CELEX: 31989L0277
Language: pt
Date: 1989-03-28 00:00:00
Title: Directiva 89/277/CEE da Comissão de 28 de Março de 1989 que adapta ao progresso técnico a Directiva 76/759/CEE do Conselho, relativa aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes as luzes indicadoras de mudança de direção dos veículos a motor e seus reboques

Avis juridique important

|

31989L0277

Directiva 89/277/CEE da Comissão de 28 de Março de 1989 que adapta ao progresso técnico a Directiva 76/759/CEE do Conselho, relativa aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes as luzes indicadoras de mudança de direção dos veículos a motor e seus reboques  

Jornal Oficial nº L 109 de 20/04/1989 p. 0025 - 0037 Edição especial finlandesa: Capítulo 13 Fascículo 18 p. 0211  Edição especial sueca: Capítulo 13 Fascículo 18 p. 0211 

*****DIRECTIVA  DA COMISSÃO  de 28 de Março de 1989  que adapta ao progresso técnico a Directiva 76/759/CEE do Conselho, relativa à aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes às luzes indicadoras de mudança de direcção dos veículos a motor e seus reboques  (89/277/CEE)  A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia,  Tendo em conta a Directiva 70/156/CEE do Conselho, de 6 de Fevereiro de 1970, relativa à aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes à recepção dos veículos a motor e seus reboques (1), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 87/403/CEE (2), e nomeadamente, o seu artigo 11º,  Tendo em conta a Directiva 76/759/CEE do Conselho, de 27 de Julho de 1976, relativa à aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes às luzes indicadoras de mudança de direcção dos veículos a motor e seus reboques (3), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 87/354/CEE (4) e, nomeadamente, o seu artigo 10º,  Considerando que, graças à experiência adquirida e tendo em conta o estado actual da técnica, é agora possível completar e adaptar melhor às condições reais de circulação certas normas, para melhorar a segurança dos ocupantes dos veículos e dos outros utentes da estrada;  Considerando que as medidas previstas na presente directiva estão em conformidade com o parecer do Comité para a Adaptação ao Progresso Técnico das directivas que visam a eliminação dos entraves técnicos ao comércio no sector dos veículos a motor,  ADOPTOU A PRESENTE DIRECTIVA:  Artigo 1º  Os anexos da Directiva 76/759/CEE são alterados em conformidade com o anexo da presente directiva.  Artigo 2º  1. A partir de 31 de Março de 1989, os Estados-membros não podem:  a) - recusar, para um modelo de veículo, a recepção CEE, ou a emissão do documento previsto no nº 1, último travessão, do artigo 10º da Directiva 70/156/CEE, ou a recepção de âmbito nacional,  - proibir a primeira entrada em circulação dos veículos,  por motivos relacionados com as luzes indicadoras de mudança de direcção, se estas correspondem às normas da presente directiva;  b) - recusar, para um tipo de luzes indicadoras de mudança de direcção, a homologação CEE ou a homologação de âmbito nacional se essas luzes indicadoras de mudança de direcção correspondem às normas da presente directiva,  - proibir a colocação no mercado de luzes indicadoras de mudança de direcção se estas ostentarem a marca de homologação CEE concedida com base nas normas da presente directiva.  2. A partir de 1 de Outubro de 1991, os Estados-membros:  a) - deixam de poder emitir o documento previsto no nº 1, último travessão, do artigo 10º da Directiva 70/156/CEE para um modelo de veículo, se as luzes indicadoras de mudança de direcção não correspondem às normas da presente directiva,  - podem recusar a recepção do âmbito nacional de um modelo de veículo, se as luzes indicadoras de mudança de direcção não correspondem às normas da presente directiva;  b) - deixam de poder emitir a homologação CEE para um tipo de luzes indicadoras de mudança de direcção, se estas não corresponderem às normas da presente directiva,  - podem recusar a homologação de âmbito nacional de um tipo de luzes indicadoras de mudança de direcção, se estas não corresponderem às normas da presente directiva.  Todavia, relativamente à homologação CEE de um tipo de luzes indicadoras de mudança de direcção da categoria 5, a data a considerar é a de 1 de Outubro de 1993.  3. A partir de 1 de Outubro de 1995, os Estados-membros podem proibir a primeira entrada em circulação dos veículos cujas luzes indicadoras de mudança de direcção não correspondam às normas da presente directiva, bem como a colocação no mercado dessas luzes indicadoras de mudança de direcção que não ostentem a marca de homologação concedida com base nas normas da presente directiva.  4. Em derrogação do disposto na alínea b) do nº 2, os Estados-membros continuarão a reconhecer a homologação CEE concedida a um tipo de luzes indicadoras de mudança de direcção com base nas normas da Directiva 76/759/CEE para os dispositivos destinados a serem montados nos veículos já em circulação e podem também conceder a homologação CEE para um tipo de luzes indicadoras de mudança de direcção com base nas normas da Directiva 76/759/CEE, na condição que estes dispositivos se destinem à substituição em veículos em circulação e que não seja tecnicamente possível que os dispositivos em questão correspondam às normas da presente directiva.  Artigo 3º  As disposições do artigo 2º não são aplicáveis se contradisserem as disposições dos nºs 2, 3, e 4 do artigo 2º da Directiva 89/278/CEE da Comissão, de 28 de Março de 1989, que adapta ao progresso técnico a Directiva 76/756/CEE do Conselho, relativa à aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes à instalação de dispositivos de iluminação e de sinalização luminosa dos veículos a motor e seus reboques (1).  Artigo 4º  Os Estados-membros porão em vigor as disposições necessárias para darem cumprimento à presente directiva, o mais tardar, em 30 de Setembro de 1989. Desse facto informarão imediatamente a Comissão.  Artigo 5º  Os Estados-membros são os destinatários da presente directiva.  Feito em Bruxelas, em 28 de Março de 1989.  Pela Comissão  Martin BANGEMANN  Vice-Presidente  (1) JO nº L 42 de 23. 2. 1970, p. 1.  (2) JO nº L 220 de 8. 8. 1987, p. 44.  (3) JO nº L 262 de 27. 9. 1976, p. 71.  (4) JO nº L 192 de 11. 7. 1987, p. 43.  (1) Ver página 38 do presente Jornal Oficial.  ANEXO  O anexo 0 é alterado do seguinte modo:  Os pontos 1 e 1.1 são substituídos pelos pontos 1 e 1.1 a 1.2.3, com a seguinte redacção:  1.2 // « 1.   // DEFINIÇÕES   // 1.1.   // As definições que figuram na Directiva 76/756/CEE, definições relativas a:   //  // - luzes indicadoras de mudança de direcção,   //   // - luz,   //   // - fonte luminosa no que respeita às lâmpadas de incandescência,   //   // - luzes independentes,   //   // - luzes agrupadas,   //   // - luzes combinadas,   //   // - luzes mutuamente incorporadas,   //   // - dispositivo,   //  // - luz simples,   //   // - superfície iluminante de uma luz de sinalização que não seja um reflector,   //   // - superfície aparente,   //   // - superfície de saída da luz,  //   // - eixo de referência,   //   // - centro de referência,   //   // - luz única,   //   // - duas luzes ou um número par de luzes,   //   // são aplicáveis à presente directiva.   // 1.2.   // Tipo de luz indicadora de mudança de direcção.   //   // Por tipo de luz indicadora de mudança de direcção entende-se as luzes que não apresentem entre si diferenças essenciais, tais como:   // 1.2.1.   // Marcas de fabrico ou comerciais.   // 1.2.2.   // Características do sistema óptico (nível de intensidade, ângulo de distribuição luminosa, etc.).   // 1.2.3.   // Categoria do indicador de mudança de direcção. »  O quadro que figura no ponto 6.1 é substituído pelo quadro seguinte:  1.2.3,4.5 //  //  //  //  // « Indicador de mudança de direcção da categoria (1)  // Intensidades mínimas (cd)  // Valores máximos (cd) na utilização  // Total para o conjunto de duas luzes (ver ponto 4.3.3 do anexo III)  // 1.2.3.4.5 //  //  // Como luz simples   // Como luz simples tendo a marca ''D" (ver ponto 4.3.3 anexo III)   //   //    //  //   //   //   // 1   // 175   // 700 (2)   // 490 (2)  // 980 (2)   // 1 a   // 250   // 800 (2)   // 560 (2)   // 1 120 (2)   // 1 b   // 400   // 860 (2)   // 600 (2)   // 1 200 (2)   // 2 a   // 50   // 200   // 140   // 280   // 2 b de dia   // 175   // 700 (2)   // 490 (2)   // 980 (2)   // de noite  // 40   // 120 (2)   // 84 (2)   // 168 (2)   // 5   // 0,6  // 200   // 140   // 280   //    //   //   //   //  (1) A instalação das luzes indicadoras de mudança de direcção da frente de diferentes categorias nos veículos a motor e seus reboques é prescrita pela directiva respeitante à instalação de dispositivos de iluminação e de sinalização luminosa (Directiva 76/756/CEE).  (2) Obtém-se o valor total da intensidade máxima de um conjunto de duas luzes multiplicando por 1,4 o valor prescrito para uma luz simples.  Quando duas luzes simples com a mesma função, quer sejam idênticas ou não, estiverem agrupadas num único dispositivo, de forma a que as projecções das superfícies iluminantes das luzes simples num plano vertical perpendicular ao plano longitudinal médio do veículo não ocupem menos de 60 % do rectângulo mais pequeno circunscrito às projecções das referidas superfícies iluminantes, este conjunto é considerado como uma luz única para fins de montagem num veículo. Neste caso, cada luz simples deve satisfazer os valores mínimos de intensidade requeridos, não devendo os valores máximos de intensidade admitidos ser excedidos pelas duas luzes consideradas utilizadas simultaneamente (última coluna do quadro).  No caso de uma luz simples com mais de uma fonte luminosa:  - a luz deve satisfazer o valor mínimo de intensidade requerido, em caso de falha de uma fonte luminosa, e  - quando todas as fontes luminosas funcionam, a intensidade máxima especificada para a luz simples pode ser excedida, na condição que a luz não tenha a marca "D" e que a intensidade máxima especificada para o conjunto de duas luzes (última coluna do quadro) não seja excedida. » Após o ponto 6.2.1, aditar um novo ponto com a seguinte redacção:  1.2 // « 6.2.1.1.   // Contrariamente às disposições dos pontos 6.2. e 6.2.1., para a categoria 5 de indicadores de mudança de direcção para a retaguarda, é prescrito um valor mínimo de 0,6 cd no conjunto dos campos especificados no anexo I. »  Os pontos 6.2.3.1. e 6.2.3.2. passam a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 6.2.3.1.   // Na extensão total dos campos definidos nos esquemas do anexo I, a intensidade da luz emitida deve ser pelo menos igual a 0,7 cd para os dispositivos da categoria 1b, a 0,3 cd para os dispositivos das categorias 1, 1a, 2a e para os da categoria 2b de dia e a 0,07 cd para os dispositivos da categoria 2b de noite.   // 6.2.3.2.   // Para os dispositivos da categoria 1 e 2b de noite, a intensidade da luz emitida fora da zona delimitada pelos pontos de medição, ± 10° H e ± 10° V (campo 10°), não deve exceder os valores seguintes:  1.2,4 //  //   // Indicador da categoria  // Valores máximos (cd), fora do campo 10 °  //  // 1.2.3.4 //  // Luz simples   // Luz simples tendo a marca ''D" (ver o ponto 4.3.3 do anexo III)  // Total para o conjunto de duas luzes (ver ponto 4.3.3 do anexo III)   //    //   //   //   // 2 b de noite   // 100  // 70   // 140   // 1   // 400   // 280   // 560   //    //  //   //  1.2 //   // Entre os limites do campo 10° (± 10° H e ± 10° V) e os do campo 5° (± 5° H e ± 5° V), os valores máximos aumentam linearmente até aos valores definidos no ponto 6.1.  // 6.2.3.3.   // Para os dispositivos da categoria 1a e 1b, a intensidade da luz emitida fora da zona delimitada pelos pontos de medição, ± 15° H e ± 15° V (campo 15°), não deve exceder os valores seguintes:  1.2,4 //    //   // Indicadores da categoria  // Valores máximos (cd), fora do campo 15 °  //  // 1.2.3.4 //  // Luz simples   // Luz simples tendo a marca ''D" (ver o ponto 4.3.3 do anexo III)   // Total para o conjunto de duas luzes (ver ponto 4.3.3 do anexo III)   //  //   //   //   // 1 a   // 250   // 175   // 350   // 1 b  // 400   // 280   // 560   //    //   //   //  1.2 //  // Entre os limites do campo 15° (± 15° H e ± 15° V) e os do campo 5° (± 5° H e ± 5° V), os valores máximos admitidos das intensidades aumentam linearmente até aos valores definidos no ponto 6.1. »  O ponto 6.2.3.3 passa a ser o ponto 6.2.3.4.  O ponto 6.3 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 6.3.   // As intensidades serão medidas com a(s) lâmpada(s) de incandescência permanentemente acesa(s). »  Após o ponto 6.3, aditar um novo ponto com a seguinte redacção:  1.2 // « 6.4.   // No caso dos dispositivos da categoria 2b, o atraso entre o momento em que o circuito é fechado e o momento em que a intensidade luminosa, medida no eixo de referência, atinge 90 % do valor medido em conformidade como ponto 6.3, acima referido, deve ser medido nas condições de utilização tanto diurnas como nocturnas. O tempo medido em condições de utilização nocturna não deve exceder o tempo medido em condições de utilização diurna. »  O ponto 6.4 passa a ser o ponto 6.5.  Após o ponto 7.1, aditar um novo ponto com a seguinte redacção:  1.2 // « 7.2.   // Todavia, para os indicadores da categoria 2b, nos quais é utilizado um sistema adicional (*), tendo em vista a obtenção da intensidade requerida para a utilização nocturna, a tensão aplicada ao sistema para medir a intensidade nocturna deve ser a mesma da aplicada à lâmpada de incandescência para medir a intensidade diurna. »  (*) As condições de funcionamento e de instalação deste dispositivo adicional são definidas por disposições especiais.  O ponto 7.2 é substituído pelo ponto 7.3, com a seguinte redacção:  1.2 // « 7.3.   // Os bordos verticais e horizontais da superfície iluminante de um dispositivo de sinalização luminosa devem ser determinados e cotados em relação ao centro de referência. »  O ponto 8 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 8.   // Cor da luz emitida.   //   // A cor da luz emitida deve encontrar-se dentro dos limites das coordenadas prescritas no anexo V da presente directiva. »  O anexo I é substituído pelo seguinte:  « ANEXO I  CATEGORIAS DAS LUZES INDICADORAS DE MUDANÇA DE DIRECÇÃO: ÂNGULOS MÍNIMOS EXIGIDOS PARA A DISTRIBUIÇÃO DA LUZ NO ESPAÇO DOS INDICADORES DE MUDANÇA DE DIRECÇÃO DESSAS CATEGORIAS (1)  Em todos os casos, os ângulos mínimos verticais de distribuição da luz no espaço das luzes indicadoras de mudança de direcção são de 15° para cima e 15° para baixo da horizontal.  Ângulos mínimos horizontais de distribuição da luz no espaço:  Categorias 1, 1a e 1b: luzes indicadoras de mudança de direcção destinadas à parte da frente do veículo.  Categoria 2a: luzes indicadoras de mudança de direcção com um nível de intensidade destinadas à retaguarda do veículo.  Categoria 2b: luzes indicadoras de mudança de direcção com dois níveis de intensidade destinadas à retaguarda do veículo.  (1) Os ângulos que constam nos esquemas correspondem a dispositivos destinados a serem instalados no lado direito do veículo. As setas estão dirigidas para a frente do veículo.  Categoria 5: luzes indicadoras de mudança de direcção repetitivas laterais destinadas a serem utilizadas num veículo igualmente equipado com luzes indicadoras de mudança de direcção das categorias 1, 1a ou 1b e 2a ou 2b.  O anexo II é alterado do seguinte modo:  O ponto 1 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 1.   // Dispositivo (*)   //   // - da categoria 1  //   // - da categoria 1a   //   // - da categoria 1b   //  // - da categoria 2a   //   // - da categoria 2b   //   // - da categoria 5   //   // que pode/não pode (*) ser utilizado num conjunto de duas luzes. »  Após o ponto 1, aditar um novo ponto com a seguinte redacção:  1.2 // « 2.   // Para os indicadores de mudança de direcção da categoria 2b, indicar o sistema aplicado para obter a intensidade nocturna (indicação das características principais) »  Os pontos 2 a 12 são renumerados de 3 a 13.  Após o ponto 13, aditar um novo ponto com a seguinte redacção:  1.2 // « 14.   // Homologação concedida para a substituição nos veículos em serviço apenas: sim/não. »  Os pontos 14 a 18 são renumerados de 15 a 19.  O anexo III é alterado do seguinte modo:  O ponto 1.2.1 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 1.2.1.   // Pela indicação da ou das categorias 1, 1a, 1b, 2 ou 5, à qual ou às quais pertença o indicador de mudança de direcção e, se pertence à categoria 2, se é de um nível de intensidade (categoria 2a) ou de dois níveis de intensidade (categoria 2b) e, ainda, se o indicador de mudança de direcção pode também ser utilizado num conjunto de duas luzes da mesma categoria. »  O ponto 1.2.3 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 1.2.3.   // Por desenhos, em triplicado, suficientemente pormenorizados para permitir a identificação do tipo e da categoria e indicando as condições geométricas da montagem no veículo, bem como o eixo de observação que deve ser considerado nos ensaios como eixo de referência (ângulo horizontal H = 0°; ângulo vertical V = 0°), o ponto que deve ser considerado como centro de referência nesses ensaios, as tangentes verticais e horizontais à superfície iluminante e a sua distância do centro de referência da luz.  //  // No caso de uma luz indicadora de mudança de direcção da categoria 2b, por um esquema, e a indicação das características do sistema que assegura os dois níveis de intensidade. »  No final do ponto 1.2.4 aditar uma frase com a seguinte redacção:  1.2 // « 1.2.4.   // (. . .).   //   // No caso de uma luz indicadora de mudança de direcção da categoria 2b, o pedido deve ser acompanhado, além disso, por duas amostras das peças que constituem o sistema que assegura os dois níveis de intensidade. »  Ao ponto 3.2 aditar um novo parágrafo com a seguinte redacção:  « Os indicadores de mudança de direcção de diferentes categorias podem ter um único número de homologação desde que formem um conjunto. »  Na segunda e terceira linhas do ponto 3.3, substituir as palavras « e outras luzes » pelas seguintes palavras: « agrupada, combinada ou mutuamente incorporada a outras luzes, » e substituir « marca » por « número ».  O ponto 4.2 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 4.2.   // Esta marca é constituída por um rectângulo dentro do qual está colocada a letra ''e", seguida pelo número ou grupo de letras distintivo do Estado-membro que tiver emitido a homologação:  1.2.3 //   // 1   // para a Alemanha  //   // 2   // para a França   //   // 3   // para a Itália  //   // 4   // para os Países Baixos   //   // 6   // para a Bélgica   //   // 9   // para a Espanha   //   // 11   // para o Reino Unido   //   // 13   // para o Luxemburgo   //   // 18  // para a Dinamarca   //   // 21   // para Portugal   //  // EL   // para a Grécia   //   // IRL   // para a Irlanda 1.2 //   // e um número de homologação CEE que corresponde ao número da ficha de homologação CEE estabelecida para o tipo de luz indicadora de mudança de direcção em questão (ver anexo I), precedido de dois algarismos que indiquem o número de ordem atribuído à alteração importante mais recente da Directiva 76/759/CEE do Conselho à data de emissão da homologação CEE. Para a presente directiva, o número de ordem é 01. »  O ponto 4.3.1 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 4.3.1.   // Um ou mais dos símbolos seguintes: 1, 1a, 1b, 2a, 2b ou 5, conforme o dispositivo pertença a uma ou mais das categorias 1, 1a, 1b, 2a, 2b ou 5 previstas no ponto 1.2.1, colocados acima do rectângulo. »  A segunda frase do ponto 4.3.2 passa a ter a seguinte redacção:  « A seta será orientada para o exterior do veículo para os dispositivos das categorias 1, 1a, 1b, 2a e 2b e para a frente do veículo para os dispositivos da categoria 5 (ver apêndice 3). »  Após o ponto 4.3.2, aditar um novo ponto com a seguinte redacção:  1.2 // « 4.3.3.   // Nos dispositivos que podem ser utilizados como luz simples, bem como num conjunto de duas luzes, a letra adicional ''D" à direita do símbolo mencionado no ponto 4.3.1. »  O ponto 4.6 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 4.6.   // No apêndice 1 são dados exemplos da marca de homologação CEE para uma luz independente. »  O ponto 4.7 passa a ter a seguinte redacção:  1.2 // « 4.7.   // No caso da atribuição de um número de homologação CEE único, previsto no ponto 3.3 para um tipo de dispositivo de iluminação e de sinalização luminosa que inclua uma luz indicadora de mudança de direcção agrupada, combinada ou mutuamente incorporada com outras luzes, pode ser aposta uma única marca de homologação CEE, compreendendo:   //   // - um rectângulo dentro do qual está colocada a letra ''e", seguida do número ou grupo de letras distintivo do Estado-membro que tiver emitido a homologação,   //   // - um número de homologação CEE e, se necessário, a seta exigida. »  Após o ponto 4.7, aditar novos pontos com a seguinte redacção:  1.2 // « 4.7.1.   // Essa marca de homologação pode ser colocada num local qualquer das luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas, na condição de:   // 4.7.1.1.   // Ser visível quando as luzes tiverem sido instaladas.   // 4.7.1.2.  // Nenhum elemento das luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas que transmita a luz possa ser retirado sem que a marca de homologação seja retirada ao mesmo tempo.  // 4.7.2.   // O símbolo de identificação de cada luz correspondente a cada directiva, por força da qual a homologação foi concedida, bem como os dois algarismos referidos no último parágrafo do ponto 4.2 e, quando necessário, a letra adicional ''D" devem ser indicados:  // 4.7.2.1.   // Quer na superfície de saída da duz adequada.  // 4.7.2.2.   // Quer em grupo, de modo a que cada uma das luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas possa ser claramente identificada. »  Após o ponto 4.8, aditar um novo ponto com a seguinte redacção:  1.2 // « 4.9.   // Exemplos da marca de homologação CEE para uma luz agrupada, combinada ou mutuamente incorporada com outras luzes são dados no apêndice 2. »  O apêndice é substituído pelos apêndices 1, 2 e 3 seguintes:  « Apêndice 1  EXEMPLOS DE MARCAS DE HOMOLOGAÇÃO CEE  Figura 1  O dispositivo que ostenta a marca de homologação CEE acima é uma luz indicadora de mudança de direcção da categoria 5 para a qual a homologação CEE foi concedida na Alemanha (e1), sob o número 011471. A seta indica a orientação para a montagem deste dispositivo, que não pode ser montado indiferentemente na parte direita ou na parte esquerda do veículo. A ponta da seta está dirigida para a frente do veículo. Figura 2  O dispositivo que ostenta a marca de homologação CEE acima é uma luz indicadora de mudança de direcção da categoria 2a para a qual a homologação CEE foi concedida na Grécia (e EL), sob o número 01390, que pode também ser utilizada num conjunto de duas luzes (letra « D »).  A seta é orientada para o exterior do veículo. Figura 3  O dispositivo que ostenta a marca de homologação CEE acima é uma luz indicadora de mudança de direcção da categoria 1a (para utilização entre 20 mm e 40 mm do farol) para a qual a homologação CEE foi concedida em Itália (e 3), sob o número 012248.  A seta é orientada para o exterior do véículo. Apêndice 2  Exemplos de marcação simplificada para luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas  Modelo A  Modelo B  Modelo C Nota: Nos exemplos anteriores, as linhas verticais e horizontais esquematizam a forma geral de um conjunto de luzes e não fazem parte da marca de homologação.  Os três exemplos de marcas de homologação CEE, modelos A, B e C, representam três variantes possíveis da marcação de um dispositivo de iluminação quando duas ou várias luzes fizerem parte do mesmo conjunto de luzes agrupadas, combinadas ou mutuamente incorporadas. Indicam que se trata de um dispositivo homologado CEE nos Países Baixos (e 4), sob o número de homologação 3333, e contendo:  - um reflector da classe IA, homologado CEE em conformidade com a Directiva 76/757/CEE,  - um indicador de mudança de direcção da retaguarda, da categoria 2a, homologado CEE em conformidade com a presente directiva,  - uma luz de presença da retaguarda vermelha (R), homologada CEE em conformidade com a Directiva 76/758/CEE,  - uma luz de nevoeiro da retaguarda (F), homologada CEE em conformidade com a directiva 77/538/CEE,  - uma luz de marcha atrás (AR), homologada CEE em conformidade com a Directiva 77/539/CEE,  - uma luz de travagem (S1), homologada CEE em conformidade com a Directiva 76/758/CEE.  Apêndice 3  Sentido da orientação das setas da marca de homologação CEE conforme a categoria do dispositivo  Categoria 5  Categorias  1, 1 a e 1 b  Categorias  2 a e 2 b  O anexo IV é alterado do seguinte modo:  Os pontos 2.2 a 2.2.2 são substituídos pelo ponto 2.2 com a seguinte redacção:  1.2 // « 2.2.   // No interior do campo de distribuição da luz no espaço descrito no ponto 2, esquematicamente representado por uma grelha, a distribuição da luz deveria ser sensivelmente uniforme, quer dizer, a intensidade luminosa em cada direcção de uma parte do campo delimitada pelas linhas da grelha deve atingir pelo menos o valor mínimo mais baixo, em percentagem, indicado nas linhas da grelha que circundam a direcção em questão. »  O anexo V é alterado do seguinte modo:  Substituir « 2854 K » por « 2856 K ».  Nas versões alemã, neerlandesa (. . .) a sigla da Comissão Internacional da Iluminação deve ser lida « CIE ».