CELEX: 31989L0240
Language: pt
Date: 1988-12-16 00:00:00
Title: Directiva 89/240/CEE da Comissão de 16 de Dezembro de 1988 que adapta ao progresso técnico a Directiva 86/663/CEE do Conselho, relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros sobre carros automotores para movimentação de cargas

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31989L0240

Directiva 89/240/CEE da Comissão de 16 de Dezembro de 1988 que adapta ao progresso técnico a Directiva 86/663/CEE do Conselho, relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros sobre carros automotores para movimentação de cargas  

Jornal Oficial nº L 100 de 12/04/1989 p. 0001 - 0076 Edição especial finlandesa: Capítulo 13 Fascículo 18 p. 0136  Edição especial sueca: Capítulo 13 Fascículo 18 p. 0136 

DIRECTIVA DA COMISSÃOde 16  de Dezembro de 1988que adapta ao progresso técnico a Directiva 86/663/CEE do Conselho, relativa à  aproximação das legislações dos Estados-membros sobre carros automotores para movimentação de  cargas(89/240/CEE)A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Económica Europeia, Tendo em conta a Directiva 86/663/CEE do Conselho, de 22 de Dezembro de 1986, relativa à  aproximação das legislações dos Estados-membros sobre carros automotores para movimentação de  cargas (1), e, nomeadamente, o seu artigo 10°., Considerando que a Directiva 86/663/CEE prevê expressamente a adopção dos métodos de ensaio e de  exame para os carros automotores de movimentação de cargas de acordo com o processo estabelecido  pelo artigo 22°. da Directiva 84/528/CEE do Conselho, de 17 de Setembro de 1984, relativa à  aproximação das legislações dos Estados-membros respeitantes às disposições comuns aos aparelhos de  elevação e de movimentação (2); Considerando que é necessária a adopção desses métodos de ensaio e de exame para que seja  assegurada a conformidade dos carros automotores de movimentação de cargas com as prescrições  técnicas da Directiva 86/663/CEE que lhes dizem respeito; Considerando que o prazo de aplicação da presente directiva deve concordar com o da Directiva  86/663/CEE para se atingir a finalidade desejada; Considerando que as disposições da presente directiva estão em conformidade com o parecer do Comité  para Adaptação ao Progresso Técnico das directivas que visam a eliminação dos entraves técnicos no  sector dos aparelhos e meios de elevação e de movimentação, ADOPTOU A PRESENTE DIRECTIVA: Artigo 1°.Os ensaios de estabilidade, de visibilidade e de funcionamento para  os carros automotores de movimentação de cargas abrangidos pelo campo de aplicação da Directiva  86/663/CEE serão executados de acordo com os métodos indicados no anexo. Artigo 2°.1.  Os Estados-membros porão em vigor as disposições legislativas, regulamentares e  administrativas necessárias para darem cumprimento à presente directiva de tal modo que essas  disposições entrem em vigor na mesma data que as tomadas para darem cumprimento à Directiva  86/663/CEE. Desse facto informarão imediatamente a Comissão. 2.  Os Estados-membros comunicarão à Comissão o texto das disposições de direito nacional que  adoptarem no domínio regulado pela presente directiva. Artigo 3°.Os Estados-membros são destinatários da presentedirectiva. Feito em Bruxelas, em 16 de Dezembro de 1988. Pela ComissãoCOCKFIELDVice-PresidenteEWG:L111UMBP00.94FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener:  MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: ................................ (1) JO n° L 384 de 31. 12. 1986, p. 12. (2) JO n° L 300 de 19. 11. 1984, p. 72.  ANEXO  MÉTODOS DE ENSAIO PARA OS CARROS AUTOMOTORES DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS  CONTEÚDO Métodon°TítuloPágina 1. Ensaios de estabilidade para os empilhadores de garfos em consola i.  1 2. Ensaios de estabilidade para os empilhadores de mastro ou garfos retrácteis e de garfos entre  longarinas i.  6 3. Ensaios de estabilidade para os empilhadores de garfos sobrepostos às longarinas e de plataforma de  grande altura de elevação i. 15 4. Ensaios de estabilidade para os empilhadores com posto de comando elevável de grande e média altura  de elevação i. 24 5. Ensaios de estabilidade para os empilhadores de garfo de carregamento unilateral i. 34 6. Ensaios de estabilidade para os empilhadores bidireccionais e multidireccionais i. 40 7. Ensaios de estabilidade para os empilhadores de grande altura de elevação para empilhamento lateral  (e frontal) i. 50 8. Ensaios de estabilidade para os empilhadores todo o terreno i. 62 9. Ensaios de estabilidade para os empilhadores que trabalham com o mastro inclinado para a frente i. 6710. Ensaios de estabilidade para os empilhadores que trabalham com cargas decentradas - Descentragem  Comandada i. 7011. Ensaios de estabilidade para os empilhadores que trabalham com cargas decentradas - Descentragem  determinada pela utilição i. 7312. Ensaios funcionais para os carros de movimentação de cargas i. 7613. Método de medição de visibilidade para os carros automotores de movimentação de cargas i. 79EWG:L111UMBP01.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L111UMBP01 - 43854              12. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades  EuropeiasMÉTODO N°. 1 ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES DE GARFOS EM CONSOLA1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores de garfos em consola (com condutor transportado au acompanhante),  de capacidade nominal até 10 000 kg inclusive, de mastro ou de garfos inclináveis ou não. É  aplicável aos empilhadores equipados com garfos e/ou outro equipamento. Não se aplica aos carros  equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEOs ensaios descritos na presente prescrição permitem assegurar que os  empilhadores do tipo especificado têm uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados  correctamente em condições de utilização-tipo especificadas a seguir: a)  Empilhador a trabalhar (rolagem e empilhamento) sobre um solo arranjado, sensivelmente liso e  horizontal; b)  A rolar com o mastro ou os garfos inclinado(s) para trás e com a carga em posição baixa  (posição de rolagem); c)  A empilhar com o mastro sensivelmente vertical e os garfos sensivelmente horizontais; d)  A trabalhar com o centro de gravidade de carga situado aproximadamente no plano médio  longitudinal do empilhador. Se as condições de utilização diferirem das condições normais, deve-se igualmente fazer referência  aos métodos no.s 9, 10 e 11. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir. Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Nos ensaios de estabilidade lateral, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma;  é igualmente aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto  com a plataforma. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no  caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com  todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento e o mastro (ou  os garfos), se inclinável(eis), será(ão) posicionado(s) de acordo com o quadro de descrição dos  ensaios. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Verificação da verticalidade do mastroAntes de proceder ao ensaio n° 1, deve-se verificar a  posição vertical do mastro com o auxílio de um fio de prumo ou qualquer outro equipamento  apropriado. A projecção do centro de gravidade G da carga (ou de qualquer outro ponto, por exemplo o ponto E,  que tenha uma posição fixa em relação a G) sobre a plataforma horizontal deve ser a mesma à altura  de elevação prevista para o ensaio que quando a carga estiver baixada à altura normal de rolagem. Os desvios devidos à deflexão devem ser corrigidos por variação da inclinação do mastro dentro dos  limites impostos pela concepção do empilhador. O presente parágrafo não se aplica aos empilhadores cuja concepção não permite tal correcção. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior dos braços dos garfos, no talão, deve ser posicionada a 300 mm do solo. 3.2.4. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadePara os empilhadores com condutor transportado, o  peso do condutor será representado por uma massa de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio  for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1). O centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos montantes do mastro. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1>FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro dos ensaios. Os ensaios de estabilidade lateral devem ser efectuados do lado em que o empilhador apresente a  menor estabilidade. O eixo MN do empilhador deve estar paralelo ao eixo XY da plataforma de ensaio. O ponto N é o centro da superfície de contacto entre a plataforma e a roda da frente mais próxima  do eixo de articulação XY (figuras 7, 8 e 9). O ponto M é definido do seguinte modo: a)  Para os empilhadores com um eixo direccional articulado (figura 7), M é a projecção vertical do  ponto de intersecção do plano médio longitudinal AB do empilhador com a linha central desse eixo  sobre a plataforma; b)  Para os empilhadores de rodas giratórias (figuras 8 ou 9), M é o centro da superfície de  contacto entre a plataforma e a roda direccional mais próxima do eixo de articulação XY. 5. ENSAIOS PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos aos ensaios de estabilidade precedentes excepto se o equipamento puder levar o centro de  gravidade da carga para fora do plano médio longitudinal do empilhador (ver método n° 10). A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformidade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. EWG:L111UMBP02.92FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L111UMBP02                      N°. L   /8  .  . 89Jornal Oficial das Comunidades  Europeias>POSIÇÃO NUMA TABELA>12. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades EuropeiasMÉTODO N°. 2  ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES DE MASTRO OU GARFOS RETRÁCTEIS E DE GARFOS ENTRE  LONGARINAS1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores de mastro ou garfos retrácteis e de garfos entre longarinas (com  condutor transportado ou acompanhante), de capacidade nominal até 10 000 kg inclusive, de mastro ou  de garfos inclináveis ou não. É aplicável aos empilhadores equipados com garfos e/ou outro  equipamento. Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar  livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEOs ensaios descritos na presente prescrição permitem assegurar que os  empilhadores do tipo especificado têm uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados  correctamente em condições de utilização-tipo especificadas a seguir: a)  Empilhador a trabalhar (rolagem e empilhamento) sobre um solo arranjado, sensivelmente liso e  horizontal; b)  A rolar com o mastro ou os garfos inclinado(s) para trás e com a carga em posição baixa  (posição de rolagem); c)  A empilhar com o mastro sensivelmente vertical e os garfos sensivelmente horizontais; d)  A trabalhar com o centro de gravidade de carga situado aproximadamente no plano médio  longitudinal do empilhador. Se as condições de utilização diferirem das condições normais, deve-se igualmente fazer referência  aos métodos no.s 9, 10 e 11. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir. Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Nos ensaios de estabilidade lateral, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma;  é igualmente aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto  com a plataforma. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no  caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com  todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento e o mastro (ou  os garfos), se inclinável(eis), será(ão) posicionado(s) de acordo com o quadro de descrição dos  ensaios. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Verificação da verticalidade do mastroAntes de proceder ao ensaio n° 1, deve-se verificar a  posição vertical do mastro com o auxílio de um fio de prumo ou qualquer outro equipamento  apropriado. A projecção do centro de gravidade G da carga (ou de qualquer outro ponto, por exemplo o ponto E,  que tenha uma posição fixa em relação a G) sobre a plataforma horizontal deve ser a mesma à altura  de elevação prevista para o ensaio que quando a carga estiver baixada à altura normal de rolagem. Os desvios devidos à deflexão devem ser corrigidos por variação da inclinação do mastro ou por  retracção do mastro ou dos garfos, nos limites impostos pela concepção do empilhador. O presente parágrafo não se aplica aos empilhadores cuja concepção não permite tal correcção. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior dos braços dos garfos, no talão, deve ser posicionada a 300 mm do solo, ou à altura mínima  necessária para transportar a carga considerando-se a maior dessas dimensões. 3.2.4. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadePara os empilhadores com condutor transportado, o  peso do condutor será representado por uma massa de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio  for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. Todavia, a articulação do eixo pode ser bloqueada, por medida de segurança, para os ensaios  longitudinais em que o eixo articulado esteja colocado o mais próximo possível do eixo de  articulação da plataforma de ensaio e paralelamente a este. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1).O centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos montantes do mastro. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1>FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro dos ensaios. Os ensaios de estabilidade lateral devem ser efectuados do lado em que o empilhador apresente a  menor estabilidade. O eixo MN do empilhador deve estar paralelo ao eixo XY da plataforma de ensaio. O ponto N é o centro da superfície de contacto entre a plataforma e a roda da longarina portadora  mais próxima do eixo de articulação XY (figuras 8 a 13). O ponto M é definido do seguinte modo: a)  Para os empilhadores com um eixo articualdo de balanceiro (figura 9), ou uma torre motora  giratória com uma única roda, M é a projecção vertical do ponto de intersecção do plano médio  longitudinal AB do empilhador com a linha central desse eixo sobre a plataforma; b)  As figuras 8, 10, 11, 12 e 13 indicam as posições de M para empilhadores de concepção  diferente. 5. ENSAIOS PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos aos ensaios de estabilidade precedentes excepto se o equipamento puder levar o centro de  gravidade da carga para fora do plano médio longitudinal do empilhador (ver método n° 10). A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformidade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. EWG:L111UMBP04.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: 43854 Montan Portugal 04        N°. L   /12  .  . 89Jornal Oficial das Comunidades  Europeias>POSIÇÃO NUMA TABELA>N°. L 100/1312. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias> POSIÇÃO NUMA TABELA>N°. L 100/1412. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias>POSIÇÃO NUMA  TABELA>>INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC> </(BLK0)ABREV> 4%504540353025201510 5 0   0  5  10  15  20   25  V = km/hInclinação da plataforma de ensaio22,7 km/h(15+1,1 V) % - max. 40 %V =  <?aeSL1><?aeUL1>velocidade máxima do empilhadorsem carga, em quilómetros por hora, sobre solo liso e horizontal<?aeIC>Figura 18>FIM DE GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>Ensaio  <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC></(BLK0)ABREV>  6%504540353025201510 5 0   0  5  10  15  20  V =  km/hInclinação da plataforma de ensaioRampa máxima parao empilhador sem carga20 %10  %0 % = horizontal(25+1,55 V) % - max. 50 %(20+1,55 V) % - max. 45 %(15+1,55 V) % - max.  40 %V = <?aeSL1><?aeUL1>velocidade máxima do empilhadorsem carga, em quilómetros por hora, sobre solo liso e horizontal<?aeIC>16,1 km/hFigura 19>FIM DE GRÁFICO>Os diferentes  valores de rampas indicados na figura 19 ou calculados utilizando a fórmula adequada são aplicados  em função do trabalho que o empilhador deve realizar. É assim que, se for concebido e destinado a circular unicamente sobre solo horizontal, se deve  utilizar a curva marcada 0 % para determinar o valor da inclinação da plataforma de ensaio. Se for  concebido e destinado a subir e descer, sem carga, rampas de 10 % (ou 20 %), utiliza-se o valor da  inclinação da plataforma de ensaio indicada pela curva marcada 10 % (ou 20 %). Se o empilhador for concebido e destinado a subir e descer, sem carga, rampas de valor intermédio,  a inclinação da plataforma de ensaio será calculada utilizando a seguinte fórmula: á = 15+0,5 i+1,55 V - [max.: (40+0,5 i) %]na qual: á = inclinação da plataforma de ensaio,  expressa em percentagem (%), i= rampa máxima percorrida pelo empilhador sem carga, expressa em percentagem (%), V=velocidade máxima do empilhador sem carga, em quilómetros por hora, sobre solo liso e  horizontal. EWG:L111UMBP08.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: 43854 L 111                     12. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades  EuropeiasMÉTODO N°. 3 ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES DE GARFOS SOBREPOSTOSÀS  LONGARINAS E DE PLATAFORMA DE GRANDE ALTURA DE ELEVAÇÃO1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores de garfos sobrepostos às longarinas e de plataforma de grande  altura de elevação (com condutor transportado au acompanhante), de capacidade nominal até 10 000 kg  inclusive, de mastro ou de garfos inclináveis ou não. É aplicável aos empilhadores equipados com  garfos e/ou outro equipamento. Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar  livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEOs ensaios descritos na presente prescrição permitem assegurar que os  empilhadores do tipo especificado têm uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados  correctamente em condições de utilização-tipo especificadas a seguir: a)  Empilhador a trabalhar (rolagem e empilhamento) sobre um solo arranjado, sensivelmente liso e  horizontal; b)  A rolar com o mastro ou os garfos inclinado(s) para trás e com a carga em posição baixa  (posição de rolagem); c)  A empilhar com o mastro sensivelmente vertical e de plataforma ou garfos sensivelmente  horizontais; d)  A trabalhar com o centro de gravidade de carga situado aproximadamente no plano médio  longitudinal do empilhador. Se as condições de utilização diferirem das condições normais, deve-se igualmente fazer referência  aos métodos no.s 9, 10 e 11. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir. Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Nos ensaios de estabilidade lateral, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma;  é igualmente aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto  com a plataforma. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no  caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com  todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento e o mastro ou  plataforma (ou os garfos), se inclinável(eis), será(ão) posicionado(s) de acordo com o quadro de  descrição dos ensaios. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Verificação da verticalidade do mastroAntes de proceder ao ensaio n° 1, deve-se verificar a  posição vertical do mastro com o auxílio de um fio de prumo ou qualquer outro equipamento  apropriado. A projecção do centro de gravidade G da carga (ou de qualquer outro ponto, por exemplo o ponto E,  que tenha uma posição fixa em relação a G) sobre a plataforma horizontal deve ser a mesma à altura  de elevação prevista para o ensaio que quando a carga estiver baixada à altura normal de rolagem. Os desvios devidos à deflexão devem ser corrigidos por variação da inclinação do mastro ou por  retracção do mastro ou dos garfos, nos limites impostos pela concepção do empilhador. O presente parágrafo não se aplica aos empilhadores cuja concepção não permite tal correcção. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior da plataforma porta-carga ou dos braços dos garfos, no talão, deve estar posicionada a 300  mm do solo, ou à altura mínima necessária para transportar a carga, considerando-se a maior dessas  dimensões. 3.2.4. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadePara os empilhadores com condutor transportado, o  peso do condutor será representado por uma massa de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio  for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. Todavia, a articulação do eixo pode ser bloqueada, por medida de segurança, para os ensaios  longitudinais em que o eixo articulado esteja colocado o mais próximo possível do eixo de  articulação da plataforma de ensaio e paralelamente a este. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1). O centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos montantes do mastro. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1>FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro dos ensaios. Os ensaios de estabilidade lateral devem ser efectuados do lado em que o empilhador apresente a  menor estabilidade. O eixo MN do empilhador deve estar paralelo ao eixo XY da plataforma de ensaio. O ponto N é o centro da superfície de contacto entre a plataforma e a roda da longarina portadora  mais próxima do eixo de articulação XY (figuras 8 a 13). O ponto M é definido do seguinte modo: a)  Para os empilhadores com um eixo articulado de balanceiro (figura 9), ou uma torre motora  giratória com uma única roda, M é a projecção vertical do ponto de intersecção do plano médio  longitudinal AB do empilhador com a linha central desse eixo sobre a plataforma; b)  As figuras 8, 10, 11, 12 e 13 indicam as posições de M para empilhadores de concepção  diferente. 5. ENSAIOS PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos aos ensaios de estabilidade precedentes excepto se o equipamento puder levar o centro de  gravidade da carga para fora do plano médio longitudinal do empilhador (ver método n° 10). A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformidade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. EWG:L111UMBP09.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: JUTT;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L111UMBP09                      N°. L 100/2012. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades  Europeias>POSIÇÃO NUMA TABELA>N°. L 100/2112. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias> POSIÇÃO NUMA TABELA>N°. L 100/2212. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias  >POSIÇÃO  NUMA TABELA>>INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC> </(BLK0)ABREV> 3%65,6543,53210   0  2  4  6  8  10  12  14  V<?aeMC2> <?aePC5>Q = km/h     1,2  2,5  3,7  5,0  6,2  7,5  8,7(2+0,3 V<?aeMC2><?aePC5>Q) % - <?aeSL1> <?aeUL1>min. 3,5 %max. 6 %<?aeIC>V<?aeMC2><?aePC5>Q = <?aeSL1><?aeUL1>velocidade máxima do empilhador  emquilómetros por hora, com a carganominal Q, sobre solo liso e horizontal. <?aeIC>Inclinação da plataforma de ensaio5 km/h13,3 km/hFigura 18>FIM DE GRÁFICO>> INÍCIO DE GRÁFICO>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC></(BLK0)ABREV>  4%25201510 5 0   0  2  4  6  8  10  V = km/hInclinação da plataforma de  ensaio26 %(15+1,1 V) % - max. 26 %V = <?aeSL1><?aeUL1>velocidade máxima do empilhador  emquilómetros por hora, sem carga, sobre solo liso e horizontal. <?aeIC>Figura 19>FIM DE GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC  TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC></(BLK0)ABREV> 6%3025201510 5 0   0  2  4  6   8  10  V = km/hInclinação da plataforma de ensaio26 %Rampa máxima para oempilhador sem  carga 10 %0 % = horizontal(15+1,1 V) % - max. 26 %(10+1,1 V) % - max. 21 %V = <?aeSL1> <?aeUL1>velocidade máximado empilhador semcarga, em quilómetrospor hora sobre sololiso e  horizontal<?aeIC>Figura 20>FIM DE GRÁFICO>Os diferentes valores de rampas indicados na  figura 20 ou calculados utilizando a fórmula adequada são aplicados em função do trabalho que o  empilhador deve realizar. É assim que, se for concebido e destinado a circular unicamente sobre solo horizontal, se deve  utilizar a curva marcada 0 % para determinar o valor da inclinação da plataforma de ensaio. Se for  concebido e destinado a subir e descer, sem carga, rampas de 10 %, utiliza-se o valor da inclinação  da plataforma de ensaio indicada pela curva marcada 10 %. Se o empilhador for concebido e destinado a subir e descer, sem carga, rampas de valor intermédio,  a inclinação da plataforma de ensaio será calculada utilizando uma das seguintes fórmulas: á = 10+0,5 i+1,1 V (max. 21+0,5 i) % ou= 10+0,5 i+1,75 Vm (max. 21+0,5 i) %nas quais: á =  inclinação da plataforma de ensaio, expressa em percentagem (%), i= rampa máxima percorrida pelo empilhador sem carga, expressa em percentagem (%), V= velocidade máxima do empilhador sem carga, em quilómetros por hora, sobre solo liso e  horizontal. EWG:L111UMBP13.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: 43854 L 111                     12. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades  EuropeiasMÉTODO N°. 4 ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES COM POSTO DE COMANDO ELEVÁVEL  DE GRANDE E MÉDIA ALTURA DE ELEVAÇÃO1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores com posto de comando elevável de grande e média altura de  elevação, de capacidade nominal até 10 000 kg inclusive. É aplicável aos empilhadores equipados com  garfos ou uma plataforma de carga. Não se aplica aos empilhadores equipados com porta-carga que  possa ser deslocado lateralmente ou virado para fora do plano médio longitudinal do empilhador, nem  aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEA presente prescrição aplica-se aos empilhadores automotores com posto de  comando elevável de grande e média altura de elevação, nos quais o posto do condutor possa ser  elevado a mais de 1 200 mm com ou sobre o órgão porta-carga. Podem ser concebidos para serem  guiados, ou de deslocamento livre, ou ambos. Quando forem guiados (¹), a presente prescrição aplica-se a empilhadores: a)  Que não sejam retidos contra o basculamento por meios externos; b)  Que sejam parcialmente retidos contra o basculamento por meios externos; c)  Trabalhando com o centro de gravidade da carga situado aproximadamente no plano médio  longitudinal do empilhador. Os empilhadores do tipo b) devem ser ensaiados de acordo com a presente prescrição para verificar a  estabilidade nas condições em que não sejam retidos. Os empilhadores de posto de comando elevável, quando forem guiados, podem ter o posto do condutor  e/ou o porta-carga colocado em posição ou em funcionamento durante a translação, desde que sejam  inteiramente satisfeitas as condições adequadas e as exigências de segurança (¹) bem como as  exigências de estabilidade da presente prescrição. Os ensaios de estabilidade a seguir permitem assegurar que os empilhadores do tipo especificado  tenham uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados correctamente em condições normais de  utilização (¹). Se as condições de utilização diferirem das condições normais, deve-se igualmente fazer referência  aos métodos no.s 9, 10 e 11. 2.1. Condições normais de utilização2.1.1. Utilização normal, guiada nos corredoresO funcionamento guiado é considerado como normal se um  empilhador: a)  For utilizado com o porta-carga (com ou sem carga) situado a uma altura para a qual a  velocidade de translação não seja reduzida abaixo do máximo de que o empilhador é capaz; b)  For utilizado com o porta-carga (com ou sem carga) situado a uma altura para a qual a  translação do empilhador ainda seja permitida, eventualmente a velocidade reduzida e com a travagem  reduzida correspondente; c)  For utilizado para receber ou pousar cargas (manual ou mecanicamente) a uma altura qualquer até  à altura máxima. A translação a essas alturas pode ser totalmente impedida ou reduzida a uma  velocidade muito baixa (¹). 2.1.2. Utilização normal com deslocamento livre (não guiado)O funcionamento com deslocamento livre é  considerado como normal se um empilhador: a)  For utilizado a velocidades até Vo (²) com o porta-carga (com ou sem carga) baixado (500 mm  máximo). O esforço retardador F (³) exercido pelos travões, se não estiver ao nível normal, deve  ser levado a um nível correspondente ao dos empilhadores clássicos, ou então a velocidade Vo deverá  ser reduzida automaticamente a não mais de 9 km/h (5,6 milhas/h); (¹) Para o pormenor das definições e das regras de segurança, ver anexo 1, capítulo 10, disposições  especiais. (²) Vo = velocidade máxima em quilómetros por hora que o empilhador pode atingir fora dos  corredores [pode ser reduzida automaticamente a partir de V (velocidade máxima do empilhador nos  corredores de serviço)]. (³) F = esforço retardador no gancho exercido pelos travões, ou esforço de tracção expresso em  percentagem da massa bruta do empilhador, com ou sem carga, conforme o caso. oub)  For utilizado a velocidades que não excedam 4 km/h (2,5 milhas/h) com o porta-carga (com ou  sem carga) elevado acima de 500 mm mas a não mais de 2,5 m, com a direcção na posição sensivelmente  em linha recta em marcha para a frente. A translação que não seja feita a velocidade muito baixa  deve ser automaticamente impedida quando a direcção se afastar da posição sensivelmente em linha  recta em marcha para a frente; ouc)  For utilizado para receber ou pousar cargas (manual ou mecanicamente) até à altura de  elevação autorizada pelo fabricante. A translação deverá ser limitada a uma velocidade muito  baixa. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir. Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Nos ensaios de estabilidade lateral, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma;  é igualmente aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto  com a plataforma. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no  caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com todos os aparelhos  adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior da plataforma porta-carga ou dos braços dos garfos, no talão, deve ser posicionada de  acordo com os dispositivos de segurança incorporados e o modo de rolagem representado pelo ensaio. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadeO peso do condutor será representado por uma massa  de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. Todavia, a articulação do eixo pode ser bloqueada, por medida de segurança, para os ensaios  longitudinais em que o eixo articulado esteja colocado o mais próximo possível do eixo de  articulação da plataforma de ensaio e paralelamente a este. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1). O centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos montantes do mastro. Quando existir uma elevação adicional, a carga ou o porta-carga deverá estar na posição  completamente elevado. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1>FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . ., de modo tal  que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G da  carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro dos ensaios. Os ensaios de estabilidade lateral devem ser efectuados do lado em que o empilhador apresente a  menor estabilidade. O eixo MN do empilhador deve estar paralelo ao eixo XY da plataforma de ensaio. Nos esquemas a seguir, a posição das rodas e a configuração geral dos empilhadores são unicamente  representativas, sendo permitidas outras disposições, na condição de respeitar, em cada ensaio, os  princípios gerais relativos à posição do empilhador. EWG:L111UMBP14.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L 111 PO 14 - 43854             N°. L 100/2812. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades  Europeias>POSIÇÃO NUMA TABELA>N°. L 100/2912. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias    >POSIÇÃO NUMA TABELA>N°. L 100/3012. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias   >POSIÇÃO  NUMA TABELA>N°. L   /31  .  . 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias   >POSIÇÃO NUMA  TABELA>12. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias>POSIÇÃO NUMA TABELA>12. 4.  89Jornal Oficial das Comunidades Europeias>INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8H>Ensaio <(BLK0)ABREV> n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC></(BLK0)ABREV> 2<?aePD8><?aeNL>%Inclinação da  plataforma de ensaioV = km/hFigura 32(15 + 1,55 V) % - max. 25 %V = <?aeSL1><?aeUL1> velocidade máxima do empilhador nos corredores, em quilóme-tros por hora, sem carga, sobre solo  liso e horizontal. >FIM DE GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8H>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF"> o</(BLK0)INDIC></(BLK0)ABREV> 9<?aePD8><?aeNL>%Inclinação da plataforma de ensaioV<?È>0 =  km/hFigura 33(15 + 1,1 V<?È>0) %<?aeLM15,>V<?È>0 = <?aeSL1><?aeUL1>velocidade máxima que o  empilhador pode <?ss>atingir fora dos corredores, em quilómetros <?ss>por hora, sem carga, sobre solo  liso e hori<?Ç><?ss>zontal. (Esta velocidade pode ser obtida por <?ss>redução automática de V,  velocidade máxi<?Ç><?ss>ma do empilhador nos corredores.)<?aeIC>EWG:L111UMBP19.96FF: 1UPO;    SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L 111 PO 19 - 43854             >FIM DE GRÁFICO>MÉTODO N°. 5 ENSAIOS DE ESTABILIDADE  PARA OS EMPILHADORES DE GARFO DE CARREGAMENTOUNILATERAL1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores de garfos de carregamento unilateral de capacidade nominal até 10  000 kg inclusive, de mastro ou de garfos inclináveis ou não. É aplicável aos empilhadores equipados  com garfos e/ou outro equipamento. Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com  cargas suspensas que possam oscilar livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEOs ensaios descritos na presente prescrição permitem assegurar que os  empilhadores do tipo especificado têm uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados  correctamente em condições de utilização-tipo especificadas a seguir: a)  Empilhador a trabalhar (rolagem e empilhamento) sobre um solo arranjado, sensivelmente liso e  horizontal; b)  A rolar com o mastro ou os garfos inclinado(s) para trás e com a carga retraída e em posição  baixa (posição de rolagem) ou repousando sobre a plataforma porta-carga; c)  A empilhar com o mastro sensivelmente vertical e os garfos sensivelmente horizontais; d)  A trabalhar com o centro de gravidade de carga situado aproximadamente no plano médio dos  montantes do mastro. Se as condições de utilização diferirem das condições normais, deve-se igualmente fazer referência  aos métodos no.s 9, 10 e 11. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir. Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Durante o ensaio, não deve haver em nenhum momento menos de três pontos distintos de contacto com a  plataforma, devendo um desses pontos ser uma roda. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no  caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com  todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento e o mastro (ou  os garfos), se inclinável(eis), será(ão) posicionado(s) de acordo com o quadro de descrição dos  ensaios. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Verificação da verticalidade do mastroAntes de proceder ao ensaio n° 1, deve-se verificar a  posição vertical do mastro com o auxílio de um fio de prumo ou qualquer outro equipamento  apropriado. A projecção do centro de gravidade G da carga (ou de qualquer outro ponto, por exemplo o ponto E,  que tenha uma posição fixa em relação a G) sobre a plataforma horizontal deve ser a mesma à altura  de elevação prevista para o ensaio que quando a carga estiver baixada à altura normal de rolagem. Os desvios devidos à deflexão devem ser corrigidos por variação da inclinação do mastro dentro dos  limites impostos pela concepção do empilhador. O presente parágrafo não se aplica aos empilhadores cuja concepção não permite tal correcção. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior da plataforma porta-carga ou dos braços dos garfos, no talão, deve estar posicionada a 300  mm do solo, ou à altura mínima necessária para transportar a carga, considerando-se a maior dessas  dimensões. 3.2.4. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadeO peso do condutor será representado por uma massa  de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. Se o posto de comando puder ser deslocado em relação ao empilhador,  deve ser posto, para cada ensaio, na posição que dê ao empilhador a estabilidade mínima. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1). O centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos montantes do mastro. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1>FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro de ensaios. Os ensaios serão realizados com o empilhador posicionado do lado da sua menor estabilidade, devendo  a recta que une os pontos M e N estar paralela ao eixo XY de articulação da plataforma. O ponto N é o centro da superfície de contacto entre a plataforma e uma roda não oscilante ou um  patim de estabilizador. O ponto M é definido do seguinte modo: a)  Para os empilhadores com um eixo articulado (figuras 13, 14), M é a projecção vertical do ponto  de intersecção do plano axial do empilhador com a linha central desse eixo sobre a plataforma; b)  Para os empilhadores sem eixo articulado ou cujo eixo articulado foi bloqueado ou que utilizam  estabilizadores, o ponto M é o centro da superfície de contacto entre a plataforma e outra roda ou  o patim do estabilizador que estiverem mais próximos do eixo de inclinação Y. Se a capacidade efectiva do empilhador for boa tendo em conta a utilização quer de estabilizadores  quer de um dispositivo de bloqueamento do eixo articulado, etc., esses dispositivos deverão ser  utilizados para os ensaios se o empilhador também puder ser utilizado sem que esses dispositivos  entrem em serviço; deve ser realizado um ensaio suplementar nessas condições. 5. ENSAIOS PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos aos ensaios de estabilidade precedentes. A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformiadade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. EWG:L111UMBP20.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: 43854 Montan Portugal 20        >POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA>12. 4.  89Jornal Oficial das Comunidades EuropeiasMÉTODO N°. 6 ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS  EMPILHADORES BIDIRECCIONAIS EMULTIDIRECCIONAIS1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores bidireccionais e multidireccionais de capacidade nominal até 10  000 kg inclusive, de mastro ou de garfos inclináveis ou não. É aplicável aos empilhadores equipados  com garfos e/ou outro equipamento. Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar  livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEOs ensaios descritos na presente prescrição permitem assegurar que os  empilhadores do tipo especificado têm uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados  correctamente em condições de utilização-tipo especificadas a seguir: a)  Empilhador a trabalhar (rolagem e empilhamento) sobre um solo arranjado, sensivelmente liso e  horizontal; b)  A rolar com o mastro ou os garfos inclinado(s) para trás e com a carga em posição baixa  (posição de rolagem); c)  A empilhar com o mastro sensivelmente vertical e os garfos sensivelmente horizontais; d)  A trabalhar com o centro de gravidade de carga situado aproximadamente no plano médio  longitudinal do empilhador. Se as condições de utilização diferirem das condições normais, deve-se igualmente fazer referência  aos métodos no.s 9, 10 e 11. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir.Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Nos ensaios de estabilidade lateral, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma;  é igualmente aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto  com a plataforma. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no  caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com  todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento e o mastro (ou  os garfos), se inclinável(eis), será(ão) posicionado(s) de acordo com o quadro de descrição dos  ensaios. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Verificação da verticalidade do mastroAntes de proceder ao ensaio n° 1, deve-se verificar a  posição vertical do mastro com o auxílio de um fio de prumo ou qualquer outro equipamento  apropriado. A projecção do centro de gravidade G da carga (ou de qualquer outro ponto, por exemplo o ponto E,  que tenha uma posição fixa em relação a G) sobre a plataforma horizontal deve ser a mesma à altura  de elevação prevista para o ensaio que quando a carga estiver baixada à altura normal de rolagem. Os desvios devidos à deflexão devem ser corrigidos por variação da inclinação do mastro ou por  retracção do mastro ou dos garfos, dentro dos limites impostos pela concepção do empilhador. O presente parágrafo não se aplica aos empilhadores cuja concepção não permite tal correcção. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior dos braços dos garfos, no talão, deve ser posicionada a 300 mm do solo, ou à altura mínima  necessária para transportar a carga considerando-se a maior dessas dimensões. 3.2.4. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadeO peso do condutor será representado por uma massa  de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1). O centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos montantes do mastro. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro dos ensaios. Os ensaios de estabilidade lateral devem ser efectuados do lado em que o empilhador apresente a  menor estabilidade. O eixo MN do empilhador deve estar paralelo ao eixo XY da plataforma de ensaio. Nos esquemas a seguir, a posição das rodas e a configuração geral dos empilhadores são unicamente  representativas, sendo permitidas outras disposições, na condição de respeitar, em cada ensaio, os  princípios gerais relativos à posição do empilhador. 5. ENSAIOS PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos aos ensaios de estabilidade precedentes excepto se o equipamento puder levar o centro de  gravidade da carga para fora do plano médio longitudinal do empilhador (ver método n° 10). A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformidade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio (ou a superfície superior das longarinas) e a superfície inferior da carga ou do  equipamento, considerando-se apenas a mais pequena dessas dimensões. EWG:L111UMBP23.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: MARL;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L 111 PO 23 - 43854             N°. L 100/4212. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades  Europeias>POSIÇÃO NUMA TABELA>N°. L 100/4312. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades  Europeias>POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA> MÉTODO N°. 7 ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES DE GRANDE ALTURA DE ELEVAÇÃO PARA  EMPILHAMENTO LATERAL (E FRONTAL)1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores de grande altura de elevação para empilhamento lateral (e  frontal), de capacidade nominal até 10 000 kg inclusive, de mastro ou garfos inclináveis ou não. É  aplicável aos empilhadores equipados com garfos e/ou outro equipamento. Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar  livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEA presente prescrição aplica-se aos empilhadores automotores de grande altura  de elevação para empilhamento lateral (e frontal), de posto de comando elevável ou não. Podem ser  concebidos para serem guiados, ou de deslocamento livre, ou ambos. Quando forem guiados (¹), a presente prescrição aplica-se a empilhadores: a)  Que não sejam retidos contra o basculamento por meios externos; eb)  Que sejam parcialmente retidos contra o basculamento por meios externos. Os empilhadores do tipo b) devem ser ensaiados de acordo com a presente prescrição para verificar a  estabilidade nas condições em que não sejam retidos. Além disso, os meios de retenção deverão ser  verificados por outros métodos (¹). Os empilhadores de grande altura de elevação para empilhamento lateral (e frontal), quando forem  guiados, podem ter o posto do condutor e/ou o porta-carga colocado em posição ou em funcionamento  durante a translação, desde que sejam inteiramente satisfeitas as condições adequadas e as  exigências de segurança (¹) bem como as exigências de estabilidade da presente prescrição. Os empilhadores clássicos munidos de equipamentos para empilhamento lateral (e frontal) apenas  podem funcionar desse modo como empilhadores para empilhamento lateral se corresponderem a todas as  condições e exigências adequadas. Os empilhadores clássicos munidos de equipamentos para empilhamento lateral (e frontal) que não  possam satisfazer os ensaios da presente prescrição e/ou não possam corresponder às condições e  exigências que lhes estão associadas devem ser ensaiados de acordo com os métodos 1 ou 2, e a sua  capacidade nominal deve ser ajustada para satisfazer o ensaio «carga descentrada» do método n° 10.  Devem ser utilizados de modo clássico, mesmo quando estiverem nos corredores. A translação com a  carga ou o parta-carga em posição elevada não é permitida, excepto para deslocações a velocidade  muito baixa. Os ensaios de estabilidade a seguir permitem assegurar que os empilhadores do tipo especificado  tenham uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados correctamente em condições normais de  utilização (¹). 2.1. Condições normais de utilização2.1.1. Utilização normal, guiada nos corredoresO funcionamento guiado é considerado como normal se um  empilhador: a)  For utilizado com o porta-carga (com ou sem carga) situado a uma altura para a qual a  velocidade de translação não seja reduzida abaixo do máximo de que o empilhador é capaz; b)  For utilizado com o porta-carga (com ou sem carga) situado a uma altura para a qual a  translação do empilhador ainda seja permitida, eventualmente a velocidade reduzida e com a travagem  reduzida correspondente; c)  For utilizado para empilhar a uma altura qualquer até à altura máxima. A translação a essas  alturas pode ser totalmente impedida ou reduzida a uma velocidade muito haixa (¹). 2.1.2. Utilização normal com deslocamento livre (não guiado)O funcionamento com deslocamento livre é  considerado como normal se um empilhador: a)  For utilizado a velocidades até Vo (²) com o porta-carga (com ou sem carga) baixado (500 mm  máximo), numa posição aproximadamente centrada e não estendida para a frente. O esforço retardador  F (³) exercido pelos travões, se não estiver ao nível normal, deve ser levado a um nível  correspondente ao dos empilhadores clássicos, ou então a velocidade Vo deverá ser reduzida  automaticamente a não mais de 9 km/h (5,6 milhas/h); ou(¹) Para o pormenor das definições e das regras de segurança, ver anexo 1, capítulo 10,  disposições especiais da Directiva 86/663/CEE. (²) Vo = velocidade máxima em quilómetros por hora ou em milhas por hora que o empilhador pode  atingir fora dos corredores (pode ser reduzida automaticamente a partir de V = velocidade máxima do  empilhador nos corredores de serviço). (³) F = esforço retardador no gancho exercido pelos travões, ou esforço de tracção expresso em  percentagem da massa bruta do empilhador, com ou sem carga, conforme o caso. Quando o mastro ou os garfos forem retrácteis, o valor de F é o que corresponde à posição  retraída. b)  For utilizado a velocidades que não excedam 4 km/h (2,5 milhas/h) com o porta-carga (com ou  sem carga) elevado acima de 500 mm mas a não mais de 2,5 m, com a direcção na posição sensivelmente  em linha recta em marcha para a frente. A translação que não seja feita a velocidade muito baixa  deve ser automaticamente impedida quando a direcção se afastar da posição sensivelmente em linha  recta em marcha para a frente: ouc)  For utilizado para empilhar até à altura de elevação autorizada pelo fabricante. A  translação deverá ser limitada a uma velocidade muito baixa; d)  Além disso, se um empilhador - quando estiver equipado para empilhar nas três direcções - for  utilizado para um empilhamento frontal apenas quando estiver em face de uma pilha (neste caso, é  aplicável o ensaio n° 8). 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir. Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Nos ensaios de estabilidade lateral, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma;  é igualmente aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto  com a plataforma. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no  caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com  todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento. Se o mastro for retráctil será posto na posição correspondente à estabilidade mínima. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Verificação da verticalidade do mastroAntes de proceder aos ensaios n°s 3, 4, 6, 7 e 8, deve-se  verificar a posição vertical do mastro com o auxílio de um fio de prumo ou qualquer outro  equipamento apropriado. A projecção do centro de gravidade G da carga (ou de qualquer outro ponto, por exemplo o ponto E,  que tenha uma posição fixa em relação a G) sobre a plataforma horizontal deve ser a mesma à altura  de elevação prevista para o ensaio que quando a carga estiver baixada à altura normal de rolagem. Os desvios devidos à deflexão devem ser corrigidos por variação da inclinação do mastro dentro dos  limites impostos pela concepção do empilhador. O presente parágrafo não se aplica aos empilhadores cuja concepção não permite tal correcção. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior da plataforma porta-carga ou dos braços dos garfos, no talão, deve ser posicionada de  acordo com os dispositivos de segurança incorporados e o modo de rolagem representado pelo ensaio. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadeO peso do condutor será representado por uma massa  de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. Todavia, a articulação do eixo pode ser bloqueada, por medida de segurança, para os ensaios  longitudinais em que o eixo articulado esteja colocado o mais próximo possível do eixo de  articulação da plataforma de ensaio e paralelamente a este. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1). O centro de gravidade G (ou o ponto equivalente no caso dos empilhadores sem carga) estará  aproximadamente no plano médio dos montantes do mastro, excepto para ensaio n° 7, em que estará  inteiramente desviado para o lado. Quando existir uma elevação adicional, a carga ou o porta-carga deverá estar na posição  completamente elevada. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro dos ensaios. Os ensaios de estabilidade lateral devem ser efectuados do lado em que o empilhador apresente a  menor estabilidade. O eixo MN do empilhador deve estar paralelo ao eixo XY da plataforma de ensaio. Nos esquemas a seguir, a posição das rodas e a configuração geral dos empilhadores são unicamente  representativas, sendo permitidas outras disposições, na condição de respeitar, em cada ensaio, os  princípios gerais relativos à posição do empilhador.5. ENSAIOS PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos aos ensaios de estabilidade precedentes. A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformidade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. >POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA>>POSIÇÃO  NUMA TABELA>>POSIÇÃO NUMA TABELA>12. 4. 89Jornal Oficial das Comunidades Europeias>INÍCIO DE  GRÁFICO><?aa8H>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC></(BLK0)ABREV>  2<?aePD8><?aeNL>%Inclinação da plataforma de ensaioV = km/hFigura 39(15 + 1,55 V) % - máx.  25 %V = <?aeSL1><?aeUL1>velocidade máxima do empilhador nos corredores, em quilóme-tros por hora,  sem carga, sobre solo liso e horizontal. <?aeIC"FIM DE GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8H>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF"> o</(BLK0)INDIC></(BLK0)ABREV> 11<?aePD8><?aeNL>%Inclinação da plataforma de ensaioV<?È>0 =  km/hFigura 40(15 + 1,1 V<?È>0) % - máx. 40 %<?aeLM15,>V<?È>0 = <?aeSL1><?aeUL1>velocidade  máxima que o empilhador pode atingir <?ss>fora dos corredores, em quilómetros por hora, sem <?ss> carga, sobre solo liso e horizontal. (Esta velocida<?Ç><?ss>de pode ser obtida por redução  automática de V, <?ss>velocidade máxima do empilhador nos corredo<?Ç><?ss>res.)<?aeIC"FIM DE  GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8H>Ensaio <(BLK0)ABREV>n<(BLK0)INDIC TYPE="SUF">o</(BLK0)INDIC> </(BLK0)ABREV> 14<?aePD8><?aeNL>%Inclinação da plataforma de ensaioV<?È>0 = km/hFigura  41(15 + 1,55 V<?È>0) % - máx. 40 %<?aeLM15,>V<?È>0 = <?aeSL1><?aeUL1>velocidade máxima que o  empilhador pode atingir <?ss>fora dos corredores, em quilómetros por hora, sem <?ss>carga, sobre solo  liso e horizontal. (Esta velocida<?Ç><?ss>de pode ser obtida por redução automática de V, <?ss> velocidade máxima do empilhador nos corredo<?Ç><?ss>res.)<?aeIC><?aePD8><?aeNL> %30252015100  0   5   10 V = km/h%40302015100  0   5   10   15    20   2<?ss>5 V = km/h%40302015100  0   5   10   15   20 V = <?ss>km/h<?aeIC> EWG:L111UMBP35.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: PUPA;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L 111 Portugal 35               >FIM DE GRÁFICO>MÉTODO N°. 8 ENSAIOS DE ESTABILIDADE  PARA OS EMPILHADORES TODO O TERRENO1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição especifica os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores todo o terreno de garfos, de capacidade nominal até 10 000 kg  inclusive, de mastro ou de garfos inclináveis ou não. É aplicável aos empilhadores equipados com  garfos e/ou outro equipamento. Não se aplica aos empilhadores todo o terreno equipados para  trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar livremente. 2. CONDIÇÕES DE VALIDADEA presente prescrição aplica-se aos empilhadores todo o terreno que tenham um  quadro fixo ou articulado e que possam ser munidos de um equipamento facultativo para a correcção  da inclinação do quadro, do mastro ou do porta-garfos. Os ensaios descritos na presente prescrição permitem assegurar que os empilhadores do tipo  especificado têm uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados correctamente em condições  normais de utilização especificadas a seguir: a)  Empilhador a trabalhar (rolagem e empilhamento) sobre terreno não arranjado; b)  A rolar com o mastro ou os garfos inclinado(s) para trás, e com a carga em posição baixa  (posição de rolagem), incluindo sobre declives ascendentes e descendentes; c)  A empilhar com o mastro sensivelmente vertical e os garfos sensivelmente horizontais; d)  A trabalhar com o centro de gravidade de carga situado aproximadamente no plano médio  longitudinal do empilhador. Se as condições de utilização diferirem das condições normais, deve-se igualmente fazer referência  aos métodos no.s 9, 10 e 11. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar deve ser colocado na plataforma, inicialmente horizontal, nas sucessivas  posições descritas nos quadros dos ensaios a seguir. Para cada uma das posições do empilhador, a plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos  até ao valor indicado no quadro dos ensaios. O empilhador é considerado como estável se passar  todos os ensaios sem se voltar. Para as necessidades desses ensaios, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o  que, se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Nos ensaios de estabilidade lateral admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma. 3.2. Estado do empilhador3.2.1. GeneralidadesOs ensaios serão executados com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, com o  depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito negativo na estabilidade do empilhador; os  níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores operacionais correctos. Os elementos  portadores de carga deverão estar completamente equipados com todos os aparelhos adicionais ou de  protecção fornecidos como primeiro equipamento e o mastro (ou os garfos), se inclinável(eis),  será(ão) posicionado(s) de acordo com o quadro de descrição dos ensaios. Os pneumáticos serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua lastragem, se  autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.2.2. Verificação da verticalidade do mastroAntes de proceder ao ensaio n° 1, deve-se verificar a  posição vertical do mastro com o auxílio de um fio de prumo ou qualquer outro equipamento  apropriado. A projecção do centro de gravidade G da carga (ou de qualquer outro ponto, por exemplo o ponto E,  que tenha uma posição fixa em relação a G) sobre a plataforma horizontal deve ser a mesma à altura  de elevação prevista para o ensaio que quando a carga estiver baixada à altura normal de rolagem. Os desvios devidos à deflexão devem ser corrigidos por variação da inclinação do mastro dentro dos  limites impostos pela concepção do empilhador. O presente parágrafo não se aplica aos empilhadores cuja concepção não permite tal correcção. 3.2.3. Altura de elevação para os ensaios de rolagemPara os ensaios que representam a rolagem, a face  superior dos braços dos garfos, no talão, deve ser posicionada a 500 mm do solo. 3.2.4. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadeO peso do condutor será representado por uma massa  de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  0,1 d (d: diâmetro exterior da roda).>POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 1). O centro de gravidade G (ou o ponto equivalente no caso dos empilhadores sem carga) deve estar  situado no plano médio dos montantes do mastro, excepto quando for utilizado um corrector de  inclinação para o ensaio 3. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador será posicionado de acordo com as indicações do quadro dos ensaios. Os ensaios de estabilidade lateral devem ser efectuados do lado em que o empilhador apresente a  menor estabilidade. O eixo MN do empilhador deve estar paralelo ao eixo XY da plataforma de ensaio. O ponto N é o centro da superfície de contacto entre a plataforma e a roda da frente mais próxima  do eixo de articulação XY (figuras 8 e 9). O ponto M é a projecção vertical do ponto de intersecção do plano médio longitudinal AB do  empilhador com a linha central do eixo traseiro sobre a plataforma (figuras 8 e 9). Os ensaios devem ser efectuados com os estabilizadores levantados. Para o ensaio n° 3, pode-se utilizar a correcção de inclinação lateral para levar o mecanismo de  elevação tão próximo quanto possível da vertical sobre a plataforma inclinada. Para os outros  ensaios, o mecanismo de elevação deveria estar perpendicular à plataforma de ensaio. 5. ENSAIOS PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos aos ensaios de estabilidade precedentes excepto se o equipamento puder levar o centro de  gravidade da carga para fora do plano médio longitudinal do empilhador (ver método n° 10). A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformidade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. EWG:L111UMBP36.96FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: PUPA;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: 43854 Montan Portugal 36        >POSIÇÃO NUMA TABELA>MÉTODO N°. 9 ENSAIOS DE  ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES QUE TRABALHAM COM O MASTRO INCLINADO PARA A FRENTE1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOOutras prescrições especificam os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores que trabalham em condições normais de utilização. A definição das  «condições normais de utilização» é dada em cada prescrição especial. A presente prescrição especifica o ensaio adicional previsto para uma utilização que difira das  condições normais e que precise de fazer trabalhar o empilhador com carga com o mastro inclinado  para a frente (ver figura 1). Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar  livremente. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>2. CONDIÇÕES DE VALIDADEQuando um empilhador tiver de ser utilizado para empilhar (deposição ou  recepção de uma carga), sobre um solo horizontal, com o mastro inclinado para a frente e a carga em  posição elevada, deve ser determinada uma capacidade nominal correspondente a essa utilização  especial. O ensaio de estabilidade a seguir permite assegurar que os empilhadores do tipo  especificado tenham uma estabilidade satisfatória quando foram utilizados correctamente, dentro dos  limites da capacidade especial definida para a utilização acima. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar será colocado sobre a plataforma, inicialmente horizontal, na posição  descrita no ponto 4. A plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos atá ao valor indicado  para essa posição na prescrição adequada. O empilhador é considerado como estável se passar o  ensaio sem se voltar. Para as necessidades desse ensaio, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o que,  se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. 3.2. Estado do empilhados3.2.1. GeneralidadesO ensaio será executado com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e no caso  de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um efeito  negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus valores  operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente equipados com  todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos a título de primeiro equipamento. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste.3.2.2. Altura de elevação para os ensaios de empilhamentoPara os ensaios que representam o empilhamento,  a altura de elevação deve ser medida entre a superfície da plataforma inclinável e a face superior  dos braços dos garfos. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadePara os empilhadores com condutor transportado, o  peso do condutor será representado por uma massa de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio  for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Qs do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 2). O centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos montantes do mastro. >INÍCIO DE GRÁFICO>Figura 2<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador deve ser posicionado sobre a plataforma de ensaio do seguinte modo: como para o ensaio n° 1 do método n° 1, para os empilhadores de garfo em consolacomo para o ensaio n° 1 do método n° 2, para os empilhadores de mastro ou garfos retrácteis e de garfos entre longarinascomo para o ensaio  n° 1 do método n° 3,  para os empilhadores de garfos sobrepostos às longarinas e de plataforma de grande altura de  elevaçãocomo para o ensaio n° 1 do método n° 5, para os empilhadores de garfos de carregamento unilateralcomo para o ensaio n° 1 do método n° 6, para os empilhadores bidireccionais e multidireccionaiscomo para o ensaio n° 6 do método n° 7e 8,  se for caso disso, para os empilhadores para empilhamento lateral (e frontal)como para o ensaio n° 1 do método n° 8, para os empilhadores todo o terreno. O mastro deve estar inclinado para a frente com a inclinação máxima permitida pela concepção e a  carga de ensaio elevada até à altura máxima. 5. ENSAIO PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos ao ensaio de estabilidade precedente excepto se o equipamento puder levar o centro de  gravidade da carga para fora do plano médio longitudinal do empilhador (ver método n° 10). A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado nas condições especiais em  conformidade com as instruções do fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. MÉTODO N°. 10 ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES QUE TRABALHAM COM CARGAS DESCENTRADAS  - DESCENTRAGEM COMANDADA1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOOutras prescrições especificam os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores que trabalham em condições normais de utilização. A definição das  «condições normais de utilização» é dada em cada prescrição especial. A presente prescrição especifica o ensaio adicional previsto para uma utilização que difira das  condições normais e que precise de fazer trabalhar um empilhador munido de um órgão porta-carga tal  como um transferidor lateral, que permita deslocar de modo apreciável o centro de gravidade da  carga em relação ao plano médio longitudinal do empilhador (ver figura 1). Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar  livremente. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>2. CONDIÇÕES DE VALIDADEQuando um empilhador tiver de ser utilizado para empilhar (deposição ou  recepção de uma carga), sobre um solo horizontal, estando o centro de gravidade de carga  sensivelmente descentrado em relação ao plano médio longitudinal do empilhador, com o auxílio de um  dispositivo de manipulação da carga, tal como um transferidor lateral, que pode deslocar a carga  lateralmente, de modo positivo até uma distância máxima pré-determinada, deve-se determinar uma  capacidade nominal especial correspondente a essa utilização. A descentragem é considerada como apreciável quando for: a)  Superior a 100 mm, para um empilhador de capacidade nominal até 6 300 kg inclusive; b)  Superior a 150 mm para um empilhador de capacidade nominal até 10 000 kg inclusive. O ensaio de estabilidade a seguir permite assegurar que os empilhadores do tipo especificado tenham  uma estabilidade satisfatória quando foram utilizados correctamente, dentro dos limites da  capacidade especial definida para a utilização acima. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar será colocado sobre a plataforma, inicialmente horizontal, na posição  descrita no ponto 4. A plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos atá ao valor indicado  para essa posição na prescrição adequada. O empilhador é considerado como estável se passar o  ensaio sem se voltar. Para as necessidades desse ensaio, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o que,  se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Para este ensaio, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma, é igualmente  aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto com a  plataforma. 3.2. Estado do empilhadorO ensaio será executado com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e  no caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um  efeito negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus  valores operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente  equipados com todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadePara os empilhadores com condutor transportado, o  peso do condutor será representado por uma massa de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio  for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Qs do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 2). Quando o equipamento que descentra a carga se encontrar em posição centrada em relação ao plano  médio longitudinal do empilhador, o centro de gravidade G deve estar situado no plano médio dos  montantes do mastro. >INÍCIO DE GRÁFICO>Figura 2<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador deve ser posicionado sobre a plataforma de ensaio do seguinte modo: como para o ensaio n° 3 do método n° 1, para os empilhadores de garfos em consolacomo para o ensaio n° 3 do método n° 2, para os empilhadores de mastro ou garfos retrácteis e de garfos entre longarinascomo para o ensaio  n° 3 do método n° 3, para os empilhadores de garfos sobrepostos às longarinas e de plataforma de grande altura de  elevaçãocomo para o ensaio n° 8 do método n° 6, para os empilhadores bidireccionais e multidireccionaiscomo para o ensaio n° 3 do método n° 8, para os empilhadores todo o terreno. O ensaio deve ser efectuado do lado em que o empilhador seja menos estável. O mastro deve estar retraído e inclinado para trás com a inclinação máxima, se a concepção do  empilhador o permitir. A carga conforme descrita no ponto 3.5 deve ser elevada à altura máxima. 5. ENSAIO PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos ao ensaio especial de estabilidade adequado, indicado atrás. A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado nas condições especiais em  conformidade com as instruções do fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. MÉTODO N°. 11 ENSAIOS DE ESTABILIDADE PARA OS EMPILHADORES QUE TRABALHAM COM CARGAS DESCENTRADAS  - DESCENTRAGEM DETERMINADA PELA UTILIZAÇÃO1. OBJECTO E CAMPO DE APLICAÇÃOOutras prescrições especificam os ensaios de base para a verificação  da estabilidade dos empilhadores que trabalham em condições normais de utilização. A definição das  «condições normais de utilização» é dada em cada prescrição especial. A presente prescrição especifica o ensaio adicional previsto para uma utilização que difira das  condições normais e que precise de fazer trabalhar um empilhador com o centro de gravidade da carga  deslocado lateralmente de modo apreciável em relação ao plano médio longitudinal do empilhador (ver  figura 1). Não se aplica aos empilhadores equipados para trabalhar com cargas suspensas que possam oscilar  livremente. >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>Figura 1<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>2. CONDIÇÕES DE VALIDADEQuando um empilhador tiver de ser utilizado para empilhar (deposição ou  recepção de uma carga), sobre um solo horizontal, estando o centro de gravidade da carga  sensivelmente descentrado de uma quantidade indeterminada em relação ao plano médio longitudinal do  empilhador, causada quer pela natureza da carga movimentada quer pelo dispositivo de manipulação da  carga utilizado, deve-se determinar uma capacidade nominal especial correspondente a essa  utilização. A descentragem é considerada como apreciável quando for: a)  Superior a 100 mm, para um empilhador de capacidade nominal até 6 300 kg inclusive; b)  Superior a 150 mm para um empilhador de capacidade nominal até 10 000 kg inclusive. O ensaio de estabilidade a seguir permite assegurar que os empilhadores do tipo especificado tenham  uma estabilidade satisfatória quando forem utilizados correctamente, dentro dos limites da  capacidade especial definida para a utilização acima. 3. CONDIÇÕES DE ENSAIO3.1. Equipamento e métodosA estabilidade do empilhador deve ser verificada por meio dos ensaios  descritos a seguir, utilizando uma plataforma de ensaio inclinável por rotação em torno de um dos  seus lados. O empilhador a ensaiar será colocado sobre a plataforma, inicialmente horizontal, na posição  descrita no ponto 4. A plataforma será inclinada lentamente e sem solavancos atá ao valor indicado  para essa posição na prescrição adequada. O empilhador é considerado como estável se passar o  ensaio sem se voltar. Para as necessidades desse ensaio, o valor de capotagem do declive da plataforma de ensaio é o que,  se fosse aumentado, provocaria a capotagem completa do empilhador. Para este ensaio, admite-se que uma das rodas portadoras descole da plataforma; é igualmente  aceitável que uma parte do quadro ou de outro órgão do empilhador entre em contacto com a  plataforma. 3.2. Estado do empilhadorO ensaio será executado com um empilhador em ordem de marcha, sem condutor, e  no caso de empilhadores com motor térmico, com o depósito de combustível cheio se isto tiver um  efeito negativo na estabilidade do empilhador; os níveis dos restantes líquidos estarão nos seus  valores operacionais correctos. Os elementos portadores de carga deverão estar completamente  equipados com todos os aparelhos adicionais ou de protecção fornecidos como primeiro equipamento. Os pneumáticos (se existirem) serão cheios à pressão especificada pelo fabricante e a sua  lastragem, se autorizada, será efectuada de acordo com as instruções deste. 3.3. Efeito do peso do condutor sobre a estabilidadePara os empilhadores com condutor transportado, o  peso do condutor será representado por uma massa de 90 kg se a estabilidade no decurso de um ensaio  for diminuída por esse facto. Para um condutor em pé, a massa será fixada com o seu centro de gravidade 1 000 mm acima do centro  do piso do posto de comando. Para um condutor sentado, a massa será fixada e centrada com o centro de gravidade 250 mm acima do  banco no estado comprimido. 3.4. Imobilização do empilhador sobre a plataforma de ensaioA posição prescrita para o empilhador sobre  a plataforma de ensaio deve ser mantida no decurso de cada ensaio. Impedir-se-á que as rodas rodem aplicando os travões de mão ou de serviço que poderão ser  bloqueados na posição «apertado». Além disso, as rodas poderão ser calçadas contra o quadro do  empilhador, mas de modo tal que a articulação do eixo ao quadro não seja afectada. É permitido utilizar calços ou cunhas entre as rodas e a plataforma de ensaio, para impedir que o  empilhador modifique a sua posição, deslizando. A altura dos calços ou das cunhas não deve exceder  os valores indicados no quadro a seguir: >POSIÇÃO NUMA TABELA>3.5. Carga de ensaioA carga de ensaio deve ser uma massa equivalente à capacidade nominal Q do  empilhador, aplicada no centro de gravidade G, cuja posição nominal está à distância normalizada D  do centro de carga, medida horizontalmente desde a face da frente da parte vertical dos braços dos  garfos, e verticalmente desde a parte de cima da sua parte horizontal (ver figura 2). O centro de gravidade G deve estar situado descentrado lateralmente à distância máxima que se  preveja encontrar no decurso da utilização real. >INÍCIO DE GRÁFICO>Figura 2<?aeFN12,"FIM DE GRÁFICO>Se o fabricante tiver definido outras  possibilidades de carga na placa de capacidades, é necessário efectuar ensaios à carga máxima à  altura correspondente, bem como ensaios à carga correspondente à altura máxima, conforme acordado  entre as partes interessadas. 3.6. Disposições de segurançaDevem ser tomadas disposições para evitar a capotagem do empilhador ou a  deslocação da carga de ensaio no decurso dos ensaios. Quando se utilizar uma amarração para evitar a capotagem do empilhador, deve ser suficientemente  flexível e frouxa para não exercer nenhuma retenção apreciável sobre o empilhador no momento em que  este iniciasse um movimento de capotagem. Pode-se impedir a deslocação da carga de ensaio por meios tais como: a)  Carga solidamente fixada ao porta-cargas; b)  Carga levada à vizinhança do solo suspendendo-a de um cabo, uma corrente, etc. . . , de modo  tal que o ponto de suspensão esteja situado no ponto em que se encontraria o centro de gravidade G  da carga de ensaio, se esta estivesse directamente colocada sobre os garfos. 4. TÉCNICAO empilhador deve ser posicionado sobre a plataforma de ensaio do seguinte modo: como para o ensaio n° 3 do método n° 1, para os empilhadores de garfos em consolacomo para o ensaio n° 3 do método n° 2, para os empilhadores de mastro ou garfos retrácteis e de garfos entre longarinascomo para o ensaio  n° 3 do método n° 3,  para os empilhadores de garfos sobrepostos às longarinas e de plataforma de grande altura de  elevaçãocomo para o ensaio n° 8 do método n° 6, para os empilhadores bidireccionais e multidireccionaiscomo para o ensaio n° 3 do método n° 8, para os empilhadores todo o terreno. O ensaio deve ser efectuado do lado em que o empilhador seja menos estável. O mastro deve estar retraído e inclinado para trás com a a inclinação máxima, se a concepção do  empilhador o permitir. A carga conforme descrita no ponto 3.5 deve ser elevada à altura máxima. 5. ENSAIO PARA OS EMPILHADORES MUNIDOS DE EQUIPAMENTOSOs empilhadores munidos de equipamentos serão  submetidos ao ensaio especial de estabilidade adequado, indicado atrás. A carga de ensaio e seu posicionamento serão os especificados na (ou nas) placa(s) de capacidades  do empilhador, munido do equipamento considerado e utilizado em conformidade com as instruções do  fabricante. As alturas de elevação da carga necessárias para os ensaios serão medidas entre a plataforma de  ensaio e a superfície inferior da carga ou do equipamento, considerando-se apenas a mais pequena  dessas dimensões. MÉTODO N°. 12 ENSAIOS FUNCIONAIS PARA OS CARROS DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS1. OBJECTOA presente prescrição especifica os ensaios funcionais que permitem verificar que os carros  de movimentação de cargas estão aptos a desempenhar as tarefas para as quais foram concebidos.  Esses ensaios incluem duas inspecções e quatro ensaios dinâmicos. 2. INSPECÇÃO ANTES DO ENSAIOCada carro deve ser verificado para assegurar que os comandos de  translação, travagem e manipulação da carga estão convenientemente identificados e funcionam  correctamente. Verificar-se-á igualmente o bom funcionamento do avisador dos interruptores de  segurança e da iluminação, se existir. As placas de identificação e de capacidade do carro, da bateria (para os carros eléctricos) e do  equipamento (se existir) devem ser controladas para assegurar que contêm as informações de acordo  com as prescrições do capítulo 9.1 do anexo 1 da Directiva 86/663/CEE e correspondem ao carro em  questão. 3. ENSAIOS DINÂMICOSDevem ser efectuados em cada carro os ensaios a seguir, às cargas seguintes: Q1: Carga máxima à distância normalizada do centro de carga e à altura de elevação normalizada, se  for caso disso, em conformidade com as indicações que figuram na placa de capacidade. Q2: Carga máxima à distância normalizada do centro de carga e à altura máxima de elevação, em  conformidade com as indicações que figuram na placa de capacidade. Aquando da execução dos ensaios, o carro deve ser conduzido por uma pessoa competente que opere de  acordo com as indicações do fabricante, fornecidas em conformidade com a capítulo 11 do anexo I da  Directiva 86/663/CEE. Os ensaios podem ser executados de acordo com os processos descritos a seguir ou, na medida em que  tal seja praticável, podem ser simulados por métodos que exerçam um efeito equivalente e dêem em  substância os mesmos resultados. 3.1. Ensaio de mobilidade (rolagem e manobra)Este ensaio será efectuado sem carga para os tractores e à  carga Q1 para todos os outros tipos de carros. Deve ser aplicado o seguinte processo: 3.1.1. Tomar a carga de ensaio (se for caso disso) e elevá-la a cerca de 300 mm ou à elevação máxima se  esta for inferior a 300 mm, se for caso disso, inclinará para trás à altura máxima recomendada para  a rolagem pelo fabricante. 3.1.2. Rodar em marcha para a frente a velocidade reduzida, passar para marcha atrás, de seguida de novo  para marcha à frente para verificar que o mecanismo de inversão do sentido de marcha funciona  correctamente. Os sentidos de marcha devem ser feitos à velocidade recomendada pelo fabricante. 3.1.3. Conduzir o carro em marcha para a frente e marcha atrás, passando todas as velocidades até à  velocidade máxima e verificar que a passagem das velocidades e os travões de serviço funcionam nos  dois sentidos de marcha. 3.1.4. Efectuar várias viragens, rodando em marcha para a frente e em marcha atrás e, no caso de  empilhadores bidireccionais ou multidireccionais, nas duas direcções laterais a uma velocidade  igual a cerca de um terço da velocidade máxima e com um raio mínimo de viragem especificado pelo  fabricante. Verificar que a viragem se faz no sentido conveniente e se efectua de modo  satisfatório. 3.1.5. Depositar a carga no solo. 3.2. Ensaio de empilhamento (com exclusão dos carros não elevadores e dos carros de pequena altura de  elevação)Este ensaio deve ser efectuado com a carga Q2. Tomar a carga no solo, elevá-la à altura  máxima e, para os empilhadores, depositá-la sobre uma pilha ou num armário. De seguida, retomar a  carga e baixá-la até ao solo à velocidade máxima, fazendo várias paragens no decurso da descida.  Todas as funções do empilhador devem operar sem defeitos. 3.3. Ensaio de velocidade de descida máxima (com exclusão dos carros não elevadores e dos carros de  pequena altura de elevação)Estando o mastro vertical, controlar-se-á a velocidade de descida  máxima para as cargas Q1 e Q2, para verificar que não excede 0,6 m por segundo. Isto pode ser  determinado dividindo o comprimento total da descida, em metros, pelo tempo total, em segundos,  necessário para o percorrer. 3.4. Ensaio de fuga hidráulica (elevação e inclinação)Estando o mastro vertical, a carga Q1 deve ser  elevada a uma altura de 2,5 m, ou a carga Q2 à altura máxima, se esta for inferior a 2,50 m. Após 10 minutos, a carga não deverá ter descido mais de 100 mm, e o mastro não deverá ter-se  inclinado para a frente mais de 5°. Para os empilhadores que tenham uma inclinação para a frente  inferior a 5°, a velocidade de inclinação não deve exceder 1/2° por minuto. Para as necessidades  deste ensaio, o carro pode ser amarrado para evitar a capotagem. 4. INSPECCÇÃO APÓS ENSAIONa sequência desses ensaios, o carro será examinado para assegurar que não  apresenta defeitos.EWG:L111UMBP41.95FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: PUPA;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L111UMBO41 - 43854              MÉTODO N°. 13 MÉTODO DE MEDIÇÃO DA VISIBILIDADE PARA OS  CARROS AUTOMOTORES DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA: EMPILHADORES DE GARFOS EM CONSOLA1. OBJECTIVOA presente prescrição define um método que permite determinar se a visibilidade dos  empilhadores de garfos em consola é suficiente. Este método diz respeito à translação sem carga na  direcção dos braços dos garfos. 2. CAMPO DE APLICAÇÃOA presente prescrição aplica-se aos empilhadores de garfos em consola que  possuem todas as características seguintes: - posto de comando sentado, não elevável, face aos braços dos garfos, - carregamento frontal com mastro e braços dos garfos não retrácteis e sem translação lateral do  mastro, - sem transferidor lateral nem nenhum outro acessório, - de capacidade nominal não superior a 10 000 kg. 3. EQUIPAMENTO DE ENSAIO3.1. Dispositivo de iluminação. Contém uma fila horizontal de nove lâmpadas (de halogéneo de 55 watts  por exemplo), sendo a distância entre eixos de 37,5 mm. As lâmpadas são montadas simetricamente  sobre uma linha perpendicular à direcção de translação, situada a uma altura de 650 mm acima, e a  20 mm à frente, do ponto de referência do banco (ver figura 4). Todas as lâmpadas devem poder ser  apagadas com excepção das duas situadas a 37,5 mm de um lado e de outro do ponto de referência do  banco. As lâmpadas devem igualmente poder ser deslocadas horizontalmente até 170 mm para a frente  do ponto de referência do banco. Deve estar prevista uma máscara preta por trás da fila de  lâmpadas, com vista a obter sombras tão nítidas quanto possível sobre a superfície de ensaio (ver  figura 1). 3.2.Superfície de ensaio. Superfície plana vertical de cor clara dividida em quadrados de 100 mm de  lado, que vai do solo até 650 mm acima do ponto de referência do banco do empilhador e de largura  igual à do empilhador, aumentada de três metros (ver figura 2). 4. MONTAGEM EXPERIMENTALO ensaio deve ser feito sobre uma superfície sensivelmente horizontal. O  mastro deve estar praticamente vertical e, para cada empilhador, as superfícies superiores dos  braços dos garfos que suportam a carga devem ser colocadas de 100 a 300 mm acima do solo; o  fabricante indicará a altura à qual os ensaios devem ser efectuados. Essa altura será a mesma para  todos os ensaios e será precisada no relatório de ensaio. Os braços dos garfos devem ter um  comprimento de 1 200 mm e ser posicionados simetricamente sobre o avental porta-garfos do  empilhador, sendo o seu afastamento externo total tão próximo quanto possível de 800 mm para os  empilhadores com uma capacidade nominal compreendida entre 5 000 kg, ou de 1 100 mm para os  empilhadores com uma capacidade compreendida entre 5 000 kg e 10 000 kg. O banco e os comandos, se  forem reguláveis, devem ser colocados na direcção dos braços dos garfos, e tão próximo quanto  possível das suas posições centrais de regulação. A superfície de ensaio deve encontrar-se a 4  metros da face da frente do avental porta-garfos, ser perpendicular ao eixo longitudinal do  empilhador e simétrica em relação a esse eixo. O local de ensaio deve ser suficientemente escuro  para permitir patentear as sombras (ver figura 3). 5. TÉCNICA5.1. Processo de ensaio. Estando duas lâmpadas apenas iluminadas (ver 3.1.), observar a superfície de  ensaio correspondente à largura do empilhador mais 500 mm de cada lado até uma altura de 350 mm  acima do ponto de referência do banco. 5.2. Estando as nove lâmpadas iluminadas: 5.2.1. Observar toda a superfície de ensaio. 5.2.2. Observar as faces superiores dos garfos dos braços que suportam a carga. As lâmpadas podem ser  deslocadas até 170 mm para a frente do ponto de referência do banco (ver figura 1). 5.3. Nos três ensaios, registar as zonas de sombras escuras, por exemplo por escrito, por meio de  desenho ou por fotografia. Uma zona de sombra escura é na que não receber luz directa de qualquer  uma das lâmpadas. Todas as outras zonas são definidas como estando iluminadas. 6. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOSA visibilidade é satisfatória quando todas as condições a seguir forem  completamente satisfeitas: 6.1. Para o ensaio descrito no ponto 5.1, na zona situada entre as sombras escuras contíguas devidas aos  montantes verticais do mastro e aos elementos adjacentes (por exemplo, macacos e correntes): 6.1.1. Não deve haver mais de 50 % de sombra escura; 6.1.2. Entre as horizontais situadas 150 mm abaixo e 350 mm acima do ponto de referência do banco, não  deve haver sombra escura que reúna as sombras escuras devidas aos montantes verticais do mastro e  aos elementos adjacentes. 6.2. Para o ensaio descrito no ponto 5.2.1, não deve haver mais de 80 % de sombra escura em qualquer  superfície de 500 mm × 500 mm. As zonas iluminadas de menos de 50 mm de largura horizontal contam  como sombras escuras. 6.3. Para o ensaio descrito no ponto 5.2.2, basta que, na metade da frente de um único braço dos garfos,  25 % da superfície superior que suporta a carga estejam iluminados. EWG:L111UMBP42.93FF: 1UPO;   SETUP: 01;   Bediener: JUTT;   MC: P;   Pr.: C; Kunde: L111UMBP43                      >INÍCIO DE GRÁFICO><?aa8N>300       37,5        75Dispositivo de iluminação(suporte não representado)170Máximo650       20Ponto  dereferênciado bancoFigura 1>FIM DE GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>Largura do empilhador  + 3 000 mmSuperfície de ensaio    100100Níveldo soloPonto dereferênciado  banco+650 mmFigura 2>FIM DE GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>4 000Eixo do empilhadore  da superfície de ensaio<?aeBP><?aeNP><?aeTT1>      <?aeTT2><  <?aeTT3><?Ì>8 5 000 <?Ï>9 10 000 kg   <?aeTT4><?aeTA5Y0><?aeTS><?aeVC>  800<?aeTC>< <?aeTC>5 000 kgCapacidade inferiora 5 000 kg<?aeTB> <?aeTF8><?aeTB>1 100<?aeTH2Y4><?Ì>8 5 000 <?Ì>9 10 000 kgCapacidade <?aeFA-1>compreendidaentre 5 000  e 10 000 kg<?Þ><?aeTE>Dispositivo de iluminação(ver figura 1)Mastro em posiçãovertical1  200       100-300       SoloSuperfície de ensaio(ver figura 2)Figura 3>FIM DE  GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>Dispositivo de determinação do ponto de referência do  banco(Referência ISO 5353 - 1978)450       40       15A       A       B       B177        60       SIP       380Barra desuspensãodo peso165 R       75 R       23        215100 R       5 R       50       12 R       MadeiraSecção BB(Dimensões em  milímetros)>FIM DE GRÁFICO>>INÍCIO DE GRÁFICO>45°       75       100 RMassa total        65 kg       F = 100 N50       180       230       97100 R       25       40       130        23100 R       5 R       50       503       Madeira       5 R       100 R100 R        5 R       3       12 R       50Secção AAFigura 4<?aeFN4,><?aeIB9,><?aeRF><?aeIC>>FIM DE  GRÁFICO>