CELEX: 31993D0010
Language: pt
Date: 1992-12-22 00:00:00
Title: 93/10/CEE: Decisão da Comissão, de 22 de Dezembro de 1992, que estabelece as disposições de aplicação da Decisão 92/481/CEE, relativa à adopção de um plano de acção para o intercâmbio, entre as administrações dos Estados-membros, de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação comunitária necessária à realização do mercado único (Programa Karolus)

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31993D0010

93/10/CEE: Decisão da Comissão, de 22 de Dezembro de 1992, que estabelece as disposições de aplicação da Decisão 92/481/CEE, relativa à adopção de um plano de acção para o intercâmbio, entre as administrações dos Estados-membros, de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação comunitária necessária à realização do mercado único (Programa Karolus)  

Jornal Oficial nº L 008 de 14/01/1993 p. 0017 - 0030 Edição especial finlandesa: Capítulo 13 Fascículo 23 p. 0003  Edição especial sueca: Capítulo 13 Fascículo 23 p. 0003 

DECISÃO DA COMISSÃO de 22 de Dezembro de 1992 que estabelece as disposições de aplicação da Decisão 92/481/CEE, relativa à adopção de um plano de acção para o intercâmbio, entre as administrações dos Estados-membros, de funcionários nacionais  envolvidos na aplicação da legislação comunitária necessária à realização do mercado único (Programa Karolus)(93/10/CEE)A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,  Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia,  Tendo em conta a Decisão 92/481/CEE do Conselho, de 22 de Setembro de 1992, relativa à adopção de um plano de acção para o intercâmbio, entre as administrações dos Estados-membros, de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação  comunitária necessária à realização do mercado único (1), e, nomeadamente, o seu artigo 10o,  Considerando que importa estabelecer as modalidades de apliação dos intercâmbios dos funcionários entre as administrações dos Estados-membros e dos seminários de formação, previstos no artigo 5o da referida decisão;  Considerando que a organização destes intercâmbios deve responder a determinadas condições, a fim de assegurar a máxima eficácia possível desta operação e permitir-lhe atingir os objectivos previstos no artigo 4o da referida decisão;  Considerando que importa prever a preparação, a organização e o acompanhamento dos intercâmbios, estabelecendo o papel respectivo dos Estados-membros e da Comissão;  Considerando que a definição destas modalidades de aplicação é indispensável ao êxito das operações de intercâmbio de funcionários entre as administrações dos Estados-membros e, deste modo, ao próprio plano de acção para o intercâmbio, entre as  administrações dos Estados-membros, de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação comunitária necessária à realização do mercado único;  Considerando que importa adoptar certas disposições financeiras indispensáveis à organização material das transferências de fundos entre a Comissão, os Estados-membros e os funcionários em intercâmbio, no que diz respeito ao intercâmbio de funcionários  e aos seminários;  Considerando que é oportuno conferir a este plano de acção uma designação que o distinga dos outros programas comunitários de formação;  Considerando que as medidas previstas na presente decisão estão em conformidade com o parecer do comité referido no artigo 10o da Decisão 92/481/CEE relativamente a este plano de acção,  ADOPTOU A PRESENTE DECISÃO:  Artigo 1o  1. A presente decisão estabelece determinadas disposições de aplicação da Decisão 92/481/CEE, relativa ao plano de acção para o intercâmbio, entre as administrações dos Estados-membros, de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da  legislação comunitária necessária à realização do mercado único, referentes:  - à organização dos intercâmbios de funcionários,  - à organização de seminários,  - às modalidades financeiras de pagamento pela Comissão e pelos Estados-membros das suas participações ou do reembolso das despesas correspondentes aos intercâmbios e aos seminários.  2. A presente decisão não afecta os programas de intercâmbio de funcionários existentes em domínios específicos.  Artigo 2o  O plano de acção para o intercâmbio, entre as administrações dos Estados-membros, de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação comunitária necessária à realização do mercado interno passa a ter a seguinte designação: «  programa Karolus ».  Artigo 3o  1. O serviço (a seguir denominado coordenador nacional) designado por cada Estado-membro, nos termos do artigo 7o da Decisão 92/481/CEE, para proceder à organização dos intercâmbios, é considerado responsável pelo conjunto das actividades do  plano de acção. O coordenador nacional é responsável nomeadamente pela selecção dos actos de candidatura e pela sua transmissão à Comissão, bem como pela aprovação dos candidatos apresentados por um outro Estado-membro. Participará igualmente na  informação dos funcionários do seu Estado-membro e na promoção do programa de intercâmbios.  2. A lista dos coordenadores nacionais é a seguinte:  B - BÉLGICA Direction générale de la sélection et de la formation Rue du gouvernement provisoire 15 B-1000 Bruxelles Algemene Directie voor Selectie en Vorming Voorlopig Bewindstraat, 15 B-1000 Brussel DA - DINAMARCA Finansministeriet, Administrations- og Personaledepartementet Bredgade 43 DK-1260 Koebenhavn K DE - ALEMANHA Bundesministerium des Innern Referat V.I.4 D-5300 Bonn 1 EL - GRÉCIA Ministère de l'économie nationale Direction des relations avec les Communautés européennes Platea Sintagmatos GR-10180 Athènes ES - ESPANHA Comisión Superior de Personal Dirección General de la Función Pública (MAP) C/María de Molina, 50 E-Madrid F - FRANÇA Direction générale de l'administration et de la fonction publique Secteur international 32, rue de Babylone F-75700 Paris IRL - IRLANDA Careers and Appointments Section Department of Finance Agriculture House Kildare Street IRL-Dublin 2 IT - ITÁLIA Presidenza del Consiglio dei ministri Dipartimento della Funzione Pubblica Servizio i  "Affari generali" reparto iv  "rapporti internazionali" Corso Vittorio Emanuele 116 I-00186 Roma L - LUXEMBURGO Administration du personnel de l'État 2, rue Mercier BP 1408 L-1014 Luxembourg NL - PAÍSES BAIXOS Rijkspsychologische Dienst (RPD) Afdeling Advies Bureau Internationale Ambtenaren Postbus 20013 NL-2500 EA Den Haag P - PORTUGAL Direcção Geral das Comunidades Europeias (DGCE) do Ministério dos Negócios Estrangeiros Serviço do Mercado Interno Rua da Cova da Moura, 1 P-1000 Lisboa UK - REINO UNIDO Cabinet Office Office of Public Service and Science 70, Whitehall UK-London SW 1 TÍTULO I   INTERCÂMBIOS DE FUNCIONÁRIOS   Capítulo I   Duração dos intercâmbios   Artigo 4o  A duração mínima dos intercâmbios, prevista no terceiro travessão do artigo 5o da Decisão 92/481/CEE, pode, excepcionalmente, ser inferior a dois meses. Neste caso, a Comissão deve ser informada desse facto a título prévio.  Capítulo II   Organização dos intercâmbios   Artigo 5o  1. As candidaturas são apresentadas pelo coordenador nacional com base no formulário que consta do anexo I, acompanhado de um curriculum vitae, e de uma descrição pormenorizada do posto de trabalho na administração de origem, incluindo  precisões sobre os domínios de interesse na administração de acolhimento.  2. O coordenador nacional assegurar-se-á:  a) De que o candidato:  - apresentou os documentos previstos no no 1 supra,  - se enquadra nos domínios prioritários definidos pela decisão de execução relativa ao sexto travessão do artigo 5o da Decisão 92/481/CEE,  - preenche as condições linguísticas que lhe permitam cumprir a sua missão,  - seja autorizado pela sua administração de origem relativamente à duração do intercâmbio solicitado;  b) Seja prevista a participação nas despesas de estadia, a cargo do Estado-membro;  Artigo 6o  1. O coordenador nacional transmitirá as candidaturas à Comissão para efeitos da organização material do programa.  2. A Comissão verificará se as candidaturas correspondem aos critérios fixados no artigo 5o, velará, tendo em conta os recursos orçamentais disponíveis, pelo equilíbrio geográfico, assegurará a organização e o bom desenrolar do intercâmbio, bem como o  controlo da gestão orçamental do programa.  Artigo 7o  1. Os actos de candidatura que preencham as condições previstas no no 2 do artigo 6o serão transmitidos pela Comissão ao coordenador designado pelo Estado de acolhimento.  2. Este coordenador:  - assegurar-se-á de que a administração de acolhimento aceita os candidatos propostos,  - assegurar-se-á de que a administração de acolhimento facilita as condições de estadia dos funcionários em intercâmbio e lhes prestará toda a assistência necessária para a organização material da sua estadia, em colaboração com o membro dos comités  especializados convocados pela Comissão,  - informará a Comissão, com base nas informações de que dispõe, das capacidades de acolhimento ou das dificuldades susceptíveis de surgirem relativamente ao acolhimento em certos domínios prioritários.  Artigo 8o  1. O funcionário em intercâmbio preencherá, após o seu regresso e o mais tardar no prazo de quatro semanas, um questionário de avaliação de acordo com o modelo que figura no anexo II.  2. Além disso, o funcionário em intercâmbio elaborará um relatório sobre os ensinamentos extraídos do intercâmbio;  estes dois documentos devem ser assinados pelo seu superior hierárquio e transmitidos subsequentemente ao coordenador nacional.  3. Cada coordenador nacional transmitirá à Comissão todos os questionários de avaliação e os relatórios dos funcionários da sua administração que recebeu no decurso do mês precedente, eventualmente com comentários. A Comissão transmitirá ao coordenador  nacional do país de acolhimento interessado uma cópia dos referidos questionários e relatórios.  4. Uma vez por ano, a Comissão transmitirá aos Estados-membros uma sinopse destes relatórios, na medida em que as informações deles constantes contribuam para o acompanhamento da aplicação dos instrumentos de realização do mercado único.  Capítulo III   Obrigações dos Estados-membros   Artigo 9o  Para efeitos da aplicação do no 1 do artigo 6o da Decisão 92/481/CEE, os Estados-membros de acolhimento terão em conta os objectivos prosseguidos pelos funcionários em intercâmbio e os da administração de origem.  Artigo 10o  Cada acto de candidatura é acompanhado de um atestado segundo o qual a participação nas despesas de estadia será tomada a cargo pelo Estado-membro de origem (anexo I).  As despesas de estadia são calculadas com base na tabela que consta do anexo III. Sempre que a duração do intercâmbio exceda um mês, o valor deste subsídio de estadia é reduzido em 25 % relativamente ao período que exceda um mês. A Comissão reverá  anualmente esta tabela e se se vier a revelar necessário em função de variações monetárias importantes ou em caso de revisão da presente decisão, de acordo com o procedimento previsto no artigo 10o da Decisão 92/481/CEE.  TÍTULO II   SEMINÁRIOS DE FORMAÇÃO   Artigo 11o  A Comissão realizará o programa de seminários cuja organização esteja prevista no decurso desse ano. Prevêem-se dois seminários por participante: um seminário de formação, na acepção do segundo travessão do artigo 5o da Decisão 92/481/CEE, e  um seminário de avaliação após a apresentação do relatório dos participantes na acepção do quinto travessão do artigo 5o da referida decisão. A Comissão terá em conta os domínios prioritários definidos pela decisão de execução prevista no sexto  travessão do artigo 5o da Decisão 92/481/CEE.  Artigo 12o  O programa referido no artigo 11o da presente decisão determina:  - as prioridades do ano em matéria da intercâmbios e de seminários,  - os temas dos seminários,  - o local de realização dos seminários, a saber, na Comissão ou num Estado-membro,  - o número de participantes previsto por Estado-membro.  Artigo 13o  A Comissão comunicará a todos os coordenadores nacionais o projecto de programa de cada seminário. Este projecto pode ser eventualmente completado antes da realização do seminário. Neste caso, um programa alterado e definitivo será enviado a  todos os coordenadores nacionais pela Comissão.  TÍTULO III   DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS   Capítulo I   Intercâmbios   Artigo 14o  O Estado-membro pagará directamente aos seus funcionários a sua participação correspondente a 50 % das despesas de estadia relativas ao intercâmbio, com base no orçamento apresentado pela Comissão no momento da confirmação da selecção do  candidato.  Artigo 15o  O funcionário em intercâmbio solicitará à administração de acolhimento o preenchimento de um certificado de chegada no início do intercâmbio e de um certificado de regresso no fim do intercâmbio segundo os modelos constantes dos anexos IV e  V. Estes certificados serão imediatamente transmitidos à Comissão.  Artigo 16o  O funcionário em intercâmbio tem direito a um subsídio diário por cada dia de estadia no país de acolhimento, como previsto no artigo 10o da preente decisão, bem como ao reembolso das despesas de viagens seguintes, tal como definido no anexo  VI:  - duas viagens de ida e volta quando a duração do intercâmbio for igual ou superior a dois meses,  - uma viagem de ida e volta quando a duração do intercâmbio for inferior a dois meses, de acordo com o previsto no artigo 4o da presente decisão,  - no caso de estadia dividida, as despesas de viagem resultantes do fraccionamento são reembolsadas de acordo com as condições estabelecidas nos dois travessões anteriores, em relação a cada período de estadia.  Logo que a Comissão receba o certificado de chegada ao serviço de acolhimento e uma fotocópia ou um documento comprovativo dos documentos de viagem, será efectuado um pagamento ao funcionário em intercâmbio correspondente à sua participação nos  subsídios diários do primeiro mês de estadia (ou seja, 50 % destas despesas) e ao reembolso das despesas de viagem.  A liquidação do saldo da participação da Comissão nos subsídios diários será efectuada ao funcionário no início do segundo mês.  O reembolso das despesas da segunda viagem será efectuado após a recepção pela Comissão da fotocópia ou de um documento comprovativo dos documentos de viagem e do certificado que autorize a viagem a meio da estadia emitido pelas autoridades do serviço  de acolhimento, segundo o modelo constante do anexo VII.  Os documentos de viagem originais serão transmitidos à Comissão no termo da estadia.  Seminários   Artigo 17o  As despesas de viagem decorrentes da participação num seminário são reembolsadas pela Comissão a cada participante mediante apresentação do título de transporte, conforme previsto no artigo 16o da presente decisão.  O montante correspondente às despesas de estadia, previsto no artigo 10o da presente decisão, será entregue aos participantes, após dedução das despesas de alojamento e das refeições em comum oferecidas ou tomadas a cargo directamente pela organização  do seminário.  Capítulo II   Disposições comuns   Artigo 18o  Um relatório financeiro anual sobre a execução do programa será transmitido pela Comissão aos coordenadores nacionais de forma a permitir-lhes acompanhar a aplicação do programa.  Artigo 19o  A presente decisão será aplicável a partir de 1 de Janeiro de 1993.  Artigo 20o  Os Estados-membros são os destinatários da presente decisão.  Feito em Bruxelas, em 22 de Dezembro de 1992.  Pela Comissão Martin BANGEMANN Vice-Presidente (1) JO no L 286 de 1. 10. 1992, p. 65.    ANEXO I  (artigos 5o e 10o) PROGRAMA DE INTERCÂMBIO DE FUNCIONÁRIOS 1993  A preencher pelo candidato (à máquina s.f.f.) e a enviar ao coordenador nacional (ver Guia do candidato, anexo III) (é favor anexar uma descrição das funções exercidas na sua administração de origem e os  assuntos de interesse relativamente à administração de acolhimento) Apelido: Nome: Sexo:  Data de nascimento:  Endereço privado:  Telefone:  Endereço profissional:  Telefone: Telefax:  Administração:  Serviço:  Funções:  Conhecimentos linguísticos (com indicação do nível de compreensão oral e escrita e de expressão oral e escrita):  Local de destino:  - opção 1:  - opção 2:  Duração da estadia:  Datas possíveis para a estadia:  - opção 1:  - opção 2:  Serviço de acolhimento:  - opção 1:  - opção 2:  Contactos prévios com os serviços da administração de acolhimento: Sim/Não Designação do serviço:  Domínio do direito comunitário objecto da formação:  Motivação:  A preencher pela administração de origem:  A ASSINATURA DESTE FORMULÁRIO GARANTE A PARTICIPAÇÃO DO CANDIDATO NO PROGRAMA. SERÁ CONSIDERADA COMO UM COMPROMISSO DE FINANCIAR 50 % DAS DESPESAS DE ESTADIA OCASIONADAS [VER DECISÃO 92/481/CEE DO CONSELHO, ARTIGO 9o (JO No L 286 DE 1. 10. 1992, P.  65)].  Autoridade responsável:  Apelido: Nome:  Função:  Telefone: Telefax:  Data: Assinatura:    ANEXO II  (artigo 8o) Plano de acção para o intercâmbio de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação necessária à realização do mercado único   QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO PARA O FUNCIONÁRIO EM INTERCÂMBIO  Nome:  Administração de origem:  Serviço:  Estado-membro de origem:  Local de intercâmbio Estado-membro:  Administração:  Serviço:  Pessoa responsável pelo intercâmbio:  1. As informações necessárias à preparação do intercâmbio foram distribuídas dentro de prazos razoáveis? 2. Qual o tipo de programa de trabalho adoptado pela administração de acolhimento durante o seu intercâmbio? , Programa pormenorizado , Programa geral, a completar após a sua chegada , Inexistência de programa O tipo de programa ou de método de trabalho seguido permitiu-lhe atingir os objectivos do seu destacamento ou possibilitou uma adaptação aos seus interesses? 3. Como avalia o programa de trabalho que realizou? 4. Como avalia os meios materiais colocados à sua disposição para a realização do seu trabalho (documentação, escritório, etc.)? 5. Considera que as oportunidades de discussão com os seus colegas e com outras instâncias da administração de acolhimento foram suficientes para satisfazer as suas necessidades? 6. O ambiente de trabalho era agradável? 7. O intercâmbio correspondeu às suas expectativas? 8. Considera que a duração da estadia foi adequada para a realização dos seus objectivos? 9. Os subsídios diários que lhe foram concedidos foram suficientes para cobrir as despesas normais de alojamento e de alimentação? 10. O reembolso das despesas de viagem e o pagamento dos subsídios diários foram efectuados dentro de um prazo razoável?  ANEXO I  (artigos 5o e 10o) PROGRAMA DE INTERCÂMBIO DE FUNCIONÁRIOS 1993  A preencher pelo candidato (à máquina s.f.f.) e a enviar ao coordenador nacional (ver Guia do candidato, anexo III) (é favor anexar uma descrição das funções exercidas na sua administração de origem e os  assuntos de interesse relativamente à administração de acolhimento) Apelido: Nome: Sexo:  Data de nascimento:  Endereço privado:  Telefone: Endereço profissional:  Telefone: Telefax:  Administração:  Serviço:  Funções:  Conhecimentos linguísticos (com indicação do nível de compreensão oral e escrita e de expressão oral e escrita):  Local de destino:  - opção 1:  - opção 2:  Duração da estadia:  Datas possíveis para a estadia:  - opção 1:  - opção 2:  Serviço de acolhimento:  - opção 1:  - opção 2:  Contactos prévios com os serviços da administração de acolhimento: Sim/Não Designação do serviço:  Domínio do direito comunitário objecto da formação:  Motivação:  A preencher pela administração de origem:  A ASSINATURA DESTE FORMULÁRIO GARANTE A PARTICIPAÇÃO DO CANDIDATO NO PROGRAMA. SERÁ CONSIDERADA COMO UM COMPROMISSO DE FINANCIAR 50 % DAS DESPESAS DE ESTADIA OCASIONADAS [VER DECISÃO 92/481/CEE DO CONSELHO, ARTIGO 9o (JO No L 286 DE 1. 10. 1992, P.  65)].  Autoridade responsável:  Apelido: Nome:  Função:  Telefone: Telefax:  Data: Assinatura:    ANEXO II  (artigo 8o) Plano de acção para o intercâmbio de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação necessária à realização do mercado único   QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO PARA O FUNCIONÁRIO EM INTERCÂMBIO  Nome:  Administração de origem:  Serviço:  Estado-membro de origem:  Local de intercâmbio Estado-membro:  Administração:  Serviço:  Pessoa responsável pelo intercâmbio:  1. As informações necessárias à preparação do intercâmbio foram distribuídas dentro de prazos razoáveis? 2. Qual o tipo de programa de trabalho adoptado pela administração de acolhimento durante o seu intercâmbio? , Programa pormenorizado , Programa geral, a completar após a sua chegada , Inexistência de programa O tipo de programa ou de método de trabalho seguido permitiu-lhe atingir os objectivos do seu destacamento ou possibilitou uma adaptação aos seus interesses? 3. Como avalia o programa de trabalho que realizou? 4. Como avalia os meios materiais colocados à sua disposição para a realização do seu trabalho (documentação, escritório, etc.)? 5. Considera que as oportunidades de discussão com os seus colegas e com outras instâncias da administração de acolhimento foram suficientes para satisfazer as suas necessidades? 6. O ambiente de trabalho era agradável? 7. O intercâmbio correspondeu às suas expectativas? 8. Considera que a duração da estadia foi adequada para a realização dos seus objectivos? 9. Os subsídios diários que lhe foram concedidos foram suficientes para cobrir as despesas normais de alojamento e de alimentação? 10. O reembolso das despesas de viagem e o pagamento dos subsídios diários foram efectuados dentro de um prazo razoável?  ANEXO III  (artigo 10o) Subsídios de estadia  (em ecus) Bélgica 120 Dinamarca 145 Alemanha 120 Grécia 120 Espanha 124 França 120 Irlanda 124 Itália 133 Luxemburgo 120 Países Baixos 120 Portugal 120 Reino Unido 136    ANEXO IV  (artigo 15o) Plano de acção para o intercâmbio de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação necessária à realização do mercado único   CERTIFICADO DE CHEGADA AO SERVIÇO DE ACOLHIMENTO  O signatário:  Nome:  Título:  Administração:  Serviço:  Endereço:  Estado-membro:  Certifica/Atesta que o participante no intercâmbio:  Nome:  Administração de origem:  Estado-membro de origem:  foi integrado no serviço de acolhimento em:  Feito em ,  (cidade)  (data) Assinatura:   ANEXO V  (artigo 15o) Plano de acção para o intercâmbio de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação necessária à realização do mercado único   CERTIFICADO DE REGRESSO DO SERVIÇO DE ACOLHIMENTO  O signatário:  Nome:  Título:  Administração:  Serviço:  Endereço:  Estado-membro:  Certifica/Atesta que o participante no intercâmbio:  Nome:  Administração de origem:  Estado-membro de origem:  terminou a sua estadia no âmbito do plano de acção de intercâmbio em Feito em ,  (cidade)  (data) Assinatura:   ANEXO VI  (artigo 16o) REGULAMENTAÇÃO RELATIVA AO REEMBOLSO DAS DESPESAS DE VIAGEM E DE DESLOCAÇÃO   Despesas de viagem  1. O reembolso das despesas de viagem efectua-se em ecus à taxa de câmbio do primeiro dia do mês em curso e de acordo com os seguintes princípios:  - o itinerário habitual mais curto e mais económico em caminho-de-ferro, em primeira classe, entre o local de partida mencionado no aviso de convocação e o local de afectação do intercâmbio ou o local dos seminários,  - se a viagem inclui um trajecto nocturno de uma duração de, pelo menos, seis horas, compreendidas entre as 22 horas e as 7 horas: carruagem-cama, mediante apresentação do bilhete, até ao limite do preço em classe dupla,  - preço da marcação dos lugares e do transporte das bagagens necessárias, assim como os suplementos para os comboios rápidos, mediante apresentação de documentos comprovativos.  2. As despesas resultantes das viagens por barco são reembolsadas mediante apresentação dos documentos comprovativos. Não são reembolsadas as despesas de transporte de um automóvel por barco.  3. Quando o funcionário utilizar um automóvel para se deslocar, as suas despesas de viagem serão reembolsadas com base no preço da viagem em caminho-de-ferro, em primeira classe, sendo excluídos o preço da carruagem-cama e qualquer outro suplemento. Se  dois ou mais participantes no intercâmbio ou nos seminários, que tenham direito ao reembolso das despesas de viagem, utilizarem o mesmo veículo, o reembolso só será efectuado à pessoa que tem a seu cargo o automóvel, à taxa de 150 %.  4. Se a distância em caminho-de-ferro for superior a 400 quilómetros ou quando o interessado tiver que atravessar o mar, o reembolso das despesas de viagem por avião faz-se com base no bilhete de avião em classe imediatamente inferior à primeira e  mediante apresentação do bilhete.  5. Não são reembolsadas as despesas de táxi.  Despesas de deslocação  Os funcionários em intercâmbio têm direito: a um subsídio diário para despesas de deslocação de montante igual ao do subsídio para despesas de estadia. O cálculo deste subsídio obedece a critérios fixos e é feito para a viagem de  ida e volta, em função da distância em caminho-de-ferro entre o local de partida e o local de partida e o local de afectação do intercâmbio, de acordo com as seguintes regras:  - meio dia para uma distância superior a 50 quilómetros e inferior a 350 quilómetros,  - um dia para uma distância igual ou superior a 350 quilómetros e inferior a 500 quilómetros,  - um dia e meio para uma distância igual ou superior a 500 quilómetros e inferior a 800 quilómetros,  - dois dias para uma distância igual ou superior a 800 quilómetros e inferior a 1 200 quilómetros,  - dois dias e meio para uma distância igual ou superior a 1 200 quilómetros.  Todavia, o cálculo efectua-se com base na duração efectiva da viagem, se o interessado provar que esta foi superior a dois dias e meio.  As distâncias percorridas em avião são reduzidas de dois terços, não podendo o subsídio diário ser superior ao de um dia.  Disposições especiais  Nenhum prejuízo moral, material ou corporal sofrido pelo funcionário, no decurso da viagem ou da estadia no local de afectação do intercâmbio ou no local dos seminários, pode ser objecto de uma acção contra a Comissão se tal  prejuízo não for imputável a esta.  O funcionário que utilize automóvel próprio nas suas deslocações mantém a responsabilidade total dos danos que possam vir a ser ocasionados ao seu veículo ou que este possa provocar a terceiros; deve ter em seu poder uma apólice de seguro que cubra a  responsabilidade civil.   ANEXO VII  (artigo 16o) Plano de acção para o intercâmbio de funcionários nacionais envolvidos na aplicação da legislação necessária à realização do mercado único   CERTIFICADO QUE AUTORIZA A VIAGEM A MEIO DA ESTADIA  O signatário:  Nome:  Título:  Administração:  Serviço:  Endereço:  Estado-membro:  Declara autorizar a ausência do participante no intercâmbio:  Nome:  Administração de origem:  Estado-membro de origem:  do serviço de acolhimento para se deslocar de  (dia) de (mês) até  (dia) de (mês) ao seu país de origem.  Feito em ,  (cidade)  (data) Assinatura: