CELEX: 52007PC0870
Language: pt
Date: 2008-01-11
Title: Proposta de Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho relativa às denominações têxteis (Reformulação)

Advertência jurídica importante

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52007PC0870

Proposta de Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho relativa às denominações têxteis (Reformulação)  /* COM/2007/0870 final - COD 2008/0005 */  

	[pic] | COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS |Bruxelas, 11.01.2008COM(2007) 870 final2008/0005 (COD)Proposta deDIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHOrelativa às denominações têxteis( Reformulação)EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS1. Em 1 de Abril de 1987, a Comissão decidiu[1] solicitar aos seus serviços que procedessem à codificação de todos os actos legislativos após a ocorrência de, no máximo , dez alterações, salientando que se tratava de um requisito mínimo e que os serviços devem tomar todas as medidas para codificar, com maior frequência, os textos pelos quais são responsáveis, a fim de garantir que as disposições comunitárias sejam claras e facilmente compreensíveis.2. A Comissão deu início à codificação da Directiva 96/74/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro de 1996, relativa às denominações têxteis[2]. A nova directiva substitui os vários actos nela incorporados[3].3. Entretanto, a Decisão 1999/468/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999, que fixa as regras de exercício das competências de execução atribuídas à Comissão[4], foi alterada pela Decisão 2006/512/CE, que criou um procedimento de regulamentação com controlo para medidas de alcance geral destinadas a alterar elementos não essenciais de um acto de base adoptado de acordo com o procedimento referido no artigo 251.° do Tratado, incluindo a supressão de alguns desses elementos ou completando o acto, nele acrescentando novos elementos não essenciais.4. De acordo com a Declaração comum do Parlamento Europeu, do Conselho e da Comissão[5] sobre a Decisão 2006/512/CE, para este novo procedimento ser aplicável a actos adoptados nos termos do procedimento estabelecido no artigo 251.° do Tratado já em vigor, estes terão de ser adaptados de harmonia com os procedimentos aplicáveis para o efeito.5. É, por conseguinte, conveniente transformar a codificação da Directiva 96/74/CE numa reformulação de molde a incorporar as alterações necessárias à sua adaptação ao procedimento de regulamentação com controlo.ê 96/74/CE (adaptado)2008/0005 (COD)Proposta deDIRECTIVA …/…/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHOde […]relativa às denominações têxteis(Texto relevante para efeitos do EEE)O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo Ö 95.º Õ ,Tendo em conta a proposta da Comissão[6],Tendo em conta o parecer do Comité Económico e Social Europeu[7],Deliberando nos termos do procedimento previsto no artigo 251.° do Tratado[8],Considerando o seguinte:ò texto renovado1.  A Directiva 96/74/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro de 1996, relativa às denominações têxteis[9], foi por várias vezes alterada de modo substancial[10]. Devendo ser introduzidas novas alterações, é conveniente, com uma preocupação de clareza, proceder à reformulação da referida directiva.ê 96/74/CE2.  Se as disposições dos Estados-Membros em matéria de denominação, composição e etiquetagem variarem de um Estado-Membro para outro, criar-se-ão obstáculos ao estabelecimento e ao funcionamento do mercado comum.ê 96/74/CE (adaptado)3.  Tais obstáculos podem ser eliminados se a colocação dos produtos têxteis no mercado, a nível comunitário, for subordinada a regras uniformes. É, por isso, importante harmonizar as denominações das fibras têxteis, bem como as indicações constantes das etiquetas, marcações ou documentos que acompanham os produtos têxteis nas diferentes operações inerentes aos ciclos da produção, da transformação e da distribuição.4.  É oportuno regulamentar igualmente determinados produtos não exclusivamente compostos por têxteis mas em que a parte têxtil representa um elemento essencial do produto ou é valorizada por uma especificação do produtor, do transformador ou do comerciante.ê 96/74/CE5.  A tolerância em relação a fibras estranhas, já prevista para os produtos puros, deve igualmente ser aplicada aos produtos mistos.6.  Para atingir os objectivos que estão na origem das disposições nacionais sobre a matéria, é conveniente tornar a etiquetagem obrigatória.7.  Em relação aos produtos cuja composição é tecnicamente difícil de estabelecer aquando da fabricação, as fibras eventualmente conhecidas nesse momento podem ser indicadas na etiqueta, desde que representem uma certa percentagem do produto acabado.ê 96/74/CE (adaptado)8.  É oportuno, a fim de evitar as divergências de aplicação na Comunidade, determinar com precisão as modalidades especiais de etiquetagem de certos produtos têxteis compostos por duas ou mais partes, bem como os elementos dos produtos têxteis que não devem ser tomados em conta aquando da etiquetagem e da análise.ê 96/74/CE9.  A apresentação para venda dos produtos têxteis submetidos unicamente à obrigação de etiquetagem global e dos vendidos a metro ou em corte, deve ser efectuada de maneira a que o consumidor possa realmente tomar conhecimento das indicações afixadas na embalagem global ou no rolo e que compete aos Estados-Membros determinar as medidas a adoptar para este efeito.10.  É conveniente submeter a determinadas condições a utilização de qualificativos ou de denominações que beneficiem de uma reputação especial junto dos utilizadores e dos consumidores.ê 96/74/CE (adaptado)11.  Ö É Õ necessário prever métodos de amostragem e de análise dos têxteis para eliminar qualquer possibilidade de contestação dos métodos aplicados. Todavia, a manutenção provisória dos métodos nacionais actualmente em vigor não impede a aplicação de regras uniformes.ê 96/74/CE12.  O anexo V da presente directiva, que indica as taxas convencionais a aplicar à massa seca de cada fibra na determinação, por meio de análise, da composição em fibra dos produtos têxteis, prevê nos n.os 1, 2 e 3 duas taxas convencionais diferentes para o cálculo da composição dos produtos cardados ou penteados que contenham lã e/ou pêlos. Contudo, os laboratórios não podem ainda reconhecer se um produto pertence ao sistema de «cardado» ou «penteado», podendo a aplicação desta disposição aquando dos controlos de conformidade dos produtos têxteis efectuados na Comunidade ter como consequência resultados contraditórios. É, por conseguinte, oportuno permitir aos laboratórios aplicar uma taxa convencional única em casos de dúvida.13.  Não é oportuno, numa directiva específica relativa aos produtos têxteis, harmonizar todas as disposições que lhe são aplicáveis.14.  Os anexos III e IV, em função do carácter excepcional dos casos que neles são previstos, devem também abranger outros produtos isentos de etiquetagem, como, nomeadamente, os produtos «não recuperáveis» ou aqueles para os quais só se justifica apenas uma etiquetagem global.ê 96/74/CE (adaptado)15.  Ö As disposições necessárias para a implementação da presente directiva serão aprovadas nos termos da Decisão 1999/468/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999, que fixa as regras de exercício das competências de execução atribuídas à Comissão[11]. Õò texto renovado16.  Em especial, deverá ser atribuída competência à Comissão para adaptar os anexos I a V ao progresso técnico e para adoptar novos métodos de análise quantitativa relativos às misturas binárias e ternárias. Atendendo a que têm alcance geral e se destinam a alterar elementos não essenciais da presente directiva, nomeadamente complementando-a, essas medidas devem ser aprovadas pelo procedimento de regulamentação com controlo previsto no artigo 5.°-A da Decisão 1999/468/CEE.17.  Os novos elementos introduzidos na presente directiva apenas dizem respeito a procedimentos do comité. Não é necessário, portanto, a sua transposição pelos Estados-Membros.ê18.  A presente directiva não deve prejudicar as obrigações dos Estados-Membros relativas aos prazos de transposição para o direito nacional das directivas indicadas na Parte B do Anexo VI,ê 96/74/CEADOPTARAM A PRESENTE DIRECTIVA:Artigo 1. o1. Os produtos têxteis só podem ser colocados no mercado na Comunidade, quer anteriormente a qualquer transformação, quer no decurso do ciclo industrial e das diversas operações inerentes à sua distribuição, se obedecerem às disposições da presente directiva.ê 96/74/CE Art. 152. As disposições da presente directiva não se aplicam aos produtos têxteis que:a) Se destinem à exportação para países terceiros;b) Sejam introduzidos para fins de trânsito, sob controlo aduaneiro, nos Estados-Membros da Comunidade Europeia;c) Sejam importados de países terceiros para serem objecto de um tráfego de aperfeiçoamento activo;d) Sejam confiados para fins de transformação, sem transferência a título oneroso, a trabalhadores no domicílio ou a empresas independentes que trabalham à tarefa.ê 96/74/CEArtigo 2. o1. Para efeitos do disposto na presente directiva, entende-se por :a) produtos têxteis todos os produtos que, no estado bruto, semitrabalhados, trabalhados, semimanufacturados, manufacturados, semiconfeccionados ou confeccionados, sejam exclusivamente compostos por fibras têxteis, qualquer que seja a técnica de mistura ou de união aplicada;b) Entende-se por fibra têxtil:i) um elemento caracterizado pela sua flexibilidade, finura e grande comprimento relativamente à dimensão transversal máxima, que o tornam apto para aplicações têxteis;ê 96/74/CE (adaptado)ii) as fitas flexíveis ou os tubos com largura aparente não superior a 5 mm, incluindo as fitas cortadas de fitas mais largas ou de folhas fabricadas a partir de substâncias que servem para o fabrico das fibras classificadas no anexo I sob os n.os 19 a Ö 47 Õ e aptas para aplicações têxteis; a largura aparente é a da fita ou do tubo sob a forma dobrada, achatada, comprimida ou torcida ou, nos casos de largura não uniforme, a largura média.ê 96/74/CE2. São equiparados aos produtos têxteis e submetidos às disposições da presente directiva:a) os produtos que contenham pelo menos 80 % em massa de fibras têxteis;b) as coberturas de móveis, de guarda-chuvas e de guarda-sóis cujas partes têxteis representam pelo menos 80 % da sua massa e, do mesmo modo, as partes têxteis das coberturas de chão com várias camadas, dos colchões e dos artigos de campismo, bem como os forros quentes dos artigos de calçado e de luvaria;c) os têxteis incorporados noutros produtos de que façam parte integrante, quando venha especificada a sua composição.Artigo 3 . o1. As denominações das fibras referidas no artigo 2 .o e as respectivas descrições constam do anexo I.2. A utilização das denominações constantes do quadro do anexo I é reservada às fibras cuja natureza é especificada no ponto correspondente do quadro.3. É proibida a utilização destas denominações para designar quaisquer outras fibras, a título principal ou a título de raiz, ou sob a forma de adjectivo, qualquer que seja a língua utilizada.4. É proibido o uso da denominação «seda» para indicar a forma ou apresentação especial das fibras têxteis em fio contínuo.Artigo 4 . o1. Só pode ser qualificado de «100 %» ou de «puro» ou eventualmente de «tudo», com exclusão de qualquer expressão equivalente, qualquer produto têxtil que seja composto, na sua totalidade, pela mesma fibra.2. É tolerada uma quantidade de outras fibras até ao montante de 2% da massa do produto têxtil se tal quantidade for justificada por motivos técnicos e não resultar de uma adição sistemática. Esta tolerância é elevada para 5% para os produtos têxteis obtidos pelo sistema de cardado.Artigo 5 . oê 96/74/CE (adaptado)1. Um produto de lã pode ser qualificado Ö com uma das denominações referidas no anexo II Õ quando for exclusivamente composto por fibras nunca anteriormente incorporadas num produto acabado nem tendo sofrido operações de fiação e/ou de feltragem para além das necessárias para a fabricação do produto, nem qualquer tratamento ou utilização que tenha degradado a fibra.2. Em derrogação ao disposto no n.o 1, as denominações fixadas Ö no anexo II Õ podem ser utilizadas para qualificar a lã contida numa mistura de fibras quando:ê 96/74/CEa) A totalidade da lã contida na mistura corresponder às características definidas no n.o 1;b) A quantidade desta lã, relativamente à massa total da mistura, não for inferior a 25 %;c) Em caso de mistura íntima, a lã se encontrar misturada apenas com uma outra fibra.No caso referido no presente número é obrigatória a indicação da composição percentual completa.3. A tolerância de impurezas fibrosas justificada por motivos técnicos inerentes ao fabrico é limitada a 0,3 % para os produtos referidos nos n.os 1 e 2, mesmo para os produtos de lã obtidos pelo sistema de cardado.Artigo 6 . o1. Qualquer produto têxtil composto por duas ou mais fibras em que uma delas represente pelo menos 85% da massa total é designado:a) ou pela denominação desta fibra acompanhada da respectiva percentagem em massa;b) ou pela denominação desta fibra acompanhada da indicação «mínimo 85 %»;c) ou pela composição percentual completa do produto.2. Qualquer produto têxtil composto por duas ou mais fibras, das quais nenhuma atinja 85 % da massa total, será designado pela denominação e pela percentagem em peso de, pelo menos, as duas fibras que tenham as percentagens mais elevadas, seguidas da enumeração das denominações das outras fibras que compõem o produto, por ordem decrescente de peso, com ou sem indicação da sua percentagem em peso. Todavia:a) O conjunto das fibras que representem, cada uma, menos de 10 % da massa total do produto, pode ser designado pela expressão «outras fibras» seguida de uma percentagem global;b) No caso em que seja especificada a denominação de uma fibra que represente menos de 10 % da massa do produto, será mencionada a composição percentual completa do produto.3. Os produtos contendo uma teia de puro algodão e uma trama de puro linho, e em que a percentagem de linho não seja inferior a 40 % da massa total do tecido desencolado, podem ser designados pela denominação «métis» (meio-linho), obrigatoriamente completada pela indicação de composição «teia puro algodão-trama puro linho».4. Podem ser utilizadas as expressões «fibras diversas» ou «composição têxtil não determinada» para qualquer produto cuja composição seja difícil de especificar no momento do fabrico.5. Em relação aos têxteis destinados ao consumidor final, nas composições percentuais previstas nos n.os 1 a 4:a) Será tolerada uma quantidade de fibras estranhas até 2 % da massa total do produto têxtil, se for justificada por motivos técnicos e não resultar de uma adição sistemática; esta tolerância será elevada para 5 % em relação a produtos obtidos pelo sistema de cardado, sem prejuízo da tolerância referida no n.o 3 do artigo 5.o;ê 96/74/CE (adaptado)b) Será admitida uma tolerância de fabrico de 3 % entre as percentagens indicadas na etiqueta e as percentagens resultantes da análise, relativamente à massa total das fibras indicadas na etiqueta; esta tolerância será igualmente aplicada às fibras que, em conformidade com o n.o 2, sejam mencionadas pela ordem decrescente das massas sem indicação das percentagens. Esta tolerância aplicar-se-á igualmente Ö para efeitos da Õ alínea b), do n.º 2 do artigo 5.º.ê 96/74/CEAquando da análise, estas tolerâncias são calculadas separadamente. A massa total a tomar em consideração para o cálculo da tolerância prevista na alínea b) é a das fibras do produto acabado, com exclusão das fibras estranhas eventualmente verificadas na aplicação da tolerância referida na alínea a).A acumulação das tolerâncias referidas nas alíneas a) e b) só é permitida se as fibras estranhas eventualmente encontradas na análise, para aplicação da tolerância referida na alínea a), forem da mesma natureza química que uma ou mais fibras mencionadas na etiqueta.Em relação aos produtos especiais cuja técnica de fabrico exija tolerâncias superiores às indicadas nas alíneas a) e b), só podem ser admitidas tolerâncias superiores às indicadas, aquando do controlo da conformidade dos produtos previstos no n.o 1 do artigo 13.o, a título excepcional e mediante justificação adequada fornecida pelo fabricante. Os Estados-Membros informarão imediatamente desse facto a Comissão.Artigo 7 . oSem prejuízo das tolerâncias previstas no n.o 2 do artigo 4.o, no n.o 3 do artigo 5.o e no n.o 5 do artigo 6.o, as fibras visíveis e isoláveis destinadas a produzir um efeito puramente decorativo, que não ultrapassem 7 % da massa do produto acabado, bem como as fibras, tais como as metálicas, incorporadas a fim de obter um efeito anti-estático e que não ultrapassem 2 % da massa do produto acabado, podem não ser mencionadas nas composições centesimais previstas nos artigos 4.o e 6.o. Em relação aos produtos referidos no n.o 3 do artigo 6.o, aquelas percentagens devem ser calculadas separadamente para a teia e para a trama e não relativamente à massa total do produto.Artigo 8 . o1. Os produtos têxteis, na acepção da presente directiva, são etiquetados ou marcados no momento de qualquer operação de colocação no mercado inerente ao ciclo industrial e comercial . A etiquetagem e a marcação podem ser substituídas ou completadas por documentos comerciais de acompanhamento quando estes produtos não são postos para venda ao consumidor final ou quando são entregues em execução de uma encomenda do Estado ou de outra entidade de direito público ou, nos Estados-Membros em que esta noção é desconhecida, de uma entidade equivalente.ê 96/74/CE (adaptado)2. As denominações, os qualificativos e os teores de fibras previstos nos artigos 3.o e 6.o Ö e nos anexos I e II Õ devem ser indicados claramente nos documentos comerciais. Esta obrigação exclui, nomedamente, o recurso a abreviaturas nos contratos, nas facturas ou nas notas de venda. É, porém, permitido o recurso a um código mecanográfico, desde que o significado das codificações conste do mesmo documento.3. Aquando da colocação para venda e da venda aos consumidores e nomeadamente nos catálogos, prospectos, embalagens, etiquetas e marcas, as denominações, os qualificativos e os teores de fibras têxteis previstos nos artigos 3.o a 6.o e Ö nos anexos I e II Õ devem ser indicados com os mesmos caracteres tipográficos facilmente legíveis e claramente visíveis.As indicações e informações que não sejam as previstas na presente directiva devem ser nitidamente separadas. Esta disposição não se aplica às marcas ou firmas, as quais podem acompanhar imediatamente as indicações previstas na presente directiva.Contudo, se aquando da colocação para venda ou da venda aos consumidores referida no primeiro parágrafo desta alínea for indicada uma marca ou uma firma que contenha, quer a título principal, quer a título de adjectivo ou de raiz, a utilização de uma denominação prevista no anexo I ou susceptível de com ela ser confundida, a marca ou a firma social devem ser imediatamente acompanhadas, em caracteres facilmente legíveis e bem visíveis, das denominações, qualificativos e teores de fibras têxteis previstos nos artigos 3.o a 6.o e Ö nos anexos I e II Õ.ê 96/74/CE4. Os Estados-Membros podem exigir que, no seu território, aquando da colocação para venda ou da venda ao consumidor final, a etiquetagem ou a marcação previstas no presente artigo sejam redigidas igualmente nas suas línguas nacionais.Para bobinas, carrinhos, novelos, meadas pequenas ou qualquer outra pequena unidade de fios para coser, cerzir ou bordar, a faculdade prevista no primeiro parágrafo só pode ser exercida pelos Estados-Membros para a etiquetagem global sobre as embalagens ou expositores. Sem prejuízo dos casos referidos no ponto 18 do anexo IV, as unidades individuais podem ser etiquetadas em qualquer das línguas da Comunidade.5. Os Estados-Membros não podem proibir a utilização de qualificativos ou de menções relativos às características dos produtos, que não sejam os referidos nos artigos 3.o, 4.o e 5.o, quando tais qualificativos ou menções estiverem em conformidade com as suas práticas leais de comércio.Artigo 9 . o1. Qualquer produto têxtil composto por duas ou mais partes que não tenham o mesmo teor de fibras será munido de uma etiqueta indicando o teor de fibras de cada uma das partes. Esta etiquetagem não é obrigatória para as partes que representem menos de 30 % da massa total do produto com excepção dos forros principais.2. Dois ou mais produtos têxteis com o mesmo teor de fibras e que formem usualmente um conjunto inseparável podem ser munidos duma única etiqueta.3. Sem prejuízo do disposto no artigo 12.o:a) A composição fibrosa dos artigos para espartilho seguintes será indicada, ou pela composição do produto no seu conjunto, ou pela composição das partes a seguir referidas, na sua globalidade ou separadamente:i) para os soutiens: tecido exterior e interior das caixas e das costas;ii) para as cintas: reforços anterior, posterior e laterais;iii) para as cintas- soutiens: tecido exterior e interior das caixas, reforços anterior e posterior e partes laterais.A composição fibrosa dos artigos para espartilho diferentes dos referidos no primeiro parágrafo será indicada, ou pela composição do produto no seu conjunto, ou pela composição das diversas partes desses artigos, na sua globalidade ou separadamente, não sendo a etiquetagem obrigatória para as partes que representem menos de 10 % da massa total do produto.A etiquetagem separada das diversas partes dos artigos para espartilho acima referidos será efectuada de modo a que o consumidor final possa compreender facilmente a que parte do produto se referem as indicações que constam da etiqueta;b) A composição fibrosa dos produtos têxteis gravados por corrosão será dada para a totalidade do produto e pode ser indicada dando separadamente a composição do tecido de base e a do tecido corroído, devendo estes elementos ser nominalmente indicados;c) A composição fibrosa dos produtos têxteis bordados será dada para a totalidade do produto e pode ser indicada dando separadamente a composição do tecido de base e as dos fios de bordado, devendo estes elementos ser nominalmente indicados; se as partes bordadas representarem menos de 10 % da superfície do produto, basta indicar a composição do tecido de base;d) A composição dos fios constituídos por uma alma e uma cobertura compostas de fibras diferentes e assim apresentados aos consumidores, é dada para a totalidade do produto e pode ser indicada dando separadamente a composição da alma e da cobertura devendo estes elementos ser nominalmente indicados;e) A composição fibrosa dos produtos têxteis de veludo e de pelúcia, ou produtos similares, será dada pela totalidade do produto e pode ser indicada, quando estes produtos forem constituídos por um tecido-base e uma camada de uso distintos e compostos por fibras diferentes, em separado para estes dois elementos, os quais devem ser nominalmente indicados;f) A composição das coberturas de chão e tapetes em que a base e a camada de uso sejam compostos por fibras diferentes pode ser dada apenas para a camada de uso, a qual deve ser nominalmente indicada.Artigo 10 . o1. Em derrogação ao disposto nos artigos 8 .o e 9.o:a) Os Estados-Membros não podem exigir, para os produtos têxteis que constem do anexo III, num dos estados definidos na alínea a), do n.o 1 do artigo 2.o, uma etiquetagem ou marcação referente à denominação e à indicação da composição. Se, todavia, tais produtos estiverem munidos de uma etiqueta ou de uma marcação indicando a denominação, a composição ou a marca ou a firma contendo, quer a título principal, quer a título de adjectivo ou de raiz, a utilização de uma denominação prevista no anexo I ou de modo a poder confundir-se com esta, serão aplicadas as disposições dos artigos 8.o e 9.o;b) Os produtos têxteis que constam do anexo IV, quando são do mesmo tipo e da mesma composição, podem ser postos à venda agrupados sob uma etiquetagem global contendo as indicações de composição previstas na presente directiva;c) A etiquetagem de composição dos produtos têxteis que se vendam a metro pode figurar unicamente na peça ou no rolo apresentado para venda.2. Os Estados-Membros tomarão todas as medidas necessárias para que a apresentação para venda dos produtos referidos nas alíneas b) e c) do n.o 1 seja efectuada de modo a que o consumidor final possa efectivamente tomar conhecimento da composição desses produtos.Artigo 11 . oOs Estados-Membros tomarão todas as medidas necessárias para que a informação fornecida no momento da colocação de produtos têxteis no mercado não possa ocasionar confusão com as denominações e menções previstas na presente directiva.Artigo 12 . oPara efeitos do n .o 1 do artigo 8.o, e de outras disposições da presente directiva relativas à etiquetagem dos produtos têxteis, as percentagens de fibras previstas nos artigos 4.o, 5.o e 6.o serão determinadas sem ter em conta os elementos indicados nos pontos que se seguem:a) Em relação a todos os produtos têxteis: partes não têxteis, ourelas, etiquetas e insígnias, orlas e guarnições que não façam parte integrante do produto, botões e fivelas recobertas com material têxtil, acessórios, adornos, fitas não elásticas, fios e tiras elásticas incorporados em locais específicos e limitados do produto e, nas condições previstas no artigo 7.o, fibras visíveis e isoláveis com efeito decorativo e fibras antiestáticas.b) Em relação a coberturas de chão e tapetes: todos os elementos constituintes excepto a camada de uso;c) Em relação aos tecidos de revestimento de móveis: as teias e tramas de ligação e de enchimento que não façam parte da camada de uso;d) para as tapeçarias, cortinas e cortinados: as teias e tramas de ligação e de enchimento que não façam parte do direito do tecido;e) Em relação a outros produtos têxteis: suportes, reforços, entretelas, chumaços fios de coser e de união, desde que não substituam a trama e/ou a teia do tecido, acolchoados que não tenham função de isolante e sem prejuízo das disposições do n.o 1 do artigo 9.o, forros.Na acepção da presente disposição:i) não serão considerados como suportes a excluir os tecidos de forro dos produtos têxteis que sirvam de suporte à camada de uso, nomeadamente os tecidos de forro de coberturas e de tecidos duplos e os tecidos-base dos produtos de veludo, pelúcia e semelhantes,ii) entender-se-á por reforços os fios ou tecidos incorporados em zonas específicas e limitadas do produto têxtil para as reforçar ou para lhes conferir rigidez ou espessura.f) As matérias gordas, ligantes, cargas, preparos, produtos auxiliares de tinturaria e de estampagem e outros produtos para tratamento dos têxteis. Na ausência de disposições comunitárias, os Estados-Membros tomarão todas as medidas necessárias a fim de evitar que estes elementos estejam presentes em quantidades susceptíveis de induzir em erro o consumidor.Artigo 13 . o1. Os controlos da conformidade dos produtos têxteis com as indicações de composição previstas pela presente directiva serão efectuados de acordo com os métodos de análise estabelecidos nas directivas referidas no n.o 2.Para este efeito, as percentagens em fibras previstas nos artigos 4.o, 5.o e 6.o serão determinadas aplicando à massa seca de cada fibra a taxa convencional correspondente prevista no anexo V, após a eliminação dos elementos referidos no artigo 12.º.2. Directivas especiais especificarão os métodos de colheita de amostras e de análise aplicáveis nos Estados-Membros para determinar a composição em fibras dos produtos referidos pela presente directiva.Artigo 14 . o1. Os Estados-Membros não podem, por motivos relacionados com as denominações ou as indicações da composição, proibir ou entravar a colocação dos produtos têxteis no mercado se estes corresponderem às disposições da presente directiva.2. As disposições da presente directiva não prejudicam a aplicação das disposições vigentes em cada Estado-Membro, relativas à protecção da propriedade industrial e comercial, às indicações de proveniência, às denominações de origem e à repressão da concorrência desleal.Artigo 15. oê 96/74/CE (adaptado)ð texto renovado1. ð A Comissão adoptará ï as adendas ao anexo I bem como as adendas e alterações ao anexo V d necessárias para adaptar estes anexos ao progresso técnico serão adoptadas de acordo com o procedimento previsto no artigo 6.o da Directiva 96/73/CE.2. ð A Comissão determinará ï os novos métodos de análise quantitativa relativos às misturas binárias e ternárias que não sejam os referidos nas Directivas 96/73/CE do Parlamento Europeu e do Conselho[12] e 73/44/CEE do Conselho[13], serão igualmente determinados de acordo com procedimento.ò texto renovado3. As medidas referidas nos n.ºs 1 e 2, destinadas a alterar elementos não essenciais do presente acto, nomeadamente completando-o, são aprovadas pelo procedimento de regulamentação com controlo a que se refere o n.° 2 do artigo 16º.ê 96/74/CE (adaptado)ð texto renovadoÖ Artigo 16.º ÕÖ 1. A Comissão é assistida pelo Comité para o sector das directivas relativas às denominações e à etiquetagem dos produtos têxteis instituído pela Directiva 96/73/CE, a seguir designado "Comité". Õ2. Sempre que se faça referência ao presente número, são aplicáveis os artigos 5.º e 7.º da Decisão 1999/468/CE, tendo em conta o disposto no seu artigo 8.º.O prazo previsto no n.º 6 do artigo 5.º da Decisão 1999/468/CE é de três meses.ð 2. Sempre que se faça referência ao presente número, são aplicáveis os n.°s 1 a 4 do artigo 5°-A e o artigo 7° da Decisão 1999/468/CE, tendo-se em conta o disposto no seu artigo 8°. ï3. O Comité aprovará o seu regulamento interno.ê 96/74/CEArtigo 17 . oOs Estados-Membros comunicarão à Comissão o texto das principais disposições de direito nacional que adoptarem no domínio regulado pela presente directiva.êArtigo 18.ºA Directiva 96/74/CE, com as alterações que lhe foram introduzidas pelos actos referidos na Parte A do Anexo VI, é revogada, sem prejuízo das obrigações dos Estados-Membros no que respeita aos prazos de transposição para o direito nacional indicados na Parte B do Anexo VI.As referências à directiva revogada devem entender-se como sendo feitas para a presente directiva, e devem ser lidas de acordo com o quadro de correspondência constante do Anexo VII.ê 96/74/CE Art. 19, segundo parágrafo (adaptado)Artigo 19. oA presente directiva entra em vigor Ö a 3 de Fevereiro de 2008 Õê 96/74/CE Art. 19, segundo parágrafoArtigo 20. oOs Estados-Membros são os destinatários da presente directiva.ê 96/74/CEFeito em Bruxelas, em […]Pelo Parlamento Europeu Pelo ConselhoO Presidente O Presidente[…] […]ê 96/74/CEè1 97/37/CE Art. 1, pt. 1è2 97/37/CE Art. 1, pt. 7è3 97/37/CE Art. 1, pt. 2ANEXO IQUADRO DAS FIBRAS TÊXTEIS(Artigo 3.º)N.o | Denominação | Descrição das fibras |1 | lã (1) | Fibra do velo do ovino (Ovis aries) |2 | alpaca, lama, camelo, caxemira, mohair, angorá, vicunha, iaque, guanaco,è1 caxegorá (m) ç, castor e lontra precedido ou não da denominação «lã» ou «pêlo» (1) | Pêlos dos animais a seguir mencionados: alpaca, lama, camelo, cabra caxemira, cabra angorá, coelho angorá, vicunha, iaque, guanaco, è1 cabra caxegorá (cruzamento da cabra caxemira e da cabra angorá) ç, castor e lontra |3 | pêlo ou crina com ou sem indicação da espécie animal (por exemplo pêlo de bovino, pêlo de cabra comum, crina de cavalo) | Pêlos de diversos animais que não sejam mencionados nos pontos 1 e 2 |4 | seda | Fibra proveniente exclusivamente dos insectos sericígenos |5 | algodão | Fibra proveniente da semente do algodoeiro (Gossypium) |6 | sumaúma | Fibra proveniente do interior do fruto da sumaúma (Ceiba pentandra) |7 | linho | Fibra proveniente do líber do linho (Linnum usitatissimum) |8 | cânhamo | Fibra proveniente do líber do cânhamo (Cannabis sativa) |9 | juta | Fibra proveniente do líber do Corchorus olitorius e do Corchorus capsularis. Para efeitos do disposto na presente directiva são equiparadas à juta as fibras liberianas provenientes de Hibiscus cannabinus,Hibiscus sabdariffa,Abutilon avicennae, Urena lobata, Urena sinuata |10 | abacá | Fibra proveniente das vagens foliares da Musa textilis |11 | alfa | Fibra proveniente da folha da Stipa tenacissima |12 | coco | Fibra proveniente do fruto da Cocus nucifera |13 | giesta | Fibra proveniente do líber do Cytisus scoparios e/ou do Spartium junceum |14 | ramie | Fibra proveniente do líber da Bohemeria nivea e da Bohemeria tenacissima |15 | sisal | Fibra proveniente da folha do Agave sisalana |16 | sunn | Fibra proveniente do líber de Crotalaria juncea |17 | henequen | Fibre proveniente do liber de Agave Fourcroydes |18 | maguey | Fibra proveniente do líber de Agave Cantala |19 | acetato | Fibra de acetato de celulose em que menos de 92 % mas, pelo menos, 74 % dos grupos (hidróxito) estão acetilados |20 | alginato | Fibra obtida a partir de sais metálicos do ácido algínico |21 | cupro | Fibra de celulose regenerada obtida pelo processo cupro-amoniacal |22 | modal | è2 Fibra de celulose regenerada obtida mediante um processo de viscose modificado com uma força de rotura elevada e um alto módulo em molhado. A força de rotura (BC) no estado condicionado e a força (BM) necessária para produzir um alongamento de 5 % no estado molhado são tais que: BC (centinewton)≥ 1,3 (√T) + 2 T BM (centinewton)≥ 0,5 (√T) onde T é a massa linear média em decitex ç |23 | proteica | Fibra obtida a partir de substâncias proteicas naturais regeneradas e estabilizadas sob a acção de agentes químicos |24 | triacetato | Fibra de acetato de celulose em que, pelo menos, 92 % dos grupos hidroxilos estão acetilados |25 | viscose | Fibra de celulose regenerada obtida pelo processo «viscose» para o filamento e para a fibra descontínua |26 | acrílica | Fibra formada por macromoléculas lineares que contenham na cadeia, pelo menos, 85 %, em massa da unidade de acrilonitrilo |27 | clorofibra | Fibra formada por macromoléculas lineares contendo na cadeia mais de 50 %, em massa, de unidades de cloreto de vinilo ou cloreto de vinilideno |28 | fluorofibra | Fibra formada por macromoléculas lineares obtidas a partir de monómeros alifáticos fluorocarbonados |29 | modacrílica | Fibra formada por macromoléculas lineares que apresentam na cadeia mais de 50 % e pelo menos 85 %, em massa, da unidade acrilonitrílica |30 | è3 poliamida ou nylon ç | è3 Fibra formada por macromoléculas lineares sintéticas contendo na cadeia a repetição de ligações amida, estando pelo menos 85 % ligadas a unidades alifáticas ou cicloalifáticas ç |ê 97/37/CE Art. 1, pt. 431 | aramida | Fibra formada por macromoléculas lineares sintéticas constituídas por grupos aromáticos ligados entre si por ligações amida e imida, das quais pelo menos 85 % estão directamente unidas a dois núcleos aromáticos e cujo número de ligações imida, se existirem, não pode exceder o das ligações amida |ê 97/37/CE Art. 1, pt. 532 | poliimida | Fibra formada por macromoléculas lineares sintéticas contendo na cadeia a repetição de unidades imida |ê 97/37/CE Art. 1, pt. 633 | liocel (2) | Fibra de celulose regenerada obtida por um processo de dissolução e fiação em solvente orgânico, sem formação de derivados |ê 2004/34/CE Art. 1, pt. 134 | polilactida | Fibra formada por macromoléculas lineares cuja cadeia contenha, pelo menos, 85%, em massa, de unidades de éster do ácido láctico derivado de açúcares naturais e que possua uma temperatura de fusão de 135 oC |ê 96/74/CEè1 97/37/CE Art. 1, pt. 3è1 35 ç | poliéster | Fibra formada por macromoléculas lineares cuja cadeia contenha, pelo menos, 85 %, em massa, dum éster de um diol e do ácido tereftálico |è1 36 ç | polietileno | Fibra formada por macromoléculas lineares saturadas de hidrocarbonetos alifáticos não substituídos |è1 37 ç | polipropileno | Fibra formada por macromoléculas lineares saturadas de hidrocarbonetos alifáticos nas quais um de cada dois átomos de carbono está ligado a um grupo metílico, em disposição isotática e sem substituições posteriores |è1 38 ç | policarbamida | Fibra formada por macromoléculas lineares contendo na cadeia a repetição do grupo funcional ureileno (NH-CO-NH) |è1 39 ç | poliuretana | Fibra formada por macromoléculas lineares que apresenta na cadeia a repetição do grupo funcional uretana |è1 40 ç | vinilal | Fibra formada por macromoléculas lineares cuja cadeia é constituída por álcool polivinílico com grau de acetalização variável |è1 41 ç | trivinil | Fibra formada por terpolímero de acrilonitrilo de um monómero vinílico clorado e de um terceiro monómero vinílico, sem que nenhum atinja 50 % de massa total |è1 42 ç | elastodieno | Fibra elastómera constituída quer por poliisopreno natural ou sintético, quer por um ou vários dienos polimerizados com ou sem um ou vários monómeros vinílicos, que, esticada até atingir o triplo do seu comprimento inicial, recupera rápida e substancialmente este comprimento quando a força de tracção deixa de ser aplicada |è1 43 ç | elastano | Fibra elastómera constituída, pelo menos, por 85 %, em massa, de segmentos de poliuretana que, esticada até atingir o triplo do seu comprimento inicial, recupera rapidamente e substancialmente este comprimento logo que a força de tracção deixa de ser aplicada |è1 44 ç | vidro têxtil | Fibra constituída por vidro |è1 45 ç | Denominação correspondente à matéria de que são compostas as fibras, por exemplo: metal (metálica, metalizada), amianto, papel, precedida ou não da palavra, «fio» ou «fibra» | Fibras obtidas a partir de matérias diversas ou novas, diferentes das acima referidas |ê 2006/3/CE Art. 1, pt. 146 | elastomultiéster | Fibra formada pela interacção de duas ou mais macromoléculas lineares quimicamente distintas em duas ou mais fases distintas (das quais nenhuma excede 85 % em massa) que contém grupos éster como unidade funcional dominante (em pelo menos 85 %) e que, após tratamento adequado quando esticada uma vez e meia o seu comprimento inicial e solta, recupera rápida e substancialmente este comprimento logo que a força de tracção deixa de ser aplicada |ê 2007/3/CE Art. 1, pt. 147 | elastolefina | Fibra formada de pelo menos 95 % (em massa) de macromoléculas parcialmente reticuladas, compostas de etileno e pelo menos uma outra olefina e que, quando esticada uma vez e meia o seu comprimento inicial, recupera rápida e substancialmente este comprimento logo que a força de tracção deixa de ser aplicada |ê 96/74/CEè1 97/37/CE Art. 1, pt. 6(1) A denominação «lã» que consta do no 1 pode igualmente ser utilizada para indicar uma mistura de fibras proveniente do velo do ovino e de pêlos indicados no no 2, terceira coluna. Esta disposição aplica-se aos produtos têxteis referidos nos artigos 4o e 5o e aos referidos no artigo 6o se estes últimos forem parcialmente constituídos pelas fibras indicadas nos n.os 1 e 2. è1 (2) Por «solvente orgânico», entende-se essencialmente uma mistura de produtos químicos orgânicos e água.ç |_______________ê 96/74/EC Art. 5, n.º 1 (adaptado)Ö ANEXO II ÕÖ NOMES REFERIDOS NO N.º 1 DO ARTIGO 5.º) Õê 2006/96/CE Art 1 e anexo, ponto D.2 (adaptado)-  Ö em Búlgaro: Õ ‘необработена вълна’,ê 96/74/CE Art. 5, n.º 1 (adaptado)-  Ö em Espanhol: Õ ‘lana virgen’ ou ‘lana de esquilado’,ê Acto de Adesão de 2003 Art. 20, p. 39 e anexo II, p. 66-67 (adaptado)-  Ö em Checo: Õ ‘střižní vlna’,ê 96/74/CE Art. 5, n.º 1 (adaptado)-  Ö em Dinamarquês: Õ ‘ren, ny uld’,-  Ö em Alemão: Õ ‘Schurwolle’,ê Acto de Adesão de 2003 Art. 20, p. 39 e anexo II, p. 66-67 (adaptado)-  Ö em Estónio: Õ ‘uus vill’,ê 96/74/CE Art. 5, n.º 1 (adaptado)-  Ö em Grego: Õ ‘παρθένο μαλλί’,-  Ö em Inglês: Õ ‘fleece wool’ ou ‘virgin wool’,-  Ö em Francês: Õ ‘laine vierge’ ou ‘laine de tonte’,-  Ö em Italiano: Õ ‘lana vergine’ ou ‘lana di rosa’,ê Acto de Adesão de 2003 Art. 20, p. 39 e anexo II, p. 66-67 (adaptado)-  Ö em Letão: Õ ‘pirmlietojuma vilna’ ou ‘cirptā vilna’,-  Ö em Lituâno: Õ ‘natūralioji vilna’,-  Ö em Húngaro: Õ ‘élőgyapjú’,-  Ö em Maltês: Õ ‘suf verġni’,ê 96/74/CE Art. 5, n.º 1 (adaptado)-  Ö em Neerlandês: Õ ‘scheerwol’,ê Acto de Adesão de 2003 Art. 20, p. 39 e anexo II, p. 66-67 (adaptado)-  Ö em Polaco: Õ ‘żywa wełna’,ê 96/74/CE Art. 5, n.º 1 (adaptado)-  Ö em Português: Õ ‘lã virgem’,ê 2006/96/CE Art 1 e anexo, ponto D.2 (adaptado)-  Ö em Romeno: Õ ‘lână virgină’,ê Acto de Adesão de 2003 Art. 20, p. 39 e anexo II, p. 66-67 (adaptado)-  Ö em Eslovaco: Õ ‘strižná vlna’,-  Ö em Esloveno: Õ ‘runska volna’,ê 96/74/CE Art. 5, n.º 1 (adaptado)-  Ö em Filandês: Õ ‘uusi villa’,-  Ö em Sueco: Õ ‘ren ull’.______________ê 96/74/CEANEXO IIIPRODUTOS QUE NÃO PODEM SER SUBMETIDOS A UMA OBRIGAÇÃO DE ETIQUETAGEM OU DE MARCAÇÃO(No 1, alínea a), do artigo 10.o)1. Prende-mangas de camisas2. Braceletes em têxtil para relógios3. Etiquetas e insígnias4. Pegas estofadas e em têxtil5. Panos para cobrir cafeteiras (cobre-cafeteiras)6. Panos para cobrir chaleiras (cobre-chaleiras)7. Mangas de protecção8. Manguitos com excepção dos de pelúcia9. Flores artificiais10. Pregadeiras de alfinetes11. Telas pintadas12. Produtos têxteis para reforços e suportes13. Feltros14. Produtos têxteis confeccionados usados, quando explicitamente declarados como tais15. Polainas16. Embalagens não novas e vendidas como tais17. Chapéus de feltro18. Artigos de marroquinaria e de selaria, em têxtil19. Artigos de viagem, em têxtil20. Tapeçarias bordadas à mão, acabadas ou por acabar e materiais para o seu fabrico, incluindo os fios para bordar, vendidos separadamente da base e especialmente acondicionados para serem utilizados para tais tapeçarias21. Fechos de correr22. Botões e fivelas recobertas de têxtil23. Capas de livros em têxtil24. Brinquedos25. Partes têxteis do calçado, com excepção dos forros quentes26. «Napperons» compostos de vários elementos e com superfície inferior a 500 cm227. Pegas e luvas para retirar pratos do forno28. Panos para cobrir ovos (cobre-ovos)29. Estojos de maquilhagem30. Bolsas de tecido para tabaco31. Estojos de tecido para óculos, cigarros e charutos, isqueiros e pentes32. Artigos desportivos de protecção, excepto luvas33. Bolsas de toucador34. Estojos para calçado35. Artigos funerários36. Produtos não recuperáveis: com excepção das pastas (ouates)Para efeitos do disposto na presente directiva, são considerados como não recuperáveis os artigos têxteis para utilizar uma vez ou durante um tempo limitado e cuja utilização normal exclui toda a restauração para o mesmo uso ou para uma utilização ulterior semelhante37. Artigos têxteis sujeitos às regras da farmacopeia europeia e nos quais essa indicação venha mencionada, ligaduras não recuperáveis para usos médicos ortopédicos e artigos têxteis de ortopedia em geral38. Artigos têxteis, incluindo cordas, cordame e cordéis (sem prejuízo do ponto 12 do anexo IV), destinados normalmente:a) A serem utilizados de modo instrumental em actividades de produção e de transformação de bens;b) A ser incorporados em máquinas, instalações (de aquecimento, climatização, iluminação, etc.), aparelhos domésticos e outros, veículos e outros meios de transporte, ou a servir para o funcionamento, a conservação e o equipamento destes, com excepção dos encerados e dos acessórios de material têxtil para viaturas automóveis, vendidos separadamente dos veículos.39. Artigos têxteis de protecção e de segurança, tais como cintos de segurança, pára-quedas, coletes de salvação, descidas de socorro, dispositivos contra incêndio, coletes antibala, fatos de protecção especiais (por exemplo: de protecção contra o fogo, os agentes químicos, ou outros riscos de segurança).40. Estruturas de enchimento por pressão pneumática (pavilhões para desportos, salas de exposições, armazéns, etc.), com a condição de serem fornecidas indicações respeitantes às características funcionais e especificações técnicas desses artigos.41. Velas42. Artigos têxteis para animais43. Estandartes e bandeiras___________ê 96/74/CEANEXO IVPRODUTOS PARA OS QUAIS SÓ É OBRIGATÓRIA UMA ETIQUETAGEM OU MARCAÇÃO GLOBAL(No 1, alínea b), do artigo 10.o)1. Serapilheiras2. Esfregões de limpeza3. Orlas de guarnições4. Passamanarias5. Cintos6. Suspensórios7. Ligas-suspensórios e ligas8. Atacadores9. Fitas de nastro10. Elásticos11. Embalagens novas e vendidas como tais12. Cordéis para embalagem e fins agrícolas: cordéis, cordas e cordame diferentes dos referidos no ponto 38 do anexo III[14]13. «Napperons»14. Lenços de algibeira15. Coifas e redes para cabelo16. Gravatas e laços para criança17. Babeiros; luvas e lenços de «toilette»18. Fios para coser, cerzir e bordar, apresentados, para venda a retalho, em pequenas unidades cuja massa líquida não ultrapassa um grama19. Correias para cortinas e persianas_____________ê 96/74/CEANEXO VTAXAS CONVENCIONAIS A UTILIZAR PARA O CÁLCULO DO PESO DAS FIBRAS CONTIDAS NUM PRODUTO TÊXTIL[Artigo 13.º]N.o das fibras | Fibras | Percentagens |1-2 | Lã e pêlos: |fibras penteadas | 18,25 |fibras cardadas | 17,00(1) |3 | Pêlos: |fibras penteadas | 18,25 |fibras cardadas | 17,00(1) |Crina: |fibras penteadas | 16,00 |fibras cardadas | 15,00 |4 | Seda | 11,00 |5 | Algodão: |fibras normais | 8,50 |fibras mercerizadas | 10,50 |6 | Sumaúma | 10,90 |7 | Linho | 12,00 |8 | Cânhamo | 12,00 |9 | Juta | 17,00 |10 | Abacá | 14,00 |11 | Alfa | 14,00 |ê Rectificação 96/74/CE ( JO L 5 de 10.1.2006, p. 20)12 | Coco | 13,00 |ê 96/74/CE13 | Giesta | 14,00 |14 | Ramie (fibra blanqueada) | 8,50 |15 | Sisal | 14,00 |16 | Sunn | 12,00 |17 | Henequen | 14,00 |18 | Maguey | 14,00 |19 | Acetato | 9,00 |20 | Alginato | 20,00 |21 | Cupro | 13,00 |22 | Modal | 13,00 |23 | Proteínica | 17,00 |24 | Triacetato | 7,00 |25 | Viscose | 13,00 |26 | Acrílica | 2,00 |27 | Clorofibra | 2,00 |28 | Fluorofibra | 0,00 |29 | Modacrílica | 2,00 |30 | Poliamida ou nylon: |fibra descontínua | 6,25 |filamento | 5,75 |ê 97/37/CE Art. 2, pt. 231 | Aramida | 8,00 |ê 97/37/CE Art. 2, pt. 332 | Poliimida | 3,50 |ê 97/37/CE Art. 2, pt. 433 | Liocel | 13,00 |ê 2004/34/CE Art. 1, pt. 234 | Polilactida | 1,50 |ê 96/74/CEè1 97/37/CE Art. 2, pt. 1è1 35 ç | Poliéster: |fibra descontínua | 1,50 |filamento | 1,50 |è1 36 ç | Polietileno | 1,50 |è1 37 ç | Polipropileno | 2,00 |è1 38 ç | Policarbamida | 2,00 |è1 39 ç | Poliuretano: |fibra descontínua | 3,50 |filamento | 3,00 |è1 40 ç | Vinilal | 5,00 |è1 41 ç | Trivinil | 3,00 |è1 42 ç | Elastodieno | 1,00 |è1 43 ç | Elastano | 1,50 |è1 44 ç | Vidro têxtil: |de diâmetro médio superior a 5 μm | 2,00 |de diâmetro médio igual ou inferior a 5 μm | 3,00 |è1 45 ç | Fibra metálica | 2,00 |Fibra metalizada | 2,00 |Amianto | 2,00 |Fibra de papel | 13,75 |ê 2006/3/CE Art. 1, pt. 246 | Elastomultiéster | 1,50 |ê 2007/3/CE Art. 1, pt. 247 | Elastolefina | 1,50 |ê 96/74/CE(1) A taxa convencional de 17,00 % aplica-se nos casos em que não é possível determinar se o produto têxtil que contém lã e/ou pêlos pertence ao ciclo «penteado» ou «cardado». |_____________éANEXO VIParte ADirectiva revogada com a lista das sucessivas alterações (referidas no Artigo 18.º)Directiva 96/74/CE do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 32 de 3.2.1997, p. 38) |Directiva 97/37/CE da Comissão (JO L 169 de 27.6.1997, p. 74) |Ponto 1.F.2 do Anexo II do Acto de Adesão de 2003 (JO L 236 de 23.9.2003, p. 66) |Directiva 2004/34/CE da Comissão (JO L 89 de 26.3.2004, p. 35) |Directiva 2006/3/CE da Comissão (JO L 5 de 10.1.2006, p. 14) |Directiva 2006/96/CE do Conselho (JO L 363 de 20.12.2006, p. 81) | Anexo, ponto D.2 |Directiva 2007/3/CE da Comissão (JO L 28 de 3.2.2007, p. 12) |Parte BLista dos prazos de transposição para o direito nacional (referida no Artigo 18.º)Directiva | Prazo de transposição |96/74/CE | - |97/37/CE | 1 de Junho de 1998 |2004/34/CE | 1 de Março de 2005 |2006/3/CE | 9 de Janeiro de 2007 |2006/96/CE | 1 de Janeiro de 2007 |2007/3/CE | 2 de Fevereiro de 2008 |_____________ANEXO VIIquadro de correspondênciaDirectiva 96/74/CE | Presente Directiva |Artigo 1º | Artigo 1º, número 1 |Artigo 2º, n.º 1 | Artigo 2º, n.º 1, alínea a) |Artigo 2º, n.º 2, frase introdutória | Artigo 2º, n.º 1, alínea b), frase introdutória |Artigo 2º, n.º 2, primeiro travessão | Artigo 2º, n.º 1, alínea b), subalínea i) |Artigo 2º, n.º 2, segundo travessão | Artigo 2º, n.º 1, alínea b), subalínea ii) |Artigo 2º, n.º 3, frase introdutória | Artigo 2, n.º 2, frase introdutória |Artigo 2º, n.º 3, primeiro travessão | Artigo 2º, n.º 2, alínea a) |Artigo 2º, n.º 3, segundo travessão | Artigo 2º, n.º 2, alínea b) |Artigo 2º, n.º 3, terceiro travessão | Artigo 2º, n.º 2, alínea c) |Artigo 3º | Artigo 3º |Artigo 4º | Artigo 4º |Artigo 5º, n.º 1, frases inicial e final | Artigo 5º, n.º 1 |Artigo 5º, n.º 1, travessões | Anexo II |Artigo 5º, n.º 2 | Artigo 5º, n.º 2 |Artigo 5º, n.º 3 | Artigo 5º, n.º 3 |Artigo 6º, n.º 1, frase introdutória | Artigo 6º, n.º 1, frase introdutória |Artigo 6º, n.º 1, primeiro travessão | Artigo 6º, n.º 1, alínea a) |Artigo 6º, n.º 1, segundo travessão | Artigo 6º, n.º 1, alínea b) |Artigo 6º, n.º 1, terceiro travessão | Artigo 6º, n.º 1, alínea c) |Artigo 6º, n.º 2 | Artigo 6º, n.º 2 |Artigo 6º, n.º 3 | Artigo 6º, n.º 3 |Artigo 6º, n.º 4 | Artigo 6º, n.º 5 |Artigo 6º, n.º 5 | Artigo 6º, n.º 4 |Artigo 7º | Artigo 7º |Artigo 8º, n.º 1 | Artigo 8º, n.º 1 |Artigo 8º, n.º 2, alínea a) | Artigo 8º, n.º 2 |Artigo 8º, n.º 2, alínea b) | Artigo 8º, n.º 3 |Artigo 8º, n.º 2, alínea c) | Artigo 8º, n.º 4 |Artigo 8º, n.º 2, alínea d) | Artigo 8º, n.º 5 |Artigo 9º, n.º 1 | Artigo 9º, n.º 1 |Artigo 9º, n.º 2 | Artigo 9º, n.º 2 |Artigo 9º, n.º 3, frase introdutória | Artigo 9º, n.º 3, frase introdutória |Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, frase introdutória | Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, frase introdutória |Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, primeiro travessão | Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, subalínea i) |Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, segundo travessão | Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, subalínea ii) |Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, terceiro travessão | Artigo 9º, n.º 3, alínea a), primeiro parágrafo, subalínea iii) |Artigo 9º, n.º 3, alínea a), segundo parágrafo | Artigo 9º, n.º 3, alínea a), segundo parágrafo |Artigo 9º, n.º 3, alínea a), terceiro parágrafo | Artigo 9º, n.º 3, alínea a), terceiro parágrafo |Artigo 9º, n.º 3, alíneas b) a f) | Artigo 9º, n.º 3, alíneas b) a f) |Artigo 10º | Artigo 10º |Artigo 11º | Artigo 11º |Artigo 12º, frase introdutória | Artigo 12º, frase introdutória |Artigo 12º, ponto 1 | Artigo 12º, alínea a) |Artigo 12º, ponto 2, alínea a) | Artigo 12º, alínea b) |Artigo 12º, ponto 2, alínea b), primeiro parágrafo | Artigo 12º, alínea c) |Artigo 12º, ponto 2, alínea b), segundo parágrafo | Artigo 12º, alínea d) |Artigo 12º, ponto 2, alínea c), primeiro parágrafo | Artigo 12º, alínea e), primeiro parágrafo |Artigo 12º, ponto 2, alínea c), segundo parágrafo, frase introdutória | Artigo 12º, alínea e), segundo parágrafo, frase introdutória |Artigo 12º, ponto 2 alínea c), segundo parágrafo, primeiro travessão | Artigo 12º, alínea e), segundo parágrafo, subalínea i) |Artigo 12º, ponto 2 alínea c), segundo parágrafo, segundo travessão | Artigo 12º, alínea e), segundo parágrafo, subalínea ii) |Artigo 12º, ponto 3 | Artigo 12º, alínea f) |Artigo 13º | Artigo 13º |Artigo 14º | Artigo 14º |Artigo 15º, frase introdutória | Artigo 1º, n.º 2, frase introdutória |Artigo 15º, ponto 1 | Artigo 1º, n.º 2, alínea a) |Artigo 15º, ponto 2 | Artigo 1º, n.º 2, alínea b) |Artigo 15º, ponto 3 | Artigo 1º, n.º 2, alínea c) |Artigo 15º, ponto 4 | Artigo 1º, n.º 2, alínea d) |Artigo 16º | Artigos 15º e 16º |Artigo 17º | Artigo 17º |Artigo 18º | _____ |_____ | Artigo 18º |Artigo 19º, primeiro parágrafo | Artigo 20º |Artigo 19º, segundo parágrafo | Artigo 19º |Anexo I, n.º 1 a 33 | Anexo I, n.º 1 a 33 |Anexo I, n.º 33a | Anexo I, n.º 34 |Anexo I, n.º 34 | Anexo I, n.º 35 |Anexo I, n.º 35 | Anexo I, n.º 36 |Anexo I, n.º 36 | Anexo I, n.º 37 |Anexo I, n.º 37 | Anexo I, n.º 38 |Anexo I, n.º 38 | Anexo I, n.º 39 |Anexo I, n.º 39 | Anexo I, n.º 40 |Anexo I, n.º 40 | Anexo I, n.º 41 |Anexo I, n.º 41 | Anexo I, n.º 42 |Anexo I, n.º 42 | Anexo I, n.º 43 |Anexo I, n.º 43 | Anexo I, n.º 44 |Anexo I, n.º 44 | Anexo I, n.º 45 |Anexo I, n.º 45 | Anexo I, n.º 46 |Anexo I, n.º 46 | Anexo I, n.º 47 |Anexo II, n.º 1 a 33 | Anexo V, n.º 1 a 33 |Anexo II, n.º 33a | Anexo V, n.º 34 |Anexo II, n.º 34 | Anexo V, n.º 35 |Anexo II, n.º 35 | Anexo V, n.º 36 |Anexo II, n.º 36 | Anexo V, n.º 37 |Anexo II, n.º 37 | Anexo V, n.º 38 |Anexo II, n.º 38 | Anexo V, n.º 39 |Anexo II, n.º 39 | Anexo V, n.º 40 |Anexo II, n.º 40 | Anexo V, n.º 41 |Anexo II, n.º 41 | Anexo V, n.º 42 |Anexo II, n.º 42 | Anexo V, n.º 43 |Anexo II, n.º 43 | Anexo V, n.º 44 |Anexo II, n.º 44 | Anexo V, n.º 45 |Anexo II, n.º 45 | Anexo V, n.º 46 |Anexo II, n.º 46 | Anexo V, n.º 47 |Anexo III | Anexo III |Anexo IV | Anexo IV |Anexo V | _____ |Anexo VI | _____ |_____ | Anexo VI |_____ | Anexo VII |_____________[1] COM(87) 868 PV.[2] Realizada de acordo com a Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu e ao Conselho – Codificação do acervo comunitário, COM(2001) 645 final.[3] Ver a parte A do anexo VI da presente proposta.[4] JO L 184 de 17.7.1999, p. 23. Decisão com a redacção que lhe foi dada pela Decisão 2006/512/CE (JO L 200 de 22.7.2006, p. 11).[5] JO C 255 de 21.10.2006, p. 1.[6] JO C […], […], p. […].[7] JO C […], […], p. […].[8] JO C […], […], p. […].[9] JO L 32 de 3.2.1997, p. 38. Directiva alterada pela última vez pela Directiva 2007/3/CE da Comissão (JO L 28 de 3.2.2007, p. 12).[10] Ver parte A do anexo VI.[11] JO L 184 de 17.7.1999, p. 23. Decisão com a última redacção que lhe foi dada pela Decisão 2006/512/CE (JO L 200 de 22.7.2006, p. 11).[12] JO L 32 de 3.2.1997, p. 1.[13] JO L 83 de 30.3.1973, p. 1.[14] Para os produtos constantes deste ponto e vendidos em partes cortadas, a etiquetagem global é a do rolo. Entre as cordas e cordame previstos neste ponto figuram, nomeadamente, os destinados a alpinismo e a desportos náuticos.