CELEX: 62008TB0202
Language: pt
Date: 2008-07-15 00:00:00
Title: Processo T-202/08 R: Despacho do presidente do Tribunal de Primeira Instância de 15 de Julho de 2008 — CLL Centres de langues/Comissão ( Pedido de medidas provisórias — Contratos públicos — Concurso público comunitário — Pedido de suspensão da execução e de medidas provisórias — Inexistência de fumus boni juris — Perda de uma oportunidade — Inexistência de prejuízo grave e irreparável — Inexistência de urgência )

27.9.2008   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 247/12
            
         Despacho do presidente do Tribunal de Primeira Instância de 15 de Julho de 2008 — CLL Centres de langues/Comissão
   (Processo T-202/08 R)
   («Pedido de medidas provisórias - Contratos públicos - Concurso público comunitário - Pedido de suspensão da execução e de medidas provisórias - Inexistência de fumus boni juris - Perda de uma oportunidade - Inexistência de prejuízo grave e irreparável - Inexistência de urgência»)
   (2008/C 247/24)
   Língua do processo: francês
   Partes
   
      Recorrente: Centre de langues à Louvain-la-Neuve e em Woluwe (CLL Centres de langues) (Louvain-la-Neuve, Bélgica) (representantes: F. Tulkens e V. Ost, Advogados)
   
      Recorrida: Comissão das Comunidades Europeias (representantes: N. Bambara e E. Manhhaeve, agentes, assistidos por P. Wytinck, advogado)
   Objecto do processo
   Pedido de medidas provisórias que se destina, no essencial, a permitir ao Centre de langues em Louvain-la-Neuve e em Woluwe (CLL Centres de langues) participar no concurso público ADMIN/D1/PR/2008/004, relativo ao contrato «Formações linguísticas para o pessoal das instituições, órgãos e agências da União Europeia (UE) implantados em Bruxelas» e a suspender a decisão de exclusão da Comissão até que o Tribunal de Primeira Instância se tenha pronunciado sobre o recurso de anulação desta decisão.
   Parte decisória
   
               1.
            
            
               O pedido de medidas provisórias é indeferido.
            
         
               2.
            
            
               Reserva-se para final a decisão quanto às despesas.