CELEX: 52012PC0108
Language: pt
Date: 2012-03-15
Title: Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à conclusão do Acordo entre o Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a coordenação dos programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de escritório

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		52012PC0108
		
			Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à conclusão do Acordo entre o Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a coordenação dos programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de escritório /* COM/2012/0108 final - 2012/0048 (NLE) */
			
				
		
		
			
			   	EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
1.           CONTEXTO DA PROPOSTA
Nos termos do artigo 194.º do TFUE, um dos
objetivos da política energética da União Europeia é a eficiência na utilização
da energia. O equipamento de escritório representa uma parte importante do
consumo de eletricidade da UE.
Até à data, o principal meio de melhorar o
consumo de energia do equipamento de escritório tem sido o programa Energy Star
da UE. Este programa foi criado pela Agência de Proteção do Ambiente dos EUA e
é executado na UE com base num Acordo celebrado entre os EUA e a UE, renovado
em 2006 por um período de 5 anos[1].
A partir de 2008, o programa foi reforçado pelo Regulamento (CE) n.º 106/2008
do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de janeiro de 2008, relativo a um
programa comunitário de rotulagem em matéria de eficiência energética para
equipamento de escritório[2].
Com base numa recomendação da Comissão[3], o
Conselho autorizou a Comissão a negociar um novo acordo em 12 de julho de 2011.
As negociações com base neste mandato foram concluídas em 28 de novembro de
2011. Em conformidade com a decisão do Conselho, o Grupo de Trabalho
Energia do Conselho foi consultado e assistiu a Comissão durante as
negociações. O acordo proposto é plenamente conforme com as diretrizes de
negociação do Conselho.
2.           RESULTADOS DAS CONSULTAS COM AS PARTES
INTERESSADAS E AVALIAÇÕES DE IMPACTO
A proposta
relativa ao novo acordo e a proposta de reformulação do Regulamento (CE)
n.º 106/2008 que acompanha a presente proposta têm em conta a experiência
adquirida durante os dois primeiros períodos de execução do Programa Energy
Star na UE de 2001 a 2010, bem como os resultados das consultas da
Administração Energy Star para a União Europeia. 
As razões para a conclusão de um novo acordo
destinado a dar continuidade ao programa Energy Star por um terceiro período de
cinco anos com base no acordo em anexo são expostas em pormenor na Recomendação
da Comissão ao Conselho no sentido da abertura de negociações com vista à
celebração do terceiro Acordo Energy Star e na Comunicação da Comissão ao
Conselho e ao Parlamento Europeu relativa à execução do programa Energy Star no
período 2006-2010[4].
Os pontos principais são apresentados a seguir, de forma resumida:
–                        
O programa Energy Star tem sido muito eficaz em
orientar o mercado dos equipamentos de escritório para uma maior eficiência
energética. Conseguiu reduzir o consumo de
eletricidade dos equipamentos de escritório vendidos nos últimos 3 anos em
cerca de 11 TWh, ou seja, aproximadamente 16%. Em consequência, pouparam-se
mais de 1800 milhões de euros nas faturas de energia e evitaram-se 3,7 Mt
de emissões de CO2. 
–                        
Fornece um quadro político flexível e dinâmico
particularmente adequado para produtos que evoluem rapidamente, como as TIC
(tecnologias de informação e comunicação). 
–                        
A UE e os EUA devem continuar a cooperar no
desenvolvimento de especificações de produtos, tendo em vista a introdução do
mesmo nível de requisitos praticamente ao mesmo tempo por ambas as entidades.
–                        
Dada a intenção dos Estados Unidos de introduzirem
no programa a certificação por terceiros, o acordo deve continuar a vigorar ao
abrigo de dois sistemas distintos de registo de produtos, sendo aplicada na UE
a autocertificação e nos Estados Unidos a certificação por terceiros. Não se
prevê que o fim do princípio do reconhecimento mútuo tenha impacto negativo nos
fabricantes que participam no programa da UE, uma vez que estes estão
principalmente orientados para o mercado da UE. 
–                        
Os fabricantes indicaram que a obrigação de as
autoridades governamentais centrais adquirirem equipamento de escritório pelo
menos tão eficiente como o rotulado Energy Star foi o principal motivo que os
levou a participar no programa. Além disso, atendendo a que muitos dos
fabricantes participam em concursos públicos em Estados-Membros diferentes
daquele em que estão estabelecidos, deveria ser considerada a possibilidade de
reforçar as disposições aplicáveis aos contratos públicos. Na avaliação de
impacto[5] que acompanha a
proposta de diretiva relativa à eficiência energética[6], figuram outras razões para se reforçarem tais disposições.
–                        
Embora os dados disponíveis demonstrem um elevado
nível de conformidade, a Comissão e os Estados-Membros deveriam cooperar
estreitamente no pleno controlo do cumprimento do programa e avaliar a eficácia
desse controlo o mais tardar 18 meses após a data de conclusão do acordo. Nesta matéria, as obrigações respetivas da Comissão
e dos Estados-Membros no que respeita ao controlo do cumprimento do programa
devem ser clarificadas.
–                        
A Comissão continuará a acompanhar o impacto das
alterações propostas pelos Estados Unidos e do programa Energy Star a nível da
poupança de energia, dos fabricantes e da conformidade. Pelo menos dois anos
antes do termo da vigência do novo acordo, a Comissão estudará possíveis opções
para diminuir o consumo de energia do equipamento de escritório, nomeadamente a
substituição do Energy Star por outros instrumentos políticos. 
3.           ELEMENTOS JURÍDICOS DA PROPOSTA
Tal como estabelecido nas diretrizes de
negociação emitidas pelo Conselho à Comissão, o artigo VI do novo acordo
permite aos fabricantes autocertificar os seus produtos na UE. No âmbito do
novo acordo, haverá portanto dois distintos de registo de produtos:
autocertificação na UE e certificação por terceiros nos EUA.
O artigo IX do novo acordo proporciona agora
uma maior clareza no que respeita às responsabilidades respetivas da Comissão e
dos Estados-Membros quanto à aplicação do programa Energy Star da UE, sem
contudo criar novas obrigações para além das previstas no atual acordo e no Regulamento
(CE) n.º 106/2008.
O novo acordo não prevê outras alterações
substanciais ao texto atual. O anexo C contém as especificações técnicas comuns
(os critérios de eficiência a respeitar para poder obter a classificação e o
rótulo Energy Star) alteradas pelas Decisões 2009/789/CE[7],
2009/489/CE[8]
e 2009/347/CE[9]
da Comissão. Será alterado em conformidade com o procedimento previsto no
artigo XII do novo acordo caso sejam estabelecidas especificações novas ou
atualizadas pela Agência de Proteção do Ambiente dos EUA e pela Comissão
Europeia.
Paralelamente à presente proposta de decisão,
é apresentada uma proposta de alteração do Regulamento (CE) n.º 106/2008 do
Parlamento Europeu e do Conselho relativo a um programa comunitário de
rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de escritório.
4.           INCIDÊNCIA ORÇAMENTAL
A proposta visa dar continuidade à execução de
um programa existente, pelo que não tem impacto nas dotações operacionais e
administrativas nem nos recursos humanos.
2012/0048 (NLE)
Proposta de
DECISÃO DO CONSELHO
relativa à conclusão do Acordo entre o
Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a coordenação
dos programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento
de escritório
(Texto relevante para efeitos do EEE)
O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,
Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento
da União Europeia, nomeadamente o artigo 207.º, em conjugação com o artigo
218.º, n.º 6, alínea a), subalínea iii),
Tendo em conta a proposta da Comissão Europeia,
Tendo em conta o parecer do Parlamento
Europeu,
Considerando o seguinte:
(1)              
Em 12 de julho de 2011, o Conselho autorizou a
Comissão a encetar negociações com vista à celebração de um acordo entre o
Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a coordenação de
programas de rotulagem da eficiência energética do equipamento de escritório.
(2)              
Em conformidade com a decisão do Conselho, o Grupo
de Trabalho Energia do Conselho foi consultado e assistiu a Comissão durante as
negociações. 
(3)              
Foram concluídas as negociações e o Acordo entre o
Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a coordenação de
programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de
escritório (a seguir denominado «o Acordo») foi rubricado por ambas as Partes
em 29 de novembro de 2011.
(4)              
Devem ser criados os procedimentos internos
adequados da União para garantir o correto funcionamento do Acordo.
(5)              
O equipamento de escritório representará no futuro
uma parte crescente do consumo de energia, à medida que surgem novas aplicações
e funcionalidades. A fim de satisfazer o objetivo da União de redução de 20% no
consumo de energia primária até 2020 em relação às projeções, tal como aprovado
no Conselho Europeu da Primavera de 2007, o desempenho energético do
equipamento de escritório deve continuar a ser otimizado.
(6)              
O mercado do equipamento de escritório está em
rápida evolução. É essencial reavaliar frequentemente o potencial para
maximizar a poupança de energia e os benefícios ambientais incentivando a
oferta e procura de produtos dotados de eficiência energética. É, por
conseguinte, necessário conferir poderes à Comissão, assistida por um Comité
Consultivo da União, composto por representantes nacionais e de todas as partes
interessadas, para reavaliar e atualizar regularmente as especificações comuns
do equipamento de escritório enumeradas no anexo C do Acordo. 
(7)              
Dado que os fabricantes que participam no programa
Energy Star da UE são, na sua maioria, pequenas e médias empresas, o registo de
produtos na União deve continuar a ser pouco complexo e a basear-se na
autocertificação. Deve estar associado a um controlo mais rigoroso do
cumprimento do programa, exercido pela Comissão e pelos Estados-Membros.
(8)              
A fiscalização da aplicação foi atribuída à
comissão técnica instituída pelo Acordo.
(9)              
Cada uma das Partes designou um órgão de gestão. A
União Europeia designou para o efeito a Comissão. 
ADOTOU A PRESENTE DECISÃO:
Artigo 1.º
É aprovado, em nome da União Europeia, o
Acordo entre o Governo dos Estados Unidos da América e a União Europeia sobre a
coordenação dos programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do
equipamento de escritório, incluindo os respetivos anexos.
O texto do Acordo e os respetivos anexos
acompanham a presente decisão.
Artigo 2.º
O Presidente do Conselho fica autorizado a
designar a pessoa com poderes para assinar o Acordo para efeitos de exprimir a
aceitação de vinculação por parte da União.
Artigo 3.º
O Presidente do Conselho procede, em nome da
União, à notificação prevista no artigo XIV, n.º 1, do Acordo. 
Artigo 4.º
1.                      
A Comissão representa a União na Comissão Técnica
prevista no artigo VII do Acordo, depois de ouvidos os pontos de vista dos
membros da Administração Energy Star para a União Europeia a que se refere o
artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 106/2008[10]. Após consulta da
Administração Energy Star para a União Europeia, a Comissão procederá às
comunicações, à cooperação, à fiscalização da aplicação e às notificações a que
se referem o artigo VI, n.º 4, o artigo VII, n.ºs 1 e 2, e o artigo IX, n.º 4,
do Acordo.
2.                      
A fim de preparar a posição da União no que
respeita às alterações da lista de equipamento de escritório constante do anexo
C do Acordo, a Comissão deve ter em conta todos os pareceres emitidos pela
Administração Energy Star para a União Europeia.
3.                      
A posição da União quanto às decisões a adotar
pelos órgãos de gestão será determinada pela Comissão, após consulta da
Administração Energy Star para a União Europeia, no que respeita às alterações
ao anexo A (denominação Energy Star e logótipo comum), anexo B (orientações
para uma utilização correta da designação e logótipo comum Energy Star), e
anexo C (especificações comuns) do Acordo.
4.                      
Nos restantes casos, a posição da União no que
respeita às decisões a adotar pelas Partes no Acordo é determinada pelo
Conselho, deliberando sob proposta da Comissão e após aprovação do Parlamento
Europeu, nos termos do artigo 218.º do Tratado.
Artigo 5.º
A presente decisão entra em vigor no vigésimo
dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia.
Feito em Bruxelas, em 
                                                                       Pelo
Conselho
                                                                       O
Presidente
ANEXO 
ACORDO
entre o Governo dos Estados Unidos da
América e a União Europeia sobre a coordenação dos programas de rotulagem em
matéria de eficiência energética do equipamento de escritório
O Governo dos ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA e
a UNIÃO EUROPEIA, a seguir denominados «as Partes»;
DESEJANDO maximizar a poupança de energia e os
benefícios ambientais mediante o incentivo à oferta e procura de produtos
dotados de eficiência energética;
TENDO EM CONTA o Acordo entre o Governo dos
Estados Unidos da América e a Comunidade Europeia relativo à coordenação dos
programas de rotulagem em matéria de eficiência energética do equipamento de
escritório, concluído em 20 de dezembro de 2006, e os respetivos anexos, na sua
versão alterada (a seguir denominado «o Acordo de 2006»);
SATISFEITOS com os progressos alcançados no
âmbito do Acordo de 2006;
CONVICTOS de que serão alcançados benefícios
adicionais prosseguindo os esforços mútuos no domínio do programa ENERGY STAR;
ACORDARAM NO SEGUINTE:
Artigo I
Princípios gerais
1.                     
As Partes devem utilizar especificações comuns em
matéria de eficiência energética e um logótipo comum a fim de definir objetivos
coerentes para os fabricantes, maximizando assim os efeitos dos respetivos
esforços individuais na oferta e na procura deste tipo de produtos.
2.                     
As Partes devem utilizar o logótipo comum a fim de
identificar os tipos de produtos qualificados de energeticamente eficientes
enumerados no anexo C.
3.                     
As Partes devem assegurar que as especificações
comuns incentivem uma melhoria contínua da eficiência, tendo em conta as
práticas técnicas mais avançadas existentes no mercado.
4.                     
As especificações comuns devem corresponder apenas
aos melhores modelos, no máximo 25% dos modelos em relação aos quais existem
dados disponíveis no momento da definição das especificações, tendo igualmente
em conta outros fatores.
5.                     
As Partes devem esforçar-se por assegurar que os
consumidores tenham a oportunidade de identificar produtos eficientes
encontrando o rótulo no mercado.
Artigo II
Relação com o Acordo de 2006
O presente acordo substitui na sua totalidade
o Acordo de 2006.
Artigo III
Definições
Para efeitos do presente acordo:
(a)                   
«ENERGY STAR», a marca registada de serviços dos
EUA, designada no anexo A, que é propriedade da Agência de Proteção do Ambiente
(«EPA») dos EUA;
(b)                   
«Logótipo comum», a marca de certificação designada
no anexo A e que é propriedade da EPA dos EUA;
(c)                   
«Marcas ENERGY STAR», a designação e o logótipo
comum «ENERGY STAR» e eventuais versões destas marcas que possam ser
desenvolvidas ou modificadas pelos órgãos de gestão ou participantes no
programa, tal como a seguir definidos, incluindo a sinalização ou marcação que
figura no anexo A ao presente acordo;
(d)                  
«Programa de rotulagem ENERGY STAR», um programa
gerido por um órgão de gestão, que utiliza especificações, marcas e orientações
comuns relativas à eficiência energética a aplicar aos tipos de produtos
designados;
(e)                  
«Participantes no programa», os fabricantes,
vendedores ou revendedores de produtos energeticamente eficientes designados
que cumprem as especificações do programa de rotulagem ENERGY STAR e que nele
decidiram participar mediante registo no órgão de gestão de umas das Partes ou
celebração de um acordo com aquele órgão;
(f)                     
«Especificações comuns», os requisitos de
eficiência energética e de desempenho aplicáveis, incluindo os métodos de
ensaio, enumerados no anexo C, utilizados pelos órgãos de gestão e pelos
participantes no programa a fim de determinar a elegibilidade de produtos
energeticamente eficientes para a obtenção do logótipo comum.
(g)                  
«Certificação por terceiros», um conjunto de
procedimentos ao abrigo do programa ENERGY STAR dos EUA que é administrado por
uma organização independente a fim de assegurar que os produtos cumprem os
requisitos ENERGY STAR. Tais procedimentos incluem ensaios num laboratório que
satisfaça as normas internacionais de qualidade e competência. Incluem também a
análise da documentação com o objetivo de determinar a elegibilidade para
efeitos de rotulagem ENERGY STAR e ensaios de verificação permanentes para
assegurar a manutenção da conformidade.
(h)                  
«Autocertificação», um conjunto de procedimentos
para a certificação de produtos no âmbito do programa ENERGY STAR da UE, no
âmbito do qual o participante no programa garante e declara que o produto
registado cumpre todas as disposições relevantes das especificações comuns
aplicáveis. 
Artigo IV
Órgãos de gestão
Cada uma das Partes designa um órgão de gestão
responsável pela aplicação do presente acordo (os «órgãos de gestão»). A União
Europeia designa a Comissão da União Europeia («Comissão») como seu órgão de
gestão. O Estados Unidos da América designam a EPA como seu órgão de gestão.
Artigo V
Administração do programa de rotulagem ENERGY
STAR
1.                     
Cada órgão de gestão administra o programa de
rotulagem ENERGY STAR no que respeita aos tipos de produtos energeticamente
eficientes enumerados no anexo C, em conformidade com as modalidades e
condições estabelecidas no presente acordo. A administração do programa inclui
o registo voluntário dos participantes no programa, a manutenção de listas de
participantes no programa e dos produtos conformes e a fiscalização do
cumprimento das orientações para uma utilização correta da designação e do logótipo
comum ENERGY STAR enunciadas no anexo B.
2.                     
O programa de rotulagem ENERGY STAR utiliza as
especificações comuns enumeradas no anexo C.
3.                     
Na medida em que cada órgão de gestão adota medidas
eficazes para sensibilizar os consumidores para as marcas ENERGY STAR, deve
fazê-lo em conformidade com as orientações para uma utilização correta da
designação e do logótipo comum ENERGY STAR enunciadas no anexo B.
4.                     
Cada órgão de gestão suporta a totalidade das
despesas das atividades que efetuar no âmbito do presente acordo.
Artigo VI
Participação no programa de rotulagem ENERGY
STAR
1.                      
Os órgãos de gestão autorizam qualquer fabricante,
vendedor ou revendedor a participar no programa de rotulagem ENERGY STAR
mediante registo como participante no programa.
2.                      
Os órgãos de gestão autorizam os participantes no
programa a utilizar o logótipo comum para identificar os produtos conformes que
tenham sido testados nas suas próprias instalações ou por um laboratório
independente e que respeitem as especificações comuns enunciadas no anexo C.
Para os produtos colocados unicamente no mercado da UE, o órgão de gestão autoriza
os participantes no programa a proceder à autocertificação da conformidade dos
produtos. Para os produtos colocados no mercado dos EUA, o órgão de gestão
exige que os participantes no programa respeitem os requisitos de certificação
por terceiros estabelecidos na versão revista dos compromissos dos parceiros
EUA.
3.                      
Cada órgão de gestão deve manter e partilhar com os
outros a lista de todos os participantes no programa e dos produtos que preenchem
os requisitos necessários para beneficiar do logótipo comum no respetivo
território.
4.                     
Sem prejuízo das disposições previstas no n.º 2
(autocertificação para os produtos colocados no mercado da UE e certificação
por terceiros para os produtos colocados no mercado dos EUA), cada órgão de
gestão reserva-se o direito de testar ou examinar de outra forma os produtos
que são ou foram vendidos no seu território (nos territórios dos
Estados-Membros da União Europeia, no caso da Comissão) para determinar se esses
produtos estão certificados em conformidade com as especificações comuns
enunciadas no anexo C. Os órgãos de gestão comunicam e cooperam plenamente
entre si para garantir que todos os produtos que ostentem o logótipo comum
obedeçam às especificações comuns enunciadas no anexo C.
Artigo VII
Coordenação do programa entre as Partes
1.                      
As Partes criam uma Comissão Técnica encarregada de
fiscalizar a aplicação do presente acordo, composta por representantes dos
respetivos órgãos de gestão.
2.                      
Em princípio, a Comissão Técnica reúne-se
anualmente e procede a consultas, a pedido de um dos órgãos de gestão, para
examinar o funcionamento e a administração do programa de rotulagem ENERGY
STAR, as especificações comuns enunciadas no anexo C, os produtos abrangidos e
os progressos realizados para atingir os objetivos do presente acordo.
3.                      
Às reuniões da Comissão Técnica podem assistir
terceiros (incluindo representantes de outros Governos e da indústria) na
qualidade de observadores, salvo decisão em contrário acordada pelos órgãos de
gestão.
Artigo VIII
Registo das marcas ENERGY STAR
1.                      
A EPA dos EUA, na qualidade de proprietária das
marcas ENERGY STAR, registou as marcas na União Europeia como marcas comerciais
comunitárias. A Comissão não pode pedir nem obter o registo das marcas ENERGY
STAR ou variações destas marcas em nenhum país.
2.                     
A EPA dos EUA compromete-se a não considerar como
infração a utilização, pela Comissão ou por um participante do programa
registado pela Comissão, da marcação ENERGY STAR nos termos do presente acordo.
Artigo IX
Fiscalização e incumprimento
1.                      
A fim de proteger as marcas ENERGY STAR, cada órgão
de gestão deve velar pela correta utilização das mesmas no seu território (nos
territórios dos Estados-Membros da União Europeia, no caso da Comissão). Cada
órgão de gestão deve assegurar que as marcas ENERGY STAR apenas sejam
utilizadas na forma prevista no anexo A e apenas para produtos conformes. Cada
órgão de gestão deve assegurar que as marcas ENERGY STAR apenas sejam
utilizadas da maneira especificada nas orientações para a correta utilização da
designação e do logótipo comum ENERGY STAR enunciadas no anexo B.
2.                      
Cada órgão de gestão deve assegurar que seja
adotada uma ação rápida e adequada contra os participantes no programa sempre
que tenha conhecimento de que um deles utilizou uma marca de forma indevida ou
apôs a marca ENERGY STAR num produto não conforme com as especificações comuns
enunciadas no anexo C. Esta ação pode consistir, nomeadamente, em: 
(a)         
informar por escrito o participante do programa da
inobservância das condições do programa de rotulagem ENERGY STAR;
(b)         
elaborar, através de consultas, um plano para
atingir a conformidade, e
(c)         
se não puder ser atingida a conformidade, cancelar
o registo do participante no programa, da forma considerada necessária.
3.                      
Cada órgão de gestão deve assegurar que são tomadas
todas as medidas necessárias para pôr termo à utilização não autorizada das
marcas ENERGY STAR ou à utilização indevida de uma marca por uma entidade que
não participe no programa. Estas medidas podem consistir, nomeadamente, em:
(a)         
informar a entidade que utiliza as marcas ENERGY
STAR dos requisitos do programa de rotulagem ENERGY STAR e das orientações para
uma utilização correta da designação e do logótipo comum ENERGY STAR, e
(b)         
incentivar a entidade a participar no programa e,
se for caso disso, a registar os produtos conformes.
4.                      
Cada órgão de gestão deve notificar imediatamente o
órgão de gestão da outra Parte de qualquer utilização indevida das marcas
ENERGY STAR no território da outra Parte, bem como das medidas eventualmente
adotadas para pôr termo a essa situação.
5.                      
Se não for possível obter a conformidade na
sequência das ações previstas nos pontos 2 e 3 anteriores, a UE exige que os
seus Estados-Membros cooperem plenamente com o órgão de gestão, o consultem e
adotem todas as medidas necessárias, incluindo ações em justiça, para pôr termo
a qualquer utilização não conforme, e portanto ilícita, das marcas ENERGY STAR.

Artigo X
Procedimentos para a alteração do acordo e
para a inclusão de novos anexos
1.                      
Cada órgão de gestão pode propor uma alteração ao presente
acordo, bem como a inclusão de novos anexos.
2.                      
A proposta de alteração é apresentada por escrito e
é discutida na reunião seguinte da Comissão Técnica, na condição de ter sido
comunicada ao órgão de gestão da outra parte com pelo menos 60 dias de
antecedência em relação a essa reunião.
3.                     
As alterações ao presente acordo e decisões de
inclusão de novos anexos são adotadas de comum acordo pelas Partes. As
alterações aos anexos A, B, e C são feitas de acordo com o disposto nos artigos
XI e XII.
Artigo XI
Procedimentos de alteração dos anexos A e B
1.                      
Se um órgão de gestão pretender alterar o anexo A
ou o anexo B, são aplicáveis os procedimentos previstos nos n.ºs 1 e 2 do
artigo X.
2.                     
As alterações aos anexos A e B são adotadas de
comum acordo pelos órgãos de gestão.
Artigo XII
Procedimentos de alteração do anexo C
1.                      
Se um órgão de gestão pretender alterar o anexo C
para rever as especificações comuns em vigor ou acrescentar um novo tipo de
produto («órgão de gestão proponente»), são aplicáveis os procedimentos
previstos nos n.ºs 1 e 2 do artigo X, devendo a proposta incluir:
(a)         
uma demonstração de que resultariam poupanças de
energia substanciais de uma revisão das especificações ou da inclusão de um
novo tipo de produto;
(b)         
se aplicáveis, requisitos de consumo energético
para os vários modos de consumo;
(c)         
informação sobre os protocolos de ensaio
normalizados a utilizar na avaliação do produto;
(d)         
provas de que a atual tecnologia não exclusiva
permitiria realizar poupanças de energia rentáveis sem afetar negativamente o
desempenho do produto; informação sobre o número estimado de modelos de
produtos que cumpririam as especificações propostas, e quota-parte de mercado
aproximada;
(e)         
informações sobre a posição dos grupos industriais
potencialmente afetados pela alteração proposta, e
(f)           
data proposta para entrada em vigor efetiva das
novas especificações, tendo em conta os ciclos de vida dos produtos e os
calendários de produção.
2.                      
As propostas de alterações ao anexo C aceites pelos
dois órgãos de gestão entram em vigor numa data por eles estabelecida de comum
acordo.
3.                      
Se, após a receção de uma proposta apresentada nos
termos do artigo X, n.ºs 1 e 2, o outro órgão de gestão («órgão de gestão
oponente») considerar que a proposta não cumpre os requisitos previstos no n.º
1, ou se se opuser de outra forma a essa proposta, deve notificar a sua objeção
de imediato (normalmente até à reunião subsequente da Comissão Técnica) e por
escrito ao órgão de gestão proponente, juntando à notificação quaisquer informações
disponíveis em apoio à sua objeção, nomeadamente informações que demonstrem que
da adoção da proposta poderiam decorrer:
(a)         
favorecimento comercial desproporcionado e desleal
de uma empresa ou grupo industrial;
(b)         
prejuízo para a participação global da indústria no
programa de rotulagem ENERGY STAR;
(c)         
conflito com as suas disposições regulamentares e
legislativas, ou
(d)         
imposição de requisitos técnicos excessivamente
pesados.
4.                      
Os órgãos de gestão envidam todos os esforços para
chegar a acordo sobre a alteração proposta na primeira reunião da Comissão
Técnica que se seguir à apresentação da proposta. Se os órgãos de gestão não
puderem chegar a acordo sobre a alteração proposta nessa reunião da comissão,
tentarão chegar a acordo por escrito antes da reunião subsequente daquela
comissão.
5.                      
Se, até ao final da reunião subsequente da Comissão
Técnica, as partes não tiverem alcançado acordo, o órgão de gestão proponente
retira a sua proposta; no que respeita às propostas de revisão das
especificações vigentes, o tipo de produto correspondente será retirado do
anexo C até à data acordada por escrito entre os órgãos de gestão. Todos os
participantes no programa são informados dessa alteração e dos procedimentos a
seguir para a aplicar.
6.                     
Ao preparar novas especificações comuns ou ao rever
as especificações comuns em vigor, os órgãos de gestão devem garantir uma
coordenação e consultas efetivas entre si e com as respetivas partes
interessadas, nomeadamente no que se refere ao conteúdo dos documentos trabalho
e aos prazos.
Artigo XIII
Disposições gerais
1.                      
O presente acordo não abrange outros programas de
rotulagem ambiental que possam vir a ser desenvolvidos e aprovados por qualquer
das Partes.
2.                      
Todas as atividades empreendidas ao abrigo do presente
acordo estão sujeitas à legislação aplicável de cada Parte e à disponibilidade
de recursos e de financiamento adequados.
3.                      
O presente acordo não prejudica os direitos e
obrigações de nenhuma das Partes decorrentes de acordos bilaterais, regionais
ou multilaterais celebrados antes da sua entrada em vigor.
4.                      
Desde que respeite quaisquer outras disposições do
Acordo, cada órgão de gestão pode desenvolver programas de rotulagem, que não
sejam o programa ENERGY STAR, para tipos de produtos que não figurem no anexo
C. Nenhuma das Partes deve, contudo, ainda que tal seja contrário a quaisquer
outras disposições do Acordo, levantar obstáculos à importação, exportação,
venda ou distribuição de um produto pelo facto de este ostentar as marcas de
rendimento energético do órgão de gestão da outra Parte.
Artigo XIV
Entrada em vigor e vigência
1.                      
O presente acordo entra em vigor na data em que
cada uma das Partes tiver notificado a outra, por escrito e pelos canais
diplomáticos, da conclusão dos respetivos trâmites internos necessários para
esse efeito.
2.                     
O presente acordo é válido por um período de cinco
anos. As Partes reunir-se-ão com a antecedência mínima de um ano em relação ao
termo deste período para examinar a eventual recondução do acordo.
Artigo XV
Resolução do acordo
1.                      
Qualquer das Partes pode denunciar o presente
acordo a qualquer momento, mediante pré-aviso de três meses notificado por
escrito à outra Parte.
2.                     
No caso de resolução ou de não recondução do presente
acordo, os órgãos de gestão informam todos os participantes no programa que
efetuaram o registo da resolução do programa comum. Informam ainda os
participantes no programa por eles registados que cada órgão de gestão pode
continuar as suas atividades de rotulagem no âmbito de dois programas
distintos. Neste caso, o programa de rotulagem da União Europeia não utilizará
as marcas ENERGY STAR. A Comissão garante que ela própria, os Estados-Membros
da União Europeia e todos os participantes no programa por ela registados cessarão
a utilização das marcas ENERGY STAR na data acordada por escrito pelos órgãos
de gestão. As obrigações previstas no presente artigo XV, n.º 2, continuam a
vigorar após a resolução do presente acordo.
Feito em Washington D.C. aos ... de 2011, em duplo
exemplar.
Em conformidade com a legislação da União
Europeia, o presente acordo é também redigido pela UE nas línguas alemã,
búlgara, checa, dinamarquesa, eslovaca, eslovena, espanhola, estónia,
finlandesa, francesa, grega, húngara, italiana, letã, lituana, maltesa,
neerlandesa, polaca, portuguesa, romena e sueca.
ANEXO A
Designação e logótipo comum Energy
Star
Designação: ENERGY STAR
ANEXO B
Orientações para uma utilização adequada da
designação e do logótipo comum
A designação e
logótipo comum ENERGY STAR são marcas da Agência de Proteção do Ambiente (EPA)
dos EUA, pelo que a designação e o logótipo comum apenas podem ser usados em
conformidade com as orientações que se seguem e com o Acordo de Parceria ou com
o boletim de inscrição da Comissão Europeia assinado pelos participantes no
programa de rotulagem ENERGY STAR. As presentes orientações devem ser
distribuídas aos responsáveis pela preparação de material ENERGY STAR.
A EPA dos EUA e a Comissão Europeia, no
território dos Estados-Membros da União Europeia, fiscalizam a utilização
adequada da designação e do logótipo comum ENERGY STAR. Esta fiscalização
consiste, designadamente, em verificar a utilização das marcas no mercado e em
contactar diretamente as organizações que as estejam a utilizar de forma
indevida ou sem autorização. As consequências da utilização indevida das marcas
pode acarretar a exclusão da participação no programa de rotulagem ENERGY STAR
e a eventual apreensão, por parte dos serviços aduaneiros norte-americanos, dos
produtos importados para os EUA que usem indevidamente as marcas.
Orientações gerais
O programa ENERGY
STAR é uma parceria entre empresas e organizações, por outro lado, e o Governo
Federal dos EUA ou a União Europeia, por outro. Enquanto parte desta parceria,
as empresas e organizações podem integrar a designação e o logótipo comum
ENERGY STAR nas suas atividades ambientais e de eficiência energética. 
As organizações
terão de celebrar um acordo com um órgão de gestão – a Agência de Proteção do
Ambiente nos EUA ou a Comissão Europeia na UE – para poderem utilizar as marcas
conforme previsto no presente documento. Não são permitidas alterações às ditas
marcas pois as alterações confundiriam as empresas e os consumidores
relativamente à origem do programa ENERGY STAR e reduziriam o seu valor para
todos.
As organizações que utilizem estas marcas
devem satisfazer as seguintes orientações gerais:
1.                      
Em nenhuma circunstância a designação e o logótipo
comum ENERGY STAR poderão ser utilizados de maneira a subentender a
recomendação de uma empresa, dos seus produtos ou serviços. Tampouco poderão o
logótipo comum e a designação ENERGY STAR ser utilizados em qualquer outra
designação da empresa ou logótipo, designação de produto, de serviço, domínio
ou título de sítio da Internet, nem poderá o logótipo comum, a designação
ENERGY STAR ou qualquer outra marca semelhante ser apresentada como marca
registada ou como parte de uma marca regista por qualquer outra entidade para
além da EPA dos EUA.
2.                      
Em nenhuma circunstância a designação e o logótipo
comum ENERGY STAR poderão ser utilizados de modo a desacreditar o ENERGY STAR,
a EPA, o Departamento de Energia, a União Europeia, a Comissão Europeia ou
qualquer outro organismo governamental.
3.                      
Em nenhuma circunstância o logótipo comum poderá
ser associado a produtos que não possuam a classificação ENERGY STAR.
4.                     
Os parceiros e outras organizações autorizadas são
responsáveis pela sua própria utilização da designação e do logótipo comum
ENERGY STAR, assim como pela utilização efetuada pelos respetivos
representantes, tais como agências de publicidade e por subcontratados
responsáveis pela execução.
Utilização da designação ENERGY STAR
–                        
A designação ENERGY STAR deve ser sempre
apresentada em maiúsculas;
–                        
O símbolo de registo ® deve ser utilizado quando as
palavras «ENERGY STAR» forem apresentadas pela primeira vez no material para o
mercado dos EUA,
e
–                        
O símbolo ® deve ser sempre apresentado superior à
linha;
–                        
Não deverá haver espaço entre as palavras «ENERGY
STAR» e o símbolo ®;
–                        
O símbolo ® deverá ser repetido num documento no
título de cada capítulo ou página da Internet.
Utilização do logótipo comum
O logótipo comum é uma marca que só deverá ser
utilizada como rótulo nos produtos que satisfazem ou excedem as orientações de
desempenho ENERGY STAR.
O logótipo comum pode ser utilizado:
–                        
Em produtos conformes e registados;
–                        
Na literatura do produto de produtos conformes;
–                        
Na Internet para identificar um produto conforme;
–                        
Na publicidade se for utilizado num produto
conforme ou perto dele;
–                        
Em materiais do ponto de compra;
–                        
Na embalagem de produtos conformes.
Apresentação do logótipo comum
A EPA dos EUA criou esta marca para maximizar
o impacto visual da marca e por razões de contraste e legibilidade. A marca
inclui o símbolo ENERGY STAR num bloco e a designação ENERGY STAR noutro bloco
diretamente por baixo de modo a reforçar a legibilidade do símbolo. Os dois
blocos estão separados por uma régua branca de espessura igual à do arco do
símbolo. A marca apresenta ainda um contorno a branco de espessura igual à
espessura do arco do símbolo.
Espaço livre
É exigido pela EPA dos EUA e pela Comissão
Europeia que exista sempre à volta da marca um espaço livre de 0,333 (1/3) da
altura da caixa gráfica da marca. Neste espaço não poderão ser apresentados
quaisquer outros elementos gráficos, tais como texto e imagens. Este espaço
livre é exigido pela EPA dos EUA e pela Comissão Europeia na medida em que o
logótipo comum é frequentemente apresentado em materiais que utilizam imagens
complexas, tais como outras marcas, elementos gráficos e texto.
Dimensões mínimas
As dimensões da marca podem ser alteradas, mas
não as proporções. Por razões de legibilidade, recomenda-se que a marca não
seja reproduzida com dimensões inferiores a 0,375 polegadas (3/8"; 9,5 mm)
de largura para impressão. Na Internet, deve ser assegurada a legibilidade das
letras dentro da marca.
Cor preferencial
A cor preferencial para a marca é Cian 100%.
São permitidas versões alternativas em preto ou invertidas (a branco). A cor
Web equivalente ao Cian 100% é a cor hexadecimal #0099FF. Caso exista a
possibilidade de impressão a cores para publicidade, literatura de produto ou
materiais no ponto de compra, a marca deve ser impressa em Cian 100%. Se esta
cor não estiver disponível, deverá ser substituída por preto.
Utilizações incorretas da marca
Recomendações:
–                        
Não utilize a marca em produtos não conformes.
–                        
Não altere a marca utilizando o bloco do símbolo
ENERGY STAR sem o bloco com a designação «ENERGY STAR».
Recomendações para a reprodução da marca:
–                        
Não transforme a marca num contorno;
–                        
Não utilize uma marca branca sobre um fundo branco;
–                        
Não altere as cores da marca;
–                        
Não introduza distorções na marca;
–                        
Não altere o «lock up» da marca;
–                        
Não coloque a marca numa imagem muito preenchida;
–                        
Não efetue a rotação da marca;
–                        
Não separe nenhum dos elementos da marca;
–                        
Não substitua nenhuma parte da marca;
–                        
Não utilize qualquer outro tipo de letra para
substituir parte da marca;
–                        
Não viole o espaço livre à volta da marca;
–                        
Não deforme a marca;
–                        
Não altere a dimensão do «lock up» da marca;
–                        
Não substitua a redação aprovada;
–                        
Não utilize o logótipo comum numa cor não aprovada;
–                        
Não deixe que texto se sobreponha à marca;
–                        
Não utilize o bloco do símbolo sozinho. A
designação ENERGY STAR também deve constar;
–                        
Não apague o bloco do símbolo da marca.
Escrever e falar sobre o programa ENERGY
STAR
De modo a manter e a consolidar o valor do programa
ENERGY STAR, a EPA dos EUA e a Comissão da UE recomendam a seguinte
terminologia quando se escrever e falar sobre os elementos do programa:
 CORRETO ||  INCORRETO 
 Computador conforme ENERGY STAR || Computador homologado ENERGY STAR Computador certificado ENERGY STAR Computador classificado ENERGY STAR 
 Computador em conformidade com o ENERGY STAR   ||   
 Produtos em conformidade com o ENERGY STAR || Produto ENERGY STAR Produtos ENERGY STAR (referindo-se a uma gama de produtos) Equipamento ENERGY STAR Aprovado pela EPA dos EUA Produto que cumpre as normas ENERGY STAR 
 PARCEIROS/PARTICIPANTES NO PROGRAMA 
 Um parceiro ENERGY STAR || Uma empresa ENERGY STAR 
 A empresa X, parceira ENERGY STAR || A empresa X, uma empresa aprovada pela EPA dos EUA 
 Uma empresa que participa no programa ENERGY STAR || Um vendedor de equipamento ENERGY STAR aprovado pela EPA dos EUA 
 Uma empresa que promove o programa ENERGY STAR || Aprovada pela EPA dos EUA 
 Monitores conformes ao ENERGY STAR || Programa ENERGY STAR para monitores 
 RESPONSÁVEL GOVERNAMENTAL 
 Produtos conformes ao ENERGY STAR evitam as emissões de gases com efeitos de estufa pois satisfazem orientações de eficiência rigorosas definidas pela EPA dos EUA e pela Comissão da UE ||   
 O programa ENERGY STAR e a marca ENERGY STAR são marcas registadas dos EUA ||   
 ENERGY STAR é uma marca registada propriedade do Governo dos EUA ||   
 ORIENTAÇÕES DE DESEMPENHO ||   
 Orientações ENERGY STAR || Normas ENERGY STAR 
 Especificações ENERGY STAR || Com aprovação da EPA dos EUA 
 Níveis de desempenho ENERGY STAR || Com garantia da EPA dos EUA 
 Programas voluntários || Recebeu a aprovação da EPA dos EUA 
Questões
relativas à utilização da designação e do logótipo comum ENERGY STAR
Linha verde ENERGY
STAR
Chamada gratuita
nos EUA:1-888-STAR-YES (1-888-782-7937)
Fora dos EUA contactar:
202-775–6650
Fax: 202-775–6680
www.energystar.gov
COMISSÃO EUROPEIA
Direção-Geral da
Energia 
Telefone: +32 2
2972136
www.eu-energystar.org
ANEXO C
especificações
comuns
I.
ESPECIFICAÇÕES PARA COMPUTADORES
1.                      
Definições
A.           Computador: um dispositivo que
efetua operações lógicas e que processa dados. Os computadores são compostos, pelo
menos, por: (1) uma unidade central de processamento (CPU) para efetuar
operações; (2) dispositivos de entrada de dados pelo utilizador, tais como um
teclado, rato, digitalizador ou controlador de jogos; e 3) um ecrã de
visualização para mostrar informações. Para efeitos das presentes
especificações, «computador» significa tanto uma unidade fixa como portátil,
incluindo computadores de secretária, computadores de secretária integrados,
computadores portáteis «notebook», servidores de pequena escala, terminais-clientes
«magros» e estações de trabalho. Embora os computadores devam ser capazes de
utilizar dispositivos de entrada de dados e ecrãs, como referido nos pontos 2 e
3 supra, os sistemas informáticos não precisam de incluir esses dispositivos,
ao serem comercializados, para estarem conformes com esta definição.
Componentes
B.           Ecrã de computador: um ecrã de
visualização e os componentes eletrónicos associados incorporados numa caixa
única, ou dentro da caixa do computador (por exemplo, computador portátil
«notebook» ou computador de secretária integrado), que é capaz de apresentar informações
provenientes de um computador através de um ou mais conectores de entrada de
dados, tais como VGA, DVI, Display Port e/ou IEEE 1394. Exemplos de tecnologias
de ecrãs de computador são o tubo de raios catódicos (CRT) e o ecrã de cristais
líquidos (LCD).
C.           Unidade de processamento gráfico
(UPG) separada: um processador gráfico com uma interface de controlador da
memória local e uma memória gráfica específica local.
D.           Fonte de alimentação externa: um
componente contido num invólucro físico separado, no exterior da caixa do
computador e destinado a converter a tensão alterna de entrada proveniente da
rede elétrica numa ou várias tensões contínuas mais baixas, a fim de alimentar
o computador. Uma fonte de alimentação externa deve ser ligada ao computador
através de uma ligação elétrica por cabo fixo, cordão de alimentação
macho/fêmea ou outra instalação de fios, permanente ou amovível.
E.           Fonte de alimentação interna: um
componente situado no interior da caixa do computador, destinado a converter a
tensão alterna da rede elétrica numa ou várias tensões contínuas mais baixas, a
fim de alimentar os componentes do computador. Para efeitos das presentes
especificações, uma fonte de alimentação interna deve encontrar-se no interior
da caixa do computador, mas deve estar separada da placa principal do
computador. A fonte de alimentação deve ser ligada à rede elétrica através de
um cabo único sem circuito intermediário entre a fonte de alimentação e a rede
elétrica. Além disso, todas as ligações entre a fonte de alimentação e os
componentes do computador, com exceção de uma ligação de corrente contínua ao
ecrã de um computador de secretária integrado, devem estar situadas no interior
da caixa do computador (isto é, não deve haver cabos externos entre a fonte de
alimentação e o computador ou os seus componentes). Os conversores internos CC‑CC,
utilizados para converter uma única tensão contínua de uma fonte de alimentação
externa em múltiplas tensões para serem utilizadas pelo computador, não são
considerados fontes de alimentação interna.
Tipos de computadores
F.           Computador de secretária: um
computador cuja unidade principal é destinada a estar localizada num lugar
permanente, muitas vezes em cima de uma secretária ou no chão. Os computadores
de secretária não são concebidos para serem portáteis e utilizam um ecrã
externo, um teclado e um rato. Os computadores de secretária são concebidos
para uma vasta gama de aplicações de escritório e domésticas.
G.           Servidor de pequena escala: um
computador que utiliza normalmente componentes de formato próprio para
computador de secretária, mas que é concebido para ser fundamentalmente um
elemento de armazenamento para outros computadores. Um computador deve ter as
seguintes características para ser considerado um servidor de pequena escala:
(a)          
Concebido sob a forma de pedestal, torre ou outro
formato similar ao dos computadores de secretária, de modo a que todo o
processamento e armazenamento de dados e a interligação à rede estejam contidos
numa caixa/produto; 
(b)         
Concebido para estar operacional 24 horas/dia e 7
dias/semana e em que os períodos de inatividade imprevistos são extremamente
reduzidos (da ordem de algumas horas/ano);
(c)          
Capaz de operar num ambiente de multiutilizadores
simultâneos, servindo vários utilizadores através de unidades de cliente
ligadas em rede; e
(d)         
Concebido para um sistema operativo aceite pela
indústria para aplicações de servidor doméstico ou de gama baixa (por exemplo,
Windows Home Server, Mac OS X Server, Linux, UNIX, Solaris);
(e)          
Os servidores de pequena escala são concebidos para
executarem funções tais como a prestação de serviços de infraestrutura de rede
(por exemplo, arquivamento) e a hospedagem de dados/meios de comunicação. Estes
produtos não são concebidos para ter como função principal processar informação
para outros sistemas ou operar servidores Web;
(f)           
Estas especificações não abrangem servidores
informáticos, como definidos nas especificações ENERGY STAR Versão 1.0 para
servidores informáticos. Os servidores de pequena escala abrangidos por estas
especificações limitam-se aos computadores comercializados para fins distintos
dos de um centro de dados (por exemplo, no domicílio, em pequenos escritórios).
H.           Computador de secretária integrado:
um sistema de secretária no qual o computador e o ecrã funcionam como uma só
unidade que recebe a alimentação em corrente alterna através de um único cabo.
Os computadores de secretária integrados apresentam-se sob uma de duas formas
possíveis: (1) um sistema em que o ecrã e o computador estão fisicamente
combinados numa única unidade; ou 2) um sistema embalado como um só sistema, em
que o ecrã está separado, mas se encontra ligado à caixa principal por um cabo
de alimentação de corrente contínua e em que tanto o computador como o ecrã
recebem energia elétrica de uma única fonte de alimentação. Como subconjunto
dos computadores de secretária, os computadores de secretária integrados são
normalmente concebidos para fornecerem a mesma funcionalidade que os sistemas
de secretária.
I.            Terminal-cliente «magro»: um
computador alimentado de forma independente, que assenta numa ligação a
recursos informáticos à distância para obter a funcionalidade primária. As
principais operações de computação (por exemplo, execução de programas,
armazenamento de dados, interação com outros recursos da Internet, etc.) têm
lugar mediante a utilização de recursos informáticos à distância. Os terminais-clientes
«magros» abrangidos pelas presentes especificações estão limitados a
dispositivos que não integram unidades de armazenamento de dados com movimento
rotativo. A unidade principal de um terminal-cliente «magro» abrangido pelas
presentes especificações deve destinar-se a permanecer num local fixo (por
exemplo, sobre uma secretária) e não a ser portátil.
J.            Computador portátil «notebook»: um
computador concebido especificamente para ser portátil e para funcionar durante
períodos extensos de tempo com ou sem ligação direta a uma fonte de alimentação
de corrente alterna. Os computadores portáteis «notebook» devem utilizar um
ecrã integrado e ser capazes de funcionar alimentados por uma bateria integrada
ou outra fonte de alimentação portátil. Além disso, a maioria dos computadores
portáteis «notebook» utiliza uma fonte de alimentação externa e tem um teclado
e um dispositivo apontador incorporados. Os computadores portáteis «notebook»
são normalmente concebidos para fornecer uma funcionalidade semelhante à dos
computadores de secretária, incluindo o funcionamento de software
semelhante em funcionalidade ao utilizado nos computadores de secretária. Para
efeitos das presentes especificações, as estações-doca são consideradas como
acessórios e, por isso, não estão incluídas nos níveis de desempenho associados
aos computadores portáteis «notebook» apresentados na secção 3 infra. Os
computadores tabulares, que podem utilizar ecrãs táteis conjuntamente com, ou
em lugar de outros dispositivo de introdução de dados, são considerados
computadores portáteis «notebook» nas presentes especificações.
K.          Estação de trabalho: um computador de
desempenho elevado, para um único utilizador, utilizado normalmente para dados
gráficos, CAD, desenvolvimento de software, aplicações financeiras e
científicas, para além de outras tarefas computação-intensivas. Para ser
elegível como estação de trabalho, um computador deve:
(a)          
Ser comercializado como estação de trabalho;
(b)         
Ter um tempo médio entre avarias (MTBF) de pelo
menos 15 000 horas, quer com base em Bellcore TR-NWT-000332, issue 6,
12/97, quer em dados coligidos na prática; e
(c)          
Comportar um código corretor de erros (ECC) e/ou
uma memória tampão.
(d)         
Além disso, uma estação de trabalho deverá
satisfazer três das seguintes seis características facultativas:
(e)          
Ter um suporte suplementar de alimentação para
gráficos de alta qualidade (isto é, alimentação suplementar PCI-E 6-pin 12V);
(f)           
O sistema estar equipado para mais de x4 PCI-E na
placa-mãe, para além da(s) ranhura(s) para gráficos e/ou do suporte PCI-X;
(g)          
Não ser compatível com gráficos de acesso uniforme
à memória (UMA);
(h)          
Incluir 5 ou mais ranhuras para PCI, PCIe ou PCI-X;
(i)            
Comportar o funcionamento multiprocessadores com
dois ou mais processadores (deve ser compatível com invólucros de
processador/suportes fisicamente separados e não apenas com um único
processador multinúcleos); e/ou
(j)           
Ser classificado por, pelo menos, duas
certificações de produto de fornecedores de software independente (ISV);
estas certificações podem estar em tramitação, mas devem estar concluídas no
prazo de 3 meses a partir da classificação.
Modos operacionais
L.           Modo desligado: O nível de consumo
de energia no modo mais baixo de energia que não pode ser desligado
(influenciado) pelo utilizador e que pode persistir por um tempo indefinido
quando o aparelho está ligado à fonte de alimentação principal e é usado em
conformidade com as instruções do fabricante. Para sistemas em que são
aplicáveis as normas ACPI, o modo desligado corresponde ao estado ACPI System
Level S5.
M.          Modo latente: Um estado de baixa
energia em que o computador é capaz de entrar automaticamente após um período
de inatividade, ou por seleção manual. Um computador com capacidade de modo latente
pode rapidamente «despertar», em resposta a ligações à rede ou a dispositivos
de interface de utilizador, com uma latência de ≤ 5 segundos, desde o
início do evento de despertar até ao instante em que o sistema se torna
inteiramente utilizável, incluindo a visualização no ecrã. Para sistemas em que
são aplicáveis as normas ACPI, o modo latente corresponde mais frequentemente
ao estado ACPI System Level S3 (suspensão até à RAM).
N.          Modo inativo: O estado em que o
sistema operativo e o restante software completaram o carregamento, foi
criado um perfil de utilizador, a máquina não está em modo latente e a
atividade é limitada às aplicações básicas que o sistema inicia por defeito.
O.          Modo ativo: O estado em que o
computador executa trabalho útil em resposta a: a) entrada de dados prévia ou
em decurso pelo utilizador, ou b) instruções prévias ou em decurso através da
rede. Este modo inclui o processo ativo, a busca de dados no dispositivo de
armazenamento, a memória, ou memória-tampão, incluindo o tempo de modo inativo,
em situação de espera por nova ação do utilizador e antes de entrar em modos de
baixo consumo.
P.           Consumo típico de energia elétrica
(CTEE): Trata-se de um método para ensaiar e comparar o desempenho energético
de computadores, que se centra no consumo típico de energia elétrica do produto
em funcionamento normal durante um período de tempo representativo. Para
computadores de secretária e para computadores portáteis «notebook», o critério
fundamental da abordagem CTEE é um valor de utilização de energia anual normal,
medida em kilowatts-hora (kWh), utilizando medições dos níveis médios de
energia em modo operacional, corrigidos por um modelo de utilização normal
pressuposto (ciclo de utilização). Para as estações de trabalho, os requisitos
baseiam-se num valor de energia CTEE, calculado a partir de níveis de energia
em modo operacional, da potência máxima e de um ciclo de utilização
pressuposto.
Rede e gestão da energia
Q.          Interface de rede: Os componentes (hardware
e software) cuja função principal é tornar o computador capaz de
comunicar através de uma ou mais tecnologias de rede. Exemplos de interfaces de
rede são IEEE 802.3 (Ethernet) e IEEE 802.11 (WiFi).
R.           Evento de despertar: um evento ou
estímulo, provocado pelo utilizador, programado ou externo, que leva o
computador a passar do seu modo latente ou desligado para o seu modo
operacional ativo. Nestes eventos incluem-se, mas não a título exaustivo:
movimentos do rato, ações do teclado, sinais provenientes do controlador,
eventos de relógio de tempo real, ou a pressão de um botão na caixa do
computador e, para os eventos externos, estímulos transmitidos por controlo remoto,
rede, modem, etc.
S.           Despertar pela rede local («Wake On
Lan», WOL): Funcionalidade que permite a um computador ser ativado a partir do
modo latente ou do modo desligado, quando receber um pedido da rede via
Ethernet.
T.           Plena conectividade com a rede: A
capacidade do computador de manter a presença na rede durante o modo latente e
de despertar de maneira inteligente quando é exigido processamento adicional
(incluindo o processamento ocasional exigido para manter a presença na rede). A
manutenção da presença na rede pode incluir a obtenção e/ou a defesa de uma
interface atribuída, ou de um endereço de rede, a resposta a pedidos de outros
nós da rede, ou a manutenção das ligações à rede existentes, durante o estado
de latência. Deste modo, a presença do computador, dos seus serviços e
aplicações de rede, são mantidos apesar de o computador estar em modo latente.
Do ponto de vista da rede, um computador em modo latente com plena
conectividade com a rede é funcionalmente equivalente a um computador em modo
inativo, no que diz respeito a aplicações e modelos de utilização comuns. A
plena conectividade com a rede em modo latente não está limitada a um conjunto
específico de protocolos e pode abranger aplicações instaladas após a
instalação inicial.
Canais de comercialização e de expedição
U.           Canais empresariais: canais de venda
normalmente utilizados pelas grandes e médias empresas, organizações
governamentais, estabelecimentos de ensino, ou outras organizações que compram
computadores utilizados em ambientes de gestão cliente/servidor.
V.           Número do modelo: um nome de
comercialização único aplicável a uma configuração de hardware/software
específica (isto é, sistema operativo, tipos ou processadores, memória, unidade
de processamento gráfico – GPU, etc.) que é ou predefinida, ou é uma
configuração selecionada pelo cliente.
W.          Nome do modelo: um nome de
comercialização que inclui a referência ao número de família dos modelos de PC,
uma breve descrição do produto, ou as referências da marca.
X.           Família de produtos: Uma descrição
de alto nível que remete para um grupo de computadores que normalmente têm a
mesma combinação de quadro/placa principal, que contém frequentemente centenas
de configurações possíveis de hardware e software.
2.                      
Equipamentos conformes
Os computadores devem responder à definição de
computador bem como a uma das definições dos tipos de produtos constantes da
secção I acima, para poderem obter o rótulo ENERGY STAR. O seguinte quadro
apresenta uma lista dos tipos de computadores que são (e que não são) elegíveis
para o rótulo ENERGY STAR.
 Produtos abrangidos pelas especificações da Versão 5.0 || Produtos não abrangidos pelas especificações da Versão 5.0 
 ·      Computadores de secretária ·      Computadores de secretária integrados: ·      Computadores portáteis «notebook» ·      Estações de trabalho ·      Servidores de pequena escala ·      Terminais-clientes «magros» || ·      Servidores informáticos (como definidos nas especificações de servidor informático da Versão 1.0) ·      Aparelhos de mão, PDA e Smartphones 
3.                      
Critérios de eficiência energética e de gestão
de energia
Os computadores devem satisfazer os requisitos
a seguir enunciados para poderem obter o rótulo ENERGY STAR. A data de entrada
em vigor da Versão 5.0 é abrangida pela secção 5 destas especificações.
A.           Requisitos de eficiência da fonte
de alimentação
Os computadores devem satisfazer os requisitos
a seguir enunciados para poderem obter o rótulo ENERGY STAR. A data de entrada
em vigor da Versão 5.0 é abrangida pela secção 5 destas especificações.
(a)          
Computadores que utilizam uma fonte de alimentação
interna: eficiência mínima de 85% a 50% da potência nominal de saída e 82% de
eficiência mínima a 20% e 100% da potência nominal de saída e fator de potência
> 0,9 a 100% da potência nominal de saída.
(b)         
Computadores que utilizam uma fonte de alimentação
externa: As fontes de alimentação externa vendidas com os computadores ENERGY
STAR devem ser elegíveis para a ENERGY STAR, ou cumprir os níveis de eficiência
no modo de não carregamento e no modo ativo estabelecidos nos requisitos do
programa ENERGY STAR para fontes de alimentação externa de tensão única CA-CA e
CA-CC, Versão 2.0. As especificações ENERGY STAR e a lista dos produtos
conformes podem encontrar-se em www.energystar.gov/powersupplies.
Nota: Este requisito de desempenho aplica-se igualmente a fontes de alimentação
externa de tensão múltipla, ensaiadas em conformidade com o método de ensaio
das Fontes de Alimentação Internas mencionado no ponto 4 infra.
B.           Requisitos de eficiência e
desempenho
(1)                   
Níveis aplicáveis a computadores de secretária,
computadores de secretária integrados e computadores portáteis «notebook»:
Categorias de computadores de secretária para
os critérios CTEE:
Para efeitos de determinar os níveis CTEE, os
computadores de secretária e os computadores de secretária integrados devem ser
elegíveis para as categorias A, B, C, ou D, como definido infra:
(a)          
Categoria A: todos os computadores de secretária
que não correspondam à definição da Categoria B, da Categoria C ou da Categoria
D serão classificados na Categoria A para efeitos do ENERGY STAR.
(b)         
Categoria B: Para serem classificados na Categoria
B, os computadores de secretária devem ter:
–              
dois núcleos físicos; e
–              
dois gigabytes (GB) de memória de sistema.
(c)          
Categoria C: Para serem classificados na Categoria
C, os computadores de secretária devem ter:
–              
mais de dois núcleos físicos.
Além do requisito acima referido, os modelos
classificados na categoria C devem ser configurados com, no mínimo, uma das
duas características seguintes:
–              
pelo menos dois gigabytes (GB) de memória de
sistema; e/ou
–              
uma GPU separada.
(d)         
Categoria D: Para serem classificados na Categoria
D, os computadores de secretária devem ter:
–              
pelo menos quatro núcleos físicos.
Além do requisito acima referido, os modelos
classificados na categoria D devem ser configurados com, no mínimo, uma das
duas características seguintes:
–              
pelo menos dois gigabytes (GB) de memória de
sistema; e/ou
–              
uma GPU separada com um tampão de trama de dimensão
superior a 128 bit.
Critérios CTEE para categorias de computadores
portáteis «notebook»:
Para efeitos da determinação dos níveis de
CTEE, os computadores portáteis «notebook» devem ser classificados nas
categorias A, B ou C, como definido infra:
(a)          
Categoria A: todos os computadores portáteis
«notebook» que não correspondam à definição da Categoria B ou da Categoria C
infra são classificados na Categoria A para efeitos do rótulo ENERGY STAR;
(b)         
Categoria B: para serem classificados na Categoria
B, os computadores portáteis «notebook» devem ter:
–              
Uma GPU separada.
(c)          
Categoria C: Para serem classificados na Categoria
C, os computadores portáteis «notebook» devem ter:
–              
2 ou mais núcleos físicos;
–              
2 ou mais gigabytes (GB) de memória de sistema; e
–              
uma GPU separada com um tampão de trama de dimensão
superior a 128 bit.
CTEE (categorias de produtos de computadores
de secretária e de computadores portáteis «notebook»):
Os quadros seguintes indicam os níveis de CTEE
exigidos para a especificação 5.0. Do quadro 1 infra constam os requisitos CTEE
para a Versão 5.0, enquanto o quadro 2 estabelece a ponderação para cada modo
operacional por tipo de produto. O CTEE será determinado utilizando a fórmula
seguinte:
ECTEE = (8760/1000) ∙ (Pdesligado
∙ Tdesligado + Platente ∙ Tlatente
+ Pinativo ∙ Tinativo), sendo todos os Px
valores de energia em watts, todos os Tx valores de tempo em % de
ano e sendo ECTEE o consumo energético anual em kWh baseado na
ponderação dos modos indicados no quadro 2.
 Quadro 1: Requisito ECTEE - computadores de secretária e computadores portáteis «notebook» || 
   || Computadores de secretária e computadores integrados (kWh) || Computadores portáteis «notebook» (kWh) || 
 CTEE (kWh) || Categoria A: ≤ 148,0 Categoria B: ≤ 175,0 Categoria C: ≤ 209,0 Categoria D: ≤ 234,0 || Categoria A: ≤ 40,0 Categoria B: ≤ 53,0 Categoria C: ≤ 88,5 || 
 Ajustamentos de capacidade || 
 Memória || 1 kWh (por GB acima da configuração de base) Memória de base: Categorias A, B e C: 2GB Categoria D: 4 GB || 0,4 kWh (por GB acima de 4) || 
 Gráfico de alta qualidade (para GPU separada com tampão de trama da dimensão especificada) || Categorias A e B: 35 kWh (dimensão TT ≤ 128 bits) 50 kWh (dimensão TT > 128 bits) Categorias C e D: 50 kWh (dimensão TT > 128 bits) || Categoria B: 3 kWh (dimensão TT > 64 bits) || 
 Armazenamento interno adicional || 25 kWh || 3 kWh || 
 || Quadro 2: Ponderação dos modos operacionais - computadores de secretária e computadores portáteis «notebook» 
 ||   || Computador portátil «notebook» || Convencional 
 ||   || Convencional || Proxying* || Convencional || Proxying* 
 || Tdesligado || 55% || 40% || 60% || 45% 
 || Tlatente || 5% || 30% || 10% || 30% 
 || Tinativo || 40% || 30% || 30% || 25% 
 || Nota: Proxying: um computador que mantém a plena conectividade com a rede, como definida na secção 1 das presentes especificações. Para que um sistema seja classificado no âmbito das ponderações de proxying supra, deve corresponder a uma norma proxying aberta aprovada pela EPA e pela Comissão Europeia como sendo conforme com os objetivos ENERGY STAR. Essa aprovação deve estar em vigor antes da apresentação dos dados relativos ao produto para efeitos da sua classificação. Ver secção 3.C, «Classificação de computadores com capacidade de gestão de energia», para informações adicionais e requisitos em termos de ensaio. 
(2)                   
Níveis aplicáveis às estações de trabalho
PCTEE (categoria de produtos
«estação de trabalho»):
Os quadros seguintes indicam os níveis de PCTEE
exigidos para as especificações 5.0. O quadro 3 infra contém a lista dos
requisitos PCTEE da Versão 5.0; o quadro 4 indica a ponderação para
cada modo operacional. PCTEE será determinado utilizando a fórmula
seguinte:
PCTEE = 0,35 ∙ Pdesligado
+ 0,10 ∙ Platente + 0,55 ∙ Pinativo
sendo todos os Px valores de
potência em watts.
 Quadro 3: Requisito PCTEE - Estações de trabalho 
 PCTEE ≤ 0,28 ∙ [Pmax + (# HDD ∙ 5)] 
 Quadro 4: Ponderação dos modos operacionais - Estações de trabalho 
 Tdesligado || 35% 
 Tlatente || 10% 
 Tinativo || 55% 
 Nota: As ponderações estão incluídas na fórmula PCTEE supra. 
Dispositivos múltiplos para gráficos (estações
de trabalho):
As estações de trabalho que cumprem os
requisitos ENERGY STAR com um único dispositivo para gráficos são também
elegíveis para uma configuração com mais de um dispositivo para gráficos, desde
que a configuração de hardware adicional seja idêntica, com exceção do
ou dos dispositivos para gráficos adicionais. A utilização de gráficos
múltiplos inclui, mas não a título exaustivo, a operação com múltiplos ecrãs e
a sua associação para obtenção de um desempenho elevado, configurações de
múltiplas GPU (por exemplo, ATI Crossfire, NVIDIA SLI). Nesses casos, e até ao
momento em que SPECviewperf® comporte um regime multitarefas gráficas, os
fabricantes podem apresentar os dados de ensaio para a estação de trabalho com
um dispositivo único para gráficos para ambas as configurações, sem terem de
submeter o sistema a novo ensaio.
(3)                   
Níveis aplicáveis aos servidores de pequena escala:
Para efeitos da determinação dos níveis do
modo inativo, os servidores de pequena escala devem classificar-se nas
categorias A ou B, como definido a seguir:
(a)          
Categoria A: Todos os servidores de pequena escala
que não cumprem a definição da categoria B serão considerados como pertencendo
à categoria A para efeitos da classificação ENERGY STAR.
(b)         
Categoria B: Para serem classificados na categoria
B os servidores de pequena escala devem ter:
–              
processador(es) com mais de 1 núcleo físico ou mais
de 1 processador separado; e
–              
no mínimo, 1 gigabyte de memória de sistema.
 Quadro 6: Requisitos de eficiência para servidor de pequena escala 
 Requisitos de energia em modo operacional para servidor de pequena escala 
 Modo desligado: ≤ 2,0 W 
 Modo inativo: Categoria A: ≤ 50,0 W Categoria B: ≤ 65,0 W 
 Capacidade || Margem de potência adicional 
 Despertar na rede [Wake On LAN (WOL)] (Aplicável só se o computador for enviado com WOL ativado) || + 0,7 W para o modo desligado 
(4)                   
Níveis aplicáveis aos terminais-clientes «magros»
Categorias de terminais-clientes «magros» para
critérios de modo inativo: para efeitos da determinação de níveis inativos, os terminais-clientes
«magros» devem ser classificados nas categorias A ou B, tal como definido
infra:
(a)          
Categoria A: todos os terminais-clientes «magros»
que não cumprem a definição da categoria B infra são classificados na categoria
A para efeitos do rótulo ENERGY STAR;
(b)         
Categoria B: para serem classificados na Categoria
B, os computadores de secretária devem:
–              
permitir a codificação/descodificação multimédia
local.
 Quadro 7: Requisitos de eficiência para terminais-clientes «magros» 
 Requisitos de energia em modo operacional para terminais-clientes «magros» 
 Modo «desligado»: ≤ 2 W 
 Modo latente (se aplicável): ≤ 2 W 
 Modo inativo: Categoria A: ≤ 12,0 W Categoria B: ≤ 15,0 W 
 Capacidade || Margem de potência adicional 
 Despertar na rede [Wake On LAN (WOL)] (Aplicável só se o computador for enviado com WOL ativado) || + 0,7 W para o modo latente + 0,7 W para o modo desligado 
C.           Requisitos de gestão de energia
Os produtos devem cumprir os requisitos de
gestão de energia enumerados no quadro 8 infra e ser submetidos a ensaio tal
como foram comercializados.
 Quadro 8: Requisitos de gestão de energia 
 Requisito de especificações ||   || Aplicável a 
 Requisitos de comercialização 
 Modo latente || Comercializado com um modo latente programado para ser ativado após 30 minutos de inatividade do utilizador. Os computadores deverão reduzir a velocidade de quaisquer ligações ativas a uma rede Ethernet de 1 Gb/s quando transitarem para o modo latente ou para o modo desligado. || Computadores de secretária || √ 
 Computadores de secretária integrados: || √ 
 Computadores portáteis «notebook» || √ 
 Estações de trabalho || √ 
   ||   
 Servidores de pequena escala ||   
 Terminais-clientes «magros» ||   
 Ecrã em modo latente || Comercializado com o modo latente do ecrã programado para ser ativado após 15 minutos de inatividade do utilizador. || Computadores de secretária || √ 
 Computadores de secretária integrados: || √ 
 Computadores portáteis «notebook» || √ 
 Estações de trabalho || √ 
   ||   
 Servidores de pequena escala (se existir ecrã) || √ 
 Terminais-clientes «magros» || √ 
 Requisitos de rede para gestão da energia 
 Despertar pela rede local [Wake On LAN (WOL)] || Os computadores com capacidade Ethernet devem ser capazes de ativar e desativar a função WOL para o modo latente. || Computadores de secretária || √ 
 Computadores de secretária integrados: || √ 
 Computadores portáteis «notebook» || √ 
 Estações de trabalho || √ 
   ||   
 Servidores de pequena escala || √ 
 Terminais-clientes «magros» (só aplicável se as atualizações de software da rede gerida centralmente forem efetuadas enquanto a unidade está em modo latente ou em modo desligado. Os terminais-clientes «magros» cujo quadro normal para melhorar o software de cliente não exige programação fora das horas de funcionamento estão isentos do requisito.) || √ 
 Só aplicável a computadores comercializados através de canais de empresa: Os computadores com capacidade Ethernet devem cumprir um dos seguintes requisitos: ·      ser comercializados com Despertar pela rede local (WOL) ativada a partir do modo latente quando funcionam com corrente alterna (ou seja, os computadores portáteis «notebook» podem desativar automaticamente a função WOL quando desligados da rede elétrica); ou ·      fornecer um modo de controlo para ativar a função WOL que seja suficientemente acessível a partir da interface de utilizador do sistema operativo do cliente e através da rede se o computador for vendido sem a função WOL ativada. || Computadores de secretária || √ 
 Computadores de secretária integrados: || √ 
 Computadores portáteis «notebook» || √ 
 Estações de trabalho || √ 
   ||   
 Servidores de pequena escala || √ 
 Terminais-clientes «magros» (só aplicável se as atualizações de software da rede gerida centralmente forem efetuadas enquanto a unidade está em modo latente ou em modo desligado. Os terminais-clientes «magros» cujo quadro normal para melhorar o software de cliente não exige programação fora das horas de funcionamento estão isentos do requisito.) || √ 
 Gestão do despertar || Só aplicável a computadores comercializados através de canais de empresa:   Os computadores com capacidade Ethernet são capazes de gerir tanto eventos remotos (através da rede) como eventos de despertar programado a partir do modo latente (por exemplo, relógio de tempo real).   Os fabricantes deverão assegurar, quando o controlo depender deles, (ou seja, quando a configuração seja feita através de parâmetros de hardware e não de parâmetros de software), que estes parâmetros poderão ser geridos centralmente, como o cliente desejar, com instrumentos fornecidos pelo fabricante. || Computadores de secretária || √ 
 Computadores de secretária integrados: || √ 
 Computadores portáteis «notebook» || √ 
 Estações de trabalho || √ 
   ||   
 Servidores de pequena escala || √ 
 Terminais-clientes «magros» || √ 
Para todos os computadores com a função WOL
ativada, todos os filtros de pacotes dirigidos deverão estar ativados e
configurados segundo uma norma industrial aplicável por defeito. Até se acordar
em uma (ou mais) normas, pede-se aos parceiros que forneçam as suas
configurações de filtros de pacotes diretos à EPA e à Comissão Europeia para
publicação no seu sítio Web, a fim de estimular o debate e o desenvolvimento de
configurações-padrão.
Computadores conformes com capacidades de
gestão de energia:
(a)         
Desligado: Os computadores deverão ser ensaiados e
descritos como sendo comercializados para o modo desligado. Os modelos que
serão comercializados com a função WOL ativada para o modo desligado serão
ensaiados com a WOL ativada. Do mesmo modo, os produtos comercializados com a
WOL desativada para o modo desligado serão ensaiados com a WOL desativada;
(b)         
Latência: Os computadores deverão ser ensaiados e
descritos como sendo comercializados para o modo latente. Os modelos vendidos
através de canais da empresa, como definido na secção 1, definição V, serão
ensaiados, classificados e comercializados com a WOL ativada/desativada, com
base nos requisitos do quadro 8. Os produtos que vão diretamente para os
consumidores através dos canais de retalho normais não são submetidos à
exigência de serem fornecidos com a WOL ativada para o modo latente, e poderão
ser ensaiados, classificados e comercializados com a WOL ativada ou não
ativada;
(c)         
Proxying: Os computadores de secretária,
computadores de secretária integrados e computadores portáteis «notebook»
deverão ser ensaiados e descritos como sendo comercializados para os modos
inativo, de latência e desligado, com características «proxying» ativadas ou
desativadas ao ser comercializados. Para que um sistema seja elegível para a
utilização das ponderações de CTEE para «proxying», deve cumprir uma norma
«proxying» aprovada pelo EPA e pela Comissão Europeia que assegure o
cumprimento dos objetivos ENERGY STAR. Essa aprovação deve estar em vigor antes
da apresentação dos dados relativos ao produto para efeitos da sua
classificação.
Pré-fornecimento de software do cliente e do serviço
de gestão:
O parceiro continuará a ser responsável pelo
ensaio e a classificação dos produtos na fase de comercialização. Se nessa fase
o produto cumpre os requisitos de ENERGY STAR e é classificado como tal, pode
ser rotulado com essa menção.
Se o parceiro for empregado por um cliente
para carregar uma imagem personalizada, deve tomar as medidas seguintes:
–              
O parceiro deve informar o cliente de que o produto
que lhe fornece pode não ser classificável como ENERGY STAR com a imagem
personalizada carregada (uma carta-tipo está disponível no sítio Web de ENERGY
STAR, podendo ser partilhada com os clientes).
–              
O parceiro deve incentivar o seu cliente a ensaiar
o produto no que se refere ao cumprimento dos critérios de ENERGY STAR.
Requisito de informação do utilizador:
A fim de assegurar que os
compradores/utilizadores sejam corretamente informados dos benefícios da gestão
da energia, o fabricante incluirá em cada computador, um dos seguintes
elementos:
–              
Informações sobre o ENERGY STAR e os benefícios da
gestão da energia, numa cópia impressa ou numa cópia eletrónica do manual do
utilizador. Estas informações deverão encontrar-se no início do manual do
utilizador; ou
–              
Incluir um pacote ou uma caixa sobre o ENERGY STAR
e os benefícios da gestão da energia.
Cada opção deverá incluir pelo menos as
seguintes informações:
–              
Informação de que o computador tal como é
comercializado foi ativado para gestão da energia e do teor das definições de
tempo (tanto as definições por defeito do sistema, como uma nota que indique
que as definições por defeito para o computador cumprem os requisitos ENERGY
STAR de menos de 15 minutos de inatividade do utilizador para o ecrã e menos de
30 minutos de inatividade do utilizador para o computador, recomendados pelo programa
ENERGY STAR para uma poupança ótima de energia); e
–              
Como despertar corretamente o computador do modo
latente.
D.          Requisitos
voluntários
Interface de utilizador
Embora não seja obrigatório, recomenda-se
vivamente aos fabricantes que concebam os seus produtos de acordo com a norma
aplicada à interface de utilizador para controlo do consumo de energia – IEEE
1621 (formalmente conhecida como «Standard for User Interface Elements in Power
Control of Eletronic Devices Employed in Office/Consumer Environments»). A
conformidade com a IEEE 1621 tornará os controlos do consumo de energia mais
coerentes e intuitivos em todo o equipamento eletrónico. Para mais informações
sobre esta norma, ver http://eetd.LBL.gov/Controls.
4.                      
Procedimentos de ensaio
Pede-se aos fabricantes que realizem ensaios e
autocertifiquem os modelos que correspondem às orientações do ENERGY STAR.
–                        
Ao realizar esses ensaios, os parceiros acordam em
utilizar os procedimentos de ensaio previstos no quadro 9 infra.
–                        
Os resultados dos ensaios deverão ser comunicados à
EPA ou à Comissão Europeia, conforme apropriado.
Os requisitos adicionais de ensaio e
apresentação de relatórios são apresentados a seguir.
1.           Número de unidades necessárias para
ensaiar o TCEE ou o estado inativo:
Os fabricantes poderão inicialmente ensaiar
uma única unidade para certificação. Se a unidade inicial ensaiada apresentar
um consumo inferior ou igual ao especificado no requisito aplicável para CTEE
ou modo inativo, mas situado dentro de um margem de 10% abaixo desse nível, deve
ser testada uma unidade adicional do mesmo modelo, com uma configuração
idêntica. Os fabricantes devem comunicar os resultados respeitantes a ambas as
unidades. Para que o modelo seja classificado como ENERGY STAR, ambas as
unidades devem respeitar o valor máximo para o CTEE ou o modo inativo aplicável
a esse produto e essa categoria de produtos. 
Nota: Este ensaio adicional é apenas exigido
para a classificação CTEE (computadores de secretária, computadores de
secretária integrados, computadores portáteis «notebook», estações de trabalho)
e a classificação relativa ao modo inativo (servidores de pequena escala, terminais-clientes
«magros»); no caso de serem aplicáveis os requisitos relativos aos modos de
latência e desligado, o ensaio é exigido a apenas uma unidade. Os seguintes
exemplos ilustram melhor esta abordagem:
Exemplo 1 – O computador de secretária da
categoria A deve respeitar um nível de CTEE igual ou inferior a 148,0 kWh,
sendo 133,2 kWh o limiar de 10% para o ensaio adicional.
–              
Se a primeira unidade for medida a 130 kWh, não são
necessários mais ensaios e o modelo é conforme (130 kWh é 12% mais eficiente do
que a especificação e está portanto «fora» da margem de 10%).
–              
Se o resultado da medição da primeira unidade for
133,2 kWh, não é necessário fazer mais ensaios e o modelo é considerado
conforme (133,2 kWh representa exatamente uma eficiência que supera em 10% a
especificação). 
–              
Se a primeira unidade for medida a 135 kWh, então
deverá ser ensaiada uma unidade adicional para determinar a conformidade (135
kWh é apenas 9% mais eficiente do que a especificação, encontrando-se «dentro»
da margem de 10%). 
–              
Se as duas unidades forem então ensaiadas a 135 e
151 kWh, o modelo não é conforme ao ENERGY STAR - embora a média seja de
143 kWh - porque um dos valores excede a especificação ENERGY STAR. 
–              
Se as duas unidades forem então ensaiadas a 135 e
147 kWh, o modelo é conforme ao ENERGY STAR porque ambos os valores
satisfazem a especificação ENERGY STAR de 148,0 kWh.
Exemplo 2 – Um servidor de pequena escala da
categoria A deve respeitar um nível de consumo em modo inativo igual ou
inferior a 50 watts, sendo 45 watts o limiar de 10% para um ensaio adicional.
Poderão verificar-se os seguintes cenários ao ensaiar um modelo para
certificação:
–              
Se a primeira unidade for medida a 44 watts, não
são necessários mais ensaios e o modelo é conforme (44 watts é 12% mais
eficiente do que a especificação e está portanto «fora» da margem de 10%).
–              
Se o resultado da medição da primeira unidade for
45 watts, não é necessário fazer mais ensaios e o modelo é considerado conforme
(45 watts representa exatamente uma eficiência que supera em 10% a
especificação). 
–              
Se a primeira unidade for medida a 47 watts, então
deverá ser ensaiada uma unidade adicional para determinar a conformidade (47
watts é apenas 6% mais eficiente do que a especificação, encontrando-se
«dentro» da margem de 10%).
–              
Se as duas unidades forem então ensaiadas a 47 e 51
watts, o modelo não é conforme ao ENERGY STAR - embora a média seja de 49 watts
- porque um dos valores (51) excede a especificação ENERGY STAR.
–              
Se as duas unidades forem então ensaiadas a 47 e 49
watts, o modelo é conforme ao ENERGY STAR, porque ambos os valores satisfazem a
especificação ENERGY STAR de 50 watts.
2.           Modelos capazes de funcionar com
várias combinações de tensão/frequência:
Os fabricantes ensaiarão os seus produtos com
base no(s) mercado(s) em que os produtos serão vendidos e promovidos como
conformes ao ENERGY STAR.
Para os produtos que são vendidos como ENERGY
STAR em mercados internacionais múltiplos e que têm, assim, múltiplas tensões
nominais de entrada, o fabricante deverá ensaiar e comunicar os valores medidos
exigidos de consumo de energia e de eficiência em todas as combinações
tensão/frequência pertinentes. Por exemplo, um fabricante que comercialize o
mesmo modelo nos Estados Unidos e na Europa deverá medir, satisfazer as
especificações e comunicar os valores dos ensaios tanto a 115 volts/60 Hz como
a 230 volts/50 Hz, a fim de o modelo ser conforme ao ENERGY STAR em ambos os mercados.
Se um modelo se qualificar como ENERGY STAR apenas com uma combinação de
tensão/frequência (por exemplo, 115 volts/60 Hz), só pode ser considerado
conforme e promovido como ENERGY STAR nas regiões em que exista a combinação de
tensão/frequência ensaiada (por exemplo, na América do Norte e em Taiwan).
 Quadro 9: Procedimentos de ensaio 
 Categoria de produto || Requisito de especificações || Protocolo de ensaio || Fonte 
 Todos os computadores || Eficiência da fonte de energia || IPS (Fonte de alimentação interna): Protocolo de ensaio de eficiência da fonte de alimentação interna genérica Rev. 6.4.2 EPS (Fonte de alimentação externa): Método ENERGY STAR de ensaio para fontes de alimentação externa   Nota: No caso de serem necessários informações/procedimentos, para além dos descritos no protocolo de eficiência da fonte de alimentação interna para o ensaio da mesma, os parceiros devem facultar à EPA ou à Comissão Europeia, segundo o caso, a seu pedido, a estrutura de ensaio utilizada para a obtenção dos dados IPS utilizados para a apresentação de produtos. || IPS: www.efficientpowersupplies.org       EPS: www.energystar.gov/powersupplies 
 Computadores de secretária, computadores de secretária integrados e computadores portáteis «notebook» || CTEE (a partir de medições nos modos desligado, de latência e inativo) || Método de ensaio de computadores ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I, secção III || Apêndice A 
 Estações de trabalho     || CTEE (a partir de medições nos modos desligado, de latência e inativo e à potência máxima) || Método de ensaio de computadores ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I, secção III-IV 
   ||   ||   
 Servidores de pequena escala || Modos desligado e inativo || Método de ensaio de computadores ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I, secção III 
 Terminais-clientes «magros» || Modos desligado, de latência e inativo || Método de ensaio de computadores ENERGY STAR (Versão 5.0), anexo I, secção III 
3.           Famílias de produtos conformes
Os modelos que não foram modificados ou que
diferem apenas quanto ao acabamento dos que foram vendidos num ano anterior
podem continuar conformes sem a apresentação de novos dados de ensaios,
partindo-se do princípio que a especificação não se alterou. Se o modelo de um
produto for colocado no mercado em múltiplas configurações ou estilos, como uma
«família» ou série de produtos, o fabricante poderá comunicar e certificar o
produto sob um único número de modelo, desde que todos os modelos dessa família
ou série respondam aos seguintes requisitos:
–              
Computadores que sejam construídos com a mesma
plataforma e sejam idênticos em todos os aspetos exceto a caixa e a cor, podem
ser certificados mediante a apresentação de dados de ensaios para um único
modelo representativo.
–              
Se o modelo de um produto for colocado no mercado
em múltiplas configurações, o fabricante poderá comunicar e certificar o
produto sob um único número de modelo, que represente a configuração, em termos
de consumo de energia, mais elevada nessa família, em vez de descrever todos os
modelos individuais dessa família; não podem existir no mesmo modelo de
produtos configurações de consumo mais elevado do que o da configuração
representativa. Nesse caso, a configuração mais elevada consistiria em: o
processador de consumo de energia mais elevado, a configuração máxima de
memória, a GPU de consumo máximo, etc. Para sistemas que respondam à definição
de múltiplas categorias de computadores (como definido na secção 3.B),
conforme a configuração específica, os fabricantes terão de apresentar a
configuração de consumo máximo para cada categoria na qual desejam que o
sistema seja classificado. Por exemplo, um sistema que possa ser configurado
tanto na categoria A como na categoria B dos computadores de secretária, exigirá
a apresentação da configuração com maior consumo de energia para ambas as
categorias, a fim de ser conforme ao ENERGY STAR. Se um produto puder ser
configurado de forma a corresponder às três categorias, terão então de ser
apresentados dados para a configuração de consumo máximo em todas as
categorias. Os fabricantes serão responsáveis por eventuais queixas sobre a
eficiência apresentadas a respeito de todos os outros modelos da família,
incluindo aqueles que não foram ensaiados ou sobre os quais não foram
comunicados dados.
Todas as unidades/configurações associadas a
uma designação de modelo de produtos, em relação às quais um parceiro solicita
a classificação ENERGY STAR, devem cumprir os requisitos ENERGY STAR. Se um
parceiro desejar classificar as configurações de um modelo para o qual existam
configurações alternativas não elegíveis para a classificação, o parceiro deve
atribuir às configurações de classificação um identificador que utilize o
nome/número do modelo que é exclusivo das configurações classificadas como
ENERGY STAR. Esse identificador deve ser utilizado sistematicamente em
associação com as configurações elegíveis em materiais de
comercialização/vendas e na lista dos produtos classificados como ENERGY STAR
(por exemplo, o modelo A1234 para configurações de base e o A1234-ES para
configurações elegíveis para ENERGY STAR).
5.                      
Data de entrada em vigor
A data em que os fabricantes podem começar a
qualificar produtos como ENERGY STAR será definida como a data de entrada em
vigor do acordo.
Computador de secretária, computador de
secretária integrado, computador portátil «notebook», estação de trabalho,
servidor de pequena escala:
A data de entrada em vigor da Versão 5.0 do
ENERGY STAR para computadores de secretária, computadores de secretária integrados,
computadores portáteis «notebook», estações de trabalho, servidores de pequena
escala terminais-clientes «magros» é 1 julho 2009. Todos os produtos, incluindo
os modelos originalmente certificados ao abrigo da versão 4.0, com data de
fabrico de 1 de julho de 2009 ou posterior, devem satisfazer os requisitos da
versão 5.0, a fim de serem conformes ao ENERGY STAR. As consolas de jogo com
data de fabrico igual ou posterior a 1 de julho de 2010 devem satisfazer os
requisitos desta versão 5.0, a fim de serem conformes ao ENERGY STAR. Quaisquer
acordos anteriormente celebrados em matéria de computadores conformes ao ENERGY
STAR caducarão em 30 de junho de 2009.
6.                      
Futuras revisões das especificações
A EPA e a Comissão Europeia reservam-se o
direito de rever as especificações no caso de alterações tecnológicas e/ou do
mercado afetarem a sua utilidade para os consumidores, a indústria ou o seu
impacto no ambiente. De acordo com a política atual, as revisões das
especificações serão debatidas com os interessados. No caso de uma revisão das
especificações, deverá observar-se que a certificação ENERGY STAR não é
automaticamente atribuída para toda a vida do modelo de um produto. Para ser
conforme ao ENERGY STAR, o modelo de um produto terá de satisfazer as especificações
ENERGY STAR que estiverem em vigor à data de fabrico do modelo.
APÊNDICE A
Procedimento de ensaio ENERGY STAR para
determinação do consumo de energia dos computadores nos modos desligado, de
latência e inativo
Deve seguir-se o protocolo seguinte quando da
medição dos níveis de consumo de energia dos computadores para efeitos de
observância dos níveis nos modos desligado, de latência e inativo estabelecidos
na especificação ENERGY STAR para computadores, Versão 5.0. Os parceiros devem
medir uma amostra representativa da configuração entregue ao cliente. No
entanto, o cliente não necessita de considerar as alterações do consumo de
energia que possam resultar da adição de componentes, BIOS e/ou parâmetros de software
introduzidos pelo utilizador do computador após a venda do produto. Este
procedimento destina-se a ser seguido por ordem sequencial e o modo de ensaio é
indicado, se for caso disso. 
Os computadores devem ser testados com a
configuração e os parâmetros com que foram entregues, salvo indicação em
contrário no procedimento de ensaio constante deste apêndice A. As fases que
exigem parâmetros alternativos estão identificadas por meio de um asterisco
(«*»).
I.            Definições
Salvo indicação em contrário, todos os termos
utilizados no presente documento são coerentes com as definições contidas nos
critérios de elegibilidade ENERGY STAR para computadores, Versão 5.0.
1.           UEE: UEE é o acrónimo de «unidade em
ensaio», que neste caso se refere ao computador que está a ser ensaiado.
2.           FAI: FAI é o acrónimo de «fonte de
alimentação ininterrupta», que se refere a uma combinação de conversores,
interruptores e meios de armazenamento de energia, por exemplo, baterias, que
constituem uma fonte de alimentação capaz de manter a continuidade da corrente
na carga em caso de falha da alimentação na entrada.
II.          Requisitos dos ensaios
1.           Dispositivo de medição aprovado
Os dispositivos de medição aprovados terão os
seguintes atributos[11]:
–              
resolução de potência igual a 1 mW ou melhor;
–              
um fator de pico da corrente disponível de 3 ou
mais, no valor de gama nominal; e
–              
um limite inferior da gama de corrente de 10 mA ou
inferior.
Propõem-se os seguintes atributos, para além
dos indicados anteriormente:
–              
resposta em frequência de, pelo menos, 3 kHz; e
–              
calibração segundo uma norma reconhecida pelo
National Institute of Standards and Technology (NIST) dos Estados Unidos.
Convém ainda que os instrumentos de medição
possam calcular com precisão a potência média durante qualquer intervalo de
tempo selecionado pelo utilizador (que se obtém geralmente mediante um cálculo
matemático interno que divide a energia acumulada pelo tempo, dentro do
dispositivo de medição; é esta a abordagem mais exata). Como alternativa, o
instrumento de medição teria de poder integrar a energia durante qualquer intervalo
de tempo selecionado pelo utilizador com uma resolução de energia inferior ou
igual a 0,1 mWh e integrar o tempo indicado com uma resolução de 1 segundo ou
inferior.
2.           Precisão
Nas medições de potência iguais ou superiores
a 0,5 W, é admissível uma incerteza igual ou inferior a 2% com um nível de
confiança de 95%. Nas medições de potência inferiores a 0,5 W, é admissível uma
incerteza igual ou inferior a 0,01 W com um nível de confiança de 95%. O
instrumento de medição da potência terá uma resolução de:
–              
0,01 W ou melhor para as medições de potência de 10
W ou inferiores;
–              
0,1 W ou melhor para as medições de potência
superiores a 10 W e não superiores a 100 W; e
–              
1 W ou melhor para as medições de potência
superiores a 100 W.
Todos os dados relativos à potência deverão
ser expressos em watts e ser arredondados às centésimas. Para as cargas iguais
ou superiores a 10 W, serão registados três dígitos significativos.
3.           Condições de ensaio
 Tensão de alimentação: || América do Norte/Taiwan: Europa/Austrália/ Nova Zelândia: Japão: || 115 (± 1%) volts CA, 60 Hz (± 1%) 230 (± 1%) volts CA, 50 Hz (± 1%) 100 (± 1%) volts, 50 Hz (± 1%)/60 Hz (± 1%) Nota: Para os produtos com potência máxima nominal > 1,5 kW, a gama de tensão é ± 4% 
 Distorção harmónica total (THD) (tensão): || < 2% THD (< 5% para os produtos com potência máxima nominal > 1,5 kW) 
 Temperatura ambiente: || 23 °C ±5 °C 
 Humidade relativa: || 10 – 80% 
(Referência CEI 62301:
Household Electrical Appliances – Measurement of Standby Power, Secções
4.2, 4.3 e 4.4). 
4.           Configuração dos ensaios
O consumo de energia de um computador será
medido e ensaiado numa UEE com alimentação de corrente alterna.
Se a UEE for compatível com Ethernet, deve ser
ligada a um comutador de rede Ethernet com capacidade para as velocidades de
rede máximas e mínimas da UEE. A conexão de rede deverá estar ativa durante a
totalidade dos ensaios.
III.         Procedimento de ensaio para os
modos desligado, de latência e inativo de todos os produtos informáticos
O consumo de corrente alterna de um computador
deve ser medido do seguinte modo:
Preparação da UEE
1.                      
Registar o nome do fabricante e a denominação do
modelo da UEE.
2.                      
Assegurar-se de que a UEE está ligada a recursos de
rede como especificado infra e que a UEE deve manter essa conexão ativa ao longo
da duração do ensaio, ignorando-se os intervalos breves de passagem de uma
velocidade de conexão a outra.
(a)         
Os computadores de secretária, os computadores de
secretária integrados e os computadores portáteis «notebook» serão ligados a um
comutador de rede Ethernet (IEEE 802.3) ativo, como especificado na secção II,
«Configuração dos ensaios», supra. O computador deve manter essa conexão ativa
com o comutador ao longo da duração do ensaio, ignorando-se os intervalos
breves de passagem de uma velocidade de conexão a outra. Os computadores sem
capacidade Ethernet devem manter uma conexão ativa sem fios a um ponto de
acesso de encaminhador sem fios ou de rede ao longo da duração do ensaio;
(b)         
Os servidores de pequena escala devem ser ligados a
um comutador de rede Ethernet (IEEE 802.3) ativo, como especificado na secção
II, «Configuração dos ensaios», estando a conexão ativa.
(c)         
Os terminais-clientes «magros» devem ser ligados a
um servidor ativo por meio de um comutador de rede Ethernet (IEEE 802.3) ativo
e devem utilizar software adequado de terminal/conexão remota.
3.                      
Conectar um dispositivo de medição aprovado capaz
de medir a potência efetiva de uma fonte de alimentação de corrente alterna com
a configuração adequada de tensão/frequência para o ensaio.
4.                      
Conectar a UEE à tomada da medição de potência do
dispositivo de medição. Não devem ligar-se tomadas múltiplas de corrente nem
outras fontes de alimentação ininterrupta entre o dispositivo de medição e a
UEE. Para que o ensaio seja válido o dispositivo de medição deve permanecer
instalado até todos os dados dos modos desligado, de latência e inativo terem
sido registados.
5.                      
Registar a corrente alterna e a frequência.
6.                      
Ligar o computador e esperar até que o sistema
operativo esteja inteiramente carregado. Se necessário, executar a configuração
inicial do sistema operativo e aguardar que todas as operações de indexação
preliminar dos ficheiros e todos os processos de execução única ou periódica
estejam concluídos.
7.                      
Registar as informações de base sobre a
configuração do computador: tipo de computador, nome e versão do sistema
operativo, tipo e velocidade do processador, memória física total e disponível,
etc.
8.                      
Registar as informações de base sobre a placa de
vídeo ou o jogo de chips (se for caso disso) – nome da placa de vídeo/do jogo
de chips, dimensão do tampão de trama, resolução, quantidade de memória na
placa e bits por pixel.
9.                      
* Assegurar-se de que a UEE está configurada como
foi entregue, incluindo todos os acessórios, ativação WOL e software
incluído por defeito. A UEE deve também estar configurada de acordo com os
seguintes requisitos para todos os ensaios:
(a)         
Os sistemas de computadores de secretária entregues
sem acessórios devem ser configurados com um rato, um teclado e um ecrã externo
normais;
(b)         
Os computadores portáteis «notebook» devem incluir
todos os acessórios fornecidos com o sistema; não é necessário incluir um
teclado ou um rato separados quando estes computadores estiverem equipados com
um dispositivo apontador ou um digitalizador;
(c)         
Devem retirar-se o pacote ou pacotes de baterias
dos computadores portáteis «notebook» para todos os ensaios. No caso dos
sistemas que não possam funcionar sem acumulador, o ensaio pode ser realizado
com o(s) acumulador(es) instalado(s) e completamente carregado(s); esta
configuração deverá ser registada nos resultados do ensaio;
(d)         
Os servidores de pequena escala e os terminais-clientes
«magros» entregues sem acessórios devem ser configurados com um rato, um
teclado e um ecrã externo normais (se o servidor tiver uma funcionalidade de
saída para ecrã);
(e)         
No que respeita aos computadores com capacidade
Ethernet, a alimentação elétrica dos dispositivos de rádio sem fios deve ser
desligada para todos os ensaios. Isto é aplicável aos adaptadores de rede sem
fios (por exemplo, 802.11) ou aos protocolos de conexão sem fios entre
dispositivos. No que respeita aos computadores sem capacidade Ethernet, a
alimentação elétrica dos dispositivos de rádio sem fios de rede local (por
exemplo, IEEE 802.11) deve permanecer ligada durante o ensaio e deve manter uma
conexão sem fios ativa a um ponto de acesso de encaminhador sem fios ou de rede
compatível com as velocidades máxima e mínima de dados do dispositivo de
rádio-cliente, ao longo da duração do ensaio;
(f)           
Os discos rígidos primários não podem ter gestão de
energia («spun-down») durante o ensaio em modo latente, a menos que contenham
uma memória cache não volátil integrada na unidade (por exemplo, discos rígidos
«híbridos»). Se mais de um disco rígido interno estiver instalado tal como foi
entregue, o, ou os discos rígidos internos não primários podem ser testados com
a gestão de energia do disco rígido ativada tal como foi entregue. Se esses
discos rígidos adicionais não tiverem gestão de energia quando entregues aos
clientes, devem ser ensaiados sem essa funcionalidade estar ativada.
10.                  
Devem seguir-se as seguintes diretrizes para
configurar os parâmetros de gestão de energia dos ecrãs (sem ajustar quaisquer
outros parâmetros de gestão da energia):
(a)         
No caso dos computadores com ecrãs externos (a
maioria dos computadores de secretária): utilizar os parâmetros de gestão de
energia do ecrã para evitar que este fique desativado e garantir que continue
ativo enquanto dura o ensaio em modo inativo, tal como se descreve infra;
(b)         
No caso dos computadores com ecrãs incorporados
(computadores portáteis «notebooks» e sistemas integrados): utilizar os
parâmetros de gestão de energia para determinar que o ecrã seja desativado após
1 minuto.
11.                  
Desligar a UEE.
Ensaio em modo desligado
12.                  
Com a UEE desativada e em modo desligado, configurar
o dispositivo de medição para que comece a acumular valores efetivos de
potência com uma frequência mínima de uma leitura por segundo. Acumular os
valores de potência durante 5 minutos adicionais e registar o valor médio
(aritmético) observado durante esse período de 5 minutos[12].
Ensaio em modo inativo
13.                  
Ligar o computador e começar a registar o tempo
decorrido desde o momento em que inicialmente se ligou o computador, ou
imediatamente depois de concluídas as operações de identificação necessárias
para o arranque completo do sistema. Uma vez feita a identificação e com o
sistema operativo completamente carregado e pronto, fechar quaisquer janelas
que estejam abertas, de modo a que apareça o ecrã normal operacional do
computador de secretária, ou um ecrã pronto equivalente. Entre 5 e 15 minutos
depois do arranque inicial ou do registo do utilizador, acionar o dispositivo
de medição, para que este comece a acumular valores efetivos de potência com
uma frequência mínima de uma leitura por segundo. Acumular os valores de
potência durante 5 minutos adicionais e registar o valor médio (aritmético)
observado durante esse período de 5 minutos.
Ensaio em modo latente
14.                  
Depois de realizadas as medições em modo inativo,
pôr o computador em modo latente. Se necessário, repor o dispositivo de medição
em zero, para que comece a acumular valores efetivos de potência com uma
frequência mínima de uma leitura por segundo. Acumular os valores de potência
durante 5 minutos adicionais e registar o valor médio (aritmético) observado durante
esse período de 5 minutos.
15.                  
Se os ensaios se realizarem tanto com a função WOL
ligada como desligada para entrar em modo latente, ativar o computador e pôr
fim ao modo latente da função da WOL, mediante os parâmetros do sistema
operativo ou por outros meios. Pôr o computador novamente em modo latente e
repetir as instruções do ponto 14, registando a potência necessária para essa
configuração alternativa em modo latente.
Comunicação dos resultados do ensaio
16.                  
Os resultados do ensaio devem ser comunicados à EPA
ou à Comissão Europeia, segundo o caso, tendo o cuidado de garantir que todas
as informações exigidas foram incluídas, nomeadamente os valores de potência
modais e os ajustamentos de capacidade aplicáveis aos computadores de
secretária, aos computadores de secretária integrados e aos computadores
portáteis «notebook».
IV.         Ensaio em potência máxima das
estações de trabalho
A potência máxima das estações de trabalho
obtém-se com a utilização simultânea de dois marcos de referência da indústria:
Linpack, para submeter ao máximo esforço o núcleo do sistema (por exemplo, o
processador, a memória, etc.) e SPECviewperf® (a versão mais recente disponível
para a UEE) para submeter ao máximo esforço a unidade de processamento gráfico
do sistema. É possível obter informações adicionais sobre estes marcos de
referência, incluindo descarregamentos gratuitos, nos seguintes endereços:
 Linpack || http://www.netlib.org/linpack/ 
 SPECviewperf® || http://www.spec.org/benchmarks.html#gpc 
Este ensaio deve repetir-se três vezes na
mesma UEE e as três medidas devem situar-se dentro de uma margem de tolerância
de ± 2% em relação à média dos três valores máximos de potência obtidos.
A medição do consumo máximo de potência em
corrente alterna de uma estação de trabalho deve realizar-se do seguinte modo:
Preparação da UEE
1.                      
Conectar um dispositivo de medição aprovado capaz
de medir a potência efetiva de uma fonte de alimentação de corrente alterna com
a configuração adequada de tensão/frequência para o ensaio. O dispositivo de
medição deve poder armazenar e mostrar a medição da potência máxima alcançada
durante o ensaio ou determinar por outro método a potência máxima.
2.                      
Conectar a UEE à tomada da medição de potência do
dispositivo de medição. Não devem ligar-se tomadas múltiplas de corrente nem
outras fontes de alimentação ininterrupta entre o dispositivo de medição e a
UEE.
3.                      
Registar a tensão alterna.
4.                      
* Ligar o computador e, se ainda não estiverem
instalados, instalar o Linpack e o SPECviewperf conforme indicado nos sítios
Web acima referidos.
5.                      
Configurar o Linpack com todos os parâmetros de
base para a arquitetura específica da UEE e definir o tamanho da matriz «n»,
para maximizar o consumo de energia durante o ensaio.
6.                      
Respeitar todas as diretrizes estabelecidas pela
organização SPEC para executar o SPECviewperf.
Ensaio em potência máxima
7.                      
Configurar o dispositivo de medição para que comece
a acumular valores efetivos de potência com uma frequência mínima de uma
leitura por segundo e iniciar a realização das medições. Acionar o SPECviewperf
e, em simultâneo, todas as ações do Linpack que sejam necessárias para submeter
o sistema ao máximo esforço.
8.                      
Acumular os valores da potência até o SPECviewperf
e todas as ações terem terminado. Registar o valor da potência máxima alcançada
durante o ensaio.
Comunicação dos resultados do ensaio
9.                      
Os resultados do ensaio devem ser comunicados à EPA
ou à Comissão Europeia, segundo o caso, tendo o cuidado de incluir todas as
informações exigidas.
10.                  
Ao comunicar os dados, os fabricantes devem também
incluir os seguintes elementos:
a.       Valor de n
(dimensão da matriz) utilizado para o Linpack;
b.      Número de cópias
simultâneas de Linpack executadas durante o ensaio;
c.       Versão do
SPECviewperf utilizada para o ensaio;
d.      Todas as otimizações
do compilador utilizadas na compilação do Linpack e do SPECviewperf; e
e.       Um ficheiro binário pré-compilado do
SPECviewperf e do Linpack que os utilizadores finais possam descarregar e executar.
Esses ficheiros binários podem ser distribuídos através de um organismo
centralizado de normalização como o SPEC, pelo fabricante de equipamento de
origem (OEM) ou por um terceiro interessado.
V.           Verificação continuada
Este procedimento de ensaio descreve o método
para submeter a ensaio uma única unidade e determinar se satisfaz os
requisitos. Recomenda-se vivamente que se realizem ensaios de modo continuado a
fim de garantir que os produtos de diversas séries de produção cumprem os
requisitos ENERGY STAR.
APÊNDICE B
Exemplos de
cálculos
I.            Computadores de secretária,
computadores de secretária integrados, computadores portáteis «notebook»:
Apresenta-se infra um exemplo de cálculo do CTEE destinado a mostrar como são
determinados os níveis de observância com base em extensões funcionais e em
medições em modo operacional, para um exemplo de avaliação de CTEE para um
computador portátil «notebook» da categoria A (GPU integrada, memória instalada
de 8 GB, 1 unidade de disco rígido).
1.      Medir os valores utilizando o
procedimento de ensaio do apêndice A:
–              
Desligado = 1 W
–              
Latente = 1,7 W
–              
Inativo = 10 W
2.      Determinar que ajustamentos de capacidade
são aplicáveis:
–              
Gráficos integrados? Não aplicável a gráficos de
alta qualidade.
–              
Memória de 8GB instalada. Corresponde ao nível
de ajustamento da memória: 8 fornece um ajustamento de 1,6 kWh (4 ∙
0,4kWh).
3.      Aplicar as ponderações com base no quadro
2 para calcular CTEE:
–              
Quadro 2 (para computador portátil «notebook»
convencional):
 Tdesligado || 60% 
 Tlatente || 10% 
 Tinativo || 30% 
–              
ECTEE = (8760/1000) ∙ (Pdesligado
∙ Tdesligado + Platente ∙ Tlatente
+ Pinativo ∙ Tinativo),
–              
= (8760/1000) ∙ (Pdesligado
∙ 0,60 + Platente ∙ 0,10 + Pinativo ∙
0,30) 
–              
= (8760/1000) ∙ (1 ∙ 0,60 + 1,7
∙ 0,10 + 10 ∙ 0,30)
–              
= 33,03 kWh
4.      Determinar o requisito CTEE para o
computador, acrescentando quaisquer ajustamentos de capacidade (etapa 2) ao
requisito CTEE de base (quadro 1).
–              
Quadro 1 (para computadores portáteis
«notebook»):
 Computadores portáteis «notebook» (kWh) 
 Categoria A || 40 
 Categoria B || 53 
 Categoria C || 88,5 
–              
Requisito CTEE de ENERGY
STAR = 40 kWh + 1,6 kWh = 41,6 kWh
5.      Comparar a ECTEE ao requisito
CTEE de ENERGY STAR (etapa 4) para verificar se o modelo é aprovável.
–              
Requisito CTEE na categoria A: 41,6 kWh
–              
ECTEE: 33,03 kWh
–              
33,03 kWh < 41,6 kWh
         O computador portátil «notebook»
cumpre os requisitos ENERGY STAR.
II.           Estações de trabalho: Apresenta-se
infra um exemplo de cálculo do CTEE por amostragem para uma estação de trabalho
com dois discos rígidos.
1.      Medir os valores utilizando o
procedimento de ensaio do apêndice A:
–              
Desligado = 2 W
–              
Latente = 4 W
–              
Inativo = 80 W
–              
Potência máxima = 180 W
2.      Anotar o número de discos rígidos
instalados.
–              
Dois discos rígidos instalados durante o ensaio.
3.      Aplicar as ponderações com base no quadro
4 para calcular o PCTEE:
–              
Quadro 4:
 Tdesligado || 35% 
 Tlatente || 10% 
 Tinativo || 55% 
–              
PCTEE = (0,35 ∙ Pdesligado
+0,10 ∙ Platente +0,55 ∙ Pinativo)
–              
= (0,35 ∙ 2 + 0,10 ∙ 4 + 0,55
∙ 80)
–              
= 45,10 W
4.      Calcular o requisito PCTEE
utilizando a fórmula do quadro 3.
–              
PCTEE = 0,28 ∙ [Pmax
+ (# HDD ∙ 5)]
–              
PCTEE = 0,28 ∙ [180 + 2 ∙
5)]
–              
PCTEE = 53,2
5.      Comparar o PCTEE ajustado aos
níveis ENERGY STAR para determinar se o modelo é aprovável.
–              
45,10 < 53,2
         A estação de trabalho cumpre os
requisitos ENERGY STAR.
II.
ESPECIFICAÇÕES PARA OS ECRÃS
1.           Definições
A.           Ecrã eletrónico (também denominado
«ecrã»): um produto disponível no mercado, com um ecrã de visualização e
respetivos componentes eletrónicos, geralmente contidos numa caixa única, cuja
função primária é apresentar informação visual proveniente de i) um computador,
estação de trabalho ou servidor, através de uma ou mais entradas, nomeadamente
VGA, DVI, HDMI ou IEEE 1394, ou de ii) um dispositivo USB (Universal Serial
Bus) de memória flash, um cartão de memória ou uma ligação sem fios à Internet.
As tecnologias de ecrã mais comuns são as de ecrãs de cristais líquidos (LCD),
de díodos emissores de luz (LED), de tubo de raios catódicos (CRT) e de plasma
(PDP).
B.           Fonte de alimentação externa: um
componente contido num invólucro físico separado, exterior à caixa do ecrã e
destinado a converter a tensão alterna de entrada proveniente da rede elétrica
numa ou várias tensões contínuas mais baixas, a fim de alimentar o ecrã. Uma
fonte de alimentação externa (FAE) tem de ser ligada ao ecrã através de uma
ligação elétrica por cabo fixo, cordão de alimentação macho/fêmea ou outra
instalação de fios, permanente ou amovível.
C.           Modo «ativo»: estado operacional de
um ecrã que i) está ligado a uma fonte de alimentação, ii) tem todos os
interruptores mecânicos (físicos) de energia ligados e iii) está a executar a
sua função primária de produção de uma imagem.
D.           Modo «latente»: estado operacional
de um ecrã que i) está ligado a uma fonte de alimentação, ii) tem todos os
interruptores mecânicos (físicos) de energia ligados e iii) foi colocado num
estado de baixo consumo devido à receção de um sinal proveniente de um
dispositivo a ele ligado (por exemplo, computador, consola de jogos ou
descodificador de televisão) ou devido a uma função interna, como um
temporizador para o modo «latente» ou um sensor de atividade. O modo «latente»
é considerado um estado de baixo consumo «suave», do qual o ecrã pode sair
devido à receção de um sinal proveniente de um dispositivo a ele ligado ou
devido a uma função interna.
E.           Modo «desligado»: estado operacional
de um ecrã que i) está ligado a uma fonte de alimentação, ii) é acionado por um
interruptor de energia e iii) não está a executar qualquer função. O utilizador
tem de atuar num interruptor mecânico para fazer sair o ecrã do modo
«desligado». Caso existam dois ou mais destes interruptores, o ensaiador
utilizará o de mais fácil acesso.
F.           Luminância: a medida fotométrica da
intensidade luminosa, por unidade de área, da luz que viaja numa dada direção.
Indica a quantidade de luz que atravessa - ou é emitida de - uma determinada
superfície e está contida num dado ângulo sólido. A unidade de luminância
habitualmente utilizada é a candela por metro quadrado (cd/m2).
G.           Controlo automático do brilho: nos
ecrãs, o controlo automático do brilho é o mecanismo automático que controla o
brilho do ecrã em função da luz ambiente.
2.           Equipamentos conformes
Para ser conforme
com o ENERGY STAR, o ecrã deve satisfazer os seguintes critérios:
A.           Diagonal máxima de imagem do
ecrã: o ecrã deve ter uma diagonal de imagem não superior a (≤) 60
polegadas. 
B.           Fonte de alimentação: o ecrã deve
ser alimentado via uma tomada separada de CA de parede, uma bateria vendida em
conjunto com um adaptador de CA ou uma ligação de dados ou de rede.
C.           Sintonizadores de televisão: se o
ecrã tiver um sintonizador de televisão integrado, poderá ser conforme com o
ENERGY STAR ao abrigo das presentes especificações, desde que seja
comercializado e vendido aos consumidores essencialmente como um ecrã ou como
um aparelho com a dupla função de ecrã e de televisão. Um ecrã com sintonizador
de televisão que seja comercializado e vendido exclusivamente como televisor
não poderá ser conforme com o ENERGY STAR ao abrigo das presentes
especificações. Nos termos do nível 2 das presentes especificações, só os ecrãs
sem sintonizador podem ser conformes com o ENERGY STAR; os ecrãs com
sintonizador podem ser conformes com o ENERGY STAR nos termos do nível 2 da
versão 3.0 das especificações ENERGY STAR para televisores.
D.           Controlo Automático do Brilho (CAB):
para ser conforme com o ENERGY STAR com base na equação de energia aplicável
nos casos em que, no modo «ativo», o controlo automático do brilho está
ativado, o ecrã deve vir de fábrica com o CAB pré-ativado.
E.           Fonte de alimentação externa: se o
ecrã vier de fábrica com uma FAE, esta deve ser conforme com o ENERGY STAR ou
atingir os níveis de eficiência sem carga e no modo «ativo» previstos nos
requisitos do programa ENERGY STAR para fontes de alimentação externa de tensão
única CA-CA e CA-CC. As especificações ENERGY STAR e a lista dos produtos conformes
podem ser consultadas em www.energystar.gov/powersupplies.
F.           Requisitos de gestão de energia: o
ecrã deve ter, no mínimo, um mecanismo pré-ativado que o faça entrar
automaticamente no modo «latente» ou no modo «desligado». Por exemplo, as
ligações de dados ou de rede têm de ser compatíveis com a desativação do ecrã
de acordo com mecanismos correntes, como a sinalização utilizada na gestão de
energia do ecrã. Os ecrãs que geram conteúdos próprios devem ter um sensor ou
temporizador pré-ativado que os façam entrar automaticamente no modo «latente»
ou no modo «desligado».
3.           Critérios de eficiência energética
A.           Requisitos para o modo «ativo»
1)           Nível 1
Para ser conforme
com o ENERGY STAR, o consumo de energia do ecrã não pode exceder o valor máximo
no modo «ativo» (PO ou PO1), calculado através das equações do quadro abaixo. O
consumo máximo no modo «ativo» é expresso em watts e arredondado às décimas.
Quadro 1:
Requisitos do nível 1 para o consumo de energia no modo «ativo»
 Categoria do ecrã || Consumo máximo no modo «ativo» (W) 
 Diagonal do ecrã: < 30 polegadas Definição do ecrã ≤ 1,1 megapixéis || PO = 6*(MP) + 0,05*(A) + 3 Diagonal do ecrã: 
 Diagonal do ecrã: < 30 polegadas Definição do ecrã > 1,1 megapixéis || PO = 9*(MP) + 0,05*(A) + 3 Diagonal do ecrã: 
 30 – 60 polegadas Qualquer definição do ecrã || PO = 0,27*(A) + 8 
sendo:
MP = Definição do ecrã (megapixéis)
A = Área de imagem do ecrã (polegadas quadradas)
EXEMPLO: O
consumo máximo, no modo «ativo», de um ecrã com definição de 1440 x 900, ou
seja, com 1 296 000 pixéis, com uma diagonal de imagem de 19
polegadas e uma área de imagem de 162 polegadas quadradas, seria: ((9 x 1,296)
+ (0,05 x 162)) + 3 = 22,8 watts, com arredondamento às décimas.
Quadro 2: Amostra
dos requisitos do nível 1 para o consumo máximo de energia no modo «ativo»[13]
 Diagonal do ecrã (polegadas) || Resolução || Megapixéis || Dimensões do ecrã (polegadas) || Área do ecrã: (polegadas quadradas) || Consumo máximo no modo «ativo» (watts) 
 7 || 800 x 480 || 0,384 || 5,9 x 3,5 || 21 || 6,4 
 19 || 1440 x 900 || 1,296 || 16,07 x 10,05 || 162 || 22,8 
 26 || 1920 x 1200 || 2,304 || 21,7 x 13,5 || 293 || 38,4 
 42 || 1360 x 768 || 1,044 || 36 x 20 || 720 || 202,4 
 50 || 1920 x 1080 || 2,074 || 44 x 24 || 1056 || 293,1 
2.           Nível 2
Para que um ecrã
seja conforme com o ENERGY STAR, o seu consumo máximo no modo «ativo» não pode
exceder o valor dado pelas equações: a definir.
3.           Ecrãs com controlo automático do
brilho (CAB)
Para os ecrãs que vêm de fábrica com a função
CAB pré-ativada, o consumo máximo no modo «ativo» é calculado do seguinte modo:
POl = (0,8 * Ph)
+ (0,2 * Pl)
sendo PO1 o valor
médio do consumo no modo «ativo», em watts, arredondado às décimas, Ph o
consumo no modo «ativo» com nível elevado de luz ambiente, e Pl o consumo no
modo «ativo» com nível reduzido de luz ambiente. A fórmula pressupõe que a luz
ambiente é reduzida durante 20% do tempo.
B.           Requisitos para os modos
«latente» e «desligado»:
1.           Níveis 1 e 2
Para ser conforme
com o ENERGY STAR, o ecrã não pode exceder os níveis máximos de consumo de
energia nos modos «latente» e «desligado» indicados no quadro 3. Os ecrãs que
disponham de múltiplos estados de latência (por exemplo, latência e latência
profunda) devem satisfazer os requisitos para o modo «latente» em todos esses
estados.
EXEMPLO: Se um
ecrã consumir nos ensaios 3 watts no estado de latência e 2 watts no estado de
latência profunda, não é conforme, porque o consumo num dos estados de latência
excede o limite de 2 watts prescrito no nível 1.
Quadro 3:
Requisitos para o consumo de energia nos modos «latente» e «desligado», para
todos os ecrãs
 Modo || Nível 1 || Nível 2 
 Consumo máximo no modo «latente» (W) || ≤ 2 || ≤ 1 
 Consumo máximo no modo «desligado» (W) || ≤ 1 || ≤ 1 
4.           Requisitos de ensaio
Como
utilizar a presente secção
A EPA e a
Comissão Europeia fazem uso, sempre que possível, de práticas da indústria
amplamente aceites para medir o desempenho e o consumo de energia de produtos
em condições de funcionamento normais. Os métodos de ensaio previstos nas
presentes especificações têm por base as normas do Display Metrology Committee
da Video Eletronics Standards Association (VESA) e da Comissão Eletrotécnica
Internacional (CEI/IEC). Nos casos em que as normas VESA e IEC se revelaram
insuficientes para as necessidades do programa ENERGY STAR, foram elaborados
métodos suplementares de ensaio e medição em colaboração com o setor.
Para assegurar um
meio coerente de medição do consumo de energia dos produtos eletrónicos, de
modo que os resultados dos ensaios possam ser reproduzidos e não sejam
negativamente afetados por fatores externos, deve respeitar-se o protocolo a
seguir descrito. Tem quatro componentes principais:
–     
Condições de ensaio e instrumentação
–     
Montagem 
–     
Método de ensaio
–     
Documentação
Nota: O método
de ensaio consta dos apêndices 1 e 2. O apêndice 1 descreve o procedimento de
ensaio de ecrãs com uma diagonal de imagem inferior a (<) 30 polegadas. O
apêndice 2 descreve o procedimento de ensaio de ecrãs com uma diagonal de
imagem de 30 a 60 polegadas, inclusive.
Os parceiros
podem recorrer a laboratórios próprios ou a laboratórios independentes para
efetuarem os ensaios.
Controlo de
qualidade das instalações
Os parceiros
devem efetuar ensaios e certificar os modelos dos produtos que satisfazem as
orientações do ENERGY STAR. O ensaio com vista ao reconhecimento da
conformidade com o ENERGY STAR deve ser realizado em instalações nas quais se
apliquem procedimentos de controlo da qualidade para monitorizar a validade dos
ensaios e calibrações. O programa ENERGY STAR recomenda que estes ensaios sejam
realizados em instalações que satisfaçam os requisitos gerais relativos à
competência dos laboratórios de ensaio e de calibração, descritos na norma
internacional ISO/IEC 17025.
Condições
de ensaio e instrumentação
A.           Protocolos
para a medição da energia
O consumo de
energia médio real do ecrã deve ser medido nos modos «ativo», «latente» e
«desligado». Nas medições para autocertificação do modelo de um produto, a
unidade em ensaio (UEE) deve estar inicialmente nas mesmas condições (por
exemplo, configuração e valores dos parâmetros) que quando fornecida ao
cliente, a menos que seja necessário fazer ajustamentos em função das instruções
que se seguem. 
1.           As medições do consumo devem ser
feitas num ponto situado entre a tomada ou fonte de alimentação e a UEE.
2.           Se a energia elétrica de um produto
vier da rede elétrica, de uma ligação USB, IEEE1394 ou Power-Over-Ethernet, da
rede telefónica ou de qualquer outro meio ou combinação de meios, deve
utilizar-se, nos cálculos, o valor líquido do consumo, em CA, do produto (tendo
em conta as perdas na conversão CA – CC).
3.           Os produtos alimentados por uma
fonte de alimentação CC normal de baixa tensão (p. ex., USB, USB PlusPower,
IEEE 1394 ou Power-Over-Ethernet) devem utilizar uma fonte CC com alimentação
CA adequada. O consumo de energia desta fonte com alimentação CA é medido e
registado como o consumo da UEE.
4.           Para ecrãs alimentados por ligação
USB, deve ser utilizado um conector múltiplo com alimentação que sirva
unicamente o ecrã em ensaio. Para ecrãs alimentados por ligações Power-Over-Ethernet
ou USB PlusPower, é aceitável medir o consumo do dispositivo de distribuição da
alimentação com e sem o ecrã ligado, registando-se a diferença entre as duas
leituras como o consumo do ecrã. O ensaiador deve confirmar que este valor
corresponde de forma razoável ao consumo CC da unidade acrescido de alguma
margem para as perdas na fonte de alimentação e na distribuição.
5.           Os produtos que podem ser
alimentados por fontes CA e fontes CC normais de baixa tensão devem ser
ensaiados com alimentação CA.
B.           Requisitos
para a alimentação CA
 Tensão de alimentação: || América do Norte/Taiwan: Europa/Austrália/Nova Zelândia: Japão: || 115 (±1%) volts CA, 60 Hz (± 1%) 230 (±1%) volts, 50 Hz (± 1%) 100 (±1%) volts, 50 Hz (± 1%)/60 Hz (± 1%) Nota: Para os produtos com potência máxima nominal > 1,5 kW, a gama de tensão é ± 4% 
 Distorção harmónica total (THD) (tensão): || < 2% THD (< 5% para os produtos com potência máxima nominal > 1,5 kW) 
 Temperatura ambiente: || 23 °C ± 5 °C 
 Humidade relativa: || 10 – 80% 
(Referência
IEC 62301 Ed 1.0: Household Electrical Appliances – Measurement of Standby
Power, Secções 4.2 e 4.3)
C.           Aparelho de medida
aprovado
Os aparelhos de
medida aprovados devem ter os seguintes atributos[14]:
–     
um fator de pico da corrente disponível igual ou
superior a 3 para o valor nominal da gama; e
–     
um limite inferior da gama de corrente igual ou
inferior a 10 mA.
O instrumento de
medição da potência deve ter uma resolução de:
–     
0,01 W ou melhor para a medição de potências não
superiores a 10 W;
–     
0,1 W ou melhor para a medição de potências superiores
a 10 W e não superiores a 100 W; e
–     
1 W ou melhor para a medição de potências superiores
a 100 W.
Propõem-se os
seguintes atributos, além dos indicados acima:
–     
resposta em frequência de, pelo menos, 3 kHz; e
–     
calibração com uma norma reconhecida pelo National
Institute of Standards and Technology (NIST) dos EUA.
É também
conveniente que os instrumentos possam medir a potência média durante qualquer
intervalo de tempo selecionado pelo utilizador (os aparelhos de maior precisão
efetuam um cálculo interno dividindo a energia acumulada pelo tempo decorrido).
Como alternativa, o instrumento de medição deve ter a capacidade de integrar a
energia durante qualquer intervalo de tempo selecionado pelo utilizador com uma
resolução de energia de 0,1 mWh, ou resolução superior, e de integrar o tempo
indicado com uma resolução de 1 segundo, ou resolução superior.
D.          Precisão
Na medição de
potências iguais ou superiores a 0,5 W, é admissível uma incerteza igual ou
inferior a 2% com um nível de confiança de 95%. Na medição de potências
inferiores a 0,5 W, é admissível uma incerteza igual ou inferior a 0,01 W
com um nível de confiança de 95%[15].

Todas as medições
devem ser expressas em watts e arredondadas às décimas.
E.           Ambiente de
câmara escura
Todos os ensaios
de luminância devem ser efetuados em ambiente de câmara escura. A iluminação do
ecrã (E) medida no modo «desligado» deve ser inferior ou igual a 1,0 lux. As
medições devem ser feitas num ponto situado na perpendicular ao ecrã que passa
pelo seu centro, utilizando um aparelho de medida da luz (AML) e com o ecrã no
modo «desligado» (referência: norma VESA FPDM 2.0, secção 301-2F).
F.           Protocolos
para a medição da luz
Sempre que seja
necessário efetuar medições da luz, nomeadamente da iluminação e da luminância,
deve ser utilizado um AML, estando o ecrã em ambiente de câmara escura. O AML
deve ser utilizado para efetuar medições no centro do ecrã, perpendicularmente
a este (referência: norma VESA FPDM 2.0, apêndice A115). A área da superfície
do ecrã em que se efetuam as medições deve cobrir, no mínimo, 500 pixéis, a
menos que tal exceda o equivalente a um retângulo com lados de comprimento
igual a 10% da altura e da largura da imagem do ecrã (caso em que se aplica
este último limite). No entanto, a área iluminada não pode ser inferior à área
em que se efetuam as medições com o AML (referência: norma VESA FPDM 2.0,
secção 301-2H).
Montagem
A.           Periféricos
Nenhum
dispositivo externo deve estar ligado a conectores USB simples ou múltiplos. Os
altifalantes, sintonizadores de televisão e outros periféricos incorporados,
caso existam, podem ser regulados, com os meios oferecidos ao utilizador, para
a sua configuração de consumo mínimo, a fim de minimizar o consumo de energia
não associado ao próprio ecrã.
B.           Modificações
Não são
permitidas modificações dos dispositivos, nomeadamente a remoção de circuitos
ou outras ações que não é previsto um utilizador típico executar.
C.           Interface
analógica/interface digital
Os parceiros
devem ensaiar os seus ecrãs utilizando a interface analógica, exceto nos casos
em que esta não é fornecida (ou seja, no caso de ecrãs com interface digital
que, para efeitos do presente método de ensaio, são definidos como ecrãs que
dispõem apenas de uma interface digital). Tratando-se de ecrãs com interface
digital, ver nota 1 do apêndice 1 para as informações sobre os valores de
tensão, e seguir o método de ensaio descrito no apêndice 1 e/ou no apêndice 2,
consoante a dimensão da diagonal de imagem da UEE, utilizando um gerador de
sinais digitais.
D.          Modelos
capazes de funcionar com várias combinações de tensão/frequência
Os parceiros
devem realizar ensaios e certificações, que documentarão, segundo as condições
aplicáveis em cada um dos mercados onde pretendem vender os seus produtos como
produtos conformes com o ENERGY STAR. 
EXEMPLO: Para
ser conforme com o ENERGY STAR nos Estados Unidos e na Europa, um produto deve
satisfazer os critérios tanto a 115 V/60 Hz como a 230 V/50 Hz. Se o produto
satisfizer os critérios ENERGY STAR apenas numa combinação tensão/frequência
(por exemplo, 115 V/60 Hz), só poderá ser considerado conforme com o ENERGY
STAR e promovido nessa qualidade nas regiões que utilizem a combinação
tensão/frequência ensaiada (p. ex., América do Norte e Taiwan).
E.           Fonte de
alimentação externa
No caso em que os
ecrãs vêm de fábrica com uma fonte de alimentação externa, esta deve ser
utilizada em todos os ensaios. Esta não pode ser substituída por outra fonte de
alimentação.
F.           Controlos de
cor
Todos os
controlos de cor (tonalidade, saturação, gama, etc.) devem ser regulados para
os valores predefinidos pelo fabricante.
G.          Definição e
frequência de refrescamento
A definição e a
frequência de refrescamento variam consoante a tecnologia, como se indica a
seguir:
(1)     Para as tecnologias de cristais líquidos
(LCD) e outras tecnologias de formato fixo em pixéis, o formato em pixéis deve
ser regulado para o nível nativo. A frequência de refrescamento dos ecrãs LCD
deve ser fixada em 60 Hz, a menos que o parceiro recomende uma frequência
específica diferente, caso em que deverá ser utilizada esta última.
(2)     Para as tecnologias de tubo de raios
catódicos (CRT), o formato em pixéis deve ser regulado para o formato
preferencial com a definição mais elevada prevista para uma frequência de
refrescamento de 75 Hz. O ensaio deve ser efetuado de acordo com a norma VESA
Discrete Monitor Timing (DMT) ou outra norma mais recente da indústria. O ecrã
CRT deve satisfazer no formato ensaiado todas as especificações de qualidade
declaradas pelo parceiro.
H.          Aquecimento
A UEE deve passar
por um período de aquecimento de, no mínimo, 20 minutos antes de se efetuarem
quaisquer medições no âmbito do ensaio (referência: norma VESA FPDM 2.0, secção
301-2D ou 305-3 para o ensaio com aquecimento).
I.            Estabilidade
Todas as medições
do consumo de energia devem ser registadas após estabilização das leituras,
admitindo-se variações de 1% durante um período de três minutos (referência:
IEC 4.3.1).
Método de
ensaio
Para a realização
destes ensaios, o parceiro aceita utilizar os procedimentos de ensaio
aplicáveis previstos no apêndice 1 e/ou apêndice 2, consoante a dimensão da
diagonal de imagem da UEE, do seguinte modo:
Para ecrãs com
uma diagonal de imagem inferior a (<) 30 polegadas, utilizar o apêndice 1.
Para ecrãs com
uma diagonal de imagem de 30 a 60 polegadas, utilizar o apêndice 2.
Documentação
A.           Apresentação
de dados sobre produtos conformes à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o
caso
Os parceiros
devem autocertificar os modelos de produtos que satisfaçam as orientações
ENERGY STAR e comunicar essa informação à EPA, através da ferramenta Online
Product Submittal (apresentação em linha de produtos), ou à Comissão
Europeia, consoante o caso. Devem ser fornecidos anualmente, ou com maior
frequência se o parceiro assim o desejar, dados sobre os produtos conformes com
o ENERGY STAR, nomeadamente informações sobre novos modelos.
B.           Família de
produtos conformes
A conformidade de
famílias de modelos de ecrãs montados no mesmo tipo de quadro (chassis) e
idênticos em todos os aspetos, com exceção da caixa e da cor, pode ser
comprovada mediante a apresentação dos dados de ensaio de um só modelo
representativo. Do mesmo modo, os modelos que não sofreram alterações ou que
diferem dos vendidos no ano anterior apenas nos acabamentos mantêm-se
conformes, não se exigindo a apresentação de novos dados de ensaio.
C.           Número de
unidades necessárias para os ensaios
Inspirando-se na
norma europeia 50301 (referência: BSI 03-2001, BS EN 50301:2001, Methods of
Measurement for the Power Consumption of Audio, Video, and Related Equipment,
anexo A), a EPA e a Comissão Europeia estabeleceram um procedimento de ensaio
em que o número de unidades necessárias para o ensaio depende dos resultados do
ensaio da primeira unidade.
(1)     Se o consumo de energia da UEE em estado
estacionário for superior a 85% do limite definido nas especificações ENERGY
STAR em um ou mais dos três modos de funcionamento, devem ser ensaiadas mais
duas unidades do mesmo modelo.
(2)     Os dados de consumo de cada uma das três
unidades ensaiadas devem ser comunicados à EPA, através da ferramenta Online
Product Submittal, ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente com
os dados de consumo médio nos modos «ativo», «latente» e «desligado» obtidos
nos três ensaios.
(3)     Se o consumo de energia, em estado
estacionário, da primeira unidade em ensaio for inferior ou igual a 85% do
limite definido nas especificações ENERGY STAR em cada um dos três modos de
funcionamento, não é necessário ensaiar mais unidades.
(4)     Para que o modelo seja conforme com o
ENERGY STAR, nenhum dos valores de ensaio de qualquer das unidades ensaiadas
pode exceder o limite previsto nas especificações ENERGY STAR.
(5)     O exemplo seguinte ilustra melhor esta
abordagem:
EXEMPLO: Para simplificar, parte-se do princípio de que a especificação é 100
watts ou menos e apenas se aplica a um modo de funcionamento. O limiar de 15%
corresponde a 85 watts.
·       
Se o valor medido no ensaio da primeira unidade for
80 watts, não são necessários mais ensaios e o modelo é considerado conforme
(80 watts é um valor não superior a 85% do limite previsto nas especificações ENERGY
STAR). 
·       
Se o valor medido no ensaio da primeira unidade for
85 watts, não são necessários mais ensaios e o modelo é considerado conforme
(85 watts correspondem exatamente a 85% do limite previsto nas especificações
ENERGY STAR). 
·       
Se o valor medido no ensaio da primeira unidade for
85,1 watts, devem ser ensaiadas mais duas unidades para se determinar a
conformidade do modelo (85,1 watts é um valor superior a 85% do limite previsto
nas especificações ENERGY STAR). 
·       
Se os valores medidos nos ensaios das três unidades
forem 90, 98 e 105 watts, o modelo não satisfaz as especificações ENERGY STAR,
dado que um dos valores (105) excede o limite, apesar de a média dos três
valores ser 98 watts.
5.           Interface de Utilizador
Recomenda-se
vivamente aos parceiros que, na conceção dos seus produtos, sigam a norma de
interface de utilizador IEEE P1621: Standard for User Interface Elements in
Power Control of Eletronic Devices Employed in Office/Consumer Environments.
O projeto Power Management Controls elaborou esta norma para tornar os
controlos de energia mais coerentes e intuitivos em todos os dispositivos
eletrónicos. Para mais informações, ver http://eetd.LBL.gov/Controls
6.           Data de Entrada em Vigor
A data a partir
da qual os parceiros poderão declarar os seus produtos conformes com o Energy
Star ao abrigo da versão 5.0 das especificações será definida como a data de
entrada em vigor do acordo. Qualquer acordo previamente celebrado relativo a
ecrãs conformes com o ENERGY STAR deixa de produzir efeitos a partir de 29 de outubro
de 2009, no que respeita aos ecrãs com uma diagonal de imagem inferior a 30
polegadas, e a partir de 29 de janeiro de 2010, no que respeita aos ecrãs com
uma diagonal de imagem de 30 a 60 polegadas, inclusive.
A.           Produtos
conformes ao abrigo do nível 1 da versão 5.0 das especificações
A data a partir
da qual é aplicável o nível 1 da versão 5.0 das especificações depende da
dimensão do ecrã, estando indicada no quadro abaixo. Todos os produtos,
nomeadamente os modelos inicialmente declarados conformes ao abrigo da versão
4.1, com data de fabrico igual ou posterior àquela, devem satisfazer os novos
requisitos da versão 5.0 para serem conformes com o ENERGY STAR (nomeadamente
as remessas suplementares de modelos inicialmente declarados conformes ao abrigo
da versão 4.1). A data de fabrico é específica para cada unidade, sendo a data
(p. ex., mês e ano) em que se considera que uma unidade está inteiramente
montada.
 Categoria do ecrã || Data de aplicação do nível 1 
 Diagonal do ecrã: < 30 polegadas || 30 de outubro de 2009 
 30 – 60 polegadas || 30 de janeiro de 2010 
B.           Produtos
conformes ao abrigo do nível 2 da versão 5.0 das especificações
A segunda fase
destas especificações, nível 2, produz efeitos a partir de 30 de outubro de
2011, sendo aplicável aos produtos fabricados em 30 de outubro de 2011 ou
posteriormente. Por exemplo, uma unidade cuja data de fabrico seja 30 de
outubro de 2011 deve satisfazer o nível 2 das especificações para ser conforme
com o Energy Star.
C.           Supressão de direitos adquiridos
A EPA e a
Comissão Europeia não permitem a perpetuação de direitos adquiridos ao abrigo
da versão 5.0 das especificações Energy Star. A conformidade com o Energy Star
ao abrigo da versão 4.1 não é automática para toda a vida de um modelo de
produto. Assim sendo, todos os produtos vendidos, comercializados ou
identificados pelo fabricante parceiro como Energy Star têm de satisfazer as
especificações que estiverem em vigor à data de fabrico do produto.
7.           Futuras revisões das especificações
A EPA e a
Comissão Europeia reservam-se o direito de alterar as especificações se a
evolução tecnológica e/ou do mercado afetar a sua utilidade para os
consumidores, a indústria ou o ambiente. De acordo com a política atual, as
revisões das especificações são efetuadas por meio de debate com os
interessados.
A EPA e a
Comissão Europeia avaliarão periodicamente o mercado em termos de eficiência
energética e novas tecnologias. Os interessados terão, como sempre,
oportunidade de partilhar os seus dados, apresentar propostas e expressar as
suas preocupações. A EPA e a Comissão Europeia esforçar-se-ão por assegurar que
os níveis 1 e 2 das especificações permitam reconhecer os modelos mais
eficientes em termos energéticos existentes no mercado e recompensem os
parceiros que se empenharam em melhorar a eficiência energética.            
APÊNDICE 1
Procedimentos
de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem inferior a (<) 30 polegadas
Utilização
do presente documento
O presente
documento descreve os procedimentos de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem inferior
a (<) 30 polegadas em conformidade com a versão 5.0 dos requisitos do
programa ENERGY STAR para ecrãs. Devem utilizar-se estes procedimentos para
determinar o consumo de energia da unidade em ensaio (UEE) nos modos «ativo»,
«latente» e «desligado». Note-se que o presente apêndice inclui procedimentos
separados para os seguintes tipos de produtos:
–     
ecrãs CRT;
–     
ecrãs de formato fixo em pixéis sem controlo
automático do brilho (CAB) pré-ativado; e
–     
ecrãs de formato fixo em pixéis com CAB
pré-ativado.
1.           Método de ensaio de ecrãs CRT
A.           Condições de
ensaio, instrumentação e montagem
Antes de se
ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e
a montagem são as adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições
de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das especificações relativas a ecrãs.
B.           Modo «ativo»
(1)          Ligar a amostra de ensaio à tomada
ou fonte de energia e ao equipamento de ensaio.
(2)          Pôr sob tensão todo o equipamento de
ensaio e ajustar corretamente a tensão e a frequência da fonte de alimentação.
(3)          Verificar se a UEE funciona
normalmente e deixar todas as regulações que podem ser feitas pelo cliente nos
valores de fábrica.
(4)          Colocar a UEE no modo «ativo»
utilizando o telecomando ou o interruptor ON/OFF (ligar/desligar) da unidade.
(5)          Esperar que a UEE atinja a
temperatura de funcionamento (cerca de 20 minutos).
(6)          Selecionar o modo de visualização
adequado. (ver «Montagem», secção G, «Definição e frequência de refrescamento»)
(7)          Criar ambiente de câmara escura.
(ver «Condições de ensaio e instrumentação», secções F, «Protocolos para a
medição da luz», e E, «Ambiente de câmara escura») 
(8)          Ajustar a dimensão e a luminância do
seguinte modo:
(a)     Ativar o padrão
ATP01P (Alignment Target 01 Positive Mode) (norma VESA FPDM 2.0, A112-2F,
AT01P) para a dimensão do ecrã e utilizá-lo na regulação do ecrã para a
dimensão de imagem recomendada pelo parceiro, que é, normalmente, ligeiramente
inferior à dimensão máxima da imagem.
(b)     Ativar, então, um padrão de ensaio (norma
VESA FPDM 2.0, A112-2F, SET01K) com oito tonalidades de cinzento, do preto
absoluto (0 volts) ao branco absoluto (0,7 volts)[16]. Os
níveis do sinal de entrada devem ser conformes com a norma VESA Video Signal
Standard (VSIS), versão 1.0, rev. 2.0, de dezembro de 2002;
(c)     Quando viável, ajustar o controlo do
brilho do ecrã, partindo do valor máximo, até que o nível mais baixo de
luminância da barra preta seja apenas ligeiramente visível (norma VESA FPDM
2.0, secção 301-3K);
(d)     Ativar um padrão de ensaio (norma VESA
FPDM 2.0, A112-2H, L80) que produza uma caixa em branco absoluto (0,7 volts)
que ocupe 80% da imagem;
(e)     Ajustar o controlo do contraste até que a
área branca do ecrã atinja a seguinte luminância: 100 cd/m2;
(f)      Medida segundo a norma VESA FPDM 2.0,
secção 302-1. (Se a luminância máxima do ecrã for inferior à luminância acima
prescrita, o técnico deve utilizar a luminância máxima e comunicar o valor à
EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente com a restante
documentação do ensaio exigida. Do mesmo modo, se a luminância mínima do ecrã
for superior à luminância prescrita, o técnico deve utilizar a luminância
mínima e comunicar o valor à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso);
(g)     O valor da luminância deve ser comunicado
à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente com a restante
documentação do ensaio exigida.
(9)          Uma vez estabelecido o valor da
luminância, deixa de ser necessário o ambiente de câmara escura.
(10)        Selecionar a escala de corrente no
wattímetro. O valor máximo selecionado multiplicado pelo valor do fator de pico
(Ipico/Irms) do wattímetro deve ser superior ao valor do pico de corrente lido
no osciloscópio.
(11)        Esperar que as leituras no wattímetro
se estabilizem e registar o valor real da potência em watts lido no wattímetro.
As medições são consideradas estáveis assim que a leitura da potência não varie
mais de 1% durante um período de três minutos. (Ver «Montagem», secção I,
«Estabilidade».)
(12)        Registar o consumo de energia bem
como o formato com o total de pixéis (pixéis horizontais visualizados × pixéis
verticais visualizados) para calcular a razão pixéis/watt.
C.           Modo «latente» (interruptor
ligado, ausência de sinal vídeo)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método de
ajustamento deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários
para atingir o modo «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e
ajustar a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «latente» até
serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«latente».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a
unidade em ensaio tiver diversos modos «latente» que possam ser selecionados
manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no modo que consome mais
energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
D.          Modo «desligado» (interruptor
desligado)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado» utilizando
o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento
deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para
atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e
ajustar a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «desligado»
até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«desligado».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
E.           Comunicação dos resultados
Após a conclusão
do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Documentação» das
especificações para obter orientações quanto ao modo de comunicar os resultados
dos ensaio à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso.
2.           Método de ensaio de ecrãs de formato
fixo em pixéis sem CAB pré-ativado
A.           Condições de ensaio,
instrumentação e montagem
Antes de se
ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e
a montagem são as adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições
de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das especificações relativas a ecrãs.
B.           Modo «ativo»
(1)          Ligar a amostra de ensaio à tomada
ou fonte de energia e ao equipamento de ensaio.
(2)          Pôr sob tensão todo o equipamento de
ensaio e ajustar corretamente a tensão e a frequência da fonte de alimentação.
(3)          Verificar se a UEE funciona
normalmente e deixar todas as regulações que podem ser feitas pelo cliente nos
valores de fábrica.
(4)          Colocar a UEE no modo «ativo»
utilizando o telecomando ou o interruptor ON/OFF (ligar/desligar) da unidade.
(5)          Esperar que a UEE atinja a
temperatura de funcionamento (cerca de 20 minutos).
(6)          Selecionar o modo adequado (Ver
«Montagem», secção G, «Definição e frequência de refrescamento»).
(7)          Criar ambiente de câmara escura (ver
«Condições de ensaio e instrumentação», secções F, «Protocolos para a medição
da luz», e E, «Ambiente de câmara escura»).
(8)          Ajustar a dimensão e a luminância do
seguinte modo:
(a)     Ativar um padrão de ensaio (norma VESA
FPDM 2.0, A112-2F, SET01K) com oito tonalidades de cinzento, do preto absoluto
(0 volts) ao branco absoluto (0,7 volts). Os níveis do sinal de entrada devem
ser conformes com a norma VESA Video Signal Standard (VSIS), versão 1.0,
rev. 2.0, de dezembro de 2002.
(b)     Com os controlos do brilho e do contraste
no máximo, o técnico deve verificar se, no mínimo, é possível distinguir os
níveis branco e cinzento quase branco. Se não for possível distinguir estes
níveis, o contraste deve ser ajustado até que tal se torne possível.
(c)     O técnico deve então ativar um padrão de
ensaio (norma VESA FPDM 2.0, A112-2H, L80) que produza uma caixa em branco
absoluto (0,7 volts) que ocupe 80% da imagem.
(d)     O técnico deve em seguida ajustar o
brilho até que a área branca do ecrã atinja a seguinte luminância:
 Produto || cd/m2 
 Definição inferior ou igual a 1,1 MP || 175 
 Definição superior a 1,1 MP || 200 
         medida segundo a norma VESA FPDM 2.0,
secção 302-1. (Se a luminância máxima do ecrã for inferior à luminância
prescrita no quadro acima, o técnico deve utilizar a luminância máxima e
comunicar o valor à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente
com a restante documentação do ensaio exigida. Do mesmo modo, se a luminância
mínima do ecrã for superior à luminância prescrita, o técnico deve utilizar a
luminância mínima e comunicar o valor à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o
caso);
(e)     O valor da luminância deve ser comunicado
à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, juntamente com a restante
documentação do ensaio exigida.
(9)          Uma vez estabelecido o valor da
luminância, deixa de ser necessário o ambiente de câmara escura.
(10)        Selecionar a escala de corrente no
wattímetro. O valor máximo selecionado multiplicado pelo valor do fator de pico
(Ipico/Irms) do wattímetro deve ser superior ao valor do pico de corrente lido
no osciloscópio.
(11)        Esperar que as leituras no wattímetro
se estabilizem e registar o valor real da potência em watts lido no wattímetro.
As medições são consideradas estáveis assim que a leitura da potência não varie
mais de 1% durante um período de três minutos. (Ver «Montagem», secção I,
«Estabilidade».)
(12)        Registar o consumo de energia bem
como o formato com o total de pixéis (pixéis horizontais visualizados × pixéis
verticais visualizados) para calcular a razão pixéis/watt.
C.           Modo
«latente» (interruptor ligado, ausência de sinal vídeo)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método de ajustamento
deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para
atingir o modo «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e ajustar
a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «latente» até
serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«latente».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a
unidade em ensaio tiver diversos modos «latente» que possam ser selecionados
manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no modo que consome mais
energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
D.          Modo «desligado» (interruptor
desligado)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado» utilizando
o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento
deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para
atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e
ajustar a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «desligado»
até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«desligado».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
E.           Comunicação dos resultados
Após a conclusão
do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Documentação» das
especificações para obter orientações quanto ao modo de comunicar os resultados
dos ensaio à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso.
3.           Método de ensaio de ecrãs de formato
fixo em pixéis com CAB pré‑ativado
A.           Condições de ensaio,
instrumentação e montagem
Antes de se
ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e
a montagem são as adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições
de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das especificações relativas a ecrãs.
B.           Modo «ativo»
(1)          Ligar a amostra de ensaio à tomada
ou fonte de energia e ao equipamento de ensaio.
(2)          Pôr sob tensão todo o equipamento de
ensaio e ajustar corretamente a tensão e a frequência da fonte de alimentação.
(3)          Verificar se a UEE funciona
normalmente e deixar todas as regulações que podem ser feitas pelo cliente nos
valores de fábrica.
(4)          Colocar a UEE no modo «ativo»
utilizando o telecomando ou o interruptor ON/OFF (ligar/desligar) da unidade.
(5)          Esperar que a UEE atinja a
temperatura de funcionamento (cerca de 20 minutos).
(6)          Selecionar o modo adequado (Ver
«Montagem», secção G, «Definição e frequência de refrescamento»).
(7)          Selecionar a escala de corrente no
wattímetro. O valor máximo selecionado multiplicado pelo valor do fator de pico
(Ipico/Irms) do wattímetro deve ser superior ao valor do pico de corrente lido
no osciloscópio.
(8)          O procedimento de ensaio alternativo
a seguir descrito é utilizado para calcular o consumo máximo no modo «ativo» de
ecrãs que vêm de fábrica com o controlo automático do brilho pré-ativado. Para
este procedimento de ensaio, o nível elevado de luz ambiente deve ser fixado em
300 lux e o nível reduzido de luz ambiente deve ser fixado em 0 lux, do
seguinte modo:
(a)     Regular o nível de luz ambiente para 300
lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
(b)     Esperar que os valores lidos no
wattímetro se estabilizem e registar o valor real da potência, Ph, em watts,
com o nível elevado de luz ambiente. As medições são consideradas estáveis
assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um período de três
minutos. (Ver «Montagem», secção I, «Estabilidade».)
(c)     Regular o nível de luz ambiente para 0
lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
(d)     Esperar que os valores lidos no
wattímetro se estabilizem e registar o valor real da potência, Pl, em watts,
com o nível reduzido de luz ambiente.
(e)     Calcular o consumo médio no modo «ativo»
utilizando a equação apresentada na secção 3.A.3, «Ecrãs com controlo
automático do brilho», na página 7 das especificações.
(9)          Registar o consumo de energia bem
como o formato com o total de pixéis (pixéis horizontais visualizados × pixéis
verticais visualizados) para calcular a razão pixéis/watt.
C.           Modo «latente» (interruptor
ligado, ausência de sinal vídeo)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método de
ajustamento deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários
para atingir o modo «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e
ajustar a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «latente» até
serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«latente».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a
unidade em ensaio tiver diversos modos «latente» que possam ser selecionados
manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no modo que consome mais
energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
D.          Modo «desligado» (interruptor
desligado)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado» utilizando
o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento
deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para
atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e
ajustar a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «desligado»
até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«desligado».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
E.           Comunicação dos resultados
Após a conclusão
do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Documentação» das
especificações para obter orientações quanto ao modo de comunicar os resultados
dos ensaio à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso.
APÊNDICE 2
Procedimentos
de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem de 30 a 60 polegadas, inclusive
Utilização
do presente documento
O presente
documento descreve os procedimentos de ensaio de ecrãs com diagonal de imagem
de 30 a 60 polegadas, inclusive («ecrãs grandes»), em conformidade com a versão
5.0 dos requisitos do programa ENERGY STAR para ecrãs. Devem utilizar-se estes
procedimentos para determinar o consumo de energia da unidade em ensaio (UEE)
nos modos «ativo», «latente» e «desligado».
Quadro 1:
Procedimento de ensaio para as medições nos diversos modos de funcionamento 
 Requisito das Especificações || Protocolo de Ensaio || Fonte 
 Modo «ativo» || IEC 62087, Ed. 2.0: Methods of Measurement for the Power Consumption of Audio, Video and Related Equipment, Secção 11, «Measuring conditions of television sets for On (average) mode» || www.iec.ch 
1.           Condições de ensaio, instrumentação e
montagem
Antes de se
ensaiar a UEE, deve-se verificar se as condições de ensaio, a instrumentação e
a montagem são as adequadas para o ensaio, como previsto nas secções «Condições
de ensaio e instrumentação» e «Montagem» das especificações relativas a ecrãs.
2.           Medição do consumo nos modos «ativo»,
«latente» e «desligado»
A.           Modo «ativo»
(orientações para a aplicação da norma IEC 62087)
Fornecem-se, em
seguida, orientações para a utilização da norma IEC 62087, Versão 2.0 para a
medição do consumo de energia de ecrãs grandes no modo «ativo». Para efeitos de
determinação da conformidade de um produto com as especificações ENERGY STAR,
devem respeitar-se as seguintes exceções e ter-se em conta os seguintes
esclarecimentos:
(1)          Precisão dos níveis do sinal de
entrada: a secção 11.4.12, «Accuracy of input signal levels» (Precisão dos
níveis do sinal de entrada), lembra aos ensaiadores que os sinais vídeo de
entrada utilizados nos ensaios se devem situar no intervalo ± 2% em relação aos
níveis de referência de branco e de preto. A secção B.2 do anexo B,
«Considerations for On (average) mode television set power measurements»
(Considerações sobre a medição do consumo (médio) dos televisores no modo
«ativo»), explica mais pormenorizadamente a importância da precisão do sinal de
entrada. A EPA e a Comissão Europeia gostariam de sublinhar a importância da
utilização de sinais vídeo de entrada precisos/calibrados durante os ensaios no
modo «ativo» e incentivam os ensaiadores a utilizarem entradas HDMI sempre que
possível.
(2)          Fator de potência real: dada a
consciência crescente da importância da qualidade da energia, os parceiros
devem indicar o fator de potência real observado nos seus ecrãs durante as
medição no modo «ativo».
(3)          Utilização dos materiais de ensaio
nos ensaios: para medirem o consumo médio no modo «ativo», os parceiros devem
medir a grandeza «Po_broadcast» como indicado na secção 11.6.1, «On mode
(average) testing with dynamic broadcast-content video signal» (Ensaios de
medição do consumo (médio) no modo «ativo» com um sinal vídeo dinâmico de
conteúdos radiodifundidos).
(4)          Ensaio com as regulações de fábrica:
no que respeita à medição do consumo de ecrãs grandes no modo «ativo», a EPA e
a Comissão Europeia estão interessadas essencialmente na determinação do
consumo de energia dos produtos tal como vêm de fábrica. Os eventuais
ajustamentos nos parâmetros da imagem a efetuar antes do ensaio de medição do
consumo no modo «ativo» devem ser feitos em conformidade com a secção 11.4.8,
«Picture level adjustments» (Ajustamentos nos parâmetros da imagem).
A secção 11.4.8 diz que os níveis de contraste, de
brilho e, se for o caso, de retroiluminação do televisor devem ser regulados
para os valores de fábrica. Caso tenha de se selecionar um modo de regulação
quando se procede à ativação inicial, deve selecionar-se o modo padrão
(standard) ou equivalente. Caso não exista um modo padrão ou equivalente, deve
selecionar-se o primeiro modo indicado nos menus apresentados no ecrã. O modo
utilizado no ensaio deve ser descrito no relatório. Entende-se por «modo
padrão» o modo recomendado pelo fabricante para uma utilização doméstica
normal.
No caso de produtos que vêm de fábrica com um menu
imposto que obriga o cliente a selecionar, quando liga o aparelho, o seu modo
de funcionamento, a secção 11.4.8 determina que o ensaio seja realizado no
«modo padrão».
A informação de que o produto é conforme com o
ENERGY STAR com uma determinada regulação dos parâmetros e que é essa regulação
que permite uma maior poupança de energia será inserida na embalagem do produto
e apresentada no sítio Web do parceiro, juntamente com as restantes informações
sobre o modelo em causa.
(5)          Ensaio de ecrãs com controlo automático
do brilho: para este procedimento de ensaio, o nível elevado de luz ambiente
deve ser fixado em 300 lux e o nível reduzido de luz ambiente deve ser fixado
em 0 lux, do seguinte modo:
(a)     Regular o nível de luz ambiente para 300
lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
(b)     Medir o consumo no modo «ativo» com o
nível elevado de luz ambiente, Ph, como indicado na secção 11.6.1, «On mode
(average) testing with dynamic broadcast-content video signal» (Ensaios de
medição do consumo (médio) no modo «ativo» com um sinal vídeo dinâmico de
conteúdos radiodifundidos).
(c)     Regular o nível de luz ambiente para 0
lux, medido em frente de um sensor de luz ambiente;
(d)     Medir o consumo no modo «ativo» com o
nível reduzido de luz ambiente, Pl, como indicado na secção 11.6.1, «On mode
(average) testing with dynamic broadcast-content video signal» (Ensaios de
medição do consumo (médio) no modo «ativo» com um sinal vídeo dinâmico de
conteúdos radiodifundidos).
(e)     Calcular o consumo médio no modo «ativo»
utilizando a equação apresentada na secção 3.A.3, «Ecrãs com controlo
automático do brilho», na página 7 das especificações.
B.           Modo «latente» (interruptor
ligado, ausência de sinal vídeo)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«ativo», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «latente». O método de
ajustamento deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários
para atingir o modo «latente». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e
ajustar a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «latente» até
serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«latente».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo). Se a
unidade em ensaio tiver diversos modos «latente» que possam ser selecionados
manualmente, a medição deve ser feita com a unidade no modo que consome mais
energia. Se os modos se sucederem automaticamente, o tempo de medição deve ser
suficientemente longo para obter um valor médio real que inclua todos os modos.
C.           Modo «desligado» (interruptor
desligado)
(1)          Após a conclusão do ensaio no modo
«latente», iniciar o processo que conduz o ecrã ao modo «desligado» utilizando
o interruptor de acesso mais fácil para o utilizador. O método de ajustamento
deve ser documentado, assim como a sequência de eventos necessários para
atingir o modo «desligado». Pôr sob tensão todo o equipamento de ensaio e
ajustar a escala de funcionamento.
(2)          Manter o ecrã no modo «desligado»
até serem medidos valores de potência estáveis. As medições são consideradas
estáveis assim que a leitura da potência não varie mais de 1% durante um
período de três minutos. O ensaiador deve ignorar o ciclo de controlo do sinal
de sincronismo na entrada ao efetuar medições na unidade em ensaio no modo
«desligado».
(3)          Registar as condições e os dados de
ensaio. A medição deve durar tempo suficiente para permitir medir o valor médio
correto (ou seja, um valor de potência que não é de pico nem instantâneo).
(4)          Comunicação dos resultados: Após a
conclusão do presente procedimento de ensaio, consultar a secção «Documentação»
das especificações para obter orientações quanto ao modo de comunicar os
resultados dos ensaio à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso.
3.           Medição da luminância
Após ter corrido
o clip de ensaio da CEI e sido registado o consumo, o técnico deve medir
a luminância do produto utilizando o método a seguir descrito. Note-se que o
técnico não deve alterar as regulações que foram utilizadas no ensaio de
medição do consumo de energia:
(1)          Utilizando a imagem estática de
ensaio formada por um sinal vídeo de três barras (Lt) a que se refere a secção
11.5 da norma IEC 62087, medir a luminância num ponto central sobre o eixo do
ecrã como indicado na norma VESA Flat Panel Display Measurements Standard
(FPDM), versão 2.0, secção 301-2H.
(2)          Comunicar, através da ferramenta
Online Product Submittal, o valor medido da luminância em candelas por metro
quadrado (cd/m2), arredondado às unidades.
(3)          Todas as medições da luminância
devem ser efetuadas em conformidade com as condições de ensaio descritas acima
para os ecrãs grandes. Concretamente, a medição da luminância tem de ser
efetuada com as regulações de fábrica. No caso de produtos com menu imposto, as
medições devem se efetuadas no modo padrão ou doméstico.
III.
ESPECIFICAÇÕES PARA EQUIPAMENTOS DE REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
A. Definições
Produtos 
1.           Fotocopiadora – Equipamento de
representação gráfica disponível no mercado cuja função exclusiva é a produção
de cópias impressas a partir de originais gráficos em papel. A unidade deve
poder ser alimentada através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação
de dados ou de rede. Esta definição pretende abranger produtos que sejam
comercializados como fotocopiadoras ou fotocopiadoras digitais evolutivas.
2.           Duplicador digital – Equipamento de
representação gráfica disponível no mercado e vendido como um sistema de
duplicação totalmente automático através do método de duplicação por stencil
com funcionalidade de reprodução digital. A unidade deve poder ser alimentada
através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede.
Esta definição pretende abranger produtos que sejam comercializados como
duplicadores digitais.
3.           Telecopiadora (máquina de fax) –
Equipamento de representação gráfica disponível no mercado cuja principal
função é a digitalização de originais em papel para transmissão eletrónica para
unidades remotas e a receção de transmissões eletrónicas similares para
produzir cópias impressas. A transmissão eletrónica é efetuada principalmente
através de uma rede telefónica pública, mas também pode ter lugar através de
uma rede informática ou da Internet. O produto pode ter também a capacidade de
produzir cópias impressas. A unidade deve poder ser alimentada através de uma
tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta definição
pretende abranger produtos que sejam comercializados como máquinas de fax.
4.           Máquina de franquiar — Equipamento
de representação gráfica disponível no mercado que se destina a imprimir
franquias em objetos postais. A unidade deve poder ser alimentada através de
uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta
definição pretende abranger produtos que sejam comercializados como máquinas de
franquiar.
5.           Dispositivo multifunções (DMF) –
Equipamento de representação gráfica disponível no mercado que consiste num
dispositivo fisicamente integrado ou numa combinação de elementos funcionalmente
integrados e que efetua duas ou mais das funções centrais de cópia, impressão,
digitalização ou telecópia. A funcionalidade de cópia na aceção desta definição
é diferente da possibilidade de efetuar «cópias de conveniência» existente nas
máquinas de fax. A unidade deve poder ser alimentada através de uma tomada de
parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta definição pretende
abranger produtos que sejam comercializados como DMFs ou produtos multifunções.
Nota: Se o DMF não constituir uma unidade
integrada, mas um conjunto de elementos funcionalmente integrados, o fabricante
deverá garantir que, quando instalado corretamente no local, o total de energia
ou potência consumida por todos os elementos DMF que compõem a unidade de base
estará em consonância com os níveis de energia ou de potência enumerados na
secção C para poder ser considerado um DMF conforme ao ENERGY STAR.
6.           Impressora – Equipamento de
representação gráfica disponível no mercado, utilizado para produção de cópias
impressas e capaz de receber informações do computador de um utilizador
individual ou de uma rede ou ainda de outros dispositivos de entrada (por
exemplo, máquinas fotográficas digitais). A unidade deve poder ser alimentada
através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede.
Esta definição pretende abranger produtos que sejam comercializados como
impressoras, incluindo impressoras que possam ser transformadas em DMFs in
situ. 
7.           Digitalizador – Equipamento de
representação gráfica disponível no mercado que funciona como um dispositivo
eletro-ótico para conversão de informações em imagens eletrónicas que podem ser
armazenadas, editadas, convertidas ou transmitidas, principalmente num ambiente
de computadores pessoais. A unidade deve poder ser alimentada através de uma
tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados ou de rede. Esta definição
pretende abranger produtos que sejam comercializados como digitalizadores.
Tecnologias de impressão
8.           Térmica direta (TD) – Tecnologia de
impressão que transfere uma imagem através da gravação de pontos sobre um
suporte de impressão revestido à medida que este passa sobre uma cabeça de
impressão aquecida. Os equipamentos TD não usam fitas.
9.           Sublimação de tinta (ST) –
Tecnologia de impressão em que as imagens são formadas pelo depósito
(sublimação) de tinta no suporte de impressão com base na quantidade de energia
fornecida pelos elementos de aquecimento. 
10.         Eletrofotografia (EF) – Tecnologia de
impressão caracterizada pela iluminação de um fotocondutor através de uma fonte
de luz num padrão representando a imagem impressa que se deseja imprimir, pela
revelação da imagem com partículas de toner usando a imagem latente no
fotocondutor para definir a presença ou ausência de toner num determinado local,
pela transferência do toner para o suporte de impressão final e pela fusão para
fazer com que a cópia seja duradoura. Exemplos de EF são o Laser, o LED e o
LCD. A EF a cores é diferente da EF monocromática na medida em que estão
simultaneamente disponíveis toners de, pelo menos, três cores diferentes num
determinado produto. Definem-se em seguida dois tipos de tecnologias de EF a
cores: 
11.         EF em paralelo a cores – Tecnologia
de impressão que utiliza várias fontes de luz e vários fotocondutores para
aumentar a velocidade máxima de impressão a cores. 
12.         EF em série a cores – Tecnologia de
impressão que utiliza um único fotocondutor em série e uma ou várias fontes de
luz para produzir impressões a várias cores.
13.         Impacto – Tecnologia de impressão
caracterizada pela formação da imagem impressa desejada através da
transferência de corante de uma «fita» para o suporte de impressão através de
um processo de impacto. Dois exemplos de tecnologia de impacto são Dot
Formed Impact e Fully Formed Impact.
14.         Jato de tinta (JT) – Tecnologia de
impressão em que as imagens são formadas através do depósito de corante em
pequenas gotas diretamente sobre o suporte de impressão formando uma matriz. A
impressão a JT a cores distingue-se da JT monocromática uma vez que se encontra
disponível mais do que um corante num produto numa determinada altura. Os tipos
habituais de JT incluem JT piezoelétrico (PE), sublimação de JT e JT térmico.
15.         JT de elevado desempenho — Tecnologia
de impressão JT em aplicações comerciais de elevado desempenho, utilizando
habitualmente a tecnologia de impressão eletrofotográfica. A impressão a JT de
elevado desempenho distingue-se da impressão a JT convencional por estar
equipada de uma série de orifícios de aspersão que abrangem toda a largura da página
e/ou pela capacidade de secagem da tinta no suporte de impressão graças a
mecanismos adicionais de aquecimento do suporte.
16.         Tinta sólida (TS) – Tecnologia de
impressão em que a tinta se encontra no estado sólido à temperatura ambiente,
passando ao estado líquido quando é aquecida à temperatura de ejeção. A
transferência para o suporte de impressão pode ser direta, mas o mais habitual
é ser efetuada para um cilindro ou correia intermédia e depois transferida para
o suporte através de offset. 
17.         Stencil – Tecnologia de
impressão que transfere imagens para o suporte de impressão a partir de um stencil
que é colocado num cilindro com tinta.
18.         Transferência térmica (TT) –
Tecnologia de impressão em que a imagem que se pretende imprimir é formada pelo
depósito de pequenas gotas de corante sólido (normalmente ceras coloridas) num
estado fundido/fluido diretamente sobre o suporte de impressão sob a forma de
uma matriz. A TT distingue-se do JT uma vez que a tinta se encontra em estado
sólido à temperatura ambiente tornando-se fluida através de aquecimento. 
Modos de funcionamento, atividades e
estados de consumo energético
19.         Ativo – O estado de consumo
energético no qual o equipamento se encontra ligado a uma fonte de alimentação
e está ativamente em produção e a desempenhar qualquer uma das suas outras
funções principais.
20.         Reto/verso automático – A capacidade
de uma fotocopiadora, máquina de fax, DMF ou impressora de produzir
automaticamente imagens em ambos os lados de uma folha de papel, sem manipulação
manual da folha como passo intermédio. São exemplos desta funcionalidade as
cópias de reto para reto/verso e as cópias de reto/verso para reto/verso.
Considera que um equipamento dispõe da capacidade de reto/verso automático se
incluir todos os acessórios necessários à observância das condições
supracitadas. 
21.         Tempo de demora por defeito – Período
de tempo fixado pelo fabricante antes de fornecer o equipamento que determina
quando o produto entra num modo de baixo consumo (por exemplo, latência, desligado)
após ter terminado a sua função principal. 
22.         Desligado – O estado de consumo
energético em que o equipamento entra quando foi manual ou automaticamente
desligado mas continua a estar ligado à corrente e a receber alimentação. Este
modo termina quando o equipamento recebe um sinal de entrada, proveniente por
exemplo de um interruptor manual para ligar ou de um temporizador que faça com
que a unidade passe ao modo Pronto. Quando este estado resulta de uma
intervenção manual por parte do utilizador, é normalmente denominado «desligado
manual» e, quando resulta de um estímulo automático ou predefinido (por
exemplo, tempo de demora ou temporizador), é normalmente denominado «apagamento
automático».
23.         Pronto – Estado em que o equipamento
não se encontra em produção, já atingiu as condições de funcionamento, ainda
não entrou em qualquer dos modos de funcionamento económico e pode entrar no
modo ativo num curto espaço de tempo. Todas as funcionalidades do equipamento
podem ser ativadas neste modo e o dispositivo deve poder voltar ao modo ativo
em resposta a qualquer das opções de entrada possíveis que fazem parte do
produto. Essas opções de entrada possíveis incluem estímulos elétricos externos
(por exemplo, um sinal da rede, uma chamada de fax ou o controlo remoto) e
ações físicas diretas (por exemplo, a ativação de um interruptor ou botão
físico).
24.         Latência –
O estado de consumo energético reduzido em que o equipamento entra
automaticamente após um período de inatividade. Para além de entrar automaticamente
em latência, o equipamento também pode entrar neste modo de uma das seguintes
formas: 1) em determinada altura do dia fixada pelo utilizador, 2)
imediatamente em resposta a uma ação manual do utilizador, sem ser efetivamente
desligado ou 3) através de outras formas automáticas relacionadas com o
comportamento do utilizador. Todas as funcionalidades do equipamento podem ser
ativadas neste modo e o dispositivo deve poder entrar em modo ativo em resposta
a qualquer das opções de entrada possíveis que fazem parte do produto, embora
possa demorar algum tempo para o fazer. Essas opções de entrada possíveis
incluem estímulos elétricos externos (por exemplo, um sinal da rede, uma
chamada de fax ou o controlo remoto) e ações físicas diretas (por exemplo, a ativação
de um interruptor ou botão físico). O equipamento deve manter a sua
conectividade à rede enquanto estiver em modo latente, respondendo apenas
quando necessário. 
Nota: Quando notificarem dados e equipamentos
conformes que podem entrar em modo latente de várias formas, os parceiros devem
indicar o nível de latência que pode ser alcançado automaticamente. Se o
produto tiver a capacidade de entrar automaticamente em diversos níveis de
latência sucessivos, fica à discrição do fabricante qual desses níveis será
utilizado para fins de conformidade. No entanto, o tempo de demora por defeito
deve corresponder ao nível que for utilizado.
25.         Espera – O modo de funcionamento com
o consumo energético mais baixo que não pode ser desativado (influenciado) pelo
utilizador, podendo manter-se por um período indefinido de tempo quando o
produto se encontra ligado à fonte de alimentação e é utilizado de acordo com
as instruções do fabricante[17].
É o modo de consumo energético mínimo do produto. 
Nota: Para equipamentos de representação gráfica
cobertos por estas especificações, o nível de energia em espera, ou modo de
consumo energético mínimo, ocorre usualmente no modo Desligado, mas pode
ocorrer no modo Pronto ou de latência. Um produto não pode passar do modo de
espera para um modo de consumo energético inferior a não ser que seja
fisicamente desligado da fonte de alimentação elétrica através de manipulação
manual.
Dimensão dos formatos do produto
26.         Grande formato – Os equipamentos
classificados como de grande formato incluem os que são concebidos para
suportes em tamanho A2 e superior, incluindo os concebidos para utilizar rolos
de papel contínuo com uma largura de 406 milímetros (mm) ou mais. Os
equipamentos de grande formato também podem ter capacidade para imprimir em
suportes de formato normal ou pequeno formato.
27.         Pequeno formato – Os equipamentos
classificados como de pequeno formato incluem os que foram concebidos para
suportes com dimensões inferiores às definidas como papel normal (por exemplo,
A6, 4″ × 6″, microfilme), incluindo os concebidos para utilizar
rolos de papel contínuo com largura inferior a 210 mm. 
28.         Papel normal – Os equipamentos
classificados como de papel normal incluem os que foram concebidos para
suportes de formato normal (por exemplo, Letter, Legal, Ledger, A3, A4 e B4),
incluindo os concebidos para utilizar rolos de papel contínuo com largura entre
210 mm e 406 mm. Os equipamentos de papel normal também podem ter capacidade
para imprimir em suportes de pequeno formato. 
Termos adicionais
29.         Acessório – Uma parte opcional de
equipamento periférico que não é necessária para o funcionamento da unidade de
base mas que pode ser acoplada antes ou após o equipamento ter sido fornecido
com o intuito de fornecer novas funcionalidades. Um acessório pode ser vendido
separadamente com um número de modelo próprio ou vendido com o equipamento de
base como parte de um pacote ou configuração. 
30.         Produto de base – Um produto de base
é o modelo básico fornecido pelo fabricante. Quando os modelos de produtos são
oferecidos em diferentes configurações, o produto de base é a configuração mais
simples do modelo, possuindo o número mínimo de componentes funcionais
adicionais disponíveis. Os componentes ou acessórios funcionais vendidos como
opções não são considerados como fazendo parte do produto de base.
31.         Papel contínuo – Os equipamentos
classificados como de papel contínuo incluem aqueles que não usam suportes de
impressão previamente cortados com determinada dimensão e destinam-se a
aplicações industriais específicas tais como a impressão de códigos de barra,
rótulos, recibos, guias, faturas, bilhetes de avião ou etiquetas de retalho. 
32.         Processador front-end digital
(PFED) — Um servidor ligado à rede ou servidor de computador pessoal
funcionalmente integrado que centraliza o trabalho de outros computadores e
aplicações e faz a interface com o equipamento de representação gráfica. Os
PFEDs aumentam as funcionalidades do equipamento de representação gráfica. Um
PFED é definido como: 
PFED de Tipo 1: Um PFED alimentado em CC pela sua
própria fonte de energia CA (interna ou externa), que é separada da fonte de
energia que alimenta o equipamento de representação gráfica. Este PFED pode ser
alimentado em CA diretamente através de uma tomada de parede, ou pode ser
alimentado pela energia CA associada à fonte de energia interna do equipamento
de representação gráfica. 
PFED de Tipo 2: Um PFED alimentado em CC pela
mesma fonte de energia que o equipamento de representação gráfica com o qual
funciona. Os PFEDs de Tipo 2 devem estar equipados de uma placa ou montagem,
com uma unidade de processamento separada, que seja capaz de iniciar a
atividade através da rede e possa ser removida fisicamente, isolada ou
desativada utilizando práticas correntes de engenharia para permitir a medição
da potência.
Os PFEDs oferecem também pelo menos três das
seguintes funcionalidades avançadas: 
(a)     Conectividade à rede
em vários ambientes; 
(b)     Funcionalidade de
caixa de correio;
(c)     Gestão de trabalhos
em espera;
(d)     Gestão de máquinas
(por exemplo, despertar os equipamentos de representação gráfica de um estado
de consumo energético reduzido);
(e)     Interface gráfica
avançada de utilizador;
(f)      Capacidade para
iniciar comunicação com outros servidores centrais e computadores clientes (por
exemplo, digitalização para envio por correio eletrónico, sequenciação de
trabalhos de caixas de correio remotas); ou
(g)     Possibilidade de
pós-processamento das páginas (por exemplo, reformatar páginas antes de
imprimir).
33.         Componente funcional adicional – Um
componente funcional adicional é um componente do produto que acrescenta
funcionalidades ao dispositivo de impressão base de um equipamento de
representação gráfica. A parte Modo de Funcionamento destas especificações
contém margens de energia adicionais para determinados componentes funcionais
adicionais. Exemplos de componentes funcionais adicionais são as interfaces sem
fios e a capacidade de digitalização. 
34.         Método do modo de funcionamento (MF)
– Trata-se de um método para testar e comparar o desempenho energético de
equipamentos de representação gráfica que se centra no consumo de energia
efetuado pelo produto em vários modos de funcionamento de baixo consumo. Os
principais critérios utilizados pelo método MF são valores para os modos de funcionamento
a baixo consumo, medidos em watts (W). Pode encontrar-se informação mais
detalhada na ligação «ENERGY STAR Qualified Imaging Equipment Operational Mode
Test Procedure» (Procedimento de ensaio do modo de funcionamento de equipamento
de representação gráfica conforme ao ENERGY STAR), disponível em
www.energystar.gov/products. 
35.         Mecanismo de impressão – O mecanismo
básico de um equipamento de representação gráfica que origina a produção de
imagens desse produto. Sem componentes funcionais adicionais, um mecanismo de
impressão não pode adquirir dados de imagem para processar e fica, portanto,
inoperativo. Os mecanismos de impressão dependem dos componentes funcionais
adicionais para poderem comunicar e processar imagens.
36.         Modelo – Um equipamento de
representação gráfica que é vendido ou comercializado com um único número de
modelo ou nome comercial. Um modelo pode incluir uma unidade de base ou uma
unidade de base e acessórios. 
37.         Velocidade do produto – Em geral,
para produtos de papel normal, uma folha A4 ou 8,5″ x 11″
impressa/copiada/digitalizada de um lado num minuto é igual a uma imagem por
minuto (ipm). Se a velocidade máxima de produção de imagens impressas em A4 ou
em 8,5″ x 11″ indicada for diferente, deve ser utilizada a mais
alta das duas.
·      Para máquinas de franquiar, um objeto postal franquiado num minuto é
igual a um objeto postal por minuto (oppm). 
·      Para equipamento de pequeno formato, uma folha A6 ou 4″ x
6″ impressa/copiada /digitalizada de um dos lados num minuto é igual a
0,25 ipm. 
·      Para equipamento de grande formato, uma folha A2 é equivalente a 4 ipm
e uma folha A0 é equivalente a 16 ipm.
·      Para equipamento de papel contínuo classificado como de pequeno
formato, grande formato ou papel normal, a velocidade de impressão em ipm deve
ser obtida a partir da velocidade máxima de imagem do produto em metros por
minuto, de acordo com a seguinte fórmula de conversão: 
X ipm = 16 x [Largura máxima do suporte (metros) x
Velocidade máxima de imagem (comprimento-metros/minuto)]
A velocidade em ipm obtida através da conversão
deve ser sempre arredondada para o número inteiro mais próximo (por exemplo,
14,4 ipm arredonda-se para 14,0 ipm; 14,5 ipm arredonda-se para 15 ipm). 
Para fins de conformidade, os fabricantes devem
indicar a velocidade do produto de acordo com a prioridade atribuída às funções
abaixo referidas:
·      Velocidade de impressão, exceto se o produto não dispuser de função de
impressão; nesse caso
·      Velocidade de cópia, exceto se o produto não dispuser de função de
impressão ou cópia; nesse caso 
·      Velocidade de digitalização.
38.         Método de consumo típico de energia
elétrica (CTEE) – Trata-se de um método para ensaiar e comparar o desempenho
energético de equipamentos de representação gráfica que se centra no consumo
típico de energia elétrica efetuado pelo produto em funcionamento normal
durante um período de tempo representativo. O principal critério utilizado pelo
método CTEE para equipamentos de representação gráfica é o valor de consumo
elétrico típico por semana, medido em quilowatt-hora (kWh). Pode encontrar-se
informação mais detalhada na secção D.2 «Procedimentos de ensaio do consumo
típico de energia elétrica».
B. Equipamentos conformes
As presentes especificações ENERGY STAR
destinam-se a abranger os equipamentos de representação gráfica para utilização
pessoal, empresarial e comercial, mas não os produtos industriais (por exemplo,
produtos diretamente ligados a corrente trifásica). As unidades devem poder ser
alimentadas através de uma tomada de parede ou a partir de uma ligação de dados
ou de rede, utilizando tensões nominais de alimentação conformes com as normas
internacionais indicadas na secção D.4. Para poder ser considerado conforme ao
ENERGY STAR, um equipamento de representação gráfica tem de se encontrar
definido na secção A e corresponder a uma das descrições do produto do quadro 1
ou 2 infra.
 Quadro 1 
 Equipamentos conformes — Método CTEE 
 Área de produto || Tecnologia de impressão || Dimensão do formato || Capacidade de cores || Quadro CTEE 
 Fotocopiadoras || Térmico direto || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 Sublimação de tinta || Normal || Cor || CTEE 2 
 Sublimação de tinta || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 EF || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 EF || Normal || Cor || CTEE 2 
 Tinta sólida || Normal || Cor || CTEE 2 
 Transferência térmica || Normal || Cor || CTEE 2 
 Transferência térmica || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 Duplicadores digitais || Stencil || Normal || Cor || CTEE 2 
 Stencil || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 Máquinas de fax || Térmico direto || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 Sublimação de tinta || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 EF || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 EF || Normal || Cor || CTEE 2 
 Tinta sólida || Normal || Cor || CTEE 2 
 Transferência térmica || Normal || Cor || CTEE 2 
 Transferência térmica || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 Dispositivos multifunções (DMFs) || JT de elevado desempenho || Normal || Monocromático || CTEE 3 
 JT de elevado desempenho || Normal || Cor || CTEE 4 
 Térmico direto || Normal || Monocromático || CTEE 3 
 Sublimação de tinta || Normal || Cor || CTEE 4 
 Sublimação de tinta || Normal || Monocromático || CTEE 3 
 EF || Normal || Monocromático || CTEE 3 
 EF || Normal || Cor || CTEE 4 
 Tinta sólida || Normal || Cor || CTEE 4 
 Transferência térmica || Normal || Cor || CTEE 4 
 Transferência térmica || Normal || Monocromático || CTEE 3 
 Impressoras || JT de elevado desempenho || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 JT de elevado desempenho || Normal || Cor || CTEE 2 
 Térmico direto || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 Sublimação de tinta || Normal || Cor || CTEE 2 
 Sublimação de tinta || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 EF || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 EF || Normal || Cor || CTEE 2 
 Tinta sólida || Normal || Cor || CTEE 2 
 Transferência térmica || Normal || Cor || CTEE 2 
 Transferência térmica || Normal || Monocromático || CTEE 1 
 Quadro 2 
 Equipamentos conformes — Método do modo de funcionamento 
 Área de produto || Tecnologia de impressão || Dimensão do formato || Capacidade de cores || Quadro MF 
 Fotocopiadoras || Térmico direto || Grande || Monocromático || MF 1 
 Sublimação de tinta || Grande || Cores e Monocromático || MF 1 
 EF || Grande || Cores e Monocromático || MF 1 
 Tinta sólida || Grande || Cor || MF 1 
 Transferência térmica || Grande || Cores e Monocromático || MF 1 
 Máquinas de fax || Jato de tinta || Normal || Cores e Monocromático || MF 2 
 Máquinas de franquiar || Térmico direto || N/A || Monocromático || MF 4 
 EF || N/A || Monocromático || MF 4 
 Jato de tinta || N/A || Monocromático || MF 4 
 Transferência térmica || N/A || Monocromático || MF 4 
 Dispositivos multifunções (DMFs) || Térmico direto || Grande || Monocromático || MF 1 
 Sublimação de tinta || Grande || Cores e Monocromático || MF 1 
 EF || Grande || Cores e Monocromático || MF 1 
 Jato de tinta || Normal || Cores e Monocromático || MF 2 
 Jato de tinta || Grande || Cores e Monocromático || MF 3 
 Tinta sólida || Grande || Cor || MF 1 
 Transferência térmica || Grande || Cores e Monocromático || MF 1 
 Impressoras || Térmico direto || Grande || Monocromático || MF 8 
 Térmico direto || Pequeno || Monocromático || MF 5 
 Sublimação de tinta || Grande || Cores e Monocromático || MF 8 
 Sublimação de tinta || Pequeno || Cores e Monocromático || MF 5 
 EF || Grande || Cores e Monocromático || MF 8 
 EF || Pequeno || Cor || MF 5 
 Impacto || Grande || Cores e Monocromático || MF 8 
 Impacto || Pequeno || Cores e Monocromático || MF 5 
 Impacto || Normal || Cores e Monocromático || MF 6 
 Jato de tinta || Grande || Cores e Monocromático || MF 3 
 Jato de tinta || Pequeno || Cores e Monocromático || MF 5 
 Jato de tinta || Normal || Cores e Monocromático || MF 2 
 Tinta sólida || Grande || Cor || MF 8 
 Tinta sólida || Pequeno || Cor || MF 5 
 Transferência térmica || Grande || Cores e Monocromático || MF 8 
 Transferência térmica || Pequeno || Cores e Monocromático || MF 5 
 Digitalizadores || N/A || Grande, pequeno e normal || N/A || MF 7 || 
C. Especificações de eficiência energética para equipamentos
conformes
Só podem ser considerados conformes ao ENERGY
STAR os equipamentos referidos na secção B que satisfaçam os seguintes
critérios. As datas de entrada em vigor são indicadas na secção F. 
Produtos vendidos com uma fonte de
alimentação externa: Para poderem ser considerados
conformes ao ENERGY STAR ao abrigo da presente versão 1.1 das especificações
para equipamentos de representação gráfica, os equipamentos de representação
gráfica fabricados em 1 de julho de 2009, ou após essa data, que utilizem uma fonte
de alimentação externa de tensão única CA-CA ou CA-CC devem utilizar uma fonte
de alimentação externa conforme ao ENERGY STAR, ou outra que satisfaça os requisitos
da versão 2.0 das especificações ENERGY STAR para fontes de alimentação externa
quando ensaiada de acordo com o método de ensaio ENERGY STAR. As especificações
e o método de ensaio ENERGY STAR para fontes de alimentação externa de tensão
única CA-CA e CA-CC podem ser encontrados em www.energystar.gov/products.
Produtos designados para funcionar com um
PFED de Tipo 1: Para poderem ser considerados
conformes ao ENERGY STAR ao abrigo da presente versão 1.1 das especificações
para equipamentos de representação gráfica, os equipamentos de representação
gráfica fabricados em 1 de julho de 2009, ou após essa data, que sejam vendidos
com um PFED de Tipo 1 devem utilizar um PFED que cumpra os requisitos de
eficiência ENERGY STAR para a alimentação de energia de processadores front-end
digitais de equipamentos de representação gráfica indicados na secção C.3.
Produtos designados para funcionar com um
PFED de Tipo 2: Para os equipamentos de representação
gráfica vendidos com um PFED de Tipo 2 e fabricados em 1 de julho de 2009, ou
após essa data, poderem ser considerados conformes ao ENERGY STAR ao abrigo da
presente versão 1.1 das especificações para equipamentos de representação
gráfica, os fabricantes devem subtrair o consumo energético do PFED em modo
Pronto ao resultado CTEE do produto ou excluí-lo ao medir os níveis de Latência
e Espera dos produtos MF. A secção C.1 fornece mais pormenores sobre o
ajustamento dos valores CTEE para PFEDs no caso dos produtos CTEE, e a secção
C.2 fornece mais pormenores sobre a exclusão do PFED dos níveis de Latência e
Espera dos produtos MF. 
É intenção da EPA e da Comissão Europeia que,
sempre que possível, a potência associada ao PFED (Tipo 1 ou Tipo 2) seja
excluída ou subtraída da energia CTEE e das medições da potência MF.
Produtos vendidos com um aparelho
telefónico sem fios adicional: Para poderem ser
consideradas conformes, as máquinas de fax ou DMFs com capacidade de telecópia,
fabricados em 1 de julho de 2009, ou após essa data, que sejam vendidos com
aparelhos telefónicos sem fios adicionais devem utilizar aparelhos telefónicos
conformes ao ENERGY STAR, ou outro que satisfaça as especificações ENERGY STAR
para Telefonia quando forem ensaiados de acordo com o método de ensaio ENERGY
STAR, no dia em que o equipamento de representação gráfica seja ensaiado para
fins de conformidade com o ENERGY STAR. As especificações e o método de ensaio
ENERGY STAR para produtos de telefonia podem ser encontrados em www.energystar.gov/products.
Reto/verso:
Fotocopiadoras, DMFs e impressoras de papel normal que utilizem tecnologias de
impressão EF, TS e JT de elevado desempenho abrangidas pelo método CTEE na
secção C.1 devem satisfazer os seguintes requisitos de reto/verso, com base na
velocidade monocromática do produto: 
 Fotocopiadoras, DMFs e impressoras a cores 
 Velocidade monocromática do produto || Requisito reto/verso 
 ≤ 19 ipm || N/A 
 20 – 39 ipm || Deve ser oferecida a capacidade reto/verso automática como funcionalidade normal ou acessório opcional na altura da compra. 
 ≥ 40 ipm || A capacidade reto/verso automática é exigida como funcionalidade normal na altura da compra. 
 Fotocopiadoras, DMFs e impressoras monocromáticas 
 Velocidade monocromática do produto || Requisito reto/verso 
 ≤ 24 ipm || N/A 
 25 – 44 ipm || Deve ser oferecida a capacidade reto/verso automática como funcionalidade normal ou acessório opcional na altura da compra. 
 ≥ 45 ipm || A capacidade reto/verso automática é exigida como funcionalidade normal na altura da compra. 
1.           Critérios de elegibilidade ENERGY
STAR – CTEE
Para um produto poder ser considerado conforme
ao ENERGY STAR, o valor CTEE obtido para os equipamentos de representação
gráfica mencionados no quadro 1 da secção B não podem exceder os limites
correspondentes que se seguem. 
Para os equipamentos de representação gráfica
com um PFED de Tipo 2, o consumo de energia do PFED, calculado de acordo com o
exemplo seguinte, deve ser excluído para efeitos da comparação do valor CTEE
medido do produto com os limites abaixo indicados. O PFED não deve interferir
com a capacidade do equipamento de representação gráfica para entrar ou sair
dos seus modos de baixo consumo. Para poder beneficiar desta exclusão, o PFED
deve enquadrar-se na definição da secção A.32 e tratar-se de uma unidade
individual de processamento com capacidade para iniciar a atividade na rede.
Exemplo: O
resultado CTEE total de uma impressora é 24,5 kWh/semana e o seu PFED interno
consome 50W no modo Pronto. 50W × 168 horas/semana = 8,4 kWh/semana, que é
então subtraído ao valor CTEE do ensaio: 24,5 kWh/semana – 8,4 kWh/semana =
16,1 kWh/semana. O valor de 16,1 kWh/semana é depois comparado com os seguintes
limites.
Nota: Em todas as fórmulas seguintes, x = Velocidade monocromática do
produto (ipm).
 Quadro CTEE 1 
 Produto(s): Fotocopiadoras, duplicadores digitais, máquinas de fax, impressoras 
 Dimensão do(s) formato(s): papel normal 
 Tecnologias de impressão: TD, ST monocromático, EF monocromático, stencil monocromático, TT monocromático, JT monocromático de elevado desempenho 
 Velocidade monocromática do produto (ipm) || CTEE máximo (kWh/semana) 
 ≤ 15 || 1,0 kWh 
 15 < x ≤ 40 || (0,10 kWh/ipm)x – 0,5 kWh 
 40 < x ≤ 82 || (0,35 kWh/ipm)x – 10,3 kWh 
 > 82 || (0,70 kWh/ipm)x – 39,0 kWh 
 Quadro CTEE 2 
 Produto(s): Fotocopiadoras, duplicadores digitais, máquinas de fax, impressoras 
 Dimensão do(s) formato(s): papel normal 
 Tecnologias de impressão: ST a cores, stencil a cores, TT a cores, EF a cores, JT monocromático de elevado desempenho 
 Velocidade monocromática do produto (ipm) || CTEE máximo (kWh/semana) 
 ≤ 32 || (0,10 kWh/ipm)x + 2,8 kWh 
 32 < x ≤ 58 || (0,35 kWh/ipm)x – 5,2 kWh 
 > 58 || (0,70 kWh/ipm)x – 26,0 kWh 
 Quadro CTEE 3 
 Produto(s): DMFs 
 Dimensão do(s) formato(s): papel normal 
 Tecnologias de impressão: TD, ST monocromático, EF monocromático, TT monocromático, JT monocromático de elevado desempenho 
 Velocidade monocromática do produto (ipm) || CTEE máximo (kWh/semana) 
 ≤ 10 || 1,5 kWh 
 10 < x ≤ 26 || (0,10 kWh/ipm)x + 0,5 kWh 
 26 < x ≤ 68 || (0,35 kWh/ipm)x – 6,0 kWh 
 > 68 || (0,70 kWh/ipm)x – 30,0 kWh 
 Quadro CTEE 4 
 Produto(s): DMFs 
 Dimensão do(s) formato(s): papel normal 
 Tecnologias de impressão: ST a cores, TT a cores, EF a cores, TS, JT monocromático de elevado desempenho 
 Velocidade monocromática do produto (ipm) || CTEE máximo (kWh/semana) 
 ≤ 26 || (0,10 kWh/ipm)x + 3,5 kWh 
 26 < x ≤ 62 || (0,35 kWh/ipm)x – 3,0 kWh 
 > 62 || (0,70 kWh/ipm)x – 25,0 kWh 
2.           Critérios de elegibilidade ENERGY
STAR – MF
Para poderem ser considerados conformes ao
ENERGY STAR, os valores de consumo energético para os equipamentos de
representação gráfica mencionados no quadro 2 da secção C não devem
exceder os limites correspondentes a seguir indicados. Para os equipamentos que
satisfaçam os requisitos de energia do modo latente no modo Pronto, não são
exigidas mais nenhumas reduções automáticas do consumo para satisfazer o limite
de latência. Da mesma forma, para os produtos que satisfaçam os requisitos de
energia de espera no modo Pronto ou no modo latente, não são exigidas mais
nenhumas reduções de consumo para obter a conformidade com o ENERGY STAR.
Para os equipamentos de representação gráfica
com um PFED funcionalmente integrado que dependa do equipamento de
representação gráfica para ser alimentado, o consumo energético do PFED deve
ser excluído para efeitos de comparação da latência medida do produto com os
limites combinados do mecanismo de impressão e do componente funcional
adicional a seguir descritos. O PFED não deve interferir com a capacidade do
equipamento de representação gráfica para entrar ou sair dos seus modos de
baixo consumo. Para poder beneficiar desta exclusão, o PFED deve enquadrar-se
na definição da secção A.32 e tratar-se de uma unidade individual de
processamento com capacidade para iniciar a atividade na rede. 
Requisitos de tempo de demora por defeito:
Para poderem ser considerados conformes ao ENERGY STAR, os produtos MF devem
satisfazer as definições do tempo de demora por defeito em função do tipo de
produto (quadros A a C) já ativadas quando o produto é fornecido. Para além
disso, todos os produtos MF devem ser fornecidos com um tempo máximo de demora
da máquina não superior a quatro horas, que apenas pode ser ajustado pelo
fabricante. Este tempo máximo de demora da máquina não pode ser influenciado
pelo utilizador e normalmente não pode ser alterado sem manipular o produto
internamente e de forma invasiva. As definições do tempo de demora por defeito
fornecidas nos quadros A a C podem ser ajustáveis pelo utilizador.
 Quadro A 
 Tempo máximo de demora por defeito para o modo latente para produtos MF de pequeno formato e papel normal, excluindo máquinas de franquiar (em minutos) 
 Velocidade monocromática do produto (ipm) || Máquinas de fax || DMFs || Impressoras || Digitalizadores 
 0 – 10 || 5 || 15 || 5 || 15 
 11 – 20 || 5 || 30 || 15 || 15 
 21 – 30 || 5 || 60 || 30 || 15 
 31 – 50 || 5 || 60 || 60 || 15 
 51 + || 5 || 60 || 60 || 15 
 Quadro B 
 Tempo máximo de demora por defeito para o modo latente para produtos MF de grande formato, excluindo máquinas de franquiar (em minutos) 
 Velocidade monocromática do produto (ipm) || Fotocopiadoras || DMFs || Impressoras || Digitalizadores 
 0 – 10 || 30 || 30 || 30 || 15 
 11 – 20 || 30 || 30 || 30 || 15 
 21 – 30 || 30 || 30 || 30 || 15 
 31 – 50 || 60 || 60 || 60 || 15 
 51 + || 60 || 60 || 60 || 15 
 Quadro C 
 Tempo máximo de demora por defeito para o modo latente para máquinas de franquiar (em minutos) 
 Velocidade do produto (oppm) || Máquinas de franquiar 
 0 – 50 || 20 
 51 – 100 || 30 
 101 – 150 || 40 
 151 + || 60 
Requisitos de espera: Para poderem ser
considerados conformes ao ENERGY STAR, os produtos MF devem satisfazer os
critérios de consumo em espera indicados no quadro D em função de Tipo de
produto.
 Quadro D 
 Nível máximo de consumo em espera para produtos MF em Watts 
 Tipo de produto || Espera (W) 
 Todos os produtos MF || 1 
Os critérios de elegibilidade apresentados nos
quadros MF 1 a 8 tratam do mecanismo de impressão do produto. Uma vez que os
produtos são normalmente fornecidos com uma ou mais funções, para além do
mecanismo de impressão básico, as margens de tolerância abaixo devem ser
adicionadas aos critérios de latência dos mecanismos de impressão. Para
determinar a elegibilidade, deve ser utilizado o valor total do produto de base
com os componentes funcionais adicionais. Os fabricantes só podem aplicar no
máximo três componentes funcionais adicionais primários a cada modelo de
produto, mas podem aplicar tantos componentes funcionais adicionais secundários
quantos existirem (podendo os componentes adicionais primários que excedam três
ser incluídos como componentes adicionais secundários). Apresenta-se abaixo um
exemplo desta possibilidade:
Exemplo:
Considere-se uma impressora a JT de papel normal com uma porta USB 2.0 e uma
porta para cartões de memória. Assumindo que a porta USB é a interface primária
utilizada durante o ensaio, o modelo da impressora teria uma margem de
tolerância para os componentes funcionais adicionais de 0,5 W para a USB e 0,1
para o leitor de cartões de memória, com um total de 0,6 W de margem de
tolerância para componentes funcionais adicionais. Uma vez que o quadro MF 2 estabelece
um limite para o mecanismo de impressão no modo latente de 1,4 W, para
determinar a elegibilidade para o ENERGY STAR, o fabricante deve somar o limite
do dispositivo de impressão no modo latente com as margens de tolerância para
os componentes funcionais adicionais aplicáveis para determinar o consumo
energético máximo permitido para a conformidade do produto de base: 1,4 W + 0,6
W. Se o consumo energético da impressora em modo latente for igual ou inferior
a 2,0 W, a impressora satisfaz o limite ENERGY STAR para a latência.
 Quadro 3 
 Equipamentos conformes — MF componentes funcionais adicionais 
 Tipo || Descrição || Margens de tolerância para componentes funcionais adicionais (W) 
   ||   || Primário || Secundário 
 Interfaces || A. Com fios < 20 MHz || 0,3 || 0,2 
 Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e capaz de atingir uma taxa de transferência < 20 MHz. Inclui USB 1.x, IEEE 488, IEEE 1284/Parallel/Centronics, RS232 e/ou modem de fax 
 B. Com fios ≥ 20 MHz e < 500 MHz || 0,5 || 0,2 
 Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e capaz de atingir uma taxa de transferência ≥ 20 MHz e < 500 MHz. Inclui USB 2.x, IEEE 1394/FireWire/i. LINK e Ethernet 100Mb. 
 C. Com fios ≥ 500 MHz || 1,5 || 0,5 
 Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e capaz de atingir uma taxa de transferência ≥ 500 MHz. Inclui Ethernet 1G. 
 D. Sem fios || 3,0 || 0,7 
 Uma interface de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e concebida para transferir dados através de rádio frequência sem fios. Inclui Bluetooth e 802.11. 
 E. Cartão/máquina fotográfica/ armazenagem com fios || 0,5 || 0,1 
 Uma porta física de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e concebida para permitir a ligação de um dispositivo externo, tal como leitores de cartões de memória flash/cartões inteligentes e interfaces com máquinas fotográficas (incluindo PictBridge). 
 G. Infravermelhos || 0,2 || 0,2 
 Uma interface de ligação de dados ou à rede existente no equipamento de representação gráfica e concebida para transferir dados através de tecnologia de infravermelhos. Inclui IrDA. 
 Outros || Armazenamento || - || 0,2 
   || Unidades internas de armazenagem existentes no equipamento de representação gráfica. Inclui apenas unidades internas (por exemplo, unidades de disco, unidades de DVD, unidades «zip»), e aplica-se a cada unidade individual. Este componente não abrange interfaces com unidades externas (por exemplo, SCSI) ou memória interna. 
   || Digitalizadores com lâmpadas CCFL ou lâmpadas sem ser CCFL || - || 0,5 
   || Existência de um digitalizador que utilize tecnologia de Lâmpada Fluorescente de Cátodo Frio (Cold Cathode Fluorescent Lamp - CCFL) ou uma tecnologia sem CCFL, como o Díodo Emissor de Luz (Light-Emitting Diode - LED), Halogéneo, Tubo Fluorescente de Cátodo Quente (Hot-Cathode Fluorescent Tube - HCFT), Xénon ou Fluorescente Tubular (Tubular Fluorescent – TL). Este componente aplica-se apenas uma vez, independentemente da dimensão das lâmpadas e do número de lâmpadas/luzes utilizadas. 
   || Sistema baseado em computador pessoal (não pode imprimir/copiar/digitalizar sem recorrer a recursos significativos de um computador) || - || - 0,5 
   || Este componente aplica-se a equipamentos de representação gráfica que dependem de um computador externo para recursos significativos, tais como a memória e o processamento de dados, para desempenharem funções básicas habitualmente desempenhadas independentemente pelos equipamentos de representação gráfica, tais como a produção de páginas. Este componente não se aplica a produtos que utilizem o computador simplesmente como fonte ou destino dos dados de imagem. 
   || Aparelho telefónico sem fios || - || 0,8 
   || A capacidade de o equipamento de representação gráfica comunicar com um aparelho telefónico sem fios. Este componente aplica-se apenas uma vez, independentemente do número de aparelhos telefónicos sem fios que o produto tenha capacidade para suportar. Este componente não trata dos requisitos de energia do próprio aparelho telefónico sem fios. 
   || Memória || - || 1,0 W por 1 GB 
   || A capacidade interna disponível no equipamento de representação gráfica para armazenagem de dados. Este componente aplica-se a todos os volumes de memória interna e deve ser adaptado em conformidade. Por exemplo, uma unidade com 2,5 GB de memória terá uma margem de tolerância de 2,5 W, enquanto uma unidade com 0,5 GB terá uma margem de tolerância de 0,5 W. 
   || Tamanho da fonte de alimentação (FA), com base na potência nominal (PN)   Nota: Este componente aplica-se APENAS aos equipamentos abrangidos pelos quadros MF 2 e 6. || - || Para PNFA > 10 W, 0,02 x (PNFA – 10 W) 
   || Este componente aplica-se apenas aos equipamentos abrangidos pelos quadros MF 2 e 6. A margem de tolerância é calculada a partir da saída de CC nominal da fonte de alimentação interna ou externa conforme especificado pelo fabricante da fonte de alimentação. (Não se trata de um valor medido). Por exemplo, uma unidade que indica o fornecimento de um valor nominal até 3 A a 12 V tem uma PNFA de 36 W e terá uma margem de tolerância de fonte de alimentação de 0,02 x (36-10) = 0,02 x 26 = 0,52 W. Para uma fonte que forneça mais do que um valor de tensão, é utilizada a soma da potência de todas as tensões exceto no caso em que as especificações indiquem a existência de um limite para o valor nominal inferior a este. Por exemplo, uma fonte que forneça 3 A para 24 V de saída e 1,5 A para 5 V de saída tem uma PNFA total de (3 x 24) + (1,5 x 5) = 79,5 W e uma margem de tolerância de 1,39 W. 
Para as margens de
tolerância de componente indicadas no quadro 3, os tipos de componentes são
divididos em «primário» e «secundário». Estas designações referem-se ao estado
em que a interface tem de permanecer enquanto o equipamento de representação
gráfica se encontra em latência. As ligações que se mantêm ativas durante o
procedimento de ensaio MF enquanto o equipamento de representação gráfica se
encontra em latência são denominadas primárias, enquanto as ligações que podem
estar inativas enquanto o equipamento de representação gráfica se encontra em
latência são denominadas secundárias. A maior parte dos componentes funcionais
adicionais são habitualmente de tipo secundário.
Os fabricantes devem considerar apenas os
tipos de componentes disponíveis num produto na sua configuração de origem. As
opções à disposição dos consumidores depois de o produto ter sido fornecido ou
as interfaces que existam no processador front-end digital (PFED) do
produto com alimentação externa não devem ser consideradas para efeitos de
aplicação das margens de tolerância ao equipamento de representação gráfica.
Para equipamentos com diversas interfaces,
estas devem ser consideradas como se fossem únicas e individuais. No entanto, as
interfaces que desempenhem diversas funções devem apenas ser consideradas uma
vez. Por exemplo, uma ligação USB que funcione em 1.x e 2.x só pode ser
considerada uma vez, sendo-lhe atribuída uma única margem de tolerância.
Quando, de acordo com o quadro 3, uma determinada interface se possa enquadrar
em mais do que um tipo de interface, o fabricante deve selecionar a função
principal para a qual a interface foi concebida quando estiver a determinar a
respetiva margem de tolerância do componente. Por exemplo, uma ligação USB na
parte frontal do equipamento de representação gráfica comercializada como
PictBridge ou «interface para máquina fotográfica» na literatura do produto
deve ser considerada como interface do Tipo E e não do Tipo B. Do mesmo modo,
uma ranhura do leitor de cartões de memória que suporte múltiplos formatos só
pode ser considerada uma vez. De igual forma, um sistema que suporte mais do
que um tipo de 802.11 só pode ser considerado como uma interface sem fios.
 Quadro MF 1 
 Produto(s): Fotocopiadoras, DMFs 
 Dimensão do(s) formato(s): grande formato 
 Tecnologias de impressão: ST a cores, TT a cores, TD, ST monocromático, EF monocromático, TT monocromático, EF a cores, TS 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de impressão || 30 
 Quadro MF 2 
 Produto(s): Máquinas de fax, DMFs, impressoras 
 Dimensão do(s) formato(s): papel normal 
 Tecnologias de impressão: JT a cores, JT monocromático 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de impressão || 1,4 
 Quadro MF 3 
 Produto(s): DMFs, impressoras 
 Dimensão do(s) formato(s): grande formato 
 Tecnologias de impressão: JT a cores, JT monocromático 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de impressão || 15 
 Quadro MF 4 
 Produto(s): Máquinas de franquiar 
 Dimensão do(s) formato(s): N/A 
 Tecnologias de impressão: TD, EF monocromático, JT monocromático, TT monocromático 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de impressão || 7 
 Quadro MF 5 
 Produto(s): Impressoras 
 Dimensão do(s) formato(s): pequeno formato 
 Tecnologias de impressão: ST a cores, TD, JT a cores, impacto a cores, TT a cores, ST monocromático, EF monocromático, JT monocromático, impacto monocromático, TT monocromático, EF a cores, TS 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de impressão || 9 
 Quadro MF 6 
 Produto(s): Impressoras 
 Dimensão do(s) formato(s): papel normal 
 Tecnologias de impressão: Impacto a cores, impacto monocromático 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de impressão || 4,6 
 Quadro MF 7 
 Produto(s): Digitalizadores 
 Dimensão do(s) formato(s): grande formato, pequeno formato, papel normal 
 Tecnologias de impressão: N/A 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de digitalização || 4,3 
 Quadro MF 8 
 Produto(s): Impressoras 
 Dimensão do(s) formato(s): grande formato 
 Tecnologias de impressão: ST a cores, impacto a cores, TT a cores, TD, ST monocromático, EF monocromático, impacto monocromático, TT monocromático, EF a cores, TS 
   || Latência (W) 
 Mecanismo de impressão || 14 
3.           Requisitos de eficiência para
PFED
Os requisitos de eficiência que se seguem
aplicam-se ao equipamento PFED tal como definido na secção A das presentes
especificações.
Requisitos de eficiência da fonte de
energia
PFED de Tipo 1 que utiliza uma fonte de
energia CA-CC: Um PFED alimentado em CC pela sua própria fonte de energia CA-CC
deve cumprir o seguinte requisito de eficiência da fonte de energia: 80% de
eficiência mínima a 20%, 50%, e 100% da potência nominal e Fator de Potência
≥ 0,9 a 100% da potência nominal. 
PFED de Tipo 1 que utiliza uma fonte de alimentação
externa: Um PFED alimentado em CC pela sua própria fonte de alimentação externa
(tal como definida na versão 2.0 dos requisitos do programa ENERGY STAR para fontes
de alimentação externa de tensão única CA-CA e CA-CC) deve ser conforme ao
ENERGY STAR ou cumprir os níveis de eficiência na ausência de carga e em modo
ativo especificados na versão 2.0 dos requisitos do programa ENERGY STAR para fontes
de alimentação externa de tensão única CA-CA e CA-CC. As especificações ENERGY
STAR e a lista dos produtos conformes podem encontrar-se em: www.energystar.gov/powersupplies.
Procedimentos de ensaio
Pede-se aos fabricantes que realizem ensaios e
autocertifiquem os modelos que correspondem às orientações do ENERGY STAR. 
·       
Ao realizar esses ensaios, os parceiros acordam em
utilizar os procedimentos de ensaio previstos no quadro 4. 
·       
Os resultados dos ensaios deverão ser comunicados à
EPA ou à Comissão Europeia, conforme apropriado. 
Os requisitos adicionais de ensaio e
apresentação de relatórios são apresentados a seguir.
Modelos capazes de funcionar com várias
combinações de tensão/frequência: Os fabricantes devem testar os seus produtos
com base no(s) mercado(s) em que os produtos serão vendidos e promovidos como
conformes ao ENERGY STAR. A EPA e os países partes do ENERGY STAR acordaram um
quadro com três combinações de tensão/frequência para efeitos de ensaio.
Consultar a secção D.4 para mais pormenores sobre os níveis internacionais de
tensão/frequência e de tamanho do papel para cada mercado. 
Para produtos que são vendidos como conformes
ao ENERGY STAR em diversos mercados internacionais e são, por conseguinte,
classificados como tendo várias tensões nominais de entrada, os fabricantes
devem ensaiar e comunicar os valores de consumo energético ou eficiência para
todas as combinações de tensão/frequência pertinentes. Por exemplo, um
fabricante que comercialize o mesmo modelo nos Estados Unidos e na Europa
deverá efetuar medições, satisfazer as especificações e comunicar os valores
dos ensaios tanto a 115 volts/60 Hz como a 230 volts/50 Hz, a fim de o modelo
ser conforme ao ENERGY STAR em ambos os mercados. Se um modelo se qualificar
como ENERGY STAR apenas com uma combinação de tensão/frequência (por exemplo,
115 volts/60 Hz), só pode ser considerado conforme e promovido como ENERGY STAR
nas regiões em que exista a combinação de tensão/frequência ensaiada (por
exemplo, na América do Norte e em Taiwan). 
 Quadro 4 
 Procedimentos de ensaio PFED de Tipo 1 
 Requisito da Especificação || Protocolo de Ensaio || Fontes 
 Eficiência da fonte de energia || Ensaio ENERGY STAR de fontes de alimentação interna (IPS) || IPS: http://efficientpowersupplies.epri.com/ 
 Ensaio ENERGY STAR de fontes de alimentação externa (EPS) || EPS: www.energystar.gov/powersupplies/ 
D.           Orientações
de ensaio
As instruções específicas para proceder ao
ensaio de eficiência energética dos equipamentos de representação gráfica são
mencionadas em três secções que a seguir se apresentam, intituladas:
–     
Procedimento de ensaio do consumo típico de energia
elétrica;
–     
Procedimento de ensaio do modo de funcionamento;            
e
–     
Condições e dispositivos de ensaio para
equipamentos de representação gráfica ENERGY STAR.
Os resultados dos ensaios obtidos através
destes procedimentos serão usados como base principal para determinar a
conformidade com o ENERGY STAR.
Os fabricantes devem efetuar ensaios e
autocertificar os modelos do produto que satisfazem as orientações ENERGY STAR.
A conformidade de famílias de modelos de equipamentos de representação gráfica
montados no mesmo quadro (chassis) e idênticos em todos os aspetos, com exceção
da caixa e da cor, pode ser comprovada através da apresentação de dados de
ensaio para um modelo único representativo. Do mesmo modo, a prova da
conformidade de modelos que não sofrem alterações ou que apenas diferem nos
acabamentos dos vendidos no ano anterior não exige a apresentação de novos
dados de ensaio, partindo-se do princípio de que não há alteração das
especificações.
Se um modelo de produto for comercializado com
diversas configurações como uma família ou série de produtos, o parceiro pode
ensaiar e comunicar os dados sobre a configuração mais alta existente na
família, não tendo de o fazer para cada modelo individual. Ao apresentar
famílias de modelos para conformidade, os fabricantes continuam a ser responsáveis
por todas as informações sobre a eficiência relativas aos seus equipamentos de
representação gráfica, incluindo os que não foram ensaiados ou cujos dados não
foram comunicados.
Exemplo: Os
modelos A e B são idênticos salvo que o modelo A é fornecido com uma interface
com fios > 500 MHz e o modelo B é fornecido com uma interface com fios <
500 MHz. Se o modelo A for ensaiado e observar as especificações ENERGY STAR, o
parceiro pode comunicar os dados de ensaio unicamente do modelo A como correspondentes
aos dois modelos A e B.
Se a energia elétrica de um produto é
proveniente de uma tomada elétrica, de uma porta USB, IEEE 1394, «Power-Over-Ethernet»,
da rede telefónica ou qualquer outro meio ou combinação de meios, deve ser
utilizado na sua conformidade o valor líquido da energia elétrica em CA
consumida pelo produto (tendo em conta as perdas por conversão CA para CC,
conforme especificado no procedimento de ensaio MF).
1.           Os requisitos adicionais de
ensaio e apresentação de relatórios são apresentados a seguir.
Número de unidades necessárias para ensaio
O ensaio será realizado pelo fabricante ou
pelo seu representante autorizado numa única unidade do modelo.
(a)          Para os
produtos enumerados no quadro 1 da secção B destas especificações, se os resultados
obtidos no ensaio CTEE pela unidade inicialmente testada cumprirem os critérios
de elegibilidade mas estiverem 10% abaixo do limite, deve ser ensaiada uma
unidade adicional do mesmo modelo. Os fabricantes devem comunicar os resultados
respeitantes a ambas as unidades. Para o produto ser elegível para o ENERGY
STAR, ambas as unidades devem satisfazer as especificações ENERGY STAR.
(b)          Para os
produtos enumerados no quadro 2 da secção B destas especificações, se os
resultados obtidos para a unidade inicialmente ensaiada no ensaio MF cumprirem
os critérios de elegibilidade mas estiverem 15% abaixo dos limites em qualquer
um dos modos de funcionamento especificados para esse tipo de produto, devem
ser ensaiadas mais duas unidades. Para o produto ser elegível para o ENERGY
STAR, as três unidades devem satisfazer as especificações ENERGY STAR.
Apresentação de informações sobre produtos
conformes à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso
Os parceiros devem autocertificar os modelos
de produto que satisfaçam as orientações ENERGY STAR e comunicar essa
informação à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso. A informação a
comunicar relativamente aos produtos será indicada pouco tempo depois da
publicação das especificações finais. Para além disso, os parceiros devem
apresentar à EPA ou à Comissão Europeia, consoante o caso, os excertos da
literatura do produto que explicam aos consumidores quais os tempos de espera
por defeito recomendados para as definições de gestão de energia. O intuito
desta exigência é mostrar que os produtos são ensaiados tal como chegam às mãos
dos utilizadores e de acordo com as recomendações de utilização.
Modelos capazes de funcionar com várias
combinações de tensão/frequência
Os fabricantes devem testar os seus produtos
com base no(s) mercado(s) em que os produtos serão vendidos e promovidos como
conformes ao ENERGY STAR. A EPA, a Comissão Europeia e os países parceiros
ENERGY STAR elaboraram um quadro com três combinações de tensão/frequência para
fins de ensaio. Consultar a secção «Condições de ensaio do equipamento de
representação gráfica» para mais pormenores sobre os níveis internacionais de
tensão/frequência e de tamanho do papel para cada mercado.
Para produtos que são vendidos como conformes
ao ENERGY STAR em diversos mercados internacionais e são, por conseguinte,
classificados como tendo várias tensões nominais de entrada, os fabricantes
devem ensaiar e comunicar os valores de consumo energético ou eficiência para
todas as combinações de tensão/frequência pertinentes. Por exemplo, um
fabricante que comercialize o mesmo modelo nos Estados Unidos e na Europa
deverá efetuar medições, satisfazer as especificações e comunicar os valores
dos ensaios tanto a 115 volts/60 Hz como a 230 volts/50 Hz, a fim de o modelo
ser conforme ao ENERGY STAR em ambos os mercados. Se um modelo se qualificar
como ENERGY STAR apenas com uma combinação de tensão/frequência (por exemplo,
115 volts/60 Hz), só pode ser considerado conforme e promovido como ENERGY STAR
nas regiões em que exista a combinação de tensão/frequência ensaiada (por
exemplo, na América do Norte e em Taiwan).
2.           Procedimento de ensaio do consumo
típico de energia elétrica (CTEE)
(a)          Tipos de produtos abrangidos: o
procedimento de ensaio CTEE destina-se às medições dos produtos de papel normal
definidos no quadro 1 da secção B.
(b)          Parâmetros de ensaio
Esta secção descreve os parâmetros de ensaio a
utilizar quando se procede às medições de um produto no âmbito do procedimento
de ensaio CTEE. Esta secção não abrange as condições de ensaio, sendo estas
indicadas na secção D.4.
Ensaio em simplex (reprodução num só
lado)
Os produtos serão ensaiados no modo de
reprodução num só lado. Os originais a copiar devem ser imagens num só lado da
folha.
Imagem de ensaio
A imagem de ensaio será a do padrão de ensaio
A da norma ISO/IEC 10561:1999. Deve ser produzida em tamanho 10 pontos com um
tipo de letra Courier de largura fixa (ou na equivalente mais próxima). Não
será exigida a reprodução de carateres germânicos se o produto não tiver
capacidade para isso. A imagem deve ser produzida numa folha de papel
8,5″ × 11″ ou A4, consoante o mercado a que se destina o produto.
Para impressoras e DMFs que possam interpretar a linguagem de descrição da
página (page description language – PDL) (por exemplo, PCL, Postscript),
as imagens serão enviadas para o produto numa PDL.
Ensaio em monocromático
Os produtos com capacidade de produção de
imagens a cores devem ser ensaiados relativamente à produção de imagens
monocromáticas, exceto no caso de não terem esta capacidade.
Apagamento automático e ativação da rede
O produto deve estar configurado de acordo com
os valores de origem e recomendações de utilização, especialmente no que se
refere aos parâmetros principais, tais como os tempos de demora por defeito
para gestão de energia e a resolução (exceto conforme abaixo especificado).
Toda a informação do fabricante sobre os tempos de demora recomendados deve
estar em consonância com a configuração com os valores de origem do produto,
incluindo a constante nos manuais de utilização e nos sítios Internet, e a
fornecida pelos técnicos de instalação. Se a impressora, duplicador digital ou
DMF com capacidade de impressão ou máquina de fax tiver a funcionalidade de apagamento
automático e esta estiver ativada quando o produto for fornecido, deve ser
desativada antes do ensaio. As impressoras e DMFs que forem fornecidas com
capacidade para ligação à rede[18]
devem ser ligadas a uma rede. O tipo de ligação à rede (ou outra ligação de
dados no caso de não poder ser ligado à rede) fica à discrição do fabricante,
que deve comunicar qual o tipo utilizado. Os trabalhos de impressão para o
ensaio podem ser enviados através de ligações fora da rede (por exemplo, USB),
mesmo para as unidades que estejam ligadas em rede.
Configuração do produto
O hardware de fonte e acabamento do
papel deve estar colocado e configurado tal como é distribuído de origem e de
acordo com as recomendações de utilização; contudo, a sua utilização no ensaio
fica à discrição do fabricante (por exemplo, pode ser utilizada qualquer fonte
de papel). As funções anti-humidade podem ser desligadas caso possam ser
controladas pelo utilizador. Qualquer hardware que faça parte do modelo
e se destine a ser instalado ou acoplado pelo utilizador (por exemplo, uma
funcionalidade de papel) deve ser instalado antes deste ensaio.
Duplicadores
digitais
Os duplicadores digitais devem ser ligados e
utilizados de acordo com as suas características de conceção e capacidades. Por
exemplo, cada trabalho deve incluir apenas uma imagem original. Os duplicadores
digitais devem ser ensaiados à velocidade máxima publicitada, que deve ser
também a velocidade utilizada para determinar a dimensão do trabalho para
efetuar o ensaio, e não a velocidade por defeito de origem do produto, se esta
for diferente. Em tudo o resto, os duplicadores digitais devem ser tratados
como se se tratassem de impressoras, fotocopiadoras ou DMFs e de acordo com as
suas capacidades de origem.
(c)          Estrutura dos trabalhos
Esta secção descreve a forma de calcular o
número de imagens por trabalho a utilizar quando se efetuam as medições
de um produto no âmbito do procedimento de ensaio CTEE, bem como os trabalhos
por dia para os cálculos CTEE.
Para os fins deste procedimento de ensaio, a
velocidade do produto que é utilizada para determinar a dimensão do trabalho
para o ensaio é a velocidade máxima de produção num só lado publicitada pelo
fabricante para produção de imagens monocromáticas em papel de tamanho normal
(8,5″ × 11″ ou A4), arredondado para o número inteiro mais próximo.
Esta velocidade será também utilizada para fins de notificação como a
Velocidade do Produto do modelo. A velocidade de saída por defeito do produto,
que será utilizada no próprio ensaio, não é medida e pode ser diferente da
velocidade máxima publicitada devido a fatores como as definições de resolução,
qualidade de imagem, modos de impressão, tempo de digitalização de documentos,
dimensão e estrutura dos trabalhos, tamanho e peso do papel.
As máquinas de fax devem ser sempre ensaiadas
com uma imagem por trabalho. O número de imagens por trabalho a ser utilizado
para todos os restantes produtos IE será calculado de acordo com os três passos
que a seguir se descrevem. Para maior comodidade, o quadro 8 fornece um cálculo
das imagens por trabalho para cada Velocidade do Produto até 100 imagens por
minuto (ipm).
(i)           Calcule o
número de trabalhos por dia. O número de trabalhos por dia varia com a
Velocidade do Produto:
Para unidades com uma velocidade de oito ipm ou
inferior, utilizar oito trabalhos por dia.
Para unidades com uma velocidade entre oito e 32
ipm, o número de trabalhos por dia é igual à velocidade. Por exemplo, para uma
unidade de 14 ipm utilizar 14 trabalhos por dia.
Para unidades com uma velocidade de 32 ipm ou
superior, utilizar 32 trabalhos por dia.
(ii)          Calcule a quantidade nominal de imagens
por dia[19]
a partir do quadro 5. Por exemplo, para uma unidade de 14 ipm, utilizar 0,50 ×
142 ou 98 imagens por dia.
 Quadro 5 
 Quadro de trabalhos para equipamentos de representação gráfica 
 Tipo de produto || Valor a utilizar || Fórmula (imagens por dia) 
 Monocromático (exceto fax) || Velocidade em monocromático || 0,50 × ipm2 
 Cores (exceto fax) || Velocidade em monocromático || 0,50 × ipm2 
iii)           Calcule o número de imagens por
trabalho, dividindo o número de imagens por dia pelo número de trabalhos
por dia. Arredonde (para baixo) para o número inteiro mais próximo. Por
exemplo, um valor de 15,8 deve ser indicado como 15 imagens por trabalho, em
vez de se arredondar para 16 imagens por trabalho.
Para fotocopiadoras abaixo de 20 ipm, deve existir
um original por cada imagem necessária. Para trabalhos com grande número de
imagens, tais como os de máquinas acima de 20 ipm, pode não ser possível fazer
corresponder o número de imagens necessárias, especialmente considerando os limites
de capacidade dos alimentadores de documentos. Assim sendo, as fotocopiadoras
de 20 ipm e superiores podem efetuar diversas cópias de cada original desde que
o número de originais seja no mínimo dez. Isto pode resultar na produção de
mais imagens do que as exigidas. A título exemplificativo, para uma unidade de
50 ipm que necessite de 39 imagens por trabalho, o ensaio pode ser efetuado com
quatro cópias de dez originais ou três cópias de 13 originais.
(d)          Procedimentos
de medição
Para proceder à medição do tempo, é suficiente
a utilização de um cronómetro e o seu registo deve ser feito com resolução de
um segundo. Todos os valores de energia devem ser registados em watts-hora
(Wh). O tempo deve ser registado em segundos ou minutos. A expressão «aparelho
a zeros» refere-se à leitura do aparelho em «Wh». Os quadros 6 e 7 enumeram os
passos do procedimento CTEE.
Em geral, os modos de serviço/manutenção
(incluindo a calibração de cores) não devem ser incluídos nas medições CTEE. Se
estes modos ocorrerem durante o ensaio, isso deve ser indicado. Se ocorrer um
modo de serviço durante um trabalho, este pode ser rejeitado (exceto se for o
primeiro), podendo ser acrescentado ao ensaio um trabalho que o substitua. Se
for necessário um trabalho de substituição, não registe os valores energéticos
do trabalho rejeitado e acrescente o trabalho de substituição imediatamente
após o Trabalho 4. O intervalo de 15 minutos entre trabalhos deve ser sempre
mantido, incluindo para o trabalho que for rejeitado.
Os DMFs sem capacidade de impressão devem ser
tratados como fotocopiadoras para todos os fins deste procedimento de ensaio.
(i)           Procedimento
para impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de impressão e
máquinas de fax 
 Quadro 6 
 Procedimento de ensaio CTEE – Impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de impressão e máquinas de fax 
 Passo || Estado inicial || Ação || Registo (no final do passo) || Possíveis estados medidos 
 1 || Desligado || Ligue a unidade ao aparelho de medida. Coloque o aparelho a zeros. Aguarde o período de ensaio (cinco minutos ou mais). || Energia em Desligado || Desligado 
 Tempo do intervalo de ensaio 
 2 || Desligado || Ligue a unidade. Aguarde até a unidade indicar que se encontra em modo Pronto. || — || — 
 3 || Pronto || Imprima um trabalho com, pelo menos, uma imagem de saída, mas não mais do que um trabalho por Quadro de Trabalhos. Registe o tempo que demorou até a primeira folha sair da unidade. Aguarde até que o aparelho indique que a unidade entrou no seu modo latente final. || Tempo Ativo0 || — 
 4 || Latência || Coloque o aparelho a zeros; aguarde uma hora. || Energia em latência || Latência 
 5 || Latência || Coloque o aparelho e o temporizador a zeros. Imprima um trabalho por Quadro de Trabalhos. Registe o tempo que demorou até a primeira folha sair da unidade. Repita até o temporizador indicar que se passaram 15 minutos. || Trabalho1 || Recuperação, Ativo, Pronto, Latência 
 Tempo Ativo1 
 6 || Pronto || Repita o Passo 5. || Energia Trabalho2 || Idem 
 Tempo Ativo2 
 7 || Pronto || Repita o Passo 5 (sem medir o tempo Ativo). || Energia Trabalho3 || Idem 
 8 || Pronto || Repita o Passo 5 (sem medir o tempo Ativo). || Energia Trabalho4 || Idem 
 9 || Pronto || Coloque o aparelho e o temporizador a zeros. Aguarde até o aparelho e/ou a unidade indicar que a unidade entrou no seu modo latente final. || Tempo final || Pronto, Latência 
 Energia Final || — 
Notas:
Antes de iniciar o ensaio, é útil verificar os
tempos de demora por defeito de gestão de energia para assegurar que estes se
encontram nos valores de origem do produto e confirmar que existe bastante
papel no dispositivo.
A instrução «Aparelho a zeros» pode ser
cumprida registando o consumo acumulado de energia na altura em vez de colocar
fisicamente o aparelho a zeros.
Passo 1 – Se desejar, o período de medição em
Desligado pode ser mais longo para reduzir os erros de medição. Repare que a
energia em Desligado não é utilizada nos cálculos.
Passo 2 – Se a unidade não tiver um indicador
do estado Pronto, utilize o momento em que o nível de consumo de energia
estabiliza como nível no estado Pronto.
Passo 3 – Após registar o tempo Ativo0, o
resto deste trabalho pode ser cancelado.
Passo 5 – O período de 15 minutos conta-se
desde o início do trabalho. A unidade deve mostrar um consumo superior de
energia cinco segundos após ter colocado o aparelho e o temporizador a zeros;
pode ser necessário iniciar a impressão antes de colocar a zeros.
Passo 6 – Uma unidade que é fornecida com
tempos de demora por defeito reduzidos pode iniciar os Passos 6-8 a partir da
latência.
Passo 9 – As unidades podem ter diversos modos
de latência, pelo que todos os modos de latência, à exceção do último, são
incluídos no período Final.
Cada imagem deve ser enviada separadamente.
Embora possam fazer todas parte do mesmo documento, não devem ser definidas no
documento como cópias múltiplas de uma única imagem original (exceto se se
tratar de um duplicador digital, conforme especificado na secção D.2(b)).
Para máquinas de fax, que utilizam apenas uma
imagem por trabalho, a página deve ser colocada no alimentador de documentos da
unidade para cópias de conveniência, podendo ser colocada no alimentador de
documentos antes de o ensaio começar. A unidade não necessita de estar ligada à
linha telefónica se esta não for necessária para efetuar o ensaio. Se, por
exemplo, a máquina de fax não dispuser de capacidade de efetuar cópias de
conveniência, o trabalho realizado no Passo 2 deve ser enviado através da linha
telefónica. Nas máquinas de fax sem alimentador de documentos, a página deve
ser colocada no tambor.
(ii)          Procedimento
para fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs sem capacidade de impressão
 Quadro 7 
 Procedimento de ensaio CTEE – Fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs sem capacidade de impressão 
 Passo || Estado inicial || Ação || Registo (no final do passo) || Possíveis estados medidos 
 1 || Desligado || Ligue a unidade ao aparelho de medida. Coloque o aparelho a zeros. Aguarde o período de ensaio (cinco minutos ou mais). || Energia em Desligado || Desligado 
 Tempo do intervalo de ensaio 
 2 || Desligado || Ligue a unidade. Aguarde até a unidade indicar que se encontra em modo Pronto. || — || — 
 3 || Pronto || Copie um trabalho com, pelo menos, uma imagem, mas não mais do que um trabalho por Quadro de Trabalhos. Registe o tempo que demorou até a primeira folha sair da unidade. Aguarde até que o aparelho indique que a unidade entrou no seu modo latente final. || Tempo Ativo0 || — 
 4 || Latência || Coloque o aparelho a zeros; aguarde uma hora. Se a unidade passar ao modo Desligado em menos de uma hora, registe o tempo e energia em latência, mas aguarde uma hora completa antes de passar ao Passo 5. || Energia em latência || Latência 
 Tempo do intervalo de ensaio 
 5 || Latência || Coloque o aparelho e o temporizador a zeros. Copie um trabalho por Quadro de Trabalhos. Registe o tempo que demorou até a primeira folha sair da unidade. Repita até o temporizador indicar que se passaram 15 minutos. || Trabalho1 || Recuperação, Ativo, Pronto, Latência, Apagamento automático 
 Tempo Ativo1 
 6 || Pronto || Repita o Passo 5. || Energia Trabalho2 || Idem 
 Tempo Ativo2 
 7 || Pronto || Repita o Passo 5 (sem medir o tempo Ativo). || Energia Trabalho3 || Idem 
 8 || Pronto || Repita o Passo 5 (sem medir o tempo Ativo). || Energia Trabalho4 || Idem 
 9 || Pronto || Coloque o aparelho e o temporizador a zeros. Aguarde até o aparelho e/ou a unidade indicar que a unidade entrou no seu modo de apagamento automático. || Energia Final || Pronto, Latência 
 Tempo final 
 10 || Apagamento automático || Coloque o aparelho a zeros. Aguarde o período de ensaio (cinco minutos ou mais). || Energia em Apagamento automático || Apagamento automático 
Notas:
–     
Antes de iniciar o ensaio, é útil verificar os tempos
de demora por defeito de gestão de energia para assegurar que estes se
encontram nos valores de origem do produto e confirmar que existe bastante
papel no dispositivo.
–     
A instrução «Aparelho a zeros» pode ser cumprida
registando o consumo acumulado de energia na altura em vez de colocar
fisicamente o aparelho a zeros.
–     
Passo 1 – Se desejar, o período de medição em
Desligado pode ser mais longo para reduzir os erros de medição. Repare que a
energia em Desligado não é utilizada nos cálculos.
–     
Passo 2 – Se a unidade não tiver um indicador do
estado Pronto, utilize o momento em que o nível de consumo de energia
estabiliza como nível no estado Pronto.
–     
Passo 3 – Após registar o tempo Ativo0, o resto
deste trabalho pode ser cancelado.
–     
Passo 4 – Se a unidade se desligar no decorrer
dessa hora, registe a energia e tempo nessa altura, mas aguarde uma hora
completa desde o início do modo latente final antes de iniciar o Passo 5.
Repare que a medida da energia em latência não é utilizada nos cálculos e que a
unidade pode entrar no modo de apagamento automático no decorrer dessa hora.
–     
Passo 5 – O período de 15 minutos conta-se desde o
início do trabalho. De forma a serem avaliados por este procedimento de ensaio,
os produtos devem ser capazes de terminar o trabalho exigido pelo Quadro de
Trabalhos no decorrer do intervalo de trabalho de 15 minutos.
–     
Passo 6 – Uma unidade que é fornecida com tempos de
demora por defeito reduzidos pode iniciar os Passos 6-8 a partir da latência ou
do apagamento automático.
–     
Passo 9 – Se a unidade já tiver entrado em apagamento
automático antes do início do Passo 9, os valores de energia final e tempo
final serão zero.
–     
Passo 10 – O intervalo de ensaio do apagamento
automático pode ser mais longo para melhorar a precisão.
Os originais podem ser colocados no
alimentador de documentos antes do início do ensaio. Os produtos sem
alimentador de documentos podem produzir todas as imagens a partir de um único
original colocado no tambor.
iii)           Medição adicional para produtos
com um processador front-end digital (PFED)
Este passo aplica-se apenas a produtos que
tenham um PFED tal como definido na secção A.32.
Se o PFED tiver um cabo de alimentação
próprio, independentemente de o cabo e o controlador serem internos ou externos
em relação ao equipamento de representação gráfica, deve ser efetuada uma
medição de energia de cinco minutos do PFED individualmente, com o produto
principal em modo Pronto. A unidade deve ser ligada à rede se tiver sido
fornecida com capacidade para trabalhar em rede.
Se o PFED não tiver um cabo de alimentação
próprio, o fabricante deve indicar a energia CA necessária para o PFED quando a
unidade, como um todo, estiver no modo Pronto. A forma mais habitual de o fazer
é efetuar uma medição da energia instantânea da entrada de CC para o PFED e
aumentar este nível de energia para contemplar possíveis perdas na fonte de
alimentação.
(e)          Métodos de
cálculo
O valor CTEE reflete os pressupostos sobre o
número de horas que o produto é normalmente utilizado, o padrão de utilização
durante essas horas e os tempos de demora por defeito que o produto utiliza
para passar para os modos de baixo consumo energético. Todas as medições da
energia elétrica são efetuadas como energia acumulada ao longo do tempo, sendo
seguidamente convertidas para potência dividindo-as pela duração do período de
tempo.
Os cálculos baseiam-se no facto de os
trabalhos de representação gráfica compreenderem dois grupos em cada dia,
entrando a unidade no seu modo com menor consumo de energia entre eles (como
durante uma pausa para o almoço), conforme ilustrado na figura 2 mais adiante.
Assume-se que não há utilização durante os fins de semana e que não se procede
ao seu apagamento manual.
O Tempo Final é o período de tempo que decorre
desde que o último trabalho se inicia até ao início do modo com menor consumo
de energia (apagamento automático para fotocopiadoras, duplicadores digitais e
DMFs sem capacidade de impressão, e latência para impressoras, duplicadores
digitais e DMFs com capacidade de impressão e máquinas de fax) menos o tempo de
intervalo de 15 minutos entre trabalhos.
São utilizadas as duas fórmulas seguintes para
todos os tipos de produtos:
Energia Média de Trabalho = (Trabalho2 +
Trabalho3 + Trabalho4) / 3
Energia Diária de Trabalho = (Trabalho1 ×
2) + [(Trabalhos por dia – 2) × Energia Média de Trabalho)]
O método de cálculo para impressoras,
duplicadores digitais e DMFs com capacidade de impressão e máquinas de fax
utiliza ainda as três seguintes fórmulas:
Energia Diária de Latência = [24 horas –
((Trabalhos por dia / 4) + (Tempo Final × 2))] × Potência de Latência
Energia Diária = Energia Diária de Trabalho
+ (2 × Energia Final) + Energia Diária de Latência
CTEE = (Energia Diária × 5) + (Potência de
Latência × 48)
O método de cálculo para fotocopiadoras,
duplicadores digitais e DMFs sem capacidade de impressão fax utiliza ainda as
três seguintes fórmulas:
Energia Diária de Apagamento automático = [24
horas – ((Trabalhos por dia / 4) + (Tempo Final × 2))] × Potência de Apagamento
automático
Energia Diária = Energia Diária de Trabalho +
(2 × Energia Final) + Energia Diária de Apagamento automático
CTEE = (Energia Diária × 5) + (Potência de Apagamento
automático × 48)
Devem ser comunicadas as especificações dos
aparelhos e intervalos de medida utilizadas para cada medição. As medições
devem ser realizadas de forma a garantir que o erro potencial total do valor de
CTEE não é superior a 5%. A precisão não necessita de ser comunicada nos casos
em que o erro potencial se encontre abaixo de 5%. Nos casos em que o erro
potencial de medição se encontrar próximo de 5%, os fabricantes devem tomar as
medidas necessárias para confirmar que cumprem o limite dos 5%.
(f)           Referências
ISO/IEC 10561:1999. Information technology
— Office equipment — Printing devices — Method for measuring throughput — Class
1 and Class 2 printers.
 Quadro 8 
 Quadro de cálculo dos trabalhos 
 Velocidade || Trabalhos/Dia || Imagens estimadas/Dia || Imagens estimadas/Trabalho || Imagens/Trabalho || Imagens/Dia 
 1 || 8 || 1 || 0,06 || 1 || 8 
 2 || 8 || 2 || 0,25 || 1 || 8 
 3 || 8 || 5 || 0,56 || 1 || 8 
 4 || 8 || 8 || 1,00 || 1 || 8 
 5 || 8 || 13 || 1,56 || 1 || 8 
 6 || 8 || 18 || 2,25 || 2 || 16 
 7 || 8 || 25 || 3,06 || 3 || 24 
 8 || 8 || 32 || 4,00 || 4 || 32 
 9 || 9 || 41 || 4,50 || 4 || 36 
 10 || 10 || 50 || 5,00 || 5 || 50 
 11 || 11 || 61 || 5,50 || 5 || 55 
 12 || 12 || 72 || 6,00 || 6 || 72 
 13 || 13 || 85 || 6,50 || 6 || 78 
 14 || 14 || 98 || 7,00 || 7 || 98 
 15 || 15 || 113 || 7,50 || 7 || 105 
 16 || 16 || 128 || 8,00 || 8 || 128 
 17 || 17 || 145 || 8,50 || 8 || 136 
 18 || 18 || 162 || 9,00 || 9 || 162 
 19 || 19 || 181 || 9,50 || 9 || 171 
 20 || 20 || 200 || 10,00 || 10 || 200 
 21 || 21 || 221 || 10,50 || 10 || 210 
 22 || 22 || 242 || 11,00 || 11 || 242 
 23 || 23 || 265 || 11,50 || 11 || 253 
 24 || 24 || 288 || 12,00 || 12 || 288 
 25 || 25 || 313 || 12,50 || 12 || 300 
 26 || 26 || 338 || 13,00 || 13 || 338 
 27 || 27 || 365 || 13,50 || 13 || 351 
 28 || 28 || 392 || 14,00 || 14 || 392 
 29 || 29 || 421 || 14,50 || 14 || 406 
 30 || 30 || 450 || 15,00 || 15 || 450 
 31 || 31 || 481 || 15,50 || 15 || 465 
 32 || 32 || 512 || 16,00 || 16 || 512 
 33 || 32 || 545 || 17,02 || 17 || 544 
 34 || 32 || 578 || 18,06 || 18 || 576 
 35 || 32 || 613 || 19,14 || 19 || 608 
 36 || 32 || 648 || 20,25 || 20 || 640 
 37 || 32 || 685 || 21,39 || 21 || 672 
 38 || 32 || 722 || 22,56 || 22 || 704 
 39 || 32 || 761 || 23,77 || 23 || 736 
 40 || 32 || 800 || 25,00 || 25 || 800 
 41 || 32 || 841 || 26,27 || 26 || 832 
 42 || 32 || 882 || 27,56 || 27 || 864 
 43 || 32 || 925 || 28,89 || 28 || 896 
 44 || 32 || 968 || 30,25 || 30 || 960 
 45 || 32 || 1013 || 31,64 || 31 || 992 
 46 || 32 || 1058 || 33,06 || 33 || 1056 
 47 || 32 || 1105 || 34,52 || 34 || 1088 
 48 || 32 || 1152 || 36,00 || 36 || 1152 
 49 || 32 || 1201 || 37,52 || 37 || 1184 
 50 || 32 || 1250 || 39,06 || 39 || 1248 
 51 || 32 || 1301 || 40,64 || 40 || 1280 
 52 || 32 || 1352 || 42,25 || 42 || 1344 
 53 || 32 || 1405 || 43,89 || 43 || 1376 
 54 || 32 || 1458 || 45,56 || 45 || 1440 
 55 || 32 || 1513 || 47,27 || 47 || 1504 
 56 || 32 || 1568 || 49,00 || 49 || 1568 
 57 || 32 || 1625 || 50,77 || 50 || 1600 
 58 || 32 || 1682 || 52,56 || 52 || 1664 
 59 || 32 || 1741 || 54,39 || 54 || 1728 
 60 || 32 || 1800 || 56,25 || 56 || 1792 
 61 || 32 || 1861 || 58,14 || 58 || 1856 
 62 || 32 || 1922 || 60,06 || 60 || 1920 
 63 || 32 || 1985 || 62,02 || 62 || 1984 
 64 || 32 || 2048 || 64,00 || 64 || 2048 
 65 || 32 || 2113 || 66,02 || 66 || 2112 
 66 || 32 || 2178 || 68,06 || 68 || 2176 
 67 || 32 || 2245 || 70,14 || 70 || 2240 
 68 || 32 || 2312 || 72,25 || 72 || 2304 
 69 || 32 || 2381 || 74,39 || 74 || 2368 
 70 || 32 || 2450 || 76,56 || 76 || 2432 
 71 || 32 || 2521 || 78,77 || 78 || 2496 
 72 || 32 || 2592 || 81,00 || 81 || 2592 
 73 || 32 || 2665 || 83,27 || 83 || 2656 
 74 || 32 || 2738 || 85,56 || 85 || 2720 
 75 || 32 || 2813 || 87,89 || 87 || 2784 
 76 || 32 || 2888 || 90,25 || 90 || 2880 
 77 || 32 || 2965 || 92,64 || 92 || 2944 
 78 || 32 || 3042 || 95,06 || 95 || 3040 
 79 || 32 || 3121 || 97,52 || 97 || 3104 
 80 || 32 || 3200 || 100,00 || 100 || 3200 
 81 || 32 || 3281 || 102,52 || 102 || 3264 
 82 || 32 || 3362 || 105,06 || 105 || 3360 
 83 || 32 || 3445 || 107,64 || 107 || 3424 
 84 || 32 || 3528 || 110,25 || 110 || 3520 
 85 || 32 || 3613 || 112,89 || 112 || 3584 
 86 || 32 || 3698 || 115,56 || 115 || 3680 
 87 || 32 || 3785 || 118,27 || 118 || 3776 
 88 || 32 || 3872 || 121,00 || 121 || 3872 
 89 || 32 || 3961 || 123,77 || 123 || 3936 
 90 || 32 || 4050 || 126,56 || 126 || 4032 
 91 || 32 || 4141 || 129,39 || 129 || 4128 
 92 || 32 || 4232 || 132,25 || 132 || 4224 
 93 || 32 || 4325 || 135,14 || 135 || 4320 
 94 || 32 || 4418 || 138,06 || 138 || 4416 
 95 || 32 || 4513 || 141,02 || 141 || 4512 
 96 || 32 || 4608 || 144,00 || 144 || 4608 
 97 || 32 || 4705 || 147,02 || 157 || 4704 
 98 || 32 || 4802 || 150,06 || 150 || 4800 
 99 || 32 || 4901 || 153,14 || 153 || 4896 
 100 || 32 || 5000 || 156,25 || 156 || 4992 

Figura 2 (inserir figura 2 do Acordo, anexo C, parte VII):
Procedimento
de medição CTEE
A figura 2 mostra o procedimento de medição
sob forma esquemática. Convém salientar que os produtos com tempos de demora
por defeito reduzidos podem incluir períodos de latência no decorrer das
medições dos quatro trabalhos ou Apagamento automático no decorrer da medição
em latência do Passo 4. Os produtos com capacidade de impressão que disponham
apenas de um modo latente não terão um modo latente no período final. O Passo
10 aplica-se apenas a fotocopiadoras, duplicadores digitais e DMFs sem
capacidade de impressão.
Figura
3 (inserir figura 2 do Acordo, anexo C, parte VII):
Um
dia típico
A Figura 3 mostra um exemplo esquemático de
uma fotocopiadora de 8 ipm que efetua quatro trabalhos de manhã e quatro
trabalhos à tarde, tem dois períodos «finais» e um modo de apagamento
automático durante o resto do dia de trabalho e todo o fim de semana. Existe um
período de «almoço» implícito mas não explícito. A figura não foi
desenhada à escala. Como se pode verificar, os trabalhos são sempre efetuados
em dois grupos separados por 15 minutos de intervalo, existindo sempre dois
períodos «finais» completos independentemente da duração desses períodos. As
impressoras, duplicadores digitais e DMFs com capacidade de impressão e
máquinas de fax usam a latência em vez de apagamento automático como modo de
base mas, de resto, são tratadas como fotocopiadoras.
3.           Procedimento de ensaio do modo de
funcionamento (MF)
(a)          Tipos de
produtos abrangidos: O procedimento de ensaio MF destina-se às medições dos
produtos definidos no quadro 2 da secção B.
(b)          Parâmetros de
ensaio
Esta secção descreve os parâmetros de ensaio a
utilizar quando se procede às medições do consumo energético de um produto no
âmbito do procedimento de ensaio MF.
Ligação em rede
Os produtos com capacidade de ligação em rede
de origem[20]
devem ser ligados a pelo menos uma rede durante o procedimento de ensaio. O
tipo de ligação à rede que está ativo fica à discrição do fabricante, que deve
comunicar qual o tipo utilizado.
O produto não deve receber energia de
funcionamento através da ligação à rede (por exemplo, através de Power-Over-Ethernet,
USB, USB PlusPower ou IEEE 1394), a menos que esta seja a única fonte de
energia do produto (isto é, não existe nenhuma fonte de energia CA).
Configuração do produto
O produto deve ser configurado com os valores
de origem e segundo as recomendações de utilização, especialmente no que se
refere a parâmetros-chave, tais como os tempos de demora por defeito de gestão
de energia, a qualidade de impressão e a resolução. Além disso:
O hardware de fontes de papel e
acabamento deve estar colocado e configurado como distribuído; contudo, a sua
utilização no ensaio fica à discrição do fabricante (por exemplo, pode ser
utilizada qualquer fonte de papel). Qualquer hardware que faça parte do
modelo e se destine a ser instalado ou acoplado pelo utilizador (por exemplo,
uma funcionalidade de papel) deve ser instalado antes deste ensaio.
As funções anti-humidade podem ser desligadas
caso possam ser controladas pelo utilizador.
Para máquinas de fax, a página deve ser
colocada no alimentador de documentos da unidade para cópias de conveniência,
podendo ser colocada no alimentador de documentos antes de o ensaio começar. A
unidade não necessita de estar ligada à linha telefónica se esta não for
necessária para efetuar o ensaio. Se, por exemplo, a máquina de fax não
dispuser de capacidade de efetuar cópias de conveniência, o trabalho realizado
no Passo 2 deve ser enviado através da linha telefónica. Nas máquinas de fax
sem alimentador de documentos, a página deve ser colocada no tambor.
Se o produto for fornecido com um modo de apagamento
automático ativado, este deve ser desativado antes de se efetuar o ensaio.
Velocidade
No decurso das medições de energia no âmbito
deste procedimento de ensaio, o produto deve produzir imagens à velocidade
decorrente das suas definições por defeito de origem. No entanto, para fins de
comunicação dos resultados, deve ser utilizada a velocidade máxima simplex
(reprodução num só lado de papel) indicada pelo fabricante para produzir
imagens monocromáticas em papel de formato normal.
(c)          Método de medição
da energia
Todas as medições de energia devem ser
efetuadas de acordo com a IEC 62301 com as seguintes exceções:
Para determinar as combinações de
tensão/frequência a utilizar durante o ensaio, consultar a secção D.4
«Condições e dispositivos de ensaio para equipamentos de representação gráfica
ENERGY STAR».
Os requisitos relativamente às harmónicas
utilizados durante os ensaios são mais rigorosos do que os da IEC 62301.
O requisito de precisão para este procedimento
de ensaio MF é de 2% para todas as medições exceto para a energia no estado
Pronto. O requisito de precisão para a medição do estado Pronto é de 5%, de
acordo com o previsto na secção D.4. O valor de 2% está em consonância com a
IEC 62301, apesar de a norma IEC o mencionar como nível de confiança.
Para produtos que se destinem a funcionar com
baterias quando não estiverem ligados à corrente, a bateria deve estar colocada
para o ensaio. No entanto, as medições não devem refletir o carregamento ativo
da bateria para além do carregamento de manutenção (isto é, a bateria deve
estar completamente carregada antes do início do ensaio).
Os produtos com fontes de alimentação externa
devem ser ensaiados com o produto ligado à fonte de alimentação externa.
Os produtos alimentados por uma fonte de
alimentação CC de baixa tensão normal (p. ex., USB, USB PlusPower, IEEE 1394 ou
Power-Over-Ethernet) devem utilizar uma fonte CC adequada com alimentação CA .
O consumo de energia desta fonte com alimentação CA deve ser medido e indicado
para os equipamentos de representação gráfica em análise. Para os equipamentos
de representação gráfica alimentados por USB, deve ser utilizado um hub
com alimentação servindo apenas os equipamentos de representação gráfica a ser
ensaiados. Para equipamentos de representação gráfica alimentados por Power-Over-Ethernet
ou USB PlusPower, é aceitável a medição do dispositivo de distribuição da
alimentação com e sem o equipamento de representação gráfica ligado,
correspondendo a diferença ao consumo do equipamento de representação gráfica.
O fabricante deve confirmar que este valor reflete de forma razoável o consumo
de CC da unidade com alguma margem de tolerância para as possíveis perdas
relacionadas com a fonte de alimentação e a ineficácia da distribuição.
(d)          Procedimentos de medição
Para proceder à medição do tempo, é suficiente
a utilização de um cronómetro e o seu registo deve ser feito com resolução de
um segundo. Todos os dados de potência devem ser registados em watts (W). O
quadro 9 enumera os passos do Procedimento de Ensaio MF.
Em geral, os modos de serviço/manutenção
(incluindo a calibração de cores) não devem ser incluídos nas medições. Devem
ser indicadas quaisquer adaptações ao procedimento necessárias para excluir
esses modos que ocorram durante o ensaio.
Conforme acima mencionado, todas as medições
de energia devem ser efetuadas de acordo com a IEC 62301. Consoante a natureza
do modo, a IEC 62301 estipula medições da potência instantânea, medições de
energia acumulada em 5 minutos e medições da energia acumulada ao longo de
períodos com duração suficiente para avaliar adequadamente os padrões de
consumo cíclico. Independentemente do método, só devem ser reportados os
valores de potência.
 Quadro 9 
 Procedimento de ensaio MF 
 Passo || Estado inicial || Ação || Registo 
 1 || Desligado || Ligue a unidade ao aparelho de medida. Ligue a unidade. Aguarde até a unidade indicar que se encontra em modo Pronto. || — 
 2 || Pronto || Imprima, copie ou digitalize uma imagem. || — 
 3 || Pronto || Meça a potência em Pronto. || Potência em Pronto 
 4 || Pronto || Aguarde o tempo por defeito para entrar em latência. || Tempo por defeito para Latência 
 5 || Latência || Meça a potência em latência. || Potência em Latência 
 6 || Latência || Aguarde o tempo por defeito para passar a apagamento automático. || Tempo por defeito para Apagamento automático 
 7 || Apagamento automático || Meça a potência em apagamento automático. || Potência em Apagamento automático 
 8 || Desligado || Desligue manualmente o dispositivo. Aguarde até a unidade se desligar. || — 
 9 || Desligado || Meça a potência em Desligado. || Potência em Desligado 
Notas:
–     
Antes de iniciar o ensaio, é recomendável verificar
os tempos de demora por defeito de gestão da energia para assegurar que se
encontram como quando a unidade foi fornecida.
–     
Passo 1 – Se a unidade não dispuser de indicador do
estado Pronto, utilize o tempo em que o nível de consumo de potência estabiliza
para o nível Pronto e indique este facto quando comunicar os dados do ensaio do
produto.
–     
Passos 4 e 5 – Para equipamentos com mais do que um
nível de latência, repita estes passos tantas vezes quanto necessário para
medir todos os níveis sucessivos de latência e indique estes dados.
Habitualmente são utilizados dois níveis de latência para fotocopiadoras de
grande formato e DMFs que usam tecnologias de marcação a alta temperatura. Para
equipamentos sem este modo, ignore os Passos 4 e 5.
–     
Passos 4 e 6 – As medições do tempo de demora por
defeito devem ser efetuadas em paralelo, cumulativamente a partir do início do
Passo 4. Por exemplo, um produto programado para entrar num nível de latência
em 15 minutos e num segundo nível de latência 30 minutos após ter entrado no
primeiro, terá um tempo de demora por defeito de 15 minutos para o primeiro
nível e um tempo de demora por defeito de 45 minutos para o segundo.
–     
Passos 6 e 7 – A maioria dos equipamentos MF não
tem um modo de apagamento automático independente. Para equipamentos sem este
modo, ignore os Passos 6 e 7.
–     
Passo 8 – Se a unidade não dispuser de botão para
ligar, aguarde até que ela entre no seu modo com o consumo inferior de potência
e mencione este facto ao indicar os dados do ensaio do produto.
(i)           Medição
adicional para produtos com um processador front-end digital (PFED)
Este passo aplica-se apenas a produtos que
tenham um PFED tal como definido na secção A.32.
Se o PFED tiver um cabo de alimentação próprio,
independentemente de o cabo e o controlador serem internos ou externos em
relação ao equipamento de representação gráfica, deve ser efetuada uma medição
de energia de cinco minutos do PFED individualmente, com o produto principal em
modo Pronto. A unidade deve ser ligada à rede se tiver sido fornecida com
capacidade para trabalhar em rede.
Se o PFED não tiver um cabo de alimentação
próprio, o fabricante deve indicar a energia CA necessária para o PFED quando a
unidade, como um todo, estiver no modo Pronto. A forma mais habitual de o fazer
é efetuar uma medição da energia instantânea da entrada de CC para o PFED e
aumentar este nível de energia para contemplar possíveis perdas na fonte de
alimentação.
(e)          Referências
IEC 62301:2005. Household Electrical Appliances
– Measurement of Standby Power.
4.           Condições e dispositivos de ensaio para
equipamentos de representação gráfica ENERGY STAR
As seguintes condições de ensaio aplicam-se
aos procedimentos de ensaio MF e CTEE. Estes ensaios abrangem fotocopiadoras,
duplicadores digitais, máquinas de fax, máquinas de franquiar, dispositivos
multifunções, impressoras e digitalizadores.
Apresentam-se seguidamente as condições
ambientais de ensaio que devem ser criadas ao efetuar as medições de energia ou
potência. São condições necessárias para garantir que os resultados do ensaio
não sejam afetados pela variação das condições ambientais e que os resultados
possam ser reproduzidos posteriormente. As especificações do equipamento de
ensaio seguem-se às condições de ensaio.
(a)        Condições de
ensaio
Critérios gerais:
 Tensão de alimentação[21]:   || América do Norte/Taiwan: || 115 (± 1%) volts CA, 60 Hz (± 1%) 
 Europa/Austrália/Nova Zelândia: || 230 (± 1%) volts CA, 50 Hz (± 1%) 
 Japão: || 100 (± 1%) volts, 50 Hz (± 1%)/60 Hz (± 1%) 
   || Nota: Para os produtos com potência máxima nominal > 1,5 kW, a gama de tensão é ±4 % 
 Distorção harmónica total (THD) (tensão): || < 2% DHT (< 5% para os equipamentos com valor nominal > 1,5 kW de potência máxima) 
 Temperatura ambiente: || 23 °C ± 5 °C 
 Humidade relativa: || 10 – 80% 
(Referência CEI 62301: Household Electrical
Appliances – Measurement of Standby Power, Secções 3,2 e 3,3)
Especificações
do papel:
Para todos os ensaios CTEE e para os ensaios
MF que exijam a utilização de papel, o formato e peso base do papel deve ser o
adequado para o mercado a que se destina, de acordo com o seguinte quadro.
 Formato e peso do papel 
 Mercado || Dimensão || Peso base 
 América do Norte/Taiwan: || 8,5″ × 11″ || 75 g/m2 
 Europa/Austrália/Nova Zelândia: || A4 || 80 g/m2 
 Japão: || A4 || 64 g/m2 
(b)          Equipamento de ensaio
O objetivo dos procedimentos de ensaio
consiste na medição exata do consumo energético REAL[22] do
produto. Isto requer a utilização de um aparelho de medida RMS real da potência
ou da energia. A oferta destes aparelhos é vasta, mas os fabricantes deverão
usar de cautela na escolha do modelo adequado. Devem ser tidos em conta os
seguintes fatores na seleção do aparelho de medida e na realização do ensaio.
Resposta em frequência: O equipamento
eletrónico que dispõe de fontes de alimentação comutáveis produz harmónicos
(geralmente, harmónicos ímpares até ao 21.º). Na medição da potência há que
atender a estes harmónicos, sob pena de aquela ser imprecisa. A EPA recomenda
que os fabricantes utilizem aparelhos de medida que tenham uma resposta em
frequência de, pelo menos, 3 kHz, o que permitirá considerar harmónicos até ao
50.º. O mesmo é recomendado pela norma IEC 555.
Resolução: Para medições diretas de potência,
a resolução dos aparelhos de medida deve estar em conformidade com os seguintes
requisitos da IEC 62301:
«O instrumento de medição da potência terá uma
resolução de:
–     
0,01 W ou melhor para as medições de potência de 10
W ou inferiores;
–     
0,1 W ou melhor para as medições de potência
superiores a 10 W e não superiores a 100 W;
–     
1 W ou melhor para as medições de potência
superiores a 100 W.»[23]
Para além disso, os aparelhos de medida
deverão ter uma resolução de 10 W ou superior para medições de potência acima
dos 1,5 kW. As medições de energia acumulada devem ter resoluções que estejam
de forma geral em consonância com esses valores quando convertidas para
potência média. Para medições de energia acumulada, o valor mais importante
para determinar a precisão necessária é o valor máximo de potência durante o
período de medições, não a média, uma vez que é o valor máximo que determina o
aparelho de medida e a configuração.
Precisão
As medições efetuadas no âmbito destes
procedimentos devem ter sempre um grau de precisão de, pelo menos, 5%, embora
os fabricantes consigam normalmente melhor. Os procedimentos de ensaio podem
especificar uma precisão superior a 5% para algumas medições. Tendo
conhecimento dos níveis de energia dos atuais equipamentos de representação gráfica
e dos aparelhos de medida disponíveis, os fabricantes podem calcular o erro
máximo com base na leitura efetuada e na gama utilizada para a leitura. Para
medições de 0,50 W ou menos, a precisão exigida é de 0,02 W.
Calibração
Os aparelhos de medida devem ser calibrados
anualmente para garantir a sua precisão.
E. Interface de Utilizador
Recomenda-se vivamente aos fabricantes que
concebam os seus produtos de acordo com a IEEE 1621: Standard for User
Interface Elements in Power Control of Eletronic Devices Employed in
Office/Consumer Environments. Esta norma foi desenvolvida para tornar os
controlos energéticos mais coerentes e intuitivos em todos os dispositivos
eletrónicos. Para mais pormenores sobre o desenvolvimento desta norma, ver http://eetd.lbl.gov/controls.
F. Data de Entrada em Vigor
A data em que os fabricantes poderão começar a
certificar produtos como Energy Star ao abrigo da presente versão 1.1 das
especificações, será definida como a data de entrada em vigor do acordo.
Qualquer acordo previamente celebrado relativamente a equipamento de
representação gráfica conforme ao ENERGY STAR cessará com efeitos a partir de
30 de junho de 2009. 
Certificação e rotulagem de produtos ao abrigo
da versão 1.1: A versão 1.1 das especificações começará a ser aplicada em 1 de
julho de 2009. Todos os produtos, incluindo os modelos originalmente conformes
ao abrigo das anteriores especificações para equipamentos de representação
gráfica, com data de fabrico igual ou posterior a 1 de julho de 2009, devem
preencher os requisitos da nova versão 1.1 para estarem em conformidade com o
ENERGY STAR (incluindo versões adicionais de unidades de modelos originalmente
conformes ao abrigo das anteriores especificações). A data de fabrico é
específica para cada unidade e é a data (por exemplo, mês e ano) de conclusão
da montagem dessa unidade específica.
Supressão de direitos adquiridos: A EPA e a
Comissão Europeia não permitem a existência de direitos adquiridos ao abrigo da
presente versão 1.1 das especificações ENERGY STAR. A conformidade com o ENERGY
STAR ao abrigo de versões anteriores não é automaticamente atribuída para toda
a vida do modelo de um produto. Assim sendo, todos os produtos vendidos,
comercializados ou identificados pelo fabricante parceiro como ENERGY STAR têm
de satisfazer as especificações que estiverem em vigor à data de fabrico do
produto.
G. Futuras revisões das especificações
A EPA e a Comissão Europeia reservam-se o
direito de alterar as especificações caso as evoluções tecnológicas e/ou do
mercado afetem a sua utilidade para os consumidores, a indústria ou o ambiente.
De acordo com a política atual, as revisões das especificações são efetuadas
através de debate com os interessados e espera-se que ocorram cerca de 2 a 3
anos a contar da data de entrada em vigor da versão 1.1. A EPA e a Comissão
Europeia avaliarão periodicamente o mercado em termos de eficiência energética
e novas tecnologias. Como habitualmente, os interessados terão oportunidade de
partilhar os seus dados, apresentar propostas e expressar as suas preocupações.
A EPA e a Comissão Europeia envidarão todos os esforços para assegurar que as
especificações reconheçam os modelos mais eficientes em termos energéticos
existentes no mercado e recompensem os fabricantes que desenvolvem esforços
para melhorar cada vez mais a eficiência energética. Algumas das questões a
considerar nas próximas especificações são:
(a)          Ensaio a cores:
Com base em dados de ensaio submetidos, em futuras preferências dos consumidores
e nos avanços em matéria de engenharia, a EPA e a Comissão Europeia podem
alterar estas especificações no futuro para incluir a reprodução gráfica a
cores no método de ensaio. 
(b)          Tempo de
recuperação: A EPA e a Comissão Europeia irão avaliar de perto os tempos de
recuperação incrementais e absolutos comunicados pelos parceiros que procederem
a ensaios segundo o método CTEE, bem como a documentação submetida pelos
parceiros sobre as definições recomendadas de tempos de demora por defeito. A
EPA e a Comissão Europeia considerarão a alteração destas especificações
relativamente ao tempo de recuperação caso se torne evidente que as práticas
dos fabricantes estão a resultar na desativação dos modos de gestão de energia
por parte do utilizador.
(c)          Tratamento de
produtos MF ao abrigo do CTEE: Com base nos dados de ensaio submetidos, em
oportunidades para maior poupança de energia e nos avanços ao nível da
engenharia, a EPA e a Comissão Europeia podem alterar estas especificações no
futuro de modo a que alguns produtos que são presentemente tratados no método
MF passem a ser abrangidos pelo método CTEE, nomeadamente produtos de grande e
pequeno formato e produtos que utilizam tecnologia de JT.
(d)          Impactos
adicionais da energia: A EPA e a Comissão Europeia estão interessadas em
oferecer aos consumidores escolhas que reduzam significativamente as emissões
de gases com efeito de estufa em comparação com escolhas alternativas típicas.
A EPA e a Comissão Europeia procurarão conhecer a opinião das partes interessadas
sobre os métodos para documentar e quantificar os impactos ambientais no âmbito
dos quais o fabrico, o transporte, a conceção dos produtos ou a utilização dos
materiais consumíveis possam conduzir a produtos com a mesma, ou até melhor,
incidência global nos gases com efeito de estufa que os produtos considerados
conformes ao ENERGY STAR com base nas suas emissões de gases com efeito de
estufa provenientes apenas do consumo de energia. Estão a ser estudadas formas
de tratar eficazmente estas questões e as presentes especificações poderão ser
alteradas quando tal se justifique com base em informações suficientes. A EPA e
a Comissão Europeia trabalharão em estreita cooperação com as partes
interessadas nas eventuais revisões e assegurarão que as mesmas respeitem os
princípios orientadores do programa ENERGY STAR.
(e)          Notificação de
dados a 230V: A EPA e a Comissão Europeia poderão considerar que para os
produtos comercializados em vários mercados, um dos quais inclui o nível de
voltagem 230V, os dados de ensaio ao nível 230V devam poder ser aceites como
suficientes para os múltiplos mercados. Esta sugestão baseia-se na observação
segundo a qual um produto que cumpre as especificações 230V cumpre igualmente
as normas a níveis de voltagem mais elevados.
(f)           Expansão dos
requisitos reto/verso: A EPA e a Comissão Europeia poderão reavaliar a presença
da funcionalidade reto/verso na atual gama de produtos e estudar a forma de
tornar mais exigentes os requisitos opcionais. A revisão dos requisitos de
impressão reto/verso de forma a assegurar uma maior cobertura do equipamento
por esta funcionalidade teria potencialmente como resultado a redução do
consumo de papel, que revelou ser o maior impacto das impressoras durante o seu
ciclo de vida.
(g)          Revisão dos
procedimentos de ensaio CTEE: A EPA e a Comissão Europeia poderão rever a
metodologia de ensaio CTEE a fim de tornar mais transparentes as hipóteses de
utilização ou acrescentar às especificações requisitos de medição e comunicação
do consumo de energia em modos distintos de forma a prever valores pertinentes
para os padrões de utilização reais. 
(h)          Estados de
consumo energético: A EPA e a Comissão Europeia poderão considerar a
possibilidade de rever a definição de alguns termos energéticos (por exemplo,
Espera) ou acrescentar novos métodos de gestão de energia (por exemplo,
Latência de fim de semana) a fim de manter a coerência com critérios
internacionais e obter a maior poupança de energia possível para os
equipamentos de representação gráfica.
[1]               JO L 172
de 26.6.2001, p. 3.
[2]               JO
L 39 de 13.2.2008, p. 1.
[3]               SEC(2011)
707 final.
[4]               COM(2011)
337 final.
[5]               SEC(2011)
779 final.
[6]               COM(2011)
370 final.
[7]               JO L 282
de 29.10.2009, p. 23.
[8]               JO L 161
de 24.6.2009, p. 16.
[9]               JO L 106
de 28.4.2009, p. 25.
[10]             JO
L 39 de 13.2.2008, p. 1.
[11]                    As características dos dispositivos de medição aprovadas provêm da
norma CEI 62301 Versão 1.0: Measurement of Standby Power. 
[12]             Os
dispositivos de medição com qualidade de laboratório e com todas as funções
incorporadas podem integrar valores durante um determinado período e comunicar
automaticamente o valor médio. Outros instrumentos de medição exigiriam que o
utilizador registasse uma série de valores que variariam de 5 em 5 segundos
durante um período de cinco minutos e que depois calculasse a média
manualmente.
[13]             Para ecrãs
de 30 a 60 polegadas, deve ser comunicada a definição quando o produto é
apresentado para ser declarado conforme; no entanto, a definição não é tomada
em conta no cálculo do consumo destes ecrãs no modo «ativo».
[14]             As características
dos dispositivos de medição aprovadas provêm da norma CEI 62301 Versão 1.0: Household
Electrical Appliances – Measurement of Standby Power.
[15]             Ibid.
[16]             Os valores
de tensão correspondentes para ecrãs de interface exclusivamente digital
respeitantes ao brilho da imagem (0 a 0,7 volts) são: 0 volts (preto) = valor
0, 0,1 volts (tonalidade mais escura de cinzento analógico) = 36 cinzento
digital, 0,7 volts (branco absoluto analógico) = 255 cinzento digital; note-se
que esta escala pode ser alargada em futuras especificações para interfaces
digitais, mas que, de qualquer forma, 0 volts corresponderá ao preto e o valor
máximo corresponderá ao branco, correspondendo 0,1 volts a um sétimo do valor
máximo.
[17]             IEC 62301
– Household electrical appliances – Measurement of standby power. 2005.
[18]             O tipo de
ligação à rede deve ser indicado. Entre os tipos mais comuns encontram-se:
Ethernet, 802.11 e Bluetooth. Alguns tipos comuns de ligação de dados sem
ligação à rede são USB, Série e Paralela.
[19]             Imagens
estimadas /dia no Quadro 37.
[20]             O tipo de
ligação à rede deve ser indicado. Entre os tipos mais comuns de ligação à rede
encontram-se Ethernet, WiFi (802.11) e Bluetooth. Alguns tipos comuns de
ligação de dados (sem ligação à rede) são USB, Série e Paralela.
[21]             Tensão de
alimentação: Os fabricantes devem ensaiar os seus equipamentos em função do
mercado em que o parceiro tenciona vendê-los como equipamentos conformes ao
ENERGY STAR. Para o equipamento que é vendido em diversos mercados
internacionais e, portanto, tem diferentes valores nominais de tensão de
entrada, o fabricante deve ensaiar e comunicar todas as tensões e respetivos
níveis de consumo de energia. Por exemplo, um fabricante que fornece o mesmo
modelo de impressora nos Estados Unidos e na Europa deve medir e comunicar os
valores CTEE ou MF para 115 volts/60 Hz e 230 volts/50 Hz. Se o produto se
destinar a funcionar num determinado mercado com uma combinação
tensão/frequência diferente daquela que é utilizada nesse mercado (por exemplo,
230 volts, 60 Hz na América do Norte), o fabricante deve ensaiar o produto
utilizando a combinação regional que melhor corresponda às capacidades de
conceção do produto e indicar este facto na folha de ensaios.
[22]             A Potência
Real é calculada através da fórmula (volts) × (amperes) × (fator de energia) e
é geralmente expressa em watts. A Potência Aparente é calculada através da
fórmula (volts) × (amperes) e é normalmente expressa em termos de VA ou
volts-amperes. O fator de potência para equipamento com fontes de alimentação
comutáveis é sempre inferior a 1,0, pelo que a potência real é sempre inferior
à potência aparente. As medições da energia acumulada correspondem ao total das
medições de potência ao longo de determinado período de tempo e, como tal,
também devem basear-se em medições da potência real.
[23]             IEC 62301
— Household Electrical Appliances — Measurement of Standby Power 2005.