CELEX: C2005/229/48
Language: pt
Date: 2005-09-17 00:00:00
Title: Despacho do Tribunal de Primeira Instância, de 15 de Junho de 2005, no processo T-98/04, Nuova Agricast Srl e o. contra Comissão das Comunidades Europeias (Recurso de anulação — Admissibilidade — Prazo — Início — Publicação — sítio Internet)

17.9.2005   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 229/22
            
         
      DESPACHO DO TRIBUNAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA
   
   de 15 de Junho de 2005
   no processo T-98/04, Nuova Agricast Srl e o. contra Comissão das Comunidades Europeias (1)
   
   (Recurso de anulação - Admissibilidade - Prazo - Início - Publicação - sítio Internet)
   (2005/C 229/48)
   Língua do processo: italiano
   No processo T-98/04, Nuova Agricast Srl, com sede em Cerignola (Itália), Società imballagi metallici Salerno Srl (SIMSA), com sede em Portici (Itália), Poli Sud Srl, com sede em Lamezia Terme (Itália), Tomasetto Achille Sas di Tomasetto Andrea & C., com sede em Castegnero (Itália), Nuova fabbrica utensili diamantati Srl (Nuova Faudi), com sede em Marcellina (Itália), Cofra Srl, com sede em Barletta (Itália), Lavorazione cuoio e pelli Bieffe Srl, com sede em San Miniato (Itália), representadas por M. Calabrese, advogado, contra Comissão das Comunidades Europeias (agente: V. Di Bucci, com domicílio escolhido no Luxemburgo), que tem por objecto um pedido de anulação da Decisão da Comissão, de 12 de Julho de 2000, que declara compatível com o mercado comum um regime de auxílios aos investimentos nas regiões desfavorecidas de Itália [auxílio de Estado N 715/99 — Itália (SG 2000 D/105754)], o Tribunal de Primeira Instância (Quinta Secção), composto por: M. Vilaras, presidente, F. Dehousse e D. Šváby, juízes; secretário: H. Jung, proferiu em 15 de Junho de 2005 um despacho cuja parte decisória é a seguinte:
   
               1)
            
            
               O recurso é julgado inadmissível
            
         
               2)
            
            
               As recorrentes suportarão as suas próprias despesas, bem como as despesas da Comissão.
            
         
      (1)  JO C 106 de 30.4.2004.