CELEX: 31995D0382
Language: pt
Date: 1995-09-08 00:00:00
Title: 95/382/CE: Decisão da Comissão, de 8 de Setembro de 1995, relativa à contribuição da Comunidade para o financiamento de um programa de luta contra organismos prejudiciais às plantas e produtos vegetais nos departamentos franceses ultramarinos para 1995 (Apenas faz fé o texto em língua francesa)

Avis juridique important

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31995D0382

95/382/CE: Decisão da Comissão, de 8 de Setembro de 1995, relativa à contribuição da Comunidade para o financiamento de um programa de luta contra organismos prejudiciais às plantas e produtos vegetais nos departamentos franceses ultramarinos para 1995 (Apenas faz fé o texto em língua francesa)  

Jornal Oficial nº L 231 de 28/09/1995 p. 0036 - 0042

DECISÃO DA COMISSÃO de 8 de Setembro de 1995 relativa à contribuição  da Comunidade para o financiamento de um programa de luta contra organismos prejudiciais às plantas  e produtos vegetais nos departamentos franceses ultramarinos para 1995 (Apenas faz fé o texto em  língua francesa) (95/382/CE)A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, Tendo em conta o Regulamento (CEE) nº 3763/91 do Conselho, de 16 de Dezembro de 1991, que  estabelece medidas específicas relativas a determinados produtos agrícolas a favor dos  departamentos franceses ultramarinos  (1), alterado pelo Regulamento (CEE) nº 3714/92 da Comissão   (2) e, nomeadamente, o nº 3, primeiro parágrafo, do seu artigo 11º, Considerando que a Decisão 93/522/CEE da Comissão  (3) definiu as medidas elegíveis para  financiamento comunitário respeitantes aos programas de luta contra os organismos prejudiciais às  plantas e produtos vegetais nos departamentos franceses ultramarinos e nos arquipélagos dos Açores  e da Madeira; Considerando que as condições específicas da produção agrícola nos departamentos franceses  ultramarinos exigem uma atenção especial, devendo ser adoptadas ou reforçadas medidas no sector da  produção vegetal, nomeadamente no domínio fitossanitário, relativas a estes departamentos; Considerando o custo especialmente elevado destas medidas a tomar ou a adoptar no domínio  fitossanitário; Considerando que o programa dessas medidas foi apresentado à Comissão pelas autoridades competentes  francesas; que esse programa especifica, nomeadamente, os objectivos a alcançar, as acções a  realizar, a sua duração e o seu custo, de modo a que a Comunidade contribua, eventualmente, para o  seu financiamento; Considerando que a participação financeira da Comunidade pode cobrir até 60  % das despesas  elegíveis; que essa participação financeira não abrange a protecção das bananas; Considerando que as disposições da presente decisão estão em conformidade com o parecer do Comité  fitossanitário permanente, ADOPTOU A PRESENTE DECISÃO: Artigo 1º É aprovada a contribuição financeira da Comunidade para o programa  oficial de luta contra os organismos prejudiciais às plantas e produtos vegetais nos departamentos  franceses ultramarinos, apresentado relativamente a 1995 pela França. Artigo 2º O programa oficial inclui quatro subprogramas: 1.  Um subprograma elaborado para o departamento da Guadalupe e que abrange cinco acções: -  o reforço das actividades da FDGDCEC («  Fédération départementale des groupements de défense  contre les ennemis des cultures  »), -  a luta contra a antracnose do inhame, -  um inquérito sobre a mosca da fruta, -  o reforço de uma rede de informação e alerta agrícola, -  a avaliação do risco fitossanitário e a criação de um dispositivo de quarentena floral. 2.  Um subprograma elaborado para o departamento da Guiana e que abrange quatro acções: -  o reforço da acção da FDGDCEC, -  o reforço das estruturas de análise e diagnóstico, -  a criação de uma estratégia de «  luta integrada contra a mosca da fruta  », -  o estudo das pragas do arroz na Guiana. 3.  Um subprograma elaborado para o departamento da Reunião e que abrange três acções: -  a criação de uma unidade de análises fitossanitárias, -  o reforço dos meios do FDGDCEC, -  a luta contra a mosca da fruta. 4.  Um subprograma elaborado para o departamento da Martinica e que abrange três acções: -  a preparação de métodos de detecção de organismos prejudiciais, -  o desenvolvimento da luta integrada ao nível das culturas hortícolas, -  o reforço dos meios da FDGDCEC. Artigo 3º A contribuição comunitária para o financiamento do programa fica limitada para 1995 a  950  000 ecus para as despesas relativas às medidas elegíveis nos termos da Decisão 93/522/CEE,  para uma despesa total de 1  674  855 ecus (excluindo o IVA). O plano financeiro do programa, que indica o custo e o seu financiamento, consta do anexo I da  presente decisão. No caso de a despesa total elegível para 1995, apresentada pela França, ser  inferior ao montante previsto de 1  674  855 ecus, a contribuição comunitária será reduzida  proporcionalmente. O reembolso comunitário será feito até ao limite do montante indicado no primeiro parágrafo, à taxa  contabilística do ecu em vigor em 1 de Junho de 1995, ou seja, 1 ecu = 6,56833 francos franceses. Artigo 4º Será concedido à França um adiantamento de 190  000 ecus. Artigo 5º A ajuda comunitária é respeitante às despesas relativas às medidas elegíveis ligadas às  operações abrangidas pelo presente programa que terá sido objecto, em França, de disposições  relativamente às quais terão sido autorizados os meios financeiros necessários, entre 1 de Outubro  de 1995 e 31 de Dezembro de 1995. A data limite para a conclusão dos pagamentos ligados a estas  operações é fixada em 30 de Setembro de 1996, sob pena de perda dos direitos ao financiamento  comunitário no caso de atraso não justificado. Artigo 6º As regras de execução financeira do programa, as disposições sobre o respeito das  políticas comunitárias e as informações a fornecer pela França à Comissão constam do anexo II. Artigo 7º Os eventuais contratos públicos relativos aos investimentos objecto da presente decisão  estão sujeitos ao direito comunitário e, nomeadamente, às directivas que coordenam os processos de  adjudicação dos contratos públicos de obras e fornecimento, bem como ao disposto nos artigos 30º,  52º e 59º do Tratado. Artigo 8º A República Francesa é a destinatária da presente decisão. Feito em Bruxelas, em 8 de Setembro de 1995. Pela Comissão Franz FISCHLER Membro da Comissão  ANEXO I >POSIÇÃO NUMA TABELA>  ANEXO II I.  REGRAS DE EXECUÇÃO DO PROGRAMA A.  Regras de execução financeira 1.  A intenção da Comissão é a de criar uma verdadeira colaboração com as autoridades responsáveis  pela aplicação do programa. Em conformidade com o programa, estas autoridades são as seguidamente  indicadas. Autorizações e pagamentos 2.  A França compromete-se a garantir que, relativamente a acções co-financiadas pela Comunidade,  todos os organismos públicos ou privados implicados na gestão e na aplicação destas operações  conservarão uma codificação contabilística adequada de todas as transacções em questão, o que  facilitará a verificação das despesas pela Comunidade e pelas autoridades nacionais de controlo. 3.  A autorização orçamental inicial assenta num plano financeiro indicativo; esta autorização diz  respeito a um ano. 4.  A autorização tem lugar quando a decisão que aprova a forma de intervenção é adoptada pela  Comissão, nos termos do procedimento previsto no artigo 16ºA da Directiva 77/93/CEE do Conselho   (1). 5.  Após a autorização, será pago um primeiro adiantamento de 190  000 ecus. 6.  O saldo será pago em duas fracções idênticas, de 380  000 ecus cada, da autorização total. A  primeira parte do saldo será paga mediante apresentação à Comissão e aprovação pela mesma de um  relatório intercalar de actividade. A segunda e última parte do saldo será paga mediante  apresentação à Comissão do conjunto das despesas efectuadas e após aceitação por esta. Autoridades responsáveis pela aplicação do programa -  Relativamente à administração central: Ministère de l'agriculture, de la pêche et de l'alimentation Direction générale de l'alimentation Sous-direction de la protection des végétaux 175 rue du Chevaleret 75646 Paris Cedex 13 -  Relativamente às administrações locais -  Guadalupe: Ministère de l'agriculture, de la pêche et de l'alimentation Direction de l'agriculture et de la forêt Jardin Botanique 97109 Basse-Terre Cedex -  Martinica: Ministère de l'agriculture, de la pêche et de l'alimentation Direction de l'agriculture et de la forêt Jardin Desclieux BP 642 97262 Fort-de-France Cedex -  Guiana: Ministère de l'agriculture, de la pêche et de l'alimentation Direction de l'agriculture et de la forêt Cité Rebard Route de Baduel BP 746 97305 Cayenne Cedex -  Reunião: Ministère de l'agriculture, de la pêche et de l'alimentation Direction de l'agriculture et de la forêt Parc de la Providence 97489 Saint-Denis de la Réunion 7.  As despesas reais efectuadas serão apresentadas à Comissão, discriminadas por tipo de acção ou  subprograma, demonstrando desta forma os laços entre o plano financeiro indicativo e as despesas  realmente efectuadas. Caso a França possua uma contabilidade informatizada adequada, esta será  aceitável. 8.  Todos os pagamentos da ajuda concedida pela Comunidade no âmbito da presente decisão serão  efectuados à autoridade designada pela França, que também é responsável pelo reembolso à Comunidade  de qualquer montante excedentário. 9.  Todas as autorizações e pagamentos serão efectuados em ecus. Os planos financeiros dos quadros comunitários de apoio e os montantes da intervenção comunitária  serão expressos em ecus à taxa fixada pela presente decisão. Os pagamentos far-se-ão por  transferência para a conta: Ministère du budget Direction de la comptabilité publique Agence comptable centrale du trésor 139 rue de Bercy 75572 Paris Cedex 12 Nº 47598 Controlo financeiro 10.  Podem ser efectuados controlos por parte da Comissão ou do Tribunal de Contas das Comunidades  Europeias a pedido destes. A França e a Comissão trocarão imediatamente qualquer informação  pertinente relativa aos resultados. 11.  Durante um período de três anos após o último pagamento que diga respeito à forma de  assistência, a autoridade responsável pela aplicação colocará à disposição da Comissão todos os  documentos comprovativos relativos às despesas efectuadas na acção. 12.  Quando apresentar os pedidos de pagamento, a França colocará à disposição da Comissão todos os  relatórios adequados relativos ao controlo desta forma de acção. Redução, suspensão e supressão da contribuição 13.  A França declara que o financiamento comunitário será utilizado para os fins previstos. Caso a  realização de uma acção ou de uma medida pareça apenas justificar uma parte da contribuição  financeira que lhe foi atribuída, a Comissão recuperará imediatamente o montante devido. Em caso de  litígio, a Comissão procederá a um exame adequado do caso no âmbito da parceria, solicitando,  nomeadamente à França ou às outras autoridades designadas por esta para a aplicação da acção, a  apresentação das respectivas observações num prazo de dois meses. 14.  No seguimento deste exame, a Comissão pode reduzir ou suspender a contribuição para a acção ou  medida em questão caso o exame confirme a existência de uma irregularidade, nomeadamente de uma  alteração importante que afecte a natureza ou as condições de aplicação da acção ou da medida e  relativamente à qual a aprovação da Comissão não tenha sido solicitada. Repetição do indevido 15.  Qualquer montante que ocasione a repetição do indevido deve ser pago à Comunidade pela  autoridade designada no ponto 8. Os montantes não pagos são susceptíveis de ser acrescidos de juros  de mora. Se, por qualquer razão, a autoridade designada no ponto 8 não reembolsar o indevidamente  recebido à Comunidade, a França pagará este montante à Comissão. Prevenção e detecção de irregularidades 16.  Os parceiros observarão um código de conduta estabelecido pela França a fim de garantir a  detecção de qualquer irregularidade na forma de assistência. A França velará, nomeadamente, por  que: -  seja empreendida uma acção adequada, -  se for caso disso, seja recuperado qualquer montante indevidamente pago, fruto de uma  irregularidade, -  seja empreendida uma acção para impedir irregularidades. B.  Acompanhamento e avaliação I.  Comité de acompanhamento 1.  Criação Independentemente do financiamento da presente acção, é criado um comité de acompanhamento do  programa composto por representantes da França e da Comissão; tem por tarefa fazer regularmente o  ponto da situação da execução do programa e propor, se for cado disso, as adaptações necessárias. 2.  O comité de acompanhamento adopta o seu regulamento interno, o mais tardar um mês após a França  ter sido notificada da presente decisão. 3.  Competências do comité de acompanhamento O comité: -  tem por responsabilidade geral assegurar o bom desenrolar do programa para que os objectivos  fixados sejam atingidos. A competência do comité exerce-se em relação às medidas do programa e nos  limites da ajuda comunitária fornecida. Vela, nomeadamente, pelo cumprimento das disposições  regulamentares, incluindo em matéria de elegibilidade das operações e dos projectos, -  toma posição, com base nas informações relativas à selecção dos projectos já aprovados e  realizados, quanto à aplicação dos critérios de selecção definidos no programa, -  propõe qualquer medida necessária para acelerar a execução do programa em caso de atraso  consecutivo aos resultados periódicos fornecidos pelos indicadores de acompanhamento e das  avaliações intermédias, -  pode proceder, de acordo com o(s) representante(s) da Comissão, às adaptações dos planos de  financiamento até ao limite de 15  % da contribuição comunitária para um subprograma ou de uma  medida para a totalidade do período, ou de 20  % para o exercício anual, desde que o montante  global previsto no programa não seja superado. É necessário velar por que os objectivos principais  do programa não sejam comprometidos por essa razão, -  fornece o seu parecer quanto às adaptações propostas à Comissão, -  emite um parecer quanto aos projectos de assistência técnica previstos no programa, -  fornece o seu parecer quanto aos projectos do relatório final de execução, -  apresenta regularmente, pelo menos duas vezes para o período considerado, um relatório ao Comité  fitossanitário permanente sobre o estado de realização dos trabalhos e a situação das despesas. II.  Acompanhamento e avaliação do programa durante a sua aplicação (acompanhamento e avaliação  contínua) 1.  O organismo nacional responsável pela aplicação fica encarregue da execução do acompanhamento e  avaliação contínua do programa. 2.  Entende-se por acompanhamento contínuo um sistema de informações sobre o estado de realização  do programa. O acompanhamento contínuo diz respeito às medidas que se inscrevem no âmbito do  programa. O acompanhamento contínuo utiliza indicadores financeiros e físicos estruturados de modo  a permitir uma avaliação da forma como as despesas consagradas a cada medida correspondem a  indicadores físicos pré-definidos que indicam o grau de realização da medida. 3.  A avaliação contínua de um programa inclui uma análise dos resultados quantitativos da sua  aplicação, baseada em considerações operacionais, jurídicas e de procedimento. O objectivo é  garantir a conformidade entre as medidas e os objectivos do programa. Relatório de execução e análise pormenorizada do programa 4.  A França comunica à Comissão, o mais tardar um mês após a adopção do programa, o nome da  autoridade responsável pela elaboração e pela apresentação do relatório final de execução. O relatório final contém um balanço preciso do conjunto do programa (nível de realização dos  objectivos físicos e qualificativos e dos progressos alcançados) e uma avaliação do impacte  fitossanitário e económico imediato. O relatório final relativo ao presente programa será apresentado à Comissão e ao Comité  fitossanitário permanente pela autoridade competente até 31 de Dezembro de 1996, o mais tardar. 5.  Em conjunto com a França, a Comissão pode recorrer a um avaliador independente. Este pode  proceder, com base no acompanhamento contínuo, à avaliação contínua definida no ponto 3. Pode,  nomeadamente, submeter propostas de adaptação dos subprogramas e/ou medidas, de alteração dos  critérios de selecção dos projectos, etc., tendo em conta os problemas encontrados durante a  aplicação. Com base no acompanhamento da gestão, emite um parecer quanto às medidas administrativas  a tomar. C.  Informação e publicidade No âmbito da presente acção, o organismo designado como responsável pela aplicação desta forma de  intervenção velará por que esta seja objecto de uma publicidade adequada. Deve, nomeadamente, tentar: -  sensibilizar os potenciais beneficiários e as organizações profissionais para as possibilidades  oferecidas pela acção, -  sensibilizar a opinião pública para o papel desempenhado pela Comunidade no âmbito desta acção. A França e o organismo responsável pela aplicação do programa consultarão a Comissão quanto às  iniciativas previstas neste domínio, eventualmente recorrendo ao mecanismo do comité de  acompanhamento. Comunicarão com regularidade à Comissão as medidas de informação e publicidade  tomadas, quer sob a forma de um relatório final quer através do comité de acompanhamento. Serão respeitadas as disposições jurídicas nacionais em matéria de confidencialidade das  informações. II.  RESPEITO DAS POLÍTICAS COMUNITÁRIAS As políticas comunitárias devem ser  respeitadas neste domínio. O programa é aplicado no cumprimento das disposições em matéria de coordenação e de respeito pelas  políticas comunitárias. Quanto a este aspecto, devem ser fornecidas pela França as seguintes  informações: 1.  Celebração de contratos de direito público O questionário «  contratos de direito público  » (1) deve ser preenchido relativamente aos  seguintes contratos: -  os contratos de direito público superiores aos limiares fixados pelas directivas «   fornecimentos  » e «  obras  », celebrados pelas entidades adjudicantes na acepção das referidas  directivas e que não beneficiem das isenções nelas previstas, -  nos contratos de direito público inferiores aos limiares, sempre que constituam lotes homogéneos  de uma obra ou de fornecimentos com valor superior ao limiar. Por «  obra  », deve-se entender o  resultado de um conjunto de trabalhos de construção ou de engenharia civil destinado a cumprir por  si só uma função económica ou técnica. Os limiares são os que se encontram em vigor na data da publicação da presente decisão. 2.  Protecção do ambiente a)  Informações gerais: -  descrição dos elementos e problemas principais do ambiente na região em questão, que contenha,  entre outras, uma descrição das zonas importantes para a conservação (zonas sensíveis), -  descrição global dos efeitos positivos e negativos importantes que o programa, devido aos  investimentos, seja susceptível de ter no ambiente, -  descrição das medidas previstas de modo a evitar, reduzir ou compensar eventuais efeitos  nefastos importantes sobre o ambiente, -  síntese dos resultados das consultas às autoridades responsáveis pelo ambiente (parecer do  ministério do ambiente ou do seu equivalente) e, caso exista, das consultas ao público  interessado. b)  Descrição das medidas previstas No que diz respeito às medidas do programa que poderiam ter uma incidência negativa importante  sobre o ambiente: -  os processos que serão aplicados para avaliação dos projectos individuais durante a execução do  programa, -  as disposições previstas para controlar os efeitos no ambiente durante a execução do programa,  para avaliar os resultados e para eliminar, reduzir ou compensar as consequências negativas.