CELEX: 42006X1227(05)
Language: pt
Date: 2006-12-27 00:00:00
Title: Regulamento n. o 49 da Comissão Económica para a Europa da Organização das Nações Unidas (UN/ECE) — Prescrições uniformes relativas à homologação de veículos a motor de ignição por compressão (IPC) alimentados a gás natural (GN), bem como motores de ignição comandada (IC) alimentados a gás de petróleo liquefeito (GPL) e veículos equipados com motores IPC e GN, bem como motores IC alimentados a GPL, no que se refere às emissões de poluentes pelo motor

27.12.2006          PT                           Jornal Oficial da União Europeia                L 375/1
                                                                  I
                                 (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)
                         Regulamento n.º 49 da Comissão Económica para a Europa da
                      Organização das Nações Unidas (UN/ECE) — Prescrições uniformes
                    relativas à homologação de veículos a motor de ignição por compressão
                      (IPC) alimentados a gás natural (GN), bem como motores de ignição
                   comandada (IC) alimentados a gás de petróleo liquefeito (GPL) e veículos
                    equipados com motores IPC e GN, bem como motores IC alimentados a
                             GPL, no que se refere às emissões de poluentes pelo motor
                                                          3.ª Revisão
    Incorpora:
    Série 01 de alterações - Data de entrada em vigor: 14 de Maio de 1990
    Série 02 de alterações - Data de entrada em vigor: 30 de Dezembro de 1992
    Corrigenda 1 à série 02 de alterações nos termos da notificação de depósito
       C.N.232.1992.TREATIES-32, de 11 de Setembro de 1992
    Corrigenda 2 à série 02 de alterações nos termos da notificação de depósito
       C.N.353.1995.TREATIES-72, de 13 de Novembro de 1995
    Corrigenda 1 à revisão 2 (Errata - unicamente inglês)
    Suplemento 1 à série 02 de alterações - Data de entrada em vigor: 18 de Maio de 1996
    Suplemento 2 à série 02 de alterações - Data de entrada em vigor: 28 de Agosto de 1996
    Corrigenda 1 ao suplemento 1 da série 02 de alterações nos termos da notificação de depósito
       C.N.426.1997.TREATIES-96, de 21 de Novembro de 1997
    Corrigenda 2 ao suplemento 1 da série 02 de alterações nos termos da notificação de depósito
       C.N.272.1999.TREATIES-2, de 12 de Abril de 1999
    Corrigenda 1 ao suplemento 2 da série 02 de alterações nos termos da notificação de depósito
       C.N.271.1999.TREATIES-1, de 12 de Abril de 1999
    Série 03 de alterações - Data de entrada em vigor: 27 de Dezembro de 2001
    Série 04 de alterações - Data de entrada em vigor: 31 de Janeiro de 2003
 ---pagebreak--- L 375/2      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   1.       ÂMBITO DE APLICAÇÃO
            O presente regulamento é aplicável à emissão de gases e partículas poluentes por
            motores IPC e GN, bem como por motores IC alimentados a GPL, utilizados em
            veículos a motor cuja velocidade máxima, por projecto, exceda 25 km/h das categoria1/
            2/ M1 cuja massa total seja superior a 3,5 toneladas, M2, M3, N1, N2 e N3.
   2.       DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS
            Para efeitos do presente regulamento, entende-se por:
   2.1.      «ciclo de ensaios», uma sequência de pontos de ensaio, cada um com uma velocidade e
             um binário definidos, que devem ser seguidos pelo motor em condições de
             funcionamento em estado estacionário (ensaio ESC) ou transientes (ensaios ETC,
             ELR);
   2.2.      «homologação de um motor (família de motores)», a homologação de um tipo de
             motor (família de motores) no que diz respeito ao nível das emissões de gases e
             partículas poluentes;
   2.3.      «motor diesel», um motor que funciona de acordo com o princípio da ignição por
             compressão;
             «motor a gás», um motor que é alimentado a gás natural (GN) ou gás de petróleo
             liquefeito (GPL);
   2.4.      «tipo de motor», uma categoria de motores que não diferem entre si em aspectos
             essenciais tais como as características dos motores definidas no anexo 1 do presente
             regulamento;
   2.5.      «família de motores», o agrupamento pelo fabricante de motores que, através do
             respectivo projecto conforme definido no apêndice 2 do anexo I do presente
             regulamento, têm características de emissões de escape semelhantes; todos os
             membros da mesma família têm de cumprir os valores-limite de emissão aplicáveis;
   2.6.      «motor precursor», um motor seleccionado de uma família de motores de modo tal que
             as suas características em termos de emissões sejam representativas dessa família de
             motores;
   1/   Tal como definido no anexo 7 da Resolução consolidada sobre a construção
        de veículos (R.E.3) (documento TRANS/WP.29/78/Rev.1/Amend.2).
   2/   Os motores utilizados em veículos a motor das categorias N1, N2 e M2 não
        são homologados nos termos do presente regulamento, desde que o sejam nos
        termos do Regulamento n.º 83.
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/3
    2.7.      «gases poluentes», o monóxido de carbono, os hidrocarbonetos (supondo uma
              proporção CH1,85 para o combustível para motores diesel, CH2,525 para o GPL e a
              «mólecula» CH300,5 para os motores diesel a etanol), hidrocarbonetos não metânicos
              (supondo uma proporção de CH1,85 para o combustível destinado a motores diesel,
              CH2,525 para o GPL e CH2,93 para o GN), metano (supondo uma proporção CH4
              para o GN) e óxidos de azoto, estes últimos expressos em equivalentes de dióxido de
              azoto (NO2);
              «partículas poluentes», quaisquer matérias recolhidas num meio filtrante especificado,
              após diluição dos gases de escape com ar limpo filtrado até se obter uma temperatura
              não superior a 325 K (52°C);
    2.8.      «fumos», partículas suspensas na corrente de gases de escape de um motor diesel que
              absorvem, reflectem ou refractam a luz;
    2.9.      «potência útil», a potência em kW CEE obtida no banco de ensaios na extremidade da
              cambota, ou seu equivalente, medida de acordo com o método de medição de potência
              previsto no Regulamento n.º 24;
    2.10.  «potência máxima declarada (Pmax)», a potência máxima em kW CEE (potência útil)
           declarada pelo fabricante no seu pedido de homologação;
    2.11.  «carga em percentagem», a fracção do binário máximo disponível a um dado regime do
           motor;
    2.12.  «ensaio ESC», um ciclo de ensaios que consiste em 13 modos em estado estacionário, a
           aplicar de acordo com o ponto 5.2 do presente regulamento;
    2.13.  «ensaio ELR», um ciclo de ensaios que consiste numa sequência de patamares de carga a
           velocidades de motor constantes a aplicar de acordo com o ponto 5.2 do presente
           regulamento;
    2.14.  «ensaio ETC», um ciclo de ensaios que consiste em 1800 modos transientes
           segundo-a-segundo, a aplicar de acordo com o ponto 5.2 do presente regulamento;
    2.15.  «gama de velocidades de funcionamento do motor», a gama de velocidades mais
           frequentemente utilizada durante o funcionamento do motor, que está compreendida
           entre as velocidades baixa e elevada, conforme estabelecido no anexo 4 do presente
           regulamento;
    2.16.  «velocidade baixa (nloo)», a mais baixa velocidade do motor à qual ocorre 50 % da
           potência máxima declarada;
 ---pagebreak--- L 375/4     PT                        Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
   2.17. «velocidade elevada (nhi)», a mais elevada velocidade do motor à qual ocorre 50 % da
         potência máxima declarada;
   2.18. «velocidades A, B e C do motor», as velocidades de ensaio dentro da gama de
         velocidades de funcionamento do motor a utilizar para o ensaio ESC e o ensaio ELR,
         conforme estabelecido no apêndice 1 do anexo 4 do presente regulamento;
   2.19. «zona de controlo», a zona compreendida entre as velocidades A e C do motor e entre 25
         e 100 por cento da carga;
   2.20. «velocidade de referência (nref)», o valor de 100 % da velocidade a utilizar para
         desnormalizar os valores relativos da velocidade do ensaio ETC, conforme estabelecido
         no apêndice 2 do anexo 4 do presente regulamento;
   2.21. «opacímetro», um instrumento concebido para medir a opacidade das partículas de fumo
         através do princípio da extinção da luz;
   2.22. «gama de GN», uma das gamas, H ou L, definidas na Norma Europeia EN 437, de
         Novembro de 1993;
   2.23. «auto-adaptabilidade», qualquer dispositivo do motor que permita manter constante a
         proporção ar/combustível;
   2.24. «recalibração», uma afinação fina de um motor a GN de modo a ter o mesmo
         comportamento funcional (potência, consumo de combustível) numa gama diferente de
         gás natural;
   2.25.  «índice de Wobbe (inferior Wl, ou superior Wu)», a razão entre o poder calorífico de
          um gás por unidade de volume e a raiz quadrada da sua densidade relativa nas mesmas
          condições de referência:
                        W   =  H  gás   X      ρ  ar  / ρ gás
   2.26.  «λ-factor de desvio (Sλ)», uma expressão que descreve a flexibilidade exigida do
          sistema de gestão do motor relativamente a uma alteração do quociente λ de ar em
          excesso, se o motor for alimentado com um gás de composição diferente da do metano
          puro (ver o anexo 8 para o cálculo de Sλ);
   2.27.  «VEA», um Veículo Ecológico Avançado, ou seja, um veículo movido por um motor
          que respeita os valores-limite de emissão facultativos apresentados na linha C das
          tabelas constantes do ponto 5.2.1 do presente regulamento;
   2.28.  «dispositivo manipulador (defeat device)», qualquer dispositivo que meça, seja sensível
          ou responda a variáveis de funcionamento (por exemplo, velocidade do veículo,
          velocidade do motor, mudanças de velocidade, temperatura, pressão de admissão ou
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                       Jornal Oficial da União Europeia                             L 375/5
                qualquer outro parâmetro) e destinado a activar, modular, atrasar ou desactivar o
                funcionamento de qualquer parte ou função do sistema de controlo das emissões, de
                forma a reduzir a eficácia desse sistema em circunstâncias que se verifiquem durante a
                utilização normal do veículo, a menos que a utilização de tal dispositivo se encontre
                substancialmente incluída nos procedimentos de ensaio de certificação das emissões;
    2.29.       «dispositivo de controlo auxiliar», qualquer sistema, função ou estratégia de controlo
                instalada num motor ou num veículo, utilizado para proteger o motor e/ou seu
                equipamento auxiliar no que se refere a condições de funcionamento que possam
                provocar dano ou avarias ou para facilitar o arranque do motor; um dispositivo de
                controlo auxiliar também pode ser uma estratégia ou medida que tenha demonstrado
                satisfatoriamente não ser um dispositivo manipulador;
    2.30.       «estratégia pouco razoável de controlo das emissões», estratégia ou medida que, em
                condições normais de funcionamento do veículo, reduz a eficácia do sistema de controlo
                das emissões a um nível abaixo do prévisto nos procedimentos aplicáveis de ensaio das
                emissões.
                             Figura 1: Definições específicas dos ciclos de ensaio
    Legenda da Figura 1
    EN                 PT
    Net power          Potência útil
    Control area       Zona de controlo
    Of Pmax            Da potência máxima
    Engine speed       Velocidade do motor
 ---pagebreak--- L 375/6    PT                      Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
   2.31.   Símbolos e abreviaturas
   2.31.1. Símbolos dos parâmetros de ensaio
           Símbolo     Unidade             Descrição
           AP          m²                  Área da secção transversal da sonda isocinética de
                                           recolha de amostras
           AT          m²                  Área da secção transversal do tubo de escape
           CEE           -                 Eficiência do etano
           CEM         -                   Eficiência do metano
           C1          -                   Hidrocarboneto com um átomo de carbono
                                           equivalente
           conc         ppm / vol%         Índice que denota a concentração
           D0           m³/s               Ordenada na origem da função de calibração da PDP
           DF           -                  Factor de diluição
           D            -                  Constante da função de Bessel
           E            -                  Constante da função de Bessel
           EZ           g/kWh              Valor interpolado das emissões de NOx do ponto de
                                           controlo
           fa           -                  Factor atmosférico do laboratório
           fc           s-1                Frequência de corte do filtro de Bessel
           FFH          -                  Factor específico do combustível para o cálculo da
                                           concentração em base húmida a partir da
                                           concentração em base seca
           FS           -                  Factor estequiométrico
           GAIRW        kg/h               Caudal mássico do ar de admissão em base húmida
           GAIRD        kg/h               Caudal mássico do ar de admissão em base seca
           GDILW        kg/h               Caudal mássico do ar de diluição em base húmida
           GEDFW        kg/h               Caudal mássico equivalente dos gases de escape
                                           diluídos em base húmida
           GEXHW        kg/h               Caudal mássico dos gases de escape em base húmida
           GFUEL        kg/h               Caudal mássico do combustível
           GTOTW        kg/h               Caudal mássico dos gases de escape diluídos em base
                                           húmida
           H            MJ/m³              Poder calorífico
           HREF         g/kg               Valor de referência da humidade absoluta (10,71g/kg)
           Ha           g/kg               Humidade absoluta do ar de admissão
           Hd           g/kg               Humidade aboluta do ar de diluição
           HTCRA        mol/mol            Razão hidrogénio/carbono
           I            -                  Índice que denota um modo individual
           K            -                  Constante de Bessel
 ---pagebreak--- 27.12.2006 PT               Jornal Oficial da União Europeia                             L 375/7
           Símbolo Unidade           Descrição
           K       m-1               Coeficiente de absorção da luz
           KH,D    -                 Factor de correcção da humidade para os NOx no que
                                     diz respeito aos motores diesel
           KH,G    -                 Factor de correcção da humidade para os NOx no que
                                     diz respeito aos motores a gás
           KV                        Função de calibração do CFV
           KW,a    -                 Factor de correcção base seca/base húmida para o ar
                                     de admissão
           KW,d    -                 Factor de correcção base seca/base húmida para o ar
                                     de diluição
           KW,e    -                 Factor de correcção base seca/base húmida para os
                                     gases de escape diluídos
           KW,r    -                 Factor de correcção base seca/base húmida para os
                                     gases de escape brutos
           L       %                 Percentagem de binário em relação ao binário
                                     máximo no que diz respeito ao motor de ensaio
           La      m                 Comprimento efectivo do percurso óptico
           M                         Declive da função de calibração da PDP
           Mass    g/h ou g          Índice que denota o caudal mássico das emissões
                                     (débito)
           MDIL    kg                Massa da amostra de ar de diluição que passa através
                                     dos filtros de recolha de partículas
           Md      mg                Massa da amostra de partículas do ar de diluição
                                     recolhido
           Mf      mg                Massa de amostra de partículas recolhida
           Mf,p    mg                Massa da amostra de partículas recolhida no filtro
                                     primário
           Mf,b    mg                Massa da amostra de partículas recolhida no filtro
                                     secundário
           MSAM    kg                Massa da amostra de gases de escape diluídos que
                                     passam através dos filtros de recolha de partículas
           MSEC    kg                Massa do ar de diluição secundária
           MTOTW   kg                Massa total das amostras recolhidas a volume
                                     constante (CVS) ao longo do ciclo em base húmida
           MTOTW,i kg                Massa instantânea das amostras recolhidas a volume
                                     constante (CVS) em base húmida
           N       %                 Opacidade
           NP      -                 Rotações totais da PDP ao longo do ciclo
           NP,i    -                 Rotações da PDP durante um dado intervalo de
                                     tempo
           n       min-1             Velocidade do motor
           nP      s-1               Velocidade da PDP
           nhi     min-1             Velocidade elevada do motor
           nlo     min-1             Velocidade baixa do motor
           nref    min-1             Velocidade de referência do motor para o ensaio ETC
 ---pagebreak--- L 375/8 PT              Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
        Símbolo Unidade         Descrição
        pa      kPa             Pressão do vapor de saturação do ar de admissão do
                                motor
        pA      kPa             Pressão absoluta
        pB      kPa             Pressão atmosférica total
        pd      kPa             Pressão do vapor de saturação do ar de diluição do
                                motor
        ps      kPa             Pressão atmosférica em seco
        p1      kPa             Depressão à entrada da bomba
        P(a)    kW              Potência absorvida pelos equipamentos auxiliares a
                                instalar para o ensaio
        P(b)    kW              Potência absorvida pelos equipamentos auxiliares a
                                remover para o ensaio
        P(n)    kW              Potência útil não corrigida
        P(m)    kW              Potência medida no banco de ensaios
        Ω       -               Constante de Bessel
        Qs      m³/s            Caudal volúmico das amostras recolhidas a volume
                                constante (CVS)
        q       -               Razão de diluição
        r       -               Relação entre as áreas das secções transversais da
                                sonda isocinética e do tubo de escape
        Ra      %               Humidade relativa do ar de admissão
        Rd      %               Humidade relativa do ar de diluição
        Rf      -               Factor de resposta do FID
        ρ       kg/m³           Densidade
        S       kW              Regulação do dinamómetro
        Si      m-1             Valor instantâneo dos fumos
        Sλ      -               Factor de desvio λ
        T       K               Temperatura absoluta
        Ta      K               Temperatura absoluta do ar de admissão
        t       s               Tempo de medida
        te      s               Tempo de resposta eléctrica
        tf      s               Tempo de resposta do filtro no que diz respeito à
                                função de Bessel
        tp      s               Tempo de resposta física
        ∆t      s               Intervalo de tempo entre dados sucessivos relativos
                                aos fumos (= 1/taxa de recolha)
        ∆ti     s               Intervalo de tempo para o caudal instantâneo no CFV
        τ       %               Transmitância dos fumos
        V0      m³/rot          Caudal volúmico da PDP em condições reais
        W       -               Índice de Wobbe
        Wact    kWh             Trabalho real do ciclo do ensaio ETC
        Wref    kWh             Trabalho do ciclo de referência do ETC
        WF      -               Factor de ponderação
        WFE     -               Factor de ponderação efectivo
        X0      m³/rot          Função de calibração do caudal volúmico da PDP
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/9
            Símbolo       Unidade              Descrição
             Yi           m-1                  Valor dos fumos obtido como média de Bessel em 1 s
    2.31.2.  Símbolos dos componentes químicos
             CH4              Metano
             C2H6             Etano
             C2H5OH           Etanol
             C3H8             Propano
             CO               Monóxido de carbono
             DOP              Ftalato de dioctilo
             CO2              Dióxido de carbono
             HC               Hidrocarbonetos
             NMHC             Hidrocarbonetos não metânicos
             NOx              Óxidos de azoto
             NO               Monóxido de azoto
             NO2              Dióxido de azoto
             PT               Partículas
    2.31.3.  Abreviaturas
             CFV             Venturi de escoamento crítico
             CLD             Detector quimioluminescente
             ELR             Ensaio europeu de resposta a uma carga
             ESC             Ciclo europeu de estado estacionário
             ETC             Ciclo transiente europeu
             FID             Detector de ionização de chama
             GC              Cromatógrafo de fase gasosa
             HCLD            Detector quimioluminescente aquecido
             HFID            Detector aquecido de ionização por chama
             GPL             Gás de petróleo liquefeito
             NDIR            Analisador não dispersivo de infra-vermelhos
             GN              Gás natural
             NMC             Separador de hidrocarbonetos não metânicos
    3.      PEDIDO DE HOMOLOGAÇÃO
    3.1.    Pedido de homologação para um tipo de motor enquanto unidade técnica autónoma
    3.1.1.  O pedido de homologação de um tipo de motor no que respeita ao nível das emissões
            de gases e de partículas poluentes é apresentado pelo fabricante do motor ou pelo seu
            mandatário devidamente credenciado.
 ---pagebreak--- L 375/10      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   3.1.2.    O pedido é acompanhado dos documentos necessários, em triplicado. Incluirá, pelo
             menos, as características essenciais do motor, nos termos do anexo 1 do presente
             regulamento.
   3.1.3.    Deve ser apresentado ao serviço técnico encarregado dos ensaios de homologação
             definidos no ponto 5 um motor conforme às características do «tipo de motor» descritas
             no anexo 1.
   3.2.      Pedido de homologação para um modelo de veículo no que respeita ao motor
   3.2.1.    O pedido de homologação de um modelo de veículo no que respeita à emissão de gases
             e de partículas poluentes pelo motor é apresentado pelo fabricante do veículo ou pelo
             seu mandatário devidamente credenciado.
   3.2.2.    O pedido é acompanhado dos documentos necessários, em triplicado. Incluirá pelo
             menos o seguinte:
   3.2.2.1.  características essenciais do motor, nos termos do anexo 1;
   3.2.2.2.  descrição dos componentes relacionados com o motor, nos termos do anexo 1;
   3.2.2.3.  cópia do formulário de comunicação de homologação (anexo 2A) para o tipo de motor
             instalado.
   3.3.     Pedido de homologação para um modelo de veículo com um motor homologado
   3.3.1.   O pedido de homologação de um veículo no que diz respeito à emissão de gases e
            partículas poluentes pelo motor ou família de motores diesel homologados e no que diz
            respeito ao nível das emissões de gases poluentes pelo motor ou família de motores a
            gás homologado é apresentado pelo fabricante do veículo ou pelo seu mandatário
            devidamente credenciado.
   3.3.2.   Deve ser acompanhado dos documentos necessários, em triplicado, e das seguintes
            indicações:
   3.3.2.1. descrição do modelo de veículo e das peças do veículo relacionadas com o motor,
            incluindo os elementos referidos no anexo 1, conforme aplicável, e uma cópia do
            formulário de comunicação de homologação (anexo 2A) do motor ou família de
            motores, se aplicável, enquanto unidade técnica autónoma, que está instalado no modelo
            de veículo.
   4.        HOMOLOGAÇÃO
   4.1.      Homologação de um combustível universal
             A homologação de um combustível universal é concedida sem prejuízo dos seguintes
             requisitos:
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                        Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/11
    4.1.1.   combustível para motores diesel: se, nos termos dos pontos 3.1, 3.2. ou 3.3 do presente
             regulamento, o motor ou o veículo cumprir os requisitos previstos nos pontos 5, 6 e 7
             infra no que respeita ao combustível de referência mencionado no anexo 5 do presente
             regulamento, a homologação deve ser concedida a esse tipo de motor ou veículo;
    4.1.2.   no caso do gás natural, o motor precursor deve demonstrar a sua capacidade de se
             adaptar a qualquer composição do combustível que se possa encontrar no mercado; no
             caso do gás natural, há geralmente dois tipos de combustíveis, o combustível de poder
             calorífico elevado (gás H) e o combustível de poder calorífico baixo (gás L), mas com
             uma dispersão significativa em ambas as gamas; diferem de modo significativo quanto
             ao seu conteúdo energético expresso pelo índice de Wobbe e pelo seu factor de desvio λ
             (Sλ). As fórmulas para os cálculos do índice de Wobbe e do Sλ são apresentadas nos
             pontos 2.25 e 2.26. Os gases naturais com um factor de desvio λ compreendido entre
             0,89 e 1,08 (0,89 ≤ Sλ ≤ 1,08) são considerados como pertencendo à gama H, enquanto
             os gases naturais com um factor de desvio λ compreendido entre 1,08 e 1,19
             (1,08 ≤ Sλ ≤ 1,19) são considerados como pertencendo à gama L. A composição dos
             combustíveis de referência reflecte as variações destes parâmetros.
             O motor precursor deve satisfazer os requisitos do presente regulamento com os
             combustíveis de referência GR (combustível 1) e G25 (combustível 2), conforme
             especificados no anexo 6, sem qualquer reajustamento da alimentação de combustível
             entre os dois ensaios. Todavia, é permitida uma passagem de adaptação ao longo de um
             ciclo ETC sem medida após a mudança do combustível. Antes do ensaio, o motor
             precursor deve ser rodado utilizando o método indicado no ponto 3 do apêndice 2 do
             anexo 4.
    4.1.2.1. A pedido do fabricante, o motor pode ser ensaiado com um terceiro combustível
             (combustível 3) se o factor de desvio λ (Sλ) estiver compreendido entre 0,89 (ou seja, a
             gama inferior do GR) e 1,19 (ou seja, a gama superior do G25), por exemplo quando o
             combustível 3 for um combustível do mercado. Os resultados deste ensaio podem ser
             utilizados como base para a avaliação da conformidade da produção.
    4.1.3.   No caso de um motor alimentado a gás natural que seja auto-adaptativo para a gama dos
             gases H, por um lado, e a gama dos gases L, por outro, e que muda da gama H para a
             gama L e vice-versa através de um comutador, o motor precursor deve ser ensaiado em
             cada posição do comutador com o combustível de referência pertinente para cada uma
             das posições, tal como especificado no anexo 6 para cada gama. Para os gases da gama
             H, os combustíveis são o GR (combustível 1) e o G23 (combustível 3) e para os gases
             da gama, o G25 (combustível 2) e o G23 (combustível 3). O motor precursor deve
             satisfazer os requisitos do presente regulamento em ambas as posições do comutador
             sem qualquer reajustamento da alimentação de combustível entre os dois ensaios em
             cada posição do comutador. Todavia, é permitida uma passagem de adaptação ao longo
             de um ciclo ETC sem medida após a mudança do combustível. Antes do ensaio, o motor
             precursor deve ser rodado utilizando o método indicado no ponto 3 do apêndice 2 do
             anexo 4.
 ---pagebreak--- L 375/12      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
   4.1.3.1. A pedido do fabricante, o motor pode ser ensaiado com um terceiro combustível em vez
            do G23 (combustível 3) se o factor de desvio λ (Sλ) estiver compreendido entre 0,89 (ou
            seja, a gama inferior do GR) e 1,19 (ou seja, a gama superior do G25), por exemplo
            quando o combustível 3 for um combustível do mercado. Os resultados deste ensaio
            podem ser utilizados como base para a avaliação da conformidade da produção.
   4.1.4.    No caso dos motores a gás natural, determina-se a relação dos resultados das emissões
             «r» para cada poluente do seguinte modo:
                             resultado emissões combustível referência 2
                         r=
                             resultado emissões combustível referência 1
                ou
                              resultado emissões combustíve l referência 2
                         ra =
                              resultado emissões combustíve l referência 3
                e
                              resultado emissões combustível referência 1
                         rb =
                              resultado emissões combustível referência 3
   4.1.5.    No caso do GPL, o motor precursor deve demonstrar a sua capacidade de se adaptar a
             qualquer composição do combustível que possa ocorrer no mercado. No caso do GPL,
             há variações da composição C3/C4. Estas variações reflectem-se nos combustíveis de
             referência. O motor precursor deve satisfazer os requisitos das emissões com os
             combustíveis de referência A e B especificados no anexo 7 sem qualquer reajustamento
             da alimentação de combustível entre os dois ensaios. Todavia, é permitida uma
             passagem de adaptação ao longo de um ciclo ETC sem medida após a mudança do
             combustível. Antes do ensaio, o motor precursor deve ser rodado utilizando o método
             indicado no ponto 3 do apêndice 2 do anexo 4.
   4.1.5.1.  Determina-se a relação dos resultados das emissões «r» para cada poluente do seguinte
             modo:
                           resultado e missão c ombustível referência B
                       r=
                           resultado e missão c ombustível referência A
   4.2.      Concessão de uma homologação para uma gama de combustíveis restrita
             A homologação de gama de combustíveis restrita é concedida sem prejuízo dos
             seguintes requisitos:
   4.2.1.    Homologação no que diz respeito às emissões de escape de um motor que funciona
             com gás natural e preparado para funcionar quer com a gama de gases H quer com a
             gama de gases L.
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/13
              Ensaia-se o motor precursor com o combustível de referência relevante conforme
              especificado no anexo 6 para a gama relevante. Os combustíveis são o GR
              (combustível 1) e o G23 (combustível 3) para os gases da gama H, e o G25
              (combustível 2) e o G23 (combustível 3) para a gama L de gases. O motor precursor
              deve satisfazer os requisitos do presente regulamento sem qualquer reajustamento da
              alimentação de combustível entre os dois ensaios. Todavia, é permitida uma passagem
              de adaptação ao longo de um ciclo ETC sem medida após a mudança do combustível.
              Antes do ensaio, o motor precursor deve ser rodado utilizando o método indicado no
              ponto 3 do apêndice 2 do anexo 4.
    4.2.1.1. A pedido do fabricante, o motor pode ser ensaiado com um terceiro combustível em vez
             do G23 (combustível 3) se o factor de desvio λ (Sλ) estiver compreendido entre 0,89 (ou
             seja, a gama inferior do GR) e 1,19 (ou seja, a gama superior do G25), por exemplo
             quando o combustível 3 for um combustível do mercado. Os resultados deste ensaio
             podem ser utilizados como base para a avaliação da conformidade da produção.
    4.2.1.2. Determina-se a relação dos resultados das emissões «r» para cada poluente do seguinte
             modo:
                                   resultado emissão combustível referência 2
                               r=
                                   resultado emissão combustível referência 1
                  ou
                                   resultado emissão combustível referência 2
                              ra =
                  e                resultado emissão combustível referência 3
                                    resultado emissão combustível referência 1
                               rb =
                                    resultado emissão combustível referência 3
    4.2.1.3.  Antes da entrega ao cliente, o motor deve ostentar uma etiqueta (ver ponto 4.11),
              indicando a gama de gases para a qual o motor foi homologado.
    4.2.2.    Homologação no que diz respeito às emissões de escape de um motor a gás natural ou
              GPL preparado para funcionar com um combustível de composição específica.
    4.2.2.1.  O motor precursor deve satisfazer os requisitos das emissões com os combustíveis de
              referência GR e G25 no caso do gás natural, ou os combustíveis de referência A e B no
              caso do GPL, conforme especificado no anexo 7.
              Entre os ensaios, admite-se a afinação fina do sistema de alimentação de combustível.
              Essa afinação fina consistirá numa recalibração da base de dados do sistema de
              alimentação de combustível, sem qualquer alteração quer da estratégia básica de
              controlo quer da estrutura básica da base de dados. Se necessário, admite-se a troca de
              peças directamente relacionadas com o débito do combustível (tais como os bicos dos
 ---pagebreak--- L 375/14     PT                      Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
            injectores).
   4.2.2.2. A pedido do fabricante, o motor pode ser ensaiado com os combustíveis de referência
            GR e GR23 ou com os combustíveis de referência G25 e G23, caso em que a
            homologação só é válida para a gama H ou a gama L dos gases, respectivamente.
   4.2.2.3. Quando da entrega ao cliente, o motor deve ostentar uma etiqueta (ver ponto 4.11),
            indicando a composição do combustível para a qual o motor foi homologado.
 ---pagebreak--- L 375/15
                                                                                                   91,1 – 98,0
                                                                                              = λS es ,32G ed
                                           L amag a arap                                  zev me )3( odacrem
                                                                                               od levítsubmoc
                                   )odacrem .bmoc uo 32G(3 .bmoc
                                                                   = ar
                                                                                2                     mu moc                                                                                                                  L
                                           )52G(2 .bmoc                                       odatset res edop                                                                                                     amag ad ság uo H amag
                                                                          H amag a arap 2 rotom o ,etnacirbaf                                                                                                        ad ság moc ranoicnuf
                                                uo                             uo                  od odidep a                                                                                                        arap odaraperp NG
                                           H amag a arap                  H amag a arap 2        L arap                                                                                                             rotoM 1.2.4 otnop reV
                                   )odacrem .moc oo 32G(3 .bmoc                            )3( 32G e )2( RG
                                                                   = br                            uo
                                            )RG( 1.bmoc
                                                                                                H arap
                                                                                           )3( 32G e )1( RG
                                                                                                                                                                                                    91,1
                                                                                                                                                                                          – 98,0 = λS es ,32G ed
                                                                                                                    )odacrem .bmoc uo 32G(3 .bmoc                                4         zev me )3( odacrem
                                                                                                                                                                                            od levítsubmoc mu
Jornal Oficial da União Europeia
                                                                                                                                                          = ar
                                                                                                                              )52G(2 .bmoc
                                                                                                                                                                            rodatumoc      moc odatset res edop     rodatumoc etnaidem
                                                                                                                                                                           od etnaveler     rotom o ,etnacirbaf     ovitatpada-otua é NG
                                                                                                                                      e                                                         od odidep a
                                                                                                                                                                            oãçisop an                             rotoM 3.1.4 otnop reV
                                                                                                                 )odacrem    .bmoc uo 32G( 3 .bmoc
                                                                                                                                                                         L amag a arap 2             L
                                                                                                                                                                 = br
                                                                                                                            )RG(    l.bmoc                              e H amag a arap 2 arap )3( 32G e )2( RG
                                                                                                                                                                                                     e
                                                                                                                                                                                                     H
                                                                                                                                                                                          arap )3( 32G e )1( RG
                                                                                                                    )odacrem .bmoc uo 32G( 3 .bmoc
                                                                                                                               )RG( 1 .bmoc
                                                                                                                                                      = br                                  91,1 – 98,0 = λS es
                                                                                                                                      e                                                             ,)3(
                                                                                                                        )odacrem .bmoc(3 .bmoc                              ).xám 3(       ratnemelpus odacrem        levítsubmoc
                                                                                                                                                   = ar                                     od levítsubmoc mu od oãçisopmoc reuqlauq
                                                                                                                              )52G(2 .bmoc
                                                                                                                                                                               2           moc odatset res edop     a levátpada NG
                                                                                                                                                                                            rotom o ,etnacirbaf rotoM 2.1.4 otnop reV
                                                                                                                 ratnemelpus levítsubmoc mu moc odaiasne es ,e                                  od odidep a
                                                                                                                              )RG( 1 .bmoc
                                                                                                                                              =r
                                                                                                                                                                                             )2( 52G e )1( RG
                                                                                                                             )52RG( 2 .bmoc
                                                                                           atirtser sie
                                                                                           vítsubmoc
                                                                                                    ed
                                                                              soiasne      amag amu                                                                         soiasne
                                              »r« ed olucláC                ed oremúN        arap oãç                            »r« ed olucláC                           ed oremúN              lasrevinu
  PT                                                                                        agolomoh                                                                                         levítsubmoc mu
                                                                                               amu ed                                                                                       arap oãçagolomoh
                                                                                           oãssecnoC                                                                                        amu ed oãssecnoC
                                                                                                2.4 otnoP                                                                                        1.4 otnoP
27.12.2006
                                                                                HOMOLOGAÇÃO DE MOTORES ALIMENTADOS A GÁS NATURAL
 ---pagebreak--- 27.12.2006
Jornal Oficial da União Europeia
                                                            L arap
                                                      )3( 32G e )2( RG
                                                              uo
                                         2                 H arap
                                                      )3( 32G e )1( RG
                                   H amag a arap 2           moc               levítsubmoc ed
                                        uo             odatset res edop    acifícepse oãçisopmoc
  PT
                                   H amag a arap 2   rotom o ,etnacirbaf     amu moc ranoicnuf
                                        uo               od odidep a           arap odaraperp
                                         2                                 rotoM 2.2.4 otnop reV
                                                            setset
                                                     so ertne aditimrep
                                                        anif oãçanifa
L 375/16
                                                     )2( 52G e )1( RG
 ---pagebreak---                                           LPG A SODATNEMILA SEROTOM ED OÃÇAGOLOMOH                                        27.12.2006
                       Ponto 4.1                                                  Ponto 4.2
                    Concessão de uma        Número de                         Concessão de uma     Número de Cálculo de   PT
                                                         Cálculo de «r»
                  homologação para um        ensaios                      homologação a uma gama de ensaios     «r»
                  combustível universal                                      combustíveis restrita
     Ver
  ponto 4.1.5
  Motor GPL
  adaptável a     Combustível A e B             2               B bmoc
                                                           =r
   qualquer                                                     A bmoc
composição do
 combustível
      Ver
   ponto 4.2.2
   Motor GPL                                                                  Combustível A e B:
 preparado para                                                           afinação fina permitida entre
                                                                                                                          Jornal Oficial da União Europeia
                                                                                                          2
 funcionar com                                                                      os testes
uma composição
  específica de
  combustível
                                                                                                                "
                                                                                                                          L 375/17
 ---pagebreak--- L 375/18   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
   4.3.   Homologação de um membro de uma família de motores no que diz respeito às
          emissões de escape
   4.3.1. Com a excepção do caso mencionado no ponto 4.3.2, a homologação de um motor
          precursor é extensiva a todos os membros da família, sem mais ensaios, para qualquer
          composição do combustível dentro da gama para a qual o motor precursor foi
          homologado (no caso dos motores descritos no ponto 4.2.2) ou para a mesma gama de
          combustíveis (no caso dos motores descritos nos pontos 4.1 ou 4.2) para a qual o motor
          precursor foi homologado.
   4.3.2. Segundo motor de ensaio
          No caso de um pedido de homologação de um motor ou de um veículo em relação ao
          seu motor, pertencendo o motor a uma família de motores, se as autoridades
          homologadoras determinarem que, em relação ao motor precursor seleccionado, o
          pedido apresentado não representa totalmente a família de motores definida no
          apêndice 1 do regulamento, as autoridades homologadoras podem seleccionar para
          ensaio um motor de ensaio de referência alternativo e, se necessário, outro motor.
   4.4.   A cada modelo homologado é atribuído um número de homologação. Os dois
          primeiros algarismos (actualmente 04, correspondendo à série 04 de alterações)
          indicam a série de alterações que incorpora as principais e mais recentes alterações
          técnicas ao regulamento à data da homologação. A mesma parte contratante não pode
          atribuir o mesmo número a outro tipo de motor ou família de motores.
   4.5.   A concessão, extensão, recusa ou revogação de uma homologação, bem como a
          interrupção definitiva da produção de um modelo de veículo, nos termos do presente
          regulamento, devem ser notificadas às Partes no Acordo de 1958 que apliquem o
          presente regulamento, mediante um formulário conforme com o modelo constante dos
          anexos 2A ou 2B do presente regulamento. Os valores medidos durante o ensaio de
          homologação também devem ser indicados.
   4.6.   A cada um dos motores conforme ao tipo homologado nos termos do presente
          regulamento deve ser afixada de forma bem visível, num local facilmente acessível
          indicado no formulário de homologação, uma marca internacional de homologação
          constituída por:
 ---pagebreak--- 27.12.2006         PT                            Jornal Oficial da União Europeia                                         L 375/19
    4.6.1.        um círculo envolvendo a letra «E», seguida do número distintivo do país que concedeu
                  a homologação 3/
    4.6.2.        o número do presente regulamento, seguido da letra «R», de um travessão e do número
                  de homologação, à direita do círculo previsto no ponto 4.4.1.
    4.6.3.        No entanto, a marca de homologação tem de incluir um carácter adicional após a letra
                  «R», cuja finalidade é distinguir os valores-limite de emissão para os quais a
                  homologação foi concedida. No caso das homologações emitidas para indicar o
                  cumprimento dos limites previstos na linha A da(s) tabela(s) do ponto 5.2.1, a letra «R»
                  é seguida do número romano «I». No caso das homologações emitidas para indicar o
                  cumprimento dos limites previstos na linha B1 da(s) tabela(s) pertinentes do ponto
                  5.2.1, a letra «R» é seguida do número romano «II». No caso das homologações
                  emitidas para indicar o cumprimento dos limites previstos na linha B2 da(s) tabela(s)
                  pertinentes do ponto 5.2.1, a letra «R» é seguida do número romano «III». No caso das
                  homologações emitidas para indicar o cumprimento dos limites previstos na linha C
                  da(s) tabela(s) pertinentes do ponto 5.2.1, a letra «R» é seguida do número romano
                  «IV».
    4.6.3.1.      No caso dos motores alimentados a GN, a marca de homologação tem de incluir um
                  sufixo após o símbolo nacional, cuja finalidade é distinguir a gama de gases para a qual
                  a homologação foi concedida. Esta marca é a seguinte:
    4.6.3.1.1.    H, no caso de o motor estar homologado e calibrado para gases da gama H;
    4.6.3.1.2.    L, no caso de o motor estar homologado e calibrado para gases da gama L;
    4.6.3.1.3.    HL, no caso de o motor estar homologado e calibrado para gases de ambas as gamas H
                  e L;
    3/      1 para a Alemanha, 2 para a França, 3 para a Itália, 4 para os Países Baixos, 5 para a Suécia, 6 para a Bélgica,
            7 para a Hungria, 8 para a República Checa, 9 para a Espanha, 10 para a Sérvia, 11 para o Reino Unido, 12
            para a Áustria, 13 para o Luxemburgo,14 para a Suiça, 15 (não utilizado), 16 para a Noruega, 17 para a
            Finlândia, 18 para a Dinamarca, 19 para a Roménia, 20 para a Polónia, 21 para Portugal, 22 para a Federação
            da Rússia, 23 para a Grécia, 24 para a Irlanda, 25 para a Croácia, 26 para a Eslovénia, 27 para a Eslováquia, 28
            para a Bielorrússia, 29 para a Estónia, 30 (não utilizado), 31 para a Bósnia-Herzegovina, 32 para a Letónia, 33
            (não utilizado), 34 para a Bulgária, 35 (não utilizado), 36 para a Lituânia, 37 para a Turquia, 38 (não utilizado),
            39 para o Azerbeijão, 40 para a Ex-República Jugoslava da Macedónia, 41 (não utilizado), 42 para a
            Comunidade Europeia (homologações emitidas pelos Estados-Membros utilizando os respectivos símbolos
            ECE), 43 para o Japão, 44 (não utilizado), 45 para a Austrália, 46 para a Ucrânia e 47 para a África do Sul, 48
            para a Nova Zelândia, 49 para Chipre, 50 para Malta e 51 para a República da Coreia. Os números seguintes
            serão atribuídos a outros países pela ordem cronológica da sua ratificação ou adesão ao Acordo relativo à
            adopção de prescrições técnicas uniformes aplicáveis aos veículos de rodas, aos equipamentos e às peças
            susceptíveis de serem montados ou utilizados num veículo de rodas e às condições de reconhecimento
            recíproco das homologações emitidas em conformidade com essas prescrições; os números assim atribuídos
            serão comunicados pelo Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas às partes contratantes.
 ---pagebreak--- L 375/20       PT                      Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   4.6.3.1.4. Ht, no caso de o motor estar homologado e calibrado para uma composição específica
              de gás da gama H e ser transformável para outro gás específico da gama H por afinação
              fina da alimentação de combustível do motor;
   4.6.3.1.5. Lt, no caso de o motor estar homologado e calibrado para uma composição específica
              de gás da gama L e ser transformável para outro gás específico da gama L por afinação
              fina da alimentação de combustível do motor;
   4.6.3.1.6. HLt, no caso de o motor estar homologado e calibrado para uma composição específica
              de gás quer da gama H quer da gama L e ser transformável para outro gás específico,
              quer da gama H quer da gama L, por afinação fina da alimentação de combustível do
              motor.
   4.7.       Se o veículo ou o motor for conforme a um modelo homologado nos termos de um ou
              mais dos regulamentos anexados ao Acordo no país que concedeu a homologação nos
              termos do presente regulamento, o símbolo previsto no ponto 4.6.1 não tem de ser
              repetido. Neste caso, os números de regulamento e de homologação e os símbolos
              adicionais de todos os regulamentos ao abrigo dos quais a homologação é concedida em
              aplicação do presente regulamento devem ser dispostos em colunas situadas à direita do
              símbolo previsto no ponto 4.6.1.
   4.8.       A marca de homologação deve ser colocada sobre a chapa de identificação afixada pelo
              fabricante ao tipo homologado, ou na sua proximidade.
   4.9.       O anexo 3 do presente regulamento dá exemplos relativos à disposição das marcas de
              homologação.
   4.10.      Para além da marca homologada, o motor homologado como unidade técnica deve
              ostentar:
   4.10.1.    a marca registada ou a designação comercial do fabricante do motor;
   4.10.2.    a descrição comercial do fabricante.
   4.11.      Etiquetas
              No caso dos motores a GN e GPL com uma homologação restrita em termos da gama
              de combustíveis, aplicam-se as seguintes etiquetas:
   4.11.1.    Conteúdo
              Devem ser dadas as seguintes informações.
              No caso do ponto 4.2.1.3, a etiqueta deve indicar «A UTILIZAR APENAS COM GÁS
              NATURAL DA GAMA H». Se aplicável, o «H» é substituído por «L».
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/21
            No caso do ponto 4.2.2.3, a etiqueta deve indicar «UTILIZAR APENAS COM GÁS
            NATURAL COM A ESPECIFICAÇÃO...» ou « UTILIZAR APENAS COM GÁS DE
            PETRÓLEO LIQUEFEITO COM A ESPECIFICAÇÃO...», conforme aplicável. Todas
            as informações contidas na(s) tabelas(s) adequada(s) dos anexos 6 ou 7 devem ser
            dadas com os constituintes e limites individuais especificados pelo fabricante do motor.
            As letras e algarismos devem ter pelo menos 4 mm de altura.
            Nota:
            Se, por falta de espaço, não for possível apresentar estas informações, poderá ser
            utilizado um código simplificado. Neste caso, devem estar facilmente acessíveis, a
            qualquer pessoa que esteja a encher o depósito de combustível ou a efectuar operações
            de manutenção ou reparação do motor e dos seus acessórios, bem como às autoridades
            interessadas, notas explicativas com todas as informações acima referidas. A
            localização e o conteúdo dessas notas explicativas são determinados de comum acordo
            entre o fabricante e a autoridade de homologação.
    4.11.2. Propriedades
            As etiquetas devem durar a vida útil do motor. As etiquetas devem ser claramente
            legíveis e as suas letras e algarismos indeléveis. Além disso, as etiquetas devem ser
            fixadas de modo tal que a sua fixação dure a vida útil do motor, não podendo ser
            removidas sem serem destruídas.
    4.11.3. Colocação
            As etiquetas devem ser fixadas a uma peça do motor necessária para o seu
            funcionamento normal e que não tenha normalmente de ser substituída durante a vida
            do motor. Além disso, as etiquetas devem estar localizadas de modo a serem
            rapidamente visíveis após o motor estar completo com todas as peças auxiliares
            necessárias para o seu funcionamento.
    4.12.   No caso do pedido de homologação de um modelo de veículo no que diz respeito ao
            seu motor, a marcação especificada no ponto 4.11 deve ser também colocada próximo
            da abertura de abastecimento de combustível.
    4.13.   No caso do pedido de homologação CE de um modelo de veículo com um motor
            homologado, a marcação especificada no ponto 4.11 deve ser também colocada
            próximo da abertura de abastecimento de combustível.
 ---pagebreak--- L 375/22       PT                        Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   5.         ESPECIFICAÇÕES E ENSAIOS
   5.1.       Informações de carácter geral
   5.1.1.     Equipamento de controlo de emissões
   5.1.1.1.   Os componentes susceptíveis de afectar as emissões de gases e partículas poluentes dos
              motores diesel e as emissões de gases poluentes dos motores a gás devem ser
              concebidos, construídos, montados e instalados de forma a permitir que o motor
              satisfaça, em utilização normal, as disposições do presente regulamento.
   5.1.2.     Funções do equipamento de controlo das emissões
   5.1.2.1.   É proibida a utilização de dispositivos manipuladores e/ou de estratégias pouco
              razoáveis de controlo das emissões.
   5.1.2.2.   Um dispositivo de controlo auxiliar pode ser instalado num motor ou num veículo, na
              condição de esse dispositivo:
   5.1.2.2.1. funcionar apenas em condições que não as especificadas no ponto 5.1.2.4 ou
   5.1.2.2.2. só entrar em funcionamento temporariamente nas condições especificadas no ponto
              5.1.2.4 para proteger o motor contra danos, proteger o dispositivo de tratamento de ar,
              para gestão dos fumos, arranque a frio ou aquecimento ou
   5.1.2.2.3. só ser activado por sinais a bordo para fins como por exemplo a segurança do
              funcionamento e as estratégias de mobilidade mínima (limp-home).
   5.1.2.3.   Será autorizada a utilização de um dispositivo, função, sistema ou medida de controlo
              do motor que funcione nas condições especificadas no ponto 5.1.2.4 e que resulte na
              utilização de uma estratégia de controlo do motor diferente ou alterada em relação à
              normalmente utilizada durante os ciclos de ensaio de emissões se, em conformidade
              com os requisitos dos pontos 5.1.3 e/ou 5.1.4, ficar plenamente demonstrado que a
              medida não reduz a eficácia do sistema de controlo das emissões. Em todos os outros
              casos, tais dispositivos são considerados dispositivos manipuladores.
   5.1.2.4.   Para efeitos do ponto 5.1.2.2, as condições de utilização em situação estacionária e em
              condições transientes são:
                    i)       altitude não superior a 1.000 metros (ou pressão atmosférica equivalente a
                             90 kPa);
                    ii)      temperatura ambiente compreendida entre 283 e 303 K (10 a 30° C);
                    (iii)    temperatura do líquido de arrefecimento do motor compreendida entre 343 e
                             368 K (70 - 95° C).
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                        Jornal Oficial da União Europeia                             L 375/23
    5.1.3.   Disposições especiais para os sistemas electrónicos de controlo de emissões
    5.1.3.1. Requisitos em matéria de documentação
             O fabricante deve fornecer um dossiê informativo que permita aceder à concepção de
             base do sistema e aos meios através dos quais controla as variáveis, quer se trate de
             controlo directo ou indirecto.
             A documentação deve ser apresentada em duas partes:
                  a)        o conjunto de documentos a fornecer ao serviço técnico no momento de
                            entrega do pedido de homologação deve incluir uma descrição completa do
                            sistema; esta documentação pode ser sucinta, desde que comprove que
                            foram identificados todos os resultados permitidos por uma matriz obtida a
                            partir da gama de controlo dos dados de cada unidade; esta informação deve
                            ser apensa à documentação referida no ponto 3 do presente regulamento;
                  b)        material suplementar que apresente os parâmetros que foram alterados por
                            qualquer dispositivo de controlo auxiliar e as condições-limite em que
                            funciona o dispositivo; os elementos adicionais deverão incluir uma
                            descrição da lógica de controlo do sistema de combustível, das estratégias
                            de temporização e dos pontos de comutação durante todos os modos de
                            funcionamento;
                            o material suplementar deverá igualmente incluir a justificação da utilização
                            de qualquer dispositivo auxiliar de controlo, bem como material
                            suplementar e dados referentes aos ensaios que demonstrem o impacto sobre
                            as emissões de escape de qualquer dispositivo de controlo auxiliar instalado
                            no motor ou no veículo;
                            este material adicional deve permanecer estritamente confidencial, em posse
                            do fabricante, mas susceptível de ser consultado para fins de inspecção
                            aquando da homologação ou em qualquer altura durante o período de
                            validade da homologação.
    5.1.4.   Para verificar se determinadas estratégias ou medidas devem ser consideradas
             dispositivos manipuladores ou estratégias pouco razoáveis de controlo das emissões,
             em conformidade com as definições dos pontos 2.28 e 2.30, as autoridades
             homologadoras e/ou o serviço técnico podem solicitar um ensaio adicional de detecção
             dos NOX, utilizando o ensaio ETC que pode ser efectuado em conjugação quer com o
             ensaio de homologação quer com os procedimentos de verificação da conformidade da
             produção.
 ---pagebreak--- L 375/24     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   5.1.4.1. Como alternativa aos requisitos do apêndice 4 do anexo 4 do presente regulamento,
            para as emissões de NOX no decurso do ensaio ETC pode ser utilizada uma amostra de
            gases de escape brutos, devendo ser seguidas as prescrições técnicas da ISO FDIS
            16183, datada de 15 de Setembro de 2001.
   5.1.4.2. Ao verificar se determinadas estratégias ou medidas devem ser consideradas
            dispositivos manipuladores ou estratégicas pouco razoáveis de controlo das emissões,
            em conformidade com as definições dos pontos 2.28 e 2.30, aceita-se uma margem
            adicional de 10 %, em relação ao valor-limite adequado dos NOX.
   5.2.     Para homologação em conformidade com a linha A das tabelas constantes do ponto
            5.2.1, determinam-se as emissões com os ensaios ESC e ELR utilizando motores diesel
            convencionais, incluindo os munidos de equipamentos de injecção electrónica de
            combustível, recirculação dos gases de escape (EGR) e/ou catalisadores de oxidação.
            Os motores diesel equipados com sistemas avançados de pós-tratamento dos gases de
            escape, incluindo os catalisadores de eliminação dos NOX e/ou colectores de partículas
            devem ser sujeitos adicionalmente ao ensaio ETC.
            Para homologação em conformidade com as linhas B1, B2 ou C dos quadros da tabela
            5.2.1, determinam-se as emissões com os ensaios ESC, ELR e ETC.
            No que diz respeito aos motores a gás, as emissões gasosas são determinadas com o
            ensaio ETC.
            Os métodos de ensaio ESC e ELR estão descritos no apêndice 1 do anexo 4 e o método
            de ensaio ETC, nos apêndices 2 e 3 do anexo 4.
            A emissão de gases e de partículas poluentes pelo motor apresentado para ensaio deve
            ser medida, se pertinente, pelo método descrito no anexo 4. O apêndice 4 do anexo 4
            descreve os sistemas de análise para os gases poluentes e os sistemas de recolha de
            amostras de partículas recomendados. O serviço técnico pode aprovar outros sistemas
            ou analisadores se se verificar que produzem resultados equivalentes. Para um dado
            laboratório, define-se equivalência como o facto de os resultados dos ensaios não
            variarem mais de ± 5 % dos resultados do ensaio com um dos sistemas de referência
            descritos. No que respeita às emissões de partículas, apenas se reconhece como sistema
            de referência o sistema de diluição da totalidade do caudal. No que respeita à
            introdução de novos sistemas no âmbito do regulamento, a determinação de
            equivalência deve basear-se no cálculo da repetibilidade e da reprodutibilidade por
            intermédio de um ensaio interlaboratorial, tal como descrito na norma ISO 5725.
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                       Jornal Oficial da União Europeia                            L 375/25
    5.2.1.       Valores-limite
                 As massas específicas de monóxido de carbono, hidrocarbonetos totais, óxidos de azoto
                 e partículas, determinadas no ensaio ESC, e a opacidade dos fumos, determinada no
                 ensaio ELR, não devem exceder os valores indicados na tabela 1.
                 No que diz respeito aos motores diesel que são adicionalmente sujeitos ao ensaio ETC,
                 e especificamente no que diz respeito aos motores a gás, as massas específicas de
                 monóxido de carbono, hidrocarbonetos não metânicos, metano (quando aplicável),
                 óxidos de azoto e partículas (quando aplicável) não devem exceder os valores indicados
                 na tabela 2.
           Tabela 1         Valores-limite – ensaios ESC e ELR
                             Massa de         Massa de            Massa de      Massa de
                           monóxido de hidrocarbonetos            óxidos de     partículas
              Linha           carbono            (HC)                azoto         (PT)        Fumos
                                (CO)            g/kWh               (NOx)         g/kWh
                               g/kWh                                g/kWh                       m-1
            A (2000)             2,1              0,66                5,0          0,10         0,8
                                                                                   0,13(a)
           B1 (2005)             1,5              0,46                3,5          0,02          0,5
           B2 (2008)             1,5              0,46                2,0          0,02          0,5
            C (EEV)              1,5              0,25                2,0          0,02         0,15
           a)
                No que diz respeito aos motores de cilindrada unitária inferior a 0,75 dm3 e velocidade à
                potência nominal superior a 3000 min-1.
           Tabela 2         Valores-limite – ensaios ETC (b)
                                 Massa de         Massa de            Massa de Massa de     Massa de
                              Monóxido de Hidrocarbonetos metano               óxidos de    partículas
                 Linha           carbono       não metânicos                      azoto
                                   (CO)           (NMHC)              (CH4)(c)   (NOx)        (PT)(d)
                                  g/kWh             g/kWh              g/kWh    g/kWh        (g/kWh)
               A (2000)            5,45              0,78                1,6       5,0         0,16
                                                                                               0,21(a)
              B1 (2005)             4,0              0,55                1,1       3,5         0,03
              B2 (2008)             4,0              0,55                1,1       2,0         0,03
               C (EEV)              3,0              0,40               0,65       2,0         0,02
           a)
                No que diz respeito aos motores de cilindrada unitária inferior a 0,75 dm3 e velocidade à
                potência nominal superior a 3000 min-1.
           b)
                As condições de verificação da aceitabilidade dos ensaios ETC (ver ponto 3.9 do
 ---pagebreak--- L 375/26          PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
                apêndice 2 do anexo 4) na medição das emissões dos motores a gás, para ver se são
                respeitados os valores-limite aplicáveis indicados na linha A, serão reexaminadas e, se
                necessário, alteradas em conformidade com o procedimento previsto na Resolução
                Consolidada (R.E.3).
            c)
                Apenas no que diz respeito aos motores a gás natural.
            (d)
                Não é aplicável a motores alimentados a gás na linha A e nas linhas B1 e B2.
   5.2.2.        Medição dos hidrocarbonetos no que diz respeito aos motores diesel e a gás
   5.2.2.1.      Um fabricante pode escolher medir a massa de hidrocarbonetos totais (THC) com o
                 ensaio ETC em vez de medir a massa dos hidrocarbonetos não metânicos. Neste caso,
                 o limite para a massa de hidrocarbonetos totais é o mesmo que o indicado na tabela 2
                 para a massa de hidrocarbonetos não metânicos.
   5.2.3.        Requisitos específicos para os motores diesel
   5.2.3.1.      A massa específica dos óxidos de azoto medida nos pontos de ensaio aleatórios dentro
                 da zona de controlo do ensaio ESC não deve exceder em mais de 10 % os valores
                 interpolados a partir dos modos de ensaio adjacentes (ver pontos 4.6.2 e 4.6.3 do
                 apêndice 1 do anexo 4).
   5.2.3.2.      O valor dos fumos com a velocidade aleatória do ensaio ELR não deve exceder o valor
                 mais elevado dos fumos das duas velocidades de ensaio adjacentes em mais de 20 %,
                 ou em mais de 5 % do valor-limite, conforme o que for maior.
   6.            INSTALAÇÃO NO VEÍCULO
   6.1.          A instalação do motor no veículo deve obedecer às seguintes características em relação
                 à homologação do motor:
   6.1.1.        a depressão na admissão não deve exceder a especificada no anexo 2A para o motor
                 homologado;
   6.1.2.        a contrapressão de escape não deve exceder a especificada no anexo 2A para o motor
                 homologado;
   6.1.3.        a potência absorvida pelos equipamentos auxiliares necessários para o funcionamento
                 do motor não deve exceder a especificada no anexo 2A para o motor homologado.
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/27
    7.     FAMÍLIA DE MOTORES
    7.1.   Parâmetros que definem a família de motores
           A família de motores, conforme determinada pelo fabricante dos motores, pode ser
           definida através de características básicas que devem ser comuns aos motores dentro da
           família. Em alguns casos, poderá haver uma interacção dos parâmetros. Estes efeitos
           podem também ser tidos em consideração para assegurar que apenas os motores com
           características semelhantes de emissões de escape sejam incluídos numa família de
           motores.
           Para que os motores possam ser considerados como pertencendo à mesma família de
           motores, devem ser comuns os parâmetros básicos indicados na lista a seguir:
    7.1.1. Ciclo de combustão:
           – 2 ciclos;
           – 4 ciclos.
    7.1.2. Meio de arrefecimento:
           – ar;
           – água;
           – óleo.
    7.1.3. No que respeita aos motores a gás e aos motores com pós-tratamento:
           – número de cilindros
           (outros motores diesel com menos cilindros do que o motor precursor podem ser
           considerados como pertencendo à mesma família de motores desde que o sistema de
           alimentação de combustível forneça o combustível a cada cilindro individualmente).
    7.1.4. Cilindrada unitária:
           – os motores devem estar dentro de um intervalo de 15 %.
    7.1.5. Método de aspiração do ar:
           – normalmente aspirado;
           – sobrealimentado;
           – sobrealimentado com sistema de arrefecimento do ar de sobrealimentação.
 ---pagebreak--- L 375/28    PT                       Jornal Oficial da União Europeia 27.12.2006
   7.1.6.  Tipo/concepção da câmara de combustão:
           – câmara de pré-combustão;
           – câmara de turbulência;
           – câmara com circuito aberto.
   7.1.7.  Válvulas e janelas - configuração, dimensões e número:
           – cabeça dos cilindros;
           – parede do cilindro;
           – carter do motor.
   7.1.8.  Sistema de injecção de combustível (motores diesel):
           – injector com bomba;
           – bomba em linha;
           – bomba com distribuidor;
           – elemento único;
           – injector unitário.
   7.1.9.  Sistema de alimentação de combustível (motores a gás):
           – unidade misturadora;
           – indução/injecção de gás (ponto único, multiponto);
           – injecção de líquido (ponto único, multiponto).
   7.1.10. Sistema de ignição (motores a gás)
   7.1.11. Características várias:
           – recirculação dos gases de escape;
           – injecção/emulsão de água;
           – injecção de ar secundária;
           – sistema de arrefecimento do ar de sobrealimentação.
   7.1.12. Pós-tratamento dos gases de escape:
           – catalisador de 3 vias;
           – catalisador de oxidação;
           – catalisador de redução;
           – reactor térmico;
           – colector de partículas.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/29
    7.2.    Escolha do motor precursor
    7.2.1.  Motores diesel
            Selecciona-se o motor precursor da família utilizando o critério primário do débito de
            combustível mais elevado por curso à velocidade correspondente ao binário máximo
            declarado. No caso de dois ou mais motores satisfazerem este critério primário,
            selecciona-se o motor precursor utilizando o critério secundário do débito de
            combustível mais elevado por curso à velocidade nominal. Em certas circunstâncias, as
            autoridades de homologadoras podem concluir que o pior caso de emissões da família
            pode ser caracterizado do melhor modo através do ensaio de um segundo motor.
            Assim, as autoridades homologadoras podem seleccionar um motor adicional para o
            ensaio com base em características que indiquem que este pode ter o nível de emissões
            mais elevado dos motores da família.
            Se os motores de uma família possuírem outras características variáveis que possam ser
            consideradas como afectando as emissões de escape, essas características devem
            também ser identificadas e tidas em conta na selecção do motor precursor.
    7.2.2.  Motores a gás
            Selecciona-se o motor precursor da família utilizando o critério primário da cilindrada
            mais elevada. No caso de dois ou mais motores satisfazerem este critério primário,
            selecciona-se o motor precursor utilizando os critérios secundários na seguinte ordem:
            – débito de combustível mais elevado por curso à velocidade correspondente à potência
            nominal declarada;
            – regulação mais avançada da ignição;
            – taxa de recirculação dos gases de escape mais baixa;
            – inexistência de bomba de ar ou o mínimo caudal real de ar fornecido pela bomba.
            Em certas circunstâncias, as autoridades de homologadoras podem concluir que o pior
            caso de emissões da família pode ser caracterizado do melhor modo através do ensaio
            de um segundo motor. Assim, as autoridades de homologadoras podem seleccionar um
            motor adicional para o ensaio com base em características que indiquem que este pode
            ter o nível de emissões mais elevado dos motores da família.
    8.     CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
           Os procedimentos relativos ao controlo da conformidade da produção devem cumprir o
           estabelecido no apêndice 2 do Acordo (E/ECE/324-E/ECE/TRANS/505/Rev.2) e
           satisfazer os seguintes requisitos:
    8.1.   os motores ou veículos que ostentem a marca de homologação ao abrigo do presente
           regulamento devem ser conformes ao modelo ou tipo homologado no que se refere à
           descrição dada no certificado de homologação e seus anexos.
 ---pagebreak--- L 375/30      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   8.2.     Regra geral, a conformidade da produção no que respeita à limitação das emissões é
            verificada com base na descrição constante do formulário de comunicação e respectivos
            anexos.
   8.3.     Se houver que medir emissões de poluentes e a homologação do motor tiver sido
            objecto de uma ou mais extensões, efectuam-se os ensaios com o ou os motores
            descritos no dossiê informativo relativo à extensão em causa.
   8.3.1.   Conformidade do motor submetido ao ensaio das emissões de poluentes
            Depois da apresentação do motor às entidades competentes, o fabricante não poderá
            efectuar qualquer regulação nos motores seleccionados.
   8.3.1.1. Retiram-se aleatoriamente três motores da série. Os motores sujeitos apenas aos ensaios
            ESC e ELR ou apenas ao ensaio ETC para efeitos de homologação de acordo com a
            linha A das tabelas do ponto 5.2.1 são submetidos aos ensaios aplicáveis, para efeitos de
            verificação da conformidade da produção. Com o acordo da autoridade de
            homologação, todos os outros motores homologados de acordo com as linhas A, B1 e
            B2 ou C das tabelas do ponto 5.2.1 são submetidos aos ciclos de ensaio ESC e ELR ou
            ao ciclo de ensaio ETC para verificação da conformidade da produção. Os
            valores-limite encontram-se indicados no ponto 5.2.1 do presente regulamento.
   8.3.1.2. Se a autoridade aceitar o desvio-padrão da produção dado pelo fabricante, os ensaios são
            efectuados de acordo com o apêndice 1 do presente regulamento.
            Se a autoridade não aceitar o desvio-padrão da produção dado pelo fabricante, os
            ensaios são efectuados de acordo com o apêndice 2 do presente regulamento.
            A pedido do fabricante, os ensaios podem ser efectuados conforme previsto no apêndice
            3 do presente anexo.
   8.3.1.3. Na sequência de um ensaio de motores por amostragem e de acordo com os critérios de
            ensaio previstos no apêndice pertinente, uma série é considerada conforme se todos os
            poluentes forem objecto de uma decisão positiva, ou não conforme, se um determinado
            poluente for objecto de uma decisão negativa.
            Se um determinado poluente for objecto de uma decisão positiva, essa decisão não
            poderá vir a ser alterada por quaisquer ensaios adicionais efectuados para se tomar uma
            decisão em relação aos outros poluentes.
            Se não se tomar uma decisão positiva em relação a todos os poluentes e nenhum dos
            poluentes for objecto de uma decisão negativa, ensaia-se outro motor (ver figura 2).
            Se não for tomada qualquer decisão, o fabricante poderá optar em qualquer momento
            por interromper os ensaios. Nesse caso, será registada uma decisão negativa.
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/31
    8.3.2.   Os ensaios devem ser efectuados com motores novos. Os motores a gás devem ser
             rodados utilizando o método definido no ponto 3 do apêndice 2 do anexo 4.
    8.3.2.1. Contudo, a pedido do fabricante, podem ser ensaiados motores diesel ou a gás que
             tenham sido rodados durante um período superior ao indicado no ponto 8.4.2.2, com um
             máximo de 100 horas. Nesse caso, a rodagem será efectuada pelo fabricante, que se
             compromete a não fazer quaisquer regulações nos motores a ensaiar.
    8.3.2.2. Se o fabricante pretender efectuar uma rodagem de acordo com o ponto 8.4.2.2.1, esta
             pode ser realizada:
             – em todos os motores a ensaiar
             ou
             – no primeiro motor a ensaiar, determinando-se depois um coeficiente de evolução,
                 calculado do seguinte modo:
             –    as emissões de poluentes do primeiro motor a ensaiar são medidas às zero e às «x»
                  horas,
             – o coeficiente de evolução das emissões entre as zero e as «x» horas é calculado
                 relativamente a cada poluente:
                               Emissões «x» horas
                              Emissões zero horas
             O coeficiente de evolução pode ser inferior a 1.
             Os outros motores não são objecto de rodagem, mas as suas emissões às zero horas são
             multiplicadas pelo coeficiente de evolução.
             Neste caso, os valores a considerar serão:
             - no que se refere ao primeiro motor a ensaiar, os valores às «x» horas;
             - no que se refere aos outros motores a ensaiar, os valores às zero horas, multiplicados
                 pelo coeficiente de evolução.
    8.3.2.3  No que diz respeito aos motores diesel e aos motores a GPL, todos estes ensaios podem
             ser efectuados com combustíveis comerciais. Todavia, a pedido do fabricante, podem
             ser utilizados os combustíveis de referência descritos nos anexo 5 ou 7. Este facto
             implica ensaios, conforme descritos no ponto 4 do presente regulamento, com pelo
             menos dois dos combustíveis de referência para cada motor a gás.
    8.3.2.4. No que diz respeito aos motores a GN, todos estes ensaios podem ser efectuados com
             combustíveis comerciais do seguinte modo:
 ---pagebreak--- L 375/32      PT                        Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
            i)     no que diz respeito aos motores marcados H, com um combustível comercial dentro
                            da gama H (0,89 ≤ Sλ ≤ 1,00);
            ii)    no que diz respeito aos motores marcados L, com um combustível comercial dentro
                            da gama L (1,00 ≤ Sλ ≤ 1,19);
            (iii) no que diz respeito aos motores marcados HL, com um combustível comercial dentro
                   da gama extrema do factor de desvio 8 (0,89 ≤ Sλ ≤ 1,19).
            Todavia, a pedido do fabricante, podem ser utilizados os combustíveis de referência
            descritos no anexo 6. Isto implica ensaios conforme descritos no ponto 4 do presente
            regulamento.
   8.3.2.5. Em caso de litígio causado pela não conformidade dos motores a gás quando utilizam
            combustíveis comerciais, os ensaios devem ser efectuados com o combustível de
            referência com o qual o motor precursor foi ensaiado, ou com o eventual combustível 3
            adicional referido nos pontos 4.1.3.1 e 4.2.1.1 com o qual o motor precursor possa ter
            sido ensaiado. Então, o resultado tem de ser convertido através de um cálculo que
            aplica o(s) factor(es) relevante(s) «r», «ra» ou «rb» conforme descrito nos pontos 4.1.3.2,
            4.1.5.1 e 4.2.1.2. Se r, ra ou rb forem inferiores a 1, não é necessária nenhuma
            correcção. Os resultados medidos e os resultados calculados devem demonstrar que o
            motor satisfaz os valores-limite com todos os combustíveis relevantes (combustíveis 1,
            2 e, se aplicável, 3 no caso dos motores a gás natural e combustíveis A e B no caso dos
            motores a GPL).
   8.3.2.6. Os ensaios relativos à conformidade da produção de um motor a gás preparado para
            funcionar com um combustível de composição específica devem ser realizados com o
            combustível para o qual o motor foi calibrado.
 ---pagebreak--- 27.12.2006 PT                   Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/33
                          Teste dos três motores
              Processamento dos resultados estatísticos do teste
                  Tendo em conta o apêndice apropriado,
                resultado estatístico do teste confere com os          Série recusada
              critérios de recusa da série para pelo menos um      SIM
                                 dos poluentes?
                                           NÃO
               Tendo em conta o apêndice apropriado, resultado
                 estatístico do teste confere
                                           NÃOcom os critérios de
                   concessão da série para pelo menos um dos
      NÃO                           poluentes?
                                                               SIM
               Foi tomada uma decisão positiva para um ou
                                 mais poluentes?
              Foi tomada uma decisão positiva para todos os             Série concedida
                                    poluentes?
                                           SIM
                     Ensaio de um motor adicional
                                           SIM
                Figura 2: Ensaios de conformidade da produção
 ---pagebreak--- L 375/34    PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   9.      SANÇÕES POR NÃO CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
   9.1.    A homologação concedida a um tipo de motor ou a um modelo de veículo nos termos
           do presente regulamento pode ser revogada se as prescrições enunciadas no ponto 8.1
           não forem cumpridas ou se os motores ou os veículos não forem aprovados nos ensaios
           mencionados no ponto 8.3.
   9.2.    Se uma das Partes Contratantes no Acordo de 1958 que aplique o presente regulamento
           revogar uma homologação por si previamente concedida, deve imediatamente notificar
           desse facto as restantes Partes Contratantes que apliquem o regulamento, utilizando um
           formulário conforme com o modelo previsto nos anexos 2A ou 2B do presente
           regulamento.
   10.     MODIFICAÇÕES DE UM MODELO HOMOLOGADO E EXTENSÃO DA
           HOMOLOGAÇÃO
   10.1.   Qualquer modificação do modelo homologado deve ser notificada ao serviço
           administrativo que o homologou. Essa entidade pode então:
   10.1.1. considerar que as modificações introduzidas não são susceptíveis de ter efeitos
           adversos apreciáveis e que o veículo ainda cumpre as prescrições ou
   10.1.2. exigir um novo relatório de ensaio ao serviço técnico responsável pelos ensaios.
   10.2.   A confirmação ou recusa de homologação, com especificação das alterações ocorridas,
           deve ser comunicada, através do procedimento previsto no ponto 4.5, às Partes no
           Acordo que apliquem o presente regulamento.
   10.3.   A autoridade responsável pela extensão da homologação atribui um número de série a
           essa extensão e informa do facto as restantes Partes no Acordo de 1958 que apliquem o
           presente regulamento, por meio de um formulário de comunicação conforme ao modelo
           apresentado no anexo 2A ou 2B do presente regulamento.
   11.     INTERRUPÇÃO DEFINITIVA DA PRODUÇÃO
           Se o titular da homologação cessar definitivamente o fabrico de um modelo ou tipo
           homologado nos termos do presente regulamento, deve desse facto informar a
           autoridade que concedeu a homologação. Após receber a comunicação pertinente, essa
           autoridade deve do facto informar as outras partes no Acordo de 1958 que apliquem o
           presente regulamento, através de um formulário de comunicação conforme com o
           modelo que consta dos anexos 2A ou 2B do presente regulamento.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/35
    12.     DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
    12.1.   Informações de carácter geral
    12.1.1. A contar da data oficial da entrada em vigor da série 04 de alterações, nenhuma Parte
            Contratante que aplique o presente regulamento pode recusar a concessão da
            homologação UNECE ao abrigo do presente regulamento com a redacção que lhe foi
            dada pela série 04 de alterações.
    12.1.2. A contar da data oficial da entrada em vigor da série 04 de alterações, nenhuma Parte
            Contratante que aplique o presente regulamento pode recusar a concessão da
            homologação UNECE ao abrigo do presente regulamento com a redacção que lhe foi
            dada pela série 04 de alterações.
            O motor tem de ser sujeito aos testes adequados previstos nos pontos 5.2 do presente
            regulamento e cumprir, nos termos dos pontos 12.2.1, 12.2.2 e 12.2.3 infra, os limites
            de emissão pertinentes especificados no ponto 5.2.1 do presente regulamento.
    12.2.   Novas homologações
    12.2.1. Sem prejuízo do disposto no ponto 12.4.1, e a contar da data de entrada em vigor da
            série 04 de alterações, as Partes Contratantes que apliquem o presente regulamento só
            podem conceder uma homologação UNECE a um motor que cumpra os limites de
            emissão pertinentes especificados nas linhas A, B1, B2 ou C das tabelas do ponto 5.2.1
            do presente regulamento.
    12.2.2. Sem prejuízo do disposto no ponto 12.4.1, e a partir de Outubro de 2005, as Partes
            Contratantes que apliquem o presente regulamento só podem conceder uma
            homologação UNECE a um motor que cumpra os limites de emissão pertinentes
            especificados nas linhas B1, B2 ou C das tabelas do ponto 5.2.1 do presente
            regulamento.
    12.2.3. Sem prejuízo do disposto no ponto 12.4.1, e a partir de Outubro de 2008, as Partes
            Contratantes que apliquem o presente regulamento só podem conceder uma
            homologação UNECE a um motor que cumpra os limites de emissão pertinentes
            especificados nas linhas B2 ou C das tabelas do ponto 5.2.1 do presente regulamento.
    12.3.   Limite de validade das antigas homologações
    12.3.1. Com excepção do disposto nos pontos 12.3.2 e 12.3.3, e a contar da data oficial da
            entrada em vigor da série 04 de alterações, deixarão de ser válidas as homologações
            concedidas nos termos do presente regulamento com a redacção que lhe foi dada pela
            série 03, a menos que a Parte Contratante que concedeu a homologação notifique a
            outra Parte Contratante que aplica o presente regulamento do facto de o tipo de motor
            homologado cumprir os requisitos do presente regulamento com a redacção que lhe foi
            dada pela série 04 de alterações, nos termos do ponto 12.2.1 supra.
 ---pagebreak--- L 375/36      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
   12.3.2.   Extensão da homologação
   12.3.2.1. Os pontos 12.3.2.2 e 12.3.2.3 infra só são aplicáveis a novos motores de ignição por
             compressão e novos veículos movidos por motores de ignição por compressão que
             tenham sido homologados em função dos requisitos da linha A das tabelas constantes
             do ponto 5.2.1 do presente regulamento.
   12.3.2.2. Como alternativa aos pontos 5.1.3 e 5.1.4, o fabricante pode apresentar ao serviço
             técnico os resultados de um ensaio de detecção dos NOx utilizando o ETC no motor que
             obedece às características do motor precursor descrito no anexo 1 e tendo em
             consideração os requisitos dos pontos 5.1.4.1. e 5.1.4.2. O fabricante deve apresentar
             igualmente uma declaração escrita em como o motor não utiliza qualquer dispositivo
             manipulador ou estratégia pouco razoável de controlo das emissões, em conformidade
             com as definições do ponto 2 do presente regulamento.
   12.3.2.3. O fabricante deve igualmente apresentar uma declaração escrita em como os resultados
             do ensaio de detecção dos NOXe a declaração referente ao motor precursor, tal como
             referido no ponto 5.1.4, se aplicam igualmente a todos os tipos de motor da família de
             motores descrita no anexo 1.
   12.3.3.   Motores a gás
             A partir de 1 de Outubro de 2003, deixam de ser válidas as homologações concedidas
             nos termos do presente regulamento com a redacção que lhe foi dada pela série 03, a
             menos que a Parte Contratante que concedeu a homologação notifique a outra Parte
             Contratante que aplica o presente regulamento do facto de o tipo de motor homologado
             cumprir os requisitos do presente regulamento com a redacção que lhe foi dada pela
             série 04 de alterações, nos termos do ponto 12.2.1 supra.
   12.3.4.   A partir de 1 de Outubro de 2006, deixarão de ser válidas as homologações concedidas
             nos termos do presente regulamento com a redacção que lhe foi dada pela série 04, a
             menos que a Parte Contratante que concedeu a homologação notifique a outra Parte
             Contratante que aplica o presente regulamento do facto de o tipo de motor homologado
             cumprir os requisitos do presente regulamento com a redacção que lhe foi dada pela
             série 04 de alterações, nos termos do ponto 12.2.2 supra.
   12.3.5.   A partir de 1 de Outubro de 2009, deixam de ser válidas as homologações concedidas
             nos termos do presente regulamento com a redacção que lhe foi dada pela série 04, a
             menos que a Parte Contratante que concedeu a homologação notifique a outra Parte
             Contratante que aplica o presente regulamento do facto de o tipo de motor homologado
             cumprir os requisitos do presente regulamento com a redacção que lhe foi dada pela
             série 04 de alterações, nos termos do ponto 12.2.3 supra.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/37
    12.4.   Peças de substituição para veículos em circulação
    12.4.1. As Partes Contratantes que apliquem o presente regulamento podem continuar a
            conceder homologações aos motores que cumpram os requisitos do presente
            regulamento com a redacção que lhe tenha sido dada por qualquer uma das séries de
            alterações anteriores, ou a qualquer nível do regulamento com a redacção que lhe foi
            dada pela série 04 de alterações, desde que esse motor se destine a substituir o motor de
            um veículo em circulação que, à data da sua entrada em circulação, estivesse sujeito a
            uma norma anterior.
    13.     DESIGNAÇÕES E ENDEREÇOS DOS SERVIÇOS TÉCNICOS RESPONSÁVEIS
            PELA REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO E DOS SERVIÇOS
            ADMINISTRATIVOS
            As Partes no Acordo de 1958 que aplicam o presente regulamento comunicam ao
            Secretariado das Nações Unidas as denominações e endereços dos serviços técnicos
            responsáveis pela realização dos ensaios de homologação, bem como dos
            departamentos administrativos que concedem as homologações, aos quais devem ser
            enviados os formulários que certificam a concessão, a extensão, a recusa ou a
            revogação da homologação, emitidos noutros países.
 ---pagebreak--- L 375/38      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
                                                Apêndice 1
       MÉTODO DE ENSAIO NO QUE DIZ RESPEITO À CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
                   QUANDO O DESVIO-PADRÃO FOR CONSIDERADO SATISFATÓRIO
   1.        O presente apêndice descreve o método de verificação da conformidade da produção no
             que diz respeito às emissões de poluentes quando o desvio-padrão da produção
             indicado pelo fabricante for considerado satisfatório.
   2.        Sendo de três motores o tamanho mínimo da amostra, o procedimento de amostragem é
             estabelecido de modo a que a probabilidade de um lote ser aprovado num ensaio com
             40 % da produção defeituosa seja de 0,95 (risco do produtor = 5 %), e a probabilidade
             de um lote ser aceite com 65 % da produção defeituosa seja de 0,10 (risco do
             consumidor = 10 %).
   3.        O método a utilizar para cada um dos poluentes previstos no ponto 5.2.1 do
             regulamento é o seguinte (ver figura 2):
             Sejam:
                L   = o logaritmo natural do valor-limite do poluente em questão;
                xi = o logaritmo natural do valor medido para o motor i da amostra;
                s   = uma estimativa do desvio-padrão da produção (após ter tomado o logaritmo
                        natural dos valores das medições);
                n   = o número da amostra utilizada.
   4.        Em relação a cada amostra, o somatório dos desvios normalizados em relação ao valor-
             limite é calculado do seguinte modo:
                                               1    n
                                               s  ∑ (L − xi)
                                                  i =1
   5.        Assim:
            – se o resultado estatístico do ensaio for maior que o número correspondente à decisão
                positiva previsto no quadro 3 para o tamanho de amostra em questão, o poluente em
                causa será objecto de uma decisão positiva;
            – se o resultado estatístico do ensaio for menor que o número correspondente à decisão
                negativa prevista no quadro 3 para o tamanho de amostra em questão, o poluente em
                causa será objecto de uma decisão negativa;
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/39
              – nos restantes casos, proceder-se-á ao ensaio de mais um motor, conforme referido no
                 ponto 8.4.2.1 do regulamento, aplicando-se depois o método de cálculo a uma
                 amostra com mais uma unidade.
    Tabela 3:    Números correspondentes à decisão positiva e à decisão negativa do plano de
                 amostragem do apêndice 1
                     Tamanho mínimo da amostra 3
               Número acumulado de        Decisão de aprovação          Decisão de rejeição
                  motores ensaiados        número de unidades           número de unidades
               (tamanho da amostra)                    An                       Bn
                          3                           3,327                   -4,724
                          4                           3,261                   -4,790
                          5                           3,195                   -4,856
                          6                           3,129                   -4,922
                          7                           3,063                   -4,988
                          8                           2,997                   -5,054
                          9                           2,931                   -5,120
                         10                           2,865                   -5,185
                         11                           2,799                   -5,251
                         12                           2,733                   -5,317
                         13                           2,667                   -5,383
                         14                           2,601                   -5,449
                         15                           2,535                   -5,515
                         16                           2,469                   -5,581
                         17                           2,403                   -5,647
                         18                           2,337                   -5,713
                         19                           2,271                   -5,779
                         20                           2,205                   -5,845
                         21                           2,139                   -5,911
                         22                           2,073                   -5,977
                         23                           2,007                   -6,043
                         24                           1,941                   -6,109
                         25                           1,875                   -6,175
                         26                           1,809                   -6,241
                         27                           1,743                   -6,307
                         28                           1,677                   -6,373
                         29                           1,611                   -6,439
                         30                           1,545                   -6,505
                         31                           1,479                   -6,571
                         32                         -2,112                    -2,112
                                               __________
 ---pagebreak--- L 375/40     PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
                                                Apêndice 2
       MÉTODO DE ENSAIO NO QUE DIZ RESPEITO À CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
            QUANDO O DESVIO-PADRÃO FOR CONSIDERADO NÃO SATISFATÓRIO OU
                                              NÃO FOR CONHECIDO
   1.       O presente apêndice descreve o método de verificação da conformidade da produção no
            que diz respeito às emissões de poluentes quando o desvio-padrão da produção
            indicado pelo fabricante for considerado não satisfatório ou não for conhecido.
   2.       Sendo de três motores o tamanho mínimo da amostra, o procedimento de amostragem é
            estabelecido de modo a que a probabilidade de um lote ser aprovado num ensaio com
            40 % da produção defeituosa seja de 0,95 (risco do produtor = 5 %), e a probabilidade
            de um lote ser aceite com 65 % da produção defeituosa seja de 0,10 (risco do
            consumidor = 10 %).
   3.       Considera-se que os valores dos poluentes dados no ponto 5.2.1 do regulamento
            seguem uma distribuição logarítmica normal, pelo que há que calcular os respectivos
            logaritmos naturais.
            Os tamanhos mínimo e máximo da amostra são designados, respectivamente, por m0 e
            m (m0 = 3 e m = 32) e o tamanho da amostra é designado por n.
   4.       Se os logaritmos naturais da série de valores medidos forem x1, x2, ..., xi e se L for o
            logaritmo natural do valor-limite do poluente em questão, então:
                                                 di = x i – L
            e
                                                         1      n
                                           d  n    =
                                                         n    ∑ di
                                                              i =1
                                                       1    n
                                             Vn2 =
                                                       n   ∑ (d i
                                                           i=1
                                                                   − d n )2
   5.       A tabela 4 mostra os valores de aprovação (An) e rejeição (Bn) em relação ao tamanho
            da amostra. Utilizando como resultado estatístico dos ensaios o quociente d n ,
                                                                                            Vn
            determina-se a aprovação ou a rejeição da série do seguinte modo:
            Para m0 ≤ n ≤ m:
                                               dn/Vn ≤ An
               –   a série é aprovada se
               –   a série é rejeitada se      dn/Vn ≥ Bn
 ---pagebreak--- 27.12.2006 PT                        Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/41
             –   efectua-se uma nova medição se            A n ≤ d n /V n ≥ B n
    6.     Observações:
           As seguintes fórmulas iterativas são úteis para calcular os valores sucessivos do
           parâmetro estatístico do ensaio:
                                          ⎛      1⎞            1
                                dn   = ⎜1 −         ⎟d      +    d
                                          ⎝      n ⎠ n −1      n n
                                V 2     ⎛
                                         1−
                                              1⎞ 2
                                                 ⎟V
                                                           (dn −  dn )
                                                                      2
                                 n = ⎜                  +
                                        ⎝     n ⎠ n−1        n−1
                                (n = 2,3,...; d1 = d1; V1 = 0)
 ---pagebreak--- L 375/42      PT                    Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
   Tabela 4:    Números correspondentes à decisão positiva e à decisão negativa do plano de
             amostragem do apêndice 2
                Tamanho mínimo da amostra 3
                  Número acumulado de          Decisão de aprovação       Decisão de rejeição
                    motores ensaiados           número de unidades        número de unidades
                  (tamanho da amostra)                     A n                     B n
                            3                          -0,80381                16,64743
                            4                          -0,76339                  7,68627
                            5                          -0,72982                  4,67136
                            6                          -0,69962                  3,25573
                            7                          -0,67129                  2,45431
                            8                          -0,64406                  1,94369
                            9                          -0,61750                  1,59105
                           10                          -0,59135                  1,33295
                           11                          -0,56542                  1,13566
                           12                          -0,53960                  0,97970
                           13                          -0,51379                  0,85307
                           14                          -0,48791                  0,74801
                           15                          -0,46191                  0,65928
                           16                          -0,43573                  0,58321
                           17                          -0,40933                  0,51718
                           18                          -0,38266                  0,45922
                           19                          -0,35570                  0,40788
                           20                          -0,32840                  0,36203
                           21                          -0,30072                  0,32078
                           22                          -0,27263                  0,28343
                           23                          -0,24410                  0,24943
                           24                          -0,21509                  0,21831
                           25                          -0,18557                  0,18970
                           26                          -0,15550                  0,16328
                           27                          -0,12483                  0,13880
                           28                          -0,09354                  0,11603
                           29                          -0,06159                  0,09480
                           30                          -0,02892                  0,07493
                           31                          -0,00449                  0,05629
                           32                           0,03876                  0,03876
                                            __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/43
                                                Apêndice 3
       MÉTODO DE ENSAIO NO QUE DIZ RESPEITO AO ENSAIO DE CONFORMIDADE DA
                          PRODUÇÃO EFECTUADO A PEDIDO DO FABRICANTE
    1.      O presente apêndice descreve o método de verificação, a pedido do fabricante, da
            conformidade da produção no que diz respeito às emissões de poluentes.
    2.      Sendo de três motores o tamanho mínimo da amostra, o procedimento de amostragem é
            estabelecido de modo a que a probabilidade de um lote ser aprovado num ensaio com 40
            % da produção defeituosa seja de 0,90 (risco do produtor = 5 %), e a probabilidade de
            um lote ser aceite com 65 % da produção defeituosa seja de 0,10 (risco do consumidor =
            10 %).
    3.      O método a utilizar para cada um dos poluentes previstos no ponto 5.2.1 do regulamento
            é o seguinte (ver figura 2):
            Sejam:
            L = o valor-limite para o poluente em causa;
            x = o valor medido para o motor i da amostra;
             i
            n = o número da amostra em questão.
    4.      O número de motores não conformes (ou seja, para os quais x ≥ L), que constitui o
                                                                           i
            resultado estatístico do ensaio, é calculado em relação a cada amostra considerada.
    5.      Assim:
            – se o resultado estatístico do ensaio for menor ou igual ao número correspondente à
               decisão positiva previsto na tabela 5 para o tamanho de amostra em questão, o
               poluente em causa será objecto de uma decisão positiva;
            – se o resultado estatístico do ensaio for maior ou igual ao número correspondente à
               decisão negativa previsto no quadro 5 para o tamanho de amostra em questão, o
               poluente em causa será objecto de uma decisão negativa;
            – nos restantes casos, proceder-se-á ao ensaio de mais um motor, conforme referido no
               ponto 8.3.1 do regulamento, aplicando-se depois o método de cálculo a uma amostra
               com mais uma unidade.
            Os números correspondentes às decisões positiva e negativa que figuram na tabela 5
            foram determinados com base na norma ISO 8422/1991.
 ---pagebreak--- L 375/44        PT                    Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
         Tabela 5: Números correspondentes à decisão positiva e à decisão negativa do plano de
              amostragem do apêndice 3
                   Tamanho mínimo da amostra 3
                     Número acumulado de
                        motores ensaiados          Decisão de aprovação    Decisão de rejeição
                      (tamanho da amostra)           número de unidades    número de unidades
                                3                               -                   3
                                4                               0                   4
                                5                               0                   4
                                6                               1                   5
                                7                               1                   5
                                8                               2                   6
                                9                               2                   6
                               10                               3                   7
                               11                               3                   7
                               12                               4                   8
                               13                               4                   8
                               14                               5                   9
                               15                               5                   9
                               16                               6                  10
                               17                               6                  10
                               18                               7                  11
                               19                               8                   9
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                                Jornal Oficial da União Europeia                                                            L 375/45
                                                              Anexo 1
           CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DO MOTOR (PRECURSOR) E INFORMAÇÕES
                                                                                                                     (1)
                                     RELATIVAS À REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS
    1.           DESCRIÇÃO DO MOTOR
    1.1.         Fabricante: ....................................................................................................................
    1.2.         Código do fabricante do motor:....................................................................................
                                                                  (2)
    1.3.         Ciclo: quatro tempos/dois tempos
    1.4.         Número e disposição dos cilindros:..............................................................................
    1.4.1.       Diâmetro: ...............................................................................................................mm
    1.4.2.       Curso: .....................................................................................................................mm
    1.4.3.       Ordem de inflamação: ..................................................................................................
    1.5.         Cilindrada: .............................................................................................................cm³
                                                                 (3)
    1.6.         Taxa de compressão volumétrica : .............................................................................
    1.7.         Desenho(s) da câmara de combustão e face superior do êmbolo: ...............................
    1.8.         Secções transversais mínimas das janelas de admissão e de escape: ....................cm²
                                                                                                                                               -1
    1.9.         Velocidade em marcha lenta sem carga: ............................................................ min
                                                                                                                                               -1
    1.10.        Potência útil máxima: kW a .............................................................................. min
                                                                                                                                               -1
    1.11.        Velocidade máxima admitida do motor: ............................................................. min
                                                                                                                                               -1
    1.12.        Binário útil máximo: .........Nm a ........................................................................ min
                                                                                                                         (2)
    1.13.        Sistema de combustão: ignição por compressão/ignição comandada
    1.14.        Combustível: combustível para motores diesel / GPL / GN-H /GN-L / NG-HL /
                       (1)
                 etanol
    1.15.        Sistema de arrefecimento
    1.15.1.      Por líquido
    1.15.1.1.    Natureza do líquido: ....................................................................................................
                                                                 (2)
    1.15.1.2.    Bomba(s) de circulação: sim/não
    1.15.1.3.    Características ou marca(s) e tipo(s) (se aplicável):.....................................................
    1.15.1.4.    Relação(ões) de transmissão (se aplicável): ................................................................
 ---pagebreak--- L 375/46       PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                           27.12.2006
   1.15.2.       Por ar
                                             (2)
   1.15.2.1.     Insuflador: sim/não
   1.15.2.2.     Características ou marca(s) e tipo(s) (se aplicável):.....................................................
   1.15.2.3.     Relação(ões) de transmissão (se aplicável): .................................................................
   1.16.         Temperatura admitida pelo fabricante
   1.16.1.       Arrefecimento por líquido: Temperatura máxima à saída:........................................K
   1.16.2.       Arrefecimento por ar: ............ ponto de referência: ......................
                 Temperatura máxima no ponto de referência: ..........................................................K
   1.16.3.1.1.   Temperatura máxima do ar à saída do permutador de calor do ar de sobrealimentação
                 (se aplicável) .............................................................................................................K
   1.16.4.       Temperatura máxima de escape no(s) ponto(s) do(s) tubo(s) de escape adjacente(s)
                 à(s) flange(s) exterior(es) do(s) colector(es) de escape ou da(s) turbina(s) de
                 sobrealimentação:......................................................................................................K
   1.16.5.       Temperatura do combustível: min. … K, máx. … K
                 à entrada da bomba de injecção, no que diz respeito aos motores diesel, e no estádio
                 final do regulador de pressão, no que diz respeito aos motores a gás
   1.16.6.       Pressão do combustível: min. … kPa, máx. … kPa
                 no estádio final do regulador de pressão, apenas para os motores alimentados a GN
   1.16.7.       Temperatura do lubrificante: min. … K, máx. … K
                                                         (2)
   1.17          Sobrealimentador: sim/não
   1.17.1.       Marca:...........................................................................................................................
   1.17.2.       Tipo: .............................................................................................................................
   1.17.3.       Descrição do sistema
                 (p.e. pressão máxima de sobrealimentação, válvula de descarga, se aplicável):..........
                                                                                                       (2)
   1.17.4.       Permutador de calor do ar de sobrealimentação: sim/não
   1.18.         Sistema de admissão
                 Depressão máxima admissível na admissão à velocidade nominal do motor e a 100%
                 de carga, conforme especificado nas condições de funcionamento
                 do Regulamento n.º 24 .......................................................................................... kPa
   1.19.         Sistema de escape
                 Depressão máxima admissível na admissão à velocidade nominal do motor e a 100%
                 de carga, conforme especificado nas condições de funcionamento
                 do Regulamento n.º 24 ...........................................................................................kPa
                 Volume do sistema de escape: .............................................................................. dm³
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                                     Jornal Oficial da União Europeia                                                             L 375/47
    2.          MEDIDAS ADOPTADAS CONTRA A POLUIÇÃO DO AR
    2.1.        Dispositivo para reciclar os gases do cárter (descrição e desenhos): ...........................
                ...................................................................
    2.2.        Dispositivos antipoluição adicionais (se existirem e se não estiverem incluídos noutra
                rubrica)
                                                  (2)
    2.2.1.      Catalisador: sim/não
    2.2.1.1.    Marca(s): ......................................................................................................................
    2.2.1.2.    Tipo(s): .........................................................................................................................
    2.2.1.3.    Número de catalisadores e elementos:.....................................................
    2.2.1.4.    Dimensões, forma e volume do(s) catalisador(s): ........................................................
    2.2.1.5.    Tipo de acção catalítica: ...............................................................................................
    2.2.1.6.    Carga total de metal precioso: ......................................................................................
    2.2.1.7.    Concentração relativa: ..................................................................................................
    2.2.1.8.    Substracto (estrutura e material):..................................................................................
    2.2.1.9.    Densidade das células:..................................................................................................
    2.2.1.10.   Tipo de alojamento do(s) catalisador(es): ....................................................................
    2.2.1.11.   Localização do(s) catalisador(es) (lugar e distância de referência na linha de escape):
                 ......................................................................................................................................
                 ......................................................................................................................................
                                                              (2)
    2.2.2.      Sensor de oxigénio: sim/não
    2.2.2.1.    Marca(s): ......................................................................................................................
    2.2.2.2.    Tipo: .............................................................................................................................
    2.2.2.3.    Localização:..................................................................................................................
                                                      (2)
    2.2.3.      Injecção de ar: sim/não
    2.2.3.1.    Tipo (ar pulsado, bomba de ar, etc.): ...........................................................................
                                       (2)
    2.2.4.      EGR: sim/não
    2.2.4.1.    Características (caudal, etc.):........................................................................................
                                                                  (2)
    2.2.5.      Colector de partículas: sim/não
    2.2.5.1.    Dimensões, forma e capacidade do colector de partículas: ..........................................
    2.2.5.2.    Tipo e concepção do colector de partículas:.................................................................
    2.2.5.3.    Localização (distância de referência na linha de escape): ............................................
    2.2.5.4.    Método ou sistema de regeneração, descrição e/ou desenho: ......................................
                                                          (2)
    2.2.6 .     Outros sistemas: sim/não
    2.2.6.1.    Descrição e funcionamento: .........................................................................................
 ---pagebreak--- L 375/48        PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                                                           27.12.2006
   3.             SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
   3.1.           Motores diesel
   3.1.1.         Bomba de alimentação:
                              (3)                                                            (2)
                  Pressão : .........kPa ou diagrama característico : ......................................................
   3.1.2.         Sistema de injecção
   3.1.2.1.       Bomba
   3.1.2.1.1.     Marca(s): ......................................................................................................................
   3.1.2.1.2.     Tipo(s): .........................................................................................................................
                                                                                   (3)
   3.1.2.1.3.     Débito máximo de combustível: ......mm³ por curso à velocidade do motor de
                              -1                                                                      (2) (3)
                  ......min a injecção plena ou diagrama característico                                      : ...................
                  ......................................................................................................................................
                                                                                                                                (2)
                  Indicar o método utilizado: no motor/no banco de ensaio das bombas
                  Se a pressão puder ser controlada, indicar o débito de combustível e a pressão
                  característicos em relação à velocidade do motor.
   3.1.2.1.4.     Avanço da injecção
                                                                (3)
   3.1.2.1.4.1.   Curva do avanço da injecção :....................................................................................
                                                                   (3)
   3.1.2.1.4.2.   Regulação estática da injecção : .................................................................................
   3.1.2.2.       Tubagem da injecção
   3.1.2.2.1.     Comprimento:.........................................................................................................mm
   3.1.2.2.2.     Diâmetro interior: ...................................................................................................mm
   3.1.2.3.       Injector(es)
   3.1.2.3.1.     Marca(s): ......................................................................................................................
   3.1.2.3.2.     Tipo(s): .........................................................................................................................
                                                                                                                                                     (3)
   3.1.2.3.3.     «Pressão de abertura»: .........................................................................................kPa
                                                            (2)(3)
                  ou diagrama característico                      :.....................................................................................
   3.1.2.4.       Regulador:
   3.1.2.4.1.     Marca(s): ......................................................................................................................
   3.1.2.4.2.     Tipo(s): .........................................................................................................................
                                                                                                                                                      -1
   3.1.2.4.3.     Velocidade a que o corte tem início a plena carga: ............................................ min
                                                                                                                                                      -1
   3.1.2.4.4.     Velocidade máxima sem carga: .......................................................................... min
                                                                                                                                                      -1
   3.1.2.4.5.     Velocidade em marcha lenta sem carga ............................................................. min
   3.1.3.         Sistema de arranque a frio
   3.1.3.1.       Marca(s): .....................................................................................................................
   3.1.3.2.       Tipo(s): .........................................................................................................................
   3.1.3.3.       Descrição:.....................................................................................................................
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                                                             L 375/49
    3.1.3.4.     Sistema auxiliar de arranque: .......................................................................................
    3.1.3.4.1.   Marca:...........................................................................................................................
    3.1.3.4.2.   Tipo: .............................................................................................................................
                                    (6)
    3.2.         Motores a gás
                                                               (2)
    3.2.1.       Combustível: Gás natural/GPL
                                                                                                                             (3)
    3.2.2.       Regulador(es) de pressão ou vaporizador(es)/regulador(es) de pressão
    3.2.2.1.     Marca(s): ......................................................................................................................
    3.2.2.2.     Tipo(s): .........................................................................................................................
    3.2.2.3.     Número dos estádios de redução de pressão: ...............................................................
    3.2.2.4.     Pressão no estádio final: min................kPa, máx. .................................................kPa
    3.2.2.5.     Número de pontos de regulação principais: ................................................................
    3.2.2.6.     Número de pontos de regulação da marcha lenta sem carga: ......................................
    3.2.2.7.     Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º: .....................................
    3.2.3.       Sistema de alimentação: unidade misturadora/ injecção de gás/ injecção de líquido/
                                       (2)
                 injecção directa
    3.2.3.1.     Regulação da riqueza da mistura: ................................................................................
    3.2.3.2.     Descrição do sistema e/ou diagrama e desenhos: ........................................................
    3.2.3.3.     Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º:
    3.2.4.       Unidade misturadora
    3.2.4.1.     Número: .......................................................................................................................
    3.2.4.2.     Marca(s): ......................................................................................................................
    3.2.4.3.     Tipo(s): .........................................................................................................................
    3.2.4.4.     Localização:..................................................................................................................
    3.2.4.5.     Possibilidades de regulação:.........................................................................................
    3.2.4.6.     Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º:
    3.2.5.       Injecção no colector de admissão
                                                                     (2)
    3.2.5.1.     Injecção: ponto único / multiponto
                                                                                                                                                (2)
    3.2.5.2.     Injecção: contínua / temporizada simultaneamente / temporizada sequencialmente
    3.2.5.3.     Equipamento de injecção
    3.2.5.3.1.   Marca(s): .....................................................................................................................
    3.2.5.3.2.   Tipo(s): ........................................................................................................................
    3.2.5.3.3.   Possibilidades de regulação:.........................................................................................
    3.2.5.3.4.   Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º:
    3.2.5.4.     Bomba de abastecimento (se aplicável) .......................................................................
    3.2.5.4.1.   Marca(s): .....................................................................................................................
    3.2.5.4.2.   Tipo(s): ........................................................................................................................
 ---pagebreak--- L 375/50      PT                                Jornal Oficial da União Europeia                                                           27.12.2006
   3.2.5.4.3.   Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º:
   3.2.5.5.     Injector(es): ..................................................................................................................
   3.2.5.5.1.   Marca(s): .....................................................................................................................
   3.2.5.5.2.   Tipo(s): .........................................................................................................................
   3.2.5.5.3.   Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º:
   3.2.6.       Injecção directa
                                                                            (2)
   3.2.6.1.     Bomba de injecção/regulador de pressão
   3.2.6.1.1.   Marca(s): ......................................................................................................................
   3.2.6.1.2.   Tipo(s): .........................................................................................................................
   3.2.6.1.3.   Regulação da injecção: ................................................................................................
   3.2.6.1.4.   Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º:
   3.2.6.2.     Injector(es)
   3.2.6.2.1.   Marca(s): .....................................................................................................................
   3.2.6.2.2.   Tipo(s): ........................................................................................................................
                                                                                       (3)
   3.2.6.2.3.   Pressão de abertura ou diagrama característico                             .......................................................
   3.2.6.2.4.   Número de homologação de acordo com o Regulamento n.º:
   3.2.7.       Unidade electrónica de controlo (UEC)
   3.2.7.1.     Marca(s): .....................................................................................................................
   3.2.7.2.     Tipo(s): ........................................................................................................................
   3.2.7.3.     Possibilidades de regulação:.........................................................................................
   3.2.8.       Equipamentos específicos para o GN
   3.2.8.1.     Variante 1 (apenas no caso de homologações de motores preparados para várias
                composições de um combustível específico):
   3.2.8.1.1.   Composição do combustível:
                 metano (CH ):   4                     base: ......% (mol)              min. ....% mol               máx. ....% mol
                 etano (C H ):
                          2   6                        base: ......% (mol)              min. ....% mol               máx. ....% mol
                 propano (C H ):
                               3   8                   base: ......% (mol)              min. ....% mol               máx. ....% mol
                 butano (C H ):
                            4    10                    base: ......% (mol)              min. ....% mol               máx. ....% mol
                 C5/C5+:                               base: ......% (mol)              min. ....% mol               máx. ....% mol
                 oxigénio (O ): 2                      base: ......% (mol)              min. ....% mol               máx. ....% mol
                 gases inertes (N , He,
                                      2                base: ......% (mol)              min. ....% mol               máx. ....% mol
                 etc.):
 ---pagebreak--- 27.12.2006         PT                                     Jornal Oficial da União Europeia             L 375/51
    3.2.8.1.2.        Injector(es)
    3.2.8.1.2.1.      Marca(s):
    3.2.8.1.2.2.      Tipo(s):
    3.2.8.1.3.        Outros (se aplicável)
    3.2.8.2.          Variante 2: (só em caso de homologações para diversas composições de combustível
                      específicas)
    4.       REGULAÇÃO DAS VÁLVULAS
    4.1.     Elevação máxima das válvulas e ângulos de abertura e de fecho em relação aos pontos
             mortos ou dados equivalentes: ............................................
                                                                          (2)
    4.2.     Gamas de referência e/ou de regulação : ...................................
    5.       SISTEMA DE IGNIÇÃO (APENAS MOTORES DE IGNIÇÃO COMANDADA)
    5.1.      Tipo de sistema de ignição:
                                                                                                   (2)
              bobina vulgar e velas/bobina individual e velas/bobina sobre vela/outro (especificar)
    5.2.     Unidade de controlo da ignição
    5.2.1.   Marca(s): ..............................................................
    5.2.2.   Tipo(s): ..............................................................
                                                                                       (2) (3)
    5.3.     Curva de avanço da ignição/traçado do avanço                                     :
                 .....................................................................
                                               (3)                                              -1
    5.4.     Regulação da ignição : ..... graus antes do PMS a uma velocidade de ...... min e uma
             pressão absoluta no colector de kPa
    5.5.     Velas de ignição
    5.5.1.   Marca(s): ..............................................................
    5.5.2.   Tipo(s): ..............................................................
    5.5.3.   Regulação da folga: ...................................................... mm
    5.6.     Bobinas de ignição
    5.6.1.   Marca(s): ..............................................................
    5.6.2.   Tipo(s): ..............................................................
 ---pagebreak--- L 375/52       PT                                   Jornal Oficial da União Europeia            27.12.2006
   6.     EQUIPAMENTOS ACCIONADOS PELO MOTOR
          O motor deve ser apresentado aos ensaios com os equipamentos necessários ao
          funcionamento do motor (p. ex., ventoinha, bomba de água, etc.), conforme especificado
          nas condições de funcionamento do Regulamento n.º 24.
   6.1.   Equipamentos a instalar para o ensaio
          Se for impossível ou inadequado instalar os equipamentos no banco de ensaios, determina-
          se a potência por eles absorvida, a subtrair da potência medida do motor ao longo de toda a
          gama de funcionamento do(s) ciclo(s) de ensaio.
   6.2.   Equipamentos a remover para o ensaio
          Os equipamentos necessários apenas para o funcionamento do veículo (p. ex., compressor
          de ar, sistema de ar condicionado, etc.) devem ser removidos para o ensaio. Se não
          puderem ser retirados, a potência por eles absorvida pode ser determinada e adicionada à
          potência medida do motor ao longo de toda a gama de funcionamento do(s) ciclo(s) de
          ensaio.
   7.     INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE AS CONDIÇÕES DE ENSAIO
   7.1.   Lubrificante utilizado
   7.1.1. Marca: .................................................................
   7.1.2. Tipo: .................................................................
          (Indicar a percentagem de óleo na mistura se o lubrificante e o combustível estiverem
             misturados): .....................................................
   7.2.   Equipamentos accionados pelo motor (se aplicável)
          A potência absorvida por esses equipamentos apenas precisa de ser determinada:
          – se os equipamentos necessários para o funcionamento do motor não estiverem montados
             no motor e/ou
          – se os equipamentos não necessários para o funcionamento do motor estiverem montados
             no motor.
   7.2.1. Enumeração e pormenores identificadores: ..................................
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                            Jornal Oficial da União Europeia                                      L 375/53
    7.2.2. Potência absorvida às velocidades do motor indicadas:
          Equipamentos                            Potência absorvida (kW) a várias velocidades do motor
                                  Marcha Velocidad Velocidad Velocidad Velocidad Velocidad Velocidad
                                                                                            (7)          (7)    (7)
                                lenta sem e baixa e elevada                            eA            eB       eC        e de
                                                                                                                               (
                                    carga                                                                           referência
                                                                                                                         8)
               P(a)
   Equipamentos necessários
   para o funcionamento do
   motor
   (a subtrair da potência do
   motor medida)
   Cf. ponto 6.1.
       P(b)
   Equipamentos não
   necessários para o
   funcionamento do motor
   (a subtrair da potência do
   motor medida)
   Cf. ponto 6.2.
    8.        COMPORTAMENTO FUNCIONAL DO MOTOR
                                      (9)
    8.1.      Velocidades do motor
                                                                                              -1
              Velocidade baixa (n ) ..................................................min
                                   lo
                                                                                                 -1
              Velocidade elevada (n ): .................................................min
                                       hi
              Para os ciclos ESC e ELR
                                                                                                           -1
              Marcha lenta sem carga: .................................................................min
                                                                                         -1
              Velocidade A: .........................................................min
                                                                                         -1
              Velocidade B: .........................................................min
                                                                                         -1
              Velocidade C: .........................................................min
              Para o ciclo ETC
                                                                                                  -1
              Velocidade de referência: .................................................min
 ---pagebreak--- L 375/54         PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
   8.2.      Potência do motor (medida de acordo com o Regulamento n.º 24) em kW
                                                             Velocidade do motor
                                                                      (7)        (7)                       (8)
                            Marcha       Velocidade           Vel. B       Vel. C    Vel. de de referência
                                                 (7)
                           lenta sem          A
                             carga
           P(m)
   Potência medida no
   banco de ensaios
            P(a)
   Potência absorvida
   pelos equipamentos
   a montar para o
   ensaio (ponto 6.1)
   -       se montados
                               0                0                 0           0                 0
   -       se não
   montados
            P(b)
   Potência absorvida
   pelos equipamentos
   a remover para o
   ensaio (ponto 6.2)
   -       se montados
                               0                0                 0           0                 0
   -       se não
   montados
            P(n)
   Potência útil do
   motor
   =P(m) - P(a) + P(b)
   8.3.        Posições do dinamómetro (kW)
               As posições do dinamómetro para os ensaios ESC e ELR e para o ciclo de referência do
               ensaio ETC devem ser baseadas na potência útil do motor P(n) do ponto 8.2.
               Recomenda-se instalar o motor no banco de ensaios na condição útil. Neste caso, P(m) e
               P(n) são idênticas. Se for impossível ou inadequado fazer funcionar o motor na
               condição útil, as posições do dinamómetro devem ser corrigidas para a condição útil
               utilizando a fórmula acima.
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/55
    8.3.1.     Ensaios ESC e ELR
               As posições do dinamómetro devem ser calculadas de acordo com a fórmula do ponto
               1.2 do apêndice 1 do anexo 4.
                 Percentagem                                 Velocidade do motor
                   de carga
                                   Marcha lenta        Velocidade A        Velocidade B Velocidade C
                                     sem carga
                       10        --
                       25        --
                       50        --
                       75        --
                      100
    8.3.2.     Ensaio ETC
               Se o motor não for ensaiado na condição útil, a fórmula de correcção para converter a
               potência medida ou o trabalho do ciclo medido, conforme determinado de acordo com o
               ponto 2 do apêndice 2 do anexo 4, em potência útil ou trabalho do ciclo útil deve ser
               fornecida pelo fabricante do motor para toda a gama de funcionamento do ciclo, e
               aprovada pelo serviço técnico.
    Notas:
    (1)
           No caso de motores e sistemas não convencionais, devem ser fornecidos pelo fabricante
           pormenores equivalentes aos aqui referidos.
    (2)
           Riscar o que não interessa.
    (3)
           Especificar a tolerância.
    (6)
           No caso de sistemas dispostos de modo diferente, fornecer as informações equivalentes (para
           o ponto 3.2).
    (7)
           Ensaio ESC.
 ---pagebreak--- L 375/56        PT                      Jornal Oficial da União Europeia                     27.12.2006
   (8)
          Apenas ensaio ETC.
   (9)
          Especificar a tolerância; devem ter uma aproximação de ± 3% em relação aos valores
          declarados pelo fabricante.
    __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006           PT                                    Jornal Oficial da União Europeia                            L 375/57
                                                             Anexo 1 – Apêndice 1
          CARACTERÍSTICAS DAS PEÇAS DO VEÍCULO RELACIONADAS COM O MOTOR
    1.        Depressão no sistema de admissão à velocidade nominal do motor e a 100 % de carga:
              ............................................kPa
    2.        Contrapressão no sistema de escape à velocidade nominal do motor e a 100% de carga:
              ............................................kPa
    3.        Volume do sistema de escape: ........................................cm³
    4.        Potência absorvida pelos equipamentos auxiliares necessários para o funcionamento do
              motor nos termos e nas condições de funcionamento previstas no regulamento n.º 24.
        Equipamentos                            Potência absorvida (kW) a várias velocidades do motor
                                                                                            (1)        (1)
                              Marcha Velocidade Velocidade Velocidade Vel. B                    Vel. C      Velocidade
                             lenta sem baixa                     elevada          A(1)                          de
                                                                                                                      (2)
                                carga                                                                      referência.
            P(a)
      Equipamentos
      necessários
      para o
      funcionamento
      do motor
      (a subtrair da
      potência do
      motor medida)
      Ver o ponto 6.1
      do anexo 1.
    (1)
           Ensaio ESC.
    (2)
           Apenas ensaio ETC.
                                                                   __________
 ---pagebreak--- L 375/58        PT                                     Jornal Oficial da União Europeia                     27.12.2006
                                                         Anexo 1 – Apêndice 2
                    CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DA FAMÍLIA DE MOTORES
   1.    PARÂMETROS COMUNS
   1.1.  Ciclo de combustão: .....................................................
   1.2.  Meio de arrefecimento: .......................................................
                                          (1)
   1.3.  Número de cilindros .................................................
   1.4.  Cilindrada unitária: .....................................
   1.5.  Método de aspiração do ar: .............................................
   1.6.  Tipo/concepção da câmara de combustão: .......................................
   1.7.  Válvulas e janelas - configuração, dimensões e número: ...................
         .......................................................................
   1.8.  Sistema de combustível: ..........................................................
   1.9.  Sistema de ignição (motores a gás): ........................................
   1.10. Características várias:
                                                                                      (1)
         - sistema de arrefecimento do ar de sobrealimentação : ...........................................
                                                               (1)
         - recirculação dos gases de escape : .......................................
                                                    (1)
         - injecção/emulsão de água : ........................................
                                  (1)
         - injecção de ar .....................................................
                                                                                 (1)
   1.11. Sistema de pós-tratamento dos gases de escape :
         .....................................................................
         Prova de rácio idêntico (ou inferior para o motor precursor):
         capacidade do sistema/débito de combustível por curso de acordo com o(s) número(s)
         do(s) diagrama(s): ..................................................
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                      Jornal Oficial da União Europeia                               L 375/59
    2.     LISTA DA FAMÍLIA DE MOTORES
    2.1.   Designação da família de motores diesel: .......................................
    2.1.1. Especificação dos motores dentro dessa família:
                                                                                             Motor
                                                                                            precursor
           Tipo de motor
           Número de cilindros
                                    -1
           Velocidade nominal (min )
           Débito de combustível por
           curso (mm³)
           Potência útil máxima (kW)
           Velocidade a que se obtém o
                                -1
           binário máximo (min )
           Consumo de combustível por
           curso (mm³)
           Binário máximo (Nm)
           Velocidade de marcha lenta
                          -1
           sem carga (min )
           Cilindrada unitária                                                                 100
           (em % em relação à do motor
           precursor)
 ---pagebreak--- L 375/60       PT                       Jornal Oficial da União Europeia                                  27.12.2006
   2.2.  Designação da família de motores a gás: ...........................................
   2.2.1  Especificação dos motores dentro dessa família:
                                                                                             Motor precursor
           Tipo de motor
           Número de cilindros
                                     -1
           Velocidade nominal (min )
           Débito de combustível por
                      3
           curso (mm )
           Potência útil máxima (kW)
           Velocidade a que se obtém o
                                 -1
           binário máximo (min )
           Débito de combustível por
           curso (mm³)
           Binário máximo (Nm)
           Velocidade de marcha lenta
                -1
           (min ) sem carga
           Cilindrada unitária                                                                    100
           (em % em relação ao motor
           precursor)
           Regulação da ignição
           Caudal de recirculação dos
           gases de escape
           Bomba de ar: sim/não
           Caudal efectivo da bomba de
           ar
   (1)
         Se não aplicável, escrever «n.a.».
                                                __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/61
                                                       Anexo 1 - Apêndice 3
                                                                                                        (1)
              CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DO TIPO DE MOTOR NA FAMÍLIA
    1.            DESCRIÇÃO DO MOTOR
    1.1.          Fabricante: ...................................................
    1.2.          Código do fabricante do motor: .....................................
                                                                           (2)
    1.3.          Ciclo: quatro tempos / dois tempos
    1.4.          Número e disposição dos cilindros: ............................
    1.4.1.        Diâmetro: ...................................................... mm
    1.4.2.        Curso: ...................................................... mm
    1.4.3.        Ordem de inflamação: ...................................................
    1.5.          Cilindrada: ........................................cm³
                                                                       (3)
    1.6.          Taxa de compressão volumétrica : ................................
    1.7.          Desenho(s) da câmara de combustão e face superior do êmbolo: ..............
                  .................................................................
    1.8.          Secções transversais mínimas das janelas de admissão e de escape:
                  ........................................cm²
                                                                                                            -1
    1.9.          Velocidade em marcha lenta sem carga: ...............................................min
                                                                                            -1
    1.10.         Potência útil máxima: ..................kW at ..................min
                                                                                               -1
    1.11.         Velocidade máxima admitida do motor: .............................min
                                                                                         -1
    1.12.         Binário útil máximo: .................Nm at ..................min
                                                                                                   (2)
    1.13.         Sistema de combustão: ignição por compressão/ignição comandada
    1.14.         Combustível: combustível para motores diesel / GPL / GN-H /GN-L / NG-HL /
                            (1)
                  etanol
    1.15.         Sistema de arrefecimento
    1.15.1.       Por líquido
    1.15.1.1.     Natureza do líquido: ...............................................
                                                                       (2)
    1.15.1.2.     Bomba(s) de circulação: sim/não
    1.15.1.3.     Características ou marca(s) e tipo(s) (se aplicável): .........
                  .................................................................
    1.15.1.4.     Relação(ões) de transmissão (se aplicável): .................................
 ---pagebreak--- L 375/62     PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                                 27.12.2006
   1.15.2.      Por ar
                                               (2)
   1.15.2.1.    Insuflador: sim/não
   1.15.2.2.    Características ou marca(s) e tipo(s) (se aplicável): .........
                .................................................................
   1.15.2.3.    Relação(ões) de transmissão (se aplicável): .................................
   1.16.        Temperatura admitida pelo fabricante
   1.16.1.      Arrefecimento por líquido: Temperatura máxima à saída: .................K
   1.16.2.      Arrefecimento por ar:                         Ponto de referência: ...............................
                Temperatura máxima no ponto de referência: .................K
   1.16.3.      Temperatura máxima do ar à saída do permutador de calor do ar de
                sobrealimentação (se aplicável): ...................................K
   1.16.4.      Temperatura máxima de escape no(s) ponto(s) do(s) tubo(s) de escape adjacente(s)
                à(s) flange(s) exterior(es) do(s) colector(es) de escape ou da(s) turbina(s) de
                sobrealimentação: ...............................................K
   1.16.5.      Temperatura do combustível: min. …......... K, máx. ….............. K
                à entrada da bomba de injecção, no que diz respeito aos motores diesel, e no estádio
                final do regulador de pressão, no que diz respeito aos motores a GN
   1.16.6.      Pressão do combustível: min. ….......... kPa, máx. …............ kPa
                no estádio final do regulador de pressão, para os motores alimentados a GN
                exclusivamente
   1.16.7.      Temperatura do lubrificante: min. ........… K, máx. ….......... K
                                                           (2)
   1.17.        Sobrealimentador: sim/não
   1.17.1.      Marca: ...........................................................
   1.17.2.      Tipo: ...........................................................
   1.17.3.      Descrição do sistema (por exemplo, pressão máxima de sobrealimentação, válvula
                de descarga, se aplicável) ..................................
                                                                                              (2)
   1.17.4.      Permutador de calor do ar de sobrealimentação: sim/não
   1.18.        Sistema de admissão
                Depressão máxima admissível na admissão à velocidade nominal do motor e a
                100% de carga, nos termos e nas condições de funcionamento previstas no
                Regulamento n.º 24: ............................kPa
   1.19.        Sistema de escape
                Contrapressão máxima admissível de escape à velocidade nominal do motor e a
                100% de carga, nos termos e nas condições de funcionamento previstas no
                Regulamento n.º24: ............................kPa
                Volume do sistema de escape: ........................................cm³
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                                   Jornal Oficial da União Europeia              L 375/63
    2.          MEDIDAS ADOPTADAS CONTRA A POLUIÇÃO DO AR
    2.1.        Dispositivo para reciclar os gases do cárter (descrição e desenhos):
                .................................................................
    2.2.        Dispositivos antipoluição adicionais (se existirem e se não estiverem incluídos
                noutra rubrica)
                                                 (2)
    2.2.1.      Catalisador: sim/não
    2.2.1.1.    Número de catalisadores e elementos: ....................
    2.2.1.2.    Dimensões, forma e volume do(s) catalisador(s): .....
                .................................................................
    2.2.1.3.    Tipo de acção catalítica: .......................................
    2.2.1.4.    Carga total de metal precioso: ................................
    2.2.1.5.    Concentração relativa: .........................................
    2.2.1.6.    Substracto (estrutura e material): .............................
    2.2.1.7.    Densidade das células: ...................................................
    2.2.1.8.    Tipo de alojamento do(s) catalisador(es): ..................
    2.2.1.9.    Localização do(s) catalisador(es) (lugar e distância de referência na linha de
                escape): ..................................
                .................................................................
                                                             (2)
    2.2.2.      Sensor de oxigénio: sim/não
    2.2.2.1.    Tipo: ...........................................................
                                                     (2)
    2.2.3.      Injecção de ar: sim/não
    2.2.3.1.    Tipo (ar pulsado, bomba de ar, etc.): ...............................
                                       (2)
    2.2.4.      EGR: sim/não
    2.2.4.1.    Características (caudal, etc.): ...............................
                                                                  (2)
    2.2.5.      Colector de partículas: sim/não
    2.2.5.1.    Dimensões, forma e capacidade do colector de partículas: .........
                .................................................................
    2.2.5.2.    Tipo e concepção do colector de partículas: ........................
    2.2.5.3.    Localização (distância de referência na linha de escape): ..............
    2.2.5.4.    Método ou sistema de regeneração, descrição e/ou desenho: ...
                .................................................................
                                                         (2)
    2.2.6.      Outros sistemas: sim/não
    2.2.6.1.    Descrição e funcionamento: ......................................
 ---pagebreak--- L 375/64        PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                                                 27.12.2006
   3.              SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
   3.1.            Motores diesel
   3.1.1.          Bomba de alimentação:
                               (3)                                                                 (2)
                   Pressão : .............kPa ou diagrama característico : ....
                   .................................................................
   3.1.2.          Sistema de injecção
   3.1.2.1.        Bomba
   3.1.2.1.1.      Marca(s): ........................................................
   3.1.2.1.2.      Tipo(s): ........................................................
                                                                                     (3)
   3.1.2.1.3.      Débito máximo de combustível: ......mm³ por curso à velocidade do motor de
                               -1                                                                       (2) (3)
                   ......min a injecção plena ou diagrama característico                                       : .............
                   .................................................................
                                                                                                                               (2)
                   Indicar o método utilizado: no motor / no banco de ensaio das bombas
                   Se a pressão puder ser controlada, indicar o débito de combustível e a pressão
                   característicos em relação à velocidade do motor.
   3.1.2.1.4.      Avanço da injecção
                                                                 (3)
   3.1.2.1.4.1.    Curva de avanço da injecção : .....................................
                                                                    (3)
   3.1.2.1.4.2.    Regulação estática da injecção : .....................................
   3.1.2.2.        Tubagem da injecção
   3.1.2.2.1.      Comprimento: ...................................................... mm
   3.1.2.2.2.      Diâmetro interior: .......................................... mm
   3.1.2.3.        Injector(es)
   3.1.2.3.1.      Marca(s): .......................................................
   3.1.2.3.2.      Tipo(s): .......................................................
                                                                                                      (3)
   3.1.2.3.3.      «Pressão de abertura»: .......................................kPa
                                                             (2) (3)
                   ou diagrama característico                       : .................................
   3.1.2.4.        Regulador:
   3.1.2.4.1.      Marca(s): .......................................................
   3.1.2.4.2.      Tipo(s): ........................................................
                                                                                                                         -1
   3.1.2.4.3.      Velocidade a que o corte tem início a plena carga: ............ min
                                                                                                                   -1
   3.1.2.4.4.      Velocidade máxima sem carga: .................................... min
                                                                                                                                   -1
   3.1.2.4.5.      Velocidade em marcha lenta sem carga: ...............................................min
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                       L 375/65
    3.1.3.        Sistema de arranque a frio
    3.1.3.1.      Marca(s): ........................................................
    3.1.3.2.      Tipo(s): ........................................................
    3.1.3.3.      Descrição: ....................................................
    3.1.3.4.      Sistema auxiliar de arranque: .........................................
    3.1.3.4.1.    Marca: ...........................................................
    3.1.3.4.2.    Tipo: ...........................................................
    3.2.          Motores a gás
                                                                   (2)
    3.2.1.        Combustível: Gás natural/GPL
                                                                                            (2)
    3.2.2.        Regulador(es) de pressão ou vaporizador(es)/regulador(es) de pressão
    3.2.2.1.      Marca(s): ........................................................
    3.2.2.2.      Tipo(s): ........................................................
    3.2.2.3.      Número dos estádios de redução de pressão: ............................
    3.2.2.4.      Pressão no estádio final: min. ....… kPa, máx. ............ kPa
    3.2.2.5.      Número de pontos de regulação principais: ...............................
    3.2.2.6.      Número de pontos de regulação da marcha lenta sem carga: ...............................
    3.2.2.7.      Número de homologação: ................................................
    3.2.3.        Sistema de alimentação: unidade misturadora / injecção de gás / injecção de líquido
                                             (2)
                  / injecção directa
    3.2.3.1.      Regulação da riqueza da mistura: ....................................
    3.2.3.2.      Descrição do sistema e/ou diagrama e desenhos: .................
                  .................................................................
    3.2.3.3.      Número de homologação: ................................................
    3.2.4.        Unidade misturadora
    3.2.4.1.      Número: .........................................................
    3.2.4.2.      Marca(s): ........................................................
    3.2.4.3.      Tipo(s): ........................................................
    3.2.4.4.      Localização: .......................................................
    3.2.4.5.      Possibilidades de regulação: .......................................
    3.2.4.6.      Número de homologação: ................................................
    3.2.5.        Injecção no colector de admissão
                                                                           ((2)
    3.2.5.1.      Injecção: ponto único / multiponto)
                                                                                                             (2)
    3.2.5.2.      Injecção: contínua / temporizada simultaneamente / temporizada sequencialmente
 ---pagebreak--- L 375/66      PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
   3.2.5.3.      Equipamento de injecção
   3.2.5.3.1.    Marca(s): ........................................................
   3.2.5.3.2.    Tipo(s): ........................................................
   3.2.5.3.3.    Possibilidades de regulação: .......................................
   3.2.5.3.4.    Número de homologação: ................................................
   3.2.5.4.      Bomba de abastecimento (se aplicável) ....................................
   3.2.5.4.1.    Marca(s): ........................................................
   3.2.5.4.2.    Tipo(s): ........................................................
   3.2.5.4.3.    Número de homologação: ................................................
   3.2.5.5.      Injector(es): .................................................
   3.2.5.5.1.    Marca(s): ........................................................
   3.2.5.5.2.    Tipo(s): ........................................................
   3.2.5.5.3.    Número de homologação: ................................................
   3.2.6.        Injecção directa
                                                                                  (2)
   3.2.6.1.      Bomba de injecção/regulador de pressão
   3.2.6.1.1.    Marca(s): ........................................................
   3.2.6.1.2.    Tipo(s): ........................................................
   3.2.6.1.3.    Regulação da injecção: ...............................................
   3.2.6.1.4.    Número de homologação: ................................................
   3.2.6.2.      Injector(es)
   3.2.6.2.1.    Marca(s): ........................................................
   3.2.6.2.2.    Tipo(s): ........................................................
                                                                                      (3):
   3.2.6.2.3.    Pressão de abertura ou diagrama característico                            ..................
                 .................................................................
   3.2.6.2.4.    Número de homologação: ................................................
   3.2.7.        Unidade electrónica de controlo (UEC)
   3.2.7.1.      Marca(s): ........................................................
   3.2.7.2.      Tipo(s): ........................................................
   3.2.7.3.      Possibilidades de regulação: .......................................
   3.2.8.        Equipamentos específicos para o GN
   3.2.8.1.      Variante 1 (apenas no caso de homologações de motores preparados para várias
                 composições de um combustível específico):
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                                   Jornal Oficial da União Europeia                                             L 375/67
    3.2.8.1.1.      Composição do combustível:
                     metano (CH ):       4                   base: ......% (mol)       min. ....% mol               máx. ....% mol
                     etano (C H ): 2   6                     base: ......% (mol)       min. ....% mol               máx. ....% mol
                     propano (C H ):   3    8                base: ......% (mol)       min. ....% mol               máx. ....% mol
                     butano (C H ):  4    10                 base: ......% (mol)       min. ....% mol               máx. ....% mol
                     C5/C5+:                                 base: ......% (mol)       min. ....% mol               máx. ....% mol
                     oxigénio (O ):      2                   base: ......% (mol)       min. ....% mol               máx. ....% mol
                     gases inertes (N ,He,    2              base: ......% (mol)       min. ....% mol               máx. ....% mol
                     etc.):
    3.2.8.1.2.      Injector(es)
    3.2.8.1.2.1.    Marca(s): ........................................................
    3.2.8.1.2.2.    Tipo(s): ........................................................
    3.2.8.1.3.      Outros (se aplicável)
    3.2.8.2.        Variante 2: (só em caso de homologações para diversas composições de
                    combustível específicas)
    4.              REGULAÇÃO DAS VÁLVULAS
    4.1.            Elevação máxima das válvulas e ângulos de abertura e de fecho em relação aos
                    pontos mortos superiores ou dados equivalentes: ....................
                    .................................................................
                                                                                  (2)
    4.2.            Gamas de referência e/ou de regulação : ............................
                    .................................................................
    5.              SISTEMA DE IGNIÇÃO (APENAS MOTORES DE IGNIÇÃO COMANDADA)
    5.1.            Tipo de sistema de ignição: bobina vulgar e velas/bobina individual e velas/bobina
                                                                   (2)
                    sobre vela/outro (especificar)
    5.2.            Unidade de controlo da ignição
    5.2.1.          Marca(s): ........................................................
    5.2.2.          Tipo(s): ........................................................
                                                                                       (2) (3)
    5.2.            Curva de avanço da ignição/traçado do avanço                              : ......................
                    .................................................................
                                                       (3)                                                                         -1
    5.4.            Regulação da ignição : ...... graus antes do PMS a uma velocidade de ...... min e
                    uma pressão absoluta no colector de .......... kPa
    5.5.            Velas de ignição
 ---pagebreak--- L 375/68      PT                              Jornal Oficial da União Europeia           27.12.2006
   5.5.1.        Marca(s): ........................................................
   5.5.2.        Tipo(s): ........................................................
   5.5.3.        Regulação da folga: ................................................ mm
   5.6.          Velas de ignição
   5.6.1.        Marca(s): ........................................................
   5.6.2.        Tipo(s): ........................................................
   Notas
   (1)
          A apresentar para cada motor da família.
   (2)
          Riscar o que não interessa.
   (3)
          Especificar a tolerância.
                                                         __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006         PT                                     Jornal Oficial da União Europeia                                                             L 375/69
                                                                    Anexo 2-A
                                                              COMUNICAÇÃO
                                             (formato máximo: A4 (210 x 297 mm)]
                                                                               emitida por:            Designação da autoridade
                                                                                                      administrativa:
                                                                                                       .......................
                                                                                                       .......................
                                                                                                       .......................
    relativa à: 2/      CONCESSÃO DA HOMOLOGAÇÃO
                               EXTENSÃO DA HOMOLOGAÇÃO
                               RECUSA DA HOMOLOGAÇÃO
                               REVOGAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
                               INTERRUPÇÃO DEFINITIVA DA PRODUÇÃO
    de motores de ignição por compressão (IPC), de motores a gás natural (GN) ou de motores de
    ignição comandada (IC) alimentados a gás de petróleo liquefeito (GPL) 2/,enquanto unidade técnica
    autónoma, no que respeita à emissão de gases poluentes nos termos do Regulamento nº 49
    N.º de homologação:                                                                    Extensão n.º ...
    1.           Designação comercial ou marca do motor:.................................. ....................................
    2.           Tipo de motor:..................................................................................................................
    3.           Tipo de combustão: ignição por compressão/ignição comandada 2/
    3.1.         Tipo de combustível:........................................................................................................
    4.           Nome e endereço do fabricante:.......................................................................................
    5.           Se aplicável, nome e endereço do mandatário do fabricante:
                 ..........................................................................................................................................
    6.           Depressão máxima admissível à admissão: ............................................................... kPa
    7.           Contrapressão máxima admissível:............................................................................ kPa
 ---pagebreak--- L 375/70   PT                                     Jornal Oficial da União Europeia                                                           27.12.2006
   8.    Potência máxima admissível absorvida pelo equipamento accionado pelo motor:
         Intermédia: ............... kW; Nominal: ...................................................................... kW
   9.    Eventuais restrições de utilização: ...................................................................................
   10.   Níveis de emissões do motor/motor precursor
   10.1. Ensaio ESC (se aplicável):
         CO:......................g/kWh
         THC: ...................g/kWh
         NO : ....................g/kWh
              x
         PT:.......................g/kWh
   10.2. Ensaio ELR (se aplicável):
                                                           -1
         Valor dos fumos:....................m
   10.3. Ensaio ETC (se aplicável):
         CO:......................g/kWh
         THC: ...................g/kWh
         NMHC: ...............g/kWh
         CH :.....................g/kWh
             4
         NO : ....................g/kWh
              x
         PT:.......................g/kWh
   11.   Veículo apresentado a ensaio em: ....................................................................................
   12.   Serviço técnico responsável pela realização dos ensaios de homologação:
         ..........................................................................................................................................
   13.   Data do relatório de ensaio emitido por este serviço: ......................................................
   14.   Número do relatório de ensaio emitido por este serviço:.................................................
   15.   Posição da marca de homologação no veículo:................................................................
   16.   Local:................................................................................................................................
   17.   Data .................................................................................................................................
   18.   Assinatura: .......................................................................................................................
   19.   Em anexo à presente comunicação, figuram os seguintes documentos que incluem o
         número de homologação acima indicado:
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                    Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/71
           Um exemplar do anexo 1 do presente regulamento, devidamente preenchido e
           acompanhado dos desenhos e esquemas indicados.
           1/     Número distintivo do país que procedeu à concessão/extensão/recusa/revogação
                  da homologação (ver disposições relativas à homologação no regulamento).
           2/     Riscar o que não interessa.
 ---pagebreak--- L 375/72           PT                                     Jornal Oficial da União Europeia                                                           27.12.2006
                                                                     Anexo 2B
                                                              COMUNICAÇÃO
                                             (formato máximo: A4 (210 x 297 mm)]
                                                                               emitida por:            Designação da autoridade
                                                                                                      administrativa:
                                                                                                       .......................
                                                                                                       .......................
                                                                                                       .......................
   relativa à: 2/       CONCESSÃO DA HOMOLOGAÇÃO
                               EXTENSÃO DA HOMOLOGAÇÃO
                               RECUSA DA HOMOLOGAÇÃO
                               REVOGAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
                               INTERRUPÇÃO DEFINITIVA DA PRODUÇÃO
   de um modelo de veículo no que respeita à emissão de poluentes pelo veículo nos termos do
   Regulamento n.º 49.
   N.º de homologação:                                                                     Extensão n.º:
   1.        Designação comercial ou marca do motor:..........................................................................
   2.        Modelo de veículo: ..............................................................................................................
   3.        Nome e endereço do fabricante:...........................................................................................
   4.        Se aplicável, nome e endereço do mandatário do fabricante: ..............................................
              .............................................................................................................................................
   5.        Depressão máxima admissível na admissão: ................................................................. kPa
   6.        Contrapressão máxima admissível: .............................................................................. kPa
   7.        Potência máxima admissível absorvida pelo equipamento accionado pelo motor:
             Intermédia: . . . . . . . . . . kW Nominal: ........................................................................ kW
   8.        Marca e tipo do motor:.........................................................................................................
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                                     Jornal Oficial da União Europeia                                                             L 375/73
    9.     Níveis de emissões do motor/motor precursor
    9.1.      Ensaio ESC (se aplicável):
              CO:......................g/kWh
              THC: ...................g/kWh
              NO : ....................g/kWh
                    x
              PT:.......................g/kWh
    9.2.      Ensaio ELR (se aplicável):
                                                                 -1
              Valor dos fumos:....................m
    9.3.      Ensaio ETC (se aplicável):
              CO:......................g/kWh
              THC: ...................g/kWh
              NMHC: ...............g/kWh
              CH :.....................g/kWh
                   4
              NO : ....................g/kWh
                    x
              PT:.......................g/kWh
    10.    Veículo apresentado a ensaio em:........................................................................................
    11.    Serviço técnico responsável pela realização dos ensaios de homologação: ........................
            .............................................................................................................................................
    12.    Data do relatório de ensaio emitido por este serviço: ..........................................................
    13.    Número do relatório de ensaio emitido por este serviço:.....................................................
    14.    Posição da marca de homologação no veículo 2/: ...............................................................
    15.    Local: ...................................................................................................................................
    16.    Data ......................................................................................................................................
    17.    Assinatura: ...........................................................................................................................
    18.    Em anexo à presente comunicação, figuram os seguintes documentos que incluem o
           número de homologação acima indicado:
           Um exemplar do anexo 1 do presente regulamento, devidamente preenchido e
           acompanhado dos desenhos e esquemas indicados.
 ---pagebreak--- L 375/74    PT                       Jornal Oficial da União Europeia                     27.12.2006
         1/ Número distintivo do país que procedeu à concessão/extensão/recusa/revogação da
            homologação (ver disposições relativas à homologação no regulamento).
         2/ Riscar o que não interessa.
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                            L 375/75
                                                    Anexo 3
                         DISPOSIÇÃO DAS MARCAS DE HOMOLOGAÇÃO
                                (Ver ponto 4.6. do presente regulamento)
    I.     HOMOLOGAÇÃO «I» (Linha A)
           (Ver ponto 4.6.3 do presente regulamento)
                                                   Modelo A
           Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha A e que são alimentados a
           diesel ou a gás de petróleo liquefeito (GPL).
                              a
                                  a
                                  2
                                        E 11            a
                                                        3  49 RI - 042439
                                                                          a = 8 mm min.
                                                   Modelo B
           Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha A e que são alimentados a
           gás natural (GN). O sufixo após o símbolo nacional indica a qualificação do combustível nos
           termos do ponto 4.6.3.1 do presente regulamento.
                                                   a
                                                   3      HLt
                              a
                                 a
                                 2
                                       E 11            a
                                                       3  49 RI - 042439
                                                                          a = 8 mm min.
           A marca de homologação acima indicada, afixada num motor/veículo, indica que o tipo de
           motor/modelo de veículo em causa foi homologado no Reino Unido (E11), nos termos do
           Regulamento n.º 49 com o número de homologação 002439. Esta marca de homologação
           indica que a homologação foi feita nos termos do Regulamento n.º 49, alterado pela série 04 de
           alterações, e no cumprimento dos limites pertinentes previstos no ponto 5.2.1 do presente
           regulamento.
    II.    HOMOLOGAÇÃO «II» (Linha B1)
           (Ver ponto 4.6.3 do presente regulamento)
                                                   Modelo C
 ---pagebreak--- L 375/76      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
         Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha B1 e que são alimentados
         a diesel ou a gás de petróleo liquefeito (GPL).
                            a
                                a
                                2
                                     E 11            a
                                                     3   49 RII - 042439
                                                                          a = 8 mm min .
                                                 Modelo D
         Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha B1 e que são alimentados
         a gás natural (GN). O sufixo após o símbolo nacional indica a qualificação do combustível
         nos termos do ponto 4.6.3.1 do presente regulamento.
                                                 A
                                                 3
                                                        HT
                            A
                                A
                                2
                                     E 11           A
                                                    3   49 RII - 042439
                                                                        A  = 8 mm min.
                                                                                      .
         A marca de homologação acima indicada, afixada num motor/veículo, indica que o tipo de
         motor/modelo de veículo em causa foi homologado no Reino Unido (E11), nos termos do
         Regulamento n.º 49 com o número de homologação 042439. Esta marca de homologação
         indica que a homologação foi feita nos termos do Regulamento n.º 49, alterado pela série 04 de
         alterações, e no cumprimento dos limites pertinentes previstos no ponto 5.2.1 do presente
         regulamento.
   III.   HOMOLOGAÇÃO «III» (Linha B2)
         (Ver ponto 4.6.3 do presente regulamento)
                                                 Modelo E
         Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha B2 e que são alimentados
         a diesel ou a gás de petróleo liquefeito (GPL).
                               a
                                   a
                                   2
                                         E 11           a
                                                        3   49 RIII - 042439
                                                                            a = 8 mm min.
                                                 Modelo F
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                      Jornal Oficial da União Europeia                             L 375/77
           Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha B2 e que são alimentados
           a gás natural (GN). O sufixo após o símbolo nacional indica a qualificação do combustível
           nos termos do ponto 4.6.3.1 do presente regulamento.
                                                   A
                                                   3
                                                          LT
                              A
                                 A
                                 2
                                       E 11            A
                                                       3  49 RIII - 042439
                                                                          A = 8 mm min .
           A marca de homologação acima indicada, afixada num motor/veículo, indica que o tipo de
           motor/modelo de veículo em causa foi homologado no Reino Unido (E11), nos termos do
           Regulamento n.º 49 com o número de homologação 042439. Esta marca de homologação
           indica que a homologação foi feita nos termos do Regulamento n.º 49, alterado pela série 04 de
           alterações, e no cumprimento dos limites pertinentes previstos no ponto 5.2.1 do presente
           regulamento.
    IV.     HOMOLOGAÇÃO «IV» (Linha C)
           (Ver ponto 4.6.3 do presente regulamento)
                                                MODELO G
           Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha B1 e que são alimentados
           a diesel ou a gás de petróleo liquefeito (GPL).
                              A
                                  A
                                  2
                                       E 11           A
                                                      3   49 RIV - 042439
                                                                         A = 8 mm min..
                                                  Modelo H
 ---pagebreak--- L 375/78         PT                     Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
            Motores homologados para os limites de emissão previstos na linha C e que são alimentados a
            gás natural (GN). O sufixo após o símbolo nacional indica a qualificação do combustível nos
            termos do ponto 4.6.3.1 do presente regulamento.
                                                  A
                                                  3
                                                         HLT
                              A
                                 A
                                 2
                                       E 11          A
                                                     3   49 RIV - 042439
                                                                            A = 8 mm min..
            A marca de homologação acima indicada, afixada num motor/veículo, indica que o tipo de
            motor/modelo de veículo em causa foi homologado no Reino Unido (E11), nos termos do
            Regulamento n.º 49 com o número de homologação 042439. Esta marca de homologação
            indica que a homologação foi feita nos termos do Regulamento n.º 49, alterado pela série 04 de
            alterações, e no cumprimento dos limites pertinentes previstos no ponto 5.2.1 do presente
            regulamento.
   V.        MOTOR/VEÍCULO HOMOLOGADO AO ABRIGO DE UM OU MAIS REGULAMENTOS
            (Ver ponto 4.7 do presente regulamento)
                                                  Modelo I
                                                 49 IV HL 04 2439                          A    A
                          A
                               E 11
                                                                                           3    2
                     A                     A
                          2
                                                  24                     03 1628
                                           3                                               A    A
                                                                                           3    2
            A marca de homologação acima indicada, afixada num motor/veículo, indica que o tipo de
            motor/modelo de veículo em causa foi homologado no Reino Unido (E11), nos termos do
            Regulamento n.º 49 (emissão de nível IV) e do Regulamento n.º 24 1/. Os dois primeiros
            algarismos dos números de homologação indicam que, nas datas em que as respectivas
            homologações foram concedidas, o Regulamento n.º 49 incluía a série 04 de alterações e o
            Regulamento n.º 24 incluía a série 03 de alterações.
   _____________
   1/    O segundo número de regulamento é dado apenas a título de exemplo.
                                                      _________
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/79
                                                Anexo 4
                                 PROCEDIMENTO DE ENSAIO
    1.     INTRODUÇÃO
    1.1.   O presente anexo descreve os métodos de determinação das emissões de componentes
           gasosos, partículas e fumos pelos motores a ensaiar. Descrevem-se três ciclos de ensaio
           que serão aplicados de acordo com as disposições do ponto 5.2 do regulamento:
    1.1.1. o ensaio ESC, que consiste num ciclo de 13 modos em estado estacionário;
    1.1.2. o ensaio ELR, que consiste de patamares de carga transientes a diferentes velocidades,
           que são partes integrantes de um procedimento de ensaio, e são efectuados
           simultaneamente;
    1.1.3. o ensaio ETC, que consiste numa sequência segundo a segundo de modos transientes.
    1.2.   O ensaio é efectuado com o motor montado num banco de ensaio e ligado a um
           dinamómetro.
    1.3.   Princípio da medição
           As emissões a medir, provenientes do escape do motor, incluem os componentes
           gasosos (monóxido de carbono, hidrocarbonetos totais no que diz respeito aos motores
           diesel no ensaio ESC apenas; hidrocarbonetos não metânicos no que diz respeito aos
           motores diesel e aos motores a gás no ensaio ETC apenas; metano no que diz respeito
           aos motores a gás no ensaio ETC apenas e óxidos de azoto), as partículas (apenas
           motores diesel e motores a gás no estádio C) e os fumos (motores diesel no ensaio ELR
           apenas). Além disso, o dióxido de carbono é muitas vezes utilizado como gás
           marcador para determinar a razão de diluição de sistemas de diluição do caudal parcial
           e total. As boas práticas de engenharia recomendam a medição geral do dióxido de
           carbono como excelente ferramenta para a detecção de problemas de medição durante o
           ensaio.
    1.3.1. Ensaio ESC
           Durante uma sequência prescrita de condições de funcionamento do motor aquecido,
           examinam-se continuamente as quantidades das emissões de escape acima referidas
           retirando uma amostra dos gases de escape brutos. O ciclo de ensaio consiste num
           determinado número de modos de velocidade e potência que cobrem a gama de
           funcionamento típica dos motores diesel. Durante cada modo, determinam-se a
           concentração de cada gás poluente, o caudal de escape e a potência, sendo os valores
           medidos ponderados. Dilui-se a amostra de partículas com ar ambiente condicionado.
           Retira-se uma amostra durante o procedimento de ensaio completo, que é recolhida em
           filtros adequados. Calcula-se a massa, em gramas, de cada poluente emitida por
 ---pagebreak--- L 375/80       PT                       Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
              quilowatt-hora (kWh), conforme descrito no apêndice 1 do presente anexo. Além
              disso, mede-se a concentração dos NOx em três pontos de ensaio dentro da zona de
              controlo seleccionada pelo serviço técnico 1/, sendo os valores medidos comparados
              com os valores calculados a partir dos modos do ciclo de ensaio que envolvem os
              pontos de ensaio seleccionados. A verificação do NOx assegura a eficácia do controlo
              de emissões do motor dentro da gama de funcionamento típica do motor.
   1.3.2.     Ensaio ELR
              Durante o ensaio de reacção a uma carga prescrita, determinam-se os fumos de um
              motor aquecido através de um opacímetro. O ensaio consiste em submeter o motor, a
              velocidade constante, a uma carga crescente de 10 % a 100 % a três velocidades
              diferentes do motor. Além disso, efectua-se um quarto patamar de carga seleccionado
              pelo serviço técnico1, sendo o valor comparado com os valores dos patamares de carga
              anteriores. Determina-se o pico dos fumos utilizando um algoritmo de cálculo de
              médias, conforme descrito no apêndice 1 do presente anexo.
   1.3.3.     Ensaio ETC
              Durante um ciclo transiente prescrito de condições de operação do motor aquecido, que
              é amplamente baseado em padrões específicos da condução rodoviária de motores
              pesados instalados em camiões e autocarros, examinam-se os poluentes acima
              indicados após diluição da totalidade dos gases de escape com ar ambiente
              condicionado. Utilizando os sinais de retroacção do binário e da velocidade do motor
              do dinamómetro, integra-se a potência em relação ao tempo do ciclo para se obter o
              trabalho produzido pelo motor durante o ciclo. Determinam-se as concentrações dos
              NOx e do HC ao longo do ciclo através da integração do sinal do analisador. As
              concentrações de CO, de CO2 e dos HC não metânicos (NMHC) podem ser
              determinadas por integração do sinal do analisador ou por recolha de amostras em
              sacos. No que diz respeito às partículas, recolhe-se uma amostra proporcional em
              filtros adequados. Determina-se o caudal dos gases de escape diluídos ao longo do
              ciclo para calcular os valores das emissões mássicas dos poluentes. Esses valores são
              relacionados com o trabalho do motor para se obter a massa de cada poluente emitida
              por quilowatt-hora (kWh), conforme descrito no apêndice 2 do presente anexo.
   2.         CONDIÇÕES DO ENSAIO
   2.1.       Condições de ensaio do motor
   2.1.1.     Medem-se a temperatura absoluta (Ta) do ar de admissão do motor à entrada deste,
              expressa em Kelvin, e a pressão atmosférica seca ps, expressa em kPa, e determina-se o
              parâmetro F de acordo com as seguintes disposições:
   1/     Os pontos de ensaio devem ser seleccionados utilizando métodos
   estatísticos aprovados de aleatorização.
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                      Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/81
               a) Para os motores diesel:
               Motores com aspiração normal e motores com sobrealimentação mecânica:
                                             ⎛ 99 ⎞ ⎛ T ⎞
                                                                0, 7
                                        F = ⎜⎜ ⎟⎟ ∗ ⎜ a ⎟
                                             ⎝ p s ⎠ ⎝ 298 ⎠
               Motores turbocomprimidos com ou sem arrefecimento do ar de admissão:
                                                    0,7
                                            ⎛ 99 ⎞        ⎛T ⎞
                                                                   1, 5
                                      F = ⎜⎜ ⎟⎟          ∗⎜ a ⎟
                                            ⎝ ps ⎠        ⎝ 298 ⎠
              b)      Para os motores a gás:
                                                    1, 2
                                            ⎛ 99 ⎞        ⎛T ⎞
                                                                   0 ,6
                                      F = ⎜⎜ ⎟⎟          ∗⎜ a ⎟
                                            ⎝ ps ⎠        ⎝ 298 ⎠
    2.1.2. Validade do ensaio
           Para que um ensaio seja reconhecido como válido, o parâmetro F deve satisfazer a
           seguinte relação:
                                           0,96 ≤ F ≤ 1,06
    2.2.   Motores com arrefecimento do ar de sobrealimentação
           Regista-se a temperatura do ar de sobrealimentação, que deve estar, à velocidade
           correspondente à potência máxima declarada e a plena carga, a ± 5 K da temperatura
           máxima do ar de sobrealimentação especificada no ponto 1.16.3 do anexo 1. A
           temperatura do fluido de arrefecimento deve ser pelo menos 293 K (20 °C).
           Se se utilizar um sistema da oficina de ensaios ou um ventilador externo, a temperatura
           do ar de sobrealimentação deve estar a ± 5 K da temperatura máxima do ar de
           sobrealimentação especificada no ponto 1.16.3 do apêndice 1 do anexo II à velocidade
           da potência máxima declarada e a plena carga. Deve ser utilizada para todo o ciclo de
           ensaio a regulação do sistema de arrefecimento do ar da sobrealimentação que satisfaça
           as condições acima.
    2.3.   Sistema de admissão do ar para o motor
           Utiliza-se um sistema de admissão de ar no motor que apresente uma restrição à entrada
           de ar a ± 100 Pa do limite superior do motor a funcionar à velocidade da potência
           máxima declarada e a plena carga.
 ---pagebreak--- L 375/82  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   2.4.  Sistema de escape do motor
         Utiliza-se um sistema de escape que apresente uma contrapressão no escape de ± 1000
         Pa do limite superior do motor a funcionar à velocidade da potência máxima declarada
         e a plena carga e um volume situado entre ± 40 % do volume especificado pelo
         fabricante. Pode-se utilizar um sistema da oficina de ensaios desde que represente as
         condições reais de funcionamento do motor. O sistema de escape deve satisfazer os
         requisitos da recolha de amostras de gases de escape constantes do anexo 4, apêndice 4,
         ponto 3.4 e do anexo 4, apêndice 6, pontos 2.2.1 EP e 2.3.1 EP.
         Se o motor estiver equipado com um dispositivo de pós-tratamento dos gases de
         escape, o tubo de escape deve ter o mesmo diâmetro que o tubo utilizado normalmente
         ao longo de pelo menos quatro diâmetros do tubo a montante da entrada do início da
         secção de expansão que contém o dispositivo de pós-tratamento. A distância entre a
         flange do colector de escape ou da saída do turbocompressor e o dispositivo de pós-
         tratamento dos gases de escape deve ser a mesma que na configuração no veículo ou
         dentro das especificações de distância do fabricante. A contrapressão ou a restrição de
         escape devem seguir os mesmos critérios que os acima indicados, e podem ser
         reguladas com uma válvula. O alojamento do sistema de pós-tratamento pode ser
         removido durante os ensaios em branco e durante o mapeamento do motor e substituído
         por um alojamento equivalente com um suporte catalisador inactivo.
   2.5.  Sistema de arrefecimento
         Utiliza-se um sistema de arrefecimento do motor com capacidade suficiente para
         manter o motor às temperaturas normais de funcionamento prescritas pelo fabricante.
   2.6   Lubrificante
         As especificações do lubrificante utilizado para o ensaio devem ser registadas e
         apresentadas com os resultados do ensaio, conforme especificado no ponto 7.1 do
         anexo 1.
   2.7.  Combustível
         O combustível deve ser o combustível de referência especificado nos anexos 5, 6 ou 7.
         A temperatura do combustível e o ponto de medição devem ser especificados pelo
         fabricante dentro dos limites dados no ponto 1.16.5 do anexo 1. A temperatura do
         combustível não deve ser inferior a 306 K (33°C). Se não especificada, deve ser de 311
         K ± 5 K(38 °C ± 5 °C) à entrada da linha de combustível.
         No que diz respeito aos motores a GN e a GPL, a temperatura do combustível e o ponto
         de medição devem situar-se dentro dos limites dados no ponto 1.16.5 do anexo 1 ou,
         quando o motor não seja um motor precursor, no ponto 1.16.5 do apêndice 3 do mesmo
         anexo.
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/83
    2.8.   Ensaio dos sistemas pós-tratamento dos gases de escape
           Se o motor estiver equipado com um sistema de pós-tratamento dos gases de escape, as
           emissões medidas no(s) ciclo(s) de ensaio devem ser representativas das emissões no
           campo. Se tal não puder ser conseguido com um único ciclo de ensaio (p.ex., em
           relação aos filtros de partículas com regeneração periódica), efectuam-se vários ciclos
           de ensaio, calculando-se a média dos resultados dos ensaios ou sendo estes ponderados.
            O procedimento exacto deve ser acordado entre o fabricante do motor e o serviço
           técnico, com base no bom senso técnico.
                                             __________
 ---pagebreak--- L 375/84  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
                                     Anexo 4 - Apêndice 1
                              CICLOS DE ENSAIO ESC E ELR
   1.    CONFIGURAÇÕES DO MOTOR E DO DINAMÓMETRO
   1.1.  Determinação das velocidades A, B e C do motor
         As velocidades A, B e C do motor devem ser declaradas pelo fabricante de acordo com
         as disposições que se seguem.
         Determina-se a velocidade alta nhi calculando 70 % da potência útil máxima declarada
         P(n), conforme determinada no ponto 8.2 do apêndice 1 do anexo 1. A velocidade mais
         elevada do motor a que este valor de potência ocorre na curva da potência é definida
         como nhi.
         Determina-se a velocidade baixa nlo calculando 50 % da potência útil máxima declarada
         P(n), conforme determinada no ponto 8.2 do apêndice 1 do anexo 1. A velocidade mais
         baixa do motor a que este valor de potência ocorre na curva da potência é definido
         como nlo.
         Calculam-se as velocidades A, B e C do motor do seguinte modo:
            Velocidade A =         nlo + 25 % (nhi - nlo)
            Velocidade B =         nlo + 50 % (nhi - nlo)
            Velocidade C =         nlo + 75 % (nhi - nlo)
         As velocidades A, B e C do motor podem ser verificadas através de qualquer um dos
         seguintes métodos:
         a) medem-se pontos de ensaio adicionais durante a homologação no que diz respeito à
                   potência do motor de acordo com o Regulamento n.º 24, para se obter uma
                   determinação exacta de nhi e nlo; determinam-se a potência máxima, nhi e nlo a
                   partir da curva da potência e calculam-se as velocidades A, B e C do motor de
                   acordo com as disposições acima;
         b)        executa-se o mapeamento do motor ao longo da curva de plena carga, desde a
                   velocidade máxima sem carga até à velocidade em marcha lenta sem carga,
                   utilizando pelo menos 5 pontos de medição por intervalos de 1000 min-1 e
                   pontos de medição a ± 50 min-1 da velocidade à potência máxima declarada;
                   determinam-se a potência máxima, nhi e nlo a partir desta curva de
                   mapeamento e calculam-se as velocidades A, B e C do motor de acordo com
                   as disposições acima.
         Se as velocidades A, B e C medidas do motor estiverem entre ± 3 % em relação às
         velocidades do motor declaradas pelo fabricante, utilizam-se estas velocidades para o
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                      Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/85
           ensaio das emissões. Se a tolerância for excedida em relação a qualquer uma das
           velocidades do motor, utilizam-se as velocidades medidas do motor para o ensaio das
           emissões.
    1.2.   Determinação das regulações do dinamómetro
           Determina-se por experimentação a curva do binário a plena carga para calcular os
           valores do binário para os modos de ensaio especificados na condição útil, conforme
           especificado no ponto 8.2 do apêndice 1 do anexo 1. Toma-se em conta a potência
           absorvida pelos equipamentos accionados pelo motor, se aplicável. Calcula-se a
           posição do dinamómetro para cada modo de ensaio, à excepção da marcha lenta sem
           carga, utilizando as seguintes fórmulas:
                                                            L
                                         s = P(n) ∗
                                                          100
           se ensaiado na condição útil
                                                L
                               s = P(n) ∗            + (P(a) − P(b))
                                             100
           se não ensaiado na condição útil
           em que:
           s      =               configuração do dinamómetro, kW;
           P(n) =                 potência útil do motor conforme indicada no ponto 8.2 do
                                              apêndice 1 do anexo 1, kW;
           L      =               percentagem de carga conforme indicada no ponto 2.7.1;
           P(a) =                 potência absorvida pelos equipamentos a instalar conforme
                                              indicado no ponto 6.1 do apêndice 1 do anexo 1;
           P(b) =                 potência absorvida pelos equipamentos a instalar conforme
                                              indicado no ponto 6.2 do apêndice 1 do anexo 1.
    2.     ENSAIO ESC
           A pedido do fabricante, pode-se realizar um ensaio em branco para condicionar o motor
           e o sistema de escape antes do ciclo de medição.
    2.1.   Preparação dos filtros de recolha de amostras
           Pelo menos uma hora antes do ensaio, coloca-se cada filtro (par) numa placa de Petri,
           fechada mas não selada, numa câmara de pesagem, para efeitos de estabilização. No
           final do período de estabilização, pesa-se cada filtro (par) e regista-se a tara.
 ---pagebreak--- L 375/86   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
          Armazena-se então o filtro (par) numa placa de Petri fechada ou num suporte de filtro
          selado até ser necessário para o ensaio. Se não se utilizar o filtro (par) no prazo de oito
          horas a seguir à sua remoção da câmara de pesagem, condiciona-se e pesa-se
          novamente antes da utilização.
   2.2.   Instalação do equipamento de medição
          Instalam-se os instrumentos e as sondas de recolha conforme necessário. Quando se
          utilizar um sistema de diluição do caudal total para a diluição dos gases de escape,
          liga-se o tubo de escape ao sistema.
   2.3.   Arranque do sistema de diluição e do motor
          Põe-se o sistema de diluição e o motor a funcionar e a aquecer até que todas as
          temperaturas e pressões se tenham estabilizado à potência máxima de acordo com a
          recomendação do fabricante e as boas práticas de engenharia.
   2.4.   Arranque do sistema de recolha de amostras de partículas
          Põe-se o sistema de recolha de amostras de partículas a funcionar em derivação (by-
          pass). A concentração de fundo de partículas no ar de diluição pode ser determinada
          passando o ar de diluição através dos filtros de partículas. Caso se utilize ar de diluição
          filtrado, pode-se efectuar uma medição antes ou depois do ensaio. Se o ar de diluição
          não for filtrado, podem-se efectuar medições no início e no final do ciclo, calculando-se
          a média dos valores.
   2.5.   Ajustamento da razão de diluição
          Regula-se o ar de diluição de modo a obter uma temperatura dos gases de escape
          diluídos, medida imediatamente antes do filtro primário, não superior a 325 K (52°C)
          em cada modo. A razão de diluição (q) não deve ser inferior a 4.
          Para os sistemas que utilizam a medição de concentração de CO2 ou NOx para o
          controlo da razão de diluição, medem-se os teores de CO2 ou NOx do ar de diluição no
          início e no fim de cada ensaio. As medições das concentrações de fundo de CO2 or
          NOx do ar de diluição antes e após o ensaio devem ficar compreendidas,
          respectivamente, dentro de um intervalo de 100 ppm e 5 ppm.
   2.6.   Verificação dos analisadores
          Os analisadores das emissões devem ser colocados em zero e calibrados.
   2.7.   Ciclo de ensaio
   2.7.1. O ensaio do motor em banco dinamométrico deverá ser efectuado em conformidade
          com o ciclo de 13 modos a seguir indicado:
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/87
           Número do      Velocidade      Percentagem             Factor de   Duração do
              modo:        do motor          de carga           ponderação      modo
                1        marcha lenta              -                 0,15     4 minutos
                          sem carga
                2             A                 100                  0,08     2 minutos
                3             B                  50                  0,10     2 minutos
                4             B                  75                  0,10     2 minutos
                5             A                  50                  0,05     2 minutos
                6             A                  75                  0,05     2 minutos
                7             A                  25                  0,05     2 minutos
                8             B                 100                  0,09     2 minutos
                9             B                  25                  0,10     2 minutos
               10             C                 100                  0,08     2 minutos
               11             C                  25                  0,05     2 minutos
               12             C                  75                  0,05     2 minutos
               13             C                  50                  0,05     2 minutos
    2.7.2. Sequência do ensaio
           Dá-se início à sequência do ensaio. O ensaio deve ser executado pela ordem dos
           números dos modos conforme indicado no ponto 2.7.1.
           O motor deve funcionar durante o tempo prescrito em cada modo, completando as
           mudanças de velocidade e de carga do motor nos primeiros 20 segundos. A velocidade
           especificada deve ser mantida com uma aproximação de ± 50 min-1 e o binário
           especificado com uma aproximação de ± 2 % do binário máximo à velocidade de
           ensaio.
           A pedido do fabricante, a sequência do ensaio pode ser repetida um número suficiente
           de vezes para recolher uma maior massa de partículas no filtro. O fabricante deve
           fornecer uma descrição pormenorizada dos procedimentos de avaliação e de cálculo dos
           dados. Determinam-se as emissões gasosas apenas no primeiro ciclo.
    2.7.3. Resposta do analisador
           Os resultados fornecidos pelos analisadores devem ser registados por um registador de
           agulhas ou medidos com um sistema equivalente de aquisição de dados com os gases
           de escape a passar através dos analisadores durante o ciclo de ensaio.
    2.7.4. Recolha de amostras de partículas
           Utiliza-se um par de filtros (filtros primário e secundário, ver apêndice 4 do anexo 4)
 ---pagebreak--- L 375/88        PT                           Jornal Oficial da União Europeia                                   27.12.2006
               para o procedimento completo de ensaio. Toma-se em consideração os factores de
               ponderação modais especificados no procedimento do ciclo de ensaio retirando uma
               amostra proporcional ao caudal mássico dos gases de escape durante cada modo do
               ciclo. Isto pode ser conseguido ajustando o caudal da amostra, o tempo de recolha de
               amostras e/ou o quociente de diluição de modo a satisfazer o critério dos factores de
               ponderação efectivos do ponto 5.6.
               O tempo de recolha de amostras por modo deve ser de pelo menos 4 segundos por
               centésima (0,01) de factor de ponderação. Para cada modo, a recolha deve realizar-se o
               mais tarde possível. A recolha de partículas deve ser completada não mais cedo do que
               5 segundos antes do fim de cada modo.
   2.7.5.      Parâmetros do motor
               Durante cada modo, registam-se a velocidade e a carga do motor, a temperatura e a
               depressão do ar de admissão, a temperatura e a contrapressão de escape, o débito de
               combustível e o fluxo do ar ou dos gases de escape, a temperatura do ar de
               sobrealimentação, a temperatura e a humidade do combustível, sendo os requisitos
               relativos à velocidade e à carga (ver ponto 2.7.2) satisfeitos durante o tempo de recolha
               de partículas, mas pelo menos durante o último minuto de cada modo.
               Registam-se quaisquer outros dados exigidos para os cálculos (ver pontos 4 e 5).
   2.7.6.      Verificação dos NOx dentro da zona de controlo
               A verificação dos NOx dentro da zona de controlo deve ser efectuada imediatamente
               depois de concluído o modo 13. Condiciona-se o motor no modo 13 durante um
               período de três minutos antes do início das medições. Efectuam-se três medições em
               diferentes locais dentro da zona de controlo, seleccionados pelo serviço técnico1/. O
               tempo para cada medição é 2 minutos.
               O procedimento de medição é idêntico ao da medição dos NOx no ciclo de 13 modos,
               sendo executado de acordo com os pontos 2.7.3, 2.7.5 e 4.1 do presente apêndice e com
               o ponto 3 do apêndice 4 do anexo 4.
               Efectua-se o cálculo de acordo com o ponto 4.
   2.7.7.      Reverificação dos analisadores
               Após o ensaio das emissões, utiliza-se um gás de colocação no zero e o mesmo gás de
               calibração para a reverificação. O ensaio é considerado aceitável se a diferença entre os
               resultados antes do ensaio e após o ensaio for inferior a 2% do valor do gás de
               calibração.
   1/     Os pontos de ensaio devem ser seleccionados utilizando métodos estatísticos aprovados de aleatorização.
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                      Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/89
    3.     ENSAIO ELR
    3.1.   Instalação do equipamento de medição
           Instala-se o opacímetro e as sondas de recolha de amostras, se aplicável, após o
           silencioso ou qualquer dispositivo de pós-tratamento, se montado, de acordo com os
           procedimentos gerais de instalação especificados pelo fabricante do instrumento. Além
           disso, observam-se, quando adequado, os requisitos do ponto 10 da norma ISO 11614.
           Antes de quaisquer verificações do zero e da escala completa, aquece-se e estabiliza-se
           o opacímetro de acordo com as recomendações do seu fabricante. Se o opacímetro
           estiver equipado com um sistema de purga por ar para impedir que a parte óptica do
           aparelho fique suja de fuligem, activa-se e ajusta-se este sistema também de acordo
           com as recomendações do fabricante.
    3.2.   Verificação do opacímetro
           As verificações do zero e da escala completa efectuam-se no modo de leitura da
           opacidade, uma vez que a escala de opacidade oferece dois pontos de calibração
           verdadeiramente definíveis, ou seja, 0 % de opacidade e 100 % de opacidade. Calcula-
           se então correctamente o coeficiente de absorção da luz com base na opacidade medida
           e no valor LA conforme apresentado pelo fabricante do opacímetro, quando o
           instrumento voltar ao modo de leitura k para ensaio.
           Sem bloqueamento do feixe de luz do opacímetro, ajusta-se a leitura para uma
           opacidade de 0,0 % ± 1,0 %. Estando a luz impedida de atingir o receptor, ajusta-se a
           leitura para uma opacidade de 100,0 % ± 1,0 %.
    3.3.   Ciclo de ensaio
    3.3.1. Condicionamento do motor
           Efectua-se o aquecimento do motor e do sistema à potência máxima de modo a
           estabilizar os parâmetros do motor de acordo com a recomendação do fabricante. A
           fase do pré-condicionamento deve também proteger a medição real contra a influência
           de depósitos no sistema de escape provenientes de um ensaio anterior.
           Quando o motor estiver estabilizado, dá-se início ao ciclo dentro do intervalo de 20 ± 2
           s após a fase de pré-condicionamento. A pedido do fabricante, pode-se efectuar um
           ensaio em branco para condicionamento adicional antes do ciclo de medição.
    3.3.2. Sequência do ensaio
           O ensaio consiste numa sequência de três patamares de carga a cada uma das três
           velocidades do motor A (ciclo 1), B (ciclo 2) e C (ciclo 3), determinados de acordo com
           o ponto 1.1 do anexo 4, seguida pelo ciclo 4 a uma velocidade dentro da zona de
           controlo e uma carga compreendida entre 10 % e 100 %, seleccionada pelo serviço
 ---pagebreak--- L 375/90        PT                           Jornal Oficial da União Europeia                                   27.12.2006
               técnico1/. Executa-se a sequência seguinte para a operação do dinamómetro com o
               motor de ensaio, conforme indicado na figura 3.
                                   Figura 3:          Sequência do ensaio ELR
   Legenda da figura 3:
   EN                       PT
   Speed                    Velocidade
   Cycle                    Ciclo
   Selected point           Ponto seleccionado
   Load                     Carga
              (a)    Faz-se funcionar o motor à velocidade A e 10 % de carga durante 20 ± 2 s.
                     Mantém-se a velocidade especificada com uma aproximação de ± 20 min-1 e o
                     binário especificado com uma aproximação de ± 2 % do binário máximo à
                     velocidade de ensaio.
              (b)    No final do segmento anterior, move-se rapidamente a alavanca de comando da
                     velocidade para a posição tudo aberto, mantendo-se nessa posição durante 10 ± 1
                     s. Aplica-se a carga necessária ao dinamómetro de modo a manter a velocidade do
                     motor com uma aproximação de ± 150 min-1 durante os primeiros 3 s e ± 20 min-1
                     durante o resto do segmento.
              (c)    Repete-se a sequência descrita em a) e b) duas vezes.
              (d)    Após o termo do terceiro patamar de carga, ajusta-se o motor para a velocidade B
                     e 10 % de carga durante 20 ± 2 s.
   1/     Os pontos de ensaio devem ser seleccionados utilizando métodos estatísticos aprovados de aleatorização.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/91
           (e)    Efectua-se a sequência a) a c) com o motor a funcionar na velocidade B.
           (f)    Após o termo do terceiro patamar de carga, ajusta-se o motor para a velocidade B
                  e 10 % de carga durante 20 ± 2 s.
           (g)    Efectua-se a sequência a) a c) com o motor a funcionar na velocidade C.
           (h)    Após o termo do terceiro patamar de carga, ajusta-se o motor para o regime
                  seleccionado do motor e qualquer carga acima de 10 % durante 20 ± 2 s.
           (i)    Efectua-se a sequência a) a c) com o motor a funcionar no regime seleccionado.
    3.4.    Validação do ciclo
            Os desvios-padrão relativos dos valores médios do fumo em cada velocidade de ensaio
            (SVA, SVB, SVC, calculados de acordo com o ponto 6.3.3 do presente apêndice a partir
            dos três patamares de carga sucessivos em cada velocidade de ensaio) devem ser
            inferiores a 15 % do valor médio correspondente ou a 10 % do valor-limite indicado na
            tabela 1 do regulamento, conforme o que for maior. Se a diferença for superior, repete-
            se a sequência até que três patamares de carga sucessivos satisfaçam os critérios de
            validação.
    3.5.    Reverificação do opacímetro
            O valor do desvio do zero do opacímetro após o ensaio não deve exceder ± 5,0 % do
            valor-limite indicado na tabela 1 do regulamento.
    4.      CÁLCULO DAS EMISSÕES GASOSAS
    4.1.    Avaliação dos dados
            Para a avaliação das emissões gasosas, toma-se a média das leituras dos registadores de
            agulhas dos últimos 30 segundos de cada modo e determinam-se para cada modo as
            concentrações médias (conc) de HC, CO e NOx, a partir das leituras médias e dos dados
            de calibração correspondentes. Pode ser utilizado um tipo diferente de registo se
            assegurar uma aquisição de dados equivalente.
            No que diz respeito à verificação dos NOx dentro da zona de controlo, os requisitos
            acima indicados aplicam-se unicamente aos NOx.
            Determina-se o caudal dos gases de escape GEXHW ou o caudal dos gases de escape
            diluídos GTOTW, se utilizados facultativamente, de acordo com o ponto 2.3 do apêndice
            4 do anexo 4.
 ---pagebreak--- L 375/92  PT                          Jornal Oficial da União Europeia                               27.12.2006
   4.2.  Correcção para a passagem de base seca a base húmida
         Converte-se a concentração medida para base húmida através das fórmulas a seguir
         indicadas, caso a medição não tenha já sido efectuada em base húmida.
                                conc (húmido) = KW * conc (seco)
         Para os gases de escape brutos:
                                             ⎛            G        ⎞
                                   KW r = ⎜⎜1 − FFH ∗ FUEL         ⎟⎟ − KW
                                                          G AIRD
                                       ,                                   2
                                             ⎝                      ⎠
         e
                                                        1,969
                                            FFH =
                                                   ⎛ GFUEL        ⎞
                                                   ⎜⎜1 +          ⎟⎟
                                                    ⎝ G AIRW       ⎠
         Para os gases de escape diluídos:
                                  ⎛ HTCRAT ∗ CO %(húmida ) ⎞
                        K W e = ⎜1 −                        2
                                                                             ⎟ − KW
                                  ⎝                     200                  ⎠
                           , ,1                                                      1
         ou
                                         ⎛                                      ⎞
                                         ⎜             (1 − KW                  ⎟
                             KW e = ⎜                           1)
                                                                                ⎟
                                         ⎜ 1 + HTCRAT ∗ CO %(sec a) ⎟
                                 , ,2
                                         ⎜                                      ⎟
                                                                    2
                                         ⎝                  200                 ⎠
                                                                         Para o ar de admissão:
               Para o ar de diluição:                           (se for diferente do ar de diluição)
                   KW,d = 1- KW1                                             KW,a = 1- KW2
                         1,608 ∗ H d                                                1,608 ∗ H a
             KW1 =                                                     KW1 =
                    1000 + (1,608 ∗ H d )                                     1000 + (1,608 ∗ H a )
                      6,220 ∗ Rd ∗ pd                                            6,220 ∗ Ra ∗ pa
              Hd =                                                      Ha =
                    p B − pd ∗ Rd ∗ 10 −2                                      p B − pa ∗ Ra ∗ 10 −2
         em que:
              Ha, Hd        = g de água por kg de ar seco
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/93
                       Rd, Ra       = humidade relativa do ar de diluição/de admissão, %;
                       pd, pa       = pressão do vapor de saturação do ar de diluição/de admissão, kPa;
                       pB           = pressão barométrica total, kPa.
    4.3.        Correcção quanto à humidade e temperatura dos Nox
                Dado que as emissões de NOx dependem das condições do ar ambiente, corrige-se a
                concentração de NOx em função da temperatura e da humidade do ar ambiente através
                dos factores indicados na seguinte fórmula:
                                                                1
                                   KH D =
                                          1 + A ∗ ( H a − 10,71) + B ∗ (Ta − 298)
                                       ,
                em que:
                 A =        0,309 GFUEL/GAIRD - 0.0266
                 B =        -0,209 GFUEL/GAIRD +0.00954
                 Ta =       temperatura do ar, K
                 Ha =       humidade do ar de admissão, g de água por kg de ar seco em que:
                                                      6, 220 ∗ Ra ∗ p a
                                           Ha =
                                                   p B − p a ∗ Ra ∗ 10 − 2
                    Ra = humidade relativa do ar de admissão, %;
                    ρa = pressão do vapor de saturação do ar de admissão, kPa;
                    ρB = pressão barométrica total, kPa.
    4.4.        Cálculo dos caudais mássicos das emissões
                Calculam-se os caudais mássicos das emissões (g/h) para cada modo como se indica a
                seguir, tomando a massa volúmica dos gases de escape como 1,293 kg/m³ a 273 K (0
                °C) e 101,3 kPa:
               (1)            NOx mass     = 0,001587 * NOx conc * KH,D * GEXHW
               (2)            COmass       = 0,000966 * COconc * GEXHW
               (3)            HCmass       = 0,000479 * HCconc * GEXHW
                em que NOx conc, COconc, HCconc1 são as concentrações médias (ppm) nos gases de
                escape brutos, determinadas no ponto 4.1.
                Se, facultativamente, as emissões gasosas forem determinadas com um sistema de
    1/     Expressas em equivalente C1.
 ---pagebreak--- L 375/94    PT                       Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
           diluição do caudal total, aplicam-se as seguintes fórmulas:
          (1)         NOx mass       = 0,001587 * NOx conc * KH,D * GTOTW
          (2)         COmass         = 0,000966 * COconc * GTOTW
          (3)         HCmass         = 0,000479 * HCconc * GTOTW
           em que NOx conc, COconc, HCconc1/ são as concentrações médias corrigidas em relação às
           condições do fundo (ppm) de cada modo nos gases de escape diluídos, determinadas no
           ponto 4.3.1.1 do apêndice 2 do anexo 4.
   4.5.    Cálculo das emissões específicas
           Calculam-se as emissões específicas (g/kWh) para todos os componentes individuais
           do seguinte modo:
                                       NOx =
                                                ∑ NOx,mass ∗ WFi
                                                  ∑ P(n)i ∗ WFi
                                        CO = ∑ mass
                                                    CO      ∗ WFi
                                                  ∑ i WFi
                                                     P(n)  ∗
                                        HC = ∑ mass
                                                    HC      ∗ WFi
                                                  ∑ P(n)i ∗ WFi
           Os factores de ponderação (WF) utilizados nos cálculos acima são os indicados no
           ponto 2.7.1.
   4.6.    Cálculo dos valores da zona de controlo
           No que diz respeito aos três pontos de controlo seleccionados de acordo com o ponto
           2.7.6, medem-se e calculam-se as emissões de NOx de acordo com o ponto 4.6.1,
           procedendo-se também à sua determinação por interpolação a partir dos modos do ciclo
           de ensaio mais próximos do ponto de controlo respectivo de acordo com o ponto 4.6.2.
            Comparam-se então os valores medidos com os valores interpolados de acordo com o
           ponto 4.6.3.
   4.6.1.  Cálculo das emissões específicas
           As emissões de NOx para cada um dos pontos de controlo (Z) devem ser calculadas do
           seguinte modo:
                         NOx mass,Z =          0,001587 * NOx conc,Z * KH,D * GEXHW
                         NOx,Z       =         NOx mass,Z / P(n)Z
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                      Jornal Oficial da União Europeia                       L 375/95
    4.6.2. Determinações do valor das emissões do ciclo de ensaio
           As emissões de NOx para cada um dos pontos de controlo devem ser interpoladas a
           partir dos quatro modos mais próximos do ciclo de ensaio que envolvem o ponto de
           controlo Z seleccionado, conforme indicado na figura 4. Para esses modos (R,S,T,U)
           aplicam-se as seguintes definições:
               Velocidade (R) = Velocidade (T) = nRT
               Velocidade (S)= Velocidade (U) = nSU
               Carga em percentagem (R) = Carga em percentagem (S)
               Carga em percentagem (T) = Carga em percentagem (U).
           Calculam-se as emissões de NOx do ponto de controlo Z seleccionado do seguinte
           modo:
                        EZ = ERS + (ETU - ERS) · (MZ - MRS) / (MTU - MRS)
           e:
                           ETU = ET + (EU - ET) · (nZ - nRT) / (nSU - nRT)
                           ERS = ER + (ES - ER) · (nZ - nRT) / (nSU - nRT)
                         MTU = MT + (MU - MT) · (nZ - nRT) / (nSU - nRT)
                         MRS = MR + (MS - MR) · (nZ - nRT) / (nSU - nRT)
           em que:
           ER, ES, ET, EU =      emissões específicas de NOx dos modos envolventes calculadas
                                  de acordo com o ponto 4.6.1.
           MR, MS, MT, MU =      binário do motor dos modos envolventes
 ---pagebreak--- L 375/96        PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
                        Figura 4:      Interpolação do ponto de controlo dos NOx
   Legenda da figura 4:
   EN                     PT
   Torque                 Binário
   Speed                  Velocidade
   4.6.3.     Comparação dos valores das emissões de NOx
              Compara-se o valor das emissões específicas de NOx medidas do ponto de controlo Z
              (NOx,Z) com o valor interpolado (EZ) do seguinte modo:
                                      NOx,diff = 100 * (NOx,z - Ez) / Ez
   5.         CÁLCULO DAS EMISSÕES DE PARTÍCULAS
   5.1.       Avaliação dos dados
              Para a avaliação das partículas, registam-se para cada modo as massas totais das
              amostras (MSAM,i) que passam através dos filtros.
              Levam-se os filtros para a câmara de pesagem, condicionam-se durante pelo menos
              uma hora, mas não mais de 80 horas, e pesam-se. Regista-se a massa bruta dos filtros e
              subtrai-se a tara (ver ponto 1 do presente apêndice). A massa de partículas Mf é a soma
              das massas das partículas recolhidas nos filtros primário e secundário.
              Se tiver de ser aplicada uma correcção em relação às condições de fundo, registam-se a
              massa do ar de diluição (MDIL) através dos filtros e a massa de partículas (Md). Se tiver
              sido feita mais de uma medição, calcula-se o quociente Md/MDIL para cada medição e
              calcula-se a média dos valores.
   5.2.       Sistema de diluição do caudal parcial
              Os resultados finais do ensaio de emissões de partículas a notar são obtidos como se
              indica a seguir. Dado que podem ser utilizados vários tipos de controlo da taxa de
              diluição, são aplicáveis diferentes métodos de cálculo para GEDFW. Todos os cálculos
              se baseiam nos valores médios dos modos individuais durante o período de recolha de
              amostras.
   5.2.1.     Sistemas isocinéticos
                                           GEDFW,i = GEXHW,i * qI
                                                GDILW,i + (G EXHW,i ∗ r)
                                        qi =
                                                       (G EXHW,i ∗ r)
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                           Jornal Oficial da União Europeia                   L 375/97
                em que r corresponde à relação entre as áreas das secções transversais da sonda
                isocinética e do tubo de escape:
                                                                  Ap
                                                            r =
                                                                  Ar
    5.2.2.      Sistemas com medição da concentração de CO2 ou NOx
                                                  G EDFW,i = G EXHW,i * qi
                                                         concE,i − conc A,i
                                               qi =
                                                         concD,1 − conc A,1
                em que:
                concE = concentração em base húmida do gás marcador nos gases de escape brutos;
                concD = concentração em base húmida do gás marcador nos gases de escape diluídos;
                concA = concentração em base húmida do gás marcador no ar de diluição.
                As concentrações medidas em base seca devem ser convertidas em base húmida de
                acordo com o ponto 4.2 do presente apêndice.
    5.2.3.      Sistemas com medição de CO2 e método do balanço do carbono1
                                                              206,5 − GFUEL i
                                               GEDFW i =                     ,
                                                             CO D i − CO A i
                                                       ,
                                                                2  ,       2  ,
                em que:
                CO2D = concentração do CO2 nos gases de escape diluídos
                CO2A = concentração do CO2 no ar de diluição.
                (concentrações em vol % em base húmida)
                Esta equação baseia-se na hipótese do balanço do carbono (os átomos de carbono
                fornecidos ao motor são emitidos como CO2) e deduz-se do seguinte modo:
                                                  G EDFW,i = G EXHW,i * qi
                                                           206,5 ∗ GFUEL i
                                            qi =                        ,
                                                 GEXW i * (CO D i − CO
                                                          ,       2  ,       2 A,i )
    1/     O valor apenas é válido para o combustível de referência especificado no regulamento.
 ---pagebreak--- L 375/98   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          e
   5.2.4. Sistemas com medição do caudal
                                      G EDFW,i = G EXHW,i * qi
                                                    GTOTW,i
                                     qi =
                                             (GTOTW,i − GDILW,i)
   5.3.   Sistema de diluição do caudal total
          Os resultados finais do ensaio de emissões de partículas a notar são obtidos como se
          indica a seguir. Todos os cálculos se baseiam nos valores médios dos modos
          individuais durante o período de recolha de amostras.
                                       GEDFW,i = GTOTW,i
   5.4.   Cálculo do caudal mássico de partículas
          Calcula-se o caudal mássico de partículas do seguinte modo:
                                                    Mf G EDFW
                                      PTmass =           ∗
                                                   M SAM 1000
          em que:
                                               i= n
                                  G EDFW =     ∑ G EDFW,i
                                               i=1
                                                              * WFi
                                                    i= n
                                       M SAM =      ∑
                                                    i=1
                                                         M SAM,i
          i=1,...n
          são determinados ao longo do ciclo de ensaio pelo somatório dos valores médios dos
          modos individuais durante o período de recolha de amostras.
          O caudal mássico das partículas pode ser corrigido em relação às condições de fundo
          do seguinte modo:
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                                 L 375/99
                             ⎡ M         ⎛ Md        ⎛ i= n ⎛       1 ⎞        ⎞⎞⎤ G
                 PTmass   = ⎢      f
                                      − ⎜⎜        ∗ ⎜ ∑ ⎜1 −           ⎟ ∗ WF1 ⎟ ⎟⎟ ⎥ ∗ EDFW
                             ⎢⎣ M SAM    ⎝ M DIL ⎝ i = n ⎝         DFi ⎠       ⎠ ⎠ ⎥⎦ 1000
           Se for efectuada mais de uma medição, (Md/MDIL) é substituído pelo valor médio de
           (Md/MDIL).
           DFi = 13,4/(conc CO2 + (conc CO + conc HC)*10-4))                 para os modos individuais
           ou
           DFi = 13,4/concCO2                   para os modos individuais.
    5.5.   Cálculo das emissões específicas
           A emissão específica de partículas deve ser calculada do seguinte modo:
                                                        PTmass
                                         PT =
                                                  ∑ P(n)i ∗ WFi
    5.6.   Factor de ponderação efectivo
           O factor de ponderação efectivo WFE,i para cada modo deve ser calculado como se
           indica a seguir:
                                                     M SAM,i ∗ G EDFW
                                        WFE,i =
                                                     M SAM ∗ G EDFW,i
           Os valores dos factores de ponderação efectivos devem estar compreendidos entre ±
           0,003 (0,005 para o modo de marcha lenta sem carga) em relação aos factores de
           ponderação indicados no ponto 2.7.1.
    6.     CÁLCULO DOS VALORES DOS FUMOS
    6.1.   Algoritmo de Bessel
           Utiliza-se o algoritmo de Bessel para calcular os valores médios em 1 s das leituras
           instantâneas de fumos, convertidas de acordo com o ponto 6.3.1. O algoritmo simula
           um filtro passa-baixo de segunda ordem, e a sua utilização exige cálculos iterativos
           para determinar os coeficientes. Estes coeficientes são função do tempo de resposta do
           opacímetro e da taxa de recolha de amostras. Assim sendo, o disposto no ponto 6.1.1
           deve ser repetido sempre que o tempo de resposta do sistema e/ou a taxa de recolha de
           amostras variar.
 ---pagebreak--- L 375/100  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                             27.12.2006
   6.1.1. Cálculo do tempo de resposta do filtro e constantes de Bessel
          O tempo de resposta de Bessel (tf) é função dos tempos de resposta física e eléctrica do
          opacímetro, conforme especificado no ponto 5.2.4 do apêndice 4 do anexo 4, e calcula-
          se através da seguinte equação:
                                      tf =      1 − (t2p + t2e)
          em que:
          tp     =               tempo de resposta física, em segundos
          te     =               tempo de resposta eléctrica, em segundos
          Os cálculos para estimar a frequência de corte do filtro (fc) baseiam-se numa entrada
          em degrau de 0 a 1 em < 0,01s (ver anexo 8). Define-se o tempo de resposta como o
          tempo que decorre entre o momento em que a saída de Bessel atinge 10 % (t10) e o
          momento em que atinge 90 % (t90) desta função em degrau. Isto deve ser obtido
          fazendo a iteração de fc até t90 - t10 ≈ tf. A primeira iteração de fc é dada pela seguinte
          fórmula:
                                          fc = π / (10 * tF)
          Calculam-se as constantes de Bessel E e K através das seguintes equações:
                                                       1
                                E =
                                        1 + Ω∗        3∗ D + D∗ Ω 2
                                   K = 2 * E * (D * Ω2 - 1) - 1
          em que:
          D      =               0,618034
          ∆t     =                1 / taxa de recolha de amostras;
          Ω      =               1 / [tan(π * ∆t * fc )]
   6.1.2. Cálculo do algoritmo de Bessel
          Utilizando os valores de E e K, calcula-se a resposta média de Bessel em 1 s a uma
          entrada em degrau Si do seguinte modo:
          Yi     =               Yi-1 + E * (Si + 2 * Si-1 + Si-2 - 4 * Yi-2) + K * (Yi-1 - Yi-2)
          em que:
          Si-2 = Si-1 = 0
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/101
           Si     =1
           Yi-2 = Yi-1 = 0
           Os tempos t10 e t90 são interpolados. A diferença de tempo entre t90 e t10 define o tempo
           de resposta tf para esse valor de fc. Se este tempo de resposta não for suficientemente
           próximo do tempo de resposta requerido, continua-se a iteração até o tempo de resposta
           real estar a 1 % da resposta requerida como segue:
                                     (t90 − t10) − tF ≤ 0,01 ∗ tF
    6.2    Avaliação dos dados
           Recolhem-se os valores de medição dos fumos com uma frequência mínima de 20 Hz.
    6.3    Determinação dos fumos
    6.3.1  Conversão dos dados
           Uma vez que a unidade básica de medição de todos os opacímetros é a transmitância,
           convertem-se os valores dos fumos da transmitância (τ ) para o coeficiente de absorção
           da luz (k) do seguinte modo:
                                                1                N ⎞
                                       k  = −        ∗ ln⎛⎜1 −      ⎟
                                               LA         ⎝     100 ⎠
           e:                                   N = 100 - τ
           em que:
           k      =                coeficiente de absorção da luz, m-1;
           LA     =                comprimento do trajecto óptico efectivo, apresentado pelo
                                   fabricante do instrumento, m
           N      =                opacidade, %
           τ      =                transmitância, %
           Aplica-se a conversão antes de se fazer qualquer outro tratamento dos dados.
    6.3.2  Cálculos da média de Bessel dos fumos
           A frequência de corte correcta fc é a que produz o tempo de resposta do filtro tF
           requerido. Logo que esta frequência tenha sido determinada através do processo
           iterativo do ponto 6.1.1, calculam-se as constantes E e K do algoritmo de Bessel.
           Aplica-se então o algoritmo de Bessel aos vestígios instantâneos de fumo (valor k)
           conforme se descreve no ponto 6.1.2:
           Yi     =                Yi-1 + E * (Si + 2 * Si-1 + Si-2 - 4 * Yi-2) + K * (Yi-1 - Yi-2)
 ---pagebreak--- L 375/102       PT                       Jornal Oficial da União Europeia                            27.12.2006
               O algoritmo de Bessel é recursivo por natureza. Assim sendo, precisa de alguns valores
               de entrada iniciais de Si-1 e Si-2 e valores de saída iniciais Yi-1 e Yi-2 para se arrancar
               com o algoritmo. Pode-se por hipótese tomá-los como 0.
               Para cada patamar de carga das três velocidades A, B e C, selecciona-se o valor
               máximo Ymax em 1 s dos valores Yi individuais de cada vestígio de fumo.
   6.3.3       Resultado final
               Os valores médios do fumo (SV) de cada ciclo (velocidade de ensaio) devem ser
               calculados do seguinte modo:
          Para a velocidade de ensaio A            SVA      = (Ymax1,A + Ymax2,A + Ymax3,A) / 3
          Para a velocidade de ensaio B            SVB      = (Ymax1,B + Ymax2,B + Ymax3,B) / 3
          Para a velocidade de ensaio C:           SVC      = (Ymax1,C + Ymax2,C + Ymax3,C) / 3
               em que:
               Ymax1, Ymax2, Ymax3 = valor mais elevado da média de Bessel dos fumos em 1 s em cada
                                      um dos três patamares de carga.
               O valor final calcula-se do seguinte modo:
               SV                     =           (0,43 * SVA) + (0,56 * SVB) + (0,01 * SVC)
                                                 __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                                L 375/103
                                        Anexo 4 - Apêndice 2
                                     CICLO DE ENSAIO ETC
    1.     PROCEDIMENTO DE MAPEAMENTO DO MOTOR
    1.1.   Determinação da gama de velocidades do mapeamento
           Para gerar o ETC na célula de ensaio, o motor precisa de ser mapeamento antes do ciclo
           de ensaio para determinar a curva da velocidade em função do binário. Definem-se as
           velocidades mínima e máxima do mapeamento como segue:
           Velocidade mínima do mapeamento              =        velocidade em marcha lenta sem carga;
           Velocidade máxima do mapeamento              =        nhi * 1,02      ou velocidade em que o
                                                               binário a plena carga cai para 0, conforme
                                                               o que for menor.
    1.2.   Execução do mapeamento da potência do motor
           Aquece-se o motor até à potência máxima de modo a estabilizar os parâmetros do motor
           de acordo com as recomendações do fabricante e as boas práticas de engenharia.
           Quando o motor estiver estabilizado, efectua-se o mapeamento do motor do seguinte
           modo:
           Retira-se a carga do motor que é operado à velocidade de marcha lenta sem carga.
           Faz-se funcionar o motor à regulação de plena carga da bomba de injecção na
           velocidade mínima do mapeamento.
           Aumenta-se a velocidade do motor a uma taxa média de 8 ± 1 min-1 /s desde a
           velocidade mínima à velocidade máxima do mapeamento. Registam-se os pontos de
           velocidade e binário do motor a uma taxa de pelo menos um ponto por segundo.
    1.3.   Geração da curva do mapeamento
           Ligam-se todos os pontos correspondentes aos dados registados nos termos do ponto 1.2
           utilizando a interpolação linear entre pontos. A curva de binários resultante é a curva do
           mapeamento, utilizada para converter os valores normalizados do binário do ciclo do
           motor em valores de binário real para o ciclo de ensaio, conforme se descreve no ponto
           2.
    1.4.   Mapeamento alternativo
           Se um fabricante pensar que as técnicas de mapeamento acima indicadas não são
           seguras nem representativas de nenhum motor dado, podem-se utilizar técnicas de
           mapeamento alternativas. Essas técnicas alternativas devem satisfazer a intenção dos
 ---pagebreak--- L 375/104   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                                   27.12.2006
          métodos de mapeamento especificados para determinar o binário máximo disponível a
          todas as velocidades do motor atingidas durante os ciclos do ensaio. Quaisquer desvios
          das técnicas de mapeamento aqui especificadas por razões de segurança ou
          representatividade devem ser aprovadas pelo serviço técnico, juntamente com a
          justificação da sua utilização. Em caso algum, todavia, se utilizarão varrimentos
          descendentes contínuos da velocidade do motor para os motores regulados ou
          turbocomprimidos.
   1.5.   Repetições de ensaios
          Um motor não precisa de ser mapeamento antes de cada ciclo de ensaio. Volta-se a
          fazer o mapeamento de um motor antes de um ciclo de ensaio se:
          – tiver passado um período de tempo não razoável desde o último mapeamento, com
              base na boa prática de engenharia
          ou
          – forem efectuadas mudanças físicas ou recalibrações ao motor, que podem
              potencialmente afectar o comportamento funcional do motor.
   2.     GERAÇÃO DO CICLO DE ENSAIO DE REFERÊNCIA
          O ciclo de ensaio transiente está descrito no apêndice 3 do presente anexo.
          Transformam-se os valores normalizados do binário e da velocidade em valores reais,
          resultando no ciclo de referência, como segue.
   2.1.   Velocidade real
          Desnormaliza-se a velocidade utilizando a seguinte equação:
          Velocidade real = % velocidade (velocidade de referência – marcha lenta) +(marcha lenta sem carga)
                                                       100
          A velocidade de referência nref) corresponde aos valores da velocidade a 100 %
          especificados no programa do dinamómetro do motor do apêndice 3. Define-se do
          seguinte modo (ver figura 1 do regulamento):
                                     nref = nlo + 95 % * (nhi - nlo)
          em que nhi e nlo são ou especificados de acordo com o ponto 2 do regulamento ou
          determinados de acordo com o ponto 1.1 do apêndice 1 do anexo 4.
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                           Jornal Oficial da União Europeia                    L 375/105
    2.2.     Binário real
             O binário é normalizado ao binário máximo à velocidade respectiva. Desnormalizam-se
             os valores do binário do ciclo de referência utilizando a curva do mapeamento
             determinada de acordo com o ponto 1.3, como segue:
                                                         % torque ∗ max. torque
                              Actual torque =
                                                                      100
    Legenda
            EN                 PT
            Actual torque      Binário real
            max. torque        Binário máximo
             para a velocidade real respectiva determinada no ponto 2.1.
             Os valores de binário negativos dos pontos de rotação sem alimentação [«motoring»
             («m»)] tomarão, para efeitos da geração do ciclo de referência, valores desnormalizados
             determinados de qualquer uma das seguintes formas:
             – 40 % negativos do binário positivo disponível no ponto de velocidade associado;
             – mapeamento do binário negativo necessário para levar o motor sem alimentação da
                  velocidade mínima de mapeamento à velocidade máxima do mapeamento;
             – determinação do binário negativo necessário para fazer rodar o motor sem
                  alimentação na velocidade de marcha lenta sem carga e na velocidade de referência e
                  interpolação linear entre esses dois pontos.
    2.3.     Exemplo do procedimento de desnormalização
             Como exemplo, desnormaliza-se o seguinte ponto de ensaio
             velocidade em % =              43
             binário em % = 82
             Dados os seguintes valores:
             velocidade de referência =               2200 min-1
             velocidade em marcha lenta sem carga =                      600 min-1
             obtém-se:
                                        43 ∗ (2200 − 600)
             velocidade real     =                              + 600 = 1288 min − 1
                                                 100
 ---pagebreak--- L 375/106   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
          binário real =      =    82 ∗ 700
                                              = 574Nm
                                     100
          em que o binário máximo observado retirado da curva do mapeamento a 1288 min-1 é
          700 Nm.
   3.     ENSAIO DE EMISSÕES
          A pedido do fabricante, pode-se realizar um ensaio em branco para condicionar o motor
          e o sistema de escape antes do ciclo de medição.
          Os motores a GN e a GPL são sujeitos a rodagem pelo ensaio ETC. Roda-se o motor
          pelo menos em dois ciclos ETC e até que o valor da emissão de CO medido num ciclo
          ETC não exceda em mais de 10 % o valor medido no ciclo ETC anterior.
   3.1.   Preparação dos filtros de recolha de amostras (se aplicável)
          Pelo menos uma hora antes do ensaio, coloca-se cada filtro (par) numa placa de Petri,
          fechada mas não selada, numa câmara de pesagem, para efeitos de estabilização. No
          final do período de estabilização, pesa-se cada filtro (par) e regista-se a tara. Armazena-
          se então o filtro (par) numa placa de Petri fechada ou num suporte de filtro selado até
          ser necessário para o ensaio. Se não se utilizar o filtro (par) no prazo de oito horas a
          seguir à sua remoção da câmara de pesagem, condiciona-se e pesa-se novamente antes
          da utilização.
   3.2.   Instalação do equipamento de medição
          Instalam-se os instrumentos e as sondas de recolha conforme necessário. Liga-se o tubo
          de escape ao sistema de diluição do caudal total.
   3.3.   Arranque do sistema de diluição e do motor
          Põe-se o sistema de diluição e o motor a funcionar e a aquecer até que todas as
          temperaturas e pressões se tenham estabilizado à potência máxima de acordo com a
          recomendação do fabricante e as boas práticas de engenharia.
   3.4.   Arranque do sistema de recolha de amostras de partículas (se aplicável)
          Põe-se o sistema de recolha de amostras de partículas a funcionar em derivação (by-
          pass). A concentração de fundo de partículas no ar de diluição pode ser determinada
          passando o ar de diluição através dos filtros de partículas. Caso se utilize ar de diluição
          filtrado, pode-se efectuar uma medição antes ou depois do ensaio. Se o ar de diluição
          não for filtrado, podem-se efectuar medições no início e no final do ciclo, calculando-se
          a média dos valores.
   3.5.   Ajustamento do sistema de diluição do caudal total
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                       L 375/107
           Regula-se o caudal total dos gases de escape diluídos de modo a eliminar a condensação
           da água no sistema e a obter uma temperatura máxima da face do filtro igual ou inferior
           a 325 K (52°C) (ver ponto 2.3.1 DT, do apêndice 6 do anexo 4).
    3.6.   Verificação dos analisadores
           Os analisadores das emissões devem ser colocados em zero e calibrados. Se forem
           utilizados sacos de amostras, é necessário recolhê-los.
    3.7.   Procedimento de arranque do motor
           Faz-se arrancar o motor estabilizado de acordo com o procedimento de arranque
           recomendado pelo fabricante no manual, utilizando quer um motor de arranque de
           produção quer o dinamómetro. Em alternativa, o ensaio pode começar directamente a
           partir da fase de pré-condicionamento do motor sem o desligar, quando o motor tiver
           atingido a velocidade de marcha lenta sem carga.
    3.8.   Ciclo de ensaio
    3.8.1. Sequência do ensaio
           Dá-se início à sequência do ensaio se o motor tiver atingido a velocidade de marcha
           lenta sem carga. Efectua-se o ensaio de acordo com o ciclo de referência estabelecido
           no ponto 2 do presente apêndice. Os pontos de regulação do comando da velocidade e
           do binário do motor são fixados em intervalos de 5 Hz (recomenda-se 10 Hz) ou
           superior. Registam-se a velocidade e o binário de retroacção do motor pelo menos uma
           vez em cada segundo durante o ciclo do ensaio, podendo os sinais ser electronicamente
           filtrados.
    3.8.2. Resposta do analisador
           Ao fazer arrancar o motor ou a sequência de ensaio, se o ciclo começar directamente a
           partir do pré-condicionamento faz-se arrancar simultaneamente o equipamento de
           medição:
           – começa-se a recolher ou a analisar o ar de diluição;
           – começa-se a recolher ou a analisar os gases de escape diluídos;
           – começa-se a medir a quantidade de gases de escape diluídos (CVS) e as temperaturas
                e pressões requeridas;
           – começa-se a registar os dados de retroacção da velocidade e binário do dinamómetro.
           Medem-se continuamente o HC e os NOx no túnel de diluição com uma frequência de 2
           Hz. Determinam-se as concentrações médias integrando os sinais do analisador ao
           longo do ciclo de ensaio. O tempo de resposta do sistema não deve ser superior a 20 s, e
           deve ser coordenado com as flutuações do caudal do CVS e dos desvios tempo de
 ---pagebreak--- L 375/108   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
          amostragem/ciclo de ensaios, se necessário. Determinam-se o CO, o CO2, os HC não
          metânicos e o CH4 , por integração ou analisando as concentrações no saco de recolha
          de amostras, obtidas durante o ciclo. Determinam-se as concentrações dos gases
          poluentes no ar de diluição por integração ou por recolha no saco de gases de fundo.
          Registam-se todos os outros valores com um mínimo de uma medição por segundo (1
          Hz).
   3.8.3. Recolha de amostras de partículas (se aplicável)
          No arranque do motor ou no início da sequência de ensaio, se o ciclo começar
          directamente a partir do pré-condicionamento, comuta-se o sistema de recolha de
          amostras de partículas da derivação para a recolha de partículas.
          Se não se utilizar a compensação do caudal, ajusta(m)-se a(s) bomba(s) de recolha de
          modo que o caudal através da sonda de recolha ou do tubo de transferência de partículas
          se mantenha a ± 5 % do caudal regulado. Se se utilizar a compensação do caudal (ou
          seja, controlo proporcional do caudal de amostragem), deve-se demonstrar que a razão
          entre o escoamento no túnel principal e o caudal de recolha de amostras das partículas
          não varia em mais de ± 5 % do seu valor fixado (excepto para os 10 primeiros segundos
          da recolha de amostras).
          Nota:       No caso do funcionamento com diluição dupla, o caudal das amostras é a
                  diferença líquida entre o caudal através dos filtros de recolha e o caudal do ar de
                  diluição secundária.
          Registam-se a temperatura e a pressão médias à entrada do(s) contadore(s) de gás ou dos
          instrumentos de medição do caudal. Caso não se possa manter o caudal regulado
          durante o ciclo completo (com uma tolerância de ± 5%) devido à elevada carga de
          partículas no filtro, o ensaio é anulado. Repete-se o ensaio utilizando um caudal inferior
          e/ou um filtro de diâmetro maior.
   3.8.4. Paragem do motor
          Se o motor for abaixo durante o ciclo de ensaio, pré-condiciona-se e faz-se arrancar
          novamente o motor, repetindo-se o ensaio. Se ocorrer uma avaria em qualquer dos
          equipamentos de ensaio durante o ciclo de ensaio, anula-se o ensaio.
   3.8.5. Operações após o ensaio
          Ao completar o ensaio, termina-se a medição do volume dos gases de escape diluídos e
          o caudal do gás para os sacos de recolha e pára-se a bomba de recolha de amostras de
          partículas. No caso de um sistema analisador por integração, a recolha continua até que
          os tempos de resposta do sistema tenham passado.
          Analisam-se as concentrações dos sacos de recolha, se utilizados, tão rapidamente
          quanto possível e, em todo o caso, nunca depois de decorridos mais de 20 minutos após
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/109
           o final do ciclo de ensaios.
           Após o ensaio de emissões, utiliza-se um gás de colocação no zero e o mesmo gás de
           calibração para verificar de novo os analisadores. O ensaio é considerado aceitável se a
           diferença entre os resultados antes do ensaio e após o ensaio for inferior a 2% do valor
           do gás de calibração.
           No que diz respeito aos motores diesel apenas, os filtros de partículas devem voltar para
           a câmara de pesagem o mais tardar uma hora após a conclusão do ensaio, sendo
           condicionados numa placa de Petri fechada mas não selada durante pelo menos uma
           hora mas não mais do que 80 horas antes da pesagem.
    3.9.   Verificação do ensaio
    3.9.1. Desvio dos dados
           Para minimizar a influência do intervalo de tempo entre os valores de retroacção e do
           ciclo de referência, toda a sequência do sinal de retroacção da velocidade e do binário
           do motor pode ser avançada ou atrasada no tempo em relação à sequência da velocidade
           e do binário de referência. Se os sinais de retroacção forem desviados, tanto a
           velocidade como o binário devem ser desviados da mesma quantidade no mesmo
           sentido.
    3.9.2. Cálculo do trabalho efectuado no ciclo
           Calcula-se o trabalho Wact (kWh) efectuado no ciclo real utilizando cada par registado
           de valores de retroacção da velocidade e do binário do motor. Esta operação deve ser
           efectuada após a ocorrência de qualquer desvio dos dados de retroacção, se esta opção
           tiver sido seleccionada. O trabalho Wact efectuado no ciclo real é utilizado para efeitos
           de comparação com o trabalho Wref efectuado no ciclo de referência e para calcular as
           emissões específicas do freio (ver pontos 4.4 e 5.2). Utiliza-se a mesma metodologia
           para integrar a potência de referência e a potência real do motor. Se tiverem de ser
           determinados valores entre valores de referência adjacentes ou valores medidos
           adjacentes, utiliza-se a interpolação linear.
           Ao integrar o trabalho do ciclo de referência e do ciclo real, todos os valores do binário
           negativos são igualados a zero e incluídos no cálculo. Se a integração for realizada a
           uma frequência inferior a 5 Hz e se, durante um dado intervalo de tempo, o valor do
           binário variar de positivo para negativo ou negativo para positivo, calcula-se a porção
           negativa, que é seguidamente reduzida a zero. A porção positiva é incluída no valor
           integrado.
           Wact deve estar compreendido entre -15 % e + 5 % de Wref.
    3.9.3. Estatística de validação do ciclo de ensaios
 ---pagebreak--- L 375/110   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
          Efectuam-se regressões lineares dos valores de retroacção em relação aos valores de
          referência para a velocidade, o binário e a potência. Esta operação deve ser efectuada
          após a ocorrência de qualquer desvio dos dados de retroacção, se esta opção tiver sido
          seleccionada. Utiliza-se o método dos mínimos quadrados, tendo a equação do melhor
          ajustamento a forma:
                                             y = mx + b
          em que:
          y   =  valor de retroacção (real) da velocidade (min-1), binário (Nm) ou potência (kW);
          m   =  declive da linha de regressão;
          x   =  valor de referência da velocidade (min-1), binário (Nm) ou potência (kW);
          b   =  ordenada da linha de regressão com origem no ponto y.
          Calculam-se, para cada linha de regressão, o erro-padrão de estimativa (SE) de y em
          relação a x e o coeficiente de determinação (r²).
          Recomenda-se que esta análise seja realizada a 1 Hertz. Eliminam-se do cálculo da
          estatística de validação do binário e da potência do ciclo todos os valores de referência
          negativos do binário e os valores de retroacção a eles associados. Para que um ensaio
          seja considerado válido, devem ser preenchidos os critérios da tabela 6.
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/111
              Tabela 6: Tolerâncias da linha de regressão
                                           Velocidade                  Binário          Potência
    Erro-padrão da estimativa (SE)      100 min-1 máx.        Máx 13 % (15 %) do  Máx 8% (15 %) da
    de Y em relação a X                                       binário máximo do   potência máxima do
                                                              motor do mapeamento motor do
                                                              de potência         mapeamento de
                                                                                  potência
    Declive da linha de regressão,      0,95 a 1,03           0,83 – 1,03         0,89 – 1,03
    m                                                                             (0,83 – 1,03)
    Coeficiente de determinação, r² min. 0,9700               min 0,8800          min. 0,9100
                                        (min 0,9500)          (min 0,7500)        (min. 0,7500)
    Ordenada da linha de regressão ± 50 min-1                 ± 20 Nm ou ± 2 % (± ± 4 kW ou ± 2 % (±
    com origem no ponto Y, b                                  20 Nm ou ± 3 %) do  4 kW ou ± 3 %) da
                                                              binário máximo,     potência máxima,
                                                              conforme o maior    conforme a maior»
                Até 1 de Outubro de 2005, os valores indicados entre parêntesis podem ser utilizados
                para o ensaio de homologação dos motores a gás.
                Tabela 7:     Pontos que é admissível excluir da análise de regressão
                                              Estado                                   Pontos a excluir
            Plena carga e retroacção do binário ≠ referência do binário             Binário e/ou potência
            Sem carga, regime distinto do da marcha lenta sem carga, e              Binário e/ou potência
            retroacção do binário > referência do binário
            Sem carga/admissão fechada, ponto de marcha lenta sem carga e           Velocidade e/ou
            velocidade > velocidade de referência em marcha lenta sem carga         potência
    4.          CÁLCULO DAS EMISSÕES GASOSAS
    4.1.        Determinação do caudal de gases de escape diluídos
                Calcula-se o caudal total dos gases de escape diluídos durante o ciclo (kg/ensaio) a
                partir dos valores de medição ao longo do ciclo e dos dados de calibração
                correspondentes do dispositivo de medição do caudal (V0 para PDP ou KV para CFV,
                conforme determinado no ponto 2 do apêndice 5 do anexo 4). Aplicam-se as seguintes
                fórmulas, se a temperatura dos gases de escape diluídos se mantiver constante durante o
                ciclo através da utilização de um permutador de calor (± 6 K para um PDP-CVS, ± 11 K
                para um CFV-CVS, ver ponto 2.3 do apêndice 6 do anexo 4).
                Para o sistema PDP-CVS:
                MTOTW = 1,293 * V0 * NP * (pB - p1) * 273 / (101,3 * T)
 ---pagebreak--- L 375/112   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                      27.12.2006
          em que:
          MTOTW = massa dos gases de escape diluídos em base húmida durante o ciclo, kg;
          V0 = volume de gás bombeado por rotação nas condições de ensaio, m³/rot;
          NP = rotações totais da bomba por ensaio;
          pB = pressão atmosférica na célula de ensaio, kPa;
          p1    = depressão abaixo da pressão atmosférica à entrada da bomba, kPa;
          T     = temperatura média dos gases de escape diluídos à entrada da bomba durante o
                  ciclo, K
          Para o sistema CFV-CVS:
                                 MTOTW = 1,293 * t * Kv * pA / T 0,5
          em que:
          MTOTW = massa dos gases de escape diluídos em base húmida durante o ciclo, kg;
          t     = tempo do ciclo, em segundos;
          KV = coeficiente de calibração do tubo de Venturi de escoamento crítico para
                  condições normais;
          pA = pressão absoluta à entrada do venturi, kPa;
          T     = temperatura absoluta à entrada do venturi, K.
          Caso se utilize um sistema com compensação do fluxo (ou seja, sem permutador de
          calor), calculam-se e integram-se durante o ciclo as emissões mássicas instantâneas.
          Neste caso, calcula-se a massa instantânea dos gases de escape diluídos do seguinte
          modo:
          Para o sistema PDP-CVS:
                     MTOTW,i = 1,293 * V0 * NP,i * (pB - p1) * 273 / (101,3 ≅ T)
          em que:
          MTOTW,i = massa instantânea dos gases de escape diluídos em base húmida, kg;
          NP,i    = rotações totais da bomba por intervalo de tempo, s;
          Para o sistema CFV-CVS:
          MTOTW,i = 1,293 * ∆ti * KV * pA / T 0,5
          em que:
          MTOTW,i = massa instantânea dos gases de escape diluídos em base húmida, kg;
          ∆ti     = intervalo de tempo, s.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                      L 375/113
           Se a massa total de amostras de partículas (MSAM) e gases poluentes exceder 0,5 % do
           caudal total no CVS (MTOTW), corrige-se o fluxo no CVS em função da MSAM ou o
           fluxo da amostra de partículas volta para o sistema CVS antes do dispositivo de
           medição do fluxo (PDP ou CFV).
    4.2.   Correcção da humidade para os NOx
           Dado que as emissões de NOx dependem das condições do ar ambiente, corrige-se a
           concentração de NOx em função da humidade do ar ambiente através dos factores dados
           nas seguintes fórmulas:
           a)   Para os motores diesel:
                                                          1
                                  KH D =
                                          1 − 0,0182 ∗ ( H a − 10,71)
                                     ,
           (b) Para os motores a gás:
                                                         1
                                  KH G =
                                          1 − 0,0329 ∗ ( H a − 10,71)
                                     ,
           em que:
           Ha = humidade do ar de admissão, g de água por kg de ar seco,
           na qual:
                                                6,220 ∗ Ra ∗ pa
                                       Ha =
                                             p B − pa ∗ Ra ∗ 10 −  2
           Ra = humidade relativa do ar de admissão, %;
           pa = pressão do vapor de saturação do ar de admissão, kPa;
           pB = pressão barométrica total, kPa.
    4.3.   Cálculo do caudal mássico das emissões
    4.3.1. Sistemas com caudal mássico constante
           No que diz respeito aos sistemas com permutador de calor, determina-se a massa dos
           poluentes (g/ensaio) a partir das seguintes equações:
           (1) NOx mass      = 0,001587 · NOx conc · KH,D · MTOTW         (motores diesel)
           (2) NOx mass      = 0,001587 · NOx conc · KH,G · MTOTW         (motores a gás)
 ---pagebreak--- L 375/114       PT                        Jornal Oficial da União Europeia                      27.12.2006
              (3) CO mass          = 0,000966 · CO conc · MTOTW
              (4) HC mass          = 0,000479 · HC conc · MTOTW'              (motores diesel)
              (5) HC mass          = 0,000502 · HC conc · MTOTW'              (motores a GPL)
              (6) HC mass          = 0,000552 · HC conc · MTOTW'              (motores a GN)
              (7) NMHC mass = 0,000479 · NMHC conc · MTOTW'                   (motores diesel)
              (8) NMHC mass = 0,000502 · NMHC conc · MTOTW'                   (motores a GPL)
              (9) NMHC mass = 0.000516 * NMHC conc * MTOTW'                   (motores a GN)
              (10) CH4 mass        = 0.000552 * CH4 conc * MTOTW              (motores a GN)
              em que:
              NOx conc, COconc, HCconc,4/ NMHC conc, CH4 conc = concentrações médias corrigidas
                            quanto às condições de fundo durante o ciclo resultantes da integração
                            (obrigatória para os NOx e os HC) ou medição em saco, ppm;
              MTOTW = massa total dos gases de escape diluídos durante o ciclo conforme determinado
                          no ponto 4.1, kg;
              KH,D =      factor de correcção da humidade para os motores diesel conforme determinado
                          no ponto 4.2, baseado no valor médio da humidade do ar de admissão durante o
                          ciclo;
              KH,G =      factor de correcção da humidade para os motores a gás conforme determinado
                          no ponto 4.2, baseado no valor médio da humidade do ar de admissão durante o
                          ciclo.
              Convertem-se as concentrações medidas em base seca em base húmida de acordo com o
              ponto 4.2 do apêndice 1 do anexo 4.
              A determinação da NMHCconc e CH4 conc depende do método utilizado (ver ponto 3.3.4 do
              apêndice 4 do anexo 4). Indica-se em seguida a forma de determinar ambas as
              concentrações, sendo CH4 subtraído de HC para a determinação de NMHCconc:
              a)       Método GC
                                       NMHCconc = HCconc - CH4 conc
   4/     Expressas em equivalente C1.
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                        Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/115
                                       CH4 conc = tal como medido
             b)     Método NMC
                                     HC(s/separador) ⋅ (1 - CE M ) - HC(c/ separador)
                      NMHCconc =
                                                          CE E - CE M
                                   HC(s/separador ) - HC(s/separador ) ⋅ (1 - CE    )
                      CH         =                                                E
                                                        CE - CE
                          4,conc
                                                           E        M
             em que:
             HC(c/separador)      =   concentração de HC com a amostra de gás a passar através do
                                      NMC;
             HC(s/separador)      =   concentração de HC com a amostra de gás a passar fora do NMC;
             CEM                  =   eficiência do metano determinada de acordo com o ponto 1.8.4.1
                                      do apêndice 5 do anexo 4;
             CEE                  =   eficiência do etano determinada de acordo com o ponto 1.8.4.2 do
                                      apêndice 5 do anexo 4.
    4.3.1.1. Determinação das concentrações corrigidas quanto às condições de fundo
             Subtrai-se a concentração média de fundo dos gases poluentes no ar de diluição das
             concentrações medidas para obter as concentrações líquidas dos poluentes. Os valores
             médios das concentrações de fundo podem ser determinados pelo método do saco de
             recolha de amostras ou medição contínua com integração. Utiliza-se a seguinte fórmula:
                                    conc = conce - concd · (1 - (1/DF))
             em que:
             conc = concentração do poluente respectivo nos gases de escape diluídos, corrigida da
                        quantidade do poluente respectivo contida no ar de diluição, ppm;
             conce = concentração do poluente respectivo medida nos gases de escape diluídos, ppm;
             concd = concentração do poluente respectivo medida no ar de diluição, ppm;
             DF     = factor de diluição.
 ---pagebreak--- L 375/116   PT                           Jornal Oficial da União Europeia                                27.12.2006
          Calcula-se o factor de diluição do seguinte modo:
                                                               F
                                   DF =                          S
                                         CO   2, conce
                                                       + (HC conce
                                                                   + CO conce
                                                                              ) ⋅ 10 -4
          em que:
          CO2,conce = concentração do CO2 nos gases de escape diluídos, vol %;
          HCconce       = concentração de HC nos gases de escape diluídos, ppm C1;
          COconce       = concentração de CO nos gases de escape diluídos, ppm;
                        FS =     factor estequiométrico.
          Convertem-se as concentrações medidas em base seca em base húmida de acordo com o
          ponto 4.2 do apêndice 1 do anexo 4.
          Calcula-se o factor estequiométrico do seguinte modo:
                                                                   x
                                         Fs = 100 ⋅
                                                           y          ⎛      y⎞
                                                       x + + 3,76 ⋅ ⎜ x + ⎟
                                                           2          ⎝     4⎠
          em que:
          x,y = composição do combustível CxHy.
          Em alternativa, se a composição do combustível for desconhecida, podem-se utilizar os
          seguintes factores estequiométricos:
          FS (diesel)        = 13,4
          FS (GPL)           = 11,6
          FS (GN)            = 9,5
   4.3.2. Sistemas com compensação do caudal
          No que diz respeito aos sistemas sem permutador de calor, determina-se a massa dos
          poluentes (g/ensaio) através do cálculo das emissões mássicas instantâneas e da integração
          dos valores instantâneos durante o ciclo. Do mesmo modo, aplica-se directamente a
          correcção quanto às condições de fundo ao valor da concentração instantânea. Aplicam-se
          as seguintes fórmulas:
          (1) NOx mass =
           n
          ∑   (MTOTW,i × NOxconce,i ×0,001587× KH,D ) − (MTOTW × NOxconcd × (1 − 1/DF) ×0,001587× KH,D )
          i=1
                                                                                         (motores diesel)
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                                Jornal Oficial da União Europeia                                      L 375/117
           (2) NOx mass =
             n
           ∑     (MTOTW,i × NOxconce,i × 0,001587× KH,G ) − (MTOTW × NOxconcd × (1 − 1/DF) × 0,001587× KH,G )
           i=1
                                                                                                     (motores a gás)
           (3) COmass =
              n
           ∑      (M TOTW,i × COconce,i × 0,000966) − (M TOTW × COconcd × (1 − 1/DF ) × 0,000966)
            i=1
           (4) HCmass =
              n
           ∑      (M TOTW,i × HCconce,i × 0,000479) − (M TOTW × HCconcd × (1 − 1/DF) × 0,000479)
            i=1
                                                                                                     (motores diesel)
           (5) HCmass =
              n
           ∑      (M TOTW,i × HCconce,i × 0,000502) − (M TOTW × HCconcd × (1 − 1/DF) × 0,000502)
            i=1
                                                                                                     (motores a GPL)
           (6) HCmass =
           ∑= (M                           × 0,000552 ) − (M
              n
                      TOTW, i
                              × HC conce,i                         TOTW
                                                                         × HC  concd
                                                                                     × (1 − 1/DF ) × 0,000552 )
            i  1
                                                                                                     (motores a GN)
           (7) NMHCmass =
           ∑= (M                                  × 0,000479 ) − (M
              n
                      TOTW, i
                              × NMHC      conce,i                       TOTW
                                                                             × NMHC       concd
                                                                                                × (1 − 1/DF ) × 0,000479 )
            i  1
                                                                                                     (motores diesel)
           (8) NMHCmass =
           ∑= (M                                  × 0,000502 ) − (M
              n
                      TOTW, i
                              × NMHC      conce,i                       TOTW
                                                                             × NMHC       concd
                                                                                                × (1 − 1/DF ) × 0,000502 )
            i  1
                                                                                                     (motores a GPL)
           (9) NMHCmass =
              n
           ∑      (M TOTW,i × NMHCconce,i × 0,000516) − (M TOTW × NMHCconcd × (1 − 1/DF) × 0,000516)
            i=1
                                                                                                     (motores a GN)
           (10) CH4 mass =
              n
           ∑      (M TOTW,i × CH4 conce,i × 0,000552) − (M TOTW × CH4 concd * (1 − 1/DF) × 0,000552)
            i=1
                                                                                              (motores a GN)
           em que:
           conce           =    concentração do poluente respectivo medida nos gases de escape diluídos,
                                ppm;
 ---pagebreak--- L 375/118   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
          concd     =    concentração do poluente respectivo medida no ar de diluição, ppm;
          MTOTW,i =      massa instantânea dos gases de escape diluídos (ver ponto 4.1), kg;
          MTOTW     =    massa total dos gases de escape diluídos durante o ciclo (ver ponto 4.1), kg;
          KH,D      =    factor de correcção da humidade para os motores diesel conforme
                         determinado no ponto 4.2, baseado no valor médio da humidade do ar de
                         admissão durante o ciclo;
          KH,G      =    factor de correcção da humidade para os motores a gás conforme
                         determinado no ponto 4.2, baseado no valor médio da humidade do ar de
                         admissão durante o ciclo;
          DF        =    factor de diluição conforme determinado no ponto 4.3.1.1.
   4.4.   Cálculo das emissões específicas
          Calculam-se do seguinte modo as emissões específicas (g/kWh) para todos os componentes
          individuais, tal como previsto nos pontos 5.2.1 e 5.2.2 para a tecnologia respectiva:
           NO x = NOx mass /Wact          (motores diesel e a gás)
           CO = CO mass /Wact             (motores diesel e a gás)
           HC = HC mass /Wact             (motores diesel e a gás)
           NMHC = NMHC mass /Wact         (motores diesel e a gás)
          CH 4 = CH 4mass /Wact           (motores a GN)
          em que:
          Wact   = trabalho realizado no ciclo real conforme determinado no ponto 3.9.2, kWh.
   5.     CÁLCULO DAS EMISSÕES DE PARTÍCULAS (SE APLICÁVEL)
   5.1.   Cálculo do caudal mássico
          Calcula-se a massa de partículas (g/ensaio) do seguinte modo:
                                                    Mf       M
                                      PTmass =            ∗ TOTW
                                                   MSAM     1000
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/119
           em que:
           Mf     = massa das partículas recolhidas durante o ciclo, mg;
           MTOTW = massa total dos gases de escape diluídos durante o ciclo conforme
                     determinado no ponto 4.1, kg;
           MSAM = massa dos gases de escape diluídos retirados do túnel de diluição para a recolha
           das partículas, kg
           e
           Mf     = Mf,p + Mf,b, se pesados separadamente, mg;
           Mf,p = massa de partículas recolhida no filtro primário, mg;
           Mf,b = massa de partículas recolhida no filtro secundário, mg;
           Se se utilizar um sistema de diluição dupla, a massa do ar de diluição secundária é
           subtraída da massa total dos gases de escape duplamente diluídos recolhidos através dos
           filtros de partículas.
                                          MSAM = MTOT - MSEC
           em que:
           MTOT = massa dos gases de escape duplamente diluídos através do filtro de partículas,
                    kg;
           MSEC = massa do ar de diluição secundária, kg.
           Se o nível de fundo das partículas do ar de diluição for determinado de acordo com o
           ponto 3.4, a massa de partículas pode ser corrigida quanto às condições de fundo. Neste
           caso, calcula-se a massa de partículas do seguinte modo:
                                   ⎡ M        ⎛ M         ⎛        1 ⎞ ⎞⎤      MTOTW
                         PTmass = ⎢ f − ⎜⎜ d ∗ ⎜ 1 −                  ⎟ ⎟⎟ ⎥ ∗
                                   ⎣ MSAM     ⎝ MDIL ⎝            DF ⎠ ⎠ ⎦ 1000
           em que:
           Mf, MSAM, MTOTW = ver acima
           MDIL                   = massa do ar de diluição primária recolhido pelo sistema de
           recolha de partículas de fundo, kg;
           Md                     = massa das partículas de fundo recolhidas do ar de diluição
 ---pagebreak--- L 375/120  PT                      Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
                                   primária, mg;
          DF                  =    factor de diluição conforme determinado no ponto 4.3.1.1.
   5.2.   Cálculo das emissões específicas
          Calcula-se a emissão de partículas (g/kWh) do seguinte modo:
                                      PT = PTmass / Wact
          em que:
          Wact = trabalho realizado no ciclo real conforme determinado no ponto 3.9.2, kWh.
                                          ___________
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                     L 375/121
                                  Anexo 4 - Apêndice 3
           PROGRAMA DO DINAMÓMETRO PARA MOTORES NO ENSAIO ETC
           Tempo Vel. Binário.         Tempo Vel. Binário         Tempo Binário Binário
                 normal normal                    normal normal         normal normal
               s   %      %                 s        %         %    s     %       %
               1    0      0               52         0         0  103     0       0
               2    0      0               53         0         0  104     0       0
               3    0      0               54         0         0  105     0       0
               4    0      0               55         0         0  106     0       0
               5    0      0               56         0         0  107     0       0
               6    0      0               57         0         0  108   11,6    14,8
               7    0      0               58         0         0  109     0       0
               8    0      0               59         0         0  110   27,2    74,8
               9    0      0               60         0         0  111    17     76,9
              10    0      0               61         0         0  112    36      78
              11    0      0               62      25,5      11,1  113   59,7     86
              12    0      0               63      28,5      20,9  114   80,8    17,9
              13    0      0               64        32      73,9  115   49,7      0
              14    0      0               65         4      82,3  116   65,6     86
              15    0      0               66      34,5      80,4  117   78,6    72,2
              16   0,1    1,5              67      64,1       86   118   64,9    «m»
              17  23,1   21,5              68        58         0  119   44,3    «m»
              18  12,6   28,5              69      50,3      83,4  120   51,4    83,4
              19  21,8    71               70      66,4      99,1  121   58,1     97
              20  19,7   76,8              71      81,4      99,6  122   69,3    99,3
              21  54,6   80,9              72      88,7      73,4  123    72     20,8
              22  71,3    4,9              73      52,5         0  124   72,1    «m»
              23  55,9   18,1              74      46,4      58,5  125   65,3    «m»
              24   72    85,4              75      48,6      90,9  126    64     «m»
              25  86,7   61,8              76      55,2      99,4  127   59,7    «m»
              26  51,7     0               77      62,3       99   128   52,8    «m»
              27  53,4   48,9              78      68,4      91,5  129   45,9    «m»
              28  34,2   87,6              79      74,5      73,7  130   38,7    «m»
              29  45,5   92,7              80        38         0  131   32,4    «m»
              30  54,6   99,5              81      41,8      89,6  132    27     «m»
              31  64,5   96,8              82      47,1      99,2  133   21,7    «m»
              32  71,7   85,4              83      52,5      99,8  134   19,1     0,4
              33  79,4   54,8              84      56,9      80,8  135   34,7     14
              34  89,7   99,4              85      58,3      11,8  136   16,4    48,6
              35  57,4     0               86      56,2      «m»   137     0     11,2
              36  59,7   30,6              87        52      «m»   138    1,2     2,1
              37  90,1   «m»               88      43,3      «m»   139   30,1    19,3
              38  82,9   «m»               89      36,1      «m»   140    30     73,9
              39  51,3   «m»               90      27,6      «m»   141   54,4    74,4
              40  28,5   «m»               91      21,1      «m»   142   77,2    55,6
              41  29,3   «m»               92         8         0  143   58,1      0
              42  26,7   «m»               93         0         0  144    45     82,1
              43  20,4   «m»               94         0         0  145   68,7    98,1
              44  14,1     0               95         0         0  146   85,7    67,2
              45   6,5     0               96         0         0  147   60,2      0
              46    0      0               97         0         0  148   59,4     98
              47    0      0               98         0         0  149   72,7    99,6
              48    0      0               99         0         0  150   79,9     45
              49    0      0              100         0         0  151   44,3      0
              50    0      0              101         0         0  152   41,5    84,4
              51    0      0              102         0         0  153   56,2    98,2
 ---pagebreak--- L 375/122  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                    27.12.2006
          Tempo Vel. Binário          Tempo Vel.          Binário Tempo  Vel. Binário
                normal normal                    normal   Torque        normal normal
              s   %      %                s         %        %      s     %      %
            154  65,7   99,1            205         0         0    256   51,7    17
            155  74,4   84,7            206         0         0    257   56,2   78,7
            156  54,4     0             207         0         0    258   59,5   94,7
            157  47,9   89,7            208         0         0    259   65,5   99,1
            158  54,5   99,5            209         0         0    260   71,2   99,5
            159  62,7   96,8            210         0         0    261   76,6   99,9
            160  62,3     0             211         0         0    262    79      0
            161  46,2   54,2            212         0         0    263   52,9   97,5
            162  44,3   83,2            213         0         0    264   53,1   99,7
            163  48,2   13,3            214         0         0    265    59    99,1
            164   51    «m»             215         0         0    266   62,2    99
            165   50    «m»             216         0         0    267    65    99,1
            166  49,2   «m»             217         0         0    268    69    83,1
            167  49,3   «m»             218         0         0    269   69,9   28,4
            168  49,9   «m»             219         0         0    270   70,6   12,5
            169  51,6   «m»             220         0         0    271   68,9    8,4
            170  49,7   «m»             221         0         0    272   69,8    9,1
            171  48,5   «m»             222         0         0    273   69,6     7
            172  50,3   72,5            223         0         0    274   65,7   «m»
            173  51,1   84,5            224         0         0    275   67,1   «m»
            174  54,6   64,8            225       21,2     62,7    276   66,7   «m»
            175  56,6   76,5            226       30,8     75,1    277   65,6   «m»
            176   58    «m»             227        5,9     82,7    278   64,5   «m»
            177  53,6   «m»             228       34,6     80,3    279   62,9   «m»
            178  40,8   «m»             229       59,9       87    280   59,3   «m»
            179  32,9   «m»             230       84,3     86,2    281   54,1   «m»
            180  26,3   «m»             231       68,7     «m»     282   51,3   «m»
            181  20,9   «m»             232       43,6     «m»     283   47,9   «m»
            182   10      0             233       41,5     85,4    284   43,6   «m»
            183    0      0             234       49,9     94,3    285   39,4   «m»
            184    0      0             235       60,8       99    286   34,7   «m»
            185    0      0             236       70,2     99,4    287   29,8   «m»
            186    0      0             237       81,1     92,4    288   20,9   73,4
            187    0      0             238       49,2        0    289   36,9   «m»
            188    0      0             239        56      86,2    290   35,5   «m»
            189    0      0             240       56,2     99,3    291   20,9   «m»
            190    0      0             241       61,7       99    292   49,7   11,9
            191    0      0             242       69,2     99,3    293   42,5   «m»
            192    0      0             243       74,1     99,8    294    32    «m»
            193    0      0             244       72,4      8,4    295   23,6   «m»
            194    0      0             245       71,3        0    296   19,1     0
            195    0      0             246       71,2      9,1    297   15,7   73,5
            196    0      0             247       67,1     «m»     298   25,1   76,8
            197    0      0             248       65,5     «m»     299   34,5   81,4
            198    0      0             249       64,4     «m»     300   44,1   87,4
            199    0      0             250       62,9     25,6    301   52,8   98,6
            200    0      0             251       62,2     35,6    302   63,6    99
            201    0      0             252       62,9     24,4    303   73,6   99,7
            202    0      0             253       58,8     «m»     304   62,2   «m»
            203    0      0             254       56,9     «m»     305   29,2   «m»
            204    0      0             255       54,5     «m»     306   46,4    22
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                  Jornal Oficial da União Europeia                    L 375/123
           Tempo  Vel   Binário         Tempo Vel. Binário         Tempo  Vel. Binário
                 normal normal                     normal normal         normal normal
               s   %      %                  s        %         %    s     %      %
             307  47,3   13,8              358      72,6      99,6  409   56,3   72,3
             308  47,2   12,5              359      82,4      99,5  410   59,7   99,1
             309  47,9   11,5              360        88      99,4  411   62,3    99
             310  47,8   35,5              361      46,4         0  412   67,9   99,2
             311  49,2   83,3              362      53,4      95,2  413   69,5   99,3
             312  52,7   96,4              363      58,4      99,2  414   73,1   99,7
             313  57,4   99,2              364      61,5       99   415   77,7   99,8
             314  61,8    99               365      64,8       99   416   79,7   99,7
             315  66,4   60,9              366      68,1      99,2  417   82,5   99,5
             316  65,8   «m»               367      73,4      99,7  418   85,3   99,4
             317   59    «m»               368      73,3      29,8  419   86,6   99,4
             318  50,7   «m»               369      73,5      14,6  420   89,4   99,4
             319  41,8   «m»               370      68,3         0  421   62,2     0
             320  34,7   «m»               371      45,4      49,9  422   52,7   96,4
             321  28,7   «m»               372      47,2      75,7  423   50,2   99,8
             322  25,2   «m»               373      44,5         9  424   49,3   99,6
             323   43    24,8              374      47,8      10,3  425   52,2   99,8
             324  38,7     0               375      46,8      15,9  426   51,3   100
             325  48,1   31,9              376      46,9      12,7  427   51,3   100
             326  40,3    61               377      46,8       8,9  428   51,1   100
             327  42,4   52,1              378      46,1       6,2  429   51,1   100
             328  46,4   47,7              379      46,1      «m»   430   51,8   99,9
             329  46,9   30,7              380      45,5      «m»   431   51,3   100
             330  46,1   23,1              381      44,7      «m»   432   51,1   100
             331  45,7   23,2              382      43,8      «m»   433   51,3   100
             332  45,5   31,9              383        41      «m»   434   52,3   99,8
             333  46,4   73,6              384      41,1       6,4  435   52,9   99,7
             334  51,3   60,7              385        38       6,3  436   53,8   99,6
             335  51,3   51,1              386      35,9       0,3  437   51,7   99,9
             336  53,2   46,8              387      33,5         0  438   53,5   99,6
             337  53,9    50               388      53,1      48,9  439    52    99,8
             338  53,4   52,1              389      48,3      «m»   440   51,7   99,9
             339  53,8   45,7              390      49,9      «m»   441   53,2   99,7
             340  50,6   22,1              391        48      «m»   442   54,2   99,5
             341  47,8    26               392      45,3      «m»   443   55,2   99,4
             342  41,6   17,8              393      41,6       3,1  444   53,8   99,6
             343  38,7   29,8              394      44,3       79   445   53,1   99,7
             344  35,9   71,6              395      44,3      89,5  446    55    99,4
             345  34,6   47,3              396      43,4      98,8  447    57    99,2
             346  34,8   80,3              397      44,3      98,9  448   61,5    99
             347  35,9   87,2              398        43      98,8  449   59,4    5,7
             348  38,8   90,8              399      42,2      98,8  450    59      0
             349  41,5   94,7              400      42,7      98,8  451   57,3   59,8
             350  47,1   99,2              401        45       99   452   64,1    99
             351  53,1   99,7              402      43,6      98,9  453   70,9   90,5
             352  46,4     0               403      42,2      98,8  454    58      0
             353  42,5    0,7              404      44,8       99   455   41,5   59,8
             354  43,6   58,6              405      43,4      98,8  456   44,1   92,6
             355  47,1   87,5              406        45       99   457   46,8   99,2
             356  54,1   99,5              407      42,2      54,3  458   47,2   99,3
             357  62,9    99               408      61,2      31,9  459    51    100
 ---pagebreak--- L 375/124  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                   27.12.2006
          Tempo Vel. Binário          Tempo Vel.          Norm,  Tempo  Vel. Binário
                normal normal                    normal   Torque       normal normal
              s   %      %                 s        %        %     s     %      %
            460  53,2   99,7            511         0         0   562   58,7   «m»
            461  53,1   99,7            512         0         0   563    56    «m»
            462  55,9   53,1            513         0         0   564   53,9   «m»
            463  53,9   13,9            514       30,5     25,6   565   52,1   «m»
            464  52,5   «m»             515       19,7     56,9   566   49,9   «m»
            465  51,7   «m»             516       16,3     45,1   567   46,4   «m»
            466  51,5   52,2            517       27,2      4,6   568   43,6   «m»
            467  52,8    80             518       21,7      1,3   569   40,8   «m»
            468  54,9    95             519       29,7     28,6   570   37,5   «m»
            469  57,3   99,2            520       36,6     73,7   571   27,8   «m»
            470  60,7   99,1            521       61,3     59,5   572   17,1    0,6
            471  62,4   «m»             522       40,8        0   573   12,2    0,9
            472  60,1   «m»             523       36,6     27,8   574   11,5    1,1
            473  53,2   «m»             524       39,4     80,4   575    8,7    0,5
            474   44    «m»             525       51,3     88,9   576     8     0,9
            475  35,2   «m»             526       58,5     11,1   577    5,3    0,2
            476  30,5   «m»             527       60,7     «m»    578     4      0
            477  26,5   «m»             528       54,5     «m»    579    3,9     0
            478  22,5   «m»             529       51,3     «m»    580     0      0
            479  20,4   «m»             530       45,5     «m»    581     0      0
            480  19,1   «m»             531       40,8     «m»    582     0      0
            481  19,1   «m»             532       38,9     «m»    583     0      0
            482  13,4   «m»             533       36,6     «m»    584     0      0
            483   6,7   «m»             534       36,1     72,7   585     0      0
            484   3,2   «m»             535       44,8     78,9   586     0      0
            485  14,3   63,8            536       51,6     91,1   587    8,7   22,8
            486  34,1     0             537       59,1     99,1   588   16,2   49,4
            487  23,9   75,7            538        66      99,1   589   23,6    56
            488  31,7   79,2            539       75,1     99,9   590   21,1   56,1
            489  32,1   19,4            540        81         8   591   23,6    56
            490  35,9    5,8            541       39,1        0   592   46,2   68,8
            491  36,6    0,8            542       53,8     89,7   593   68,4   61,2
            492  38,7   «m»             543       59,7     99,1   594   58,7   «m»
            493  38,4   «m»             544       64,8       99   595   31,6   «m»
            494  39,4   «m»             545       70,6     96,1   596   19,9    8,8
            495  39,7   «m»             546       72,6     19,6   597   32,9   70,2
            496  40,5   «m»             547        72       6,3   598    43     79
            497  40,8   «m»             548       68,9      0,1   599   57,4   98,9
            498  39,7   «m»             549       67,7     “m»    600   72,1   73,8
            499  39,2   «m»             550       66,8     “m»    601    53      0
            500  38,7   «m»             551       64,3     16,9   602   48,1    86
            501  32,7   «m»             552       64,9        7   603   56,2    99
            502  30,1   «m»             553       63,6     12,5   604   65,4   98,9
            503  21,9   «m»             554        63       7,7   605   72,9   99,7
            504  12,8     0             555       64,4     38,2   606   67,5   «m»
            505    0      0             556        63      11,8   607    39    «m»
            506    0      0             557       63,6        0   608   41,9   38,1
            507    0      0             558       63,3        5   609   44,1   80,4
            508    0      0             559       60,1      9,1   610   46,8   99,4
            509    0      0             560        61       8,4   611   48,7   99,9
            510    0      0             561       59,7      0,9   612   50,5   99,7
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                    L 375/125
           Tempo Vel. Binário          Tempo Vel.          Binári Tempo  Vel. Binário
                 normal normal                    normal   normal       normal normal
               s   %      %                 s        %        %     s     %      %
             613  52,5   90,3             664        54     39,3   715   46,2   «m»
             614   51     1,8             665      53,8      «m»   716   45,6    9,8
             615   50    «m»              666        52      «m»   717   45,6   34,5
             616  49,1   «m»              667      50,4      «m»   718   45,5   37,1
             617   47    «m»              668      50,6        0   719   43,8   “m»
             618  43,1   «m»              669      49,3     41,7   720   41,9   «m»
             619  39,2   «m»              670        50     73,2   721   41,3   «m»
             620  40,6    0,5             671      50,4     99,7   722   41,4   «m»
             621  41,8   53,4             672      51,9     99,5   723   41,2   «m»
             622  44,4   65,1             673      53,6     99,3   724   41,8   «m»
             623  48,1   67,8             674      54,6     99,1   725   41,8   «m»
             624  53,8   99,2             675        56       99   726   43,2   17,4
             625  58,6   98,9             676      55,8       99   727    45     29
             626  63,6   98,8             677      58,4     98,9   728   44,2   «m»
             627  68,5   99,2             678      59,9     98,8   729   43,9   «m»
             628  72,2   89,4             679      60,9     98,8   730    38    10,7
             629  77,1     0              680        63     98,8   731   56,8   “m»
             630  57,8   79,1             681      64,3     98,9   732   57,1   «m»
             631  60,3   98,8             682      64,8       64   733    52    «m»
             632  61,9   98,8             683      65,9     46,5   734   44,4   «m»
             633  63,8   98,8             684      66,2     28,7   735   40,2   «m»
             634  64,7   98,9             685      65,2      1,8   736   39,2   16,5
             635  65,4   46,5             686        65      6,8   737   38,9   73,2
             636  65,7   44,5             687      63,6     53,6   738   39,9   89,8
             637  65,6    3,5             688      62,4     82,5   739   42,3   98,6
             638  49,1     0              689      61,8     98,8   740   43,7   98,8
             639  50,4   73,1             690      59,8     98,8   741   45,5   99,1
             640  50,5   «m»              691      59,2     98,8   742   45,6   99,2
             641   51    «m»              692      59,7     98,8   743   48,1   99,7
             642  49,4   «m»              693      61,2     98,8   744    49    100
             643  49,2   «m»              694      62,2     49,4   745   49,8   99,9
             644  48,6   «m»              695      62,8     37,2   746   49,8   99,9
             645  47,5   «m»              696      63,5     46,3   747   51,9   99,5
             646  46,5   «m»              697      64,7     72,3   748   52,3   99,4
             647   46    11,3             698      64,7     72,3   749   53,3   99,3
             648  45,6   42,8             699      65,4     77,4   750   52,9   99,3
             649  47,1    83              700      66,1     69,3   751   54,3   99,2
             650  46,2   99,3             701      64,3      «m»   752   55,5   99,1
             651  47,9   99,7             702      64,3      «m»   753   56,7    99
             652  49,5   99,9             703        63      «m»   754   61,7   98,8
             653  50,6   99,7             704      62,2      «m»   755   64,3   47,4
             654   51    99,6             705      61,6      «m»   756   64,7    1,8
             655   53    99,3             706      62,4      «m»   757   66,2   «m»
             656  54,9   99,1             707      62,2      «m»   758   49,1   «m»
             657  55,7    99              708        61      «m»   759   52,1    46
             658   56     99              709      58,7      «m»   760   52,6    61
             659  56,1    9,3             710      55,5      «m»   761   52,9     0
             660  55,6   «m»              711      51,7      «m»   762   52,3   20,4
             661  55,4   «m»              712      49,2      «m»   763   54,2   56,7
             662  54,9   51,3             713      48,8     40,4   764   55,4   59,8
             663  54,9   59,8             714      47,9      «m»   765   56,1   49,2
 ---pagebreak--- L 375/126  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                  27.12.2006
          Tempo Vel.   Binári         Tempo Vel.          Binári Tempo Vel.  Binári
                normal normal                    normal   normal      normal normal
              s   %      %                 s        %        %     s    %      %
            766  56,8   33,7            817       61,7     46,2   868   53    99,3
            767  57,2    96             818       59,8     45,1   869  54,2   99,2
            768  58,6   98,9            819       57,4     43,9   870  55,5   99,1
            769  59,5   98,8            820       54,8     42,8   871  56,7    99
            770  61,2   98,8            821       54,3     65,2   872  57,3   98,9
            771  62,1   98,8            822       52,9     62,1   873   58    98,9
            772  62,7   98,8            823       52,4     30,6   874  60,5   31,1
            773  62,8   98,8            824       50,4     “m»    875  60,2   «m»
            774   64    98,9            825       48,6     “m»    876  60,3   «m»
            775  63,2   46,3            826       47,9     “m»    877  60,5    6,3
            776  62,4   «m»             827       46,8     “m»    878  61,4   19,3
            777  60,3   «m»             828       46,9      9,4   879  60,3    1,2
            778  58,7   «m»             829       49,5     41,7   880  60,5    2,9
            779  57,2   «m»             830       50,5     37,8   881  61,2   34,1
            780  56,1   «m»             831       52,3     20,4   882  61,6   13,2
            781   56     9,3            832       54,1     30,7   883  61,5   16,4
            782  55,2   26,3            833       56,3     41,8   884  61,2   16,4
            783  54,8   42,8            834       58,7     26,5   885  61,3   «m»
            784  55,7   47,1            835       57,3     «m»    886  63,1   «m»
            785  56,6   52,4            836        59      «m»    887  63,2    4,8
            786   58    50,3            837       59,8     «m»    888  62,3   22,3
            787  58,6   20,6            838       60,3     «m»    889   62    38,5
            788  58,7   «m»             839       61,2     «m»    890  61,6   29,6
            789  59,3   «m»             840       61,8     «m»    891  61,6   26,6
            790  58,6   «m»             841       62,5     «m»    892  61,8   28,1
            791  60,5    9,7            842       62,4     «m»    893   62    29,6
            792  59,2    9,6            843       61,5     «m»    894   62    16,3
            793  59,9    9,6            844       63,7     «m»    895  61,1   «m»
            794  59,6    9,6            845       61,9     «m»    896  61,2   «m»
            795  59,9    6,2            846       61,6     29,7   897  60,7   19,2
            796  59,9    9,6            847       60,3     «m»    898  60,7   32,5
            797  60,5   13,1            848       59,2     «m»    899  60,9   17,8
            798  60,3   20,7            849       57,3     «m»    900  60,1   19,2
            799  59,9    31             850       52,3     «m»    901  59,3   38,2
            800  60,5    42             851       49,3     «m»    902  59,9    45
            801  61,5   52,5            852       47,3     «m»    903  59,4   32,4
            802  60,9   51,4            853       46,3     38,8   904  59,2   23,5
            803  61,2   57,7            854       46,8     35,1   905  59,5   40,8
            804  62,8   98,8            855       46,6     «m»    906  58,3   «m»
            805  63,4   96,1            856       44,3     «m»    907  58,2   «m»
            806  64,6   45,4            857       43,1     «m»    908  57,6   «m»
            807  64,1     5             858       42,4      2,1   909  57,1   «m»
            808   63     3,2            859       41,8      2,4   910   57     0,6
            809  62,7   14,9            860       43,8     68,8   911   57    26,3
            810  63,5   35,8            861       44,6     89,2   912  56,5   29,2
            811  64,1   73,3            862        46      99,2   913  56,3   20,5
            812  64,3   37,4            863       46,9     99,4   914  56,1   «m»
            813  64,1    21             864       47,9     99,7   915  55,2   «m»
            814  63,7    21             865       50,2     99,8   916  54,7   17,5
            815  62,9    18             866       51,2     99,6   917  55,2   29,2
            816  62,4   32,7            867       52,3     99,4   918  55,2   29,2
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                   L 375/127
           Tempo Vel.   Binári         Tempo Vel.          Binári Tempo Vel.   Binári
                 normal normal                    normal   normal       normal normal
               s   %      %                 s        %        %      s    %      %
             919  55,9    16              970      49,9     99,7   1021 49,4    «m»
             920  55,9   26,3             971      49,6     99,6   1022 48,3    «m»
             921  56,1   36,5             972      49,4     99,6   1023 49,4    «m»
             922  55,8    19              973        49     99,5   1024 48,5    «m»
             923  55,9    9,2             974      49,8     99,7   1025 48,7    «m»
             924  55,8   21,9             975      50,9      100   1026 48,7    «m»
             925  56,4   42,8             976      50,4     99,8   1027 49,1    «m»
             926  56,4    38              977      49,8     99,7   1028   49    «m»
             927  56,4    11              978      49,1     99,5   1029 49,8    «m»
             928  56,4   35,1             979      50,4     99,8   1030 48,7    «m»
             929   54     7,3             980      49,8     99,7   1031 48,5    «m»
             930  53,4    5,4             981      49,3     99,5   1032 49,3    31,3
             931  52,3   27,6             982      49,1     99,5   1033 49,7    45,3
             932  52,1    32              983      49,9     99,7   1034 48,3    44,5
             933  52,3   33,4             984      49,1     99,5   1035 49,8     61
             934  52,2   34,9             985      50,4     99,8   1036 49,4    64,3
             935  52,8   60,1             986      50,9      100   1037 49,8    64,4
             936  53,7   69,7             987      51,4     99,9   1038 50,5    65,6
             937   54    70,7             988      51,5     99,9   1039 50,3    64,5
             938  55,1   71,7             989      52,2     99,7   1040 51,2    82,9
             939  55,2    46              990      52,8     74,1   1041 50,5     86
             940  54,7   12,6             991      53,3       46   1042 50,6     89
             941  52,5     0              992      53,6     36,4   1043 50,4    81,4
             942  51,8   24,7             993      53,4     33,5   1044 49,9    49,9
             943  51,4   43,9             994      53,9     58,9   1045 49,1    20,1
             944  50,9   71,1             995      55,2     73,8   1046 47,9     24
             945  51,2   76,8             996      55,8     52,4   1047 48,1    36,2
             946  50,3   87,5             997      55,7      9,2   1048 47,5    34,5
             947  50,2   99,8             998      55,8      2,2   1049 46,9    30,3
             948  50,9   100              999      56,4     33,6   1050 47,7    53,5
             949  49,9   99,7            1000 55,4           «m»   1051 46,9    61,6
             950  50,9   100             1001 55,2           «m»   1052 46,5    73,6
             951  49,8   99,7            1002 55,8          26,3   1053   48    84,6
             952  50,4   99,8            1003 55,8          23,3   1054 47,2    87,7
             953  50,4   99,8            1004 56,4          50,2   1055 48,7     80
             954  49,7   99,7            1005 57,6          68,3   1056 48,7    50,4
             955   51    100             1006 58,8          90,2   1057 47,8    38,6
             956  50,3   99,8            1007 59,9          98,9   1058 48,8    63,1
             957  50,2   99,8            1008 62,3          98,8   1059 47,4      5
             958  49,9   99,7            1009 63,1          74,4   1060 47,3    47,4
             959  50,9   100             1010 63,7          49,4   1061 47,3    49,8
             960   50    99,7            1011 63,3           9,8   1062 46,9    23,9
             961  50,2   99,8            1012        48        0   1063 46,7    44,6
             962  50,2   99,8            1013 47,9          73,5   1064 46,8    65,2
             963  49,9   99,7            1014 49,9          99,7   1065 46,9    60,4
             964  50,4   99,8            1015 49,9          48,8   1066 46,7    61,5
             965  50,2   99,8            1016 49,6           2,3   1067 45,5    «m»
             966  50,3   99,8            1017 49,9           «m»   1068 45,5    «m»
             967  49,9   99,7            1018 49,3          «m»»   1069 44,2    «m»
             968  51,1   100             1019 49,7          47,5   1070   43    «m»
             969  50,6   99,9            1020 49,1           «m»   1071 42,5    «m»
 ---pagebreak--- L 375/128  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                  27.12.2006
          Tempo Vel.   Binári         Tempo Vel.          Norm,  Tempo Vel.   Binári
                normal normal                    normal   Torque       normal normal
              s   %      %                 s        %        %      s    %      %
           1072   41    «m»             1123       55      «m»    1174 56,9    «m»
           1073 39,9    «m»             1124 53,7          «m»    1175 56,4      4
           1074 39,9    38,2            1125 52,1          «m»    1176   57    23,4
           1075 40,1    48,1            1126 51,1          «m»    1177 56,4    41,7
           1076 39,9     48             1127 49,7          25,8   1178   57    49,2
           1077 39,4    59,3            1128 49,1          46,1   1179 57,7    56,6
           1078 43,8    19,8            1129 48,7          46,9   1180 58,6    56,6
           1079 52,9      0             1130 48,2          46,7   1181 58,9     64
           1080 52,8    88,9            1131       48        70   1182 59,4    68,2
           1081 53,4    99,5            1132       48        70   1183 58,8    71,4
           1082 54,7    99,3            1133 47,2          67,6   1184 60,1    71,3
           1083 56,3    99,1            1134 47,3          67,6   1185 60,6    79,1
           1084 57,5     99             1135 46,6          74,7   1186 60,7    83,3
           1085   59    98,9            1136 47,4            13   1187 60,7    77,1
           1086 59,8    98,9            1137 46,3          «m»    1188   60    73,5
           1087 60,1    98,9            1138 45,4          «m»    1189 60,2    55,5
           1088 61,8    48,3            1139 45,5          24,8   1190 59,7    54,4
           1089 61,8    55,6            1140 44,8          73,8   1191 59,8    73,3
           1090 61,7    59,8            1141 46,6            99   1192 59,8    77,9
           1091   62    55,6            1142 46,3          98,9   1193 59,8    73,9
           1092 62,3    29,6            1143 48,5          99,4   1194   60    76,5
           1093   62    19,3            1144 49,9          99,7   1195 59,5    82,3
           1094 61,3     7,9            1145 49,1          99,5   1196 59,9    82,8
           1095 61,1    19,2            1146 49,1          99,5   1197 59,8    65,8
           1096 61,2     43             1147       51       100   1198   59    48,6
           1097 61,1    59,7            1148 51,5          99,9   1199 58,9    62,2
           1098 61,1    98,8            1149 50,9           100   1200 59,1    70,4
           1099 61,3    98,8            1150 51,6          99,9   1201 58,9    62,1
           1100 61,3    26,6            1151 52,1          99,7   1202 58,4    67,4
           1101 60,4    «m»             1152 50,9           100   1203 58,7    58,9
           1102 58,8    «m»             1153 52,2          99,7   1204 58,3    57,7
           1103 57,7    «m»             1154 51,5          98,3   1205 57,5    57,8
           1104   56    «m»             1155 51,5          47,2   1206 57,2    57,6
           1105 54,7    «m»             1156 50,8          78,4   1207 57,1    42,6
           1106 53,3    «m»             1157 50,3            83   1208   57    70,1
           1107 52,6    23,2            1158 50,3          31,7   1209 56,4    59,6
           1108 53,4    84,2            1159 49,3          31,3   1210 56,7     39
           1109 53,9    99,4            1160 48,8          21,5   1211 55,9    68,1
           1110 54,9    99,3            1161 47,8          59,4   1212 56,3    79,1
           1111 55,8    99,2            1162 48,1          77,1   1213 56,7    89,7
           1112 57,1     99             1163 48,4          87,6   1214   56    89,4
           1113 56,5    99,1            1164 49,6          87,5   1215   56    93,1
           1114 58,9    98,9            1165       51      81,4   1216 56,4    93,1
           1115 58,7    98,9            1166 51,6          66,7   1217 56,7    94,4
           1116 59,8    98,9            1167 53,3          63,2   1218 56,9    94,8
           1117   61    98,8            1168 55,2            62   1219   57    94,1
           1118 60,7    19,2            1169 55,7          43,9   1220 57,7    94,3
           1119 59,4    «m»             1170 56,4          30,7   1221 57,5    93,7
           1120 57,9    «m»             1171 56,8          23,4   1222 58,4    93,2
           1121 57,6    «m»             1172       57      «m»    1223 58,7    93,2
           1122 56,3    «m»             1173 57,6          «m»    1224 58,2    93,7
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                   L 375/129
           Tempo Vel.   Binári         Tempo Vel.          Binári Tempo Vel.   Binári
                 normal normal                    normal   normal       normal normal
               s   %      %                 s        %        %      s    %      %
            1225 58,5    93,1            1276 60,6           5,5   1327 63,1    20,3
            1226 58,8    86,2            1277        61     14,3   1328 61,8    19,1
            1227   59    72,9            1278        61       12   1329 61,6    17,1
            1228 58,2    59,9            1279 61,3          34,2   1330   61      0
            1229 57,6     8,5            1280 61,2          17,1   1331 61,2     22
            1230 57,1    47,6            1281 61,5          15,7   1332 60,8    40,3
            1231 57,2    74,4            1282        61      9,5   1333 61,1    34,3
            1232   57    79,1            1283 61,1           9,2   1334 60,7    16,1
            1233 56,7    67,2            1284 60,5           4,3   1335 60,6    16,6
            1234 56,8    69,1            1285 60,2           7,8   1336 60,5    18,5
            1235 56,9    71,3            1286 60,2           5,9   1337 60,6    29,8
            1236   57    77,3            1287 60,2           5,3   1338 60,9    19,5
            1237 57,4    78,2            1288 59,9           4,6   1339 60,9    22,3
            1238 57,3    70,6            1289 59,4          21,5   1340 61,4    35,8
            1239 57,7     64             1290 59,6          15,8   1341 61,3    42,9
            1240 57,5    55,6            1291 59,3          10,1   1342 61,5     31
            1241 58,6    49,6            1292 58,9           9,4   1343 61,3    19,2
            1242 58,2    41,1            1293 58,8             9   1344   61     9,3
            1243 58,8    40,6            1294 58,9          35,4   1345 60,8    44,2
            1244 58,3    21,1            1295 58,9          30,7   1346 60,9    55,3
            1245 58,7    24,9            1296 58,9          25,9   1347 61,2     56
            1246 59,1    24,8            1297 58,7          22,9   1348 60,9    60,1
            1247 58,6    «m»             1298 58,7          24,4   1349 60,7    59,1
            1248 58,8    «m»             1299 59,3            61   1350 60,9    56,8
            1249 58,8    «m»             1300 60,1            56   1351 60,7    58,1
            1250 58,7    «m»             1301 60,5          50,6   1352 59,6    78,4
            1251 59,1    «m»             1302 59,5          16,2   1353 59,6    84,6
            1252 59,1    «m»             1303 59,7            50   1354 59,4    66,6
            1253 59,4    «m»             1304 59,7          31,4   1355 59,3    75,5
            1254 60,6     2,6            1305 60,1          43,1   1356 58,9    49,6
            1255 59,6    «m»             1306 60,8          38,4   1357 59,1    75,8
            1256 60,1    «m»             1307 60,9          40,2   1358   59    77,6
            1257 60,6    «m»             1308 61,3          49,7   1359   59    67,8
            1258 59,6     4,1            1309 61,8          45,9   1360   59    56,7
            1259 60,7     7,1            1310        62     45,9   1361 58,8    54,2
            1260 60,5    «m»             1311 62,2          45,8   1362 58,9    59,6
            1261 59,7    «m»             1312 62,6          46,8   1363 58,9    60,8
            1262 59,6    «m»             1313 62,7          44,3   1364 59,3    56,1
            1263 59,8    «m»             1314 62,9          44,4   1365 58,9    48,5
            1264 59,6     4,9            1315 63,1          43,7   1366 59,3    42,9
            1265 60,1     5,9            1316 63,5          46,1   1367 59,4    41,4
            1266 59,9     6,1            1317 63,6          40,7   1368 59,6    38,9
            1267 59,7    «m»             1318 64,3          49,5   1369 59,4    32,9
            1268 59,6    «m»             1319 63,7            27   1370 59,3    30,6
            1269 59,7     22             1320 63,8            15   1371 59,4     30
            1270 59,8    10,3            1321 63,6          18,7   1372 59,4    25,3
            1271 59,9     10             1322 63,4           8,4   1373 58,8    18,6
            1272 60,6     6,2            1323 63,2           8,7   1374 59,1     18
            1273 60,5     7,3            1324 63,3          21,6   1375 58,5    10,6
            1274 60,2    14,8            1325 62,9          19,7   1376 58,8    10,5
            1275 60,6     8,2            1326        63     22,1   1377 58,5     8,2
 ---pagebreak--- L 375/130  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                   27.12.2006
          Tempo Vel.   Binári         Tempo Vel.          Binári Tempo Vel.   Binári
                normal normal                    normal   normal       normal normal
              s   %      %                 s        %        %      s    %      %
           1378 58,7    13,7            1429 62,3          37,4   1480 60,1     4,7
           1379 59,1     7,8            1430 62,3          35,7   1481 59,9      0
           1380 59,1      6             1431 62,8          34,4   1482 60,4    36,2
           1381 59,1      6             1432 62,8          31,5   1483 60,7    32,5
           1382 59,4    13,1            1433 62,9          31,7   1484 59,9     3,1
           1383 59,7    22,3            1434 62,9          29,9   1485 59,7    «m»
           1384 60,7    10,5            1435 62,8          29,4   1486 59,5    «m»
           1385 59,8     9,8            1436 62,7          28,7   1487 59,2    «m»
           1386 60,2     8,8            1437 61,5          14,7   1488 58,8     0,6
           1387 59,9     8,7            1438 61,9          17,2   1489 58,7    «m»
           1388   61     9,1            1439 61,5           6,1   1490 58,7    «m»
           1389 60,6    28,2            1440       61       9,9   1491 57,9    «m»
           1390 60,6     22             1441 60,9           4,8   1492 58,2    «m»
           1391 59,6    23,2            1442 60,6          11,1   1493 57,6    «m»
           1392 59,6     19             1443 60,3           6,9   1494 58,3     9,5
           1393 60,6    38,4            1444 60,8             7   1495 57,2      6
           1394 59,8    41,6            1445 60,2           9,2   1496 57,4    27,3
           1395   60    47,3            1446 60,5          21,7   1497 58,3    59,9
           1396 60,5    55,4            1447 60,2          22,4   1498 58,3     7,3
           1397 60,9    58,7            1448 60,7          31,6   1499 58,8    21,7
           1398 61,3    37,9            1449 60,9          28,9   1500 58,8    38,9
           1399 61,2    38,3            1450 59,6          21,7   1501 59,4    26,2
           1400 61,4    58,7            1451 60,2            18   1502 59,1    25,5
           1401 61,3    51,3            1452 59,5          16,7   1503 59,1     26
           1402 61,4    71,1            1453 59,8          15,7   1504   59    39,1
           1403 61,1     51             1454 59,6          15,7   1505 59,5    52,3
           1404 61,5    56,6            1455 59,3          15,7   1506 59,4     31
           1405   61    60,6            1456       59       7,5   1507 59,4     27
           1406 61,1    75,4            1457 58,8           7,1   1508 59,4    29,8
           1407 61,4    69,4            1458 58,7          16,5   1509 59,4    23,1
           1408 61,6    69,9            1459 59,2          50,7   1510 58,9     16
           1409 61,7    59,6            1460 59,7          60,2   1511   59    31,5
           1410 61,8    54,8            1461 60,4            44   1512 58,8    25,9
           1411 61,6    53,6            1462 60,2          35,3   1513 58,9    40,2
           1412 61,3    53,5            1463 60,4          17,1   1514 58,8    28,4
           1413 61,3    52,9            1464 59,9          13,5   1515 58,9    38,9
           1414 61,2    54,1            1465 59,9          12,8   1516 59,1    35,3
           1415 61,3    53,2            1466 59,6          14,8   1517 58,8    30,3
           1416 61,2    52,2            1467 59,4          15,9   1518   59     19
           1417 61,2    52,3            1468 59,4            22   1519 58,7      3
           1418   61     48             1469 60,4          38,4   1520 57,9      0
           1419 60,9    41,5            1470 59,5          38,8   1521   58     2,4
           1420   61    32,2            1471 59,3          31,9   1522 57,1    «m»
           1421 60,7     22             1472 60,9          40,8   1523 56,7    «m»
           1422 60,7    23,3            1473 60,7            39   1524 56,7     5,3
           1423 60,8    38,8            1474 60,9          30,1   1525 56,6     2,1
           1424   61    40,7            1475       61      29,3   1526 56,8    «m»
           1425   61    30,6            1476 60,6          28,4   1527 56,3    «m»
           1426 61,3    62,6            1477 60,9          36,3   1528 56,3    «m»
           1427 61,7    55,9            1478 60,8          30,5   1529   56    «m»
           1428 62,3    43,4            1479 60,7          26,7   1530 56,7    «m»
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                 Jornal Oficial da União Europeia                   L 375/131
           Tempo Vel.   Binári         Tempo Vel.          Binári Tempo Vel.   Binári
                 normal normal                    normal   normal       normal normal
               s   %      %                 s        %        %      s    %      %
            1531 56,6     3,8            1582 59,9          73,6   1633 62,5     31
            1532 56,9    «m»             1583 59,8          74,1   1634 62,3    31,3
            1533 56,9    «m»             1584 59,6          84,6   1635 62,6    31,7
            1534 57,4    «m»             1585 59,4          76,1   1636 62,3    22,8
            1535 57,4    «m»             1586 60,1          76,9   1637 62,7    12,6
            1536 58,3    13,9            1587 59,5          84,6   1638 62,2    15,2
            1537 58,5    «m»             1588 59,8          77,5   1639 61,9    32,6
            1538 59,1    «m»             1589 60,6          67,9   1640 62,5    23,1
            1539 59,4    «m»             1590 59,3          47,3   1641 61,7    19,4
            1540 59,6    «m»             1591 59,3          43,1   1642 61,7    10,8
            1541 59,5    «m»             1592 59,4          38,3   1643 61,6    10,2
            1542 59,6     0,5            1593 58,7          38,2   1644 61,4    «m»
            1543 59,3     9,2            1594 58,8          39,2   1645 60,8    «m»
            1544 59,4    11,2            1595 59,1          67,9   1646 60,7    «m»
            1545 59,1    26,8            1596 59,7          60,5   1647   61    12,4
            1546   59    11,7            1597 59,5          32,9   1648 60,4     5,3
            1547 58,8     6,4            1598 59,6            20   1649   61    13,1
            1548 58,7      5             1599 59,6          34,4   1650 60,7    29,6
            1549 57,5    «m»             1600 59,4          23,9   1651 60,5    28,9
            1550 57,4    «m»             1601 59,6          15,7   1652 60,8    27,1
            1551 57,1     1,1            1602 59,9            41   1653 61,2    27,3
            1552 57,1      0             1603 60,5          26,3   1654 60,9    20,6
            1553   57     4,5            1604 59,6            14   1655 61,1    13,9
            1554 57,1     3,7            1605 59,7          21,2   1656 60,7    13,4
            1555 57,3     3,3            1606 60,9          19,6   1657 61,3    26,1
            1556 57,3    16,8            1607 60,1          34,3   1658 60,9    23,7
            1557 58,2    29,3            1608 59,9            27   1659 61,4    32,1
            1558 58,7    12,5            1609 60,8          25,6   1660 61,7    33,5
            1559 58,3    12,2            1610 60,6          26,3   1661 61,8    34,1
            1560 58,6    12,7            1611 60,9          26,1   1662 61,7     17
            1561   59    13,6            1612 61,1            38   1663 61,7     2,5
            1562 59,8    21,9            1613 61,2          31,6   1664 61,5     5,9
            1563 59,3    20,9            1614 61,4          30,6   1665 61,3    14,9
            1564 59,7    19,2            1615 61,7          29,6   1666 61,5    17,2
            1565 60,1    15,9            1616 61,5          28,8   1667 61,1    «m»
            1566 60,7    16,7            1617 61,7          27,8   1668 61,4    «m»
            1567 60,7    18,1            1618 62,2          20,3   1669 61,4     8,8
            1568 60,7    40,6            1619 61,4          19,6   1670 61,3     8,8
            1569 60,7    59,7            1620 61,8          19,7   1671   61     18
            1570 61,1    66,8            1621 61,8          18,7   1672 61,5     13
            1571 61,1    58,8            1622 61,6          17,7   1673   61     3,7
            1572 60,8    64,7            1623 61,7           8,7   1674 60,9     3,1
            1573 60,1    63,6            1624 61,7           1,4   1675 60,9     4,7
            1574 60,7    83,2            1625 61,7           5,9   1676 60,6     4,1
            1575 60,4    82,2            1626 61,2           8,1   1677 60,6     6,7
            1576   60    80,5            1627 61,9          45,8   1678 60,6    12,8
            1577 59,9    78,7            1628 61,4          31,5   1679 60,7    11,9
            1578 60,8    67,9            1629 61,7          22,3   1680 60,6    12,4
            1579 60,4    57,7            1630 62,4          21,7   1681 60,1    12,4
            1580 60,2    60,6            1631 62,8          21,9   1682 60,5     12
            1581 59,6    72,7            1632 62,2          22,2   1683 60,4    11,8
 ---pagebreak--- L 375/132  PT                   Jornal Oficial da União Europeia                  27.12.2006
          Tempo Vel.     Binári         Tempo Vel.          Binári Tempo Vel. Binári
                 normal  normal                    normal   normal       normal normal
              s    %       %                 s        %        %      s    %      %
           1684 59,9      12,4            1735 61,1          25,6   1786    0      0
           1685 59,6      12,4            1736       61      14,6   1787    0      0
           1686 59,6       9,1            1737       61      10,4   1788    0      0
           1687 59,9        0             1738 60,6          «m»    1789    0      0
           1688 59,9      20,4            1739 60,9          «m»    1790    0      0
           1689 59,8       4,4            1740 60,8          «m»    1791    0      0
           1690 59,4       3,1            1741 59,9          «m»    1792    0      0
           1691 59,5      26,3            1742 59,8          «m»    1793    0      0
           1692 59,6      20,1            1743 59,1          «m»    1794    0      0
           1693 59,4       35             1744 58,8          «m»    1795    0      0
           1694 60,9      22,1            1745 58,8          «m»    1796    0      0
           1695 60,5      12,2            1746 58,2          «m»    1797    0      0
           1696 60,1       11             1747 58,5          14,3   1798    0      0
           1697 60,1       8,2            1748 57,5           4,4   1799    0      0
           1698 60,5       6,7            1749 57,9             0   1800    0      0
           1699    60      5,1            1750 57,8          20,9
           1700    60      5,1            1751 58,3           9,2
           1701    60       9             1752 57,8           8,2
           1702 60,1       5,7            1753 57,5          15,3
           1703 59,9       8,5            1754 58,4            38
           1704 59,4        6             1755 58,1          15,4
           1705 59,5       5,5            1756 58,8          11,8
           1706 59,5      14,2            1757 58,3           8,1
           1707 59,5       6,2            1758 58,3           5,5
           1708 59,4      10,3            1759       59       4,1
           1709 59,6      13,8            1760 58,2           4,9
           1710 59,5      13,9            1761 57,9          10,1
           1711 60,1      18,9            1762 58,5           7,5
           1712 59,4      13,1            1763 57,4             7
           1713 59,8       5,4            1764 58,2           6,7
           1714 59,9       2,9            1765 58,2           6,6
           1715 60,1       7,1            1766 57,3          17,3
           1716 59,6       12             1767       58      11,4
           1717 59,6       4,9            1768 57,5          47,4
           1718 59,4      22,7            1769 57,4          28,8
           1719 59,6       22             1770 58,8          24,3
           1720 60,1      17,4            1771 57,7          25,5
           1721 60,2      16,6            1772 58,4          35,5
           1722 59,4      28,6            1773 58,4          29,3
           1723 60,3      22,4            1774       59      33,8
           1724 59,9       20             1775       59      18,7
           1725 60,2      18,6            1776 58,8           9,8
           1726 60,3      11,9            1777 58,8          23,9
           1727 60,4      11,6            1778 59,1          48,2
           1728 60,6      10,6            1779 59,4          37,2
           1729 60,8       16             1780 59,6          29,1
           1730 60,9       17             1781       50        25
           1731 60,9      16,1            1782       40        20
           1732 60,7      11,4            1783       30        15
           1733 60,9      11,3            1784       20        10
           1734 61,1      11,2            1785       10         5
          «m» = «motoring»
 ---pagebreak--- 27.12.2006            PT                   Jornal Oficial da União Europeia                L 375/133
    A figura 5 refere-se à representação gráfica do programa do dinamómetro no ensaio ETC.
           ]%
            [    ]%
            eu    {
             qr   de
              oT   ep
                    S
                             Figura 5: Programa do dinamómetro no ensaio ETC
    Legenda da figura 5:
    EN                       PT
    Urban streets            Rede viária urbana
    Rural roads              Rede viária rural
    Motorways                Auto-estradas
    Time [sec]               Tempo [em
                             segundos]
                                                   __________
 ---pagebreak--- L 375/134   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
                                       Anexo 4 - Apêndice 4
                MÉTODOS DE MEDIÇÃO E DE RECOLHA DE AMOSTRAS
   1.     INTRODUÇÃO
          Medem-se os componentes gasosos, partículas e fumos emitidos pelo motor submetido
          a ensaio pelos métodos descritos no apêndice 6 do anexo 4. Os pontos respectivos no
          apêndice 6 do anexo 4 descrevem os sistemas de análise recomendados para as emissões
          gasosas (ponto 1), os sistemas de diluição e de recolha de amostras de partículas
          recomendados (ponto 2) e os opacímetros recomendados para a medição dos fumos
          (ponto 3).
          Para o ensaio ESC, determinam-se os componentes gasosos nos gases de escape brutos.
           Facultativamente, podem ser determinados os gases de escape diluídos, se for utilizado
          um sistema de diluição do caudal total para a determinação das partículas. Determinam-
          se as partículas com um sistema de diluição do caudal parcial ou total.
          Para o ensaio ETC, apenas se usa um sistema de diluição do caudal total para a
          determinação das emissões gasosas e de partículas, que é considerado o sistema de
          referência. Todavia, podem ser aprovados pelo serviço técnico sistemas de diluição do
          caudal parcial, se for provada a sua equivalência de acordo com o ponto 6.2 do
          regualmento e se for apresentada ao serviço técnico uma descrição pormenorizada da
          avaliação dos dados e dos processos de cálculo.
   2.     DINAMÓMETRO E CÉLULA DE ENSAIO
          Utilizam-se os seguintes equipamentos para os ensaios de emissões dos motores nos
          dinamómetros.
   2.1.   Dinamómetro para motores
          Utiliza-se um dinamómetro para motores com características adequadas para realizar os
          ciclos de ensaio descritos nos apêndices 1 e 2 do presente anexo. O sistema de medição
          do regime deve ter uma precisão de ± 2 % da leitura. O sistema de medição do binário
          deve ter uma precisão de ± 3 % da leitura na gama > 20 % da escala total e uma precisão
          de ± 0,6 % da escala total na gama ≤ 20 % da escala total.
   2.2.   Outros instrumentos
          Utilizam-se conforme necessário, instrumentos de medida para o consumo de
          combustível, o consumo de ar, a temperatura do líquido de arrefecimento e do
          lubrificante, a pressão dos gases de escape e a depressão no colector de admissão, a
          temperatura dos gases de escape, a temperatura da entrada de ar, a pressão atmosférica,
          a humidade e a temperatura do combustível. Esses instrumentos devem satisfazer os
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/135
              requisitos indicados na tabela 8:
                  Tabela 8:      Precisão dos instrumentos de medida
                      Instrumento de medida                                  Precisão
               Consumo de combustível                     ± 2 % do valor máximo do motor
               Consumo de ar                              ± 2 % do valor máximo do motor
               Temperaturas ≤ 600 K (327°C)               ± 2 K absoluto
               Temperaturas ≥ 600 K (327°C)               ± 1 % da leitura
               Pressão atmosférica                        ± 0,1 kPa absoluto
               Pressão dos gases de escape                ± 0,2 kPa absoluto
               Depressão na admissão                      ± 0,05 kPa absoluto
               Outras pressões                            ± 0,1 kPa absoluto
               Humidade relativa                          ± 3 % absoluto
               Humidade absoluta                          ± 5 % da leitura
    2.3.      Caudal dos gases de escape
              Para o cálculo das emissões nos gases de escape brutos, é necessário conhecer o caudal
              dos gases de escape (ver ponto 4.4 do Apêndice 1). Para a determinação do caudal dos
              gases de escape, utiliza-se um dos seguintes métodos:
              medição directa do caudal dos gases de escape por meio de uma tubeira de fluxo ou
              sistema de medição equivalente;
              medição do caudal de ar e de combustível através de medidores de caudais adequados e
              cálculo do caudal dos gases de escape através da seguinte equação:
           GEXHW = GAIRW + GFUEL                    (para a massa dos gases de escape em húmido)
              A precisão da determinação do caudal dos gases de escape deve ser de ± 2,5 % da leitura
              ou superior.
    2.4.      Caudal dos gases de escape diluídos
              Para o cálculo das emissões nos gases de escape diluídos utilizando um sistema de
              diluição do caudal total (obrigatório para o ensaio ETC), é necessário conhecer o caudal
              dos gases de escape diluídos (ver ponto 4.3 do apêndice 2). Mede-se o caudal mássico
              total dos gases de escape diluídos (GTOTW) ou a massa total dos gases de escape diluídos
              durante o ciclo (MTOTW) com um sistema PDP ou CFV (ponto 2.3.1 do apêndice 6 do
              anexo 4). A precisão deve ser de ± 2 % da leitura ou superior, e é determinada de acordo
              com as disposições do ponto 2.4 do apêndice 5 do anexo 4.
    3.        DETERMINAÇÃO DOS COMPONENTES GASOSOS
    3.1.      Especificações gerais dos analisadores
 ---pagebreak--- L 375/136   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          Os analisadores devem ter uma gama de medidas adequada à precisão necessária para
          medir as concentrações dos componentes dos gases de escape (ponto 3.1.1).
          Recomenda-se que os analisadores funcionem de modo tal que as concentrações
          medidas fiquem compreendidas entre 15 % e 100 % da escala completa.
          Se os sistemas de visualização (computadores, dispositivos de registo de dados)
          puderem fornecer uma precisão e uma resolução suficientes abaixo de 15 % da escala
          completa, são também aceitáveis medições abaixo de 15 % da escala completa. Neste
          caso, devem ser feitas calibrações adicionais de pelo menos 4 pontos não nulos
          nominalmente equidistantes para assegurar a precisão das curvas de calibração, de
          acordo com o ponto 1.5.5.2 do apêndice 5 do anexo 4.
          A compatibilidade electromagnética (CEM) do equipamento deve ser tal que minimize
          erros adicionais.
   3.1.1. Erros de medida
          O erro total de medida, incluindo a sensibilidade a outros gases (ver ponto 1.9 do
          apêndice 5 do anexo 4) não deve exceder ± 5 % da leitura ou ± 3,5 % da escala
          completa, conforme o que for menor. Para as concentrações inferiores a 100 ppm, o
          erro de medição não deve ser superior a ± 4 ppm.
   3.1.2. Repetibilidade
          A repetibilidade, definida como 2,5 vezes o desvio-padrão de dez respostas consecutivas
          a um determinado gás de calibração, não deve ser superior a ± 1 % da concentração
          máxima para cada gama utilizada acima de 155 ppm (ou ppm C) ou ± 2 % de cada gama
          utilizada abaixo de 155 ppm (ou ppm C).
   3.1.3. Ruído
          A resposta pico a pico do analisador a gases de colocação no zero e de calibração
          durante qualquer período de 10 segundos não deve exceder 2 % da escala completa em
          todas as gamas utilizadas.
   3.1.4. Desvio do zero
          O desvio do zero durante um período de uma hora deve ser inferior a 2 % da escala
          completa na gama mais baixa utilizada. A resposta ao zero é definida como a resposta
          média, incluindo o ruído, a um gás de colocação no zero durante um intervalo de tempo
          de 30 segundos.
   3.1.5  Desvio de calibração
          O desvio de calibração durante um período de uma hora deve ser inferior a 2 % da
          escala completa na gama mais baixa utilizada. A calibração é definida como a diferença
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/137
           entre a resposta à calibração e a resposta ao zero. A resposta à calibração é definida
           como a resposta média, incluindo o ruído, a um gás de calibração durante um intervalo
           de tempo de 30 segundos.
    3.2.   Secagem do gás
           O dispositivo facultativo de secagem do gás deve ter um efeito mínimo na concentração
           dos gases medidos. Os exsicantes químicos não constituem um método aceitável de
           remoção da água da amostra.
 ---pagebreak--- L 375/138     PT                      Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   3.3.     Analisadores
            Os pontos 3.3.1 a 3.3.4 descrevem os princípios de medição a utilizar. O apêndice 6 do
            anexo 4 contém uma descrição pormenorizada dos sistemas de medição. Os gases a
            medir devem ser analisados com os instrumentos a seguir indicados. Para os
            analisadores não-lineares, é admitida a utilização de circuitos de linearização.
   3.3.1.   Análise do monóxido de carbono (CO)
            O analisador do monóxido de carbono deve ser do tipo não dispersivo de absorção no
            infravermelho (NDIR).
   3.3.2.   Análise do dióxido de carbono (CO2)
            O analisador do dióxido de carbono deve ser do tipo não dispersivo de absorção no
            infravermelho (NDIR).
   3.3.3.   Análise dos hidrocarbonetos (HC)
            No que diz respeito aos motores diesel e alimentados a GPL, o analisador de
            hidrocarbonetos deve ser do tipo aquecido de ionização por chama (HFID) com
            detector, válvulas, tubagens, etc., aquecidos de modo a manter a temperatura do gás a
            463º K ± 10º K (190º ± 10°C). No que diz respeito aos motores a GN, o analisador de
            hidrocarbonetos pode ser do tipo não aquecido de ionização por chama (FID),
            dependendo do método utilizado (ver ponto 1.3 do apêndice 6 do anexo 4 ).
   3.3.4.   Análise dos hidrocarbonetos não metânicos (NMHC) (apenas motores a GN)
            Os hidrocarbonetos não metânicos devem ser determinados por qualquer um dos
            seguintes métodos:
   3.3.4.1  Cromatografia de fase gasosa (GC)
            Os hidrocarbonetos não metânicos são determinados por subtracção do metano
            analisado com um cromatógrafo de fase gasosa (GC) condicionado a 423 K (150°C) dos
            hidrocarbonetos medidos de acordo com o ponto 3.3.3.
   3.3.4.2. Separador de hidrocarbonetos não metânicos (NMC)
            A determinação da fracção não metânica é efectuada com um NMC aquecido a
            funcionar em linha com o FID de acordo com o ponto 3.3.3, por subtracção do metano
            dos hidrocarbonetos.
   3.3.5.   Análise dos óxidos de azoto (NOx)
            O analisador de óxidos de azoto deve ser do tipo de quimioluminescência (CLD) ou do
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/139
           tipo de quimioluminescência aquecido (HCLD) com conversor NO2/NO, se a medição
           for feita em base seca. Se a medição for feita em base húmida, utiliza-se um analisador
           HCLD com conversor mantido acima de 328 K (55 °C), desde que a verificação do
           efeito de atenuação da água (ver ponto 1.9.2.2 do apêndice 5 do anexo 4) tenha sido
           satisfatória.
    3.4.   Recolha de amostras das emissões gasosas
    3.4.1. Gases de escape brutos (ensaio ESC apenas)
           As sondas de recolha de amostras das emissões gasosas devem ser instaladas pelo
           menos 0,5 m ou 3 vezes o diâmetro do tubo de escape - conforme o valor mais elevado -
           a montante da saída do sistema de gases de escape, tão longe quanto possível mas
           suficientemente próximo do motor de modo a assegurar uma temperatura dos gases de
           escape de pelo menos 343 K (70 °C) na sonda.
           No caso de um motor multicilindros com um colector de escape ramificado, a entrada da
           sonda deve estar localizada suficientemente longe, a jusante, de modo a assegurar que a
           amostra seja representativa das emissões médias de escape de todos os cilindros. Nos
           motores multicilindros com grupos distintos de colectores, por exemplo nos motores em
           «V», é admissível obter uma amostra para cada grupo individualmente e calcular uma
           emissão média de escape. Podem ser utilizados outros métodos em relação aos quais se
           tenha podido demonstrar haver uma correlação com os métodos acima referidos. Para o
           cálculo das emissões de escape, deve ser utilizado o caudal mássico total dos gases de
           escape do motor.
           Se o motor estiver equipado com um sistema de pós-tratamento do escape, a amostra de
           gases de escape deve ser tomada a jusante desse sistema.
    3.4.2. Gases de escape diluídos (obrigatório para o ensaio ETC, facultativo para o ensaio ESC)
           O tubo de escape entre o motor e o sistema de diluição do caudal total deve satisfazer os
           requisitos do ponto 2.3.1, EP, do apêndice 7 do anexo 4.
           Instala(m)-se a(s) sonda(s) de recolha de amostras das emissões gasosas no túnel de
           diluição num ponto em que o ar de diluição e os gases de escape estejam bem
           misturados, e próximo da sonda de recolha de partículas.
           No que diz respeito ao ETC, a recolha de amostras pode ser efectuada geralmente de
           dois modos:
           – os poluentes são recolhidos num saco de recolha de amostras durante o ciclo e
               medidos após a finalização do ensaio;
           – os poluentes são recolhidos continuamente e integrados ao longo do ciclo; este
               método é obrigatório para os HC e os NOx.
 ---pagebreak--- L 375/140   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
   4.     DETERMINAÇÃO DAS PARTÍCULAS
          A determinação das partículas exige um sistema de diluição. A diluição pode ser obtida
          por um sistema de diluição do caudal parcial (ensaio ESC exclusivamente) ou por um
          sistema de diluição do caudal total (obrigatório para o ensaio ETC). A capacidade de
          escoamento do sistema de diluição deve ser suficientemente grande para eliminar
          completamente a condensação de água nos sistemas de diluição e de recolha de
          amostras, e manter a temperatura dos gases de escape diluídos à temperatura de 325 K
          (52°C) ou menos, imediatamente a montante dos suportes dos filtros. É permitida a
          desumidificação do ar de diluição antes de entrar no sistema de diluição, sendo
          especialmente útil se a humidade do ar de diluição for elevada. A temperatura do ar de
          diluição deve ser de 298 K ± 5 K (25°C ± 5°C). Se a temperatura ambiente for inferior
          a 293 K (20° C), recomenda-se o pré-aquecimento do ar de diluição acima do limite
          superior da temperatura de 303 K (30° C). Todavia, a temperatura do ar de diluição não
          deve exceder 325 K (52° C) antes da introdução dos gases de escape no túnel de
          diluição.
          O sistema de diluição do caudal parcial tem de ser concebido para separar a corrente de
          escape em duas partes, sendo a mais pequena diluída com ar e subsequentemente
          utilizada para a medição das partículas. É essencial que a razão de diluição seja
          determinada com muita exactidão. Podem ser utilizados diferentes métodos de
          separação; o tipo de separação seleccionado determina, em grande medida, os
          equipamentos e os processos de recolha de amostras a utilizar (ponto 2.2 do apêndice 6
          do anexo 4). A sonda de recolha de amostras de partículas deve ser instalada próximo da
          sonda de recolha de amostras de emissões gasosas, devendo a instalação satisfazer o
          disposto no ponto 3.4.1.
          Para determinar a massa das partículas, são necessários um sistema de recolha de
          amostras de partículas, filtros de recolha de amostras de partículas, uma balança capaz
          de pesar microgramas e uma câmara de pesagem controlada em termos de temperatura e
          de humidade.
          Para a recolha de amostras de partículas, aplica-se o método do filtro único que utiliza
          um par de filtros (ver ponto 4.1.3) para todo o ciclo de ensaio. Para o ensaio ESC, deve-
          se prestar muita atenção aos tempos e aos caudais da recolha de amostras durante a fase
          de recolha do ensaio.
   4.1.   Filtros de recolha de amostras de partículas
   4.1.1. Especificação dos filtros
          São necessários filtros de fibra de vidro revestidos de fluorocarbono ou filtros de
          membrana à base de fluorcarbono. Todos os tipos de filtros devem ter um rendimento
          de recolha de 0,3 µm DOP (ftalato de dioctilo) de pelo menos 95 % a uma velocidade
          nominal do gás compreendida entre 35 e 80 cm/s.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/141
    4.1.2. Dimensão dos filtros
           Os filtros de partículas devem ter um diâmetro mínimo de 47 mm (37 mm de diâmetro
           de parte eficaz). São aceitáveis filtros de maiores diâmetros (ponto 4.1.5).
    4.1.3. Filtros primário e secundário
           Durante a sequência de ensaios, recolhem-se os gases de escape diluídos por meio de
           um par de filtros colocados em série (um filtro primário e um secundário). O filtro
           secundário deve estar localizado no máximo 100 mm a jusante do filtro primário, sem
           estar em contacto com este. Os filtros podem ser pesados separadamente ou em
           conjunto, sendo colocados mancha contra mancha.
    4.1.4. Velocidade nominal no filtro
           Deve obter-se uma velocidade nominal do gás através do filtro compreendida entre 35 e
           80 cm/s. O aumento da perda de carga entre o início e o fim do ensaio não deve ser
           superior a 25 kPa.
    4.1.5. Carga do filtro
           A carga mínima recomendada para o filtro é de 0,5 mg para uma superfície da mancha
           de 1 075 mm². Os valores para as dimensões de filtros mais correntes estão indicads na
           tabela 9.
                Tabela 9:      Cargas do filtro recomendadas
              Diâmetro do filtro (mm)         Mancha recomendada       Carga mínima recomendada
                          47                               37                     0.5
                          70                               60                     1.3
                          90                               80                     2.3
                         110                              100                     3.6
    4.2.   Especificações da câmara de pesagem e da balança analítica
    4.2.1. Condições na câmara de pesagem
           A temperatura da câmara (ou sala) em que os filtros de partículas são condicionados e
           pesados deve ser mantida a 295 K ± 3 K (22º C ± 3 C) durante todo o período de
           condicionamento e pesagem. A humanidade deve ser mantida a um ponto de orvalho de
           282,5 K ± 3 K (9,5°C ± 3 °C) e a humidade relativa a 45 % ± 8 %).
    4.2.2. Pesagem dos filtros de referência
           O ambiente da câmara (ou sala) deve estar isento de quaisquer contaminantes ambientes
           (tais como poeira) que possam ficar nos filtros de partículas durante a sua fase de
 ---pagebreak--- L 375/142   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
          estabilização. Serão admitidas perturbações das condições da câmara de pesagem,
          conforme assinalado no ponto 4.2.1, se a sua duração não exceder 30 minutos. A
          câmara de pesagem deve satisfazer as especificações exigidas antes da entrada do
          pessoal. Devem ser pesados pelo menos dois filtros de referência ou dois pares de
          filtros de referência não utilizados no prazo de 4 horas, mas de preferência ao mesmo
          tempo que o filtro (par) de recolha de amostras. Esses filtros devem ter as mesmas
          dimensões e ser do mesmo material que os filtros de recolha de amostras.
          Se o peso médio dos filtros de referência (pares de filtros de referência) variar entre
          pesagens dos filtros de recolha de amostras em mais de ± 5 % (± 7,5 % para o par de
          filtros) da carga mínima recomendada para os filtros (ponto 4.1.5), todos os filtros de
          recolha devem ser eliminados, repetindo-se o ensaio das emissões.
          Se não forem satisfeitos os critérios de estabilidade da câmara de pesagem indicados no
          ponto 4.2.1, mas a pesagem dos filtros (pares de filtros) de referência satisfizer esses
          critérios, o fabricante dos motores tem a faculdade de aceitar os pesos dos filtros de
          recolha ou anular os ensaios, corrigir o sistema de controlo da câmara de pesagem e
          repetir os ensaios.
   4.2.3. Balança analítica
          A balança analítica utilizada para determinar os pesos de todos os filtros deve ter uma
          precisão (desvio-padrão) de 20 µg e uma resolução de 10 µg (1 dígito = 10 µg). Para os
          filtros de diâmetro inferior a 70 mm, a precisão e a resolução devem ser,
          respectivamente, de 2 µg e 1 µg.
   4.2.4. Eliminação dos efeitos da electricidade estática
          Para eliminar os efeitos da electricidade estática, os filtros devem ser neutralizados antes
          da pesagem, por exemplo por um neutralizador de polónio ou um dispositivo de efeito
          semelhante.
   4.3.   Especificações adicionais para a medição de partículas
          Todas as peças do sistema de diluição e do sistema de recolha de amostras, desde o tubo
          de escape até ao suporte do filtro, que estejam em contacto com gases de escape brutos e
          diluídos, devem ser concebidas para minimizar a deposição ou alteração das partículas.
          Todas as peças devem ser feitas de materiais condutores de electricidade que não reajam
          a componentes dos gases de escape, e devem ser ligadas à terra para impedir efeitos
          electroestáticos.
   5.     DETERMINAÇÃO DA OPACIDADE DOS FUMOS
          O presente ponto fornece especificações para os equipamentos de ensaio necessários e
          facultativos a utilizar para o ensaio ELR. Medem-se os fumos com um opacímetro que
          tenha um modo de leitura da opacidade e um modo de leitura do coeficiente de absorção
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/143
           da luz. O modo de leitura da opacidade apenas se utiliza para a calibração e a
           verificação do opacímetro. Os valores dos fumos do ciclo de ensaio são medidos no
           modo de leitura do coeficiente de absorção da luz.
    5.1.   Exigências gerais
           O ensaio ELR exige a utilização de um sistema de medida e de tratamento dos dados
           dos fumos que inclua três unidades funcionais. Essas unidades podem ser integradas
           num componente único ou fornecidas como um sistema de componentes interligados.
           As três unidades funcionais são:
           – um opacímetro que satisfaça as especificações do ponto 3 do apêndice 7 do anexo 4;
           – uma unidade de tratamento de dados capaz de realizar as funções descritas no ponto
               6 do apêndice 1 do anexo 4;
           – uma impressora e/ou um meio de armazenamento electrónico para registar e fornecer
               os valores necessários dos fumos especificados no ponto 6.3 do apêndice 1 do anexo
               4.
    5.2.   Requisitos específicos
    5.2.1. Linearidade
           A linearidade deve estar compreendida entre ± 2 % da opacidade.
    5.2.2. Desvio do zero
           O desvio do zero durante o período de uma hora não deve exceder ± 1 % da opacidade
    5.2.3. Visualização e gama do opacímetro
           Para a visualização em opacidade, a gama é de 0 a 100 % de opacidade, e a capacidade
           de leitura, de 0,1 % da opacidade. Para a visualização em coeficiente de absorção da
           luz, a gama é de 0 - 30 m-1 do coeficiente de absorção de luz, e a capacidade de leitura,
           de 0,01 m-1 do coeficiente de absorção da luz.
    5.2.4. Tempo de resposta do instrumento
           O tempo de resposta física do opacímetro não deve exceder 0,2 s. O tempo de resposta
           física é a diferença entre os tempos em que a resposta de um receptor de resposta rápida
           atinge, respectivamente, 10 % e 90 % do desvio completo, quando a opacidade do gás
           que está a ser medido varia em menos de 0,1 s.
           O tempo de resposta eléctrica do opacímetro não deve exceder 0,05 s. O tempo de
           resposta eléctrica é a diferença entre os tempos em que a saída de um receptor de
 ---pagebreak--- L 375/144   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          resposta rápida atinge, respectivamente, 10 % e 90 % da escala completa, quando a
          fonte de luz é interrompida ou completamente extinta em menos de 0,01 s.
   5.2.5. Filtros de densidade neutra
          Qualquer filtro de densidade neutra utilizado para efeitos de calibração do opacímetro,
          medição da linearidade ou regulação da sensibilidade deve ter um valor conhecido
          inferior a 1,0 % de opacidade. Pelo menos uma vez por ano deve verificar-se a precisão
          do valor nominal do filtro, utilizando uma referência ligada a uma norma nacional ou
          internacional.
          Os filtros de densidade neutra são dispositivos de precisão que podem danificar-se
          facilmente durante a utilização. O seu manuseamento deve ser reduzido ao mínimo e,
          quando necessário, deve ser feito com cuidado para evitar arranhar ou sujar o filtro.
                                             __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/145
                                         Anexo 4 - Apêndice 5
                              PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO
    1.     CALIBRAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE ANÁLISE
    1.1.   Introdução
           Cada analisador deve ser calibrado tantas vezes quantas as necessárias para satisfazer os
           requisitos de precisão do presente regulamento. Descreve-se aqui o método de
           calibração a utilizar para os analisadores indicados no ponto 3 do apêndice 4 do anexo 4
           e no ponto 1 do apêndice 6 do anexo 4.
    1.2.   Gases de calibração
           O prazo de validade de todos os gases de calibração deve ser respeitado.
           A data de expiração desse prazo, indicada pelo fabricante dos gases, deve ser registada.
    1.2.1. Gases puros
           A pureza exigida para os gases é definida pelos limites de contaminação abaixo
           indicados. Deve-se dispor dos seguintes gases:
           Azoto purificado
           (Contaminação ≤ 1 ppm C1, ≤1 ppm CO, ≤ 400 ppm CO2, ≤ 0,1 ppm NO)
           Oxigénio purificado
           (Pureza ≥ 99,5 % vol 02)
           Mistura hidrogénio-hélio
           (40 % ± 2 % de hidrogénio, restante hélio)
           (Contaminação ≤ 1 ppm C1, ≤ 400 ppm CO2)
           Ar de síntese purificado
           (Contaminação ≤ 1 ppm C1, ≤1 ppm CO, ≤ 400 ppm CO2, ≤ 0,1 ppm NO)
           (Teor de oxigénio compreendido entre 18 e 21 % vol)
           Propano purificado ou CO para a verificação do CVS
    1.2.2. Gases de calibração
           Devem estar disponíveis misturas de gases com as seguintes composições químicas:
               C3H8 e ar de síntese purificado (ver ponto 1.2.1);
 ---pagebreak--- L 375/146   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
               CO e azoto purificado;
               NOx e azoto purificado (a quantidade de NO2 contida neste gás de calibração não
                     deve exceder 5 % do teor de NO);
               CO2 e azoto purificado;
               CH4 e ar de síntese purificado;
               C2H6 e ar de síntese purificado.
          Nota: São admitidas outras combinações de gases desde que estes não reajam entre si.
          A concentração real de um gás de calibração deve ser o valor nominal com uma
          tolerância de ± 2 %. Todas as concentrações dos gases de calibração devem ser
          indicadas em volume (percentagem ou ppm em volume).
          Os gases utilizados para a calibração podem também ser obtidos através de um
          misturador-doseador de gás, por diluição de N2 purificado ou ar de síntese purificado. A
          precisão do dispositivo misturador deve ser tal que a concentração dos gases de
          calibração diluídos possa ser determinada com uma aproximação de ± 2 %.
   1.3.   Processo de operação dos analisadores e do sistema de recolha de amostras
          O processo de funcionamento dos analisadores deve ser o indicado nas instruções de
          arranque e funcionamento do respectivo fabricante. Devem ser respeitados os requisitos
          mínimos indicados nos pontos 1.4 a 1.9.
   1.4.   Ensaio de estanquidade
          Deve ser efectuado um ensaio de estanquidade do sistema. Desliga-se a sonda do
          sistema de escape e tapa-se a extremidade. Liga-se a bomba do analisador. Após um
          período inicial de estabilização, todos os medidores de caudais devem indicar zero. Se
          tal não acontecer, as linhas de recolha de amostras devem ser verificadas e a anomalia
          corrigida.
          A taxa de fuga máxima admissível no lado do vácuo é de 0,5% do fluxo durante a
          utilização para a parte do sistema que está a ser verificada. Os caudais do analisador e
          do sistema de derivação podem ser utilizados para estimar os caudais em utilização.
          Outro método consiste na introdução de uma modificação do patamar de concentração
          no início da linha de recolha de amostras passando do gás de colocação no zero para o
          gás de calibração. Se, após um período adequado de tempo, a leitura revelar uma
          concentração inferior à introduzida, este facto aponta para problemas de calibração ou
          de estanquidade.
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/147
    1.5.     Procedimento de calibração
    1.5.1.   Conjunto do instrumento
             O conjunto do instrumento deve ser calibrado, sendo as curvas de calibração verificadas
             em relação a gases-padrão. Os caudais gasosos utilizados serão os mesmos que para a
             recolha de gases de escape.
    1.5.2.   Tempo de aquecimento
             O tempo de aquecimento deve ser conforme às recomendações do fabricante. Se não for
             especificado, recomenda-se um mínimo de duas horas para o aquecimento dos
             analisadores.
    1.5.3.   Analisador NDIR e HFID
             O analisador NDIR deve ser regulado conforme necessário e a chama de combustão do
             analisador HFID optimizada (ponto 1.8.1).
    1.5.4.   Calibração
             Calibra-se cada uma das gamas de funcionamento normalmente utilizadas.
             Utilizando ar de síntese purificado (ou azoto), põem-se em zero os analisadores de CO,
             CO2, NOx e HC.
             Introduzem-se os gases de calibração adequados nos analisadores, sendo os valores
             registados e as curvas de calibração estabelecidas de acordo com o ponto 1.5.5.
             Verifica-se novamente a regulação do zero e repete-se o procedimento de calibração, se
             necessário.
    1.5.5.   Estabelecimento da curva de calibração
    1.5.5.1. Orientações gerais
             A curva de calibração do analisador é estabelecida por, pelo menos, cinco pontos de
             calibração (excluindo o zero), espaçados tão uniformemente quanto possível. A
             concentração nominal mais elevada deve ser igual ou superior a 90 % da escala
             completa.
             A curva de calibração é calculada pelo método dos mínimos quadrados. Se o grau de
             polinómio resultante for superior a 3, o número de pontos de calibração (incluindo o
             zero) deve ser pelo menos igual a esse grau acrescido de duas unidades.
             A curva de calibração não deve afastar-se mais de ± 2 % do valor nominal de cada ponto
 ---pagebreak--- L 375/148    PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
            de calibração e mais de ± 1 % da escala completa no zero.
            A partir da curva e dos pontos de calibração, é possível verificar se a calibração foi
            efectuada de modo correcto. Os diferentes parâmetros que caracterizam o analisador
            devem ser indicados, em especial:
                 – a gama de medida;
                 – a sensibilidade;
                 – a data em que a calibração foi efectuada.
   1.5.5.2. Calibração abaixo dos 15 % da escala completa
            A curva de calibração do analisador é estabelecida por, pelo menos, quatro pontos de
            calibração adicionais (excluindo o zero), nominalmente equidistantes, abaixo de 15 %
            da escala completa.
            A curva de calibração é calculada pelo método dos mínimos quadrados.
            A curva de calibração não deve afastar-se mais de ± 2 % do valor nominal de cada ponto
            de calibração e mais de ± 1 % da escala completa no zero.
   1.5.5.3. Métodos alternativos
            Podem ser utilizadas outras técnicas (por exemplo, computadores, comutadores de gama
            controlados electronicamente, etc.) se se puder provar que garantem uma precisão
            equivalente.
   1.6.     Verificação da calibração
            Cada gama de funcionamento normalmente utilizada deve ser verificada antes de cada
            análise de acordo com o processo a seguir indicado.
            Para verificar a calibração, utiliza-se um gás de colocação no zero e um gás de
            calibração cujo valor nominal seja superior a 80 % da escala completa da gama de
            medida.
            Se, para dois pontos dados, o valor encontrado não diferir do valor de referência
            declarado em mais de ± 4% da escala completa, os parâmetros de ajustamento podem
            ser modificados. Se não for este o caso, deve ser estabelecida uma nova curva de
            calibração de acordo com o ponto 1.5.5.
   1.7.     Ensaio de eficiência do conversor de NOx
            A eficiência do conversor utilizado para a conversão de NO2 em NO é ensaiada
            conforme indicado nos pontos 1.7.1 a 1.7.8 (figura 6).
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/149
                                Figura 6: Esquema de um conversor de NO2
    Legenda da figura 6:
                              EN                          PT
                              Solenoid valve              válvula solenóide
                              Variac                      variac
                              Ozonator                    ozonizador
                              To analyser                 Para o analisador
    1.7.1.     Instalação de ensaio
               Usando a instalação indicada na figura 6 (ver também ponto 3.3.5 do apêndice 4 do
               anexo 4) e o processo a seguir indicado, a eficiência dos conversores pode ser ensaiada
               através de um ozonizador.
    1.7.2.     Calibração
               Calibram-se o CLD e o HCLD na gama de funcionamento mais comum seguindo as
               especificações do fabricante e utilizando um gás de colocação no zero e um gás de
               calibração (cujo teor de NO deve ser igual a cerca de 80 % da gama de funcionamento; a
               concentração de NO2 da mistura de gases deve ser inferior a 5 % da concentração de
               NO). O analisador de NOx deve estar no modo NO para que o gás de calibração não
               passe através do conversor. A concentração indicada tem que ser registada.
    1.7.3.     Cálculos
               Calcula-se a eficiência do conversor de NOx do seguinte modo:
                                                           ⎛     a −  b⎞
                                   Efficiency(%)        = ⎜1 +         ⎟ ∗ 100
                                                           ⎝     c − d⎠
 ---pagebreak--- L 375/150     PT                      Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   Legenda:
                    EN                       PT
                    Efficiency               Eficiência
            em que:
            a é a concentração de NOx de acordo com o ponto 1.7.6;
            b é a concentração de NOx de acordo com o ponto 1.7.7;
            c é a concentração de NOx de acordo com o ponto 1.7.4;
            d é a concentração de NO de acordo com o ponto 1.7.5.
   1.7.4.   Adição de oxigénio
            Através de um T, junta-se continuamente oxigénio ou ar de colocação no zero ao caudal
            de gás até que a concentração indicada seja cerca de 20 % menor do que a concentração
            de calibração indicada no ponto 1.7.2. (O analisador está no modo NO). Regista-se a
            concentração «c» indicada. O ozonizador mantém-se desactivado ao longo deste
            processo.
   1.7.5.   Activação do ozonizador
            Activa-se agora o ozonizador para fornecer o ozono suficiente para fazer baixar a
            concentração de NO a cerca de 20 % (mínimo 10 %) da concentração de calibração
            indicada no ponto 1.7.2. Regista-se a concentração «d» indicada (o analisador está no
            modo NO).
   1.7.6.   Modo NOx
            Comuta-se então o analisador de NO para o modo NOx para que a mistura de gases
            (constituída de NO, NO2, O2 e N2) passe agora através do conversor. Regista-se a
            concentração «c» indicada. (O analisador está no modo NOx).
   1.7.7.   Desactivação do ozonizador
            Desactiva-se o ozonizador. A mistura de gases descrita no ponto 1.7.6 passa através do
            conversor para o detector. Regista-se a concentração «b» indicada. (O analisador está
            no modo NOx).
   1.7.8.   Modo NO
            Comutado para o modo NO com o ozonizador desactivado, o fluxo de oxigénio ou de ar
            de síntese é também desligado. A leitura de NOx do analisador não deve desviar-se mais
            de ± 5 % do valor medido de acordo com o ponto 1.7.2. (O analisador está no modo
            NO).
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                            L 375/151
    1.7.9.  Intervalo dos ensaios
            A eficiência do conversor deve ser ensaiada antes de cada calibração do analisador de
            NOx .
    1.7.10. Eficiência exigida
            O rendimento do conversor não deve ser inferior a 90%, mas recomenda-se vivamente
            um rendimento, mais elevado, de 95 %.
            Nota:       Se, estando o analisador na gama mais comum, o ozonisador não permitir
                        obter uma redução de 80 % para 20 % de acordo com o ponto 1.7.5, deve-se
                        utilizar a gama mais alta que dê esta redução.
    1.8.    Regulação do FID
    1.8.1.  Optimização da resposta do detector
            O FID deve ser regulado de acordo com as indicações do fabricante. Deve-se utilizar
            um gás de calibração contendo propano em ar para optimizar a resposta na gama de
            funcionamento mais comum.
            Com os caudais de combustível e de ar regulados de acordo com as recomendações do
            fabricante, introduz-se no analisador um gás de calibração com uma concentração de C
            de 350 ppm ± 75 ppm. Determina-se a resposta a um dado caudal de combustível a
            partir da diferença entre a resposta com um gás de calibração e a resposta com um gás
            de colocação no zero. O caudal de combustível deve ser aumentado e reduzido
            progressivamente em relação à especificação do fabricante. Registam-se as respostas,
            com o gás de calibração e o gás de colocação no zero, a esses caudais de combustível.
            Desenha-se a curva da diferença entre as duas respostas e ajusta-se o fluxo de
            combustível em função da parte mais rica da curva.
    1.8.2.  Factores de resposta para hidrocarbonetos
            Calibra-se o analisador utilizando propano em ar e ar de síntese purificado, de acordo com o
            ponto 1.5.
            Os factores de resposta devem ser determinados ao colocar um analisador em serviço e após
            longos intervalos de manutenção. O factor de resposta (Rf) para uma dada espécie de
            hidrocarboneto é a relação entre a leitura C1 no FID e a concentração de gás no cilindro,
            expressa em ppm C1.
            A concentração do gás de ensaio deve situar-se a um nível que dê uma resposta de cerca de
            80 % da escala completa. A concentração deve ser conhecida com uma precisão de ± 2 %
            em relação a um padrão gravimétrico expresso em volume. Além disso, o cilindro de gás
            deve ser pré-condicionado durante 24 horas à temperatura de 298 K ± 5 K (25°C ± 5°C).
 ---pagebreak--- L 375/152     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
            Os gases de ensaio a utilizar e as gamas de factores de resposta recomendadas são os
            seguintes:
            Metano e ar de síntese purificado:            1,00 ≤ Rf ≤ 1,15 (motores diesel e a GPL)
            Metano e ar de síntese purificado:            1,00 ≤ Rf ≤ 1,07 (motores a GN)
            Propileno e ar de síntese purificado:         0,90 ≤ Rf ≤ 1,1
            Tolueno e ar de síntese purificado            0,90 ≤ Rf ≤ 1,10
            Estes valores referem-se ao factor de resposta (Rf) de 1,00 para o propano e o ar de
            síntese purificado.
   1.8.3.   Verificação da interferência do oxigénio
            A verificação da interferência do oxigénio deve ser efectuada ao colocar um analisador
            em serviço e após longos intervalos de manutenção.
            O factor de resposta é definido e determina-se conforme descrito no ponto 1.8.2. O gás
            de ensaio a utilizar e a gama de factores de resposta recomendada são os seguintes:
                           Propano e azoto                    0,95 ≤ Rf ≤ 1,05
            Estes valores são relativos ao factor de resposta (Rf) de 1,00 para o propano e o ar de
            síntese purificado.
            A concentração de oxigénio no ar do queimador do FID não deve diferir mais de ± 1 %
            (percentagem molar) da concentração de oxigénio no ar do queimador utilizado na
            última verificação da interferência do oxigénio. Se a diferença for superior, a
            interferência do oxigénio deve ser verificada e o analisador regulado, se necessário.
   1.8.4.   Eficiência do separador de hidrocarbonetos não metânicos (NMC, apenas para os
            motores a GN)
            O NMC é utilizado para a remoção de hidrocarbonetos não metânicos da amostra de gás
            através da oxidação de todos os hidrocarbonetos com excepção do metano. Idealmente,
            a conversão para o metano é 0 %, e para os outros hidrocarbonetos, representados pelo
            etano, é 100 %. Para a medição precisa dos HC não metânicos, determinam-se as duas
            eficiências que se utilizam para o cálculo do caudal mássico das emissões de HC não
            metânicos (ver ponto 4.3 do apêndice 2 do anexo 4).
   1.8.4.1. Eficiência do metano
            Faz-se passar um gás de calibração do metano através do FID com ou sem passagem
            pelo NMC, sendo as duas concentrações registadas. Determina-se a eficiência do
            seguinte modo:
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/153
                                                           conc w
                                           CE M = 1 −
                                                          concw /o
             em que:
             concw = concentração de HC com o CH4 a passar através do NMC;
             concw/o = concentração de HC com o CH4 sem passar através do NMC.
    1.8.4.2. Eficiência do etano
             Faz-se passar um gás de calibração do etano através do FID com ou sem passagem pelo
             NMC, sendo as duas concentrações registadas. Determina-se a eficiência do seguinte
             modo:
                                                           conc w
                                           CEE = 1 −
                                                          concw /o
             em que:
             concw = concentração de HC com o C2H6 a passar através do NMC,
             concw/o = concentração de HC com o C2H6 sem passar através do NMC.
    1.9.     Efeitos de interferência com os analisadores de CO, CO2, and NOx
             Os gases presentes no escape que não sejam o que está a ser analisado podem interferir
             na leitura de vários modos. Há interferência positiva nos instrumentos NDIR quando o
             gás que interfere dá o mesmo efeito que o gás que está a ser medido, mas em menor
             grau. Há interferência negativa nos instrumentos NDIR quando o gás que interfere
             alarga a banda de absorção do gás que está a ser medido, e nos instrumentos CLD
             quando o gás que interfere atenua a radiação. As verificações de interferência indicadas
             nos pontos 1.9.1 e 1.9.2 devem ser efectuadas antes da utilização inicial do analisador e
             após longos intervalos de manutenção.
    1.9.1.   Verificação da interferência no analisador de CO
             A água e o CO2 podem interferir com o comportamento do analisador de CO. Assim,
             borbulha-se em água à temperatura ambiente um gás de calibração que contenha CO2
             com uma concentração de 80 % a 100 % da escala completa da gama de funcionamento
             máxima utilizada durante o ensaio, registando-se a resposta do analisador. A resposta
             do analisador não deve ser superior a 1 % o da escala completa para as gamas iguais ou
             superiores a 300 ppm ou superior a 3 ppm para as gamas inferiores a 300 ppm.
    1.9.2.   Verificações da atenuação do analisador de NOx
             Os dois gases a considerar para os analisadores CLD (e HCLD) são o CO2 e o vapor de
 ---pagebreak--- L 375/154     PT                      Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
            água. Os graus de atenuação desses gases são proporcionais às suas concentrações, e
            exigem portanto técnicas de ensaio para determinar o efeito de atenuação às
            concentrações mais elevadas esperadas durante o ensaio.
   1.9.2.1. Verificação do efeito de atenuação do CO2
            Faz-se passar através do analisador NDIR um gás de calibração do CO2 com uma
            concentração de 80 % a 100 % da escala completa da gama máxima de funcionamento,
            registando-se o valor de CO2 como A. A seguir dilui-se cerca de 50 % com um gás de
            calibração do NO e passa-se através do NDIR e do (H)CLD, registando-se os valores de
            CO2 e NO como B e C, respectivamente. Fecha-se a entrada de CO2 e deixa-se passar
            apenas o gás de calibração do NO através do (H)CLD, registando-se o valor de NO
            como D.
            O efeito de atenuação, que não deve ser superior a 3 % da escala completa, é calculado
            do modo a seguir indicado:
                                             ⎡     ⎛     (C ∗ A)      ⎞⎤
                              % Quench = ⎢1 − ⎜                       ⎟ ⎥ ∗ 100
                                             ⎢⎣    ⎝(D ∗ A) − (D ∗ B)⎠ ⎥⎦
   Legenda:
                           EN                          PT
                           %Quench                     % Atenuação
            em que:
            A   é a concentração do CO2 não diluído medida com o NDIR ( %);
            B   é a concentração do CO2 diluído medida com o NDIR (%);
            C   é a concentração do NO diluído medida com o (H)CLD (ppm);
            D   concentração do NO não diluído medida com o (H)CLD (ppm).
            Podem-se utilizar métodos alternativos de diluição e de quantificação dos valores dos
            gases de calibração do CO2 do NO tais como a mistura dinâmica.
   1.9.2.2. Verficação do efeito de atenuação da água
            Esta verificação aplica-se apenas às medições das concentrações de gases em base
            húmida. O cálculo do efeito de atenuação da água deve ter em consideração a diluição
            do gás de calibração do NO com vapor de água e o estabelecimento de uma relação
            entre a concentração de vapor de água da mistura e a prevista durante o ensaio.
            Faz-se passar através do (H)CLD um gás de calibração do NO com uma concentração
            de 80 % a 100 % da escala completa da gama de funcionamento normal, registando-se o
            valor de NO como D. Borbulha-se o gás de calibração do NO em água à temperatura
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/155
           ambiente, fazendo-se passar esse gás através do (H)CLD e registando-se o valor de NO
           como C. Determinam-se a pressão absoluta de funcionamento do analisador e a
           temperatura da água, registando-se os valores como E e F, respectivamente. Determina-
           se a pressão do vapor de saturação da mistura que corresponde à temperatura da água
           (F), sendo o seu valor registado como G. A concentração do vapor de água (H, em %) da
           mistura é calculada do seguinte modo:
                                            H = 100*( G/E)
           A concentração prevista (De) do gás de calibração do NO diluído (em vapor de água) é
           calculada do seguinte modo:
                                        De = D* ( 1- H/100 )
           Para os gases de escape dos motores diesel, estima-se a concentração máxima de vapor
           de água (Hm, em %) prevista durante o ensaio, na hipótese de uma relação atómica H/C
           do combustível de 1,8 para 1, a partir da concentração do gás de calibração do CO2 não
           diluído (A, medido como se indica no ponto 1.9.2.1), do seguinte modo:
                                             Hm = 0,9*A
           O efeito de atenuação, que não deve ser superior a 3 % da escala completa, é calculado
           do modo a seguir indicado:
                            % atenuação = 100* [(De - C)/De]* (Hm/H)
           em que:
           De é a concentração prevista do NO diluído (ppm);
           C é a concentração do NO diluído (ppm);
           Hm         é a concentração máxima do vapor de água ( %);
           H é a concentração real do vapor de água ( %).
           Nota:      É importante que o gás de calibração do NO contenha uma concentração
                    mínima de NO2 para esta verificação, dado que a absorção do NO2 pela água
                    não foi tida em consideração nos cálculos do efeito de atenuação.
    1.10.  Intervalos de calibração
           Os analisadores devem ser calibrados de acordo com o ponto 1.5 pelo menos de três em
           três meses ou sempre que haja uma reparação ou mudança do sistema que possa
           influenciar a calibração.
    2.     CALIBRAÇÃO DO SISTEMA CVS
    2.1.   Informações de carácter geral
 ---pagebreak--- L 375/156   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          Calibra-se o sistema CVS utilizando um medidor de caudais de precisão previsto em
          normas nacionais ou internacionais e um dispositivo de restrição do caudal. Mede-se o
          caudal através do sistema a diferentes posições de restrição, sendo os parâmetros de
          regulação do sistema medidos e relacionados com o caudal.
          Podem-se utilizar vários tipos de medidores de caudais, a saber, venturi calibrado,
          medidor de caudais laminar calibrado, etc.
   2.2.   Calibração da bomba volumétrica (PDP)
          Todos os parâmetros relacionados com a bomba devem ser medidos em simultâneo com
          os parâmetros relacionados com o medidor de caudais que está ligado em série à bomba.
           Pode-se então traçar a curva do caudal calculado (expresso em m3/min à entrada da
          bomba, à pressão e temperatura absolutas) referido a uma função de correlação
          correspondente a uma combinação dada de parâmetros da bomba. Determina-se então a
          equação linear que exprime a relação entre o caudal da bomba e a função de correlação.
           Se a bomba do sistema CVS tiver várias velocidades de funcionamento, deve-se
          executar uma operação de calibração para cada velocidade utilizada. Deve-se manter a
          estabilidade da temperatura durante a calibração.
   2.2.1. Análise dos dados
          Calcula-se o caudal de ar (Qs) em cada regulação da restrição (mínimo 6 regulações) em
          m3/min standard a partir dos dados do medidor de caudais e utilizando o método
          prescrito pelo fabricante. O caudal de ar é então convertido em caudal da bomba (V0)
          em m3/rot à temperatura e pressão absolutas à entrada da bomba do seguinte modo:
                                               Qs      T 1013   .
                                       V0 =        ∗       ∗
                                               n 273          PA
          em que:
          Qs =  caudal de ar nas condições normais (101,3 kPa, 273 K), m3/s;
          T =   temperatura à entrada da bomba, em K;
          pA =  pressão absoluta à entrada da bomba (pB - p1), kPa;
          n =   velocidade da bomba, rot/s
          Para ter em conta a interacção das variações de pressão da bomba e a taxa de
          escorregamento da bomba, calcula-se a função de correlação (X0) entre a velocidade da
          bomba, o diferencial de pressão entre a entrada e saída da bomba e a pressão absoluta à
          saída da bomba do seguinte modo:
                                                    1     ∆pp
                                            X0 =      ∗
                                                    n      pA
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/157
           em que:
           ∆pP = diferença de pressão entre a entrada e a saída da bomba, em kPa;
           pA = pressão absoluta à saída da bomba, em kPa.
           Executa-se um ajustamento linear pelo método dos mínimos quadrados para obter a
           equação de calibração como segue:
                                          V0 = D0 - m * (X0)
           D0 e m são as constantes da ordenada na origem e do declive, respectivamente, que
           descrevem as curvas de regressão.
           No que diz respeito ao sistema CVS com várias velocidades de funcionamento, as
           curvas de calibração obtidas para as diferentes gamas de caudais da bomba devem ser
           sensivelmente paralelas e os valores da ordenada na origem (D0) devem aumentar
           quando decrescer a gama do caudal da bomba.
           Os valores calculados a partir da equação devem situar-se a ± 0,5 % do valor medido de
           V0. Os valores de m variam de uma bomba para outra. O influxo de partículas ao longo
           do tempo fará com que o escorregamento da bomba diminua, conforme reflectido pelos
           valores inferiores de m. Assim sendo, a calibração deve ser efectuada aquando da
           entrada em serviço da bomba, após qualquer operação importante de manutenção e se a
           verificação total do sistema (ponto 2.4) indicar uma alteração da taxa de
           escorregamento.
    2.3.   Calibração do tubo de Venturi de escoamento crítico (CFV)
           A calibração do CFV é baseada na equação de caudal de um venturi de escoamento
           crítico. O caudal do gás é função da pressão e da temperatura de entrada, como se
           indica a seguir:
                                                       K v ∗ pA
                                              Qs =
                                                            T
           em que:
           Kv = coeficiente de calibração;
           pA = pressão absoluta à entrada do venturi, kPa;
           T = temperatura à entrada do venturi, em K.
    2.3.1. Análise dos dados
           Calcula-se o caudal de ar (Qs) em cada regulação da restrição (mínimo 8 regulações) em
           m3/min standard a partir dos dados do medidor de caudais e utilizando o método
           prescrito pelo fabricante. Calcula-se o coeficiente de calibração a partir dos dados de
           calibração para cada posição como segue:
 ---pagebreak--- L 375/158   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
                                                     Qs ∗ T
                                            Kv =
                                                        pA
          em que:
              Qs =   caudal de ar nas condições normais (101,3 kPa, 273 K), m3/s;
              T =    temperatura à entrada do tubo de Venturi, em K;
              pA =   pressão absoluta à entrada do venturi, kPa.
          Para determinar a gama de caudal crítico, estabelece-se uma curva de Kv em função da
          pressão à entrada do venturi. Para um caudal crítico (bloqueado), Kv tem um valor
          sensivelmente constante. Quando a pressão diminui (e a depressão aumenta), o venturi
          desbloqueia-se e Kv decresce, o que indica que o CFV está a funcionar fora da gama
          admissível.
          Para um número mínimo de oito pontos do caudal crítico, calcula-se o valor médio de
          Kv e o desvio-padrão. O desvio-padrão não deve exceder ± 0,3 % do valor médio de
          KV.
   2.4.   Controlo do conjunto do sistema
          Determina-se a precisão total do sistema de recolha de amostras CVS e do sistema
          analítico pela introdução de uma massa conhecida de um gás poluente no sistema
          enquanto este funciona de modo normal. Efectua-se a análise e calcula-se a massa do
          poluente de acordo com o ponto 4.3 do apêndice 2 do anexo 4, excepto no caso do
          propano, em que se utiliza um factor de 0,000472 em vez de 0,000479 para o HC.
          Utiliza-se qualquer uma das seguintes técnicas.
   2.4.1. Medição com um orifício de caudal crítico
          Introduz-se uma quantidade conhecida de gás puro (monóxido de carbono ou propano)
          no sistema CVS através de um orifício de caudal crítico calibrado. Se a pressão à
          entrada for suficientemente elevada, o caudal, que é ajustado através do orifício de
          caudal crítico, é independente da pressão à saída do orifício (≡ caudal crítico). Faz-se
          funcionar o sistema CVS como num ensaio de emissões de escape normal durante cerca
          de 5 ou 10 minutos. Analisa-se uma amostra de gás com os equipamentos usuais (saco
          de recolha de amostras ou método de integração) e calcula-se a massa do gás. A massa
          assim determinada deve estar a ± 3 % do valor conhecido da massa do gás injectado.
   2.4.2. Medição por meio de uma técnica gravimétrica
          Determina-se a massa de um pequeno cilindro cheio com monóxido de carbono ou
          propano com uma precisão de ± 0,01 g. Faz-se funcionar o sistema CVS durante cerca
          de 5 ou 10 minutos como num ensaio de emissões de escape normal, enquanto é
          injectado o monóxido de carbono ou propano para o sistema. Determina-se a
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/159
           quantidade de gás puro introduzido no sistema medindo a diferença de massa do
           cilindro. Analisa-se uma amostra de gás com os equipamentos usuais (saco de recolha
           de amostras ou método de integração) e calcula-se a massa do gás. A massa assim
           determinada deve estar a ± 3 % do valor conhecido da massa do gás injectado.
    3.     CALIBRAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE PARTÍCULAS
    3.1.   Introdução
           Cada analisador deve ser calibrado tantas vezes quantas as necessárias para satisfazer os
           requisitos de precisão do presente regulamento. Descreve-se aqui o método de
           calibração a utilizar para os analisadores indicados no ponto 4 do apêndice 4 do anexo 4
           e no ponto 2 do apêndice 6 do anexo 4.
    3.2.   Medição dos caudais
           A calibração dos medidores de caudais de gás ou de outros aparelhos de medição de
           caudais deve ser feita de acordo com normas internacionais e/ou nacionais. O erro
           máximo do valor medido deve estar dentro de um intervalo de ± 2 % da leitura.
           Se o caudal de gás for determinado pela diferença de caudais, o erro máximo da
           diferença deve ser tal que a precisão de GEDF esteja dentro do intervalo ± 4 % (ver
           também ponto 2.2.1, EGA, do apêndice 6 do anexo 4). O cálculo pode ser feito tirando
           a raiz quadrada da média dos quadrados dos erros de cada instrumento.
    3.3.   Verificação das condições de caudal parcial
           A gama das velocidades dos gases de escape e as oscilações de pressão devem ser
           verificadas e reguladas de acordo com os requisitos do ponto 2.2.1, EP, do apêndice 7
           do anexo 4, se aplicável.
    3.4.   Intervalos de calibração
           A instrumentação de medida do caudal deve ser calibrada pelo menos de 3 em 3 meses
           ou sempre que ocorra uma reparação ou mudança do sistema que possa influenciar a
           calibração.
 ---pagebreak--- L 375/160   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
   4.     CALIBRAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE MEDIDA DOS FUMOS
   4.1.   Introdução
          O opacímetro deve ser calibrado tantas vezes quantas as necessárias para satisfazer os
          requisitos de precisão do presente regulamento. Descreve-se aqui o método de
          calibração a utilizar para os analisadores indicados no ponto 5 do apêndice 4 do anexo 4
          e no ponto 3 do apêndice 7 do anexo 4.
   4.2.   Procedimento de calibração
   4.2.1. Tempo de aquecimento
          Aquece-se e estabiliza-se o opacímetro de acordo com as recomendações do seu
          fabricante. Se o opacímetro estiver equipado com um sistema de purga por ar para
          impedir que a parte óptica do aparelho fique suja de fuligem, activa-se e ajusta-se esse
          sistema também de acordo com as recomendações do fabricante.
   4.2.2. Estabelecimento da linearidade da resposta
          Verifica-se a linearidade do opacímetro no modo de leitura da opacidade de acordo com
          as recomendações do fabricante. Introduzem-se no opacímetro três filtros de densidade
          neutra e de transmitância conhecida que satisfaçam os requisitos do ponto 5.2.5 do
          apêndice 4 do anexo 4, e registam-se os valores. Os filtros de densidade neutra devem
          ter opacidades nominais de cerca de 10 %, 20 % e 40 %.
          A linearidade não deve divergir do valor nominal do filtro de densidade neutra mais de
          ± 2 % da opacidade. Qualquer não-linearidade que exceda o valor acima indicado deve
          ser corrigida antes do ensaio.
   4.3.   Intervalos de calibração
          Os opacímetro deve ser calibrado de acordo com o ponto 4.2.2 pelo menos de três em
          três meses ou sempre que haja uma reparação ou mudança do sistema que possa
          influenciar a calibração.
                                             __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                             Jornal Oficial da União Europeia                                    L 375/161
                                                    Anexo 4 – Apêndice 6
                          SISTEMAS DE ANÁLISE E DE RECOLHA DE AMOSTRAS
    1.          DETERMINAÇÃO DAS EMISSÕES GASOSAS
    1.1.        Introdução
                O ponto 1.2 e as figuras 7 e 8 contêm descrições pormenorizadas dos sistemas
                recomendados de recolha de amostras e de análise. Dado que várias configurações
                podem produzir resultados equivalentes, não é necessário respeitar rigorosamente estas
                figuras. Podem ser utilizados componentes adicionais tais como instrumentos, válvulas,
                solenóides, bombas e comutadores para obter outras informações e coordenar as funções
                dos sistemas. Outros componentes que não sejam necessários para manter a precisão
                em alguns sistemas podem ser excluídos se a sua exclusão se basear no bom senso
                técnico.
          EP                HSL1
                                     T1                           T2              G1
                   zero gas
                                                        HSL1            zero gas
          SP1                                                                                           vent
                                                                                          HC
                      V1                                                     V2
                                F1        F2     P
                   zero gas
                                     T1                                span gas
                                                                                 R3
          SP1                                                                          R1     R2          vent
                      V1                                                                  air    fuel
                                F1       F2       P                                                   FL1
                     optional 2 sampling probes
                     SL                                      HSL2
                                G3                vent                                                          vent
         T5          zero gas
                                                FL5            T3        G2         V8
                                     CO           vent           zero gas                                   FL4
    B            V10        V4
                        span gas
                                                                                     C                      NO
                         zero gas
                                                                      V3    V6            V7      V9
                                                FL6              span gas
                                     CO                                                                 T5      vent
     V12 V11                  V5        2                          R4               T4
                                                                                        B
                        span gas
               R5                                  vent
                                                                                                            FL2
                                                     FL3                                  V12 V11
    Figura 7 -    Diagrama do sistema de análise dos gases de escape brutos para o CO, o CO2, os NOx
                  e os HC, apenas ensaio ESC
    Legenda da figura 7:
 ---pagebreak--- L 375/162        PT                      Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   EN                            PT
   Zero gas                      Gás de colocação no zero
   Span gas                      Gás de calibração
   Optional 2 sampling           Facultativo 2 sondas de
   probes                        recolha de amostras
   Air                           Ar
   Fuel                          Combustível
   1.2.   Descrição do sistema de análise
               Descreve-se seguidamente um sistema de análise para a determinação das emissões
               gasosas dos gases de escape brutos (figura 7, ensaio ESC apenas) ou diluídos (figura 8,
               ensaios ETC e ESC), baseado na utilização de:
               − analisador HFID para a medição dos hidrocarbonetos;
               − analisadores NDIR para a medição do monóxido de carbono e do dióxido de
                    carbono;
               − detector HCLD ou equivalente para a medição dos óxidos de azoto.
               A amostra de todos os componentes pode ser retirada por meio de uma sonda ou de duas
               sondas de recolha próximas uma da outra e dividida(s) internamente para diferentes
               analisadores. Deve-se velar por que nenhum componente dos gases de escape
               (incluindo a água e o ácido sulfúrico) se condense num ponto qualquer do sistema de
               análise.
 ---pagebreak--- 27.12.2006               PT                               Jornal Oficial da União Europeia                                     L 375/163
                        to PSS see figure 21          HSL1
                                                                              T2            G1
                                              T1                   HSL1
               PSP                                                                 zero gas
                                 BK
                                                                                                                  vent
               SP2
                                                                                                    HC
                                                                                        V2
                                 V1
               same plane               F1         F2       P
               see fig. 21 zero gas           T1
                                                                                  span gas
                                                                                           R3
                                                                    HSL2
             SP3                                                                                 R1     R2          vent
       DT see fig. 20            V1
                                                                                                    air    fuel
                                        F1        F2         P                                                  FL1
                                V14
                                                                SL
           BG                                BK
                                        G3                   vent
                                                                                                                          vent
           T5               zero gas
                                                                          T3        G2        V9
                                                           FL5
                                                                            zero gas                                  FL4
                                              CO             vent
    B                   V11          V4
                                span gas
                                                                                               C                      NO
                                 zero gas                                              V7           V8      V10
                                                                                 V3
                                                           FL6              span gas
                                              CO                                                                          vent
     V13   V12                                   2                                            T4
                                      V5                                      R4
                                span gas
                                                              vent
                      R5
                                                                                                                      FL2
                                                                FL3
    Figura 8          - Diagrama do sistema de análise dos gases de escape diluídos para o CO2, o NOx, os
                            NOx, e os HC (ensaio ETC, facultativo para o ensaio ESC)
    Legenda da figura 8:
                          EN                                    PT
                          Zero gas                              Gás de colocação no zero
                          Span gas                              Gás de calibração
                          To PSS see figure 21                  Para o sistema de recolha de amostras de
                                                                partículas (PSS) ver figura 21
                          Same plane see fig. 21                No mesmo plano, ver fig. 21
                          See fig. 20                           Ver fig. 20
    1.2.1.            Componentes das figuras 7 e 8
                      EP          Tubo de escape
                      SP1         Sonda de recolha de gases de escape (figura 7 apenas)
                      Recomenda-se uma sonda de aço inoxidável rectilínea, fechada na extremidade e com
                      vários orifícios. O diâmetro interior não deve ser maior do que o diâmetro interior da
                      conduta de recolha. A espessura da parede da sonda não deve ser superior a 1 mm.
 ---pagebreak--- L 375/164  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                      27.12.2006
          Deve haver um mínimo de três orifícios em três planos radiais diferentes,
          dimensionados para recolher aproximadamente o mesmo caudal. A sonda deve abarcar
          pelo menos 80 % do diâmetro do tubo de escape. Podem utilizar-se uma ou duas sondas
          de recolha.
          SP2        Sonda de recolha de HC nos gases de escape diluídos (figura 8 apenas)
          A sonda deve:
          − ser, por definição, constituída pela primeira secção de 254 mm a 762 mm da conduta
             de recolha aquecida HSL1;
          − ter um diâmetro interior mínimo de 5 mm;
          − ser instalada no túnel de diluição DT (ver ponto 2.3, figura 20) num ponto em que o
             ar de diluição e os gases de escape estejam bem misturados (ou seja,
             aproximadamente a uma distância de 10 vezes o diâmetro do túnel a jusante do ponto
             em que os gases de escape entram no túnel de diluição);
          − estar suficientemente afastada (radialmente) de outras sondas e da parede do túnel de
             modo a não sofrer a influência de quaisquer ondas ou turbilhões;
          − ser aquecida de modo a aumentar a temperatura da corrente de gás até 463 K ± 10 K
             (190°C ± 10°C) à saída da sonda.
          SP3        Sonda de recolha de CO, CO2, NOx nos gases de escape diluídos (figura 8
                     apenas)
          A sonda deve:
          − estar no mesmo plano que a sonda SP2;
          − estar suficientemente afastada (radialmente) de outras sondas e da parede do túnel de
             modo a não sofrer a influência de quaisquer ondas ou turbilhões;
          − estar aquecida e isolada ao longo de todo o seu comprimento até uma temperatura
          mínima de 328 K (55°C) para evitar a condensação da água.
          HSL1       Conduta de recolha de amostras aquecida
          A conduta de recolha serve de passagem aos gases recolhidos desde a sonda única até
          ao(s) ponto(s) de separação e ao analisador de HC.
          A conduta deve:
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                       L 375/165
           − ter um diâmetro interior mínimo de 5 mm e máximo de 13,5 mm;
           − ser de aço inoxidável ou de PTFE;
           −      manter uma temperatura de paredes de 463 K ± 10 K (190°C ± 10°C), medida em
              cada uma das secções aquecidas controladas separadamente, se a temperatura dos
              gases de escape na sonda de recolha for igual ou inferior a 463 K (190°C);
           − manter uma temperatura de paredes superior a 453 K (180°C) se a temperatura dos
              gases de escape na sonda de recolha for superior a 463 K (190°C);
           − manter a temperatura dos gases a 463 K ± 10 K (190°C ± 10°C) imediatamente antes
              do filtro aquecido F2 e do HFID.
           HSL2        Conduta de recolha dos NOx, aquecida
           A conduta deve:
           − manter uma temperatura de paredes compreendida entre 328 K e 473 K (55°C e
              200°C) até ao conversor C se se utilizar um banho de arrefecimento B, e até ao
              analisador no caso contrário;
           − ser de aço inoxidável ou de PTFE.
           SL         Conduta de recolha para o CO e o CO2
           A conduta deve ser de aço inoxidável ou PTFE. Pode ser aquecida ou não.
           BK          Saco dos elementos de fundo (facultativo; figura 8 apenas)
           Este saco serve para a medição das concentrações de fundo.
           BG         Saco aco de recolha de amostras (facultativo; figura 8, CO e CO2 apenas)
           Este saco serve para a medição das concentrações das amostras.
           F1          Pré-filtro aquecido (facultativo)
           A temperatura deve ser a mesma que a da conduta HSL1.
           F2          Filtro aquecido
           O filtro deve extrair quaisquer partículas sólidas da amostra de gases antes do
           analisador. A temperatura deve ser a mesma que a da conduta HSL1. O filtro deve ser
           mudado quando necessário.
 ---pagebreak--- L 375/166   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
          P           Bomba de recolha de amostras aquecida
          A bomba deve ser aquecida até à temperatura da conduta HSL1.
          HC                 Detector aquecido de ionização por chama (HFID) para a
                      determinação dos hidrocarbonetos.
          Deve-se manter a temperatura entre 453 K e 473 K (180°C a 200°C).
          CO e CO    2       Analisadores NDIR para a determinação do monóxido de carbono e
                      do dióxido de carbono (facultativo para a determinação da razão de diluição
                      para medição de partículas).
          NO          Analisador CLD ou HCLD para a determinação dos óxidos de azoto
          Se for utilizado um HCLD, este deve ser mantido a uma temperatura compreendida
          entre 328 K e 473 K (55°C e 200°C).
          C           Conversor
          Utiliza-se um conversor para a redução catalítica de NO2 em NO antes da análise no
          CLD ou HCLD.
          B           Banho de arrefecimento (facultativo)
          Para arrefecer e condensar a água contida na amostra de gases de escape. O banho deve
          ser mantido a uma temperatura compreendida entre 273 K e 277 K (0 °C a 4 °C),
          utilizando gelo ou refrigeração. O banho é facultativo se o analisador não sofrer
          interferências de vapor de água de acordo com os pontos 1.9.1 e 1.9.2 do apêndice 5 do
          anexo 4. Se a água for removida por condensação, a temperatura ou o ponto de orvalho
          dos gases recolhidos deve ser monitorizada quer dentro do colector de água quer a
          jusante. A temperatura ou o ponto do orvalho dos gases recolhidos não deve exceder
          280 K (7°C). Não são admitidos exsicantes químicos para a remoção da água da
          amostra.
          T1, T2, T3         Sensor de temperatura
          Para monitorizar a temperatura da corrente de gás.
          T4          Sensor de temperatura
          Para monitorizar a temperatura do conversor NO2 - NO.
          T5          Sensor de temperatura
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/167
           Para monitorizar a temperatura do banho de arrefecimento.
           G1, G2, G3         Manómetros
           Para medir a pressão nas condutas de recolha de amostras.
           R1, R2     Reguladores de pressão
           Para regular a pressão do ar e do combustível, respectivamente, que chegam ao HFID.
           R3, R4, R5         Reguladores de pressão
           Para regular a pressão nas condutas de recolha de amostras e o caudal para os
           analisadores.
           FL1, FL2, FL3 Medidores de caudais
           Para monitorizar o caudal de derivação das amostras.
           FL4, FL5, FL6 Medidores de caudais (facultativos)
           Para monitorizar o caudal através dos analisadores.
           V1 a V5 Válvula selectora
           Para seleccionar o gás a enviar para os analisadores (amostra, gás de calibração ou gás
           de colocação no zero).
           V6, V7      Válvulas solenóides
           Para contornar o conversor C de NO2 - NO.
           V8          Válvula de agulha
           Para equilibrar o caudal através do conversor C de NO2 - NO e da derivação.
           V9, V10     Válvula de agulha
           Para regular o caudal para os analisadores.
           V11, V12 Válvulas de purga (facultativas)
           Para drenar o condensado do banho B.
    1.3.   Análise dos NMHC (motores a GN apenas)
 ---pagebreak--- L 375/168   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
   1.3.1. Cromatografia de fase gasosa (GC, figura 9)
          Ao utilizar o método GC, injecta-se um pequeno volume medido de uma amostra numa
          coluna de análise, volume que é arrastado por um gás de transporte inerte. A coluna
          separa vários componentes de acordo com os respectivos pontos de ebulição, pelo que
          saem da coluna em tempos diferentes. Passam então através de um detector que emite
          um sinal eléctrico que depende da respectiva concentração. Dado que não se trata de
          uma técnica de análise contínua, apenas pode ser utilizada em conjunto com o método
          da recolha de amostras em sacos, conforme descrito no ponto 3.4.2 do apêndice 4 do
          anexo 4.
          No que diz respeito aos NMHC, utiliza-se um GC automatizado com um FID.
          Recolhem-se amostras dos gases de escape para um saco de recolha de amostras, de
          onde se retira uma parte que é injectada no GC. A amostra é separada em duas partes
          (CH4/Air/CO e NMHC/CO2/H2O) na coluna Porapak. O crivo molecular (coluna com
          enchimento), separa o CH4 do ar e do CO antes de o passar para o FID, onde a sua
          concentração é medida. Pode-se efectuar em 30 segundos um ciclo completo desde a
          injecção de uma amostra até à injecção de uma segunda amostra. Para determinar os
          NMHC, subtrai-se a concentração do CH4 da concentração total dos HC (ver ponto 4.3.1
          do apêndice 2 do anexo 4).
          A figura 9 mostra um GC típico montado para determinar de modo rotineiro o CH4.
          Podem-se utilizar outros métodos de GC com base no bom senso técnico.
          10              y    to x
           1                             F4       D                       F1
                                                    V2                R1
           2              PC                                                  fuel inlet
           3                                                   HC
                                        V4
           4
           5                                  MSC
           6                                                         FC        air inlet
           7
                                                      SLP                 F3
           8                                                          R2              vent
           9
          10                      x     to y        Oven               V6          FM1
                                                       P        V3
                                              F5                      F2
                                      V7                                   R3
                V1                                            V8
           sample      vent             span gas
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/169
               Figura 9    - Diagrama do sistema de análise do metano (método GC)
    Legenda da figura 9:
             EN                       PT
             Sample                   Amostra
             Span gas                 Gás de calibração
             Air inlet                Admissão de ar
             Fuel inlet               Admissão de combustível
             Oven                     Forno
               Componentes da figura 9
               PC         Coluna Porapak
               Utiliza-se uma coluna Porapak N, de 180/300 µm (rede 50/80), de 610 mm de
               comprimento e 2,16 mm de diâmetro interior, que deve ser utilizada e condicionada pelo
               menos durante 12 horas a 423 K (150°C) com um gás de transporte antes da utilização
               inicial.
               MSC        Crivo molecular (coluna com enchimento)
               Utiliza-se uma coluna tipo 13X, de 250/350 µm (rede 45/60), de 1 220 mm de
               comprimento e 2,16 mm de diâmetro interior, que deve ser condicionada pelo menos
               durante 12 horas a 423 K (150°C) com um gás de transporte antes da utilização inicial.
               OV         Forno
               Para manter as colunas e as válvulas a uma temperatura estável para o funcionamento do
               analisador, e para condicionar as colunas a 423 K (150°C).
               SLP        Tubo espiralado para a amostra
               Um comprimento suficiente de tubo de aço inoxidável para se obter um volume de cerca
               de 1 cm³ .
               P          Bomba
               Para levar a amostra ao cromatógrafo de fase gasosa.
               D          Secador
               Utiliza-se um secador que contenha um crivo molecular para remover água e outros
               contaminantes que possam estar presentes no gás de transporte.
               HC         Detector de ionização por chama (FID) para medir a concentração do metano.
 ---pagebreak--- L 375/170   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          V1         Válvula de injecção da amostra
          Para injectar a amostra retirada do saco de recolha de amostras através de SL da figura
          8. Deve ser do tipo de baixo volume morto, estanque aos gases e aquecível a 423 K
          (150°C).
          V3         Válvula selectora
          Para seleccionar o gás de calibração, a amostra ou nenhum escoamento.
          V2, V4, V5, V6, V7, V8 Válvula de agulha
          Para regular os caudais no sistema.
          R1, R2, R3         Reguladores de pressão
          Para regular os caudais do combustível (= gás de transporte), da amostra e do ar,
          respectivamente.
          FC         Capilar de caudal
          Para regular o caudal de ar para o FID.
          G1, G2, G3         Manómetros
          Para regular os caudais do combustível (= gás de transporte), da amostra e do ar,
          respectivamente.
          F1, F2, F3, F4, F5         Filtro
          Filtros metálicos sinterizados para impedir a entrada de impurezas na bomba ou no
          instrumento.
          FL1           Medidor de caudais
          Para monitorizar o caudal de derivação das amostras.
   1.3.2. Separador de hidrocarbonetos não metânicos (NMC, figura 10)
          O separador oxida todos os hidrocarbonetos com excepção do CH4 em CO2 e H2O, de
          modo tal que ao fazer passar a amostra através do NMC apenas o CH4 é detectado pelo
          FID. Se se utilizar a recolha de amostras através de sacos, instala-se na SL (ver ponto
          1.2, figura 8) um sistema de desvio do caudal com o qual este pode ser passado
          alternativamente através ou em torno do separador de acordo com a parte superior da
          figura 10. Para a medição da concentração dos NMHC, observam-se no FID ambos os
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                           Jornal Oficial da União Europeia                      L 375/171
               valores (HC e CH4), que são registados. Se se utilizar o método da integração, instalam-
               se um NMC em linha com um segundo FID, paralelamente ao FID que conduz à HSL 1
               (ver ponto 1.2, figura 8) de acordo com a parte inferior da figura 10. Para a medição da
               concentração dos NMHC, observam-se os valores dos dois FID (HC e CH4), que são
               registados.
               Caracteriza-se o separador a 600 K (327°C) ou a uma temperatura superior antes do
               ensaio em relação ao seu efeito catalisador sobre o CH4 e C2H6 a valores de H2O
               representativos das condições da corrente de escape. O ponto de orvalho e o nível de O2
               da amostra da corrente de escape devem ser conhecidos. Regista-se a resposta relativa
               do FID ao CH4
               (ver ponto 1.8.2 do apêndice 5 do anexo 4).
                    zero
                    span                        V4
                                                                                       vent
                                                    NMC
                                  V1   V2                           V3
                    sample                                                         HC
                   SL (see figure 8)
                                         Bag Sampling Method
                    zero
                                                                              HC
                                                                                 vent
                    span
                                                                                   vent
                                                     NMC
                                   V1   V2
                    sample                                                     HC
                   HSL1 (see figure 8)
                                          Integrating Method
               Figura 10 - Diagrama do sistema de análise do metano com o separador de
                                  hidrocarbonetos não metânicos (NMC)
    Legenda da figura 10:
              EN                           PT
              Sample                       Amostra
              Span                         Gás de calibração
              Bag sampling                 Método da recolha de amostras em sacos
              method
              Integrating method           Método de integração
 ---pagebreak--- L 375/172   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
          Componentes da figura 10
          NMC        Separador de hidrocarbonetos não metânicos
          Para oxidar todos os hidrocarbonetos com excepção do metano.
          HC         Detector aquecido de ionização por chama
          Para medir a concentração de HC e CH4. Deve-se manter a temperatura entre 453 K e
          473 K (180°C a 200°C).
          V1         Válvula selectora
          Para seleccionar os gases (amostra, gás de colocação no zero e gás de calibração). V1 é
          idêntica a V2 da figura 8.
          V2, V3     Válvulas solenóides
          Para contornar o NMC
          V4         Válvula de agulha
          Para equilibrar o caudal através do NMC e da derivação.
          R1         Regulador de pressão
          Para regular a pressão na conduta de recolha de amostras e o caudal para o HFID. R1 é
          idêntico a R3 da figura 8.
          FL1        Medidor de caudais
          Para medir o caudal de derivação da amostra. FL1 é idêntico a FL1 da figura 8.
   2.     DILUIÇÃO DOS GASES DE ESCAPE E DETERMINAÇÃO DAS PARTÍCULAS
   2.1.   Introdução
          Os pontos 2.2, 2.3 e 2.4 e as figuras 11 a 22 contêm descrições pormenorizadas dos
          sistemas recomendados de diluição e de recolha de amostras. Dado que várias
          configurações podem produzir resultados equivalentes, não é necessário respeitar
          rigorosamente essas figuras. Podem ser utilizados componentes adicionais tais como
          instrumentos, válvulas, solenóides, bombas e comutadores para obter outras
          informações e coordenar as funções dos sistemas. Outros componentes que não sejam
          necessários para manter a precisão em alguns sistemas podem ser excluídos se a sua
          exclusão se basear no bom senso técnico.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/173
    2.2.   Sistema de diluição do caudal parcial
           Descreve-se seguidamente um sistema de diluição (figuras 11 a 19) baseado na diluição
           de parte da corrente de gases de escape. A separação dessa corrente e o por meio
           processo de diluição que se lhe segue podem ser efectuados por diferentes tipos de
           sistemas de diluição. Para a subsequente recolha das partículas, pode-se fazer passar
           para o sistema de recolha de amostras de partículas a totalidade dos gases de escape
           diluídos ou apenas uma porção destes (ponto 2.4, figura 21). O primeiro método é
           referido como sendo do tipo de recolha de amostras total, e o segundo, como sendo do
           tipo de recolha de amostras fraccionado.
           O cálculo do factor de diluição depende do tipo de sistema utilizado. Recomendam-se
           os seguintes tipos:
           Sistemas isocinéticos (figuras 11 e 12)
           Nestes sistemas, o caudal para o tubo de transferência deve ter as mesmas características
           que o caudal total dos gases de escape em termos de velocidade e/ou pressão dos gases,
           exigindo assim um caudal regular e uniforme dos gases de escape ao nível da sonda de
           recolha. Consegue-se habitualmente este resultado utilizando um ressonador e um tubo
           de chegada rectilíneo a montante do ponto de recolha. A razão de separação é então
           calculada a partir de valores facilmente mensuráveis, como os diâmetros dos tubos. É
           de notar que o método isocinético é apenas utilizado para igualizar as condições de
           escoamento e não para igualizar a distribuição da granulometria. Em geral esta última
           não é necessária dado que as partículas são suficientemente pequenas para seguir as
           linhas de corrente do fluido.
           Sistemas com regulação dos caudais e medição das concentrações (figuras 13 a 17)
           Com estes sistemas, retira-se uma amostra da corrente total dos gases de escape
           ajustando o caudal do ar de diluição e o caudal total dos gases diluídos. A razão de
           diluição é determinada a partir das concentrações dos gases marcadores, tais como o
           CO2 e os NOxque estão naturalmente presentes nos gases de escape dos motores.
           Medem-se as concentrações nos gases de escape diluídos e no ar de diluição, podendo a
           concentração nos gases de escape brutos ser medida directamente ou determinada a
           partir do caudal do combustível e da equação do balanço do carbono, se a composição
           do combustível for conhecida. Os sistemas podem ser regulados com base na razão de
           diluição calculada (figuras 13 e 14) ou com base no caudal que entra no tubo de
           transferência (figura 12, 13 e 14).
           Sistemas de regulação do caudal com medição do caudal (figuras 18 e 19)
           Com estes sistemas, retira-se uma amostra da corrente total dos gases de escape
           ajustando o caudal do ar de diluição e o caudal total dos gases diluídos. A razão de
           diluição é determinada pela diferença entre os dois caudais. Este método exige uma
           calibração precisa dos medidores de caudais entre si, dado que a grandeza relativa dos
 ---pagebreak--- L 375/174        PT                       Jornal Oficial da União Europeia                             27.12.2006
               dois caudais pode levar a erros significativos a razões de diluição mais elevadas (de 15 e
               superiores). A regulação dos caudais efectua-se muito facilmente mantendo o caudal de
               gases de escape diluídos constante e variando o caudal de ar de diluição, se necessário.
               Ao utilizar sistemas de diluição do caudal parcial, é necessário evitar os problemas
               potenciais de perdas de partículas no tubo de transferência, assegurar a recolha de uma
               amostra representativa dos gases de escape do motor e determinar a razão de separação.
                Os sistemas descritos têm em conta esses factores essenciais.
                      DAF       PB     FM1                        l > 10*d                     SB
                                                                                 PSP
                                                                         d
                 air                                                                              vent
                                                                     DT        PTT
                                                      TT         see figure 21  to particulate
                                                                                  sampling
                                                                                   system
                              ISP
                                                   DPT
                                EP                delta p
                                                                        FC1
                                    exhaust
               Figura 11     - Sistema de diluição parcial do caudal com sonda isocinética e recolha
                                 de amostras fraccionada (regulação pela SB)
   Legenda da figura 11:
   EN                                                      PT
   See fig. 21                                             Ver figura 21
   To particulate sampling system                          Para o sistema de recolha de amostras de
                                                           partículas
   Exhaust                                                 Escape
               Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
               DT através do tubo de transferência TT pela sonda de recolha de amostras isocinética
               ISP. Mede-se a diferença de pressão dos gases de escape entre o tubo de escape e a
               entrada da sonda, utilizando o transdutor de pressão DPT. O sinal resultante é
               transmitido ao regulador de caudal FC1, que comanda a ventoinha de aspiração SB para
               manter uma diferença de pressão nula na ponta da sonda. Nestas condições, as
               velocidades dos gases de escape em EP e ISP são idênticas, e o escoamento através de
               ISP e TT é uma fracção constante do escoamento de gases de escape. A razão de
               separação é determinada pelas áreas das secções de EP e ISP. O caudal do ar de
               diluição é medido com o dispositivo FM1. A razão de diluição é calculada a partir do
               caudal do ar de diluição e da razão de separação.
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                      Jornal Oficial da União Europeia                               L 375/175
                       DAF          FM1                            l > 10*d                      SB
                                                                                                    vent
                                                                                 PSP
                                                                          d
                  air
                                     TT                               DT        PTT
                                                                  see figure 21   to particulate
                                                                                    sampling
                                                                                     system
                      ISP                           PB
                        EP
                                           DPT               FC1
                           exhaust       delta p
                Figura 12     - Sistema de diluição parcial do caudal com sonda isocinética e recolha
                                 de amostras fraccionada (regulação pela PB)
    Legenda da figura 12:
    EN                                                      PT
    See fig. 21                                             Ver figura 21
    To particulate sampling system                          Para o sistema de recolha de amostras de
                                                            partículas
    Exhaust                                                 Escape
                Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
                DT através do tubo de transferência TT pela sonda de recolha de amostras isocinética
                ISP. Mede-se a diferença de pressão dos gases de escape entre o tubo de escape e a
                entrada da sonda, utilizando o transdutor de pressão DPT. O sinal resultante é
                transmitido ao regulador de caudal FC1, que comanda a ventoinha de pressão PB para
                manter uma diferença de pressão nula na ponta da sonda. Isto consegue-se retirando
                uma pequena fracção do ar de diluição cujo caudal já foi medido com o medidor de
                caudais FM1, e fazendo-o chegar a TT através de um orifício pneumático. Nestas
                condições, as velocidades dos gases de escape em EP e ISP são idênticas, e o
                escoamento através de ISP e TT é uma fracção constante do escoamento de gases de
                escape. A razão de separação é determinada pelas áreas das secções de EP e ISP. O ar
                de diluição é aspirado através de DT pela ventoinha de aspiração SB, e o seu caudal é
                medido com o FM1 à entrada em DT. A razão de diluição é calculada a partir do fluxo
                do ar de diluição e da razão de separação.
 ---pagebreak--- L 375/176       PT                           Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
                           FC2           EGA                                 EGA
                              optional
                     DAF         to PB or SB                  l > 10*d                         SB
                                                                       d
                                                                              PSP                 vent
                air
                              PB                                  DT           PTT
                                                    TT         see figure 21     to particulate
                                                                                   sampling
                     EGA                                                            system
                                             SP
                              EP
                                   exhaust
               Figura 13     - Sistema de diluição parcial do caudal com medição das concentrações
                                  do CO2 ou NOx e recolha de amostras fraccionada
   Legenda da figura 13:
   EN                                                         PT
   See fig. 21                                                Ver figura 21
   Optional to PB ou SB                                       Ocional para PB ou SB
   To particulate sampling system                             Para o sistema de recolha de amostras de
                                                              partículas
   Exhaust                                                    Escape
               Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
               DT através da sonda de recolha de amostras SP e o tubo de transferência TT. Medem-se
               as concentrações de um gás marcador (CO2 ou NOx) nos gases de escape brutos e
               diluídos bem como no ar de diluição com o(s) analisador(es) de gases de escape EGA.
               Estes sinais são transmitidos ao regulador de caudais FC2 que regula quer a ventoinha
               de pressão PB quer a ventoinha de aspiração SB, para manter a separação e a razão de
               diluição dos gases de escape desejadas em DT. Calcula-se a razão de diluição a partir
               das concentrações dos gases marcadores nos gases de escape brutos, nos gases de escape
               diluídos e no ar de diluição.
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                         Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/177
                             FC2           EGA                                     EGA
                             optional to P
                       DAF
                                                                                       PTT
                                                                         d
                  air
                                 PB                                 DT
                                                                                   PSS
                                                     TT
                                                                                                FH
                      G FUEL
                                                              optional from FC2                 P
                                               SP
                                 EP
                                                                                  details see figure 21
                                     exhaust
                Figure 14      - Sistema de diluição parcial do caudal com medição da concentração do
                                   CO2, balanço do carbono e recolha total de amostras
    Legenda da figura 14:
    EN                                                         PT
    G fuel                                                     Combustível G
    Optional to P                                              Facultativo para P
    Optional from FC2 P                                        Facultativo a partir de FC2
    Exhaust                                                    Escape
    Details see figure 21                                      Ver pormenores na figura 21
                Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
                DT através da sonda de recolha de amostras SP e do tubo de transferência TT. Medem-
                se as concentrações de CO2 nos gases de escape diluídos e no ar de diluição com o(s)
                analisador(es) de gases de escape EGA. Os sinais referentes à concentração de CO2 e do
                caudal de combustível GFUEL são transmitidos quer ao regulador de caudal FC2 quer ao
                regulador de caudal FC3 do sistema de recolha de amostras de partículas (ver figura 21).
                 FC2 comanda a ventoinha de pressão PB, enquanto FC3 comanda a bomba de recolha
                de amostras P (ver figura 21), ajustando assim os caudais que entram e saem do sistema
                de modo a manter a razão de separação e a razão de diluição dos gases de escape
                desejadas em DT. Calcula-se a razão de diluição a partir das concentrações de CO2 e de
                GFUEL utilizando a hipótese do balanço do carbono
 ---pagebreak--- L 375/178        PT                      Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
                                    EGA                                    EGA
                         DAF          PB                         l > 10*d
                                                            VN          d PSP
                  air                                                                      vent
                                                                    DT      PTT
                                                     TT
                                                             see figure 21  to particulate
                                                                              sampling
                                                                               system
                                             SP
                               EP                     EGA
                                  exhaust
               Figura 15     - Sistema de diluição parcial do caudal com venturi simples, medição das
                               concentrações e recolha de amostras fraccionada
   Legenda da figura 15:
   EN                                                     PT
   To particulate sampling system                         Para o sistema de recolha de amostras de
                                                          partículas
   Exhaust                                                Escape
   See figure 21                                          Ver figura 21
               Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
               DT através da sonda de recolha de amostras SP e do tubo de transferência TT devido à
               pressão negativa criada pelo venturi VN em DT. O fluxo dos gases através de TT
               depende da troca de quantidades de movimento na zona do venturi, sendo portanto
               afectado pela temperatura absoluta dos gases à saída de TT Consequentemente, a
               separação dos gases de escape para um dado caudal no túnel não é constante, e a razão
               de diluição a pequena carga é ligeiramente mais baixa que a carga elevada. Medem-se
               as concentrações do gás marcador (CO2 ou NOx) nos gases de escape brutos, nos gases
               de escape diluídos e no ar de diluição com o(s) analisador(es) de gases de escape EGA,
               sendo a razão de diluição calculada a partir dos valores assim obtidos.
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                       Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/179
                                           EGA                                  EGA
                       DAF            PCV2                       l > 10*d                    HE
                                                                         d
                  air                                                        PSP
                                PB                                    DT      PTT
                            PCV1                      TT       see figure 21  to particulate
                                                                                sampling
                                                                                 system      SB
                      EP
                                                                                                vent
                            FD1
                                 FD2
                                             EGA
                         exhaust
                Figura 16     - Sistema de diluição parcial do caudal com venturi duplo ou orifício
                                 duplo, medição das concentrações e recolha de amostras fraccionada
    Legenda da figura 16:
    EN                                                      PT
    To particulate sampling system                          Para o sistema de recolha de amostras de
                                                            partículas
    Exhaust                                                 Escape
    See figure 21                                           Ver figura 21
                Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
                DT através da sonda de recolha de amostras SP e do tubo de transferência TT por um
                separador de caudais com um conjunto de orifícios ou venturis. O primeiro (FD1) está
                localizado em EP, o segundo (FD2), em TT. Além disso, são necessárias duas válvulas
                da regulação da pressão (PCV1 e PCV2) para manter uma separação constante dos gases
                de escape através da regulação da contrapressão em EP e da pressão em DT. Medem-se
                as concentrações do gás marcador (CO2 ou NOx) nos gases de escape brutos, nos gases
                de escape diluídos e no ar de diluição com o(s) analisador(es) de gases de escape EGA.
                São necessárias para verificar a separação dos gases de escape, e podem ser utilizadas
                para regular PCV1 e PCV2 para se obter uma regulação precisa da separação. A razão
                de diluição é calculada a partir das concentrações dos gases marcadores.
 ---pagebreak--- L 375/180         PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
                                          EGA                                    EGA
                             DAF                                    l > 10*d                   HE
                     air                                                   d
                                                                  DT           PSP
                                                                               PTT
                                                                 see figure 21                     SB
                             fresh air injection                                 to particulate
                                                                                   sampling
                                                                                    system
                       EGA                        TT
                                                                         FC1
                                                                DPT                   DAF         vent
                           FD3
                                                                                    air
                                                               DC
                     EP
                Figura 17     - Sistema de diluição do caudal parcial com separação por tubos
                                 múltiplos, medição das concentrações e recolha de amostras fraccionada
   Legenda da figura 17:
   EN                                                        PT
   To particulate sampling system                            Para o sistema de recolha de amostras de
                                                             partículas
   Exhaust                                                   Escape
   See figure 21                                             Ver figura 21
   Fresh air injection                                       Injecção de ar fresco
                Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
                DT através do tubo de transferência TT pelo separador de caudais FD3, que é
                constituído por uma série de tubos com as mesmas dimensões (diâmetros,
                comprimentos e raios de curvatura idênticos) instalados em EP. Os gases de escape são
                levados para DT através de um desses tubos e os gases de escape são conduzidos, pelos
                restantes tubos, através da câmara de amortecimento DC. A separação dos gases de
                escape é assim determinada pelo número total de tubos. Uma regulação constante da
                separação exige uma diferença de pressão nula entre DC e a saída de TT, que é medida
                com o transdutor de pressão diferencial DPT. Obtém-se uma diferença de pressão nula
                injectando ar fresco em DT à saída de TT. Medem-se as concentrações do gás marcador
                (CO2 ou NOx) nos gases de escape brutos, nos gases de escape diluídos e no ar de
                diluição com o(s) analisador(es) de gases de escape EGA. Essas concentrações são
                necessárias para verificar a separação dos gases de escape e podem ser utilizadas para
                regular o caudal de ar de injecção para se obter uma regulação precisa da separação. A
                razão de diluição é calculada a partir das concentrações dos gases marcadores.
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                        Jornal Oficial da União Europeia                                L 375/181
                                FC2
                         DAF         optional to P (PSS)
                                                                          d                     PTT
                                        FM1                            DT              PSS
                                                         TT                                        FH
                      GEXH
                                                                                          P
                         or                      SP
                        GAIR                                                                     vent
                         or                     EP
                       GFUEL                                                          details see figure 21
                                     exhaust
                Figura 18     - Sistema de diluição parcial do caudal com regulação do caudal e
                                  recolha de amostras total
    Legenda da figura 18:
    EN                                                        PT
    Optional to P (PSS)                                       Facultativo para P (sistema de recolha de
                                                              amostras de partículas
    Exhaust                                                   Escape
    Details see figure 21                                     Ver pormenores na figura 21
                Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
                DT através da sonda de recolha de amostras SP e do tubo de transferência TT. O caudal
                total através do túnel é ajustado com o regulador de caudais FC3 e a bomba de recolha
                de amostras P do sistema de recolha de amostras de partículas (ver figura 18). O caudal
                de ar de diluição é regulado pelo regulador de caudais FC2, que pode utilizar GEXHW,
                GAIRW, ou GFUEL como sinais de comando, para se obter a separação dos gases de escape
                desejada. O caudal da amostra que chega a DT é a diferença entre o caudal total e o
                caudal do ar de diluição. O caudal do ar de diluição é medido com o medidor de
                caudais FM1 e o caudal total, com o medidor de caudais FM3 do sistema de recolha de
                partículas (ver figura 21). A razão de diluição é calculada a partir desses dois caudais.
 ---pagebreak--- L 375/182        PT                        Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
                               FC2
                              to PB or SB
                      DAF                                         l > 10*d                   SB
                                                              DT       d PSP
                air
                               PB      FM1
                                                                          PTT
                                                     TT     see figure 21   to particulate FM2
                                                                              sampling
                     GEXH                                                      system
                       or                                                   see figure 21
                      GAIR
                                             SP
                       or                   EP
                     GFUEL
                                                                                              vent
                                   exhaust
               Figura 19     - Sistema de diluição parcial do caudal com regulação do caudal e
                                 recolha de amostras fraccionada
   Legenda da figura 19:
   EN                                           PT
   To particulate sampling system               Para o sistema de recolha de amostras de
                                                partículas
   Exhaust                                      Escape
   See figure 21                                Ver figura 21
               Os gases de escape brutos são transferidos do tubo de escape EP para o túnel de diluição
               DT através da sonda de recolha de amostras SP e do tubo de transferência TT. A
               separação dos gases de escape e o caudal que chega a DT é regulado pelo regulador de
               caudal FC2 que ajusta os caudais (ou velocidades) da ventoinha de pressão PB e da
               ventoinha de aspiração SB em conformidade. Esta operação é possível dado que a
               amostra retirada com o sistema de recolha de partículas é reenviada para DT. GEXHW,
               GAIRW, ou GFUEL podem ser utilizados como sinais de comando para FC2. O caudal do
               ar de diluição é medido com o medidor de caudais FM1, e o caudal total, com o medidor
               de caudais FM2. A razão de diluição é calculada a partir desses dois caudais.
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/183
    2.2.1. Componentes das figuras 11 a 19
           EP         Tubo de escape
           O tubo de escape pode ser isolado. Para reduzir a inércia térmica do tubo do escape,
           recomenda-se uma relação espessura/diâmetro igual ou inferior a 0,015. A utilização de
           secções flexíveis deve ser limitada a uma relação comprimento/diâmetro igual ou
           inferior a 12. As curvas devem ser reduzidas ao mínimo para limitar a deposição por
           inércia. Se o sistema incluir um silencioso de ensaio, este deve também ser isolado.
           No caso dos sistemas isocinéticos, o tubo de escape não deve ter cotovelos, curvas nem
           variações súbitas de diâmetro ao longo de pelo menos 6 diâmetros do tubo a montante e
           3 a jusante da ponta da sonda. A velocidade do gás na zona de recolha de amostras deve
           ser superior a 10 m/s, excepto no modo de marcha lenta sem carga. As variações de
           pressão dos gases de escape não devem exceder em média ± 500 Pa. Quaisquer
           medidas no sentido de reduzir as variações de pressão que vão além da utilização, de um
           sistema de escape do tipo quadro (incluindo o silencioso e o dispositivo de pós-
           tratamento) não devem alterar o comportamento funcional do motor nem provocar a
           deposição de partículas.
           No caso dos sistemas sem sondas isocinéticas, recomenda-se a utilização de um tubo
           rectilíneo com um comprimento igual a 6 diâmetros do tubo a montante e a 3 a jusante
           da ponta da sonda.
           SP         Sonda de recolha de amostras (figuras 10, 14, 15, 16, 18 e 19)
           O diâmetro interior mínimo deve ser de 4 mm. A razão de diâmetros mínima entre o
           tubo de escape e a sonda deve ser de 4. A sonda deve ser um tubo aberto virado para
           montante e situado na linha de eixo do tubo de escape, ou uma sonda com orifícios
           múltiplos descrita em SP1 no ponto 1.2.1, figura 5.
           ISP         Sonda isocinética de recolha de amostras (figuras 11 e 12)
           A sonda isocinética de recolha de amostras deve ser instalada virada para montante na
           linha de eixo do tubo de escape onde são satisfeitas as condições de escoamento na
           secção EP, e concebida para fornecer uma amostra proporcional dos gases de escape
           brutos. O diâmetro interior mínimo deve ser de 12 mm.
           É necessário prever um sistema de regulação para a separação isocinética dos gases de
           escape através da manutenção de uma diferença de pressão nula entre EP e ISP. Nestas
           condições, as velocidades dos gases de escape em EP e ISP são idênticas e o caudal
           mássico através de ISP é uma fracção constante do caudal total dos gases de escape. A
           ISP tem de ser ligada a um transdutor de pressão diferencial DPT. Para obter uma
           diferença de pressão nula entre EP e ISP utiliza-se o regulador de caudal FC1.
           FD1, FD2      Separador de caudais (figura 16)
 ---pagebreak--- L 375/184   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          Instala-se um conjunto de venturis ou orifícios no tubo de escape EP e no tubo de
          transferência TT, respectivamente, para se obter uma amostra proporcional dos gases de
          escape brutos. Utiliza-se um sistema de regulação da pressão com duas válvulas de
          regulação PCV1 e PCV2 para se obter a separação proporcional, através da regulação
          das pressões em EP e DT.
          FD3        Separador de caudais (figura 17)
          Instala-se um conjunto de tubos (unidade de tubos múltiplos) no tubo de escape EP para
          se obter uma amostra proporcional dos gases de escape brutos. Um dos tubos leva os
          gases de escape ao túnel de diluição DT, enquanto os outros tubos levam os gases de
          escape para uma câmara de amortecimento DC. Os tubos devem ter as mesmas
          dimensões (mesmos diâmetros, comprimentos e raios de curvatura), de modo que a
          separação dos gases de escape dependa do número total de tubos. É necessário um
          sistema de regulação para se obter uma separação proporcional através da manutenção
          de uma diferença de pressão nula entre a saída da unidade de tubos múltiplos para DC e
          a saída de TT. Nestas condições, as velocidades dos gases de escape em EP e FD3 são
          proporcionais, e o caudal em TT é uma fracção constante do caudal dos gases de escape.
           Os dois pontos têm de ser ligados a um transdutor de pressão diferencial DPT. Para
          obter uma diferença de pressão nula entre EP e ISP utiliza-se o regulador de caudal FC1.
          EGA        Analisador dos gases de escape (figuras 13, 14, 15, 16 e 17)
          Podem-se utilizar analisadores de CO2 ou NOx (unicamente com o método do balanço
          do carbono para o analisador de CO2 ). Os analisadores devem ser calibrados como os
          utilizados para a medição das emissões gasosas. Podem-se utilizar um ou vários
          analisadores para determinar as diferenças de concentrações. A precisão dos sistemas
          de medida deve ser tal que a precisão de GEDFW,i esteja dentro de uma margem de ± 4 %.
          TT         Tubo de transferência (figuras 11 a 19)
          O tubo de transferência deve:
          − ser tão curto quanto possível, mas o seu comprimento não deve exceder 5 m;
          − ter um diâmetro igual ou superior ao da sonda, mas não superior a 25 mm;
          − ter o ponto de saída na linha de eixo do túnel de diluição e virado para jusante.
          Se o tubo tiver um comprimento igual ou inferior a 1 metro, deve ser isolado com
          material de condutividade térmica máxima de 0,05 W/m*K), devendo a espessura radial
          do isolamento corresponder ao diâmetro da sonda. Se o tubo tiver um comprimento
          superior a 1 m, deve ser isolado e aquecido de modo a obter-se uma temperatura mínima
          da parede de 523 K (250°C).
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                        Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/185
           DPT         Transdutor de pressão diferencial (figuras 11, 12 e 17)
           O transdutor de pressão diferencial deve ter uma gama de funcionamento máxima de ±
           500 Pa.
           FC1         Regulador de caudais (figuras 11, 12 e 17)
           No caso dos sistemas isocinéticos (figuras 11 e 12), é necessário um regulador de
           caudais para manter uma diferença de pressão nula entre EP e ISP. O ajustamento pode
           ser feito:
           (a) regulando a velocidade ou o caudal da ventoinha de aspiração SB e mantendo a
                  velocidade da ventoinha de pressão PB constante durante cada modo (figura 11),
                  ou
           (b) ajustando a ventoinha de aspiração SB de modo a obter um caudal mássico constante
                  dos gases de escape diluídos e regulando o caudal da ventoinha de pressão PB e,
                  portanto, o caudal da amostra de gases de escape na extremidade do tubo de
                  transferência TT (figura 12).
           No caso de um sistema com regulação da pressão, o erro remanescente no circuito de
           regulação não deve exceder ± 3 Pa. As oscilações de pressão no túnel de diluição não
           devem exceder ±250 Pa em média.
           No caso dos sistemas de tubos múltiplos (figura 17), é necessário um regulador de
           caudais para se obter uma separação proporcional dos gases de escape e manter uma
           diferença de pressão nula entre a saída da unidade de tubos múltiplos e a saída de TT. O
           ajustamento pode ser efectuado regulando o caudal do ar de injecção para dentro de DT
           à saída de TT.
           PCV1, PCV2          Válvulas de regulação de pressão (figura 16)
           São necessárias duas válvulas de regulação da pressão para o sistema de Venturi
           duplo/orifício duplo para se obter uma separação proporcional do caudal por regulação
           da contrapressão em EP e da pressão em DT. As válvulas devem estar localizadas a
           jusante de SP em EP e entre PB e DT.
           DC           Câmara de amortecimento (figura 17)
           Deve-se instalar uma câmara de amortecimento à saída da unidade de tubos múltiplos
           para minimizar as oscilações de pressão no tubo de escape EP.
           VN           Venturi (figura 15)
           Instala-se um venturi no túnel de diluição DT para criar uma pressão negativa na região
           da saída do tubo de transferência TT. O caudal dos gases através de TT é determinado
 ---pagebreak--- L 375/186   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
          pela troca de quantidades de movimento na zona do venturi, e é basicamente
          proporcional ao caudal da ventoinha de pressão PB, dando assim uma razão de diluição
          constante. Dado que a troca de quantidades de movimento é afectada pela temperatura à
          saída de TT e pela diferença de pressão entre EP e DT, a razão de diluição real é
          ligeiramente mais baixa a carga reduzida que a carga elevada.
          FC2        Regulador de caudais (figuras 13, 14, 18 e 19; facultativo)
          Pode ser utilizado um regulador de caudais para regular o caudal da ventoinha de
          pressão PB e/ou da ventoinha de aspiração SB. Este regulador pode ser ligado ao sinal
          do caudal dos gases de escape ou de ar ou do combustível e/ou ao sinal diferencial do
          CO2ou NOx .
          Quando se utiliza um sistema de ar comprimido (figura 18), o FC2 regula directamente
          o caudal de ar.
          FM1        Debitómetro (figuras 11, 12, 18 e 19)
          Contador de gás ou outro aparelho adequado para medir o caudal do ar de diluição.
          FM1 é facultativo se PB for calibrada para medir o caudal.
          FM2        Debitómetro (figura 19)
          Contador de gás ou outro aparelho adequado para medir o caudal dos gases de escape
          diluídos. FM2 é facultativo se a ventoinha de aspiração SB for calibrada para medir o
          caudal.
          PB         Ventoinha de pressão (figuras 11, 12, 13, 14, 15, 16 e 19)
          Para regular o caudal do ar de diluição, PB pode ser ligada aos reguladores de caudais
          FC1 ou FC2. PB não é necessária quando se utilizar uma válvula de borboleta. PB
          pode ser utilizada para medir o caudal do ar de diluição, se calibrada.
          SB          Ventoinha de aspiração (figuras 11, 12, 13, 16, 17 e 19)
          Utiliza-se apenas com sistemas de recolha de amostras fraccionadas. SB pode ser
          utilizada para medir o caudal dos gases de escape diluídos, se calibrada.
          DAF        Filtro do ar de diluição (figuras 11 a 19)
          Recomenda-se que o ar de diluição seja filtrado e sujeito a uma depuração com carvão
          para eliminar os hidrocarbonetos de fundo. A pedido dos fabricantes, o ar de diluição
          deve ser recolhido em amostras de acordo com as boas práticas de engenharia para
          determinar os níveis das partículas de fundo, que podem então ser subtraídos dos
          valores medidos nos gases de escape diluídos.
          DT          Túnel de diluição (figuras 11 a 19)
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/187
           O túnel de diluição:
           –    deve ter um comprimento suficiente para assegurar uma mistura completa dos gases
                de escape e do ar de diluição em condições de escoamento turbulento;
           –    deve ser fabricado de aço inoxidável com:
                   uma relação espessura/diâmetro igual ou inferior a 0,025 para os túneis de
                    diluição de diâmetro interior superior a 75 mm;
                   uma espessura nominal da parede não inferior a 1,5 mm para os túneis de
                    diluição de diâmetro interior igual ou inferior a 75 mm;
           –    deve ter pelo menos 75 mm de diâmetro, se for do tipo adequado para recolha
                fraccionada;
           –    deve ter como diâmetro mínimo recomendado 25 mm, se for do tipo adequado para
                recolha total;
           –    pode ser aquecido até se obter uma temperatura da parede não superior a 325 K
                (52°C) por aquecimento directo ou por pré-aquecimento do ar de diluição, desde
                que a temperatura do ar não exceda 325 K (52°C) antes da introdução dos gases de
                escape no túnel de diluição;
           –    pode ser isolado.
           Os gases de escape do motor devem ser bem misturados com o ar de diluição. Para os
           sistemas de recolha fraccionada, a qualidade da mistura deve ser verificada após
           introdução em serviço por meio de um perfil da concentração de CO2 no túnel estando o
           motor em marcha (pelo menos quatro pontos de medida igualmente espaçados). Se
           necessário, pode-se utilizar um orifício de mistura.
           Nota:       Se a temperatura ambiente na vizinhança do túnel de diluição (DT) for
                      inferior a 293 K (20°C), devem-se tomar precauções para evitar perdas de
                      partículas nas paredes frias do túnel de diluição. Assim sendo, recomenda-se
                      aquecer e/ou isolar o túnel dentro dos limites dados acima.
           A cargas elevadas do motor, o túnel pode ser arrefecido por meios não agressivos tais
           como um ventilador de circulação, desde que a temperatura do fluido de arrefecimento
           não seja inferior a 293 K (20°C).
           HE           Permutador de calor (figuras 16 e 17)
           O permutador de calor deve ter uma capacidade suficiente para manter a temperatura à
           entrada da ventoinha de aspiração SB a ± 11 K da temperatura média observada durante
 ---pagebreak--- L 375/188       PT                          Jornal Oficial da União Europeia                             27.12.2006
              o ensaio.
   2.3.       Sistema de diluição do caudal total
              O sistema de diluição representado na figura 20 baseia-se na diluição da totalidade do
              caudal dos gases de escape, utilizando o conceito da recolha de amostras a volume
              constante (CVS). Há que medir o volume total da mistura dos gases de escape e do ar
              de diluição. Pode ser utilizado um sistema PDP ou CFV.
              Para a recolha subsequente das partículas, faz-se passar uma amostra dos gases de
              escape diluídos para o sistema da recolha de amostras de partículas (ponto 2.4, figuras
              21 e 22). Se a operação for feita directamente, denomina-se diluição simples. Se a
              amostra for diluída uma vez mais no túnel de diluição secundário, denomina-se
              «diluição dupla». A segunda operação é útil se a temperatura exigida à superfície do
              filtro não puder ser obtida com uma diluição simples. Apesar de constituir em parte um
              sistema de diluição, o sistema de diluição dupla pode ser considerado como uma
              variante de um sistema de recolha de partículas do ponto 2.4, figura 22, dado que
              compartilha a maioria das peças com um sistema de recolha de partículas típico.
                                  to background filter
                      DAF                                                  HE optional
                air                                  PSP
                                                        PTT
                        exhaust        EP see figure 21                    optional
                                  to particulate sampling system     PDP
                                     or to DDS see figure 22
                                                                                           CFV
                                                            FC3
                                                 if EFC is used
                                                                               vent            vent
                                                             FC3
              Figura 20     - Sistema de diluição do caudal total
   Legenda da figura 20:
                  EN                                            PT
                  To background filter                          Filtro de fundo
                  Optional                                      Facultativo
                  If EFC is used                                Se for usado EFC
                  To particulate sampling system or             Para o sistema de recolha de amostras de
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/189
                to DDS see figure 22                     partículas ver figura 22
                See figure 21                            Ver figura 21
                Exhaust                                  Escape
                Air                                      Ar
           A quantidade total dos gases de escape brutos é misturada no túnel de diluição DT com
           o ar de diluição. O caudal dos gases de escape diluídos é medido quer com uma bomba
           volumétrica PDP quer com um venturi de caudal crítico CFV. Pode ser utilizado um
           permutador de calor HE ou um dispositivo de compensação de caudais EFC para a
           recolha proporcional de partículas e para a determinação do caudal. Dado que a
           determinação da massa das partículas se baseia no caudal total dos gases de escape
           diluídos, não é necessário calcular a razão de diluição.
    2.3.1. Componentes da figura 20
           EP          Tubo de escape
           O comprimento do tubo de escape desde a saída do colector de escape do motor, do
           turbocompressor ou do dispositivo de pós-tratamento até ao túnel de diluição não deve
           ser superior a 10 m. Se o comprimento do tubo de escape a jusante do colector de escape
           do motor, da saída do turbocompressor ou do dispositivo de pós-tratamento for superior
           a 4 m, toda a secção para além dos 4 m deve ser isolada, excepto a parte necessária para
           a montagem em linha de um aparelho para medir os fumos, se necessário. A espessura
           radial mínima do isolamento deve ser de 25 mm. A condutividade térmica do material
           de isolamento deve ter um valor não superior a 0,1 W/m* K medida a 673 K (400 °C).
           Para reduzir a inércia térmica do tubo de escape, recomenda-se uma relação
           espessura/diâmetro igual ou inferior a 0,015. A utilização de secções flexíveis deve ser
           limitada a uma relação comprimento/diâmetro igual ou inferior a 12.
           PDP         Bomba volumétrica
           A PDP mede o escoamento total dos gases de escape diluídos a partir do número das
           rotações da bomba e do seu curso. A contrapressão do sistema de escape não deve ser
           artificialmente reduzida pela PDP ou pelo sistema de admissão de ar de diluição. A
           contrapressão estática do escape medida com o sistema PDP a funcionar deve manter-se
           a ± 1,5 kPa da pressão estática medida sem ligação ao PDP a velocidade e carga do
           motor idênticas. A temperatura da mistura de gases imediatamente à frente da PDP
           deve estar a ± 6 K da temperatura média de funcionamento observada durante o ensaio,
           quando não for utilizada a compensação de caudais. Esta compensação só é possível se
           a temperatura à entrada da PDP não exceder 323 K (50 °C).
           CFV         Venturi de escoamento crítico
           O CFV mede o escoamento total dos gases de escape diluídos mantendo o escoamento
           em condições de restrição (escoamento crítico). A contrapressão estática do escape
 ---pagebreak--- L 375/190   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          medida com o sistema CFV a funcionar deve manter-se a ± 1,5 kPa da pressão estática
          medida sem ligação ao CFV a velocidade e carga do motor idênticas. A temperatura da
          mistura de gases imediatamente à frente da CFV deve estar a ± 11 K da temperatura
          média de funcionamento observada durante o ensaio, quando não for utilizada a
          compensação de caudais.
          HE          Permutador de calor (facultativo, se se utilizar o EFC)
          O permutador de calor deve ter uma capacidade suficiente para manter a temperatura
          dentro dos limites requeridos acima.
          EFC          Sistema de compensação electrónica de caudais (facultativo, se se utilizar
          HE)
          Se a temperatura à entrada quer da PDP quer do CFV não for mantida dentro dos limites
          acima indicados, é necessário um sistema de compensação de caudais para efectuar a
          medição contínua do caudal e regular a recolha proporcional de amostras no sistema de
          partículas. Para esse efeito, utilizam-se os sinais dos caudais medidos continuamente
          para corrigir o caudal das amostras através dos filtros de partículas do sistema de
          recolha de partículas (ver ponto 2.4, figuras 21 e 22).
          DT          Túnel de diluição
          O túnel de diluição:
          –    deve ter um diâmetro suficientemente pequeno para provocar escoamentos
               turbulentos (números de Reynolds superiores a 4000) e um comprimento suficiente
               para assegurar uma mistura completa dos gases de escape e do ar de diluição; pode-
               se utilizar um orifício de mistura;
          –    deve ter pelo menos 460 mm de diâmetro, com um sistema de diluição simples;
          –    deve ter pelo menos 210 mm de diâmetro, com um sistema de diluição dupla;
          –    pode ser isolado.
          Os gases de escape do motor devem ser dirigidos para jusante para o ponto em que são
          introduzidos no túnel de diluição primária e bem misturados.
          Quando se utiliza a diluição simples, transfere-se uma amostra do túnel de diluição para
          o sistema da recolha de partículas (ponto 2.4, figura 21). A capacidade de escoamento
          da PDP ou do CFV deve ser suficiente para manter os gases de escape diluídos a uma
          temperatura igual ou inferior a 325 K (52°C) imediatamente antes do filtro de partículas
          primário.
          Quando se utiliza a diluição dupla, transfere-se uma amostra do túnel de diluição para o
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/191
           túnel de diluição secundária onde é novamente diluída, sendo então passada através dos
           filtros de recolha (ponto 2.4, figura 22). A capacidade de escoamento da PDP ou do
           CFV deve ser suficiente para manter a corrente de gases de escape diluídos no DT a
           uma temperatura igual ou inferior a 464 K (191°C) na zona da recolha. O sistema de
           diluição secundária deve fornecer uma quantidade suficiente de ar de diluição
           secundária para manter a corrente de gases de escape duplamente diluída a uma
           temperatura inferior ou igual a 325 K (52°C) imediatamente antes do filtro primário de
           partículas.
           DAF         Filtro do ar de diluição
           Recomenda-se que o ar de diluição seja filtrado e sujeito a uma depuração com carvão
           para eliminar os hidrocarbonetos de fundo. A pedido dos fabricantes, o ar de diluição
           deve ser recolhido em amostras de acordo com as boas práticas de engenharia para
           determinar os níveis das partículas de fundo, que podem então ser subtraídos dos
           valores medidos nos gases de escape diluídos.
           PSP         Sonda de recolha de amostras de partículas
           A sonda é o principal elemento do tubo de transferência de partículas PTT e:
           − deve ser instalada virada para montante num ponto em que o ar de diluição e os gases
                 de escape estejam bem misturados, ou seja, na linha de eixo do túnel de diluição
                 (DT), a uma distância de cerca de 10 diâmetros do túnel a jusante do ponto em que
                 os gases de escape entram no túnel de diluição;
           − deve ter um diâmetro interior mínimo de 12 mm;
           − pode ser aquecida até se obter uma temperatura da parede não superior a 325 K
                 (52°C) por aquecimento directo ou por pré-aquecimento do ar de diluição, desde
                 que a temperatura do ar não exceda 325 K (52°C) antes da introdução dos gases de
                 escape no túnel de diluição;
           − pode ser isolada.
    2.4.   Sistema de recolha de amostras de partículas
           O sistema de recolha de amostras de partículas serve para recolher as partículas em
           filtros. No caso da diluição do caudal parcial com recolha total de amostras, que
           consiste em fazer passar a amostra total dos gases de escape diluídos através dos filtros,
           o sistema de diluição (ponto 2.2, figuras 14 e 18) e de recolha formam usualmente uma
           só unidade. No caso da diluição do caudal total ou parcial com recolha de amostras
           fraccionadas, que consiste na passagem através dos filtros de apenas uma parte dos
           gases de escape diluídos, os sistemas de diluição (ponto 2.2, figuras 11, 12, 13, 15, 16,
           17 e 19, e ponto 2.3, figura 20) e de recolha de amostras formam usualmente unidades
           diferentes.
 ---pagebreak--- L 375/192       PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
              No presente regulamento, o sistema de diluição dupla, (figura 22) de um sistema de
              diluição do caudal total é considerado como variante específica de um sistema típico de
              recolha de partículas conforme indicado na figura 21. O sistema de diluição dupla
              inclui todas as peças importantes do sistema de recolha de partículas, tais como suportes
              de filtros e bomba de recolha, e, além disso, algumas características relativas à diluição,
              como a alimentação em ar de diluição e um túnel de diluição secundária.
              Para evitar qualquer impacto nos circuitos de regulação, recomenda-se que a bomba de
              recolha de amostras funcione durante todo o procedimento de ensaio. Para o método do
              filtro único, deve-se utilizar um sistema de derivação para fazer passar a amostra através
              dos filtros nos momentos desejados. A interferência da comutação nos circuitos
              fechados de regulação deve ser reduzida ao mínimo.
                         PTT      from dilution tunnel DT
                                      see figures 11 to 20
                         BV
                                          FH
                       P               FC3                       optional
                                                                 from EGA
                                                             or
                                                                 from PDP
                     FM3                                     or
                                                                 from CFV
                                                             or
                                                                from GFUEL
              Figura 21      - Sistema de recolha de amostras de partículas
   Legenda da figura 21:
               EN                                          PT
               From dilution tunnel DT                     A partir do túnel de diluição DT
               See figures 11 to 21                        Ver figuras 11 a 21
               Optional from…or                            Facultativo a partir de…ou
              Retira-se uma amostra dos gases de escape diluídos do túnel de diluição DT de um
              sistema de diluição do caudal parcial ou total através da sonda de recolha de amostras de
              partículas PSP e do tubo de transferência de partículas PTT através da bomba de recolha
              P. Faz-se passar a amostra através do(s) suporte(s) de filtros FH que contém(êm) os
 ---pagebreak--- 27.12.2006       PT                           Jornal Oficial da União Europeia                       L 375/193
               filtros de recolha das partículas. O caudal da amostra é regulado pelo regulador de
               caudais FC3. Se for utilizada a compensação electrónica de caudais EFC (ver figura
               20), o fluxo dos gases de escape diluídos é utilizado como sinal de comando para o FC3.
                     FM4      DP                                FH     P      FM3
                                          SDT
                                                        BV                         vent
                                      PTT
                                                                         FC3
                from dilution BV optional
                tunnel DT                                 PDP
                see figure 20                             or
                                                          CFV
               Figura 22         - Sistema de diluição dupla (exclusivamente sistema de diluição total do
                                      caudal)
    Legenda da figura 22:
                 EN                                             PT
                 From dilution tunnel DT                        A partir do túnel de diluição DT
                 See figure 20                                  Ver figura 20
                 Optional                                       Facultativo
               Transfere-se uma amostra dos gases de escape diluídos do túnel de diluição DT de um
               sistema de diluição do caudal total através da sonda de recolha de amostras de partículas
               PSP e do tubo de transferência de partículas PTT para o túnel de diluição secundária
               SDT, onde é novamente diluída. Faz-se passar a amostra através do(s) suporte(s) de
               filtros FH que contém(êm) os filtros de recolha das partículas. O caudal do ar de
               diluição é geralmente constante, enquanto o caudal da amostra é regulado pelo regulador
               de caudal FC3. Se for utilizada a compensação electrónica de caudais EFC (ver figura
               20), o caudal total dos gases de escape diluídos é utilizado como sinal de comando para
               o FC3.
    2.4.1.     Componentes das figuras 21 e 22
               PTT            Tubo de transferência de partículas (figuras 21 e 22)
               O tubo de transferência de partículas não deve exceder 1 020 mm de comprimento, e
               deve ser o mais curto possível. Sempre que aplicável (ou seja, para sistemas de recolha
               fraccionada de amostras com diluição do caudal parcial e para sistemas de diluição do
               caudal total), o comprimento das sondas de recolha de amostras (SP, ISP, PSP,
               respectivamente, ver pontos 2.2 e 2,3) deve ser incluído.
               As dimensões são válidas para:
 ---pagebreak--- L 375/194   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
          − a recolha fraccionada de amostras com diluição do caudal parcial e o sistema de
                 diluição simples do caudal total desde a ponta da sonda (SP, ISP, PSP,
                 respectivamente) até ao suporte dos filtros;
          − a recolha total de amostras com diluição do caudal parcial desde a extremidade do
                 túnel de diluição até ao suporte dos filtros;
          − o sistema de dupla diluição do caudal total desde a ponta da sonda PSP até ao túnel
                 de diluição secundária.
          O tubo de transferência:
          − pode ser aquecido até se obter uma temperatura das paredes não superior a 325 K
                       (52°C) por aquecimento directo ou por pré-aquecimento do ar de diluição,
                       desde que a temperatura do ar não exceda 325 K (52°C) antes da introdução
                       dos gases de escape no túnel de diluição;
          − pode ser isolado.
          SDT         Túnel de diluição secundária (figura 22)
          O túnel de diluição secundária deve ter um diâmetro mínimo de 75 mm e um
          comprimento suficiente para permitir que a amostra diluída duas vezes permaneça pelo
          menos 0,25 segundos dentro do túnel. O suporte do filtro primário, FH, deve estar
          situado a 300 mm da saída do SDT.
          O túnel de diluição secundária:
          − pode ser aquecido até se obter uma temperatura da parede não superior a 325 K
                 (52°C) por aquecimento directo ou por pré-aquecimento do ar de diluição, desde
                 que a temperatura do ar não exceda 325 K (52°C) antes da introdução dos gases de
                 escape no túnel de diluição;
          − pode ser isolado.
          FH          Suporte(s) do(s) filtro(s) (figuras 21 e 22)
          Pode ser utilizado um alojamento de filtro ou alojamentos separados de filtros para os
          filtros primário e de apoio. É necessário respeitar as disposições do ponto 4.1.3 do
          apêndice 4 do anexo 4.
          O(s) suporte(s) dos filtros:
          − pode(m) ser aquecido(s) até se obter uma temperatura da parede não superior a 325
                K (52°C) por aquecimento directo ou por pré-aquecimento do ar de diluição, desde
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/195
                que a temperatura do ar não exceda 325 K (52°C) antes da introdução dos gases de
                escape no túnel de diluição;
           − pode(m) ser isolado(s).
           P           Bomba de recolha de amostras (figuras 21 e 22)
           A bomba da recolha de amostras de partículas deve estar localizada suficientemente
           longe do túnel para manter constante (± 3 K) a temperatura do gás de admissão, se não
           for utilizada a correcção do caudal pelo FC3.
           DP          Bomba do ar de diluição (figura 22)
           A bomba do ar de diluição deve ser localizada de modo a que o ar de diluição
           secundária seja fornecido a uma temperatura de 298 K ± 5 K (25°C ± 5°C) se o ar de
           diluição não for pré-aquecido.
           FC3         Regulador de caudais (figuras 21 e 22)
           Utiliza-se um regulador de caudais para compensar o efeito das variações de
           temperatura e contrapressão no caudal da amostra de partículas ao longo da sua
           trajectória, se não existirem outros meios. O regulador de caudais é necessário se se
           utilizar o sistema de compensação electrónica de caudais EFC (ver figura 20).
           FM3         Medidor de caudais (figuras 21 e 22)
           O contador de gás ou outro aparelho de medição do caudal deve estar localizado
           suficientemente longe da bomba de recolha de amostras P para manter constante (± 3 K)
           a temperatura do gás de admissão, se não for utilizada a correcção do caudal pelo FC3.
           FM4         Medidor de caudais (figura 22)
           O contador de gás ou outro aparelho de medição do caudal deve estar localizado de
           modo a que a temperatura do gás de admissão se mantenha a 298 K ± 5 K (25°C ± 5°C).
           BV            Válvula de esfera (facultativa)
           A válvula de esfera deve ter um diâmetro interior não inferior ao diâmetro interior do
           tubo de transferência de amostras PTT e um tempo de comutação inferior a 0,5
           segundos.
           Nota:       Se a temperatura ambiente na vizinhança de PSP, PTT, SDT e FH for inferior
                     a 293 K (20°C), devem-se tomar precauções para evitar perdas de partículas
                     nas paredes frias dessas peças. Assim, recomenda-se aquecer e/ou isolar essas
                     peças dentro dos limites dados nas descrições respectivas. Recomenda-se
                     também que a temperatura à superfície do filtro durante a recolha não seja
 ---pagebreak--- L 375/196   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
                   inferior a 293 K (20°C).
          A cargas de motor elevadas, as peças acima indicadas podem ser arrefecidas por um
          meio não agressivo, tal como um ventilador de circulação, desde que a temperatura do
          fluido de arrefecimento não seja inferior a 293 K (20°C).
   3.     DETERMINAÇÃO DA OPACIDADE DOS FUMOS
   3.1.   Introdução
          Os pontos 3.2 e 3,3 e as figuras 23 e 24 contêm descrições pormenorizadas dos
          opacímetros recomendados. Dado que várias configurações podem produzir resultados
          equivalentes, não é necessário respeitar rigorosamente essas figuras. Podem ser
          utilizados componentes adicionais tais como instrumentos, válvulas, solenóides, bombas
          e comutadores para obter outras informações e coordenar as funções dos sistemas.
          Outros componentes que não sejam necessários para manter a precisão em alguns
          sistemas podem ser excluídos se a sua exclusão se basear no bom senso técnico.
          O princípio da medição consiste em a luz ser transmitida através de um comprimento
          específico do fumo a medir e a proporção da luz incidente que atinge um receptor ser
          utilizada para avaliar as propriedades do meio relativamente ao obscurecimento da luz.
          A medição dos fumos depende da concepção do aparelho e pode ser feita no tubo de
          escape (opacímetro em linha de fluxo total), no final do tubo de escape (opacímetro de
          fim de linha de fluxo total) ou tomando uma amostra do tubo de escape (opacímetro de
          fluxo parcial). Para a determinação do coeficiente de absorção da luz a partir do sinal
          de opacidade, o fabricante do instrumento deve fornecer o comprimento do percurso
          óptico do mesmo.
   3.2.   Opacímetro de fluxo total
          Podem ser utilizados dois tipos gerais de opacímetros de fluxo total (figura 23). Com o
          opacímetro em linha, mede-se a opacidade da coluna total dos fumos de escape dentro
          do tubo de escape. Com este tipo de opacímetro, o comprimento efectivo do percurso
          óptico é função da concepção do opacímetro.
          Com o opacímetro de fim de linha, mede-se a coluna total dos fumos de escape à
          medida que deixa o tubo de escape. Com este tipo de opacímetro, o comprimento
          efectivo do percurso óptico é função da concepção do tubo de escape e da distância
          entre a extremidade do tubo de escape e o opacímetro.
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                        Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/197
                                                                T1 (optional)
                                                                              LD
                 LS
                                            OPL
                    CL                                                      CL
                                                                EP
               Figura 23     - Opacímetro de fluxo total
    Legenda da figura 23:
                EN                                          PT
                Optional                                    Facultativo
    3.2.1.     Componentes da figura 23
               EP         Tubo de escape
               Com um opacímetro em linha, não deve haver alterações do diâmetro do tubo de escape
               na zona compreendida entre três diâmetros do tubo de escape antes e depois da zona de
               medição. Se o diâmetro da zona de medição for maior do que o diâmetro do tubo de
               escape, recomenda-se um tubo gradualmente convergente antes da zona de medição.
               Com um opacímetro de fim de linha, os últimos 0,6 m do tubo de escape devem ter uma
               secção circular e estar isentos de cotovelos e curvas. A extremidade do tubo de escape
               deve ser cortada em esquadria. O opacímetro deve ser montado no centro da coluna de
               fumos a 25 ± 5 mm da extremidade do tubo de escape.
               OPL        Comprimento do percurso óptico
               Trata-se do comprimento do percurso óptico obscurecido por fumos entre a fonte
               luminosa do opacímetro e o receptor, corrigido conforme necessário quanto à não
               uniformidade devida aos gradientes de densidade e efeito de franja. O comprimento do
               percurso óptico deve ser fornecido pelo fabricante do instrumento tendo em conta
               eventuais medidas tomadas contra a deposição de fuligem (por exemplo, ar de purga).
               Se o comprimento do percurso óptico não for conhecido, deve ser determinado de
               acordo com a norma ISO DIS 11614, ponto 11.6.5. Para determinação correcta do
 ---pagebreak--- L 375/198   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                      27.12.2006
          comprimento do percurso óptico, é necessária uma velocidade mínima dos gases de
          escape de 20 m/s.
          LS         Fonte luminosa
          A fonte luminosa deve ser uma lâmpada incandescente com uma temperatura de cor na
          gama dos 2800 K a 3250 K ou um díodo emissor de luz (LED) verde com um pico
          espectral compreendido entre 550 nm e 570 nm. A fonte luminosa deve ser protegida
          contra a deposição de fuligem por meios que não influenciem o comprimento do
          percurso óptico para além das especificações do fabricante.
          LD         Detector de luz
          O detector deve ser uma célula fotoeléctrica ou um fotodíodo (com um filtro se
          necessário). No caso de uma fonte de luz incandescente, o receptor deve ter uma
          resposta espectral de pico semelhante à curva fototópica do olho humano (resposta
          máxima) na gama dos 550 a 570 nm, e a menos de 4 % dessa resposta máxima abaixo
          dos 430 nm e acima de 680 nm. O detector de luz deve ser protegido contra a deposição
          de fuligem por meios que não influenciem o comprimento do percurso óptico para além
          das especificações do fabricante.
          CL         Lentes de colimação
          A luz deve ser colimada num feixe com um diâmetro máximo de 30 mm. Os raios do
          feixe de luz devem ser paralelos com uma tolerância de 3° em relação ao eixo óptico.
          T1         Sensor de temperatura (facultativo)
          A temperatura dos gases de escape pode ser monitorizada durante o ensaio.
   3.3.   Opacímetro de fluxo parcial
          Com o opacímetro de fluxo parcial (figura 24), recolhe-se do tubo de escape uma
          amostra representativa dos gases de escape que é passada através de uma linha de
          transferência para a câmara de medição. Com este tipo de opacímetro, o comprimento
          efectivo do percurso óptico é função da concepção do opacímetro. Os tempos de
          resposta referidos no ponto a seguir aplicam-se ao caudal mínimo do opacímetro,
          conforme especificado pelo fabricante do instrumento.
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                       L 375/199
               Exhaust
                                    SP
                           EP
                                               TT
                                             FM
                                             T1             LS
                            LD
                                     OPL
                                                                  CL
                           CL
                                                           MC
                                             P (optional)
               Figura 24     - Opacímetro de fluxo parcial
    Legenda da figura 24:
                EN                                         PT
                Exhaust                                    Escape
                Optional                                   Facultativo
    3.3.1.     Componentes da figura 24
               EP         Tubo de escape
               O tubo de escape deve ser um tubo rectilíneo de comprimento pelo menos igual a 6
               diâmetros de tubo a montante e 3 diâmetros do tubo a jusante da ponta da sonda.
               SP         Sonda de recolha de amostras
               A sonda de recolha de amostras deve ser um tubo aberto virado para montante instalado
               na linha de eixo do tubo de escape ou próximo dela. A folga em relação à parede do
               tubo de escape deve ser de pelo menos 5 mm. O diâmetro da sonda deve assegurar uma
               recolha de amostras representativa e um caudal suficiente através do opacímetro.
               TT         Tubo de transferência
               O tubo de transferência deve:
 ---pagebreak--- L 375/200   PT                       Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
          − ser tão curto quanto possível e assegurar uma temperatura dos gases de escape de
                373 K ± 30 K (100°C ± 30°C) à entrada da câmara de medição;
          − ter uma temperatura de paredes suficientemente acima do ponto de orvalho dos gases
                de escape para impedir a condensação;
          − ter um diâmetro igual ao da sonda de recolha de amostras ao longo de todo o
                comprimento;
          − ter um tempo de resposta inferior a 0,05 s ao caudal mínimo do instrumento,
                conforme determinado de acordo com o ponto 5.2.4 do apêndice 4 do anexo 4;
          − não ter efeitos significativos no pico dos fumos.
          FM         Medidor de caudal
          Instrumentação do caudal para detectar o caudal correcto para a câmara de medição. Os
          caudais mínimo e máximo devem ser especificados pelo fabricante do instrumento, e ser
          tais que sejam satisfeitos os requisitos do tempo de resposta do TT e as especificações
          do comprimento do percurso óptico. O medidor de caudais pode estar próximo da
          bomba de recolha de amostras P, se utilizada.
          MC         Câmara de medição
          A câmara de medição deve ter uma superfície interna não reflectora ou um ambiente
          óptico equivalente. A incidência de luz difusa no detector devido às reflexões internas
          ou efeitos de difusão deve ser reduzida ao mínimo.
          A pressão do gás na câmara de medição não deve diferir da pressão atmosférica em mais
          do que 0,75 kPa. Quando tal não for possível por projecto, a leitura do opacímetro deve
          ser convertida à pressão atmosférica.
          A temperatura das paredes da câmara de medição deve ser regulada a ± 5 K entre 343 K
          (70°C) e 373 K (100°C), mas sempre suficientemente acima do ponto de orvalho dos
          gases de escape para impedir a condensação. A câmara de medição deve ser equipada
          com dispositivos adequados para medir a temperatura.
          OPL        Comprimento do percurso óptico
          Trata-se do comprimento do percurso óptico obscurecido por fumos entre a fonte
          luminosa do opacímetro e o receptor, corrigido conforme necessário quanto à não
          uniformidade devida aos gradientes de densidade e efeito de franja. O comprimento do
          percurso óptico deve ser fornecido pelo fabricante do instrumento tendo em conta
          eventuais medidas tomadas contra a deposição de fuligem (por exemplo, ar de purga).
          Se o comprimento do percurso óptico não for conhecido, deve ser determinado de
          acordo com a norma ISO DIS 11614, ponto 11.6.5.
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/201
           LS         Fonte luminosa
           A fonte luminosa deve ser uma lâmpada incandescente com uma temperatura de cor na
           gama dos 2800 K a 3250 K ou um díodo emissor de luz (LED) verde com um pico
           espectral compreendido entre 550 nm e 570 nm. A fonte luminosa deve ser protegida
           contra a deposição de fuligem por meios que não influenciem o comprimento do
           percurso óptico para além das especificações do fabricante.
           LD         Detector de luz
           O detector deve ser uma célula fotoeléctrica ou um fotodíodo (com um filtro se
           necessário). No caso de uma fonte de luz incandescente, o receptor deve ter uma
           resposta espectral de pico semelhante à curva fototópica do olho humano (resposta
           máxima) na gama dos 550 a 570 nm, e a menos de 4 % dessa resposta máxima abaixo
           dos 430 nm e acima de 680 nm. O detector deluz deve ser protegido contra a deposição
           de fuligem por meios que não influenciem o comprimento do percurso óptico para além
           das especificações do fabricante.
           CL         Lentes de colimação
           A luz deve ser colimada num feixe com um diâmetro máximo de 30 mm. Os raios do
           feixe de luz devem ser paralelos com uma tolerância de 3° em relação ao eixo óptico.
           T1         Sensor de temperatura
           A temperatura dos gases de escape pode ser monitorizada durante o ensaio.
           P          Bomba de recolha de amostras (facultativa)
           Pode ser utilizada uma bomba de recolha de amostras a jusante da câmara de medição
           para fazer passar a amostra de gás através da câmara de medição.
 ---pagebreak--- L 375/202         PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
                                                      Anexo 5
                CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO COMBUSTÍVEL DE REFERÊNCIA PARA
                MOTORES IPC PRESCRITO PARA OS ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO E PARA
                VERIFICAR A CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
   1.        COMBUSTÍVEL PARA MOTORES DIESEL(1)
            Parâmetro          Unidade          Limites(1)              Método de ensaio(2) Publicação
                                          Mínimo Máximo
    Índice de cetano(3)                      52             54               ISO 5165         1998 (4)
    Densidade a 15 °C          kg/m3         833           837               ISO 3675          1995
    Destilação:
    - ponto de 50 % vol        °C            245                             ISO 3405          1998
    - ponto de 95 % vol        °C            345           350               ISO 3405          1998
    - ponto de ebulição        °C             ---          370               ISO 3405          1998
       final
    Ponto de inflamação        °C             55            ---              EN 27719          1993
    CFPP                       °C             ---           -5                EN 116           1981
    Viscosidade a 40 °C        mm²/s         2,5           3,5              EN-ISO 3104        1996
    Hidrocarbonetos            % m/m         3,0           6,0               IP 391 (*)        1995
     aromáticos
     policíclicos
    Teor de enxofre(5)         mg/kg         ---           300        pr. EN-ISO/DIS 14596    1998 (4)
    Corrosão em cobre                        ---             1              EN-ISO 2160        1995
    Resíduo carbonoso          % m/m          ---          0,2             EN-ISO 10370
     Conradson (10 % no
     resíduo de destilação
     (DR))
    Teor de cinzas             % m/m          ---         0,01              EN-ISO 6245        1995
    Teor de água               % m/m          ---         0,05             EN-ISO 12937        1995
    Índice de neutralização    mg             ---         0,02           ASTM D 974-95        1998 (4)
     (ácido forte)
    Estabilidade à             mg/ ml         ---         0,025            EN-ISO 12205        1996
     oxidação(6)
   (1)          Se se exigir o cálculo do rendimento térmico de um motor ou veículo, o poder calorífico
                do combustível pode ser calculado a partir de:
                Energia específica (valor calorífico) (útil) em MJ/kg = (46,423 - 8,792d² + 3,170d) (1 -
                (x + y + s)) + 9,420s - 2,499x
 ---pagebreak--- 27.12.2006   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/203
           em que:
           d    = densidade a 15 °C;
           x    = proporção em massa de água (% dividida por 100);
           y    = proporção em massa de cinzas (% dividida por 100);
           s    = proporção em massa de enxofre (% dividida por 100).
    (2)    Os valores indicados na especificação são «valores reais». Para fixar os valores-limite,
           aplicaram-se os termos da norma ISO 4259, «Petroleum products - Determination and
           application of precision data in relation to methods of test» e, para fixar um valor
           mínimo, tomou-se em consideração uma diferença mínima de 2R acima do zero. Na
           fixação de um valor máximo e mínimo, a diferença mínima é de 4R (R =
           reprodutibilidade). Embora esta medida seja necessária por razões estatísticas, o
           fabricante de um combustível deve, no entanto, tentar obter um valor nulo, quando o
           valor máximo estabelecido for 2R, e o valor médio, no caso de serem indicados os
           limites máximo e mínimo. Se for necessário determinar se um combustível satisfaz ou
           não as condições da especificação, aplicam-se os termos constantes da norma ISO 4259.
    (3)    O intervalo indicado para o índice de cetano não está em conformidade com o requisito
           de um mínimo de 4R. No entanto, em caso de diferendo entre o fornecedor e o
           utilizador do combustível, poderão aplicar-se os termos da norma ISO 4259 para o
           resolver, desde que se efectue um número suficiente de medições repetidas para obter a
           precisão necessária em vez de realizar determinações únicas.
    (4)    O mês de publicação será especificado na devida altura.
    (5)    Deve-se indicar o teor real de enxofre do combustível utilizado para o ensaio. Além
           disso, o teor de enxofre do combustível de referência utilizado para a homologação de
           um veículo ou de um motor tendo em conta os valores-limite fixados na linha B do
           tabela incluída no ponto 5.2.1 do presente regulamento deve ter um valor máximo de 50
           ppm.
    (6)    Embora a estabilidade à oxidação seja controlada, é provável que o prazo de validade do
           produto seja limitado. Recomenda-se que seja pedido conselho ao fornecedor sobre as
           condições de armazenamento e de prazo de validade.
 ---pagebreak--- L 375/204     PT                          Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
   2.     ETANOL PARA MOTORES DIESEL(1)
                                                                         Limites (2)
                      Parâmetro                  Unidade                               Método de ensaio(3)
                                                                  Mínimo       Máximo
           Álcool, massa                          % m/m             92,4             -  ASTM D 5501
           Outro álcool que não o etanol          % m/m                -             2  ASTM D 5501
           contido no álcool total, massa
           Densidade a 15°C                       kg/m3              795           815  ASTM D 4052
           Teor de cinzas                         % m/m                          0,001     ISO 6245
           Ponto de inflamação                       °C               10                   ISO 2719
           Acidez, calculada como ácido           % m/m                -        0,0025    ISO 1388-2
           acético
           Índice de neutralização (ácido      KOH mg/1                -             1
           forte)
           Cor                                  Consoante a            -           10   ASTM D 1209
                                                   escala
           Resíduo seco a 100°C                   mg/kg                             15      ISO 759
           Teor de água                           % m/m                            6,5      ISO 760
           Aldeídos, calculados como ácido        % m/m                         0,0025    ISO 1388-4
           acético
           Teor de enxofre                        mg/kg                -            10  ASTM D 5453
           Ésteres, calculados como               % m/m                -           0,1  ASTM D 1617
           acetato de etilo
   (1)      Pode ser utilizado um aditivo para melhorar o índice de cetano do etanol, conforme
            especificado pelo fabricante do motor. A quantidade máxima permitida é 10 % m/m.
   (2)      Os valores citados nas especificações são «valores reais». Para fixar os valores-limite, foi
            aplicada a norma ISO 4259, «Petroleum products - Determination and application of
            precision data in relation to methods of test» e, para fixar um valor mínimo, tomou-se em
            consideração uma diferença mínima de 2R acima de zero. Na fixação de um valor máximo
            e mínimo, a diferença mínima é de 4R (R = reprodutibilidade). Embora esta medida seja
            necessária por razões estatísticas, o fabricante de um combustível deve, no entanto, tentar
            obter um valor nulo, quando o valor máximo estabelecido for 2R, e o valor médio, no caso
            de serem indicados os limites máximo e mínimo. Se for necessário determinar se um
            combustível satisfaz ou não as condições da especificação, aplicam-se os termos constantes
            da norma ISO 4259.
   (3)      Serão adoptados métodos ISO equivalentes quando emitidos para todas as propriedades
            supramencionadas.
                                                  __________
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                     Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/205
                                                  Anexo 6
    CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO COMBUSTÍVEL DE REFERÊNCIA PARA MOTORES A
         GN PRESCRITO PARA OS ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO E PARA VERIFICAR A
                                  CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO
           Tipo: GÁS NATURAL (GN)
           Os combustíveis no mercado europeu estão disponíveis em duas gamas:
           – gama H, cujos combustíveis de referência extremos são os GR e G23;
           – gama L, cujos combustíveis de referência extremos são o G23 e o G25.
           As características dos combustíveis de referência GR, G23 e G25 estão resumidas a seguir:
           Combustível de referência GR
               Características      Unidade          Típico         Limites     Método de ensaio
                                                                 Míni Máx
           Composição:
           Metano                   % (mol)             87         84       89
           Etano                      % mol             13         11       15
           Outros componentes         % mol              -          -       1       ISO 6974
                       (*)
           Teor de enxofre         mg/m3 (**)            -          -       10     ISO 6326-5
           (*)     Gases inertes +C2+
           (**)    Valor a determinar às condições normais [293,2 K (20°C) e 101,3 kPa].
           Combustível de referência G23
               Características      Unidade       Típico         Limites       Método de ensaio
                                                             Míni     Máx.
           Composição:
           Metano                    % mol         92,5      91,5      93,5
           Outros componentes        % mol            -        -         1        ISO 6974
                       (*)
           N2                        % mol          7,5       6,5       8,5
           Teor de enxofre         mg/m3 (**)         -        -        10       ISO 6326-5
 ---pagebreak--- L 375/206      PT                       Jornal Oficial da União Europeia               27.12.2006
          (*)     Gases inertes (diferentes de N2) +C2/C2+
          (**)    Valor a determinar às condições normais [293,2 K (20°C) e 101,3 kPa]
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                      Jornal Oficial da União Europeia                     L 375/207
           Combustível de referência G25
               Características       Unidade       Típico          Limites  Método de ensaio
                                                              Míni Máx.
           Composição:
           Metano                     % mol           86        84       88
           Outros componentes         % mol            -         -        1    ISO 6974
                       (*)
           N2                         % mol           14        12       16
           Teor de enxofre          mg/m3 (**)         -         -       10   ISO 6326-5
           (*)     Gases inertes (diferentes de N2) +C2/C2+
           (**)    Valor a determinar às condições normais [293,2 K (20°C) e 101,3 kPa].
                                                 _________
 ---pagebreak--- L 375/208          PT                      Jornal Oficial da União Europeia                      27.12.2006
                                                      Anexo 7
                              Tipo: GÁS DE PETRÓLEO LIQUEFEITO (GPL)
       Parâmetro           Unidade       Limites Combustível Limites Combustível Método de ensaio
                                                             A                    B
                                         Mínimo         Máximo         Mínimo  Máximo
    Índice de octano do                   92,5 (1)
                                                                          92,5          EN 589 anexo B
    motor
    Composição:
    Teor de C3              % vol           48               52            83     87
    Teor de C4              % vol           48               52            13     17        ISO 7941
    Olefinas                % vol                            12                   14
    Resíduo          de     mg/kg                            50                   50        NFM 41015
    evaporação
    Teor total de ppm em massa                               50                   50         EN 24260
                                     (1)
    enxofre
    Sulfureto        de      ---                           Nada                 Nada        ISO 8819
    hidrogénio
    Corrosão        em classificação                      classe 1             classe 1    ISO 6251(2)
    lâmina de cobre
    Água a 0°C                                             isento               isento  inspecção visual
   (1)        Valor a determinar às condições normais 293,2 K (20 °C) e 101,3 kPa.
   (2)        Este método pode não determinar com precisão a presença de materiais corrosivos se a
              amostra contiver inibidores de corrosão ou outros produtos químicos que diminuam a
              agressividade da amostra à lâmina de cobre. Assim sendo, é proibida a adição de tais
              compostos com a única finalidade de influenciar o método de ensaio.
                                                   ________
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                          Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/209
                                                   Anexo 8
                               EXEMPLO DO MÉTODO DE CÁLCULO
    1.     ENSAIO ESC
    1.1.   Emissões gasosas
           Os dados da medição para o cálculo dos resultados dos modos individuais são
           indicados a seguir. Neste exemplo, o CO e os NOx são medidos em base seca e
           os HC em base húmida. A concentração dos HC é dada em equivalentes de
           propano (C3) e tem de ser multiplicada por 3 para se transformar em equivalente
           de C1. O método de cálculo é idêntico para os outros modos.
               P          Ta        Ha        GEXH GAIRW            GFUEL     HC        CO    NOx
             (kW)        (K)      (g/kg)      (kg)        (kg)       (kg)    (ppm)     (ppm) (ppm)
              82,9      294,8      7,81      563,38 545,29          18,09      6,3      41,2  495
           Cálculo do factor de correcção base seca - base húmida KW,r (ponto 4.2 do
           apêndice 1 do anexo 4):
                       1,969                                   1,608 ∗ 7,81
           FFH =                   = 1,9058 e KW2 =                              = 0,0124
                  ⎛      18,09 ⎞                          1000 + (1,608 ∗ 7,81)
                  ⎜1 +          ⎟
                  ⎝ 545,29 ⎠
                    ⎛              18,09 ⎞
           KW,r = ⎜1 − 1,9058 ∗            ⎟ − 0,0124 = 0,9239
                    ⎝              541,06 ⎠
           Cálculo das concentrações em base húmida
           CO = 41,2 * 0,9239 = 38,1 ppm
           NOx = 495 * 0,9239 = 457 ppm
           Cálculo do factor de correcção da humidade dos NOx, KH,D (ponto 4.3 do
           apêndice 1 do anexo 4):
           A = 0,309 * 18,09/541,06 - 0,0266                = -0,0163
           B = -0,209 * 18,09/541,06 + 0,00954              = 0,0026
                                                        1
                KH D =                                                              = 0,9625
                          1 − 0,0163 ∗ (7,81 − 10,71) + 0,0026 ∗ ( 294,8 − 298)
                     ,
 ---pagebreak--- L 375/210   PT                      Jornal Oficial da União Europeia                       27.12.2006
          Cálculo dos caudais mássicos das emissões (ponto 4.4 do apêndice 1 do anexo
          4):
          NOx = 0,001587 * 457 * 0,9625 * 563,38 = 393,27 g/h
          CO       = 0,000966 * 38,1 * 563,38 = 20,735 g/h
          HC       = 0,000479 * 6,3 * 3 * 563,38 = 5,100 g/h
          Cálculo das emissões específicas (ponto 4.5 do apêndice 1 do anexo 4):
          A título de exemplo, segue-se o cálculo do CO. O método de cálculo é idêntico
          para as outras componentes.
          Multiplicam-se os caudais mássicos das emissões dos modos individuais pelos
          respectivos factores de ponderação, conforme indicado no ponto 2.7.1 do
          apêndice 1 do anexo 4, procedendo-se de seguida ao seu somatório para obter o
          caudal mássico médio das emissões durante o ciclo:
          CO = (6,7 * 0,15) + (24,6 * 0,08) + (20,5 * 0,10) + (20,7 * 0,10) + (20,6 *
          0,05) + (15,0 * 0,05) + (19,7 * 0,05) + (74,5 * 0,09) + (31,5 * 0,10) + (81,9 *
          0,08) + (34,8 * 0,05) + (30,8 * 0,05) + (27,3 * 0,05) = 30,91 g/h
          Multiplica-se a potência do motor em cada um dos modos pelos respectivos
          factores de ponderação, conforme indicado no ponto 2.7.1 do apêndice 1 do
          anexo 4, procedendo-se em seguida à sua soma para obter a potência média do
          ciclo:
          P(n) = (0,1 * 0,15) + (96,8 * 0,08) + (55,2 * 0,10) + (82,9 * 0,10) + (46,8 *
          0,05) + (70,1 * 0,05) + (23,0 * 0,05) +(114,3 * 0,09) + (27,0 * 0,10) + (122,0 *
          0,08) + (28,6 * 0,05) + (87,4 * 0,05) + (57,9 * 0,05) = 60,006 kW
                                           30,91
                                   CO =              = 0,515 g/kWh
                                          60,006
          Cálculo das emissões específicas dos NOx do ponto aleatório (ponto 4.6.1 do
          apêndice 1 do anexo 4):
          Considera-se que os valores a seguir indicados foram determinados no ponto
          aleatório:
          nZ          =  1600 min-1
          MZ          =  495 Nm
          NOx mass,Z  =  487,9 g/h (calculado de acordo com as fórmulas anteriores)
          P(n)Z       =  83 kW
          NOx,Z       =  487,9/83 = 5,878 g/kWh
          Determinação do valor das emissões do ciclo de ensaios (ponto 4.6.2 do
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/211
              apêndice 1 do anexo 4):
              Sejam os valores dos quatro modos envolventes com o ensaio ESC os seguintes:
                  nRT    nSU      ER       ES          ET       EU       MR     MS  MT      MU
                 1368   1785     5,943   5,565      5,889     4,973      515    460 681     610
           ETU = 5,889 + (4,973-5,889) * (1600-1368)/(1785-1368) = 5,377 g/kWh
           ERS = 5,943 + (5,565-5,943) * (1600-1368)/(1785-1368) = 5,732 g/kWh
           MTU = 681 + (601-681) * (1600-1368)/(1785-1368) = 641,3 Nm
           MRS = 515 + (460-515) * (1600-1368)/(1785-1368) = 484,3 Nm
           EZ = 5,732 + (5,377-5,732) * (495-484,3)/(641,3-484,3) = 5,708 g/kWh
           Comparação dos valores das emissões dos NOx (ponto 4.6.3 do apêndice 1 do
           anexo 4):
           NOx diff = 100 * (5,878-5,708)/5,708 = 2,98 %
    1.2.   Emissões de partículas
           A medição das partículas baseia-se no princípio da recolha de amostras de
           partículas durante o ciclo completo, mas determinando a massa das amostras e os
           caudais (MSAM e GEDF) durante os modos individuais. O cálculo de GEDF
           depende do sistema utilizado. Nos exemplos a seguir, utiliza-se um sistema com
           medição do CO2 e método do balanço do carbono e um sistema com medição do
           caudal. Ao utilizar um sistema de diluição do caudal total, GEDF é directamente
           medido pelo equipamento CVS.
           Cálculo do GEDF (pontos 5.2.3 e 5.2.4 do apêndice 1 do anexo 4)
           Consideram-se os dados de medição do modo 4 os indicados a seguir. O método de
           cálculo é idêntico para os outros modos.
                 GEXH         GFUEL          GDILW             GTOTW         CO2D     CO2A
                (kg/h)        (kg/h)         (kg/h)            (kg/h)         (%)       (%)
               334,02         10,76         5,4435               6,0         0,657    0,040
           a) Método do balanço do carbono
                                             206,5 ∗ 10,76
                                  GEDFW =                      = 3601,2 kg/h
                                            0,657 − 0,040
 ---pagebreak--- L 375/212      PT                     Jornal Oficial da União Europeia                      27.12.2006
          b) Método da medição do caudal
                                             6,0
                                  q=                     = 10,78
                                       (6,0 − 5,4435
          GEDFW = 334,02 * 10,78 = 3600,7 kg/h
          Cálculo dos caudais mássicos das emissões (ponto 5.4 do apêndice 1 do anexo 4):
          Multiplicam-se os caudais GEDFW dos diversos modos pelos respectivos factores de
          ponderação, conforme indicado no ponto 2.7.1 do apêndice 1 do anexo 4, procedendo-se
          em seguida à sua soma para obter o caudal GEDF médio durante o ciclo. A massa total de
          partículas MSAM consiste no somatório das massas das amostras dos modos individuais:
          G EDFW = (3567 * 0,15)+(3592 * 0,08)+(3611 * 0,10)+(3600 * 0,10)
          +(3618 * 0,05) +(3600 * 0,05)+(3640 * 0,05)+(3614 * 0,09)+(3620 *
          0,10)+(3601 * 0,08) +(3639 * 0,05)+(3582 * 0,05)+(3635 * 0,05)
          = 3604,6 kg/h
          MSAM = 0,226 + 0,122 + 0,151 + 0,152 + 0,076 + 0,076 + 0,076 + 0,136 + 0,151
          + 0,121 + 0,076 + 0,076 + 0,075 = 1,515 kg
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/213
           Se a massa de partículas nos filtros for de 2,5 mg, então:
                                                 2,5 3604,6
                                    PTmass =           ∗           = 5,948 g/h
                                               1,515 1000
           Correcção quanto às condições de fundo (facultativa)
           Considere-se uma medição das condições de fundo com os valores a seguir. O
           cálculo do factor de diluição DF é idêntico ao do ponto 3.1 do presente anexo e não
           está indicado aqui.
                                     Md = 0,1 mg; MDIL = 1,5 kg
           Soma de DF = [(1-1/119,15) * 0,15] + [(1-1/8,89) * 0,08] + [(1-1/14,75) * 0,10] + [(1-
           1
            /10,10) * 0,10] + [(1-1/18,02) * 0,05] + [(1-1/12,33) * 0,05] + [(1-1/32,18) * 0,05] +
           [(1-1/6,94) * 0,09] + [(1-1/25,19) * 0,10] + [(1-1/6,12) * 0,08] + [(1-1/20,87) * 0,05] +
           [(1-1/8,77) * 0,05] + [(1-1/12,59) * 0,05] = 0,923
                                   2,5 ⎛ 0,1               ⎞ 3604,6
                        PTmass =        − ⎜ ∗ 0,923 ⎟ ∗                = 5,726 g/h
                                  1,515 ⎝ 1,5              ⎠ 1000
           Cálculo das emissões específicas (ponto 5.5 do apêndice 1 do anexo 4):
           P(n) = (0,1 * 0,15) + (96,8 * 0,08) + (55,2 * 0,10) +(82,9 * 0,10) +(46,8 * 0,05)
           +(70,1 * 0,05) + (23,0 * 0,05) +(114,3 * 0,09) + (27,0 * 0,10) +(122,0 * 0,08) +
           (28,6 * 0,05) + (87,4 * 0,05) + (57,9 * 0,05) = 60,006 kW
                          5,948
                   PT =          = 0,099 g/kWh, se corrigido quanto às condições de fundo
                         60,006
                                            5,726
                                    PT =              = 0,095 g/kWh
                                           60,006
              Cálculo do factor de ponderação específico (ponto 5.6 do apêndice 1 do anexo
              4):
              Sendo os valores calculados pelo modo 4 acima, então:
                                                 0,152 ∗ 3604,6
                                      WFE,I =                       = 0,1004
                                                 1,515 ∗ 3600,7
 ---pagebreak--- L 375/214   PT                         Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
          Este valor está dentro da aproximação em relação ao valor requerido, 0,10 ±
          0,003.
   2.     ENSAIO ELR
          Dado que a filtragem de Bessel é um método completamente novo de estabelecimento
          de médias na legislação europeia relativa aos gases de escape, apresentam-se a seguir
          uma explicação do filtro de Bessel, um exemplo da obtenção de um algoritmo de Bessel
          e um exemplo do cálculo do valor final dos fumos. As constantes do algoritmo de
          Bessel dependem apenas do projecto do opacímetro e da taxa de recolha do sistema de
          aquisição de dados. Recomenda-se que o fabricante do opacímetro forneça as
          constantes finais do filtro de Bessel relativamente a diferentes taxas de recolha e que o
          cliente utilize estas para obter o algoritmo de Bessel e calcular os valores de fumos.
   2.1.   Observações gerais sobre o filtro de Bessel
          Devido a distorções de alta frequência, o sinal bruto da opacidade revela usualmente um
          traço extremamente disperso. Para remover essas distorções devidas à alta frequência, é
          necessário um filtro de Bessel para o ensaio ELR. O próprio filtro de Bessel é um filtro
          passa-baixo de segunda ordem iterativo que garante a subida mais rápida do sinal sem
          pico transitório.
          Considerando um penacho de fumo de escape bruto em tempo real no tubo de escape,
          cada opacímetro revela um traço de opacidade atrasado e medido de modo diferente. O
          atraso e a magnitude do traço de opacidade medido dependem em primeiro lugar da
          geometria da câmara de medição do opacímetro, incluindo as linhas de recolha de
          amostras dos gases de escape, e do tempo necessário para processar o sinal na parte
          electrónica do opacímetro. Os valores que caracterizam estes dois efeitos são chamados
          os tempos de resposta física e eléctrica, que representam um filtro individual para cada
          tipo de opacímetro.
          O objectivo da aplicação de um filtro de Bessel consiste em garantir uma característica
          filtrante uniforme global de todo o sistema do opacímetro, que consiste em:
          - tempo de resposta física do opacímetro (tp);
          - tempo de resposta eléctrica do opacímetro (te);
          - tempo de resposta do filtro de Bessel aplicado (tF);
          O tempo global de resposta resultante do sistema, tAver, é dado por:
                                                    2        2      2
                                      tAver = tF + tp + te ,
          e deve ser igual para todas as espécies de opacímetros de modo a dar o mesmo valor de
          fumos. Assim sendo, um filtro de Bessel tem de ser criado de modo tal que o tempo de
          resposta do filtro (tF), juntamente com os tempos de resposta física (tp) e eléctrica (te) do
          opacímetro individual resultem no tempo de resposta global (tAver) requerido. Uma vez
 ---pagebreak--- 27.12.2006         PT                         Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/215
                 que tp e te são valores dados para cada opacímetro, e tAver é definido como sendo 1,0 s no
                 presente regulamento, tF pode ser calculado do seguinte modo:
                                             tF =    tAver2 − tp2 − te2
                 Por definição, o tempo de resposta do filtro tF é o tempo de subida de um sinal de saída
                 filtrado entre 10 % e 90 % num sinal de entrada em degrau. Assim sendo, a frequência
                 de corte do filtro de Bessel tem de ser sujeita a iteração de modo tal que o tempo de
                 resposta do filtro de Bessel se ajuste ao tempo de subida requerido.
                         ]-[
                           la
                            ng
                             iS
                              .A
                 Figura a)       - Traços de um sinal de entrada em degrau e do sinal de saída filtrado
    Legenda da figura a)
    EN                                                          PT
    Step input signal                                           Sinal de entrada em degrau
    Bessel filtered output signal                               Sinal de saída filtrado pelo filtro de
                                                                Bessel
                 Na figura a), estão indicados os traços de um sinal de entrada em degrau e de um
                 sinal de saída filtrado por um filtro de Bessel, bem como o tempo de resposta do
                 filtro de Bessel (tF).
                 A obtenção do algoritmo final de Bessel é um processo em várias fases que exige
                 vários ciclos de iteração. Apresenta-se a seguir o esquema do método de
                 iteração.
 ---pagebreak--- L 375/216 PT Jornal Oficial da União Europeia 27.12.2006 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                        Jornal Oficial da União Europeia                            L 375/217
    Legenda
    EN                                                        PT
    Characteristics of opacimeter                             Cracterísticas do opacímetro
    Regulation                                                Regulação
    Data acquisition system sample rate                       Taxa de recolha do sistema de aquisição
                                                              de dados
    Required overall Bessel filter response                   Tempo de resposta global do filtro de
    time                                                      Bessel requerido
    Design of Bessel filter algorithm                         Concepção do algoritmo do filtro de
                                                              Bessel
    Application of Bessel filter on step input                Aplicação do filtro de Bessel ao sinal de
                                                              entrada em degrau
    Adjustment of cut-off frequency                           Ajustamento da frequência de corte
    Calculation of iterated filter response                   Cálculo do tempo de resposta do filtro
    time                                                      após iteração
    Deviation between tF and TFiter                           Desvio entre tF e TFiter
    Iteration                                                 Iteração
    Check for iteration criteria                              Verificação dos critérios de iteração
    No                                                        Não
    Yes                                                       Sim
    Final Bessel filter constants and                         Algoritmo final e contantes finais do
    algorithm                                                 filtro de Bessel
    Step                                                      Passo
    2.2.        Cálculo do algoritmo de Bessel
                No exemplo a seguir, o algoritmo de Bessel é obtido em vários passos de acordo
                com o método de iteração acima referido, baseado no ponto 6.1 do apêndice 1 do
                anexo 4.
                Consideram-se as características a seguir indicadas para o opacímetro e o sistema
                de aquisição de dados:
                - tempo de resposta física, tp       0,15 s
                - tempo de resposta eléctrica, te 0,05 s
                - tempo de resposta global, tAver        1,00 s      (por definição no presente
                                                                          regulamento)
                - taxa de recolha de amostras                               150 (Hz)
                Passo 1 Tempo de resposta do filtro de Bessel tF:
                                     tF = 12 − (0,152 + 0,052 ) = 0,987421 s
                Passo 2 Estimação da frequência de corte e cálculo das constantes de Bessel E,
 ---pagebreak--- L 375/218   PT                           Jornal Oficial da União Europeia                            27.12.2006
          K para a primeira iteração:
          fc = 3,1415 / (10 * 0,987421) = 0,318152 Hz
          ∆t = 1 / 150 = 0,006667 s
          Ω = 1 / [tan (3,1415 * 0,006667 * 0,318152)] = 150,076644
                                                         1
                E=                                                                  2
                                                                                      = 7,07948 ∗10 −5
                       1 + 150,076644 ∗ 3 ∗ 0,618034 + 0,618034 ∗150,076644
          K = 2 * 7,07948 * 10-5 * (0,618034 * 150,076644 - 1) – 1 = 0,970783
          O que dá o algoritmo de Bessel:
          Yi = Yi-1 + 7,07948 * 10-5 * (Si + 2 * Si-1 + Si-2 - 4 * Yi-2) + 0,970783 * (Yi-1 - Yi-
                 2)
          em que Si representa os valores do sinal de entrada em degrau (ou «0» ou «1») e
          Yi , os valores filtrados do sinal de saída.
          Passo 3 Aplicação do filtro de Bessel ao sinal de entrada em degrau:
          O tempo de resposta tF do filtro de Bessel é definido como o tempo de subida do
          sinal de saída filtrado entre 10 % e 90 % num sinal de entrada em degrau. Para
          determinar os tempos de obtenção de 10 % (t10) e 90 % (t90) do sinal de saída,
          tem de ser aplicado um filtro de Bessel a uma entrada em degrau utilizando os
          valores acima indicados de fc, E e K.
          Os números de índice, o tempo e os valores de um sinal de entrada em degrau e
          os valores resultantes do sinal de saída filtrado para a primeira e a segunda
          iterações estão indicados na tabela B. Os pontos adjacentes a t10 e t90 estão
          assinalados com númneros a negrito. Na tabela B, primeira iteração, o valor de
          10 % ocorre entre os números de índice 30 e 31, e o valor 90 %, entre os
          números de índice 191 e 192. Para o cálculo de tF,iter os valores exactos de t10
          and t90 são determinados por interpolação linear entre os pontos de medição
          adjacentes, do seguinte modo:
                             t10=tlower + ∆t * (0,1-outlower)/(outupper - outlower)
                             t90=tlower + ∆t * (0,9-outlower)/(outupper - outlower)
          em que outupper e outlower, são respectivamente os pontos adjacentes do sinal de saída
          filtrado de Bessel e tlower é o tempo do ponto de tempo adjacente, conforme indicado na
          tabela B.
                    t10 =0,200000+0,006667*(0,1-0,099208)/(0,104794-0,099208)=0,200945 s
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                           Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/219
                    t90 =1,273333+0,006667*(0,9-0,899147)/(0,901168-0,899147)=1,276147 s
           Passo 4 Tempo de resposta do filtro do primeiro ciclo de iteração:
                               tF,iter =  1,276147 – 0,200945 = 1,075202 s
           Passo 5 Desvio entre os tempos de resposta do filtro requeridos e obtidos no primeiro
           ciclo de iteração:
                          ∆ = (1,075202 - 0,987421) / 0,987421 = 0,081641
           Passo 6 Verificação dos critérios de iteração:
           Exige-se que |∆| ≤ 0,01. Dado que 0,081641 > 0,01, o critério de iteração não é
           satisfeito e tem de ser iniciado um novo ciclo de iteração. Para este ciclo, calcula-se
           uma nova frequência de corte fc e ∆ do seguinte modo:
                           fc,new = 0,318152 * (1 + 0,081641) = 0,344126 Hz
           Esta nova frequência de corte é utilizada no segundo ciclo de iteração, retomando o
           passo 2. A iteração tem de ser repetida até o critério de iteração ser satisfeito.Os valores
           resultantes das primeira e segunda iterações estão resumidos na tabela A.
 ---pagebreak--- L 375/220   PT                        Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
                     Parâmetro                         1. Iteração              2. Iteração
                    fc      (Hz)                      0,318152                  0,344126
                    E       (-)                       7,07948 * 10-5            8,272777 * 10-5
                    K       (-)                       0,970783                  0,968410
                    t10     (s)                       0,200945                  0,185523
                    t90     (s)                       1,276147                  1,179562
                    tF,iter (s)                       1,075202                  0,994039
                    ∆       (-)                       0,081641                  0,006657
                    fc,new (Hz)                       0,344126                  0,346417
          Tabela A - Valores das primeira e segunda iterações
          Passo 7 Algoritmo de Bessel final:
          Logo que seja satisfeito o critério de iteração, calculam-se as constantes finais do filtro
          de Bessel e o algoritmo final de Bessel de acordo com o passo 2. Neste exemplo, o
          critério de iteração foi satisfeito após a segunda iteração (∆ = 0,006657 ≤ 0,01). Utiliza-
          se então o algoritmo final para determinar os valores médios dos fumos (ver o ponto 2.3
          a seguir).
                 YI=Yi-1+8,272777*10-5*(Si+2*Si-1+Si-2-4*Yi-2)+0,968410*(Yi-1-Yi-2)
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                      Jornal Oficial da União Europeia                                   L 375/221
                                       Sinal de entrada                 Sinal de saída filtrado Y  i
                                          em degrau
             Índice I      Tempo              S i                                  [-]
               [-]           [s]              [-]               1. Iteração                  2. Iteração
                -2       -0,013333             0                 0,000000                     0,000000
                -1       -0,006667             0                 0,000000                     0,000000
                 0       0,000000              1                 0,000071                     0,000083
                 1       0,006667              1                 0,000352                     0,000411
                 2       0,013333              1                 0,000908                     0,001060
                 3       0,020000              1                 0,001731                     0,002019
                 4       0,026667              1                 0,002813                     0,003278
                 5       0,033333              1                 0,004145                     0,004828
                ~             ~                ~                      ~                            ~
               24        0,160000              1                 0,067877                     0,077876
               25        0,166667              1                 0,072816                     0,083476
               26        0,173333              1                 0,077874                     0,089205
               27        0,180000              1                 0,083047                     0,095056
               28        0,186667              1                 0,088331                     0,101024
               29        0,193333              1                 0,093719                     0,107102
               30        0,200000              1                 0,099208                     0,113286
               31        0,206667              1                 0,104794                     0,119570
               32        0,213333              1                 0,110471                     0,125949
               33        0,220000              1                 0,116236                     0,132418
               34        0,226667              1                 0,122085                     0,138972
               35        0,233333              1                 0,128013                     0,145605
               36        0,240000              1                 0,134016                     0,152314
               37        0,246667              1                 0,140091                     0,159094
                ~             ~                ~                      ~                            ~
               175       1,166667              1                 0,862416                     0,895701
               176       1,173333              1                 0,864968                     0,897941
               177       1,180000              1                 0,867484                     0,900145
               178       1,186667              1                 0,869964                     0,902312
               179       1,193333              1                 0,872410                     0,904445
               180       1,200000              1                 0,874821                     0,906542
               181       1,206667              1                 0,877197                     0,908605
               182       1,213333              1                 0,879540                     0,910633
               183       1,220000              1                 0,881849                     0,912628
               184       1,226667              1                 0,884125                     0,914589
               185       1,233333              1                 0,886367                     0,916517
               186       1,240000              1                 0,888577                     0,918412
               187       1,246667              1                 0,890755                     0,920276
               188       1,253333              1                 0,892900                     0,922107
               189       1,260000              1                 0,895014                     0,923907
               190       1,266667              1                 0,897096                     0,925676
               191       1,273333              1                 0,899147                     0,927414
               192       1,280000              1                 0,901168                     0,929121
               193       1,286667              1                 0,903158                     0,930799
               194       1,293333              1                 0,905117                     0,932448
               195       1,300000              1                 0,907047                     0,934067
                ~             ~                ~                      ~                            ~
           Tabela B   -    Valores do sinal de entrada em degrau e do sinal de saída filtrado de
                        Bessel para o primeiro e segundo ciclos de iteração
 ---pagebreak--- L 375/222     PT                     Jornal Oficial da União Europeia                         27.12.2006
   2.3.   Cálculo dos valores dos fumos
          No esquema a seguir apresenta-se o processo geral de determinação do valor final de
          fumos.
 ---pagebreak--- 27.12.2006        PT                     Jornal Oficial da União Europeia                            L 375/223
    Legenda
    EN                                                     PT
    Speed                                                  Velocidade
    Load step                                              Patamares de carga
    Raw opacity values                                     Valores da opacidade bruta
    Conversion to light absorption coefficient             Conversão em coeficiente de absorção da luz
    Filtering with Bessel filter                           Filtração com o filtro de Bessel
    Selection of maximum K-value (peak) for each           Selecção do valor máximo de K (pico) para
    speed and load steo                                    cada velocidade e patamar de carga
    Cycle of validation for each speed                     Ciclo de evalidação para cada velocidade
    Calculation of the final smoke value                   Cálculo do valor final dos fumos
 ---pagebreak--- L 375/224         PT                         Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
                Na figura b, indicam-se os traços do sinal medido da opacidade bruta e dos coeficientes
                de absorção da luz não filtrada e filtrada (valor k) do primeiro degrau de um ensaio
                ELR, bem como o valor máximo Ymax1,A (pico) do traço filtrado de k. O quadro C
                contém os valores numéricos correspondentes do índice i, do tempo (taxa de recolha de
                150 hz), da opacidade bruta e do coeficiente k não filtrado e filtrado. A filtragem foi
                realizada utilizando as constantes do algoritmo de Bessel obtido no ponto 2.2 do
                presente anexo Devido à grande quantidade de dados, apenas se tabelaram as secções
                do traço dos fumos em torno do início e do pico.
                           ]
                           %
                           [
                           N
                           yti
                             ca
                              p
                              O
                              .B
             Figura b    -       Traços da opacidade medida N, do coeficiente k dos fumos não filtrados e
                                 do coeficiente k dos fumos filtrados.
   Legenda da figura b)
   EN                                                         PT
   Opacity                                                    Opacidade
   Unfiltered smoke                                           Fumos não filtrados
   Filtered smoke                                             Fumos filtrados
   Peak                                                       Pico
                O valor de pico (i = 272) é calculado considerando os dados da tabela C. Todos os
                outros valores individuais dos fumos são calculados do mesmo modo.
                Cálculo do valor k (ponto 6.3.1 do apêndice 1 do anexo 4)
                                              LA (m)                            0,430
                                              Index I                            272
                                               N (%)                           16,783
 ---pagebreak--- 27.12.2006 PT Jornal Oficial da União Europeia          L 375/225
              S271 (m-1)                       0,427392
              S270 (m-1)                       0,427532
              Y271 (m-1)                       0,542383
              Y270 (m-1)                       0,542337
 ---pagebreak--- L 375/226       PT                      Jornal Oficial da União Europeia                             27.12.2006
                                      1        ⎛ 16,783 ⎞                    -1
                                k=-        ∗ ln⎜1 −           ⎟ = 0,427252 m
                                    0,430      ⎝        100 ⎠
          Este valor corresponde a S272 na equação a seguir.
          Cálculo da média de Bessel dos fumos (ponto 6.3.2 do apêndice 1 do anexo 4):
          Na equação a seguir, utilizam-se as constantes de Bessel do ponto 2.2. O valor de k não
          filtrado real, conforme calculado acima, corresponde a S272 (Si). S271 (Si-1) e S270 (Si-2) são
          os dois valores k não filtrados anteriores, Y271 (Yi-1) e Y270 (Yi-2) são os dois valores k
          filtrados anteriores.
              Y272 = 0,542383+8,272777*10-5*(0,427252+2*0,427392+0,427532-4*0,542337)+
                     0,968410*(0,542383-0,542337) = 0,542389 m-1
          Este valor corresponde a Ymax1,A na equação a seguir.
          Cálculo do valor final dos fumos (ponto 6.3.3 do apêndice 1 do anexo 4)
          A partir de cada traço dos fumos, toma-se o valor k filtrado máximo para a continuação
          dos cálculos. Considerem-se os seguintes valores:
                                                           Ymax (m-1)
                   Velocidade          Ciclo 1               Ciclo 2          Ciclo 3
                        A              0,5424                0,5435           0,5587
                        B              0,5596                0,5400           0,5389
                        C              0,4912                0,5207           0,5177
              SVA = (0,5424 + 0,5435 + 0,5587) / 3         =                       0,5482 m-1
              SVB = (0,5596 + 0,5400 + 0,5389) / 3         =                       0,5462 m-1
              SVC = (0,4912 + 0,5207 + 0,5177) / 3         =                       0,5099 m-1
              SV      = (0,43*0,5482)+(0,56*0,5462)+(0,01*0,5099)               =  0,5467 m-1
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                      Jornal Oficial da União Europeia                         L 375/227
           Validação do ciclo (ponto 3.4 do apêndice 1 do anexo 4)
           Antes de calcular SV, o ciclo deve ser validado através do cálculo dos desvios-padrão
           relativos dos fumos dos três ciclos para cada regime.
                      Velocidade     Média SV (m-1) Desvio-padrão absoluto Desvio-padrão relativo
                                                                       (m-1)              (%)
                           A              0,5482                     0,0091               1,7
                           B              0,5462                     0,0116               2,1
                           C              0,5099                     0,0162               3,2
           No exemplo acima, o critério de validação dos 15 % é satisfeito no que diz respeito a cada
                     velocidade.
 ---pagebreak--- L 375/228     PT                     Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
                                                Tabela C
          Valores da opacidade N e valores k não filtrados e filtrados no início do patamar de carga
              Indíce i         Tempo           Opacidade N              Valor k      Valor k
                 [-]             [s]                 [%]              não filtrado   filtrado
                                                                         [m-1]        [m-1]
                 -2          0,000000             0,000000             0,000000     0,000000
                 -1          0,000000             0,000000             0,000000     0,000000
                  0          0,000000             0,000000             0,000000     0,000000
                  1          0,006667             0,020000             0,000465     0,000000
                  2          0,013333             0,020000             0,000465     0,000000
                  3          0,020000             0,020000             0,000465     0,000000
                  4          0,026667             0,020000             0,000465     0,000001
                  5          0,033333             0,020000             0,000465     0,000002
                  6          0,040000             0,020000             0,000465     0,000002
                  7          0,046667             0,020000             0,000465     0,000003
                  8          0,053333             0,020000             0,000465     0,000004
                  9          0,060000             0,020000             0,000465     0,000005
                 10          0,066667             0,020000             0,000465     0,000006
                 11          0,073333             0,020000             0,000465     0,000008
                 12          0,080000             0,020000             0,000465     0,000009
                 13          0,086667             0,020000             0,000465     0,000011
                 14          0,093333             0,020000             0,000465     0,000012
                 15          0,100000             0,192000             0,004469     0,000014
                 16          0,106667             0,212000             0,004935     0,000018
                 17          0,113333             0,212000             0,004935     0,000022
                 18          0,120000             0,212000             0,004935     0,000028
                 19          0,126667             0,343000             0,007990     0,000036
                 20          0,133333             0,566000             0,013200     0,000047
                 21          0,140000             0,889000             0,020767     0,000061
                 22          0,146667             0,929000             0,021706     0,000082
                 23          0,153333             0,929000             0,021706     0,000109
                 24          0,160000             1,263000             0,029559     0,000143
                 25          0,166667             1,455000             0,034086     0,000185
                 26          0,173333             1,697000             0,039804     0,000237
                 27          0,180000             2,030000             0,047695     0,000301
                 28          0,186667             2,081000             0,048906     0,000378
                 29          0,193333             2,081000             0,048906     0,000469
                 30          0,200000             2,424000             0,057067     0,000573
                 31          0,206667             2,475000             0,058282     0,000693
                 32          0,213333             2,475000             0,058282     0,000827
                 33          0,220000             2,808000             0,066237     0,000977
                 34          0,226667             3,010000             0,071075     0,001144
                 35          0,233333             3,253000             0,076909     0,001328
                 36          0,240000             3,606000             0,085410     0,001533
                 37          0,246667             3,960000             0,093966     0,001758
                 38          0,253333             4,455000             0,105983     0,002007
                 39          0,260000             4,818000             0,114836     0,002283
                 40          0,266667             5,020000             0,119776     0,002587
                  ~               ~                    ~                   ~             ~
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                       Jornal Oficial da União Europeia                               L 375/229
                                         Tabela C (continuação)
           Valores da opacidade N e valores k não filtrados e filtrados em torno de Ymax1,A
                               (≡ valor de pico, indicado em algarismos a negrito)
               Índice I         Tempo             Opacidade N             Valor k    Valor k filtrado
                  [-]              [s]                   [%]            não filtrado     [m-1]
                                                                           [m-1]
                 259           1,726667            17,182000             0,438429      0,538856
                 260           1,733333            16,949000             0,431896      0,539423
                 261           1,740000            16,788000             0,427392      0,539936
                 262           1,746667            16,798000             0,427671      0,540396
                 263           1,753333            16,788000             0,427392      0,540805
                 264           1,760000            16,798000             0,427671      0,541163
                 265           1,766667            16,798000             0,427671      0,541473
                 266           1,773333            16,788000             0,427392      0,541735
                 267           1,780000            16,788000             0,427392      0,541951
                 268           1,786667            16,798000             0,427671      0,542123
                 269           1,793333            16,798000             0,427671      0,542251
                 270           1,800000            16,793000             0,427532      0,542337
                 271           1,806667            16,788000             0,427392      0,542383
                 272           1,813333            16,783000             0,427252      0,542389
                 273           1,820000            16,780000             0,427168      0,542357
                 274           1,826667            16,798000             0,427671      0,542288
                 275           1,833333            16,778000             0,427112      0,542183
                 276           1,840000            16,808000             0,427951      0,542043
                 277           1,846667            16,768000             0,426833      0,541870
                 278           1,853333            16,010000             0,405750      0,541662
                 279           1,860000            16,010000             0,405750      0,541418
                 280           1,866667            16,000000             0,405473      0,541136
                 281           1,873333            16,010000             0,405750      0,540819
                 282           1,880000            16,000000             0,405473      0,540466
                 283           1,886667            16,010000             0,405750      0,540080
                 284           1,893333            16,394000             0,416406      0,539663
                 285           1,900000            16,394000             0,416406      0,539216
                 286           1,906667            16,404000             0,416685      0,538744
                 287           1,913333            16,394000             0,416406      0,538245
                 288           1,920000            16,394000             0,416406      0,537722
                 289           1,926667            16,384000             0,416128      0,537175
                 290           1,933333            16,010000             0,405750      0,536604
                 291           1,940000            16,010000             0,405750      0,536009
                 292           1,946667            16,000000             0,405473      0,535389
                 293           1,953333            16,010000             0,405750      0,534745
                 294           1,960000            16,212000             0,411349      0,534079
                 295           1,966667            16,394000             0,416406      0,533394
                 296           1,973333            16,394000             0,416406      0,532691
                 297           1,980000            16,192000             0,410794      0,531971
                 298           1,986667            16,000000             0,405473      0,531233
                 299           1,993333            16,000000             0,405473      0,530477
                 300           2,000000            16,000000             0,405473      0,529704
                   ~               ~                      ~                  ~              ~
 ---pagebreak--- L 375/230     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
   3.     ENSAIO ETC
   3.1.     Emissões gasosas (motores diesel)
            Considerem-se os seguintes resultados do ensaio com um sistema PDP-CVS
                  V0           m3/rot                                             0,1776
                  Np           (rot)                                          23073
                  pB           (kPa)                                             98,0
                  p1           (kPa)                                              2,3
                  T            (K)                                              322,5
                  Ha           (g/kg)                                            12,8
                  NOx conce    (ppm)                                             53,7
                  NOx concd    (ppm)                                              0,4
                  CO conce     (ppm)                                             38,9
                  CO concd     (ppm)                                              1,0
                  HC conce     (ppm) sem separador                                9,00
                  HC concd     (ppm) sem separador                                3,02
                  HC conce     (ppm) com separador                                1,20
                  HC concd     (ppm) com separador                                0,65
                  CO2,conce    (%)                                                0,723
                  Wact         (kWh)                                             62,72
          Cálculo do caudal dos gases de escape diluídos (ponto 4.1 do apêndice 2 do anexo 4):
          MTOTW      = 1,293 * 0,1776 * 23073 * (98,0 - 2,3) * 273 / (101,3 * 322,5)
                     = 4237,2 kg
          Cálculo do factor de correcção dos NOx, (ponto 4.2 do apêndice 2 do anexo 4):
                                           1
                     K =                                     = 1,039
                             1 - 0,0182 ⋅ (12,8 - 10,71)
                       H, D
           Cálculo da concentração dos NMHC pelo método NMC (ponto 4.3.1 do apêndice 2 do anexo
           4), considerando uma eficiência do etano de 0,04 e uma eficiência do etano de 0,98:
                                             9,0 × (1 - 0,04) - 1,2
                             NMHC conce =                           = 7,91 ppm
                                                   0,98 - 0,04
 ---pagebreak--- 27.12.2006     PT                       Jornal Oficial da União Europeia                          L 375/231
                                             3,02 × (1 - 0,04) - 0,65
                            NMHC concd =                                = 2,39 ppm
                                                    0,98 - 0,04
           Cálculo das concentrações corrigidas quanto às condições de fundo (ponto 4.3.1.1 do apêndice
           2 do anexo 4):
           Seja o combustível diesel de composição C1H1.8
                                                           1
                             Fs = 100 ⋅                                        = 13,6
                                        1 + (1,8/2) + (3,76 ⋅ (1 + (1,8/4))
                                                      13,6
                                 DF =                                      = 18,69
                                        0,723 + (9,00 + 38,9) ⋅10    -4
                      NOx conc           = 53,7 - 0,4 · (1 - (1/18,69)) = 53,3 ppm
                      COconc             = 38,9 - 1,0 · (1 - (1/18,69)) = 37,9 ppm
                      HCconc             = 9,00 - 3,02 · (1 - (1/18,69)) = 6,14 ppm
                      NMHCconc           = 7,91 - 2,39 · (1 - (1/18,69)) = 5,65 ppm
           Cálculo dos caudais mássicos das emissões (ponto 4.3.1 do apêndice 2 do anexo 4):
                      NOx mass      = 0,001587 · 53,3 · 1,039 · 4237,2             = 372,391 g
                      COmass        = 0,000966 · 37,9 · 4237,2                     = 155,129 g
                      HCmass        = 0,000479 · 6,14 · 4237,2                     = 12,462 g
                      NMHCmass = 0,000479 · 5,65 · 4237,2                          = 11,467 g
           Cálculo das emissões específicas (ponto 4.4 do apêndice 2 do anexo 4):
                        NO x    =   372,391 / 62,72 = 5,94 g/kWh
                        CO       = 155,129 / 62,72 = 2,47 g/kWh
                        HC       =   12,462 / 62,72          = 0,199 g/kWh
                        NMHC = 11,467 / 62,72                = 0,183 g/kWh
 ---pagebreak--- L 375/232      PT                       Jornal Oficial da União Europeia                     27.12.2006
   3.2.   Emissões de partículas (motores diesel)
          Considerem-se os seguintes resultados do ensaio com um sistema PDP-CVS com dupla
          diluição:
                      MTOTW (kg)                                       4237,2
                      Mf,p (mg)                                         3,030
                      Mf,b (mg)                                         0,044
                      MTOT (kg)                                         2,159
                      MSEC (kg)                                         0,909
                      Md (mg)                                           0,341
                      MDIL (kg)                                         1,245
                      DF                                                18,69
                      Wact (kWh)                                        62,72
          Cálculo das emissões mássicas (ponto 5.1 do apêndice 2 do anexo 4):
                                    Mf = 3,030 + 0,044         = 3,074 mg
                                    MSAM = 2,159 - 0,909 = 1,250 kg
                                             3,074 4237,2
                                   PTmass =          ∗          = 10,42     g
                                            1,250 1000
          Cálculo das emissões mássicas corrigidas quanto às condições de fundo (ponto 5.1 do
          apêndice 2 do anexo 4):
                              ⎡ 3,074 ⎛ 0,341 ⎛             1 ⎞ ⎞⎤ 4237,2
                     PTmass = ⎢       − ⎜⎜        ∗ ⎜1 −        ⎟ ⎟⎟⎥ ∗       = 9,32 g
                              ⎣ 1,250 ⎝ 1,245 ⎝ 18,69 ⎠ ⎠⎦ 1000
           Cálculo das emissões específicas (ponto 5.2 do apêndice 2 do anexo 4):
                                   NOx = 372,391 / 62,72 = 5,94 g/kWh
                                   CO = 155,129 / 62,72 = 2,47 g/kWh
                                   HC = 12,462 / 62,72 = 0,199 g/kWh
   3.3.      Emissões gasosas (motor a GNC)
             Consideram-se os seguintes resultados do ensaio com um sistema PDP-CVS
 ---pagebreak--- 27.12.2006  PT                          Jornal Oficial da União Europeia                 L 375/233
                MTOTW        (kg)                                               4237,2
                Ha           (g/kg)                                               12,8
                NOx conce    (ppm)                                                17,2
                NOx concd    (ppm)                                                 0,4
                CO conce     (ppm)                                                44,3
                CO concd     (ppm)                                                 1,0
                HC conce     (ppm) sem separador                                  27,0
                HC concd     (ppm) sem separador                                   2,02
                HC conce     (ppm) com separador                                  18,0
                HC concd     (ppm) com separador                                   0,65
                CH4 conce    (ppm)                                                18,0
                CH4 concd    (ppm)                                                 1,1
                CO2,conce    (%)                                                   0,723
                Wact         (kWh)                                                62,72
           Cálculo do factor de correcção dos NOx, (ponto 4.2 do apêndice 2 do anexo 4):
                                                        1
                              K      =                                  = 1,074
                                         1 - 0,0329 × (12,8 - 10.71)
                                H,G
           Cálculo da concentração dos NMHC (ponto 4.3.1 do apêndice 2 do anexo 4):
           a) Método GC
                                NMHCconce = 27,0 – 18,0 = 9,0 ppm
           b) Método NMC
           Considerando uma eficiência do metano de 0,04 e uma eficiência do etano de 0,98 (ver
           ponto 1.8.4 do apêndice 5 do anexo 4)
                                               27,0 ⋅ (1 - 0,04) - 18,0
                           NMHC             =                           = 8,4 ppm
                                                     0,98 - 0,04
                                     conce
                                              2,02 ⋅ (1 - 0,04) - 0,65
                          NMHC             =                            = 1,37 ppm
                                                    0,98 - 0,04
                                    concd
 ---pagebreak--- L 375/234  PT                      Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
          Cálculo das concentrações corrigidas quanto às condições de fundo (ponto 4.3.1.1 do
          apêndice 2 do anexo 4):
          Supondo que se utiliza um combustível com 100% de metano, de composição C1H4:
                                                           1
                               FS = 100 ⋅                                  = 9,5
                                          1 + (4/2) + (3,76 × (1 + (4/4)))
                                                       9,5
                                  DF =                                 = 13,01
                                        0,723 + (27,0 + 44,3) ⋅10   -4
          Para os NMHC com o método GC, a concentração de fundo é a diferença entre HCconcd e
          CH4 concd:
               NOx conc    = 17,2 - 0,4 · (1 - (1/13,01)) = 16,8 ppm
               COconc      = 44,3 - 1,0 · (1 - (1/13,01)) = 43,4 ppm
               NMHCconc    = 8,4 - 1,37 · (1 - (1/13,01)) = 7,13 ppm                (Método NMC)
               NMHCconc    = 9,0 - 0,92 · (1 - (1/13,01)) = 8,15 ppm                (Método GC)
               CH4 conc    = 18,0 - 1,1 · (1 - (1/13,01)) = 17,0 ppm                (Método GC)
          Cálculo dos caudais mássicos das emissões (ponto 4.3.1 do apêndice 2 do anexo 4):
               NOx mass    = 0,001587 · 16,8 · 1,074 · 4237,2 =121,330 g
               COmass      = 0,000966 · 43,4 · 4237,2 = 177,642 g
               NMHCmass = 0,000516 · 7,13 · 4237,2 = 15,589 g                 (Método NMC)
               NMHCmass = 0,000516 · 8,15 · 4237,2 = 17,819 g                 (Método GC)
               CH4 mass    = 0,000552 · 17,0 · 4237,2 = 39,762 g              (Método GC)
          Cálculo das emissões específicas (ponto 4.4 do apêndice 2 do anexo 4):
                  NO x     = 121,330/62,72          = 1,93 g/kWh
                  CO       = 177,642/62,72          = 2,83 g/kWh
                  NMHC = 15,589/62,72               = 0,249 g/kWh                   (Método NMC)
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                           Jornal Oficial da União Europeia                                            L 375/235
                        NMHC = 17,819/62,72                    = 0,284 g/kWh                                   (Método GC)
                        CH 4        = 39,762/62,72             = 0,634 g/kWh                                   (Método GC)
    4.        FACTOR DE DESVIO λ (Sλ)
    4.1.      Cálculo do factor de desvio λ (Sλ)5
                                                                  2
                                       Sλ =
                                              ⎛       inert   %  ⎞⎛         m⎞       O2 *
                                              ⎜1 -               ⎟⎜ n +      ⎟ -
                                              ⎝          100 ⎠⎝             4⎠       100
            em que:
            Sλ            =          factor de desvio λ;
            inert %       =          % em volume de gases inertes no combustível (ou seja, N2, CO2, He,
                          etc.);
            O2*           =          % em volume de oxigénio original no combustível;
            nem           =          referem-se ao CnHm médio que representa os hidrocarbonetos
                          combustíveis, ou seja:
                            ⎡ CH4 % ⎤        ⎡ C2 % ⎤         ⎡ C3 % ⎤            ⎡ C4 % ⎤          ⎡ C5 % ⎤
                        1∗  ⎢ 100 ⎥
                                       + 2∗  ⎢ 100 ⎥
                                                       +  3∗  ⎢ 100 ⎥
                                                                          + 4∗    ⎢ 100⎥
                                                                                            +  5 ∗
                                                                                                    ⎢ 100 ⎥
                                                                                                             + ..
                            ⎣       ⎦        ⎣      ⎦         ⎣       ⎦           ⎣      ⎦          ⎣      ⎦
                   n =
                                                              diluent%
                                                         1  −
                                                                   100
                                 ⎡ CH4 % ⎤         ⎡ C2H4 % ⎤           ⎡ C2H6 % ⎤           ⎡ C3H8 % ⎤
                            4  ∗
                                 ⎢ 100 ⎥
                                           + 4  ∗
                                                   ⎢ 100 ⎥
                                                              +  6  ∗
                                                                        ⎢ 100 ⎥
                                                                                    +  8  ∗
                                                                                             ⎢ 100 ⎥
                                                                                                        + ..
                                 ⎣       ⎦         ⎣        ⎦           ⎣        ⎦           ⎣        ⎦
                       m =
                                                              diluent%
                                                         1  −
                                                                   100
                   em que:
               CH4 = % em volume de metano no combustível;
               C2 = % em volume de todos os hidrocarbonetos C2 (p. ex. C2H6, C2H4, etc.) no
                       combustível;
               C3 = % em volume de todos os hidrocarbonetos C3 (p. ex. C3H8, C3H6, etc.) no
                       combustível;
               C4 = % em volume de todos os hidrocarbonetos C4 (p. ex. C4H10, C4H8, etc.) no
                       combustível;
               C5 = % em volume de todos os hidrocarbonetos C5 (p. ex. C5H12, C5H10, etc.) no
                       combustível;
    5/     Stoichiometric Air/Fuel ratios of automotive fuels - SAE J1829, Junho de
    1987.
           John B. Heywood, Internal Combustion Engine Fundamentals, McGraw-Hill,
    1988, capítulo 3.4 «Combustion stoichiometry» (páginas 68 a 72).
 ---pagebreak--- L 375/236    PT                          Jornal Oficial da União Europeia                           27.12.2006
            diluent = % em volume de gases de diluição no combustível (ou seja, O2*, N2, CO2, He,
                        etc.).
   4.2.        Exemplos de cálculo do factor de desvio λ (Sλ)
               Exemplo 1: G25: CH4 = 86%, N2 = 14% (em vol)
                             ⎡ CH % ⎤             ⎡C % ⎤
                         1 ∗ ⎢ 4 ⎥ + 2 ∗ ⎢ 2 ⎥ + ..
                                100 ⎦                                1 ∗ 0,86 0,86
                    n= ⎣                          ⎣ 100 ⎦         =              =        =1
                                        diluent %                          14 0,86
                                   1-                                1-
                                            100                           100
                               ⎡ CH % ⎤              ⎡C H % ⎤
                           4 ∗ ⎢ 4 ⎥ + 4 ∗ ⎢ 2 4 ⎥ + ..
                                  100 ⎦                                       4 ∗ 0.86
                     m= ⎣                            ⎣ 100 ⎦              =             =4
                                        1-
                                             diluent %                          0.86
                                                 100
                                                 2                                2
                           Sλ =                                     =                        = 1,16
                                ⎛ inert % ⎞⎛            m ⎞ O2 * ⎛           14 ⎞ ⎛       4⎞
                                ⎜1 -            ⎟⎜ n + ⎟ -             ⎜1 -      ⎟ x ⎜1+ ⎟
                                ⎝      100 ⎠⎝           4 ⎠ 100 ⎝ 100 ⎠ ⎝                 4⎠
          Exemplo 2: GR: CH4 = 87 %, C2H6 = 13 % (em vol)
                      ⎡ CH % ⎤            ⎡C % ⎤
                   1∗ ⎢ 4 ⎥ + 2 ∗ ⎢ 2 ⎥ + ..
                                                             1∗0,87 + 2 ∗0,13 1,13
               n= ⎣
                          100 ⎦           ⎣ 100 ⎦         =                         =       = 1,13
                                diluent%                                 0              1
                             1-                                    1-
                                    100                                100
                          ⎡ CH 4 % ⎤         ⎡C H % ⎤
                       4∗⎢          ⎥ + 6 ∗ ⎢ 2 6 ⎥ + ..
                          ⎣ 100 ⎦            ⎣ 100 ⎦               4 ∗ 0,87 + 6 ∗ 0,13
                  m=                                            =                        = 4,26
                                      diluent %                               1
                                  1-
                                          100
                                     2                                    2
                Sλ =                                     =                                = 0,911
                     ⎛ inert % ⎞⎛          m ⎞ O2 * ⎛            0 ⎞ ⎛             4,26 ⎞
                     ⎜1 -          ⎟⎜ n + ⎟ -              ⎜1 -      ⎟ ∗ ⎜ 1,13 +       ⎟
                     ⎝      100 ⎠⎝         4 ⎠ 100 ⎝ 100 ⎠ ⎝                         4 ⎠
 ---pagebreak--- 27.12.2006    PT                           Jornal Oficial da União Europeia                               L 375/237
           Exemplo 3: USA: CH = 89 %, C H = 4,5 %, C H = 2,3 %, C H = 0,2 %, O = 0,6 %,
                                    4             2  6               3  8             6  14         2
           N = 4%
            2
                  ⎡ CH % ⎤           ⎡C % ⎤
               1x⎢ 4 ⎥ + 2x⎢ 2 ⎥ + ..
                     100 ⎦           ⎣ 100 ⎦           1∗0,89 + 2 ∗0,045+ 3 ∗0,023+ 4 ∗0,002
           n= ⎣                                     =                                                 = 1,11
                        1-
                             diluent%
                                                                          1-
                                                                              (0,64+ 4)
                                100                                              100
                          ⎡ CH 4 % ⎤       ⎡C H % ⎤             ⎡C H % ⎤                ⎡C H % ⎤
                     4∗⎢           ⎥ + 4 ∗ ⎢ 2 4 ⎥ + 6 ∗ ⎢ 2 6 ⎥ + ..+ 8 ∗ ⎢ 3 8 ⎥
                m=        ⎣ 100 ⎦          ⎣ 100 ⎦              ⎣ 100 ⎦                 ⎣ 100 ⎦ =
                                                         diluent %
                                                     1-
                                                             100
                               4 ∗ 0,89 + 4 ∗ 0,045 + 8 ∗ 0,023 + 14 ∗ 0,002
                             =                                                     = 4,24
                                                      0,6 + 4
                                                  1-
                                                         100
                                      2                                      2
               Sλ =                                     =                                    = 0,96
                     ⎛ inert % ⎞⎛         m ⎞ O2 * ⎛             4 ⎞ ⎛           4.24 ⎞ 0.6
                     ⎜1 -          ⎟⎜ n + ⎟ -              ⎜1 -     ⎟ ∗ ⎜ 1,11 +       ⎟-
                     ⎝       100 ⎠⎝       4 ⎠ 100 ⎝ 100 ⎠ ⎝                        4 ⎠ 100
                                                    __________
 ---pagebreak--- L 375/238        PT                          Jornal Oficial da União Europeia                    27.12.2006
                                                         Anexo 9
     REQUISITOS TÉCNICOS ESPECÍFICOS RELATIVOS AOS MOTORES DIESEL A ETANOL
   No caso dos motores diesel a etanol, aplicar-se-ão as seguintes modificações específicas, nos pontos
   adequados, às equações e factores aplicáveis aos métodos de ensaio definidos no anexo 4 da presente
   directiva.
   Anexo 4 – Apêndice 1
   4.2.        Correcção para a passagem de base seca a base húmida
                                                              1.877
                                             FFH =
                                                     ⎛              G      ⎞
                                                     ⎜⎜1 + 2,577 ⋅ FUEL ⎟⎟
                                                      ⎝            G AIRW ⎠
   4.3.        Correcção quanto à humidade e temperatura dos NOX
                                    K                            1
                                            1 A (H 10,71) B (T 298)
                                      H,D
                                          =
                                              +    ⋅     a
                                                           −        +    ⋅   a
                                                                               −
               em que:
               A=        0,181 GFUEL/GAIRD – 0,0266;
               B=        - 0,123 GFUEL/GAIRD + 0,00954;
               Ta =      temperatura do ar, K;
               Ha=       humidade do ar de admissão, g de água por kg de ar seco.
   4.4.        Cálculo dos caudais mássicos das emissões
               Calculam-se os caudais mássicos das emissões (g/h) para cada modo como se indica a
               seguir, tomando a massa volúmica dos gases de escape como 1,272 kg/m3 a 273 K (0ºC) e
               101,3 kPa:
               (1)    NOx mass      = 0,001613 · NOx conc · KH,D · GEXHW
               (2)    COmass        = 0,000982 · COconc · GEXHW
               (3)    HCmass        = 0,000809 · HCconc · KH,D · GEXHW
               em que NOx conc, COconc, HCconc1são as concentrações médias (ppm) nos gases de escape
               brutos, determinadas de acordo com o ponto 4.1.
   1/      Expressas em equivalente C1.
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                        Jornal Oficial da União Europeia                           L 375/239
               Se, facultativamente, as emissões gasosas forem determinadas com um sistema de diluição
               do caudal total, aplicam-se as seguintes fórmulas:
               (1)    NOx mass     = 0,001587 · NOx conc · KH,D · GTOTW
               (2)    COmass       = 0,000966 · COconc · GTOTW
               (3)    HCmass       = 0,000795 · HCconc· GTOTW
               em que NOx conc, COconc, HCconc1/ são as concentrações médias corrigidas em relação às
               condições do fundo (ppm) de cada modo nos gases de escape diluídos, determinadas de
               acordo com o ponto 4.3.1.1 do apêndice 2 do anexo 4.
    Anexo 4 – Apêndice 2
    Os pontos 3.1, 3.4, 3.8.3 e 5 do apêndice 2 não são apenas aplicáveis aos motores diesel. Estes pontos
    são também aplicáveis aos motores diesel a etanol.
    4.2.       As condições do ensaio devem ser preparadas de forma a que a temperatura e a humidade
               do ar medidas na admissão do motor estejam reguladas para as condições normais durante a
               realização do ensaio. O valor normal deve ser 6 ∀ 0,5 g de água por kg de ar seco a um
               intervalo de temperatura de 298 ∀ 3 K. Dentro destes limites, não deve ser efectuada
               qualquer outra correcção do NOX . O ensaio é considerado nulo caso estas condições não
               sejam satisfeitas.
    4.3.       Cálculo do caudal mássico das emissões
    4.3.1.     Sistemas com caudal mássico constante
               No que diz respeito aos sistemas com permutador de calor, determina-se a massa dos
               poluentes (g/ensaio) a partir das seguintes equações:
               (1) NOX mass = 0,001587 · NOX conc · KH,D · (motores a etanol)
               (2) CO mass = 0,000966 · CO conc MTOTW                 (motores a etanol)
               (3) HC mass = 0,000794 · HC conc · MTOTW'              (motores a etanol)
 ---pagebreak--- L 375/240        PT                       Jornal Oficial da União Europeia                        27.12.2006
               em que:
    NOx conc, CO conc, HC conc,1, NMHC conc = concentrações médias corrigidas quanto às condições de
                  fundo durante o ciclo resultantes da integração (obrigatória para os NOx e os HC) ou
                                                  medição em saco, ppm;
               MTOTW = massa total de gases de escape diluídos durante o ciclo, de acordo com o ponto
               4.1, kg.
   4.3.1.1.    Determinação das concentrações corrigidas quanto às condições de fundo
               Subtrai-se a concentração média de fundo dos gases poluentes no ar de diluição das
               concentrações medidas para obter as concentrações líquidas dos poluentes. Os valores
               médios das concentrações de fundo podem ser determinados pelo método do saco de
               recolha de amostras ou medição contínua com integração. Utiliza-se a seguinte fórmula:
                                     conc = conce - concd * (1 - (1/DF))
               em que:
               conc = concentração do poluente respectivo nos gases de escape diluídos, corrigida da
               quantidade do poluente respectivo contida no ar de diluição, ppm;
               conce = concentração do poluente respectivo medida nos gases de escape diluídos, ppm;
               concd = concentração do poluente respectivo medida no ar de diluição, ppm;
               DF      = factor de diluição.
               Calcula-se o factor de diluição do seguinte modo:
                                                             F
                            DF =                              S
                                   CO 2, conce + (HC conce + CO conce ) *10 - 4
               em que:
               CO2,conce =   concentração do CO2 nos gases de escape diluídos, em % vol;
               HCconce   =   concentração de HC nos gases de escape diluídos, ppm C1;
               COconce   =   concentração de CO nos gases de escape diluídos, ppm;
               FS        =   factor estequiométrico.
   1/     Expressas em equivalente C1.
 ---pagebreak--- 27.12.2006      PT                                 Jornal Oficial da União Europeia                        L 375/241
            Convertem-se as concentrações medidas em base seca em base húmida de acordo com o
            ponto 4.2 do apêndice 1 do anexo 4.
            O factor estequiométrico para a composição do combustível geral CHαOßNY, é calculado do
            seguinte modo:
                                                                           1
                               FS = 100           ⋅
                                                          α               ⎛         α β ⎞           γ
                                                    1+       + 3,76 ⋅ ⎜ 1 +             -    ⎟ +
                                                          2               ⎝          4 2 ⎠          2
            Em alternativa, se a composição do combustível for desconhecida, podem-se utilizar os
            seguintes factores estequiométricos:
            FS (etanol) = 12,3
    4.3.2.  Sistemas com compensação do caudal
            No que diz respeito aos sistemas sem permutador de calor, determina-se a massa dos
            poluentes (g/ensaio) através do cálculo das emissões mássicas instantâneas e da integração
            dos valores instantâneos durante o ciclo. Do mesmo modo, aplica-se directamente a
            correcção quanto às condições de fundo ao valor da concentração instantânea. Aplicam-se
            as seguintes fórmulas:
            (1) NOx mass =
                n
             ∑= (M
              i   1
                    TOTW, i
                            ⋅ NO x
                                   conce, i
                                            ⋅ 0,001587) −  (M TOTW   ⋅ NO x
                                                                            concd
                                                                                  ⋅ (1 − 1/DF) ⋅ 0,001587)
            (2) COmass =
            n
           ∑(M TOTW,i ∗ COconce,i ∗ 0,000966)−(M TOTW ∗ COconcd ∗(1 − 1/DF)∗ 0,000966)
           i=1
 ---pagebreak--- L 375/242   PT                              Jornal Oficial da União Europeia                          27.12.2006
          (3) HCmass =
             n
            ∑
            i=1
               (M TOTW,i ∗ HC conc ,i ∗ 0,000479) −(M TOTW ∗ HC conc ∗(1 − 1/DF)∗ 0,000479)
                                  e                                   d
          em que:
          conce          =          concentração do poluente respectivo medida nos gases de escape
                                    diluídos, ppm;
          concd          =          concentração do poluente respectivo medida no ar de diluição, ppm;
          MTOTW,I        =          massa instantânea dos gases de escape diluídos (ver ponto 4.1), kg;
          MTOTW          =          massa total dos gases de escape diluídos durante o ciclo (ver ponto 4.1),
                             kg;
          DF             =          factor de diluição conforme determinado no ponto 4.3.1.1.
   4.4.   Cálculo das emissões específicas
          Calculam-se as emissões específicas (g/kWh) para todos os componentes individuais do
          seguinte modo:
           NO x = NO x mass / Wact
          CO = CO mass / Wact
          HC = HC mass / Wact
          em que:
          Wact = trabalho realizado no ciclo real conforme determinado no ponto 3.9.2, kWh.
                                                   ____________