CELEX: 62012CN0339
Language: pt
Date: 2012-07-16 00:00:00
Title: Processo C-339/12 P: Recurso interposto em 16 de julho de 2012 por Pi-Design AG, Bodum France e Bodum Logistics A/S do acórdão proferido pelo Tribunal Geral (Quarta Secção) em 8 de maio de 2012 no processo T-416/10, Yoshida Metal Industry Co. Ltd/Instituto de Harmonização do Mercado Interno (marcas, desenhos e modelos)

29.9.2012   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 295/20
            
         Recurso interposto em 16 de julho de 2012 por Pi-Design AG, Bodum France e Bodum Logistics A/S do acórdão proferido pelo Tribunal Geral (Quarta Secção) em 8 de maio de 2012 no processo T-416/10, Yoshida Metal Industry Co. Ltd/Instituto de Harmonização do Mercado Interno (marcas, desenhos e modelos)
   (Processo C-339/12 P)
   2012/C 295/35
   Língua do processo: inglês
   
      Partes
   
   
      Recorrentes: Pi-Design AG, Bodum France e Bodum Logisitics A/S (representante: H. Pernez, advocate)
   
      Outras partes no processo: Instituto de Harmonização do Mercado Interno (marcas, desenhos e modelos) e Yoshida Metal Industry Co. Ltd
   
      Pedidos da recorrente
   
   Os recorrentes concluem pedindo que o Tribunal Geral se digne:
   
               —
            
            
               anular o acórdão do Tribunal Geral;
            
         
               —
            
            
               anular a marca comunitária 1 372 580
            
         Subsidiariamente
   
               —
            
            
               remeter o processo ao Tribunal Geral com a obrigação de remeter o processo à Câmara de Recurso caso a decisão desta seja anulada.
            
         
               —
            
            
               condenar a Yoshida Metal Industry Co. Ltd nas despesas.
            
         
      Fundamentos e principais argumentos
   
   Os recorrentes alegam que o acórdão impugnado deve ser anulado, uma vez que o Tribunal Geral violou o artigo 7.o, n.o 1, alínea e), ii), do Regulamento n.o 207/2009 ao aplicar critérios incorretos para determinar as características essenciais do sinal em causa e ao desvirtuar as provas que lhe foram apresentadas.