CELEX: 62018TN0405
Language: pt
Date: 2018-07-03 00:00:00
Title: Processo T-405/18: Recurso interposto em 3 de julho de 2018 — Holmer Dahl/CUR

201808030662050952018/C 294/744052018TC29420180820PT01PTINFO_JUDICIAL20180703596022Processo T-405/18: Recurso interposto em 3 de julho de 2018 — Holmer Dahl/CUR
 ---documentbreak--- C2942018PT5920120180703PT0074592602Recurso interposto em 3 de julho de 2018 — Holmer Dahl/CUR
   (Processo T-405/18)2018/C 294/74Língua do processo: espanhol
      Partes
   
   
      Recorrente: Helene Holmer Dahl (Madrid, Espanha) (representantes: R. Vallina Hoset, A. Sellés Marco, C. Iglesias Megías e A. Lois Perreau de Pinninck, advogados)
   
      Recorrido: Conselho Único de Resolução
   
      Pedidos
   
   A recorrente conclui pedindo que o Tribunal Geral se digne:
   
            —
         
         
            Declarar a responsabilidade extracontratual do Conselho Único de Resolução e condená-lo na reparação do prejuízo sofrido pela recorrente devido às ações e omissões que privaram a recorrente das ações de que era proprietária do BANCO POPULAR ESPAÑOL, S.A.
         
      
            —
         
         
            Condenar o Conselho no pagamento do montante em reparação do prejuízo sofrido por danos materiais e morais (a seguir «montante exigível») à recorrente:
            
                     —
                  
                  
                     Por danos materiais, no montante total de 160558,41 euros pela amortização das ações do Banco Popular; e
                  
               
                     —
                  
                  
                     Por danos morais, no montante até 160558,41 euros ou no montante que este Tribunal considere oportuno conceder.
                  
               
      
            —
         
         
            Aumentar o montante exigível em juros compensatórios, a partir de 7 de junho de 2017 até à prolação do acórdão que decide o presente recurso.
         
      
            —
         
         
            Aumentar o montante exigível em juros de mora correspondentes desde a prolação do acórdão até ao pagamento integral do montante exigível, à taxa fixada pelo BCE para as operações principais de refinanciamento, aumentada em dois pontos percentuais.
         
      
            —
         
         
            Condenar o Conselho Único de Resolução no pagamento das despesas.
         
      
      Fundamentos e principais argumentos
   
   Os fundamentos e principais argumentos são semelhantes aos invocados no processo T-659/17, Vallina Fonseca/Conselho Único de Resolução (2017 C 424, p. 42).