CELEX: 31988L0436
Language: pt
Date: 1988-06-16 00:00:00
Title: Directiva 88/436/CEE do Conselho de 16 de Junho de 1988 que altera a Directiva 70/220/CEE relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes às medidas a tomar contra a poluição do ar pelos gases provenientes dos motores de ignição comandada que equipam os veículos a motor (limitação das emissões de partículas poluentes pelos motores diesel)

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31988L0436

Directiva 88/436/CEE do Conselho de 16 de Junho de 1988 que altera a Directiva 70/220/CEE relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes às medidas a tomar contra a poluição do ar pelos gases provenientes dos motores de ignição comandada que equipam os veículos a motor (limitação das emissões de partículas poluentes pelos motores diesel)  

Jornal Oficial nº L 214 de 06/08/1988 p. 0001 - 0017 Edição especial finlandesa: Capítulo 13 Fascículo 17 p. 0111  Edição especial sueca: Capítulo 13 Fascículo 17 p. 0111 

DIRECTIVA DO CONSELHOde 16 de Junho de 1988que altera a Directiva 70/220/CEE relativa à  aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes às medidas a tomar contra a poluição  do ar pelos gases provenientes dos motores de ignição comandada que equipam os veículos a motor  (Limitação das emissões de partículas poluentes pelos motores diesel)(88/436/CEE) O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia e, nomeadamente, o seu artigo  100g.A, Tendo em conta a proposta da Comissão (1), Tendo em conta o parecer do Parlamento Europeu (2), Tendo em conta o parecer do Comité Económico e Social (3), Considerando que importa adoptar as medidas destinadas a estabelecer progressivamente o mercado  interno no decurso do período que termina em 31 de Dezembro de 1992; que o mercado interno inclui  um espaço sem fronteiras internas em que se encontra assegurada a livre circulação de pessoas,  serviços e capitais; Considerando que o Primeiro Programa de Acção da Comunidade Europeia para a protecção do ambiente,  aprovado em 22 de Novembro de 1973 pelo Conselho, convida já a ter em conta os últimos progressos  científicos na luta contra a poluição atmosférica causada pelos gases provenientes dos veículos a  motor e a adaptar nesse sentido as directivas já adoptadas; que o Terceiro Programa de Acção prevê  que sejam envidados esforços adicionais com vista a uma redução importante do nível actual das  emissões de poluentes dos veículos a motor; Considerando que as divergências que poderiam surgir nas leis nacionais em relação aos limites de  emissão de partículas poluentes pelos motores de ignição por compressão (motoresdiesel),  considerados como critérios de recepção dos veículos equipados com tais motores, são susceptíveis  de constituir entraves à livre circulação desses produtos na Comunidade; que se torna, pois,  necessário fixar normas comuns a esse respeito; Considerando que a Directiva 70/220/CEE (4), fixa valores limite para as emissões de monóxido de  carbono e de hidrocarbonetos não queimados provenientes de tais motores; que esses valores limite  foram reduzidos pela primeira vez pela Directiva 74/290/CEE (5) e completados em conformidade com a  Directiva 77/102/CEE da Comissão (6), com valores limite para as emissões admissíveis de óxidos de  azoto; que os valores limite para esses três poluentes foram sucessivamente reduzidos pela  Directiva 78/665/CEE da Comissão (7), e pelas Directivas 83/351/CEE (8) e 88/76/CEE (9) do  Conselho; Considerando que a Directiva 83/351/CEE alarga o âmbito de aplicação da Directiva 70/220/CEE aos  veículos de determinadas categorias equipados com motores de ignição por compressão (motores  diesel), sem que, todavia, tenham sido adoptadas disposições para as emissões específicas desses  motores; que apenas as emissões de fuligem estão cobertas pela Directiva 72/306/CEE (10); que, para  melhor proteger a saúde pública, importa, todavia, limitar as emissões totais de partículas  poluentes desses motores; que é conveniente fixar valores limite para as emissões de partículas  poluentes que sejam conformes ao estado da melhor técnica actual na Comunidade no que diz respeito  aosmotores diesel, e desenvolver o método de ensaio previsto¹¹¹¹¹¹pela Directiva  70/220/CEE com disposições sobre a recolha de amostras e a análise das emissões de partículas,  inspiradas em disposições americanas a esse respeito; Considerando que a fixação de 1,1 g e de 1,4 g/ensaio como valores limite para as emissões de  partículas poluentes dos veículos equipados com motor diesel constitui apenas um primeiro passo  para o controlo destas emissões; Considerando que, tendo também em conta o parecer do Parlamento Europeu, importa aplicar logo que  possível uma segunda fase de redução das emissões de partículas poluentes e que é conveniente, a  este respeito, atingir níveis da ordem dos 0,8 g e de 1,0 g/ensaio; que os níveis a adoptar devem  ter em conta as possibilidades técnicas e económicas então existentes, ADOPTOU A PRESENTE DIRECTIVA: Artigo 1g.A Directiva 70/220/CEE é alterada do seguinte modo: 1.  O título passa a ter a seguinte redacção: «Directiva do Conselho, de 20 de Março de 1970, relativa à aproximação das legislações dos  Estados-membros respeitantes às medidas a tomar contra a poluição do ar pelas emissões dos veículos  a motor». 2.  Os Anexos I, III e IIIA são alterados nos termos do anexo da presente directiva. Artigo 2g.1.  A partir de 1 de Outubro de 1988, os Estados-membros não podem, por motivos  relativos à poluição do ar pelas emissões de partículas poluentes provenientes do motor: - recusar, para um modelo de veículo com motor de ignição por compressão, a recepção CEE ou a  emissão do documento previsto no n° 1, último travessão, do artigo 10g. da Directiva 70/156/CEE (1)  ou a recepção de âmbito nacional, - proibir a primeira entrada em circulação dos veículos com motor de ignição por compressão, se as emissões de partículas poluentes desse modelo de veículo a motor ou desses veículos  satisfizerem as disposições da Directiva 70/220/CEE, com a redacção que lhe é dada pela presente  directiva. 2.  A partir de 1 de Outubro de 1989, os Estados-membros: - deixam de poder emitir o documento previsto no n° 1, último travessão, do artigo 10g. da  Directiva 70/156/CEE para modelos de veículos com motor de ignição por compressão, - podem recusar a recepção de âmbito nacional de modelos de veículos com motor de ignição por  compressão, se as emissões de partículas poluentes dos modelos dos veículos em questão não satisfizerem as  disposições do anexo da Directiva 70/220/CEE, com a redacção que lhes é dada pela presente  directiva. Todavia, no que diz respeito aos veículos com motor de ignição por compressão e de injecção  directa, a referida data será adiada para 1 de Outubro de 1994. 3.  A partir de 1 de Outubro de 1990, os Estados-membros podem proibir a primeira entrada em  circulação dos veículos com motor de ignição por compressão se as suas emissões de partículas  poluentes não satisfizerem as disposições dos anexos da Directiva 70/220/CEE, com a redacção que  lhe é dada pela presente directiva. Todavia, no que diz respeito aos modelos de veículos com motor de ignição por compressão e de  injecção directa, a referida data será adiada para 1 de Outubro de 1996. Artigo 3g.Os Estados-membros porão em vigor as disposições legais, regulamentares e  administrativas necessárias para darem cumprimento à presente directiva o mais tardar até 1 de  Outubro de 1988 e desse facto informarão imediatamente a Comissão. Artigo 4g.O mais tardar no final de 1989, o Conselho, deliberando sob proposta da Comissão,  decidirá a aplicação de uma segunda fase com o objectivo de reduzir novamente os valores limite das  emissões de partículas poluentes. Artigo 5g.Os Estados-membros são os destinatários da presentedirectiva. Feito no Luxemburgo, em 16 de Junho de 1988. Pelo ConselhoO PresidenteK. TOEPFEREWG:L111UMBP00.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 878 mm;    162 Zeilen;   7752 Zeichen; Bediener: 0000   Pr.: B; Kunde: ................................ (1) JO n° C 174 de 12. 7. 1986, p. 3. (2) JO n° C 190 de 20. 7. 1987, p. 178, e JO n° C 167 de 27. 6. 1988. (3) JO n° C 333 de 29. 12. 1986, p. 17. (4) JO n° L 76 de 6. 4. 1970, p. 1. (5) JO n° L 159 de 15. 6. 1974, p. 61. (6) JO n° L 32 de 3. 2. 1977, p. 32. (7) JO n° L 223 de 14. 8. 1978, p. 48. (8) JO n° L 197 de 20. 7. 1983, p. 1. (9) JO n° L 36 de 9. 2. 1988, p. 1. (10) JO n° L 190 de 20. 8. 1972, p. 1. (1) JO n° L 42 de 23. 2. 1970, p. 1.  ANEXO  Alterações dos anexos da Directiva 70/220/CEE ANEXO I ÂMBITO DE APLICAÇÃO,  DEFINIÇÕES, PEDIDO DE RECEPÇÃO CEE, RECEPÇÃO CEE, PRESCRIÇÕES E ENSAIOS, EXTENSÃO DA RECEPÇÃO CEE,  CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO, DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIASO ponto 1 passa a ter a seguinte redacção: «1. ÂMBITO DE APLICAÇÃOA presente directiva aplica-se às emissões de gases poluentes de todos os  veículos com motor de ignição comandada, e às emissões de gases poluentes e de partículas poluentes  dos veículos com motor de ignição por compressão das classes M1 e N1, em conformidade com o artigo  1g.» O ponto 2.1 passa a ter a seguinte redacção: «2.1. Por "modelo de veículo'', no que respeita a limitação das emissões de gases poluentes e de  partículas poluentes do motor, veículos a motor que não apresentem entre si diferenças essenciais,  tais como:» O ponto 2.4 é completado do seguinte modo: «2.4. Por "partículas poluentes'', os componentes dos gases de escape recolhidos a uma temperatura de 52  gC no máximo nos gases de escape diluídos por meio dos filtros conformes ao Anexo III.» O ponto 3.1 passa a ter a seguinte redacção: «3.1. O pedido de recepção de um modelo de veículo no que respeita as emissões de gases poluentes e de  partículas poluentes do motor será apresentado pelo fabricante ou pelo seu mandatário.» O primeiro período do ponto 5.1.1 passa a ter a seguinte redacção: «Os elementos susceptíveis de ter influência sobre as emissões de gases poluentes e de partículas  poluentes devem ser concebidos, construídos e montados de tal forma que, em condições normais de  utilização e apesar das vibrações a que possam estar submetidos, o veículo possa satisfazer as  prescrições da presente directiva.» O ponto 5.2.1.1 passa a ter a seguinte redacção: «5.2.1.1. Ensaio do tipo I (controlo das emissões médias de gases poluentes e de partículas poluentes após um  arranque a frio).» O ponto 5.2.1.1.2 é completado do seguinte modo: «N° caso dos motores de ignição por compressão, medem-se não só as emissões de monóxido de carbono,  de hidrocarbonetos e de óxidos de azoto, mas também as emissões de partículas poluentes.» O segundo período do ponto 5.2.1.1.3 passa a ter a seguinte redacção: «Os métodos de recolha e de análise dos gases, bem como os métodos de separação e de pesagem de  partículas, devem ser os prescritos.» O ponto 5.2.1.1.4 passa a ter a seguinte redacção: «5.2.1.1.4. Sob reserva dos pontos 5.2.1.1.4.2 e 5.2.1.1.5, o ensaio é executado três vezes. Para um veículo  com uma dada massa de referência, a massa de monóxido de carbono e a massa combinada de  hidrocarbonetos e de óxidos de azoto obtidas, e, no caso dos motores de ignição por compressão, a  massa das partículas, devem ser inferiores aos valores dados no quadro seguinte: >POSIÇÃO NUMA TABELA>6. 8. 88Jornal Oficial das Comunidades EuropeiasOs veículos com motor de  ignição por compressão de cilindrada superior a 2 000 cm³ devem, no que respeita às emissões de  gases poluentes, satisfazer os valores limite da categoria de cilindrada situada entre 1 400 cm³ e  2 000 cm³.» N° ponto 5.2.1.1.4.1, é suprimida a frase entre parêntesis. O ponto 5.2.1.1.4.2 passa a ter a seguinte redacção: «5.2.1.1.4.2. O número de ensaios prescrito no ponto 5.2.1.1.4 pode, a pedido do fabricante, ser aumentado até  dez, com a condição de que a média aritmética (x ¹) dos três resultados obtidos para cada poluente  sujeito a limitação ou para as emissões de uma combinação de dois poluentes sujeitos a limitação  esteja compreendida entre 100 e 110 % do valor limite. Neste caso, a decisão a tomar após os  ensaios depende exclusivamente dos resultados médios obtidos para o conjunto dos dez ensaios (x <  L).» O ponto 5.2.1.1.5.1 passa a ter a seguinte redacção: «5.2.1.1.5.1. Somente se efectua um ensaio se os valores obtidos para cada poluente ou para a emissão combinada  de dois poluentes forem inferiores ou iguais a 0,70 L.» O ponto 5.2.1.1.5.2 passa a ter a seguinte redacção: «5.2.1.1.5.2. Somente se efectuam dois ensaios se, para todos os poluentes, ou para a emissão de dois poluentes  combinados se tiver V1 §0,85 L, mas, para um dos poluentes, ou para as emissões combinadas de  poluentes, se tiver V1 >0,70 L. Além disso, devem ser satisfeitas as seguintes condições: V1 + V2 §1,70 L e V2 §L.» O ponto 7.1 passa a ter a seguinte redacção: «7.1. Regra geral, a conformidade da produção no que respeita à limitação das emissões de gases poluentes  e de partículas poluentes provenientes do motor é verificada com base na descrição dada no Anexo  VII e, se necessário, com base nos ensaios dos tipos I, II e III mencionados no ponto 5.2 ou em  alguns destes ensaios.» N° ponto 7.1.1.1, substituir o quadro pelo seguinte quadro: >POSIÇÃO NUMA TABELA>Os veículos com motor de ignição por compressão de cilindrada superior a 2  000 cm³ devem, no que respeita às emissões de gases poluentes, satisfazer os valores limite da  categoria de cilindrada situada entre 1 400 cm³ e 2 000 cm³.» N° ponto 7.1.1.2, o segundo parágrafo passa a ter a seguinte redacção: «O resultado a tomar em consideração para o veículo inicialmente ensaiado é a média aritmética dos  resultados obtidos nos três ensaios do tipo I realizados neste veículo. Em seguida determina-se a  média aritmética das emissões de monóxido de carbono, da soma das emissões de hidrocarbonetos e de  óxidos de azoto, das emissões de óxidos de azoto e das emissões de partículas obtidas na amostra,  bem como o desvio-padrão S (1). Considera-se a produção da série como conforme se a condição  seguinte for respeitada: x + k  7 S §Lem queL = valor limite prescrito no ponto 7.1.1.1, k =factor estatístico dependente de n e dado pelo quadro a seguir:» O ponto 8.3.1.1 passa a ter a seguinte redacção: «8.3.1.1. Para a recepção de um modelo de veículo e os valores limite que figuram no quadro do ponto  5.2.1.1.4 são substituídos pelos seguintes valores: - Massa de monóxido de carbono:  - Massa de monóxido de carbono: 2,11 g/km, - Massa de hidrocarbonetos: 0,25 g/km, - Massa de óxidos de azoto: 0,62 g/km, - Massa de partículas (1): 0,124 g/km.     Estes valores limite são considerados como respeitados se os resultados de ensaio de um modelo  de veículo não os excederem e se as massas de cada poluente forem multiplicadas pelo factor de  deterioração adequado que consta do quadro seguinte: >POSIÇÃO NUMA TABELA>Quando um fabricante, baseando-se nos processos de certificação dos mercados  de exportação da Comunidade, tiver adquirido a prova de que existem factores de deterioração  específicos ao modelo de veículo, os factores dados atrás podem ser substituídos por esses para  estabelecer se os valores limite definidos no presente ponto são respeitados.» EWG:L111UMBP01.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 762 mm;   210 Zeilen;   8041 Zeichen; Bediener:  0000   Pr.: B; Kunde: ................................ ANEXO III ENSAIO DO TIPO I(Controlo das emissões médias de poluentes gasosos e partículas  poluentes em zona urbana de tráfego intenso após um arranque a frio)O ponto 4.2.1 passa a ter a  seguinte redacção: «4.2.1. O sistema de recolha dos gases de escape deve permitir a medição das massas reais das emissões de  poluentes nos gases de escape. O sistema a utilizar é o da recolha a volume constante. Para este  fim, é necessário que os gases de escape do veículo sejam diluídos de maneira contínua com o ar  ambiente, em condições controladas. Para medir as massas das emissões por este processo, duas  condições devem ser cumpridas: o volume total da mistura de gases de escape e de ar de diluição  deve ser medido e uma amostra proporcional a este volume deve ser recolhida para análise. As massas das emissões de gases poluentes são determinadas a partir das concentrações na amostra,  tendo em conta a concentração desses gases no ambiente, e a partir do fluxo durante o ensaio. As emissões de partículas poluentes são determinadas por separação das partículas por meio de  filtros adequados a partir de um fluxo parcial proporcional durante todo o ensaio, e por  determinação gravimétrica dessa quantidade em conformidade com o ponto 4.3.2.» O ponto 4.3.1.1 passa a ter a seguinte redacção: «Partículas: determinação gravimétrica das partículas recolhidas. As partículas são recolhidas por meio de dois  filtros instalados em série no fluxo de gás de amostragem. A quantidade de partículas recolhidas em  cada grupo de filtros deve ser a seguinte: - Mlimit:   - Vep: caudal nos filtros, - Vmix: caudal no túnel, - M: massa das partículas (g/ensaio), - Mlimit: massa limite das partículas (massa limite em força g/ensaio), - m: massa de partículas retidas pelos filtros (g).  M =  Vmix  m  . m =  Vmix  M  M =VmixVep m  . m =VepVmix MA taxa de colheita das  partículas (Vep/Vmix) será ajustada de modo a que, para M = Mlimit, 1 §m §5 mg. A superfície dos filtros deve ser feita de um material hidrófobo e inerte em relação aos  constituintes dos gases de escape (PTFE ou material equivalente).» O ponto 4.3.1.2 é completado do seguinte modo: «A pesagem das partículas recolhidas deve ser efectuada com uma precisão de 1 ìg.» O ponto 4.3.2 é completado do seguinte modo: «O dispositivo de recolha das partículas compõe-se de um túnel de diluição, de uma sonda de  recolha, de uma unidade filtrante, de uma bomba de fluxo parcial, de reguladores de caudal e de  debímetros. O fluxo parcial para a recolha das partículas é conduzido através de dois filtros  dispostos em série. A sonda de recolha do gás na qual as partículas serão recolhidas deve estar  disposta no canal de diluição, de modo a permitir a recolha de um fluxo de gás representativo da  mistura homogénea ar/gás de escape, e a assegurar que a temperatura da mistura ar/gás de escape não  exceda 52 gC no ponto de recolha. A temperatura do fluxo de gás no debitómetro não pode variar de  mais de p 3 K, e o caudal mássico de mais de p 5 %. N° caso de se verificar uma alteração  inadmissível do fluxo, devida a uma carga demasiado elevada do filtro, o ensaio deverá ser  interrompido. Quando o ensaio for repetido, dever-se-á diminuir o caudal e/ou utilizar um filtro de  maior dimensão. Os filtros não deverão ser retirados da sala senão quando faltar uma hora para o  início do ensaio. Os filtros de partículas necessários devem ser condicionados (temperatura, humidade), antes do  ensaio numa sala climatizada, num recipiente protegido do pó, durante um período compreendido entre  8 e 56 horas. Após esse condicionamento, os filtros vazios são pesados e conservados até ao momento  da sua utilização.» 5.3A condicionamento do veículoO ponto 5.3.1. passa a ter a seguinte redacção: «Para os veículos com motor de ignição por compressão e tendo em vista a medição das partículas,  deve efectuar-se o pré-acondicionamento descrito no apêndice 9, no máximo de 36 horas e no mínimo 6  horas antes do ensaio. Após este pré-condicionamento e antes do ensaio, o veículo com motor de ignição por compressão e  ignição comandada deve permanecer num local em que a temperatura seja sensivelmente constante entre  20 gC e 30 gC. Este acondicionamento deve durar pelo menos seis horas e deve prosseguir até que a  temperatura do óleo do motor e a do líquido de arrefecimento (se existir) estejam a p 2 gC da  temperatura local. Se o fabricante o pedir, o ensaio deve ser efectuado dentro de um período máximo de trinta horas  depois de o veículo ter funcionado à sua temperatura normal.» O ponto 7 passa a ter a seguinte redacção: «7. RECOLHA E ANÁLISE DOS GASES E PARTÍCULAS» O ponto 7.1 passa a ter a seguinte redacção: «7.1. Recolha da amostraA recolha começa no início do primeiro ciclo de ensaio, tal como definido no  ponto 6.2.2., e termina no fim do último período de marcha lenta sem carga do quarto ciclo.» O ponto 7.2.1 é completado do seguinte modo: «Os filtros carregados devem ser levados para a sala o mais tardar uma hora após o fim do ensaio,  para lá serem condicionados durante um período compreendido entre 2 e 56 horas. Procede-se então à  sua pesagem.» O ponto 8 passa a ter a seguinte redacção: «8. DETERMINAÇÃO DA QUANTIDADE DE GASES POLUENTES E DE PARTÍCULAS POLUENTES EMITIDOS» O ponto 8.2 passa a ter a seguinte redacção: «8.2. Massa total de gases poluentes e de partículas poluentes emitidos. Determina-se a massa M de cada poluente emitido pelo veículo no decurso do ensaio, calculando o  produto da concentração em volume pelo volume de gás considerado, baseando-se nos valores de massa  volúmica a seguir indicados nas condições de referência referidas: - para o monóxido de carbono (CO) : d = 1,25 g/l, - para os hidrocarbonetos (CH1,85) : d = 0,619 g/l, - para os óxidos de azoto (NO2) : d = 2,05 g/l. Determina-se a massa m de partículas poluentes emitidas pelo veículo durante o ensaio por pesagem  da massa das partículas retidas pelos dois filtros: ml pelo primeiro filtro, m² pelo segundo  filtro. - se 0,95 (m¹ + m²) §m¹, m = m¹; - se 0,85 (m¹ + m²) §m¹ 0,95 < (m¹ + m²), m = ml + m³; - se m¹ < 0,85 (m¹ + m²), o ensaio é anulado. O apêndice 8 apresenta os cálculos relativos aos diferentes métodos seguidos de exemplos, para a  determinação da quantidade de gases poluentes e de partículas poluentes emitidos.» APÊNDICE 5O título deste apêndice passa a ter a seguinte redacção: «DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS DE RECOLHA DE GASES DE ESCAPE» O ponto 2.1.3 passa a ter a seguinte redacção: «2.1.3. Deve ser recolhida para análise uma amostra de proporção constante entre gases de escape diluídos e  ar de diluição. As massas das emissões gasosas são determinadas a partir das concentrações da amostra proporcional,  e o volume total medido durante o ensaio. As concentrações da amostra são corrigidas em função do  teor de poluentes no ar ambiente. Para os veículos com motor de ignição por compressão,  determina-se, além disso, as emissões de partículas.» O ponto 2.2.2 passa a ter a seguinte redacção: «2.2.2. O sistema de recolha dos gases de escape deve permitir a medição das concentrações em volume médias  dos componentes CO2, CO, HC e NOx, bem como, no caso dos veículos com motor de ignição por  compressão, das emissões de partículas contidas nos gases de escape emitidos no decurso do ciclo de  ensaio do veículo.» O ponto 2.4 passa a ter a seguinte redacção: «2.4.Aparelho adicional de recolha para ensaio de veículos com motor de ignição por compressão. 2.4.1. Como diferença em relação ao método de recolha dos gases no caso de veículos com motor de ignição  comandada, os pontos de recolha de amostras de hidrocarbonetos e de partículas encontra-se num  túnel de diluição. 2.4.2. Para reduzir as perdas térmicas dos gases de escape entre o momento em que deixam o tubo de saída  da panela de escape e aquele em que entram no túnel de diluição, a conduta utilizada para esse fim  não deve ter um comprimento superior a 3,6 m (6,1 m, se for isolada termicamente). O seu diâmetro  interior não pode exceder 105 mm. 2.4.3. Devem reinar condições de escoamento turbulentas (número de Reynolds  74 000) no túnel de diluição,  que consiste num tubo direito feito de material condutor de electricidade, de modo a assegurar a  homogeneidade dos gases de escape diluídos nos pontos de recolha, bem como a recolha de amostras  representativas de gases e de partículas. O túnel de diluição deve ter um diâmetro de pelo menos  200 mm. O sistema deve estar ligado à terra. 2.4.4. O sistema de recolha de amostras compõe-se de uma sonda de recolha no túnel de diluição e de dois  filtros dispostos em série. A montante e a juzante dos filtros, na direcção do fluxo, estão  dispostas válvulas de acção rápida. 2.4.5. A sonda de recolha das partículas deve satisfazer as seguintes condições: - deve estar instalada nas proximidades do eixo do túnel, a cerca de 10 diâmetros do túnel a  juzante do fluxo a partir da entrada dos gases de escape, e deve ter um diâmetro interno de pelo  menos 12 mm, - a distância entre a ponta da sonda de recolha e o porta-filtro deve ser pelo menos igual a 5  vezes o diâmetro da sonda, sem todavia exceder 1 020 mm. 2.4.6. A unidade de medição do fluxo de gás de ensaio compõe-se de bombas, reguladores de caudal e de  debímetros. 2.4.7. O sistema de recolha de hidrocarbonetos compõe-se de uma sonda, uma conduta, um filtro e uma bomba  de recolha aquecidos. A sonda de recolha deve ser colocada à mesma distância do orifício de entrada dos gases de escape  que a sonda de recolha das partículas, de modo a evitar uma influência recíproca das recolhas. Deve  ter um diâmetro interno de pelo menos 4 mm. 2.4.8. Todos os elementos aquecidos devem ser mantidos a uma temperatura de 190 p 10 gC pelo sistema  aquecido. 2.4.9. Se não for possível uma compensação das variações de caudal, deve-se prever um permutador de calor  e um dispositivo de regulação das temperaturas com as características especificadas no ponto  2.3.3.1 para garantir a constância do caudal no sistema, e assim a proporcionalidade do caudal de  recolha.» O ponto 3.1.4 é completado do seguinte modo: «Sistema de recolha de amostras para a medição das partículas: - S4: sonda de recolha no túnel de diluição, - Fp: unidade de filtragem composta por dois filtros dispostos em série; dispositivo de comutação  para outros grupos de dois filtros dispostos em paralelo, - conduta de recolha, - bombas, reguladores de caudal, debímetros.» A figura 1 é substituída pela figura seguinte: EWG:L111UMBP02.93FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 762 mm;   141 Zeilen;   10776 Zeichen; Bediener:  HELM   Pr.: A; Kunde: ................................ >INÍCIO DE GRÁFICO>Figura 1<?aeFN6>Esquema de um sistema de recolha a volume constante com bomba  volumétrica (sistema PDP-CVS)<?aeLM8,>Entrada do ar de diluiçãoPara a atmosferaPara a  atmosfera<?aeLM40,>Ar para levar aescala a zeroGás de calibragem HCAparelhagem necessária  apenas para o ensaio dos motores dieselPara a atmosferaPara a  atmosferaEWG:L111UMBP2A.97FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 132 mm;   40 Zeilen;   393 Zeichen;  Bediener: 0000   Pr.: A; Kunde:                                 >FIM DE GRÁFICO>O ponto 3.2.4 é completado do seguinte  modo: «Sistema de recolha de amostras para a medição das partículas: - S4: sonda de recolha no túnel de diluição, - Fp: unidade de filtragem composta por dois filtros dispostos em série, dispositivo de comutação  para outros grupos de dois filtros dispostos em paralelo, - conduta de recolha, - bombas, reguladores de caudal, debímetros.» A figura 2 é substituída pela figura seguinte: EWG:L111UMBP03.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 254 mm;   9 Zeilen;   519 Zeichen; Bediener: 0000    Pr.: B; Kunde: ................................ >INÍCIO DE GRÁFICO>Figura 2<?aeFN6>Esquema de um sistema de recolha a volume constante com tubo  de Venturi de escoamento crítico (sistema CFV-CVS)BHEntrada do arde diluiçãoPara a  atmosferaPara a atmosferaAr para levar aescala a zeroGás de calibragem HCAparelhagem  necessária apenas para o ensaio dos motors dieselPara a atmosferaEWG:L111UMBP3A.97FF: 1UPO;    SETUP: 01;   Hoehe: 137 mm;   42 Zeilen;   398 Zeichen; Bediener: 0000   Pr.: C; Kunde:                                 >FIM DE GRÁFICO>O ponto 3.3 é completado do seguinte  modo: «(somente para os veículos equipados com motor de ignição comandada)» APÊNDICE 8Esta apêndice passa a ter a seguinte redacção: «APÊNDICE 8CÁCULO DAS MASSAS DAS EMISSÕES DE POLUENTES1. DISPOSIÇÕES GERAIS1.1. Calculam-se as massas das emissões de poluentes gasosos com a equação seguinte: Mi = Vmix  7 Qi  7 kH  7 Ci  7 10-6em que, Vmix: Mi: emissões do poluente em g/ensaio, Vmix: volume dos gases de escape diluídos, expresso em l/ensaio e reduzido às condições normais (273,2 K  e 101,33 kPa), Qi: densidade do poluente em g/l, à temperatura e pressão normais (273,2 K e 101,33 kPa), kH: factor de correcção de humidade utilizado para o cálculo das emissões de óxidos de azoto (não há  correcção de humidade para HC e CO), Ci: concentração do poluente i nos gases de escape diluídos, expressa em ppm e corrigida da  concentração de poluente i presente no ar de diluição. 1.2. Determinação do volumeO texto do antigo ponto 1 permanece inalterado. 1.3. Cálculo da concentração corrigida de poluentes no saco de recolhaO texto do antigo ponto 2  permanece inalterado. 1.4. Cálculo do factor de correcção de humidade para NOO texto do antigo ponto 3 permanece inalterado. 1.5. ExemploO texto do antigo ponto 4 permanece inalterado até ao ponto 4.2 inclusive; os pontos 4.3 e  4.4 são suprimidos. 2. DISPOSIÇÕES ESPECIAIS PARA OS VEÍCULOS COM MOTOR DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO2.1. Medição de HC para os motores de ignição por compressãoPara determinar as massas das emissões de  HC para os motores de ignição por compressão, calcula-se a concentração média de HC de acordo com a  fórmula seguinte:  ce =  t2 cHC  7 dt  t2 cHC  7 dtce =t1t2-t1em que:  t2t1cHC  7 dt: integral do valor registado pelo analisador DIF aquecido durante o ensaio de duração (t2 - t1), ce: concentração de HC medida nos gases de escape diluídos, em ppm, ce: substitui directamente cHC em todas as equações correspondentes. 2.2. Determinação das partículasA emissão de partículas Mp (g/ensaio) calcula-se de acordo com a  fórmula seguinte:   (Vmix + Vep) × Pe  Mp =(Vmix + Vep) × PeVepno caso de os gases de escape serem evacuados para  fora do túnel, ou  Vmix + Pe  Mp =Vmix + PeVepno caso de os gases de escape regressarem ao  túnel, em que: Vmix: volume dos gases de escape diluídos (ver 1.1.3) às condições normais, Vep: volume do gás de escape passado pelos filtros de partículas às condições normais, Pe: massa das partículas retidas pelo filtro, Mp: emissão de partículas em g/ensaio, para utilização neste apêndice, ouMp: emissão de partículas em g/fase, para utilização no apêndice 8 ao Anexo IIIA.» É aditado o seguinte apêndice: EWG:L111UMBP04.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 508 mm;   66 Zeilen;   2817 Zeichen; Bediener:  0000   Pr.: B; Kunde: 42161 l111umbp04                >INÍCIO DE GRÁFICO>«APENDICE 9CICLO DE  PRÉ-CONDICIONAMENTO<?aeFN6>CEC CF-11/3<?aeBP><?aeNP><?aeTT1><?aeFA15,><?aeTT2> <?aeTT3><?aeTA4Y0> <?aeTS>Mudança de velocidade<?aeFN6><?aeLV2><?aeWL>1/2 25 km/h2/3 40 km/h3/4 50 km/h4/5 70  km/h<?aeLV1><?aeWL><?aeTC>Regulação da potência do banco dinamométrico<?aeFN6>Processo prescrito pela  Directiva 83/351/CEE<?aeTB><?aeTE><?aeNL>Velocidade<?aeFN1>km/h<?aeIV1Y18,9><?aeBB1>90<?aeVS1><?Þ> 80<?aeVS1><?Þ>70<?aeVS1><?Þ>60<?aeVS1><?Þ>50<?aeVS1><?Þ>40<?aeVS1><?Þ>30<?aeVS1><?Þ>20<?aeVS1><?Þ> 10<?aeVS1><?Þ> 0<?aeBT><?aeFN4><?aeLM40,><?aeFA8>0 5 10 15 20 2530Tempo  (minutos)EWG:L111UMBP05.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 199 mm;   45 Zeilen;   367 Zeichen;  Bediener: 0000   Pr.: A; Kunde: 42161 l111umbp05                >FIM DE GRÁFICO>>POSIÇÃO NUMA TABELA>ANEXO III A  Ensaio equivalente ao ensaio de tipo I relativo ao controlo das emissões após um arranque a frio.  4.2.1. 4.3.1.1. 4.3.1.2. 4.3.2. aaAaAsEstes pontos passam a ter a mesma nova redacção que os pontos correspondentes do Anexo  III. O ponto 6.2.2.7 passa a ter a seguinte redacção: «6.2.2.7. Arrancar o aparelho de medida do caudal de gases, posicionar as válvulas do selector de amostras de  modo a dirigir o fluxo da amostra para o saco "transitório'' de recolha de amostras dos gases de  escape e para o saco "transitório'' de recolha de amostras de ar de diluição (pôr em marcha o  integrador do sistema de análise dos hidrocarbonetos diesel e marcar, se for caso disso, o gráfico  do registador), posicionar as válvulas, aquando da recolha, de modo a que os filtros de partículas  sejam alimentados para a fase transitória, rodar a chave de ignição e pôr o motor em marcha.» N° ponto 6.2.2.11, a primeira frase passa a ter a seguinte redacção: «N° final da desaceleração prevista ao cabo de 505 segundos, comutar simultaneamente os fluxos das  amostras dos sacos "transitórios'' para os "estabilizados'', alimentar os filtros de partículas  para a fase estabilizada, desligar o aparelho de medida n° 1 do caudal de gases (e o integrador n°  1 de hidrocarbonetos diesel) (marcar o gráfico do registador de hidrocarbonetos diesel) e pôr em  funcionamento o aparelho de medida n° 2 do caudal de gases (e o integrador n° 2 de hidrocarbonetos  diesel).» N° ponto 6.2.2.13, a primeira frase passa a ter a seguinte redacção: «Cinco segundos após a paragem do motor, desligar simultaneamente o aparelho de medida n° 2 do  caudal dos gases (e o integrador n° 2 dos hidrocarbonetos diesel, marcando, se for caso disso, o  gráfico do registo desses hidrocarbonetos), bloquear as válvulas para os filtros de partículas para  a fase estabilizada, e posicionar as válvulas do selector de amostras na posição "prontas a  funcionar''.» N° ponto 6.2.2.16, intercalar após a primeira frase uma nova frase com a seguinte redacção: «Também no caso dos veículos a motor de ignição por compressão, é necessário um único grupo de  filtros de partículas para o ensaio de arranque a quente.» N° ponto 6.2.2.17, a primeira frase passa a ter a seguinte redacção: «N° final da desaceleração prevista ao cabo de 505 segundos, desligar simultaneamente o aparelho de  medida n° 1 do caudal dos gases (e o integrador n° 1 dos hidrocarbonetos diesel, marcando  eventualmente o gráfico de registo desses hidrocarbonetos), bloquear as válvulas para os filtros de  partículas e colocar a válvula do selector das amostras na posição "pronto a funcionar''(a paragem  do motor não faz parte do período de recolha de amostras do ensaio de arranque a quente).» Após o ponto 7.7, aditar um ponto com a seguinte redacção: «7.8. Os filtros de partículas carregados devem ser levados para a sala o máximo uma hora após o fim do  ensaio nos gases de escape, e ser condicionados durante um período compreendido entre 2 horas e 56  horas, e de seguida pesados.» Os pontos 8 e 8.2 passam a ter a mesma nova redacção que os pontos correspondentes do Anexo III. APÊNDICE 5: O título passa a ter a mesma nova redacção que o título do apêndice 5 ao Anexo III. 2.1.3. 2.2.2. 2.4.1. 2.4.2. 2.4.3. aaAaAsEstes pontos passam a ter a mesma nova redacção que os pontos correspondentes do apêndice  5 ao Anexo III. O ponto 2.4.4 passa a ter a seguinte redacção: «2.4.4. O sistema de recolha de amostras para a medição das partículas compõe-se de uma sonda de recolha no  túnel de diluição, de três unidades filtrantes compostas de dois filtros dispostos em série, em  direcção aos quais pode ser dirigido o fluxo de gases de amostragem de uma fase de ensaio. As três  unidades de filtragem são atravessadas sucessivamente pelo fluxo de gases de amostragem no decurso  das fases "transitória após arranque a frio'', "estabilizada após arranque a frio'' e "transitória  após arranque a quente''.» 2.4.5. 2.4.6. 2.4.7. 2.4.8. 2.4.9. aaAaAsEstes pontos passam a ter a mesma nova redacção que os pontos correspondentes do apêndice  5 ao Anexo III. N° ponto 3, acrescentar o seguinte a seguir ao título: «Os sistemas correspondem aos descritos no ponto 3 do apêndice 5 ao Anexo III, com a diferença que  os três sacos de recolha dos gases de escape e de ar ambiente estão dispostos em paralelo de modo a  poderem ser alimentados pelo fluxo dos gases de amostragem um após o outro por meio de válvulas de  acção rápida. Da mesma maneira, aquando do controlo de veículos a motor diesel, dispõem-se em paralelo três  grupos de filtros para medir as partículas.» APÊNDICE 8: Este apêndice passa a ter a seguinte redacção: «APÊNDICE 8CÁLCULO DAS EMISSÕES DE POLUENTES1. As emissões de poluentes calculam-se através da seguinte equação: Ms = 0,43  MicT + Mis  + 0,57  MiHT + Mis  Ms = 0,43MicT + MisScT + Ss+ 0,57MiHT + MisSHT +  Ssem que: MiHT: Ms: emissões de poluentes em g/km no teste completo, MicT: emissões do poluente i em g no decurso da primeira fase (transitória a frio), MiHT: emissões do poluente i em g no decurso da última fase (transitória a quente), Mis: emissões do poluente i em g no decurso da segunda fase (estabilizada), ScT: distância percorrida no decurso da primeira fase (em km), SHT: distância percorrida no decurso da última fase (em km), Ss: distância percorrida no decurso da segunda fase (em km). 2. As emissões de poluentes no decurso das diferentes fases calculam-se através da seguinte fórmula: Mij = Vmix × Qi × kH × Ci × 10-6em que: Mij: emissões do poluente i em g/fase; j (por exemplo: MicT, MiHT, etc.), Vmix: volume dos gases de escape diluídos, expresso em l/fase e reduzido às condições normais (273,2 K e  101,33 kPa), Qi: densidade do poluente i em g/l, à temperatura e pressão normais (273,2 K e 101,33 kPa), kH: factor de correcção de humidade utilizado para o cálculo das emissões de óxidos de azoto (não há  correcção de humidade para HC e CO), Ci: concentração do poluente i nos gases de escape diluídos, expressa em ppm e corrigida da  concentração de poluente i no ar de diluição. 3. DISPOSIÇÕES ESPECIAIS PARA OS VEÍCULOS COM MOTOR DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO3.1. Medição dos HCDetermina-se a emissão de HC no decurso das diferentes fases em conformidade com o  método descrito no ponto 2.1 do apêndice 8 ao Anexo III. 3.2. Medição das partículasDeterminam-se as emissões de partículas no decurso das diferentes fases em  conformidade com o método descrito no ponto 2.2 do apêndice 8 ao Anexo III. A emissão total é calculada em conformidade com o ponto 1 do presente apêndice.» EWG:L111UMBP07.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Hoehe: 508 mm;   118 Zeilen;   6760 Zeichen; Bediener:  0000   Pr.: B; Kunde: ................................