CELEX: 62014TB0617
Language: pt
Date: 2015-07-14 00:00:00
Title: Processo T-617/14: Despacho do Tribunal Geral de 14 de julho de 2015 — Pro Asyl/EASO [«Acesso aos documentos Regulamento (CE) n.o 1049/2001 — Plano de operação para o envio de uma equipa de apoio “asilo” para a Bulgária — Recusa de acesso — Não conhecimento do mérito — Recurso de anulação — Registo eletrónico de documentos — Inadmissibilidade parcial manifesta»]

28.9.2015   
            
            
               PT
            
            
               Jornal Oficial da União Europeia
            
            
               C 320/27
            
         Despacho do Tribunal Geral de 14 de julho de 2015 — Pro Asyl/EASO
   (Processo T-617/14) (1)
   
   ([«Acesso aos documentos Regulamento (CE) n.o 1049/2001 - Plano de operação para o envio de uma equipa de apoio “asilo” para a Bulgária - Recusa de acesso - Não conhecimento do mérito - Recurso de anulação - Registo eletrónico de documentos - Inadmissibilidade parcial manifesta»])
   (2015/C 320/43)
   Língua do processo: alemão
   
      Partes
   
   
      Recorrente: Pro Asyl Bundesweite Arbeitsgemeinschaft für Flüchtlinge eV (Frankfurt am Main, Alemanha) (representante: S. Hilbrans, advogado)
   
      Recorrido: Gabinete Europeu de Apoio em Matéria de Asilo (EASO) (representantes: L. Cerdán Ortiz-Quintana, agente assistido por D. Waelbroeck e A. Duron, advogados)
   
      Objeto
   
   Pedido de anulação da carta EASO/ED/2014/134 do EASO, de 10 de junho de 2014.
   
      Dispositivo
   
   
               1)
            
            
               Não há que conhecer do mérito do recurso na parte em que tem por objeto a anulação da carta EASO/ED/2014/134 do Gabinete Europeu de Apoio em Matéria de Asilo (EASO), de 10 de junho de 2014, que recusa o acesso ao plano de operação para o envio de uma equipa de apoio da União Europeia para a Bulgária.
            
         
               2)
            
            
               Quanto ao demais, o recurso é julgado inadmissível.
            
         
               3)
            
            
               Cada parte suportará as suas próprias despesas.
            
         
      (1)  JO C 409 de 17.11.2014.