CELEX: 31995R0747
Language: pt
Date: 1995-03-31 00:00:00
Title: Regulamento (CE) nº 747/95 do Conselho, de 31 de Março de 1995, que fixa, para o ano de 1995, determinadas medidas de conservação e de gestão dos recursos da pesca aplicáveis aos navios que arvoram pavilhão da Noruega

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31995R0747

Regulamento (CE) nº 747/95 do Conselho, de 31 de Março de 1995, que fixa, para o ano de 1995, determinadas medidas de conservação e de gestão dos recursos da pesca aplicáveis aos navios que arvoram pavilhão da Noruega  

Jornal Oficial nº L 074 de 01/04/1995 p. 0010 - 0017

REGULAMENTO (CE) Nº 747/95 DO CONSELHO de 31 de Março  de 1995 que fixa, para o ano de 1995, determinadas medidas de conservação e de gestão dos recursos  da pesca aplicáveis aos navios que arvoram pavilhão da NoruegaO CONSELHO DA UNIÃO  EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, Tendo em conta o Regulamento (CEE) nº 3760/92 do Conselho, de 20 de Dezembro de 1992, que institui  um regime comunitário da pesca e da aquicultura  (1), e, nomeadamente, o nº 4 do seu artigo 8º, Tendo em conta a proposta da Comissão, Considerando que, nos termos do procedimento previsto nos artigos 2º e 7º do Acordo de pesca entre  a Comunidade Económica Europeia e o Reino da Noruega  (2), a Comunidade e a Noruega realizaram  consultas a respeito dos direitos de pesca recíprocos para 1995 e da gestão dos recursos vivos  comuns; Considerando que, durante essas consultas, as delegações acordaram em recomendar às suas  autoridades respectivas a fixação de certas quotas de captura para 1995, em relação aos navios da  outra parte; Considerando que o Regulamento (CE) nº 3376/94  (3) fixou certas medidas aplicáveis aos navios  arvorando pavilhão da Noruega exclusivamente para o período até 31 de Março de 1995; que esse  regulamento deve ser revogado; Considerando que o Acordo de 19 de Dezembro de 1966 entre a Dinamarca, a Noruega e a Suécia sobre o  acesso recíproco à pesca no Skagerrak e no Kattegat prevê que cada parte conceda aos navios das  outras partes acesso à sua zona de pesca no Skagerrak e parte do Kattegat, até 4 milhas marítimas  das linhas de base; Considerando que cabe ao Conselho estabelecer, nomeadamente, as condições específicas em que devem  ser efectuadas as capturas em causa; Considerando que as actividades de pesca abrangidas pelo presente regulamento estão sujeitas às  medidas de controlo previstas no Regulamento (CEE) nº 2847/93 do Conselho, de 12 de Outubro de  1993, que institui um regime de controlo aplicável à política comum das pescas  (4); Considerando que o nº 2 do artigo 3º do Regulamento (CEE) nº 1381/87 da Comissão, de 20 de Maio de  1987, que estabelece regras de execução relativas à marcação e à documentação dos navios de pesca   (5), prevê que todos os navios com tanques de água do mar refrigerada mantenham a bordo um  documento autenticado por uma autoridade competente com indicação do calibre dos seus tanques em  metros cúbicos a intervalos de 10 centímetros, ADOPTOU O PRESENTE REGULAMENTO: Artigo 1º 1.  Os navios que arvorem pavilhão da Noruega são autorizados a  pescar as espécies mencionadas no anexo I, até 31 de Dezembro de 1995, dentro dos limites  geográficos e quantitativos fixados no referido anexo e nos termos do presente regulamento, nas  zonas de pesca de 200 milhas dos Estados-membros, no mar do Norte, no Skagerrak, no Kattegat, no  mar Báltico e no Oceano Atlântico ao norte de 43  °00&prime; de latitude norte. 2.  As actividades de pesca autorizadas nos termos do nº 1 limitar-se-ão às partes da zona de pesca  de 200 milhas situada ao largo de 12 milhas marítimas, calculadas a partir das linhas de base para  a delimitação das zonas de pesca dos Estados-membros; contudo, será autorizada a pesca no Skagerrak  ao largo de 4 milhas marítimas das linhas de base da Dinamarca. 3.  As actividades de pesca nas partes da divisão CIEM III  a, delimitadas, a oeste, por uma linha  que une o farol de Hanstholm ao de Lindesnes e, a sul, por uma linha que une o farol de Skagen ao  de Tistlarna e, daí, até ao ponto mais próximo da costa sueca, não serão sujeitas a limitações  quantitativas, com excepção da pesca da sarda e do escamudo. 4.  Sem prejuízo do nº 1, serão autorizadas as capturas acessórias inevitáveis de espécies em  relação às quais não tenha sido fixada qualquer quota para uma zona, até aos limites previstos  pelas medidas de conservação em vigor na zona em causa. 5.  As capturas acessórias, efectuadas numa determinada zona, de espécies em relação às quais  esteja fixada uma quota para essa zona serão imputadas à quota em causa. Artigo 2º 1.  Os navios que pesquem no âmbito das quotas fixadas no artigo 1º cumprirão as  medidas de conservação e de controlo e quaisquer outras disposições que regulem as actividades de  pesca nas zonas referidas nesse artigo. 2.  Os navios referidos no nº 1 manterão um diário de bordo no qual serão registadas as informações  mencionadas no anexo III. 3.  Os navios referidos no nº 1, com excepção dos que exerçam actividades de pesca na divisão CIEM  III  a, transmitirão à Comissão, de acordo com as regras fixadas no anexo III, as informações  mencionadas nesse anexo. 4.  Os navios com tanques de água do mar refrigerada, referidos no nº 1, manterão a bordo um  documento antenticado por uma autoridade competente com indicação do calibre dos seus tanques em  metros cúbicos a intervalos de 10 centímetros. 5.  As letras e números de registo dos navios referidos no nº 1 devem ser marcados distintamente  dos dois lados da proa. Artigo 3º 1.  Os navios de pesca com mais de 200 TAB que pesquem em qualquer divisão CIEM, no  âmbito das quotas fixadas no artigo 1º, devem possuir uma licença e uma autorização de pesca  especial emitidas pela Comissão, em nome da Comunidade, e observar as condições fixadas na licença  e na autorização de pesca especial. A Noruega notificará a Comissão dos nomes e das características dos navios para os quais podem ser  emitidas licenças e autorizações de pesca especiais. 2.  A Comissão emitirá as licenças de pesca e as autorizações de pesca especiais, referidas no nº  1, para todos os navios relativamente aos quais as autoridades norueguesas solicitem uma licença e  uma autorização de pesca especial. Os pedidos de alteração da lista dos navios que beneficiam de uma licença podem ser feitos em  qualquer momento e ser-lhes-á dado seguimento rapidamente. 3.  Aquando da apresentação de um pedido de licença e de autorização de pesca especial à Comissão,  serão fornecidas as seguintes informações: a) Nome do navio, b) Número de registo; c) Letras e números exteriores de identificação; d) Porto de registo; e) Nome e morada do proprietário ou do fretador; f) Arqueação bruta e comprimento de fora a fora; g) Potência do motor; h) Indicativo de chamada e frequência de rádio; i) Método de pesca previsto; j) Zona de pesca prevista; k) Espécies de peixe que se prevê pescar; l) Período para o qual é pedida uma licença. 4.  Cada licença e cada autorização de pesca especial serão válidas para um único navio. Se  participarem na mesma operação de pesca vários navios, cada um possuirá uma licença e uma  autorização de pesca especial. 5.  As licenças e as autorizações de pesca especiais podem ser canceladas para emitir novas  licenças e autorizações de pesca especiais. Esses cancelamentos produzem efeitos no dia anterior à  data de emissão das novas licenças e das autorizações de pesca especiais pela Comissão. As novas  licenças e autorizações de pesca especiais produzem efeitos a partir da data da sua emissão. 6.  Se forem esgotadas as respectivas quotas, fixadas no artigo 1º, as licenças e as autorizações  de pesca especiais serão total ou parcialmente retiradas antes da sua data de caducidade. 7.  As licenças e as autorizações de pesca especiais serão retiradas em caso de incumprimento das  obrigações previstas no presente regulamento. 8.  Não serão emitidas nenhumas licenças e autorizações de pesca especiais, durante um período  máximo de doze meses, para os navios em relação aos quais não tenham sido cumpridas as obrigações  previstas no presente regulamento. 9.  A Comissão apresentará à Noruega, em nome da Comunidade, os nomes e características dos navios  noruegueses que não serão autorizados a pescar na zona de pesca da Comunidade no mês ou meses  seguintes, devido a uma infracção às regras comunitárias. Artigo 4º A pesca, dentro do limite das quotas fixadas no artigo 1º, de maruca azul, maruca e  bolota será sujeita à utilização do método de pesca geralmente conhecido por «  palangre  », na  divisão CIEM V  b nas subáreas VI e VII. Artigo 5º A utilização de redes de arrasto e de redes de cercar para a captura de espécies  pelágicas será proibida no Skagerrad entre a meia-noite de sábado e a meia-noite de domingo. Artigo 6º Os navios autorizados a pescar em 31 de Dezembro podem continuar as suas actividades de  pesca com base nessa autorização, no início do ano seguinte, até serem aprovadas as novas listas de  navios para o ano em causa. Artigo 7º O Regulamento (CE) nº 3376/94 é revogado. Artigo 8º O presente regulamento entra em vigor em 1 de Abril de 1995. O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e directamente  aplicável em todos os Estados-membros. Feito em Bruxelas, em 31 de Março de 1995. Pelo Conselho O Presidente F. BAYROU  ANEXO I >POSIÇÃO NUMA TABELA>  ANEXO II Na pesca na zona das 200 milhas marítimas situadas ao largo das costas dos  Estados-membros da Comunidade abrangida pela regulamentação comunitária em matéria de pesca, devem  ser registadas no diário de bordo as seguintes informações, imediatamente após as seguintes  acções: 1.  Após cada operação de pesca: 1.1.  As quantidades (em quilogramas de peso vivo) de cada espécie capturada; 1.2.  A data e a hora da operação de pesca; 1.3.  A posição geográfica em que foram efectuadas as capturas; 1.4.  O método de pesca utilizado. 2.  Após cada transbordo de ou para outro navio: 2.1.  A indicação «  recebidos de  » ou «  transferidos para  »; 2.2.  As quantidades (em quilogramas de peso vivo) de cada espécie transbordada; 2.3.  O nome, as letras e números de identificação externos do navio do qual ou para o qual foi  efectuado o transbordo. 3.  Após cada desembarque num porto da Comunidade: 3.1.  O nome do porto; 3.2.  As quantidades (em quilogramas de peso vivo) de cada espécie desembarcada. 4.  Após cada transmissão de informações à Comissão das Comunidades Europeias: 4.1.  A data e a hora da transmissão; 4.2.  O tipo da mensagem: «  IN  », «  OUT  », «  ICES  » (CIEM), «  WKL  » ou «  2 WKL  »; 4.3.  Em caso de transmissão por rádio, o nome da estação de rádio.  ANEXO III 1.  As informações a transmitir à Comissão das Comunidades Europeias e o  calendário da sua transmissão são os seguintes: 1.1.  Aquando de cada entrada na zona das 200 milhas marítimas situada ao largo das costas dos  Estados-membros da comunidade abrangida pela regulamentação comunitária em matéria de pesca: a)  Os elementos indicados no ponto 1.5; b)  As quantidades de peixes por espécie que se encontram nos porões (em quilogramas de peso  vivo); c)  A data e a divisão CIEM em que o capitão prevê começar a pesca; Se, num determinado dia, as operações de pesca requererem mais de uma entrada nas zonas referidas  no ponto 1.1, bastará um única comunicação aquando da primeira entrada. 1.2.  Aquando de cada saída da zona referida no ponto 1.1: a)  Os elementos indicados no ponto 1.5; b)  As quantidades de peixes por espécie que se encontram nos porões (em quilogramas de peso  vivo); c)  As quantidades de cada espécie capturadas após a informação anterior (em quilogramas de peso  vivo); d)  A divisão CIEM em que foram efectuadas as capturas; e)  As quantidades de capturas transbordadas de e/ou para outros navios, por espécie (em  quilogramas de peso vivo), após o navio ter entrado na zona, e a identificação do navio para o qual  foi feito o transbordo; f)  As quantidades de cada espécie, desembarcadas num porto da Comunidade após o navio ter entrado  na zona (em quilogramas de peso vivo). Se, num determinado dia, as operações de pesca requererem mais de uma entrada nas zonas referidas  no ponto 1.1, bastará uma única comunicação aquando da última saída. 1.3.  De três em três dias, a contar do terceiro dia seguinte à primeira entrada do navio nas zonas  referidas no ponto 1.1, no caso da pesca do arenque e das cavalas e sardas, e todas as semanas a  contar do sétimo dia seguinte à primeira entrada do navio na zona referida no ponto 1.1, em caso de  pesca de quaisquer espécies que não sejam o arenque e as cavalas e sardas: a)  Os elementos indicados no ponto 1.5; b)  As quantidades de cada espécie capturadas após a informação anterior (em quilogramas de peso  vivo); c)  A divisão CIEM em que foram efectuadas as capturas. 1.4.  Cada vez que o navio se desloque de uma divisão CIEM para outra: a)  Os elementos indicados no ponto 1.5; b)  As quantidades de cada espécie capturadas após a informação anterior (em quilogramas de peso  vivo); c)  A divisão CIEM em que foram efectuadas as capturas. 1.5.  a)  O nome, o indicativo de chamada, as letras e números exteriores de identificação do navio  e o nome do seu capitão; b)  O número de licença, se o navio pesca com licença; c)  O número cronológico da mensagem para a viagem em causa; d)  A identificação do tipo de mensagem; e)  A data, hora e posição geográfica do navio. 2.1.  As informações indicadas no ponto 1 devem ser transmitidas à Comissão das Comunidades  Europeias em Bruxelas (telex: 24189 FISEU-B), por intermédio de uma das estações de rádio  mencionadas no ponto 3 e na forma indicada no ponto 4. 2.2.  Se, por razões de força maior, a comunicação não puder ser transmitida pelo navio, a mensagem  pode ser transmitida por outro navio em nome do primeiro. 3.  Nome da estação de rádio Indicativo de chamada da estação de rádio Skagen OXP Blaavand OXB Roenne OYE Norddeich DAF DAK  DAH DAL  DAI DAM  DAJ DAN Scheveningen PCH Oostende OST North Foreland GNF Humber GKZ Cullercoats GCC Wick GKR  Portpatrick GPK Anglesey GLV Ilfracombe GIL Niton GNI Stonehaven GND Portishead GKA GKB GKC Land's  End GLD Valentia EJK Malin Head EJM Boulogne FFB Brest FFU Saint-Nazaire FFO Bordeaux-Arcachon FFC  Thorshavn OXJ Bergen LGN Farsund LGZ Floroe LGL Rogaland LGQ Tjoeme LGT AAlesund LGA 4.  Forma das  comunicações As informações indicadas no ponto 1 devem incluir os elementos e serem dadas pela seguinte ordem: -  o nome do navio, -  o indicativo de chamada rádio, -  as letras e números exteriores de identificação, -  o número cronológico e a transmissão para a maré em questão, -  a indicação do tipo de mensagem de acordo com o seguinte código: -  mensagem aquando da entrada numa das zonas referidas no ponto 1.1: «  IN  », -  mensagem aquando da saída de uma das zonas referidas no ponto 1.1: «  OUT  », -  mensagem aquando da deslocação de uma divisão CIEM para outra: «  ICES  », -  mensagem semanal: «  WKL  », -  mensagem de três em três dias: «  2 WKL  », -  a data, a hora e a posição geográfica, -  as divisões/subáreas CIEM em que está previsto começar a pesca, -  a data em que está previsto começar a pesca, -  as quantidades de capturas por espécie que se encontram nos porões (em quilogramas de peso  vivo), utilizando o código mencionado no ponto 5, -  as quantidades capturadas após a informação anterior por espécie (em quilogramas de peso vivo),  utilizando o código mencionado no ponto 5, -  as divisões/subáreas CIEM em que foram efectuadas as capturas, -  as quantidades transbordadas de e/ou para outros navios por espécie (em quilogramas de peso  vivo) após a informação anterior, -  o nome e o indicativo de chamada do navio para o qual e/ou do qual foi feito o transbordo, -  as quantidades (em quilogramas de peso vivo) de cada espécie, desembarcadas num porto da  Comunidade, após a informação anterior, -  o nome do capitão. 5.  O código a utilizar para indicar as espécies a bordo, na forma prevista no ponto 4, é o  seguinte: PRA -  camarão árctico (Pandalus borealis), HKE -  pescada branca (Merluccius merluccius), GHL -  alabote negro (Reinhardtius hippoglossoides), COD -  bacalhau (Gadus morhua), HAD -  eglefino (Manogrammus aeglefinus), HAL -  alabote (Hippoglossus hippoglossus), MAC -  sarda (Scomber scombrus), HOM -  carapau (Trachurus trachurus), RNG -  lagartixa-da-rocha (Coryphaenoides rupestris), POK -  escamudo (Pollachius virens), WHG -  badejo (Merlangus merlangus), HER -  arenque (Clupea harengus), SAN -  galeota (Ammodytes spp.), SPR -  espadilha (Sprattus sprattus), PLE -  solha (Pleuronectes platessa), NOP -  faneca norueguesa (Trisopterus esmarkii), LIN -  maruca (Molva molva), PEZ -  camarão (Pandalidae), ANE -  anchova (Engraulis encrasicholus), RED -  cantarilhos (Sebastes spp.), PLA -  solha americana (Hippoglossoides platessoides), SQX -  pota (Illex spp.), YEL -  solha dos mares do Norte (Limanda ferruginea), WHB -  verdinho (Micromesistius poutassou), TUN -  tunídeos (Thunnidae), BLI -  maruca azul (Molva dypterygia), USK -  bolota (Brosme brosme), DGS -  galludo malhado (Squalus acanthias), BSK -  tubarão-frade (Cetorinhus maximus), POR -  tubarão-sardo (Lamma nasus), SQC -  lula (Loligo spp.), POA -  xaputa (Brama brama), PIL -  sardinha (Sardina pilchardus), CSH -  camarão mouro (Crangon crangon), LEZ -  areeiro (Lepidorhombus spp.), MNZ -  tamboril (Lophius spp.), NEP -  lagostim (Nephrops norvegicus), POL -  juliana (Pollachius pollachius), ARG -  biqueirão arenque (Argentina sphyraena), OTH -  outros.