesa eliminará progressivamente em relação aos extractos de alcaçuz que  contenham, em peso, mais de 10 % de sacarose, sem adição de outras matérias, da subposição 17.04 A  da pauta aduaneira comum, o elemento fiscal de 5 escudos por kg segundo o calendário fixado no  artigo 9 Artigo 12 1.  O elemento móvel que a República Portuguesa pode aplicar nos termos do disposto no  artigo 1 do Protocolo n° 2 do Acordo, relativamente a certos produtos originá- rios da Finlândia referidos no Quadro I do referido Protocolo, será ajustado pelo montante  compensatório aplicado nas trocas comerciais entre a Comunidade, na sua composição em 31 de  Dezembro de 1985, e Portugal. 2.  Para os produtos referidos no Quadro I do Protocolo n° 2 do Acordo, a República Portuguesa  suprimirá, de acordo com o calendário estabelecido no artigo 9, a diferença entre : -o direito de base de Portugal indicado no artigo 10, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro I do Protocolo n° 2. 3.  Em todos os casos, como os que constam no Anexo VI, em que um direito mínimo (elemento fixo)  for aplicado em relação à Comunidade, o mesmo direito mínimo será aplicado em relação à Finlândia  se, do cálculo resultante da avaliação relativamente à Finlândia, resultar um direito inferior ao  direito mínimo aplicado em relação à Comunidade. 4.  Para os produtos indicados no Quadro II do Protocolo n° 2 do Acordo, a República da Finlândia  suprimirá, de acordo com o calendário fixado no artigo 9, a diferença entre : -os direitos efectivamente aplicados pela República da Finlândia em 1 de Janeiro de 1985, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro II do referido  Protocolo. Artigo 13 Se a República Portuguesa suspender, total ou parcialmente, a cobrança dos direitos  aduaneiros e/ou dos encargos referidos no artigo 11 e aplicáveis aos produtos da Comunidade, na sua  composição em 31 de Dezembro de 1985, suspenderá ou reduzirá, igualmente, na mesma percentagem,  esses direitos aduaneiros e/ou encargos aplicáveis aos produtos originários da Finlândia. Artigo 14 1.  A República Portuguesa manterá, até 31 de Dezembro de 1987, as restrições  quantitativas relativamente às importações de veículos automóveis dentro dos limites de um sistema  de contingentes à importação. 2.  Se a República Portuguesa liberalizar as importações de veículos automóveis provenientes da  Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985, ou se aumentar os contingentes para além  dos aplicáveis a essa Comunidade, liberalizará igualmente as importaço~es em causa, originárias da  Finlândia, ou aumentará proporcionalmente o contingente relativamente a esse país. Artigo 15 A República Portuguesa suprimirá a diferença discriminatória existente entre a taxa de  reembolso, praticada pelas instituições de segurança social, dos medicamentos fabricados em  Portugal, e a taxa de reembolso actual dos medicamentos importados da Finlândia, segundo três fases  anuais de igual duração a ocorrerem nas datas seguintes : -1 de Janeiro de 1987, -1 de Janeiro de 1988, -1 de Janeiro de 1989. TÍTULO IV Disposições gerais e finais Artigo 16 O Comité Misto introduzirá, relativamente às regras de origem, as alterações que se  tornem necessárias na sequência da Adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa às  Comunidades Europeias. Artigo 17 Os anexos do presente Protocolo fazem parte integrante do mesmo, constituindo o  presente Protocolo parte integrante do Acordo. Artigo 18 O presente Protocolo será aprovado pelas Partes Contratantes em conformidade com os  seus procedimentos próprios e entrará em vigor em 1 de Março de 1986, desde que as Partes Contratantes se notifiquem, antes dessa data, do cumprimento dos procedimentos  necessários para o efeito. Após esta data, o Protocolo entrará em vigor no primeiro dia do segundo  mês após essa notificação. Artigo 19 O presente Protocolo é redigido em duplo exemplar em línguas alemã, dinamarquesa,  espanhola, francesa, grega, inglesa, italiana, neerlandesa, portuguesa e finlandesa, fazendo fé  qualquer dos textos.  Hecho en Bruselas, el catorce de julio de mil novecientos ochenta y seis. Udfaerdiget i Bruxelles, den fjortende juli nitten hundrede og seksogfirs. Geschehen zu Bruessel am vierzehnten Juli neunzehnhundertsechsundachtzig. ¸ãéíaa óôéò ÂñõîÝëëaaò, óôéò aeaaêáôÝóóaañéò Éïõëssïõ ÷ssëéá aaííéáêueóéá ïãaeueíôá Ýîé. Done at Brussels on the fourteenth day of July in the year one thousand nine hundred and  eighty-six. Fait à Bruxelles, le quatorze juillet mil neuf cent quatre-vingt-six. Gedaan te Brussel, de veertiende juli negentienhonderd zesentachtig. Feito em Bruxelas, em catorze de Julho de mil novecentos e oitenta e seis. Tehty Brysselissae neljaentenaetoista paeivaenae heinaekuuta tuhatyhdeksaensataakahdeksankymmentaekuusi. Por la Comunidad Económica Europea For Det europaeiske oekonomiske Faellesskab Fuer die Europaeische Wirtschaftsgemeinschaft Ãéá ôçí AAõñùðáúêÞ ÏéêïíïìéêÞ Êïéíueôçôá For the European Economic Community Pour la Communauté économique européenne Per la Comunità economica europea Voor de Europese Economische Gemeenschap Pela Comunidade Económica Europeia Euroopan talousyhteisoen puolesta Por la República de Finlandia For republikken Finland Fuer die Republik Finnland Ãéá ôç AEçìïêñáôssá ôçò OEéíëáíaessáò For the Republic of Finland Pour la république de Finlande Per la Repubblica di Finlandia Voor de Republiek Finland Pela República da Finlândia Suomen tasavallan puolesta   ANEXO I DIREITOS DE BASE (ELEMENTOS FIXOS) ESPANHÓIS EM 1 DE JANEIRO DE 1986(1) >POSIÇÃO  NUMA TABELA> ANEXO II CONTINGENTES DE BASE DOS PRODUTOS SUJEITOS A RESTRIÇÕES QUANTITATIVAS À  IMPORTAÇÃO EM ESPANHA ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 1988 >POSIÇÃO NUMA TABELA> ANEXO III CONTINGENTES DE BASE DOS PRODUTOS SUJEITOS A RESTRIÇÕES QUANTITATIVAS À  IMPORTAÇÃO EM ESPANHA ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 1989 >POSIÇÃO NUMA TABELA> ANEXO IV DIREITOS DE BASE (ELEMENTOS FIXOS) PORTUGUESES EM 1 DE JANEIRO DE 1986(1) > POSIÇÃO NUMA TABELA> ANEXO V DEFINIÇÃO DOS DIREITOS DE BASE PORTUGUESES PARA CERTOS PRODUTOS Em relação aos  produtos a seguir indicados, os direitos de base a partir dos quais a República Portuguesa  efectuará as reduções sucessivas previstas no artigo 9 são os indicados em frente de cada um deles  : >POSIÇÃO NUMA TABELA> Para os fósforos da posição 36.06 e as acendalhas da subposição ex 36.08 B da pauta aduaneira  comum, provenientes da Finlândia, o direito de base é zero.   ANEXO VI 1.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM 35 %  NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE NA SUA COMPOSIÇÃO DE 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>2.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM  14 % NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE, NA SUA COMPOSIÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM  12 % NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE, NA SUA COMPOSIÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>4.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM  11 % NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE, NA SUA COMPOSIÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>   PROTOCOLO ADICIONAL ao Acordo entre a Comunidade Económica Europeia e a República da Finlândia na  sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade A  COMUNIDADE ECONÓMICA EUROPEIA, por um lado, e A REPÚBLICA DA FINLÂNDIA, por outro lado, TENDO EM CONTA o Acordo entre a Comunidade Económica Europeia e a República da Finlândia, assinado  em Bruxelas em 5 de Outubro de 1973, a seguir denominado « Acordo », TENDO EM CONTA a adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa às Comunidades Europeias em 1  de Janeiro de 1986, CONSIDERANDO que, em 18 de Dezembro de 1985, a Comunidade e a República da Finlândia assinaram um  acordo relativo ao regime aplicável às trocas comerciais entre a Finlândia, por um lado, e a  Espanha e Portugal, por outro lado, para o período de 1 de Janeiro de 1986 a 28 de Fevereiro de  1986, DECIDIRAM, de comum acordo, estabelecer as adaptações e medidas transitórias relativas ao Acordo,  na sequência da adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa à Comunidade Económica  Europeia, e CELEBRAR O PRESENTE PROTOCOLO : TÍTULO I Adaptações Artigo 1 O texto do Acordo, os Anexos e os Protocolos que dele fazem parte integrante, bem como a  Acta Final e as declarações a ela anexas são redigidos nas línguas espanho- la e portuguesa, fazendo esses textos fé do mesmo modo que os textos originais. O Comité Misto  aprovará os textos espanhol e português. Artigo 2 Os produtos abrangidos pelo Acordo, originários da Finlândia aquando da sua importação  nas Ilhas Canárias ou em Ceuta e Melilha beneficiarão, em todos os aspectos, incluindo a taxa  denominada « arbítrio insular » aplicada nas Ilhas Canárias, do mesmo regime aduaneiro que o  aplicado aos produtos originários do território aduaneiro da Comunidade. A República da Finlândia concederá às importações dos produtos referidos no Acordo, originários das  Ilhas Canárias ou de Ceuta e Melilha, o mesmo regime aduaneiro que o que concede aos produtos  importados e originários de Espanha. TÍTULO II Medidas transitórias relativas à Espanha, por um lado, e à Finlândia, por outro Artigo 3 1.  Relativamente aos produtos abrangidos pelo Acordo, e sem prejuízo do disposto no  artigo 5, os direitos aduaneiros de importação entre a Finlândia e Espanha, aplicáveis aos produtos  originários destes países, serão progressivamente suprimidos de acordo com o calendário seguinte : -em 1 de Março de 1986, cada direito será reduzido para 90 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1987, cada direito será reduzido para 77,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1988, cada direito será reduzido para 62,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1989, cada direito será reduzido para 47,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1990, cada direito será reduzido para 35,0 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1991, cada direito será reduzido para 22,5 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1992, cada direito será reduzido para 10,0 % do direito de base, -a última redução de 10 % será efectuada em 1 de Janeiro de 1993. 2.  As taxas dos direitos calculados nos termos do n° 1 serão aplicadas por arredondamento à  primeira casa decimal, desprezando-se a segunda casa decimal. Artigo 4 1.  Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, o direito de base, a partir do qual  devem ser efectuadas as sucessivas reduções previstas no artigo 3, em relação a cada produto, é o  direito efectivamente aplicado nas trocas comerciais entre a Finlândia e Espanha em 1 de Janeiro de  1985. 2.  Todavia, se após essa data e antes da adesão, for aplicada uma redução pautal, o direito assim  reduzido será considerado direito de base. 3.  Para os produtos enumerados no Anexo I, o direito de base aplicado por Espanha é o indicado em  frente de cada produto. 4.  Para os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, da posição 27.09 da pauta  aduaneira comum, o direito de base aplicado por Espanha é zero. Artigo 5 1.  O elemento móvel que o Reino de Espanha pode aplicar, nos termos do disposto no  artigo 1 do Protocolo n° 2 relativamente a certos produtos originários da Finlândia referidos no  Quadro I do referido Protocolo, será ajustado pelo montante compensatório aplicado nas trocas  comerciais entre a Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985, e Espanha. 2.  Para os produtos referidos no Quadro I do Protocolo n° 2 do Acordo, o Reino de Espanha  suprimirá, de acordo com o calendário estabelecido no n° 1 do artigo 3, a diferença entre : -o direito de base de Espanha indicado no artigo 4, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro I do Protocolo n° 2. 3.  Para os produtos indicados no Quadro II do Protocolo n° 2 do Acordo, a República da Finlândia  suprimirá, de acordo com o calendário estabelecido no n° 1 do artigo 3, a diferença entre : -o direito de base da Finlândia indicado no artigo 4, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro II do Protocolo n° 2. Artigo 6 Se o Reino de Espanha suspender, total ou parcialmente, a cobrança dos direitos  aduaneiros aplicáveis aos produtos importados da Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de  1985, suspenderá ou reduzirá, igualmente, na mesma percentagem, os direitos aduaneiros de  importação aplicáveis aos produtos originários da Finlândia. Artigo 7 1.  Se o Reino de Espanha abrir, em relação a países terceiros, os contingentes pautais  efectivamente aplicados em 1 de Janeiro de 1985, os produtos importados da Finlândia beneficiarão  do mesmo tratamento que os produtos importados da Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro  de 1985, durante o período de abertura desses contingentes. 2.  Se tais contingentes não forem abertos, o Reino de Espanha aplicará aos produtos importados da  Finlândia os direitos aplicados em caso de abertura desses contingentes. As quantidades ou valores  admitidos a beneficiar desses direitos são limitados aos montantes efectivamente importados da  Finlândia, no âmbito dos mesmos contingentes abertos em 1 de Janeiro de 1985. Artigo 8 1.  Se o Reino de Espanha aplicar restrições quantitativas à importação da Comunidade,  na sua composição em 31 de Dezembro de 1985 : -até 31 de Dezembro de 1988 para os produtos referidos no Anexo II, -até 31 de Dezembro de 1989 para os produtos referidos no Anexo III, aplicará igualmente restrições quantitativas relativamente aos mesmos produtos originários da  Finlândia. 2.  As restrições quantitativas acima referidas consistirão na aplicação de contingentes globais  igualmente abertos para as importações originárias dos outros países da AECL. Os contingentes globais iniciais para 1986 são enumerados nos Anexos II e III, respectivamente. 3.  O calendário de aumento progressivo dos contingentes referidos no Anexo II e dos contingentes  dos n° 1 a 5 e 10 a 14 referidos do Anexo III é de 25 % no início de cada ano relativamente aos  contingentes expressos em ECUs e de 20 % no início de cada ano, relativamente aos contingentes  expressos em volume. O aumento é acrescido a cada contingente e o aumento seguinte é calculado com  base no total deste modo obtido. Para os contingentes dos n° 6 a 9 referidos no Anexo III o calendário anual de aumento progressivo  é o seguinte : -1 ano : 13 %, -2 ano : 18 %, -3 ano : 20 %, -4 ano : 20 %. 4.  Quando se verificar que as importações em Espanha de um dos produtos enumerados nos Anexos II e  III foram, no decurso de dois anos consecutivos, inferiores a 90 % do contingentamento, o Reino de  Espanha liberalizará, a partir do início do ano seguinte a esses dois anos, a importação desse  produto originário da Finlândia dos países referidos no n° 2, se o produto for nessa altura  liberalizado em relação à Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985. 5.  Se o Reino de Espanha liberalizar as importações de um dos produtos, enumerado nos Anexos II e  III, proveniente da Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985, ou se aumentar um  contingente para além da taxa mínima aplicável à Comunidade com essa mesma composição, liberalizará  de igual modo as importações desse produto originárias da Finlândia ou aumentará proporcionalmente  o contingente global. 6.  Relativamente à gestão dos contingentes acima referidos, o Reino de Espanha aplicará as mesmas  regras e práticas administrativas que as aplicadas nas importações desses produtos originários da  Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985. TÍTULO III Medidas transitórias relativas a Portugal, por um lado, e à Finlândia, por outro Artigo 9 1.  Para os produtos abrangidos pelo Acordo e sem prejuízo do disposto no artigo 12, os  direitos aduaneiros de importação em Portugal, aplicáveis aos produtos originários da Finlândia,  serão progressivamente suprimidos de acordo com o calendário seguinte : -em 1 de Março de 1986, cada direito será reduzido para 90 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1987, cada direito será reduzido para 80 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1988, cada direito será reduzido para 65 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1989, cada direito será reduzido para 50 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1990, cada direito será reduzido para 40 % do direito de base, -em 1 de Janeiro de 1991, cada direito será reduzido para 30 % do direito de base, -As duas outras reduções, de 15 % cada uma, serão efectuadas em 1 de Janeiro de 1992 e 1 de Janeiro  de 1993. 2.  As taxas dos direitos calculados nos termos do n° 1 serão aplicadas por arredondamento à  primeira casa decimal, desprezando-se a segunda casa decimal. Artigo 10 1.  Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, o direito de base, a partir do qual  devem ser efectuadas as sucessivas reduções, previstas no artigo 9, em relação a cada produto, é o  direito efectivamente aplicado pela República Portuguesa em 1 de Janeiro de 1985 nas trocas  comerciais com a Finlândia. 2.  Todavia, se, após essa data e antes da adesão, for aplicada uma redução pautal, o direito assim  reduzido será considerado direito de base. 3.  Para os produtos enumerados no Anexo IV, o direito de base aplicado por Portugal é o indicado  em frente de cada produto. 4.  Para os produtos enumerados no Anexo V, os direitos de base serão os indicados no referido  anexo. Artigo 11 1.  Os seguintes encargos, aplicados pela República Portuguesa nas trocas comerciais  com a Finlândia, serão progressivamente suprimidos de acordo com o calendário seguinte : a)O encargo de 0,4 ad valorem aplicado às mercadorias importadas temporariamente, às mercadorias  reimportadas (com excepção de contentores) e às mercadorias importadas em regime de aperfeiçoamento  activo caracterizado pela restituição, após a exportação dos produtos obtidos, dos direitos  cobrados na importação das mercadorias utilizadas (drawback), será reduzido para 0,2 % em 1 de  Janeiro de 1987 e suprimido em 1 de Janeiro de 1988 ; b)O encargo de 0,9 % ad valorem aplicado às mercadorias importadas para consumo será reduzido para  0,6 % em 1 de Janeiro de 1989, para 0,3 % em 1 de Janeiro de 1990 e suprimido em 1 de Janeiro de  1991. 2.  A República Portuguesa eliminará progressivamente em relação aos extractos de alcaçuz que  contenham, em peso, mais de 10 % de sacarose, sem adição de outras matérias, da subposição 17.04 A  da pauta aduaneira comum, o elemento fiscal de 5 escudos por kg segundo o calendário fixado no  artigo 9 Artigo 12 1.  O elemento móvel que a República Portuguesa pode aplicar nos termos do disposto no  artigo 1 do Protocolo n° 2 do Acordo, relativamente a certos produtos originá- rios da Finlândia referidos no Quadro I do referido Protocolo, será ajustado pelo montante  compensatório aplicado nas trocas comerciais entre a Comunidade, na sua composição em 31 de  Dezembro de 1985, e Portugal. 2.  Para os produtos referidos no Quadro I do Protocolo n° 2 do Acordo, a República Portuguesa  suprimirá, de acordo com o calendário estabelecido no artigo 9, a diferença entre : -o direito de base de Portugal indicado no artigo 10, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro I do Protocolo n° 2. 3.  Em todos os casos, como os que constam no Anexo VI, em que um direito mínimo (elemento fixo)  for aplicado em relação à Comunidade, o mesmo direito mínimo será aplicado em relação à Finlândia  se, do cálculo resultante da avaliação relativamente à Finlândia, resultar um direito inferior ao  direito mínimo aplicado em relação à Comunidade. 4.  Para os produtos indicados no Quadro II do Protocolo n° 2 do Acordo, a República da Finlândia  suprimirá, de acordo com o calendário fixado no artigo 9, a diferença entre : -os direitos efectivamente aplicados pela República da Finlândia em 1 de Janeiro de 1985, e -o direito (que não o elemento móvel) indicado na última coluna do Quadro II do referido  Protocolo. Artigo 13 Se a República Portuguesa suspender, total ou parcialmente, a cobrança dos direitos  aduaneiros e/ou dos encargos referidos no artigo 11 e aplicáveis aos produtos da Comunidade, na sua  composição em 31 de Dezembro de 1985, suspenderá ou reduzirá, igualmente, na mesma percentagem,  esses direitos aduaneiros e/ou encargos aplicáveis aos produtos originários da Finlândia. Artigo 14 1.  A República Portuguesa manterá, até 31 de Dezembro de 1987, as restrições  quantitativas relativamente às importações de veículos automóveis dentro dos limites de um sistema  de contingentes à importação. 2.  Se a República Portuguesa liberalizar as importações de veículos automóveis provenientes da  Comunidade, na sua composição em 31 de Dezembro de 1985, ou se aumentar os contingentes para além  dos aplicáveis a essa Comunidade, liberalizará igualmente as importaço~es em causa, originárias da  Finlândia, ou aumentará proporcionalmente o contingente relativamente a esse país. Artigo 15 A República Portuguesa suprimirá a diferença discriminatória existente entre a taxa de  reembolso, praticada pelas instituições de segurança social, dos medicamentos fabricados em  Portugal, e a taxa de reembolso actual dos medicamentos importados da Finlândia, segundo três fases  anuais de igual duração a ocorrerem nas datas seguintes : -1 de Janeiro de 1987, -1 de Janeiro de 1988, -1 de Janeiro de 1989. TÍTULO IV Disposições gerais e finais Artigo 16 O Comité Misto introduzirá, relativamente às regras de origem, as alterações que se  tornem necessárias na sequência da Adesão do Reino de Espanha e da República Portuguesa às  Comunidades Europeias. Artigo 17 Os anexos do presente Protocolo fazem parte integrante do mesmo, constituindo o  presente Protocolo parte integrante do Acordo. Artigo 18 O presente Protocolo será aprovado pelas Partes Contratantes em conformidade com os  seus procedimentos próprios e entrará em vigor em 1 de Março de 1986, desde que as Partes Contratantes se notifiquem, antes dessa data, do cumprimento dos procedimentos  necessários para o efeito. Após esta data, o Protocolo entrará em vigor no primeiro dia do segundo  mês após essa notificação. Artigo 19 O presente Protocolo é redigido em duplo exemplar em línguas alemã, dinamarquesa,  espanhola, francesa, grega, inglesa, italiana, neerlandesa, portuguesa e finlandesa, fazendo fé  qualquer dos textos.  Hecho en Bruselas, el catorce de julio de mil novecientos ochenta y seis. Udfaerdiget i Bruxelles, den fjortende juli nitten hundrede og seksogfirs. Geschehen zu Bruessel am vierzehnten Juli neunzehnhundertsechsundachtzig. ¸ãéíaa óôéò ÂñõîÝëëaaò, óôéò aeaaêáôÝóóaañéò Éïõëssïõ ÷ssëéá aaííéáêueóéá ïãaeueíôá Ýîé. Done at Brussels on the fourteenth day of July in the year one thousand nine hundred and  eighty-six. Fait à Bruxelles, le quatorze juillet mil neuf cent quatre-vingt-six. Gedaan te Brussel, de veertiende juli negentienhonderd zesentachtig. Feito em Bruxelas, em catorze de Julho de mil novecentos e oitenta e seis. Tehty Brysselissae neljaentenaetoista paeivaenae heinaekuuta tuhatyhdeksaensataakahdeksankymmentaekuusi. Por la Comunidad Económica Europea For Det europaeiske oekonomiske Faellesskab Fuer die Europaeische Wirtschaftsgemeinschaft Ãéá ôçí AAõñùðáúêÞ ÏéêïíïìéêÞ Êïéíueôçôá For the European Economic Community Pour la Communauté économique européenne Per la Comunità economica europea Voor de Europese Economische Gemeenschap Pela Comunidade Económica Europeia Euroopan talousyhteisoen puolesta Por la República de Finlandia For republikken Finland Fuer die Republik Finnland Ãéá ôç AEçìïêñáôssá ôçò OEéíëáíaessáò For the Republic of Finland Pour la république de Finlande Per la Repubblica di Finlandia Voor de Republiek Finland Pela República da Finlândia Suomen tasavallan puolesta   ANEXO I DIREITOS DE BASE (ELEMENTOS FIXOS) ESPANHÓIS EM 1 DE JANEIRO DE 1986(1) >POSIÇÃO  NUMA TABELA> ANEXO II CONTINGENTES DE BASE DOS PRODUTOS SUJEITOS A RESTRIÇÕES QUANTITATIVAS À  IMPORTAÇÃO EM ESPANHA ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 1988 >POSIÇÃO NUMA TABELA> ANEXO III CONTINGENTES DE BASE DOS PRODUTOS SUJEITOS A RESTRIÇÕES QUANTITATIVAS À  IMPORTAÇÃO EM ESPANHA ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 1989 >POSIÇÃO NUMA TABELA> ANEXO IV DIREITOS DE BASE (ELEMENTOS FIXOS) PORTUGUESES EM 1 DE JANEIRO DE 1986(1) > POSIÇÃO NUMA TABELA> ANEXO V DEFINIÇÃO DOS DIREITOS DE BASE PORTUGUESES PARA CERTOS PRODUTOS Em relação aos  produtos a seguir indicados, os direitos de base a partir dos quais a República Portuguesa  efectuará as reduções sucessivas previstas no artigo 9 são os indicados em frente de cada um deles  : >POSIÇÃO NUMA TABELA> Para os fósforos da posição 36.06 e as acendalhas da subposição ex 36.08 B da pauta aduaneira  comum, provenientes da Finlândia, o direito de base é zero.   ANEXO VI 1.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM 35 %  NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE NA SUA COMPOSIÇÃO DE 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>2.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM  14 % NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE, NA SUA COMPOSIÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM  12 % NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE, NA SUA COMPOSIÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>4.PRODUTOS PARA OS QUAIS OS DIREITOS MÍNIMOS (ELEMENTO FIXO) SÃO FIXADOS EM  11 % NA IMPORTAÇÃO DA COMUNIDADE, NA SUA COMPOSIÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO DE 1985 >POSIÇÃO NUMA TABELA>