# Decreto nº 9.775, de 30/11/1938

**Tipo:** Decreto
**Ano:** 1938
**Situação:** Sem revogação expressa

## Resumo
Fixa o novo quadro de divisão territorial do Estado, que vigorará de 1.º de janeiro de 1939 a 31 de dezembro de 1943, e dá outras providências

## Texto Completo
**DECRETO N. 9.775, DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1938**

  

  

*Fixa o novo
quadro de divisão territorial do Estado,
que vigorará de 1.º de janeiro de
 
 1939 a
 
 31 de dezembro de 1943, e dá outras
providências.* 

  

  

 O SENHOR DOUTOR ADHEMAR PEREIRA DE BARROS,
Interventor Federal no Estado de São Paulo, usando de suas
atribuições, e
 
  

 - considerando que o
decreto-lei federal n.311, de 2 de março, dêste
ano, que
dispõe sobre a divisão territorial do
País, estabeleceu que sómente por leis
gerais quinquenais poderá ser modificado o quadro
territorial - administrativo
e judiciário - de qualquer unidade da
Federação, tanto na
delimitação e
categoria dos seus elementos, quanto na respectiva toponimia;
 
  

 - considerando que, pelo
decreto-lei federal número 522, de 28 de junho
último,
foi prorrogado até 31 de dezembro próximo o prazo
concedido aos governos dos
Estados para fixar, de acôrdo com as
instruções baixadas pelo Conselho Nacional
de Geografia, em primeira lei quinquenal, o novo quadro territorial
respectivo;
 
  

 - considerando,
entretanto, que o Conselho Nacional de Estatística, em sua
resolução número 108, de 19 de julho
último, sugeriu normas para a fixação
da
nova divisão territorial, encarecendo a
expedição da lei estadual, prevista no
parág. 1.º do artigo 16.º, do decreto-lei
numero 311, até 30 de novembro, afim
de ser possibilitado o preenchimento das formalidades e
providências
indispensáveis à efetiva e solene
inauguração do novo quadro territorial no dia
1.º de janeiro de 1939;
 
  

 - considerando que, pelo
decreto-lei estadual número 9596, de 28 de setembro
dêste ano, foram adotadas as referidas normas sugeridas pelo
Conselho Nacional
de Estatística;
 
  

 - considerando,
também , que os decretos estaduais números 9073 e
9097,
respectivamente de 31 de março e 12 de abril do corrente
ano, dando execução ao
decreto-lei número 311, determinaram a
constituição de uma comissão especial
para elaborar o novo quadro territorial, e que essa
Comissão, desincumbindo-se
do encargo, forneceu elementos seguros ao Govêrno para
resolver o assunto;
 
  

 - considerando, ainda,
que a efetiva instalação do novo quadro
territorial do
Estado, ora fixado, exige multiplas medidas administrativas, e que essa
instalação será parte integrante de um
notável acontecimento nacional,
porquanto no dia 1.º de janeiro de 1939 entrarão em
vigor em todas as unidades
federadas os novos quadros de divisão territorial,
constituindo-se a data uma
importantíssima efemeride nacional, que cumpre ser
enaltecida por cerimonias
públicas solenes;
 
  

 - considerando,
finalmente, a conveniência de serem adotadas as
sugestões
formuladas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística, no sentido de
que a legislação relativa à
divisão territorial obedeça a normas uniformes em
toda a República, na forma pactuada na
Convenção Nacional de Estatística e
dentro do espírito sistematizador do decreto-lei
número 311,
 
  

  

 Decreta:
 
  

  

**Artigo
1.º**

 - A divisão territorial do Estado que vigorará de
1.º de janeiro de
 
 1939 a
 
 31 de dezembro
de
1943, é a fixada neste decreto-lei.
 
  

**Artigo
2.º** 
 - A referida divisão territorial,
dentro do prazo de cinco anos,
não sofrerá qualquer
modificação, não se entendendo como
tal, porém, os atos
interpretativos de linhas divisórias que vierem a se tornar
necessários.
 
  

  

**§
1.º** 
 - Constituem as únicas
exceções à inalterabilidade do quadro
de
divisão territorial fixado por êste decreto-lei:
 
  

**a)** 
 a
anexação de um município a outro,
motivada pelo fato do respectivo
govêrno não haver apresentado o mapa do seu
território, na forma do artigo 13.º
do decreto-lei federal numero 311, de 2 de março de 1938;
 
  

**b)** 
 a
recondução de uma
circunscrição à
situação anterior, motivada pelo
fato de não haver ela preenchido os requisitos legais
 indispensáveis à
sua efetiva instalação, a 1.º de janeiro
próximo.
 
  

  

**§
2.º** 
 - A anexação ou
declaração de caducidade das
circunscrições não
instaladas e sua conseqüente recondução
à situação anterior, previstas no
parágrafo 1.º dêste artigo,
serão decretadas pelo Govêrno do Estado que,
além
de determinar uma ou outra das providências,
fixará a data e as formalidades
para a sua efetivação.
 
  

  

**Artigo
3.º** 
 - O quadro de divisão territorial do
Estado, para o período
quinquenal referido no artigo 1.º dêste decreto-lei,
compreende cento e vinte e
seis Comarcas e têrmos, duzentos e setenta
Municípios e quinhentos e oitenta e
oito Distritos, considerados estas circunscrições
primárias do território
estadual para todos os fins da administração
pública e da organização
judiciária.
 
  

  

**§
1.º** 
 - Os nomes de todas as
circunscrições administrativas e
judiciárias, bem como as categorias das respectivas
sédes, todas com a mesma
denominação da própria
circunscrição, serão as relacionadas,
sistemática e
ordenadamente, no quadro que constitue o anexo n.º 1
dêste decreto-lei.
 
  

  

**§
2.º** 
 - Em observância ao disposto no
parágrafo 1.º do artigo 16.º do
decreto-lei federal número 311 e de acordo com as
instruções gerais baixadas
pelo Conselho Nacional de Geografia (resolução
número 2, do Diretório Central),
em virtude do mesmo dispositivo, fica apenso a êste
decreto-lei como parte
integrante dêle, o anexo número 2, contendo a
descrição sistemática dos limites
circunscricionais, onde se define, para cada município o
perímetro municipal e
cada uma das divisas inter-distritais, quando houver.
 
  

  

**Artigo
4.º** 
 - As autoridades estaduais e municipais
competentes, sob pena
de responsabilidade, tomarão as medidas administrativas
apropriadas para que,
em cada cidade (séde municipal), no dia 1.º de
janeiro de 1939, em ato público
solene, se declare efetivamente em vigôr o quadro territorial
fixado neste
decreto-lei, no que concernir:
 
  

**a)** 
 -
às circunscrições (distrito,
município, termo e comarca) que
tiveram séde na mesma cidade;
 
  

**b)** 
 -
aos demais distritos que integrarem o respectivo município.
 
  

  

**§
1.º** 
 - A solenidade prevista neste artigo
será presidida:
 
  

**a)** 
 -
na Capital, pelo Presidente do Tribunal de
Apelação;
 
  

**b)** 
 -
sendo a cidade sede de comarca, pelo Juiz de Direito;
 
  

**c)** 
 -
sendo a cidade sede de município sem foro, pelo Prefeito
Municipal.
 
  

  

**§
2.º** 
 - Nas comarcas com mais de um Juiz de Direito a
solenidade será
presidida pelo Juiz de Direito, diretor do Fórum.
 
  

  

**§
3.º** 
 - No caso de impedimento eventual das
autoridades referidas no § 1.º
dêste artigo, a substituição
délas se fará automaticamente na seguinte ordem:
 
  

**a)** 
 -
a do Presidente do Tribunal de Apelação pelo seu
substituto legal;
 
  

**b)** 
 -
a do Prefeito Municipal pelo Secretário da Prefeitura
Municipal,
cabendo a substituição dêste, se
também impedido,  a mais alta autoridade
policial que se encontrar na cidade.
 
  

  

**§
4.º** 
 - A solenidade inaugural do novo quadro
territorial, na parte que
interessar a cada cidade do Estado, obedecerá ao ritual
sugerido pelo Instituto
Histórico Geográfico Brasileiro e aprovado pelo
Conselho Nacional de Geografia
(anexo n.3), passando a ter, pela simultaneidade e conformidade com as
solenidades congêneres realizadas nas demais cidades
brasileiras, a integral
significação
histórico-civico-nacionalista decorrente dos
princípios fixados no
decreto-lei federal número 311, de 2 de março de
1938, e formalmente assentado
pelo acôrdo que, entre as unidades da
Federação, promoveu o Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística.
 
  

  

**§
5.º** 
 - Na data da solenidade realizada em cada
séde municipal, a
autoridade que a houver presidido enviará duas
cópias autenticadas da ata do
Diretório Regional de Geografia, com sede na Capital do
Estado, destinando-se
uma a figurar em arquivo próprio e a outra a ser enviada ao
Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística, com sede no Rio de
Janeiro, cabendo,
ainda, ao  Diretório Regional a
obrigação de providenciar a
publicação de
todos as atas no órgão oficial do Estado.
 
  

  

**Artigo
5.º** 
 - Nos termos do artigo 2.º, do
decreto-lei federal numero
311, de 2 de março de 1938, todas as áreas
municipais e distritais são
contínuas, entendendo-se que a
jurisdição se exerce em cada município
ou
distrito sobre toda a superfície abrangida pela
descrição das diversas
circunscricionais, não podendo haver, de acôrdo
com o artigo 9.º, do mesmo
decreto-lei federal, nenhum trecho ou parte do território do
distrito ou do
município submetido, a qualquer título,
á jurisdição de outro.
 
  

  

**Parágrafo
único** 
 - As zonas distritais, os distritos
policiais e quaisquer
outras divisões de caráter administrativo ou
judiciário que venham a criar-se
dentro do estatuído pelo decreto-lei federal
número 311, serão sempre
delimitados, tendo-se em vista o disposto neste artigo.
 
  

  

**Artigo
6.º** 
 - A não ser nos casos de zonas
fronteiriças e nos de absoluta
impossibilidade material, nenhuma divisa inter-municipal ou
interdistrital será
traçada a menos de três quilômetros de
distância do perímetro urbano de cada
cidade ou vila.
 
  

**Artigo
7.º** 
 - O Departamento Geográfico e
Geológico fará a demarcação
de
todas as áreas municipais.
 
  

  

**Parágrafo
único** 
 - Nas divisas traçadas por linhas
rétas e onde se repute
necessário, ficam as Prefeituras Municipais obrigadas a
colocar marcos, cujo
tipo, bem como a exata localização,
serão determinados pelo Departamento
Geográfico e Geológico.
 
  

  

**Artigo
8.º** 
 - Os nomes dos acidentes geográficos
e das propriedades
agrícolas e industriais, fixados neste decreto-lei e uma vez
registradas nas
cartas topográficas do Estado, são definitivos,
não podendo ser mudados a não
ser por decreto especial do Govêrno.
 
  

**Artigo
9.º** 
 - As dúvidas na
interpretação do presente decreto-lei, em
matéria de fixação de divisas,
serão solucionadas pelo Departamento Geográfico
e Geológico.
 
  

**Artigo 10** 
 - Continuam em vigôr, pelo tempo consignado das leis, atos ou
resoluções municipais, as
isenções e favores fiscais concedidos a empresas
industrias ou agrícolas localizadas em
territórios que, por força dêste
decreto-lei, passarem para outros municípios.
 
  

**Artigo 11** 
 -
Os escrivães dos cartórios de paz dos distritos
transferidos
de uma para outra circunscrição
continuarão com funções de
tabeliães, si já as
exerciam anteriormente à fixação do
nosso quadro territorial.
 
  

**Artigo 12** 
 -
Êste decreto lei entrará em vigor na data de sua
publicação,
revogadas as disposições em contrário.
 
  

 Palácio do
Govêrno do Estado de São Paulo, aos 30 de novembro
de 1938
 
  

 ADHEMAR DE BARROS
 
  

 Mariano de Oliveira
Wendel
 
  

 Cesar Lacerda de
Vergueiro
 
  

 A. C. de Salles Junior
 
  

 Publicado na Secretario
de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria
e
Comércio, aos 30 de novembro de 1938.
 

  

  

 ANEXO N.º 1
   

  

 Quadro
Geral da divisão territorial de São Paulo em
comarcas, municípios e distritos.
   

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

 ANEXO
N.2
 

  

 Discrimina todas as divisas dos Municípios e
Distritos de paz do Estado de São Paulo.
 

  

**Artigo 1.º** 
 - O território do Estado de São Paulo, parte
integrante e indissolúvel da
República dos Estados Unidos do Brasil, tem os seguintes
limites:
 

  

 COM O ESTADO DE MATO GROSSO: (linha do
 *statu-quo* 
 ,
tacitamente aceita e em vigor há séculos).
 

  

 Começam no Rio Paraná, onde faz barra o Rio
Paranapanema, abaixo da Ilha da Barra, sobem pelo thalweg
daquele e vai
ate a confluência dos Rios Grande e Paranaíba,
formadores do Rio Paraná;
   

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS: lei estadual n. 2.694, de 3 de
novembro de
1936 e lei federal n. 375, de 7 de janeiro de 1937:
 

  

 "Começa na confluência do Rio Paranaiba e Rio
Grande e sobe por este ate a foz do Rio Canoas. Neste longo trecho
possue o Rio
Grande numerosas linhas, umas do domínio particular, outras
do domínio publico,
não havendo nem podendo haver duvidas sobre a
jurisdição a que estão
submetidas, porque jurisdicionalmente pertencem ao Estado de cuja
margem são
adjacentes ou mais próximas. Da foz do Rio Canoas, no Rio
Grande sobem por
aquele ate a bifurcação de suas cabeceiras
principais em frente ao Morro da
Divisa, onde continua pelo espigão a procurar a cabeceira
principal do Córrego
do Boi pelo qual desce ate o Ribeirão São Tome e
por este a alcançar a barra do
Córrego Fundo. Sobe pelo Córrego Fundo e pela sua
cabeceira mais meridional ate
alcançar o divisor que deixa, a direita, as águas
do Ribeirão Águas do Morro
Redondo ou Capanema e Ribeirão da Mata, e a esquerda as do
Ribeirão Capetinga,
e Ribeirão das Pedras e por este divisor ate a cabeceira do
Córrego do Frutal
ou Estiva, pelo qual desce ate o Córrego das Pedras. Sobe
por êste ate sua
cabeceira principal e dai pelo espigão a ponta oriental do
Morro Selado. Dai
continua pelo divisor que deixa a direita as águas do
Córrego Lageado ou
Contendas e a esquerda as do Ribeirão Jacutinga e
Córrego dos Coqueiros ate a
cabeceira principal do Córrego Itambe. Desce pelo
Córrego Itambe até a barra do
Córrego do Macaco ou Mombuca, seu afluente da margem
esquerda, subindo a seguir
pelo Córrego do Macaco até sua cabeceira
principal donde caminha pelo espigão
transpondo-o até a cabeceira do Córrego
Grotão. Desce pelo Córrego Grotão
até o
Ribeirão Santa Bárbara e sobe por este a barra do
Córrego da Tulina. Dêste
ponto e sobe por este a barra do Córrego da Tulina.
Dêste ponto segue pelo
espigão fronteiro, que deixa à direita as
águas do Campo Limpo e Potreiro e á
esquerda as do Ribeirão das Araras, ate o alto da Serra do
Major Claudiano ou
Vangloria; continua pelo espigão até o Morro das
Araras, e deste por uma linha
reta cortando o Ribeirão Esmeru no alto do Morro do
Jaborandi e deste por nova
reta ao Morro do Meio, donde continua, sempre em reta ao Morro da
Rosca, e,
depois, ao centro do Morro da Mesa e dai pelo espigão
até o Morro do Baú.
Continua pelo espigão até a Serra da
Cobiça e prossegue pela cumiada desta
serra ate atingir o contraforte chamados pelos moradores "Serra da
Rocinha"; daí demanda a confluência dos
Córregos Rocinha e Macaubas. Sóbe
por êste até a sua cabeceira, e dai pelo
espigão, transpondo até a cabeceira do
Córrego da Cachoeira. Desce por êste
até o Ribeirão Pomba Perna pelo qual sobe
ate a barra do Córrego Angola e por êste ate a sua
nascente. Desta segue por
uma reta ate a cabeceira esquerda do Córrego da Olatra, no
braço conhecido
também pelo nome de Córrego do Job: desta
cabeceira por nova reta, tangenciando
os limites do Patrimônio da Fabrica de Santo Antonio ate
alcançar o Rio Pinheirinho,
entre o povoado e o Córrego do Poção.
Sobe pelo Pinheiro até a barra do
Ribeirão do Baú e por este a barra do
Córrego Bauzinho, pelo qual continua a
subir ate sua cabeceira, perto da qual se encontra o
Cemitério Velho. Segue dai
contornando pelo alto do espigão do Córrego da
Dencia até o marco geodésico do
Campo Redondo. Continua pela cumiada do espigão ate
defrontar a cabeceira
principal do Córrego Vicente Bento (primeiro afluente da
margem direita do
Córrego das Areias), descendo por êste
até sua fóz no Córrego da Areias.
Desce
por êste ate sua barra no Ribeirão
Canôas e sôbe por êste ate a
fóz do Córrego
Canomnas ou Igaral. Continuando, sóbe pelo
Ribeirão Canôas ou Santa Bárbara ate
a fóz do Córrego Capituva, primeiro afluente da
margem esquerda. Dai pelo alto
do espigão da margem direita do Córrego Capituva
até o divisor, que deixa a
direita as águas do Córrego Canoinhas e dos
Forros e a esquerda as do Ribeirão
das Canoas ou Santa Bárbara; segue pelo dito divisor
até a Serra do Major
Custodio e desce pela encosta da mesma até o Rio Guaxupe,
defrontando uma grota
situada cerca de trezentos metros acima da
Estação Julio Tavares da Estrada de
Ferro Mogiana. Sobe por esta grota e continua pelo divisor das
águas entre os
Córregos dos Macedos e Posses ate o divortium aquarum dos
Rios Pardo e
Sapucai-Guassu, dai prossegue pelo divortium aquarum até a
cabeceira do Córrego
dos Vieiras e descendo por êste e pelo Ribeirão
São Mateus até a confluência do
mesmo São Mateus e Ribeirão Bom Jesus.
Sóbe pelo Ribeirão Bom Jesus até a
barra
do Ribeiro Campestre e por êste até sua cabeceira
principal e dai ao alto do
Morro das Corujas, Em seguida pelo espigão do mesmo Morro
das Corujas até a
cabeceira do Palmital que deságua no Ribeirão
Santa Barbara logo acima da barra
do Contendas. Desce pelo Palmital até sua foz no
Ribeirão Santa Barbara.
Prossegue pelo espigão fronteiro da margem direita do
Córrego das Contendas ate
o espigão divisor do Rio Pardo e Ribeirão Bom
Jesus; e por êste espigão se o
alto da Serra da Faisqueira. Dai continua pela cumiada desta serra ou
espigão,
dividindo as águas dos Córregos Palmeiral e
Faisqueira, e pelo espigão até
a confluência dos Rios Lambarí até a
barra do Córrego do Rolador e por até
à
sua cabeceira principal, donde prossegue pelo espigão
divisor das águas dos
Córregos Matão, Tiririca e Santo Antonio
até o cume da Serra da Fumaça. Segue
pela cumiada desta e pela da de Poços e pelo
espigão divisor das águas dos Rios
Lambarí e Antas, Ribeirão do Cipó,
Córregos Chapadão e Tamanduá, de um
lado, e
das dos Ribeirões Três Barras, Peixe, Grande,
Campestrinho, Recreio,
Água Limpa, Campinho, Quartel, Metais e
Ribeirão da Prata, por outro, até
o Pico do Gavião, na Serra do Caracol.
Daí prossegue pelo espigão, que
deixa á direita as águas dos Ribeirões
Porta e Cachoeira e á esquerda as do
Ribeirão Cocais e Córrego do Óleo
até a cabeceira as do Córrego Mamonal ou
Buracão. Da cabeceira do Mamonal ou Buracão
prossegue pelo espigão de sua
margem direita até o Contraforte entre o mesmo
Buracão e o Córrego do Pio; e
pelo contraforte até o Ribeirão Paraizo ou Macuco
em frente à primeira grota da
margem esquerda dêste, logo abaixo da foz do
Buracão. Atravessa o Macuco e sobe
pela grota até o divisor de águas do
Ribeirão Macuco e Jaguari-Mirim. Continua
por êste divisor até á cabeceira do
Córrego Balbina e por êste abaixo até
sua
foz no rio Jaguari-Mirim, pelo qual sobe até a barra do
Ribeirão São João;
continua por êste Ribeirão e pelo seu
braço, que vai ter à pedra da Fazenda
Rocheta. Daí segue pelo espigão até a
Serra de São João e pela cumiada desta e
por um seu contraforte até a barra
do Córrego Catéto, no
ribeirão Santa
Barbara. Sôbe pelo córrego Catêto e pela
sua cabeceira mais oriental até a
Serra do Bebedouro, pela qual continua até a primeira
cabeceira do Córrego
Baena ou Bebedouro. Desce por êste córrego
até sua barra no Ribeirão da
Cachoeira, seguindo pelo espigão fronteiro até a
Serra da Bôa Vista, em frente
á cabeceira do córrego do mesmo nome, desce por
êste córrego, (que passa entre
as sédes da Fazendas de Affonso Belcuore e a que foi de
Affonso Bento) até sua
barra no Ribeirão da Baleia ou Ranchão.
Daí em linha reta à cabeceira oriental
do Córrego do Laranjal, pelo qual desce até sua
foz no Rio Mogi-Guassú. Depois
pelo espigãozinho fronteiro da margem esquerda
dêste contornando as cabeceiras
do Córrego da Bella Vista e procurar a confluência
do Ribeirão Cavour e Córrego
Apolinário e pelo Cavour abaixo até o Rio
Eleutério. Sobe pelo Rio Eleutério
até o ponto fronteiro à extremidade de um
contraforte da Serra dos Contos,
próximo da ponte da Fazenda Velha: sobe por êste
contraforte e pela Serra dos
Coutos até o Pico do Morro Pelado. Dêste ponto
continua pelo espigão divisor,
que deixa à direita as águas do
Ribeirão Monte Sião e à esquerda as do
Rio das
Pedras, até frontear a grota chamada da Divisa e por esta
abaixo e pelo
Córregozinho até sua barra no Ribeirão
Monte Sião, e por êste abaixo até a
barra de um pequeno córrego da sua margem direita, chamado
Oscar de Castro.
Sóbe por êste até o espigão
que separa espigão contornando as cabeceiras do
Córrego denominado Pimenta ou Volpini (divisor das terras de
Oscar de Castro,
Modesto Volpini e Joaquim Modesto) até a cabeceira do
Córrego
Messias e por
êste abaixo até sua barra no Ribeirão
do Tanque. Desta barra, numa reta,
oeste-leste, até o espigão divisor das
águas dos Ribeirões Batinga e Tanque e
por êste espigão até o divisor das
águas do Jaboticabal e Tanque à direita e
Batinga à esquerda; dai segue, contornando que vai do eixo
da ponte sobre o
Ribeirão Sertãozinho ao alto da Pedra Redonda, no
espigão entre o bairro de
Guardinha e o Ribeirão do Pinhal. Prossegue a principio por
êsse alinhamento
até à referida Pedra Redonda e depois pelo
divisor das águas do Rio das Antas e
Rio do Peixe, até o Pico do Serrote, donde continua pelo
divisor da margem
direita do Rio Cachoeirinha até a Pedra Grande,
próxima da mesma margem dêste
rio. Desta pelo Rio cachoeirinha até sua
confluência com o Rio Corrente, ambos
formadores do Rio do Peixe, e segue pelo Rio Corrente, ambos
até uma cachoeira
situada cerca de três e meio kilometros além
daquela confluência. Daí por um
espigão da margem esquerda do Rio Corrente, até o
divisor das águas dêsse rio e
das do Ribeirão Gamelão, continuando pelo divisor
do Gamelão e das águas do Tamanduá
até o Morro do Currupira. Dêste morro segue pelo
espigão até a nascente do
Córrego Boava, desce por êste Córrego
até o Rio Camanducaia ou da Guardinha,
sobe por êste rio, passando por São
José dos Toledos, alcança a barra do
Córrego das Pitangueiras e sobe por êste
á sua cabeceira principal. Desta
cabeceira pela cumiada da Serra das Anhumas ou Pitangueiras, passando
pela
Pedra do Vicente Simão, até o Pico do Jorge
Adão. Do Pico do Jorge Adão
prossegue pelo espigão, que deixa á direita as
águas do Rio Acima e á primeira
cabeceira do Ribeirão dos Godoys e descendo por
êste e pelo Ribeirão dos
Cardosos até a sua barra no Rio Jaguari. Dai sobe pelo Rio
Jaguari até a barra
do Ribeirão Guaraiúva e por êste
Ribeirão até sua cabeceira mais oriental.
Desta cabeceira segue até a Pedra da Guaraiúva,
ponto culminante do Morro do
Lopo. Segue pela cumiada da serra até o Pico situado entre
Estanislau Pereira e
o Bairro da Batatinha: daí prossegue no rumo Sul e continua
pelo espigão da
margem direita do Córrego Dario, alcançando o Rio
Can-Can na barra daquele
córrego; atravessa o Rio Can-Can e continua por um
espigão da sua margem
esquerda, para atingir o divisor da águas da margem direita
do Córrego do Abel;
segue por êste divisor e por um espigão, para
atravessar em seguida o Córrego
do Abel, cerca de dois kilometros abaixo da capella do bairro do mesmo
nome.
Continua por um espigão que vai ter à Pedra do
Abel e ao Morro Selado,
prossegue pela cumiada da Serra dos Poncianos, Santa Barbara e Queixo
d'Anta
que são os nomes locais da Serra da Mantiqueira. Da
extremidade da Serra do
Queixo d'Anta segue pelo espigão que rodeia as cabeceiras do
Rio Preto Pequeno,
toma o rumo Norte (aproximadamente) e, atravessando o Rio Preto Pequeno
e o
Córrego da Guarda Velha vai até o alto do divisor
das águas este Córrego da
Guarda Velha e Rio Sapucai-Mirim. Deste ponto prossegue no rumo
Nordeste, mais
ou menos acompanhando o espigão e o contraforte;
até atravessar o Rio Preto
Grande, cerca de quinhentos metros acima da barra do
Ribeirão Cassununga ou
Paiol Velho. Segue pelo divisor das águas do bairro do
Cassununga e atravessa o
Ribeirão Paiol Velho, pouco acima de Funil, até
atingir o espigão da sua margem
direita. Continua por este espigão passando pelo Morro da
Jangada, daí prosseguindo
pelo divisor que deixa à direita as águas do
Ribeirão Lageado e à esquerda as
do Córrego dos Moradores Novos, afluente do Rio
Sapucaí-Mirim, até a primeira
cabeceira do Córrego da Fazenda da Guarda Velha. Desce a
principio, por este
até sua barra no Córrego das Pedras e depois pelo
Córrego das Pedras até sua
barra no Córrego do Rodeio, pelo qual continua
até sua foz no Ribeirão do Baú:
Desta foz atravessa o Baú, galga o espigão
fronteiro a alcançar o divisor das
águas do Sapucaí-Mirim e do Baú,
deixando sempre á direita a estrada velha do
Caracól. Deste ponto desce pelo espigão entre o
Córrego do Caracól e um pequeno
córrego afluente da margem direita do Sapucaí,
logo acima do Caracól ate a
barra do Caracól, no Sapucaí. Atravessa ahi o
Sapucaí; subindo pelo, espigão
fronteiro (divisor das águas do Córrego Bicudo e
Córrego dos Ferreiras) e
atingindo o entroncamento deste espigão com o divisor de
águas do Sapucaí-Mirim
e do Ribeirão dos Serranos. Prossegue por este divisor,
passando pelos Morros
da Divisa, do Campestre e da Balança, até
defrontar a barra do Córrego do
Estevão Costa, na margem direita do Rio
Sapucaí-Mirim, onde atravessa este rio,
seguindo pelo espigão da margem direita do
Córrego Estevão Costa, até atingir o
divisor do Ribeirão da Bocaina, divisor pelo qual prossegue
até o espigão que
deixa à direita o Ribeirão da Bocaína
e à esquerda o Córrego do Matto Dentro ou
Areas até a barra do Córrego dos Pereiras no
Ribeirão do Imburussú. Sobe pelo
Imbirussú até a barra do Córrego do
Carreíro.
   

 Dai toma o espigão fronteiro entre o Córrego do
Carreiro e Ribeirão Cantagalo
até o divisor mestre entre os Ribeirões
Candelaria e Imbirussú, prosseguindo
por este divisor contornando as cabeceiras do Candelaria ate o
entroncamento
deste com o divisor que deixa à esquerda o
Ribeirão Candelari, e à direita o
Ribeirão do Cerco e atingindo o alto do Morro do Mundo Novo.
   

 Dai desce à barra do Ribeirão Morros Vermelho no
Ribeirão do Cerco; daí subindo
pelo espigão fronteiro até alcançar o
divisor das águas do Morro Vermelho e do
Jacú; contorna as cabeceiras deste último e segue
pelo divisor dos Ribeirões
Jacú e Marmelos até a barra do
Ribeirão dos Marcelos no Rio Sapucaí. Desce pelo
Rio Sapucaí até a barra do Ribeirão
Jacú, donde segue pelo divisor da águas
até
alcançar a Serra da Mantiqueira, passando pelo alto do
Alambique e pelo alto do
Peruca Prossegue pela Serra da Mantiqueira até a cabeceira
do Ribeirão do
Salto, ponto de convergência das divisas dos Estados de
São Paulo, Minas e Rio
de Janeiro, na região do Itatiaia.
 

  

 COM O ESTADO DO RIO DE
JANEIRO: (Leis estaduais n.
1.813, de 10 de dezembro de 1921 e n. 1884, de 4 de dezembro de 1922):
 
  

 Começam na cabeceira do Ribeirão do Salto na
Cordilheira da Mantiqueira ponto
de convergência das divisas dos Estados de São
Paulo, Minas e Rio de Janeiro,
na região do Itatiaia, descem pelo ribeirão do
salto até sua barra no rio
Paraíba e por este abaixo até a embocadura do
ribeirão Palmeiras, pelo qual
sobem até a fôz do córrego do
Açude e por este acima até sua cabeceira mais
oriental,
continuam pelo divisor que deixa a direita, as águas do
ribeirão Santana, e, a
esquerda, as do rio Paraíba, indo até a cabeceira
mais ocidental do córrego da
Barreira, pelo qual descem ao Ribeirão Vermelho e por este
abaixo até a barra
do Córrego Santa Rita, pelo qual sôbem
até sua cabeceira mais ao sul,
continuando pelo divisor que deixa, á direita, as
águas do ribeirão Vermelho e
córrego da Vargem, e, à esquerda, as dos
ribeirões Passa Vinte e Santana, até
alcançar a cabeceira mais ao norte do córrego da
Estrada, pelo qual descem até
o ribeirão Santana e por êste abaixo
até a boca do córrego do Moinho, pelo qual
sóbem até sua cabeceira principal, continuando
pelo divisor que deixa, à
direita, as águas do córrego da Barra, e,
à esquerda, as do ribeirão Santana,
até o Alto da Capoeirinha, continuam pelo divisor que deixa,
à direita as águas
dos córregos Barra e Carrapato, e à esquerda, as
do córrego Capoeirinha, indo
até a cabeceira mais ocidental do ribeirão da
Onça, pelo qual descem até a
barra do córrego Jaguar, pelo qual sóbem
até sua cabeceira, vão dai à cabeceira
principal do córrego Jabá, descendo por
êste e pelo córrego da Grama até o
ribeirão do Barreiro e por êste abaixo
até a foz do córrego Vermelho e por
êste
acima até sua cabeceira mais ao sul, procuram a cabeceira
principal do córrego
Santo Antonio, descendo por êste ao ribeirão Feio
e por êste acima até a boca
do córrego dos  Bambús, pelo qual
sóbem até sua cabeceira principal,
continuam pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do córrego Pinheirinhos,
e, à esquerda, as do ribeirão Feio,
vão até a cabeceira mais ocidental do
córrego do Bambual, pelo qual descem até o
córrego dos Pinheirinhos e por êste
acima até a boca do córrego Cafezal e por
êste ainda até sua cabeceira mais ao
norte; dai, ao alto do espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Feio,
e, à esquerda, as do rio Formoso, até a cabeceira
principal da Água da Curva da
Estrada de Ferro, descem por êste até o rio
Formoso e por êste ainda até a
barra do ribeirão da Provisória ou da Cachoeira,
e por êste acima e pelo
córrego da Invernada até sua cabeceira no alto do
Morro da Divisa; continuam
pelo Divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão do Açude e as dos
córregos dos Coqueiros e do Antéro, e,
à esquerda, as do rio Formoso e córregos
Bom Destino e Bôa Vista, até a cabeceira mais
ocidental do córrego Pimentel,
pelo qual descem até o ribeirão das Palmeiras e
por êste ainda até o rio
Ipiranga, descendo ainda por êste até sua
cabeceira mais ocidental, tomam pelo
divisor que deixa, à direita, as águas do rio
Barreiro, e, à esquerda, as do
ribeirão Fortaleza, indo até a cabeceira mais
ocidental do córrego Reserva,
pelo qual descem até o rio Barreiro e por êste
acima até a boca do córrego da
Divisa e por êste ainda até sua cabeceira
principal; continuam pelo divisor que
deixa, à direita as águas do rio Barreiro e
ribeirão Cantagalo, e, à esquerda,
as da Água do Piranchim (passando pelo Monte Alto) e as do
córrego Cafundó e
ribeirão Caracól até atingir a
cabeceira mais ocidental do córrego do
Cunha, pelo qual descem até o rio Turvo e por êste
abaixo até a embocadura do
córrego Quebra-Canto, subindo por êste
até sua cabeceira mais oriental; vão dai
à cabeceira principal do  córrego do
Boeiro de Cima e por êste abaixo até
o rio Bananal, e por êste ainda até a barra do
córrego Soledade, pelo qual
sóbem e pela Água Pequena até sua
cabeceira mais oriental : continuam pelo
divisor que deixa, à direita, as águas do
córrego Soledade, e á esquerda, as do
córrego do Sitio e ribeirão da Bocaina,
até alcançar a cabeceira mais ocidental
do córrego da Estrela, vão por êste
abaixo até o ribeirão da Bocaina e
sóbem
por êste e pelo córrego Independência
até sua cabeceira principal, atingem a
cabeceira do córrego Tapir, descem por êste
até o rio Carioca ou Antinhas e por
êste acima até a boca do córrego Alfa,
e por êste ainda até a foz do córrego
Beta, pelo qual sóbem até sua cabeceira
principal, continua, pelo divisor que
deixa, a direita as águas do rio Carioca ou Antinhas, e,
à esquerda, as do rio
Barra Mansa, indo até o alto da Pedra do Rio Claro,
já na Serra da Carioca,
prosseguem pela crista desta e alcançam a cabeceira mais
oriental do córrego
dos Cabritos, pelo qual descem até o rio da Prata, e por
êste acima até a boca
do córrego do Pedro e por êste ainda
até sua cabeceira principal, avançam
até o
alto do morro do Pedro e continuam pelo divisor que deixa, à
direita, as águas
do ribeirão Jararaca, e à esquerda, as do
ribeirão Rola ou Valentim e as do rio
do Braço até a barra do córrego Ronca
e por êste acima até sua cabeceira e dai
à crista da Serra do Mar e por êste caminham
até o fóz do ribeirão do Tombo no
rio Bracuí, continuam pelo alto da Serra do Mar
até alcançar a cabeceira
principal do córrego da Memoria, pelo qual descem ao rio
Mambucaba e sóbem até
sua cabeceira mais ocidental; ganham o alto da Serra do Mar ou Geral e
por ela
avançam e pelo contraforte que deixa, à direita,
as águas dos ribeirões
Picinguaba e Cambuí, e as do córrego da Escada,
e, à esquerda, as dos rios
Patitiba, Caçada e Carapitanga, indo até a Ponta
de Trindade, no Oceano e
Carapitanga, indo até a Ponta de Trindade, no Oceano
Atlântico;
 
  

 COM O ESTADO DO PARANÁ : (leis estaduais n. 1.736, de 27 de
setembro de 1920 e
n. 1.303, de 29 de novembro de 1921):
 

  

 Começam
no Oceano Atlântico, na barra do Ararapira, acompanham a
curva do rio passando
pelo povoado no mesmo nome, até o meio do Istmo do
Varadouro, e, a, buscam o
divisor das águas que correm, á direita, para o
mar e Canal do Ararapira, e, a
esquerda, para as barras do Pinheiro e Larangeiras, seguem por
êsse divisor até
o alto da Serra Negra e por esta até a altura existente
entre ela e a Serra da
Virgem Maria; pelo rumo dêste morro ás nascentes
do rio Pardo, nesta última
Serra e pelo rio Pardo a Ribeira, sobem êste rio e depois o
ribeirão
Itapirapuan até suas cabeceiras, ganham do outro lado da
Serra a nascente do
Égua Morta e continuam pelos cursos dêste, do
Itararé e do Paranapanema até o
rio Paraná;
 
  

 ZONA DO LITORAL: Em seu litoral, da Ponta de Trindade
à barra do rio
Ararapira, o Estado de São Paulo possue as seguintes Ilhas e
Ilhotas arroladas
de leste para oeste:
 
  

 Ilha Comprida e Ilhote Carapuça, primeira ilha das Couves e
o ilhote fronteiro
à Prata de Fora, ilha da Pesca, ilhotes Selinha, do Negro e
da Prainha, ilhas
Redonda, dos Porcos Pequenos, Rapada, Prómirim e seu ilhote
anexo, ilhote da
Praia de Itamumbuca, Ilhote da Praia do Tenório, a primeira
ilha das Cabras,
ilha das Palmas, Ilhote dos Parcéis, ilha do Mar Virado e o
ilhote do Sul,
ilhote dos Parcéis, ilha do Mar Virado e o ilhote anexo Ilha
da Ponta,
Maranduba, Tamandúa, os dois ilhotes fronteiros à
Praia da Cocaina de
Masságuassú, ilha da Vitória, ilha dos
Pescadores, ilhote das Cabras, ilha dos
Buzios, ilha Sumitica, ilha de São Sebastião,
ilha da Serraria, as duas ilhas
fronteiras à Praia das Galbetas, na baía dos
Castelhanos; a segunda ilha das
Cabras, localizada no canal de São Sebastião;
ilha do Toque-toque, o ilhote das
Galhetas, ilha dos Gatos, segunda ilha das Couves, ilha das Almas, ilha
Montão de
Trigo, ilha Maracujá; o arquipélago dos
Alcatrazes, compreendendo a Ilha
propriamente dita, a ilha sapata a da Ponta do Sul, a do
Paredão e da do Farol;
ilha do Monte Pascoal, o segundo ilhote da Prainha, Ilha do
Guará, ilhote
Iporanga, ilha Perequé, ilha dos Arvozedos, ilha do Mar
Casado, ilha de Santo
Amaro, a terceira ilha das Cabras, fronteira ao Guarujá,
ilha da Moela, a ilha
de São Vicente, a ilha Guaraquessaba, a Lage de Santos; a
ilha do Givurá, a
ilha da Ponta da Aldeia ou Pedra da Meia Praia, ilha Peruibe, ilha
Guaraú, ilha
da Queimada Pequena, ilha Comprida, ilha de Cananéia, ilha
do Cardoso, ilha do
Bom Abrigo e seu Filhote, ilha Cambriú, ilha do Castilho e
ilha da Figueira.
 
  

  

 CAPITAL
 

  

  

 O município da Capital, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COTIA:
 
  

  

 Começam no Morro Jaguaré em frente à
cabeceira sudoriental do ribeirão
Carapicuíba, atingem êste ribeirão e
por êle descem até a barra do córrego
do
Sítio Velho de cima, pelo qual sobem até sua
cabeceira e vão daí em reta, a
cabeceira do córrego da Pedreira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
 
 Parnaíba
 
 :
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Pedreira, pela
qual descem até o rio Tietê e
por êste acima até a barra do córrego
Vermelho, sobem por êste a sua cabeceira,
continuando pelo espigão que deixa,
à esquerda, as água dos
córregos Três
Irmãos e dos Garcias, até alcançar a
cabeceira do córrego Itaim, pelo qual
descem até a sua barra no rio Juqueri, vão dai em
reta de rumo sul-norte, até o
espigão divisor entre as água dos
córregos Itaim, afluente do Juqueri-Mirim ou
Tabuões, e Bom Sucesso;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUQUERÍ:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
córrego Itaim e Bom Sucesso, onde é
cortado pela rêta de rumo sul-norte, que vem da barra do
córrego Itaim no rio
Juqueri, seguem por êste espigão passando pelo
Morro Grande e do Tico-Tico, em
demanda da barra do ribeirão dos Perús, do rio
Juqueri, sobem por êste até a
foz do ribeirão dos Pinheirinhos e por êste acima
até sua cabeceira, continuam
pelo espigão mestre entre as águas do rio
Juqueri, à esquerda, e as do rio
Tietê, à direita, espigão
êste que tem o nome de Serra da Cantareira, contornam
as cabeceiras do rio Cabussú de Cima, até a Serra
da Pirucaia, cruzamento com a
Serra do Cap. Freire ou da Mata Fria:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS:
 
  

  

 Começam na Serra do Pirucaia, no ponto de cruzamento com a
Serra do Cap. Freire
ou da Mata Fria, seguem por aquela até o morro do
Sabão, ganham a cabeceira do
rio Cabussú de Cima ou Guapira, e por êste abaixo
até desembocar no rio Tietê,
pelo qual sobem até a barra do córrego
Pirati-Mirim:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
Pirati-mirim, sobem por aquele até a
barra do ribeirão Três Pontes, pelo qual sobem
até sua cabeceira mais
ocidental, alcançam o Morro Vermelho e prosseguem pelo
espigão entre as água do
ribeirão Itaquera, a direita, e rio Guaió,
à esquerda, passando pelo Morro do
Gerivá, até o Morro do Corrêa em frente
à cabeceira mais oriental do ribeirão
Aricanduva;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ:
 
  

  

 (EX-SÃO BERNARDO)
 
  

  

 Começam no Morro do Corrêa, em frente da cabeceira
mais oriental do ribeirão
Aricanduva, ganham o espigão entre as água do
ribeirão Aricanduva, a direita, e
as dos espigão passando pelo morro Votussununga, em demanda
da cabeceira do
ribeirão Oratorio e por êste abaixo até
o rio Tamanduatei, e por êste descem
até a barra do ribeirão dos Metunos, pelo qual
sobem até a foz do ribeirão dos
Couros, e por êste ainda até a boca do
ribeirão Taboão, e por êste acima
até
sua cabeceira mais meridional, prosseguem pelo espigão que
deixa, à esquerda,
as águas do ribeirão Curral Grande, e, a direita,
as do rio Jurubatuba ou
Grande, indo até a cabeceira do galho da direita do
ribeirão Grota Funda pelo
qual descem até sua barra no reservatório do rio
Grande ou Jurubatuba, caminham
pelo seu "Thalweg" até atingir o reservatório do
rio Taquacetuba e
por êste ainda até a sua cabeceira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE:
 
  

  

 Começam na cabeceira do ribeirão Taquacetuba,
continuam pelo espigão mestre que
separa as águas que vertem para o litoral das que caem nos
reservatórios dos
rios Grande ou Jurubatuba, e Guarapiranga, indo até a barra
do ribeirão do
Campo no rio Embú-Guassú;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE ITAPECERICA:
 
  

  

 Começam no rio Embu-Guassú, na barra do
ribeirão do Campo, descem por aquele
até o reservatório do rio Guarapiranga, e pelo
leito deste até a barra do
córrego Jaceguava, continuam pelo espigão que
deixa as águas dêste córrego,
à
esquerda, indo até a barra do córrego
até sua cabeceira mais ocidental,
continuam pelo espigão que deixa, a direita, as
águas do rio Guarapiranga, e a
esquerda as do ribeirão Pirajussara até
alcançar a cabeceira do córrego do
Cercado Grande, e por êste abaixo até o rio
Pirajussara e por êste ainda até a
sua confluência com o ribeirão Poá,
continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas dêste último, e, a
direita, as do ribeirão Jaguare até o
alto do moro do Jaguaré, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 ÁGUA DA PRATA
 

  

  

 O município de Águas da Prata, comarca de
São João da Bôa Vista, terá
as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VARGEM GRANDE:
 
  

  

 Começam na Serra da Fartura em frente da cabeceira
sudoriental do ribeirão de
Manuel Andrade, que deságua no rio Fartura, junto
á sede da fazenda do mesmo
nome, seguem pela crista da serra, contornando as cabeceiras do citado
ribeirão
e vão, por um contraforte, até a cachoeira
existente no rio Fartura, sita cerca
de dois Kms. a sudeste da séde da Fazenda de Afonso
Osório;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GRAMA:
 
  

  

 Começam na cachoeira do rio Fartura, situada cerca de dois
Kms. a sudeste da
sêde da fazenda de Afonso Osorio, atravessam o rio e ganham o
espigão
fronteiro, em demanda do divisor que deixa, à direita, as
águas do rio Fartura,
e, à esquerda, as do rio de São Domingos, e por
êsse divisor seguem até cruzar
com a Serra de Poços de Caldas, cuja crista acompanham
até o entroncamento com
o contraforte que separa as águas do ribeirão do
Quartel, das do ribeirão das
Antas;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam na Serra de Poços de Caldas, no ponto em
que ela cruza co o espigão
divisor que deixa, à esquerda, as águas dos rios
Lambari e Antas, e à direita,
as do ribeirão do Quartel; prosseguem por êste
divisor e pelo espigão que
separa ás águas do ribeirão
Cipó, córrego Chapadão e de um lado
Tamanduá, e,
das dos ribeirões dos Meteis, Quartel e da Prata,
até o Pico do Gavião, na
Serra do Caracól e prosseguem pelo espigão que
deixa, à direita, as águas dos
ribeirões da Prata e Cachoeira, e, à esquerda, os
ribeirão Cocais e córrego do
Óleo, até cruzar com a Serra da Cachoeira,
divisória das águas do rio
Jaguari-mirim e ribeirão da Prata:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOÃO DA BÔA VISTA:
 
  

  

 Começam na Serra da Cachoeira, no ponto de cruzamento com o
espigão que deixa,
à esquerda, as águas do ribeirão
Cocais e córrego do Óleo, e, à
direita, as dos
ribeirões Prata e Cachoeira, seguem pela cumiada da Serra
até a cabeceira do
córrego dos Anselmos ou Figueiros e por êste
descem até o ribeirão do Quartel e
por êste abaixo até a foz do córrego do
Mirante ou São Bento, subindo por êste
até a Serra do Mirante e pela crista desta e pela da Fartura
até frontear a
cabeceira sudoriental do ribeirão de Manuel Andrade, onde
tiverem inicio estas
divisas.
 
  

  

 AGUDOS
 

  

  

 O município de Agudos, comarca do mesmo nome compreendendo o
distrito de paz da
sede e os de Bandeirantes e Dona Amélia (ex-Santa Cruz da
Bôa Vista) atá as
seguintes divisas:;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Pardo, em frente
a cabeceira Ribeirão Santa
Barbara e por êste descem até a barra da
Água do Meto, vão daí em reta
á barra
do córrego Ponte Funda, no ribeirão da
Bôa Vista e por êste abaixo até o rio
Turvo e sobem por êste a boca do córrego da
Corredeira, pelo qual sobem até
onde ele é cortado pela leste-oeste, que vem da cabeceira do
córrego dos
Mineiros, seguem pela reta a referida cabeceira e pelo
córrego dos Mineiros
abaixo até o ribeirão São
Jerônimo ou Mocacos, continuam pelo espigão entre
os
córregos Jararaca e Matão até cruzar
com o espigão mestre Turvo-Alambari,
chamando o espigão da Conquista, em frente á
cabeceira da Água da Bôa Vista dos
Rabellos.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRATININGA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Alambari, chamado
espigão da Conquista, em
frente a cabeceira da Água da Bôa Vista dos
Rabellos, seguem pelo espigão até à
cabeceira do córrego da Divisa e por êste abaixo
até o ribeirão Barreiro,
alcançam o espigão que deixa á direita
as águas do rio Turvo, e á esquerda, as
dos ribeirões do Barreiro, Pantano, indo até
alcançar a cabeceira do córrego da
Invernada, pelo qual descem até o rio Batalha, e descendo
por êste até a fóz do
córrego do Falcão:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BAURÚ
 
  

  

 Começam no rio Batalha, onde deságua o
córrego do Falcão, sobem por êste
até a
sua cabeceira, seguem em demanda da cabeceira mais ocidental do
córrego da
Conceição ou ribeirão do Campo, e por
êste ainda até à barra do
córrego da
Fazenda de P. Santos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão Grande, onde faz barra o
córrego da Fazenda P. Santos,
sóbem pelo córrego até sua cabeceira e
continuam pelo espigão que conforma a
cabeceira do córrego Barra Séca, indo
até a embocadura do córrego do Marimbondo
no ribeirão Pederneiras, sobem pelo córrego, pelo
seu galho do centro, indo até
a cabeceira e continuam pelo espigão que contorna as
cabeceiras do córrego das
anhumas e vão até a barra do córrego
do marco B. no rio dos Patos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LENÇÓIS:
 
  

  

 Começam no rio dos Patos, onde deságua o
córrego do marco B, prosseguem pelo
contraforte da margem esquerda dêste córrego em
demanda da barra do córrego dos
Côchos, no rio Lençóis e, por
êste acima até a barra do córrego das
Antas,
continuam pelo contraforte da margem esquerda dêste
córrego até alcançar o
espigão entre as águas do rio Turvo e as
águas do córrego das Antas, e por êste
prosseguem e pelo espigão mestre Turvo-Pardo, até
cruzar o contraforte entre as
águas do ribeirão do Caçador,
à esquerda, e as do ribeirão da Capivara,
à
direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BARBARA DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Pardo onde ele
cruza com o contraforte entre as
águas do ribeirão Caçador,
à esquerda, e as do ribeirão Capivara,
à direita,
seguem pelo espigão mestre até frontear a
cabeceira mais meridional do ribeirão
Santa Barbara onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE AGUDOS
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Agudos
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ  DE DONA AMELIA:
 
  

  

 (Ex-Santa Cruz da Bôa Vista)
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Turvinho em
frente à cabeceira do ribeirão Boi
Pintado e por êste abaixo até o rio Turvo:
 
  

  

 COM DISTRITO DE PAZ DE BANDEIRANTES:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do ribeirão
do Boi Pintado e pelo Turvo acima
até a boca do córrego da Geada e por
êste ainda até sua cabeceira no espigão
da
Conquista.
 

  

  

 BANDEIRANTES
 
  

  

 O distrito de paz de Bandeirantes terá as seguintes dividas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão da Conquista, na cabeceira do
córrego da Geada e por êste
abaixo até o rio turvo e por êste ainda
até a foz do ribeirão de Boi Pintado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE DONA AMELIA:
 

  

  

 (EX-SANTA CRUZ DA BÔA VISTA)
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do ribeirão do Boi
Pintado e descem por aquele até
a boca do córrego Corredeira;
 
  

  

 DONA AMELIA
 
  

  

 (Ex- Santa Cruz da
Bôa Vista)
 
  

  

 O distrito de paz de Santa Cruz da Bôa Vista, que volta
à sua antiga
denominação de Dona Amelia, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BANDEIRANTES:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na beira do córrego da
Corredeira, sóbem pelo rio Turvo
até a barra do córrego do Boi Pintado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego do Boi
Pintado, sóbem por êste até
sua cabeceira no espigão mestre Turvo-Turvinho;
 
  

  

 TUPA
 
  

  

 Fica suprimido o distrito de paz de Tupa e seu arquivo recolhido ao
cartório da
sede do município de Agudos.
 
  

  

 ALTINÓPOLIS
 

  

  

 As divisas do município de Altinópolis,
comarca de Batatais, passam a ser
as seguintes:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde faz barra o ribeirão
do Adão e sobem por êste a foz
do córrego da Pratinha, e por êste ainda
até a barra do primeiro córrego da
margem direita, que deságua logo abaixo da fazenda Alcidio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS:
 
  

  

 Começam no córrego da Pratinha, na barra do
primeiro córrego da margem direita,
que deságua logo abaixo da fazenda Alcidio, vão
daí, em reta, a ponta mais
meridional do massiço entre as águas do
ribeirão do Adão, à esquerda, e as do
córrego da fazenda do Selado, à direita, caminham
por êste massiço em demanda
da barra do córrego que nasce cerca de 2 Kms. a leste da
fazenda de Higino
Noronha, no ribeirão do Adão, sobem pelo referido
córrego até sua cabeceira
mais setentrional e vão daí, em reta,
à cabeceira mais meridional do córrego do
Manoel de Campos, pelo qual descem até o ribeirão
do Engenho da Serra, e vão
daqui por nova reta, a cabeceira mais oriental do córrego
Arraial Velho, e
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do córrego de
Monjolinho, e, à esquerda, as do ribeirão da
Paciência atingem a confluência
desses dois cursos de água e descem pelo ribeirão
da Paciência até a foz no rio
Sapucaí;
 
  

  

 COMO O MUNICÍPIO DE PATROCÍNIO DE
SAPUCAÍ:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão da Paciência
desemboca no rio Sapucaí, sobem por êste
até a barra do rio Esmeril pelo qual sobem até
encontrar a reta que do morro
das Araras vai ao morro do Jaborandi, já nas divisas com o
Estado de Minas
Gerais;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no rio Esmeril, no ponto em que êste
é cortado pela reta que do morro
das Araras vai ao morro do Jaborandi, seguem por esta reta
até o morro do
Jaborandi, e deste por nova reta ao morro do Meio, onde continua,
sempre em
reta, ao morro da Rosca e, depois ao centro do morro da Mesa, e
daí pelo
espigão do morro do Baú, e deste á
Serra da Cobiça;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DA ALEGRIA:
 
  

  

 Começam na Serra da Cobiça, nas divisas com Minas
Gerais, prosseguem pela Serra
da Cobiça que deixa, à direita, as
águas do rio Jaborandi, em demanda da barra
do córrego de Pio Alves, no rio Sapucaí, sobem
pelo referido córrego até sua
cabeceira mais meridional, caminham pela Serra da Matinha,
até a cabeceira mais
setentrional do córrego Laranjal, que nasce a Oeste da
fazenda Marques, descem
pelo córrego Laranjal até sua barra no rio
Araraquara;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJURÚ:
 
  

  

 Começam onde o córrego do Laranjal
deságua no rio Araraquara, vão por êste
abaixo até a foz do ribeirão do Cervo, ganham o
divisor que deixa, à direita,
as águas do ribeirão Adão, e
à esquerda, as do rio Araraquara até
alcançar a
cabeceira mais oriental do córrego da Prata e vão
por êste abaixo até a sua
barra no rio Araraquara, pelo qual descem até o rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde faz barra o rio Araraquara,
descem pelo rio Pardo
até a ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas
Gerais;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRAVINHOS:
 
  

  

 Começam na ponte da Estrada de Ferro São Paulo -
Minas Gerais, sobre o rio
Pardo e vão por êste abaixo até a
confluência do ribeirão do Adão, onde
tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 AMERICANA
 
  

  

 AMERICANA - (Ex-Vila Americana)
 
  

  

 O município de Vila Americana, cujo nome se simplifica para
Americana, comarca
de Campinas, constituído do distrito de paz da sede e do de
Nova Odessa, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
 
  

  

 Começam na barra do córrego Socegan, no rio
Piracicaba, sobem por êste até a
confluência dos rios Atibaia e Jaguari, e continuam por
êste último acima até a
barra do ribeirão do Pinhal;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão do
Pinhal, no rio Jaguari, sobem por êste
até a barra do córrego Jacutinga, pelo qual sobem
ainda até a cabeceira do
galho da esquerda, ganham o espigão mestre Atibaia-Jaguari,
pelo qual Caminham
até alcançar o contraforte da margem esquerda do
córrego da Balsa, indo até a
barra dêste no rio Atibaia, continuam pelo espigão
da margem esquerda do
córrego da Fazenda Foguete, indo até a cabeceira
do ribeirão dos Lopes, descem
por êste até a barra do córrego da
Discórdia e vão, em reta, a barra do
córrego
Palmital, no ribeirão Quilombo, sobem por aquele
até sua cabeceira mais
ocidental, prosseguindo depois pelo espigão que separa as
água do ribeirão
Quilombo, à direita, e as do ribeirão dos
Toledos, a esquerda, até alcançar a
cabeceira do córrego de Guilherme Green;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BARBARA
 
  

  

 Começam no alto do espigão que separa as
águas do ribeirão dos Toledos, à
esquerda, e as do córrego do Recanto, à direita,
em rente a cabeceira mais
setentrional do córrego Guilherme Green, seguem pelo
espigão fronteiro até a
lagôa do Roberto, atravessam-na à procura de seu
ponto mais setentrional e vão
daqui em reta, ao marco do km. 83 da Companhia Paulista de Estradas de
Ferro,
no seu ramal de Piracicaba, dirigem-se dêste ponto, ainda em
reta, a nascente
do córrego da Vila Americana, que vai desaguar no
ribeirão do Quilombo, dentro
da cidade de Americana, procuram daí o espigão
divisor de águas que deixa à
direita, o ribeirão do Quilombo, e, à esquerda, o
ribeirão dos Toledos e pelo
espigão continuam até encontrar a cabeceira mais
ocidental do córrego Socegan,
pelo qual descem até o rio Piracicaba, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE
AMERICANA
 
  

  

 NOVA ODESSA:
 
  

  

 Fica criado o distrito de paz de Nova Odessa, no município
de Americana, que
terá as seguintes divisas internas, com a sede do
município:
 
  

 Começam no marco do km. 82 do ramal de Piracicaba da
Companhia Paulista de
Estradas de Ferro, seguem pelo eixo da linha férrea
até encontrar o córrego do
Recanto e por êste abaixo até o
ribeirão do Quilombo, continuam pelo espigão
que deixa, à direita, as águas dêste
último, e, à esquerda, as do córrego
da
Fazenda Angélica, indo até a lagôa que
existe junto à estrada de rodagem do
Estado, na encruzilhada do ramal que vai para Nova Odessa, continuam
pelo
espigão que deixa, à esquerda, o
córrego dos Camargos, indo até o salto do
Foguete no rio Atibaia e por êste acima até a
barra do córrego da Serraria.
 
  

  

 AMPARO
 
  

  

 O município de Amparo, comarca do mesmo nome
constituído distrito de paz da
séde e do de Monte Alegre, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COMO
O MUNICÍPIO DE MOGÍ-MIRIM:
 

  

  

 Começam
no rio Camandocáia, na barra do córrego
da Fazenda Saint-Cloud, seguem pelo espigão que deixa,
à esquerda as águas do
córrego da Fazenda Santa Bárbara, indo
até o tanque da Fazenda de A. Elias no
rio Camadocaia-Mirim e por êste acima à boca do
córrego da Fazenda Sesmaria ou
córrego do Tanque e por êste acima até
sua cabeceira, na ponta setentrional do
Morro da Estiva, continuam pelo espigão que deixa,
à esquerda, as cabeceiras do
rio Camandocáia-Mirim, e, à direita, as
águas do ribeirão do Morro Agudo, indo
até frontear a cabeceira mais meridional do
córrego de Lucas Jorge;
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE ITAPIRA:
 

  

  

 Começam
no espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão do Morro Agudo, e, à
esquerda, as cabeceiras do rio
Camandocáia-Mirim, em frete à cabeceira mais
meridional do córrego de Lucas
Jorge, seguem pelo espigão indo até a barra do
córrego do Morro Agudo que desce
junto ao morro do mesmo nome, no rio da Penha; seguem pelo
espigão entre as
águas do rio da Penha e as do ribeirão dos
Cardosos, indo até entroncar na
Serra das Águas Claras;
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
 

  

  

 Começam
na serra das Águas Claras, seguem pela
crista desta até o alto de Antonio Pedro, vão
daí, em reta, ao alto da Fazenda
do Rumo, que fica cerca de um km. ao sul da séde desta
Fazenda, e daí, por
outra reta, ao alto fronteiro, à cabeceira do
córrego da Fazenda de José F. de
Camargo, na Serra Negra, continuam por esta, que é o divisor
de água do rio
Camandocáia, ao sul, e as do rio da Penha, ao norte,
prosseguem por esta Serra
até encontrar com o contraforte que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão da
Bôa Vista;
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE SOCORRO:
 

  

  

 Começam
na Serra Negra, onde esta cruza com o
contraforte que deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão da Bôa Vista, continuam
pelo divisor que contorna as águas do córrego Dr.
Norberto, indo a barra do
córrego da Fazenda Velha no rio Camandocáia;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA:
 
  

  

 Começam no rio Camandocáia, onde descarrega o
ribeirão da Fazenda Velha e
prosseguem pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas dêste ribeirão, até a
cabeceira do córrego da Extrema pelo qual descem ao rio
Pinhal, atravessam o
rio, e avançam pelo espigão fronteiro, que separa
as águas dêste rio das do rio
do Pântano, até atingir a Serra dêste
último nome, por cuja cumiada prosseguem
até a barra do córrego de J. cuja cumiada
prosseguem até a ponte de J. Marinho
no rio Jaguarí, na estrada que vai ao bairro das
Onças;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na barra do
córrego de J. Marinho, na estrada que vai
ao bairro das Onças, descem pelo rio Jaguarí
até a ponte de J. Soares, na
estrada que vai a Entre Montes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na ponte de J. Soares, na
estrada que vai a Entre
Montes, seguem pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do córrego da Areia
Branca, indo até o Alto do mesmo nome, vão
dêste ponto em reta sul-norte, ao
alto do espigão mestre entre as águas do rio
Jaguari, ao sul, e as do rio
Camandocáia, ao norte, e pelo espigão mestre
caminham até o Túnel da Companhia
Mogiana de Estradas de Ferro, situado entre a
estação de Pedreira e a de
Coqueiros, e pelo espigão ainda, ganham a cabeceira do
córrego da Fazenda Bôa
Vista, pelo qual descem até o rio Camandocáia e
por êste abaixo até a barra do
córrego da Fazenda Saint-Cloud, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE AMPARO
 
  

  

 MONTE ALEGRE
 
  

  

 O distrito de paz de Monte Alegre, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Camandocáia, ao sul, e as do
rio do Peixe, ao norte, onde êle cruza com o
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do córrego da Fazenda do Salto, e,
à direita, as da Fazenda de José F.
Camargo, caminham por êste último divisor
até a barra do córrego da Fazenda do
Salto no rio Camandocáia, barra que ocorre muito
próximo à estação de
Três
Pontes, no ramal de Socorro da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro,
sobem
pelo Camandocáia até a embocadura do
ribeirão do Pinhal e por êste acima até
a
estrada de rodagem que vai para a vila de Tanabi e pelo eixo desta
até a Serra
do Pântano.
 
       
 

  

  

 ANÁPOLIS
 
  

  

 O município de Anápolis, comarca de Rio Claro,
passa a ter as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. CARLOS:
 
  

  

 Começam onde o córrego do Lageadinho faz barra no
ribeirão do Feijão, alcançam
e continuam pelo espigão que deixa, à direita, as
águas dêste ribeirão, e, à
esquerda, as do ribeirão Laranja Azeda até a
cabeceira mais ocidental do
ribeirão do Pantano, descem por êste
até a barra do córrego da Fazenda Montes
Claros;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DESCALVADO:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da
Fazenda Montes Claros no ribeirão do
Pantano, e descem por êste até a barra do
córrego Pinheirinhos, pelo qual sobem
até sua cabeceira mais oriental já no morro do
Quadrão, continuam pelo alto do
morro até a cabeceira de córrego da Fazenda
Capão Alto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA:
 
  

  

 Começam no alto do morro do Quadrão na cabeceira
do córrego da Fazenda Capão
Alto pelo qual descem até a barra no ribeirão
Descaroçador, vão daí em reta a
lagôa da nascente do córrego da Graminha,
alcançam e prosseguem pelo
contraforte da margem esquerda do córrego Capim Fino
até o rio da Serrinha,
continuam pelo contraforte fronteiro deixando, à direita, as
águas do córrego
da Colônia da Fazenda do Dr. Candido, até a Pedra
Vermelha, no espigão entre as
águas dos ribeirões Arouca e Moquem;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO:
 
  

  

 Começam no espigão divisor das águas
dos ribeirões do Arouca e Moquem, na Pedra
Vermelha, que fica em frente ao contraforte da margem direita, do
córrego da
colônia da Fazenda do Dr. Candido, continuam pelo
espigão divisor até o morro
Grande, continuam pelo massiço do mesmo nome até
a sua ponta mais ocidental,
prosseguem pelo contraforte que deixa, à direita, as
águas do córrego das
Taipas, e, à esquerda, as do córrego dos
Emboabas, até a foz do ribeirão da
barra no rio Corumbataí, e vão pelo
ribeirão da Barra acima até a sua cabeceira
mais meridional;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais meridional do ribeirão
da Barra, vão em reta até a
confluência do córrego da Fazenda Santa Rita, no
ribeirão do Retiro, alcançam o
espigão fronteiro e por êste continuam
até cruzar com o contraforte entre as
águas do rio Corumbataí, de um lado e
ribeirão do Feijão, do outro, indo daí
em
reta a cabeceira mais meridional do córrego das Cobras, e
daqui em reta, à
cabeceira mais oriental do córrego do Lageadinho, pelo qual
descem até o
ribeirão do Feijão, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 ANDRADINA
 

  

  

 Fica creado o município de Andradina, na comarca de
Araçatuba, constituido do
distrito de paz da séde e do de
Guaraçaí, com as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MATO GROSSO:
 
  

  

 Começam no rio Paraná, na foz do
ribeirão das Marrecas e sobem por aquele até a
barra do rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO:
 
  

  

 Começam no rio Paraná, onde deságua o
rio Tietê e vão por êste acima
até a foz
do ribeirão Travessa Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VALPARAIZO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
ribeirão Travessa Grande, sobem pelo Travessa
Grande até a forquilha de seus dois principais galhos
formadores, continuam
pelo espigão intermediário, cortam a Estrada de
Ferro Noroeste, variante da
Araçatuba-Jupiá, continuam pelo
espigão em demanda da confluência do
córrego
Guanumbi, no ribeirão do Moinho, vão daqui a rumo
à cabeceira do ribeirão do
Macaco e por êste abaixo, até o
ribeirão da Água Amarela, pelo qual descem
até
o rio Aguapeí, pelo qual sobem até a barra do
ribeirão Paturi, pelo qual sobem
até o espigão Peixe-Aguapeí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE BERNARDES:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre os rios Peixe e
Aguapeí, na cabeceira do
ribeirão Paturí, seguem pelo espigão
mestre até frontear a cabeceira do
ribeirão do Fogo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANASTÁCIO
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre os rios Peixe e
Aguapeí, em frente à cabeceira
do ribeirão do Fogo e continuam pelo espigão
mestre até atingir a cabeceira do
córrego das Marrequinhas, cabeceira do ribeirão
das Marrecas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE VENCESLAU:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego das Marrequinhas,
cabeceira do ribeirão das
Marrecas, descem por êste até o rio
Paraná, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ANDRADINA
 
  

  

 GUARAÇAÍ
 
  

  

 Fica creado o distrito de paz de Guaraçaí, no
município de Andradina, que terá
as seguintes divisas internas com o distrito da séde:
 
  

 Começam no rio Tietê, na barra do
córrego Macaé, sobem por êste,
até sua
cabeceira, vão daí, à barra do
córrego Borboleta, no ribeirão Três
Irmãos,
sobem por aquele até sua cabeceira e continuam pelo
espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego São
Pedro, e, à esquerda, as do córrego Fundo,
até
o espigão mestre Tietê-Moinho, ganham, pelo
contraforte, a barra do córrego do
Campestre, no ribeirão do Moinho, e daí, em
réta, à cabeceira do galho
ocidental do córrego Paráguassú, pelo
qual descem até o ribeirão Volta Grande,
e por êste abaixo até o rio Aguapeí, e
por êste ainda até a barra do ribeirão
Nova Palmeira, pelo qual sobem até sua cabeceira,
alcançando a rumo, o espigão
mestre Peixe-Aguapeí.
 
  

  

 ANGATUBA
 
  

  

 O município de Angatuba, comarca de Itapetininga,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA:
 
  

  

 Começam onde o rio Jacú deságua no rio
Santo Inácio e vão por êste acima
até a
barra do córrego da Estiva, também conhecido pelo
nome de Potreiro do Lima;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOFETE:
 
  

  

 Começam no rio Santo Inácio, onde desemboca o
córrego da Estiva, também
conhecido como Potreiro do Lima, e vão por êste
acima, até a sua cabeceira mais
oriental, transpõem o espigão em demanda da
nascente do galho ocidental do córrego
do Capão Rico e por êste abaixo até o
rio Jacú ou Jacúzinho, pelo qual descem
até a barra do córrego Divisa, e por
êste acima até a sua cabeceira mais
oriental;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUAREÍ:
 
  

  

 Começam no espigão divisor entre as
águas do rio Jacú ou Jacúzinho, a
oêste, e
as do rio Capivari, a léste, em frente da cabeceira mais
oriental do córrego da
Divisa, prosseguem pelo espigão em demanda da barra do
ribeirão da Restinga
Comprida, no rio Capivari, sobem por êste até a
barra do ribeirão Sargento e por
êste acima até a forquilha de suas cabeceiras
principais, daí, em rumo ao morro
da Conquista, procuram a nascente do córrego dêsse
nome, e pelo córrego abaixo
até o rio Guareí, subindo por êste
até a barra do ribeirão Grande e por
êste
acima até sua cabeceira mais oriental, daí
transpõem o espigão em demanda da
cabeceira do galho do ribeirão
Corrução, galho êste que atravessa o
bairro do
Ribeirão Grande, por êste descem até a
barra do córrego Vassoural;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA:
 
  

  

 Começam onde o córrego Vassoural faz barra no
ribeirão da Corrução, descem por
êste até o rio Itapetininga e por êste
abaixo, até a barra do córrego Angatuba
que passa a cêrca de dois kms. a léste da
estação do mesmo nome, pelo qual
sobem até a sua cabeceira e prosseguem pelo
espigão em demanda da barra do
córrego da Barreira, no rio Itapetininga;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BURI:
 
  

  

 Começam no rio Itapetininga, na barra do córrego
da Barreira, descem pelo rio
Itapetininga até o rio Paranapanema, e por êste
abaixo até a barra do rio Apiaí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde faz barra o rio
Apiaí, descem por aquele até
a foz do córrego Brejo, vão por êste
acima até sua cabeceira mais setentrional,
e vão daí, em demanda da cabeceira mais ocidental
do Água das Pedras, depois de
atravessar o Brejo e por aquele abaixo até a sua barra no
rio Jacú e por êste
ainda ate o rio Santo Inácio, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 APARECIDA
 
  

  

 O município de Aparecida, comarca de
Guaratinguetá, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba na fóz do
corrego do Rosário, descem pelo Paraíba
até a
barra do ribeirão do Putim,
vão daí em réta, à
barra da água do Neves, no
Paraíba, descem por êste, até o ponto
distante cerca de
 
 2.000 metros
 
 acima da
barra do ribeirão de Guaratinguetá,
vão dêsse ponto, em réta, ao marco do
quilometro 296 da Estrada de Ferro Central do Brasil e seguem em
réta até a
barra do córrego dos Lemes, no ribeirão dos
Motas, sobem por êste até a boca do
córrego dos Bicudos continuam pelo espigão
intermediário entre êsses dois
cursos e ganham o espigão que deixa, à esquerda,
o ribeirão São Gonçalo, e,
à
direita, o ribeirão dos Motas, pelo qual caminham
até a Serra Quebra-Cangalha,
e por esta até a cabeceira mais ocidental do rio do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CUNHA
 
  

  

 Começam na Serra Quebra-Cangalha, na cabeceira mais
ocidental do rio do Peixe,
prosseguem pela Serra Quebra-Cangalha até a cabeceira mais
setentrional do
ribeirão Pinheirinhos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA
 
  

  

 Começam no alto da Serra Quebra-Cangalha, na cabeceira mais
setentrional do
ribeirão Pinheirinhos, seguem pela cumiada da Serra,
até cruzar com o divisor
das águas do córrego Santa Teresa,
afluênte do rio Pirapitingui, e, do córrego
dos Campos da Vargem Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINDAMONHANGABA:
 
  

  

 Começam no alto da Serra Quebra-Cangalha, onde ela cruza com
o espigão que
deixa, à esquerda, as águas do córrego
Santa Teresa, afluênte do rio
Pirapitingui, e à direita, o córrego dos Campos
de Vargem Grande, seguem por
êste último divisor até a
confluência de ambos os cursos e descem pelo
Pirapitinguí até a boca do córrego
Pindaltiba, que passa junto à povoação
do
mesmo nome, vão dêsse ponto, em réta,
à barra do córrego do Rosário no rio
Paraíba onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 APIAÍ
 
  

  

 O município de Apiaí, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito de paz da
sede e dos de Barra do Chapéu e Itaóca,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITARARÉ
 
  

  

 Começam na cabeceira do rio Macaco, na serra do Bom Sucesso,
prosseguem pela
referida serra até o contraforte da margem direita do
ribeirão das Pedras, e
por êste contraforte caminham até a barra do
córrego das Lavras no ribeirão das
Pedras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FAXINA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego das Lavras, no
ribeirão das Pedras, descem por êste
até o rio Pirituba, prosseguem daí, pelo
espigão fronteiro e pelo divisor dos
rios Pirituba e Taquarí-Guassú, em demanda da
confluência do rio Pacas no
Taquarí-Guassú, e por êste sobem
até a barra do rio Saivá, subindo ainda por
êste até sua cabeceira mais oriental,
vôo daí em reta, à cabeceira mais
ocidental do córrego Areado; descem por êste
até sua foz no rio Apiaí-Guassú,
subindo por êste até a barra do rio Santa Rita, e
por êste ainda, até sua
cabeceira na serra Paranapiacaba, pela qual caminham até
cruzar com o divisor
da margem direta do rio Beterizinho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA:
 
  

  

 Começam na Serra do Paranapiacaba, onde cruza o divisor da
margem direita do
rio Beterizinho, prosseguem pelo divisor até a serra da Boa
Vista, por ela
caminham atravessando o rio Passa Vinte, prosseguindo pela dita serra
até o
contraforte da margem esquerda do rio Gurutuva e pelo contraforte
caminham em
demanda da barra do rio São Sebastião, no rio
Ribeira;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio da Ribeira de Iguape, na barra do rio
São Sebastião, e sobem
pelo Ribeira até a foz do ribeirão Panelas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRA:
 
  

  

 Começam no Ribeira de Iguape, na foz do ribeirão
Panelas, sobem por êste até
sua cabeceira mais setentrional, vão daí, em
reta, à Pedra Grande, e daí por
nova reta à cabeceira do ribeirão Palmeiras;
daí seguem, a rumo reto, ao Pico
do Morro Agudo, entre os ribeirões Catas Altas e Pedras,
prosseguem dêste ponto
por nova reta ao pião divisor dos rios Azêdo, das
Criminosas e das Pedras,
prosseguem pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do rio das Pedras, e, à
esquerda, as dos rios Areado e Macaco, até a cabeceira
dêste na serra do Bom
Sucesso, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE APIAÍ
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Apiaí,
terá as seguintes divisas
internas;
 
  

  

 COMO O DISTRITO DE PAZ DE BARRA DO CHAPÉU (EX-CAPOEIRAS):
 
  

  

 Começam no rio Areado no ponto em que é cortado
pela reta que da Pedra Grande
vai à cabeceira do rio Palmeiras sobem pelo Areado
até a cabeceira do seu galho
mais oriental, continuam pelo espigão que deixa,
à direita, o rio do Tijuco, e,
à esquerda, o ribeirão do Chapéu,
até atingir a Cordilheira do Paranapiacaba e
por esta seguem  até cruzar com o contraforte que
deixa, à direita, as
águas do rio Taquarí-Guassú, e,
à esquerda, as do ribeirão Campininha, pelo
qual caminham até entroncar com o divisor que deixa,
à esquerda, as águas do
ribeirão do Guedes (afluente do rio Taquarí) e,
à direita, as do ribeirão da
Campininha (ramo final do rio Pirituba);
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAÓCA:
 
  

  

 Começam na serra da Boa Vista, nas divisas com Iporanga, em
frente à cabeceira
do rio Acima, pelo qual descem até sua afluência
com o rio Ponte de Tábuas, e
por êste abaixo até sua barra no rio Palmital e
dessa barra vão em reta á Pedra
Grande.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BARRA DO CHAPÉU (EX-CAPOEIRAS):
 
  

  

 O distrito de paz de Barra do Chapéu, para onde se transfere
o distrito de paz
de Capoeiras, terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede
do município:
 
  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão do Guedes
(afluente do rio Taquarí-Guassú), e, à
direita, as do ribeirão do Campininha
(ramo final do rio Pirituba), onde êle cruza com o
contraforte, que deixa, à
esquerda, as águas do rio
Taquarí-Guassú e, à direita, as do rio
Pirituba,
seguem por êste último contraforte até
entroncar na Cordilheira do
Paranapiacaba e por esta caminham até cruzar com o
espigão que deixa á
esquerda, as águas do rio do Tijuco, e, à
direita, as do ribeirão do Chapéu,
indo até à cabeceira do galho mais oriental do
rio Areado, pelo qual descem até
o ponto em que é cortado pela reta que da Pedra Grande vai
à cabeceira do rio
Palmeiras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAÓCA:
 
  

  

 Começam na serra da Boa Vista, nas divisas com Iporanga, em
frente à cabeceira
do rio Acima, pelo qual descem até sua confluência
com o rio Ponte de Tábuas, e
por êste abaixo até sua barra no rio Palmital e
dessa barra vão em reta à Pedra
Grande.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAÓCA
 
  

  

 O distrito de paz de Itaóca, terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da sede do município de Apiaí:
 
  

 Começam na Pedra Grande e vão em reta
à barra do rio Ponte de Tábuas, no rio
Palmital, sobem por aquele até a foz do rio Acima, e por
êste sobem até sua
cabeceira alcançando a rumo a serra da Boa Vista.
 
  

  

 ARAÇATUBA
 
  

  

 O município de Araçatuba, comarca do mesmo nome,
constituido do distrito de paz
da séde e dos de Buritama, Macaúbas e Major
Prado, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Água Fria, na foz
do córrego Centenário, descem pelo
ribeirão até o rio Tietê e seguem por
êste até a barra do córrego do
Osório,
sobem por êste até sua cabeceira mais setentrional;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL:
 
  

  

 Começam no "divortium acquarum" São
José dos Dourados - Tietê, na
cabeceira mais setentrional do córrego Osório,
prosseguem por êste espigão até
frontear a cabeceira do ribeirão Açouta - Cavalos
vão a rumo á nascente do
mesmo e dai em réta á ponte sôbre o
córrego Grande afluênte do ribeirão
Mato
Grosso.e por uma réta, atingem a barra do
ribeirão Santa Barbara no rio Tietê,
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CORÔADOS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do corrego do Porto
Rui Barbosa e descem pelo rio
Tietê ate a barra do ribeirão dos
Baixótes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUI:
 
  

  

 Começam no rio Tietê na foz do ribeirão
dos Baixótes e vão por aquele abaixo
até a barra do ribeirão Báguassu, pelo
qual sobem a barra do corrego Barro
Preto e por êste ainda até sua cabeceira mais
meridional, vão dai, em rêta á
barra do córrego Brejinho no ribeirão
Báguassú, pelo qual sobem ate a barra do
córrego do Eliseu e por êste acima até
sua cabeceira ocidental, seguem a rumo
da cabeceira mais oriental do córrego Bôa
Esperança:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARARAPES:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Bôa
Esperança, vão, dai em réta, a
cabeceira do
córrego da Prata, que fica na contravertente, e por
êste descem até o corrego
da Divisa e por êste abaixo até o
córrego da Borboleta e por êste ainda
até o
córrego Azul, pelo qual sóbem até a
barra do corrego da fazenda de Manoel
Roque, indo por éste até sua cabeceira,
vão em procura da cabeceira do córrego
Lindeiro e por êste descem até o
córrego Aracanguá, caminham pelo contraforte
que deixa, á esquerda, as águas do
córrego Aracanguá, e, á direita, as do
ribeirão Jacarécatinga, em frente á
cabeceira do corrego Santa Luzia;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VALPARAIZO:
 
  

  

 Começam no espigão divisor que deixa,
á esquerda, as águas do corrego
Aracanguá, e a direita, as do ribeirão
Jacarecatinga, em frente a cabeceira do
corrego Santa Luzia, pelo qual descem até a barra do
côrrego Contravertente,
pelo qual sóbem até sua cabeceira mais ocidental
indo depois em demanda da
cabeceira do córrego Santa Madalena e por este abaixo e pelo
córrego
Positivista até o ribeirão Àgua Fria,
e por êste ainda, até a boca do corrego
Centenário, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ARAÇATUBA
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Araçatuba terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MAJOR PRADO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
córrego do Osório a vão por aquele
acima até
a Corredeira do Aracanguá;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MACAÚBAS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na Corredeira do
Aracanguá e vão por aquele acima até a
barra do ribeirão Mato Grosso;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BURITAMA:
 

  

  

 Começam no rio Tietê, na
barra do ribeirão Mato Grosso e vão por
aquêle acima até a boca do ribeirão
Baguassú;
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BURITAMA:
 
  

  

 O distrito de paz de Buritama, que nesta data se transfere do
município de
Monte Aprazivel, para o de Arantuba, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê na barra do
ribeirão Báguassú, descem por aquele
até a
barra do ribeirão Mato Grosso.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MACAÚBAS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Mato Grosso e vão por êste
acima e
pelo córrego Grande até a ponte da estrada de que
vai á Vila de Macaúbas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MACAÚBAS:
 
  

  

 O distrito de paz de Macaúbas, que nesta data se
transfére do município de
Monte Aprazível para o de Araçatuba
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÊDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Mato Grosso e vão por a aquele abaixo
até a Corredeira do Aracanguá;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MAJOR PRADO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na Corredeira do
Aracanguá, continuam pelo espigão que
deixa, á direita as águas do ribeirão
Macaubas, e, á, esquerda, as do córrego
da Mata e do ribeirão Alambari, indo até cruzar
com o espigão mestre Tietê -
São José dos Dourados;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BURITAMA:
 
  

  

 Começam no córrego Grande, na ponte da estrada
que vai a Vila Macaúbas e descem
pelo córrego e pelo ribeirão Mato-Grosso
até o rio Tietê.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MAJOR PRADO:
 
  

  

 O distrito de paz de Major Prado, que nesta data se transfere do
município de
Monte Aprazível para o de Araçatuba,
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MACAÚBAS:
 
  

  

 Começa no espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados onde ele
cruza com o
espigão que deixa a direita as águas do
ribeirão Alambari e as do córrego da
Mata e á esquerda as do ribeirão
Macaúbas seguem por este ultimo espigão
até a
Corredeira do Aracanguá no rio Tietê:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê na Corredeira do
Aracanguá e descem pelo rio até a barra
do córrego do Osório.
 
  

  

 ARARAQUARA
 

  

  

 O município de Araraquara, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito de
paz da séde e os de Américo Brasiliense, Bueno de
Andrada, Gavião Peixoto,
Motuca, Rincão e Santa Lucia, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú na foz do
córrego Meia Legua, prosseguem pelo
espião que deixa a direita o córrego Meia Legua
até o espigão divisor dos rios
Jacaré-Guassú e Itaquera pelo qual caminham em
demanda da barra do córrego
Bonito, no rio Itaquere  e por êste sobrem
até a barra do córrego da
fazenda Água Sumida.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MATÃO
 
  

  

 Começam no rio Itaquerê na foz do
córrego da Água Sumida, sobem por aquele
até
a barra do córrego da fazenda Santa Antonieta, continuam
pelo espigão divisor
entre as duas águas, até o espigão
mestre entre as águas dos ribeirões
Itaquerê
e Monte Alegre e por este caminham em demanda da cabeceira do
córrego Colônia
da fazenda São Joaquim, descendo por este até sua
barra no ribeirão Monte
Alegre vão desta barra em reta á cabeceira mais
setentrional do córrego da
Colônia da fazenda Guarantan, e por este descem
até o córrego da Ponte, e ainda
por êste o ribeirão Lageado pelo qual continuam
até a barra do córrego do
Luciano;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Lageado na foz do
córrego do Luciano e por aquele descem
até sua barra no rio Mogi-Guassú, sobem por este
até á barra do córrego
Guarani;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, na barra do
córrego Guanari, sóbem por aquele até
a
barra do córrego do Veado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú na barra do
córrego do Veado e por aquele sobem até
a barra do ribeirão Guabirobas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, na barra do
ribeirão Guabirobas, sobem por este até
sua nascente mais meridional e vão dai, em reta,
á cabeceira mais setentrional
do córrego de J. Brizorara e por este descem até
o ribeirão das Cabaceiras,
sobem este até o córrego dos Portugueses e por
êste acima até barra do córrego
José Ribeiro, vão desta barra em reta
á confluência do córrego Salvador
Martins
no ribeirão das Cabaceiras e por este acima até a
barra do córrego Olhos D' agua,
sobem por este até sua cabeceira mais meridiano,
vão dai, pelo espigão
fronteira em demanda do Morro das Araras e continuam pelo
espigão que contorna
as  cabeceiras do ribeirão das Anhamas, deixando
á esquerda, as águas do
ribeirão Chibarro, indo a barra do córrego da
Varzea neste último sóbem pelo
Varzea, até sua cabeceira, alcançam os
trilhos da Companhia Paulista de
Estradas de Ferro no marco do quilometro 226, da sua linha tronco da
sua linha
tronco, cerca de
 
 2.000 metros
 
 a leste
da estação de Tamoio e vão pelo
espigão
em demanda da  tarra do córrego da Lagoinha no
ribeirão Corrente,
prosseguem pelo espigão fronteira, em busca do divisor entre
as águas deste e
as do rio Jacaré Grande, pelo qual caminham, indo
até a cabeceira mais oriental
do ribeirão do Laranjal pelo qual descem até o
rio Jacaré Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Grande, na foz do
ribeirão do Laranjal e descem por
aquele até a barra do córrego do Ipê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Grande, na fóz
do córrego do Ipê, e descem por aquele
até
a barra do córrego Meta Légua, onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE ARARAQUARA
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da
sede do município de
Araraquara terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas dos rios Jacaré-Guassú e
Itaquerê no
ponto de cruzamento do divisor entre as águas dos
córrego da Mulada e do
tanque, prosseguem pelo espigão mestre até
alcançar a ponta dos trilhos do
ramal dos lenheiros seguem pelo eixo da linha férrea
até a Guarita vão daí á
cabeceira do córrego da Trela, e por este abaixo
até a boca do córrego do Boi:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego do
Boi com  o córrego de Trela, vão a
rumo em demanda da nascente do córrego Cabreuva e depois a
 nascente do
córrego da  Fazenda Santa Isabel;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMERICO BRASILENSE:
 
  

  

 Começam na nascente do córrego da Fazenda Santa
Isabel procuram o espigão que
deixa, a esquerda as ruas do ribeirão do Rancho Queimado e
do ribeirão Cruzeiro
e a direito a dos ribeirões das Cruzes e do Ouro pelo qual
caminham até cruzar
com o divisor intermediario entre as águas do
córrego Bom Retiro, a direita e
do Paulino a esquerda avançando por este último
divisor até a lotação desses
dois cursos vão dai, a rumo da barra do córrego
do Estrada do no ribeirão das
Anhumas e dessa confluência em reta, da barra do
córrego dos Portuguêses no
ribeirão da Cabaceiras;
 

  

  

 COM O DISTRITO FR PAZ DE GAVIÃO PEIXOTO
 

  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú, na foz
do córrego do
Tanque, caminham pelo espigão entre as águas
deste e as do ribeirão da Mulada,
indo até o espigão mestre
Itaquerê-Jacaré-guassú.
 

  

  

 DISTRITO DE AMÉRICO BRASILIENSE 
 

  

  

 O distrito de paz de Américo Brasiliense terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA
LUCIA:
 

  

  

 Começam
na nascente do córrego da fazenda Santa
Isabel, vão em réta, á cabeceira
 de oeste do córrego Contendas,galgam o
alto do espigão que deixa a leste, as águas do
ribeirão da Anhamas, e, a oeste,
as do ribeirão do Rancho Queimado, pelo qual seguem
até encontrar o espigão que
deixa, á direita, o córrego da fazenda Monte
Verde, seguindo por este espigão
até a barra do córrego do Monjolinho no
ribeirão Cruzeiro, de vão dessa barra
em reta, atravessando o ribeirão das Anhumas, a
confluência do córrego do
Engenho Velho de ribeirão Guabirobas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Cabaceiras, onde
deságua o córrego dos Portugueses,
seguem em reta á barra do córrego do Espraiado no
ribeirão das Anhumas, e dai,
a rumo, á barra do córrego do Bom Retiro no
córrego do Paulino continuam pelo
espigão intermediário desses dois cursos
até cruzar com o espigão intermediário
desses dois cursos até cruzar com o espigão que
deixa á direita as águas dos
ribeirão Cruzeiros e Rancho Queimado, e á
esquerda, as dos ribeirão do Ouro e
das Cruzes caminham por este último divisor indo
até a nascente do córrego da
fazenda Santa Isabel.
 
  

  
 
  

 DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 O distrito de paz de Bueno de Andrada terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MOTUCA:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Lageado, na foz do
córrego Passa Cinco, vão dai em reta
a barra do córrego da Fazendo Capão Bonito no
ribeiro de Monte Alegre continuam
pelo espigão que deixa á direita as
águas do córrego Boqueirão e a
esquerda as
da fazenda Namura indo até a nascente do ribeirão
das Almas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DO RINCÃO:
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão das Almas
vão em reta á nascente do córrego
Desbarrancado, cortando o ribeirão Rincão:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA 
 

  

  

 Começam na nascente do córrego Desbarrancado,
vão
daí, em réta, a barra do córrego do
Boi no ribeirão do Rancho Queimado, sobem
por aquele até a barra do córrego da Trela:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da
trela com o  córrego do Boi, sóbem
por aquele até sua cabeceira, vão dai em reta a
Guarita e continuam pelo eixo
da linha ferrea do ramal dos lenheiros até a ponta dos
trilhos, prosseguindo
depois, pelo espigão que deixa á direita as
água do rio Itaquerê, e á esquerda,
as do rio Jacaré-Guassú, indo até
entroncar o divisor dos córregos do Tanque á
esquerda, e da Mulada, á direita.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE GAVIÃO PEIXOTO:
 
  

  

 O distrito de paz de Gavião Peixoto, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Itaquerê na barra
do córrego do Piriquito prosseguem pelo
espigão da margem  esquerda dêsse mestre
Jacaré-Guassú- Itaquerê;
 
  

  

  COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas dos rios Itaquerê e
Jacaré-Guassú, no
ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do
córrego do tanque no rio
Jacaré-Guassú.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MOTUCA:
 
  

  

 O distrito de paz de Motuca terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RINCÃO:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú na foz
ribeirão das Almas e vão por este acima
até
sua nascente:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 Começam na  nascente do ribeirão das
Almas procuram o espigão que deixa a
direita as cabeceiras do córrego da fazenda Namura, e
á esquerda as do córrego
Boqueirão, indo por este espigão
avançam até a barra do córrego da
fazenda
Capão Bonito no ribeirão de Monte Alegre e
vão dai, em reta a barra do córrego
de  Passa Cinco no ribeirão do Lageado.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE RINCÃO:
 
  

  

 O distrito de paz de Rincão terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 Começam na nascente do córrego Desbarrancado, e
são dai em reta, a nascente do
ribeirão das Almas, atravessando o ribeirão do
Rincão;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MOTUCA:
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão das Almas e deste
por êste o rio Mogi-Guassú;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA:
 
  

  

 Começa no ribeirão das Guabirobas, na foz do
pequeno córrego da Estrada Velha,
vão dai, em reta á nascente a barra do
pequeno córrego do Lenheiro de
Francisco Greco no ribeirão das Anhumas depois de cortar e
ribeirão das
Cabeceiras, daquela barra seguem por nova reta, até a ponte
da  Companhia
Paulista de Estradas de Ferro sôbre o córrego
Fundo e por este abaixo até o
ribeirão do Rancho Queimado, subindo por este até
a boca do córrego
Desbarrancado e por este ainda até sua nascente.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA
 
  

  

 O distrito de paz Santa Lucia terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da
Trela com o córrego do Boi, descem por
este ao Ribeirão do Rancho Queimado, vão
daí, em reta a nascente do córrego
Desbarrancado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RINCÃO:
 
  

  

 Começam na nascente do córrego Desbarrancado,
descem por este ao ribeirão do
Rancho Queimado e por este abaixo até a foz
córrego Fundo, pela qual sabem até
a ponte da Companhia Paulista de Estradas de ferro, e dai em reta
á barra do
pequeno córrego do lenheiro de Francisco Greco do
ribeirão da Anhumas, e, por
outra reta, dessa barra atravessando o ribeirão das
Cabeceiras vão á nascente
do córrego do Mosquito seguindo dai, em reta, até
a barra do pequeno córrego da
Estrada Velha no ribeirão das Guabirobas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMERICO BRASILIENSE
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão das Guabirobas,
vão em reta á barra do córrego
do Engenho Velho no ribeirão das Cabeceiras e por outra
reta, depois de
atravessar o ribeirão das Anhumas alcançam a
barra do córrego do Monjolinho no
ribeirão Cruzeiro seguem pelo espigão que deixa
á direita as águas do córrego
da Fazenda Monte Verde, e, á esquerda as do
córrego da Fazenda Santa Maria, até
atingir o alto do espigão que deixa, a leste as
águas do ribeirão da Anhumas,e,
a oeste as do ribeirão Rancho Queimado, e dai seguem
até a cabeceira do galho
de oeste do córrego das Contendas e daí em reta
atingem a nascente do córrego
da Fazenda da Santa Isabel;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na nascente do córrego da Fazenda Santa
Isabel seguem em demanda da
nascente do córrego Cabreuva e depois  a rumo da
confluência do córrego da
Trela no córrego do Boi.
 
  

  

 ARARAS
 
  

  

 O município de Araras comarca do mesmo nome, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Piracicaba-Mogi
Guassú ao  norte as  água
vertentes do ribeirão das Araras, e, ao sul as do
ribeirão Tatu seguem pelo
espigão mestre e seu prolongamento, até a barra
do córrego Monte Alegre no
córrego do Jacú, cabeceira esta do
ribeirão do Roque;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LEME:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Monte Alegre no
córrego do Jacú, sabem por este até
sua cabeceira mais oriental, ganham o espigão deixando ao
norte as cabeceiras
 do ribeirão da Invernada até
alcançar a cabeceira mais ocidental do
córrego da Fazenda São bento, descem este
até sua barra no córrego da Fazenda
da Colonia do Crispim, vão por este acima até sua
cabeceira mais meridional,
dirigem-se a seguir ao espigão que deixa ao norte, as
água do ribeirão do Meio
e, ao sul as do ribeirão das Araras, pelo qual
até alcançar o espigão que deixa
á direita as águas este último
ribeirão, e á esquerda as do córrego
do Rio das
Pedras espigão pelo qual continuam até frontear a
cabeceira mais ocidental do
córrego do Rio das Pedras pelo qual descem até
rio  Mogi-Guassú:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI-GUASSÚ
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde faz barra o
córrego do Rio das Pedras e sobem
pelo rio Mogi-Guassú até a barra do
córrego do Corta-Rabicho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI-MIRIM:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde desagua o
córrego Corta-Rancho sobem por este
até sua cabeceira sudoriental e vão dai em reta
á barra do ribeirão do Pantano
no ribeirão do cerrado e descem por nova reta á
barra do córrego Barbosa no
ribeirão do Ferraz pelo qual sobem até a barra do
córrego Bom Jesus;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Ferraz, na fôz do
córrego Bom Jesus e pelo ribeirão acima
até sua cabeceira, continuam pelo espigão que
deixa as águas do ribeirão Tatú
á
esquerda, e as do ribeirão das Araras á direita
até o espigão mestre
Mogi-Guassú-Piracicaba, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 AREIAS
 
  

  

 O município de Areias, comarca de Queluz
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE QUELUZ:
 
  

  

 Começam no
rio
Itagaçaba, na fóz do córrego
São
Brás pelo qual sóbem até sua
cabeceira mais oriental prosseguem pelo espigão divisor das
água dos rios
Paraiba, á esquerda, e Itagaçaba á
dierita
até atingir o divisor dos rios
Paraíba e Vermelho que tem os nomes locais de Serrote e
Morro da
Fortaleza e
por este divisor continuam até  o
Paredão pelo qual
caminham ate a barra
do córrego do mesmo nome, no rio Paraiba;
 
  

  

 COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba na barra do
córrego Paredão, seguem pelo rio Paraiba
até
a fóz do ribeirão das Palmeiras por este
sóbem e pelo córrego do Açude
até sua
cabeceira continuam pelo divisor que deixa á esquerda as
água do rio Pariba, e,
á direita as do ribeirão Santana, indo
até a cabeceira mais ocidental do
córrego Barreira pelo qual descem ao ribeirão
Vermelho e por este ainda até
boca do córrego de Santa Rita, pelo qual sobem
até sua cabeceira mais ao sul,
continuam pelo divisor que deixa, á esquerda, as
águas dos ribeirões Santana e
Passa Vinte e, á direita as do córrego da Vargem
e ribeirão Vermelho, indo até
a cabeceira do córrego da Estrada Velha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARREIRO: (EX. S. JOSÉ DO
BARREIRO)
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Estrada Velha
seguem pelo espigão da margem
do rio Vermelho passando pelo Morro Santana e Morro frio em demanda da
barra do
córrego frio no rio Santana sóbem por este
até a boca do ribeirão do Pecegueiro
continuam por este até a boca do ribeirão do
pecegueiro, continuam por este
acima até sua cabeceira que contravertente com a cabeceira
do córrego da Vargem
do Inácio tomam o alto do espigão que nada mais
é que a Cordilheira do Mar
passam pelos nomes dos morros da Boa Vista do Encantado o Alto do
Segredo
alcançam a cabeceira do córrego da Estiva e por
ele descem até o rio
Paraitinga:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CUNHA:
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga na fôz do
córrego da Estiva sobem por aquele até a
boca do córrego das Pedras vão por este acima
até sua cabeceira continuam pelo
espigão que deixa á direita as águas
dos afluêntes daquele córrego os
ribeirões
do Causa Cavalo e dos cochos indo até a cabeceira do
córrego Curral Velho:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS:
 
  

  

 Começam no alto do espigão chamado dos
Macaquinhos na cabeceira do córrego
Curral Velho descem por este até o ribeirão dos
Cochos vão dai em reta á
cabeceira mais meridional do rio Paritinga alcançam o
espigão que deixa á
direita as água dêste as águas
dêste rio e, a esquerda as do córrego do Lima
prosseguem por êste espigão até cruzar
com o contraforte entre as água dos rios
Itagaçaba e Itagaçabinha e por este contraforte
 caminham até a
confluências dos referidos rios descendo pelo
Itaçacaba até a barra do córrego
de São Brás onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 ARIRANHA
 
  

  

 O município de Ariranha, comarca de Sta. Adélia
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre São
Domingos-Onça em frente á cabeceira mais
meridional do córrego Bôa Vista  do
Generoso descem por êste ao ribeirão
da Onça:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRANGI:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na
fóz do córrego Boa Vista do Generoso e por
aquele sobem até a barra do córrego Queirozes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALTO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça na
fóz do córrego Queirozes vão por
aquele acima
até a embocadura do ribeirão dos Mendes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça na
fóz do ribeirão dos Mendes, seguem pelo divisor
que deixa á esquerda, as águas dêste
ribeirão, e á direita as do córrego
das
Conganhas até encontrar a reta que parte da
confluência das principais
nascentes do córrego do Cunha e vai á barra do
córrego do Cedro, no córrego dos
Leites;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADÉLIA:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas dos
córregos do Cunha e Congonhas no ponto em
que é cortado pela reta que da confluência das
principais nascentes do córrego
do Cunha vai á barra do córrego do Cedro no
córrego dos Leites, prosseguem pela
reta referida até sua extremidade na barra citada sobem pelo
córrego dos Leites
até a barra do córrego dos Motas, vão
por êste acima até sua cabeceira mais
ocidental procuram  a cabeceira mais oriental do
córrego dos limas, que
fica na contravertente e descem por êste sua
confluência com o córrego da
 Bôa Esperança;
 
  

  

 COMO MUNICÍPIO DE PINDORAMA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego dos
Limas com o córrego da Bôa Esperança
sobem por aquele até a barra do córrego da
Figueira continuam pelo espigão que
 deixa á direita  as águas
dêste último, caminhando até encontrar
o
espigão mestre São Domingos-Onça pelo
qual avançam até confrontar com a
cabeceira mais meridional do córrego Bôa Vista do
Generoso onde tiveram inicio
estas divisas
 
  

  

 ASSIS
 
  

  

 O município de Assis, comarca do mesmo
nome constituindo do distrito
de paz da sede e do de Tarumã, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARACAI:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
Anhuminhas ou do Bugio, sabem
por êste até sua cabeceira mais setentrional
continuam pelo espigão entre as
águas do rio Capivara e ribeirão do Cervo,
á esquerda e do ribeirão Dourado á
direita indo até a nascente do córrego Cambe ou
Cateto, pelo qual descem até o
ribeirão do cervo, e por êste acima até
a barra do córrego Tempestade, pelo
qual sobem até sua cabeceira, vão dai rumo
á cabeceira do córrego ao Ajoro pelo
qual descem até o ribeirão das Antas, e por
êste ainda até a barra do córrego
do Campo Bonito;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAGUASSÚ:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Antas, na barra do
córrego do Campo Bonito, continuam
pelo espigão que contorna o córrego do Retiro
indo á cabeceira do córrego
Mombuca, pelo qual descem até o rio Capivara;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BELA VISTA
 
  

  

 (EX-CAMPOS NOVOS)
 
  

  

 Começam no ribeirão da Capivara, na barra do
córrego  Mombuca, sobem pelo
Capivara, até a barra do ribeirão de
São Bartolomeu,  sobem pelo Capivara,
até a barra do ribeirão de São
Bartolomeu, sobem por êste até sua cabeceira
mais oriental, ganhando, o rumo, o espigão mestre
Paranapanema-Peixe, em frente
á cabeceira da Água do Café:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALMITAL:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Peixe-Paranapanema em
frente a cabeceira da água do
Café, descem por esta e pelo ribeirão Pirapitinga
até a porte da estrada de
rodagem que vai da cidade de Palmital à de Assis;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CANDIDO MOTA:
 
  

  

 Começam na ponte do ribeirão Pirapitinga, na
estrada de rodagem que  de
Assis vai á Palmital, vão daqui, em reta,
até a barra do córrego do Matão, no
ribeirão do Pavão e desta confluência
em reta a fóz do córrego Figueira, no
ribeirão Jacu, sobem êste até sua
cabeceira do galho da esquerda, e continuam
pelo espigão que deixa, á esquerda, as
águas do ribeirão da Queimada, e. á
direita, as do ribeirões Fortuna e Dourado, até
alcançar a cabeceira do córrego
do Brene e por êste abaixo até o rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do córrego do
Brene e vão pelo rio abaixo
até a barra do ribeirão Anhuminhas onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ASSIS
 
  

  

 TARUMAN
 
  

  

 O distrito de paz de Taruman terá como divisa interna, com o
distrito de paz da
séde o espigão mestre Paranapanema-Capivara em
toda sua extensão, deste onde
fronteira a cabeceira da Água da Pinguela afluente do
ribeirão Queixada, até
frontear a cabeceira do córrego do Cateto, ou
Lmbé afluente do ribeirão da
Fortuna.
 
  

  

 ATIBAIA
 
  

  

 O município de Atibaia, comarca do mesmo nome,
constituição do distrito de
paz da séde e do de Jarinú, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Jundiaí ao sul, e as do rio Atibáia ao
norte, onde esta cruza o divisor da margem direita do
ribeirão Invernada,
seguem pelo espigão em demanda da nascente mais ocidental do
ribeirão do Morro
Azul, pelo qual descem até o rio Atibaia e vão
por este acima até a barra do
ribeirão da Fazenda Velha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA:
 
  

  

 Começam no Atibaia, onde faz a barra o ribeirão
da Fazenda Velha, sobem por
aquele até a barra do ribeirão de Mato Dentro e
por este acima até sua
cabeceira mais meridional, continuam pelo espigão em demanda
da confluência do
córrego da Bocaina, que passa na séde da Fazenda
Trigo, no rio das Pedras,
sobem por êste até a ponte da São Paulo
Raiiway Company, prosseguem pelo
espigão dos Cubas até a confluência do
córrego do Areal, no ribeirão da Resaca
que vem do bairro do Morro Grande, e continuam pelo espigão
que deixa á
direita, as cabeceiras do ribeirão dos Peçanhas,
até o Morro Grande dos Cunhas,
na cabeceira do córrego do Padre Abel.
 
  

  

 COM O  MUNICÍPIO DE PIRACAIA:
 
  

  

 Começam no Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais
setentrional do córrego
do Padre Abel e por êste descem até o rio
Cachoeira:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeira, onde faz barra o
córrego do Padre Abel, descem por
aquele até o rio Atibaia ou Atibainha e por êste
ainda até a foz do ribeirão
Laranja Azedo, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
ocidental, já no Pico da
Serra de Itapetininga, continuam pela crista desta em demanda da barra
do
córrego da Pedra Vermelha no ribeirão do Onofre,
transpõem o ribeirão seguindo
pelo cumiada da Serra da Pedra Vermelha deixando, á esquerda
as águas do
ribeirão Itapetininga ou  dos Pintos e contornos as
cabeceiras do córrego
da Pedra Vermelha até o pião divisor entre as
águas dos rios Jundiaí, Onofre e
Cachoeirinha:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUQUERÍ:
 
  

  

 Começam no pião divisor entre as águas
dos rios Jundiaí, Onofre e Cachoeirinha,
prosseguem pelo espigão que deixa ao norte, as
águas do rio Onofre e, ao sul,
as do rio Jundiaí, em demanda da barra do córrego
Cangica no rio Jundiaí,
seguem pelo espigão fronteiro que deixa á
esquerda as águas dêste córrego e
alcançam a Serra do Botujurú, divisor entre as
águas do rio Jundiaí ao norte a
do rio Juquerí ao sul até cruzar o
espigão entre as águas do ribeirão dos
Taipas á direita, e as do ribeirão das
Éguas ou da Fazenda Velha á esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAí:
 
  

  

 Começam na Serra do Botujurú onde esta cruza com
o espigão que deixa á direita
o ribeirão das taipas e á esquerda o
ribeirão das éguas ou da Fazenda Velha;
seguem pelo espigão em demanda da barra do
ribeirão da taipas no rio Jundiaí
prosseguem desta barra, pelo espigão fronteira em demanda da
cabeceira mais
oriental do ribeirão dos Perdões e por
êste descem até o rio Jundiaí-Mirim e
por êste abaixo até a barra do córrego
do Tanque ou Invernada seguindo dessa
confluência pelo espigão que deixa a leste as
águas dêste último até
cruzar com
o divisor entre as águas do rio Jundiaí ao sul e
as do rio Atibaia ao norte
onde principiaram estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ATIBAIA:
 
  

  

 JARINÚ
 
  

  

 O distrito de paz de Jarinú terá as seguintes
divisas internas:
 
  

 Começam no rio Atibaia na barra do ribeirão de
Matão Dentro sobem pelo Atibaia
até a embocadura do ribeirão de Campo Largo e por
esta acima até a barra do
ribeirão do Morro de Antonio Alves, continuam pelo
espigão intermediário a esse
dois cursos e pelo que deixa á direita o ribeirão
Maracanâ, e, á esquerda, o
rio Atibaia, indo até a barra do córrego de Rio
Acima no rio Jundiaí e por êste
abaixo até a boca ribeirão das Taipas.
 
  

  

 AVAÍ
 
  

  

 O município de Avaí, comarca de
Baurú, constituído do distrito de paz da
séde e do Guaricanga, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE ALVES:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Avaí,
seguem por êste abaixo até sua barra no
rio Batalhinha, sobem por êste até a foz do
córrego chamado Água do Km 60 e por
êste acima  até sua cabeceira,
vão daqui em demanda da cabeceira do
córrego da Fazenda Cangica, continuam por êste
abaixo até o ribeirão Jacutinga
e por êste acima até a foz do córrego
do Cateto pelo qual sobem até a
 barra do córrego da Usina Miranda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUI:
 
  

  

 Começam no córrego do Cateto na barra do
córrego da Usina Miranda, sobem por
aquele até sua cabeceira  principal continuam
depois pelo divisor que
deixa á esquerda as águas do rio Dourados e
á direita as do rio Batalha,em
demanda da cabeceira do córrego do Bicho caminham por
êste abaixo até o rio
Batalha e por êste acima a barra do ribeirão
Água Parada;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BAURÚ:
 
  

  

 Começam na confluência  do rio Batalha
com o ribeirão da Água Parada
continuam pelo espigão intermediário entre essas
duas águas até frontear a
cabeceira mais setentrional do córrego da Divisa por
êste abaixo até o ribeirão
do Pantano e por êste ainda até a foz do
ribeirão Fundo: seguem pelo que

deixa á direita as águas do rio Batalha e
esquerda as ribeirão Fundo e córrego
Santa Maria, até na cabeceira do
 córrego chamada água do Km 39 pelo qual
descem ao córrego da Cobra e por êste acima
até sua cabeceira ganham ao córrego
da Cobra e por êste acima até sua cabeceira ganham
a rumo a cabeceira do
córrego Sete Alqueires e  por êste descem
 ao rio Batalha pelo qual
sobem até a  embocadura do córrego das
Antas caminham por êste acima até
sua cabeceira, continuando depois pelo espigão que deixa.,
á direita as águas
do córrego  do Arriba, e a esquerda, as do
ribeirão Barreira, até alcançar
o espigão  mestre divisor entre as águas
dos rios Batalha e Alambari:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA:
 
  

  

 Começa no divisor mestre dos rios Batalha e Alambari, onde
cruza o divisor dos
córregos Saraiva e Araribá, seguem pelo
espigão mestre até defrontar a
cabeceira mais alta do córrego Eduardo Porto:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GALIA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Batalha-Alambari em
frente a cabeceira do córrego
Eduardo Porto, e vão dai em reta á cabeceira do
córrego Avaí onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE AVAÍ
 
  

  

 GUARICANGA
 
  

  

 O distrito de paz de Guaricanga terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município de
Avaí:
 
  

 Começa no ribeirão Fundo, na foz do
córrego do Pantano, descem por aquele ao
rio Batalha e por  êste abaixo até a
barra do ribeirão Capituva,
continuando pelo espigão que deixa, á direita as
águas deste último e á
esquerda, as do ribeirão Jacutinga até frontear a
cabeceira do córrego Cateto.
 
  

  

 AVANHANDAVA
 
  

  

 O município de Avanhandava, comarca de
Penápolis, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego do
Matão sobem por êste até sua
cabeceira mais ocidental, e prosseguem pelo espigão que
deixa, á esquerda as
águas do ribeirão Lageado, e, á
direita as dos ribeirões Barra Mansa último no
rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFÁCIO:
 

  

 Começam no
rio Tietê, na foz Água da Barrinha da
Figueira, e pelo rio sobem até a barra do
ribeirão dos Patos:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o
ribeirão dos Patos sobem por êste até a
foz do ribeirão Barra Mansa e por êste acima
até a embocadura do córrego Areia
Branca, e ainda por êste até sua cabeceira,
continuam pelo espigão
Aguapei-Tietê, em demanda da cabeceira do córrego
Perobal e por êste descem até
o rio Feio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego Perobal,
descem pelo rio até a barra do
córrego do Matão, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 AVARÉ
 

  

  

 O município de Avaré, comarca do mesmo
nome, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CESAR:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde faz barra, o
ribeirão Bonito pelo qual até a
cabeceira mais setentrional, transpõem o espigão
mestre entre os rios Pardo
Paranapanema em demanda da cabeceira, que fica em contravertente do
ribeirão da
Bôa Vista e por êste descem até o rio
Novo e por êste acima até a barra do
córrego do Cateto ou Tatêto, subindo por
êste acima a sua cabeceira já no
espigão mestre entre as águas do rio Novo e as do
rio Pardo, ganham a cabeceira
do córrego dos Cochos Velhos e por êste abaixo e
pelo córrego Lageado até o rio
Pardo, descendo por êste até o ribeirão
Palmital;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na barra do ribeirão
Palmital e por este acima até a
barra do córrego do Muniz;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LENÇÓIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão Palmital, onde
deságua o córrego do Muniz, sobem pelo
ribeirão até a embocadura do córrego
que passa próximo a sede da Fazenda
Palmital;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ:
 
  

  

 Começam no rio Palmital, onde deságua o
córrego que passa perto da sede da
fazenda Palmital, sobem por êste córrego
até sua cabeceira mais ocidental,
transpõem o espigão em demanda da cabeceira do
córrego da Comissão, que nasce
na contravertente, e vão por êle abaixo
até o ribeirão da Divisa e por êste,
ainda até o rio Pardo, subindo por êste
até a barra do ribeirão Tijuco Preto;
 

  

 COM O MUNICIPIO DE
ITATINGA
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na barra do ribeirão Tijuco
Preto, sobem por este até a
cabeceira do galho central, vão daí em reta, a
barra do ribeirão Bonito no rio
Novo, e por este acima até sua cabeceira sudocidental,
prosseguindo pelo
espigão que deixa, a leste, as águas do
ribeirão Corrente, e, a oeste o
ribeirão da Pedra Preta, indo ate a barra do
ribeirão Corrente, no rio
Paranapanema;
 
  

  

 COM O MUNICIPIO DE ITAÍ:
 
  

  

 Começam onde o ribeiro Corrente faz barra no rio
Paranapanema e vão por este
abaixo até a foz do ribeirão Bonito, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 BANANAL
 

  

  

 O município de Bananal, comarca do mesmo nome
terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO
 
  

  

 Começam no Morro da Divisa, continuam pelo divisor que
deixa, a esquerda, as
águas do rio Formoso e córregos Bom Destino e Boa
vista, e, a direita, as dos
córregos do Açude, Coqueiros e
ribeirão do Antero, alcançam a cabeceira mais
ocidental do córrego Pimentel, pelo qual descem ao
ribeirão das Palmeiras e por
este abaixo, ate o rio Ipiranga e por este ainda, ate a boca do
córrego
Nacional, pelo qual sobem até sua cabeceira mais ocidental,
continuam pelo
divisor que deixa, a direita, as águas do rio Barreiro e, a
esquerda, as do
ribeirão Fortaleza, até a cabeceira mais
ocidental do Córrego Reserva, pelo
qual descem até o rio Barreiro, subindo por este ate a foz
do córrego da Divisa
e por este acima até sua cabeceira principal, continuam pelo
divisor que deixa,
a direita, as águas do rio Barreiro e ribeirão
Cantagalo e, a esquerda, as da
Água do Piranchim (passando pelo Monte Alto) e as do
córrego Cafundó e ribeirão
Caracol, até atingir a cabeceira mais ocidental do
córrego do Cunha, pelo qual
descem até o rio Turvo e por este abaixo ate a boca do
córrego Quebra Canto,
pelo qual sobem até sua cabeceira mais oriental, ganham a
cabeceira principal
do córrego do Boeiro de cima e por ele descem ao rio
Bananal, e por este ainda
ate a barra do córrego da Soledade e por este acima e pela
Água Pequena até sua
cabeceira mais oriental, continuam pelo espigão que deixa, a
direita, as águas
destes últimos cursos, e, a esquerda, as do
córrego do Sitio e do ribeirão da
Bocaina, até alcançar a cabeceira mais ocidental
do córrego da Estrela e por
este abaixo até o ribeirão Bocaina, pelo qual
sobem até a embocadura do córrego
da Independência e por este acima ate sua cabeceira,
vão daqui, a cabeceira
principal do córrego Tapir e por este abaixo até
o rio Carioca ou das Antinhas,
sobem por este até a boca do córrego Alfa e por
este acima e pelo córrego Beta,
ate sua cabeceira principal, daí pelo divisor que deixa, a
direita, as águas do
rio Carioca ou Antinhas, e, a esquerda, as do rio Barra Mansa, ate a
Pedra do
Rio Claro, já na Serra da Carioca, continuam pela cumiada
desta ate atingir a
cabeceira mais oriental do córrego dos Cabritos, descem por
este ao rio da
Prata e por este acima até a barra do córrego do
Pedro e por este ainda até sua
cabeceira principal, seguem pelo alto do Morro do Pedro e continuam
pelo
divisor que deixa, a direita, as águas do
ribeirão Jararaca, e, a esquerda, as
do ribeirão Róla ou Valentim, e do rio do
Braço, indo até a barra do ribeirão
da Jararaca no rio do Braço, subindo pór este e
pelo córrego do Ronca  ate
sua cabeceira e depois pela crista da Serra do Mar ou Geral
até a barra do
ribeirão do Tombo, no rio Bracui, continuando de novo, pela
cumiada da Serra do
Mar ou Geral, até seu cruzamento com a Serra das Perobeiras,
que é o espigão
mestre entre as águas do rio Bracui, a direita, e as do rio
Mombucaba, à
esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICIPIO DE BARREIRO 
 
  

  

 Começam na Serra do Mar ou Geral, onde êle cruza
com a Serra das Perobeiras,
que é o espigão mestre entre as águas
do rio Bracuí, a direita, e as do rio
Mambucaba, à esquerda, seguem por êsse
espigão mestre até a Pedra Redonda e
continuam pelo espigão que deixa, a direita, as
águas do rio Barreiro, e a
esquerda, as do rio Formoso, até o Morro da Divisa, onde
tiveram princípio
estas divisas.
 
  

  

 BARIRÍ
 

  

  

 O município de Barirí, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da
sede e do de Itaju, terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICIPIO DE IBITINGA
 
  

  

 Começam no rio Tiete, onde faz barra o rio
Jacaré-Pepira, sobem por este até a
barra do córrego Perdizes;
 
  

  

 COM O MUNICIPIO DE BÔA ESPERANÇA
 
  

  

 Começam na barra do córrego das Perdizes, no rio
Jacaré-Pepira e vão por este
acima até a foz do ribeirão das Três
Barras;
 
  

  

 COM O MUNICIPIO DE BOCAÍNA 
 
  

  

 Começam no rio Jacaré - Pepira, onde
deságua o ribeirão das Três Barras,
vão
por este acima ate a embocadura do córrego do Meio,
continuam por este acima, e
pelo braço da direita, até a sua cabeceira;
seguem pelo espigão que deixa, a
esquerda, as águas dos córregos do Meio, Taboa e
ribeirão Curralinho, em
demanda da cabeceira do córrego da Taboca, que nasce cerca
de meio km ao sul da
estação do mesmo nome, da estrada de Ferro
Douradense;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE JAÚ
 

  

 Começam na
cabeceira do córrego da Fazenda Prata por
este descem até o ribeirão da Prata segundo por
este abaixo até o rio Jaú:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPUÍ:
 

  

 Começam no
rio Jaú, onde desemboca o ribeirão da
Prata vão pelo rio abaixo até a sua no rio
Tiête e por este descem até a barra
do ribeirão da Água Limpa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS
 
  

  

 Começam no rio Tiête, onde deságua no
ribeirão da Água Limpa e vão por
aquele
abaixo até a barra do Veado:
 

  

 COM O MUNICIPIO DE
IACANGA
 

  

 Começam no
rio Tietê, na barra do córrego do Veado e
descem por aquele rio até a fôz do rio
Jacaré - Pepira, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BARIRÍ
 

  

  

 ITAJU
 
  

  

 O distrito de paz de Itajú terá as seguintes
divisas internas com o distrito de
paz da sede do municipio de Bariri:
 
  

 Começam no rio Tiête na foz do ribeirão
Bôa Vista de Cima, sobem pelo ribeirão
até sua cabeceira mais oriental e continuam pelo
espigão até a barra do córrego
das Perdizes no rio Jacaré - Pepira
 
  

  

 BARRA BONITA
 

  

 O
município de barra Bonita comarca de Jaú,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam no rio Tiête,onde faz barra o
ribeirão Iguatemi; sobem por êste a boca
do córrego Trindade continuam pelo espigão
fronteiro em demanda do espigão
mestre Jaú-Tiête pelo qual  caminham
até frontear a cabeceira do córrego
da Fazenda Ferraz do Amaral;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MINEIROS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tiête-Jaú, em frente a cabeceira do
córrego da
Fazenda Ferraz continuam pelo espigão mestre até
frontear a nascente do córrego
da Fazenda Boa Vista, vão daqui em reta á
nascente do córrego das Fazenda
Francisco e daqui, sempre em reta, á confluência
do córrego da Fazenda das Três
Barras no ribeirão atravessam êste
último, e prosseguem pelo espigão que deixa,
á direita as águas do ribeirão citado,
e, á esquerda, á esquerda as do
ribeirão
Água Vermelha, até encontrar a cabeceira mais
setentrional do córrego da
Fazenda Werneck pelo qual descem até o ribeirão
Água Vermelha e por êste abaixo
até o rio Tiête;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO MANOEL
 
  

  

 Começam no rio Tiête na foz do ribeirão
da Água Vermelha, descem pelo rio até a
barra do córrego do Vermelho, descem pelo rio até
a barra do córrego do
Saltinho, vão por êste  acima
até sua nascente mais ocidental, continuam
em reta a nascente do córrego da Divisa, pelo qual descem
até sua barra no
ribeirão da Posse, dai, alcançam o
espigão que deixa á direita as águas
do rio
Tiête, e, á esquerda ás do rio Paraizo
e pelo espigão prosseguem em demanda da
confluência do rio Paraizo no rio
Lençóis;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOCAIUVA:
 
  

  

 Começam no rio Lençóis, na boca do rio
Paraizo e vão por aquele abaixo até o rio
Tietê e por êste ainda até a barra do
ribeirão Iguatemi, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 IGARAÇÚ
 
  

  

 O distrito de paz de Igaraçú do
município de São Manoel,com as divisas
previstas neste decreto, é transferido, neste data, para o
município de Barra
Bonita e passará á categoria "de zona distrital
do distrito da séde do
município".
 
  

  

 BARREIRO
 

  

  

 BARREIRO (EX-SÃO JOSÉ DO BARREIRO)
 
  

  

 O  município de Barreiros, comarca do
mesmo nome terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO  DE AREIAS:
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga,na barra ribeirão da
Estiva, sobem por êste até sua
cabeceira mais oriental. seguem pelo divisor que deixa as
águas do rio
Paraitinga á esquerda passando pelo Alto do Segredo Morro do
Encantado Morro da
Bôa Vista em demanda da cabeceira do ribeirão
Pecegueiro por êste descem até
sua barra no ribeirão Santana e por êste a barra
do córrego Frio, tomam pelo
espigão fronteiro passando pelo Morro Frio, Morro Santana,
em demanda da
cabeceira do córrego da Estrada Velha;
 
  

  

 COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Estrada Velha,
pelo qual descem até sua
barra no ribeirão de Santana, descem por êste
até a foz Moinho, sobem por este
até sua cabeceira principal, continuam pelo divisor que
deixa, á esquerda as
águas do ribeirão Santana, e a direita as do
córrego da Barra, até o alto da
Capoeirinha, prosseguindo dai pelo divisor que deixa, á
direita, as águas dos
córregos Barra e Carrapatos e, à esquerda, as
águas do ribeirão Santana,e a
direita as  córregos da Barra até o alto
da Capoeirinha, prosseguindo daí
pelo divisor que deixa, á direita, as águas dos
córregos Barra e Carrapatos e,
à esquerda as do Capoeirinha, até a cabeceira
mais ocidental do  ribeirão
da Onça, pelo qual descem até o
córrego do Jaguar e por este sobem até sua
cabeceira;
desta vão a cabeceira do córrego do
Jabá pelo qual descem, continuando pelo
córrego da Grama e pelo córrego Vermelho
até sua cabeceira mais meridional indo
desta a cabeceira principal do córrego Santo Antonio pelo
qual descem até o rio
Feio, seguem por este  acima até sua cabeceira
principal; prosseguem pelo
espigão que, á direita as águas do
córrego do Pinheirinho, e a esquerda as do
ribeirão Feio até a cabeceira mais ocidental do
córrego do Bambual pelo qual
descem até o córrego dos Pinheirinhos, sobem por
êste até a barra do córrego
cafesal e por este ainda até sua cabeceira mais
setentrional, seguem pelo
espigão que deixa, á direita as águas
do rio Feio, e a esquerda, as do rio
Formoso, até alcançar a água da Curva
da Estrada de Ferro, pela qual descem até
o rico Formoso caminham por este abaixo até o
ribeirão da Cachoeira ou
Provisório e por este acima e pelo córrego da
Internada, seguindo até o alto do
Morro da Divisa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BANANAL:
 
  

  

 Começam no alto do Morro da Divisa, prosseguem pelo
"divorium acquarum
", do  rio Formoso, á direita, e rio Barreira
e afluência, á
esquerda, e, passando pelos morros de Mato Dentro da Pedra Redonda,
continuam
pela Serra que serve de divisor entre as águas vertentes dos
rios Barreiro e
afluentes, Paca Grande e afluentes a esquerda e os  dos rio
Mambucada e
afluentes á direita serra que tem as
denominação locais de Serra de
Caxumbú,
Boqueirão, Perobeiras, até alcançar a
Serra Geral ou Mar, já nas divisas do
Estado do Rio de Janeiro;
 
  

  

 COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO:
 
  

  

 Começam na serra Geral ou do Mar, onde esta entronca com a
Serra das
 Perobeiras, continuam pela cordilheira Geral até
atingirem o espigão que
deixa a direta as águas rio da Onça,e a
esquerda as do ribeirão de Santo
Antonio até frontear a mais alta cabeceira do rio da
Memória, pelo qual descem
até sua foz no rio Mambucada;
 
  

  

 COMO MUNICÍPIO DE CUNHA
 
  

  

 Começam na barra do rio da  Memória, no
rio Mambucada, sobem por êste até
barra do rio do Veado e dessa confluência procuram o
espigão que deixa á direita as águas
do rio do Veado,e á esquerda as
do rio Guaripú e rio Paraitinga, prosseguindo pelo
espigão até dar na barra do
córrego da Estiva no rio Paraitinga, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 BARRETOS
 
  

  

 O  município de Barretos,comarca do mesmo nome,
constituído pelos distrito
da sede e os de Frigorífico, Itambé e
Laranjeiras, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no rio Grande, na barra do ribeirão Passa
Tempo sobem por aquele até a
barra do rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNCIPIO DE GUAÍRA:
 
  

  

 Começam no rio Grande na barra do rio Pardo e por este acima
até a foz do
ribeirão do Rosário;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo na foz do ribeirão do
Rosário e por aquele até a
barra do rio Turvo:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na barra do rio Turvo, seguem
pelo espigão que deixa
á direita as água do ribeirão
Pitangueiras, e á esquerda as do rio Turvo até
alcançar a nascente do córrego da Posse Seca:
vão deste ponto, com reta de rumo
leste-oeste, até alcançar o córrego do
Capim, pelo qual sobem até a sua
cabeceira mais ocidental; transpõem o espigão e
alcançam a cabeceira mais
próxima do córrego da Bagagem ou Três
Pontas e por êste descem até o rio
Cachoeirinha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLÍMPIA:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da
Bagagem,descem por aquele até
a barra do córrego da Mata e por êste acima e pelo
córrego da Mata e por êste
acima e pelo córrego da Bôa Sorte até
sua cabeceira mais setentrional, e dai
pelo espigão divisor das águas do rio
Cachoeirinha, á esquerda e córrego das
três Barras no ribeirão Passa Tempo descendo por
este até sua barra no rio
Grande onde tiveram  inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BARRETOS:
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município
de Barretos terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAMBÉ:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa á direita
as águas do rio Pardo, e á esquerdo as
do rio Cachoeirinha e ribeirões Passa Tempo e Anhumas, na
cabeceira mais
ocidental do ribeirão Pitangueiras, seguem pelo
espigão até a cabeceira mais
ocidental do córrego Queixada;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LARANJEIRAS:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa á
esquerda, o ribeirão Anhumas, e á direita, as do
rio Pardo na cabeceira mais ocidental do córrego Queixada
descem por este até o
rio Velho e por este abaixo até a boca do córrego
Queixada descem por
este até o rio Velho e por este abaixo
até a boca do córrego Jatai, vão
dai em reta á barra do córrego do Bagre no
ribeirão Mandi e por êste abaixo até
o rio Pardo:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE FRIGORÍFICO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão
Pitangueiras e vão por este acima até
sua mais ocidental no espigão divisor entre as
águas do rio Pardo,á direita, e
as do rio Cachoeirinha á esquerda:
 
  

  

 FRIGORÍFICO:
 
  

  

 O distrito de paz de Frigorífico terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAMBÉ:
 

  

  

 Começam na barra do córrego Tamburi, no
córrego da
Bagagem, seguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas daquele,
continuando pelo espigão que deixa, à direita. As
águas do rio Pardo, e, à
esquerda, as do rio Cachoeirinha, até a cabeceira mais
ocidental do ribeirão
Pitangueiras;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do
rio Pardo, e, à esquerda, as do rio Cachoeirinha, na
cabeceira mais ocidental
do ribeirão Pitangueiras, alcançam essa cabeceira
e vão pelo ribeirão abaixo
ate o rio Pardo.
 

  

  

 ITAMBÉ:
 

  

  

 O distrito de paz de Itambé será as seguintes
divisas
internas.
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LARANJEIRAS
 

  

  

 Começam no rio Grande, na barra do ribeirão da
Onça,
pelo qual sobem ate a boca do córrego do Pavão,
por este acima ate sua
cabeceira, continuando pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do rio
Pardo, e, à direita, as do ribeirão Anhumas,
até a cabeceira mais ocidental do
córrego Queixada;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do
rio Pardo, e, a direita, as do ribeirão das Anhumas, na
cabeceira do córrego
Queixada, continuam pelo espigão e pelo se prolongamento,
que deixa, sempre, a
esquerda, as águas do rio Pardo, e, a direita, as do
ribeirão Passa Tempo e rio
Cachoeirinha, a te a cabeceira mais ocidental do ribeirão
Pitangueiras;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE FRIGORÍFICO
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do
rio Pardo, e, à direita, as do rio Cachoeirinha, na
cabeceira mais ocidental do
ribeirão Pitangueiras, continuam pelo espigão
até cruzar com o espigão que
deixa, à direita, as águas do córrego
do Tamburi, indo até a barra deste no
córrego da Bagagem.
 

  

  

 LARANJEIRAS:
 

  

  

 O distrito de paz de Laranjeiras terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão do
Mandi,
sobem por este ate a boca do córrego do Bagre,
vão daí, em reta, a barra do
córrego Jataí, no rio Velho, e por este acima
até a embocadura do córrego
Queixada, pelo qual sobem até sua cabeceira mais ocidental
no espigão que
deixa, a direita, as águas do rio Pardo, e, a esquerda, as
do ribeirão Anhumas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAMBÉ:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do
rio Pardo, e, à esquerda, as do ribeirão Anhumas,
na cabeceira do córrego
Queixada, continuam pelo espigão em demanda da cabeceira do
córrego do Pavão, e
por este abaixo, ate o ribeirão da Onça e por
este ainda ate o rio Grande.
 

  

  

 BATATAIS
 

  

  

 O município de Batatais, comarca do mesmo nome, passa
a ter as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE ORLÂNDIA:
 

  

  

 Começam no ribeirão São Pedro, onde
faz barra o
córrego da Lagoinha, sobem por este ate sua cabeceira mais
oriental, daí,
prosseguem pelo espigão que deixa, a direita, as
águas do córrego Fazendinha,
e, a esquerda as do córrego Capão Seco,
até seu cruzamento com o divisor mestre
das águas do rios Sapucaí e Agudos, ao norte, e
ribeirão de Santana, ao Sul;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NUPORANGA:
 

  

  

 Começam no cruzamento do divisor das águas do
córrego
Capão Seco e ribeirão São Pedro, com o
espigão mestre das águas dos rios
Sapucaí e Agudos, ao norte, e ribeirão Santana,
ao Sul, prosseguem por este
espigão até a cabeceira mais ocidental do
córrego A, pelo qual descem até o
ribeirão da Cachoeira, e por este ribeirão abaixo
até sua foz no ribeirão
Sapucaí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FRANCA:
 
  

  

 Começam onde faz barra o ribeirão da Cachoeira,
no rio Sapucaí, e sobem por
êste até o desaguadouro do rio de Santa Barbara:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PATROCINIO DE SAPUCAÍ:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde se lança
o rio Santa Barbara, e vão por aquele
acima até a embocadura do ribeirão da
Paciência;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no
rio Sapucaí,
onde descarrega o ribeirão da Paciencia, sobem por
êste
até a barra do córrego Monjolinho, continuam pelo
espigão intermediário entre
essas duas águas até o alto do espigão
divisor do
ribeirão Batatais, ao Sul, e
cabeceira do Paciencia, ao Norte, vão daqui, à
cabeceira
mais oriental do
córrego do Arrail Velho, e dai em reta, à barra
do
córrego de Manuel de Campos,
no ribeirão do Engenho da Serra, pelo qual sobem
até sua
cabeceira mais
meridional, transpõem o espigão em rumo da
cabeceira
 mais setentrional,
do córrego que nasce cerca de dois Klms, a leste da fazenda
de
Higino Noronha,
descem por êste até o ribeirão do
Adão, e,
vão daí ao massiço entre as
águas do
ribeirão do Adão, à direita, e as do
córrego da Fazenda Bôa Vista do Selado,
à
esquerda, e pelo massiço caminham até sua ponta
mais
meridional, de onde vão,em
reta, a barra do primeiro córrego que deságua
logo abaixo
da Fazenda Alcidio,
na margem direita no ribeirão do Adão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Adão, onde faz
barra o primeiro córrego da margem
direita que desagua logo abaixo da Fazenda Alcidio, sobem pelo referido
córrego
até sua cabeceira mais oriental, vão
daí, em reta, de rumo Oeste-Leste, até o
ribeirão Furquim, pelo qual sobem até a barra do
córrego da fazenda Pau Dalho,
caminham pelo espigão que deixe, a direita, as
águas da fazenda Pau Dalho, e, a
esquerda, as do ribeirão do Silva até o
espigão mestre entre as águas do rio
Sapucaí, à direita, as do rio Pardo, à
esquerda,por êste espigão mestre caminham
em demanda da cabeceira da fazenda de M. Caetano,descem por
êste córrego até
sua barra no ribeirão da Mata, barra essa que ocorre abaixo
da séde da referida
fazenda, descem pelo ribeirão da Mata até sua
barra no ribeirão São Pedro:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão São Pedro, onde
faz barra o ribeirão da Mata, sobem por
aquele até a foz do córrego da Lagoinha, onde
tiveram início estas divisas.
 
  

  

 BAURÚ
 

  

  

 O município de Baurú, comarca do mesmo
nome constituído do distrito de paz
da séde e dos de Nogueira e Presidente
Tibiriçá terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre que separa as bacias
dos rios Tietê e Paranapanema,
no contraforte divisor entre as cabeceiras dos córregos
Barra Grande e Saraiva,
sèguem pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Barreiro,e, à
esquerda, as do córrego Araribá, indo
alcançar a cabeceira do córrego das
Antas, pelo qual descem até o rio Batalha, continuam por
êste abaixo até a foz
do córrego Sete Alqueires, pelo qual sobem até
sua cabeceira, ganham a rumo, a
cabeceira do córrego da Cobra,por êste descem
até a barra do córrego chamado
Água do Km, 39, vão por êste acima
até sua cabeceira, continuando pelo espigão
que deixa,à esquerda, as águas do rio Batalha,
à esquerda, até a junção
desses
dois cursos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUI:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão da
Água Parada, no rio Batalha, continuam
pelo espigão que deixa, a direita, as águas do
Água Parada e do córrego da Boa
Vista, e à esquerda, as do ribeirão do Clavinote,
até cruzar com o espigão
mestre entre os rios Tietê e Batalha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IACANGA:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Tietê, e as do rio Batalha, onde ele
cruza como divisor entre as águas do ribeirão
Água Parada e córrego da Boa
Vista à direita, e as do ribeirão do Clavinote,
à esquerda, continuam pelo
espigão mestre até o contraforte entres as
águas dos ribeirões Figueira e
Bonito:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, à esquerda, e as do
rio
Batalha, à direita, no contraforte divisor da
águas dos ribeirões Figueira e
Bonito, seguem pelo espigão que contorna as cabeceiras do
córrego da Figueira e
pelo que deixa, á esquerda, as vertentes dêste
córrego, indo até sua barra no
córrego Almorés, no rio Baurú, subindo
pelo córrego até sua cabeceira, ganham o
espigão que contorna as cabeceiras do córrego
Água Branca, indo até  barra
do córrego P. Santos, no ribeirão Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AGUDOS:
 
  

  

 Começam no ribeirão Grande, onde
deságua o córrego P.Santos e vão pelo
ribeirão
acima e pelo córrego da Conceição
até sua cabeceira mais ocidental, cortem
os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana,alcançam a
cabeceira do córrego do
Falcão e por êste descem ao rio Batalha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRATININGA
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na barra do córrego do
Falcão, descem pelo rio até a
foz do ribeirão Dagua do Paiol, e vão por
êste acima e pelo córrego da Pedra
Branca até sua cabeceira mais ocidental, atingindo o
espigão mestre que separa
as bacias dos rios Tietê e Paranapanema;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre que separa as bacias
dos rios Tietê e Paranapanema,na
cabeceira mais ocidental do córrego Pedra Branca e seguem
pelo espigão mestre
até cruzar o espigão que deixa, à
esquerda, as àguas do córrego Araribá,
e, à
direita, as do córrego Saraiva ou Barreiro, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRÍTOS DE PAZ DE
BAURÚ
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO 
 

  

 O distrito de paz da
séde do município de Bauru terá
as seguintes divisas internas com
 

 o distrito de
paz de Nogueira:
 

  

 Começam no
espigão mestre Batalha-Tietê, em frente
à
cabeceira do ribeirão Verde, descem por êste
até o ribeirão da Água Parada,
sobem por êste até a boca do ribeirão
Barra Grande, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais meridional, vão daí, a rumo, da
cabeceira do córrego dos
Conchos, e por êste abaixo até o rio Batalha, e
por êste acima até a barra do
córrego Paiol:
 
  

  

 NOGUEIRA
 
 :
 
  

  

 O distrito de paz de Nogueira terá as seguintes divisas
internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ
TIBIRIÇÁ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paranapanema, no cruzamento com o contraforte
que leva à cabeceira do córrego dos Macacos,
seguem pelo contraforte até a
referida cabeceira, e pelo Macacos abaixo até o rio Batalha,
sobem por êste até
a boca do córrego Grande, e por êste acima
até sua cabeceira do galho da
direita, ganhou a cabeceira do galho ocidental do ribeirão
dos Patos, e por
êste abaixo até o ribeirão da
Água Parada,sobem por êste até a foz do
córrego
de Bôa Vista, pelo qual sobem até sua cabeceira no
espigão mestre
Tietê-Batalha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Batalha na foz do córrego do
Paiol, descem pelo rio até a boca
do córrego dos Cochos, por êste acima
até sua cabeceira, alcançam a cabeceira
mais meridional do ribeirão Barra Grande pelo qual descem
até o ribeirão Água
Parada, e por êste abaixo até a boca do
ribeirão Verde, e por êste acima até o
espigão mestre Batalha-Tietê:
 
  

  

 TIBIRIÇA:
 
  

  

 O distrito de paz de Tibiriçá terá as
seguintes divisas internas como distrito
de paz de Nogueira:
 
  

 Começam  no espigão mestre
Tietê- Batalha, em frente à cabeceira do
córrego da Bôa Vista, descem por êste ao
ribeirão Água Parada, por êste sobem
até a boca do ribeirão dos Patos, indo por
êste acima até sua cabeceira mais
meridional, ganham a cabeceira do galho da direita do
córrego Grande, pelo qual
descem até o rio Batalha, e por êste rio abaixo
até sua cabeceira, seguindo
pelo contraforte fronteiro até o espigão mestre
Tietê-Paranapanema.
 
  

  

 BEBEDOURO
 

  

  

 O município de Bebedouro, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito da
séde e do de Botafogo, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL:
 
  

  

 Começam no rio Turvo,onde faz barra o córrego
Barreirinho, vão por êste acima
até sua cabeceira, prosseguem pelo espigão entre
as águas do rio Turvo e as do
Avanhandava, à procura da cabeceira mais meridional do
córrego da Floresta;
descem por êste até o rio Avanhandava e por
êste acima até a barra do córrego
Novo; sobem por êste até a barra do
córrego do Sinal Geodesico, pelo qual sobem
ainda, sua cabeceira, e daqui em rumo à procura da cabeceira
mais meridional do
córrego dos Medeiros, pelo qual descem até a sua
barra no córrego do Cocal, e
por êste acima até a sua cabeceira mais
setentrional: procuram o espigão
divisor das águas do rio Pardo e das do rio Turvo,
até frontear a cabeceira
mais alta do ribeirão da Onça ou Palmital;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA:
 

  

 Começam onde
nasce à cabeceira mais alta no ribeirão
da Onça, e vão por este abaixo ate a sua
confluência com o ribeirão Mandembo;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE VIRADOURO:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão da
Onça com o ribeirão Mandembo, sobem por
êste até a barra do rio Cachoeira,e por
êste acima até a foz do córrego Fundo,
pelo qual sobem até a sua cabeceira mais meridional;
continuam pelo espigão
divisor que deixa, à direita, as águas do
córrego do Campo Comprido, e, à
esquerda, as do ribeirão do Jardim, até
alcançar a cabeceira mais ocidental do
córrego Bôa Vista; descem por êste
até o ribeirão Banharão,e por
êste abaixo
até a barra do córrego do Etelvino,pelo qual
sobem até a sua cabeceira, daí
transpõem o espigão em reta, em demanda da
cabeceira mais oriental do galho de
leste do córrego de Dona Josefina, descendo por
êste até a sua barra no córrego
do Laranjal;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PITANGUEIRAS:
 
  

  

 Começam no córrego do Laranjal, onde faz barra o
córrego de Dona Josefina,
sobem por aquele até a foz do córrego de Manuel
Fernandes,pelo qual sobem até a
sua cabeceira mais ocidental, ganham o espigão que deixa,
à direita, as águas
do córrego do Laranjal, e á esquerda, as do
córrego do Cedro, e alcançam a
cabeceira do córrego do Belarmino, pelo qual descem
até a sua foz no córrego
das Três Barras, que é
denominação local do córrego Laranjal,
sobem pelo Três
Barras até a sua cabeceira mais meridional, situada
aproximadamente, a dois
kms. a sudéste da estação de Andes, da
Cia. Paulista.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais meridional do córrego
Três Barras, e vão em linha
reta à procura da cabeceira mais oriental do
córrego Água Limpa e por êste
abaixo até o rio Turvo, e por êste abaixo
até a barra do córrego do Burro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRANGÍ:
 
  

  

 Começam na barra que o córrego do Burro faz
 no rio Turvo, descem por êste
à embocadura do córrego Boa Vista, onde tiverem
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BEBEDOURO:
 
  

  

 BOTAFOGO
 
 :
 

  

  

 O distrito de paz de Botafogo terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da séde do Município:
 
  

 Começam na linha férrea da Companhia
São Paulo- Goiás,junto ao marco
geodésico,
próximo à cabeceira mais ocidental do
ribeirão dos Bois, ganham essa cabeceira
e vão pelo ribeirão abaixo até a boca
do córrego de Miguel Cunha, pelo qual
sobem até sua cabeceira mais oriental, continuam a rumo, em
demanda da barra do
córrego do Firmino,no ribeirão Mandembo,e dessa
junção seguem, em reta foz do
córrego do Mansueto no córrego dos Limas,sobem o
primeiro até sua cabeceira e
prosseguem, em reta, em demanda da barra do córrego da Barra
Preta no córrego
da Consulta, e por êste, pelo seu galho da Fazenda Santa
Cruz, sobem até sua
cabeceira, ganham a  cabeceira do córrego do
Alvaro, que fica na
contravertente, e por êste descem até o
córrego da Boa Vista pelo qual descem
até o córrego da Água Limpa.
 
  

  

 TURVINEA
 

  

  

 Fica suprimido o distrito de paz de Turvinea.
 
  

  

 BELA VISTA
 

  

  

 (EX- CAMPOS NOVOS)
 
  

  

 O município de Campos Novos, cuja sede e
denominação ora se mudam para a
povoação de Bela Vista, pertencerá
à comarca de Assis, compreenderá o distrito
de paz da sede do município, que fica criado nesta data e
mais os de Campos
Novos, Casa Grande, Fortuna e Lutencia, e terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão do
hospital ou do Barreiro, sobem
por aquele até a barra do córrego do Sapo:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na Boca do córrego ao
Sapo, sobem por aquele ate a
embocadura do ribeirão Alegre;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VERA CRUZ:
 

  

 Começam na
confluência do rio do Peixe com o ribeirão
Alegre, sobem por este até a boca do córrego
Brumado;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE GARÇA:
 
  

  

 Começam no Ribeirão Alegre, na foz do
córrego do Brumado, sobem por este até
sua cabeceira mais meridional, continuam pelo espigão mestre
Novo-São João,
indo até defrontar com a cabeceira do córrego
Estevão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO TURVO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Novo-São
João em frente á cabeceira do córrego
do
Estevão, continuam pelo espigão mestre
até frontear a cabeceira do córrego do
Pantano;
 
  

  

 COM MUNICÍPIO DE SALTO GRANDE:
 
  

  
 
  

 Começam no espigão mestre Novo-São
João, em frente a cabeceira do córrego do
Pantano, descem por êste até o rio Novo, e por
estes seguem até a barra do
córrego Santa Rosa pelo qual sobem até a boca do
córrego da Onça;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALMITAL:
 
  

  

 Começam no ribeirão Santa Rosa, na barra do
córrego da Onça, sobem pelo
ribeirão até sua cabeceira, ganham a cabeceira do
córrego do Sertãozinho e por
este abaixo até o ribeirão Veado, descem
por este ate a barra do córrego
da Cerimonia pelo qual sobem, e pelo córrego Lagoa ,
até a sua cabeceira, alcançam
a cabeceira do córrego Lindolfo, e por este abaixo
até o ribeirão do Taquaral,
pelo qual sobem até a barra do córrego Divisa, e
por este acima até sua
cabeceira, continuando pelo espigão mestre Peixe -
Paranapanema, até frontear a
cabeceira do ribeirão São Bartolomeu; 
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE ASSIS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Peixe-Paranapanema em
frente à cabeceira do ribeirão
São Bartolomeu, descem por  êste
até o rio Capivara e por êste ainda até
a
boca do córrego Mombuca:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAGUASSÚ:
 
  

  

 Começam no rio Capiavara na foz do córrego
Mombaca e vão por aquele abaixo até
a boca do ribeirão Grande pelo qual sóbem
até a cabeceira de seu galho
conhecido pelo nome de córrego da Lebre, alcançam
o espigão mestre
Paranapanema-Peixe ganham a cabeceira mais meridional do
ribeirão do Hospital
ou Barreiro, e por este abaixo até sua barra no rio do
Peixe, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE BELA VISTA (Ex-Campos Novos)
 
  

  

 Séde  do município:
 
  

 O distrito de paz da séde do município
de Bela Vista, (ex-Campos
Novos), terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LUTECIA:
 
  

  

 Começam  na cabeceira do córrego da
Divisa, ganham em réta, a cabeceira do
córrego Escaramuça, descem  por este ao
rio Capivara e vão por este acima
até a boca da Água da Vertente, pelo qual sobem
até a Serra do Mirante, em
frente á cabeceira mais meridional do córrego
Bananeiras:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE FORTUNA:
 
  

  

  

 Começam na Serra do Mirante, em frente a cabeceira mais
meridional do córrego
Bananeiras seguem pelo alto daquela até cruzar com o
contraforte que deixa, à
esquerda, as águas dos ribeirões Panela e
Mombuca, e, à direita as do córrego
Palhinha, caminham pelo contraforte indo até a barra do
córrego Carreto no
córrego Carreto no córrego Palhinha, e por este
abaixo e pelo ribeirão Fortuna
até o rio de Peixe:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CASA GRANDE:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, onde faz barra o
ribeirão do Arrependido, continuam
pelo espigão que deixa, á esquerda, as
águas deste último, e, à direita, as
do
ribeirão da Cobra, indo até a Serra do Mirante;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CAMPOS NOVOS:
 
  

  

 Começam na Serra do Mirante, no cruzamento do contraforte
que deixa, á
esquerda, as águas do ribeirão Arrependido, e,
à direita, as do ribeirão da
Cobra, seguem pelo alto da Serra  até frontear a
cabeceira do ribeirão de
São  José e por este abaixo,
até a foz do córrego do Cateto, e daí,
pelo
espigão, até a barra do córrego da
Cerimônia, no ribeirão do Veado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE CAMPOS NOVOS:
 
  

  

 O  distrito de paz de Campos Novos, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no ribeirão do Veado, na fóz
do córrego da Cerimonia, seguem pelo
espigão em demanda da barra do córrego do Cateto
no ribeirão de São José, sobem
por este até sua cabeceira, ganham o alto da Serra do
Mirante, e por este
caminham até cruzar com o contraforte que deixa à
 esquerda, as águas do
ribeirão da Cobra e, à direita, a do
ribeirão do Arrependido;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CASA GRANDE:
 
  

  

 Começam no alto da Serra do Mirante no cruzamento com o
contraforte que deixa,
à esquerda, as águas do ribeirão da
Cobra, e, á direita as do ribeirão
Arrependido, seguem pela Serra até defrontar com a cabeceira
do córrego do
Mirante, e por este abaixo até o rio Novo, e por
êste ainda até sua
 cabeceira atingindo, a rumo, o espigão mestre
Novo-São João:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CASA GRANDE:
 
  

  

 O distrito de paz de Casa  Grande, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CAMPOS NOVOS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Novo-São
João, em frente à cabeceira do córrego
dos
Almeidas, descem por este ao rio Novo, vão por este acima
até  a barra do
córrego do Mirante e por este vão até
sua cabeceira, ganham o alto da Serra do
Mirante e por este vão até sua cabeceira, ganham
o alto da Serra do Mirante e
por esta caminham até cruzar com o contraforte que deixa,
à direita as águas do
ribeirão Arrependido, e à esquerda, as do
ribeirão da Cobra;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam na Serra do Mirante, no cruzamento com o contraforte
que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Arrependido, e,
à esquerda, as do ribeirão da
Cobra, seguem pelo contraforte até a barra do Arrependido no
rio do Peixe;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE FORTUNA:
 
  

  

 O distrito de paz de
Fortuna,
 

 terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão
Fortuna, e por este acima até a
barra do córrego da Palhinha e por este ainda até
a boca do córrego Carreto,
continuam pelo espigão que deixa, a esquerda, as
águas do córrego Palhinha, e a
direita, as  dos ribeirões Mombuca e Panelas, indo
ate cruzar com a serra
do Mirante pela qual caminham até defrontar com a cabeceira
mais meridicional
do córrego Bananeiras:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LUTÉCIA:
 
  

  

 Começam na Serra do Mirante, defronte da cabeceira mais
meridional do córrego
Bananeiras, seguem  pelo Alto da Serra até
 frontear a cabeceira do
córrego do Henrique e por este abaixo e pelo
ribeirão das Antas ou
 Frutal, até o rio do Peixe;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE LUTECIA:
 
  

  

 O distrito de paz de Lutecia terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE FORTUNA:
 
  

  
 
  

 Começam no rio do Peixe, e na foz do ribeirão das
Antas ou Frutal, sobem por
este e pelo córrego do Herinque ate sua cabeceira ganham a
rumo o alto da Serra
do Mirante, e por este caminham ate defrontar com a cabeceira mais
meridional
do córrego das Bananeiras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 começam da Serra do Mirante, em frente a cabeceira mais
meridional do córrego
Bananeiras, continuam em demanda da cabeceira da água da
Vertente e por este
abaixo até o rio Capivara e por este ainda até a
boca do córrego Escaramuça,
pelo qual sobem até sua cabeceira indo daí, em
reta, a cabeceira do córrego
Araçá.
 

  

 CATEQUESE:
 
  

 Fica suprimido o distrito de paz de Catequese.
 
  

  

 BERNADINO DE CAMPOS
 

  

  

 O município de Bernardino de Campos, comarca de
Santa Cruz do Rio Pardo,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
ribeirão Palmeiras, à esquerda, e as do
ribeirão Figueira, à direita, em frente
à cabeceira do córrego de Santa
Cecília, seguem em demanda do ribeirão da
Figueira, na foz da Água da Cabiuna
ou Sumida, sobem por esta até sua cabeceira mais oriental,
ganham em reta, a
cabeceira do galho da esquerda do ribeirão Mandaguari e
vão por êste abaixo até
o rio Pardo, pelo qual sobem até a boca do
córrego Douradinho:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ÓLEO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do córrego
Douradinho, sobem por êste até sua
cabeceira, continuam pelo espigão que deixa, a
 direita, as águas do
ribeirão Dourado, e, à esquerda, as do
ribeirão do Lageado, atingem o espigão
mestre Pardo-Paranapanema, pelo qual prosseguem e continuam pelo
espigão que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
da Cachoeira ou Invernada e as do seu afluente
Água do Meio, e, à esquerda, as do
córrego Serrinha do Caracól, indo até
frontear a cabeceira da Água da Matinha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita as águas do ribeirão da Cachoeira ou da
Invernada e as do seu afluente, a Água do Meio, e,
à esquerda, as do córrego da
Matinha, descem por esta até o ribeirão da
Cachoeira ou da Invernada e por esta
abaixo até o rio Paranapanema pelo qual continuam descendo
até a barra do
ribeirão Douradão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPAUSSÚ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
Douradão, sobem por êste até a
boca do córrego de Luiz  Pinto ( que nasce junto da
estação do mesmo nome)
continuam pela espigão que deixa, à esquerda,
este último, e, à direita, as
águas do córrego do Jeremias ou da
Água Virtuosa, indo até o espigão
mestre
Pardo-Paranapanema, prosseguem pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do
ribeirão da Figueira, e à esquerda, as do
ribeirão das Palmeiras, caminhando
até frontear a cabeceira do córrego de Santa
Cecília, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 BIRIGUÍ
 

  

  

 O município de Biriguí, comarca do mesmo
nome, constituído do distrito de
paz da séde e do de Bilac, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNÍCIPIO DE GUARARAPES:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, onde faz barra o
ribeirão Drava, descem por êste até a
barra do ribeirão Jangada, pelo qual sobem até a
foz do córrego Bôa Esperança
continuando por êste acima até sua cabeceira mais
oriental;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Bôa
Esperança, no “divortium acquarum” do
rio Tietê-Aguapei, vão daí em reta,
à cabeceira do córrego Eliseu, pelo qual
descem até o ribeirão Baguassú, e por
êste ainda até a barra do córrego
Brejinho; vão desta barra, em reta, a cabeceira mais
meridional do córrego
Barro Preto, pelo qual descem até o rio Baguassu, e por
êste ainda até o rio
Tietê, pelo qual sobem ate a barra do ribeirão
Baixotes;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COROADOS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê na fóz do
ribeirão dos Baixotes, sobem por êste
até a
barra do córrego Grande, caminham por êste acima
até a sua principal, vão daí,
em réta, à cabeceira do córrego
Tabapuan, pelo qual descem até o ribeirão
Báguassú, pelo qual sobem ate a
junção das duas principais cabeceiras, indo
daí, em réta a cabeceira do córrego da
lage, pelo qual descem ate o ribeirão da
Lontra, seguindo por êste abaixo até o rio Aguapei;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na fóz do
ribeirão da Lontra e pelo rio Aguapei descem
até a barra do ribeirão Drava, onde tiveram
inicio estas divisas.
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE
BIRIGUÍ:
 
  

  

 BILAC
 

  

 O distrito de paz de
Bilac terá as seguintes divisas internas com o distrito de
paz da sede
do município de Biriguí:
 
  

 Começam no rio Aguapeí, na barra do
ribeirão do Barreiro do Itapeva, sobem por
êste até sua cabeceira, continuam pelo divisor que
deixa, à direita,
as águas do Lontra, e, à esquerda, as do
ribeirão da Janguada, indo até a
 Forquilha dos dois ramos mais altos, formadores do
córrego Imbê pelo qual
descem até o ribeirão
Báguassú, vão desta barra, pelo
espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego Taquarí e
as do ribeirão dos Baixotes, e, à
esquerda, as do ribeirão Báguassú e
seus afluentes córregos do Cedro e Tupi,
indo até à cabeceira do córrego
Água Branca e por êste abaixo até o
ribeirão
Báguassú.
 
  

  

 BÔA ESPERANÇA
 

  

  

 O município de Bôa Esperança, comarca
de Ribeirão Bonito, constituído do
distrito de paz da séde e do de Trabijú,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira, na barra do
córrego das Perdizes, por êste sóbem
até a sua cabeceira mais setentrional, vão desta
cabeceira em réta à ponte
sóbre o rio Jacarê-Guassú na
 estrada de rodagem que vai  para
Bariri, na fazenda do Dr. Gastão de Faria;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú, na ponte
da estrada de rodagem que vai a Barirí,
na propriedade do Dr. Gastão de Faria, sóbem pelo
rio Jacaré-Guassú até a barra
do córrego Meia Légua:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú na barra
do córrego Meia-Légua, sóbem por
aquele
até a barra do córrego do Ipê:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú na barra
do córrego do Ipê, por este sobem até a
barra do córrego Agua-sumida, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, o
ribeirão do Saltinho e à esquerda, as do
córrego São João, indo até
o
contraforte entre as águas do córrego da fazenda
Figueira, à direita,  e
as do ribeirão Saltinho à esquerda até
a confluência dessas águas descem pelo
ribeirão do Saltinho até a foz do
córrego Sertãozinho, vão
daí em reta à barra
do córrego das Três Barras, no ribeirão
Bôa Esperança e sóbem pelo
Três Barras
até o ponto em que ele é cortado pela
réta que vai da cabeceira do córrego da
fazenda Nova Cintra no ribeirão da Vargem:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOURADO:
 
  

  

 Começam onde, a
réta que vai da barra do córrego da fazenda
Nova Cintra no
 
 ribeirão da Vargem, à
cabeceira do córrego de Colônia
 do Meio, corta o córrego da Fazenda Três
Barras, prosseguem por esta réta
até a referida cabeceira descem pelo córrego da
Colônia do Meio até sua barra
no ribeirão do Potreiro e  por êste ainda
até sua barra no rio
Jacaré-Pepira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOCAINA:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão do Potreiro no rio
Jacaré-Pepira e por êste descem
até a barra do ribeirão Três Barras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARIRI:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira na barra do
ribeirão Três Barras e por aquele
descem até a foz do córrego das Perdizes onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BÔA ESPERANÇA 
 

  

 TRABIJÚ:
 
  

  

 O distrito de paz de Trabijú terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da sede do município de Bôa
Esperança:
 
  

 Começam no ribeirão do Saltinho, na foz do
córrego do Sertãozinho descem por
aquele até o ribeirão da Bôa
Esperança atingem a rumo o espigão entre
águas
dêste último ribeirão e as do rio
Jacaré-Pepira e continuam pelo espigão, que
deixa à esquerda as àguas do ribeirão
no Potreiro, e, à direita, as do córrego
da Barraca, tudo até a confluência dessas duas
águas, e pelo Potreiro abaixo
até o rio Jacaré-Pepira.
 
  

  

 BOCAINA
 

  

  

 O município de São João da
Bocaína, que passa a denominar-se Bocaína,
comarca
de Jaú, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARIRI:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da
Tabóca, segue daí pelo espigão divisor
das
águas dos ribeirões Curralínho,
à direita, e à esquerda, as do córrego
Taboa,
prosseguem por êsse espigão até a
cabeceira do braço da esquerda do córrego do
Melo, pelo qual descem ao ribeirão Três Barras e
pôr êste até o rio
Jacaré-Pepira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BÔA ESPERANÇA:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão das Três
águas desagua no rio Jacaré-Pepira,
sóbem por
êste até a embocadura do ribeirão do
Potreiro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOURADO:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira, onde desemboca o
ribeirão do Potreiro, sóbem por
aquele até a barra do ribeirão da Figueira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira, na fóz
do ribeirão da Figueira, por êste acima e
pelo córrego do Macaco, até a sua cabeceira,
vão em reta à ponte sôbre o
ribeirão Bôa Vista na estrada de rodagem que leva
à cidade de Bocaína e daí
seguem em demanda pelo espigão que deixa à
esquerda, o ribeirão Pouso Alegre e,
à direita, o ribeirão da Prata, pelo qual
caminham até frontear a cabeceira do
córrego Corusú e por êste abaixo
até o rio da Prata e por êste ainda até
a
confluência do córrego Tabócas, pelo
qual sóbem até sua cabeceira, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 BOCAIÚVA
 

  

  

 O município de Bocaíuva, comarca de Pederneiras,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS:
 
  

  

 Começam no rio dos Patos, onde desagua o córrego
Bom Jardim e descem por aquele
até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na boca do rio dos Patos e
vão por aquele acima até a
barra do ribeirão Iguatemí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE  BARRA BONITA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde se lança o
ribeirão do Iguatemi, vão por aquele
acima até a barra do rio Lençóis e por
êste ainda até a barra do rio Paraízo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. MANOEL:
 
  

  

 Começam no rio dos Lençóis, onde faz
barra o rio Paraízo e vão por aquele acima
até a barra do córrego da Iara;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LENÇÓIS:
 
  

  

 Começam no rio Lençóis, onde
descarrega o córrego de Iara, pelo qual sobem até
sua cabeceira, continuam pelo espigão que contorna as
cabeceiras dos córregos
Prados e Cachoeirinha, em demanda da cabeceira mais oriental do
córrego da
Divisa, pelo qual descem ao córrego Barra Grande e
prosseguem em réta à
cabeceira mais meridional do córrego do Bom Jardim, e por
êste abaixo até o rio
dos Patos, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 BOFETE
 

  

  

 O município de Bofete, comarca de Tatuí
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA:
 
  

  

 Começam no rio Santo Inácio, onde faz barra o
córrego da Estiva, também
conhecido como Potreiro do Lima, e sóbem por aquele
até a barra do ribeirão do
Lageado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ:
 
  

  

 Começam no rio Santo Inácio, onde
deságua o ribeirão do Lageado e vão
por
aquela acima até a barra do ribeirão Limoeiro,
continuam pelo espigão da margem
esquerda deste último até o aparado da Serra da
Barra Mansa na sua face
oriental, por esse aparado prosseguem até a cabeceira mais
setentrional do
ribeirão Barra Mansa, vão daí em
réta, aos aparados da mesma serra, na sua face
do norte, em frente à cabeceira mais ocidental do
ribeirão da Ponte Alta,
continuam pelos aparados da Serra do Limoeiro até os
aparados da Serra de
Botucatú, pelos quais prosseguem até frontear a
cabeceira mais setentrional do
córrego dos Dezessete Ramos pelo qual descem até
a barra do córrego da Extrema;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAMBOIA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego
Dezessete Ramos com o córrego da Extrema, que
deságua próximo ao bairro Dezessete Ramos,
vão daí em réta à cabeceira
mais
ocidental do ribeirão dos Patos e por êste descem
até o ribeirão da Água Fria,
e por êste ainda até a barra do córrego
do Buracão, confluência que se dá cerca
de um quilometro abaixo da Ponte sobre o ribeirão
Água Fria da estrada de
rodagem que une Conchas a Botucatú; sóbem pelo
córrego do Buracão até sua
cabeceira da Água do Vicentinho, primeiro afluente da margem
esquerda do rio do
Peixe, abaixo da barra do córrego que desce do Armazem da
Rodovia Estadual,
descem pela Água do Vicentinho até sua barra no
rio do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra da Água do
Vicentinho e vão por aquela acima
até a confluência do rio Feio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA:
 
  

  

 Começam na confluência, do rio Feio, no rio do
Peixe, sóbem por êste até a
barra do rio Bonito e por êste acima até a barra
do ribeirão Palmeiras,
continuando pelo espigão Intermediário a essas
duas águas até o espigão mestre
Tietê-Paranapamena;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUAREÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paranapanema, onde êle cruza com o
espigão
entre as águas do rio Bonito e ribeirão
Palmeiras, prosseguem pelo espigão
mestre, passam pelo Córrego de José Vieira e pelo
Morro da Fortaleza, indo até
frontear a cabeceira mais oriental do córrego da Divisa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais oriental do córrego da
Divisa, vão por êste abaixo
até o rio Jacú ou Jacusinho, sóbem por
êste até a barra do córrego
Capão Rico e
por êste acima e pelo seu galho mais ocidental até
sua cabeceira, vão daí, em
réta, à cabeceira mais oriental do
córrego da Estiva, também conhecida pelo
nome de Potreiro do Lima, e por êste abaixo até o
rio Santo Inácio, onde
tiveram início estas divisas.
 
  

  

 BOITUVA
 

  

  

 O município de Boituva, comarca de Porto Feliz,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ:
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba, onde faz barra o
ribeirão Palmital ou Sete Ranchos,
prosseguem pelo espigão da margem direita do Palmital, em
demanda da cabeceira
mais ocidental do córrego da Fazenda Paineiras, descem por
êste ao ribeirão
Mandissununga e prosseguem pelo espigão fronteiro entre as
águas dos ribeirões
Mandissununga e Quilombo em demanda da cabeceira mais ocidental do
córrego Cruz
das Almas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Cruz das Almas e
vão em reta à cabeceira do
córrego Benedito João, descem pelo
córrego Benedito João até o
ribeirão do
Quilombo, vão daí em reta à barra do
ribeirão do Pinhal ao ribeirão Pau Dalho,
sóbem por êste até a barra do
córrego Avelino Corrêa e por êste acima
até sua
cabeceira, ganham o espigão que deixa à direita,
o córrego Maria Alves e, à
esquerda, o ribeirão dos Pilões, indo
até o espigão mestre Tietê - Sorocaba,
caminhando por êste e pelo contraforte que leva à
barra do ribeirão Anhanguera
no rio Sorocaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPO LARGO:
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba, onde descarrega o
ribeirão Anhanguera, descem por
aquele até a barra do córrego Bacaetava de Cima,
sóbem por êste até sua cabeceira,
vão daí pelo espigão fronteiro e pelo
contraforte da margem direita do ribeirão
Iperó até a barra dêste no rio
Sarapuí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Sarapuí, onde descarrega o
ribeirão Iperó e vão por aquele
até
sua barra no rio Sorocaba e por êste ainda até a
foz do ribeirão do Palmital ou
Sete Ranchos, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 BORBOREMA
 

  

  

 O município de Borborema, comarca de Ibitinga,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, em frente à ponta
mais ocidental da ilha do Esteio
Lavrado, que fica próxima à barra do rio Batalha,
seguem pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas do córrego
Aparecida e ribeirão das Três Pontes, e,
à direita, as dos ribeirões Espírito
Santos e dos Fugidos, até encontrar o
contraforte divisor das águas dos ribeirões
Espírito Santo e dos Fugidos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão das Três
Pontes,
e, à direita, as do ribeirão Espírito
Santo, onde êle é cortado pelo
contraforte entre os ribeirões Espírito Santos e
dos Fugidos; daí vão em réta
à
cabeceira do córrego dos Fugidinhos, e daí por
nova réta à cabeceira do córrego
da Queimada;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Queimada e por
este descem ao ribeirão dos
Porcos e por este abaixo até o rio São
Lourenço;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Porcos, onde faz barra o
rio de São Lourenço, descem
por aquêle até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IACANGA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
ribeirão dos Porcos e vão por aquele abaixo
até a foz do ribeirão Doce;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
ribeirão Dôce e descem pelo rio até a
ponta
mais ocidental da ilha do Esteio Lavrado, que fica próxima
à barra do rio
Batalha, onde principiaram estas divisas.
 
  

  

 BOTUCATÚ
 

  

  

 O município de Botucatú, comarca do mesmo nome,
compreende o distrito de paz da
séde e os de Pardinho (Ex- Espírito Santo do Rio
Pardo) e Vitória, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. MANOEL:
 
  

  

 Começam no ribeirão Palmital, onde faz barra o
córrego da Fazenda Palmital,
sóbem pelo ribeirão até sua cabeceira
mais oriental e daí prosseguem pelo
espigão mestre entre as águas dos rios Pardo e
Claro, em demanda da cabeceira
do córrego do Poente, pelo qual descem até sua
barra no córrego do Jacú,
descendo ainda por êste até o rio da Prata, pelo
qual sóbem até sua cabeceira
mais oriental, daí seguem pelo divisor mestre Claro-Pardo,
até cruzar com o
espigão entre as águas dos rios Claro, de um
lado, e Araquá, do outro;
prosseguem pelo divisor até à cabeceira do
córrego da Divisa e vão por êste
abaixo até o ribeirão das Agulhas e por
êste ainda até o rio Araquá, descem por
êste até a barra do ribeirão Ferraz,
continuam em demanda do espigão mestre
entre as águas do rio Araquá, à
esquerda, e as dos rios Capivari e Tietê, à
direita, caminham pelo espigão até a cabeceira do
córrego da Pedra do Cerrito,
descendo por êste até sua barra no rio
Tietê.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
da Pedra do Cerrito, sóbem por aquele
até a barra do rio Piracicaba e por êste acima
até a boca do córrego da Pedra
de Amolar;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. PEDRO:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, na foz do córrego da
Pedra de Amolar, sóbem por
aquele até a barra do córrego das Ondas Grandes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAMBOIA:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, na foz do córrego das
Ondas Grandes, sóbem por êste
até sua cabeceira mais oriental, transpõem o
espigão mestre Piracicaba-Tietê,
em demanda da cabeceira mais setentrional da água da Fazenda
Dois Córregos,
pela qual descem até o rio Tietê e por
êste acima até a embocadura do córrego
dos Sete Guarantans, que deságua cêrca de um
quilômetro além da Fazenda do
mesmo nome, sóbem daí, pelo espigão da
margem direita do córrego, em demanda da
barra do córrego de J. Luiz, afluente da margem esquerda do
rio Alambari, pelo
qual sóbem até a barra do córrego
Dezessete Ramos e por este acima até a boca
do córrego da Extrema;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOFETE:
 
  

  

 Começam no córrego dos Dezessete Ramos, onde faz
barra o córrego da Extrema,
sóbem pelo Dezessete Ramos até sua cabeceira mais
meridional na erra de
Botucatú, seguem pelos aparados desta Serra, da Comprida,
Limoeiro e Barra
Mansa, na face setentrional indo até a cabeceira mais
ocidental do ribeirão da
Ponte Alta vão daí em reta, aos aparados da face
oriental da Serra da Barra
Mansa, e frente à cabeceira mais setentrional do
ribeirão da Barra Mansa,
continuam pelos aparados da Serra até o espigão
da margem esquerda do ribeirão
do Limoeiro, pelo qual caminham até a barra dêste
no rio de Santo Inácio e por
êste abaixo até a foz do ribeirão
Lageado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA:
 
  

  

 Começam no rio de Santo Inácio, na foz do
ribeirão do Lageado, sóbem por êste
até a barra da Água da Posse e por êste
acima até a confluência dos córregos
que vem da Fazenda Bôa Vista e da Fazenda da Quinta
Secçao, seguem pelo espigão
intermediário, até a cabeceira mais meridional do
ribeirão do Atalho e por êste
abaixo até o córrego da Divisa, ganham em reta a
cabeceira do córrego das
Pedrinhas e por êste abaixo até o rio Pardo e por
êste ainda até a barra do
ribeirão do Tijuco Preto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão Tijuco
Preto, descem por aquele até a
barra do ribeirão da Divisa e por êste
sóbem até a barra do córrego da
Comissão, pelo qual sóbem até sua
cabeceira mais setentrional, transpondo a
seguir o espigão em demanda da cabeceira do galho da
esquerda, do córrego da
Fazenda Palmital, pelo qual descem até o ribeirão
do mesmo nome, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE BOTUCATÚ
 
  

  

 SÉDE DO MUNCÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Botucatú terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VITÓRIA:
 
  

  

 Começam no rio Araquá, na foz do
ribeirão Fundo, vão em reta, ao aparado da
Serra de Botucatú, na ponta extrema setentrional que fica a
nordeste da Fazenda
Bôa Vista, seguem pelo aparado até o ponto em que
ele é atingido pela reta
léste-oéste que vem da ponta extrema,
também setentrional, da mesma serra, que
fica cerca de um quilómetro ao norte da séde da
Fazendinha, seguem pela reta,
que corta o vale do ribeirão da Cidade, e os trilhos da
Estrada de Ferro
Sorocaba e continuam pelo aparado, até encontrar o galho da
esquerda do córrego
da Fazenda Cardozo e por êste descem ate o rio Capivara, pelo
qual sóbem até a
boca do ribeirão Capivari, continuam pelo espigão
que deixa, à direita, as
águas dêste último, indo até
a segunda ponte sobre o rio Alambarí, na estrada de
roda em que vai da estação de Alambarí
á procura da estrada de rodagem
estadual, no seu tronco de São Paulo a Baurú;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ  DE PARDINHO
 

  

 (EX-ESPIRITO SANTO DO
RIO PARDO)
 
  

  

 Começam no aparado da Serra de Botucatú, no
trecho que tem o nome local de
Serra Comprida, em frente à cabeceira do ribeirão
de Panfilo Dactas, descem por
êste até o rio Pardo e por êste abaixo
até a barra do rio Pardinho, pelo qual
sóbem até sua cabeceira sudocidentral, ganham
depois a cabeceira do córrego do
Retiro de Brasilio Machado, pelo qual descem até o
ribeirão do Atalho;
 
  

  

 PARDINHO
 

  

  
 

  

 (EX-
 
 espírito
 
 SANTO DO RIO PARDO)
 
  

  

 O distrito da paz de Espírito Santo do Rio Pardo, que passa
a denominar-se
Pardinho, terá as seguintes divisas internas com o distrito
de paz da séde
do município de Botucatú;
 

  

 Começam no
ribeirão do Atalho, na foz do córrego do
Retiro de Brasílio Machado, sóbem por
êste até sua cabeceira, ganham a
cabeceira mais sudocidental do rio Pardinho, descem por êste
até o rio Pardo e
vão por êste acima e pelo ribeirão de
Panfilo Dantas até sua cabeceira,
ganhando, a seguir, a rumo, o aparado da Serra de Botucatu;
 

  

  
 

  

 VITÓRIA
 
  

  

 O distrito de paz de Vitória terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da séde do município de
Botucatú:
 
  

 Começam no rio Alambari, na segunda ponte da
estrada que vem da estação de
Alambari, e vai encontra-se com a estrada de automóveis
estadual, no tronco de
São Paulo a Bauru seguem pelo espigão fronteiro
em demanda do divisor que
deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão Capivari, indo até a boca do
córrego da
Fazendo a Cardoso, subindo por este, pelo seu galho da direita
até o aparado da
Serra de Botucatú, seguem pelo aparado até a
ponta extrema setentrional, que
fica a cerca de um quilómetro ao norte da séde da
Fazendinha, vão dai em reta
léste-oéste, ao aparado fronteiro da mesma Serra,
cortando os trilhos da
Estrada de Ferro Sorocabana e o vale do ribeirão da Cidade,
e por êste outro
aparado continuam até a nova ponta extrema meridional que
fica a nordéste da
Fazenda Bôa Vista, e dessa ponta, em reta, até a
barra do ribeirão Fundo no rio
Araquá.
 
  

  

 BRAGANÇA
 

  

  

 O município de Bragança, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz
da séde e dos de Pedra Grande, Pinhalzinho (ex-Pinhal)
Tuiutí, e Vargem, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO:
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na ponte de J. Marinho, na estrada
que vai para o
bairro dos Onças, continuam pela Serra do Pântano,
indo em demanda da barra do
córrego da Extrema, no rio Pinhal, sobem pelo
córrego até sua cabeceira, ganham
o espigão da margem esquerda do ribeirão da
Fazenda Velha, por ele atingem a
barra deste no rio Camandocaia;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO:
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, onde deságua o
ribeirão Fazendas Velhas, vão em
réta à ponte sobre o mesmo rio na estrada de
rodagem que vai de Cachoeirinha à
Lagôa, sobem pelo Camandocaia até a barra do
córrego do Boava;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, também chamado
Guardinha, onde deságua o córrego de
Boava, sobem por este rio passando por São José
dos Toledos, alcançam a barra
do Córrego das Pitangueiras, e sobem por êste
até sua cabeceira principal,
desta cabeceira  pela cumiada da Serra das Anhumas ou
Pitangueiras,
passando pela Pedra do Vicente Simão, até o Pico
do jorgue Adão, dêste último
prosseguem pelo espigão que deixa, á direita, as
 águas do rio Acima e, á
esquerda, as dos ribeirões Lage e Ponte Nova, até
a primeira cabeceira do
ribeirão dos Godóis e descendo por êste
e pelo ribeirão dos Cardozos até sua
barra no rio Jaguari; sobem por êste até a barra
do ribeirão Guaraiuva e por
êste ribeirão até sua cabeceira mais
oriental; desta cabeceira seguem até a
Pedra da Guaraiuva, ponto culminante do Morro do Lopo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOANÓPOLIS:
 
  

  

 Começam na Pedra da Guaraiuva, ponto culminante do Morro do
Lopa, seguem pelo
divisor entre as águas do rio Jaguari, à direita
e as do rio Jacarei, à
esquerda, atingem pelo contraforte a Pedra da Extrema e daí,
ainda pelo divisor
alcançam a cabeceira mais oriental do córrego da
Extrema, descendo por êste até
o ribeirão dos Penteados e por este abaixo, ate a foz do
córrego do Piúca;
sobem por este até sua cabeceira mais meridional,
transpõem o espigão em
demanda da nascente setentrional, que fica na contravertente do
córrego de Mato
Dentro, por êste descem até o rio
Jacareí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA:
 
  

  

 Começam no rio Jacareí, onde desemboca o
córrego de Mato Dentro, descem pelo
rio até a foz do ribeirão das Sete Pontes e por
êste acima até sua cabeceira
mais meridional, já no Morro Grande dos Cunhas, e por
êste prosseguem até a
cabeceira mais setentrional do córrego do Padre Abel;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA:
 
  

  

 Começam no Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais
setentrional do córrego
Padre Abel, seguem pelo espigão que deixa, à
direita, as do ribeirão Ressaca,
em demanda da confluência do córrego do Areal no
ribeirão da Ressaca, que vem
do bairro do Morro Grande, transpõem o ribeirão
da Ressaca e continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do córrego Areal, e, à esquerda, as do
ribeirão
Ressaca, em demanda da ponte da São Paulo Railway Company,
sobre o rio das
Pedras, descem pelo rio das Pedras até a barra do
córrego da Bocaina, que passa
na séde da Fazenda Trigo, vão dessa
confluência pelo espigão fronteiro em
demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão de Mato
Dentro e por êste
descem até o rio Atibaia e por êste ainda
até a embocadura do ribeirão da
Fazenda Velha:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA;
 
  

  

 Começam no rio Atibaia, onde deságua o
ribeirão da Fazenda Velha, sobem por
êste até a foz do córrego da Fazenda
Barreiro e prosseguem pelo espigão entre
êsses dois cursos, até alcançar a
nascente do braço sudoriental do ribeirão que
vem da Fazenda Manoel Ferraz pelo qual descem até o rio
Jaguarí e por êste
abaixo até a ponte de J. Marinho, onde tiveram
inícios estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS
 

 DE
PAZ DE BRAGANÇA
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município,
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TUIUTÍ:
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na foz do ribeirão da
Fazenda de Manoel Ferraz, sobem
por aquele até a barra do córrego dos Caetanos,
continuam pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas dêste
último, e, à direita, as do ribeirão
das
Pombas, indo até o espigão que deixa,
à direita, as águas do ribeirão do
Pântano, e à esquerda as do ribeirão do
Pinhal, em frente à cabeceira mais
meridional do córrego da Vargem Grande;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PINHALZINHO
 

  

 (EX-PINHAL)
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão do
Pântano, e à
esquerda, as do ribeirão do Pinhal, em frente à
cabeceira mais meridional do
córrego da Vargem Grande, continuam pelo espigão
que deixa, à direita, o
ribeirão das Pombas, indo até a barra do
córrego do Delfim Franco naquele
ribeirão, e vão daqui, em reta, á
barra do córrego de Teófilo Leme no
ribeirão
das Araras, e por êste acima até a boca do
córrego Distrital;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PEDRA GRANDE
 
  

  

 Começam no ribeirão das Araras, na foz do
córrego Distrital, continuam pelo
espigão que é a própria serra desse
nome, e pela crista desta caminham até
cruzar com o espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão das Anhumas,
e, à direita, as do ribeirão Curitibanos:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VARGEM:
 
  

  

 Começam na Serra das Araras, onde ele cruza como
espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Curitibanos, e, à
esquerda, as do ribeirão das Anhumas,
caminham por êste espigão até a barra
do rio Jacareí no rio Jaguarí e vão
por
êste acima até a boca do ribeirão das
Sete Pontes:
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE BRAGANÇA
 

  

 PEDRA GRANDE
 
  

  

 O distrito de paz de Pedra Grande terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VARGEM:
 
  

  

 Começam na Serra das Pitangueiras, nas divisas com o Estado
de Minas Gerais,
onde aquela entronca com a Serra das Araras, e pelo cume desta caminham
ate
cruzar com o espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão das Anhumas,
e, à direita, as do ribeirão Curitibanos;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na Serra das Araras, onde ela entronca com o
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão das Anhumas e,
á direita, as do ribeirão
Curitibanos, seguem pelo alto da Serra até a barra do
córrego distrital, no
ribeirão das Araras;
 
  

  

 COM O DISTRITIO DE PAZ DE PINHALZINHO:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Araras, na barra do
córrego Distrital, sobem por este
até sua cabeceira mais setentrional, vão dai, em
réta, à ponte sobre o ribeirão
do Pinhal, na estrada de rodagem que vai à cidade do
Socôrro, e ganham depois,
em reta, a barra do córrego do Boava no rio Camandocaia;
 
  

  

 PINHALZINHO (EX-PINHAL)
 
  

  

 O distrito de paz de Pinhal, que passa a denominar-se Pinhalzinho,
terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PEDRA GRANDE:
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, na foz do córrego do
Boava, vão em reta à ponte
sobre o ribeirão do Pinhal, na estrada de rodagem que vai
para a cidade de
Socôrro, e dessa ponte, em réta, á
cabeceira mais setentrional do córrego
Distrital, pelo qual descem até o ribeirão das
Araras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no ribeirão das Araras, na foz do
córrego Distrital, descem por aquele
até a barra do córrego de Teófilo leme
vão daqui em réta, à barra do
córrego
Delfim Franco, no ribeirão das Pombas e continuam pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as águas dêste ultimo até
cruzar com o espigão que deixa, à direita,
as águas do ribeirão Pinhal, e à
esquerda, as do ribeirão do Pântano, em frente
à cabeceira mais meridional do córrego da Vargem
Grande;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TUIUTÍ:
 

  

  
 

  

 Começam no
espigão que deixa, à direita, as águas
do
ribeirão Pinhal, e á esquerda, as do
ribeirão do Pântano, em frente à
cabeceira
mais meridional do córrego da Vargem Grande e pelo
espigão prosseguem até
cruzar com Serra do Pântano que é o
espigão mestre entre as águas do rio
Camandocaia, ao norte, e as do rio Jaguarí, ao sul;
 
  

  

 TUIUTÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Tuiutí, terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PINHALZINHO
 

  

 (ex-Pinhal)
 
  

  

 Começam na Serra do Pântano, onde ela cruz com o
espigão que deixa, à direita,
as águas do ribeirão do mesmo nome, e,
à esquerda, as do ribeirão pinhal,
seguem por êste espigão até frontear a
cabeceira mais meridional do córrego da
Vargem Grande;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
ribeirão Pinhal, á esquerda, e as do
ribeirão do Pântano, á direita em
frente à cabeceira mais meridional do córrego
da Vargem Grande, continuam pelo espigão que deixa, a
direita, as águas do
Pântano e os do córrego dos Caetanos, e, a
esquerda, as do ribeirão das Pombas,
indo até a barra daquele no rio Jaguari, pelo qual descem
até a foz do ribeirão
da Fazenda de Manoel Ferraz;
 
  

  

 VARGEM:
 
  

  

 O distrito de paz de Vargem terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Jacareí, na foz do
ribeirão das Sete Pontes, sobem por aquele
ate sua barra no rio Jaguarí, continuam pelo
espigão que deixa, a esquerda, as
águas do ribeirão Curitibanos, e, a direita, as
do ribeirão das Anhumas até a
Serra das Araras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PEDRA GRANDE:
 
  

  

 Começam na Serra das Araras, onde esta cruza com
espigão que deixa, a direita,
as águas do ribeirão das Anhumas, e, a esquerda,
as do ribeirão Curitibanos,
seguem pela crista daquela ate seu entroncamento com a Serra das
Pitangueiras,
já nas divisas com o Estado de Minas Gerais.
 
  

  

 BRODOSQUI
 
  

  

 O município de Brodosqui, comarca de Batatais,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão São Pedro, onde
faz barra o ribeirão de Mata, sobem por
este até a barra do córrego da margem esquerda
que desagua logo abaixo da sede
da Fazenda de M. Caetano, sobem pelo córrego até
sua cabeceira, prosseguem pelo
divisor entre as águas do ribeirão da
Cachoeirinha, a esquerda, e as do
ribeirão do Silva, direita, ate o contraforte da margem
direita do córrego da
Fazenda do Alho, continuam por êste contraforte, deixando
sempre a esquerda, as
águas do retendo córrego, e, a direita, as do
ribeirão do Silva, até a barra do
córrego da Fazenda do Alho, no ribeirão do
Furquim, descem pelo ribeirão no
Furquim até o ponto em que é cortado pela reta de
rumo Oeste-Léste, que vem da
cabeceira mais ocidental do córrego que deságua
na margem direita do ribeirão
do Adão, logo abaixo da séde da Fazenda Alcidio,
vão desse ponto, em reta, à
cabeceira mais ocidental do último córrego supra
citado, e por êste descem ate
sua barra no ribeirão do Adão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Adão, onde faz
barra córrego da margem direita que
desemboca logo abaixo da sede da Fazenda Alcidio, descem pelo
ribeirão do Adão
até sua foz no rio Pardo:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRAVINHOS:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde se lança o
ribeirão do Adão e vão por aquele
abaixo
ate a foz do ribeirão da Figueira:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão da Figueira faz barra no
Pardo, e por êste seguem
abaixo até a embocadura do ribeirão da Fazenda
Jacutinga;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde descarrega o ribeirão
da Fazenda Jacutinga,
prosseguem pelo espigão da margem esquerda, do
ribeirão da Fazenda Jacutinga, até o
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão do Silva, e, à esquerda, as
do ribeirão da Fazenda da Jacutinga, continuam por
êsse espigão e pelo
contraforte da margem esquerda do ribeirão das Posses,
alcançaram a barra do
córrego da  Fazenda Parnaíba, no
ribeirão das Posses, barra essa que
ocorre acima da Fazenda Parnaíba, no ribeirão das
Posses, barra essa que ocorre
acima da Fazenda São Sebastião, daqui seguem, em
reta, até a barra do córrego
Claudino no córrego São Felipe e, ainda com reta,
à barra do ribeirão da Mata,
no ribeirão São Pedro, onde principiaram estas
divisas.
 
  

  

 BROTAS
 
  

  

 O município de Brotas, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam na Serra de Brotas, na cabeceira do
córrego do Mosquito e por êste
abaixo até o rio Jacaré-pepíra;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOURADO:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-pepira, na foz do
córrego do Mosquito, sobem pelo rio até
a foz do ribeirão do Barreiro, alcançam o
espigão fronteiro em demanda da
confluência do ribeirão Água Virtuosa
no ribeirão Bebedouro;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão da
Água Virtuosa no ribeirão Bebedouro,
sobem por êste até a barra do córrego
da Extrema pelo qual sobem até sua
cabeceira continuam pelo espigão que deixa ao norte as
águas do ribeirão
Bebedouro, e, ao sul, as dos ribeirões Bonito e Rasteira,
até a cabeceira mais
ocidental do ribeirão de Santa Joana, pelo qual descem
até o rio Jacaré-Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. CARLOS:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Grande onde desemboca o
ribeirão da Santa Joana e sobem
por aquele até barra do ribeirão do Lobo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Grande, que neste ponto tem
o nome legal de ribeirão do
Feijão, onde desagua o ribeirão do Lobo e sobem
por este até a sua cabeceira
mais merídional continuam pelo divisor que deixa,
à esquerda as águas do
ribeirão Itaqueri e a direita as do ribeirão
Gofabal até encontrar a cabeceira
do córrego da Fazenda Santa Clara e por êste
abaixo até o ribeirão do Tamanduá
pelo qual sobem até a foz do córrego da Fazenda
Santa Gertrudes subindo por
êste até sua cabeceira mais oriental, prosseguem
pelo espigão que deixa, à
esquerda as àguas do ribeirão
Tamanduá, e, a direita as do ribeirão do Jardim
ou Pinheirinhos até o cruzamento no divisor que deixa,
à direita as águas dêste
último ribeirão, e, á esquerda, as
águas do rio Passa Cinco, continuando por
êste divisor, até o aparado da Serra do
Itaquerí:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. PEDRO:
 
  

  

 Começaram no aparado da Serra de Itaquerí onde
esta cruza com o divisor que
contorna as cabeceiras do ribeirão Jardim ou Pinheirinhos,
separando-se das
águas do rio Passa Cinco à esquerda: seguem em
reta à cabeceira mais oriental
do ribeirão dos Pintos pelo qual descem até a
barra do córrego Gerivã, vão
daí,
em reta á cabeceira mais oriental do córrego
Recreio e vão por êste abaixo até
o ribeirão Grande e por este ainda até a foz do
córrego dos Bicudos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TORRINHA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego dos Bicudos no
ribeirão Grande descem  por este
até a foz do córrego Água Branca
vão a seguir pelo espigão que deixa à
esquerda, as águas desse córrego até o
divisor entre as águas do ribeirão Claro
à esquerda e por este divisor continuam até a
barra do córrego Clarinho no
ribeirão Claro sobem por aquele até a sua
cabeceira mais ocidental atravessam o
espigão em demanda da nascente mais oriental do
ribeirão da Pedra de Amolar por
este abaixo até o ribeirão Pinheirinhos ou
 
  

 Cachoeira e daí em reta, a barra a barra do
córrego Sul no ribeirão do Peixe;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Peixe, onde faz barra o
córrego do Sul descem por aquele
até a foz do córrego da fazenda da Boa Vista do
Paredão, pelo qual sobem até o
aparado da Serra de Brotas e continuam pelo aparado até a
cabeceira do córrego
Mosquito, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 BURÍ
 
  

  

 O município de Burí, comarca de Faxina,
constituído dos distritos de paz
da séde e do de Aracassú, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão do Pinhal faz barra no
ribeirão da Enxovia pelo qual
descem até o rio Apiaí e por êste
até o rio Paranapanema:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA:
 
  

  

 Começam onde o rio Apiaí faz barra no rio
Paranapanema, sobem por êste até a
confluência do rio Itapetinga e vão por
êste acima até a barra do córrego
Barreira, que fica na contravertente da cabeceira mais ocidental do
córrego do
Veado Pardo:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA:
 
  

  

 Começam no rio Itapetininga, na barra do córrego
Barreira, sobem pelo córrego
até sua cabeceira e vão dai a procura da nascente
mais ocidental do córrego do
Veado Prado, que fica na contraverte e por êste abaixo,
até a sua barra no
ribeirão da Pescaria, descendo ainda por êste
até o rio Paranapenema, pelo qual
sobem até a barra do ribeirão da Pedra Chata;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema onde faz barra o
ribeirão da Pedra Chata, vão por
êste acima até sua cabeceira principal e seguem,
em linha reta, à ponte do
Brasílio Nunes sobre o rio Apiaí-Mirim;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FAXINA:
 
  

  

 começam na ponte do Brasílio Nunes, sobre o rio
Apiaí-Mirim, vão daí ao
espigão
fronteiro, pelo qual caminham até encontrar a reta de rumo
leste-oeste, que vem
da nascente mais meridional do córrego Pirizal, prosseguem
pela reta até a
referida cabeceira e pelo córrego Pirizal descem
até sua barra no rio
Apial-Guassú; descem por êste até a sua
barra no rio Apiaí-Guassú; descem por
êste até a barrado córrego do Major
Velho, continuam por êste acima até sua
cabeceira mais ocidental, vão daí à
cabeceira sudorienal do ribeirão da Enxovia
e por ele abaixo até a barra do ribeirão do
Pinhal, onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BURÍ
 
  

  

 ARACASSÚ
 
  

  

 O distrito de paz de Aracassú terá como divisas
internas com o distrito de de
paz da séde do município, as seguintes:
 
  

 Começam no rio Apiaí, na foz do
ribeirão da Enxovia, sobem pelo rio até a boca
do córrego do Retiro do Apiaí, vão por
êste acima até sua cabeceira mais
ocidental, ganham o espigão fronteiro e seguem por ele
até a  barra do
córrego da Viuva no rio Paranapitanga, indo depois, em reta,
à ponte do Delfino
sobre o rio Paranapanema, na estrada de rodagem para Itapetininga.
 
  

  

 CABREÚVA
 
  

  

 O município de Cabreuva, comarca de Itú,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Jundiaí, na cabeceira mais meridional do
ribeirão de Santa Rita , seguem pelo espigão
mestre, deixando à direita as
águas do ribeirão do Pinhal ou Jacaré,
até cruzar com o espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Caracol indo por
ele até a confluência dêsse
córrego no ribeirão da Cachoeira, que
é afluente do ribeirão Carambú,
sóbem
pelo ribeirão da Cachoeira até sua cabeceira
sudoriental, ganham o alto da
Serra do Japí e pela cumiada desta prosseguem contornando as
cabeceiras do rio
Guaxinduva, caminhando depois pelo alto do seu contraforte, denominado
de São
Bento, que é o divisor que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão
Caáguassú,
até a confluência dêste
ribeirão com o ribeirão da Cachoeira, formadores
ambos
do rio Jundiuvira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARNAÍBA:
 
  

  

 Começam na confluência dos ribeirões
Cáguassú e Cachoeira, formadores do rio
Jundiuvira, e por êste descem até o rio
Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o rio
Jundiuvira e pelo Tietê abaixo até a
barra do rio Putribú ou Apotribú de Cima:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÚ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê onde desagua o rio
Putribú ou Apotribú de Cima, descem por
aquele até a barra do ribeirão Itaguá,
ou do sítio Tucunduva, que nasce na
povoação de Itaguá até a
embocadura do córrego da Fazenda do Morro Grande,
vão
desta barra em réta norte-sul, até o rio
Piraí, pelo qual sobem até o córrego
Municipal, por êste acima até sua cabeceira e
continuam pelo espigão mestre
Jundiaí-Tietê, em frente à cabeceira do
ribeirão Santa Rita, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 CAÇAPAVA
 
  

  

 O município de Caçapava, comarca do mesmo nome
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS:
 
  

  

 Principiam na Serra do Jambeiro, na cabeceira do rio da Divisa, pelo
qual
descem até sua barra no rio Paraíba,
sóbem por êste até a foz do rio
Butá, daí,
continuam pelo espigão divisor das águas do rio
Butá à esquerda, e as do
ribeirão do Tuvú à direita, em demanda
da barra do córrego de J. Carvalho, no
ribeirão do Tuvú, e por êste acima
até Serra do Palmital pelo qual seguem
até a cabeceira mais setentrional do ribeirão
Santa Cruz;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAUBATÉ
 
  

  

 Começam na Serra do Palmital, na cabeceira mais setentrional
do ribeirão Santa
Cruz, descem por êste até sua barra no rio
Paraíba, e por êste ainda até a
barra do córrego Pichoá ou Ponte Alta, subindo
por êste até sua cabeceira mais
meridional; prosseguem daí, pelo espigão da
margem direita das águas do
ribeirão Caçapava Velha até cruzar no
divisor das águas dêste último
ribeirão,
à direita, e as do ribeirão Taperão,
à esquerda;
 
  

  

  COM O MUNICÍPIO DE REDENÇÃO:
 
  

  

 Principiam no espigão da margem direita do
ribeirão Caçapava Velha, onde cruza
o divisor das águas dêste ribeirão,
à direita, e as do Taperão, a esquerda,
continuam pelo último divisor até a cabaceira do
córrego Fonsecada;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO:
 
  

  

 Principiaram na Serra do Jambeiro, na cabeceira do córrego
Fonsecada, e pela
Serra prosseguem até a cabeceira do rio da Divisa, onde
tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 CACHOEIRA
 
  

  

 O município de Cachoeira, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRUZEIRO:
 
  

  

 Começam no espigão intermediário das
águas dos ribeirões Embaú e Piquete,
na
cabeceira do córrego Mendanha, seguem pelo
espigão até a junção
daqueles dois
cursos, descem pelo Embaú até o
ribeirão Passa Vinte, e por êste até o
rio
Paraíba, pelo qual sobem até a barra do
ribeirão do Alegre, por êste acima até
a boca do córrego da Dorotéa pelo qual
vão até sua cabeceira, atingindo, a
rumo, o espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão do Alegre e, à
esquerda, as do ribeirão do Paiol;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão do Alegre, e,
à
esquerda, as do ribeirão do Paiol, em frente à
cabeceira do córrego da Dorotéa,
seguem pelo espigão até cruzar com o divisor que
deixa, à direita, as águas do
ribeirão Jataí ou das Marrecas, e, à
esquerda, as do ribeirão Silveira, indo
até a barra do ribeirão do Bravo, no rio da
Bocaína, sobem por aquele até a boca
do córrego São Miguel, vão
daí, em reta, à cabeceira mais setentrional do
ribeirão do Entrecosto, na Serra da Bocaína;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LORENA:
 
  

  

 Começam na Serra da Bocaína, na cabeceira mais
setentrional do ribeirão do
Entrecosto, seguem pela Serra até a cabeceira mais
meridional do ribeirão
Caninhas, por êste abaixo até o rio
Paraíba, e por este acima até a barra do
córrego Limoeiro, pelo qual sobem até sua
cabeceira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIQUETE:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Limoeiro,
caminham pelo espigão entre as águas
dos rios Piquete e Paraíba, em demanda da cabeceira do
córrego Cantagalo ou
Vargem grande, pelo qual descem ao ribeirão Piquete, seguem
por êste até a boca
do córrego Passa Quatro, e por êste acima
até a barra do córrego Mendanha, pelo
qual sobem até sua cabeceira, atingindo, por fim, o
espigão intermediário entre
as águas dos ribeirões Piquete e
Embaú, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 CACONDE
 
  

  

 O município de Caconde, comarca do mesmo nome, compreendendo
o distrito de paz
da séde e o do de Barra, ex-Santo Antonio da Barra,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAPIRATIBA:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde descarrega o
ribeirão Areias, sobem por êste
até a confluência do córrego Retiro,
seguem por êste ainda até sua cabeceira mais
setentrional e vão em reta à cabeceira do
córrego da Fazenda Rosa Branca, que
fica na contravertênte; descem por esse córrego
até o córrego Faísqueira,
continuam por êste até sua barra, no
ribeirão Can-Can, vão por êste acima
até a
barra do ribeirão Conceição e por
êste ainda até a foz do córrego do
Cedro,
pelo qual sóbem até sua cabeceira mais oriental
no "divortium
acquarum" dos rios Pardo e Sapucaí-Guassú,
já nas divisas com o Estado de
Minas Gerais;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no "divortium acquarum" dos rios Pardo e
Sapucaí-Guassú, na
cabeceira mais oriental do córrego do Cedro, seguem pelo
"divortium"
até a cabeceira do córrego dos Vieiras, descendo
por êste e pelo ribeirão São
Mateus até a confluência do mesmo São
Mateus, no ribeirão Bom Jesus, sobem por
êste até a barra do ribeirão da
Campestre, e por êste ainda até sua cabeceira
principal e daí ao alto do morro das Corujas: em seguida
pelo espigão do mesmo
morro das Corujas, até a cabeceira de Palmital, que desagua
no ribeirão Santa
Barbara, logo acima da barra do Contendas: descem pelo Palmital
até sua foz no
ribeirão Santa Barbara, prosseguem pelo espigão
fronteiro da margem direita do
córrego das Contendas, até o espigão
divisor do rio Pardo e ribeirão Bom Jesus
e por êste espigão até o alto da Serra
da Faísqueira; daí continuam pela
cumiada desta serra ou espigão dividindo as águas
dos córregos Palmital e
Faísqueira, e pelo espigão até a
confluência dos rios Lambarí e Pardo,
atravessam o Pardo e sóbem pelo Lambarí
até a barra do córrego Rolador, e por
êste até sua cabeceira principal, donde prosseguem
pelo espigão divisor das
águas dos córregos Matão, Tiririca e
Santo Antonio até o cume da Serra da
Fumaça, e, pela cumiada desta até o contraforte
entre as águas do ribeirão
Santo Antonio, à esquerda, e as do córrego
Cubatão, à direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO
PARDO:
 
  

  

 Começam na serra da Fumaça, no ponto de
cruzamento com o contraforte entre as
águas do ribeirão Santo Antonio, à
esquerda, e as do córrego Cubatão, à
direita, prosseguem pelo contraforte até o
ribeirão Santo Antonio, onde faz
barra o seu afluente da margem esquerda, que desemboca cerca de dois
kms.
abaixo da fazenda Dona Ana, descem pelo ribeirão Santo
Antonio até a barra do
pequeno córrego da sua margem esquerda, que desagua cerca de
1,1/2 Kms, abaixo
do afluente supra citado, sobem por esse córrego
até sua cabeceira mais
oriental, e vão daí, em reta, ao
espigão da margem esquerda do ribeirão
Quebra-Machado, no ponto em que termina a reta do rumo leste-oeste que
vem da
confluência do córrego da Divisa, com seu afluente
mais meridional, prosseguem
dessa confluência, pelo espigão da margem direita,
do córrego da Divisa, e
continuam pelo divisor que deixa, à esquerda, as
águas do córrego do Sinal
Geodesico, indo a barra desse córrego no ribeirão
Vargem Grande, alcançam
depois a cabeceira meridional do córrego do Cruzeiro, pelo
qual descem até sua
barra no rio Pardo, e por esse ainda até a foz do
ribeirão Areias, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CACONDE: 
 

  

 BARRA
 
  

  

 O distrito da barra, ex-Santo Antonio da Barra, terá as
seguintes divisas
internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Pardo, ao, e as do rio
Sapucaí-Guassú, ao norte, no ponto do cruzamento
com o espigão que deixa, à
direita, o ribeirão da Conceição, e,
à esquerda, as do ribeirão São Mateus,
prosseguem por esse espigão até
alcançar a cabeceira mais setentrional do
ribeirão do Bom Sucesso e por êste abaixo
até rio Bom Jesus, pelo qual descem
até a boca do córrego de São
Gonçalo pelo qual sóbem até sua
cabeceira
sudoriental, atingindo por fim o espigão divisor entre as
águas do rio Pardo, à
direita, e as do ribeirão Santa Barbara, à
esquerda, já nas divisas de Minas
Gerais.
 
  

  

 CAFELÂNDIA
 
  

  

 O município de Cafelândia, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito, de
paz da sede e dos de Vila Simões e Mesquita, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LINS:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Padua Sales com o
córrego Iracema, sobem por êste
até sua mais alta cabeceira, vão daqui, em reta,
até a nascente mais próxima do
córrego Cambará e deste ponto por nova reta, a
nascente do córrego Santa Elisa,
pelo qual descem até o rio Feio, continuam pelo contraforte
fronteiro até o
espigão mestre Dourado-Feio, pelo qual caminham em demanda
da cabeceira do
ribeirão Grande, pelo qual descem até sua barra
no rio Dourados e por êste
ainda, até a barra do córrego Anhumas ou do
Coronel Pontes; vão por êste até
sua cabeceira mais setentrional, no divisor Tietê-Dourados,
por êste caminham e
pelo espigão que separa as águas do
córrego do Macuco, à esquerda, e do
córrego
Bacuri ou do Meio, à direita, até a foz do Macuco
no rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONETE:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
córrego Macuco e sobem pelo rio Tietê
até a
barra do córrego da Onça;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz a barra o
córrego da Onça, sobem por êste
até a
sua cabeceira mais setentrional, procuram o divisor de águas
que deixa o
ribeirão Cervo, à direita, e o
Ribeirão Sucuri, à esquerda e prosseguem pelo
divisor até o espigão mestre
Tietê-Dourados, pelo qual caminham à procura da
nascente mais setentrional do córrego da Ponte Funda, descem
por este até a sua
foz no rio Dourados, vão deste ponto em reta, à
barra do córrego do Beraldo, no
córrego da Lagôa Seca, sobem pelo
córrego do Beraldo até a sua cabeceira mais
meridional, vão daqui, em reta, até a cabeceira
mais setentrional do córrego do
Taquaral, pelo qual descem até a sua foz no rio Feio, seguem
por êste abaixo
até a barra do ribeirão Inhema, subindo por
êste até a foz do córrego Gentil de
Moura.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GARÇA
 
  

  

 Começam no ribeirão Inhema, onde conflue o
córrego Gentil de Moura, sobem pelo
Inhema até a foz do córrego Moraes Barros, e
atingem em reta o pião divisor aos
córregos Padua Sales, Moraes Barros e Forquilha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA:
 
  

  

 Começam no pião divisor dos córregos
Padua Sales, Moraes Barros e Forquilha,
alcançam a cabeceira mais oriental do córrego
Padua Sales, descem por êste até
a confluência do córrego Iracema, onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CAFELÂNDIA
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Cafelândia terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA SIMÕES:
 
  

  

 Começam no espigão divisor entre as
águas do rio Tietê, ao norte e as do rio
Dourado, ao sul no ponto de entroncamento com o espigão
divisor das águas dos
córregos Macuco-Bacuri, seguindo pelo espigão
até o alto do Canastrão;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MESQUITA
 
  

  

 Começam no rio Feio, na barra do ribeirão Inhema
e vão pelo Feio abaixo até a
foz do córrego Santa Elisa;
 
  

  

 MESQUITA
 
  

  

 O distrito de paz de Mesquita na povoação do
menor nome, terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do município
de Cafelândia;
 
  

 Começam no rio Feio, na barra do córrego Santa
Elisa e sobem pelo rio até a
boca do ribeirão Inhema;
 
  

  

 VILA SIMÕES
 
  

  

 O distrito de paz de Vila Simões terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Cafelândia;
 
  

 Começam no alto do Canastrão, no
espigão divisor entre as águas do rio
Tietê,
ao norte, e as do rio Dourado, ao sul, seguem pelo alto do
espigão até cruzar
divisor entre as águas dos córregos Macuco e
Bacuri.
 
  

  

 CAJOBÍ
 
  

  

 O município de Cajobí comarca de Olimpia
constituido do distrito de paz da séde
e do de Albuquerque (ex-Vila Albuquerque); terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego
Capituvinha, sôbem por êste até sua
cabeceira mais setentrional, continuam pelo espigão
fronteiro, atingindo o
espigão que deixa, à direita, as águas
do córrego Bebedouro do Turvo e à
esquerda, as do córrego dos Olhos Dágua, pelo
qual caminham até alcançar a
barra do córrego do Bambú ou da
Capéla, no córrego Barrerinha, sóbem
pelo
Bambú, até sua cabeceira mais ocidental,
vão dai, em réta, à cabeceira
sudocidental do córrego do Matadouro e daí, por
uma nova réta, à cabeceira mais
ocidental do córrego Abilio de Almeida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais ocidental do córrego de
Abilio de Almeida, seguem
pelo espigão que deixa, à esquerda, o
córrego do Barro Preto ou Domiciano, e, à
direita, as águas dos córregos Matadouro e da
fazenda Santa Rita, em demanda da
barra do córrego da fazenda Santa Rosa, no
córrego Matadouro, sobem, Santa Rosa
até sua cabeceira mais meridional, alcançam em
réta a cabeceira mais
setentrional do córrego do Souza e por êste descem
até o rio Turvo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRANGÍ:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego do Souza
descem por aquele até a barra
do córrego da Baixa e por êste vão
acima, até sua cabeceira, ganham, o alto do
espigão méstre Turvo-Ribeirão da
Onça, e Continuam em demanda da cabeceira do
córrego dos porcos, pelo qual descem até o
ribeirão da Onça;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na barra
do córrego dos Porcos, descem pelo
primeiro até a barra do córrego Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABAPUAN:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na barra
do córrego Grande, descem por aquéle
até
o rio Turvo e por êste abaixo até a barra do
córrego Capituvinha, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CAJOBÍ:
 
  

  

 ALBUQUERQUE (EX-VILA ALBUQUERQUE):
 
  

  

 O distrito de paz de Vila Albuquerque, cujo nome se simplifica para
Albuquerque, terá como divisas internas com o distrito de
paz da séde do
município de Cajobi, o rio Turvo, em toda a sua
extensão, dêsde a foz do
córrego da Baixa até a boca do
ribeirão da Onça.
 
  

  

 CAJURÚ
 

  

  

 O município de Cajurú, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da
séde e dos de Cassia dos Coqueiros e Cruz da
Esperança, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINOPÓLIS:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde desemboca o rio Araraquara,
sóbem por este até a foz
do córrego da Prata, vão por êste
até a sua cabeceira mais oriental, seguem
pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do rio Araraquara, e, à esquerda,
as do ribeirão do Adão até a
confluência do ribeirão do Cervo, no rio
Araraquara e sóbem por êste até a barra
do córrego Laranjal:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DA ALEGRIA:
 
  

  

 Começam no rio Araraquara, onde faz barra o
córrego do Laranjal, sóbem por
aquele até a foz do córrego Barreiro das Antas, e
por êste acima até sua
cabeceira, na serra da Lage, e pela cumiada desta continuam
até o contraforte
conhecido pelo nome de Frei Custodio, seguindo pelo divisor, que deixa,
à
direita, as águas do rio Cubatão, e, à
esquerda, as dos córregos Monte Alto e
das Antinhas, até a barra do córrego da Barreira,
no ribeirão so Bauzinho, já
nas divisas com o Estado de Minas Gerais;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no córrego do Bauzinho, onde
deságua o córrego da Barreira, sobem por
aquele até sua cabeceira perto da qual se encontra o
Cemitério Velho; seguem
daí contornando pelo alto do espigão do
córrego da Delícia, até o marco
geodesico do Campo Redondo, continuam pela cumiada do
espigão até
defrontar a cabaceira principal do córrego Vicente Bento,
primeiro afluente na
margem direita do córrego das Areias e por êste
ainda até a barra  do
córrego Marimbondo ou Comprido;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOCÓCA:
 
  

  

 Começam no córrego das Areias na barra do
córrego Comprido ou Marimbondo, pelo
qual sóbem até sua cabaceira mais ocidental,
alcançam os aparados da Serra da
Borda Mata pelos quais caminham e pelos aparados da serra das
Contendas, até o
contraforte da margem esquerda do córrego da Fazenda da
Serra, e por êsse
contraforte caminham até a apagar confluência do
córrego da Fazenda da Serra no
ribeirão da Boiada, e por êste abaixo
até sua confluência no rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAMBAÚ:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão da Boiada, no rio
Pardo, e vão por  êste até
a foz do ribeirão Quebra-Cuia;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ROSA:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde desemboca o ribeirão
Quebra-Cuia, descem por aquele
até a barra do ribeirão das Águas
Claras;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO:
 

  

  

 Começam
no rio Pardo, onde este recebe as águas do
ribeirão das Águas Claras, e vão por
aquele abaixo até a confluência do
ribeirão de Prata, em frente o Paredão do Corvo
Branco;
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SERRA AZUL:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde deságua o
ribeirão da Prata em frente ao Paredão do
Corvo Branco, descem pelo Pardo até a barra do rio
Araraquara, onde iniciarem
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE CAJURÚ:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Cajurú terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CRUZ DA ESPERANÇA:
 
  

  

 Começam no rio Pardo na foz do córrego do
Sertãozinho, vão por êste acima
até
sua cabeceira, ganham o espigão que contorna a cabeceira do
córrego da Fazenda
Palma, seguindo pelo espigão até a forquilha dos
dois maiores e últimos
formadores do ribeirão do Bosque, seguem, daí,
pelo espigão que deixa o córrego
da Posse, à esquerda, e córrego da Bôa
Esperança; à direita, até
alcançar a
cabeceira mais meridional do córrego do Cacho,
até a foz do córrego da Prata;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CASSIA DOS COQUEIROS
 
  

  

 Começam no contraforte de Frei Custódio, na Serra
da Lage, em frente à
cabeceira do córrego das Torres, continuam pelo divisor, que
deixa, à esquerda,
as águas do ribeirão Vermelho até
dirigir a cabeceira do córrego do Furtado,
pelo qual descem até a barra do córrego das
Palmeiras, sóbem por êste pelo seu
galho mais meridional até sua cabeceira e continuam pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do rio Cubatão, e,
à direita, as do córrego São
João, indo
até a cabeceira do córrego do Barreiro, pelo qual
descem até o rio Cubatão
seguem pelo espigão fronteiro, que deixa, à
direita, as águas do córrego
Encantado e do córrego da Serra, passam pelo alto das
Três Barras, ganham a
cabeceira mais setentrional do córrego das Contendas e por
êste descem até o
aparado da Serra do mesmo nome;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CRUZ DA ESPERANÇA:
 
  

  

 O distrito de paz de Cruz da Esperança, ex-Santa Cruz da
Esperança, terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da sede do
município:
 
  

 Começam no rio Araraquara, na foz do córrego da
Prata, sóbem pelo Araraquara
até a boca do córrego do Cacho, vão
por êste acima até sua cabeceira mais
meridional, continuam pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas do córrego
da Esperança, e, à direita, as do
córrego da Posse, indo até a forquilha dos
maiores e últimos formadores do ribeirão do
Bosque, atravessam êste e
prosseguem pelo espigão que contorna as cabeceiras do
córrego da Fazenda Palma,
em demanda da cabeceira do córrego do
Sertãozinho, pelo qual descem até o rio
Pardo;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CASSIA DOS COQUEIROS:
 
  

  

 O distrito de paz de Cassia dos Coqueiros, ex-Santa Rita de Cassia dos
Coqueiros, terá as seguintes divisas internas com o distrito
de paz da sede do
município:
 
  

 Começam no aparado da Serra das Contendas, no
córrego do mesmo nome, sóbem por
êste até sua cabeceira mais setentrional, atingem
o alto das Três Barras e vão
pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas do córrego da Fazenda da Serra e
do córrego Encantado, até a barra do
córrego do Barreiro no rio Cubatão,
sóbem
pelo córrego São João, até
atingir a cabeceira do galho mais meridional do
córrego Palmeiras, pelo qual descem até sua
confluência com o córrego do
Furtado e por êste acima até sua cabeceira, as
águas do ribeirão Vermelho, e à
direita, as do rio Cubatão, até
alcançar o contraforte de Frei Custódio, na
Serra da Lage, em frente à cabeceira do córrego
das Torres.
 

  

  

 CAMPINAS
 
  

  

 O município de Campinas, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz
da séde e dos de Cosmópolis, Rebouças,
Souzas (Ex-Arrarial dos Souzas), e
Valinhos, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMERICANA: (Ex-Vila Americana)
 
  

  

 Começam no  espigão divisor das
águas dos ribeirões Quilombo e Toledo, na
cabeceira setentrional do córrego Guilherme Green, afluente
do ribeirão dos
Toledos, sobem pelo espigão até a cabeceira do
Palmital, pelo qual descem até
sua barra no ribeirão de Quilombo, vão dai em
réta, à barra do córrego da
Discórdia, no ribeirão dos Lopes, pelo qual sobem
até sua cabeceira, continuam
pelo espigão que deixa à direita, as
águas do córrego da Fazenda Foguete indo
até a barra do córrego da Balsa, continuam pelo
espigão da margem esquerda
dêste, ganham o espigão mestre Atibaia-Jaguari e
por êle caminham até a
cabeceira do galho da direita do córrego Jacutinga, pelo
qual descem até o rio
Jaguarí, e por êste abaixo até a foz do
ribeirão Pinhal:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí na foz  do
ribeirão do Pinhal, seguem pelo espigão
da margem direita, dêste último, indo
até a cabeceira mais ocidental do córrego
Pinheirinhos; pelo qual descem até o Monjolo Grande e por
êste até a barra do
ribeirão Três  Barras, pelo qual sobem
até a barra da água do km. 41 da
Estrada de Rodagem, no ribeirão das Três Barras
desta barra por outra réta, à
cabeceira da água do Jacinto, pela qual descem
até o rio Pirapitingui e
ainda por êste até a fóz do
córrego Socega, sobem por êste córrego
até a sua
cabeceira oriental, vão daí, em réta,
à cabeceira ocidental do córrego Boldin,
Cemitério ou Capela, pelo qual descem até o
ribeirão Cachoeira e ainda por êste
até o rio Jaguari, pelo qual sobem até a
ponte da rodovia
estadual, vão daí em réta,
à cabeceira mais setentrional do córrego da
Fazenda
Tanquinho, pelo qual descem até a barra da água
da sua cabeceira oriental, pelo
qual sobem até a referida cabeceira vão
daí, em réta, à barra do
córrego da
Fazenda Castelo no córrego da Fazenda Santa Julia. Sobem
pelo córrego da
Fazenda Castelo até sua cabeceira, vão
daí, pelo espigão, à barra do
córrego
Carlos Aranha no rio Jaguarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA:
 
  

  

 Principiam no rio Jaguarí, na barra do córrego da
Fazenda de Carlos Aranha,
sobem pelo rio Jaguarí  até a barra do
córrego da Fazenda Recreio,e vão em
réta à barra do córrego da Linde no
rio Jaguarí, e por êste acima até a
barra
do córrego da Vendinha do Jaguarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na barra do
córrego da Vendinha do Jaguarí, continuam
pelo contraforte da margem direita dêste córrego,
em demanda da Serra das
Cabras,e por esta Serra prosseguem em demanda do Morro Agudo do Franco,
vão daí
pelo espigão à barra do córrego da
Fazenda espírito Santo do Morro Agudo, no
rio Atibaia; daí  prosseguem pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas
dos córregos das Fazendas Joli, Bento Pires de Almeida
 e Joaquim Franco,
até  a Serra de Cocais, pela qual caminham,
deixando à direita, as águas
do ribeirão do Jardim em demanda da cabeceira mais oriental
do córrego do
Reservatório;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUDIAÍ
 
  

  

 Começam  na Serra dos Cocais, em frente
à cabeceira do córrego do
Reservatório, descem por êste ao
ribeirão Pinheiros e por êste abaixo
até o
córrego dos Ortizes, vão daí em reta
leste oeste, até a estrada de rodagem
estadual Jundiaí-Campinas, seguem pelo eixo desta
até o espígão mestre
Capivari-Pinheiros e continuam pelo contraforte entre as
águas dos córregos da
Fazenda São Bento, à direita, e as do
córrego da Fazenda Candida, à esquerda,
indo até a barra do ribeirão do Moinho no rio
Capivari, descem por êste até a
boca do córrego da Fazenda Rio da Prata e vão em
reta à cabeceira do córrego
Bonfim, descendo por êste até o tanque;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA:
 
  

  

 Começam no
tanque do córrego Bonfim, continuam pelo
rio Caivari-Mirim, até a boca do Ribeirão do
Campo Grande ou Monjolo Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE MÓR:
 
  

  

 Começam no rio Capivari-Mirim, na barra do rio Campo Grande,
vão em reta, à
barra do rio Capivari, alcançam e prosseguem pelo
espigão fronteiro que deixa,
à direita, as águas do córrego
Comprido até o espigão mestre dos rios Capivari
e Quilombo, e pelo espigão mestre continuam até a
cabeceira mais setentrional
do ribeirão Candelaria, pelo qual descem até sua
barra no ribeirão dos Toledos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Toledos, na barra do
ribeirão da Candelaria, descem por
aquele até a barra do córrego de Guilherme Green,
pelo qual sobem até sua
cabeceira setentrional no espigão Toledo-Quilombo, onde
tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE CAMPINAS
 
  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município
de Campinas terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DE REBOUÇAS:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Capivarí, e,
à
esquerda, as ribeirão Quilombo, em frente à
cabeceira do córrego do Aterrado,
seguem por êste divisor até os trilhos da
Companhia Paulista de Estradas de
Ferro, cerca de dois Kms, a oeste da estação de
Bôa Vista, continuam pelo
espigão que deixa à direita, as águas
do córrego da Bôa Vista, afluente do
ribeirão Quilombo, indo até a barra do
córrego do Pari, nêste último
ribeirão;
descem pelo Quilombo até a boca do córrego da
fazenda Nova Veneza, pelo qual
sobem até sua cabeceira, atingindo depois o alto do
pião divisor entre as
cabeceiras do citado córrego da Fazenda Nova Veneza, do
córrego de São
Francisco e do córrego da Fazenda Foguete;
 
  

  

 COM DISTRITO DE PAZ DE COSMÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Atibaia-Jaguarí, em frente à cabeceira do
córrego
Funchal e vão por êste abaixo até o rio
Jaguarí, pelo qual sobem até a barra do
ribeirão da Cachoeira;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SOUZAS
 

  

 (EX-ARRAIAL DOS SOUZAS)
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí na foz do
córrego da Fazenda Roseira, sobem por êste
até
sua cabeceira, ganham o espigão intermediário dos
dois ramos do córrego da
Fazenda Angélica, indo à confluência
dessas duas águas e pelo córrego abaixo
até o rio Atibaia, transpõem o rio e tomam pelo
espigão que deixa, à direita,
as águas dos ribeirões do Tanquinho e das
Anhumas, e, à esquerda, as do rio
Atibaia, indo até a cabeceira do pequeno córrego
da Lapa, pelo qual descem até
o córrego da Fazenda da Boroneza de Atibaia;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VALINHOS:
 
  

  

 Começam no córrego da Fazenda da Baroneza de
Atibaia, na foz do pequeno córrego
da Lapa, sobem por aquele até sua cabeceira do galho da
esquerda e continuam
pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão das Anhumas, e as do
rio Capivari, e, a esquerda, as do ribeirão Pinheirinhos,
indo até cruzar
com espigão que deixa, à direita, as
águas do córrego da Fazenda Jambeiro, e,
à
esquerda, as do córrego da Fazenda Guapiranga ou
São Pedro, e indo até a barra
dêste no rio Capivari, e por êste acima
até a boca do ribeirão do Moinho;
 
  

  

 COSMÓPOLIS: 
 
  

  

 O distrito de paz de Cosmópolis terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da séde do município de Campinas:
 
  

 Começam no rio Jaguarí, na barra do
ribeirão da Cachoeira, descem pelo primeiro
da Cachoeira, descem pelo primeiro até a barra do
córrego do Funchal, e por
êste acima até sua cabeceira, no
espigão mestre Atibaia-Jaguarí;
 
  

  

 REBOUÇAS:
 
  

  

 O distrito de paz  de Rebouças terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da séde do município de Campinas:
 
  

 Começam no pião divisor que separa as cabeceiras
dos rios córregos de São
Francisco, da Fazenda Foguete, e da Fazenda Nova Veneza, descem por
êste último
até o ribeirão Quilombo,e por êste
acima até a barra do córrego do Parí;
continuam pelo espigão que deixa à esquerda, as
águas do córrego Bôa Vista
(afluente do ribeirão Quilombo), indo até os
trilhos da Companhia Paulista de
Estradas de Ferro, que cortam cerca de dois kms. a oeste da
estação de Bôa
 Vista, e prosseguem pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do
ribeirão Quilombo, e, à  esquerda, as do
rio Capivarí, indo até frontear a
cabeceira do córrego do Aterrado;
 
  

  

 SOUZAS. (EX-ARRAIAL DOS SOUZAS)
 
  

  

 O distrito de paz do Arraial dos Souzas, cujo nome se simplifica para
Souzas,
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no córrego da Fazenda da Baroneza de
Atibaia, na foz do pequeno córrego
da Lapa, por êste até sua cabeceira, ganham o
espigão que deixa, à esquerda, as
do ribeirão das Anhumas e do ribeirão do
Tanquinho, e pelo espigão
intermediário dos dois ramos do córrego da
Fazenda Roseira, pelo qual descem
até o rio Jaguarí;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VALINHOS:
 
  

  

 Começam no rio Atibaia na ponte do Joli, descem pelo rio
até a barra do córrego
da Fazenda da Baroneza de Atibaia, vão por êste
acima até a boca do córrego da
Lapa;
 
  

  

 VALINHOS
 
  

  

 O distrito de paz de Valinhos terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Capivari, na foz do ribeirão do
Moinho, descem pelo primeiro até
a boca do córrego da Fazenda Guapiranga ou São
Pedro, e continuam pelo espigão
que deixa, à deixa, à direita, as
águas dêste último córrego,
e à esquerda, as
do córrego da Fazenda Jambeiro, até cruzar com o
espigão que deixa, à direita,
as águas do ribeirão Pinheirinhos, e,
à esquerda, as do rio Capivarí e do
ribeirão das Anhumas, indo até a cabeceira do
galho da direita, do córrego da
Fazenda da Baroneza de Atibaia, pelo qual descem até a foz
do pequeno córrego
da Lapa;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SOUZAS
 

  

 (EX-ARRAIAL DOS SANTOS)
 
  

  

 Começam no córrego da Fazenda da Baroneza de
Atibaia, na foz do pequeno córrego
da Lapa, descem pelo primeiro até o rio Atibaia, e por
êste acima até a ponte
do Joli.
 
  

  

 CAMPO LARGO
 
  

  

 O município de Campo Largo, comarca de Sorocaba,
terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ:
 

  

  

 Começam
onde o Rio Alambari faz Barra no Rio Sarapui
e descem por êste até a barra do
ribeirão Iperó:
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE BOITUVA:
 
  

  

 Começam no rio Sarapuí, onde deságua o
ribeirão Iperó, prosseguem pelo
espigão
da margem direita do ribeirão Iperó em demanda da
cabeceira do córrego
Bacaetava, e vão por êste até a barra
do córrego do Anhanguera;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba na barra do ribeirão
Anhanguera, sobem pelo rio
Sorocaba até a barra do córrego Jacaré;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA:
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba onde desagua o córrego do
Jacaré, vão por êste acima
até sua cabeceira mais meridional, seguem pelo
espigão contornando as
cabeceiras do ribeirão Ipanema, vindo em demanda da barra do
ribeirão Verde,
naquele ribeirão; subindo pelo Ipanema até a
confluência do ribeirão do
Lageado, prosseguindo pelo espigão entre êstes
dois ribeirões e continuando
pelo divisor entre as águas do ribeirão Ipanema e
as do rio Pirapóra, até a
barra do córrego do Barulho neste último rio e
pelo Pirapóra abaixo, até sua
barra no rio Sarapuí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SARAPUÍ
 
  

  

 Começam onde o rio Sarapuí recebe o rio
Pirapóra e vão por aquele abaixo, até
a
barra do ribeirão da divisa ou Dúvida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão da Divisa ou da
Dúvida no rio Sarapuí e vão por
êste abaixo até a foz do rio Alambari, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 CAMPOS DO JORDÃO
 
  

  

 O município de Campos do Jordão, comarca
de São Bento, constituído do
distrito de paz da séde e do de Santo Antonio do Pinhal,
terá as seguintes
divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. BENTO:
 
  

  

 Começam na Serra da Mantiqueira, na cabeceira mais ocidental
do ribeirão do
Barreiro, pelo qual descem até a barra do
ribeirão da Fazenda de J. Benedicto,
vão dêste ponto, em reta, ao ponto montante da
cachoeira sobre o ribeirão da
Cachoeira, cachoeira essa que fica cerca de um quilometro abaixo da
povoação do
Pinhalzinho, vão dai por nova reta, ao morro do Cambraia e
continuam pelo
espigão fronteiro em demanda da barra do ribeirão
dos Mellos , no rio do
Lageado; sobem por aquele até meio quilometro, abaixo da
forquilha de seus
principais formadores, ao oéste da
povoação dos Melos e vão dai, por uma
reta,
de rumo sul-norte, até o  ribeirão das
Barradas, pelo qual sobem até a sua
cabeceira mais oriental; prosseguem pelo espigão fronteiro,
que é o divisor da
margem esquerda do rio Sarapui, até a cabeceira mais
ocidental do ribeirão dos
Marmelos, pelo qual descem até a barra do córrego
do Campista e continuam por
êste acima até sua cabeceira, no
espigão que contorna as cabeceiras do ribeirão
do Jacú, já nas divisas de Minas Gerais;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no espigão divisor entre as
águas do ribeirão do Jacú,
à esquerda, e as
do ribeirão dos Marmelos, à direita, em frente
à cabeceira setentrional do
córrego Campista, seguem pelo divisor até a
embocadura do ribeirão dos
Marmelos, no rio Sapucaí e vão por êste
abaixo até a embocadura do ribeirão
Jacú, donde seguem pelo divisor de águas
até alcançar a cordilheira da Mantiqueira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETA:
 
  

  

 Começam no alto da cordilheira da Mantiqueira, onde esta
cruza o divisor entre
as águas dos rios Sapucai-Guassu, e Bicas, seguem pela
cumiada da serra até
cruzar com o divisor que deixa, à esquerda as
águas do rio Guaratinguetá, e à,
direita, as do ribeirão dos Buenos ou dos Moreiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINDAMONHANGABA:
 
  

  

 Começam no alto da cordilheira da Mantiqueira, onde ela
cruza com o divisor que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
dos Buenos ou dos Moreiras, e, à
esquerda, as do rio Guaratinguetá, seguem pela crista
daquela até o pião
divisor das águas do rio Piracuama, ribeirão
Bôa Vista e rio Buquira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOSE DOS CAMPOS:
 
  

  

 Começam na Serra da Mantiqueira, no pião divisor
dos rios Buquira, Piracuama e
ribeirão Bôa Vista, seguem pela Serra
até a cabeceira mais ocidental do
ribeirão Barreiro, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CAMPOS DO JORDÃO
 
  

  

 SANTO ANTONIO DO PINHAL:
 
  

  

 O distrito de paz de Santo Antonio do Pinhal, terá como
divisa interna, com
distrito de paz da séde do município de Campos do
Jordão, o divortium acquarum
Sapucai-Mirim-Guassu, desde seu cruzamento com a cordilheira da
Mantiqueira até
frontear a cabeceira do ribeirão Barradas.
 
  

  

 CANANÉA
 
  

  

 O município de Cananéa, comarca do mesmo nome
constituído do distrito de paz da
séde e do de Ariri terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA:
 
  

  

 Começam na Serra Negra, onde esta entronca com o divisor que
deixa, ao norte,
as águas do rio Jacupiranga e seus afluentes
Guaraú, Canha, e ao sul, as águas
dos rios das Minas, Itapitingui, e Folha Larga, seguem pela crista
dêsse
divisor até cruzar a Serra do Pariquera-Assú, que
é o "divortium
acquarum" entre as águas do rio Pariquera-Assú,
ao norte e as do rio Cordeiro,
ao sul até frontear a cabeceira mais ocidental
dêste último rio:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE:
 
  

  

 Começam na Serra do Pariquera-Assú, na cabeceira
mais ocidental do rio
Cordeiro, descem por êste até a barra do rio
Nanaú, vão dêste ponto, em reta,
até a ponta mais oriental da Ilha do Rodrigues e daqui,
também em reta até a
forquilha dos galhos das cabeceiras do rio Candapuí, na Ilha
Comprida e dessa
confluência, seguindo a mesma reta, até o mar;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no mar, na barra do Ararapira, acompanham a curva do
rio, passando pelo
povoado do mesmo nome, até o meio do istmo do Varadouro,
dai, buscam o divisor
das águas que correm, á direita para o mar e
canal do Ararapira, e, á esquerda,
para as baias do Pinheiro e das Laranjeiras, seguem por esse divisor
até o alto
da Serra Negra e por esta até cruzar o divisor entre as
águas do rio
Jacupiranga, ao norte, e as do rio das Minas, ao sul, onde tiveram
inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CANANÉA:
 

  

 ARIRÍ
 
  

  

 O distrito de paz de Ariri, terás as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da séde do município de Cananéa:
 

  

  

 Começam na Ilha do Cardoso, na praia dos Foles Grandes, onde
morre o espigão
que deixa, á direita, as águas do rio Cambriu, e
, á esquerda, as dos rios que
vertem para o canal de Ararapira, seguem por êsse
espigão até o canal, em
frente á barra do ribeirão das Pedras, continuam
pelo ribeirão acima até sua
cabeceira e pelo espigão que deixa, á direita, as
águas do rio Itapanhapima, e,
á esquerda, as do rio Araçaúba, indo
até a Serra do Itapanhapima, pela qual
prosseguem até a Serra Negra, já nas divisas com
o Estado do Paraná.
 
  

  

 CANDIDO MOTA
 
  

  

 O município de Candido Mota, comarca de Assis,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ASSIS:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na barra do córrego
do Brene, sobem por êste até
sua cabeceira, continuam pelo espigão que deixa,
á esquerda, as águas dos
ribeirões de Dourado e Fartura, e, á direita, as
do ribeirão Queixada, até
encontrar a cabeceira do galho da direita do ribeirão
Jacú, descem por êste até
a barra do córrego Figueira, e vão daqui, em reta
até a confluência do córrego
do matão, no ribeirão do Pavão e
daí em reta á ponte sôbre o
Ribeirão
Pirapitinga, na estrada de rodagem que da cidade de Assis vai
á de Palmital:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALMITAL:
 
  

  

 Começam na ponte sobre o ribeirão Pirapintinga,
na estrada de rodagem que da
cidade de Assis vai á de Palmital, vão pelo eixo
da estrada á ponte sobre o
córrego Barra Mansa descem por êste até
o ribeirão Pirapitinga, e por êste
abaixo até o ribeirão Pavão,
daí em reta, e cabeceira do córrego da Lage e por
êste descem até o rio Pari e por êste
abaixo até o rio  Paranapanema;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde faz barra o rio Pari e
vão por aquele abaixo
até a foz do córrego do Brene, onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 CAPÃO BONITO
 
  

  

 O município de Capão Bonito, comarca do mesmo
nome constituido dos distritos de
paz da sede e do de Guapirara, passa a ter as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FAXINA:
 
  

  

 Começam na Cordilheira dos Paranapiacaba, onde esta cruza
com o divisor entre
as águas do ribeirão Samambaia o rio
São José do Guapiára, de nome local
Serra
da Samambaia até a serra do Cantagalo, pela qual caminham em
demanda da
cabeceira mais setentrional do córrego da invernada, pelo
qual descem até o
rio Apiai-Mirim e por êste ainda até a
antiga ponte de Basilio Nunes, hoje
de Marcolino Nunes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BURÍ:
 
  

  

 Começam mo rio Apia-Mirim, na antiga ponte de Basilio Nunes,
hoje de Marcolino
Nunes, vão daí, em reta á cabeceira
principal do ribeirão da Pedra Chata pela
qual descem ao rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPETINGA:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde faz barra o
ribeirão da Pedra Chata, sobem
por aquele até a embocadura do rio Turvo, e ainda por
êste, até a barra do
ribeirão da Cachaça;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. MIGUEL ARCANJO:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão da
Cachaça no rio Turvo, sobem por êste
até a
barra do ribeirão Laranja Azeda, por êste ainda
até sua cabeceira mais
meridional vão em reta, á cabeceira mais
setentrional do córrego Brejauva, pelo
qual descem até o rio Taquaral e continuam por
êste acima até sua cabeceira
mais meridional, na Cordilheira do Paranapiacaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE XIXIRICA:
 
  

  

 Começam na Cordilheira do Paranapiacaba, na cabeceira mais
meridional do rio
Taquaral, prosseguem pela Cordilheira até encontrar com o
divisor entre as
águas dos rios Pedro Cubas á esquerda, e
Pilões, à direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA:
 
  

  

 Começam na Cordilheira do Paranapiacaba, onde esta cruza o
espigão que separa
as águas dos rios Pedro Cubas e Pilões e
prosseguem pela crista da Cordilheira
até a Serra da Samambaia, que é o divisor das
águas do ribeirão Samambaia e rio
São José do Guapiara, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CAPÃO BONITO
 
  

  

 GUAPIARA
 
  

  

 O distrito de paz de Guapiara terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município de Capão Bonito:
 

  

  

 Começam na Cordilheira do Paranapiacaba, onde eia cruza com
o espigão que
deixa, á esquerda as águas do rio
Apiaí-Mirim, e, á direita as do rio das
Almas, seguem por êste último divisor
até alcançar a cabeceira mais oriental do
ribeirão do Alegre, descem por êste até
o rio Apiai-Mirim, continuam por êste
abaixo até a barra do ribeirão da Invernada.
 
  

  

 CAPIVARÍ
 
  

  

 O município de Capivarí, comarca de Igual nome,
compreendendo o distrito de paz
da séde e os de Mombuca e Rafard, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO DAS PEDRAS:
 
  

  

 Começam no rio Capivari-Mirim, na barra do
córrego Pequeno, pelo qual sobem até
a sua cabeceira, vão dai em reta á barra do
córrego D. Eliza no córrego da
Fazenda Arapongal, sobem por aquele até a sua cabeceira,
vão dai em reta á
confluência do córrego do Matão no
ribeirão Dona Teodora ou Dona Tereza, sobem
pelo córrego do Matão até a sua
cabeceira, vão dai em reta ao córrego da
Fazenda Monte Belo, pelo qual descem até o
ribeirão Grande, sobem por êste e
pela sua cabeceira mais oriental, vão dai em reta
á cabeceira mais ocidental do
ribeirão Água Parada, pelo qual descem
até a sua barra no córrego que vem da
Fazenda Estrela, dessa confluência ganham o
espigão fronteiro que deixa, á
esquerda, as águas do córrego da Fazenda Estrela,
prosseguem por este espigão
até o espigão mestre Piracicaba-Capivari, pelo
qual caminham até frontear a
cabeceira mais meridional do ribeirão Lambari, pelo qual
descem até a barra do
córrego Lambari de Cima;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Lambarí de
Cima, onde ele faz barra no ribeirão
Lambari, sobem pelo córrego Lambari de Cima até
sua cabeceira, dai vão pelo
espigão em demanda do Tanque da Posse, e dai prosseguem pelo
espigão fronteiro
até o espigão mestre Piracicaba-Capivari, pelo
qual caminham até frontear a
cabeceira do córrego Joaquim Grande:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE MÓR:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre os rios
Piracicaba e Capivari, na cabeceira do
córrego Joaquim Grande, prosseguem pelo espigão
mestre até onde ele cruza com o
"divortium acquarum" que deixa, á direita, as
águas do ribeirão da
Água Choca e á esquerda, as da Fazenda Monte
Belo, seguem por êste
"divortium" até entroncar com o que separa as
águas do córrego da
Fazenda Monte de Ouro das do córrego do Fonseca,
prosseguindo por este até a
confluência dessas duas águas, e pelo
córrego do Fonseca abaixo até o rio
Capivari, descem por êste até a barra do
ribeirão do Carneiro; dai continuam
pelo espigão fronteiro que deixa, á esquerda, as
águas deste último, e á
direita, as do córrego Queluz, contornam as cabeceiras
dêste, que passa junto á
séde da fazenda do mesmo nome e prosseguem pelo
espigão que deixa á esquerda,
as águas do ribeirão Atuaú e,
á direita, as do ribeirão dos Agostinhos ou
Samambáia, até frontear a cabeceira do
córrego da Poca, afluente do Atuau, no
espigão mestre Tietê-Capivari;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO DE ITÚ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Capivari, em frente á cabeceira do
córrego da
Poca, continuam pelo espigão mestre até cruzar
com o contraforte que deixa, de
um lado, as águas do ribeirão Morro Vermelho, e
do outro, as do ribeirão
Eleutério;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, ao sul, e as do rio
Capivari ao norte, onde ele cruza com o espigão que deixa de
um lado as
vertentes do ribeirão do Morro Vermelho e do outro as do
ribeirão Eleutério,
pelo espigão mestre caminham até frontear a
cabeceira do pequeno córrego Godói,
galho do córrego do Engenho Dágua, pelo qual
descem até êste último e por
êste
abaixo até sua barra no ribeirão Sete
Fogões e por êste ainda até a
embocadura
do córrego da Água Branca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ:
 
  

  

 Começam no ribeirão Sete Fogões onde
faz barra o córrego da Água Branca, ganham
o espigão que deixa, á esquerda, as
águas do córrego Água Branca, indo em
demanda da barra do córrego Galho do Norte no
ribeirão José Leite, sobem pelo
córrego do Galho do Norte até o
espigão mestre Tietê-Capivari, caminhando por
êste e pelo contraforte que deixa, á direita, as
águas do ribeirão Fundo, até a
barra do córrego da fazenda São Paulo, no rio
Capivari, alcançam o espigão da
margem direita do córrego da Fazenda São Paulo e
do ribeirão Dona Teodora ou
Dona Tereza, pelo qual caminham indo até a barra do
córrego Pequeno no rio
Capivari-mirim, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CAPIVARÍ:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Capivari

terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
MOMBUCA:
 
  

  

 Começam no rio Capivari, na foz do córrego
Bonfim, vão por êste, pelo seu galho
de léste, até sua cabeceira e continuam pelo
espigão que contorna as cabeceiras
do córrego do Bairro Frio, até
alcançar o marco do Km. 201 do ramal de
Piracicaba, da Estrada de Ferro Sorocabana marco que fica a
 
 5.190 metros
 
 da
estação de Mombuca, atingem dai, em reta,
léste-oéste, o ribeirão da
Água
Parada ou da Mombuca e procuram o espigão que deixa,
á esquerda, as águas dêste
curso e, á direita, as vertentes do ribeirão
Água Choca e por esse espigão
caminham até frontear a cabeceira mais meridional do
ribeirão do Lambari ou
Alambari;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RAFARD:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, ao sul, e as do rio
Capivari, ao norte, onde ele cruza com o espigão chamado de
André Dias, que
deixa, á direita, as águas do ribeirão
Palmeiras, e, á esquerda, as do ribeirão
dos Martins ou Itapeva e por êste último
espigão continuar até alcançar a
cabeceira do córrego São Francisco, pelo qual
descem ao rio Capivari, vão por
este abaixo até a foz do córrego do Bonfim:
 
  

  

 MOMBUCA
 
  

  

 O distrito de paz de Mombuca terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais meridional do ribeirão
do Lambari ou do Alambari, no
espigão que deixa, á direita, as águas
do ribeirão da Mombuca ou Agua Parada,
e, a esquerda, as do ribeirão da Água Choca, indo
até o ribeirão Mombuca no
ponto em que ele é atingido pela reta
leste-oéste, que vem do marco do Km. 201
do ramal de Piracicaba, da Estrada de Ferro Sorocabana, seguem pela
reta até o
citado marco, que fica a
 
 5.190 metros
 
 da estação de Mombuca e continuam pelo
espigão
que contorna as cabeceiras do córrego do Bairro Frio,
alcançam a cabeceira do
galho de léste do córrego do Bonfim e por
êste descem até o rio Capivarí:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RAFARD:
 
  

 RAFARD
 
  

  

 Começam no rio Capivari, na foz do córrego do
Bonfim, descem pelo rio até a
barra do córrego da Fazenda São Paulo;
 
  

 O distrito de paz de Rafard terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MOMBUCA:
 
  

  

 Começam no rio Capivari, na foz do córrego da
Fazenda São Paulo e vão por
aquele acima até a barra do córrego Bonfim;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Capivari, na foz do córrego do
Bonfim, sobem pelo rio até a
barra do córrego S. Francisco, e vão por estes
acima até sua cabeceira,
continuam pelo espigão chamado de André Dias, que
deixa, á direita, as águas do
ribeirão dos Marins ou Itapeva, e, á esquerda, as
do ribeirão Palmeiras, até
alcançar o espigão mestre entre as
águas do rio Tiete, ao sul, e do rio
Capivari, ao norte
 
  

  

 CARAGUATATUBA
 
  

  

 O município de Caraguatatuba, comarca de São
Sebastião, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS
 
  

  

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com a Serra do
Juqueriquerê,
divortium aquarum das águas do rio do mesmo nome, seguem
pela crista da
cordilheira até cruzar com o espigão que deixa,
á esquerda, as águas do rio
Tiete, e, á direita, as dos rios Lourenço Velho e
Paraíbuna;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAÍBUNA:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com o
espigão que deixa, a
direita, as águas dos rios Lourenço Velho e
Paraibuna, e, á esquerda, as do rio
Tiete, seguem pela crista da cordilheira até encontrar com o
contraforte que
separa as águas do rio Pardo, á esquerda, das do
rio Negro, á direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NATIVIDADE
 
  

  

 Começam na
cordilheira do Mar, onde esta cruza com o
contraforte que deixa, á direita, as águas do rio
Negro, e, á esquerda, as do
rio Pardo, seguem pela crista da cordilheira até entroncar
com o espigão que
deixa, á direita, as águas do ribeirão
Maranduba, e, à esquerda, as do ribeirão
Mocóca:
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE UBATUBA
 

  

 Começam na
cordilheira do Mar, onde esta cruza o
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão Mococa, e, à esquerda, as do
ribeirão Maranduba, seguem pelo alto deste
espigão em demanda da cabeceira mais
setentrional do galho do centro do ribeirão Tabatinga, indo
por este até o
Oceano Atlântico.
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO:
 
  

  

 Começam no
Oceano Atlântico na barra do ribeirão
Perequê-mirim ou Precrê-mirim, sobem por
êste até sua cabeceira, seguem em
reta, à barra do ribeirão Caçadilha ou
São Rafael, no rio Claro, sobem por
aquêle até sua cabeceira e continuam pela Serra do
Juqueriquerê, até cruzar a
cordilheira do Mar, onde tiveram início estes divisas.
 
  

  

 CASA BRANCA
 
  

  

 O município de Casa Branca da comarca do mesmo nome,
constituído dos distritos
de paz da séde e dos de Itobi e Lagôa,
terá as seguintes divisas:
 
  

  
 
  

 COM O
MUNICÍPIO DE PALMEIRAS:
 
  

  

 Começam no
rio Jaguarí onde faz barra o córrego do
Brejo Limpo, sobem pelo córrego até sua cabeceira
mais setentrional, daí vão,
em reta, á cabeceira mais meridional do córrego
dos Ortizes pelo qual descem
até sua barra no rio dos Cocais, descendo por êste
até a barra do ribeirão da
Prata, sobem pelo ribeirão da Prata, até a
confluência do córrego da Lavrinha,
e por êste até sua cabeceira mais ocidental,
daí prosseguem em linha reta à
barra do córrego Tabaraninha no ribeirão das
Tabaranas: sobem pelo córrego
Tabaraninha, que passa a leste da fazenda Tabarana,
até sua cabeceira que
fica cerca de uni quilômetro ao norte da séde da
citada fazenda, dai prosseguem
pelo espigão divisor das águas do
ribeirão Tabarana, à esquerda, e Cachoeira,
à
direita, até o divortium aquarum, dos rios Pardo e
Mogi-Guassú: pelo qual
caminham até o alto do morro da Lage, junto ao sinal
geodésico:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAMBAÚ:
 
  

  

 Começam no
alto do morro da Lage, junto ao sinal
geodésico, continuam pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do ribeirão
Taquarussú, e à esquerda, as do rio
Tambaú, indo até a barra do córrego
Tijuco
Preto, no rio Tambaú e por êste abaixo
até o rio Pardo:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOCÓCA:
 
  

  

 Começam no
rio Pardo onde desagua o rio Tambaú, sobem
por êste á barra do rio Verde:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO
PARDO:
 

  

 Começam onde
o rio Verde faz barra no rio Pardo,
sobem por aquele até o desaguadouro do primeiro
córrego da margem direita acima
do ribeirão Água Fria, sobem por êsse
córrego até sua cabeceira e continuam
pelo espigão êntre as águas dos
ribeirões Água Fria e Macacos, em demanda da
ponte da Rodovia Estadual sôbre o córrego dos
Macacos, por êste córrego sobem
até sua cabeceira, continuando, novamente pelo
espigão entre as águas dos
ribeirões Água Fria e dos Macacos até
o cruzamento com o espigão mestre das
águas do rio Fartura e rio Verde, seguem por êste
espigão mestre até cruzarem o
divisor entre as águas dos córregos de Arlindo
Baptista e as do córrego da
fazenda Barão;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE GRAMA:
 

  

  

 Começam no
divisor mestre das águas do rio Fartura e
rio Verde no seu cruzamento com o contraforte divisor das
águas do córrego da
fazenda Barão e córrego Arlindo Baptista,
prosseguem pelo divisor mestre até
frontear a cabeceira mais ocidental do córrego Ibimbae:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VARGEM GRANDE:
 
  

  

 Começam no
espigão mestre divisor das águas do rio
Fartura e rio Verde, em frente à cabeceira mais ocidental do
córrego Ibimbaé:
daí prosseguem pelo espigão divisor das
águas do ribeirão São João,
á direita,
e rio Verde á esquerda, e pelo contraforte entre as
águas do ribeirão São João
e córrego do Barreiro do Coqueiro até a
confluência dêstes dois últimos cursos:
daí descem pelo ribeirão São
João até a sua barra do rio Verde pelo qual
descem
até a confluência do córrego da Estiva,
sobem pelo córrego da Estiva até sua
cabeceira mais ocidental, daí vão pelo
espigão do Alto da Boa Vista á procura
da cabeceira do galho mais setentrional do córrego do Guirra
pelo qual descem
até sua embocadura do rio Jaguarí-Mirim:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BOA
VISTA:
 
  

  

 Começam na
confluência do córrego do Guirra no rio
Jaguarí-Mirim, descem pelo último rio
até a barra do córrego Brejo Limpo, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CASA BRANCA:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da
séde do município de Casa Branca
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITOBI:
 
  

  

 Começam no
rio Verde, na barra do primeiro córrego da
margem direita acima da foz do ribeirão Água
Fria, sobem pelo rio Verde até a
barra do ribeirão dos Macacos, seguem pelo
espigão fronteiro que deixa, à
esquerda, as águas do rio Verde, e, à direita, as
cabeceiras do ribeirão do
Lambari, indo até a cabeceira da Água do
quilômetro 14, do ramal de Mococa,
água que é cortada pelos trilhos da Companhia
Mogiana de Estradas de Ferro
cerca de três quilômetros a sudoeste da
estação de Itobi descem por essa água
até o rio Verde e vão por êste acima
até a barra do córrego da Estiva;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LAGÔA:
 
  

  

 Começara no
alto da Boa Vista, na cabeceira, mais
ocidental no córrego Estiva, vão daí
em reta á confluência do córrego da
Bôa
Vista, que nasce próximo ao alto do mesmo nome, retro
citado, com o ribeirão da
Lagoa, seguem, dessa confluência, por outra reta, em demanda
do marco do
quilômetro 156 da linha tronco da Companhia Mogiana de
Estradas de Ferro, marco
que fica
 
 1.350 metros
 
 a sudoeste da estação de Cocais,
alcançam a cabeceira do ribeirão de Cocais e
por êste descem até a barra do córrego
dos Ortizes.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITOBÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Itobí terá as seguintes
divisas internas com o distrito de
paz da séde do município:
 
  

 Começam no rio Verde, na foz do córrego da Estiva
descem por aquele até a barra
da Água do Quilômetro 14 do ramal de
Mocóca, da Companhia Mogiana de Estradas
de Ferro, água que corta os trilhos daquela empresa
férrea cerca de três
quilômetros a sudoeste da estação de
Itobí, sobem pela água até sua
cabeceira e
continuam pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do rio Verde, e, à
esquerda, as cabeceiras do ribeirão do Lambarí,
indo até a barra do ribeirão
dos Macacos no rio Verde, pelo qual descem até a barra do
primeiro córrego da
margem direita acima da foz do ribeirão Água Fria.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE LAGÔA:
 
  

  

 O distrito de paz de
Lagôa terá as seguintes divisas
internas com o distrito de paz da séde do
município:
 
  

 Começam no ribeirão dos Cocais, na foz do
córrego dos Ortizes, sobem pelo
ribeirão até sua cabeceira próximo ao
marco do quilômetro 156 da linha tronco
da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, que fica
 
 1.350 metros
 
 a
sudoeste da estação de Cocais, atingem o marco e
vão, daí, em reta, à
confluência do córrego da Bôa Vista, que
nasce no alto do mesmo nome, no
ribeirão da Lagôa, e dessa confluência
por nova reta, alcançam a cabeceira mais
ocidental do córrego Estiva no alto da Bôa Vista.
 
  

  

 CATANDUVA
 
  

  

 O município de Catanduva, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz
da séde e dos de Catiguá, (constituído
pela fusão dos ex-Catupiri e Ibarra),
Elisiario e Palmares, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABAPUAN
 
  

  

 Começam no rio São Domingos, na barra do
córrego Taquarí, sobem por aquele até
a boca do córrego do Luciano e por êste acima
até sua nascente: vão daí, em
reta, à nascente do córrego do Gino, procuram
depois o espigão mestre São
Domingos-Onça, pelo qual caminham até cruzar com
o contraforte que deixa, à
direita as águas do córrego dos Tenentes e do
ribeirão Águas Claras, e, à
esquerda, as do córrego Angola: avançam pelo
contraforte indo até a junção do
Angola no ribeirão das Águas Claras, e por
êste abaixo até o ribeirão da
Onça:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRANGÍ:
 
  

  

 Começam no
ribeirão da Onça, na foz do ribeirão
das
Águas Claras e sobem por áquele até
á barra do córrego Bôa Vista do
Generoso:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARIRANHA:
 
  

  

 Começam no
ribeirão da Onça, na foz do córrego da
Bôa
Vista do Generoso, sobem por êste até sua
cabeceira mais meridional, e atingem
o espigão mestre São Domingos-Onça:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINDORAMA:
 
  

  

 Começam no
espigão mestre São Domingos-Onça, em
frente à cabeceira do córrego da Bôa
Vista do Generoso, seguem pelo espigão
mestre até cruzar com o contraforte que deixa, à
esquerda as águas do córrego
do Bebedouro e pelo contraforte caminham em demanda da barra do
córrego Jacuba
até sua cabeceira atingindo, depois o pião
divisor das cabeceiras dos córregos
Jacuba, Barra Grande, Sapé e rio Cubatão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJUBÍ:
 
  

  

 Começam no
pião divisor das cabeceiras dos córregos
Jacuba, Barra Grande, Sapé e rio Cubatão, tomam
pelo rio Cubatão e vão por êle
abaixo até a boca do córrego de São
Berto:
 
  

  

 COM O MINICÍPIO DE IBIRA:
 

  

  

 Começam no
rio Cubatão, na barra do córrego de
São
Berto, seguem daí, em reta, á cabeceira do
córrego Sobradinho, pelo qual descem
até o córrego das Bicas e por êste
até a foz do córrego Monjolo, pelo qual
sobem até sua cabeceira, atingindo o espigão
mestre Cubatão-São Domingos, pela
qual caminham até cruzar com o contraforte que deixa,
à direita, as águas do
córrego Bate-Panelas, e, à esquerda, as do
córrego José Inácio:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UCHÔA: (EX-INÁCIO
UCHOA)
 
  

  

 Começam no
espigão mestre Cubatão-São Domingos,
no
seu cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as
águas do córrego Bate-Panelas,
e, à esquerda, as do córrego de José
Inácio, seguem pelo contraforte até
atingir a cabeceira do córrego do Taquari, pelo qual descem
até o rio São
Domingos, onde tiveram inicio estas
divisas.          
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE CATANDUVA:
 
  

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da
séde do município de Catanduva
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ELISIARIO:
 
  

  

 Começam no
rio Cubatão, na foz do córrego da
Cachoeira, seguem pelo espigão fronteiro, que deixa,
à direita, as águas do
córrego do Bom Retiro, e, à esquerda, as do
córrego do Ferraz, indo até cruzar
com o espigão mestre Cubatão-São
Domingos, pelo qual caminham até frontear a
cabeceira do córrego de José Dias:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CATIGUA:
 
  

  

 Começam no
espigão mestre Cubatão-São Domingos,
em
frente à cabeceira do córrego de José
Dias, descem por êste ao rio São
Domingos, continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego dos
Tenentes, e, à esquerda, as do córrego
Catiguá, indo até cruzar com espigão
mestre São Domingos-Onça.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PALMARES:
 
  

  

 Começam no
espigão mestre São Domingos-Onça, onde
ele
cruza com o contraforte que deixa, à direita, as
águas do ribeirão das Águas
Claras, e, a esquerda, com as do córrego Angola, seguem pelo
espigão mestre até
entroncar com o espigão da margem direita do
córrego Bebedouro:
 
  

  

 CATIGUA:
 

  

  

 O distrito de paz de Catiguá, que terá sua
séde nas povoações de Ibarra e
Catupíri, fundidas numa só, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no
espigão mestre São Domingos-Onça, onde
ele
cruza com o contraforte que deixa, à direita, as
águas do córrego Catiguá, e,
à
esquerda, as do córrego dos Tenentes, seguem pelo
contraforte até a barra do
córrego de José Dias, no rio São
Domingos, sobem pelo córrego até sua
cabeceira, ganhando depois, a rumo, o alto do espigão mestre
São
Domingos-Cubatão:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ELISIARIO:
 
  

  

 Começam no
alto do espigão mestre São
Domingos-Cubatão, em frente à cabeceira do
córrego de José Dias, seguindo pelo
espigão mestre até a cabeceira do
córrego Monjolo:
 
  

  

 ELISIARIO:
 
  

  

 O distrito de paz de
Elisiario terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CATIGUE:
 

  

 Começam no
espigão mestre Cubatão-São Domingos,
na
cabeceira do córrego Monjolo, seguem pelo espigão
mestre até frontear a
cabeceira do córrego de José Dias:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no
espigão mestre Cubatão-São Domingos,
em
frente á cabeceira do córrego de José
Dias, seguem pelo espigão mestre até
cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as
águas do córrego Bom Retiro,
e, á direitas, as do córrego do Ferraz, indo pelo
contraforte até a barra do
córrego da Cachoeira, no rio Cubatão:
 
  

  

 PALMARES
 

  

  

 O distrito de paz de
Palmares terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da séde do
município de Catanduva:
 
  

 Começam no espigão mestre, São
Domingos-Onça, onde cruza o espigão da margem
direita do córrego de Bebedouro, seguem pelo
espigão mestre até cruzar com o
contraforte que deixa, à direita, as águas do
ribeirão Águas Claras, e, à
esquerda, as do córrego Angola.
 
  

  

 CEDRAL
 
  

  

 O município de Cedral, comarca de Rio Preto,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO:
 
  

  

 Principiam no ribeirão do Borá, na barra do
córrego do Reverendo, prosseguem
pelo espigão que deixa, à direita,
águas do ribeirão do Borá, e,
à esquerda as
do córrego da Cachoeira, até cruzar o
espigão mestre Tietê Turvo, pelo
espigão
mestre caminham até entroncar com o divisor que deixa, a
esquerda, as águas do
córrego Macacos, e, à direita, as do rio Preto:
prosseguem por esta divisor em
demanda da barra do rio Turvo, à esquerda, e as do rio
Preto, á direita, depois
de passar pelo klm, 216 da Estrada de Ferro Araraquara: prosseguem pelo
divisor
Turvo-Tietê, até cruzar com o espigão
divisor dos ribeirões Claros e Palmares,
pelo qual caminham até onde é cortado pela reta
do rumo sul-norte, que vem da
barra do córrego do Chiquinho, no ribeirão das
Palmeiras, por este alinhamento
prosseguem até a referida barra;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UCHOA (Ex-Inácio
Uchôa)
 
  

  

 Começam no ribeirão das Palmeiras, na barra do
córrego do Chiquinho, pelo qual
sobem até sua cabeceira, vão daí em
réta, á barra do córrego do Berteli,
no
ribeirão da Alegria ou São Dominguinhos, e
daí, por nova reta ao espigão mestre
divisor das águas dos rios Cubatão e
São Domingos no ponto de cruzamento com o
contraforte qual deixa, à direita, as águas do
córrego da Limeira, e á
esquerda, as do ribeirão Taperão:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBIRA:
 
  

  

 Principiam no espigão mestre
Cubatão-São Domingos no ponto de cruzamento com o
contraforte divisor que deixa, à direita, as
águas do córrego Limeira e, à
esquerda, as do taperão, prosseguem pelo contraforte
até a barra do córrego da
limeira, no córrego Paula Vieira, sabem por este
até a barra da Água do Rosa;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE POTIRENDABA:
 
  

  

 Começam no córrego do Paula Vieira, na barra da
Água do Rosa, sobem pelo
córrego Paula Vieira, até a embocadura do
córrego bacuri, e por este acima até
sua nascente, transpõem o espigão em demanda da
cabeceira mais oriental do
córrego do reverendo pala qual descem até sua
barra no ribeirão borá, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 CERQUEIRA CESAR
 
  

  

 O município de Cerqueira Cesar, comarca de
Avaré terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
 
  

  

 Começam no
rio Paranapanema, na foz do rio taquari
descem por aquele até a boca do Ribeirão virado
ou Revirado, sobem por este até
sua cabeceira mais setentrional, a margem do espigão mestre
Pardo Paranapanema:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BARBARA DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começaram no espigão mestre Pardo-Panapanema, em
frente á cabeceira do ribeirão
virado ou revirado, ganham a cabeceira do córrego Barra
Grande, e por ele
descem ao ribeirão dos Três Ranchos,
vão por este abaixo até a boca do
córrego
João dos Santos e por este acima até sua
cabeceira do córrego do cordeiro,
depois de atravessar o ribeirão da vareta, e por aquele
descem até o rio Novo,
e por este acima até a barra do córrego do
Geraldo, pelo qual sobem até o
espigão mestre Novo- Pardo, continuando por este
espigão até frontear a
cabeceira do córrego margarida, e por êste abaixo
até o rio Pardo e por êste
acima até a barra do Ribeirão Palmital;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão Palmital no rio
Pardo, sobem pela Pardo até a
barra do córrego Lageado, e por êste acima
até o Cochos Velhos por êste acima
até o espigão, por este até a
cabeceira do córrego do Cateto ou Tateto por êle
descem até o Rio Novo descem ainda por este até a
foz do ribeirão da Boa Vista
vão por êste acima até a cabeceira mais
meridional transpõem o espigão entre os
rios Pardo e Paranapanema em direção á
cabeceira que fica na contravertente do
ribeirão Bonito e por êste até a
cabeceira da Bôa vista vão por êste
acima até
sua  cabeceira mais meridional transpõem o
espigão entre os rios Pardo e
Paranapanema em direção á cabeceira
que fica na contravertente do ribeirão
Bonito e por êste descem até sua barra no rio
Paranapanema:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ:
 
  

  

 Começara, no rio Paranapanema onde desagua o
ribeirão bonito vão por aquela
abaixo até a barra do rio taquari, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 CHAVANTES
 
  

  

 O município de Chavantes, comarca de Ourinhos,
constituído do distrito de paz
de séde do município e do Irapé,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OURINHOS:
 
  

  

 Começam no
rio Paranapanema, na Foz do córrego
Lageadinhos, sobem por êste até sua cabeceira,
transpõem o espigão mestre
Pardo-Parapanema, em demanda da cabeceira mais meridional do
córrego do
barreirinho, pelo qual descem até o rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começaram no
rio Pardo, na foz do córrego
Barreirinho, sobem pelo rio até a boca do
ribeirão Grande, subindo por êste até
a barra do córrego das piranhas seguem daí em
reta, á cabeceira do córrego
Barreirinho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPAUSSU:
 
  

  

 Começaram na
cabeceira do córrego Barreirinho,
continuam pelo contraforte que deixa, á direita, as
águas do ribeirão Grande e,
á esquerda, as do ribeirão Mombuca,
alcançam o espigão mestre
Pardo-Paranapanema e prosseguem pelo espigão chamado do
ribeirão Bonito, indo
até poço da faca, no Rio Paranapanema:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
 
  

  

 Começam no
rio Paranapanema, no Poço da Faca, descem
pelo rio até a barra do rio Itaraté;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam na
confluência do rio Itararé com o rio
Paranapanema, e descem por este até a boca do
córrego Lageadinho, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CHAVANTES
 

  

 IRAPÉ:
 
  

  

 O distrito de paz de Irapé terá as seguintes
divisas internas com o distrito de
paz da sede do município de Chavantes:
 
  

 Começaram no ponto em que a estrada de rodagem de Ourinhos
corta as divisas
deste município, seguem pelo eixo da estrada até
as divisas da Fazenda Santa
Lucia,de propriedade de Alberto Cintra, dividem com a fazenda
lageadinho, vão
dêsse ponto em linha reta, até a encruzilhada da
estrada de rodagem
chavantes-Irapé com a estrada de rodagem São
Francisco e prosseguem pelo eixo
desta última até as divisas com o
município de Ipaussú.
 
  

  

 COLINA
 
  

  

 O município de Colina , comarca de Barretos, compreendendo
além do distrito de
paz da séde, o de Jaborandí, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, onde desemboca o
córrego de Abilio de Almeida,
descem pelo rio até a foz do córrego da Bagagem;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE BARRETOS:
 
  

  

 Começam no córrego da Bagagem, onde ele
deságua no rio Cachoeirinha, vão por
aquele até sua cabeceira mais oriental, transpõem
o espigão em demanda da
cabeceira mais ocidental do córrego do Capim, que fica na
contravertente, e
pelo capim abaixo até encontrar a reta, de
direção Leste-Oeste, que vindo da
nascente mais meridional do córrego da posse Seca, corte os
trilhos da campanha
Paulista, cerca de um quilometro e meio ao norte da
estação de Palmar, seguem
pela réta até a nascente do córrego
citado e alcançam, na mesma direção, o
espigão que separa as águas do córrego
da Posse Sêca á esquerda, das do
ribeirão Turvo, á direita. e por esse
espigão caminham até a barra do turvo, no
rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão Turvo, e
vão pelo rio acima até a
barra do ribeirão das Palmeiras:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BEBEDOURO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na barra do ribeirão das
Palmeiras, vão por este acima
ate a embocadura do ribeirão da Onça ou Palmital
e por este acima até sua
cabeceira mais ocidental, atingindo depois o espigão mestre
entre as águas do
rio Pardo, à direita, e as do rio Cachoeirinha, à
esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre os rios Pardo,
à direita, e Cachoeirinha, à
esquerda, em frente a cabeceira mais ocidental do ribeirão
da Onça ou Palmital,
alcançam a cabeceira mais setentrional do córrego
Grande pelo qual descem ate o
rio Cachoeirinha, e por este abaixo ate a foz do córrego
Atillo de Almeida,
onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE COLINA:
 
  

  

 JABORANDÍ
 
  

  

 O distrito de paz de Jaborandí, terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam no ribeirão de Retirinho, sobem por esta
a barra do córrego da fazenda
recreio, continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do Retirinho,
e, à direita, as cabeceiras do córrego do
Jaborandí, indo ate a nascente do
córrego da fazenda Mandaguari, vão deste ponto em
reta a confluência do córrego
da Estiva, no ribeirão do Turvo, prosseguem pelo
espigão que deixa, à direita,
as águas do córrego Quebra-Cuia, ate atingir o
espigão divisor das águas do
ribeirão Pitangueiras, ao norte, e ribeirão
Turvo, ao sul, em frente à
cabeceira do galho do norte do córrego Quebra-Cuia.
 
  

  

 CONCHAS
 
  

  

 O município de Conchas, comarca de Tietê,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOFETE:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Feio no rio do Peixe
descem por este a barra o
córrego Água do Vicentinho:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAMBOIA:
 
  

  

 Começam no rio Peixe onde faz barra o córrego
Água do Vicentinho, descem ate o
Tiete e por este acima até a barra do ribeirão
dos Patos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o
ribeirão dos Patos e vão pelo Tietê
acima, ate a barra do córrego das Flores:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LARANJAL:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o
córrego das Flores, vão por aquele
acima, ate o ribeirão do Para e por este acima ate sua
cabeceira mais
meridional chamada córrego de Luiz Ribeiro,
transpõem o espigão dos Morais à
procura
da cabeceira mais oriental da Água da Espanhola;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRAS:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais oriental da Água das
Espanhola, descem por esta ate o
rio Conchas e por este acima ate a barra do córrego de
Anselmo e subindo por
este ate sua cabeceira mais ocidental , alcançaram o alto do
Padilha e
continuam pelo espigão entre as águas do rio
Conchas à esquerda, e as do
ribeirão Moquem, à direita, ate frontear a
cabeceira do córrego do Salvador
Vieira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego de Salvador
Vieira, descem por este ao ribeirão
Moquem, descem por este ate a barra do primeiro córrego da
margem esquerda e
continuam pelo espigão que deixa a esquerda as
águas deste córrego e do córrego
Água Preta, e a direita, as do córrego de
São João, indo ate a confluência do
rio Feio, no rio do Peixe, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  
 
  

 COROADOS
 
  

  

 O município de Coroados, comarca de
Biriguí, constituído do distrito de
paz da sede e do de Lauro Penteado, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na foz do
ribeirão da Lontra, sobem por êste e pelo
córrego da Lage até sua cabeceira vão
dai, em reta, á junção das duas
principais cabeceiras  do córrego
Báguassú, pelo qual descem até a barra
do
córrego Tabapuan, sobem por êste até
sua cabeceira, vão, daí, em reta , á
cabeceira do córrego Grande,  pelo descem
até o ribeirão dos Baixotes, e
por êste até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão dos Baixotes  e sobem pelo rio
até a barra do córrego das Congonhas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GLICÉRIO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
das Congonhas, sobem por êste até a sua
cabeceira, continuam pelo espigão que deixa, á
direita, as águas do ribeirão
 dos Baixotes, e, à esquerda, as do
ribeirão Promissor, pelo qual
 descem até o rio Aguapeí:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, onde faz barra o
ribeirão Promissor e vão por aquele
abaixo até a barra do ribeirão da Lontra, onde
tiveram inícios estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE LAURO PENTEADO:
 
  

  

 O distrito de paz de Lauro Penteado terá como divisa interna
com o distrito de
paz da sede do município de coroados, o espigão
mestre Tietê-Aguapeí, em toda
 a sua extensão, desde onde fronteia a cabeceira do
ribeirão Promissor até
defrontar a cabeceira do córrego da Lage, ramo final do
ribeirão da Lontra.
 
  

  

 COTIA
 
  

  

 O município de Cotia, comarca da Capital,
constituído do distrito de paz da
sede do município e do de Itapeví,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE
 
  

  

 Começam no rio Sorocá-mirim, na foz do
ribeirão da Vargem Grande, sobem por
 êste até a sua cabeceira maios
nororiental, tomam pela crista  da
serra de São João ou Taquaxiara , pela qual
caminham, indo depois pelo espigão,
á barra do córrego da Viúva Maria
coelho, no ribeirão São João ou
Barueri,
descem por este até a boca do córrego do
Sabiá, seguem por este acima até sua
cabeceira mais setentrional:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARNAÍBA
 
  

  

 Começam na cabeceira mais setentrional do córrego
do Sabiá, seguem pelo espigão
que deixa, á direita, as águas do
ribeirão São João  ou
Barueri, e, á
esquerda, as cabeceiras do ribeirão Gavetá,
continuar pelo contraforte que
separa as águas do ribeirão Itaquí,
á direita,  e as do ribeirão
Gupé, á
 esquerda,  até a confluência
desses dois cursos, vão daí, pelo
espigão, á barra do córrego Jandira,
no ribeirão São João ou Barueri, desse
ponto, ainda pelo espigão do córrego
Fronteiriço no rio Cotia, pelo espigão da
margem direita deste último até a cabeceira do
córrego da Pedreira.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL
 
  

    
 
  

 Começam na Cabeceira do córrego da Pedreira,
alcançam a rumo a cabeceira do
córrego do Sítio Velho de Cima, pelo qual descem
até o ribeirão Carapicuíba,
continuando por êste acima até sua cabeceira
sudoriental,  no morro do
Jaguaré;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPECERICA
 
  

  

 Começam no Morro do Jaguaré, em frente
á cabeceira sudoriental do ribeirão
 Carapicuíba, seguem pelo espigão que
deixa á direita,  ás águas do
rio Tietê, e á esquerda, as do rio
Embú-Mirim, passam pelo Morro do Vento,
atingem o Alto do Maranhão ou Caputera, vão pelo
espigão, á barra da água
Ressaquinha, no ribeirão da Ressaca e por êste
acima e pelo ribeirão da ressaca
e por êste acima e pelo ribeirão do Mato Dentro
 até a sua cabeceira mais meridional,
continuam pelo espigão que deixa, á direita,
ás águas do Rio Cotia e, á
esquerda, as do Ribeirão Embú-mirim
até chegar á Serra do Chiqueiro, seguem
pela crista desta e da Serra de Itatuba até a cabeceira mais
oriental do rio
das Laranjeiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UNA
 
  

  

 Começar  na Serra de Itatuba, em frente
á cabeceira mais oriental do rio
das Laranjeiras, seguem pelo espigão em demanda  da
cabeceira mais
meridional do rio Sorocá-Mirim e por êste descem
até a barra do Ribeirão da
Vargem Grande, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE COTIA  
 

  

 ITAPEVÍ:
 
  

  

 O Distrito de paz de Itapeví terá as seguintes
divisas com o distrito de paz da
sede do município de Cotia:
 
  

 Começam no rio Cotia, na barra do córrego
fronteiriço sobem aquele até a ponte
da estrada que vai para o bairro de Carapicuíba,
vão daí em reta á primeira
ponte sobre o ribeirão Itapeví, na estrada de
rodagem que da Vila de Itapeví,
vai a cidade de Cotia, e por nova reta, atingem o espigão
entre as águas do rio
Tietê, e as do rio Cotia, no ponto em que éle e
cortado pela estrada que da a
cidade de Cotia vai ao bairro das Quatro Encruzilhadas, continuam pelo
espigão
entre aquelas águas até a ponte da estrada de
rodagem estadual sobre o ribeirão
da Vargem Grande.
 
  

  
 
  

 CRAVINHOS
 
  

  

 O município de Cravinhos da Comarca de
Ribeirão Preto, constituído dos
distritos da sede e do de Serrana, passa a ter as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
 
  

  

 Começam na barra do córrego Lageadinho, no
ribeirão da Onça, descem pelo ultimo
até o córrego São  Francisco,
sobem por este até sua cabeceira
 
  

 mais setentrional, donde, vão em reta, à
cabeceira mais meridional do córrego
da Fazenda Cantagalo, pelo qual descem até sua barra no
ribeirão Preto, sobem
por este até a barra do córrego da Fazenda Santa
Maria, continuam pelo espigão
da margem direita dêste córrego até
alcançar a cabeceira da água da fazenda
Venâncio ou Figueira, descendo por esta até o
córrego Espraiado, pelo qual
descem até o ribeirão da Figueira, e descendo
ainda por êste sua barra no rio
Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão da
Figueira com o Rio Pardo, sobem pelo rio
Pardo, até onde recebe as águas do
ribeirão do Adão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão do Adão
deságua no rio Pardo, sobem pelo ultimo até a
ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas:
 
  

  

 COM O MUNICIPIO DE SERRA AZUL:
 
  

  

 Começam na ponte do rio Pardo, da Estrada de ferro
São Paulo-Minas, alcançam o
espigão divisor das águas do córrego
São Pedro, à direita, e córrego Serra
Azul, à esquerda, continuam por êste
espigão pelo cume da Serra Azul até
frontear a cabeceira mais oriental do córrego
Sêco, pelo qual descem até sua
barra no córrego Serrinha e subindo pelo último
até a confluência do córrego
Capoeirinha; daqui vão em reta até a barra do
ribeirão Tamanduazinho no
ribeirão Tamanduá, sobem por êste
até a barra da Água da Cruz, primeiro
córrego
da margem esquerda, lógo acima da confluência do
córrego Cachoeira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. SIMÃO:
 
  

  

 Começam na barra da Água da Cruz, primeiro
córrego da margem esquerda do
ribeirão Tamanduá, logo acima da
confluência do córrego da Cachoeira sobem por
aquele até sua cabeceira, prosseguindo dai em reta ao
quilometro n. 276, da
estrada de Ferro Mogiana, entre os estações de
Tibiriçá e Béta, da mesma
estrada, o ribeirão do Pântano e, à
direita, o córrego Água Branca e por
êste
espigão até a confluência desses dois
cursos, prosseguindo pelo ribeirão do
Pântano, até sua barra no ribeirão da
Onça, pelo qual descem até a barra do
córrego
Lageadozinho ou Lageadinho, onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CRAVINHOS
 

  

 SERRANA (EX-SERRINHA)
 
  

  

 O distrito de paz de Serrinha, cujo nome ora se inuda para Serrana,
terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da séde do
município de
Cravinhos:
 
  

 Começam no ribeirão Tamanduá ou
Figueira, na foz do ribeirão Tamanduazinho,
descem pelo primeiro até a barra do córrego da
fazenda Cruzeiro ou de Manoel
Amaro, e vão daí pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do Tamanduá
ou Figueira,
e à esquerda, as do córrego do Espraiado,
até a confluência dêstes dois cursos.
 
  

  

 CRUZEIRO
 
  

  

 O município de Cruzeiro, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam na Serra da Mantiqueira, onde esta cruza o
espigão entre as águas do
rio Piquete e ribeirão Embaú, prosse4guem pela
Serra da Mantiqueira até cruzar
com o espigão entre as águas dos
córregos Saudades e Gloria, e ribeirão
Água
Limpa, do outro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINHEIROS:
 
  

  

 Começam na Serra da Mantiqueira, onde ela cruza o
espigão divisor das águas dos
córregos Saudade e Glória, de um lado, e
ribeirão Água Limpa, do outro,
prosseguem por êste espigão até sua
extremidade mais meridional, vão daí, em
réta, à barra do rio Itagaçaba, no rio
Paraíba, sobem pelo rio Paraíba, sobem
pelo rio Itagaçaba até a foz do
córrego Tristão Ferraz;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS:
 
  

  

 Começam no rio Itagaçaba, na foz do
córrego Tristão Ferraz, sobem pelo
Itagaçaba até a barra do ribeirão do
Paiol, seguem pelo espigão em demanda do
divisor que deixa, à direita, as águas do
ribeirão Alegre e, à esquerda, as do
ribeirão do Paiol, em frente à cabeceira do
córrego da Dorotéa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CACHOEIRA
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão do Alege, e, a
esquerda, as do ribeirão Paiol, em frente a cabeceira do
córrego da Dorotéia,
descem por êste ao ribeirão do Alegre, continuam
por êste abaixo até o rio
Paraíba, o por êste ainda a boca do
ribeirão Passa Vinte, subindo por êste
até
a voz do ribeirão do Embaú e por êste
também até a confluência do
ribeirão do
Piquete, continuando pelo espigão intermediário
dessas duas águas até frontear
a cabeceira do córrego do Mendanha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIQUETE:
 
  

  

 Começam no espigão intermediário entre
as águas dos ribeirões Piquete e
Embaú,
em frente da cabeceira do córrego Mendanha, continuam pelo
espigão até cruzar
com a cordilheira da Mantiqueira, onde tiveram 
início estas divisas.
 
  

  

 CUNHA
 
  

  

 O município de Cunha, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da
sede e dos de campos de Cunha e Lagoinha, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE APARECIDA:
 
  

  

 Começam na Serra do Quebra Cangalha, na cabeceira mais
setentrional do ribeirão
Pinheirinhos, seguem pela Serra do Quebra Cangalha até a
cabeceira mais
ocidental do ribeirão do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ:
 
  

  

 Começam na Serra Quebra Cangalha, na cabeceira mais
ocidental do ribeirão do
Peixe, descem por êste até a barra do
córrego do Bom Retiro, pelo qual sobem
até o Alto do Morro do Bom Retiro vão
daí em reta à cabeceira do córrego
caneleira e daí por nova reta, ao Alto do Lageado de Cima;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LORENA:
 
  

  

 Começam no alto do Lageado de Cima, prosseguem pelo
espigão da margem direita
do ribeirão Taboãozinho em demanda da barra
deste, no rio Paraitinga e por êste
sobem até a barra do ribeirão do Entrecosto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS:
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga, na barra do ribeirão
Entrecosto, continuam pelo rio
acima até a boca do córrego Gingão, e
por êste acima até sua cabeceira
alcançam
e prosseguem pelo divisor das águas dos rios Macacos e
Paraitinga até a
cabeceira do córrego Curral Velho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AREIAS:
 
  

  

 Começam no espigão da margem direita do rio
Paraitinga, na cabeceira do córrego
Curral Velho, continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do córrego
Cansa Cavalo e, à direita, as do rio Paraitinga,
até encontrar até o rio
Paraitinga, e pôr êste ainda até o
ribeirão da Estiva;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARREIRO:
 

  

 (EX-SÃO
JOSÉ DO BARREIRO)
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga, na boca do córrego da
Estiva, e continuam pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão do Veado até a barra
deste,
no rio Mambucaba, pelo qual descem até a barra do rio da
Memoria:
 
  

  

 COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO:
 
  

  

 Começam no rio Mambucaba na barra do rio Memoria, descem por
aquele até a barra
do rio Guaripú, caminham por êste acima
até a cabeceira do galho da esquerda,
seguem pela Serra Geral, espigão entre as águas
do rio Funil, à esquerda, e as
do rio Jacuí, à direita, continuam pela cumiada
da Serra do Parati, que separa
as águas que vertem para o literal fluminente, das que
vão desaguar no rio
Paraibuna, até cruzar com a cordilheira do Mar;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UBATUBA:
 
  

  

 Começam na Cordilheira do Mar, onde ela cruza com a Serra do
Parati, seguem
pela crista da Cordilheira, até cruzar com o contraforte que
finda na barra do
ribeirão Grande ou Aparição, no rio
Paraibuna;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA:
 
  

  

 Começam no alto da Cordilheira do Mar, onde está
cruza com o divisor da margem
esquerda do rio Paraibuna, que finda na confluência do
ribeirão Grande, no rio
Paraibuna, seguem pelo divisor até a barra do
ribeirão Grande no rio Paraibuna,
atravessam êste rio e continuam pelo divisor que deixa,
à direita, as águas do
ribeirão Grande, à esquerda, as dos
ribeirões da Pinga e do Chapéu, em demanda
da foz do rio Jacui, no rio Paraitinga; descem por êste
até a barra do ribeirão
do Pinto, prosseguem por êste acima até sua
cabeceira mais setentrional,
prosseguem pelo espigão fronteiro em demanda da barra do
ribeirão Pinheirinhos
no rio Paraitinga, e pelo Pinheirinhos acima até sua
cabeceira, no alto da
Serra Quebra Cangalha, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE CUNHA
 

  

 SEDE DO
MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LAGOINHA:
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga, na barra do rio Jacuí
sobem por aquele e pelo
ribeirão Pinheirinhos até a serra da Quebra
Cangalha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CAMPOS DE CUNHA:
 

  

 (EX-CAMPOS NOVOS DE
CUNHA)
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga, na foz do ribeirão
Campista, sobem por êste até sua
cabeceira mais meridional, vão daí em reta ao
alto do morro da Pedra Branca e
continuam pelo espigão que deixa, à direita, o
ribeirão do mesmo nome, e, à esquerda,
o ribeirão Guarirobas, indo até a serra Geral da
Cordilheira do Mar;
 
  

  

 CAMPOS DE CUNHA
 

  

 (EX-CAMPOS
NOVOS DE CUNHA)
 
  

  

 O distrito de paz de Campos Novos de Cunha, cujo nome se simplifica
para Campos
de Cunha, terá as seguintes divisas internas com o distrito
de paz da séde do
município de Cunha;
 
  

 Começam no rio Paraitinga, na foz do ribeirão do
Campista, sobem por êste até
sua cabeceira mais meridional, vão daí, em reta,
ao alto do Morro da Pedra
Branca e continuam pelo espigão que deixa, à
direita, o ribeirão do mesmo nome,
e, à esquerda, o ribeirão Guarirobas, indo
até a Serra  Geral ou
Cordilheira do Mar;
 
  

  

 LAGOINHA
 
  

  

 O distrito  de paz de lagoinha terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam na Serra da Quebra Cangalha, em frente a cabeceira
do ribeirão
Pinheirinhos e por êste abaixo até o rio
Paraitinga, e por êste ainda até a
barra do rio Jacuí.
 
  

  

 DESCALVADO
 
  

  

 O município de Descalvado, comarca do mesmo nome, passa a
ter as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde faz barra o
ribeirão Quilombo, e vão por
aquêle acima até a foz do ribeirão
Vassununga;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA RITA:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão Vassununga
deságua no rio Mogi-Guassú e por êste
acima
até a embocadura do córrego da Barra Grande ou
Água Vermelha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FERREIRA:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde êste
recebe o córrego Barra Grande ou Água
Vermelha, vão por êste acima até o
córrego João Bias, pelo qual sobem pela sua
cabeceira mais meridional; transpõem o espigão em
demanda da cabeceira do galho
mais setentrional do córrego Capitinga, e por êste
descem até a sua foz no rio
Bonito, descem ainda por êste até a barra do
córrego do Paiolinho; desse ponto
dirigem-se em réta até a confluência co
córrego do Sapé no ribeirão Areia
Branca, sobem pelo córrego até sua nascente e
vão daqui, em réta, até a barra
do córrego do Bebedouro no ribeirão Santa Rosa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA
 
  

  

 Começam na confluência do córrego do
Bebedouro com o ribeirão da Santa Rosa,
seguem pelo espigão divisor entre essas duas
águas e pelo que deixa, à direita,
as águas do rio Bonito e à esquerda, as dos
ribeirões do Roque e Laranja Azeda,
atingem a ponta mais oriental do morro do Quadrão e pela
cumiada dêste seguem
até a cabeceira da água da fazenda
Capão Alto, afluente do ribeirão
Descaroçador;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no alto do morro do Quadrão, na cabeceira
do córrego da fazenda Capão
Alto, prosseguem pela cumiada do morro à procura da nascente
do córrego
Pinheirinho e por êste descem até o
ribeirão do Pântano, indo por êste acima
até a confluência com o córrego da
Fazenda Montes Claros;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão do
Pântano com o córrego da fazenda Montes
Claros, vão daí pelo contraforte em demanda do
espigão divisor das águas do
ribeirão do Pântano ao sul e ribeirão
Quilombo ao norte e por êste espigão
prossegue até a nascente mais meridional do rio Quilombo e
por êste descem até
a barra do córrego da Jacutinga, pelo qual sobem
até a sua cabeceira mais
setentrional, continuam pelo espigão em demanda da cabeceira
mais meridional do
córrego da fazenda do Paraíso; pelo qual descem
até sua barra no rio Quilombo,
ainda, por êste descem até o rio
Mogi-Guassú, onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DOIS CÓRREGOS
 
  

  

 O município de Dois Córregos, comarca do mesmo
nome, constituído do distrito de
paz da séde e do de Figueira, terá as seguintes
divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão de São
João, onde desagua o córrego do
Gavião, descem pelo
ribeirão até o rio Jaú e
vão por êste acima até a embocadura do
ribeirão do
Matão pelo qual sobem até a sua cabeceira mais
setentrional, ganham a cabeceira
do galho do centro, do ribeirão da Figueira Vermelha pelo
qual descem até o
córrego de Cemitério e vão
daí em reta à cabeceira do córrego do
Mosquito na
Serra de Brotas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS:
 
  

  

 Começam no aparato da Serra de Brotas, junto à
cabeceira do galho a esquerda do
córrego do Mosquito, continuam pelo aparato da Serra
até encontrar o córrego da
fazenda Bôa Vista do Paredão, descem por
êste até o rio Peixe, subindo pelo rio
até a barra do córrego Sul;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TORRINHA:
 
  

  

 Começam no rio Peixe, onde desagua o córrego Sul,
sobem por êste até a sua cabeceira,
transpõem o espigão em demanda da cabeceira do
córrego da fazenda de Nhô Cruz,
descem por êle até o ribeirão Bugio,
vão desta barra em reta à cabeceira mais
setentrional do córrego do Firmino, e por êste
descem até a sua barra no
ribeirão do Turvo, do outro.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. PEDRO:
 
  

  

 Começam no alto do contraforte, que separa as
águas do ribeirão Serelepe, à
esquerda,  das do ribeirão do Turvo, à
direita, em frente à cabeceira mais
oriental do galho da esquerda do córrego do Morro Chato,
seguem pelo
contraforte em demanda da cabeceira mais setentrional do
córrego da Pedra de
Amolar e por êste descem até o rio Piracicaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Piracicaba, onde desagua o córrego
da Pedra Amolar e vão por
aquele abaixo até o rio Tietê e por êste
até a barra do córrego da Pedra do
Cerrito;
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE S. MANOEL:
 
  

  

 Começaram no rio Tietê, onde desemboca o
córrego da Pedra do Cerrito e vão por
aquele abaixo até a barra do ribeirão de Mauricio
Machado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MINEIROS:
 
  

  

 Começaram no rio Tietê, onde descarrega o
ribeirão de Maurício Machado, sobem
por êste até a sua cabeceira mais setentrional,
continuam pelo espigão que
deixa á direita, as águas do ribeirão
da prata, afluente do ribeirão do turvo,
e, à esquerda, as do ribeirão de São
João, até alcançar a cabeceira mais
meridional do córrego do borralho, e dai em reta
à cabeceira mais meridional
 do córrego do Gavião e por
êste abaixo até o ribeirão
São João, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE DOIS CÓRREGOS:
 

  

 FIGUEIRA:
 
  

  

 O distrito de paz da figueira terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município:
 
  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, ao sul, e rio
Jacarépepira, ao norte, em frente á
 cabeceira do córrego Matão, seguem
pelo espigão mestre em demanda das cabeceiras do
córrego do Peixe e por êste
abaixo até o aparado da serra de Brotas.
 
  

  

 DOURADO
 
  

  

 O município de Dourado, comarca de Ribeirão
Bonito, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA:
 
  

  

 Começaram no rio Jacaré-Pepira, onde desagua o
ribeirão do Potreiro e sobem por
êste até a barra do córrego da
Colônia do Meio , pelo qual sobem até sua
cabeceira ,daí prosseguem pela reta que vai á foz
do córrego da fazenda Nova
Cintra, no ribeirão da vargem até o ponto de
cruzamento desta reta com o
córrego da fazenda Três Barras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO  BONITO:
 
  

  

 Começam no córrego da Fazenda Três
Barras, onde êste é cortado pela reta que
une a cabeceira do córrego da Colônia do Meio,
á barra do carrego da fazenda
Nova Cintra, no ribeirão da vargem, continuam por esta reta
até a referida
barra, sobem pela ribeirão da Vagem até sua
cabeceira mais setentrional, vão
dai em reta, a cabeceira do córrego São Pedro,
pelo qual descem até sua barra
no córrego do Silvestre, sobem por êste
atè a barra do  córrego da Divisa,
e por êste ainda, sua cabeceira, continuam pelo
espigão fronteiro, que deixa á
esquerda, as águas dêste córrego, e a
direta, as do córrego da fazenda Bom
Jardim, até alcançar a cabeceira do galho de
oeste do córrego Tamanduá e por
êste abaixo até o ribeirão da
Água Virtuosa e por éste ainda até o
ribeirão
Bebedouro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS:
 
  

  

 Começaram no ribeirão Bebedouro, onde se
lança o ribeirão da Água Virtuosa,
continuam pelo espigão fronteiro, depois de atravessarem o
Bebedouro, em
espigão fronteiro, depois de atravessarem o Bebedouro, em
direção à confluência
do Ribeirão Barreiro, no rio Jacaré-Pepira e
descem por êste até a barra do
córrego do Mosquito;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira, na barra do
córrego do Mosquito e por aquele
descem até a foz do ribeirão da Figueira;
 
  

  

 COM O MINICIPIO DE BOCAÍNA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepina, onde faz barra o
ribeirão da figueira e vão por
aquele abaixo até a foz do ribeirão do Potreiro,
onde tiveram inicio estas
divisas.
 

  

  

 DUARTINA
 

  

  

 O município
de Duartina, comarca de Piratininga,
constituído do distrito de paz da sede do
município e do de Gralha, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GALIA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre São
João-Vermelho, em frente á cabeceira do
córrego
do Veado, continuam pelo espigão até frontear a
cabeceira da Água de Santa
Tereza, pelo qual descem ao ribeirão Vermelho, sobem por
êste até a barra do
córrego do Macaco, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais oriental, seguem a
rumo em demanda da cabeceira mais meridional do córrego do
Arroz e por este
abaixo até o ribeirão das Antas, e por
êste ainda até a foz do córrego da
Barra
Bonita , pelo qual sobem até suja cabeceira, continuam pelo
contraforte
fronteiro entre as águas do Eduardo Porto e as do Serrote
até o espigão mestre
divisor das bacias dos rios Batalha e Alambarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre divisor das bacias dos
rios Alambarí e Batalha no
cruzamento com o contraforte entre as águas dos
córregos Eduardo Porto e
Serrote, seguem pelo  espigão mestre até
cruzar com o divisor que deixa, á
direita, as águas do ribeirão do Saraiva, a
á esquerda, as do córrego Araribá:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BAURÚ:
 
  

  

 Começam no espigão Araribá-Saraiva,
caminham pelo espigão mestre até entroncar
com o contraforte que deixa, á direita, as águas
do ribeirão Serrote, e, á
esquerda as do córrego Preto ou Pinto:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRATININGA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre divisor das bacias dos
rios Tietê  e
Paranapanema, no cruzamento do contraforte que deixa, a direita, as
águas do
ribeirão do Serrote, e, a esquerda, as do córrego
Preto ou Pinto, seguem pelo
contraforte até a confluência do
ribeirão do Serrote no rio Alambari, e vão por
êste abaixo até a barra do córrego da
Boa Vista dos Rabelos:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no rio Alambari onde desagua o córrego
Boa vista dos Rabelos, descem
pelo rio até a foz do córrego Paiol;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO TURVO:
 
  

  

 Começam no rio Alambari, onde descarrega o
córrego do Paiol, seguem pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas deste ultimo, e, á direita, as do
Ribeirão Bonito, alcançam o espigão
mestre São João-Vermelho, por êste
caminham
até frontear a cabeceira do córrego do Veado,
onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE DUARTINA
 

  

 GRALHA
 
  

  

 O distrito de paz de Gralha, terá como divisa interna com o
distrito de paz da
sede do município de Duartina, o ribeirão das
Antas em toda a sua extensão,
desde sua barra no rio Alambarí até a foz do
ribeirão Barra Bonita.
 
  

  

 FARTURA
 
  

  

 O município de Fartura, comarca de
Pirajú, constituído do distrito de paz
da serie e do Ribeirópolis, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam onde o rio Verde faz barra, no rio
Itararé e vão por êste abaixo
até a
foz do córrego Monjolinho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
 
  

  

 Começam no rio Itararé, onde desemboca o
córrego Monjolinho, vão por éste acima
ate sua cabeceira, já na Serra da Fartura e pela cumiada
desta, que é ao divisor
das águas entre os rios Paranapanema e Itararé,
continuam até a cabeceira mais
acidental do córrego da Anta Branca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARÍ:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais ocidental do córrego da
Anta Branca,e seguem pelo
espigão mestre entre os rios Itararé e
Taquari,até a cabeceira mais oriental do
córrego da Ariranha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPORANGA:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais oriental do córrego da
Ariranha,descem por êste
abaixo até o rio Verde,e por êste ainda
até o rio Itararé, onde tiveram inicio
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PARTURA
 

  

  

 RIBEIRÓPOLIS
 
  

  

 O distrito de paz de Ribeirópolis terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Fartura:
 
  

 Começam no alto da Serra da fartura, no seu cruzamento com o
espigão da Jacutinga,
seguem por êste até o ribeirão da
fartura e continuam pelo espigão do Brás
até
encontrar o ribeirão da aldeia ou Barra Grande,no ponto de
confluência,no
ribeirão da Ariranha.
 
  

  

 FAXINA
 
  

  

 O município da Faxina,comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da
sede e dos Caputera e ribeirão Branco,terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITARARÉ:
 
  

  

 Começam na barra do córrego das Lavras,no
ribeirão das pedras,sobem por aquele
até sua cabeceira mais setentrional,no divisor entre as
águas dos rios Pirituba
e itararé,prosseguem por êste divisor em demanda
da cabeceira  mais
oriental do galho da extrema esquerda do rio Verde,pelo qual descem
até a barra
do córrego Jatibuca, continuam pelo espigão
fronteiro que deixa.à direita,as
águas do córrego Jatibuca, contornam as
cabeceiras do córrego da Gorita em
demanda da ponte da Estrada de Ferro Sorocaba, sobre o rio Verdinho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE  ITABERÁ:
 
  

  

 Começam na ponte da Estrada de ferro Sorocabana, sobre o rio
Verdinho,seguem
pelo espigão entre as águas
dêste,à direita,e as do córrego
Piritubinha,á
esquerda ,contornam as cabeceiras dêste último,e
vão pelo espigão, à barra do
mesmo córrego no rio Pirituba; descem por êste
até a boca do ribeirão Timbuca e
por êste acima pelo córrego do Sarandi,
até a sua cabeceira mais meridional do
ribeirão do Caçador, que fica na contravertente,
e descem por êste até a foz do
córrego de Campina e por êste acima até
sua cabeceira mais meridional do
ribeirão do Caçador, que fica na contravertente,
e descem por este até a foz do
córrego de Campina e por êste acima
 até sua cabeceira, seguem em demanda
de cabeceira,  do córrego da Divisa, pelo qual
descem até o Córrego do
Laranjal:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ
 
  

  

 Começam no córrego do Laranjal,  na foz
do córrego da Divisa, sobem por
aquele até sua cabeceira mais oriental, continuam pelo
espigão que deixa, á
direita, as águas do córrego Olaria, e,
á esquerda, as do ribeirão dos
Carrapatos, indo até a junção destes
dois cursos, sobem pelo ribeirão dos
Carrapatos até a boca do córrego da fazenda
Sumidouro, e por este acima até a
sua cabeceira mais oriental,  continuam pelo
espigão mestre entre as águas
do rio Paranapanema, á esquerda, e as do rio Taquari,
á direita até o
contraforte da margem esquerda do ribeirão Pinhal, pelo qual
caminham até a foz
do ribeirão do Pinhal, no ribeirão da Enxovia:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BURÍ:
 
  

  

 Começam no Ribeirão da Enxovia, na foz do
ribeirão do Pinhal, sobem pelo
Enxovia, até sua cabeceira , mais sudoriental,
dão vão em reta, á cabeceira
mais ocidental do córrego do Major Velho, pelo qual descem
até o rio Apiaí -
Guassu, continuam por este acima até a barra  do
córrego Pirizal, pelo
qual sobem até sua cabeceira mais meridional,
 vão daí, em reta, ao rumo
leste-oeste até o espigão da margem esquerda do
rio Apiai-Mirim e por este
divisor caminham até a antiga Ponte Nunes, hoje de Marcolino
Nunes, sobre o rio
Apiaí-Mirim;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO:
 
  

  

 Começam na ponte de Basílio Nunes, sobre
o rio Apiaí-Mirim, sobem pelo rio
Apiaí-Mirim, até a barra do córrego da
Invernada, seguem  por este acima
até sua cabeceira mais meridional, na serra do Cantagalo,
pela qual continuam
até cruzar  com a  Serra da
Samambaia prosseguindo pela crista
até entroncar com a cordilheira do Paranapiacaba;
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE IPORANGA:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Paranapiacaba, onde esta cruza com
o divisor das
águas do ribeirão Samambaia e rio São
José do Guapiára e pela cumiada da
cordilheira continuam até cruzar com o espigão da
margem direita do rio
Betarizinho.
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE APIAÍ
 

  

 Começam na
Serra do Paranapiacaba, no cruzamento com
o espigão da margem direita no rio Betarizinho, prosseguem
pela Serra até
alcançar a cabeceira do rio Santa Rita, pelo qual descem
até o
rio Apiaí-Guassú e por êste
até a barra do córrego areado, pelo qual sobem
até sua cabeceira  mais oriental, vão
daí, em reta, á cabeceira mais
oriental do córrego Saiva,  por este ainda
até a barra do rio Pacas, daí
alcançam e prosseguem pelo divisor das águas dos
rios Taquari-Guassú e Pirituba
e pelo Pedras sobem até a barra do córrego das
Lavras, onde tiveram inicio
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE FAXINA
 
  

  

 SEDE  DO MUNICÍPIO :
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Faxina,
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CAPUTERA:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeiro Timbuva, onde faz barra o
ribeirão Jarandi, sobem por aquele
até sua cabeceira  mais oriental, prosseguem pelo
divisor entre as águas
dos rios Taquari e Apiaí, até o contraforte
 da margem direita do ribeirão
do Pinhal e pelo contraforte caminham até a barra do
ribeirão Pinhal, no
ribeirão da Enxovia:
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO BRANCO:
 
  

 Começam da Serra da Samambaia, alcançam a rumo de
cabeceira do Ribeirão do
Macuco, pelo qual descem até o rio
Apiaí-Guassú, seguem por este até a
barra do
Ribeirão dos Frias, pelo qual sobem até a
embocadura do córrego Serrinha, e por
este ainda até sua cabeceira; prosseguem pelo
espigão fronteiro em demanda da
barra do córrego Hortelã, no rio Taquari-Mirim,
pelo qual sobem até a foz do
córrego Braganceiros, continuam pelo espigão que
deixa, à direita, as águas
deste córrego, e, a esquerda, as do Taqueri-Mirim,m em
demanda da barra do
ribeirão das Pacas, no rio Taquari-Guassú;
 

  

 CAPUTERA:
 
  

  

 O distrito de paz de Caputera terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Enxovia, na barra do
ribeirão do Pinhal, prosseguem pelo
contraforte da margem direita do ribeirão do Pinhal,
até alcançar o espigão,
mestre Apiaí-Taquari  e por este espigão
mestre caminhavam em demanda da
cabeceira mais oriental do ribeirão Timbuca, pelo qual
descem até a foz do
ribeirão Sarandí;
 
  

  

 RIBEIRÃO BRANCO:
 
  

  

 O distrito de paz de Ribeirão terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da sede do município de Faxina:
 
  

  

 RIBEIRÃO BRANCO
 
  

  

 Começam no rio Taquarí, na foz do
ribeirão das Pacas, continuam pelo espigão
que deixa, a esquerda, aquele rio, e, á direita o rio
Taquari-Mirim, indo até a
barra do ribeirão dos Braganceiros, no último
rio; descem pelo Taquari-Mirim
até a barra do córrego da Hortelã,
continuam pelo espigão fronteiro em demanda
da cabeceira do córrego da Serrinha,  pelo qual
descem ao ribeirão dos
Frias, e por êste abaixo até o rio
Apiaí-Guassú, pelo qual sobem até a
embocadura do ribeirão dos Macucos, e vão por
 êste acima até sua
cabeceira, alcançando, depois, a rumo, o alto da Serra da
Samambaia.
 
  

  

 FERNANDO PRESTES
 
  

  

 O município de Fernando Prestes, comarca
 de Taquaratinga,
constituído do  distrito de paz da sede e do de
Vila Camargo, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARIRANHA:
 
  

  

 Começam no ponto em que, a reta que da confluência
 das principais
nascentes  do córrego do Cunha vai á
barra do córrego do Cedro no córrego
dos Leites, cruz com o espigão da margem esquerda do
córrego do Cunha: seguem
pelo espigão em demanda da barra do ribeirão dos
Mendes no ribeirão da Onça:
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE MONTE ALTO:
 
  

  
 
  

  Começam no ribeirão da Onça
na foz do ribeirão dos Mendes, sobem por
aquele até a barra do ribeirão
do Mendes, sobem por aquele até a barra do
ribeirão da Lagoa ou da Boa Vista dos Olhos
d'água por êste ainda até a
confluência do córrego Saul Burker:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA
 
  

  

 Começam no ribeirão da Lagoa ou Boa
Vista dos Olhos Dagua, foz do córrego
de Saul Burker, sobem por êste até sua cabeceira
mais meridional e continuam
pelo espigão até a barra do
 córrego da Divisa no córrego dos
Mendes,
sobem por êste até sua cabeceira mais meridional e
continuam pelo espigão até a
barra do córrego da divisa  no córrego
dos Mendes,  sobem por êste
até sua cabeceira mais meridional, ganham a cabeceira do
galho da direita do
córrego das Areias, que fica na contravertente e pelo Areias
descem até o
ribeirão do Tanque e por êste abaixo
até o ribeirão dos Porcos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Porcos, na foz do
ribeirão do Tanque e pelo primeiro
abaixo até a barra do córrego da Agulha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADÉLIA:
 
  

  

 Começam no
ribeirão dos Porcos, na foz do córrego da
Agulha, sobem por este até sua cabeceira mais setentrional,
continuam pelo
espigão que deixa, á esquerda, as
águas dos ribeirões das Anhumas e São
Domingos, e, a direita, as águas do córrego dos
Mendes, até alcançar a
cabeceira do galho da direita do córrego do Cunha, pelo qual
descem até este
córrego e deste ponto vão pela reta que vai
á barra do córrego do Cedro no
córrego dos Leites, até cruzar o contraforte da
margem esquerda do córrego do
Cunha, onde tiverem início estas divisas
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE FERNANDO PRESTES:
 

  

 VILA CAMARGO:
 
  

  

 O distrito de paz de Vila Camargo terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da sede do município de Fernando Prestes:
 
  

 Começam no cruzamento do espigão mestre
Tietê Turvo, com o  espigão que
deixa, á direita, as águas ao rio São
Domingos, e á esquerda, as do córrego dos
Mendes, seguem pelo alto do espigão mestre,
também  conhecido pelo nome de
espigão do Itambé ou do Morro Pelado,
até frontear  a cabeceira mais
setentrional do galho da direita do córrego das Areias.
 
  

  

 FRANCA
 
  

  

 O município de Franca, comarca do mesmo nome
constituído dos distritos de paz
da sede e os de Cristais, Jeriquara, Restinga, Ribeirão
Corrente e São José da
Bela Vista, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE  GUARÁ:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde faz barra o
córrego de Santa Rita,  sobem
 por êste até sua cabeceira no
contraforte divisor de águas dos córregos
Posse e Palmeiras afluentes do Salgado e Bocaína, prosseguem
pelo contraforte
até o seu entroncamento com o divisor mestre das
águas dos rios do Carmo e
Sapucaí:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA:
 
  

  

 Começam no ponto de entroncamento do divisor mestre das
águas dos rios do Carmo
e Sapucaí com o contraforte divisor da águas dos
córregos Posse e Palmeiras
afluentes do Salgado e Bocaína, prosseguem pelo divisor
mestre Carmo e Sapucaí
até a cabeceira mais meridional do córrego
Palmital pelo qual descem até sua
barra do ribeirão Sulapão que é outro
nome do rio do Carmo, sobem por este até
a confluência do ribeirão do Japão e do
ribeirão de São Luiz, formadores do
Sulapão, e daí procuram o espigão
divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão São Luiz e córrego da Ponte
Nova, e, a esquerda, as águas do ribeirão
Capivari, pelo qual prosseguem até alcançar a
cabeceira do córrego Lageadinho,
descendo por este até o ribeirão Jeriquara e por
este abaixo sua foz no rio
Ponte Nova;
 

  

  

  COM O MUNICÍPIO DE IGARAPAVA:
 
  

  

 Começam no rio Ponte Nova, onde faz barra o
ribeirão Jeriquara, sobem por
aquele até a foz do córrego do Inhame;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREGULHO:
 
  

  

 Começam onde deságua o córrego do
Inhame, no rio Ponte Nova e sobem por
 êste, que também se chama
 água Limpa,  até a
confluência do
córrego,  Indáia com o
córrego da Cachoeira do Salto, Formadores do Água
Limpa, seguem pelo espigão divisor entre as águas
dos dois córregos citados e
vão até o Marco do Km. n. 445, da Companhia
Mogiana de Estradas de Ferro, daí
 em reta a estrada que de Indaía , prosseguem pela
serra do Indaía até
alcançar a cabeceira  mais ocidental  do
ribeirão da Onça, pelo qual
 descem até a sua foz no rio Canoas;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão da Onça faz
barra no rio Canôas, sobem por êste até
a
bifurcação das suas  cabeceiras
 principais, em frente  ao morro
da Divisa e daí pelo espigão entre essas duas
cabeceiras até  o mesmo
morro da Divisa, de onde continuam pelo espigão
até alcançar a cabeceira do
córrego do Boi;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PATROCINIO DE SAPUCAÍ:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego do Boi, pelo qual
descem até encontrar os
aparados da Serra de Franca pelos quais prosseguem até
frontear o espigão que
desce à confluência do córrego do
Taveira,  no ribeirão do Cubatão,
prosseguem por êsse divisor até áquela
confluência, sobem pelo córrego Taveira
até sua cabeceira mais meridional, daí prosseguem
por este divisor que separa
as águas do ribeirão Macaúbas das do
córrego do Dominguinhos, seguem por êste
divisor até a barra do córrego Dominguinhos no
ribeirão Macaúbas e vão por
êste
abaixo até a sua foz no ribeirão Santa
Bárbara e por êste abaixo ainda até
desaguar no rio Sapucaí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão de Santa
Bárbara desemboca no rio Sapucaí, descem por
êste até a barra do ribeirão da
Cachoeira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NUPORANGA:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão da Cachoeira faz barra no
rio Sapucaí e vão por êste
abaixo até a barra do córrego Santa Rita, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE FRANCA
 

  

  

 SÉDE
DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Franca
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO JOSE DA BELA VISTA:
 
  

  

 Começam no Morro do Galheiro, seguem pelo espigão
que deixa, à esquerda, as
águas do córrego do Buriti, e, à
direita, as do ribeirão do Bom Jardim, até
frontear a cabeceira do córrego de A. Bernardo
também chamado da serraria, pelo
qual descem até o ribeirão Bom Jardim, e por
êste abaixo até sua confluência no
ribeirão Salgado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO CORRENTE:
 
  

  

 Começam o ribeirão Salgado, onde faz barra o
ribeirão do Bom Jardim, sobem por
aquele até a barra do córrego Fundo, e por
êste acima até sua cabeceira no
espigão entre as águas do ribeirão
Corrente, à esquerda, e as do ribeirão
Salgado, à direita;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CRISTAIS:
 
  

  

 Começam no espigão divisor das águas
dos ribeirões Corrente e Salgado, na
cabeceira do córrego Fundo, caminham pelo espigão
até cruzar com o espigão
mestre do rio das Canôas, á direita, e as do
ribeirão Sulapão, à esquerda,
continuam por êste  espigão mestre
até o divisor das águas do córrego
Pouso Alto, à direita ,  e as do córrego
Pouso Alegre, à esquerda, e por
 êste divisor continuam até a
confluência desses cursos, continuando pelo
Pouso Alegre abaixo até o rio Canôas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RESTINGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão
Macaúbas, na foz do córrego do Palmital,
 sobem
por êste até sua cabeceira  mais
setentrional, continuam pelo espigão que
deixa,  à direita as águas do
Macaúbas, e, á esquerda as do
ribeirão
dos Bagres, contornam as cabeceiras do córrego da
Água Cumprida  ou
Miraflor, e ganham a nascentes do córrego do dr.
Gastão, pelo qual descem ao córrego
dos Olhos D'Água, e por êste abaixo
até, o ribeirão dos Bagres, continuam pelo
espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais meridional do
córrego da Fazenda
Niagara,  pelo qual descem até  o
ribeirão de Santo Antonio, e vão
por êste abaixo até a barra do córrego
da Fazenda Nova Gersey, pelo qual sobem,
pelo galho da extrema esquerda, até sua cabeceira no
espigão entre as águas do
ribeirão do Bom Jardim, à direita, e as do
ribeirão Santo Antonio, á esquerda,
pelo qual caminham até o Morro do Galheiro;
 
  

  

 CRISTAIS:
 
  

  

 O distritos de paz de Cristais, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO CORRENTE:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Fundo e Continuam
pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas do córrego das Almas, indo
até a barra do córrego da Boa
Vista no ribeirão Corrente, sobem pelo Bôa Vista
até sua cabeceira mais
setentrional e ganham, depois, a rumo, a cabeceira mais meridional do
córrego
do Quirino, pelo qual descem até o ribeirão do
Japão, e por este abaixo até a
boca do córrego Barro Preto;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JERIQUARA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Japão, na boca do
córrego Barro Preto, sobem por êste até
sua cabeceira mais setentrional, e continuam pelo espigão
que deixa, á direita
as águas do córrego de Querubim Cintra, e,
á esquerda , as do Indaía no
ribeirão da Ponte Nova;
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

 Começam no rio Canôas, na boca do
córrego Pouso Alegre, sobem por êste
até sua
confluência  com o córrego Pouso Alto,
continuam pelo espigão
intermediário dêsses dois cursos,
 prosseguem pelo espigão entre as águas
do  ribeirão corrente , á direita, e as
do ribeirão Salgado, à esquerda,
até frontear a cabeceira do córrego Fundo.
 
  

  

 JERIQUARA:
 
  

  

 O distrito de paz de Jeriquara terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE CRISTAIS:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Indaiá no
ribeirão Ponte Nova, prosseguem pelo
fronteiro que deixa, á direita, as águas do
córrego do Chapadão, e á esquerda
as do córrego do Querubim Cintra, alcançam a
cabeceira mais setentrional do
córrego do Barro Preto, pelo qual descem até o
ribeirão Japão:
 
  

  

 COM O DISTRITOS DE PAZ DE RIBEIRÃO CORRENTE:
 
  

  

 Começam no ribeirão Japão, na foz do
córrego Barro Preto, descem por aquele até
a barra do Ribeirão São Luiz.
 
  

  

  

 RESTINGA:
 
  

  

 O distrito de paz de Restinga terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO JOSÉ DA BELA VISTA:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, na  foz do
córrego do Domiciano, sobem por
êste até sua cabeceira e continuam pelo
espigão que deixa à  direita , as
águas do ribeirão dos Bagres, e a esquerda as do
córrego Buriti, indo até o
Morro do Galheiro;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no Morro do Galheiro, continuam pelo
espigão
que deixa, à direita, as águas do
ribeirão Santo Antonio, e, á esquerda, as do
ribeirão Bom Jardim, indo até a cabeceira do
galho da extrema direita do
córrego da Fazenda Nova Gersey, pelo qual descem
até o ribeirão de Santo
Antonio, e por este acima até a barra do córrego
da Fazenda Niágara, pelo qual
sobem até sua cabeceira mais meridional, continuam pelo
espigão fronteiro, e
prosseguem pelo espigão, em demanda da confluência
do córrego dos Olhos da
Água, no ribeirão dos Bagres, sobem por aquele
até a boca do córrego do dr.
Gastão e por este acima até sua cabeceira,
caminhando depois pelo espigão entre
as águas do córrego Olhos da Água e
córrego Água Comprida ou Mira-flor,
contornam as cabeceiras deste, e prosseguem, pelo espigão
entre as águas do
ribeirão dos Bagres, á direita, e, as do
ribeirão Macaúbas, á esquerda,
até
atingir a cabeceira mais setentrional córrego Palmital, pelo
qual descem até o
ribeirão Macaúbas.
 

  

  

 RIBEIRÃO CORRENTE:
 
  

  

 O distrito de paz de Ribeirão Corrente terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JERIQUARA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Japão, onde faz
barra o ribeirão São Luiz, sobem por aquele
até a boca do córrego Barro Preto:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CRISTAIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão Japão, onde
desagua o córrego  Barro Preto,
 sobem pelo Japão até a barra do
córrego do Quirino, e vão por êste
acima
até sua cabeceira  mais meridional, atingem,
 a rumo, a cabeceira
mais setentrional do córrego Bôa Vista e por
êste abaixo até o ribeirão
corrente, continuam pelo espigão fronteiro, que deixa , a
direita, ás águas do
córrego das Almas e vão até a
cabeceira do córrego Fundo;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Fundo, descem por
êste até o ribeirão Salgado e
por êste ainda até a barra do ribeirão
do Bom Jardim;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO JOSÉ DA BELA VISTA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Salgado, na foz do
ribeirão Bom Jardim, descem por aquele
até a boca do córrego da Fazenda de
José Spinola, e vão daí, á
ponte sobre o
córrego da Posse, na estrada de rodagem que da vila de
São José da Bela Vista,
vai á cidade de Ituverava, e dêsse ponto, ainda em
reta, ao espigão que deixa á
direita, o córrego Uberabinha, em frente a cabeceira mais
oriental dêste
último.
 
  

  

 SÃO JOSÉ DA BELA VISTA:
 
  

  

 O distrito de paz de São José da Bela Vista
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO CORRENTE:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa,
à direita, as águas do córrego
Uberadinha,
e, á esquerda, as do córrego da Posse, em frente
á cabeceira mais oriental do
córrego da Posse, em frente á cabeceira mais
oriental do córrego Uberadinha,
vão daí em reta, á ponte sobre o
córrego da Posse, na estrada que da Vila de
São José da Bela Vista vai á cidade de
Ituverava, e seguem, ainda em reta, á
barra do córrego da Fazenda de José Spinola no
ribeirão Salgado, sobem por êste
até a confluência do ribeirão do Bom
Jardim:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão Bom
Jardim no ribeirão Salgado, sobem por
aquele até a barra do córrego de A. Bernardo,
também chamado de serraria e vão
por êste acima até sua cabeceira, continuando pelo
espigão que deixa, á
esquerda, as águas do ribeirão Bom Jardim, e,
á direita, as do ribeirão Santo
Antonio, até o Morro do Galheiro;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RESTINGA:
 
  

  

 Começam no Morro do Galheiro, e prosseguem pelo
espigão que deixa, a esquerda,
as águas do ribeirão de Santo Antonio, e,
á direita , as do ribeirão Buriti,
até alcançar  a nascente do
córrego do Domiciano, pelo qual descem o rio
Sapucaí.
 
  

  

 GARÇA:
 
  

  

  O município de Garça, comarca do mesmo
nome, compreendendo o distrito de
paz da sede e dos de Alvaro Carvalho e Santo Inácio
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAFELANDIA:
 
  

  

 Começam no pião divisor entre as cabeceiras do
rio Padua Sales e
córregos Forquilha e Moraes Barros, vão
daí em reta á  barra destê
 ultimo, no ribeirão do Inhema e descem por
êste ainda até a foz do
córrego Gentil de Moura.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUÍ:
 
  

  

 Começam no ribeirão Inhema, na foz do
córrego Gentil de Moura e vão, em
reta,  à barra do córrego Elisio de
Castro no ribeirão Bonito; sobem por
este até a barra do córrego da Corredeirinha no
ribeirão da Corredeira, sobem
pelo córrego até sua cabeceira, procuram daqui a
cabeceira  do córrego da
Divisa, pelo qual descem até o ribeirão Barreiro,
pelo qual seguem até a barra
do córrego da Água Seca, subindo  por
êste até sua cabeceira, indo depois,
em reta na direção da barra do córrego
do Aracape  ou  Eucarape, no
rio Feio e seguindo por esta reta até o espigão
entre o Ribeirão Barreiro, à
esquerda, e o rio Feio, à direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE ALVES:
 
  

  

 Começam no Alto do espigão entre as
águas do ribeirão Barreiro, à esquerda
, e
as do rio Feio, à direita, no ponto em que ele é
cortado pela reta que vai da
cabeceira do córrego Água Seca, afluente do
primeiro, à barra do Acarape ou
Eucarape, no rio Feio:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO  DE GALIA:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego Aracape,
sobem por êste sua cabeceira,
continuam pelo espigão Feio-Alambari, e depois pelo
espigão Peixe-Alambari,
indo até a cabeceira do rio São João,
descem por êste a barra do córrego
 Comprido;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO TURVO:
 
  

  

 Começam no rio São João, na foz do
córrego Comprido, seguem em reta á cabeceira
do córrego Mombuca, e por êste abaixo
até o rio Santo Inácio, e por êste
ainda
até a barra do Estevão,  pelo sobem
até sua cabeceira João;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BELA VISTA (EX-CAMPOS NOVOS)
 
  

  

 Começam no espigão mestre que deixa, à
direita, as águas dos rios São João e
Santo Inácio e, á esquerda, as do rio Novo em
frente á cabeceira do córrego do
Estevam, seguem pelo espigão mestre até entroncar
com a Serra do Mirante e pela
Serra procuram a cabeceira mais meridional do córrego do
Brumado, pelo
qual descem até o ribeirão Alegre:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VERA CRUZ:
 
  

  

 Começam no ribeirão Alegre, onde faz barra o
córrego Brumado, atravessam o
ribeirão e prosseguem  pelo espigão
fronteiro em direção ao divisor entre
o rio do Peixe e o ribeirão Alegre, ganham a cabeceira do
Água Seca pelo qual
descem até o rio do Peixe, e,  por êste
acima até a foz do córrego
Barreti,  e por êste ainda, até sua
cabeceira mais oriental; alcançam a
cabeceira mais oriental do córrego Araquá, pelo
qual descem ao rio Ipiranga, e
por êste abaixo até o rio
Tibiriçá, e por êste ainda
até a foz do córrego
Forquilha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, onde
deságua o córrego Forquilha, sobem por
êste até
sua cabeceira mais setentrional e atingem o pião divisor
entre as cabeceiras do
rio Padua Sales, e córregos Forquilhas e Moraes Barros, onde
tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE GARÇA:
 

  

 SÉDE DO
DISTRITO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Garça terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALVARO DE CARVALHO:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na barra do
ribeirão Ipiranga, sobem por aquele até a
boca do córrego Irondê, e vão por
êste acima até sua cabeceira: vão
daí, em
reta, á cabeceira do ribeirão Bonito, e por
êste abaixo até a barra do córrego
de Elisio de Castro;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO INÁCIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Peixe-Alambari, em
frente à cabeceira do ribeirão do
Alegre, e descem por êste até a barra do
córrego da Ferrugem.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ALVARO DE CARVALHO:
 
  

  

 O distrito de paz de Alvaro de Carvalho terá as seguintes
divisas internas com
o distrito de paz da sede do município de Garça:
 
  

 Começam no ribeirão Bonito, na barra do
córrego do Elisio de Castro, e sobem
por aquele até sua cabeceira, indo depois, em reta,
 à  cabeceira do
córrego Irondê, pelo qual descem até o
rio Tibiriçá,  e por êste
abaixo
até a foz do ribeirão Ipiranga.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTO INACIO:
 
  

  

 O distrito de paz de Santo Inácio terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Garça:
 
  

 Começam no ribeirão do Alegre, na barra do
córrego da Ferrugem , sobem por
aquêle até sua cabeceira, atingindo depois, a
rumo, o espigão mestre
Peixe-Alambari.
 
  

  

 GALIA
 
  

  

 O município de Galia, comarca de Garça, constitui
do distrito de paz da sede e
do de Fernão Dias, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GARÇA:
 
  

  

 Começam no rio São João, na foz do
córrego Comprido,  vão por aquele acima
até sua cabeceira, seguem pelo espigão mestre
Peixe-Alambari, até frontear a
cabeceira, seguem pelo espigão mestre Peixe-Alambari,
até frontear a cabeceira
mais ocidental do córrego Acarape, pelo qual descem
até o rio Feio:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE ALVES:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego Acarape, e
vão daí, em reta, à cabeceira
do córrego Avaí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Avaí,
e vão,  em reta, ao espigão mestre
Tietê - Paranapanema, em frente à cabeceira mais
alta do córrego Eduardo Porto,
seguem pelo espigão mestre até entroncar com o
espigão divisor entre as
cabeceiras dos córregos Barro-Grande, Saraiva e
ribeirão do Serrote;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA:
 
  

  

 Começam no pião divisor entre as cabeceiras dos
córregos Barro Grande, Saraiva
e ribeirão do Serrote, tomam pelo espigão que
leva a cabeceira do córrego da
Barra Bonita e por êste descem até o
ribeirão das Antas, vão por
êste acima até a foz do
córrego do Arroz, e por êste ainda até
sua cabeceira
mais meridional, procuram, a rumo, a cabeceira mais oriental do
córrego do
Macaco e por êste abaixo até o ribeirão
Vermelho,  pelo qual descem até a
barra da Água de Santa Tereza, pelo qual sobem
até sua cabeceira, atingindo
depois, o espigão  mestre Vermelho- São
João, seguem pelo espigão até a
cabeceira do córrego do Veado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO TURVO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Vermelho-São
João, em frente à cabeceira do córrego
do Veado, descem por êste ao rio São
João e por êste ao rio São
João e por êste
acima  até a barra do córrego Comprido,
onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE GALIA:
 

  

 FERNÃO DIAS:
 
  

  

 O distrito de paz de Fernão Dias, terá as
seguintes divisas com o distrito de
paz da sede do município:
 
  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paranapanema, em frente à cabeceira do
córrego
de Eduardo Porto, seguem pelo contraforte que deixa, á
esquerda, as águas deste
ultimo no ribeirão das Antas, e daí, em reta,
á cabeceira do córrego da Fazenda
Teles, e por êste abaixo, até sua barra no
ribeirão Vermelho, o que se dá cerca
de dois Klms ao sul da sede daquela Fazenda e pelo Vermelho abaixo
até a foz do
córrego do Macaco.
 
  

  

 GETULINA:
 
  

  

 O município de Getulina, comarca de Lins,
constituído do distrito da sede e do
de Macacos, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GLICERIO:
 
  

  

 Começam na confluência do rio
Tibiriçá com o rio Feio, e sobem por
êste até a
barra do córrego grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Grande, no rio Feio e
vão por êste acima até a
barra do córrego do Matão;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE AVANHANDAVA 
 

  

  

 Começam na barra do córrego do Matão,
no rio Feio e
sobem por este até a barra do córrego Perobal;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO:
 
  

  

 Começam na Foz do Córrego Perobal, no rio Feio e
prosseguem por êste
acima, até a barra do ribeirão Tabocal;
 

  

  
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE LINS:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão Tabocal, no rio
Feio, sobem por êste acima até sua
mais ocidental cabeceira, transpõem o divisor pelo qual
descem até sua barra no
Tibiriçá;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA:
 

  

  

 Começam na barra do córrego Pônei, no
rio Tibiriçá, e
descem por este até a barra do córrego Ariri.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA:
 
  

  

 Começam na foz do córrego Ariri, no rio
Tibiriçá, e por êste descem
até a sua
confluência com o rio Feio, onde tiveram início
estas divisa.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE GETULINA  
 

  

 MACUCOS:
 
  

  

 O distrito de paz de macucos terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município de Getulina:
 
  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego das Antas, sobem por  êste
até
sua cabeceira mais setentrional,  transpõem
 o espigão mestre
Tibiriçá-Feio, em demanda  da cabeceira
mais meridional  do córrego
Báguassú e por êste descem o rio Feio.
 
  

  

 GLÍCERIO
   

  

 O município
de Glicério, comarca de Penapolis,
compreendendo os distritos de paz da sede e de Braúna,
terá as seguintes
divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COROADOS:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na foz do
ribeirão Promissor, sobem por êste até
sua
cabeceira, continuam pelo espigão que deixa, à
direita , as águas do ribeirão
Bonito, e, à esquerda, as do ribeirão dos
Baixotes até encontrar a cabeceira do
córrego das Congonhas pelo qual descem até o rio
Tietê;
 
  

  

 COM O MNUNICIPIO DE ARAÇATUBA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê na foz
córrego das Congonhas, e vão por aquele acima
até a barra do ribeirão Santa Barbara;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL:
 
  

  

 Começam no rio Tiête, na foz do
ribeirão Santa Barbara, e vão pelo rio acima
 até a barra do ribeirão Lageado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Lageado, sobem por êste até a
barra no
ribeirão Bonito e por êste até sua
cabeceira alcançam o espigão mestre
Tietê-Aquapeí, e por êste
espigão mestre caminham até encontrar a cabeceira
do
ribeirão Grande pelo qual descem até sua barra do
rio Aguapeí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na barra do
ribeirão Grande descem por aquele até a foz
do rio Tibiriçá;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Feio com o rio
Tibiriçá, e descem pelo Feio ou
Aguapei até a barra do ribeirão Jacri:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na barra do rio
até a foz do ribeirão  Promissor,
onde se iniciaram estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE GLICÉRIO
 

  

 BRAÚNA:
 
  

  

 O distrito de paz de Braúna terá as seguintes
divisas internas com o distrito de
paz da sede do município de Glicério:
 
  

 Começam no espigão ribeirão
Baixote-ribeirão Bonito, em frente á cabeceira do
córrego Barro Preto, vão em reta, ao marco que
separa as terras dos sucessores
de Eduardo Castilho, no ribeirão Bonito.
 
  

  

 GRAMA
 
  

  

 O município de Grama, comarca de São
José do rio Pardo, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO
PARDO:
 
  

  

 Começam no ponto do cruzamento do divisor entre as
águas do rio Fartura, á
direita, e as dos ribeirões Doce, Macacos e Água
Fria, á esquerda, com o
espigão que separa as águas do córrego
de Arlindo Baptista, das do córrego da
Fazenda Barão; seguem por êste ultimo
espigão até a barra do córrego da
fazenda
Barão: seguem por este último espigão
até a barra do córrego da Fazenda
Barão
no rio  Fartura e por êste acima até a
foz do córrego do Capado, continuam
pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Fartura e as do
córrego
Lindeiro ou Angolinha, e,  à esquerda, as
águas do córrego do Pouso Frio,
até a barra do córrego das Almas, no rio
São Domingos, sobem por êste até a
ponte da entrada de rodagem que de Grama vai a Sapeca, ganham o
espigão da
margem direita do rio São Domingos, que nada é
mais do que a Serra do Boqueirão
e pela crista desta continuam até cruzar com a Serra de
Poços de Caldas até
cruzar com o divisor que deixa, à direita, as
águas do córrego do Campinho e da
Água Limpa, cabeceiras do rio São Domingos, e,
à esquerda as do ribeirão do
Quartel;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ÁGUAS DA PRATA:
 
  

  

 Começam na Serra de Poços de Caldas, onde esta
cruza com o divisor entre as
águas dos córregos Campinho e Àgua
Limpa, cabeceiras do rio São Domingo, á
direita,  e as do ribeirão do Quartel, á
esquerda, seguem por êste divisor
 e pelo que separa as águas do ribeirão
Fartura, á esquerda e São Domingos,
á direita, e seguem  ainda pelo contraforte que vai
terminar na cachoeira
do rio da Fartura, cerca de dois quilômetros a sudeste da
Fazenda de Afonso
Osorio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VARGEM GRANDE:
 
  

  

 Começam na cachoeira do rio Fartura, situada de dois
quilômetros a sudeste da
sede da Fazenda  de Afonso Osorio, descem pelo rio
até a barra do córrego
do Ibimbaé, pelo qual sobem até sua cabeceira
mais ocidental;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais ocidental do córrego
Ibimbaé, seguem pelo espigão que
deixa, á direita, as águas do rio Fartura,
 e, a esquerda, as do ribeirões
São João, Doce e Macacos, até cruzar
 com o espigão divisor das águas
 do córrego de Arlindo Baptista e, as do
córrego da fazenda Barão, onde
tiveram início estas divisas.
 
  

  

 GUAÍRA
 
  

  

 O município de Guaíra, comarca de
Orlândia, passa a ter as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam  na barra do rio Pardo, no rio Granue,
sobem por êste até a foz do
rio Sapucaí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA:
 
  

  

 Começam no rio Grande, onde faz barra o rio
Sapucaí e vão por êste acima
até
 o desaguadouro do córrego do Sucuri;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOAQUIM:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde faz barra o
córrego do Sucuri, e vão por êste
acima até sua cabeceira mais oriental, vão
daí, em reta, á cabeceira mais
setentrional do ribeirão do Jardim e daí, ainda
em reta, á cabeceira do córrego
chamado Esgoto do Brejão,  pelo qual descem
até o ribeirão do Rosário;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Rosário, onde
faz barra o Esgoto do Brejão e vão por
aquele abaixo até a foz do rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde faz a barra o ribeirão
do Rosário, descem por aquele
até sua embocadura no rio Grande, onde terminam estas
divisas.
 
  

  

 GUARÁ
 
  

  

  O município de Guará, comarca de
Ituverava terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde faz barra o
ribeirão do Retiro da Mata, sobem
por êste até sua cabeceira mais ocidental
conhecida pelo nome de córrego da
Baixada continuam pelo espigão que deixa, ao norte, as
águas do rio Carmo e, ao
sul, as do rio Sapucaí, até onde esse divisor
cruza com o divisor de das águas
do ribeirão Salgado ou Salgadinho, à esquerda, e
as do ribeirão Cortado e
Bocaina, a direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FRANCA:
 
  

  

 Começam no ponto de entroncamento ao divisor Mestre das
águas dos rios do Carmo
e Sapucaí com o contraforte divisor Posses - Paineras
 afluente do Salgado
e Bocana e daí,  seguem por este contraforte
até atingir a cabeceira do córrego
Santa Rita e por êste abaixo até o rio Sapucai;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NUPORANGA:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde desagua o
córrego Santa Rita e vão por aquele
abaixo,  até a foz do ribeirão Santo
Antonio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOAQUIM:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde faz barra o
ribeirão de Santo Antonio e vão por
aquele até a foz do ribeirão ao Retiro da Mata,
onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 GUARARAPES
 
  

  

  O município de Guararapes,  comarca de
Araçatuba, terá as
 seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, a esquerda,
ás águas do ribeirão Jacarecatinga,
e, á direita, as do córrego Azul, em frente
á cabeceira do córrego do Santa
Luzia,  vão dai pelo espigão
á barra do córrego do Lindeiro, no
córrego
Aracangua,  sobem pelo córrego do Lindeiro
até sua cabeceira, seguem em
demanda da cabeceira do córrego da Fazenda Manoel Roque e
por êste abaixo até
 o córrego Azul pelo qual descem até a
barra do Córrego Borboleta
continuam por êste acima até a foz do
córrego da Divisa, e subindo por êste e
pelo córrego da Prata até a sua cabeceira mais
meridional, ganham a cabeceira
mais oriental do córrego Esperança,  que
fica na contravertente;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUÍ:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais oriental do córrego da
Boa Esperança , pelo qual
descem até sua barra no ribeirão Jangada e descem
por êste até sua barra no rio
Aguapei, pelo qual sobem até o ribeirão Drava;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na foz do
ribeirão Drava, sobem por êste até a
barra do
córrego Lagôa e seguem por êste acima
até sua cabeceira mais ocidental no
"divortium  acquarum" Aguapeí-Peixe:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARTINOPOLIS:
 
  

  

 Começam no "divortium acquarum" Aguapei-Peixe na cabeceira
mais
ocidental do córrego Lagôa  prosseguem
pelo "divortium acquarum"
até a cabeceira do ribeirão Bôa
Esperança;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VALPARAÍSO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre que deixa, ao sul as
águas do rio do Peixe, e, 
ao norte,  as do rio Aguapei, na cabeceira do
ribeirão Bôa Esperança,
seguem por êste  abaixo até o
ribeirão Aguapei-Mirim, vão daí em
reta á
barra do ribeirão Pimenta, no rio Aguapei, e por aquele
acima e pelo córrego
Rico até sua cabeceira mais oriental, atingem desse ponto o
marco do km 326 de
Estrada de Ferro Noroeste,  na curva que vai para a
estação de Alto
Pimenta, marco que fica cerca de quatro kms, a oeste da
estação de Rubiacea,
vão desse marco em reta á cabeceira  do
córrego Santa Antonieta, pelo qual
descem até sua barra no córrego Azul, e por
êste ainda até a foz do córrego
Água Clara, pelo qual sobem até sua cabeceira
seguindo pelo espigão que deixa,
á esquerda, o ribeirão Jacarécatinga e
à direita à,  as águas do
córrego
Azul, até frontear até  a cabeceira do
córrego Santa Luzia, onde tiveram
inicio estas divisas;
 
  

  

 GUARAREMA
 
  

  

 O município de Guararema,  comarca de Mogi das
Cruzes, terá  as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA IZABEL:
 
  

  

 Começam no rio Paratei, onde faz barra o ribeirão
da Divisa ou Lambari, descem
por aquele até a barra o ribeirão da Divisa ou
Lambari, descem por aquele até a
barra ao primeiro córrego que desemboca acima da ponte da
Figueira, córrego
êste da margem direita do rio Paratei.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACAREI:
 
  

  

 Começam na margem direita do rio Paratei, na barra do
primeiro córrego que
desemboca acima da ponte da Figueira, sobem pelo córrego
até sua cabeceira mais
meridional, alcançam a cabeceira do córrego que
desemboca acima da ponte da
Figueira, sobem  pelo córrego até sua
cabeceira mais meridional,
 alcançam a cabeceira do córrego que
fica na contravertente e por êste
descem até sua barra do córrego da Fazenda do Dr.
Maneco, e por êste ainda até
sua foz no rio Paraíba , prosseguem pelo espigão
fronteiro, passando pelos
morros da Itaperna e das Piluteiras e procuram a barra do
ribeirão Putim no rio
Paraíba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba , onde desagua o rio Putim
pelo qual sobem até o córrego
Ponte Alta e por êste acima até sua
 cabeceira e seguindo pelo divisor que
deixa, à direita,  as  águas do
rio Putim, e a esquerda, as do ribeirão
dos Monos até cruzar com o espigão mestre entre o
rio Tietê e o rio Paraíba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no divisor entre as águas dos rios Monos,
á esquerda e a do Putim á
direita  onde este cruza com o espigão mestre entre
os rios Tietê e
Paraíba prosseguem pelo espigão mestre
até frontear a cabeceira do córrego
João
de Melo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES:
 
  

  

 Começam  na cabeceira do córrego de
João de Afeio no espigão continuam até
o cruzamento com o divisor das águas do rio Putim
á direita, e as do córrego da
Fazendinha à esquerda avançam por êste
divisor,  até a cabeceira mais
meridional do córrego de Jesulino Franco, pelo qual descem
até o rio Guararema,
vão desta confluência  em reta,
á porta oriental da Serra do Itapeti, á
cabeceira do córrego da Estiva e pela cumiada da Serra
prosseguem e depois e
pelo divisor que deixa, á direita, águas
 do ribeirão Comprido, e,  á
esquerda, as cabeceiras do ribeirão Comprido e, à
esquerda, as cabeceiras do
ribeirão Itapeti, em demanda da barra do córrego
do Almeida, no ribeirão
Itapeti, continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas deste ultimo e,
á esquerda, as do ribeirão da Divisa ou Lambari,
indo até o morro do Feltal e
daí vão em demanda da cabeceira do
córrego do mesmo nome que fica na
contravertente, e por êste descem até o rio
Lambari ou da Divisa, e por êste
ainda até o rio Paratel onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 QUARATINGUETÁ  
 
   
   
 
  

  

 O município de Guaratinguetá, comarca do mesmo
nome, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPOS DO JORDÃO
 
  

  

 Começam na crista da Cordilheira da Mantiqueira, onde esta
cruza com o espigão
divisor das águas do ribeirão dos Buenos ou
Moreiras,e as do rio Guaratinguetá
seguem pela cumiada da Cordilheira até frontear  a
cabeceira mais meridional
do córrego da Mãe Dágua, afluente do
ribeirão dos Pausinhos:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no alto da cordilheira da Mantiqueira em frente a
cabeceira mais
meridional do córrego da Mãe Dágua,
continuam pela crista da Mantiqueira até o
alto do morro Focinho Cão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIQUETE
 
  

  

 Começam na Cordilheira na Mantiqueira, no alto do morro
Focinho de Cão, seguem
pelo divisor entre as águas do rio Piquete, à
esquerda,  e as do rio
Piaguí, á direita até encontrar a
cabeceira mais alta do ribeirão da Fortaleza
 e por êste  descem até a barra
do córrego Carasal;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LORENA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Fortaleza, na foz do
córrego Carasal, alcançam , em reta
á cabeceira do córrego da Fazendinha descem por
êste até a sua confluência no
ribeirão da Posse ou Macacos , continuam pelo
espigão fronteiro que deixa á
esquerda, as águas destê ribeirão, e
à direita  as do rio Piaguí, em
demanda da cabeceira mais setentrional do córrego Lava-Roupa
pelo qual descem
até o barra do córrego do quilometro 236 da
Estrada de Ferro Central do Brasil,
que deságua cerca de 1 quilometro a jusante da barra do rio
Piaguí,
 subindo por êste até sua cabeceira
seguem a rumo da forquilha dos dois
principais galhos formadores do ribeirão São
João ou Aterrado, sobem pelo da
esquerda e vão até sua cabeceira mais meridional:
continuam pelo espigão que
deixa, á esquerda, as águas do rio da Lorena
 e á direita as do córrego de
Santa Gertrudes ou Margarina Rosa e do Tibeirão das Pedras
contornam as cabeceiras
deste ultimo, no seu galho chamado das Três Barras
transpõem a serra
Quebra-Cangalha e continuam pelo divisor que deixa á
direita, as águas do
ribeirão do Cedro e do ribeirão do
Taboãozinho indo até o alto do Lageado de
Cima:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CUNHA:
 
  

  

 Começam no alto do Lageado de Cima, vão
daí por nova reta, ao alto do morro do
Bom Retiro, procuram pelo espigão a cabeceira do
córrego do mesmo nome,
descendo  por ele até sua barra no
ribeirão do Peixe e continuam por êste
acima até a sua cabeceira mais ocidental, na serra
Quebra-Cangalha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE APARECIDA:
 
  

  

 Começam na Serra Quebra-Cangalha, na cabeceira mais
ocidental do ribeirão do
Peixe, continuam pela cumiada  da serra até cruzar
com o divisor que
deixa, á direita  as águas do
ribeirão São Gonçalo, e,
 á esquerda as
do ribeirão dos Motas, seguem pelo espigão e pelo
que deixa, á direita, o
córrego  dos Bicudos e, á esquerda
 o ribeirão dos Motas, indo até a
confluência dêstes dois cursos: descem pelo
ribeirão dos Motas até a foz do
córrego dos Lemes,  vão daqui em reta
ao, marco de quilometro 296 da
Estrada de Ferro Central do Brasil, seguem daí e reta , ao
ponto no rio Paraíba
que fica distante cerca de
 
 2.000 metros
 
 acima da embocadura do ribeirão de Guaratinguetá,
sobem pelo Paraíba até a barra do
ribeirão do Putim, no rio Paraíba e sobem
pelo rio até a barra do córrego do
Rosário.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINDAMONHANGABA:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba, na foz do
córrego do Rosário pelo qual sobem até
sua
cabeceira, continuam pelo espigão que deixa, á
direita, as águas do ribeirão
dos Buenos ou Moreiras, e,  á esquerda as do
Ribeirão Grande ou Tetequéra
em demanda da confluência do ribeirão dos
Guarulhos, no ribeirão dos Buenos ou
Moreira; seguem pelo espigão intermediário entre
êsses dois cursos até cruzar
com o divisor que deixa, á esquerda as águas do
ribeirão dos Buenos ou dos
Moreiras, e a direita, as do rio Guaratinguetá e por
êste divisor chegam até a
crista da cordilheira da Mantiqueira, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 GUAREÍ
 
  

  

 O município de Guareí comarca de
Tatuí, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOFETE:
 
  

  

 Começam no espigão divisor entre as
águas do rio Capivari, ao sul, e as do rio
Jacu ou Jacuzinho, ao norte em frente á cabeceira mais
oriental do córrego da
Divisa e por esse espigão prosseguem até o Morro
da Fortaleza, continuam pelo
espigão entre as águas do ribeirão
Santo Inácio, à esquerda, e as do Capivari,
à direita, até cruzar com o contraforte entre as
águas do ribeirão Palmeiras, à
direita, e as do rio Santo Inácio, à esquerda;
 
  

  

  COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paranapanema onde ele cruza com o contraforte
entre as águas do ribeirão Palmeiras,
á direita e as do rio Santo Inácio, à
esquerda, seguem pelo espigão mestre e pelo
espigão da Areia Branca até
entroncar no divisor do ribeirão Aleluia, de um lado e rio
feio de outro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ:
 
  

  

 Começam no espigão da Areia Branca, onde cruza
com o divisor Feio-Aleluia ,
prosseguem  por êste até a cabeceira mais
setentrional do ribeirão das
Araras e por êste abaixo até o rio
Tatuí:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA:
 
  

  

 Começam onde faz barra o ribeirão das Araras, no
rio Tatuí, sobem por êste até
a sua cabeceira mais meridional, continuam pelo espigão que
deixa, ao norte as
águas do rio Guareí, e ao sul, as do rio
Itapetininga, até encontrar a
nascentes mais oriental do ribeirão dos Macacos, pelo qual
descem até a barra
do córrego Vassoural no ribeirão do
Currução;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Vassoural no
ribeirão da Currução, sobem por
êste e
pelo galho que atravessa o bairro do ribeirão Grande
até sua cabeceira,
transpõem o espigão em demanda da cabeceira mais
oriental do ribeirão Grande,
vão por êste abaixo até o rio
Guareí e por este ainda até a barra do
córrego da
Conquista, pelo qual sobem até o morro dêsse nome,
partem daqui á procura da
forquilha entre as duas águas das cabeceiras do
ribeirão do Sargento e por êste
abaixo até a barra no Capivari por êste ainda
até a foz do ribeirão Restinga
Comprida continuam depois pelo espigão que deixa, a leste,
as águas do rio
Capivari e a oeste, as do rio Jacú ou Jacuzinho
 até frontear a cabeceira
mais oriental do córrego da Divisa, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 GUARIBA
   

  

 O município
de Guariba, comarca de Jabuticabal
constituído do distrito de paz de sede e do
Pradopólis, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA:
 
  

  

 Começam no córrego do Luciano, na foz do
córrego Cucui,  vão em reta, a
barra do córrego Gingibre, no ribeirão Bonfim, e
por Nova reta a cabeceira do
córrego da Fazenda Cruzeiro, por êste abaixo
até  o córrego do Côco e por
êste ainda até a foz do córrego da
Fazenda do Côco:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL
 
  

  
 
  

 Começam no córrego do Côco, onde
desagua o córrego da Fazenda Côco, vão
em reta
a barra do córrego Estiva, no córrego Fundo, por
êste abaixo até o ribeirão do
Córrego Rico, pelo qual descem até a foz do
córrego da Gordura e vão por êste
acima até a foz do córrego Dona Zilda e por
êste ainda até sua cabeceira mais
oriental, seguem pelo espigão que contorna as cabeceiras do
córrego Anhumas até
encontrar a cabeceira mais oriental do córrego de Santa
Isabel e por êste
abaixo até o Mogí-Guassú.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERTÃOZINHO:
 
  

  

 Começam no rio Mogí-Guassú, onde
deságua o córrego Santa Isabel, descem pelo
rio até a barra do córrego Triste ou
Açude, continuam pelo espigão da margem
direita dêste ultimo indo até a barra do
córrego do moinho no ribeirão da Onça:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego do
Moinho, de ribeirão da Onça, sobem por
aquele até sua cabeceira mais setentrional do
córrego Piraju,  pelo qual
descem até a foz do córrego da Fazenda
São Luiz, vão daí em reta,
á cabeceira
do galho da esquerda do córrego Guarani, pelo qual descem
até o rio Mogí-Guassú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, na foz do
córrego Guaraní descem por aquele até
a
boca do ribeirão Lageado, sobem por êste
até a barra do córrego Luciano;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MATÃO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Lageado, onde desemboca o
córrego Luciano e por êste acima
até a foz Cuçuí, onde tiveram
início estas divisas:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE
GUARIÇA:
 

  

 PRADÓPOLIS:
 
  

  

 O distrito de paz de Pradópolis, terá como divisa
interna com a séde do
município de Guariba o rio Mogi-Guassú,
dêste a boca do córrego Santa Isabel
até a barra do ribeirão Lageado.
 
  

  

 GUARUJÁ
 
  

  

 O município de Guarujá, comarca de Santos,
compreendendo toda a superfície da
Ilha de Santo Amaro, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SANTOS:
 

  

 Começam na
barra do porto de Santos, seguem pelo
estuário até a boca do canal da Bertioga e pelo
leito dêste até o mar.
 
  

  

 GUARULHOS
 
  

  

 O município de Guarulhos, comarca da Capital,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUQUERÍ:
 
  

  

 Começam na Serra da Pirucaia, onde cruza com a Serra do Cap.
Freire ou da Mata
Fria, prosseguem pela Serra Pirucaia até encontrar o divisor
entre as águas do
ribeirão Tapera Grande, á esquerda, e as
do ribeirão Pinheirinhos ou
Quilombo, cabeceiras do rio Juquerí, à direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Juquerí, onde este cruza o divisor entre as
águas do ribeirão Tapera Grande, a leste, e as do
ribeirão Pinheirinhos ou
Quilombo, cabeceiras do rio Juquerí, a oeste, seguem pelo
primeiro espigão
mestre, que ai se chama Serra do Itaberaba ou do Gil,
até cruzar com o
espigão divisor que deixa, á direita, as
águas do ribeirão Jaguarí, afluente do
rio Paraíba, e, á esquerda as do
ribeirão de Pirapóra;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL:
 
  

  

 Começam na Serra do Gil ou de Itaberaba, onde esta cruza com
o divisor entre as
águas do rio Jaguarí, afluente do rio
Paraíba, á direita,  e as do
ribeirão Pirapora á esquerda, seguem por
êste divisor, em demanda da
confluência do ribeirão  Jaguaru ou
Itaberaba, no rio Jaguarí, sobem por
êste e pelo córrego do Morro Grande, que fica na
margem direita, até a sua
cabeceira, no Morro Grande, deste ponto prosseguem pelo divisor
Fronteiro em
demanda da confluência do córrego do
Taboão ou Fontes no rio Baquirivú-Guassu,
sobem por aquele até sua cabeceira no espigão
divisor entre as águas do rio
Baquirivú-Guassú e as dos ribeirões
Boava e Água Branca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ DAS CRUZES
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas dos rios Baquirivú-Guassú e
Tietê, na
cabeceira do córrego Taboão ou Fontes, e pelo
espigão mestre prosseguem até a
cabeceira do ribeirão Pirati-Mirim, pelo qual descem
até sua barra, no rio
Tietê:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o
ribeirão Pirati-Mirim, descem por aquêle
até a embocadura do rio Cabuçu de Cima, sobem por
êste até sua cabeceira, no
morro do Sabão, continuam pela Serra da Pirucata,
até cruzar com a Serra do
Cap. Freire ou  Mata Fria; onde tiveram, inicio estas divisas.
 
  

  

 IACANGA
 
  

  

 O município de Iacanga, comarca de Pederneiras,
constituído do distrito de paz
da sede, e do de Soturna, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUI:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, à direita, e as do
rio
Batalha, à esquerda, onde ele cruza com o divisor que deixa,
à esquerda, as águas
do ribeirão da Água Parada e do
córrego da Bôa Vista, e, à direita, as
do
ribeirão do Clavinote, seguem pelo espigão
mestre até alcançar a cabeceira
mais meridional do ribeirão Doce, e por êste
abaixo até o Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde descarrega o
ribeirão Doce, sobem por aquele até a
barra do rio dos Porcos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio dos Porcos e
sobem pelo primeiro até a
barra do rio Jacaré-Pepira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARIRÍ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do rio
Jacaré-Pepira, sobem por aquele até a
barra do ribeirão do Veado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão do Veado, vão por êste acima
até sua
cabeceira mais ocidental e atingem depois o espigão que
deixa, á direita, as
águas do ribeirão Bonito, e, á
esquerda as do rio Bauru, pelo qual caminham até
cruzar o espigão divisor de águas do
ribeirão Água Parada e rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BAURÚ:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do Ribeirão Bonito, e,
à
esquerda , as do rio Baurú, onde cruza com o divisor de
águas do ribeirão Água
Parada e rio Tietê; pelo espigão mestre caminham
até onde cruza com o divisor
que deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão da Água Parada e do córrego
da Boa
Vista ,e à direita, as do ribeirão do Clavinote,
onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SOTURNA
 
  

  

 O distrito de paz de Soturna, terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município de Iacanga:
 
  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
do Garça sobem por êste até sua
cabeceira mais ocidental, continuam pelo espigão que deixa,
à direita, as águas
do ribeirão Claro, e, à esquerda, as do
ribeirão Soturno, indo até a barra do
ribeirão Jacuba ou de São Francisco, no
ribeirão Claro, sobem por êste até a
barra do ribeirão do Meio, e continuam pelo
espigão que deixa, à direita as
águas deste ultimo, e, à esquerda, as do
ribeirão Claro, indo até cruzar com o
espigão mestre Tietê-Batalha.
 
  

  

 IBIRÁ
 
  

  

 O município de Ibirá, comarca de Catanduva,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POTIRENDABA:
 
  

  

 Começam no rio Cubatão, na barra do
córrego do Neto ou  Barro Preto , pelo
qual sobem até sua cabeceira: vão daí
em reta, a barra do córrego do Poço, no
córrego da Roceira, continuam pelo espigão que
deixa, á esquerda, as águas do
córrego Pedro Martins, e, á direita as
do córrego do São Domingos, até o
divisor entre as águas do Ribeirão
Borá, a esquerda, e as do ribeirão Barra
Grande, á direita e por esse divisor continuam
até a cabeceira mais ocidental
da Água do Rosa,  pelo qual descem até o
córrego do Paula Vieira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CEDRAL:
 
  

  

 Começam no córrego do Paula Vieira, na barra do
Água do Rosa, descem por aquele
até a barra do córrego da Limeira, continuam pelo
espigão êntre as águas do
córrego da Limeira continuam, pelo espigão
êntre as águas do córrego da
Limeira, a esquerda, e as do ribeirão Taperão,
á direita até entroncar no
espigão mestre das águas do rio São
Domingos, à esquerda, e  as do Cubatão,
à direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE INACIO UCHÔA
 
  

  

 Começam no espigão mestre êntre as
águas dos rios São Domingos e Cubatão,
no
ponto de cruzamento com o Contraforte êntre as
águas do córrego da Limeira, á
direita, e as do ribeirão Taperão, a esquerda e
prosseguem pelo espigão mestre
até a cabeceira do córrego do Taquarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre êntre as
águas dos rios São Domingos e Cubatão,
na
cabeceira do córrego Taquari, caminham pelo
espigão mestre até a cabeceira do
córrego das Bicas, continuam por êste
até a foz do córrego Sobradinho e por
êste até sua cabeceira mais meridional, seguindo
daí em reta a barra do córrego
São Berto, no rio Cubatão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ
 
  

  

 Começam no rio Cubatão na barra do
córrego São Berto e descem por aquele
até a
barra do córrego Pitangueiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MUNDO NOVO:
 
  

  

 Começam no rio Cubatão, na barra do
córrego Pitangueiras e por aquele descem
até a barra do córrego do Novo ou Barro Preto,
onde participaram estas divisas.
 
  

  

 IBITINGA
 
  

  

 O município de Ibitinga, comarca do mesmo nome
constituído do distrito de paz
da sede e do de Cambara terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o rio dos
Porcos e sobem por êste até a
foz do rio São Lourenço:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPOLIS
 
  

  

 Começam no rio São Lourenço, onde faz
barra o rio dos Porcos, sobem por aquele
até a embocadura do córrego da Roseta e
vão pelo espigão que deixa, a direita,
as águas deste córrego e á esquerda,
as do rio São Lourenço ao norte, e o
ribeirão de São João, ao sul, e por
êste caminham até a cabeceira do
córrego do
Sapo ou Macaubas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio São Lourenço, ao norte, e
as do
ribeirão de São João, ao sul, na
cabeceira do córrego do Sapo ou Macaubas,
descem por êste até sua barra no
ribeirão São João e por
 
  

 êste ainda até a boca do córrego da
Graminha, pelo qual sobem até sua
cabeceira, continuam pelo espigão em demanda da Barra do
córrego da Jacutinga,
no rio Jacaré Guassú  por êste
acima até a ponte da Estrada de Rodagem que
vai para Bariri, na propriedade do dr. Gastão Faria;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassu, na ponte da Estrada
de Rodagem que vai para
Bariri, e vão, em reta, a cabeceira mais setentrional do
córrego das Perdizes,
pelo qual descem até o rio Jacaré-Pepira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARIRÍ:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira na barra do
córrego das Perdizes, vão por aquele
abaixo até sua foz no rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IACANGA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio
Jacaré-Pepira e descem pelo primeiro até a
barra do rio dos Porcos, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE IBITINGA
 

  

 CAMBARA:
 
  

  

 O distrito de paz de Cambará, terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da sede do município de Ibitinga:
 
  

 Começam no espigão mestre São
Lourenço, Jacaré-Guassú, no ponto de
cruzamento
com o contraforte entre as águas dos córregos da
Roseta e do Algodoal, vão daí
em reta á extremidade jusante da corredeira do Vamicanga, no
rio Tietê.
 
  

  

 IGARAPAVA
 
  

  

 O município de Igarapava, comarca de igual nome,
constituído dos distritos de
paz da sede e os de Aramina e Buritis passa a ter as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam onde o rio do Carmo faz barra no rio Grande,
vão por êste acima até a
foz do ribeirão Sucurí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREGULHO:
 
  

  

 Começam no
rio Grande, onde
desagua o ribeirão Sucurí, e por êste
sobem
até sua
cabeceira, vão daí, em reta á barra do
córrego de José Tomaz, no
ribeirão Taquaral
que passa no bairro dos Coxos, e desta barra prosseguem por uma nova
reta, á
barra do córrego do Sergio de Paula, no ribeirão
São Pedro, sobem por aquele
até a lagoa, na sua cabeceira, atingem o espigão
entre as
águas do ribeirão São
Pedro e córrego da Posse, prosseguem por êste
espigão até a cabeceira mais
setentrional do córrego da Posse, vão
daí em reta
á cabeceira mais nororiental
do córrego do Campo do Mimoso, descendo por êsse
até a sua barra no ribeirão do
Pari, próxima á séde da Fazenda do
Parí,
sobem pelo ribeirão do mesmo nome até
a barra do córrego da Paixão, e por
êste acima
até sua cabeceira mais
setentrional do galho da direita do córrego do Inhame,
até o desaguado no
rio Ponte Nova:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FRANCA:
 
  

  

 Começam onde o córrego Inhame faz barra no rio
Ponte Nova e vão por êste abaixo
até a foz do ribeirão Geriquara:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITUBERAVA:
 
  

  

 Começam onde desagua o ribeirão Geriquara, no rio
Ponte Nova, e descem por êste
até sua confluência no rio do Carmo e por
êste abaixo ate sua embocadura no rio
 Grande, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE IGARAPAVA:
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Igarapava, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BURITIS:
 
  

  

 Começam no rio Pari, na foz do córrego Campo
Mimoso, ganham em reta, de rumo
leste-oeste, a ponta do aparado oriental da serra do Pari, e pelo
aparado
continuam até sua ponta setentrional, vão
daí, em reta, atravessando o ribeirão
do Fundão, a Pedra Vermelha, que fica no aparado da serra do
Fundão, e por êste
continuam, por todas as suas voltas ou Itambés, em demanda
da cachoeira do
córrego da Matinha, sobem por êste até
sua cabeceira, alcançando a estrada de
rodagem que da Vila Buritis, vai à cidade de Igarapava, e
pela estrada
continuando até encruzilhada do ramal que vai até
a estação de Aramina;
 
  

  

 IGUAPE
 
  

  

 O município de Iguape, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da
sede do município e do Registro, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE XIRIRICA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Ribeira de Iguape, à esquerda,
e as do rio Jacupiranga, à direita, em frente a cabeceira
mais setentrional do
ribeirão Quilombo, seguem pelo espigão mestre,
que tem o nome local de Serra do
Votuporanga, até a barra do rio Juquiá, no rio da
Ribeira de Iguape, sobem por
aquele até a boca do córrego dos Motas ou da
Moita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRAINHA    
 
  

  
 
  

 Começam no rio Juquiá, na foz do
córrego dos Motas ou da Mota, sobem por êste
até sua cabeceira mais oriental e continuam pelo
espigão mestre que deixa, á
esquerda, as águas do rio Juquiá, e
são Lourenço, e, á direita,
 as do rio
Ribeira de Iguape, espigão mestre que tem o nome de Serra de
Itatins, indo até
o pião divisor dos rios do Peixe, Azeite e Comprido;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITANHANHEN:
 
  

  

 Começam no pião divisor dos rios do Peixe, Azeite
e Comprido ou Una do
Prelado, seguem pelo divisor entre as águas do rio Azeite, a
esquerda, e as do
rio comprido ou Una do Prelado, a direita, a direita , que tem o nome
local de
Serra de Itatins, ate cruzar com o espigão que deixa, a
direita, as águas do
rio Itingussu e, à esquerda, as cabeceiras do rio Guarau,
avançam, pelo espigão
até encontrar a cabeceira mais setentrional do
córrego do Morro do Maceno, por êste
abaixo até o rio Una do Prelado, e por êste ainda
até  o Estreito do
Mangue,  onde passa a linha telegráfica, ganham a
rumo o leito do rio do
outro lado do Estreito, descendo ao mar pelo braço da
direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CANANÉIA:
 
  

  

 Começam na Praia de Fora, no ponto em que termina o
prolongamento da reta que,
da ponta mais oriental da Ilha do Rodrigues vai à forquilha
dos galhos das
cabeceiras do rio Cadapuí, seguem pela réta
até a ilha do Rodrigues, e daqui
por nova réta, atingem a confluência do rio
Nanáu, no ribeirão do Cordeiro e
vão por êste acima até sua cabeceira,
atingindo depois o espigão que deixa ao
sul as águas deste rio, e ao norte as do Jacupiranga;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre, que deixa ao sul as
águas do ribeirão ao Coldente ,
e, ao norte, as do no Jacupiranga, em frente a cabeceira do rio
ribeirão do
Cordeiro. Seguem pelo espigão até a cabeceira do
córrego Arataca, pelo qual
descem até sua foz no rio Pariquera-Assu e por
êste ainda, até a barra do ribeirão
Braço Preto, vão daí em reta
á barra do ribeirão Quilombo, no rio Jacupiranga
sobem por aquele até sua cabeceira mais setentrional e
alcançam o espigão
mestre entre as águas do rio da Ribeira de Iguape,
à esquerda, e as do
Jacupiranga, à direita, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE IGUAPE:
 

  

 REGISTRO:
 
  

  

 O distrito de paz de Registro terá as seguintes divisas
Internas com  o
distrito de paz da sede do município de Iguape:
 
  

 Começam na Serra do Pouso Alto, espigão
mêstre entre as águas do rio Juqui, ao
norte, e as da Ribeira de Iguape, ao sul onde a serra cruza com o
espigão que
deixa,  a direita, as águas dos
ribeirões Vermelho, Palmeiras e Pequeno,
e, á esquerda, as do rio Guapiruva ou Guariruva ou
Guaviruva, e  por este
ultimo espigão caminha até a Ribeira de Iguape,
vão deste ponto em reta á barra
do rio Monburral ou Banburral no rio Jacupiranga e por nova
réta, atingem o rio
Pariquera-Assú na barra do córrego municipal e
sóbem por aquele até onde o rio
e cortado pela reta que da barra do rio Braço Preto, no rio
Pariquera-Mirim,
vai á boca do rio Quilombo no rio Jacupiranga.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARAMINA:
 
  

  

 Começam na encruzilhada da estrada de rodagem, que da Vila
de Buritis, vai á
cidade de Igarapava, com o ramal que se dirige á
estação de Aramina, prosseguem
pelo eixo da primeira até encontrar a estrada Velha, e por
esta caminham até
frontear a cabeceira do córrego da Limeira que atingem,
descendo pelo córrego
até o ribeirão das Tabócas, e por
êste abaixo até o rio Grande;
 
  

  

 ARAMINA:
 
  

  

 O distrito de paz de Aramina, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

 Começam no rio Grande, na barra do ribeirão das
Tabocas, sobem por êste e pelo
córrego da Limeira até sua cabeceira mais
meridional, alcançam a estrada velha
que ia a Vila de Buritis, e pelo seu eixo caminham até
entroncar na estrada
nova, que da cidade de Igarapava vai áquela vila
 caminhando por esta
 até a encruzilhada do ramal que vai para a
estação de Aramina;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BURITÍS:
 
  

  

 Começam na estrada de rodagem que de Igarapava vai a
Buritis, onde esta cruza
com o ramal que vai á estação de
Aramina, seguem pelo eixo dêste ramal até
alcançar a cabeceira mais meridional do córrego
dos Menezes, pelo qual descem
até o ribeirão da Pedra Branca, e por
êste acima até a boca do córrego dos
Camilos, que sobem até sua cabeceira mais ocidental,
até sua cabeceira mais
ocidental, continuando depois pelo espigão que deixa,
á esquerda o ribeirão da
Bandeira e, a direita, o córrego da Estivinha, indo
até a barra do Bandeira no
rio do Carmo;
 
  

  

 BURITÍS:
 
  

  

 O distrito de paz de Burutís terá as seguintes
divisas Internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARAMINA:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão da Bandeira, no rio
do Carmo, seguem pelo espigão
que deixa, à direita, aquele ribeirão, e,
á esquerda, as águas do córrego da
Estivinha, até alcançar a cabeceira mais
ocidental do córrego dos Camilos, pelo
qual descem até a boca do córrego do Menezes pelo
qual sobem até sua cabeceira,
vão daí em reta, a cabeceira mais meridional do
córrego do Paraíso onde fica a
estrada de rodagem que vai para a estação
de Aramina, seguem pelo eixo
desta estrada e chegam até a encruzilhada com a estrada de
rodagem que da Vila
de Buritis vai a cidade de Igarapava;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na encruzilhada da estrada de rodagem que da cidade
de Igarapava vai a
vila de Buritis com o ramal que vai á
estação de Aramina seguem pelo eixo da
primeira até frontear a cabeceira do córrego da
Matinha pelo qual descem até a
cachoeira, continuam depois pelo aparado da serra do Fundão,
em todas as suas
voltas ou Itambés até a Pedra Vermelha,
vão dai, em reta, á ponta mais
setentrional da serra do Pari, atravessando o ribeirão do
Fundão, e continuam
pelo aparado desta ultima serra, até sua ponta oriental,
onde acaba a reta de
rumo do Campo Mimoso, no rio Parí, e por essa prosseguem
até a confluência
referida.
 
  

  

 INDAIATUBA
 
  

  

 O município de Indaiatuba, comarca de Itu, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE-MOR
 
  

  

 Começam no ribeirão Burú, na barra do
córrego da Rosa, sóbem pelo ribeirão
Burú
até a barra do córrego Campo Bonito, seguem pelo
espigão entre estas duas águas
até o espigão mestre Tietê-Capivari, e
por êste espigão, continuam até o
divisor da margem direita do ribeirão Santa Adelina e por
êste divisor
continuam ate contraforte da margem direita do ribeirão
Caninara e prosseguem
pelo contraforte, que deixa a esquerda as águas deste
ribeirão até a barra do
ribeirão Campo Grande ou Manjolo Grande no rio
Capivari-Mirim:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 
  

  

 Começam no rio Capivari-Mirim onde faz barra o
ribeirão Campo Grande ou Monjolo
Grande, e sobem pelo rio até o Tanque da Fazenda Bom Fim.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ:
 
  

  

 Começam no rio Capivari-Mirim no tanque da Fazenda Bom Fim
sobem por êste e
pelo córrego da Fazenda Quilombo até sua
cabeceira mais meridional o espigão
entre as águas do rio Capivari-Mirim ao norte e as do rio
Jundiaí, ao sul,
alcançam a cabeceira mais oriental do córrego da
Fazenda Itatiba que nasce ao
norte da Fazenda anta Tereza e por êste descem até
o rio Jundiaí, vão por êste
abaixo até a foz do ribeirão de Santa Rita e
por êste acima até sua
cabeceira mais meridional já no espigão
 mestre entre as águas do rio
Tietê ao sul, e as do rio Jundiaí, ao norte;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÚ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre ás
águas do rio Jundiaí, ao norte, e as do rio
Tietê, ao sul, na cabeceira mais meridional do
ribeirão de Santa Rita
 seguem pelo espigão mestre que deixa, á
direita, as águas do córrego do
Valério e, á esquerda, as do ribeirão
Água Branca ou Cana Verde, indo até a
barra do córrego Valerio no ribeirão da Grama;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO:
 
  

  

 Começam na confluencia do ribeirão Valerio, no
ribeirão da Grama, seguem a rumo
direito, em demanda da cabeceira mais oriental do córrego do
Barreirinho, até o
rio Jundiaí, pelo qual sobem até a barra do
córrego Joanna Leite, e por êste
acima, até sua cabeceira mais ocidental, indo pelo
espigão fronteiro e pelo
contraforte da margem esquerda do córrego até a
confluência do córrego do
Garcia, no ribeirão Burú e por êste
acima até sua embocadura do córrego do Rosa
onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 IPAUSSÚ
 
  

  

 O município de Ipaussú, comarca de Ourinhos,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, no Poço da Faca
seguem pelo espigão chamado d
Ribeirão Bonito até cruzar com o
espigão mestre Pardo-Paranapanema, caminham
por êste á procurado cruzamento do contraforte que
deixa, á direita, ás águas
do ribeirão Mombuca, e, á esquerda, as do
ribeirão Grande indo até a cabeceira
do córrego Barreirinho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Barreirinho,
vão daí, em reta, á barra do
córrego do Feliciano no ribeirão da Monbuca e
daí por nova reta, a barra do
córrego do Gazola no ribeirão Palmeiras, sobem
por êste até a boca do córrego
Santa Cecilia e por êste acima até sua cabeceira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego de Santa
Cecília, seguem pelo espigão que deixa,
 à direita, ás águas do
ribeirão das Palmeiras e, á esquerda, as do
ribeirão da Figueira, indo até cruzar com o
 espigão mestre
Pardo-Paranapanema, pelo qual caminham ate entroncar com o contraforte
que
deixa, á esquerda, as águas do córrego
do Jeremias e da Água Virtuosa e, á
direita as do córrego Luiz Pinto (que nasce junto com
á estação do mesmo nome),
indo até a confluência deste com o
córrego do Jeremias  formadores do
ribeirão Dourado e por êste abaixo até
o rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJU
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema,  na foz do
ribeirão do Douradão, e seguem rio
abaixo até o Poço da Faça,
 onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 IPORANGA
 
  

  

 O município de Iporanga, comarca de Apiaí
constituído dos distritos de paz da
sede do de Barra do Turvo terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE APIAÍ :
 
  

  

 Começam na Ribeira de Iguape,  onde faz barra o
ribeirão de São Sebastião,
seguem pelo espigão que deixa a direita, o
ribeirão da Anta Gorda, e, á
esquerda, as águas vertentes dos ribeirões
Salitre, Santo Antonio e Gurutuva,
alcançam a Serra da Boa Vista, pela qual caminham
atravessando o rio Betari ou
Passa Vinte e continuando por ela até o contraforte da
margem direita do rio
Betarizinho pelo qual caminham até a cordilheira do
Paranapiacaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FAXINA:
 
  

  

 Começam a cordilheira do Paranapiacaba onde esta cruza com o
divisor da margem
direita do rio Betarizinho, seguem pela cumiada da margem direita do
ribeirão
Samambaia;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Paranapiacaba, onde esta cruza o
espigão da margem
direita do ribeirão Samambaia, prosseguem pela cordilheira
até encontrar com a
divisa que deixa, á direita, às águas
do rio Pilôes, e á esquerda as do rio
Pedro Cubas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE XIRIRICA:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Paranapiacaba, onde esta faz
cruzamento com o divisor
dos Pilôes, à direita, e Pedro Cubas,  a
esquerda, seguem por êste divisor
em demanda na cabeceira do rio Pedro, pelo que descem até
sua foz no rio
Pilões, á direita, e Pedro Cubas, á
esquerda, seguem por êste divisor em
demanda na cabeceira do rio Pedro, pelo qual descem até sua
foz no rio Pilôes e
por êste descem até sua barra no da Ribeira de
Iguape; descem por êste até a
embocadura  ao ribeirão Nhanguara, pede qual sobem
até fez do córrego
Morcêgo, e por êste acima até sua mais
alta cabeceira alcançam o espigão
fronteiro, continuam pelo divisor de águas dos rios Batatal,
á esquerda, 
Pardo a direita, até a Serra  da Onça,
pela qual prosseguem em sua cumiada
até alcançar o "divotium -acquarum"
Turvo-Jacupiranga:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA
 
  

  

 Começam no pião divisor dos rios Turvo-Batatal e
Jacupiranga, prosseguem pelo
contraforte Turvo-Jacupiranguinha até a Serra do Cadeado:
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ
 
  

  

 Começam na Serra do Cadeado, onde cruza o divisor de
águas dos rios
Jacupiranga, à esquerda, e Turvo, á direita,
seguem pela Serra até encontrar a
cabeceira de rio Pardinho, descem por êste até sua
confluência no rio Pardo,
continuam por êste abaixo até a Ribeira de Iguape
e por êste acima até a barra
do ribeirão de São Sebastião, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE IPORANGA:
 

  

 Barra do Turvo:
 
  

  

 Fica creado o distrito de paz de Barra do Turvo, no
MUNICÍPIO de Iporanga, o
qual terá as seguintes divisas internas:
 
  

 Começam no rio Pardo na foz do ribeirão do Frio e
vão por êste acima até acima
até sua cabeceira mais oriental, no espigão
mestre Pardo - Batatal. 
 

  

  

 ITAÍ
 

  

  

 O município de Itaí, comarca de Avaré,
constituído dos distritos de paz da sede
e do Bom Sucesso, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CESAR:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do rio Taquari, sobem
por aquele até a
barra do ribeirão Preto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
Preto e sobem por aquele até
 a barra do ribeirão Corrente:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
Corrente, sobem por aquele até
a barra do rio Santo Inácio e seguem por êste
acima até a embocadura do rio
Jacú:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA
 
  

  

 Começam no rio Santo Inácio na foz do rio
Jacú vão a êste acima até a
barra da
Água das Pedras, sobem por êste e pelo seu galho
da direita, até sua cabeceira,
meridional  transpõem os espigão mestre
Paranapanema  Santo Inácio,em
demanda da cabeceira do córrego do Brejo, que fica ma
contravertente, descem
por êste até o rio Paranapanema e prosseguem por
êste acima até a embocadura do
rio Apiaí:
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE BURÍ
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do rio Apiaí
sobem por êste até a barra do
ribeirão da Enxovia e vão por êste
acima até a cabeceira do ribeirão do Pinhal:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FAXINA
 
  

  

 Começam no ribeirão da Enxovia, na foz do
ribeirão do Pinhal , seguem pelo
espigão que deixa , á esquerda as
águas dêste ultimo, contornam as cabeceiras
do córrego do Tijuco Preto seguem pelo espigão
entre as águas do rio
Paranapanema, á direita, e as do ribeirão dos
Carrapatos,  á
esquerda,  pelo qual prosseguem até
alcançar a cabeceira mais oriental do
córrego da Fazenda Sumidouro; descem por êste
até o ribeirão dos carrapatos
 seguem por estê até o
ribeirão dos carrapatos seguem êste abaixo
até a
barra do córrego da Olaria, continuam pelo
espigão entre êste á esquerda, e o
ribeirão dos Carrapatos, á direita, em demanda da
cabeceira oriental do córrego
do Laranjal e por êste a barra do córrego da
Divisa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITABERÁ
 
  

  

 Começam no córrego do Laranjal,  na
barra do córrego da Divisa, descem por
aquele até o rio Taquari  e por êste
ainda até a foz do ribeirão
Nhá-Cândida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE  ITAPORANGA:
 
  

  

 Começam no rio Taquari, na foz do ribeirão
Nha-Cândida e vão por aquele abaixo
até a embocadura do ribeirão do Vaquejador:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARI:
 
  

  

 Começam no rio Taquari  na foz do
ribeirão ao vaquejador e vão por aquele
abaixo até a barra do ribeirão Bonito:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
 
  

  

 Começam no rio Taquari na barra do ribeirão
Bonito e vão por aquele abaixo até
sua confluência com o rio Paranapanema, onde tiveram inicio
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAÍ
 

  

 BOM SUCESSO:
 
  

  

 O distrito de paz de Bom Sucesso, terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam no rio Paranapanema, na barra do ribeirão
das Posses e vão por êste
acima até sua cabeceira mais meridional, atingindo, a
seguir, pelo espigão, a
cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Sumidouro.
 
  

  

 ITABERÁ
 
  

  

 O município de Itaberá, comarca de Faxina,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPORANGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pedra Branca, na foz da
Água da Fazenda Velha, sobem por
êste até sua cabeceira mais setentrional,
vão daí em reta á cabeceira mais
meridional do córrego do Passa Três, pelo qual
descem até o rio Verde e por
êste ainda até a barra do ribeirão da
Forquilha, sobem por êste até a boca do
córrego Turiba e continuam pelo espigão
intermediário dessas duas  águas
em direção ao espigão que deixa,
á esquerda, as águas do córrego do
Serrado, e,
á direita, as do ribeirão da Ponte Alta, indo
até junção dêsses dois
cursos,
vão desse ponto em reta, a cabeceira mais meridional do
ribeirão Nha-Candida,
descendo por êste até sua barra no rio Taquari.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ
 
  

  

 Começam no rio Taquari,  na foz do
córrego Nha-Candida, sobem por aquele
até a foz do córrego Laranjal, continuando por
êste acima até a barra do
córrego da Divisa:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FAXINA:
 
  

  

 Começam no córrego Laranjal, na foz do
córrego da Divisa, sobem por êste até
cabeceira, seguem em demanda da cabeceira do córrego,
 da Campina,
 que fica na contravertente, pelo qual descem ao
ribeirão do Caçador,
continuam por êste acima até sua cabeceira mais
meridional, alcançando depois a
cabeceira mais ocidental do córrego Sarandi, que fica na
contravertente; descem
por êste ao ribeirão Timbuva e por êste
Timbuva e por êste ao rio Taquari e por
êste ainda até a barra do rio Pirituba, pelo qual
sobem até a barra do córrego
Piritubinha,  próxima á ponte da Estrada
de Ferro Sorocabana sôbre o rio
Verdinho:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITARARÉ
 
  

  

 Começam na ponte da Estrada de Ferro Sorocabana sobre o rio
Verdinho, descem
por êste até sua barra no rio Verde, pelo qual
descem até a barra  do
ribeirão da Pedra Branca, e por êste acima
até a foz da Água da Fazenda Velha,
onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 ITAJUBÍ
 
  

  

 O município de Itajobi, comarca de S. Adelia compreendendo
os distritos de paz
da sede e os de Aravapuama e Vila Roberto terá as seguintes:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MUNDO NOVO
 
  

  

 Começam no ribeirão do Cervo Grande, onde faz
barra o córrego das Palmeiras,
vão por êste acima e pelo córrego Barro
Preto, até a sua cabeceira mais
setentrional, continuam em direção á
cabeceira mais meridional do córrego
Pitangueiras, pelo qual descem até sua barra no rio
Cubatão:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBIRÁ:
 
  

  

 Começam no rio Cubatão onde faz barra o
córrego Pitangueiras, sobem pelo rio
Cubatão, até a barra do córrego
São Berto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA
 
  

  

 Começam no rio Cubatão, na foz do
córrego São Berto , sobem pelo rio
Cubatão,
até sua cabeceira mais oriental e atingem o pião
divisor que separa as
cabeceiras  deste rio e as dos córregos Jacuba e
Sapé:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINDORAMA:
 
  

  

 Começam no pião divisor, que separa as cabeceiras
do rio Cubatão, e córregos
Barra Grande, Jacuba e Sapé, alcançam e descem
pelo córrego Sapé e pelo Tijuco
Preto, até sua confluência no córrego
das Tabocas, formadores ambos do ribeirão
Água Limpa;
 

  

 COM O MUNICIPIO DE SANTA
ADÉLIA
 
  

  

 Começam na confluência dos córregos
Tijuco Preto e Taboca, formadores ambos do
ribeirão Água Limpa e por este abaixo
até a foz do córrego da Divisa:
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
 
  

  

 Começam no ribeirão da Água Limpa na
barra do córrego da Divisa sobem por êste
até sua cabeceira seguem pelo espigão que
contorna as cabeceiras do córrego
Macaúbas, indo à cabeceira do córrego
Limeira e por êste acima até a boca do
córrego do Barreiro, subindo por êste
até sua cabeceira e continuam pelo
espigão ribeirão dos Porcos , ribeirão
Palmeiras ou Fugidos até a cabeceira do
córrego da Queimada;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Queimada,
vão daí, em reta á cabeceira mais
setentrional d córrego das Fugidinhos e alcançam
o pião divisor das águas do
ribeirão Fugidos, córrego espírito
Santo e córrego do Inferninho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE:
 
  

  

 Começam no pião divisor do ribeirão
dos Fugidos, Espírito Santo e córrego do
Inferninho, prosseguem pelo divisor que deixa, á direita, as
águas do ribeirão
dos Fugidos, e, a esquerda as do ribeirão Três
Pontes e continuam pelo espigão
que deixa á direita, as águas do
ribeirão Três Pontes e as do córrego de
Manuel
Carneiro, no ribeirão Três Pontes, vão
daqui em reta, até o córrego da
Sociedade, na Estrada que passa junto á venda da Fazenda
Capão Grosso e
continuam em reta até o ribeirão dos Mentecaptos
no ponto em que êste é cortado
pela estrada de rodagem que da Fazenda Capão Grosso vai
á fazenda Água Limpa,
 descem pelo córrego Água Limpa
até sua barra no ribeirão do Cervo Grande
e por êste abaixo até a barra do
córrego Palmeiras onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE ITAJOBÍ:
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Itajoba
terá seguintes divisas
Internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MARAPUAMA:
 
  

  

 Começam no rio Cubatão, na barra do
córrego do Tapeirão, seguem por êste
córrego até o espigão da fazenda
Aroeira e a do Cubatão, rumam por êste
espigão
até encontrar a extrema de Paulo Brida e sucessores de
Arão da Costa Ribeiro,
descem por êsta extrema até o córrego
da Lagôa, pela qual sobem até encontrar a
divisa de Antonio Pio seguindo por ela até encontrar a
divisa de Antonio Pio,
seguindo por ela ate encontrar o espigão divisor
 das águas do córrego
Aroeira e o da Lagôa. Sobem por êste
córrego até encontrar a divisa dos
sucessores de Carlos Hono rio de Andrade e Jose Mancini, na estrada que
da Vila
de Marapuama vai a cidade de Catanduva, rumam por está
estrada até encontrar a
estrada que vem de Marapuama, vai á cidade de Catanduva,
rumam por esta estrada
que vem de Itajobi, e por outra, até o rio
Cubatão: 
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
VILA ROBERTO
 

  

 Começam no
rio Cubatão, na
barra da Água da Boa Vista, e vão em reta ate a
nascente do córrego Felix
Sampaio, pelo qual descem até o ribeirão
Água Limpa e por este abaixo até o
córrego da Divisa; 
   

  

 MARAPUAMA
 
  

  

 O distrito de paz Marapuama, terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município:
 
  

 Começam no rio Cubatão, na barra do
córrego do Taperão, seguem por êste
córrego
até o espigão da Fazenda Aroeira e a do
Cubatão , rumam por êste
 espigão,
até encontrar a extrema de Paulo Brida e sucessores de
Carlos Honório de
Andrade e José Chionini, e daí em linha reta
até a casa de Cesar Mancine na
estrada que da Vila de Marapuama vai a cidade de Catanduva, rumam por
esta
estrada até encontrar a estrada que vem de Itajobi e por
outra, até o rio
Cubatão.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE VILA ROBERTO
 
  

  

 O distrito de paz de Vila Roberto, terá as seguintes divisas
internas cm o
distrito de paz  da sede do município:
 
  

 Começam no ribeirão Água Limpa, na foz
do córrego da Divisa, sobem por aquele e
pelo córrego Felix Sampaio até sua nascente e
vão daí em reta á barra da
Água
da Boa Vista, no rio Cubatão.
 
  

  

 ITANHAEN
 
  

  

 O município de Itanhaém, comarca de Santos,
constituído do distrito de paz da
sede e do de Itariril terá as seguintes divisas:
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE PRAINHA:
 
  

  

 Começam no pião divisor dos rios Peixe, Azeite,
à direita, até a cabeceira mais
ocidental do córrego do Emiliano, pelo qual descem
até o rio Guanhanhan, descem
por êste acima até sua cabeceira mais
setentrional, já no divisor entre as
águas do rio São Lourenço, ao norte,
já no divisor entre as águas do rio
Juquiá
das do rio São Lourenço:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPECERICA:
 
  

  

 Começam no divisor entre as águas do rio
São Lourenço, a oeste, e as do rio
Preto, a leste onde êste cruza com o espigão
mestre entre as águas do rio
Juquia, ao norte e São Lourenço, ao sul,
prosseguem pelo divisor entre as águas
dos rios Preto e Mambuu, ao sul e Juquiá e
Embú-Guassú, ao norte, indo até a
barra do ribeirão do Campo, no rio Embu-Guassú:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão do Campo no rio
Embú-Guassú ao norte e as do rio
Branco, ao sul, e as do Capivari ao norte seguem por êste
divisor indo até a
confluência do Ribeirão Claro no rio Branco
contornam pelo espigão fronteiro,
as cabeceiras do córrego Guapíruvu e do rio
Bichoro até atingir a Serra do
Mongaguá, pela qual continuam até a forquilha dos
dois principais formadores do
rio Mongaguá e vão por êste abaixo
até o mar:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE:
 
  

  

 Começam no mar, na barra do rio Una do Prelado, sobem pelo
braço da esquerda
até o Estreito do Manguete, onde passa a linha
telegráfica e alcançam, a rumo,
o leito do rio do outro lado do Estreito, sobem ainda pelo Una do
Prelado até a
barra do córrego do Morro do Maceno, caminham por
êste acima até sua cabeceira
mais setentrional, continuam pelo espigão que deixa,
á esquerda, as águas do
rio Itingussú, e á direita as cabeceiras do rio
Guaraú ganhando  alto da
Serra dos Itatins, pela qual caminham até o pião
divisor dos rios Peixe,
Azeite, Comprido ou Una do Prelado, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISRTRITO DE PAZ DE ITANHAEN
 

  

  

 ITARIRÍ
 
  

  

 Ficou criado o distrito de paz de Itarirí, no
município de Itanhaém, com sede
na povoação do mesmo nome que terá as
seguintes divisas internas com o distrito
da paz de sede do município:
 
  

 Começam no Oceano Atlântico, na barra do
córrego Jacareú sobem por êste
até sua
cabeceira mais oriental alcançam o marco do Km 80 da Estrada
de Ferro
Sorocabana no ramal Santos - Juquiá, que fica fronteiro a
essa cabeceira, vão
do marco em reta, a barra do ribeirão Guachiru, no rio Preto
sobem pelo
Guachirú até sua cabeceira mais oriental,
já no massiço chamado Morro Alto,
seguem daí pelo espigão, á barra do
ribeirão da Figueira, no rio Guanhanham e
continuam pelo espigão que deixa, a direita, as
águas dêste último, até o
alto
do espigão mestre que deixa, ao sul, as águas dos
rios que vertem para o
litoral e a morte, as do rio São Lourencinho.
 
  

  

 ITAPECERICA
 
  

  

 O município de Itapecerica comarca da Capital
constituído do distrito de paz da
séde e dos Juquitiba e Embú, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UNA:
 
  

  

 Começam no rio Juquiá-Guassú, onde faz
barra o córrego do Engano, sobem por
aquele até a barra do rio Laranjeiras e vão por
êste acima até sua cabeceira
mais oriental, já na Serra de Itatuba:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COTIA
 
  

  

 Começam na Serra de Itatuba, na cabeceira do rio das
Laranjeiras, seguem pelo
espigão entre as águas dos rios Capivari e Cotia,
à esquerda, e as do rio
Laranjeiras, á direita, passam pela Serra do Chiqueiro
até encontrar com o
divisor que deixa , à esquerda as do rio Cotia, e,
á direita, as do rio Embú-Mirim,
em demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão de
Mato-Dentro , pelo qual
desce até sua barra no ribeirão da Ressaca, e por
êste ainda, até a foz da Água
da Ressaquinha, continuam pelo contraforte da margem esquerda dessa
água até o
espigão entre as águas do rio Cotia e
Pirajussára e por êste espigão caminham
passando pelo Morro do Vento até atingir o Morro do
Jaraguaré em frente á
cabeceira sudoriental do ribeirão Carapicuiba:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL:
 
  

  

 Começam no morro do Jaguaré, em frente
á cabeceira mais oriental do córrego de
Carapicuiba, seguem pelo espigão que deixa, á
esquerda, ás águas do ribeirão
Jaguare, e, á direita  as do ribeirão
Poá, indo até a barra deste ultimo
no ribeirão Pirajussara, sobem por êste
até a boca do córrego Cecado Grande , e
por êste acima até sua cabeceira , ganhando ,
depois o divisor que deixa, á
direita, as águas do ribeirão Pirajussara, e, a
 esquerda, as do rio
Grande ou Jurubatuba  e as do rio Guarapiranga e pelo leito
desta vão até
a boca do rio Embú-Guassú, sobem por
êste até a barra do ribeirão do Campo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITANHAEN:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão do Campo no rio
Embú-Guassú, prosseguem pelo
divisor entre as águas dos rios
Embú-Guassú e Juquiá, até a
Serra do Bananal ou
é o divisor entre o Preto e São
Lourenço:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRAINHA:
 
  

  

 Começam na Serra do Bananal, divisora das águas
entre o rio Preto, á esquerda,
e,  São Lourenço, á direita,
continuam pelo espigão mestre entre as águas
dêste ultimo, ao sul, e as do rio
Juquiá-Guassú, ao norte até encontrar
a
cabeceira do córrego do Engano, pelo qual crescem
até o rio Juquiá-Guassú
 onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE
ITAPECERICA:
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Itapecerica terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE EMBÚ: (EX-M’BOY)
 
  

  

 Começam no ribeirão da Ressaca na barra da
água da Ressaquinha, vão daí em reta
á barra do Água do Sitido do Pilhaço,
no ribeirão da Ponte Alta, continuam pelo
espigão fronteiro em demanda da barra do córrego
da Tapera do Americo no rio
Embú-Mirim, descem por êste até a foz
do córrego do Vale Velho e por êste
acima  até sua cabeceira, ganhando depois o
espigão que deixa, á esquerda,
as águas do ribeirão Pirajussára, e, a
direita, as do rio Embú-Mirim, pelo qual
caminham até cruzar o contraforte da margem direita do rio
Pirajussára.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JUQUITIBA:
 
  

  

 Começam no rio Embú-Guassú, na foz do
ribeirão do Campo, ganhou o espigão que
deixa à direita, as águas do ribeirão
de Santa Rita, e, à esquerda, as do
ribeirão da Cachoeira, galho final do rio
Juquiá-Guassú, continuam por êste
último espigão até frontear a
cabeceira mais oriental do ribeirão da Varginha,
ganham a cabeceira citada e pelo Varginha abaixo até o rio
São Lourenço, sobem
por êste até a foz do ribeirão da Barra
e continuam pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas do ribeirão dos Fischers, indo
até o Morro do Cafesal,
ganham a Serra de São Lourenço, pelo alto da qual
caminham, indo depois,
sempre, pelo espigão que separa as águas do rio
São Lourenço das vertentes do
rio Larangeiras, até a ponte sobre êste
último, na estrada de rodagem que da
cidade de Itapecerica vai à capéla das
Larangeiras.
 
  

  

 EMBÚ: (EX-M'BOY)
 
  

  

 O distrito de paz de M'Boy, que passa a tratar-se Embú,
terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da séde do
município:
 
  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
Pirajussára, e, à
esquerda, as do rio Embú-Mirim, onde cruza o contraforte da
margem direita do
rio Pirajussára, seguem pelo espigão
até a cabeceira do córrego do Valo Velho,
descem por êste até o Embú-Mirim, e por
êste acima até a foz do córrego da
Tapéra do Americo, continuam pelo espigão
fronteiro, em demanda da barra do
córrego do Sítio do Palhaço no
ribeirão Ponte Alta, e vão daí, em
reta, à barra
do Água da Ressaquinha no ribeirão da Ressaca:
 
  

  

 JUQUITIBA:
 
  

  

 O distrito de paz de Juquitiba terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam na ponte sobre o rio das Larangeiras, na estrada que
da capéla do mesmo
nome, vai à cidade de Itapecerica, continuam pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as vertentes do rio retro citado, e, à direita, as
do rio São
Lourenço, ganham o alto da Serra dêste
último nome, passam pelo Morro do Cafesal
e prosseguem pelo espigão que deixa, à direita,
as águas do ribeirão dos
Fischers, indo até a embocadura do ribeirão da
Barra no rio São Lourenço, pelo
qual descem até a boca do ribeirão da Varginha e
por êste acima até sua
cabeceira mais oriental, continuando, depois pelo espigão
que deixa, à direita,
ás águas do ribeirão da Cachoeira, e,
à esquerda, as do ribeirão de Santa Rita,
indo em demanda da barra do ribeirão do Campo no rio
Embú-Guassú.
 
  

  

 ITAPETININGA
 
  

  

 O município de Itapetininga, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito de
paz da séde e os do Morro Alto Alambarí
Gramadinho, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA:
 
  

  

 Começam no rio Itapetininga, na barra do córrego
Barreira, prosseguem pelo
espigão da margem direita dêsse córrego
em demanda da cabeceira mais
setentrional do córrego Angatuba e por êste descem
até o rio Itanal do córrego
Angatuba e por êste descem até o rio Itapetininga,
pelo qual sóbem até a barra
do ribeirão Currução, e vão
por êste acima até a barra do córrego
Vassoural;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARÉ:
 
  

  

 Começam onde o córrego Vassoural faz barra no
ribeirão, da Currução e daí
vão
em reta, à confluência do córrego de
Antonio Furtado no ribeirão dos Macacos e
sóbem êste até sua cabeceira mais
oriental e continuam pelo espigão dos rios
Guarei e Itapetininga, até a cabeceira mais meridional do
rio Tatuí, pelo qual
descem, até a barra do ribeirão das Araras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TATUI:
 
  

  

 Começam no rio Tatuí, onde faz barra o
ribeirão das Araras, descem por aquele à
barra do ribeirão Jurumirim, sóbem por
êste e pelo seu afluente Pinheirinhos,
até sua cabeceira sudoriental vão dai a rumo
à cabeceira mais setentrional do
córrego  que fica na contravertente e por
êste descem até o córrego do
Delfino e por êste ainda e pelo rio Alambarí,
até sua confluência no rio
Sarapuí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPO LARGO:  
 
 
  

  

 Começam na barra do rio Alambarí, no rio
Sarapuí, sóbem por êste até
a foz do
ribeirão da Divisa ou da Dúvida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SARAPUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Sarapu, onde deságua o
ribeirão da Divisa ou da Dúvida e por
êste sóbem até a sua cabeceira mais
ocidental, transpõem o espigão mestre
Sarapui-Itapetininga, a procura da cabeceira mais oriental do
córrego Varzea e
por êste descem até o rio Itapetininga e por
êste acusa até a barra do ribeirão
do Bastião ou da Campina;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL ARACANJO
 
  

  

 Começam no rio Itapetininga onde faz barra o
ribeirão do Bastão ou da Campina,
pelo qual sóbem até sua cabeceira mais ocidental
vão daqui em reta à barra do
ribeirão Pulador no ribeirão do Soares e por
êste descem até a barra do
ribeirão Lavrinhas, prosseguem pelo espigão
fronteiro em demanda da cabeceira
mais oriental do braço da direita do ribeirão
Santa Cruz do Matos, pelo qual
descem até sua barra, no ribeirão Laranja Azeda
indo daqui em reta a barra do
ribeirão do Lagoão no ribeirão do
Açude, ganham e seguem pelo espigão da margem
esquerda do ribeirão do Lagoão em demanda no
Morro Grande e vão daqui, em reta,
a barra do córrego dos Almeidas no ribeirão
Grande ou Faxinal, sóbem pelo
córrego dos Almeidas até sua cabeceira e
vão dai em reta à cabeceira do
ribeirão da Cachaça, pela qual descem
até sua foz no rio Turvo.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, onde desemboca o ribeirão
da Cachaça, e vão por aquele
abaixo até o rio Paranapanema e por êste abaixo
até a foz do ribeirão Pedra
Chata;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BURÍ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde deságua o
ribeirão Pedra Chata e vão por
aquele abaixo até a barra do ribeirão da
Pescaria, sóbem por êste até a barra
do córrego do Veado Pardo e vão por
êste acima até a sua cabeceira mais
ocidental, atingem, a rumo, a cabeceira do córrego Barreira
que fica na
contravertente, e descendo por êste até o rio
Itapetininga, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE ITAPETININGA:
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Itapetininga terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MORRO ALTO:
 
  

  

 Começam no rio Tatuí, na foz do
córrego do Capão Alto, também chamado
de Miguel
Fonseca, sóbem por êste, pelo seu galho da direita
até sua cabeceira que fica
cêrca de um quilometro e meio da lêste da
séde da fazenda Bela Vista, continuam
pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas dos rios Tatuí, e Alambarí, e
à
direita, as do ribeirão Ponte Alta, indo até
frontear a cabeceira do córrego da
fazenda Monte Alto, (afluente do córrego do Delfino);
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALAMBARI:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas, do rio Alambarí, e,
à
direita, as do ribeirão Ponte Alta, em frente da cabeceira
do córrego da
fazenda Monte Alto (afluente do córrego do Delfino);
continuam pelo espigão até
alcançar a cabeceira do galho final mais ao norte do rio
Alambari e por êste
descem até aquele rio, vão dessa forquilha pelo
espigão que deixa, à direita,
as águas do Alambari, e as do córrego Belo
Horizonte, e, à esquerda, as do
ribeirão da Estiva, indo até a cabeceira do
córrego da Varzea;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GRAMADINHO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego dos Almeidas,
seguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Faxinal e rio
Itapetininga, e à esquerda, as do
rio Capivari, até a barra do córrego do Campo do
Meio no rio Capivari e vão por
êste abaixo até a barra do córrego do
Areão, pelo qual sóbem até sua
cabeceira
mais ocidental, alcançando a seguir a cabeceira mais
nororiental do ribeirão da
Pescaria, que fica na contravertente, pelo qual descem até a
barra do córrego
do Veado Pardo.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ALAMBARÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Alambarí terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Varzea, seguem
pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas dêste córrego e as
do rio Alambarí, e, à direita, as do
ribeirão da Estiva, indo até a forquilha dos dois
maiores galhos finais do rio
Alambarí sóbem pelo galho mais do norte
até sua cabeceira, alcançam o espigão
que deixa, à direita, as águas do rio Alambari,
e, à esquerda, as do ribeirão
da Ponte Alta, indo até frontear a cabeceira do
córrego da fazenda Monte Alto;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MORRO ALTO:
 
  

  

 Começa no espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Alambari, e, à
esquerda, as do ribeirão da Ponte Alta, em frente
à cabeceira do córrego da
fazenda Monte Alto, descem por êste até sua barra
no córrego do Delfino e por
êste ainda até a barra do córrego que
fica na contravertente do córrego
Pinheirinho.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE GRAMADINHO:
 
  

  

 O distrito de paz de Gramadinho terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município de
Itapetininga:
 
  

 Começam no ribeirão da Pescaria, na foz do
córrego do Veado Pardo, sóbem por
aquele até sua cabeceira mais nororiental,
alcançam a cabeceira mais ocidental
do córrego do Arcão, pelo qual descem
até sua barra no rio Capivari e vão por
êste
acima até a boca do córrego do Campo do Mato,
continuam pelo espigão
intermediário a êsses dois curtos, e prosseguem
pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Capivari, e, à esquerda,
as do rio Itapetininga e
ribeirão do Faxinal, indo pelo espigão,
até a cabeceira do córrego dos
Almeidas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MORRO ALTO:
 
  

  

 O distrito de paz de Morro Alto terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALAMBARÍ:
 
  

  

 Começam no córrego do Delfino, na foz do
córrego que fica na contravertente do
córrego Pinheirinhos, sóbem pelo
córrego do Delfino até a foz do
córrego da
fazenda Monte Alto, sóbem por êste até
sua cabeceira, e alcançam o espigão que
deixa à direita, as águas do rio
Alambarí, e à esquerda, as do ribeirão
Ponte
Alta.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Alambarí e, à
esquerda, as do ribeirão da Ponte Alta, em frente
à cabeceira do córrego da
fazenda Monte Alto, seguem pelo espigão que deixa,
à esquerda, as mesmas águas
do Ponte Alta, e, à direita, as do rio Tatuí,
até atingir a cabeceira de galho
da esquerda do córrego Capão Alto,
também chamado de Miguel Fonseca, cabeceira,
que fica a cêrca de um quilometro e meio a lêste da
séde da fazenda Bela Vista,
e pelo Capão Alto descem até o rio
Tatuí.
 
  

  

 ITAPIRA
 
  

  

 O município de Itapira, comarca do mesmo nome
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-GUASSÚ:
 
  

  

 Começa no rio Mogí-Guassú, onde faz
barra o córrego da Fazenda Velha, sobem por
aquele até a barra do ribeirão dos Porcos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINHAL:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde
deságua o ribeirão dos Porcos e seguem por
aquele acima até a embocadura do rio Eleuterio, pelo qual
sobem até a foz do
ribeirão Cavour nas divisas de Minas Gerais;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no rio Eleuterio, onde faz barra o
ribeirão Cavour, sobem por aquele
até o ponto fronteiro, à extremidade de um
contraforte da Serra dos Coutos,
próximo da ponte da Fazenda Velha, sobem por êste
contraforte e pela Serra dos
Coutos até onde cruza com o divisor que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
dos Coutos, e à esquerda do ribeirão da
Água Quente;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LINDOIA:
 
  

  

 Começam na Serra dos Coutos, onde esta cruza com o divisor
que deixa, à
direita, as águas do ribeirão do mesmo nome, e,
à esquerda, as do ribeirão da
Água Quente, seguem por esse divisor até a barra
do ribeirão dos Coutos no rio
do Peixe, atravessam o rio e prosseguem pela cumiada da Serra das
Águas Claras,
até onde esta entronca com o espigão que deixa,
à direita, as águas do córrego
de J. Machado e, à esquerda, as do ribeirão
Tabaranas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA:
 
  

  

 Começam na Serra das Águas Claras, no cruzamento
com o contraforte que deixa, à
esquerda, as águas do córrego de J. Machado, e,
à direita, as do ribeirão
Tabaranas, seguem pela Serra até cruzar com o divisor que
deixa, à direita, as
águas do ribeirão dos Cardosos, e, à
esquerda, as do rio da Penha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO:
 
  

  

 Começam na Serra das Águas Claras, no cruzamento
do espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão dos Cardosos, e,
à esquerda, as do rio da Penha,
e pelo espigão caminham até a
confluência do córrego do Morro Agudo no rio da
Penha, tomam o espigão fronteiro e vão
até o espigão mestre Peixe-Jaguarí,
pelo
qual caminham até frontear a cabeceira mais meridional do
córrego de Lucas
Jorge;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-MIRIM:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Peixe-Jaguari, em
frente à cabeceira mais meridional
do córrego de Lucas Jorge, seguem pelo espigão
mestre até cruzar com o divisor
que deixa, à esquerda, as águas do rio
Mogi-Mirim, e, à direita, as do rio da
Penha, e por êste divisor avançam em demanda da
confluência do córrego da
Calunga, no açude do rio Mogi-Mirim, descem por
êste até a barra do córrego do
Gola, vão daqui, em reta, à confluência
do córrego do Lanhoso no córrego Santa
Ana, e prosseguem pelo espigão em
direção ao alto do Morro do Gravi, e
atravessando-lhe a cumiada, pela sua ponta setentrional, contornam as
cabeceiras do córrego do Gonçalves e atingem a
nascente mais meridional do
córrego da Fazenda Velha, pelo qual descem até o
rio Mogi-Guassú, onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 ITÁPOLIS
 
  

  

 O município de Itapolis, comarca do mesmo nome,
compreendendo os distritos de
paz da séde do município e dos de Nova
América e Tapinas, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA:
 
  

  

 Começa no rio São Lourenço, na barra
do ribeirão dos Porcos, sóbem por êste
até
a embocadura do córrego da Queimada e vão por
êste acima até sua cabeceira mais
setentrional;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ;
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Queimada,
procuram o espigão que deixa, a
direita, as águas do ribeirão dos Porcos, e,
à esquerda, as do ribeirão
Palmeiras, alcançam a cabeceira do córrego do
Barreiro descem por êste até o
córrego das Formigas e por êste ainda
até a barra do córrego da Limeira, pelo
qual sóbem até sua cabeceira, contornam as
cabeceiras do córrego Macaúbas e
vão, pelo espigão até a cabeceira do
córrego da Divisa pelo qual descem até o
ribeirão da Água Limpa ou Três Barras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADELIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Água Limpa ou
Três Barras, no córrego da Divisa, descem por
aquele até o ribeirão dos Porcos e vão
por êste acima até a barra do córrego
da
Agulha.    
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Porcos, na foz do
córrego da Agulha, sóbem por aquele
até a boca do córrego do Tanque ou da Areia;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Porcos, na foz do
córrego do Tanque ou da Areia, sobem
por aquele até a barra do córrego São
João, vão por êste acima e pelo
córrego
dos Três Galhos até sua cabeceira mais meridional,
ganham, a rumo, o espigão
mestre São Lourenço-Porcos, pelo qual caminham
até a cabeceira mais
setentrional do córrego Seco ou Lageadinho Velho e por este
abaixo até a barra
do córrego da Lanceta, pelo qual sóbem ate a boca
do córrego Agulha e por êste
ainda sua cabeceira, ganham a cabeceira na contravertente do
córrego Lourenço e
por êste descem ate o rio do mesmo nome;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MATÃO
 
  

  

 Começam no rio São Lourenço, na foz do
córrego do mesmo nome, sóbem por aquele
até a boca do córrego da Lagoa e por
êste acima e pelo córrego do Bonifácio
ate
sua cabeceira, daí em réta á barra do
córrego dos Alemães no córrego da
Venda
e, por outra reta, a barra do córrego da Baixada no
ribeirão do espírito Santo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Espírito Santo, na
foz do córrego da Baixada, descem por
aquele até a boca do córrego do Barreiro e por
êste acima e pelo córrego do
Torquato até sua cabeceira, ganham o espigão
mestre São Lourenço-São
João e por
este prosseguem até cruzar com o contraforte que deixa,
á esquerda, as águas do
córrego do Sapo e, á direita, as do
córrego Santana;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre São
Lourenço-São João, no cruzamento do
contraforte
que deixa, a esquerda, as águas do córrego do
Sapo, e, a direita, as do córrego
de Santana, seguem pelo espigão mestre ate entroncar com o
espigão que deixa, á
direita, as águas do córrego do Algodoal ou da
Cacimba,e, á esquerda, as do
córrego da Roseira, modo até a barra deste no rio
São Lourenço, descem por êste
ate a barra dêste no rio São Lourenço,
descem por êste até a embocadura do
ribeirão dos Porcos, onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE ITAPOLIS:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Itapolis terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAPINAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Porcos, na foz do
ribeirão Água Limpa ou Três Barras,
seguem pelo espigão que deixa, á direita as
águas dos córregos do Lenço e
Monjolinho, e, a esquerda, as dos córregos Capituva,
Bebedouro e Cachoeira,
indo até o espigão mestre São
Lourenço-Porcos, pelo qual caminham até frontear
a cabeceira do córrego Biela ramo final do
córrego Tijuco-Preto;
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
NOVA AMÉRICA:
 

  

 Começam no
espigão mestre São Lourenço-Porcos, em
frente à cabeceira do córrego Biela, ramo final
do córrego Tijuco-Preto, descem
por êste ate a sua confluência no
córrego São Pedro, vão dai em
réta a
cabeceira do córrego do Retiro, pelo qual descem ate o rio
São Lourenço e por
êste acima ate a foz do córrego do mesmo nome;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE NOVA AMÉRICA:
 
  

  

 O distrito de paz de Nova America, terá as seguintes divisas
internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no rio São Lourenço, na foz do
córrego do mesmo nome, descem por aquele
até a boca do córrego do Retiro e vão
por êste acima até sua cabeceira, vão
daí, em réta, a barra do córrego do
Tijuco Preto no córrego S. Pedro e continuam
por aquele acima e pelo córrego do Bicia até sua
cabeceira e ganham o espigão
mestre São Lourenço-Porcos;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAPINAS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre S.
Lourenço-Porcos, em frente a cabeceira do córrego
do Biela, ramo final do córrego Tijuco Preto, seguem pelo
espigão mestre ate
frontear a cabeceira mais meridional do córrego dos
Três Galhos, ramo final
córrego São João.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE TAPINAS:
 
  

  

 O Distrito de paz de Tapinas terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NOVA AMÉRICA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre São
Lourenço-Porcos, em frente á cabeceira mais
meridional do córrego Três Galhos, ramo final do
córrego de S. João, seguem
pelo espigão mestre até frontear a cabeceira do
córrego Biela, ramo final do
córrego do Tijuco Preto;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ  DA SÉDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no espigão mestre S.
Lourenço-Porcos, em frente á cabeceira do
córrego
do Biela, ramo final do córrego do Tijuco Preto, seguem pelo
espigão mestre,
até entroncar com o espigão que deixa,
á direita, as águas dos córregos
Cachoeira, Bebedouro e Capituva, e, a esquerda as dos
córregos Monjolinho e do
Lenço, indo até a barra do ribeirão
Água Limpa ou Três Barras, no ribeirão
dos
Porcos.
 
  

  

 ITAPORANGA
 
  

  

 O município de Itaporanga, comarca do mesmo nome,
constituido do distrito de
paz da séde e dos de Coronel Macedo, e Ribeirão
Vermelho terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FARTURA:
 
  

  

 Começam no rio Itararé, onde faz barra o rio
Verde vão por êste acima até
a barra do rio da Aldeia ou Barra Grande, continuam por êste
até a foz do
ribeirão da Ariranha, e por êste acima
até sua cabeceira mais oriental,
atingindo depois o espigão mestre entre as águas
dos rios Itararé e Verde á
direita e as do rio Taquarí, à esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARÍ
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas dos rios Verde e Itararé, á
direita, e
as do rio Taquari, á esquerda, em frente á
cabeceira mais oriental do ribeirão
da Ariranha, seguem pelo espigão mestre em demanda da barra
do córrego da
Divisa, no ribeirão Muniz, sobem pelo córrego da
Divisa até sua cabeceira,
procuram a cabeceira mais ocidental do córrego do Vaquejador
e por êste abaixo
até o rio Taquarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAI:
 
  

  

 Começam no rio Taquarí, na foz do
córrego do Vaquejador e sobem por aquele até
a barra do córrego Nhá-Candida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITABERÁ:
 
  

  

 Começa no rio Taquari, na foz do córrego
Nhá-Candida, sobem por êste até sua
cabeceira mais meridional, vão daí, em reta,
á embocadura do córrego do
Cerrado, no ribeirão Ponte Alta, seguem pelo
espigão intermediário entre essas
duas águas, deixando este ultimo á esquerda,
até atingir o espigão mestre entre
o rio Verde e o rio Taquarí, continuam pelo
espigão que deixa a direita, as
águas do córrego Turiba, e, á
esquerda, as do ribeirão da Forquilha, até a
junção dêsses dois cursos descem por
êste ultimo até o rio Verde, e por êste
acima até a sua cabeceira mais meridional da água
da Fazenda Velha descendo por
esta até sua barra no ribeirão da Pedra Branca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITARARÉ:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pedra Branca, na foz da
água da Fazenda Velha, sobem por
aquele ate a barra da Água do Buraco Fundo,
continuam por êste acima até
sua cabeceira mais ocidental, vão daqui á
embocadura do córrego do Coronel
Frutuoso, no ribeirão Vermelho, seguem dêsse ponto
á cabeceira mais oriental do
galho da esquerda, do ribeirão das Furnas, pelo qual descem
até o ribeirão da
Forquilha e por êste ao rio Itararé.
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Itararé, na barra do
ribeirão da Forquilha e descem por aquele
até a barra do rio Verde, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE ITAPORANGA
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Itaporanga,
terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CORONEL MACEDO:
 
  

  

 Começam na Serra da Fartura, em frente a cabeceira mais
oriental do ribeirão da
Ariranha, continuam pelo contraforte que deixa á direita, as
águas do córrego
do China, e, á esquerda, as do ribeirão Barra
Grande, indo até a confluência de
ambos, seguem pelo espigão que deixa, á esquerda,
as águas do Barra Grande, e,
á direita, as do rio Verde, contornava as cabeceiras do
ribeirão do Lageado,
continuam pelo espigão que deixa, á direita, as
águas dêste último, e, á
esquerda as do ribeirão Branco indo até
êste rio na barra do córrego da Ponte,
seguem por êste até a ponte da estrada de rodagem
que vai para a vila de
Coronel Macedo e prosseguem pelo eixo da estrada até o
ribeirão da Forquilha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO VERMELHO
 
  

  

 Começam no rio Verde, na barra do ribeirão da
Forquilha, descem por aquele até
a embocadura do ribeirão do Passo da Anta, vão
daí, em reta, á cabeceira do
córrego Lindeiro e por êste descem até
o ribeirão Vermelho e prosseguem pelo
espigão fronteiro, que deixa, á esquerda, as
águas do rib. Vermelho e as do
ribeirão Laranja Azeda, até a barra
dêste no rio Itararé;
 
  

  

 CORONEL MACEDO
 
  

  

 O distrito de paz de Coronel Macedo, terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Itaporanga:
 
  

 Começa no ribeirão da Forquilha, na ponte da
estrada de rodagem que vai para a
vila do Coronel Macedo seguem pelo eixo da mesma estrada até
a ponte do córrego
do mesmo nome, descem por êste até o
ribeirão Branco e continuam pelo espigão
que deixa, á direita, as águas dêste
último, e, á esquerda, as do ribeirão
do
Lageado, contornam as cabeceiras dêste e prosseguem pelo
divisor que deixa, á
esquerda, as águas do rio Verde, e a direita, as do
ribeirão Barra Grande, indo
até a embocadura do córrego do China
nêste último, e continuam pelo espigão
que
deixa, á direita, as águas do China, e,
á esquerda, as do Barra Grande, até o
alto da Serra da Fartura e por esta avançam até
frontear a cabeceira mais
oriental do ribeirão da Ariranha.
 
  

  

 RIBEIRÃO VERMELHO
 
  

  

 O distrito de paz de Ribeirão Vermelho, terá as
seguintes divisas internas, com
o distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começa no rio Itararé, na barra do
ribeirão da Laranja Azeda, seguem pelo
espigão que deixa, á direita, as águas
dêste ultimo, indo até a boca do
córrego
Lindeiro no ribeirão Vermelho, seguem pelo
córrego até sua cabeceira e daí em
reta á foz do ribeirão do Passo da Anta do rio
Verde, e por êste acima até a
barra do ribeirão da Forquilha.
 
  

  

 ITAPUÍ
 
  

  

 O município de Bica de Pedra, que passa a denominar-se
Itapui, comarca de Jaú,
constituído do distrito de paz da séde e do de
Floresta, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARIRÍ:
 
  

  

 Começa no rio Tietê, onde desagua o
ribeirão Água Limpa, e vão por aquele
até a
barra do rio Jaú, e por êste ainda até
a foz do ribeirão da Prata:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam no rio Jaú, na barra do
ribeirão da Barra, e vão por aquele acima
até a
foz do córrego de Tonico Barbosa, também
conhecido por Arca de Nóe, sobem por
êste até sua cabeceira, e daí,
vão em reta á cabeceira do córrego da
Lagôa, e
por esta abaixo até o ribeirão Barra Mansa e por
êste ainda até o rio Tietê:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde se lança o
ribeirão Barra Mansa e descem por aquele
até a foz do rio Bauru, sobem por êste
até a barra do córrego Anhumas, daí
prosseguem pelo espigão da margem direita do
córrego Anhumas, até cruzar no
divisor entre as águas do rio Baurú, de um lado e
ribeirão Água Limpa, do outro
e por êste divisor prosseguem em demanda da cabeceira do
córrego da Pedra, pelo
qual descem até o ribeirão Água Limpa,
e por êste ainda até sua foz no rio
Tietê, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAPUÍ:
 
  

  

 FLORESTA
 
  

  

 O distrito de paz de Floresta terá como divisa internas com
o distrito de paz
da séde do município de Itapui, o rio
Tietê, em toda a sua extensão, desce a
barra do rio Baurú á foz do rio Jaú.
 
  

 Este distrito com a área acima descrita, é nesta
data, transferido do município
de Pederneiras para o de Itabuí.
 
  

  

 ITARARÉ
 
  

  

 O município de Itararé, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE ITAPORANGA:
 

  

 Começam no
rio Itararé, onde faz barra o ribeirão da
Forquilha, sobem por ^ste até a barra do ribeirão
das Furnas e vão por êste
acima até sua cabeceira mais oriental do galho da direita;
seguem daqui em
demanda da barra do córrego do Coronel Frutuoso no
ribeirão Vermelho, desta
barra prosseguem em demanda da nascente mais ocidental da
Água do Buraco Fundo
pela qual descem até sua barra no ribeirão da
Pedra Branca e por êste abaixo
até a foz da água da Fazenda Velha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITABERÁ:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pedra Branca, na foz da
água da Fazenda Velha, descem
por aquêle até o rio Verde, sobem por este
até a barra do ribeirão Verdinho e
por este ainda, até a ponte da Estrada de Ferro 
Sorocabana;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE FAXINA;
 

  

 Começam na
ponte da Estrada de Ferro Sorocabana no
rio Verdinho, alcançam e caminham pelo contraforte na margem
direita, do
ribeirão Jaubuca, em demanda da barra desse
ribeirão, no rio Verde; sobem por
este ate sua cabeceira mais meridional e continuam pelo
espigão que deixa, a
direita, as águas do rio Itararé, e, á
esquerda, as do rio Pirituba, até a
cabeceira mais ocidental do córrego das Lavras pelo qual
descem até sua foz no
ribeirão das Pedras;
   

  

 COM O
MUNICÍPIO DE APIAÍ:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Pedras, onde faz barra o
córrego das Lavras, prosseguem
pelo contraforte da margem direita do ribeirão das Pedras,
até a Serra do Bom
Sucesso e por esta Serra continuam até a cabeceira mais
setentrional do rio
Macaco;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam na cabeceira do rio Macaco, na Serra do Bom Sucesso,
pelo qual
prosseguem até a cabeceira do ribeirão Egua
Morta, descem por êste até o rio
Itararé e vão por êste abaixo
até a barra do ribeirão da Forquilha, onde
tiveram início estas divisas.
 
  

  

 ITIRAPINA
 
  

  

 O município de Itirapina comarca de Rio Claro
constituído do distrito de paz da
séde e do Itaqueri da Serra, passa a ter as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão do Lobo faz barra no
ribeirão do Feijão sóbem por
êste
até a foz do córrego do Lageadinho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS:
 
  

  

 Começam onde o córrego do Lageadinho desagua no
ribeirão do Feijão sóbem por
aquele até sua cabeceira, vão daqui, em
réta, à cabeceira mais meridional do
córrego das Cóbras e daqui seguem pelo
espigão entre as àguas do ribeirão do
Feijão, de um lado, e rio Corumbatái, do outro,
até cruzar com o divisor entre
as águas do ribeirão do Retiro, à
direita, e as do rio Corumbatái, à esquerda,
prosseguem por êste divisor até a barra do
córrego da Fazenda Santa Rita, no
ribeirão do Retiro, vão desta barra, em
réta, até a cabeceira mais meridional
do ribeirão da Barra;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais meridional do ribeirão
da Barra, vão daqui a rumo, em
demanda da cabeceira mais setentrional do córrego da Serra e
por este descem
até o rio da Cabeça, pelo qual sobe,
até a foz do córrego Tijuco Preto, subindo
por êste até a sua cabeceira mais meridional
transpõem o divisor, em demanda da
cabeceira mais setentrional do córrego que passa o oeste da
Fazenda Passa Cinco
e pelo córrego descem até o rio Passa Cinco, e
por êste abaixo até a embocadura
do rio Passa Cinco, e por este abaixo até a embocadura do
ribeirão da Lapa, que
passa a oeste da Fazenda de São João da Lapa,
subindo pelo ribeirão até sua
cabeceira sudoriental, já na Serra do Itaqueri
vão daí, em reta, ao aparado da
Serra do Itaquerí em frente a cabeceira mais oriental do
ribeirão da Água
Vermelha.
 
  

  

 COM  O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO:
 
  

  

 Começam na Serra do Itaquerí, em frente a
cabeceira mais oriental do ribeirão
da Água Vermelha, seguem pelo aparado ou quina da Serra
até frontear o espigão
que separa as águas do rio Passa Cinco, à
direita, e ribeirão Jardim ou
Pinheirinhos, à esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRÓTAS;
 
  

  

 Começa, no aparado da Serra Itaquerí onde
êste fronteia o espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Passa Cinco, e,
 à esquerda, as do ribeirão
Jardim ou Pinheirinhos, prosseguem por êste
espigão e pelo espigão divisor
Tamanduá, à direita, e Pinheirinhos, à
esquerda, até a cabeceira mais oriental
do córrego da fazenda Santa Gertrudes, descem por
êste até o ribeirão Tamanduá
 e por êste abaixo até a  barra
do córrego da Fazenda Santa Clara,
pelo qual sóbem até sua cabeceira, continuam pelo
espigão divisor, que deixa à
esquerda, as águas dos ribeirões
Tamanduá e Goiabal, e, à direita, as do
ribeirão Itaquerí, em demanda da cabeceira mais
meridional do ribeirão do Lobo,
pelo qual descem até a sua foz no ribeirão do
Feijão, onde tiveram começo estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITIRAPINA
 
  

  

 ITAQUIRI DA SERRA
 
  

  

 O distrito de paz de Itaquirí da Serra terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam na cabeceira do ribeirão do Lobo, ganham
a cabeceira ocidental do córrego
da Fazenda Santa Cruz, pelo qual descem ao ribeirão
Itaquerí, vão dessa barra à
cabeceira do galho do centro do córrego Espraiado e por
êste abaixo até o rio
Passa Cinco, descendo por êste até a barra do
córrego Cachoeira, pelo qual
sóbem até sua cabeceira mais meridional do galho
de leste, atingida depois, a
rumo, o aparado da Serra do Itaquerí.
 
  

  

 ITATIBA
 
  

  

 O município de Itatíba, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz
da séde e do de Morungaba, terá as seguintes
divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS;
 
  

  

 Começam no alto da Serra dos Cocais em frente da cabeceira
do córrego do
Reservatório, prosseguem pelo Serra até cruzar o
divisor que deixa, à direita,
as águas que passam na fazenda de Joaquim Franco de Bento
Pires de Almeida e as
do córrego da fazenda de Jolí, continuam pelo
divisor até a barra do córrego da
fazenda Espírito Santo do Morro Agudo, no rio Atibaia,
atravessam o rio em
demando do alto do Morro Agudo do Franco e pelo espigão
prosseguem até alcançar
a Serra das Cabras, que separa as águas do rio das Cabras,
de um lado, das do
rio Atibaia, do outro prosseguindo pela crista da serra, contornando
sempre as
vertentes do rio das Cabras, até o contraforte que deixa,
à esquerda as águas
do córrego da Vendinha do Jaguarí e por
êste contraforte seguem até a barra do
referido córrego no rio Jaguarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA;
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na barra do
córrego da Vendinha do Jaguarí, sobem pelo
rio até a ponte de J. Soares na estrada, que vai ao bairro
de Entre Monte:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na ponte de J. Soares na
estrada que vai ao bairro do
Entre Montes e continuam rio acima até a ponte de J.
Marinho, que leva ao
bairro das Onças;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA;
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na ponte de J. Marinho,
na estrada que leva ao bairro
das Onças, e sobem pelo rio até a barra do
ribeirão que vem da fazenda de
Manuel Ferraz, pelo qual sobem até a cabeceira do
braço sudoriental, transpõem
o espigão entre as águas do rio Atibaia ao sul e
as do rio Jaguarí, ao norte, e
continuam pelo espigão que deixa, á esquerda, as
águas do ribeirão da fazenda
Velha, e, à direita, as do córrego da fazenda
Bareiro, até a conjunção desses
dois cursos, descendo depois pelo ribeirão da fazenda Velha
até o rio Atibaia;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA:
 
  

  

 Começam no rio Atibaia, onde desagua o ribeirão
da fazenda Velha, descem por
aquele rio até a barra do ribeirão do Morro Azul,
e por êste acima até sua
cabeceira mais ocidental, alcançam o espigão
entre as águas do rio Atibaia, ao
norte, e as do Jundiaí, ao sul,e por êste
prosseguem até cruzar com o espigão
divisor da margem direita das águas do ribeirão
Invernada ou Tanque;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ;
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Atibaia, ao norte, e as do rio Jundiai,
ao sul onde o espigão cruza com o divisor da margem direita
das águas do
ribeirão Invernada ou Tanque, seguem por êsse
espigão até cruzar o divisor das
águas do rio Capivarí-Mirim, à
esquerda, e as do rio Alagado ou Pinhal, à
direita, continuam por êste último
espigão até a Serra do Jardim, que é o
divisor entre as águas do rio dos Pinheiros, e as do rio
Alagado ou Pinhal, e
por esta prosseguem até a Serra dos Cocais, em frente,
à cabeceira do córrego
do Reservatório, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITATIBA:
 
  

  

 MORUNGABA:
 
  

  

 O distrito de paz de Morungaba terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município de Itatiba;
 
  

 Começam na ponte de Eugenio Jolí, sôbre
o rio Atibaia sobem por êste até a foz
do córrego da fazenda Santa Bárbara e
vão por êste acima até sua cabeceira
mais
oriental, e continuam pelo espigão mestre entre as
águas do rio Jaguarí, ao
norte, e as do rio Atibaia, ao sul, até cruzar com o
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão da fazenda Velha,
e, à direita, as do córrego da
fazenda Barreiro.
 
  

  

 ITATINGA
 
  

  

 O município de Itatinga, comarca de Botucatu,
constituído do distrito de paz da
séde e do Lobo, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ:
 
  

  

 Começam no
rio Pardo, onde faz
barra do ribeirão do Tijuco Preto, sobem por
aquele até a barra do córrego das Pedrinhas e por
êste acima, até sua cabeceira
mais ocidental, vão daí em reta à
confluência do córrego da Divisa no rio das
Pedras, e pelo rio das Pedras acima, até encontrar a barra
do
ribeirão do
Atalho e por êste acima até sua cabeceira
meridional,
continuando pelo espigão
que separa as águas do córrego da Fazenda
Bôa
Vista, a leste das da Fazenda da
5.ª Secção,  a oeste,
até a
confluência destas duas águas, formadoras do
ribeirão
da Posse, pelo qual descem até a sua barra no
ribeirão
Lageado e por êste
abaixo até o rio Santo Inácio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOFETE:
 
  

  

 Começam no rio Santo Inácio, onde desemboca o
ribeirão do Lageado, descem por
aquele até a barra do córrego da Estiva,
também conhecido como Potreiro do
Lima:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA:
 
  

  

 Começam no rio Santo Inácio, onde
deságua o córrego da Estiva ou Potreiro do
Lima e vão por aquele até a barra do rio
Jacú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAI:
 
  

  

 Começam no rio Inácio, onde descarrega o rio
Jacú, e vão por aquele até sua
confluência no rio Paranapanema e por êste ainda
até a barra do ribeirão
Corrente;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde se lança o
ribeirão Corrente, seguem pelo
espigão entre as águas dêste
último, a leste, e as do ribeirão da Pedra Preta,
a oeste até encontrar a cabeceira sudocidental do
ribeirão Bonito e por êste
abaixo até o rio Novo, vão desta
confluência, em reta, à nascente do galho
central do ribeirão do Tijuco Preto e por êste
seguem até a sua barra no rio
Pardo, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITATINGA :
 
  

  

 LOBO:
 
  

  

 O distrito de paz de lobo terá as seguintes divisas internas
com o distrito de
paz da séde do município de Itatinga:
 
  

 Começam no ribeirão Bonito, na ponte da estrada
de rodagem que leva a cidade de
Avaré, seguem pelo eixo da estrada até
Água do Morrinho de José Leite, descem
por esta até o rio Novo, vão, depois, pelo
divisor que deixa, à direita, as
águas dêste rio, e, à esquerda, as do
ribeirão do Lobo, até o alto do
espigão
mestre entre o Rio Novo e o rio das Pedras, seguindo, depois, pelo
divisor
ainda, até a barra do córrego do Saltinho, no rio
das Pedras, continuando por
fim, pelo espigão fronteiro, ate atingir o divortium aquarum
entre o rio das Pedras,
à esquerda, e o rio Pardo, à direita.
 
  

  

 ITÚ
 
  

  

 O município de Itú, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ;
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Sorocaba, onde êle cruza com o divisor que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
da Conceição, e, à esquerda, as do rio
Avecuia, seguem por êste último divisor e
alcançam a cabeceira mais meridional
do rio Caiacatinga, que nasce pouco ao sul da séde da
Fazenda Copoavinha,
descem pelo Caiacatinga até o rio Tietê e sobem
por êste até a cabeceira de
Itapocú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na cachoeira de
Itapocú, sobem pelo tietê até a barra
do
rio Itaím, tomam o espigão que deixa,
à direita, as águas dêste
último,
contornam as cabeceiras do córrego Frio e continuam pelo
espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Guarau,
vão até a confluência dêste
com o córrego
da Cangica, sobem o Cangica até sua cabeceira
oriental e, pelo espigão,
procuram a cabeceira mais oriental do pequeno córrego
Bananeira que desagua no
rio tietê, pouco ao norte da séde da Fazenda
Juru-mirim, descendo pelo citado
córrego até o tietê e por
êste acima até a barra do córrego do
Sítio do Buraco,
que desemboca junto à séde desta propriedade
agrícola, tomam o espigão que
deixa, á direita, as águas dêste
córrego e continuam pelo espigão que deixa,
à
direita, as águas do córrego da Bôa
Vista, que nasce pouco ao sul da séde da
Fazenda do mesmo nome, indo até a barra do citado
córrego no rio Piraí, vão
daqui em reta,à barra do ribeirão Cana Verde ou
Água Branca, no ribeirão da
Grama, sobem pelo ribeirão da Grama até
 a barra do córrego do Valerio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Grama, na barra do
córrego do Valério, vão pelo
espigão
entre as águas dêste, à esquerda, e as
do ribeirão Cana Verde ou Água Branca,
à
direita, até o espigão mestre
Tietê-Jundiaí,em frente à cabeceira do
ribeirão
Santa Rita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CABREÚVA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Jundiaí, me frente à cabeceira do
ribeirão
Santa Rita, seguem pelo espigão Pinhal-Jundiaí
ate a cabeceira do córrego
Municipal, pelo qual descem ao rio Pinhal, descem por êste
até onde é cortado
pela reta norte-sul que vem da barra do córrego da Fazenda
Morro Grande no
ribeirão Itaguá ou do Sítio do
Tucunduva, que nasce na povoação de
Itaguá,
seguem pela reta até a citada barra, descem pelo
Itaguá, seguem pela reta até a
citada barra, descem pelo Itaguá ao rio Tietê e
por êste sobem até a barra do
rio Putribú ou Apotribú de Cima;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. ROQUE:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o rio Putribu
ou Apotribú de Cima, sobem
por êste até sua cabeceira mais ocidental, que
nasce cerca de um quilometro ao
norte da estação de D. Catarina, na E. F.
Sorocabana, procuram o espigão que
deixa as águas do ribeirão dos Cristais,
córrego Olhos Dágua e ribeirão Mato
Dentro, à esquerda, e as do ribeirão
Varjão, a direita, pelo qual prosseguem em
demanda da barra do ribeirão de Mato Dentro no rio
Pirajibú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA;
 
  

  

 Começam no rio Pirajibú, onde faz barra o
ribeirão de Mato Dentro, sobem pelo
rio até a barra do ribeirão do Varjão,
vão desta barra pelo espigão fronteiro
em demanda da cabeceira mais oriental do córrego Monteiro de
Carvalho e por
êste abaixo até o ribeirão da
Tapéra Grande e por êste ainda até a
barra do
córrego do Eufrasio, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais setentrional,
alcançam o espigão mestre
Tietê-Sorocaba e por êle caminham até
cruzar com o
divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão da Conceição, e, à
esquerda,
as do rio Avecula, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 ITUVERAVA
 
  

  

 O município de Ituverava, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito da
sede e do de Miguelópolis, terá as seguintes
divisas.
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 
  

  

 Começam onde o rio Sapucaí faz barra no rio
Grande, sobem por êste até a foz do
rio do Carmo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IGARAPAVA;
 
  

  

 Começam no rio Grande, onde deságua o rio do
Carmo, sóbem por êste até a barra
do rio Ponte Nova e por êste acima até a foz do
ribeirão Jeriquára;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FRANCA:
 
  

  

 Começam no rio Ponte Nova na barra do ribeirão
Jeriquará, pelo qual sobem até a
barra do córrego Lageadinho, sobem ainda por êste
até a sua cabeceira mais
alta, atingem, depois o espigão divisor que deixa,
à direita, as águas do
ribeirão Capivarí, e, à esquerda, as
do córrego Jeriquára e as do ribeirão
São
Luiz; prosseguem pelo espigão até a
confluência do ribeirão São Luiz no
ribeirão Japão, formando ambos o rio
Sulapão, que nada mais é que a
continuação
do rio do Carmo, e por êste desce até a foz do
córrego do Palmital, pelo qual
sóbem até sua cabeceira mais meridional, atingem
o espigão mestre,
Carmo-Sapucaí, pelo qual prosseguem até o ponto
de entroncamento dêste com o
contraforte divisor das águas dos córregos
Posses, afluentes do Salgado, e
Paineiras afluente do Bocaína;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARÁ:
 
  

  

 Começam no ponto de entroncamento do contraforte divisor
Palmeiras - Posses com
o divisor mestre Carmo - Sapucaí, prosseguem por
êste divisor até frontear a
cabeceira mais oriental, conhecida por córrego da Baixada,
do ribeirão do
Retiro da Mata, pelo qual descem até sua embocadura no rio
Sapucaí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOAQUIM:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão do Retiro da Mata faz
barra no Sapucaí, descem por êste
até a fóz do Sucurí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUAIRA;
 
  

  

 Começam onde o córrego do Sucuri faz barra no rio
Sapucaí e vão por êste abaixo
até desaguar no rio Grande, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITUVERAVA
 
  

  

 MIGUELÓPOLIS
 
  

  

 As divisas internas entre o distrito de paz de Miguelópolis
e o da séde do
município de Ituverava serão as seguintes:
 
  

 Começam na barra do rio Carmo no rio Grande, continuam pelo
espigão
intermediário entre êsses dois cursos e pelo que
deixa, à esquerda, as águas do
córrego do Limão, e, à direita, as do
córrego dos Borges, prosseguem pelo que
deixa, à direita, as cabeceiras dêste
último, e, as águas do córrego
São Miguel
e Paiva Lima, e à esquerda, as do córrego Fundo,
indo pelo espigão até a Lagoa
Grande que alimenta êste último
córrego, cortam a lagoa e descem ao córrego
Fundo, e, por êste abaixo até o rio
Sapucaí.
 
  

  

 JABOTICABAL
 
  

  

 O município  de Jaboticabal, comarca do
mesmo nome, constituído do
distrito de paz da séde e dos de Córrego Rico
Lusitania, Taiassú e Taiúva, Leia
as Seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRANGI
 
  

  

 Começam no córrego Barro Preto, na foz do
córrego da Olaria descem por aquele
até o rio Tabaranas, continuam pelo espigão que
deixa, à direita as águas do
córregos Tamanduá, atingem o espigão
mestre entre os rios Turvo e Tabaranas e
seguem por ele em demanda da cabeceira mais meridional do
córrego do Burro e
por este abaixo até o rio Turvo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BEBEDOURO:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego do Burro,
sobem por aquele até a barra
do córrego Água Limpa e por este acima
até sua cabeceira oriental, ganham a
cabeceira mais meridional do córrego Três Barras:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PITANGUEIRAS:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais meridional do córrego
das Três Barras, vão em reta à
cabeceira do córrego Fundo e por êste abaixo e
pelo ribeirão Taquaral até o rio
Mogi-Guassú, e por este sobem até a boca do
ribeirão Palmital;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERTÃOZINHO:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú na barra do
ribeirão Palmital e vão por aquele acima
até a barra do córrego Triste ou do
Açude.
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE GUARIBA:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, na foz do
córrego Triste ou de Açude, sobem por
aquele até a boca do córrego Santa Izabel e por
êste acima até sua cabeceira
mais ocidental, seguem pelo espigão que deixa, à
direita, as cabeceiras do
córrego Anhumas, indo até atingir a cabeceira do
córrego Dona Zilda, pelo qual
descem até o córrego Gordura, por êste
abaixo até o ribeirão Córrego Rico,
por
êste acima até a barra do córrego
Fundo, por êste acima até a barra do
córrego
Fundo, por êste ainda, até a barra do
córrego Estiva, vão em reta a foz do
córrego da Fazenda do Côco no córrego
do Côco.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego da Fazenda do
Côco no córrego do Côco, sobem por
aquele até sua cabeceira, ganham a cabeceira do
córrego do Carrão e por este
abaixo até o ribeirão do Córrego Rico
e por êste acima até a boca do córrego
do
Rumo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALTO:
 
  

  

 Começam no ribeirão impropriamente chamado
Córrego Rico, na foz do córrego do
Rumo, seguem pelo espigão fronteiro contornando as
cabeceiras do córrego de
José Crispim indo à cabeceira do
córrego de Antonio Francisco, pelo qual descem
até o córrego Fazenda Laranjal, e, por
êste acima à sua nascente mais próxima
do marco do Km. 364 do ramal de Jaboticabal da Companhia de Estradas de
Ferro,
vão daí em reta, à nascente do
córrego da Graminha, conhecida com de Dona
Candida, e daí, por nova réta, à
nascente do córrego da Estiva, denominada
Biagio, tomam o espigão mestre Turvo -
Mogí-Guassú até frontear a cabeceira
do
córrego da Divisa pelo qual descem ao rio Turvo, continuam
pelo contraforte
fronteiro que deixa à esquerda as águas do
córrego do j. Carvalho no ribeirão
Tabaranas, prosseguem pelo espigão fronteiro que deixa,
à direita, as águas do
córrego Água-Suja, indo à barra do
córrego da Olaria no córrego Barro Preto,
onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JABOTICABAL
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DA SÉDE:
 
  

  

 O distrito de paz da sede terá as seguintes divisas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
TAIÚVA:
 
  

  

 Começam na cabeceira sudocidental do córrego da
Estiva, junto dos trilhos da
Companhia Paulista, cerca de um km. e meio ao norte da
Estação de Ibitirama e
descem pelo Estiva até a ponte da estrada de rodagem que de
Jaboticabal vai a
Taiúva, seguem em reta à barra do
córrego da Fazenda Bôa Sorte, no
córrego do
Cercadinho;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LUSITANIA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da
Fazenda Bôa Sorte no córrego do
Cercadinho, descem por êste até o
ribeirão Santa Rita, e vai por êste acima
até
a foz do córrego da Capela, pelo qual sobem até
sua cabeceira, continuam a rumo
da cabeceira do córrego que desagua junto da séde
da Fazenda Palmital, no
ribeirão e vão por este abaixo até o
rio Mogi-Guassú;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CÓRREGO RICO:
 
  

  

 Começam no riuo Mogi-Guassú, na foz do
ribeirão impropriamente chamado Córrego
Rico, sobem por este até a barra do córrego do
Mico e por êste acima até a
ponte da estrada de rodagem que de Córrego Rico vai a
Jaboticabal, seguem daí
em reta até a ponte da estrada de rodagem que vai de
Jaboticabal ao bairro do
Côco sôbre o ribeirão Córrego
Rico e continuam por êste acima até a barra do
córrego Cartão.
 
  

  

 CÓRREGO RICO
 
  

  

 O distrito de paz do Córrego Rico terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede:
 
  

 Começam no ribeirão impropriamente chamado
Córrego Rico, onde desagua o córrego
do Cartão, descem por aquele até a ponte da
estrada de rodagem que do bairro do
Côco vai à Jaboticabal, seguem daí
até a ponte da estrada de rodagem que dá via
de Córrego Rico, vai a Jaboticabal, sôbre o
córrego do Mico, descem por êste
até o ribeirão impropriamente chamado
córrego Rico e este abaixo até o rio
Mogi-Guassú.
 
  

  

 LUSITANIA
 
  

  

 O distrito de paz de Lusitania terá as seguintes divisas
interinas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, na barra do
ribeirão do Palmital, sobem por este
até a barra do córrego que deságua
junto da séde da fazenda do mesmo nome e vão
por este acima até sua cabeceira, ganham, à rumo
a cabeceira do córrego da
Capela e por este abaixo até o ribeirão de Santa
Rita, pelo qual descem até a
boba do córrego do Cercadinho e por êste acima
até a fóz do córrego da Fazenda
Bôa Sorte;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIUVA:
 
  

  

 Começam no córrego do Cercadinho, onde desagua o
córrego da Fazenda Boa Sorte,
seguem pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas dêste último e
alcançam a
cabeceira do córrego de A. Estrelina, pelo qual descem
até o córrego Fundo.
 
  

  

 TAIASSÚ
 
  

  

 O distrito de paz de Taiassú, terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz de Taiúva;
 
  

 Começam no córrego da Água Limpa, na
foz do córrego da Fazenda Santa Tecia,
sobem por êste até sua cabeceira e continuam pelo
espigão em demanda da barra
do córrego do Barreiro no rio Turvo, indo por êste
acima até a foz do córrego
da Divisa;
 
  

  

 TAIÚVA
 
  

  

 O distrito de paz de Taiuva terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSÚ:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego da
Divisa, - descem pelo Turvo até a
foz do córrego do Barreiro, continuam pelo
espigão intermediário a essas duas
águas em demanda da cabeceira - do córrego da
Fazenda Santa Tecla, pelo qual
descem até o córrego da Água Limpa;
 
  

  

 COM O DITRITO DE PAZ DE LUSITANIA:
 
  

  

 Começam no Córrego Fundo, na foz do
córrego de A. Estrelina, sobem por este até
sua cabeceira, continuam pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do córrego
da Fazenda Bôa Sorte, indo até a
confluência deste último no córrego do
Cercadinho;
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SÉDE:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da
Fazenda Bôa Sorte no córrego do
Cercadinho, vão dai em reta á ponte
sôbre o córrego da Estiva, na estrada de
rodagem que de Taiúva vai a Jaboticabal, e sobem pelo Estiva
até sua cabeceira
sudocidental, junto aos trilhos da Companhia Paulista, cerca de um km.
e meio
ao norte da estação de Ibitirama.
 
  

  

 IBITIRAMA
 
  

  

 Fica suprimido o distrito de paz de Ibitirama
 
  

  

 JACAREÍ
 
  

  

 O município de Jacareí, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL:
 
  

  

 Começam no rio Paratel, na barra do córrego da
margem direita que desemboca
acima da ponte da Pigueira, descem pelo Paratel, até o
primeiro córrego da
margem esquerda, pelo qual sobem até a sua cabeceira,
continuam pelo espigão
fronteiro que deixa á direita, as águas do
ribeirão Santo Argelo em demanda da
barra do córrego Santa Cruz, no ribeirão
 Santo Angelo; sobem por aquela
até sua cabeceira mais oriental e continuam pelo
espigão da margem direita do
ribeirão do Brás, até a cabeceira do
córrego da Divisa, pelo qual descem até a
sua barra, no rio Jaguarí e pelo espigão
fronteiro caminham até cruzar o
contraforte que morre na barra do ribeirão Piuva, no rio do
Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio do Peixe, à esquerda, e as do rio
Jaguari, à direita, no ponto de cruzamento com o contraforte
que morre 1.ª
barra do ribeirão Piúva, no rio do Peixe, seguem
pelo espigão até a cabeceira
mais ocidental do galho da direita do ribeirão do
Patrício, pelo qual descem
até o rio Jaguari e por este ainda, até a barra
do ribeirão Pinheiros, alcançam
e prosseguem pelo divisor entre as águas do rio
Jaguarí e Paraíba, em demanda
da cachoeira do Poço, no rio Paraíba, pelo qual
sobem até a barra do rio
Comprido e por êste ainda, até sua cabeceira mais
oriental, cerca de dois
quilómetros a leste da fazenda Jardim; continuam pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as águas dos rios Serimbura e Potins, em demanda
da barra do rio das
Pedras, no rio Varador;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO:
 
  

  

 Começam na foz do rio das Pedras, no rio Varador, pelo qual
descem até sua
barra no rio Paraíba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba, na barra do rio Varador,
descem até sua barra no rio
Paraíba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba, na Barra do rio Varador,
descem por aquêle até a barra
do rio Potins;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba, na barra do rio Potins
seguem pelo espigão fronteiro
até alcançar o massiço do morro das
Pilulemas prosseguem por êste massiço
passando pelo morro da Itapema, até alcançar a
barra do córrego do Sr. Monéco,
no rio Paraíba; sobem pelo córrego do Sr.
Monéco no rio Paraíba; sobem pelo
cabeceira, alcançam a cabeceira do córrego que
fica na contravertente e que
desemboca no rio Paratel, logo acima da ponte da Fiqueira, descem por
êste
córrego, até sua barra no rio Paratel onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 JACUPIRANGA
 
  

  

 O município de Jacupiranga, comarca de Xiririca,
constituído do distrito de paz
da séde e do de Pariquera-Assú, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA:
 
  

  

 Começam na Serra do Cadeado, onde esta faz cruzamento com o
"divortium
acquarum" Turvo-Jacupiranga, seguem pelo "divortium" até o
ponto
em que êste cruza com o espigão divisor das
águas dos rios Jacupiranguinha e
Batatal:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE XIRIRICA:
 
  

  

 Começam na Serra que serve de divisor de águas
entre o rio Turvo, à esquerda, e
o rio Jacupiranguinha, à direita, no ponto em que
êsse divisor entronca com a
Serra do Descanso, seguem pela crista desta e pela do Macaco Branco e
do
Jaguarí, até a Serra do Hilario, que é
início do divisor de águas da Ribeira de
Iguape com o rio Jacupiranga e seguem por êsse divisor, que
tem as denominações
locais de Serra da Cutia e do Bananal Pequeno, até frontear
a nascente mais
setentrional do ribeirão Capinzal;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão Capinzal, na
Serra do Bananal Pequeno, descem
por êle até a sua barra no rio Jacupiranga,
dirigem-se dêste ponto, em reta,
até a barra do ribeirão Branco Preto, no
ribeirão Pariquera Mirim, sóbem por
êste até a confluência do
ribeirão Arataca e caminham por êste acima
até sua
cabeceira, continuando pela Serra do Pariquera-Assú
até frontear a nascente
mais setentrional do ribeirão Cordeiro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CANAÉA:
 
  

  

 Começam na Serra de Pariquera-Assú, onde nasce o
ribeirão Cordeiro, prosseguem
pela Serra, acompanhando a cumiada do divisor de Águas do
rio Jacupiranga e
seus afluentes, divisor que toma os nomes de Serras da Folha Larga, do
Canha,
do Itapitangu, do Mandira e do Taquarí, até o
ponto de junção desta com as
Serras Negra e do Cadeado:
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam na junção das Serras do
Taquarí com a Serra do Cadeado e Serra Negra e
prosseguem pela crista da Serra do Cadeado até entroncar com
o divisor das
águas dos rios Jacupiranguinha-Turvo, onde tiveram inicio
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JACUPIRANGA, PARIQUERA-ASSÚ
 
  

  

 O distrito de paz de Pariquera-Assú terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da séde do município de
Jacupiranga:
 
  

 Começam na Serra do Pariquera-Assú, que
é o espigão mestre entre as águas que
vertem para o rio Jacupiranga, à esquerda, e as que vertem
para o litoral, à
direita, no ponto de cruzamento com o espigão que deixa,
à direita, as águas do
rio Pariquera-Assú, e, à esquerda, as do
ribeirão Canha e rio Jacupiranga,
caminham por êste último espigão indo
até a barra do ribeirão da Capinzal, no
rio Jacupiranga, pelo qual descem até a barra do
córrego Quilombo.
 
  

  

 JAMBEIRO
 

  

  

 O município
de Jambeiro, comarca de Caçapava, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACAREÍ:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba, na barra do rio Varador
sóbem por êste até a barra do
rio das Pedras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOSÉ DOS CAMPOS:
 
  

  

 Começam na confluência dos rios das Pedras e
Varador, sóbem por aquele até sua
cabeceira mais oriental, alcançam o alto da Serra do
Jambeiro, e pela crista
desta continuam até defrontar a cabeceira do
ribeirão da Divisa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA:
 
  

  

 Começam na Serra do Jambeiro, em frente a cabeceira do
ribeirão da Divisa,
seguem pela crista daquela até defrontar com a cabeceira do
córrego da Fonsecada
no bairro do mesmo nome;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE REDENÇÃO
 
  

  

 Começam na Serra do Jambeiro, de fronte à
cabeceira do córrego da Fonsecada,
descem por êste até o ribeirão
Taperão ou Piraí, e por êste abaixo
até a boca
do ribeirão da Samambáia, pelo qual
sóbem até a barra do córrego Santo
Antonio
e ainda por êste até a sua cabeceira, atingindo,
depois, o alto do pião divisor
entre as cabeceiras dêste ultimo e do ribeirão
Três Monjolos e dos córregos dos
Potes e do Franco;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAIBUNA:
 
  

  

 Começam no pião divisor entre as cabeceiras dos
córregos dos Potos e do Franco
e as dos ribeirões Santo Antonio e Três Menjotos,
prosseguem pelo espigão da
margem direita do rio Paraíba, espigão conhecido
como Serra da Samambaia até a
cabeceira mais oriental do córrego Jataí pelo
qual descem até o rio Paraíba e
por êste ainda até o Funil, no mesmo rio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA:
 
  

  

 Começam no local denominado Funil, no rio Paraiba, desce
pelo rio até a barra
do rio Varador, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 JARDINÓPOLIS
 
  

  

 O município de Jardinópolis, comarca de Batatais,
constituído dos distritos de
paz da sede e de Sarandi, passa a ter as seguintes divisas:
 
  

  

 COMO O MUNICÍPIO DE PONTAL:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde desemboca o córrego
Tamboril, descem por aquele até
a barra do ribeirão da Mata da Chuva, vão pelo
espigão que deixa, à esquerda, o
ribeirão da Santa Quiteria, e, à direita, as do
córrego Mata da Chuva, até a
cabeceira do córrego Limeira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ORLANDIA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Limeira, no
divisor entre as águas do
ribeirão Santa Quiteria e córrego Mata da Chuva,
vão dessa cabeceira, em retas,
à cabeceira mais ocidental do galho da direita do
córrego da fazenda S.
Jerônimo, descem por êste até o
ribeirão S. Barbara, sobem por êste e pelo
ribeirão Engenho e pelo córrego da
Onça até a sua cabeceira e vão dai, em
reta,
à barra do córrego da Lagoinha, no
ribeirão de Santana;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão São Pedro, onde
deságua o córrego da Lagoinha e descem por
aquele até a embocadura do ribeirão da Mata;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI:
 
  

  

 Começam no ribeirão São Pedro, na
barra do ribeirão da Mata, vão desse ponto,
em reta, até a confluência do córrego
do Claudino, no córrego São Felipe, e,
daí, em reta, a confluência do córrego
da fazenda Parnaiba, no ribeirão das
Posses, prosseguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
Jacutinga, e, à esquerda, as do ribeirão do
Silva, até o contraforte da margem
esquerda do ribeirão Jacutinga e por esse contraforte
caminham até a barra do
citado ribeirão, no rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão Jacutinga se
lança no rio Pardo e por este abaixo até a
barra do córrego Jatobá.
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SERTÃOZINHO
 

  

 Começam no
rio Pardo, onde faz barra o córrego Jatobá
e descem por aquele até a barra do Tamboril, onde
principiaram estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JARDINÓPOLIS
 
  

  

 SARANDÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Sarandí, terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da séde do município de
Jardinópolis:
 
  

 Começam no rio Pardo, na barra do ribeirão das
Posses e vão pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas desses e
vão pelo espigão que deixa, à
esquerda, as
águas deste último curso, e, à
direita, as dos córregos Santa Branca, Pedras e
Jacutinga, indo até cruzar com o espigão que
deixa, à direita, as águas do
ribeirão do Silva, e, à esquerda os do
córrego Jacutinga.
 
  

  

 JAÚ
 
  

  

 O município de Jaú, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da
sede e do de Potunduva, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde desemboca o
ribeirão Barra Mansa, sobem por êste
até
a foz do córrego da Lagôa e por êste
acima até sua cabeceira, alcançam em reta
a cabeceira mais ocidental do córrego de Tonico Barbosa,
também conhecido como
Arca de Noé, pelo qual vão até a barra
do citado córrego no rio Jaú, descem por
êste até a embocadura do ribeirão da
Prata;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARIRÍ
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão da Prata no rio
Jaú, sobem pelo ribeirão da Prata
até a foz do córrego da Fazenda Prata, e por
êste acima até sua cabeceira e daí
em reta até a cabeceira do córrego Taboca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOCAINA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Taboca e
vão por êste abaixo até o
ribeirão
da Prata, sobem por êste até a barra do
córrego Curuzú, que nasce cêrca de um
quilômetro ao norte da sede da Fazenda Curuzú,
sobem pelo córrego até sua
cabeceira, alcançam o espigão divisor entre as
águas do ribeirão da Prata, à
esquerda, e as do ribeirão Pouso Alegre, à
direita, pelo qual caminham indo até
a ponte sôbre o ribeirão Boa Vista, na estrada que
vai à cidade de Bocaina, e
daí em reta à cabeceira do córrego
Macaco, e por êste abaixo e pelo ribeirão da
Figueira, até o rio Jacaré-Pepira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOURADO:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira, na foz do
ribeirão da Figueira, sobem pelo rio
até a bôca do córrego do Mosquito;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Pepira, na foz do
córrego do Mosquito e vão por êste
acima, até sua cabeceira na Serra de Brotas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS
 
  

  

 Começam na Serra de Brotas na cabeceira do
córrego do Mosquito, vão daí em reta
à barra do córrego Cemitério no
ribeirão Figueira Vermelha, sobem por êste
até
sua cabeceira do galho do centro, ganham a cabeceira do
ribeirão do Matão e por
êste descem até o rio Jaú e por
êste abaixo, até o rio São
João e por êste
acima até a foz do córrego do Gavião;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MINEIROS:
 
  

  

 Começam no ribeirão São
João, onde deságua o córrego
Gavião, sobem por aquele
até o córrego da Fazenda Santa
Estefânia e por êste acima até sua
cabeceira
mais meridional, ganham a cabeceira do córrego de
Eugênio Machado pelo qual
descem até o córrego da Jacutinga e
daí, em reta, ao espigão mestre
Tietê-Jaú,
em frente à cabeceira do córrego da fazenda
Ferraz do Amaral;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRA BONITA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Jaú, em frente à cabeceira do
córrego da
Fazenda Ferraz do Amaral, e daí seguem pelo
espigão mestre em demanda da
confluência do córrego da Trindade com o
ribeirão Iguatemi, e por êste abaixo
até o Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOCAIÚVA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde desagua o
ribeirão Iguatemi e descem pelo rio até a
foz do ribeirão dos Patos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão dos Patos faz barra no
rio Tietê, descem pelo Tietê até
a barra do ribeirão Barra-Mansa, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JAÚ:
 
  

  

 POTUNDUVA
 
  

  

 O distrito de paz de Potunduva terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam no ribeirão Barra Mansa, na foz do
córrego da Lagôa, seguem pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão Ave-Maria, indo até a barra
do córrego do Brejo, naquele ribeirão, sobem pelo
Ave-Maria até a barra do
córrego do Cerne e por êste acima até
sua cabeceira, alcançam, depois, a rumo,
o espigão mestre entre as águas do rio
Tietê, ao sul, e as do rio Jaú, ao
norte.
 
  

  

 JOANÓPOLIS
 
  

  

 O município de Joanópolis, comarca de Piracaia,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA:
 
  

  

 Começam no rio Jacareí, onde faz barra o
ribeirão do Mato Dentro, sobem por
êste até sua cabeceira mais setentrional,
transpõem o espigão entre as águas do
rio Jacarei e as do Jaguarí, em demanda da cabeceira da
contravertente do
córrego do Piuca, descem por êste até o
ribeirão dos Penteados e por êste acima
até a barra do córrego da Extrema e por
êste ainda até sua cabeceira mais
oriental, prosseguem pelo contraforte a Pedra da Extrema e ainda pelo
contraforte seguem até ao divisor de águas entre
os rios Jacareí e Jaguarí,
pelo qual vão até a Pedra da Guaraiuva, ponto
culminante do Morro do Lobo;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 
  

  

 Começam na pedra da Guaraiuva, ponto culminante do Morro do
Lobo, seguem pela
cumiada da serra até o Pico situado entre Estanislau Pereira
e o bairro da
Batatinha, daí prosseguem no rumo Sul e continuam pelo
espigão da margem
direita do córrego Dario, alcançando o rio
Can-Can e continuam por um espigão
da sua margem esquerda para atingir o divisor das águas da
margem direita do
Córrego do Abel, seguem por êsse divisor e por um
espigão, para atravessar em
seguida o córrego do Abel, cerca de dois Km. abaixo da
capela do bairro do
mesmo nome, continuam por um espigão que vai ter
à Pedra do Abel e ao pico do
Morro do Selado;
 
  

  

 COMO O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS
CAMPOS:
 
  

  

 Começam no pico do Morro do Selado, e continuam pelo divisor
de águas do rio do
Peixe e ribeirão do Guirra, à esquerda e rio do
Moquem, à direita, até atingir
a Serra do Guirra e por esta prosseguem até cruzar com o
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do rio Guirra, e, à direita,
as do rio das Cobras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA IZABEL:
 
  

  

 Começam na Serra do Guirra, onde esta cruza com o
espigão que deixa, de um
lado, as águas do rio do Guirra e, do outro as do rio das
Cobras, continuam pela
cumiada da Serra até encontrar com o espigão
divisor das águas dos rios das
Cobras e Carmo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA:
 
  

  

 Começam na Serra do Guirra, onde esta cruza com o
espigão divisor das águas dos
rios das Cobras e Carmo, seguem pelo espigão entre as
águas do rio do Carmo, à
esquerda, e à direita, o ribeirão do Moquem indo
em demanda da barra do córrego
de Santa Cruz de Piracaia no rio Cachoeira, vão desta
confluência, pelo
espigão, até o alto da Pedra de Piracaia, e
daqui, em reta, até a junção do
córrego de Antonio Jacinto no ribeirão dos Limas,
que nasce na serra do mesmo
nome, prosseguem pelo espigão da margem direita, do
ribeirão do Barrocão em
demanda da confluência dêste último no
rio Jacareí e por êste abaixo até a foz
do ribeirão de Mato Dentro, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 JOSÉ BONIFÁCIO
 
  

  

 O município de José Bonifácio,
compreendendo, além do distrito de paz da séde e
os de Planalto e Ubarana, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o
ribeirão dos Ferreiros e vão por êste
acima até a foz do ribeirão Bacuri e por
êste acima até a barra do córrego de
Tias ou Traz;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MIRASSOL:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Bacuri, na foz do
córrego de Traz ou Tiaz, vão em reta à
cabeceira do córrego do Siva, descem por êste ao
ribeirão Jacaré e desse ponto,
em reta oeste-léste, até o ribeirão da
Fartura;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO
 
  

  

 Começam no rio Fartura, onde êle é
cortado pela reta oeste-léste que vem da
barra do córrego do Silva no ribeirão
Jacaré, descem por êste até a sua
embocadura no rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê na foz do rio Fartura e
descem por aquêle até a barra do
ribeirão dos Patos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão dos Patos e vão por aquêle
abaixo até
a embocadura do ribeirão dos Ferreiras onde principiaram
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JOSÉ BONIFÁCIO:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
José Bonifácio terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE UBARANA:
 
  

  

 Começam no rio Fartura, na barra do córrego
Capivá, vão em reta, à barra do
córrego Miú, no ribeirão da
Bocaína, sobem o Miú até sua
cabeceira, ganham a
cabeceira do córrego Retiro Queimado e por êste
abaixo até o ribeirão da
Corredeira;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PLANALTO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Corredeira, na foz do
córrego do Retiro Queimado, sobem
por aquêle até sua cabeceira, vindo depois pelo
espigão fronteiro até encontrar
a reta que vai da barra do córrego do Tiaz ou Traz no
ribeirão do Bacurí à
barra do córrego Fundo no ribeirão do
Jacaré;
 
  

  

 PLANALTO
 
  

  

 O distrito de paz de Planalto, transferido do município de
Monte Aprazível,
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na reta que vai da barra do Córrego Fundo
no ribeirão Jacaré, à
confluência do córrego do Tiaz ou Traz no
ribeirão Bacuri, onde ela corta o
espigão que leva a cabeceira do ribeirão
Corredeira, tomam pelo espigão até a
cabeceira do citado ribeirão e por êle descem
até a barra do córrego Retiro
Queimado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE UBARANA:
 
  

  

 Começam no espigão Corredeira, na foz do
córrego do Retiro Queimado e por êste
descem até o rio Tietê;
 
  

  

 UBARANA
 
  

  

 O distrito de paz de Ubarana, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PLANALTO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Corredeira, sobem por êste acima
até a
barra do córrego Retiro Queimado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Corredeira na barra do
córrego Retiro Queimado, sobem por
êste até sua cabeceira, ganham a cabeceira do
córrego do Miu, descem por êste
até o ribeirão da Bocaina e daí em
reta à barra do córrego Capivá no
ribeirão
da Fartura.
 
  

  

 JUNDIAÍ
 
  

  

 O município de Jundiaí, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito de paz
da séde e o de Rocinha, até as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Jundiaí, na cabeceira mais meridional do
ribeirão de Santa Rita, descem por êste
até o rio Jundiaí e subindo por êste
até a barra do córrego da Fazenda Itatuba,
vão pelo córrego acima até
sua
cabeceira mais oriental, que nasce ao norte da séde da
Fazenda Santa Tereza,
vão daí, em reta em demanda da cabeceira mais
meridional do córrego da Fazenda
Quilombo, e por êste descem até o rio
Capivari-Mirim, no tanque da Fazenda Bom
Fim:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 

  

  

 Começam no tanque da Fazenda Bom Fim, onde o
córrego da Fazenda Quilombo deságua no rio
Capivari-Mirim, sobem pelo córrego
do Bom Fim  até sua cabeceira sudoriental,
vão em reta à barra do córrego
da Fazenda Rio da Prata no rio Capivari, sobem pelo rio até
a barra do ribeirão
do Moinho, daí prosseguem pelo espigão que deixa,
à direita, e as do córrego da
Fazenda Santa Candida, à direita, e as do córrego
São Bento, à esquerda, até o
espigão mestre Capivari-Pinheiros, na estrada da rodagem
estadual
Jundiaí-Campinas, pela qual caminham até
encontrar a reta leste-oéste, que vem
da barra do córrego dos Ortizes, no ribeirão do
Jardim, e por êste acima até a
barra do córrego do Reservatório, e por
êste ainda até sua cabeceira na Serra
dos Cocais;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA:
 

  

  

 Começam, na Serra dos Cocais, em frente à
cabeceira do córrego do Reservatório, seguem pela
Serra até cruzar com o
espigão divisor entre as águas do rio Atibaia,
à esquerda, e as do rio
Capívari, à direita, e pelo espigão
prosseguem até cruzar no divisor da margem
direita das águas do ribeirão Invernada ou Tanque;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as
águas do ribeirão do Tanque ou Invernada, onde
êste espigão cruza com o divisor
das águas dos rios Alagado ou Pinhal e as do rio
Jundiaí-Mirim, seguem pelo
espigão até a barra do ribeirão do
Tanque no rio Jundiaí-Mirim, sobem por êste
até a foz do ribeirão do Perdão, e por
êste acima até sua cabeceira mais
oriental, e prosseguem pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão
Maracanã, em demanda da barra do ribeirão das
Táipas no rio Jundiaí,
continuando pelo espigão depois de atravessar o rio que
separa as águas do
ribeirão das Táipas, á esquerda, das
do ribeirão da Fazenda Velha ou das Éguas,
à direita, até alcançar o alto da
Serra do Botujurú:
 

  

  

 COMO O MUNICÍPIO DE JUQUERÍ:
 

  

  

 Começam na Serra do Botujurú, onde esta
cruza com o espigão que separa as águas do
ribeirão das Táipas, à esquerda, e
as do ribeirão das Éguas ou Fazenda Velha,
à direita, seguem pela crista da
Serra, que é o "divortium acquarum", entre as
águas do rio Jundiaí,
ao norte, e as do rio Juquerí, ao Sul, até a
serra do Cristais, caminhado pela
sua cumiada, até frontear a cabeceira mais setentrional do
ribeirão Tabuões;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARNAÍBA
 

  

  

 Começam na Serra dos Cristais, na cabeceira
mais setentrional do ribeirão Tabuões, prosseguem
pela Serra em demanda da
cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda, pelo qual
descem até o ribeirão
Cachoeira, conhecido como córrego Guapiara, descem por
êste até sua confluência
com o ribeirão Caáguassú, onde ambos
 formam o rio Jundíuvira;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CABREUVA
 

  

  

 Começa na confluência dos ribeirões
Cachoeira e Caáguassú, onde ambos formam o rio
Jundiuvira, e continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do rio Caáguassú, conhecido pelo nome de
espigão de São Bento, e que é um
contraforte da Serra de Japi, alcançam esta
Serra e por sua crista continuam, contornando as cabeceiras do rio
Guaxinduva,
até frontear a cabeceira sudorientala do ribeirão
da Cachoeira, afluente do
ribeirão Caxambú, e descem por aquele
até a barra do córrego Caracol, e
prosseguem pelo espigão a que deixa as águas
dêste córrego, à esquerda,
até
cruzar com o espigão mestre entre ás
águas do rio Jundiaí, ao norte, e as do
rio Tietê e Jacaré ou Pinhal, ao sul, e por
êste espigão mestre caminham até a
cabeceira mais meridional do ribeirão de Santa Rita, onde
tiveram início estas
divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JUNDIAÍ:
 

  

  

 ROCINHA:
 

  

  

 O distrito de paz de Rocinha terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da séde do
município;
 
  

 Começam no rio Capivari, na foz do ribeirão do
Moinho, e vão por êste acima até
sua cabeceira mais meridional, continuam pelo espigão que
deixa esquerda, as
águas do rio Capivari, e à direita, as do rio
Jundiaí, indo até a barra do
córrego do Traviú no córrego do
Sapezal, vão daí,em reta, à embocadura
do
córrego do Currupira, no rio Capivari, e continuam pelo
espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Capivari, e, à esquerda,
as do córrego do Engenho
Sêco, até cruzar com o espigão mestre
entre as águas do rio Jundiaí, à
direita,
e  rio Pinhal, a esquerda.
 

  

  

 JUQUERÍ
 

  

  

 O município de Juquerí, comarca da Capital,
constituído dos distritos de paz da séde e dos de
Caieiras e Franco da Rocha,
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ:
 

  

  

 Começa na Serra dos Cristais, na cabeceira
setentrional do ribeirão Tabuões, seguem pela
crista da serra e pela da de
Botujurú até cruzar com o espigão que
deixa à esquerda, o ribeirão das Éguas
ou
da Fazenda Velha, e, à direita, o ribeirão das
Taipas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA:
 

  

  

 Começam na Serra do Botujurú, onde se
entronca com o espigão que deixa, à esquerda, o
ribeirão das Éguas ou da
Fazenda Velha, e, á direita, o ribeirão Taipas,
seguem pela crista da Serra até
a confluência do córrego da Cangica no rio
Jundiaí, atravessam o rio e
continuam pelo espigão fronteiro até atingir o
divisor entre as águas do rio
Jundiaí, ao Sul, as do rio Atibaia, ao norte, pelo qual
seguem até a Serra da
Pedra Vermelha, prosseguindo por esta até o pião
divisor entre os rios Jundiái,
Onofre e Cachoeirinha:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ:
 

  

  

 Começam na Serra da Pedra Vermelha, no pião
divisor entre as águas dos rios Jundiaí, Onofre e
Cachoeirinha, prosseguem pelo
espigão chamado dos Remédios e as do
ribeirão Matro Dentro, até atingir a
confluência do córrego da Ponte Alta no rio
Juquerí, atravessam o rio seguindo
pelo espigão fronteiro em demanda do massiço
denominado Morro do Zorelho e pela
cumiada dêste continuam e pela da Serra Guavirutuba,
contornando as cabeceiras
do ribeirão da Tapera Grande, alcançam a Serra do
Gil ou de Itaberaba:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS:
 

  

  

 Começam na Serra do Gil ou de Itaberaba,
onde esta cruza o espigão que contorna as cabeceiras do
ribeirão da Tapera
Grande, separando-as das do ribeirão dos Pinheirinhos ou
Quilombo, cabeceiras
do rio Juquerí, prosseguem pela cumiada da Serra, que
é o divisor entre as
águas do rio Tietê, ao sul e as do rio
Juquerí, ao norte, até a Serra de
Pirucaia, onde ela cruza com Serra do Capitão Freire, ou
Mata Fria:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL:
 

  

  

 Começam na Serra de Pirucaia, onde ela cruza
com a Serra do Capitão Freire, ou Mata Fria e pela direita
desta e pela Serra
da Cantareira caminham até alcançar a cabeceira
mais meridional do ribeirão dos
Pinheirinhos, pelo qual descem até o rio Juquerí,
descem por êste até a barra
do ribeirão dos Perús prosseguem desta barra,
pelo contraforte da margem
direita em demanda do Morro do Tico-Tico e dêste continuam
pelo espigão da
margem esquerda do rio Juquerí e pelo divisor que deixa,
à esquerda, as águas
dêste rio e à direita as do córrego do
Itaim afluente do Tabuões até cruzar com
a reta de rumo norte sul que parte da barra do córrego do
Itaim no rio Juquerí:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARNAÍBA:
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio
Juquerí e as do córrego do Itaim, afluente do rio
Tabuões, onde é cortado pela
reta norte-sul que vem da barra do córrego do Itaim no rio
Juquerí, continuam
por essa reta até o espigão divisor das
águas dos córregos do Itaim e Olhos
D’água, vão dêste ponto por
nova reta à barra do córrego do Felix no
ribeirão
Tabuões, sobem por êste ribeirão
até sua cabeceira mais setentrional na Serra
dos Cristais, onde tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE JUQUERÍ:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Juquerí, terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CAIEIRAS:
 

  

  

 Começam na Serra da Cantareira, onde ela
cruza com a Serra do Ajuá, seguem pela crista desta
até frontear a cabeceira
mais sudoriental do ribeirão Cresciuma:
 

  

  

 COM
O DISTRITO DE PAZ DE FRANCO DA ROCHA:
 
  

  

 Começam na Serra de Ajuá, em frente da cabeceira
sudoriental do ribeirão
Cresciuma, seguem pelo alto da Serra em demanda da barra do
córrego do Engenho
no ribeirão de Santa Inês e vão por
êste abaixo até sua barra no rio Juqueri,
continuam pelo espigão fronteiro até a barra do
córrego da Estiva no ribeirão
do Itaim, e daí pelo espigão fronteiro
até a barra do córrego da Estiva no
ribeirão do Itaim, e daí pelo espigão
que deixa á direita as águas Estiva, e
á
esquerda as do ribeirão do Eusebio vão
até a cabeceira mais meridional dêste,
atingindo, a rumo, o alto da Serra do Botujurú:
 
  

  

 CAIEIRAS
 
  

  

 Fica criado o distrito de paz de Caieiras, no município de
Juqueri, o qual terá
as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE FRANCO DA ROCHA:
 
  

  
 
  

 Começam no espigão divisor das águas
do córrego do Felix á esquerda e do
córrego Olhos Dágua á direita no ponto
em que é cortado pela reta norte-sul que
parte da barra do córrego Itaim no rio Juqueri seguem pelo
espigão que deixa as
águas do Felix á esquerda, até
alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego
do Tanque Velho descem por êste até o
córrego dos Abreus e por êste
 abaixo, até o rio Juqueri pelo qual descem
até a boca do ribeirão do
Cresciuma, e subindo por êste até sua cabeceira
sudoriental, atingem o alto da
Serra do Ajuá:
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

 Começam  na Serra do Ajuá em frente da
cabeceira sudoriental do ribeirão
Cresciuma e seguem pela crista da Serra até seu cruzamento
com a Serra da
Cantareira:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JUQUERÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Franco da Rocha terá como divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam na Serra do Botujurú, em frente da
cabeceira mais setentrional do
ribeirão do Eusebio continuam pelo espigão que
deixa, á direita , as águas
dêste ribeirão e, á esquerda as do
córrego da Estiva, indo até a barra
dêste no
ribeirão do Itaim, seguem pelo espigão fronteiro
em demanda do Alto da Serra do
Juqueri e por ela continuam até a barra do
ribeirão de Santa Inês no rio
Juqueri, sobem por aquele até a foz do córrego do
Engenho, e alcançam a seguir
a Serra do Ajué pelo alto da qual caminham até
frontear a cabeceira
sudoriental do ribeirão Cresciuma:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CAIEIRAS:
 
  

  

 Começam no alto da Serra do Ajuá em frente
á cabeceira sudoriental do ribeirão
Cresciuma, e seguem pela crista da Serra ate seu entrocamento na Serra
da
Cantareira.
 
  

  

 LARANJAL
 
  

  

 O município de Laranjal comarca de Tietê,
constituído do distrito da sede e do
de Laras, passa a ter as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o
córrego das Flores, em frente á ilha do
mesmo nome, prosseguem pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas dêsse
córrego e, á cabeceira mais ocidental do
córrego da Divisa Nova,  pelo
qual descem no ribeirão dos Ponces e por êste
até a sua cabeceira mais
setentrional, daqui, em reta, ao salto do ribeirão das
Perdeneiras:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ
 
  

  

 Começam no Salto do ribeirão das Perdeneiras,
descem por êste até o rio Tietê e
vão por êste acima até a cachoeira do
Matias, vão daí em reta á ponte da
estrada de Ferro Sorocabana sôbre o rio Sorocabana, sobem
pelo rio Sorocabana
até o salto e vão daqui, em reta, até
a barra do ribeirão da Onça no rio
Sorocaba:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba, onde faz barra o
ribeirão da Onça, sobem por êste
até
a barra do ribeirão de Dentro e por êste acima
 até a foz do córrego das
Perobas ;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRAS :
 
  

  

 Começam onde o córrego das Perobas faz barra no
ribeirão de Dentro, seguem pelo
espigão da Margem esquerda do córrego das
Perobas, até a cabeceira mais
meridional do ribeirão das Abóboras e por
êste abaixo até o ribeirão do
Queimador ou do Bicame e por êste ainda até a
barra do Água do Bernadinho,
seguindo depois pelo espigão que deixa, as do
córrego do Bicame, até a
confluência das duas principais nascentes do
córrego do Picante. Daí prosseguem
pelo divisor que separa estas duas nascentes e continuam pelo
espigão entre as
águas do rio Sorocaba, a leste, e as do rio das Conchas,
 a oeste,
 até  a cabeceira mais oriental do
Água Espanhola;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais oriental da
Água da Espanhola, continuam pelo
espigão Tietê - Conchas até cruzar com
o espigão dos Morais, indo daí em
demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão do
Pará, conhecido pelo nome
de córrego de Luiz Ribeiro e descem pelo ribeirão
até o rio Tietê e por êste
abaixo até a barra do córrego das
Flores,  onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE LARANJAL
 
  

 LARAS:
 
  

  

 O distrito de paz de Laras terá como divisa Interna com o
distrito de paz da
séde do município o rio Tietê em toda a
sua extensão, desde a foz do ribeirão
Perdeneiras até a barra do ribeirão do
Pará.
 
  

  

 LEME
 
  

  

 O município de Leme, comarca de Araras, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA:
 
  

  

 Começa no ribeirão do Roque, onde faz barra o
córrego do Monjolo, daí
prosseguem pelo espigão as margem direita do
córrego do Monjolo até cruzar no
espigão divisor das águas do ribeirão
do Roque, á esquerda, e as do ribeirão do
Meio e córrego das Palmeiras, á direita, e por
êste espigão continuam até a
confluência do córrego das Palmeiras, no
ribeirão do Roque, descem pelo
ribeirão do Roque  pelo ribeirão do
Roque até a barra do córrego da
Conserva, pelo qual sobem até sua cabeceira: daí
vão em reta, á cabeceira do
córrego de A. Correira ou dos Pintos, descendo por
êste até o ribeirão do
Taquari e por êste e pelo do ribeirão do Meio
até o rio Mogi-Guassú:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI-GUASSÚ
 
  

  

 Começam onde o ribeirão do Meio
deságua no rio Mogi-Guassú e vão por
êste acima
até a barra do córrego do rio das Pedras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAS:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde
deságua o córrego do Rio das Pedras e
ribeirão
de Melo, e, a esquerda, as do ribeirão das Araras, seguem
por êste até a
cabeceira mais meridional do córrego da Colônia do
Crispim, descem por êste até
o córrego da Fazenda São Bento, e por
êste acima até sua cabeceira mais
ocidental, seguem pelo espigão que deixa, ao norte, as
águas do ribeirão da
Invernada até alcançar a cabeceira mais oriental
do rio Jacú, e por êste abaixo
até a barra do córrego Monte Alegre.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO
 
  

  

 Começam no córrego Jacú, que
é a denominação local do ultimo trecho
do ribeirão
do Roque onde faz barra o córrego Monte Alegre e
Vão por aquele abaixo até a
barra do córrego do Monjolo onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 LENÇOIS
 
  

  

 O município de Lençois, comarca de Agudos,
constituído co distrito de paz da
séde e dos Borebi e Alfredo Guedes terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE AGUDOS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Pardo, onde cruza
com o espigão divisor das
águas do ribeirão do Caçador, e das do
ribeirão Capivara, seguem pelo espigão
mestre até entroncar com o espigão que
deixa, à esquerda, as águas do rio
Turvo, e, à direita, as do córrego das Antas, e
por êste ultimo espigão, seguem
até o contraforte entre as águas do
córrego da Serrinha à esquerda, e as do
córrego das Antas, á direita; continuam por
êste contraforte em demanda da
barra do córrego das Antas, no rio
Lençóis, descem pelo rio
Lençóis até a barra
do córrego dos Cochos, daí alcançam o
espigão divisor da margem esquerda do
córrego dos Côchos, pelo qual prosseguem
até o espigão mestre das águas do
ribeirão dos Patos e rio Lençóis,
continuam por êste e pelo contraforte da
margem esquerda do córrego do Marco B até a
confluência dêste último
córrego no
ribeirão dos Patos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Patos, na fóz
do córrego do Marco B, e descem por
aquele até a barra do ribeirão Bom Jardim;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOCAIUVA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Patos, na foz do
ribeirão Bom Jardim, sóbem por êste
até sua cabeceira mais meridional, vão em reta
à barra do córrego da Divisa, no
córrego Barra Grande e continuam pelo espigão que
contorna as cabeceiras dos
córregos Cachoeirinha e dos Prados, até
alcançar a cabeceira do córrego da
Iara, pelo qual descem até o rio
Lençóis;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. MANOEL DO PARAISO:
 
  

  

 Começam no rio Lençóis, na
fóz do córrego da Iara, sóbem pelo rio
até a barra
do córrego da Grama, que nasce cêrca de um km, a
oéste da estação de Paranhos,
seguem pelo espigão entre esta água e o rio
Lençóis, em demanda da barra do
córrego do Vicente, no ribeirão da Areia Branca,
sóbem pelo córrego até sua
cabeceira mais meridional e continuam pelo espigão que
deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão Areia Brancas, e à
direita, as dos ribeirões Bocaina e
Fartura, até alcançar a cabeceira mais oriental
do córrego das Corujas, pelo
qual descem ao rio Claro, descem por êste até a
barra do córrego da Floresta e
por êste acima e pelo braço de oeste
até sua cabeceira e daí prosseguem pelo
espigão que contorna as cabeceiras do córrego do
Monjolo até alcançar o espigão
mestre Rio Claro-Rio Pardo, continuando pelo espigão mestre
em demanda da barra
do córrego da Fazenda Palmital, no ribeirão
Palmital;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Palmital, na foz do
córrego da Fazenda Palmital, descem
pelo ribeirão Palmital até a barra do
córrego Muniz;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BARBARA DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Palmital, na barra do
córrego do Muniz sóbem por êste
até sua cabeceira mais ocidental, continuam pelo
espigão divisor rio Claro-Rio
Pardo, até a cabeceira do córrego da Laranja
Azêda e vão por êste até o
rio
Claro e por êste ainda até a barra do rio
Turvinho, seguem pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
do Caçador, e à esquerda, as do
ribeirão
Capivara, até cruzar com o espigão mestre
Pardo-Turvo, onde tiverem início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE LENÇÓIS
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito da séde do município de
Lençóis terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DE BOREBÍ:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Palmital, na
fóz do córrego da Água Branca,
vão pelo
espigão em demanda da barra do ribeirão do
Pulador, no rio Claro, e por aquele
acima até sua cabeceira mais meridional, continuam pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do rio Turvinho, e a direita, as do
ribeirão da Graminha,
avançam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão da Serrinha, e,
à esquerda, as do ribeirão da Fazenda Marmedina,
prosseguem pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas dêste
último, indo até o rio
Lençóis, na foz do
córrego que nasce junto à
estação do Bom Jardim, subindo pelo
Lençóis até a
boca do córrego dos Côchos;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALFEDO GUEDES:
 
  

  

 Começam no espigão divisor entre as
águas do rio Tietê, á esquerda, e as do
rio
Lençóis, à direita, em frente
à cabeceira do córrego da Lontra, descem por
êste
até o rio Lençóis pelo qual
sóbem até a embocadura do ribeirão da
Barra Grande
e por êste acima até sua cabeceira mais
meridional, ganham a cabeceira do
córrego do Boquerão e por êste abaixo
até o rio Claro, pelo qual sobem até a
foz do córrego Floresta;
 
  

  

 ALFREDO GUEDES
 
  

  

 O distrito de paz de Alfredo Guedes terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam no rio Claro, na barra do córrego
Floresta, descem por aquele até a
barra do córrego do Boqueirão, sóbem
por êste até sua cabeceira mais meridional
do ribeirão da Barra Grande, e vão por
êste abaixo até sua boca no rio
Lençóis,
pelo qual descem até a foz do córrego da Lontra,
subindo por êste até sua
cabeceira alcançam o espigão entre as
águas do rio Tietê, à esquerda, e as do
rio Lençóis, à direita;
 
  

  

 BOREBÍ
 
  

  

 O distrito de paz de Borebí, terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da séde do município:
 
  

 Começam no rio Lençóis na boca do
córrego dos Cochos, descem pelo rio até a
barra do córrego que nasce junto à
estação do Bom Jardim, na Estrada de Ferro
Sorocabana, continuam pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do ribeirão
da Fazenda Memedina, ganham o espigão que deixa, a direita,
as águas dêste
último e, a esquerda, as do ribeirão da Serrinha,
e atingem por ele o divisor
que deixa, á direita, as águas do rio Turvinho, e
à esquerda, as do ribeirão da
Graminha, pelo qual caminham até chegar à
cabeceira do ribeirão do Pulador,
descendo por êste ao rio Claro, vão dessa barra
pelo espigão, em demanda da foz
do rio da Aguia Branca no ribeirão do Palmital.
 
  

  

 LIMEIRA
 
  

  

 O município de Limeira, comarca do mesmo nome,
constituído dos distritos de paz
da séde, do de Cordeiro e Iracemápolis,
terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Bôa Vista, onde faz
barra o córrego Minúsculo, sobem pelo
ribeirão até sua cabeceira mais oriental e
continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do rio Corumbataí e,
à direita, as dos ribeirões
Cachoeirinha e Tatú, indo até a Lagôa
do Catingueira, vão daí à ponte
meridional do contraforte que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Tatú, e,
à
esquerda as do ribeirão Santa Gertrudes, pelo qual
prosseguem até o espigão
Mogí-Guassú-Piracicaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Mogi-Guassú-Piracicaba, no cruzamento com o divisor
de águas do ribeirão Santa Gertrudes,
à esquerda, e as do ribeirão Tatú,
à
direita, continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas dêste último
ribeirão e, a esquerda, as do ribeirão das
Araras, indo até a cabeceira mais
ocidental do ribeirão do Ferraz, descem por êste
até a barra do córrego Bom
Jesus;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-MIRIM:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Ferraz, onde faz barra o
córrego do Bom Jesus, sobem por
êste até sua cabeceira mais ocidental, ganham o
espigão que deixa, a oeste, as
águas do ribeirão Tabajara, e, a leste,as do
ribeirão de Guaiquica,
prosseguindo pelo espigão até alcançar
a cabeceira mais setentrional do córrego
da fazenda de J. Sampaio, pelo qual descem até a sua barra
no córrego do
Barreiro; daí, alcançam o espigão que
deixa as águas do ribeirão do Pinhal,
à
direita, e as do ribeirão Três Barras,
à esquerda, prosseguem por êste espigão
até a cabeceira mais ocidental do córrego
Pinheirinhos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 
  

  

 Começam no divisor de águas dos
ribeirões Pinhal de um lado e Três Barras, do
outro, na cabeceira mais ocidental do córrego dos
Pinheirinhos, seguem pelo
divisor até a barra do ribeirão do Pinhal no rio
Jaguarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMERICANA (EX-VILA AMERICANA):
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, onde deságua o
ribeirão do Pinhal, descem por aquêle
até a confluência do rio Atibaia e vão
pelo Piracicaba abaixo até a barra do
córrego Socegan;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, na barra do ribeirão
do Tatú e descem por aquêle até
a barra do córrego da Balsa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, onde desemboca o
córrego da Balsa, descem por aquêle
até a barra do ribeirão das Palmeiras ou de Santa
Rita, subindo por êste até o
pequeno córrego da Nova Divisa, pelo qual sobem
até sua cabeceira, seguindo,
depois, em demanda da confluência o ribeirão da
Bôa Vista no ribeirão Cachoeira
ou Cachoeirinha, e, subindo por aquêle vão
até a barra do córrego Minúsculo,
onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE LIMEIRA
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de Limeira
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IRACEMÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, na foz do ribeirão dos
Coqueiros ou da Geada, sobem
por êste até a boca do córrego da
Água Suja e continuam pelo espigão
intermediário aos dois cursos até o morro Azul;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CORDEIRO:
 
  

  

 Começam no morro Azul, seguem pelo espigão que
deixa, à direita as águas do rio
Piracicaba e, à esquerda, as do ribeirão
Tatú, até alcançar a cabeceira do
córrego do Saltinho, descem por êste
até o ribeirão Tatú, e por
êste abaixo até
o Tanque da estação de Ibicaba,
alcançam a barra do córrego de São
Francisco e
continuam pelo espigão que deixa esta água,
à esquerda, até apanhar a cabeceira
do córrego da fazenda Barreiro, pelo qual descem
até o ribeirão do Pinhal, vão
desta barra em demanda da cabeceira mais ocidental do
ribeirão Tabajara e por
êste abaixo até a boca do córrego da
fazenda São Jeronimo, pelo qual sobem até
sua cabeceira, procuram depois a cabeceira do pequeno
córrego do Alexandre, que
fica na contravertente, pelo qual descem até o
ribeirão do Ferraz.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CORDEIRO:
 
  

  

 O distrito de paz da Cordeiro terá as seguintes divisas
internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Ferraz, na foz do pequeno
córrego do Alexandre, sobem
por êste até sua cabeceira, ganham a cabeceira do
córrego da fazenda São
Jeronimo, que fica na contravertente, descem pelo São
Jeronimo até o ribeirão
do Tabajara e por êste sobem até sua cabeceira
mais ocidental, vão em demanda
da barra do córrego da fazenda Barreiros no
ribeirão do Pinhal e sobem o
Barreiros até sua cabeceira, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as
águas do córrego de São Francisco,
indo à embocadura dêste no ribeirão
Tatú,
sobem por êste passando pelo Tanque junto à
estação de Ibicaba, até a barra do
Saltinho e por êste acima até sua cabeceira,
ganham o espigão que deixa, à
esquerda, as águas do Piracicaba, e, à direita,
as do ribeirão Tatú, indo até o
Morro Azul;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IRACEMÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no morro Azul, continuam pelo espigão que
contorna as cabeceiras do
ribeirão da Cachoeirinha até frontear a cabeceira
do córrego da fazenda Santa
Gertrudes.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE IRACEMÁPOLIS:
 
  

  

 O distrito de paz de Iracemápolis terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CORDEIRO:
 
  

  

 Começam no espigão que contorna as cabeceiras do
ribeirão da Cachoeirinha, em
frente à cabeceira do córrego da fazenda de Santa
Gertrudes, seguem pelo
espigão até o Morro Azul;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DA SÉDE DO
MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no morro Azul, ganham o espigão que deixa
à direita, as águas do
ribeirão da Cachoeirinha e as do córrego da
Água Suja e, à esquerda, as do
ribeirão dos Coqueiros ou da Geada, indo até a
confluência dêstes dois últimos,
e descem pelo ribeirão da Geada ou dos Coqueiros
até sua barra no rio
Piracicaba.
 
  

  

 LINDOIA
 
  

  

 O município de Lindóia, comarca de Serra Negra,
terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA:
 
  

  

 Principiam na Serra das Águas Claras, no ponto de cruzamento
com o contraforte
divisor das águas do ribeirão das Tabaranas e do
córrego de J. Machado, avançam
pela cumiada da Serra em demanda da confluência do
ribeirão dos Coutos no rio
do Peixe: atravessam o rio e prosseguem pelo espigão que
deixa a, a direita, as
águas do ribeirão Água Quente, e,
á esquerda as do ribeirão dos coutos,
até
atingir a Serra dos Coutos jás nas divisas de Minas Gerais;
 

  

 COM O ESTADO DE MINAS
GERAIS:
 
  

  

 Começam na Serra dos Coutos, onde êste entronca
com o espigão que separa as
águas do ribeirão da Água Quente,
à direita, e as do ribeirão dos Coutos,
à
esquerda, prosseguem pela crista da serra até o morro Pelado
na Serra de Sião;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO:
 
  

  

 Começam na Serra de Sião no Pico Pelado,
continuam pela Serra e pelo divisor
das águas dos ribeirões do Tanque ou Freitas,
Monte Sião e Jaboticabal à
esquerda, e, à direita, as dos ribeirões
Água Quente, Barreiro e Barbosas indo
até a barra do ribeirão da Bôa Vista,
no rio do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA:
 
  

  

 Principiam na foz do ribeirão Bôa Vista no rio do
Peixe, descem pelo peixe até
a barra do ribeirão dos Mosquitos e por êste acima
até a barra do córrego dos
Pintos, e desta confluência prosseguem pelo
espigão que deixa, á esquerda, as
águas dos ribeirões Pinto e Tabarana, e
á direita, as do rio do Peixe em
demanda da barra do córrego de J. Machado no
ribeirão das Tabaranas, continuam
pelo contraforte que deixa, á esquerda, as águas
do ribeirão da Tabaranas e á direita
as do córrego de J. Machado no ribeirão das
Tabaranas,  continuam pelo
contraforte que deixa, á esquerda, as águas do
ribeirão das Tabaranas e á
direita as do córrego de J. Manchado até o ponto
de cruzamento na Serra das
Águas Claras, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 LINS
 
  

  

 O município de Lins, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz do
distrito de paz da séde e dos de
Guaíçara, Guaimbê, e Vila Sabino,
terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:
 
  

  

 Começam no
rio
Tibiriçá, onde  se lança o
córrego
Pônei , sóbem pôr êste
até sua cabeceira e seguem em demanda da cabeceira mais
ocidental do córrego da
Aliança, pelo qual descem ao rio Feio, e caminham por
êste
abaixo até a barra
do córrego Tabocal;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego Tabocal,
sobem por êste até sua
cabeceira e continuam pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas do ribeirão
dos Patos, e, á direita, as do córrego do Fim,
até encontrar a barra dêste
córrego no ribeirão Campestre, pelo qual descem
até a barra no ribeirão dos
Dourados, pelo qual chegam até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO
 

  

 Começam no
rio Tiete, onde deságua o ribeirão dos
Dourados e sobem pelo rio até a embocadura do rio Barra
Mansa.
   

  

 COM O
MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE
 

  

 Começam no
rio Tietê, onde descarrega o rio Barra
Mansa, e vão por aquele acima até a barra do
córrego do Macucos;
   

  

 COM O
MUNICÍPIO DE CAFELANDIA;
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o
córrego do Macucos, continuam pelo
espigão que deixa, á direita, a águas
dêste, e, a esquerda, as do córrego
Bacurí, ou do Meio, atingem o divisor
Tietê-Dourados, prosseguem em demanda da
cabeceira mais setentrional do córrego Anhumas ou do Coronel
Pontes, pelo qual
descem até o rio dos Dourados, sobem por este até
a fóz do ribeirão Grande,
encontram por êste acima até sua cabeceira, ficam
o divisor Feio-Dourados, e
procuram pelo contraforte que deixa, à direita, as
águas do córrego Lagoa, e à
esquerda, o córrego Duas Pontes, indo em demanda da
confluência do córrego da
Santa Elisa, no rio Feio, sobem pelo Santa Elisa até sua
cabeceira, vão daqui a
rumo a cabeceira do córrego Cambará e ainda em
reta, à cabeceira do córrego
Iracema, pelo qual descem até o rio Padua Sales;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA:
 
  

  

 Começam no rio Padua Sales, na foz do córrego
Iracema, descem por aquêle até
sua embocadura no rio Tibiriçá, seguindo por
êste abaixo até a foz do córrego
Pônei, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE LINS:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de Lins
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUAIÇARA:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego Desfiladeiro, sobem pôr êste
até sua
cabeceira, vão em reta, aproximadamente norte, ao
espigão entre as águas dos
córregos Feio e Campestre, e, por nova reta, atingem o
espigão mestre Tietê-
Dourados, em frente à cabeceira do córrego do
Esgôto;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA SABINO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente à cabeceira do
córrego do
Esgoto, seguem pelo espigão mestre até cruzar com
o contraforte que deixa, à
esquerda, as águas do córrego Macucos, e,
à direita, as do córrego do Bacurí;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUAIMBÉ:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego de Santa
Elisa, e descem por aquêle até
a boca do córrego da Aliança;
 

  

  

 GUAIÇARA
 
  

  

 O distrito de paz de Guaiçara terá as seguintes
divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA SABINO:
 
  

  

 Começam no rio Dourados, onde começa o
espigão mestre entre as águas desse rio
e as do rio Tietê, seguem pelo espigão mestre
até frontear a cabeceira do
córrego do Esgoto;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente à cabeceira do
córrego do
Esgoto, vão daí, em reta, ao espigão
entre as águas dos córregos Feio e
Campestre, e por nova reta, à cabeceira do
córrego Desfiladeiro, pelo qual
descem até o rio Feio;
 
  

  

 GUAIMBÊ:
 
  

  

 O distrito de paz de Guaimbê, terá as seguintes
divisas internas com o distriro
de paz da séde do município de Lins:
 
  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego da
Aliança, e sobem por aquêle até a
boca do córrego Santa Elisa;
 
  

  

 VILA SABINO:
 
  

  

 O distrito de paz de Vila Sabino terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados onde cruza com o contraforte que
deixa, à esquerda, as águas do córrego
do Macucos, e, à direita, as do córrego
Bacuri, seguem pelo espigão mestre até derrotar
com a cabeceira do córrego do
Esgôto:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUAIÇARA:
 
  

  

 Começa no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente à cabeceira do
córrego do
Esgôsto, e seguem pelo espigão mestre
até o rio Dourados.
 
  

  

 LORENA
 
  

  

 O município de Lorena, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPO DE PIQUETE:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Fortaleza, na
fóz do córrego Carazal, descem pelo
Fortaleza e pelo ribeirão do Ronco, até a barra
desce no ribeirão da Limeira,
seguem pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais
meridional do
córrego Cantagalo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CACHOEIRA:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais meridional do córrego
Cantagalo ou Vargem Grande,
continuam pelo espigão em demanda da nascente do
córrego Limoeiro, e por êste
abaixo até o rio Paraíba, descem por
êste até a boca do ribeirão Caninhas,
pelo
qual sobem até sua cabeceira mais meridional, já
na Serra da Bocaína, pela qual
caminham em demanda da cabeceira mais setentrional do
ribeirão Entrecosto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS:
 
  

  

 Começam na Serra da Bocaina na cabeceira mais setentrional
do ribeirão
Entrecosto, pelo qual descem até a barra no rio Paraitinga:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CUNHA:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão
Entrecosto, no rio Paraitinga descem por
êste até a barra do ribeirão
Taboãozinho,  continuam pelo espigão que
deixa, á esquerda as águas do Paraitinga
até o alto do Lageado de Cima;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETA
 
  

  

 Começam no
espigão que deixa de um lado, as águas do
rio Paraitinga, e, do outro as do ribeirão
Taboãozinho no alto do Lageado de
Cima seguem pelo espigão citado, atingem o alto da Serra
Quebra-Cangalha pela
qual prosseguem e pelo espigão que deixa á
esquerda, ás águas dos ribeirÕes das
Três Barras das Pedras e Santa Gertrudes e
á direita o ribeirão Lorena em
demanda da cabeceira do galho da direita do ribeirão
Aterrado ou São João, e
por êste descem até a forquilha de seus dois
principais formadores: vão daí,
 em, reta, á nascente de um pequeno
córrego sem denominação especial,
situado no km 286 da Estrada de Ferro Central do Brasil, descem por
êle até o rio Paraíba, onde
deságua  cerca de um Km a jusante da boca
do rio Piagui, seguem pelo rio até o local chamado de
Paraíba-Morto na Ilha de
José Maximo, procuram  a barra do
córrego Lava-Roupas e por éle sobem
até
sua cabeceira mais setentrional continuando depois pelo divisor que
deixa, á
direita, as águas do ribeirão dos Macacos,
vão á confluência da Água da
Posse,
no referido ribeirão e pelo Macacos acima até a
barra do córrego da Fazendinha
e por êste até sua cabeceira seguindo, por fim, em
reta, á barra do córrego do
Carazal, no ribeirão da Fortaleza, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 MARACAÍ
 
  

  

 O município de Maracaí, comarca de
Paráguassú, constituído do distrito de
paz
da séde e do de Cruz Alta terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RANCHARIA:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde fez barra o rio Capivara,
vão por êste acima
até a foz do rio Capivari;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAGUASÚ:
 
  

  

 Começam no
rio Capivara na foz do rio Capivari, vão
por aquele acima até a barra do ribeirão de
São Mateus, e daí, em reta, á
cabeceira mais ocidental do córrego Barreirinha e por
êste descem até o rio
Capivari, sobem por êste até a foz do
ribeirão das Antas, pelo qual sobem até a
barra do córrego do Campo Bonito:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ASSIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Antas na barra do
córrego do Campo Bonito, sobem pelo Antas
até a barra do córrego do Ajoro, sobem por
êste até sua cabeceira, ganham a
cabeceira do córrego Tempestade, e por êste abaixo
até o ribeirão do Cervo,
descem pelo Cervo até a embocadura do córrego
Cambé ou Cateto, pelo qual sobem
até sua cabeceira, continuam depois pelo espigão
que deixa, direita, as águas
do ribeirão do Cervo e do rio Capivara, e, á
esquerda, as do ribeirão Dourado
até a cabeceira do ribeirão Anhuminhas ou Bugio,
e por êste abaixo até o rio
Paranapanema:
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
Anhuminhas, ou Bugio descem elo
rio até a confluência do rio Capivara onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MARACAÍ:
 

  

 CRUZ ALTA:
 
  

  

 O distrito de paz de Cruz Alta, terá as seguintes divisas
internas, com o
distrito de paz da séde do município de
Maracaí:
 

  

 Começam no
rio Capivara na foz do córrego Barra
Mansa, sobem por este até sua nascente mais ao norte
vão em reta, à nascente do
córrego Caçador, e daí, ainda em reta,
à nascente do córrego Grota Seca, e por
outra reta, à nascente do córrego Bugiozinho, no
ribeirão Anhuminhas, alcançam
o espigão entre o ribeirão Anhumas e o
ribeirão Anhuminhas ou Bugio.
 
  

  

 MARILIA
 
  

  

 O município de Marilia, comarca do mesmo nome, compreendendo
além do distrito
de paz de sede, os de Amadeu Amaral, Avencas, Dirceu, Lacio, Oriente,
Padre
Nóbrega e Primavera terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA:
 
  

  

 Começam no
rio do Peixe, na foz do córrego do Sapo
seguem a rumo da barra do córrego Água Limpa no
córrego Jatobá, e vão por
aquele acima até sua cabeceira, ganham o espigão
mestre Aguapei-Peixe, avançam
pelo espigão mestre em demanda da cabeceira do
córrego Imacam, pelo qual descem
até o ribeirão Caingang ou Guaporanga,
vão daqui, em reta, à cabeceira do
córrego do Dr. Senha, e por nova reta à cabeceira
do córrego Ariri, pelo qual
descem até o rio Tibiriçá;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego Ariri e sobem até a barra do
córrego
Pônei;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE LINS
 

  

 Começam no
rio Tibiriçá, onde descarrega o
córrego
Pônei e vão por aquele acima até a
barra do rio Pádua Sales e por este ate a
embocadura do córrego Iracema; 
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAFELANDIA
 
  

  

 Começam no rio Padua Sales na barra do córrego
Iracema sobem pelo rio até a sua
cabeceira mais oriental e vão daí ao
pião divisor dos córregos Pedro Sales
Moraes Barros e Forquilha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GARÇA:
 
  

  

 Começam no pião divisor dos Córregos
Padua Sales, Moraes Barros e Forquilha,
alcançam a cabeceira mais setentrional do córrego
da Forquilha  e por êste
descem até o rio Tibiriçá;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VERA CRUZ:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego da Forquilha, descem por aquele até
a barra do córrego Cincinatina pelo qual sobem
até a barra do córrego da
Cascata, e por êste ainda até o córrego
Sete Quedas pelo qual descem até o
córrego Paraizo e por êste até sua
cabeceira continuam pelo espigão em demanda
da cabeceira do córrego Três Unido, pelo qual
descem até o córrego do Norte, e
por êste e pelo rio do Peixe, até o
ribeirão do Alegre;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BELA VISTA:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Alegre na sua barra do rio
do Peixe e por êste descem
até o córrego do Sapo, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MARÍLIA
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Marília terá as seguintes divisas
internas.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PADRE NOBREGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pomba ou Barra Grande, na
foz do córrego do Tombador,
sobem por êste, pelo seu galho de leste, até
 sua cabeceira, atravessam os
trilhos da Companhia  Paulista  de Estradas de Ferro
cerca de Três
Quilometros, aproximadamente, a leste da estação
de Padre Nóbrega,  e
ganham a cabeceira mais alta do ribeirão dos Indios, pelo
qual descem na sua
extensão de quatro quilometros:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE DIRCEU:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Indios, no ponto em que
êste atinge quatro quilometros
a a contar da sua cabeceira mais alta, seguem daí em linha
reta, até a ponte
sobre o ribeirão Cincinatina, na estrada de rodagem que da
cidade de Marilia
vai á Vila de Dirceu,  e dessa ponte, por uma linha
oeste - leste,
alcançam o ribeirão da Cascata;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LACIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Cascata, onde
êste é atingido pela linha oeste-leste que
vem da ponte sobre o ribeirão Cicinatina, sobem pelo Cascata
até sua cabeceira
mais meridional, atravessam os trilhos da Companhia Paulista de
Estradas de
Ferro em demanda da Cabeceira da Água dos Anjos e por
êste abaixo até o córrego
da Onça ou da Cascata, e vão por êste
abaixo até o rio do Peixe:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AVENCAS:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do córrego do
Jatobá, sobem por êste até sua
cabeceira e continuam a rumo da barra do córrego do Tombador
no ribeirão da
Pomba ou Barra Grande:
 
  

  

 AMADEU AMARAL
 
  

  

 O distrito de paz de Amadeu Amaral terá as seguintes divisas
Internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE DIRCEU :
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá na foz do
córrego da Forquilha, descem pelo rio até a
barra do córrego do Macuco;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PRIMAVERA:
 
  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego do Macuco e vão pelo rio abaixo
até
sua confluência com o rio Padua Sales;
 
  

  

 AVENCAS
 
  

  

 O distrito de paz de Avencas terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ORIENTE:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra do
ribeirão da Pomba ou Barra Grande,
sobem  por êste  até a foz do
córrego do Pau Dalho;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PADRE NOBREGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pomba ou Barra Grande, na
boca do córrego de Pau Dalho,
sobem por aquele até a foz do córrego do Tombador;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pomba ou Barra Grande na
foz do córrego do Tombador
continuam a rumo da cabeceira do córrego do
Jatobá pelo qual descem até o rio
do Peixe;
 
  

  

 DIRCEU
 
  

  

 O distrito de paz de Dirceu terá as seguintes divisas
internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMADEU AMARAL
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na barra do
córrego do Macuco sobem por aquele até a
boca do córrego da Forquilha;
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
LACIO:
 
  

  

 Começam no córrego das Sete Quedas, onde
deságua no ribeirão da Cascata, e vão
por êste acima até o ponto em que é
atingido pela reta leste-oeste, que vem da
ponte sobre o ribeirão cincinatina, na estrada de rodagem
que da cidade de
Marilia vai à vila de Dirceu;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Cascata, no ponto em que
ele é atingido pela reta
leste-oeste que vem da ponte sobre o ribeirão Cincinatina,
na estrada de
rodagem que da cidade de Marília vai à vila de
Dirceu, seguem pela reta até a
ponte e continuam, por outra reta, até o ribeirão
dos Índios, no ponto em que
êste alcança quatro quilometros a contar de sua
cabeceira mais alta;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PADRE NOBREGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Indios, onde ele
alcança quatro quilometros a contar de
sua cabeceira mais alta, e segue, a rumo da nascente do
córrego do Macuco, pelo
qual descem até o rio Tibiriçá;
 
  

  

 LACIO
 
  

  

 O distrito de paz de Lacio terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do córrego da
Onça ou da Cascata, sobem, por
êste até a barra da Água dos Anjos e
por êste acima até sua cabeceira,
atravessam os trilhos da Companhia Paulista de Estradas de Ferro em
demanda da
cabeceira mais meridional do ribeirão da Cascata, pelo qual
descem até onde ele
é atingido pela reta leste-oeste que vem da ponte sobre o
ribeirão Cincinatina,
na estrada de rodagem que da cidade de Marília vai
à vila de Dirceu;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE DIRCEU:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Cascata, no ponto em que
este é atingido pela reta leste-oeste
que vem da ponte sobre o ribeirão Cincinatina, na estrada de
rodagem que da
cidade de Marília vai à vila de Dirceu, e descem
pela Cascata até sua
confluência com o ribeirão das Sete Quedas;
 
  

  

 ORIENTE
 
  

  

 O distrito de paz de Oriente terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PADRE NOBREGA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Dr. Senha, seguem
pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão do Veado, e, a
direita, as do ribeirão Caingang
ou Guaporanga, até cruzar com o espigão mestre
entre as águas do rio Tibiriçá,
ao norte, e Peixe, ao sul, cortam os trilhos da Companhia Paulista de
Estradas
de Ferro e prosseguem pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do córrego
de Santa Maria, e, à direita, as do córrego
Páu Dalho, indo até a confluência
deste último no ribeirão da Pomba ou Barra Grande;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AVENCAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pomba ou Barra Grande, na
foz do córrego Páu Dalho e
descem por aquele até o rio do peixe;
 
  

  

 PADRE NOBREGA:
 
  

  

 O distrito de Padre Nóbrega terá as seguintes
divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PRIMAVERA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Dr. Senha, seguem
em reta à barra do córrego do
Macuco, no rio Tibiriçá:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE DIRCEU:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego do Macuco e vão por êste acima
até
sua cabeceira, continuam, a rumo, em demanda do ribeirão dos
Índios, no ponto
em que ele alcança quatro quilômetros a contar de
sua mais alta cabeceira:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Índios, no
ponto em que êste alcança quatro
quilômetros
a contar de sua mais alta cabeceira e sobem pelo ribeirão
até essa cabeceira
citada, cortam os trilhos da Companhia Paulista de Estradas de Ferro,
cerca de
três quilômetros, aproximadamente, a leste da
estação de Padre Nóbrega, em
demanda da cabeceira do galho de leste do córrego do
Tombador, pelo qual descem
até o ribeirão da Pomba ou da Barra Grande;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PAZ DE AVENCAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pomba ou Barra Grande, na
foz do córrego Tombador,
descem pelo ribeirão até a barra do
córrego Páu Dalho;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ORIENTE:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Pomba ou Barra Grande, na
foz do córrego Páu Dalho,
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda,
êste último, e, à direita, o
córrego Santa Maria, alcançam o
espigão mestre entre os rios Tibiriçá,
ao
Norte, e Peixe, ao sul, cortam os trilhos da Companhia Paulista de
Estradas de
Ferro e continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão do
Veado, e, à esquerda, as do ribeirão Caingang ou
Guaporanga até atingir a
cabeceira do córrego Dr. Senha;
 
  

  

 PRIMAVERA
 
  

  

 O distrito de paz de Primavera terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMADEU AMARAL:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Padua Sales, com o
rio Tibiriçá, sobem por êste
até a foz do córrego do Macuco;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PADRE NOBREGA:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego do Macuco e vai, em reta, à
cabeceira do córrego do Dr. Senha.
 
  

  

 MARTINÓPOLIS
 
  

  

 Fica creado o município de Martinópolis, com sede
na Vila de José Teodóro,
constituído do distrito de paz da séde e do de
Baliza, o qual pertencerá à
comarca de Presidente Prudente, e terá as seguinte divisas.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde deságua o rio
Laranja Doce, sobem por êste
até a foz do ribeirão da Bôa Vista;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE REGENTE FEIJÓ:
 
  

  

 Começam no rio Laranja Doce, onde desemboca o
ribeirão da Bôa Vista e sobem por
aquele até a foz do ribeirão de Indiana, e por
êste acima até a barra do
córrego da Barrinha, e por êste acima
até sua cabeceira, ganham a cabeceira do
córrego Santa Maria pela qual descem até a reta
da estrada de rodagem que da
Vila de Indiana, vai até o rio do Peixe e pelo eixo ate a
ponte sôbre aquele
rio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na ponte da reta da estrada de
rodagem que vai à Vila
de Indiana, sobem pelo rio até a barra do
ribeirão dos Ranchos e por êste acima
até sua cabeceira no espigão mestre
Aguapeí-Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VALPARAIZO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Aguapeí-peixe, em frente à cabeceira do
ribeirão dos
Ranchos, seguem pelo espigão mestre até frontear
a cabeceira do ribeirão da Bôa
Esperança;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARARAPES:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Aguapei-Peixe, em
frente à cabeceira do ribeirão Bôa
Esperança, seguem pelo espigão até
frontear a cabeceira do córrego da Lagóa,
afluente do ribeirão Drava, da bacia do rio
Aguapeí;
 
  

  

 COM O MUNICIÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Aguapeí
Peixe, em frente à cabeceira do córrego da
Lagôa, afluente do ribeirão Drava, da bacia do rio
Aguapeí, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão dos Frutos ou Negrinha, e, à
esquerda, as do ribeirão do Taquaral e pelo
espigão vão até a barra do
ribeirão
da Confusão, no rio do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RANCHARIA:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, onde descarrega o
ribeirão da Confusão, continuam pelo
contraforte que deixa, à direita, as águas do
ribeirão dos Guachos, e, à
esquerda, as do ribeirão da Confusão
até o espigão mestre Peixe-Paranapanema, e
prosseguem em demanda da barra do córrego Faxinal, no rio
Laranja Doce, sobem
pelo córrego até sua cabeceira,
alcançam a cabeceira mais oriental de ribeirão
Jaguareté, pelo qual descem até o rio
Paranapanema;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde deságuam o
ribeirão Jaguaretê e descem pelo
rio abaixo, até a foz do rio Laranja Doce, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MARTINÓPOLIS
 
  

  

 BALIZA
 
  

  
 
  

 O distrito de paz de Baliza, que fica creado, terá as
seguintes divisas
internas com o distrito de paz da séde do
município de Martinópolis;
 
  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão da
Confusão, e descem por aquele a
barra do ribeirão dos Ranchos.
 
  

  

 MATÃO
 
  

  

 O município de Matão, comarca de Araraquara,
compreendendo, além do distrito de
paz da séde, os de Dobrada e São
Lourenço do Turvo, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA:
 
  

  

 Começam no rio São Lourenço, na barra
do córrego da Lagôa, sobem pelo rio até
a
foz do córrego da Onça, e por êste
acima até sua cabeceira mais oriental,
continuam pelo espigão, que deixa, ao norte, as
águas do ribeirão Dobrada e, ao
sul, as do ribeirão Marimbombo, em demanda da
confluência do córrego da fazenda
São Luiz com o ribeirão da Dobrada. Sobem por
êste a foz do córrego da Fazenda
Santa Eliza, prosseguem pelo espigão que deixa à
esquerda, as águas dêste
córrego e ganham o espigão entre as
águas do ribeirão Dobrada, ao sul, e as do
Ribeirão dos Porcos, ao norte, pelo qual caminham
até a cabeceira mais
ocidental do córrego Cucuí, e por êste
descem até a sua barra no córrego do
Luciano;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Cucuí, no
córrego de Luciano e por êste descem
até
o ribeirão do Lageado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Lageado, onde
deságua o córrego Luciano, sobem pelo Lageado
até a barra do córrego da Ponte, e por
êste acima até a barra do córrego da
Colonia Guarantan, subindo por êste até sua
cabeceira, vão dai em reta à barra
do córrego da Colonia São Joaquim no
ribeirão Monte Alegre, pelo qual sobem até
sua cabeceira, vão daí, pelo espigão,
em demanda do contraforte que deixa à
direita, as águas do córrego da Fazenda Santa
Antonieta, e, à esquerda, as do
córrego de Zeca Pinto, prosseguem pelo contraforte
à barra do córrego da
Fazenda Santa Antonieta no rio Itaquerê, descem por
êste rio até a embocadura
do córrego da Fazenda Água Sumida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA:
 
  

  

 Começam no rio Itaqueré, onde faz varra o
córrego da Fazenda Água Sumisa, sobem
por este pelo galho da esquerda até sua cabeceira cortando
os trilhos da
Estrada de Ferro Araraquara, no ramal de Silvania, cerca de dois
quilômetros ao
oeste da Estação de Uporoba, ganham a cabeceira
do córrego da Turma e por êste
descem até sua barra no córrego Fundo,
vão daí, em reta a confluência do
ribeirão São João com o
córrego da Fazenda São Joãozinho,
sobem por este até
sua cabeceira mais ocidental, vão daí em reta
à cabeceira do córrego Barreiro,
pelo qual descem até o córrego
Tamanduá e por êste ainda até o
ribeirão
Espírito Santo, e por êste abaixo até a
boca do córrego da Baixada;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no ribeirão Espírito Santo, na
foz do córrego da Baixada, vão daí em
reta a barra do córrego dos Alemães no
córrego da Venda, e daí, em nova reta,
até a cabeceira do córrego Bonifacio, e por
êste e pelo córrego da Lagôa
até o
rio São Lourenço, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MATÃO
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Matão terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE S. LOURENÇO DO TURVO:
 
  

  

 Começam na barra do córrego da Fazenda
São Joãozinho, no córrego Barreiro,
pelo
qual sobem até a sua cabeceira, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão São João,
a, á esquerda, as do ribeirão do
Espírito Santo,
ate atingir a cabeceira do córrego Tamanduá,
pouco ao norte da sede da Fazenda
Califórnia, e pelo córrego descem ate o
ribeirão S. Lourenço e por este abaixo
até a foz no ribeirão Marimbondo, pelo qual sobem
até a barra so córrego da
Fazenda Santa Matilde.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
DOBRADA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Marimbondo, na foz do
córrego da Fazenda Santa Matilde,
sobem pelo ribeirão até sua cabeceira mais
oriental, continuam pelo espigão
mestre entre as águas do ribeirão Dobrada, ao
norte, e as do ribeirão São
Lourenço, ao sul, até alcançar a
cabeceira mais ocidental do ribeirão Passa
Cinco, junto à séde da Fazenda São
Sebastião, pelo qual descem até a barra do
córrego Lageado;
 
  

  

 DOBRADA
 
  

  

 O distrito de paz de Dobrada terá as seguintes divisas
internas:
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

 Começam no ribeirão do Lageado, na foz do
córrego Passa Cinco, sobem por êste
até sua cabeceira mais ocidental, junto à
séde da Fazenda São Sebastião,
continuam pelo espigão entre as águas do
ribeirão Dobrada, ao norte, e as do
ribeirão São Lourenço, ao sul,
até atingir a cabeceira mais oriental do
ribeirão Marimbondo, e por êste abaixo
até a barra do córrego da Fazenda Santa
Matilde;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE S. LOURENÇO DO TURVO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Marimbondo, na foz do
córrego da Fazenda Santa Matilde,
sobem por êste até sua cabeceira e
alcançam, o espigão entre as águas do
ribeirão da Dobrada, ao norte, e as do ribeirão
Marimbondo, ao sul;
 
  

  

 SÃO LOURENÇO DO TURVO
 
  

  

 O distrito de paz de São Lourenço do Turvo
terá as seguintes internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE DOBRADA:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
ribeirão Dobrada, ao norte, e as do
ribeirão Marimbondo, ao sul, em frente à
cabeceira do córrego da Fazenda santa
Matilde, descem por êste ao ribeirão Marimbondo;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no
ribeirão
Marimbondo, na foz do córrego da Fazenda Santa Matilde,
descem por aquele até sua barra no ribeirão
São
Lourenço, e vão por êste acima
até a foz do córrego Tamanduá e por
êste
ainda até sua cabeceira situada pouco
ao norte da séde da Fazenda Califórnia, ganham o
espigão que deixa, à esquerda,
as águas  do ribeirão São
João, e,
à direita, as do ribeirão Espírito
Santo,
indo alcançar a cabeceira do galho da direita do
córrego
da Fazenda São
Joãozinho e por êste abaixo até sua
barra no
córrego Barreiro.
 
  

  

 MINEIROS
 
  

  

 O município de Mineiros, Comar Ca de Dois
Córregos, terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Tietê -
Jaú em frente a cabeceira a cabeceira do
córrego da Fazenda Ferraz do Amaral vão
daí em reta a barra do córrego de
Eugenio Machado no córrego Jacutinga, sobem por aquele
até sua cabeceira,
ganham a cabeceira mais meridional do córrego Santa
Estefânia e por êste abaixo
até o ribeirão São João e
por êste ainda até a boca do córrego
Gavião;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS
 
  

  

 Começam no
ribeirão de
São João, onde deságua o
córrego
Gavião, sobem por êste
até sua cabeceira mais meridional do córrego do
Borralho
, prosseguem pelo
divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão
de São João e, à esquerda,
as do ribeirão da Prata, afluente do rio Turvo,
até
 cruzar com o espigão
que deixa á esquerda as águas dêste
ultimo e,
á direita, as do ribeirão da Água
Vermelha, pelo qual caminham até frontear a cabeceira mais
setentrional do
ribeirão Mauricio Machado, pelo qual descem até o
rio
Tiête;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO  MANOEL:
 
  

  

 Começam no rio Tiête, onde faz barra o
ribeirão Mauricio Machado e vão pelo rio
abaixo até a embocadura do ribeirão da
Água Vermelha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRA BONITA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê onde descarrega o
ribeirão da água Vermelha sobem por
êste
até a embocadura do córrego da Fazenda do Dr.
Wernek e vão por êste acima até
sua cabeceira  mais setentrional, continuam pelo
espigão que deixa, á
direita, as águas do ribeirão da Água
Vermelha, e, á esquerda, as do ribeirão
das Três Barras, até a confluência do
córrego da fazenda das Três Barras no
último ribeirão e daí em reta,
á nascente do córrego da fazenda Francisco, e
dêste ponto, em reta á nascente da Água
da Fazenda Boa Vista  e, depois,
atigem  o espigão mestre Tietê -
Jaú, no cruzamento do contraforte que
deixa, a esquerda, as águas do ribeirão
Ave-Maria, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 MIRASSOL
 
  

  

 O município de Mirassol, comarca de Rio Preto
constituído dos distritos de Paz
da Sede, e dos de Bálsamo, na Barra Dourada, Iaci,
Mirassolândia, Neves e Rui
Barbosa, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego de
Traz ou Tiaz, com o córrego da Cachoeira,
formadores do ribeirão Bacuri, sobem pelo córrego
de Traz até a barra do
córrego Monteirinho e por êste acima
até sua cabeceira, vão dai em reta, a
cabeceira do córrego do Barreiro pelo qual descem
até sua foz no rio São José
dos Dourados e por êste ainda até a barra do
córrego Ipê ou Água Fria, pelo
qual sobem até sua cabeceira no ''divortium aquarum'' dos
rios Turvo e São José
dos Dourados;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TANABI:
 
  

  

 Começam no ''divortum aquarum'' dos rios Turvo -
São José dos Dourados, na
cabeceira do córrego Água Fria ou Ipê,
prosseguem pelo ''divortium aquarum'' e
pelo espigão da margem direita ao ribeirão
Jataí até a cabeceira do córrego da
Divisa pelo qual descem qual descem até sua foz no rio Preto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA:
 
  

  

 Começam no rio Preto na barra do
ribeirão Jataí, sobem pelo rio Preto
até
a foz do ribeirão Barra Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Preto na barra do ribeirão Barra
Grande, sobem por êste acima
até sua cabeceira, mais setentrional do córrego
do Machado, descendo por êste
até a barra do córrego da Estiva , no
ribeirão da Piedade, sobem pelo córrego
da Estiva até sua cabeceira, ganham rumo a cabeceira mais
setentrional do
córrego da Jacutinga, pelo qual descem até sua
foz no ribeirão da Fartura e
ainda por êste abaixo até onde ele é
cortado pela reta oeste-leste que vem da
barra do córrego da Silva, no ribeirão
Jacaré;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFACIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Fartura no ponto onde
é cortado pela reta de rumo
oeste-leste que vem da barra do córrego Silva, no
ribeirão do Jacaré,
prosseguem  pelo referido alinhamento reto até a
barra citada, sobem pelo
córrego do Silva até sua cabeceira e
vão daí em reta, á
confluência dos
córregos de Traz ou Tiaz e Cachoeira, formadores do
ribeirão do Bacuri
 onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MIRASSOL
   

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Mirassol terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RUI BARBOSA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Fartura, na foz do
córrego  Grande, pelo qual sobem
até a embocadura do córrego Inácio;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IACÍ:
 
  

  

 Começam no córrego Grande, na barra do
córrego do Inácio e sobem por aquêle
até
sua cabeceira, atingindo a rumo o espigão mestre
Tietê - São José dos Dourados,
seguem pelo espigão até cruzar o contraforte que
deixa, á direita, as águas do
ribeirão Jacaré, á esquerda, o
córrego do Mangue:
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BARRA DOURADA
 
  

  

 Começam no cruzamento do espigão mestre
Tietê São José dos Dourados,
 com
o contraforte que deixa, á direita, as águas do
ribeirão Jacaré  e, á
esquerda, as do córrego do Mangue, e continuam em demanda da
cabeceira do
córrego do Mangue, e continuam em deamanda da cabeceira do
córrego Evaristo,
pelo qual descem até o rio São José
dos Dourados e por êste abaixo até a boca
do córrego do Fulgêncio e por êste acima
até sua cabeceira;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BÁLSAMO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego do
Fulgêncio e vão em reta á cabeceira do
córrego do Bebedouro , pelo qual descem até o
ribeirão Barra Grande e por êste
abaixo até a barra do córrego da Ortiga;
 
  

  

 BÁLSAMO:
 
  

  

 O distrito de Paz de Bálsamo terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
MIRASSOLÂNDIA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Divisa,
afluente do ribeirão Jataí, seguem
em reta, a barra do córrego dos Coqueiros, no
ribeirão do Bálsamo, e daí, em
reta á barra do córrego da Ortiga no
ribeirão Barra Grande:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Barra Grande, na foz do
córrego da Ortiga, sobem por aquêle
até boca do córrego Bebedouro e por
êste acima ate sua cabeceira e daí, em
reta, á cabeceira do córrego do
Fulgêncio;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BARRA DOURADA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego do
Fulgêncio, ganham, em reta, a cabeceira do
córrego José Braz e por êste e pelo
Ipê abaixo até a barra do córrego da
Água
Fria;
 
  

  

 BARRA DOURADA:
 
  

  

 O distrito de Barra Dourada terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BÁLSAMO:
 
  

  

 Começam no córrego do Ipê, na barra do
córrego Água Fria, sobem pelo Ipê e
pelo
córrego José Braz, até sua cabeceira,
indo daí, em reta, á cabeceira do
córrego
Fulgêncio;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego do
Fulgêncio e descem por êste até o rio
São
José dos Dourados, sobem por êste até a
barra do córrego Evaristo e por êste
 ainda até sua cabeceira, ganham  o
espigão mestre Tietê- São
José
dos Dourados, no cruzamento com o contraforte que deixa, á
direita, o ribeirão
Jacaré e, á esquerda, o córrego do
Mangue;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NEVES:
 
  

  

 Começam no cruzamento do espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados, com o
contraforte Jacaré-Mangue, ganham a cabeceira do
córrego da Água Vermelha, pelo
qual descem ao rio São José dos Dourados e por
êste abaixo até a foz do córrego
do Ipê;
 
  

  

 IACÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Iací terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NEVES
 
  

  

 Começam na reta que vai da barra do córrego do
Traz ou Tiaz, no ribeirão
Bacuri,  á cabeceira do córrego da
Silva, no ponto em que êste fronteia a
cabeceira mais meridional do córrego Cachoeira, descem
 por até  
ribeirão Jacaré e por êste acima
até a foz córrego do Mangue continuam pelo
contraforte intermediário a essas duas águas
até  o espigão mestre Tietê -
São José dos Dourados:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados, onde cruza
com o
contraforte Jacaré-Mangue, alcançam pelo
espigão mestre, a cabeceira do córrego
Grande, descem por êste até a boca do
córrego Inácio:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RUI BARBOSA:
 
  

  

 Começam no córrego  Grande, na foz do
córrego do Inácio, sobem por êste
até sua cabeceira, ganham, em reta, a cabeceira do
córrego de Neca Braz, descem
por êste até  o córrego da
Fazenda Nova do Campo e por êste abaixo ate a
boca do córrego de Chico Ambrosio, pelo qual sobem
até sua cabeceira,
caminhando depois,  pelo espigão que contorna as
cabeceiras  do
córrego do Laudelino, deixando, á direita , as
águas do córrego do Mangue, indo
até alcançar a cabeceira do córrego do
Martiniano, pelo qual descem até o
ribeirão do Jacaré, e daí , em reta,
cabeceira do córrego da Silva;
 
  

  

 MIRASSOLÂNDIA:
 
  

  

 O distrito de paz de Mirassolândia terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz de Balsamo:
 
  

 Começam no ribeirão Barra Grande , na foz do
córrego da Ortiga, vão em reta a
barra do córrego dos Coqueiros no ribeirão do
Balsamo e dai, por outra reta á
cabeceira do córrego da Divisa, afluente do
ribeirão do Jataí;
 
  

  

 NEVES
 
  

  

 O distrito de paz de Neves terá as seguintes divisas
Internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BARRA DOURADA
 
  

  

 Começam no rio São José dos
Dourados,  na foz do córrego Barreiro, sobem
por aquelê até a boca do córrego
Água Vermelho e por êste até sua
cabeceira,
ganham o cruzamento do espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados , com o
contraforte que deixa, á esquerda, as do córrego
do Mangue, e, á direita, as do
ribeirão do Jacaré;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IACÍ:
 
  

  

 Começam no cruzamento do espigão mestre
Tietê - São José dos Dourados, com o
contraforte Jacaré - Mangue, seguem pelo ribeirão
Jacaré, até a junção dessas
duas águas descem pelo ribeirão
Jacaré, até a foz do córrego Cachoeira
e por
êste acima até sua cabeceira mais meridional
atingindo a rumo, a reta que da
confluência do córrego de Tiaz ou Traz no
ribeirão Bacuri, vai a cabeceira do
córrego do Silva;
 
  

  
 
  

 RUI BARBOSA
 
  

  

 O distrito de paz de Rui Barbosa terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IACÍ:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego do Silva,
vão, em reta, á barra do córrego do
Martiniaro, no ribeirão do Jacaré, sobem por
êste até sua cabeceira, continuam
pelo espigão que contorna as cabeceiras do
córrego do Laudelino, á direita, e
deixa, á esquerda, as águas do córrego
do Mangue , indo até alcançar a
cabeceira do córrego de Chico Ambrosio, pelo qual descem
até o córrego da
Fazenda Nova do Campo, subindo por êste e pelo
córrego de Neca Braz até sua
cabeceira, indo, depois, em reta, á cabeceira do
córrego do Inácio e por êste
abaixo até o córrego Grande;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no córrego Grande, na foz do
córrego do Inácio, descem por aquêle
até
sua barra no ribeirão da Fartura.
 
  

  

 MOCÓCA
 
  

  

 O município de Mocóca, comarca do mesmo nome
constituído do distrito de paz da
séde e dos de Igaraí e São Benedito
das Areias, passa a ter as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJURÚ:
 
  

  

 Começam no
rio Pardo, onde faz barra o ribeirão da
Boiada, sobem por este até a foz do córrego da
Fazenda da Serra, seguem pelo
espigão fronteiro que deixa, à esquerda, as
águas desse córrego a procura dos
aparados da Serra das Contendas, pelos quais prosseguem e pelos da
Borda da
Mata, até a cabeceira mais ocidental do córrego
Comprido ou Marimbondo, pelo qual
descem até o córrego das Areias;
   

  

 COM O ESTADO DE MINAS
GERAIS:
 
  

  

 Começam no córrego das Areias, na barra do
córrego Comprido ou Marimbondo,
descem por aquele até sua barra no ribeirão das
Areias e por êste até encontrar
a embocadura do córrego Canoinhas ou Igaraí,
continuando sobem pelo ribeirão
Canôas ou Santa Bárbara até a foz do
córrego Capituva, primeiro afluente da
margem esquerda, daí pelo alto do espigão
 da margem direita do córrego
Capituva até o divisor que á direita deixa as
águas do córrego Canoinhas e dos
Fórros, e, á esquerda, as do ribeirão
das Canôas ou Santa Bárbara  seguem
 pelo divisor até econtrar com o espigão
que deixa, á esquerda, o córrego
dos Porros e, à direita, o córrego
Igaraí ou Canoinhas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAPIRATIBA:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, á
direita, as águas dos córregos Canoinhas ou
Igaraí e dos Forros, e á esquerda as do
ribeirão das Canôas ou Santa Bárbara no
ponto de cruzamento com o divisor da margem direita do
córrego dos Fórros,
prosseguem por êste divisor e continuam pelo
espigão entre as águas do rio
Guaxupé, á esquerda e as do rio Canôas
á direita até encontrar com o divisor da
margem esquerda do córrego José Eugenio, que
passa na estação do mesmo nome;
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE S. JOSÉ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no espigão divisor que deixa,
á esquerda as águas do rio Guaxupé e,
á
direita, as do ribeirão da Bocaina, no ponto de cruzamento
com o divisor da
margem esquerda do córrego José Eugênio
continuam pelo espigão mestre entre as
águas do rio Canôas e as do Rio Pardo,
até frontear a cabeceira mais
setentrional do córrego da Fazenda Riachuelo, pelo qual
descem até o ribeirão
da Prata e continuam pelo contraforte fronteiro e pelo
espigão da margem
esquerda do ribeirão da margem esquerda do
ribeirão da Pata até a cabeceira do
córrego da Usina pelo qual descem até o rio Pardo
e por êste ainda até  a
foz do rio Verde:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA:
 
  

  

 Começam no
rio Pardo, onde deságua o rio Verde, e vão
por aquele abaixo até a foz do rio Tambaú:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAMBAÚ:
 
  

  

 Começam onde o rio Tambaú desemboca no rio Pardo
e vão por êste abaixo até a
foz do ribeirão da Bolada, onde tiveram inicio estas divisas;
 
  

  

 DISTRITO DE MOCÓCA:
 

  

 SEDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Mocóca,
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITI DE PAZ DE IGARAÍ:
 
  

  

 Começam no rio Canôas na foz do córrego
da Fazenda de Dona Candida e vão por
êste acima pelo seu galho da direita, ou de leste,
até sua cabeceira,
continuando pelo espigão que deixa, á esquerda as
águas do ribeirão Igaraí e,
á
direita, as do ribeirão da Varginha até cruzar
com o divisor que deixa, á
esquerda as águas do Igaraí e, á
direita, as do ribeirão Guaxupé:
 
  

  

  COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO BENEDITO DAS AREIAS:
 
  

    
 
  

 Começam no ribeirão das Areias, na foz do
ribeirão da Guardinha sobem por êste
até sua cabeceira para alcançar a rumo o aparado
da Serra da Borda da Mata;
 
  

  

 IGARAÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Igaraí terá as seguintes
divisas com o distrito de paz da
sede do município:
 
  

 Começam no espigão que deixa á
esquerda, as águas do ribeirão Guaxupé
e á
direita as do ribeirão Igaraí ou Canoinhas no
ponto em que êsse espigão cruza
com o divisor que deixa, á direita as águas do
mesmo Igaraí ou Canoinhas e á
esquerda as do ribeirão de Varginha seguem pela crista
dêste ultimo divisror
até encontrar a cabeceira do galo da esquerda ou de
léste do córrego da Fazenda
de Dona Candida, pelo qual descem até o rio Canôas
:
 
  

  

 S. BENEDITO DAS AREIAS:
 
  

  

 O distrito de paz de São Benedito das Areias terá
as seguintes divisas internas
com o distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam no aparado da Serra da Borda da Mata, em frente
à cabeceira do ribeirão
da Guardinha, e descem por êste até sua embocadura
do ribeirão das Areias.
 
  

  

 MOGÍ DAS CRUZES
 
  

  

 O município de Mogí das Cruzes, comarca do mesmo
nome, constituindo do distrito
de paz da sede e dos de Biritiba-Mirim, Itaquaquecetuba,
Poá, Sabaúna, Santo
Angelo, Suzano e Taiassupeba, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
do Piratímirim, sobem por êste, pelo
seu galho da extrema direita, até sua cabeceira, ganham o
morro Vermelho e por
êste e pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Tietê, e, à
esquerda,
as do ribeirão Buquiruvú-guassú,
alcançam a cabeceira do córrego do
Taboão ou
das Fontes:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego do
Taboão ou das Fontes, continuam pelo espigão
em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego
Perová e por êste abaixo no
ribeirão Caputera, seguem pelo espigão fronteiro
que contorna as cabeceiras do
ribeirão do Una, ganham a cabeceira mais norocidental do
ribeirão Taboãozinho,
e por êste abaixo até o rio Parateí,
pelo qual descem até a barra do ribeirão
da Divisa ou do Lambarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA:
 
  

  

 Começam no rio Parateí, onde deságua o
ribeirão da Divisa ou Lambarí, sobem por
êste até a bôca do córrego do
Morro do Feital, e por êste acima até o morro do
mesmo nome que transpõem, continuando pelo
espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão da Divisa ou Lambari, e,
à esquerda, as do ribeirão Itapetí,
indo até a barra do córrego do Almeida neste
último ribeirão, seguem pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão Comprido, e, à
direita, as
cabeceiras do ribeirão Itapeti, atingem o alto da
Serra do Itapeti, e pela
crista desta continuam até sua ponta mais oriental, de
fronte da cabeceira do
córrego da Estiva: vão dai em reta, à
barra do córrego de Jesuino Franco, no
ribeirão da Guararema, e pelo córrego acima
até sua cabeceira mais ocidental,
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda, as
cabeceiras do rio Potim, e, à
direita, as do córrego da Fazendinha, até
alcançar o espigão mestre
Tietê-Paraíba, pelo qual caminham até
defrontar com a cabeceira do córrego de
João de Melo:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no espigão Tietê-Paraiba, em
frente à cabeceira do córrego de João
de
Melo, descem por êste ao rio Paraitinga (afluente do rio
Tietê), seguem pelo
Paraitinga até a bôca do córrego da
Fazenda ou do Léo, pelo qual sobem até sua
cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do córrego
da Fazenda São José,
pelo qual descem até o ribeirão Alegre ou Peroba,
vão dai, em reta, à barra do
rio Claro, e dai por nova reta, à cabeceira da
água do Passarinho ou Boracica,
seguem pelo espigão mestre que separa as águas
que vertem para o litoral, das
que correm para o planalto até cruzar o contraforte que
deixa, à direita, as
águas do Itapanhaú, e à esquerda, as
dos rios Branco e Vermelho, seguindo pela
reta ao cruzamento referido;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS:
 
  

  

 Começam na cabeceira do Mar, onde ela tem o nome local de
serra de Guaratuba,
no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, à
direita, as águas do rio
Claro, e à esquerda as do rio Itapanhaú,
alcançam e seguem pela quina da serra
até a barra do ribeirão Guaré neste
último rio, continuam pelo divisor que
deixa, à direita o ribeirão das Pedras, indo
até a barra do ribeirão Grande no
rio Itatinga, sobem por êste até a embocadura do
ribeirão Claro, e continuam
pelo divisor que deixa, à direita, as águas
dêste último ribeirão e as
cabeceiras do ribeirão da Vargem Grande, e, à
esquerda, as do rio Itatinga,
alcançado o Pico do Itáguassú,
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do rio Taiassupeba, até cruzar o
espigão entre as águas dêsse rio,
à
direita, e as do rio Grande, à esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ
 
  

 (EX- S. BERNANDO)
 
  

  

 Começam na Serra do Morrão, onde ela cruza o
espigão entre as águas dos rios
Grande e Taiassupeba, seguem por êste espigão em
demanda da cabeceira mais meridional
do córrego mestre Leandro, pelo qual descem até
sua barra no tio
Taiassupeba-mirim, seguem pelo espigão fronteiro em demanda
do Alto do Morro do
Colégio, ou da Suindara, caminhando por êsse
massiço até frontear a cabeceira
mais oriental do córrego da Estiva, pelo qual descem
até o rio Guató, indo
dessa barra, em reta, ao alto do morro do Corrêa, em frente
à cabeceira mais
oriental do ribeirão Aricanduva;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL:
 
  

  

 Começam no Morro do Corrêa, em frente à
cabeceira mais oriental do ribeirão
Aricanduva, seguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Guaió, e,
à esquerda, as do ribeirão Itaquera e seus
afluentes, passando pelos Morros
Gerivá e Vermelho, até alcançar a
cabeceira mais ocidental do córrego das Três
Pontes, pelo qual descem até o rio Tietê, e por
êste abaixo até a bôca do
córrego Pirati-mirim, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MOGÍ DAS CRUZES
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Mogí
das Cruzes terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO:
 
  

  

 Começam no rio Jundiaí, na barra do
ribeirão Grande, descem por aquele até o
rio Tietê e por êste abaixo até a
bôca do rio Taiassupeba:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupeba,
descem pelo primeiro até a
embocadura do córrego da Capela, vão daqui, em
reta, à ponte sôbre o ribeirão
Jaguarí, na estrada de rodagem municipal que da cidade de
Mogi das Cruzes vai
ao bairro do Melo:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Jaguarí, na ponte
da estrada municipal que da cidade de
Mogí das Cruzes vai ao bairro do Meio, continuam pelo
espigão que deixa, à
direita, as cabeceiras do ribeirão do Mandí, indo
até a cabeceira do galho mais
meridional do córrego de São Bento, pelo qual
descem ao ribeirão do Pium e por
êste abaixo até o rio Parateí;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Lambarí ou da
Divisa, na foz do córrego do Morro do
Peital, sobem pelo primeiro até sua cabeceira mais
meridional, atingem o alto
da Serra do Itapetí, vão, dêsse ponto,
em reta, à cabeceira mais ocidental do
ribeirão Guararema, e continuam pelo espigão
mestre entre as águas do rio
Tietê, à direita, e as do rio Paraíba,
à esquerda, até frontear a cabeceira do
córrego Lindeiro;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, à direita, e as do
rio
Paraiba, à esquerda, em frente à cabeceira do
córrego Lindeiro, descem por êste
até o rio Tietê, pelo qual sobem até a
bôca do rio Biritiba-mirim, subindo por
êste até o ponto em que ele é cortado
pela reta oeste-leste, que vem da
cabeceira mais oriental de ribeirão da Estiva;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPEBA:
 
  

  

 Começam no rio Biritiba-mirim, no ponto em que êle
é cortado pela reta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão
da Estiva, seguem
pela reta até a referida cabeceira e pelo Estiva descem
até o rio Jundiai e por
êste abaixo até a bôca do
ribeirão Grande:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM:
 
  

  

 O distrito de paz de Biritiba-mirim terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPEBA:
 
  

  

 Começam no rio Itatinga na barra do rio Grande,
vão, daí, em reta à cabeceira
do galho mais meridional do rio Biritiba-mirim, pelo qual descem
até o ponto em
que êle é cortado pela reta oeste-leste que vem da
cabeceira mais oriental do
ribeirão da Estiva;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no rio Biritiba-mirim, no ponto em que êle
é cortado pela reta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão
da Estiva, descem
pelo Biritiba-mirim até o rio Tietê e por
êste abaixo até a embocadura do
córrego Lindeiro, pelo qual sobem até o
espigão mestre Tietê-Paraiba;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paraíba, em frente à cabeceira do
córrego
Lindeira caminham pelo espigão, mestre até cruzar
o espigão entre as águas do
córrego de Fazendinha, de um lado e as do rio Potim, do
outro;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA:
 
  

  

 O distrito de paz de
Itaquaquecetuba terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SEDE NO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no
rio Parateí, na foz do ribeirão do Pium,
sobem por aquele e depois pelo córrego de São
Bento até a cabeceira do seu
galho mais meridional, ganham o espigão que deixa,
á direita, as águas do
ribeirão do Mandi, e a esquerda as das cabeceiras do
ribeirão Jaguarí, indo até
êste, na ponte da estrada municipal que da cidade de
Mogí das Cruzes vai ao
bairro do Meio;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Jaguarí, na ponte
da estrada municipal que da cidade de
Mogí das Cruzes vai ao bairro do Meio, descem pelo
ribeirão até o rio Tietê e
por êste acima até a barra do córrego
da Chácara Bela Vista:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PÓÁ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
da Chácara Bela Vista, sobem por êste,
pelo galho da direita, até sua cabeceira e daí,
em reta, é barra do córrego de
Armênio Soares no córrego das Três
Pontes;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE POÁ:
 
  

  

 O distrito de paz de Poá terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
 
  

  

 Começam no córrego das Três Pontes, na
foz do córrego de Armênio Soares, vão
daí em reta á cabeceira do galho da esquerda do
córrego da Chácara da Bela
Vista, pelo que descem até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
 
  

  

 Começam no rio Tietê na foz do córrego
da Chácara Bela Vista, descem pelo Tietê
até a barra do rio Guaió e por êste
acima até a embocadura do córrego do
Fernandes e por êste acima até sua cabeceira,
continuando depois pelo espigão que
deixa, á direita, as águas do rio
Guaió, e á esquerda as do ribeirão Una
e seu
afluente o córrego da Varginha, e as do rio
Taiassupeba-Mirim, indo até o alto
do Morro da Suindara ou Colégio:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA:
 
  

  

 O distrito de paz de Sabaúna terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paraíba, onde cruza o divisor que deixa
á
direita, as águas do rio Potim e á esquerda as do
córrego Fazendinha, seguem
pelo espigão mestre até frontear a cabeceira do
córrego Lindeiro;
 
  

  

 COM  O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paraíba, em frente á cabeceira do
córrego
Lindeiro, seguem pelo espigão mestre até a
cabeceira mais ocidental do ribeirão
Guarema, vão daí em reta ao Alto da Serra do
Itaperí, em frente á cabeceira
mais meridional do ribeirão Lambarí ou da Divisa,
descem por êste até a
embocadura do córrego do Morro do Feital:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO:
 
  

  

 Fica creado, com séde na povoação do
mesmo nome, o distrito de paz de Santo
Angelo, no município de Mogí das Cruzes, e que
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO:
 
  

  

 Começam no rio Taiasupeba, na barra do ribeirão
de Assucar, descem por aquele
até a bôca do rio Tietê;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupeba,
sobem por aquele até a bôca do
rio Jundiai, e vão por êste acima até a
barra do ribeirão Grande;
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
TAIASSUPEBA.
 
  

  

 Começam no rio Jundiaí, na foz do
ribeirão Grande, vão dai em reta, à
barra do
ribeirão do Assucar, no rio Taiassupeba:
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE
SUZANO 
 

  

  

 O distrito de paz de
Suzano terá as seguintes divisas
internas.
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
POÁ
 
  

  

 Começam no alto do Morro da Suindara ou do
Colégio seguem pelo espigão que
deixa à direita, as águas do rio
Taiassupeba-mirim, e as do ribeirão do Una e
de seu efluente o córrego da Varginha e, à
esquerda as do rio Gualó
até frontear a cabeceira do córrego do
Fernandes pelo qual descem ao rio
Gualó e por este abaixo até o rio Tietê
e este ainda a boca do córrego da
Chácara Bela Vista:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA:
 
  

  

 Começaram no rio Tietê na boca do
córrego da Chácara Bela Vista, descem pelo
primeiro até a barra do ribeirão Jaguari e por
este acima até a ponte da
estrada municipal que de Mogi das cruzes vai ao Bairro do Meio.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

  Começam no rio ribeirão
Jaguarí na ponte da estrada municipal que da
cidade de Mogi das Cruzes vai ao Bairro do Meio seguem em reta,
à barra do
córrego da Capela no rio Tietê e vão
por este acima até a embocadura do rio
Taissupeba:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO:
 
  

  

 Começaram no rio Tietê, na foz do rio Taiassupeba
e vão por este acima até a
boca do ribeirão do Assucar:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPEBA:
 
  

  

 Começam no rio Taiassupeba, na barra do ribeirão
do Assucar vão por aquele
acima até a barra do ribeirão Claro, pelo qual
sobem até sua cabeceira mais
meridional no espigão divisor entre as águas dos
rios Grande e Taiassupeba:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPEBA:
 
  

  

 O distrito de paz de Taiassupeba terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO:
 
  

  

 Começam no divisor entre as águas dos rios Claro
e Taiassupeba, na cabeceira
 do ribeirão Claro, pelo qual descem até
sua barra no rio do Assucar:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO:
 
  

  

 Começam no rio Taiassupeba, na foz do ribeirão do
Assucar e vão em reta, à
barra do ribeiraõ Grande no rio Jundiaí:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Jundiaí, na foz do
ribeirão Grande, sobem por aquele até a boca
do ribeirão da Estiva e por este acima até sua
cabeceira mais oriental, indo
depois um reta, oeste-leste, ao rio Biritiba-mirim:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM:
 
  

  

 Começam no rio Birirtiba-mirim, onde ele é
cortado pela reta oeste-leste que
vem da cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva, sobem
pelo rio até a
cabeceira de seu galho mais meridional e vaõ dai em reta
à barra doribeiraõ
Grande, no rio Itatinga.
 
  

  

 MOGI GUASSÚ
 
  

  

 O município de Mogi-Guassú, comarca de
Mogi-MIrim, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-guassú, onde faz barra o
ribeirão  do meio, descem
pelo rio até a foz do rio Itupeva e por este acima
até a embocadura do ribeirão
Capitinga.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BOA
VISTA
 
  

  

 Começam no rio Itupeva, onde se lança o
ribeirão Capitinga, sobem por aquele
até o desaguadouro do ribeirão Taquarantan, dai
seguem pelo espigão entre estas
duas águas até entroncar no espigão
entre estas duas águas até entroncar no
espigão mestre que deixa, a esquerda, as águas do
rio Itupeva e à direita, as
do rio Orissanga, prosseguem até frontear a cabeceira mais
setentrional do
córrego Mangaratiba.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO DO PINHAL
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Itupeva ao norte, e as do rio
Orissanga, ao sul, em frente à cabeceira do
córrego Mangaratiba, descem por
este até o rio Orissanga e por este abaixo até a
barra do ribeirão do catingueiro,
seguem desta confluência, pelo espigão, em demanda
da barra do córrego J.E.
Souza no ribeirão dos Domingues, e daqui ainda pelo
espigão, à procura da
cabeceira mais setentrional do córrego Oliveira, pelo qual
descem ao ribeirão
as Anhumas, vão desse ponto em reta, A procura da nascente
do córrego São Pedro
pelo qual descem até o ribeirão da jangada e por
este acima até a barra do
córrego de José Luiz Diego, sobem por este e
depois, pela grota até o marco
divisório, a margem da rodovia Estadual, destes
municípios, na cabeceira da
referida grota, dai vão em reta a cabeceira mais ocidental
do córrego da
Divisa, pelo qual descem até o ribeirão dos
Porcos e por este abaixo até o rio
Mogi-Guassú.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde se
lança o ribeirão dos Porcos e descem por
aquele até a barra do córrego da fazenda Velha:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI-MIRIM:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde descarrega o
córrego da fazenda Ovelha e vão
por aquele abaixo até a barra do córrego da
fazenda D. Joséfina, logo abaixo da
Cachoeira de Cima, vão dai em reta a barra do
córrego Capela dos Alves no
ribeirão da Cachoeira, dai prosseguem em reta a cabeceira do
córrego dos
Macacos no espigão divisor Mogi-Mirim até a barra
do ribeirão do Corta Rabicho:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAS:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde faz barra o
ribeirão Corta Rabicho,
descem por aquele até a foz do córrego do Rio das
Pedras:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LEME:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde
deságua o córrego do rio das Pedras e
continuam pelo rio abaixo até a barra do ribeirão
do Meio, onde principiaram
estas divisas:
 

  

  

 MOGÍ MIRIM
 

  

  

 O município de Mogí-Mirim, comarca do mesmo
nome, constituido do distrito de paz da séde e dos de Artur
Nogueira, Conchal,
Jaguari e Posse de Ressaca, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM MUNICÍPIO DE ARARAS:
 

  

  

 Começam na barra do córrego Bom Jesus, no
ribeirão do Ferraz, vão por êste abaixo
até a barra do córrego do Barboza e
daqui em reta, á confluência do
ribeirão do Pantano, no ribeirão do Cerrado e
daí, por nova reta, à cabeceira sudoriental do
córrego Corta-Rabicho, pelo qual
descem até o rio Mogí-Guassú;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-GUASSÚ:
 

  

  

 Começam no rio Mogí-Guassú, onde
desemboca o
córrego Corta-Rabicho, sobem por aquele até a
barra do rio Mogi-Mirim, continuam
pelo espigão entre êsses dois rios até
encontrar a cabeceira do córrego dos
Macacos, vão daí, em reta, à
confluência do córrego da Capela dos Alves com o
ribeirão Cachoeira, e dessa confluência em reta,
à barra do córrego da Fazenda
Santa Josefina, no rio Mogi-Guassú, subindo por
êste até o córrego da Fazenda
Velha;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA:
 

  

  

 Começam no rio Mogi-Mirim, onde deságua o
córrego da Fazenda Velha, sobem por êste
até sua cabeceira mais meridional,
contornam as cabeceiras do córrego dos Gonçalves
e ganham, sempre pelo espigão,
a ponta mais setentrional do massiço chamado do Morro do
Gravi, seguindo pela
cumiada dêste e pelo espigão em demanda da
confluência do córrego do lanhoso,
no córrego do Gola, no rio Mogi-Mirim; sobem por
êste até a barra do córrego da
Fazenda da Calunga, no açude, dêste ponto
prosseguem pelo contraforte que vai
ao divisor entre as águas do rio do Peixe e
ribeirão da Penha, à esquerda, e as
dos rios Mogi-Mirim, à direita, até cruzar o
espigão mestre entre os rios Jaguari,
ao sul, e Mogi-Guassú, ao norte, avançam por
êste espigão mestre, contornando
as cabeceiras do rio Camandoncaia-Mirim, até encontrar o
divisor entre as águas
dêste mesmo rio e o ribeirão Morro Agudo, em
frente á cabeceira mais meridional
do córrego de Lucas Jorge;
 

  

  

 COM MUNICÍPIO DE AMPARO:
 

  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas dos
rios Jaguari, ao sul, e Mogi-Guasú, ao norte, no ponto em
que êste entronca com
o divisor das águas do rio Camandocala-Mirim, de um lado e
do ribeirão do Morro
Agudo, do outro, em frente à cabeceira mais meridional do
córrego de Lucas
Jorge, seguem por êste último divisor
até a cabeceira do córrego do Tanque de
S. Elias, continuando pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do córrego
Santa Bárbara, indo à cabeceira do
córrego da Fazenda S. Cloud e por este
abaixo até o rio Camandocaia;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA:
 

  

  

 Começam no rio Camandocaia, na barra do
córrego da Fazenda S. Cloud vão pelo rio abaixo
até foz do córrego da Fazenda
Capim Fino, sobem por Êste até a sua cabeceira
mais ocidental e, transpondo o
espigão mestre entre as águas dos rios
Camandocaia, ao norte, e Jaguarí, ao
sul, alcançam a cabeceira do córrego da Fazenda
de Carlos Aranha, pelo qual
descem até o rio Jaguarí;
 

  

  

 COM MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 
  

  

 Começam na
barra do córrego da Fazenda de Carlos Aranha, com o rio
Jaguarim,
seguem pelo espigão fronteiro até a cabeceira do
córrego da Fazenda Castelo,
pelo qual descem até a sua barra, no córrego
Fazenda Santa Julia e prosseguem
pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais oriental
do córrego da
Fazenda Tanquinho Velho, pelo qual descem até seu galho mais
setentrional,
continuando por êste acalma até sua cabeceira:
daí vão, em reta, à ponte sobre
o rio Jaguarí, da estrada estadual, descendo pelo rio
Jaguari até a barra do
ribeirão da Cachoeira, sobem por êste
até a boca do córrego Boldiu.
Cemitério
ou Capéla e por este acima até sua cabeceira,
ganham a cabeceira do córrego
Socegan e por êste descem ao rio Pirapitinguí;
sobem por êste até a boca da
Água do Jacinto, caminham por êste acima
até sua cabeceira e daí, em reta, à
barra da Água do Km. 41, da Estrada de Rodagem no
ribeirão Três Barras e por
êste abaixo até o ribeirão Monjolo
Grande, por êste acima até a boca do
córrego
Pinheirinhos e por êste acima até sua cabeceira:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA:
 

  

  

 Começam na cabeceira do córrego dos Pinheirinhos,
continuam pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Três Barras e
à esquerda, as do ribeirão Tabajara indo
até o córrego do Barreiro, onde faz barra
o córrego que vem da Fazenda de J. Sampaio sobe por
êste ultimo até sua
cabeceira mais ocidental e continuam pelo espigão que deixa,
à esquerda, o
ribeirão Tabajara e, à direita, as
águas do ribeirão Ferraz, até
encontrar a
cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus, pelo qual
descem até o ribeirão
do Ferraz, onde tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MOGÍ-MIRIM:
 

  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito da sede do município, de
Mogí-Mirim, terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA:
 

  

  

 Começam no rio Pirapitingui, na foz do
ribeirão de Manoel Dias, sobem por êste
até sua cabeceira norocidental,
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão Mato Dentro,
e, à direita, as dos ribeirões Vatinga e
Pederneira, e vão até a ponte sobre o
córrego do Coxim, na estrada de rodagem que da cidade de
Mogi-Mirim vai à
cidade de Limeira;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CONCHAL:
 

  

  

 Começam na ponte sobre o córrego do Coxim,
na estrada de rodagem que da cidade de Mogi-Mírim vai
à cidade de Limeira,
sobem pelo Coxim até sua cabeceira mais setentrional, ganham
a cabeceira de
contravertente do ribeirão da Ponte Baixa, descem por
êste até o ribeirão da
Ponte Alta, seguem por êste abaixo até a boca do
córrego Aterradinho, e dessa barra,
em reta, à Cachoeira do Itupava-Mírim, no rio
Mogi-Guassú;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POSSE DE RESSACA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do
rio do Peixe, à direita, e as do rio Jaguari, á
esquerda, no seu ponto de
cruzamento com o espigão que deixa, á direita, as
águas do ribeirão do
Lambedor, e, à esquerda, as do ribeirão da
Ressaca, seguem por êste último
divisor até frontear a cabeceira do córrego da
Fazenda Mato Alto, descem por
êste até o ribeirão do Lambedor,
vão por êste abaixo até o rio
Pirapitingui, e
por êste acima até a barra do ribeirão
de Manoel Dias.
 

  

  

 ARTUR NOGUEIRA:
 

  

  

 O distrito de paz de Artur Nogueira terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CONCHAL:
 

  

  

 Começam no ribeirão Ferraz, na barra do
córrego da Guaiquíca, seguem pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do
ribeirão da Barra, indo até a
confluência do córrego do Coxim, neste
ribeirão,
sobem pelo córrego do Coxim até a ponte da
estrada de rodagem que da cidade de
Mogí-Mirim vai à cidade de Limeira;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam na ponte do córrego do Coxim, na
estrada de rodagem que da cidade de Mogí-Mirim, vai
à cidade de Limeira,
continuam pelo espigão que deixa á esquerda, as
águas ribeirões Pederneira e
Vatinga e, à direita, as do ribeirão de Mato
Dentro, indo até a cabeceira
norocidental do ribeirão de Manoel Dias, pelo qual descem
até o rio
Pirapitinguí;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POSSE DE RESSACA:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão de Manoel Dias,
no rio Pirapitinguí, e continuam em
direção ao sul, pelo espigão que
deixa, à
esquerda, as águas de ribeirão da Ressaca, e,
à direita, as do rio
Pirapitinguí, indo até o alto da Borda da Mata;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JAGUARI:
 

  

  

 Começam no alto da Borda da Mata, e vão em
reta, à barra do córrego do Boldiu,
Cemitério ou Capéia, no ribeirão da
Cachoeira.
 

  

  

 CONCHAL:
 

  

  

 O distrito de paz de Conchal terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam na cachoeira do Itupava-Mirim, no rio Mogi-Guassu,
vão dai, em reta, à
barra do córrego ao Aterradinho, no ribeirão da
Ponte Alta, e por este acima e
pelo ribeirão da Ponte Baixa até sua cabeceira,
ganham a cabeceira mais
setentrional do córrego do Coxim, que fica na
contravertente, e por este descem
até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de
Mogi-Mirim vai à cidade de
Limeira.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA:
 
  

  

 Começam no córrego do Coxim, na ponte da estrada
de rodagem que da cidade de
Mogi-Mirim, vai à cidade de Limeira, descem pelo Coxim
até sua barra, no
ribeirão da Barra, e continuam pelo espigão que
deixa, à direita, as águas
deste ultimo até a barra do córrego Guaiquica, no
ribeirão Ferraz.
 
  

  

 JAGUARI:
 
  

  

 O distrito de paz de Jaguari terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA
 
  

  

 Começam no ribeirão da Cachoeira, na foz do
córrego do Boldiun, Cemitério ou
Capéla, continuam, em reta, até o alto da borda
da Mata;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POSSE DE RESSACA
 
  

  

 Começam no alto da Borda da Mata, continuam pelo
espigão que deixa, à direita,
as águas do ribeirão da Cachoeira e as do rio
Camandocaia, e, à esquerda, as do
ribeirão da Ressaca, indo até o marco do km. 43,
da Companhia Mogiana de
Estradas de Ferro, marco que fica
 
 2000 metros
 
 ao norte da estação de Guedes,
atingem esse marco, o rio Camandocaia-Mirim, em linha oeste-leste, e
daí, em
reta, vão até a confluência do
córrego da Fazenda S. Cloud, no rio Camandocaia
 
  

  

 POSSE DA RESSACA:
 
  

  

 O distrito de paz de Posse da Ressaca, terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA
 
  

  

 Começam no alto da Borda da Mata, continuam pelo
espigão que deixa, à direita,
as águas do ribeirão Ressaca, e, à
esquerda, as do rio Pirapitinguí, indo até a
barra do ribeirão de Manoel Dias, naquele rio.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Pirapitinguí, na barra do
ribeirão de Manoel Dias, sobem por
aquele até a barra do ribeirão Lambedor, por este
continuam acima até a boca do
córrego da Fazendo Mato Alto, e por este ainda
até sua cabeceira, prosseguindo
depois pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão do Lambedor, e,
à direita, as do ribeirão da Ressaca;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JAGUARI:
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, na foz do córrego da
fazenda S. Cloud, vão em reta,
ao rio Camandocaia-Mirim, no ponto em que ele é atingido
pela reta oeste-leste,
que vem do marco do km. 43 da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro,
marco que
fica
 
 2600
metros
 
 ao norte da estação de Guedes, seguem pela reta
até o marco e procuram depois o
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão da Ressaca, e, à esquerda,
as do rio Camandocaia e as do ribeirão da Cachoeira caminham
por este espigão
até o alto da Borda da Mata.
 
  

  

 MONTE ALTO
 
  

  

 O município de Monte Alto, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de
paz da sede e do de Vista Alegre, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRANGI:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na foz do
córrego dos Queirozes, seguem pelo
contraforte entre os córregos do Queirozes e Mombuca,
até a estrada do Taboado,
e pelo eixo desta até o córrego do
Cambaúva, e daí, em reta, à barra do
córrego
Sovaca, no córrego da Fazendinha e por nova reta
vão até a cabeceira mais
ocidental do córrego da Olaria e por este abaixo
até o córrego do Barro Preto :
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL:
 
  

  

 Começam na barra do córrego da Olaria, no
córrego do Barro Preto, caminham pelo
espigão fronteiro, que contorna as cabeceiras do
córrego da Água Suja e atingem
a confluência do córrego de J. Carvalho no
ribeirão Tabaranas, continuando pelo
espigão que deixa, à direita as águas
deste córrego e as do córrego até o
espigão mestre Turvo-Mogi-Guassu, pelo qual caminham
até frontear a nascente do
córrego da Graminha conhecido pelo nome de Dona Candinha e
por nova reta à
cabeceira do córrego da Fazenda Laranjal, mais
próxima do marco do km. 364, do
ramal de Jaboticabal, da Companhia Paulista de Estradas de Ferro,
descem por
aquele córrego do Tijuco e por este abaixo, até a
barra do córrego do Antonio
Francisco e por este acima até sua cabeceira, continuam pelo
espigão que
contorna as cabeceiras do córrego de José
Crispim, indo à barra do córrego do
Rumo no ribeirão Córrego Rico.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA:
 
  

  

 Começam no ribeirão impropriamente chamado de
Córrego Rico, na foz do córrego
do Rumo, sobem por este até a boca do córrego da
Fazenda Santa Amélia e vão por
este acima e pelo seu galho da direita, até sua cabeceira,
ganham a nascente do
galho da direita do córrego P. Paulo Corrêa, que
fica na contravertente e
descem por este até o ribeirão Córrego
Rico, e por este acima até a barra do
córrego da Serrinha e por este acima até sua
cabeceira, ganham daí o espigão
mestre entre as águas do ribeirão da
Onça, à direita, e as do ribeirão dos
Porcos, à esquerda, passam pelo Morro da Broa, e atingem a
cabeceira do pequeno
córrego do Rocha, pelo qual descem ao ribeirão da
Lagoa, também chamado de Boa
Vista dos Olhos D'Agua por este descem até a foz do
córrego de Saul Burker;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES :
 
  

  

 Começam no ribeirão da Lagôa, ou da Boa
Vista dos Olhos D'Agua, na foz do
córrego de Saul Burker, descem por aquele até sua
confluência no ribeirão da
Onça, e por este abaixo até a barra do
córrego do Mendes ;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARIRANHA :
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na foz do
córrego dos Mendes e por aquele abaixo
até a barra do córrego dos Queirozes, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MONTE ALTO:
 
  

  

 VISTA ALEGRE:
 
  

  

 O distrito de paz de Vista Alegre, terá as seguintes divisas
internar com o
distrito de paz da sede do município:
 

  

 Começam no
ribeirão da Onça, na foz do ribeirão
da
Lagoa ou da Boa Vista dos Olhos D’água, sobem por
aquele até a barra do córrego
das Águas Claras e por este acima ate a boca do
córrego da Fazenda Barreiro,
seguem pelo espigão intermediário desses dois
cursos e ganham a cabeceira mais
meridional do ribeirão Tabaranas, pelo qual descem
até a barra do córrego da
Fazenda de J. Carvalho.
 
  

  

 APARECIDA DE MONTE ALTO:
 
  

  

 Fica suprimido o distrito de paz de Aparecida de Monte Alto.
 
  

  

 MONTE APRAZIVEL:
 

  

  

 O município de Monte Aprazivel, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito
de paz da sede do município e dos de General Salgado,
Junqueira, Nhandeara,
Nipoan e Vila Poloni, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre São
José dos Dourados-Tietê, no cruzamento com o
contraforte que deixa, à direita, as águas do
córrego da Serpente, e à
esquerda, as do córrego Sucuri, seguem pelo contraforte
até a barra do Serpente
no rio São José dos Dourados, sobem por este
até a boca do ribeirão Marimbondo.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TANABÍ:
 
  

  

 Começam no rio São José dos Dourados,
na foz do ribeirão Marimbondo, e sobem
por aquele até a boca do córrego Soledade,
vão por este acima até a estrada do
Taboado, e pelo eixo desta até o córrego da
Fortaleza, e pelo qual sobem até a
boca do córrego da Grama e por este acima até sua
cabeceira, ganham o espigão
mestre Preto-São José dos Dourados, pelo qual
caminham até a cabeceira do
córrego Água Fria ou Ipê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MIRASSOL:
 
  

  

 Começam, no córrego Preto-São
José dos Dourados, no espigão mestre em frente da
cabeceira do córrego Água Fria ou Ipê,
descem por este até o rio São José dos
Dourados e por este acima até a boca do córrego
do Barreiro, e por este ainda
até sua cabeceira, daí em reta à
cabeceira do córrego de Traz ou Tiaz e por
este ainda até sua confluência com o
córrego Cachoeira, formadores do ribeirão
Bacurí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFÁCIO:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego de
Traz ou Tiaz com o córrego Cachoeira, formadores
do ribeirão Bacurí, descem por este
até sua barra no ribeirão do Ferreiros e
por este abaixo até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PENAPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê na foz do ribeirão
dos Ferreiros e descem por aquele até a
barra do ribeirão Lageado ;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GLICÉRIO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Lageado, descem por aquele até a barra
do ribeirão Santa Barbara;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Santa Barbara, vão em reta, à
ponte
sobe o córrego Grande, afluente do ribeirão Mato
Grosso, na estrada que vai a
vila Macubas e, daí, em nova reta, a nascente do
ribeirão Açouta-Cavalos,
ganham a rumo o espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados, pelo qual
caminham
até frontear a cabeceira mais setentrional do
córrego Osorio, onde tiveram
inicio estas divisas .
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MONTE APRAZIVEL
   

  

 SEDE DO
MUNICÍPIO
   

  

 O distrito de paz da
sede do município de Monte
Aprazível terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE PAZ NIPOAN:
 
  

  

 Começaram no
espigão São José dos Dourados, no
ribeirão dos Ferreiros, onde êle é
cortado pela reta que da cabeceira do
córrego Barreiro, vai á cabeceira do
córrego Monteiro, seguem pelo espigão
até
a forquilha dos dois mais importantes formadores do córrego
Pendera.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI:
 
  

  

 Começam na forquilha dos dois galhos mais importantes,
galhos formadores do
córrego Pendera, sóbem pelo galho da direita
até sua cabeceira e transpondo o
espigão mestre Tietê-São
José dos Dourados, alcançam a cabeceira do
córrego das
Cruzes, pelo qual descem até o rio São
José dos Dourados, e por este abaixo até
o córrego Fortaleza, pelo qual sóbem
até a estrada de Taboado.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE GENERAL SALGADO:
 
  

  

 O distrito de paz general Salgado, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NHANDEARA:
 
  

  

 Começam no rio São José dos Dourados,
na barra do córrego do Pereiras e por
êste acima até sua cabeceira mais meridional,
ganhando, depois, a rumo, o
espigão mestre São José dos
Dourados-Tietê.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JUNQUEIRA:
 
  

  

 O distrito de paz de Junqueira terá as seguintes disas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NIPOAN:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Ferreiros, na barra do
ribeirão Bacuri, sobem por
aquele e pelos córregos Laranja e Moinho, até sua
cabeceira e vão daí, em reta,
á confluência dos dois principais galhos
formadores do córrego Pendera;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI:
 
  

  

 Começam na confluência dos dois principais galhos,
formadores do córrego
Pendera, vão daí, em reta, á nascente
do córrego Montevidéo e por outra reta
á
encruzilhada da estrada que vaí para a vila de Nhandeara,
com a que vai para
Sebastianopolis, no espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados, pelo qual
caminham até frontear a cabeceira do córrego dos
Coqueiros;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NHANDEARA;
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados, em frente
á cabeceira do
córrego dos Coqueiros, seguem pelo espigão
até cruzar com o contraforte que
deixa, á esquerda, as águas do
ribeirão Santa Barbara, e, a direita as do
ribeirão Mato-Grosso, alcançam a cabeceira do
córrego Ponte Nova e por êste
abaixo e pelo ribeirão Santa Barbara, até o rio
Tietê.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE NHANDEARA:
 
  

  

 O distrito de paz Nhandeara terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GENERAL SALGADO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-São José dos Dourados, em frente
á cabeceira
mais meridional do córrego dos Pereiras, descem por
êste até o rio São José dos
Dourados;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI:
 
  

  

 Começam no córrego dos Cochos  na
estrada do Taboado, descem por aquele
até o rio São José dos Dourados, e
seguem por êste até a barra dos Coqueiros e
por êste acima até sua cabeceira,
alcançando o rumo o espigão mestre
Tietê-São
José dos Dourados;
 
  

  

 COM DISTRITO DE PAZ DE JUNQUEIRA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre do
Tietê-São José dos Dourados, em frente
á cabeceira
do córrego dos Coqueiros, seguem pelo espigão
mestre até cruzar com o
contraforte que deixa, á direita, as águas do
ribeirão Mato-Grosso e á
esquerda, as do ribeirão Santa Barbara, pelo qual
avançam até a cabeceira do
córrego Ponte Nova e por êste o pelo
ribeirão Santa Barbara abaixo, até o rio
Tietê.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE NIPOAN:
 
  

  

 O distrito de paz de Nipoan terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JUNQUEIRA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Ferreiros, na barra do
ribeirão Bacuri, sobem pelos
Ferreiros, e pelos córregos Laranjal e Moinho
até sua cabeceira, ganham,
em reta, a confluência dos dois principais galhos formadores
do córrego
Pendera;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na
forquilha dos dois
principais galhos formadores do córrego Pendera,
vão pelo espigão mestre
Tietê-São
José dos Dourados, até onde êle
é cortado
pela reta que vai da cabeceira do córrego do Barreiro,
à
cabeceira do córrego
Monteirinho.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI:
 
  

  

 O distrito de paz de Vila Poloni, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NHANDEARA:
 

  

  
 

  

 Começam no
espigão mestre Tietê-São
José dos
Dourados, em frente à cabeceira do córrego dos
Coqueiros, descem por êste rio
São José dos Dourados pelo qual seguem
até a boca do córrego dos Cochos e por
êste acima até a estrada do Taboado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no córrego da Fortaleza, na estrada do
Taboado, descem pelo córrego até
o rio São José dos Dourados e por êste
acima até a boca do córrego das Cruzes,
pelo qual sobem até sua cabeceira, alcançam o
espigão mestre Tietê-São
José dos
Dourados, procuram a cabeceira do galho da esquerda do
córrego Pendera e por
êste abaixo, até a forguilha dos dois principais
formadores do referido
córrego;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JUNQUEIRA:
 
  

  

 Começam na forquilha dos dois mais importantes galhos
formadores do córrego
Pendera, vão dai, em reta, à nascente do
córrego Montevidéo e por nova reta,
com a que vai para Sebastianopolis, prosseguindo pela cruzilhada da
estrada que
vai para a vila Nhandeara, o espigão  mestre
Tietê-São José dos Dourados,
até frontear a cabeceira do córrego dos Coqueiros.
 
  

  

 MONTE AZUL
 
  

  

 O município de Monte Azul, comarca de Bebedouro,
compreendendo o distrito de
paz da séde e o de Marcondesia, terá as seguintes
divisa:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJOBI
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego do Souza,
sobem por êste até a barra do
córrego da Fazenda São João e por
êste ainda até sua cabeceira mais
ocidental,vão daqui, em reta, ate a cabeceira mais
meridional do córrego da
Fazenda Santa Rosa, por êste descem até o
córrego Matadouro, seguem desta barra
pelo espigão que deixa, à direita, as
águas deste último, e à esquerda, as
do
córrego da Fazenda Santa Rita, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as
águas do rio Cachoeirinha, e, à esquerda, as do
córrego Domicíano ou Barro
Preto indo em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego
da Fazenda Abilio
de Almeida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego de
Abílio de Almeida pelo qual descem até o rio
Cachoeirinha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego
Abílio de Almeida, sobem por
aquele até a barra do córrego de Almeida, sobem
por aquele ate a barra do
córrego Grande e por este sobem ate sua cabeceira
norocidental, vão daí, em
reta, á cabeceira mais setentrional do córrego da
Onça ou Palmital.
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE BEBEDOURO
 

  

 Começam no
espigão mestre entre as águas do rio
Pardo, à esquerda, e as do rio Cachoeirinha, á
direita, na cabeceira mais
setentrional do córrego da Onça ou Palmital,
seguem pelo espigão mestre ate a
cabeceira mais setentrional do córrego Cocal e por este
descem ate a barra do
córrego dos Medeiros, pelo qual sobem ate sua cabeceira mais
meridional,
continuando depois pelo espigão mestre entre as
águas do rio Pardo, á esquerda,
e as do rio Cachoeirinha, á direita, até a
cabeceira mais setentrional do
córrego Novo e por este abaixo ate o ribeirão
Avanhandava e por este abaixo até
a barra do córrego da Floresta, pelo qual sobem
até sua cabeceira no espigão
que deixa, a esquerda, as águas do rio Turvo, e, a direita,
as do ribeirão
Avanhandava e por este espigão caminham até a
cabeceira do Barreirinho pelo
qual descem ate sua barra no rio Turvo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRANGÍ:
 
  

  

 Começavam no rio Turvo, na foz do córrego
Barreirinho e vão por aquele abaixo
até a barra do córrego do Souza, onde
principiaram estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MONTE AZUL
 

  

 MARCONDESIA
 
  

  

 O distrito de paz de Marcondesia terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município de Monte
Azul:
 
  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego do Campo
Grande, sobem por êste até sua
cabeceira ganham a cabeceira do Joaquim Justino, pelo qual descem
até a barra
do córrego dos Gonçalves, pelo qual sobem
até a cabeceira mais meridional do
córrego da Fazenda São Francisco e por
êste abaixo até o córrego Paissandu,
pelo qual descem até o rio Cachoeirinha.
 
  

  

 MONTE MÓR
 
  

  

 O município de Monte Mór, comarca de Capivari,
compreendendo o distrito de paz
da séde e o de Elias Fausto, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPIVARÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Capivarí, em frente à cabeceira
do córrego da
Poca, ganham o contraforte entre as águas do
ribeirão Atuaú, à direita, e as do
ribeirão dos Agostinhos ou Samambaia, à esquerda,
prosseguem pelo contraforte
contornando as cabeceiras do córrego Queluz, que passa junto
à séde da Fazenda
dêste nome, e avançam pelo espigão
entre o ribeirão do Carneíro, à
direita, e
as do córrego Queiuz, à esquerda, indo
até a barra do Carneiro no rio Capivari;
sobem por êste até a embocadura do
córrego da Fonseca e por êste acima até
a
barra do córrego da Fazendo Monte de Ouro, continuando pelo
divisor que separa
esta água das do córrego do Fonseca e depois pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as vertentes do ribeirão Água Choca,e,
à direita, às da Fazenda Monte
Belo, até cruzar com o espigão mestre
Capivari-Piracicaba do córrego Joaquim
Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BARBARA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Piracicaba-Capivari, em
frente à cabeceira do córrego
Joaquim Grande, pelo qual descem até sua barra no
ribeirão do Galvão, e vão
desta barra, em reta, à confluência do
córrego Candelaria no ribeirão dos
Toledos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Toledos, na foz do
córrego Candelaria, sobem pelo
Candelaria até a sua cabeceira, ganham o espigão
mestre Piracicaba-Capivari,
seguem pelo espigão mestre até cruzar com o
contraforte entre as águas do
ribeirão do Aterrado de um lado, e córrego
Comprido, do outro, continuam pelo
contraforte, até a barra do córrego Comprido, do
outro, continuam pelo
contraforte, até barra do córrego Comprido no rio
Capivari, vão dai em reta à
barra do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande no rio
Capivari-mirim;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA:
 
  

  

 Começam no rio Capivarí-mirim, onde descarrega o
ribeirão Campo Grande ou
Monjoio Grande, prosseguem pelo espigão que deixa,
à esquerda, as águas dêste
ribeirão e, a direita, as dos ribeirões da
Caninana e Santa Idalina em demanda
do espigão mestre Tietê-Capivari, ganham o
contraforte entre o rio Burú e o
córrego Campo Bonito, indo até a
confluência dêsses dois cursos, descem pelo
Burú até a barra do córrego do Rosa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO:
 
  

  

 Começam no rio Burú, na foz do córrego
Rosa e por êste acima até sua cabeceira,
vão pelo espigão que deixa entre os rios
Burú e Atuaú, até a
confluência dos
ribeirões Quilombo e Orissanga, sobem por êste
até a boca do córrego da Poca e
por êste acima até o espigão mestre
Tietê-Capivarí, onde tiveram início
estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MONTE MÓR
 
  

 ELIAS FAUSTO
 
  

  

 O distrito de paz de Elias Fausto terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam no rio Capivari, na foz do córrego do
Fonseca, sobem pelo rio até a
barra do córrego Azul e vão por êste
acima até sua cabeceira, ganham o espigão
mestre Cpivarí-Tietê e por êle caminham
até cruzar com o contraforte entre as
águas dos ribeirões Santa Idalina e Caninana,
à direita, e as do ribeirão Campo
Grande ou Monjoio Grande, à esquerda.
 
  

  

 MORRO AGUDO
 
  

  

 O município de Morro Agudo, comarca de Orlândia,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM MUNICÍPIO DE GUAÍRA:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na embocadura do ribeirão
do Rosário, sobem por êste até
a barra do córrego denominado Esgoto do Brejão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOAQUIM:
 
  

  

 Começam onde o Esgôto do Brejão faz
barra no ribeirão  do Rosário ,e sobem
por êste até a barra do córrego
Invernada;
 
  

  

 COM MUNICÍPIO DE ORLANDIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Rosário, onde
desemboca o córrego da Invernada, sobem
por êste a sua até a sua cabeceira e dai, em rumo,
à cabeceira mais
setentrional do córrego das Éguas, pelo qual
descem até a barra da primeira
nascente da esquerda, e dêste ponto vão em reta
até a confluência do córrego
Brejinho, no ribeirão Agudo, continuam depois pelo
espigão que separa, à
direita, as águas do córrego Grameleira, e,
à esquerda, as do córrego Brejinho,
até alcançar a nascente mais setentrional do
ribeirão Lambari, pelo qual descem
até a confluência da primeira cabeceira da
esquerda, vão dai, em reta, à
cabeceira do córrego da Capela, pelo êste ainda,
até a barra do córrego da
Lagôa;
 
  

  

 COM MUNICÍPO DE PONTAL:
 
  

  

 Começam na barra do córrego da Lagôa,
no ribeirão da Floresta, vão dai, em
reta, à nascente do córrego da Vasante, pelo qual
descem até o córrego
Contendas, e por êste ainda até o rio Pardo, pelo
qual descem até a foz do rio
Mogi-Guassú;
 
  

  

 COM MUNICÍPIO DE  PITANGUEIRAS:
 
  

  

 Começam na confidência do rio
Mogi-Guassú com o rio Pardo, e vão por
êste
 abaixo até a barra do Ribeirão do Paiol;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VIRADOURO:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão do Paiol faz barra com o
rio Pardo e descem por êste
 até a barra do ribeirão das Palmeiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Pardo, onde faz a barra o ribeirão
das Palmeiras, e vão por
aquele abaixo até a barra do ribeirão Turvo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS:
 
  

  

 Começam no ribeirão Turvo, onde êste
deságua no rio Pardo, e vão por êste
abaixo até a foz do ribeirão do
Rosário, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 MUNDO NOVO
 
  

  

 O município de Mundo Novo, comarca de Novo Horizonte ,
terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POTIBENDABA
 
  

  

 Começam no rio Barra Mansa ou Cubatão, na foz do
córrego do Flávio, vão pelo
rio acima até a barra do córrego do Neto ou Barro
Preto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBIRÁ
 
  

  

 Começam no rio Cubatão na barra do
córrego do Neto ou Barro  Preto, vão
por aquele acima até a embocadura do córrego
Pitangueiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ
 
  

  

 Começam no rio Cubatão, onde descarrega o
córrego Pitangueiras, sobem pelo
córrego Pitangueiras até sua cabeceira mais
meridional, continuam em demanda da
cabeceira mais setentrional do córrego Barro Preto, pelo
qual descem até sua
foz  no córrego das Palmeiras e por êste
ainda até sua foz no ribeirão do
Cervo Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Palmeiras, no
ribeirão do Cervo Grande, seguem a
rumo da cabeceira do córrego de Santa Ana, descem por
êste ao córrego Bacuri,
sobem por este até a foz do córrego Batata e por
êste acima  até sua
cabeceira mais oriental, continuam pelo espigão que deixa, a
esquerda, as águas
do ribeirão do Cervinho, e do córrego dos Negros,
e, à direita, as do córrego
do Barreiro, indo até a cabeceira do córrego do
Flávio, pelo qual descem até o
rio Barra Mansa ou Cubatão, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 NATIVIDADE
 
  

  

 O município de Natividade, comarca de São Luiz do
Paraitinga, compreendendo o
distrito de paz da séde do de Bairro Alto, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE REDENÇÃO :
 
  

  

 Começam na barra do córrego do Feliciano ou dos
Alves, no rio Paraítinga, vão
dêsse ponto pelo espigão divisor entre as
águas dêste último rio, á
esquerda ,
e as do rio Paraíbuna, à direita, em demanda da
barra do ribeirão Ponte do
Lago, no rio Paraitinga , sobem por êste até a
barra do córrego Indaiá;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA:
 
  

  

 Começam na foz do córrego Indaiá, no
rio Paraítinga, sobem por aquele até sua
cabeceira e continuam pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do rio do
Peixe, e à esquerda, as do ribeirão do
Chapéu, alcançam o espigão entre as
águas do ribeirão Barra Mansa , à
direita  e as do ribeirão da
 Prata, à esquerda, pelo qual prosseguem
até a barra do ribeirão da Prata,
no rio Paraíbuna continuam pelo espigão fronteiro
 até a cordilheira do
Mar;
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE UBATUBA:
 
  

  

 Começam na  cordilheira  do Mar, onde ela
cruza com o espigão que
leva à barra do ribeirão da Prata no rio
Paraíbuna, seguem pela crista da
cordilheira até encontrar com o espigão que
deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão Maranduba, e , à direita, as do
ribeirão Mocóca;
 
  

  

 COM O MUINICÍPIO DE CARAGUATATUBA:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com o
espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Mocóca,
e, à esquerda, as do ribeirão Maraduba,
seguem pela crista daquela até encontrar o
espigão divisor entre as águas do
rio Pardo, à esquerda, e , à direita, as do Negro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAÍBUNA:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com o
espigão divisor das águas
do rio Pardo, à esquerda, e as do rio Negro, à
direita , seguem por êste último
divisor até a confluência destes dois cursos
d’água descem pelo rio Pardo , até
sua foz no rio Lourenço Velho e por êste ainda
até sua barra no rio Paraíbuna,
pelo qual descem até a boca do córrego Branco,
subindo por êste até sua
cabeceira, vão daí, a rumo da barra do
córrego do Feliciano ou dos Alves no rio
Paraítinga , onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE NATIVIDADE:
 
  

  

 BAIRRO ALTO
 
  

  

 O distrito de paz de Bairro Alto terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município de
Natividade:
 
  

 Começam no cruzamento do espigão que
deixa,à direita, as águas do rio
Chapéu,e,
à esquerda, as do rio do Peixe, com o espigão
mestre que deixa, à direita as
águas dêste último , e, à
 esquerda, as do rio Paraíbuna, seguem por
êste
espigão mestre até o rio Paraíbuna,
vão daí em reta, à barra do
córrego Pouso
Alto no ribeirão dos Machados, e,por outra reta,
à barra do rio Negro no rio
Pardo.
 
  

  

 NAZARÉ
 
  

  

 O município de Nazaré, comarca de Atibaia,
constituído de paz da sede e do de
Perdoes, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA
 
  

  

 Começam no pião divisor entre as nascentes dos
rio Jundiai, Onofre e
Cachoeirinha, na Serra da pedra vermelha, continuam por esta Serra e
pelo
contraforte que deixa, a esquerda, as águas do
córrego da pedra vermelha, e a
direita, as do rio Itapetininga, até a
junção destes dos cursos dágua,
vão
desta confluência, pelo espigão ate a extremidade
meridional da Serra de
Itapetininga, segundo ate o pico do mesmo nome, procuram a cabeceira
mas
meridional do ribeirão Laranja Azeda, pelo qual descendo no
rio Atibaia, sobem
por êste até o rio Cachoeira e por
êste ainda até a barra do córrego do
Padre Abel:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA
 
  

  

 Começam no rio Cachoeira, onde faz barra o
córrego do Padre Abel, sobem por
aquele até a barra do ribeirão Feital, e
vão por este acima até a embocadura do
córrego do Serro, e por este sobem até sua
cabeceira mais setentrional,
atingindo o Morro Grande dos Macenos; continuam pelo divisor entre as
águas do
 rio Cachoeira, ate a barra do córrego da Cruz das
Almas, no rio Atibaia
ou Atibainha, sobem por êste ate a foz do ribeirão
do Pião,e por êste ainda até
a barra do córrego da Capela, subindo ainda por
êste até sua cabeceira,
continuam pelo contraforte da margem direita do ribeirão do
Pião, até o Morro
do Pião:
 

  

 COM O MUN
ICÍPIO DE SANTA IZABEL:
 

  

 Começam no
"divortium acquarum" entre as
aguas dos rios Paraiba e Atibaia, no morro do Pião,
continuam por esse
"divortium" que tem os nomes locais de Serrinha, Serra de Lage, Serra
da Pedra Branca, Serra do Oil ou Itaberaba, ate cruzar o
espigão que deixa, a
esquerda, as aguas do ribeirão Pirapóra, e a
direita, as do ribeirão Jaguari ou
Itaberaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS
 
  

  

 Começam na Serra do Gil ou Itaberaba, onde cruza o
espigão que deixa, a
esquerda, as águas do ribeirão
Pirapóra, e, a direita, as do ribeirão Jaguari
ou Itaberaba, e continuam pela crista da Serra até entroncar
com  o
divisor que deixa,a esquerda, as águas do
ribeirão da Tapera Grande, e, á
direita, as do ribeirão Pinheirinhos ou Quilimbo, cabeceiras
do rio Juqueri;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUQUERI
 
  

  

 Começam na Serra do Gil ou Itaberaba, onde cruza o
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão da Tabera Grande,
e, á direita, as do ribeirão
Pinheirinhos ou Quilombo, cabeceiras do rio Juqueri, seguem por
êste último
espigão, que também se chama Serra do
Guavirutuba, contornam as nascentes do
ribeirão Tapera Grande e atingem, sempre pela cumiada, o
massiço chamado Morro
do Zorelho; vão daqui, sempre pelo espigão,
até a barra do córrego da Ponte
Alta, no rio Juqueri, continuam pelo espigão fronteiro,
conhecido como dos
Remédios, que fica entre as águas do
córrego do Remedios e as do ribeirão de
Mato Dentro, até a Serra da Pedra Vermelha, e pela cumiada
desta até o pião
divisor entre as nascentes dos rios Jundiaí, Onofre e
Cachoeirinha, onde
principiaram estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE NAZARÉ
 
  

  

 PERDÕES
 
  

  

 O distrito de paz  de Perdões terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Nazaré;
 
  

 Começam na Serra da Pedra Vermelha, onde esta entroncada com
o espigão mestre
as águas do rio Juqueri, ao sul, e as do rio Atibaia, ao
norte, prosseguem por
este espigão mestre até a Serra Negra,
alcançam a cabeceira do córrego do Paiol
Velho,e por este descem ate o ribeirão da Vargem Grande,
pelo qual descem ate o
rio Atibaia, e deste ainda pelo espigão ao morro do
Butá, e, seguindo pelo
espigão  que deixa á esquerda, o
ribeirão Peital, atingem o alto do Morro
do Rosário, e ganhando a cabeceira do córrego do
mesmo nome, vão por este
abaixo ate o rio Cachoeira.
 
  

  

 NOVA GRANADA
 
  

  

 O município de Nova Granada, comarca ao mesmo nome,
compreendendo, além do
distrito de paz da séde, os de Ingaí, de
Mangaratú e Onda Verde, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALESTINA:
 
  

  

 Começam no rio Preto, onde faz barra o ribeirão
da Cruz, sobem por êste até sua
cabeceira, no oriental,continuam pelo espigão mestre entre o
rio Preto e o rio Turvo,
e prosseguem pelo espigão que deixa,á direita, o
ribeirão do Piau, até alcançar
a barra deste último córrego, no rio
Turvo: 
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLÍMPIA
 
  

  

 Começam no rio Turvo,onde deságua o
ribeirão do Piáu, sobem pelo rio até a
embocadura do ribeirão das Casinhas;
 
  

  

  COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, onde descarrega o ribeirão
das Casinhas, vão por êste
acima até sua cabeceira mais ocidental, alcançam
o espigão mestre entre as
águas do rio Turvo e as do rio Preto,  por
êste caminham até entroncar com
o divisor entre as águas do córrego dos Castores,
á direita e as do córrego do
córrego do Tralhado, á esquerda pelo qual
prosseguem até a barra dos Castores
no rio Preto e por êste abaixo até  a
barra do ribeirão Barra Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MIRASSOL:
 
  

  

 Começam no rio Preto onde se lança o
ribeirão Barra Grande, e vão pelo rio
abaixo até a foz do ribeirão Jataí:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TANABI:
 
  

  

 Começam no rio Preto, onde desemboca o ribeirão
Jatai, e por aquele descem até
a barra do ribeirão da Cruz, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE NOVA GRANADA
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz de séde do município de Nova
Granada, terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ MANGARATÚ:
 
  

  

 Começam na barra do Ribeirão do Campo, no rio
Preto, sobem por aquele até sua
cabeceira mais oriental, no espigão divisor entre as
águas dos rios Turvo e
Preto e por êste espigão prosseguem até
encontrar o divisor entre as águas do
ribeirão Matão á direita e Tejo
Grande, à esquerda;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE INGAÍ:
 
  

  

 Começam no espigão divisor dos rios Preto e
Turvo, no ponto de cruzamento com o
divisor dos ribeirões do Matão, á
direita, e do  Tejo Grande, á esquerda,
prosseguem pelo ultimo divisor em demanda da cabeceira mais
setentrional do
córrego da Anta, pelo qual descem até o rio Turvo:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ONDA VERDE:
 
  

  

 Começam no rio Turvo na barra do ribeirão
São João sobem por êste até
sua
cabeceira mais ocidental ganham a cabeceira do córrego do
Macuco pelo qual descem
até o rio Preto.
 
  

  

 INGAÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Ingaí, terá  as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MANGARATÚ:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do ribeirão Tejo
Grande, continuam pelo divisor
entre as águas dêsse ribeirão e as do
Ingá até cruzar o espigão
 mestre
dos rios Turvo e Preto, pelo qual caminham até frontear a
cabeceira do ribeirão
Piáu.
 
  

  

 MANGARATÚ:
 
  

  

 O distrito de paz de Mangaratú, terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE INGAÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre dos rios Turvo - Preto,
na cabeceira mais oriental do
ribeirão do Piáu, e pelo espigão
mestre continuam até entroncar com o espigão
divisor dos ribeirões Tejo Grande e Ingá, e por
êste contraforte continuam até
a barra do Tejo Grande no rio Turvo;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÉDE:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego da Anta,
sobem por êste até sua
cabeceira, continuam pelo contraforte entre os ribeirões
Tejo Grande e Matão,
indo até o espigão Mestre Turvo-Preto,
vão em demanda da cabeceira do córrego
do Campo e por êste descem no rio Preto.
 
  

  

 ONDA VERDE:
 

  

 O distrito de paz de
Onda Verde, terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam no rio Preto, na foz do córrego Macuco,
vão por este acima até a sua
cabeceira, ganham a cabeceira mais ocidental do ribeirão
São João, pelo qual
descem até o rio Turvo
 
  

  

 NOVO HORIZONTE
 
  

  

 O município de Novo Horizonte, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito
de paz da sede e os de Irapuan e Vila Sales, terá a
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde desagua o rio Barra
Mansa ou Cubatão, sóbem por êste
até a barra do córrego da Bôa Vista ou
Cachoeira;
 

  

 COM O MUNICIPIO DE
POTIRENDADA:
 

  

 Começam no
rio Barra Mansa ou Cubatão, na foz do
córrego da Boa Vista ou da Cachoeira, sobem por aquele
até a embocadura do
córrego do Flavio:
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE MUNDO NOVO:
 
  

  

 Começam no rio Barra Mansa ou Cubatão, na foz do
córrego do Flavio, sobem por
este até sua cabeceira e continuam pelo espigão
que deixa, à direita, as águas do
córrego dos Negros e do Ribeirão Cervinho, e,
à esquerda, as do córrego do
Barreiro, indo até a cabeceira mais oriental do
córrego do Barreiro, indo até a
cabeceira mais oriental do córrego Batata, pelo qual descem
até o córrego
Bacuri e por este abaixo até a foz do córrego de
Santana, pelo qual sobem
até sua cabeceira e daqui continuam rumo
á barra do córrego Palmeiras, no
ribeirão do Cervo Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJUBÍ
 
  

  

 Começam na barra do córrego Palmeiras, no
ribeirão do Cervo Grande, sobem por
este até a foz do córrego Água Limpa,
seguem por este acima até a estrada que
da fazenda desse nome vai as fazendas Mentecaptos e Catão
Grosso, prosseguem
daqui, em linha reta, ao ribeirão dos Montecaptos, onde ele
é atravessado pela
estrada que da fazenda Água Limpa, vai a fazenda
Carpão Grosso, continuam desse
ponto ainda em reta, até o córrego da Sociedade,
na estrada que passa junto à
venda da fazenda Capão Grosso, e daqui, sempre em
reta, à barra do córrego
de Manoel carneiro, no Ribeirão das Três Pontes;
atravessam o ribeirão e
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas deste, e as do córrego
do Garcia, e, à direita, as cabeceiras do córrego
Grande; continuam; pelo
divisor entre as águas do ribeirão das
Três Pontes, à direita, e as do
ribeirão
espírito Santo, à esquerda, até o
pião divisor do ribeirão dos fugidos
ribeirão
espírito Santo e Ribeirão Três Pontes;
 
  

  

 COM O MUINICIPIO DE BORBOREMA:
 
  

  

 Começam no pião divisor entre as águas
do ribeirão das Três Pontes, ribeirão
espírito Santo e ribeirão dos fugidos, seguem
pelo divisor que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão
Espírito Santo,e, á direita as do
ribeirão Três
Pontes e córrego da Aparecida, indo até o rio
Tietê, em frente a aponta mais
ocidental da ilha do Esteio Lavrado que fica próxima a barra
do rio Batalha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUI
 
  

  

 Começam no rio Tiete em frente á ponta mais
ocidental da ilha do esteio
Lavrado, que fica próxima á barra do rio Batalha,
descem pelo Tiete até a foz
do córrego da Onça:
 
  

  

 COMEÇAM O MUNICÍPIO DE CAFELÂNDIA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
da Onça e vão por aquele abaixo até a
barra do córrego do Macuco:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LINS;
 
  

  

 Começam no rio  Tietê, onde desagua o
córrego ou Macuco, e vão por aquele
abaixo até a confluência do rio Barra Mansa ou
Cubatão, onde tiveram inicio
estas divisas;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE NOVO HORIZONTE:
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO :
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de Novo
Horizonte terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA SALES:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
ribeirão do Cervo Grande, e vão por
êste
acima até a boca do córrego Monjolinho:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IRAPUAN:
 

  

 Começam no
ribeirão do Cervo Grande e vão por êste
acima até a barra do córrego das Palmeiras;
 
  

  

 IRAPUAN
 
  

  

 O distrito de paz de Irapuan terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Cervo Grande, na barra do
córrego das Palmeiras, descem
por aquele até a barra de córrego Monjolinho:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA SALES:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Cervo Grande, na foz do
córrego do Monjolinho, seguem
pelo espigão fronteiro que deixa, a direita, o
córrego do Báguassu, até a
cabeceira do córrego do Báguassu,
 até a cabeceira do córrego Barreiro ao
Meio, e vão daí, a rumo, até a barra
do córrego do Irâ, no ribeirão Cervinho
continuam pelo espigão que deixa, a direita, o
Irâ, e, a esquerda, o córrego do
Bebedouro, até a lagôa da Olaria, que
atravessavam, seguem em reta até o meio
da lagôa da cabeceira do córrego do
José Rodrigues depois de atravessar a
lagôa, continuam pelo espigão em demanda da barra
do córrego do Julio no rio
Barra Mansa.
 
  

  

 VILA SALES
 
  

  

 O distrito de paz de Vila Sales, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IRAPUAN:
 
  

  

 Começam no rio Barra Mansa, na foz do córrego do
Julio, seguem pelo espigão que
deixa êste ultimo á esquerda, até o
meio da lagôa da cabeceira do córrego de
José Rodrigues, atravessam a lagôa, indo, em reta,
até a lagôa da Olaria, e
depois de atravessá-la, dirigem-se pelo espigão
que deixa, á esquerda, o
córrego do bebedouro, e, a direita, o córrego do
Irâ, a barra dêste, no
ribeirão do Cervinho: prosseguem a rumo da cabeceira do
córrego do Barreiro do
Meio, e pelo espigão que deixa, á esquerda, o
córrego do Bagussú, vão á
barra do
córrego Monjolinho, no ribeirão do Cervo Grande:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Cervo Grande, na foz do
córrego do Monjolinho, e vão por
aquele abaixo até o rio Tietê.
 
  

  

 NUPORANGA
 
  

  

 O município de Nuporanga, comarca de Orlândia,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOAQUIM:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão do Morro Cavado no
ribeirão de Santo Antônio,
descem por êste até desaguar no rio
Sapucaí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARÁ:
 
  

  

 Começam no ponto em que o ribeirão de Santo
Antônio faz barra no rio Sapucaí e
vão por êste acima a foz do córrego de
Santa Rita;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE FRANCA:
 
  

  

 Começam no Sapucaí, onde faz barra com
córrego de Santa Rita e vão por aquele
até a embocadura de ribeirão de Cachoeira:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS:
 
  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde desemboca o
ribeirão da Cachoeira, vão por êste
acima até sua cabeceira mais ocidental daí
vão em reta a barra do córrego. A
até no ribeirão da Pimenta, sobem pelo
córrego. A até sua cabeceira mais
ocidental, daí prossegue, pelo divisor de águas
dos rios Sapucai e Agudos,ao
norte e ribeirão Santa Ana,ao sul,até cruzar com
o espigão entre o córrego do
Capão Sêco e as águas do
ribeirão Santana:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ORLÂNDIA.
 
  

  

 Começam no cruzamento divisor das águas do rio
Sapucaí e Agudos, ao norte, e ao
sul o ribeirão Santana  com o divisor das
águas do Córrego Capão Sêco
com
as do rio Santana, continuam pelo rio espigão até
a cabeceira mais oriental do
ribeirão Cateto,pelo qual descem até o rio do
Agudo, continuam por êste dá sua
cabeceira mais setentrional, transpõem o divortium acquarium
Sapucai-Pardo e
continuam pelo espigão que deixa, á direita, as
águas do ribeirão de São Tiago,
e, á esquerda, as do ribeirão do Morro Cavado.
Indo morrer na foz dêste último
ribeirão,
no ribeirão de Santo Antônio, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 ÓLEO
 
  

  

 O município de Óleo, comarca de Piraju,
constituído do distrito de paz da sede
do município e do de Baptista Botelho, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão do Caracol, e ,
á
esquerda, as do ribeirão da Cachoeira ou Invernada, em
frente á cabeceira da
Água da Matinha, seguem pelo espigão
até cruzar com o espigão mestre
Pardo-Paranaparema e continuam pelo divisor que deixa, á
direita, as águas do
ribeirão do Lageado, e, á esquerda, as do
ribeirão Dourado, até alcançar a
cabeceira do córrego Douradinho pelo qual descem
até o rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do córrego
Douradinho, sobem por aquele até a boca
do ribeirão do Guache.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA DO RIO PARDO:
 

  

  

 Começam no
rio Pardo, na foz ribeirão do Guache,
sobem pelo primeiro até a barra do córrego dos
Leonardos ou Água do Melo e vão
por êste acima até sua cabeceira,vão
dêsse ponto, em reta, á barra do
córrego
Pingo Dágua ou Mandurizinho no ribeirão Espraiado
e sobem por aquele até a
barra da Água do Padilha ou dos Borges;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ.
 
  

  

 Começam no córrego Pindo Dágua ou
Mandurizinho,na foz da Água do Padilha ou dos
Borges, sobem pelo primeiro até sua cabeceira, continuam
pelo espião mestre
Pardo-Paranapanema até atingir a cabeceira do
ribeirão do Caracol, pelo qual
descem até a barra do córrego da Serrinha do
Caracol, continuando depois, pelo
espigão que deixa, á direita, as águas
dêste último, e, á esquerda, as do
córrego Cascavel e rio Paranapanema, á esquerda,
até frontear a cabeceira do
Água da Marinha, onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ÓLEO
 
  

  

 BAPTISTA BOTELHO:
 
  

  

 O distrito de paz de Baptista Botelho terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam em frente da cabeceira do córrego do
Caracol no espigão mestre entre as
águas dos rios Parapanema, ao sul, e Pardo, ao norte, ganham
o espigão que
deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão do Óleo e por êsse
espigão caminham até
a barra do ribeirão do Guache no rio Pardo, subindo pelo
Guache até a barra do
córrego da Divisa.
 
  

  

 OLÍMPIA
 
  

  

 O município de Olímpia, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito de paz
da séde, e os de Altair, Guaraci, Icem, Paulo de Faria e
Ribeiro dos Santos,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SEVERINIA:
 
  

  

 Começam no rio Turvo na barra do córrego do
Piáu, vão dai, em reta á barra do
córrego do Porto Velho, no rio Grande;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no rio Grande, na foz do córrego do Porto
Velho, sobem por aquêle até a
barra do ribeirão Passa Tempo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS:
 
  

  

 Começam no rio Grande, na foz do ribeirão Passa
Tempo, sobem por êste até a
barra do córrego Cafundó, e por êste
acima até sua cabeceira mais meridional,
continuam pelo espigão entre as águas do rio
Cachoeirinha, e Três Barras, e
pelo espigão até alcançar a cabeceira
mais setentrional do córrego da Bôa
Sorte, e por êste descem até a barra do
córrego da Mata e por êste ainda até o
rio Cachoeirinha pelo qual sobem até a barra do
córrego da Bagagem;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da
Bagagem, vão por aquêle acima
até a embocadura do córrego de Abilio de Almeida;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha na barra do córrego
de Abilio de Almeida, vão pelo
córrego acima até sua cabeceira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJOBI:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego de Abilio de
Almeida, vão daí em rumo
lêste-oeste á cabeceira sudocidental do
córrego do Matadouro, vão dai em reta
á
cabeceira mais ocidental do córrego do Bambú ou
Capela, pelo qual descem até
sua barra no Barreirinho, prosseguem pelo espigão que deixa,
à direita, as
águas do córrego Olhos Dágua, e,
á esquerda, as do Bebedouro do Turvo em
demanda da cabeceira do córrego Capituvinha pelo qual descem
até sua barra no
rio Turvo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABAPUAN:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego
Capituvinha,descem por aquéle até a
barra do córrego São Domingos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UCHÔA:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego
São Domingos e vão, por aquéle abaixo
até a barra do ribeirão das Palmeiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do ribeirão das
Palmeiras, e vão por aquéle abaixo
até a barra do córrego das Casinhas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego das
Casinhas, e por aquêle abaixo até
a foz do córrego do Piáu, onde tiveram inicio
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE OLÍMPIA:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município
terá as seguintes divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do rio Cachoeirinha, pela qual
sobem até a barra
do córrego Bôa Vista;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da
Bôa Vista, e sobem por aquéle
e pelo córrego da Bôa Vista, e sobem por
aquêle e pelo córrego da Fartura até
sua cabeceira, já no espigão
Passa-Tempo-Cachoeirinha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PAULO FARIA:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego do
Baixão sobem por êste até a
ponte da estrada de rodagem que da cidade de Olimpia vai a de Barretos,
vão
daí, em reta, à barra do córrego da
fazenda da Gema no córrego Bôa
Esperança,
sobem pelo Gema até sua cabeceira mais meridional,
vão daí, em reta, à barra do
córrego da fazenda Santa Ana no córrego Olhos
Dágua, sobem pelo Santa Ana até
sua cabeceira, já espigão Cachoeirinha-Turvo.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR:
 
  

  

 O distrito de paz de Altair, que ora se cria, no município
de Olimpia, terá as
seguintes divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ICEM:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego do Areia,
sobem por êste até sua cabeceira
mais setentrional, vão daí, em reta
aproximadamente noroeste até a forquilha
dos galhos formadores do córrego Rico e por êste
descem até a barra do córrego
de Antonio Bianco, vão daí, em reta
léste-oeste, até o espigão
córrego Rico -
ribeirão de Santa Anna;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARACI:
 
  

  

 Começam no alto do espigão
intermediário das águas do córrego
Rico e ribeirão
de Santa Ana, onde ele é cortado pela reta
léste-oeste que vem da barra do
córrego de Antonio Bianco no córrego Rico, seguem
desse ponto a procura da
cabeceira do córrego Monte Alegre, pelo qual descem
até o ribeirão de Santa
Ana, e por êste acima até a boca do
córrego do Meio, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais ocidental, continuam pelo espigão que deixa
á esquerda, o
córrego do Retiro, e, á direita, o
ribeirão Cresciuma, indo até a barra do
córrego Francisco Guerra, pelo seu galho da direita,
até sua cabeceira e pelo
espigão atingem o espigão mestre Turvo-Grande,
caminhando por êste até frontear
a cabeceira mais setentrional do galho da extrema direita do
córrego da Bôa
Vista;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS: (EX-BAGUASSÚ)
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Grande, em frente
à cabeceira mais setentrional
do galho mais da direita do córrego Bôa Vista,
descem por êste até o rio
Cachoeirinha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da
Bôa Vista e descem por aquêle
até sua barra no rio Turvo.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE GUARACI:
 
  

  

 O distrito de paz de Guaraci terá as seguintes divisas
internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS: (EX-BAGUASSÚ)
 
  

  

 Começam no espigão Limoeiro-Passa-tempo, na
cabeceira do córrego da fazenda
João Coleto, descem por este até o
ribeirão Limoeiro, pelo qual sóbem até
a
boca do córrego da Fazendinha e por êste acima
até sua cabeceira, vão daí, rumo
á barra do córrego de José Analeto no
córrego da Bocaina, sobem por aquéle
até
sua cabeceira a continuam pelo espigão em demanda do
espigão mestre
Turvo-Grande, pelo qual caminham até frontear a cabeceira
mais setentrional do
galho da extrema esquerda do córrego da Bôa Vista;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Grande, em frente
à cabeceira do galho da
extrema esquerda do córrego da Bôa Vista, seguem
pelo espigão mestre até a cabeceira
do córrego de Francisco Guerra, pelo qual descem
até o ribeirão Cresciuma, e
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas deste último, e, à
direita, as do córrego do Retiro, até
alcançar a cabeceira mais ocidental do
córrego do Meio, pelo qual descem até o
ribeirão de Santa Ana, descendo por
êste até sua cabeceira, ganhando, depois, a rumo,
o alto do espigão
intermediário entre as águas do
ribeirão Santa Ana e do córrego Rico, no ponto
em que êsse alto é alcançado pela reta
léste-oeste que vem da barra do córrego
de Antonio Bianco no córrego Rico;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ICEM:
 
  

  

 Começam no alto de espigão
intermediário entre as águas do
ribeirão Santa Ana e
as do córrego Rico, no ponto em que êsse alto
é cortado pela reta léste-oeste
que vem da barra do córrego de Antonio Bianco no
córrego do Retiro, seguem pelo
espigão até alcançar a cabeceira do
córrego dos Coqueiros e por êste abaixo
até
o rio Grande.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ICEM:
 
  

  

 O distrito de paz de Icem terá as seguintes divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARACI:
 
  

  

 Começam no rio Grande, na foz do ribeirão de
Santa Ana, sobem por êste até a
boca do córrego dos Coqueiros e por êste acima
até sua cabeceira, tomam o
espigão que deixa, à direita, as águas
do córrego Rico, e, à esquerda, as do
ribeirão de Santa Ana, e pelo espigão caminhava
até onde ele é cortado pela
reta leste-oeste que vem da barra do córrego de Antonio
Bianco no córrego Rico;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR:
 
  

  

 Começam no alto do espigão
intermediário entre as águas do
ribeirão de Santa
Ana e as do córrego Rico, onde ele é cortado pela
reta léste-oeste que vem da
barra do córrego de Antonio Bianco no córrego
Rico, seguem por essa reta até a
referida barra e sobem pelo córrego Rico até a
forquilha dos seus dois galhos
formadores e vão dai, em direção
aproximadamente sudoeste em demando à
cabeceira mais setentrional do córrego da Areia, pelo qual
descem até o rio
Turvo.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PAULO DE FARIA: (EX-SEVERINIA)
 
  

  

 O distrito de paz de Paulo de Faria, terá as seguintes
divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão Cachoeirinha - Turvo, em
frente à cabeceira do córrego da
fazenda Santa Ana, descem por êste até o
córrego Olhos D’água, vão
dai em reta,
à cabeceira mais meridional do córrego da fazenda
da Gema; descem pelo córrego
da fazenda da Gema até o córrego da Bôa
Esperança, vão em reta ao córrego do
Baixão, na ponte da estrada de rodagem que vai a
Olímpia, e pelo Baixão descem
até o rio Cachoeirinha.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS (EX-BAGUASSÚ)
 
  

  

 O distrito de paz de Báguassú, cuja
séde e denominação ora se mudam para
Ribeiro dos Santos, no povoado da estação de
Gabriel Ribeiro dos Santos, na
Estrada de Ferro São Paulo-Goiaz, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR
 
  

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da
Bôa Vista, sobem por êste,
pelo seu galho mais da esquerda, até sua cabeceira mais
setentrional, ganhando
a seguir o espigão mestre Turvo-Grande:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARACI:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Turvo - Grande, em
frente a cabeceira mais
setentrional do galho mais da esquerda do córrego da
Bôa Vista, seguem pelo
espigão mestre até a cabeceira do
córrego de José Anacieto, pelo qual descem
até o córrego da Bocaina, vão dessa
barra, rumo a cabeceira do córrego da
Fazendinha e por este descem até o ribeirão do
Limoeiro, pelo qual sobem até a
barra do córrego da Fazenda de João Coleto, pelo
qual sobem até sua cabeceira,
atingindo a seguir o espigão Limoeiro - Passa - tempo;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão Cachoeirinha- Passa-tempo, em
frente á cabeceira nororiental
do córrego da Fartura, descem por êste
até o rio Cachoeirinha e vão por êste
abaixo até a boca do córrego da Bôa
Vista.
 
  

  

 ORLANDIA
 
  

  

 O município de Orlandia, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito de paz
da sede e o de Sales de Oliveira, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOAQUIM:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Rosario onde faz barra o
córrego da Invernada, daí vão
pelo espigão que deixa, a esquerda, as águas do
córrego Corrente, e, a direita
as do córrego Bebedouro até a cabeceira deste
ultimo daí pelo espigão divisor
das águas do ribeirão do Rosario , á
direita, e do rio Sapucai, á direita, e do
rio Sapucai, á esquerda, até a cabeceira mais
oriental do ribeirão do Rosario
deste ponto prosseguem em reta a ponte da estrada de rodagem que vai de
Morro
Cavado á Estação de Jussara sobre o
córrego das Palmeiras, descendo daí pelo
mesmo córrego até a barra do ribeirão
do Morro Cavado:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NUPORANGA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego das
Palmeiras com o ribeirão Morro Cavado,
formadores do ribeirão Santo Antonio, deste ponto seguem
pelo espigão que
deixa, á direita, as águas do ribeirão
Morro Cavado, e, á esquerda, as do
ribeirão São Tiago, até o
entroncamento deste espigão no divisor mestre das
águas do rio Sapucai e Pardo, pelo qual prosseguem
até a cabeceira mais
setentrional do córrego Ponte Funda, descendo por
êste até sua barra no
ribeirão do Agudo, sobem por êste até
sua barra do ribeirão Cateto, pelo
qual sobem até sua cabeceira mais oriental no
espigão mestre Sapucai-Pardo e
continuam este espigão até entroncar com
o divisor que deixa  á
direita ás águas do córrego
 Capão Seco, e, á esquerda , as do
ribeirão
São Pedro:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre dos rios Sapucai-Pardo
no ponto de cruzamento com o
divisor que deixa, á direita, as águas do
córrego Capão Seco, e á esquerda as
do ribeirão São Pedro, seguem por êste
divisor até a cabeceira mais oriental do
córrego da Lagoinha, pelo qual descem até sua
barra no rio São Pedro:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da
Lagoinha com o ribeirão São Pedro, seguem
em reta a cabeceira do córrego da Onça e por
êste abaixo e pelo ribeirão do
Engenho até o ribeirão Santa Barbára e
por êste ainda até a barra do córrego
São Jeronimo, pelo qual sobem  pelo seu galho da
esquerda até  a
cabeceira mais ocidental vão daí, em reta,
á cabeceira do córrego Limeira:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PONTAL:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Limeira, pelo
qual descem até o ribeirão Santa
Quitéria, e vão daí, em reta
á  barra do córrego da Lagôa,
no ribeirão da
Floresta:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Floresta,  onde
faz barra o córrego da Lagôa, sobem
por aquele até a barra do córrego da Capela e por
êste ainda até a sua
cabeceira , vão daí, em reta , á
confluência das duas principais cabeceiras do
rio Lambari, sobem pela água da esquerda até sua
cabeceira, alcançam e
continuam pelo divisor que deixa, as águas do
córrego Brejinho, e, á
 esquerda, as do ribeirão no Agudo, e daqui, em
reta, á barra da ultima
nascente da direita do córrego das Éguas, seguem
por êste até sua cabeceira do
córrego da Invernada, pelo qual descem até sua
confluência no ribeirão do
Rosário, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ORLANDIA
 
  

  

 SALES DE OLIVEIRA
 
  

  

 O distrito de paz de Sales de Oliveira terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz de sede do município:
 

  

 Começam no
ribeirão Agudo na foz do córrego Ponte
Funda descem pelo ribeirão até a barra do
primeiro córrego afluente da margem
direita, vão daí, em reta ao marco do quilometro
e meio da Sales de Oliveira
procuram depois o espigão mestre entre as águas
do ribeirão Agudo á direita e
as vertentes do ribeirão Santa Barbara á esquerda
até cruzar com o espigão que
deixa á esquerda, as águas do ribeirão
da Fazenda Bela Fé, e, á direita as do
ribeirão da Fazenda Olhos D’água indo
por êste espigão até
alcançar a cabeceira
do córrego da Fazenda Olhos D’água, e
dessa barra, em reta, á Lagôa  do
Armazém do Pires, no espigão divisor
 entre as águas do ribeirão Santa
Barbara á leste, e as do ribeirão da Floresta a
oeste e daí em reta, á barra do
córrego da Capela no ribeirão da Floresta.
 
  

  

 OURINHOS
 
  

  

 O município de Ourinhos, comarca do mesmo nome
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO GRANDE:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Paranapanema com o
rio Pardo, sobem por êste e
pelo rio Turvo até a barra do ribeirão Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO TURVO:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão Grande e
por aquele acima até a barra
do rio Turvo e por êste ainda até a ponte da
estrada de rodagem que da cidade
de santa Cruz do Rio Pardo vai á de Santa Cruz do rio Pardo
vai á de Salto
Grande:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na ponte da estrada de rodagem que da
cidade de Santa
Cruz do Rio Pardo vai á de Salto Grande, seguem pelo
espigão que deixa, á
direita, á Água Branca, contornam as cabeceiras
desta as do córrego Paião, indo
á barra do córrego São José
no rio Pardo , sobem por êste até a boca do
córrego
do Barreirinho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do córrego
Barreirinho, vão por êste acima até sua
cabeceira mais meridional, transpõem o espigão
mestre Pardo - Paranapanema:
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do córrego
Lageadinho e vão por aquele
abaixo até a confluência do rio Pardo onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 PALESTINA
 
  

  

 O município de Palestina, comarca de Nova Granada,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SEVERINA:
 
  

  

 Começam na confluência do rios Preto e Turvo e
vão pelo Turvo e vão pelo Turvo
até a barra do córrego do Piaú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA:
 
  

  

 Começam no
rio Turvo, onde se
lança o córrego do Piaú, seguem pelo
divisor que
deixa, á direita êste último e,
á esquerda,
ás águas do córrego do Ingá
ou
Ingaí alcançam o espigão mestre entre
os rios
Preto e Turvo e Prosseguem por
êste divisor até a cabeceira nororiental
 do
córrego da Cruz pelo qual
descem até o rio Preto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TANABÍ
 
  

  

 Começam no rio Preto, onde deságua o
córrego da Cruz e vão pelo rio abaixo
até
a confluência com o rio Turvo onde principiaram estas divisas.
 
  

  

 PALMEIRAS
 
  

  

 O município de Palmeiras, comarca do mesmo nome passa a ter
as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FERREIRA:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Pedras, na barra do
córrego da Lagôa, sobem por aquele
até a barra do córrego da Fazenda Santa Clara:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA RITA:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Pedras, onde faz barra o
córrego da fazenda Santa
Clara, sobem por êste até sua cabeceira mais
setentrional, seguem pela serra do
Sertãozinho, que é divisor que deixa as
águas do ribeirão Sertãozinho e
ribeirão
Tabaranas, á direita, e, á esquerda, as do rio
Claro, até alcançar o espigão
mestre divisor das águas do rio Mogi-Guassú,
 com as do rio Pardo:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAMBAÚ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre divisor das
águas do rio Pardo com as do rio Mogi-Guassú,
no ponto onde cruza com a Serra do Sertãozinho, divisora das
águas dos
ribeirões Sertãozinho e Tabaranas, de um lado, e
rio Claro do Outro, seguem
pelo espigão mestre até o alto do Morro da Lage,
junto ao sinal geodésico:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA
 
  

  

 Começam no alto do morro da Lage, junto ao sinal
geodésico, continuam pelo
espigão mestre Pardo-Mogi-Guassú e prosseguem
pelo divisor que separa as águas
de ribeirão Tabaranas , á direita, indo
até a cabeceira do galho do córrego
Tabaraninha, que nasce cerca de um quilometro ao norte da fazenda
Tabaranas
descem pelo galho até sua barra no córrego
Tabaraninha, e por êste até sua
 barra no ribeirão Tabaranas, vão
daí, em reta, á cabeceira, mais
setentrional do córrego das Lavrinhas, e por êste
abaixo até sua foz no
ribeirão da Prata, e por êste abaixo
até sua foz no ribeirão da Prata, e pôr
êste até a sua embocadura no ribeirão
dos Cocais, subindo por êste ultimo até a
barra do córrego dos Ortizes, pelo qual sobem até
a sua cabeceira transpõem o
espigão em demanda da cabeceira mais setentrional do
córrego Brejo Limpo,
descendo por êste até a sua barra no rio
Jaguarí:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOÃO DA BOA VISTA:
 
  

  

 Começam onde o córrego Brejo Limpo faz barra no
rio Jaguari descem por êste até
a sua barra no córrego do Cascalho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNGA:
 
  

  

 Começam onde o córrego do Cascalho
 desemboca no rio Jaguari, e vão por
êste abaixo até a barra no Mogi-Guassú,
descendo por êste até a foz do córrego
Invernada , e vão por êste acima até
sua cabeceira mais setentrional , no
espigão mestre entre as águas do
ribeirão Feio,  daí sobem por
êste até a
foz do córrego Invernada e vão por êste
acima até sua cabeceira mais
setentrional , no espigão mestre entre as águas
do ribeirão Feio, á
 direita o córrego Báguassú ,
á esquerda e por êste espigão caminham
até a
cabeceira mais oriental do córrego
Báguassú pelo qual descem até a sua
confluência com a cabeceira mais setentrional do
ribeirão Báguassú , vão
daí em
reta á barra do córrego da Venda, no
ribeirão Sertãozinho pelo qual sobem
até
sua cabeceira do córrego Lagôa, pelo qual descem
até sua cabeceira do córrego
Lagôa, pelo qual descem até sua barra  no
ribeirão das Pedras, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 PALMITAL
 

  

  

 O município de Palmital, comarca de Assis, constituindo do
distrito de paz da
sede e dos de Platina e Sussui, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CANDIDO MOTA:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde deságua o rio
Parí, sobem por êste até a foz
do córrego da Lage, e por este acima até sua
cabeceira, vão em demanda da
confluência do ribeirão Pirapitinga com o
ribeirão do Pavão, sobem por aquele
até a boca do córrego Barra Mansa e por
êste acima até a ponte da Estrada de
rodagem que da cidade de Assis vai à de Palmital, e pelo
eixo desta até a ponte
sôbre o ribeirão Pirapitinga;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ASSIS:
 
  

  

 Começam na ponte sôbre o ribeirão
Pirapitinga, na estrada de rodagem que da
cidade de Assis vai à Palmital, sobem pelo
ribeirão e pela Água do Café,
até
sua cabeceira e ganham o espigão mestre Paranapanema Peixe,
em frente à
cabeceira do ribeirão São Bartolomeu.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BELA VISTA (Ex-CAMPOS NOVOS)
 
  

  

 Começam no espigão mestre Peixe-Paranapanema, em
frente a cabeceira do ribeirão
São Bartolomeu, caminham pelo espigão
até a cabeceira do córrego da Divisa,
descem por êste até o ribeirão Taquaral
e por êste abaixo até o córrego do
Lindolfo, pelo qual sobem até sua cabeceira, ganham a
cabeceira do córrego
Lâgoa, que fica na contravertente, e pelo Lâgoa
abaixo até o córrego Cerimônia
e por este ainda até o ribeirão do Veado; sobem
por êste até a boca do córrego
do Sertãozinho, e por êste acima até
sua cabeceira, ganham a cabeceira do
ribeirão Santa Rosa, e por êste descem
até a barra do córrego da Onça;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO GRANDE:
 
  

  

 Começam no ribeirão Santa Rosa, na barra do
córrego da Onça, sobem por êste
até
sua cabeceira e ganham o espigão que deixa as
águas do ribeirão Água Nova,
à
direita, e as do ribeirão Pau d' Alho ou Coimbra,
à esquerda, e pelo espigão
prosseguem até a confluência dêsses dois
cursos, e pelo Pau d'Alho abaixo até o
rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde faz terra o
ribeirão Pau ou Coimbra e pelo
rio abaixo até a foz do rio Parí, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PALMITAL:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sêde do município de
Palmital, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUSUI:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
do Palmital, sobem por êste até
a barra do córrego da Aldeia, e por êste acima
até a cabeceira do seu galho da
esquerda, vão dai, a rumo da barra do córrego dos
Soares no córrego Fortuna,
subindo por aquele até sua cabeceira, seguem à
procura da barra do córrego da
Aranhinha no córrego da Aranha, e em reta, continuam
até a barra do córrego
Tiriva, no rio Pari;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PLATINA:
 
  

  

 Começam no rio Pari, na boca do córrego Tiriva,
sobem por êste até sua
cabeceira e continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, às águas do Pari, e,
à direita, as do ribeirão Água Nova,
indo até cruzar com o espigão mestre
Novo-Pari, em frente à cabeceira do córrego
Sertãozinho;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PLATINA:
 
  

  

 O distrito de paz de Platina, terá as seguintes divisas
internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  
 
  

 Começam no espigão mestre Novo-Pari, em frente
à cabeceira do córrego
Sertãozinho, e seguem pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do rio Parí,
e, a esquerda, as do ribeirão da Água Nova, indo
até alcançar a cabeceira do
córrego Tiriva, pelo qual descera ao rio Parí;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUSSUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Parí, na boca do
córrego Tiriva, seguem por aquele até a barra
do córrego da Faxina e vão por êste
acima até sua cabeceira, e daí, em reta
leste oeste ao rio Pirapitinga:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SUSSUI
 
  

  

 Fica transferido o distrito de paz de Sussui ao município de
Candido Mota, que
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PLATINA;
 
  

  

 Começam no rio Piratininga, onde este é cortado
pela leste-oeste que vem da
cabeceira do córrego Faxina. Seguem pela reta até
referida cabeceira, descem
pela reta até a barra do córrego Tiriva.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no Rio Pari na boca do córrego Tiriva,
vão daí em reta do córrego da
Aranhinha no córrego da Aranha, e continuam, a rumo, da
cabeceira da córrego
Soares, pelo qual descem até o córrego Fortuna,
seguem a rumo da cabeceira do
galho, à direita, do córrego da Aldeia, pelo qual
descem até o ribeirão
Palmital, e por êste abaixo até o rio Paranapanema.
 

  

  

 PARAGUASSÚ
 
  

  

 Município de Paraguassú, comarca do mesmo nome
constituído do distrito de paz
da sede e dos de Borá Conceição de
Monte Alegre e Sapazal, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNDO DE QUATA
 
  

  

 Começam no rio Capivari, na voz do ribeirão de
Pontinha, sobem por este até a
cabeceira de seu galho mais oriental, continuam pelo espigão
em demanda da
barra do córrego da Peroba, no ribeirão S.
Mateus, e por este acima ate sua
cabeceira, prosseguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
do Sapé, e, à esquerda as do ribeirão
do S. Mateus, até o espigão mestre
Paranapanema - Peixe, pelo qual caminham até o contraforte
que deixa as águas
do córrego do Cristal, à esquerda, e as do
ribeirão Bela Vista, à direita, e
continuam pelo contraforte em demanda da confluência do
ribeirão Cristal com o
Córrego do Boi, formadores do ribeirão Bela
Vista, desta confluência do
ribeirão Bela Vista, desta confluência do
ribeirão Cristal com córrego das
trilhas, e por este abaixo até sua barra do peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA:
 
  

  

 Começam no rio do peixe, na foz do córrego das
trilhas, sobem por aquele até a
boca do ribeirão do hospital ou Barreiro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DEBELA VISTA (EX-CAMPOS NOVOS)
 
  

  

 Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do
hospital ou barreiro, sobem êste
até sua cabeceira mais meridional, alcançavam a
Serra do Mirante, que é o
espigão Peixe – Paranapanema, caminham por ela
até a frontear a cabeceira do
córrego da Lebre e pela água abaixo
até o rio Capivara, pelo qual sobem até a
boca do córrego Mombuca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ASSIS:
 
  

  

 Começam no rio Capivara, na foz do córrego
Mombuca, sobem por êste até a
cabeceira mais meridional, vão pelo espigão
até a barra do córrego Campo
Bonito, no ribeirão das Antas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARACAÍ:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Antas, na foz do
córrego do Campo Bonito, descem pelo
primeiro até sua barra no rio Capivara, seguem por este
abaixo até a Água da
Barreirinha, e por esta acima até sua cabeceira,
daí em reta, à confluência do
ribeirão São Mateus, no rio Capivara, e por este
abaixo até a barra do rio
Capivara pelo qual sobem até a boca do ribeirão
da Pontinha, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PARAGUASSÚ
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de
Paraguassú terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SAPEZAL:
 
  

  

 Começa no ribeirão do Sapé na barra do
córrego Zindeiro, vão, em reta, à
cabeceira do córrego do Aristides, pelo qual descem
até o ribeirão das Três
Barras Prosseguem pelo Espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego das
Mortes, e, à esquerda, as do ribeirão das
Três Barras até o espigão mestre
Paranapanema – Peixe;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BORÁ
 
  

  

 Começam na Serra do Mirante, onde Cruza com o contraforte
que de deixa, à
direita, as águas do córrego das Mortes, e,
à esquerda, as do ribeirão das Três
Barras, caminham pela Serra até frontear a cabeceira mais
meridional do
ribeirão Barreiro ou do Hospital;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CONCEIÇÃO DE MONTE
ALEGRE;
 
  

  

 Começam no rio Capivara, na ponte da Estrada de rodagem que
vai à vila de
Conceição de Monte Alegre, seguem pelo
espigão entre as águas do ribeirão das
Três Barras, à direita, e as do
ribeirão do Sapé, à esquerda,
até defrontar com
a cabeceira do córrego do Saltinho, pelo qual descem
até o ribeirão do Sapé, continuam
por este até a foz do córrego Lindeiro:
 
  

  

 BORÁ:
 
  

  

 O distrito de paz de Borá terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SAPEZZAL:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Paranapanema–Peixe, onde ele cruza com o contraforte
que deixa, à direita, as águas do
ribeirão das Três Barras, e, as do
córrego
das Mortes:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Peixe–Paranapanema onde ele cruza com o espigão
que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
das Três Barras e, à esquerda, as do
córrego das Mortes, seguem pelo espigão mestre
até frontear a cabeceira mais
meridional do ribeirão Barreiro ou Hospital;
 
  

  

 CONCEIÇÃO DE MONTE ALEGRE;
 
  

  

 O distrito de paz de Conceição de Monte Alegre,
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Capivara, na ponte da estrada de rodagem que
da cidade de Assis,
vai à vila de Conceição de Monte
Alegre, ganham o espigão que deixa à direita
as águas do ribeirão Três Barras,e,
à esquerda, as do ribeirão do Sapé,
pelo
qual caminham até frontear a cabeceira do córrego
do Saltinho, descem por ele
ao ribeirão do Sapé e vão por
este  acima até a barra do córrego do
Lindeiro;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SAPEZAL;
 
  

  

 Começam no ribeirão Sapé, na barra do
córrego Lindeiro, e vão em reta à
cabeceira do córrego da Peroba, afluente do
ribeirão São Mateus:
 
  

  

 SAPEZAL:
 
  

  

 Fica extinto o município de Sapezal, transferindo-se para o
município de
Paraguassú os distritos de paz de Sapezal e
Conceição de Monte Alegre.
 
  

 O distrito de paz Sapezal, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BORÁ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Peixe –
Paranapanema, no cruzamento com o contraforte
que deixa, à direita, as águas do
ribeirão Bela Vista, e, à esquerda, as do
córrego Cristal, seguem pelo espigão, entre
até o contraforte que deixe, à
esquerda, as águas do córrego das Mortes , e,
à direita, as do ribeirão
Três  Barras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Peixe –
Paranapanema, no cruzamento com o contraforte
que deixe, à direita, as águas do
ribeirão das Três Barras, e, à
esquerda, as
do córrego das Mortes, seguem pelo contraforte
até a barra do córrego do
Aristides, no ribeirão das Três Barras, sobem pelo
córrego até a cabeceira e
desta, em reta, à barra do córrego Lindeiro, no
ribeirão do Sapé;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CONCEIÇÃO DE MONTE ALEGRE
 

 :
 

  

  

 Começam no ribeirão do Sapé, na foz do
córrego Lindeiro, e vão em reta, à
cabeceira do córrego Peroba.
 
  

  

 PARAIBUNA
 

  

  

 O município
de Paraibuna, comarca no mesmo nome, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Paraitinga-Lourenço Velho, em frente a cabeceira do
ribeirão da Roseira, pelo qual descem até o rio
do Salto; prosseguem pelo
contraforte fronteiro até a Serra do Patisal, pela qual
prosseguem até a
cabeceira do córrego Patisal, pela descem até o
rio Fundo, tomam o contraforte
fronteiro até o espigão da Capoava, divisor de
águas dos ribeirões Fundo e
Caetê, pelo qual prosseguem contornando as cabeceiras do
córrego do Caetê até o
Funil do rio Paraíba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba, no local denominado
Funil, sobem por aquele até a barra
do ribeirão Jataí, e por êste acima
até sua cabeceira, prosseguindo em demanda
pelo espigão da Serra do Samambaia pela qual caminham
até a cabeceira mais
meridional do córrego Santo Antônio:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE REDENÇÃO:
 
  

  

 Começam na Serra do Samambaia, na cabeceira mais meridional
do córrego Santo
Antônio, prosseguem pelo espigão em demanda da
cabeceira mais ocidental do
córrego Potes pelo qual descem até o
ribeirão Bragança, vão daí,
a rumo da
cabeceira mais oriental do córrego dos hilários
descem por êste até o rio
Paraitinga, e por este abaixo até a embocadura do
córrego do Feliciano ou dos
Alves;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NATIVIDADE;
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga, na foz do córrego
Feliciano ou Alves, alcançarem e
seguem pelo espigão entre águas do rio Paraibuna
e Paraitinga em demanda da
cabeceira do córrego Branco pelo qual desceu até
o rio Lourenço Velho, sobem
pelo Lourenço Velho até a barra do rio Pardo e
por acima até a barra do rio
Negro daí seguem pelo espigão
intermediário destas águas até atingir
a
cordilheira do mar;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA:
 
  

  

 Começam na crista da cordilheira do Mar, onde cruz o
espigão entre as águas dos
rios Pardo e Negro, seguem pela cumiada da cordilheira até
onde ele cruza com
divisor que deixa, à direita, as águas do rio
Lourenço Velho e à esquerda as do
rio Tietê e do Claro:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS
 
  

  

 Começam na crista da Cordilheira do Mar, onde ela cruza com
o divisor que
deixa, à direita, as águas do rio
Lourenço Velho, e, à esquerda, as dos rios
Claros e Tietê, seguem, por êste último
divisor e pelo que contorna as
cabeceiras do ribeirão Paraitinga, separando - as das
águas vertentes para o
rio Paraíba, até frontear a cabeceira mais
meridional do córrego da Roseira,
onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 PARNAÍBA
 
  

  

 O município de Parnaíba, comarca da Capital,
constituído do distrito de paz da
sede e dos de Água Fria, Barueri e Pirapora, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CABREUVA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz barra o rio
Jundiuvira, sobem por êste até a
confluência dos ribeirões
Caáguassú e Cachoeira, formadores do primeiro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ:
 
  

  

 Começam na confluência dos ribeirões
Caaguassú e Cachoeira, formadores do rio
Jundiuvira, sobem pelo ribeirão Cachoeira até a
barra do córrego da fazenda,
pelo qual sobem até sua cabeceira mais oriental, prosseguem
pelo espigão
fronteiro em demanda da Serra dos Cristais "divortium acquarum" dos
rios Tietê e Jundiaí, e pela Serra continuam
até a cabeceira mais setentrional
do ribeirão Tabuões;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUQUERÍ:
 
  

  

 Começam na Serra dos Cristais, na cabeceira mais
setentrional do ribeirão
Tabuões, descem por êste ribeirão
até a barra do córrego do Felix, vão
desta
barra em reta, ao espigão entre as águas dos
córregos Olhos D’água e Itaim, na
extremidade da reta de rumo norte sul, que vem da barra do
córrego Itaim no rio
Juquerí e pela reta vão até cruzar no
espigão entre o córrego Itaim e rio
Juquerí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL:
 
  

  

 Começam no espigão divisor Itaim-Juqueri no ponto
de cruzamento com a reta
norte-sul, que vem da barra do córrego Itaim no rio Juqueri,
e pela reta
caminham até a referida barra, sobem pelo córrego
Itaim até sua cabeceira mais
meridional, continuam depois pelo espigão que separa as
águas dos córregos do
Garcia e Três Irmãos. à direita, e as
dos córregos Mutinga e Camargo, á
esquerda, até a cabeceira mais setentrional do
córrego do Vermelho, pelo qual
descem até o rio Tietê e por êste ainda
até a barra do córrego de Pedreira e
por êste sobem até sua cabeceira mais meridional
no divisor de águas do
ribeirão  Carapícuiba e
córrego da Fábrica;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COTIA
 
  

  

 Começam na cabeceira meridional do córrego da
Pedreira, no divisor do ribeirão
Carapicuíba e córrego da Fábrica
seguem pelo espigão da margem direita do
córrego da Fábrica em demanda dêste, no
rio Cotia pelo qual sobem até a barra
do córrego Fronteiriço, seguem pelo
espigão em demanda da barra da barra de
Jandira no ribeirão Barueri ou de São
João, vão aqui pelo espigão fronteiro
à
confluência do ribeirão Gupê, no
córrego Itaqui e prosseguem pelo espigão
intermediário entre estas duas últimas
águas até o espigão entre as
águas do
rio Tietê, ao norte, e as do ribeirão Barueri ou
São João, ao sul, e por êste
espigão prosseguem até frontear a cabeceira mais
setentrional do córrego do
Sabiá;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas dos
rios Tietê e São João ou Barueri, em
frente à cabeceira do córrego do
Sabiá, continuam pelo divisor que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão Curuquara, indo
até a barra do referidos
ribeirões. Descem pelo ribeirão Paiol e pelo
Cavetá e finalmente pelo rio Tietê
até a confluência do rio Jundiuvira, onde tiveram
início estas diversas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PARNAÍBA:
 

  

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município terá as
seguintes internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PIRAPORA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Cavetá, em frente
ao massiço da Voturuna ou Boturuna,
seguem pelo alto deste até alcançar a cabeceira
do galho da esquerda do córrego
Jurú-Mirim, e por êste abaixo até o rio
Tietê, pelo qual descem até a barra do
rio Juqueri, pelo qual sobem até a embocadura do
córrego do Morro do Mateus;
 
  

  

 COM DISTRITO DE PAZ DE
ÁGUA FRIA:
 
  

  

 Começam no rio Juquerí, na foz do
córrego do Morro do Mateus. Sobem pelo rio
até a boca do córrego Jaguari e continuam pelo
espigão que deixa, à direita.
êste último e, à esquerda, o rio
Juquerí, alcançam o alto do Morro do Polvilho,
ganham o pequeno córrego que nasce na sua face do sul, pelo
qual descem até o
córrego do Paiol Velho e por êste abaixo
até o córrego do Itaim:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DE BARUERI:
 
  

  

 Começaram no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, a esquerda, e as do
rio Juqueri, à direita, em frente a cabeceira mais oriental
do córrego dos
Garcia, descem por êste até o rio Tietê
e continuam pelo espigão que deixa, a
esquerda, às águas do córrego da
Cachoeira e, à direita, as do córrego da
Vacaria, alcançam a Serra do Itaqui, por sua crista seguem
até frontear a
cabeceira mais alta do ribeirão Cavetá;
 

  

 ÁGUAS FRIAS
 
  

  

 Fica creado o distrito de paz de Água Fria, no
município de Parnaíba, que terá
as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no córrego Itaim, no foz do
córrego do Paiol Velho, sobem por êste
até
a barra do pequeno córrego que nasce na face sul do Morro do
Polvilho, vão pelo
córrego acima até o alto daquele morro e
continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Juqueri, e, à esquerda,
as do córrego Jaguari, indo
até a confluência destes dois cursos, descem pelo
rio Juqueri até a foz do
córrego do Morro do Mateus;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PIRAPORA:
 
  

  

 Começam no rio Juqueri, na foz do córrego do
Morro do Mateus, seguem pelo
espigão fronteiro, que deixa, à direita, as
águas dêste córrego e, à
esquerda,
as do ribeirão Pununduva, passando pelo alto da Aroeira,
indo até a barra do
córrego do Tanquinho neste ribeirão, e
prosseguindo, a seguir, em reta
sul-norte, até o ribeirão da Cachoeira, que e um
dos formadores do rio
Jundiuvira;
 
  

  

 BARUERÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Barueri terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da séde do município:
 
  

 Começam na Serra do Itaim, em frente à cabeceira
mas alta do rio Cavetá, seguem
pela crista da serra e pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego
da Cachoeira, e, à esquerda, as do córrego da
Vacaria, indo até a barra do
córrego dos Garcias no rio Tietê, sobem pelo
Garcia até sua cabeceira mais
oriental, e atingem a rumo o espigão mestre entre as
águas dos rios Tietê, à
direita, e Juquerí, à esquerda;
 
  

  

 PIRAPORÁ:
 
  

  

 O distrito de paz de Piraporá terá s as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ÁGUA FRIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Cachoeira, um dos
formadores do rio Jundiuvira, no ponto
em que êste é atingido pela reta sul-norte, que
vem da confluência do córrego
do Tanquinho no ribeirão Pununduva, seguem por esta reta
à referida barra e
continuam pelo espigão, que deixa, à direita, as
águas do Pununduva, à
esquerda, as do córrego do Mateus, passam pelo alto da
Aroeira e atingem a
barra deste último córrego no rio Juqueri;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Juquerí, na barra do
córrego do Morro do Mateus, descem pelo
Juquerí até o rio Tietê e
vão por este acima até a boca do
córrego Jurú-Mirim,
pelo qual sobem até sua cabeceira do galho da direita,
prosseguindo depois pelo
alto do massiço do Boturuna ou Voturuna até o rio
Tietê.
 
  

  

 PATROCINIO DO SAPUCAÍ
 
  

  

 O município de Patrocínio do Sapucaí,
comarca do mesmo nome, constituído do
distrito de paz da sede e do de Itirapuã, terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE FRANCA
 

  

 Começam no
rio Sapucaí, onde faz barra o ribeirão
Santa Barbara, sobem por este até o ribeirão
Macaubas, continuam por êste acima
até a foz do córrego Dominguinhos, desta barra,
pelo espigão divisor entre
estas duas águas até a cabeceira mais meridional
do córrego Taveira, afluente
do ribeirão do Cubarão e por aquêle
abaixo até a sua barra, no Cubatão;
prosseguem pelo espigão fronteiro até os aparados
da Serra de Franca, aparados
que acompanham até encontrar o córrego do Boi nas
divisas que Minas Gerais;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começaram a cabeceira do córrego do Boi, onde
é cortado pelo aparados da Serra
da Franca, descem por êste até o
ribeirão São Tomé, seguem por este
até o

córrego fundo, sobem, pelo córrego e pela sua
cabeceira mais meridional até
alcançar o divisor que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Águas do Morro
Redondo
ou Capanema e Ribeirão da Mata, e, à esquerda, as
do ribeirão Capetinga,
ribeirão das Pedras e por êste divisor
até a cabeceira do córrego Frutal ou
Estiva, pelo qual descem até o córrego das
Pedras, sobem por êste até a barra
do córrego do Juvencio, prosseguindo por êste
até a sua cabeceira principal e
daí pelo espigão à ponta oriental do
Morro Selado; continuam daí pelo divisor
que deixa, à direita, as águas do
córrego lageado ou Contendas e, à esquerda,
as do ribeirão Jacutinga e córrego dos Coqueiros
até a cabeceira principal do
córrego Itambé, descem por êste
até a barra do córrego do Macaco ou Mombuca,
seu afluente de margem esquerda, subindo pelo córrego do
Macaco até a sua
cabeceira principal, donde caminham pelo espigão,
transpondo-o até a cabeceira
principal do córrego do Grotão, descem por
êste até o ribeirão Santa Barbara e
por êste acima até a barra do córrego
da Tulha; dêsse ponto seguem pelo espigão
fronteiro, que deixa, à direita, as águas do
Campo Linpo e Potreiro e à
esquerda, as do ribeirão das Araras, até o alto
da Serra do Major Claudiano ou
Vangloria; continuam pelo espigão até o Morro das
Araras e dêste, por uma linha
reta ao alto do Morro do Jaborandi, no ponto em que ela corta o rio
Esmeril;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS
 
  

  

 Começam no rio Esmeril, no ponto em que é cortado
pela reta do morro das Araras
ao morro do Jaborandi, nas divisas do Estado de Minas Gerais e descem
por êste
até a sua barra no rio Sapucaí e vão
por êste abaixo até a foz do ribeirão
da
Paciência;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão da Paciência
faz barra no rio Sapucaí e descem por êste
à barra do ribeirão Santa Barbara onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PATROCINIO DO SAPUCAÍ:
 
  

  

 ITIRAPUA
 
  

  

 O distrito de paz de Itirapuã terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz da séde do município de
Patrocínio do Sapucaí:
 
  

 Começam onde nasce a cabeceira mais meridional do
ribeirão Campo Limpo, vão por
êste abaixo, até a sua barra no
ribeirão Santa Barbara e descem por êste
até a
foz do ribeirão Capanema; deste ponto seguem, em reta,
à procura da cabeceira
mais próxima do córrego do Cará, pelo
qual descem ate a sua confluência no
ribeirão das Pedrinhas e daqui seguem pelo divisor entre as
águas do ribeirão
das Pedrinhas, a direita, e as do ribeirão de São
Francisco, à esquerda, ate
encontrar o divisor entre as águas do ribeirão de
São Francisco, à direita, e o
rio Sapucaizinho, à esquerda, cruzando-o no ponto mais alto
em que êle é
cortado pela estrada de rodagem que de Patrocínio do
Sapucaí vai a Ibiraci,
cidade do Estado de Minas Gerais, e continuam em reta, até a
ponta mais
ocidental da Serra da Cachoeira, que é um contraforte da
Serra de Franca.
 
  

  

 PEDERNEIRAS
 
  

  

 O município de Pederneiras, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de
paz da séde e dos de Água Limpa e
Guaianás, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IACANGA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Tietê, à direita, e as do
rio
Batalha, à esquerda, onde cruza com o espigão que
deixa as águas do ribeirão
Bonito, à esquerda, e as do rio Baurú,
à direita, por êste espigão caminham
até
encontrar a cabeceira mais ocidental do ribeirão do Veado,
pelo qual descem até
o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARIRÍ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde deságua o
ribeirão do Veado, e vão pelo rio acima
até a barra do ribeirão Água Limpa:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde descarrega o
ribeirão Água Limpa, pelo qual sobem
até a barra do córrego da Pedra e por
êste ainda até sua cabeceira, prosseguem
pelo espigão em demanda do contraforte da margem direita do
córrego Anhumas,
por êste contraforte continuam até a barra do
referido córrego no rio Baurú, e
por êste descem até o rio Tietê, pelo
qual sobem até a barra do ribeirão Barra
Mansa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAÚ:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde se lança o
ribeirão Barra Mansa, e sobem pelo rio
até a embocadura do rio dos Patos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOCAIÚVA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na boca do rio dos Patos, e
sobem por êste até a foz do
córrego do Bom Jardim;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LENÇÓIS:
 
  

  

 Começam no rio dos Patos na embocadura do córrego
Bom Jardim e vão por aquele
acima até a confluência do córrego do
marco B;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AGÚDOS:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego do
marco B, no ribeirão dos Patos seguem pelo
espigão que contorna as cabeceiras do córrego das
Anhumas e alcançam a
cabeceira do galho central do córrego do Marimbondo, pelo
qual descem até o
ribeirão Pederneiras, prosseguem pelo espigão que
contorna as cabeceiras do
córrego da Barra Sêca e atingem a cabeceira do
córrego da Fazenda P. Santos,
pelo qual descem até o ribeirão Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BAURÚ:
 
  

  

 Começam no ribeirão Grande, onde faz barra o
córrego da Fazenda de P. Santos,
seguem pelo espigão que contorna as cabeceiras do
córrego da Água Branca,
atingem a cabeceira do córrego Aimorés, pelo qual
descem até o rio Baurú,
continuam pelo espigão que deixa à direita, as
águas do córrego da Figueira, e,
contornando as cabeceiras dêste, vão
até o espigão mestre que separa as
águas
do rio Tietê, à direita, e as do rio Batalha
à esquerda, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PEDERNEIRAS:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Pederneiras terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUAIANÁS:
 
  

  

 Começam no cruzamento do divisor que deixa, à
direita, as águas do córrego
Barra Seca, e, à esquerda, ao do córrego do
Macedo, com o espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Pederneiras, e,
à esquerda, as do ribeirão
Grande, seguem por êste último espigão,
e, indo até a cabeceira do galho mais
oriental do córrego Barra Bonita, alcançam, dai a
cabeceira do córrego do Mono
e vão por êste abaixo até o rio
Baurú;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ÁGUA LIMPA:
 
  

  

 Começam no rio Baurú, na barra do
córrego do Monos e descem por aquele até a
boca do córrego das Anhumas;
 
  

  

 AGUA LIMPA:
 
  

  

 O distrito de paz de Água Limpa, com séde na
povoação do mesmo nome, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Baurú, na foz do
córrego das Anhumas, sobem por aquele até a
boca do córrego do Mono;
 
  

  

 ÁGUA LIMPA:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUAIANÁS:
 
  

  

 Começam no rio Baurú, na foz do
córrego do Mono, vão por aquele acima
até a
barra do córrego Aimorés:
 
  

  

 GUAIANÁS:
 
  

  

 O distrito de paz de Guaianás terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ÁGUA LIMPA:
 
  

  

 Começam no rio Baurú, na foz do
córrego Aimorés, descem por aquele até
a
embocadura do córrego do Mono;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no rio Baurú, na foz do
córrego do Mono, vão por êste acima
até sua
cabeceira, ganham dai a cabeceira do galho mais oriental do
córrego da Barra
Bonita, procuram o espigão entre as águas do
ribeirão Grande, à direita, e as
do ribeirão Pederneiras, à esquerda, pelo qual
caminham até cruzar com o
divisor que deixa, à direita, as águas do
córrego Barra Seca, e, à esquerda, as
do córrego do Macedo.
 
  

  

 PEDREGULHO
 
  

  

 O Município de Pedregulho, comarca de Igarapava, constituido
dos distritos da
séde de Rifaina e Igaçaba, passa ter as seguintes
divisas.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IGARAPAVA:
 
  

  

 Começam no
rio Ponte Nova,
onde faz barra o córrego do Inhame, sóbem por
êste
a
sua cabeceira mais alta de galho de oeste dirigem-se em linha
réta, até a
cabeceira do córrego de José Pinheiro, pelo qual
descem
até o rio Buritis vão
daí, em réta, à cabeceira do
córrego
Paixão, no bairro do Moleque, e por êsse
córrego descem até a barra do ribeirão
do
Parí e por êste ainda até a barra do
córrego Campo Mimoso, sóbem por êste
até a
sua cabeceira nororiental, dai, vão
em réta, à cabeceira mais meridional do
córrego da
Posse, prosseguem pelo
espigão que deixa à esquerda, as águas
dêste
córrego, e, à direita, as do
ribeirão São Pedro, em demanda da Lagôa
da
cabeceira de Sergio de Paula, e por
êste córrego descem até sua barra no
ribeirão São Pedro, vão dai, em
réta,
à
confluência do córrego de José Thomaz,
no
ribeirão Taquaral e desta confluência
por nova réta à cabeceira do córrego
Sucurí, pelo qual descem até o rio Grande;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no rio Grandes, onde deságua o
ribeirão Taquaral sóbem por aquele até
a
barra do rio Canôas e vão por êste acima
até a foz do ribeirão da Onça:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FRANCA:
 
  

  

 Começa no rio Canôas, onde desemboca o
ribeirão da Onça, sóbem por
êste até a
sua cabeceira mais ocidental, alcançam a serra de
Indaiá e por ela prosseguem
até encontrar a estrada de rodagem que vai de
Indaiá ao Bairro da Bôa Vista, e
daí em réta, ao marco do Km. 445, da Cia Mogiana
de Estradas de Ferro,
colocando ao sul da estação de Indaiá,
e continuam depois pelo espigão que
deixa, à direita as águas do córrego
Indaiá, e, à esquerda, as do córrego
da
Cachoeira do Salto, até a confluência
dêste dois cursos desagua, descendo, por
fim, pelo ribeirão Água Limpa, que tem a
denominação local de rio Ponte Nova
até a barra do córrego do Inhame, onde tiveram
começo estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PEDREGULHO
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Pedregulho, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IGAÇABA:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Posse,
vão, em reta, ao alto do Morro da
Fazenda Candido Teixeira, atravessando o córrego da Fazenda
Velha, e do alto do
morro a barra do córrego da Fazenda Candido Teixeira ao
ribeirão de São Pedro,
sobem por êste até a barra do córrego
da Fazenda Monte Alto, e daí, em réta, ao
marco do Km 46, da linha tronco da Cia. Mogiana de Estradas de Ferro
marco que
fica a
 
 5.165 metros
 
 ao norte da estação de Chapadão,
vão dêsse marco pelo espigão fronteiro
em
demanda da barra do ribeirão Bôa Vista, do
ribeirão Bom Jesus, e seguem em
reta, à cabeceira do córrego do Venancio,
procuram depois o espigão que deixa,
á esquerda, as águas do ribeirão Bom
Jesus, e, à direita, as do ribeirão do
Lageado, caminhando por êle até o contraforte
entre as águas dos córregos
Venancio e Cachoeirinha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIFAINA:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão Bom Jesus, e,
à
direita, as do ribeirão do Lageado, no ponto de cruzamento
com o contraforte entre
as águas dos córregos do Venancio e Cachoeirinha,
seguem pelo contraforte até a
barra do córrego do Venâncio no
ribeirão do Lageado, descendo por êste
até sua
barra no rio Grande;
 
  

  

 IGAÇABA:
 
  

  

 O distrito de paz de Igaçaba, terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIFAINA:
 
  

  

 Começam no córrego Sucurí, no ponto em
que êste a cortado por uma reta de rumo
éste-oéste, que parte da extremidade mais
ocidental da serra da Rifaina, seguem
por esta reta até o aparado da referida serra, continuava
pelo aparado dessa
serra em todas as suas voltas até atingir a ponta externa
mais oriental da
Serra, onde se acha a cabeceira do maior afluênte do
ribeirão do Cervo, vão
dessa ponta, em reta, ao alto do morro da Fazenda Bom Jesus, caminha
depois
pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Bom Jesus, e, à
esquerda, as do ribeirão do Lageado, até cruzar o
contraforte entre os córregos
Venancio e Cachoeirinha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Bom Jesus, e,
à
esquerda, os do ribeirão do Lageado, no ponto de cruzamento
com o contraforte
entre as águas dos córregos Venancio e
Cachoeirinha, continuam pelo espigão em
demanda da cabeceira do córrego do Venancio, e
daí, por uma reta, vão à barra
do ribeirão da Bôa Vista no ribeirão
Bom Jesus, continuam pelo espigão
fronteiro à procura do marco do Km. 467 na linha tronco da
Cia. Mogiana de
Estradas de Ferro, marco que fica a
 
 5.165 metros
 
 ao norte
da estação de Chapadão, e
dêsse marco por uma reta, vão até a
barra do córrego
da Fazenda Monte Alto no ribeirão de São Pedro,
pelo qual descem até a barra do
córrego da Fazenda do Candido Teixeira, seguem
dêsse ponto em reta, no alto do
morro da mesma fazenda, e, por outra reta, atingem a cabeceira do
córrego da
Posse.
 
  

  

 RIFAINA
 
  

  

 O distrito de paz de Rifaina, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Grande, na barra do ribeirão do
Lageado, sóbem por êste até a
barra do córrego do Venancio, continuam pelo
espigão fronteiro que deixa, à
esquerda, as águas do córrego do Venancio,
até atingir o espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Bom Jesus, e,
à esquerda, as do ribeirão do
Lageado:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IGAÇABA:
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão Bom Jesus, e,
à
direita, as do ribeirão do Lageado, no ponto de cruzamento
com o contraforte
entre as águas dos córregos Venancio e
Cachoeirinha, continuam pelo espigão até
o alto do morro da Fazenda Bom Jesus, e daí, por uma reta,
atingem o alto do
Morro Redondo, indo depois, por outra reta, à ponta extrema
do aparado da serra
da Rifaína, onde fica a cabeceira do maior afluente do
ribeirão do Cervo,
seguem pelo aparado da Serra, em todas as suas voltas contornando as
cabeceiras
do córrego Boqueirão, até sua
extremidade ocidental, seguindo daí em reta, de
rumo éste-oéste, até o
córrego Sucurí.
 
  

  

 PEDREIRA
 
  

  

 O município de Pedreira, comarca de Amparo, terá
os seguinte divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-MIRIM:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na foz do
córrego, ganham o espigão entre as
águas do
rio Jaguarí, ao sul, e as do rio Camandocaia, ao norte pelo
qual caminham até
frontear a cabeceira mais meridional do córrego do Capim
Fino, descem por êste
até o rio Camandocaia, subindo por êste
até a embocadura do córrego da fazenda
Saint-Cloud:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO:
 
  

  

 Começam no
rio Camandocaia, na foz do córrego da
fazenda Saint-Cleud, sobem pelo rio até a barra do
córrego da Bôa Vista e por
este acima até sua cabeceira mais oriental, ganham o
espigão mestre entre as
águas de rio Camandocaia, à esquerda, e as do rio
Jaguarí, a direita, pelo
espigão mestre caminham, passam pelo Túnel da
Companhia Mogiana de Estradas de
Ferro, situado entre as estações de Pedreira e
Coqueiros, e vão até o ponto em
que o espigão mestre e atingido pela reta sul-norte que vem
do Alto da Areia
Branca, seguem pela teia até o referido alto e continuam
pelo divisor que
deixa, à direita, as águas do córrego
Areia Branca, avançando até a ponte de J.
Soares, sobe o rio Jaguarí, na estrada que via para o bairro
Entre Montes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na ponte de J. Soares, na
estrada que vai para o bairro
de Entre Montes, descem pelo rio até o córrego da
Vendinha do Jaguarí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí, na foz do
córrego da Vendinha do Jaguarí, descem pelo
rio até a boca do córrego da Linde, indo, em
rêta a barra do córrego da fazenda
Recreio ou Bôa Vista, no mesmo rio, e continuam pelo
Jaguarí abaixo até a barra
do córrego de Carlos Aranha, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 PENÁPOLIS
 
  

  

 O município de Penápolis, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz
da séde e o de Alto Alegre, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZÍVEL
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Lageado, sobem pelo rio até a
água da
Barrinha da Figueira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz da Água da
Barrinha, da Figueira, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão Lageado, e, à esquerda, as
águas da Água da Barrinha da Figueira e as dos
ribeirões do Fareio e Barra
Mansa, e pelo espigão alcançam a cabeceira mais
ocidental do córrego do Matão,
pelo qual descem até o rio Feio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego
Matão, descem pelo rio até a sua
confluência com o ribeirão Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GLICERIO:
 
  

  

 Começam na confluência do Rio Feio com o
ribeirão Grande, pelo qual sobem até
sua cabeceira mais setentrional, continuam pelo espigão
mestre Tietê-Aguapeí,
até defrontar a cabeceira do ribeirão Bonito,
descendo por êste até o ribeirão
Lageado e por êste ainda, até o rio
Tietê onde tiveram estas divisas;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PENÁPOLIS
 
  

  

 ALTO ALEGRE
 
  

  

 O distrito de paz de Alto Alegre terá as seguintes divisas
internas com o
distrito da sede do município de Penápolis:
 

  

 Começam no
espigão mestre Tietê-Aguapei, mas
cabeceira do córrego no Matão seguem pelo
espigão mestre até a cabeceira do
córrego da Bagagem e por este abaixo até a
estrada que, da cidade de Penápolis
vai à Vila de Alto Alegre, seguem pelo eixo da estrada que
vai ao córrego
Coroados e por este acima pelo córrego Barra Bonita
até sua cabeceira, ganham a
cabeceira do córrego do Veado e por este abaixo
até o ribeirão Bonito.  
 
  

  

 PEREIRA BARRETO
 
  

  

 Fica criado o município de Pereira Barreto com
séde na povoação de Novo
Oriente, e que pertencerá à comarca de
Araçatuba, e terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MATO GROSSO:
 
  

  

 Começam no rio Paraná, onde descarrega o rio
Tietê, sobem pelo rio Paraná até a
confluência dos rios Grande e Parnaíba, formadores
do rio Paraná;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam na confluência dos rios Grande e
Parnaíba, formadores do rio Paraná, e
sobem pelo rio Grande até a barra do ribeirão da
Lagôa Sêca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TANABÍ:
 
  

  

 Começam no rio Grande, na foz do ribeirão da
Logôa Sêca, e vão por êste
acima
até sua cabeceira, transpõem o divisor Rio
Grande-São José dos Dourados, em
busca da cabeceira do ribeirão do Rancho, e por
êste abaixo até o ribeirão do
Marimbondo, e por êste ainda até o rio S.
José dos Dourados;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZÍVEL:
 
  

  

 Começam no rio São José dos Dourados,
onde desemboca o ribeirão do Marimbondo,
e descem por aquele até a barra do córrego da
Serpente, continuam pelo divisor
que deixa, à esquerda, as águas dêste
córrego em demanda da cabeceira do
córrego Osório;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre divisor das
águas dos rios Tietê-São
José dos
Dourados, na cebeceira do córrego do Osório, pelo
qual descem até o rio Tietê,
e por este abaixo até a barra do ribeirão da
Água Fria, pelo qual dobem até a
barra do córrego Centenário
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE VALPARAIZO:
 

  

  

 Começam
no ribeirão da Água Fria, na barra do
córrego
do Centenário, e por êste acima até sua
cabeceira mais ocidental, vão daí, em
reta, à barra do córrego F. Mesquita no
ribeirão do Cotovelo, sobem pelo
córrego F. Mesquita até sua cabeceira ocidental,
e vão, em reta de rumo
leste-oeste ao ribeirão Travessa Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Travessa Grande, onde e
contado pela reta de rumo
leste-oeste, que vem da cabeceira ocidental do córrego F.
Mesquita, descem pelo
Travessa em até sua barra no rio Paraná, onde
principiaram estas divisas.
 
  

  

 PEREIRAS
 
  

  

 O município de Pereiras, comarca de Tatuí,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS:
 
  

  

 Começam em frente da cabeceira do córrego
Salvador Vieira no espigão que deixa,
à esquerda, as águas do ribeirão
Moquem, e as do rio de Conchas, à direita,
seguem pelo espigão até atingir o Alto do Padilha
em frente à cabeceira mais
ocidental do córrego do Anselmo, descem por êste
até o rio de Conchas e por
êste ainda até a barra da Água da
Hespanhola, pelo qual sobem até a sua
cabeceira mais oriental;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LARANJAL:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais oriental da Água da
Hespanhola, seguem pelo espigão
mestre entre as águas do rio de Conchas, á
direita, e as do Rio Sorocaba, à
esquerda, e continuam por este divisor, pelo contraforte
intermediário dos dois
ramos mais altos do córrego Bicame, indo até a
confluência dessas águas,
continuam pelo espigão da margem esquerda da água
do Bernardino, até a barra
deste ribeirão Queimador e por este acima até a
foz do Córrego das Aboboras e
por este ainda até a sua cabeceira mais meridional,
transpõem o espigão em
demanda da confluência do córrego das Perobas no
ribeirão de Dentro;
   

  

 COM O
MUNICÍPIO DE TATUÍ:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego das
Perobas no ribeirão de Dentro, sobem pela
cabeceira mais meridional dêste ribeirão que passa
na Fazenda Paineiras e
continuam pelo espigão mestre entre as águas do
córrego da Onça e ribeirão
Aleluia, à esquerda e ribeirão Conchas,
à direita, até cruzar com o divisor que
deixa, a leste, as águas do ribeirão da Vargem e,
a oeste, as do rio Conchas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre o rio Conchas e
Aleluia, no ponto em que
entronca com divisor entre as águas do ribeirão
da Vargem, a leste, e do rio de
Conchas, a Oeste, seguem por êste divisor até a
barra do córrego de Serrinha,
no rio de Conchas e continuam pelo espigão fronteiro que
deixa, à esquerda, as
águas dêste último córrego e
pelo espigão entre as águas do rio de Conchas,
à
direita, e as do ribeirão Moquem, à esquerda,
até frontear a cabeceira do córrego
de Salvador Vieira, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 PIEDADE
 
  

  

 O município de Piedade, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz
da séde e do de Santa Catarina, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. MIGUEL ARCANJO:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Paranapiacaba, onde esta cruza com
o espigão que
deixa, à esquerda, o rio dos Pereiras, e, à
direita, o rio Travessão,
confluente do rio Ipiranga, seguem pela crista da cordilheira
até o contraforte
da margem direita do ribeirão Pico Grande, seguindo por
êste mesmo contraforte
à barra do córrego Cabeça Branca no
ribeirão Pico Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PILAR:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Cabeça
Branca no ribeirão Pico Grande, pelo qual
descem até sua barra no rio Cruzeiro, alcançam e
seguem pela cordilheira de
Paranapiacaba até encontrar o espigão que separa
as águas do rio Clarinho, á
esquerda, e as do rio Bonito, à direita, alcançam
a cabeceira do ribeirão dos
Novais e vão por êstes abaixo até sua
barra no rio Turvo, sobem por êste até a
barra do ribeirão dos Garcias e vão dessa
confluência, pelo espigão, até da
estrada de rodagem estadual entre Piedade e Pilar, sôbre o
rio Douradinho,
continuam pelo contraforte fronteiro até o alto do
espigão mestre entre as
águas do rio Sarapuí, à direita, e as
do Turvo e ribeirão Rodrigues, à
esquerda, e por êste prosseguem até encontrar a
reta de rumo leste-oeste que
vem da cabeceira do córrego do Pinhal, afluente do
ribeirão do Barreiro.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Turvo e ribeirão dos Rodrigues
e as dos rio Sarapuí, onde êste cruza com a reta
de rumo leste-oeste que vem da
cabeceira do córrego do Pinhal, seguem pela reta
até a referida cabeceira, daí
alcançam o espigão da margem esquerda do rio
sapurui e por êste espigão
caminham até a barra do ribeirão dos Pereiras no
rio Sarapui, prosseguem pelo
espigão que contorna as cabeceiras do ribeirão do
Juncal e por êste descem até
o ribeirão das lavras, e por êste abaixo
até o rio Pirapora e por êste acima até
a barra do ribeirão Jurupará e por êste
ainda até a barra do córrego
Machadinho, prosseguem pelo espigão que deixa, ao sul, as
vertentes do ribeirão
Jurupará até o lugar chamado Poço, na
margem da represa até frontear a barra do
ribeirão do Pururas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UNA:
 
  

  

 Começam na represa do rio Sorocaba na barra do
ribeirão do Pururús, sobem por
êste até a foz do córrego, da Represa e
vão daqui em reta à barra do córrego,
que vem dos Ortizes, no ribeirão dos Pururús,
barra esta que fica acima da povoação
de Pururús, prosseguem pelo espigão que deixa,
à esquerda, as águas do ribeirão
do Colégio e as do rio Sorocá-Guassú,
até a Cordilheira do Paranapiacaba, pela
qual continuam até o contraforte da margem esquerda do rio
do Peixe e pelo
contraforte prosseguem até a confluência do rio
das Pedras no rio do Peixe e
por êste até o rio
Juquiá-Gassú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRAINHA:
 
  

  

 Começam no rio Juquiá-Guassú, onde faz
barra o rio do Peixe, descem por aquêle
até a embocadura do ribeirão do
Travessão, sobem por êste até o
córrego do Pau
Seco e por êste acima até sua cabeceira, continuam
pelo espigão, chamado Serra
Guarucaia, que separa as águas do ribeirão do
Braço (afluente do rio
Juquiá-Guassú), das do córrego Mombuca
(afluente do rio Corujas), prosseguindo pelo
espigão que deixa, ao norte, as águas
dêste último córrego e as do
córrego da
Água Clara até o ponto chamado Garganta dos
Negros, alcançam a cabeceira do
córrego das Cinco Barras, e por êle descem
até o rio Corujas, vão dêste ponto,
sempre pelo espigão, em demanda da Serra da Lagoinha, em
frente da cabeceira do
córrego do Poço e continuam pelo
espigão divisor, que deixa, ao sul, as águas
do rio Jacinto, afluente do rio Assunguí, e, ao 
norte, as do rio Verde,
até cruzar com o divisor entre as águas
do rio Assunguí, ao sul, e as do
ribeirão dos Cachorros Novos, ao norte, por êle
seguindo até a confluência do
rio Pereiras com o rio Verde, tornadores do rio Assunguí,
transpõem o rio e
prosseguem pelo divisor que deixa, a á direita, as
águas do rio dos Pereiras e,
à esquerda, as dos rios Fundo e Areado, até
cruzar com o espigão entre as águas
do rio dos Pereiras, ao norte e as do rio Travessão, ao Sul;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE XIRIRICA:
 
  

  

 Começam no divisor entre as águas dos rios Fundo
e  Areado, ao sul, e as
do rio dos Pereiras, ao norte, no ponto em que êle cruza com
o espigão entre as
águas dêste último, ao norte, e as do
rio Travessão, ao sul, prosseguindo por
êste último espigão até a
cordilheira do Paranapiacaba, onde tiverão início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PIEDADE:
 
  

  

 SANTA CATARINA:
 
  

  

 Fica criado o distrito de paz de Santa Catarina, no
município de Piedade, o
qual divisas internas com o distrito de paz da sede do
município:
 
  

 Começam na Cordilheira do Paranapiacaba, onde ela 
cruza com o contraforte
que deixa, à esquerda, as águas do
Sorocá-Gassú e, à esquerda, as do rio
Pirapora, seguem pela crista da Cordilheira até cruzar o
espigão entre as águas
do rio Bonito, à direita, e, as do rio Clarinho,
à esquerda.
 
  

  

 PILAR
 
  

  

 O município de Pilar, comarca de Piedade, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA:
 
  

  

 Principiam no ribeirão do Soares na barra do
córrego Pulador, vão daí, em
rêta,
à cabeceira mais ocidental do córrego da Campina,
pelo qual descem até sua
barra no rio Itapetininga;
 
  

  

 COM O MUNICÍCPIO DE SARAPUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Itapetininga na barra do ribeirão
da Campina, sobem por aquele
até a barra do córrego da Barra, ganham o
contraforte divisor do córrego da
Barra à esquerda, e do rio Turvo, à direita, pelo
qual caminham até o espigão mestre
dos rios Sarapui-Turvo, seguem por êste espigão
mestre em demanda da cabeceira
do córrego da Ilha, descendo por êste
até sua foz  no ribeirão dos
Rodrigues, e  novamente por êste até
 o rio Sarapui.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA:
 
  

  

 Começam no rio Sarapuí, na barra do
ribeirão dos Rodrigues, ganham o
contraforte intermediário a êsses dois cursos,
pelo qual avançam até encontrar
a reta de  rumo leste-oeste, que vem da cabeceira do
córrego do Pinhal
(afluente do ribeirão do Barreiro):
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIEDADE:
 
  

  

 Principiam no contraforte que deixa à direita. as
águas do ribeirão dos
Rodrigues, e, à esquerda, as  do rio
Sarapuí no ponto em que é cortado
pela reta de rumo leste-oeste que vem da cabeceira do
córrego do Pinhal
afluente do ribeirão do Barreiro, segue daí pelo
espigão mestre dos rios
Sarapui-Turvo, em demanda da ponte sôbre o
ribeirão Douradinho da rodovia
estadual entre as cidades de Pilar  e Piedade, dêste
ponto ganham o
espigão fronteiro pelo qual avançam em demanda da
barra do ribeirão dos Garcias
no rio Turvo, descem por êste até a foz do
ribeirão dos Novaes, pelo qual sobem
até sua cabeceira, seguem dai pelo espigão que
separa as águas do rio Bonito, à
esquerda, e, as do rio Clarinho, à direita, até
alcançar a Cordileira do
Paranapiacaba, e por ela seguem até o cruzamento com
contraforte que morre na
barra do ribeirão Pico Grande no ribeirão do
Cruzeiro ou Tapéra, vão pelo
referido contraforte até a barra cliada; sobem pelo
ribeirão Pico Grande até á
barra do córrego da Cabeça Branca.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO
 
  

  

 Começam no
ribeirão Pico Grande, na barra do córrego
Cabeça Branca, sobem por este até sua cabeceira
da Serra do Paranapiacaba, pelo
cume da qual caminham até cruzar o espigão mestre
Turvo-Claro, avançam pelo
espigão mestre até a cabeceira do
ribeirão da Borda, pelo qual descem até a
barra do Ribeirãozinho, indo daqui em reta, á
cabeceira mais meridional do
córrego Tapuruca descem por este até sua foz no
ribeirão Pulador, e por este
ainda até sua foz no ribeirão do Soares, onde
tiverem inicio estas divisas.
 

  

  

 PINDAMONHANGABA
 

  

  

 O município de Pindamonhangaba, comarca do mesmo
nome, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPOS DO JORDÃO:
 

  

  

 Começam no alto da cordilheira da Mantiqueira, no
pião divisor do rio Buquira, ribeirão Boa Vista e
rio Paracuama, seguem pela
crista da cordilheira até entroncar com o espigão
que deixa, á esquerda, as
águas do ribeirão Guaratinguetá, e, a
direita, as do ribeirão dos Buenos ou
Moreiras;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETA:
 

  

  

 Começam no alto da cordilheira da Mantiqueira onde
cruza o divisor entra as águas do rio
Guaratinguetá, à esquerda, e as do
ribeirão dos Buenos ou Moreira, a direita, seguem por este
ultimo divisor e
continuam pelo espigão que deixa, á direita, as
águas do mesmo ribeirão dos
Buenos ou Moreiras, e, a esquerda, as do ribeirão Guarulhos,
indo até a
confluência desses dois cursos, alcançam e
prosseguem pelo divisor que deixa, á
esquerda, o ribeirão dos Buenos ou Moreiras, e, á
direita, as do ribeirão
Grande ou Tetequera ate a cabeceira do córrego do
Rosário, pelo qual descem sua
barra no rio Paraíba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE APARECIDA
 

  

  

 Começam no rio Paraíba, onde faz barra o
córrego do
Rosário, vão dessa barra em reta, á
confluência do córrego Pindaitiba, que
passa junto a povoação de igual nome, no rio
Pirapingui, sobem por este ate a
embocadura do córrego dos Campos de Vargem e continuam pelo
espigão entre as
águas deste córrego e as do córrego
Santa Teresa, ate a Serra Quebra Cangalha;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. LUIZ DO PARAITINGA:
 

  

  

 Começam no alto da Serra Quebra cangalha, onde esta
cruza o espigão divisor, das águas do
córrego dos Campos d Vargem e córrego
Santa Teresa, continuam pela da Serra até cruzar o divisor
entre as águas do
ribeirão das Almas, á direita, e, as do
ribeirão Turvo, à esquerda;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAUBATE;
 

  

  

 Começam na Serra Quebra Cangalha, no ponto onde cruza
com o divisor das águas do ribeirão Turvo,
à esquerda, e ribeirão das Almas, à
direita, seguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Paraíba, e,
a esquerda as das vertentes do rio Una, passando pelos morros
Matacacheta e
Grande, em demanda da barra do primeiro córrego que
desemboca na margem direita
do rio Una, logo abaixo da foz do córrego Ipiranga e pelo
Una abaixo seguem ate
a barra do córrego do Mata-Fome nas proximidades do bairro
do mesmo nome;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TREMEMBE
 

  

  

 Começam no rio Una, na barra do córrego do
Mata-Fome,
que deságua próximo ao bairro do mesmo nome,
descem pelo Una, ate o rio
Paraíba, continuam por este acima ate a foz do rio
Piracuama, pelo qual sobem
ate a foz do ribeirão Boa Vista, seguem pelo
espigão que deixa, a esquerda,
este ultimo ribeirão, e, a direita, as do rio Piracuama, ate
o alto da
cordilheira da Mantiqueira, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 PINDORAMA
 

  

  

 O município de Pindorama, comarca de Catanduva,
terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM MUNICÍPIO DE CATANDUVA:
 

  

  

 Começam no pião divisor das cabeceiras do rio
Cubatão
e córregos Sape, Jacuba e Barra Grande, tomam pelo Jacuba e
por ele descem ate
o ribeirão São Domingo, seguem pelo
espigão que deixa, a direita, as águas do
córrego do Bebedouro e alcançam, a seguir, o
espigão que deixa, a direita, as
águas do córrego do Bebedouro e
alcançam, a seguir, o espigão que deixa, a
esquerda, as águas do ribeirão da
Onça, e, a direita, as do ribeirão São
Domingo e por esse espigão caminham ate São
Domingos e por esse espigão
caminham até frontear a cabeceira mais meridional do
córrego Boa Vista do
Generoso.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARIRANHA
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, a direita, as
águas do
ribeirão São Domingos, e, a esquerda, as do
ribeirão da Onça, em frente á
cabeceira mais meridional do córrego Boa Vista do Generoso,
seguem pelo espigão
e tomam pelo divisor que deixa, á direita, as
águas do córrego da Arara, e a
esquerda, as do córrego da Figueira, indo a barra deste
ultimo no córrego dos
Limas e por este subindo ate a confluência do
córrego da Boa Esperança.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADELIA:
 

  

  

 Começam na confluência do córrego dos
Limas com o
córrego da Boa Esperança, tomam o
espigão que deixa, a esquerda, as águas deste
ultimo e vão até o córrego do Zinco no
ribeirão de São Domingos, seguem daqui
em reta, a cabeceira mais oriental do Macuco e vão por este
e pelo Timbul e
pelo Tabocas abaixo ate o córrego Tijuco Preto;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ:
 

  

  

 Começam na confluência do córrego
Tabocas com o
córrego Tijuco Preto, sobem por este ate a barra do
córrego Sape, e por este
acima ate sua cabeceira mais ocidental, atingindo depois o
espigão divisor
entre as cabeceiras deste córrego e as dos
córregos Barra Grande e Jacuba e o
rio Cubatão, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 PINHAL
 

  

  

 (EX-ESPIRITO SANTO DO PINHAL)
 

  

  

 O município de Espírito Santo do Pinhal, cujo
nome de
simplifica para Pinhal, comarca do mesmo nome, constituído
do distrito de paz
da sede e do de Jardim (ex-Santo Antonio do Jardim), terá as
seguintes divisas;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA
BÔA VISTA
 

  

  

 Começam no espigão divisor das águas
dos rios
Orissanga e Itupeva, na cabeceira mais setentrional do
córrego Mangaratiba,
prosseguem pelo espigão mestre até cruzar com o
contraforte da margem esquerda
do córrego do Itupeva, continuam pelo contraforte
até a confluência do córrego
da Cachoeira com o córrego do Itupeva, formadores do rio
itupeva, prosseguem
pelo espigão entre esses dois córregos
até o “divortium acquarium” dos rios
Mogi-guassú e Jaguari-Mirim pelo qual continuam e pelo
espigão que leva a barra
do córrego que desce da Fazenda de Chico Ribeiro, no
ribeirão dos Porcos,
prosseguem pelo espigão fronteiro, que deixa a direita as
águas do córrego
Chico Ribeiro, em demanda da barra do córrego da Fazenda d.
Amélia, no córrego
da Fazenda de J. Candido Oliveira, cuja sede fica pouco ao porte dessa
confluência e sobem pelo curso deste ultimo
córrego ate sua cabeceira mais
oriental, continuando depois pelo espigão que deixa, a
esquerda, as águas do
córrego da Fazenda Paraíso, e, a direita, as do
córrego da norte dessa
confluência e sobem pelo curso deste ultimo no rio
Jaguari-mirim, pelo qual
sobem até a barra do córrego da Balbina, nas
divisas de Minas Gerais;
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 

  

  

 Começam no rio Jaguari-Miri, onde faz barra do
córrego da Fazenda Balbina, sobem pelo rio até a
foz do ribeirão de São João e
por este acima e pelo braçoque vai ter a pedra da Fazenda
Rochela; daí seguem
pelo espigão ate a serra de S. João e pela
cumiada desta e por um seu
contraforte até a barra do córrego Cateto, no
ribeirão de Santa Barbara; sobem
pelo córrego Cateto e pela sua cabeceira mais oriental
até a serra do
Bebedouro, pela qual continuam até a primeira cabeceira do
córrego do Baena ou
Bebedouro, descem por este córrego até sua barra
no ribeirão da cachoeira,
seguindo pelo espigão fronteiro até a serra da
Boa Vista, em frente a cabeceira
do córrego do mesmo nome, descem por este córrego
(que passa entre as sedes das
fazendas de Afonso Beleuore e a que foi Afonso Bento) ate sua barra do
ribeirao
da Baleia ou Ranchão; daí em linha reta a
cabeceira oriental do córrego
Laranjal, pelo qual descem ate sua foz no rio Mogi-guassú;
depois pelo espigãozinho
fronteiro da margem esquerda deste contornando as cabeceiras do
córrego 
Bela Vista a procurar a confluência do ribeirão do
Cavour e córrego Apolinário
e pelo Cavour abaixo até o rio Eleutério;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA:
 

  

  

 Começam no rio Eleutério, onde deságua
o ribeirão
Cavour, descem por aquele até sua foz, no rio
Mogi-guassú e por este abaixo até
a barra do ribeirão dos Porcos;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI-GUASSÚ
 

  

  

 Começam no rio Mogí-guassú, onde
descarrega e ribeiro
dos Porcos, sobem por este até a barra do córrego
da Divisa, pelo qual sobem
ate sua cabeceira mais ocidental, vão daí em reta
ao marco divisório destes
dois municípios, situado a margem da rodovia estadual, na
cabeceira de uma
grota, sai descem pela grota ate o córrego de
José Luiz Diego e por este abaixo
até sua barra no ribeirão da Jangada e
vão por este abaixo até a foz do
córrego
da Fazenda São Pedro pelo qual sobem ate sua cabeceira mais
setentrional,
procuram em reta a confluência do córrego Oliveira
no ribeirão das Anhumas,
sobem pelo córrego Oliveira até sua cabeceira e
prosseguem pelo espigão que
leva a barra do córrego J.E; Souza, no ribeirão
dos Domingues; daí continuando
pelo espigão que deixa, a direita, as águas desse
córrego de J. E. Souza até a
barra do ribeirão do Catingueiro, no rio Orissanga e subindo
por este ate a
embocadura do córrego Mangaratiba, vão por este
acima ate sua cabeceira mais
setentrional, no divisor mestre das águas dos rios Orissanga
e Itupeva, onde
tiverem inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DO PINHAL
 

  

  

 JARDIM – (EX-SANTO ANTONIO DO JARDIM)
 

  

  

 O distrito de paz de Jardim, ex-Santo Antonio do
Jardim, terá as seguintes divisas internas com o distrito de
paz Ada sede do
município de Pinhal, ex-Espírito Santo do Pinhal;
 

  

 Começam no
espigão divisor das agias do ribeirão dos
Porcos, afluente do rio Jaguari, á direita, e as do rio
Santa Barbara, á
esquerda, em frente a cabeceira do córrego da Fazenda
Paraíso, continuam pelo
alto do espigão e pelo que deixa, a direita, as
águas do ribeirão dos Porcos,
afluente do rio Mogi-Guassú, e, a esquerda, as do mesmo rio
de Santa Barbara,
até alcançar a Serra do Bebedouro, em frente a
cabeceira do córrego do mesmo
nome, já nas divisas com o Estado de Minas Gerais. 
 

  

  

 PINHEIROS
 

  

  

 O município
de Pinheiros comarca de Queruz constituído dos distritos da
sede e
do de lavrinhas, passa as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam na cordilheira da Mantiqueira onde esta cruza o
divisor das águas dos
córregos Saudade e Glória de um lado e
ribeirão Água Limpa do outro até a
cabeceira do Rio Claro:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE QUELUZ:
 
  

  

 Começam na cordilheira, pelo qual descem até o
rio Paraiba e por êste acima até
a barra do ribeirão Gregorios pelo qual sobem até
a confluência de suas
cabeceiras meridional e oriental:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS
 
  

  

 Começam na confluência das cabeceiras meridionais
e oriental do ribeirão
Gregórios, alcançam o espigão da
margem direita do ribeirão Tristão Ferraz, e
caminham por êste espigão até a barra
do referido ribeirão no rio Itagaçaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRUZEIRO:
 
  

  

 Começam na barra que o ribeirão
Tristão Ferraz faz ao rio Itagaçaba descem
até
o rio Paraíba não em reta à ponta mais
meridional do espigão entre as águas dos
córregos Saudade e Glória à esquerda e
córrego Água Limpa. a direita, e por
êste
espigão caminham até a cordilheira da
Mantiqueira., onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PINHEIRO:
 

  

 LAVRINHAS:
 
  

  

 O distrito de paz de Lavrinhas, terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da sede do município de Pinheiros:
 
  

 Começam no espigão entre o ribeirão
dos Lopes, à esquerda, e as do ribeirão
Jacú, à direita, no ponto em que ele é
cortado pela leste-oeste, que vem da
ponte onde o ribeirão é Jacú, na
estrada que da Cidade de Pinheiros vais à
cidade do Cruzeiro, segue pela reta até a referida ponte,
continuam pelo
espigão fronteiro que contorna as cabeceiras do
córrego do Coronel Horta, indo
até a barra do terceiro afluente da margem esquerda do
ribeirão Jacú-Mirim a
contar da sua foz e dessa barra em reta a Barra da Àgua do
Km 239 da Estrada de
ferro Central do Brasil, no rio Paraíba.
 
  

  

 PIQUETE
 
  

  

 O município de Piquete, comarca de Lorena, terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no alto do morro do Focinho do Cão na
cordilheira da Mantiqueira,
seguem pela crista desta até cruzar com o divisor entre as
águas do rio
Piquete, e direita, e as do rio Embaú, à esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRUZEIRO:
 
  

  

 Começam no alto da cordilheira da Mantiqueira, onde ela
cruza com o divisor que
deixa, a direita as águas do rio Piquete, e, à
esquerda as do rio Embaú, seguem
 por êste último divisor até a
cabeceira do córrego Mendanha;
 
  

  

 COM O MUINICÍPIO DE CACHOEIRA:
 
  

  

 Começam no alto do divisor que deixa as águas do
rio Piquete à direita e as do
rio Embaú a esquerda, na cabeceira do córrego
Mendanha, descem por este até o
rio Passa Quatro e por êste o rio Piquete, e vão
por este acima até a boca do
córrego Cantagalo ou Vargem Grande, subindo por este
até a sua cabeceira mais
meridional.
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE LORENA
   

  

 Começam na
cabeceira mais meridional do córrego
Cantagalo, vão daqui, pelo espigão em demanda da
confluência do ribeirão do
Bonco, no rio Limeira e por aquele acima até a barra do
ribeirão da fortaleza
seguindo por este ainda até a boca do córrego
Carazal; 
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Fortaleza na foz do
córrego Carazal e vão por aquele acima
até a sua cabeceira mais setentrional, atingindo a seguir o
alto do morro do
Focinho do Cão na Serra da Mantiqueira, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 PIRACAIA
 
  

  

 O município de Piracaia, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM MUNICÍPIO DE ATABAIA:
 
  

  

 Começam no rio Cachoeira, onde faz barra o
córrego do Padre Abel, sobem por
êste até sua cabeceira mais setentrional,
já no morro Grande dos Cunhas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA:
 
  

  

 Começam no Morro Grande dos Cunhas na cabeceira do
córrego do Padre Abel,
prosseguem pelo espigão a procurar a cabeceira mais
setentrional do córrego dos
Cubas, descem por êste até o ribeirão
das Sete Pontes e por êste ainda até o
rio Jacareí, subindo por êste até a
barra do ribeirão de Mato Dentro;
 
  

  

 COM O MUNICÚPIO DE JOANÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Jacareí, onde faz a barra o
ribeirão de Mato Dentro, sobem pelo
espigão que deixa à direita as águas
dêste ribeirão até a
confluência do
córrego de Antonio Jacinto no ribeirão dos Limas
que nasce na Serra dêsse nome
vão dessa barra em reta a Pedra de Piraia, descem pelo
espigão, até a barra do
córrego da Santa Cruz de Piracaia,no rio Cachoeira e vai
pelo espigão que deixa
à direita, as águas do rio Cachoeira e a esquerda
a do ribeirão das Cobras:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL:
 
  

  

 Começam na Serra do Guria essa cruza com o
espigão que deixa, as ãguas do rio
Cachoeira e, à esquerda as do ribeirão das
Cobras, prosseguem por êste espigão
e pelo Serrote dos Índios até o Morro do
Pião:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ
 
  

  

 Começam no Morro do Pião onde cruza com o
contraforte à margem esquerda do
ribeirão do Sertãozinho e vão pelo
contraforte até a barra dêste no rio Atibaia
pelo qual descem até a barra do córrego na Cruz
das Almas, continuam daqui pelo
divisor que deixa a direita as águas do córrego
Cruz das Almas e as do rio
Cachoeira, e as do rio Atibaia ou Atibainha, a esquerda até
atingir o morro
Grande dos macenos, procuram pelo espigão a cabeceira mais
setentrional do
corredor da Serra e por este descem até o
ribeirão do Peital e por êste ainda
até  rio Cachoeira, indo por êste abaixo
até a barra do córrego do Padre
Abel, onde tiverem início estas divisas.
 
  

  

 PIRACICABA
 
  

  

 O município
de Piracicaba, comarca do mesmo nome
constituído do distrito de paz da sede e dos de
João Alfredo Ibiruna, Saltinho,
Tupi e Xarqueada, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAMBOIA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde deságua o
ribeirão dos patos, sobem por êste até
a
barra do ribeirão dos Pintos e por êste acima
até sua cabeceira mais oriental,
transportam o espigão mestre entre as águas do
rio Tietê, ao sul e as do rio
Piracicaba, ao norte em demanda da cabeceira ocidental do
córrego Ronca, pelo
qual descem até o rio Piracicaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, onde descarrega o
córrego Ronca, sobem por aquele
até a barra do ribeirão Limoeiro, sobem por
êste a cabeceira mais setentrional
do galho da esquerda, ganham a cabeceira do córrego da
cascatinha, que fica na
contravertente, descem por êste até sua barra no
ribeirão na Glória, e por este
ao ribeirão do Paiol, vão desta
confluência a barra do ribeirão do Macuro no
rio Araqua e pelo Macuco acima até a foz do
córrego da Xarqueada, que nasce
junto a vila do mesmo nome, continuando depois pelo espigão
que deixa à
esquerda, as águas do ribeirão do Macuco ou
Querozeni e à direita, as do
ribeirão da Água Vermelha, indo ate o aparado da
Serra de Itaquiri, em frente a
cabeceira mais ocidental do galho de leste oeste desta
última água;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO:
 

  

  

 Começam na Serra do Itaquari, onde cruza com o
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão do macuco, e a direita, as
do ribeirão da Água vermelha em frente
à cabeceira mais ocidental do galho de
leste deste último, seguem pelo aparado da Serra
até encontrar a cabeceira mais
setentrional do ribeirão da Itaiba que passa junto
à sede da Fazenda de nome e
pelo ribeirão descem até a barra do
córrego da Fazenda Dobrada: vão daqui em
reta à cabeceira mais ocidental do córrego da
Fazenda Covitinga e por este
abaixo até o córrego da Água Vermelha,
afluente do Passa Cinco e pelo água
Vermelha abaixo até o rio Passa Cinco, e por este ate sua
confluência com o rio
Corumbataí seguem daqui, depois de atravessar o rio
Corumbataí pelo espigão
fronteiro em demanda do divortium acquarium das águas deste
ultimo rio, ao
norte, e as do rio Piracicaba, ao sul, e pelo divortium caminham
até a
cabeceira mais setentrional do córrego Minúsculo
e por este abaixo até sua
barra do ribeirão da Boa Vista;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Boa Vista onde faz barra o
córrego Minúsculo descem pelo
ribeirão até sua barra  no
ribeirão Cachoeira, vão deste ponto
espigão
fronteiro em demanda da cabeceira do pequeno córrego da nova
divisa, pelo qual
descem até o ribeirão das Palmeiras
também conhecido como Santa Ritam, porque
passa pela sede da fazenda deste nome, e pelo ribeirão
até o rio Piracicaba e
por este acima até a barra do córrego da Balsa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, onde faz barra o
córrego da Balsa, sobem por este
até sua cabeceira, vão dai em reta à
forquilia dos dois principais formadores
do córrego Quebra-Dente, sobem pelo galho de leste
até sua cabeceira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIOS DAS PEDRAS:
 
  

  

 Começam na cabeceira do galho de leste do córrego
Quebra-Dente seguem pelo
espigão que deixa à esquerda as águas
do ribeirão Lambari, indo à barra da do
córrego da Bela Vista no ribeirão Tijuco Preto e
daí em reta à ponta sobre o
ribeirão da Batistada na estrada que vai para a cidade de
Piracicaba, sobem
pela Batistada até sua cabeceira e dai, pelo
espigão, vão em demanda do córrego
das Palmeiras no ribeirão Piracicaba-Mirim, sobem por
êste até a barra do córrego
do Saltinho e por êste até a cabeceira de seu
galho mais de leste, continuam
pelo espigão que deixa à direita as
àguas do ribeirão Saltinho do córrego
Mato
Alto e a esquerda, as do ribeirão Dona Teodora ou Dona
Tereza até a cabeceira
mais setentrional do ribeirão Capivari-Mirim pelo qual
descem até a barra do
Córrego Pequeno:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ
   

  

 Começam no
ribeirão Capivari-Mirim, onde se lança o
córrego Pequeno, descem por aquele ate o ponto em que
é cortado pela reta
leste-oeste que vem da confluência do córrego
Diamante no ribeirão São Bento,
sobem pelo Diamante até sua nascente mais setentrional e
daí em reta, ao Salto
do ribeirão Pederneiras; 
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LARANJAL:
 
  

  

 Começam no salto do ribeirão Pederneiras ganham a
cabeceira mais oriental do
córrego do Jordão pelo qual descem ao
ribeirão dos Ponces e por este acima até
a barra do córrego da Nova Divisa e por êste ainda
até sua cabeceira mais
ocidental, continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda as àguas do ribeirão
dos Ponces e, a direita, as do ribeirão Gibóia,
até a barra do córrego das
Flores, no rio Tietê em frente à Ilha do mesmo
nome:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde faz a barra o
córrego das Flores em frente à Ilha do
mesmo nome, descem pelo rio até a barra ao
ribeirão dos Patos, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PIRACICABA
 
  

  

 SEDE MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da rede do município de Piracicaba
compreendendo as zonas
distritais de Piracicaba e Vila Rezende, terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ IBITIBUNA
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Ponces foz do
córrego da Nova Divisa, sobem por este
até a sua cabeceira, ganham a estrada que vai para o
ribeirão da Gibóia e
chegam até a ponte do Trajano até a cabeceira do
galho da direita e daí, pelo
espigão fronteiro atingem p alto da Fazenda Fortaleza:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ JOÃO ALFREDO:
 
  

  

 Começam no Alto da Fazenda Fortaleza, continuam pelo
espigão mestre
Tietê-Piracicaba até o Pico Alto e pelo espiga, a
barra do córrego da Fazenda
Floresta no ribeirão do Congonhal, descem por este
até a boca do Água Bonita
 e vão daí em reta a barra do
córrego Itapuru e por este acima até
a Forquilia de seus principais continuando pelo
espigão intermediário a
essas duas águas até alcançar a
estrada que na cidade de Piracicaba, vai a
fazenda Araqua, segura pelo eixo desta até a ponte sobre o
córrego da Fazenda
São Luiz, prosseguem pelo espigão fronteiro em
demanda da nascente do córrego
da Fazenda Santa Olimpia, ganham a rumo, a cabeceira do galho da
direita do
córrego Capalia, descem no rio Corumbataí;
 
  

  

 COMO O DISTRIITO DE PAZ DE ARQUEADA
 
  

  

 Começam no rio Corumbataí na foz do
córrego Caiapiá e vão por aquele acima
até
a confluência do rio Passa Cinco:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TUPÍ:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, na foz do ribeirão
Palmeiras ou Santa Rita, descem
pelo rio até a boca do córrego do Recanto, e por
este acima sua cabeceira e vão
daí em reta a barra do córrego e por este acima
até a ponte da estrada que vai
para Piracicaba;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ SALTINHO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Piracicá-mirim na
foz do ribeirão Palmeiras sobem por
aquele que tem o nome local de Água da Maria Dionisia ou
Dinista até forquilha
de seus mais altos formadores, vão em reta à
cabeceira do galho oriental do
ribeirão Congonhal e por este descem até a foz do
córrego Água Branca, vão
daí,
em reta a cabeceira do galho do centro do ribeirão
Pederneiras pelo qual descem
até Salto:
 
  

  

 IBITIRUNA
 
  

  

 O distrito de paz de Ibitiruna terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ JOÃO ALFREDO
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba onde faz barra o
ribeirão do Paredão Vermelho sobem
por este e pelo córrego Montoladoa até sua
cabeceira e vão daí pelo espigão
até
o Alto da Fazenda Fortaleza;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNÍCIPIO:
 
  

  

 Começam no alto da Fazenda Fortaleza, tomam pelo
espigão em demanda da
cabeceira mais oriental ao córrego da fazenda Trajano e por
este descem o
ribeirão da Gibóia alcançam a ponte da
estrada que vai para a Vila laras e por
ela prosseguem até frontear a cabeceira do
córrego da Divisa Nova, afluente do
ribeirão Pontes.
 

  

  

 JOÃO ALFREDO
 

  

  

 O distrito de paz de João Alfredo terá as
seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DE XARQUEADA:
 

  

  

 Começam em frente da cabeceira mais setentrional do
galho do oeste do ribeirão Limoeiro, continuam pelo
espigão que deixa, á
direita, as águas deste ribeirão e, a esquerda,
as do ribeirão da Glória,
alcançam a cabeceira do galho da esquerda do
córrego Caiapiá, pelo qual descem
até a forquilha de seu braço da direita;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam na forquilha do braço da esquerda com o
braço
da direita do córrego Caiapiá, tomam por este
ultimo até sua cabeceira, ganham
a nascente do córrego da Fazenda Santa Olímpia e
continuam pelo espigão em
demanda da ponte sobre o córrego da Fazenda São
Luiz, na estrada que vai para a
Fazenda Araquá, tomam pelo eixo desta estrada até
encontrar o espigão
intermediário dos dois ramos formadores do
córrego Itapirú, seguem por esse
espigão até a referida forquilha e descem pelo
Itapirú até o rio Piracicaba e
por este abaixo até a boca do córrego do
Páu Alto, e daqui em reta, á barra do
córrego da Água Bonita do ribeirão do
Gongonhal e por este acima até a barra do
córrego da Fazenda Floresta, vão pelo
espigão ao Pico Alto, e prosseguem pelo
espigão mestre Tietê-Piracicaba, até o
alto da Fazenda Fortaleza;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IBITIRUNA:
 
  

  

 Começam no alto da Fazenda Fortaleza, tomam pelo
espigão em demanda da
cabeceira do córrego Monjolado e por êste abaixo e
pelo ribeirão do Paredão
Vermelho até o rio Piracicaba:
 
  

  

 SALTINHO
 
  

  

 O distrito de paz de Saltinho, que nesta data se transfere do
município do Rio
das Pedras, terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do
município:
 
  

 Começam no salto do ribeirão Pederneiras, sobem
por êste até sua cabeceira do
galho do centro, vão em reta à barra do
córrego Água Branca no
ribeirão Congonhal, sobem por êste
até sua cabeceira do galho oriental e
vão daí, em reta, à forquilha dos dois
mais altos formados do ribeirão Piracicá-Mirim
à também chamado Água de Maria
Domísia ou Dionísia e por êste descem
até a boca
do ribeirão do Saltinho;
 
  

  

 TUPÍ
 
  

  

 O distrito de paz de Tupi, terá as seguintes divisas
internas com o distrito de
paz da sede do município:
 

  

 Começam no
rio Piracicaba, na barra do ribeirão das
Palmeiras ou Santa Rita, descem por aquele até a boca do
córrego do Recanto e
vão por este acima até a boca do
córrego da Água Branca, continuam pelo
espigão
intermediário a essas duas águas e
alcançam a barra do córrego da Água
Podre do
ribeirão da Batistada, e por este sobem até a
ponte da estrada de rodagem que
vai á cidade de Piracicaba;
 
  

  

 XARQUEADA
 
  

  

 O distrito de paz de Xarqueada terá os seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam na
confluência dos rios Passa Cinco e
Corumbataí, descem por êste até a boca
do córrego Caiapiá e vão por
êste acima
até a forquilha de seu braço da direita com o da
esquerda;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JOÃO ALFREDO
 
  

  

 Começam na forquilha dos braços da direita com o
da esquerda do córrego Caiapiá
e seguem pelo primeiro até a cabeceira e continuam pelo
espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego da
Glória, e, à esquerda, as do ribeirão
Limoeiro,
até frontear a cabeceira mais setentrional do galho de oeste
dêste último.
 
  

  

 PIRAJÚ
 
  

  

 O município de Pirajú, comarca do mesmo nome,
compreendendo o distrito de paz
da sêde e os de Belo Monte, Manduri, Sarutaiá e
Timburí, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Itararé, na foz do
córrego do Monjolinho, descem por aquele até
sua barra no rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES :
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde deságua o rio
Itararé, sobem por aquele até o
Poço da Faca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPAUSSÚ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, no Poço da Faca,
sobem pelo rio até a embocadura
do ribeirão Douradão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na barra do ribeirão
Douradão, sobem pelo rio até
a barra do ribeirão da Cachoeira ou da Invernada, continuam
por êste acima até
a boca da Água da Matinha, e por êste ainda
até sua cabeceira, atingindo depois
o espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão Cachoeira, e à
direita,
as do ribeirão Caracol;
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE ÓLEO:
 

  

  

 Começam no
espigão que
deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão da Cachoeira ou da Invernada, e, á
direita, as do ribeirão do Caracol em frente à
cabeceira da Água da Matinha,
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas do córrego da Serrinha
do Caracól, no ribeirão Caracól, sobem
por êste até sua cabeceira ganham o
espigão mestre Pardo-Paranapanema, e pelo espigão
mestre caminham até a
cabeceira do córrego Pingo D'água ou
Maudurizinho, e por êste abaixo, até a
boca do Padilha ou dos Borges;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA DO RIO PARDO
 
  

  

 Começam no córrego Pingo D'água ou
Maudurizinho, na foz da Água do Padilha ou
dos Borges, sobem por êste até sua cabeceira,
continuam pelo espigão mestre
Paranapanema-Pardo, até frontear a cabeceira do
ribeirão Virado ou Revitado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CESAR:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Pardo-Paranapanema, em
frente a cabeceira do ribeirão
Virado ou Revirado, pelo qual descem até o rio Paranapanema,
e por este acima a
barra do rio Taquari;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na barra do rio Taquari, sobem
por êste até a boca
do ribeirão Bonito;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAQUARÍ:
 
  

  

 Começam no rio Taquarí, na barra do
ribeirão Bonito sobem por êste até a
embocadura do córrego da Anta Branca, e por êste
acima até sua cabeceira, na
Serra da Fartura;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FARTURA:
 
  

  

 Começam na Serra da Fortuna, na cabeceira do
córrego da Anta Branca, seguem
pela crista da serra até a cabeceira do córrego
Monjolinho, e por êste abaixo,
até o rio Itararé, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PIRAJÚ:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de Pirajú,
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SARUTAIÁ:
 
  

  

 Começam na Serra da Fartura, na cabeceira mais meridional do
ribeirão Neblina,
desceu por êste até a foz do córrego da
Jacutinga, continuam pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do Neblina, e,
à esquerda, as do ribeirão Lageado,
indo até a primeira ponte do Tramway Elétrico de
Sarutaiá, (ponte mais próxima
da cidade de Pirajú), e descem pelo Lageado até o
rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MANDURÍ:
 
  

  

 Começam na barra da Água da Serrinha, no
ribeirão do Caracól, descem por êste
até a barra no ribeirão das Araras,
vão dessa confluência, pelo espigão que
deixa, a esquerda, as águas das Araras, e, à
direita, as do ribeirão São
Bartolomeu, em demanda da ponte sôbre este último
na estrada que vai ao bairro
do Macuco, e continuam, pelo espigão, que deixa,
à esquerda, as águas do São
Bartolomeu, e, à direita, as do ribeirão Virado
até a cabeceira mais setentrional
do ribeirão Virado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BELO MONTE:
 
  

  

 Começam no rio Taquarí, na barra do
córrego do Pavão, continuam pelo
espigão
que deixa, à esquerda, as águas dêste
último, em demanda da barra do córrego
Perobal, também conhecido como Monte Alegre do Pinhal, no
ribeirão de Monte
Alegre, e prosseguem pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas dêste último,
e, à direita, as do ribeirão da
Chácara ou da Tomasta, até alcançar a
Serra da
Fartura;
 
  

  

 BELO MONTE:
 
  

  

 O distrito de paz de Belo Monte terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam na Serra da Fartura, onde ela cruza com o
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão da
Chácara ou da Tomasia, e, à direita, as do
ribeirão de Monte Alegre, e por êsse
espigão caminham até a barra do
córrego do
Perobal, também conhecido por Monte Alegre do Pinhal, no
ribeirão de Monte
Alegre, vão dessa confluência, pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do
córrego do Pavão, até a foz
dêsse no rio Taquari;
 
  

  

 MANDURÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Manduri terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da séde do município:
 
  

 Começam na cabeceira do ribeirão Virado,
continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão Virado, e,
à direita, as do ribeirão São
Bartolomeu, até a ponte sôbre êste
último, na estrada que vai ao bairro do
Macuco, prosseguem pelo espigão que deixa, à
esquerda as águas do São
Bartolomeu, e, à direita, as do ribeirão das
Araras, indo até a confluência
dêste último com o ribeirão do Caracol,
pelo qual sobem até a barra da Água da
Serrinha;
 
  

  
 
  

 SARUTAIÁ:
 
  

  

 O distrito de paz de Sarutaiá terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TIMBURÍ:
 
  

  

 Começam na Serra de Fartura, na cabeceira mais meridional do
ribeirão do Barranco
Vermelho, pelo qual descem até sua barra no
ribeirão da Bôa Vista do Palmital e
por êste abaixo até o rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
do Lageado, pelo qual sobem até
a primeira ponte do Tramway Elétrico de Sarutaiá,
continuam, dessa ponte, pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do Lageado, e, á esquerda as do ribeirão
Neblina, indo até a barra do córrego da Jacutinga
neste ribeirão e pelo Neblina
acima até sua cabeceira mais meridional na Serra da Fartura;
 
  

  

 TIMBURÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Timburí terá as seguintes
divisas internas com o distrito
de paz de Sarutaiá:
 
  

 Começam no rio Paranapanema, na foz Paranapanema, na foz do
ribeirão da Bôa
Vista do Palmital, sobem por êste e pelo ribeirão
do Barranco Vermelho até sua
cabeceira mais meridional na Serra da Fartura:
 
  

  

 S. BARTOLOMEU:
 
  

  

 Fica suprimido o distrito de paz de S. Bartolomeu.
 
  

  

 PIRAJUÍ
 
  

  

 O município de Pirajuí, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz
da séde do município e dos de Balbinos, Batalha
(ex-Reginópolis), Corredeira,
Guarentan, Pongaí e Úrú (ex-Santo
Antônio do Urú), terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAFELÂNDIA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego do
Gentil de Moura, no ribeirão Inhema,
descem por êste acima até a foz do
córrego Taquaral, pelo qual sobem até sua
mais alta cabeceira, vão daqui, em réta,
à cabeceira mais meridional do córrego
do Beraldo, pelo qual descem até o córrego da
 Lagoa Sêca, seguem em réta
até a confluência do córrego da Ponte
Funda, no rio do Dourado, e pelo Ponte
Funda acima até sua cabeceira mais setentrional. No alto do
espigão
Tietê-Dourados, tomam pelo contraforte que deixa,
à direita, as águas do
ribeirão Sucurí, e, à esquerda, as do
ribeirão do Cervão, até atingir a
cabeceira do córrego da Onça e por êste
abaixo até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego
da Onça sobem por aquele até a ponta
mais ocidental da Ilha de Esteio Lavrado, que fica próxima
da barra do rio
Batalha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO  DE BORBOREMA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na ponta mais ocidental da
Ilha do Esteio Lavrado, que
fica próxima da barra do rio Batalha, sobem pelo
Tietê até a barra do ribeirão
Doce;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IACANGA:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão Doce, sobem por êste até sua
cabeceira
mais meridional, continuam pelo espigão mestre
Tietê-Batalha até cruzar e
contraforte que deixa à direita, as águias do
ribeirão Clavinote, e, à
esquerda, as do córrego da Bôa Vista.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BAURU:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Batalha, onde ele cruza com o contraforte que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
Clavinote, e, à esquerda, as do córrego
da Bôa Vista, vão por êste contraforte
até a barra do ribeirão da Água
Parada,
no rio Batalha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão da
Água Parada, no rio Batalha, descem por
êste até a boca do córrego do Bicho,
sobem por êste até sua cabeceira e
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Capituva,
indo até o espigão mestre Batalha-Feio, continuam
por êste último espigão,
contornando as cabeceiras do córrego da Mangueira,
até atingirem a cabeceira do
córrego do Cateto pelo qual descem até sua barra
no córrego da Usina Miranda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE ALVES:
 
  

  

 Começam na barra do córrego do Cateto, no
córrego da Usina Miranda, sobem por
âquele até a barra do córrego da
Divisa, prosseguem pelo espigão que deixa, a
direita, as águas do córrego da Usina Miranda,
contornam as cabeceiras do
ribeirão Jacutinga, em demanda da cabeceira da
Água do Pupo e por êste descem
até o rio Feio; continuam pelo espigão que deixa
as águas deste último, à
esquerda, e as do ribeirão Barreiro, à direita,
até encontrar a reta que vai da
barra do córrego Acarepe ou Eucarape no rio Feio
à cabeceira do córrego da Água
Sêca, afluente do ribeirão Barreiro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GARÇA
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio preto, à esquerda, e as do ribeirão
Barreiro, à direita, onde êle é cortado
pela reta que vai da barra do córrego
da Água Sêca, afluente do ribeirão
Barreiro, descem pelo Água Seca ao ribeirão
Barreiro, seguem por êste até a barra do
córrego da Divisa e por êste acima até
sua cabeceira, prosseguindo em demanda da cabeceira do
córrego Corredeira, pelo
qual descem ao ribeirão da Corredeira continuam rumo
à cabeceira do córrego S.
Pedro, descendo por êste ao ribeirão Bonito e por
êste ainda até a foz do
córrego de Elisio de Castro e, desse ponto, em reta,
à barra do córrego de
Gentil de Moura, no ribeirão Inhema, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PIRAJUÍ:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Pirajuí terá as seguintes internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARANTAN:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego da
Água Branca, sobem por este até sua
cabeceira mais setentrional, alcançam em reta o marco do
quilometro 102 da
Estrada de Ferro Noroeste, situado cerca de
 
 2
quilômetros
 
 ao
norte da estação de Cincinato Braga, continuam
pelo espigão que deixa, á direita,
as águas do córrego Congonhal, e a esquerda, as
do córrego Coqueirão, indo até
a barra do córrego da Lagoa Bonita, no rio Dourados;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BALBINOS:
 
  

  

 Começam no rio Dourados, na foz do córrego da
Lagôa Bonita, sobem por aquêle
até a boca do córrego Pintado e continuam pelo
espigão que deixa , à direita ,
as águas do córrego Mangueira e Capituvinha, e, a
esquerda, as dos córregos
Pintado e Balbinos, indo até a barra do
córrego Bengala no rio Batalha;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BATALHA: (EX-REGINÓPOLIS)
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego das
Bengala e continuam rio acima até
a boca do córrego do Bicho;
 
  

  

 COM O DSITRITO DE PAZ DE CORREDEIRA:
 
  

  

 Começam no rio Feio , na barra do Água do Pupo e
descem por aquêle até a
embocadura do córrego da Água Branca.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BALBINOS:
 
  

  

 O distrito de paz de Balbinos terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARANTAN:
 
  

  

 Começam no rio Dourados, na foz do córrego da
Lagôa Bonita, sobem por êste até
sua cabeceira, no espigão mestre Tietê-Dourados.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PONGAI:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente a cabeceira do córrego
da
Lagôa Bonita, seguem pelo espigão mestre
até frontear a cabeceira
sudocidental do córrego Sucurizinho;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE URÚ:(EX-SANTO ANTONIO DO
URÚ)
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente  a cabeceira
sudocidental do córrego do Sucurizinho, continuam pelo
espigão mestre até
atingirem a cabeceira do ramo da esquerda do córrego dos
Balbinos e por êste
descem até o rio Batalha:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BATALHA: (EX-REGINÓPOLIS)
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego dos
Balbinos e por aquêle sobem até a
boca do córrego Bengala;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ  DA SÉDE DO
MUNICÍPIO :
   

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego da
Bengala, continuam pelo espigão
que deixa,à direita , as águas do
córrego dos Balbinos, e, à esquerda, as do
córrego Capituvinha, e córrego da Mangueira, indo
até a barra do córrego
Pintado no rio Dourados, e por êste abaixo até a
foz do córrego da Lagôa
Bonita.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BATALHA: (EX-REGINÓPOLIS)
 
  

  

 O distrito de paz de Batalha (ex-Reginópolis),
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDI DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego do
Bicho descem por aquele até a boca
do córrego da Bengala;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BALBINOS:
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego da
Bengala, descem por aquêle até a
barra do córrego dos Balbinos:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE URÚ: (EX-SANTO ANTONIO DO
URÚ)
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego dos
Balbinos e vão por aquêle abaixo
até o rio Tietê.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CORREDEIRA:
 
  

  

 O distrito de paz de Corredeira terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITODE PAZ DE GUARANTAN:
 
  

  

 Começam no ribeirão Bonito, na foz do
córrego do Elísio de Castro , seguem pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do Bonito, e, à direita, as do
ribeirão
da Corredeira, indo até a barra deste no rio Feio, sobem por
êste até a boca do
córrego da Água Branca;
 
  

  

 COM DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego da
Água Branca e sobem por aquêle até a
barra do Água  do Papo.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE GUARANTAN:
 
  

  

 O distrito de paz de Guarantan, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PONGAI:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente a cabeceira mais
setentrional do córrego da Ponte Funda, seguem pelo
espigão mestre até
defrontar a cabeceira do córrego da Lagôa Bonita:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BALBINOS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados em frente à cabeceira do
córrego da
Lagôa Bonita, descem por êste até o rio
Dourados;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Dourados, na foz do córrego da
Lagôa Bonita, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do córrego Coqueirão, e, à esquerda,
as
do córrego Congonhal, indo até o marco do
quilômetro 102 da Estrada de Ferro
Noroeste, cerca de 2 klms, ao norte da estação de
Cincinato Braga, ganham, em
reta, a cabeceira do córrego da Água Branca e por
este descem até o rio Feio;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CORREDEIRA:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego da
Água Branca, descem por aquele até a
boca do ribeirão da Corredeira, continuam pelo
espigão que deixa,à direita, as
águas do ribeirão Bonito, e,a esquerda, as do
Corredeira, indo até a barra do
córrego de Elísio de Castro, no
ribeirão Bonito.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PONGAI:
 
  

  

 O distrito  de paz de Pongai terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE URÚ: (EX-SANTO ANTONIO DO
URÚ)
 
  

  

 Começam no rio Tietê na foz do ribeirão
do Sucuri, sobem  por êste  e
pelo Sucurizinho até sua cabeceira sudocidental,
já no espigão mestre
Tietê-Dourados;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BALBINOS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente à cabeceira sudocidental
do
córrego Sucurizinho, seguem pelo espigão mestre
até defrontar a cabeceira do
córrego da Lagôa Bonita;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARANTAN:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados defronte da cabeceira do córrego da
Lagôa Bonita, seguem pelo espigão mestre
até defrontar a cabeceira mais
setentrional do córrego da Ponte Funda.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE URÚ:(EX-SANTO ANTONIO DO URÚ):
 
  

  

 O distrito de paz de Santo Antonio do Urú, cujo nome ora se
simplifica para
Urú, terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ  DE PONGAÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Dourados, em frente à cabeceira sudocidental
do
córrego do Sucuruzinho, descem por êste e pelo
 ribeirão Sucuri até o rio
Tietê;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BATALHA: (EX-REGINÓPOLIS)
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Batalha e
vão por êste acima até a barra do
córrego dos Balbinos;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BALBINOS:
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego dos
Balbinos, sobem por êste, pelo
seu galho da direita, até sua cabeceira, ganham o
espigão mestre
Tietê-Dourados, pelo qual caminham até frontear a
cabeceira sudocidental do
córrego Sucurizinho.
 
  

  

 PIRAMBOIA
 
  

  

 O município de Piramboia, comarca de Botucatu,
constituído do distrito de paz
da séde e do de Anhembi, terá as seguintes
divisas;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ:
 
  

  

 Começam no córrego dos Dezesete Ramos, na barra
do córrego da Extrema, descem
por aquele até o rio Alambari e por este abaixo
até a barra do córrego J. Luiz,
na margem esquerda, daí alcançam o
espigão da margem direita, do córrego dos
Sete Guarantans prosseguindo pelo espigão até a
barra do córrego dos Sete
Guarantans, no rio Tietê, e por este descem até a
barra da Água da Fazenda Dois
Córregos, subindo por esta água, pelo sei galho
da esquerda, até sua cabeceira
mais oriental,transpõem o espigão mestre entre os
rios Tietê e Piracicaba em
demanda da cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda das
Ondas Grandes,
pelo qual descem ate o rio Piracicaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, onde faz barra o
córrego da Fazenda Ondas Grandes,
sobem por aquele até a barra do córrego Ronca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA:
 
  

  

 Começam no rio Piracicaba, onde faz barra o

córrego Ronca, sobem por êste até
sua cabeceira mais ocidental, transpõem o espigão
mestre entre os rios Piracicaba
e Tietê, em demanda da cabeceira mais oriental do
ribeirão dos Pintos e vão por
êste abaixo até o ribeirão dos Patos e
por êste até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, onde desemboca o
ribeirão dos Patos, descem por aquele
até a barra do rio Peixe e vão por êste
acima até a barra do córrego do
Vicentinho, primeiro afluente da margem esquerda abaixo da barra do
córrego do
Armazém que desce da rodovia Estadual;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOFETE:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, onde deságua o
córrego do Vicentinho, primeiro
afluente abaixo da barra do córrego do Armazém
que desce da Rodovia Estadual,
sobem pelo córrego do Vicentinho até sua
cabeceira, indo daí em reta à
cabeceira meridional do córrego Buracão, pelo
qual descem até sua barra no
ribeirão da Água Fria, barra esta que ocorre
cerca de um km, abaixo da ponte
sôbre o Água Fria na Rodovia Estadual ;sobem pelo
ribeirão da Água Fria até a
barra do ribeirão dos Patos, e ainda por êste
até sua cabeceira mais ocidental,
e daí, em reta, à confluência do
córrego da Extrema , no córrego dos Dezessete
Ramos , onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PIRAMBOIA:
 
  

  

 ANHEMBÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Anhembi terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da séde do município:
 
  

 Começam na ponte do Quinzote, sôbre o rio
Alambarí, na estrada que vai à
estação do mesmo nome, seguem pelo
espigão que deixa, à direita, o
córrego da
Fazenda Santa Cruz, ganham a cabeceira mais ocidental do
córrego do Tomazinho e
por êste descem até o ribeirão dos
Remédios, descem por este até a primeira
ponte da antiga estrada que à vila de Anhembí,
marginando aquele ribeirão, e
vão, da ponte, pelo espigão, em demanda da
cabeceira mais ocidental do córrego
da Divisa pelo qual descem até o rio do Peixe.
 
  

  

 PIRANGÍ
 
  

  

 O município de Pirangi, comarca de Monte Alto
constituído do distrito de paz da
sede e do de Vila Paraizo, terá as seguintes divisas:
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE CAJOBÍ:
 
  

  

 Começam na barra do córrego dos Porcos, no
ribeirão da Onça, sobem por aquele
até sua cabeceira mais oriental, transpõem o
espigão mestre Turvo-Onça, em
demanda da cabeceira do córrego da Baixa, caminham por
êste abaixo até o rio
Turvo e por êste acima  até a boca do
córrego do Souza;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, da barra do córrego do
Souza, sobem pelo rio até a barra
do córrego do Barreirinho ou Barrinha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BEBEDOURO:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego do
Barreirinho ou Barrinha, sobem
pelo rio até a boca do córrego do Burro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego do Burro,
sobem por êste até sua
cabeceira mais meridional, ganham o espigão Turvo-Tabaranas,
continuam pelo
espigão em demanda da barra do córrego Barro
Preto, no ribeirão Tabaranas e
sobem pelo córrego Barro Preto até a barra do
córrego da Olaria;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALTO:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da
Olaria , no córrego Barro Preto, sobem
pelo Olaria até sua cabeceira ocidental, vão
daí em reta, à barra do córrego do
Sovaco, no córrego da Fazendinha , vão ainda em
reta à estrada  do
Taboado, no ponto em que ela corta o córrego de Cambauva, e
daí pela estrada do
Taboado até o espigão divisor dos
córregos Queirozes e Mombuca, e por êste
espigão até o ribeirão da
 Onça, na barra do córrego Queirozes;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARIRANHA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça , na foz
do córrego Queirozes, descem pelo ribeirão
até a barra do córrego Bôa Vista do
Generoso:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na foz do
córrego Bôa Vista do Generoso e por
aquele descem até a barra do córrego dos Porcos
onde começaram estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PIRANGÍ:
 

  

 VILA PARAIZO:
 
  

  

 O distrito de Vila Paraizo terá as seguintes divisas
internas com o distrito da
séde:
 
  

 Começam no ribeirão da Onça, na barra
do córrego Cachoeirinha, pelo qual sobem
até sua cabeceira mais setentrional, no espigão
mestre dos rios Turvo e Onça,
daí, vão em reta a cabeceira do
córrego Campinho, pelo qual descem até sua
barra no rio Turvo.
 
  

  

 PIRASSUNUNGA
 
  

  

 O município de Pirassununga, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de
paz da séde e do de Santa Cruz da
Conceição, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DESCALVADO:
 
  

  

 Começam no alto do morro do Quadrão, na cabeceira
mais ocidental do córrego da
Fazenda Capão Alto, afluente do ribeirão do
Descaroçador ,seguem pela cumiada
do morro e continuam pelo espigão que deixa , à
direita , as águas do ribeirão
 do Roque e as do Ribeirão Laranja Azeda, e,
à esquerda, as do rio Bonito
até encontrar no espigão que separa as
águas do ribeirão Santa Rosa, á
esquerda, e as do córrego do Bebedouro, á
direita, prosseguindo por êste
espigão até a confluência destes dois
últimos cursos dágua;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FERREIRA:
 
  

  

 Começa na confluência do córrego do
Bebedouro no ribeirão Santa Rosa, descem
por êste até encontrar a reta de rumo
Oéste-Léste que vem da nascente do
córrego do Lobo, vão daqui, pela reta,
á nascente do córrego do Lobo, descem
por êste até o ribeirão da Laranja
Azeda e por êste ainda até a sua foz no rio
Mogí-Guassú, indo por êste abaixo
até a embocadura do ribeirão Pedra de Amolar,
pelo qual sobem  até a barra do córrego
da Fazenda de Francisco Franco,
por êste ainda até sua cabeceira, vão
daí, em reta, á barra do córrego da
Lagôa, no ribeirão das Pedras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALMEIRAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Pedras na barra do
córrego Lagôa, sobem por êsse
até
sua cabeceira, vão daí em reta, á
cabeceira do córrego da Venda, pelo qual
descem até o ribeirão Sertãozinho,
vão, em reta, á confluência das
cabeceiras
setentrional e ocidental do Báguassú, sobem pelo
braço oriental até sua
cabeceira no divisor das águas do córrego
Báguassú e as do ribeirão Feio,
caminham por êsse divisor até a cabeceira do
córrego Invernada pelo qual descem
até sua barra no ribeirão Feio, por
êste ainda até o rio
Mogí-Guassú, sobem
pelo Mogí-Guassú até a barra do rio
Jaguarí, e por êste acima até a foz do
córrego do Cascalho;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BOA
VISTA:
 
  

  

 Começam no rio Jaguarí onde desemboca o
córrego do Cascalho sobem por êste até
sua cabeceira mais setentrional, vão pelo espigão
a procura da confluência do
rio Capitinga no rio Itupéva:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-GUASSÚ:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão Capitinga desemboca no
rio Itupéva, e vão por êste
abaixo até a barra no rio Mogi-Guassú, sobem por
êste até o ribeirão do Meio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LEME:
 
  

  

 Começam no rio Mogí-Guassú, onde
êste recebe o ribeirão do Meio, sobem por
êste
até a barra do ribeirão do Taquarí e
por êste acima
 
  

 até a confluência dos córregos da
Fazenda Americana e Corrêa, seguem, pelo
córrego denominado A. Corrêa ou dos Pintos acima
até sua cabeceira e daí em
reta, á cabeceira do córrego da Conserva e por
êste abaixo até sua barra no
ribeirão do Roque e por êste acima ate a
confluência do córrego das Palmeiras,
seguem dai pelo espigão entre êstes dois cursos,
Roque e Palmeiras, até o
contraforte que termina na barra do córrego do Monjolo no
ribeirão do Roque,
continuam por êste contraforte até a aquela
referida barra;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO
 
  

  

 Principiam na barra do córrego do Monjolo no
ribeirão do Roque, descem por êste
até a confluência do ribeirão do
Moquem, sobem pelo Moquem até a barra do
córrego Pedra Vermelha, que nasce á
Léste da Pedra do mesmo nome, sobem por
ésse córrego até sua cabeceira mais
ocidental no divisor entre as águas dos
ribeirões Moquem e Arouca, e daí
alcançam a Pedra Vermelha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no divisor entre as águas dos
ribeirões Aluguem e Arouca na Pedra
Vermelha, continuam pelo contraforte fronteiro que deixa, á
esquerda, as águas
do córrego da Colônia da fazenda do Dr. Candido
até o rio da Serrinha,
transpõem êsse rio e continuam pelo
espigão fronteiro deixando, á esquerda, as
águas do córrego Capim Fino, e procuram a
lagôa do córrego da Graminha, vão
daí, em reta, á barra do córrego da
fazenda Capão Alto, no ribeirão do
Descaroçador, sobem por êsse córrego
até sua cabeceira mais ocidental no Morro
do Quadrão, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ PIRASSUNUNGA:
 
  

  

 SANTA CRUZ DA CONCEIÇÃO:
 
  

  

 O distrito de paz de Santa Cruz da Conceição,
terá as seguintes divisas
internas com o distrito de paz da séde do
município de Pirassununga:
 
  

 Começam na Lagôa, na cabeceira do
córrego da Graminha, prosseguem pelo espigão
que deixa, á direita, as águas do
ribeirão Arouca e, á esquerda, as do
ribeirão
Graminha até entroncar com o espigão da margem
direita do córrego Salto Grande,
continuam por êsse divisor em demanda da barra do
córrego Salto Grande, no
córrego São Joaquim, e por êste descem
até a barra do seu afluente da margem
direita, que desemboca cerca de dois Klms. abaixo da barra do
córrego Salto
Grande, vão dêsse ponto, em reta, á
barra do córrego da Conserva no ribeirão do
Moquem.
 
  

  

 PIRATININGA
 
  

  

 O município de Piratininga, compreendendo o distrito de paz
da séde do
município e o de Cabralia (Ex-Mirante), terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA:
 
  

  

 Começam no rio Alambari, na foz da Água da Boa
Vista dos Rabelos, sobem pelo
rio até a barra do ribeirão do Serrote e
continuam pelo contraforte entre as
águas deste, a esquerda, e as do córrego Pinto ou
Preto, á direita, até o
espigão mestre Tietê-Paranapanema e por este
frontear a cabeceira ocidental no
córrego da Pedra Branca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BAURU:
 
  

  

 Começa no espigão mestre que separa as bacias dos
rios Tietê e Paranapanema, na
cabeceira mais ocidental do córrego Pedra Branca, descem por
êste até o
ribeirão Água do Paiól e por
êste ainda até o rio Batalha e por êste
acima até
a boca do córrego do Falcão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AGUDOS:
 
  

  

 Começam no rio Batalha, na foz do córrego do
Falcão, sobem por aquele ate a
barra do córrego da Invernada, e ainda por êste
até sua cabeceira, continuam
pelo espigão entre as águas, dos rios Batalha e
Turvo, á esquerda, e as dos
ribeirões Pântano e Barreiro, á
direita, prosseguem pelo divisor, indo até a
barra do córrego Divisa, no ribeirão Barreiro,
sobem pelo córrego até sua
cabeceira no espigão oeste Alambari-Turvo, chamado
espigão da Conquista, pelo
qual seguem até frontear a cabeceira da Água da
Bôa Vista dos Rabelos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Turvo-Alambaríu, em frente a cabeceira da Água da
Boa
Vista dos Rabelos, descem por êste até o rio
Alambarí, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PIRATININGA:
 
  

  

 CABRALIA:
 
  

  

 O distrito de paz de Mirante, que passa a denominar-se Cabralia,
terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da séde do
município:
 
  

 Começa no espigão mestre
Tietê-Paranapanema, em frente a cabeceira do
córrego
da Pedra Branca, seguem pelo espigão mestre e pelo
contraforte que leva a barra
do córrego do Poço no rio Alambarí,
sobem pelo córrego até sua cabeceira e pelo
espigão fronteiro até o espigão mestre
Alambarí-Turvo.
 
  

  

 PITANGUEIRAS
 
  

  

 O município de Pitangueiras, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito da
séde e dos de Ibitíuva e Taquaral,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BEBEDOURO:
 
  

  

 Começam na comarca mais meridional do córrego das
Três Barras, situada cerca de
dois Kms. a sudeste da estação de Andes, da
Companhia Paulista de Estradas de
Ferro, descem pelo córrego até a foz do
córrego do Belarmino e vão por êste
acima a sua cabeceira, ganham o espigão divisor que deixa
á direita as águas do
córrego do Cedro, e  a esquerda, as do
córrego do Laranjal, que é
continuação do das Três Barras,
prosseguem pelo espigão até a cabeceira mais
ocidental do córrego de Manuel Fernandes e vão
por êste abaixo até o córrego
Laranjal  e por êste abaixo até o
córrego de Dona Josefina;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VIRADOURO:
 
  

  

 Começam na barra que o córrego de Dona Josefina
faz no córrego do Laranjal e
vão dêste ponto em reta ao marco do Km n. 385 da
Companhia Paulista de Estradas
de Ferro, cerca de dois quilometros ao sul da
estação de Azevedo Marques,
ganham o espigão que deixa, ao norte as águas do
córrego do Pantaninho e, ao
sul, as do córrego da Bôa Vista, prosseguem pelo
espigão até a nascente mais
meridional do ribeirão do Paiol e vão por
êste abaixo até a barra do córrego do
Faustino e vão em reta á confluência do
córrego Pantaninho com o ribeirão do
Paiol, e por êste ao rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 
  

  

 Começam onde o ribeirão do Paiol, faz barra no
rio Pardo e vão por êste acima
até a sua confluência com o rio
Mogíu-Guassú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PONTAL:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Pardo com o rio
Mogí-guassú, e vão por êste
acima
até a barra do ribeirão do
Sertãozinho, sobem por êste até a barra
do córrego
do Cascalho, e continuam ainda a subir por êste
até a barra do córrego do
Sorocaba, e por êste acima até sua nascente e
depois em reta norte-sul até o
córrego do Mico;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERTÃOZINHO:
 
  

  

 Começam no córrego do Mico, onde ele é
cortado pela reta norte-sul que vem da
nascente do córrego do Sorocaba, descem pelo Mico
até o córrego Bananal e vão
daí em reta á barra do ribeirão
Palmital no rio Mogí-guassú;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL:
 
  

  

 Começam no rio Mogí-guassú, onde faz
barra o ribeirão Palmital e vão por aquele
abaixo até a barra do córrego do
ribeirão Taquarai e por êste acima e pelo
córrego Fundo até a sua cabeceira mais
setentrional, e daqui em reta, á
cabeceira mais meridional do córrego das Três
Barras, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PITANGUEIRAS:
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Pitangueiras terá as seguintes
divisas internas com o distrito de Ibitiuva;
 
  

 Começam na confluência do córrego da
Jucutinga no ribeirão do Taquaral, seguem
em reta até a cabeceira do córrego do Moreto e
por êste abaixo até o ribeirão
do Cervo, vão desse ponto em procura da nascente do
córrego de José Cotrim e
daí, em demanda da cabeceira do córrego
do Brejão, descendo por este até a
barra do córrego do Inácio, pelo qual sobem
até sua cabeceira indo depois á
confluência do córrego de Eurico Rosa no
córrego Bôa Vista (afluente do córrego
do Paiól), e desta barra, em reta sul-norte,
alcançam o espigão divisor entre
as águas do ribeirão do Pantaninho e as do
córrego da Bôa Vista;
 
  

  

 IBITIUVA
 
  

  

 O distrito de paz de Ibitiuva terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão divisor entre as
águas do ribeirão do Pantaninho e as do
córrego da Bôa Vista (afluente do
ribeirão do Paiól) e vão, em reta
norte-sul,
á confluência do córrego de Eurico Rosa
no córrego da Bôa Vista, continuam em
demanda da nascente do córrego do Inácio pelo
qual descem até o córrego do
Brejão e por êste acima até sua
cabeceira, vão daqui a rumo da cabeceira do
córrego de José Cotrim e depois, em
reta, á barra do córrego, de Moreto no
ribeirão do Cervo, sobem o córrego até
sua cabeceira e prosseguem em reta até a
confluência do córrego da Jacutinga no
ribeirão do Taquaral;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAQUARAL:
 
  

  

 Começam na confluência do Córrego Fundo
com o córrego da Bôa Vista, formadores
do ribeirão Taquaral, sobem pelo Bôa Vista
até a foz do córrego de V. Sprone e
por êste acima até sua cabeceira mais ocidental,
ganham a cabeceira mais
oriental do córrego de Abilio Marques pelo qual descem
até o ribeirão das Três
Barras;
 
  

  

 TAQUARAL
 
  

  

 O distrito de paz de Taquaral terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz de Ibituva:
 
  

 Começam no ribeirão das Três Barras, na
foz do córrego de Abilio Marques, sobem
por êste até sua cabeceira mais oriental, ganham a
cabeceira mais ocidental do
córrego de V. Sprone, pelo qual descem até o
córrego da Bôa Vista e por êste
abaixo até sua confluência com o
córrego Fundo, formadores do ribeirão
Taquaral.
 
  

  

 POMPÉIA
 
  

  

 Fica creado o município de Pompéia, e comarca do
mesmo nome, compreendendo os
distritos de paz da séde do município, Novo
Cravinhos, Paulópolis, Quintana e
Varpa, todos desmembrados do município de
Marília, e de Herculania, desmembrado
do município de Glicério, e qual terá
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão
Pitangueiras, sobem por este até a
boca do córrego do Pujo e vão por este acima
até sua cabeceira, continuam pelo
espigão até o espigão mestre
Aguapeí-Peixe e daqui, sempre pelo espigão, em
demanda da barra do córrego Gonheri no ribeirão
Iacri, descem por este até a
barra do córrego Juliápolis e seguem pelo
espigão que deixa, direita, as águas
do rio Caingang ou Guaporanga e, a esquerda, as do ribeirão
Iacri, até a barra
deste no rio Aguapeí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GLICERIO:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na barra do
ribeirão Iacrí e sobem por aquele até
a
confluência dos rios Feio e Tibiriça (formadores
do Aguapeí);
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:
 
  

  

 Começam na confluência dos rios Feio e
Tibiriça, formadores do rio Aguapeí,
vão
pelo Tibiriçá, acima até a barra do
córrego Arirí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do
córrego Arirí, vão por este acima
até sua
cabeceira, seguem, daí, em reta, á cabeceira do
córrego do Dr. Senha e por nova
reta atingem a barra do córrego Iniacani no rio Caingang ou
Guaporanga, sobem
pelo Imacani até  sua cabeceira ganham pelo
espigão, o espigão mestre
Aguapeí-Peixe, e sempre pelo espigão
vão até a cabeceira do córrego
Água Limpa,
pelo qual descem até o ribeirão
Jabotá, e dessa barra, em reta á barra do
córrego do Sapo no rio do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BELA VISTA: (Ex-Campos Novos)
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do córrego do
Sapo, descem por aquele até a
barra do ribeirão do Hospital ou Barreiro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAGUASSÚ:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra do ribeirão do
Hospital ou Barreiro, descem
por aquele até a boca do córrego das Trilhas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPÍO DE QUATA
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra do córrego das
Trilhas e vão por aquele
abaixo até a barra do ribeirão das Pitangueiras,
onde tiveram começo estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ  DE POMPÉIA
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Pompéia terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PAULÓPOLIS
 
  

  

 Começa no rio do Peixe, na barra do ribeirão
Guatuvira, sobem por êste até a
forquilha de seus formadores pelo espigão
intermediário a essas duas águas
caminham até o espigão mestre
Aguapeí-Peixe, vão desse cruzamento em reta
á
cabeceira do córrego do Sinhõ (afluente do
Jacutinga), e por nova reta, á barra
do córrego Goto-Guchê no ribeirão do
Veado e por este abaixo até o rio Caingang
ou Guaporanga;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NOVO CRAVINHOS:
 
  

  

 Começam no rio Caingang ou Guaporanga, na foz do
ribeirão do Veado e por aquele
acima até a barra do córrego Iniacani;
 
  

  

 HERCULANIA
 
  

  

 O distrito de paz de Herculania terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE QUINTANA:
 
  

  

 Começam no rio Aguapei, na barra do rio Caingang ou
Guaporanga, seguem pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do córrego Coioi, e, à esquerda, as do
rio Cainganga ou Guaporanga, indo até a barra do
córrego da Ligação no
córrego
Barreirão, sobem ramo meridional desse até sua
cabeceira e continuam pelo
espigão em demanda da barra do córrego
Carú no córrego Juliápolis, e dai,
pelo
espigão que contorna as cabeceiras do córrego
Gonheri, á barra do córrego
Perene no ribeirão Iacri e por este acima até a
barra do córrego Tchê, pelo
qual sobem até sua cabeceira, transpõem o
espigão mestre Aguapei-Peixe, em
demanda da cabeceira do córrego da Aldeia Grande e por este
descem até o
ribeirão Picadão das Araras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VARPA:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Picadão das
Araras na foz do córrego da Aldeia Grande,
vão daí em reta à barra do
córrego do Pujol no ribeirão Pitangueiras;
 
  

  

 NOVO CRAVINHOS
 
  

  

 O distrito de paz de Novo Cravinhos terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNCÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Caingang ou Guaporanga, na foz do
córrego Inlacani, descem por
aquele até a barra do ribeirão do Veado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DE PAULOPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Caingang ou Guaporanga, na foz do
ribeirão do Veado, descem por
aquele até a barra do córrego Oito de Setembro,
seguem pelo espigão da margem
direita deste até o espigão mestre Caingang -
Tibiriçá, o ganhando a cabeceira
do córrego Paienê, descem por ele no rio
Tibiriçá;
 
  

  

 PAULÓPOLIS
 
  

  

 O distrito de paz de Paulopolis terá as seguintes divisas
internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE QUINTANA:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra do ribeirão do
salto ou Macaúba, sobem por
este até a barra do ribeirão Bonfim, seguem pelo
espigão mestre Aguapei-Peixe,
prosseguem pelo espigão que contorna as cabeceiras do
ribeirão do Veado e do
córrego Goio-Guchê, em demanda da cabeceira do
córrego Branco e pelo espigão
que deixa, à direita, as águas do rio Caingang ou
Guaporanga, e, a esquerda, as
do ribeirão Iacri, atingem a cabeceira do córrego
da Água Clara, pelo qual
descem até o rio Caingang ou Guaporanga e por este abaixo
até o rio Tibiriçá.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NOVO CRAVINHOS:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na barra do
córrego Patené, sobem por este até sua
cabeceira, ganham o espigão mestre
Tibiriçá - Caingang, seguem em demanda da
barra do córrego Oito de Setembro no rio Caingang ou
Guaporanga e por este
acima até a boca do ribeirão do Veado;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no rio Caingang ou Guaporanga, na foz do
ribeirão do Veado, sobem por
êste até a barra do córrego
Goie-Guchê, seguem em reta a cabeceira do córrego
do Sinho, afluente do Jacutinga, e, em reta, procuram o
espigão mestre
Aguapei-Peixe, no ponto em que cruza com o espigão
intermediário dos dois ramos
formadores do ribeirão Guaiuvira, vão por este
espigão até a forquilha desse
dois cursos e pelo Guaiuvira abaixo até o rio do Peixe;
 
  

  

 QUINTANA
 
  

  

 O distrito de paz de Quintana terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VARPA:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão do
Hospital ou Barreiro, seguem em
reta, à barra do córrego da Aldeia, Grande no
ribeirão do Picadão das Araras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE HERCULANIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Picadão das
Araras,na foz do córrego da Aldeia Grande,
sobem por este até sua cabeceira, ganham o
espigão mestre Aguapei-Peixe e
prosseguem em demanda da cabeceira do córrego
Tchê, pelo qual descem até o
ribeirão Iacri e por este abaixo até a boca do
córrego Perene, vão pelo
espigão, que contorna as cabeceiras do córrego
Gonheri, até a barra do córrego
Carú no córrego Juliapolis; prosseguem pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão Iacri, e, à direita,
as do rio Caingang ou Guaporanga, até a
cabeceira do córrego Barreirão e por este descem
até a boca do córrego da
Ligação, seguem pelo espigão que
deixa, à direita as águas do rio Caingang ou
Guaporanga e, à esquerda, as do córrego Coioi,
indo até a barra do Caingang do
rio Tibiriçá;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PAULOPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na foz do rio
Caingang ou Guaporanga, sobem por este
até a boca do ribeirão Água Clara e
por este acima até sua cabeceira, seguem
pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do rio Iacri, e, à esquerda, as do
rio Caingang ou Guaporanga, indo até a cabeceira do
córrego Branco, dai, pelo
espigão que contorna as cabeceiras do córrego
Goio-Guchê e ribeirão do Veado,
até o espigão mestre Aguapei-Peixe, no seu
cruzamento com o contraforte que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
Bonfim, e, à esquerda, as do ribeirão do
Salto ou Macaúba, caminhando por este contraforte
até a confluência desses dois
cursos e pelo ribeirão do Salto abaixo até o rio
do Peixe;
 
  

  

 VARPA
 
  

  

 O distrito de paz de Varpa terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE HERCULANIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Pitangueiras, na foz do
córrego do Pujol e vão em reta, à
barra do córrego da Aldeia Grande no ribeirão do
Picadão das Araras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE QUINTANA:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Picadão das
Araras na foz do córrego da Aldeia Grande, e
seguem em reta à barra do ribeirão do Barreiro ou
do Hospital no rio do Peixe.
 
  

  

 PONTAL
 
  

  

 O município de Pontal, comarca de Sertãozinho,
terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 
  

  

 Começam no pontal do rio Mogi-guassú e Pardo,
sobem por êste até a boca do
córrego da Vasante e por êste acima até
sua cabeceira, alcançam a rumo a barra
do córrego Lagôa, no ribeirão da
Floresta;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ORLANDIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Floresta, na do
córrego Lagôa, vão em reta à
barra do
córrego Limeira no ribeirão Santa
Quitéria,sobem pelo córrego até sua
cabeceira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Limeira,
continuam pelo contraforte entre as
águas dos ribeirões Santa Quitéiria,
à direita, e Mata da Chuva, à esquerda,
até a barra dêste último no rio Pardo,
subindo por êste até a boca do ribeirão
Tamboril;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERTÃZINHO:
 
  

  

 Começam no
rio pardo, na foz do ribeirão Tamboriú,
sobem por este até sua cabeceira mais ocidental,
vão daí em reta, á barra do
córrego da Ponte Nova, no ribeirão
Sertãozinho, sobem por aquele ate a
confluência dos córregos da Vidinha e Santa Elisa
(antigo Santo Antonio),
formadores do córrego Ponte Nova, e daí por nova
reta vão a cabeceira da Lagoa,
onde se origina o córrego do Mico e por este abaixo, ate
onde e cortado pela
reta norte-sul que vem da cabeceira do córrego Sorocaba.
 
  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE PITANGUEIRAS:
 
  

  

 Começam no córrego do Mico, onde ele é
cortado pela reta norte-sul que vem da
cabeceira, descem pelo Sorocaba, e pelo córrego do Cascalho
e pelo ribeirão
Sertãzinho, até o rio Mogi-guassú e
por êste abaixo até o pontal do rio
Mogi-guassú e Pardo, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 PORANGABA
 
  

  

 O município de Porangaba, comarca de Tatuí,
constituído do distrito de paz da
séde e do de Torre de Pedra, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOFETE:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Paranapanema, onde êsse espigão
cruza com o
divisor, que deixa, à direita, as águas do
ribeirão Palmeiras, e, à esquerda,
as do rio Santo Inácio; prosseguem por êste
divisor e vão até a confluência do
córrego Palmeiras, no ribeirão Bonito ou da Mina
e por êste abaixo até o rio
Peixe, e por este até a sua confluência com o rio
Feio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Feio com o rio do
Peixe, seguem pelo espigão
divisor entre as águas do córrego São
João, à esquerda, e, as do córrego
Água
Preta, à direita, indo até a barra do primeiro
córrego da margem esquerda no
ribeirão Moquem, abaixo da foz do córrego
Salvador Vieira, sóbem pelo Moquem,
abaixo da foz do córrego de Salvador Vieira e por
êste acima até sua cabeceira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRAS:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Salvador Vieira,
continuam pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do rio Moquem e,
à esquerda, as do rio Conchas,
procurando a confluência do córrego da Serrinha no
rio das Conchas, seguindo
daí, pelo divisor que deixa, à direita, as
águas do rio das Conchas, e, à
esquerda, as do ribeirão da Vargem até cruzar o
espigão entre o rio das
Conchas, ao norte, e o ribeirão de aleluia, ao sul;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio das Conchas ao norte, e as do ribeirão
Aleluia, ao sul, onde cruza com o divisor êntre as
águas do ribeirão da Vargem,
a leste, e as do rio Conchas, a Oeste, prosseguem pelo primeiro
espigão até o
espigão do Fogaçu, e por êste caminham
e pelo divisor das águas do ribeirão
Aleluia e do Feio, até o espigão da Areia Branca;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUAREÍ:
 
  

  

 Começam no espigão da Areia Branca, que
é o espigão mestre entre as águas do
rio Paranapanema, ao sul, e as do rio Tietê, ao norte, no
cruzamento com o
divisor Aleluia - Feio, e continuam pelo espigão mestre
entre as águas do
Peixe, à direita, e as do rio Guarei e Capivari,
à esquerda, até cruzar com o
espigão que deixa, à direita,o
ribeirão Palmeiras, e, a esquerda o rio Santo
Inacio, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PORANGABA
 
  

  

 TORRE DE PEDRA
 
  

  

 O distrito de paz de Torre de Pedra terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da séde do município de Porangaba:
 
  

 Começam no espigão da Areia Branca, no seu
cruzamento com o divisor entre as
águas do rio Feio, à direita e as do rio Bonito,
à esquerda, ganham a nascente
mais meridional do ribeirão do Saltinho e por este descem
até a ponte da
estrada de rodagem que da vila de Torre de Pedra, vai a cidade de
Porangaba,
continuam pelo espigão divisor que contorna as cabeceiras do
córrego da
Serrinha, um dos galhos finais do rio Feio, seguem, pelo
espigão, contornando
as cabeceiras do córrego da Àgua Bonita, afluente
do Saltinho, e prosseguem,
pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas dêste último sua barra no rio
Bonito.
 
  

  

 PORTO FELIZ
 
  

  

 O município de Porto Feliz, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais ocidental do córrego
Cruz das Almas, e por este
abaixo até o rio Tietê, pelo qual descem
até a barra do ribeirão dos Sete
Fogões, subindo por êste até a barra do
córrego da Água Branca;
 
  

  

 COM O MUNCIPIO DE CAPIVARÍ:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Sete Fogões,
onde deságua o córrego Água Branca,
sobem
por aquele até a foz do córrego do Engenho,
D’água e por êste acima até a
barra
do córrego do Godoi, tomam o espigão fronteiro,
prosseguem depois que deixa as
águas do ribeirão do Eleuterio, à
direita, e as do rio Tuaú, à esquerda;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Capivari, onde este entronca com o espigão
que
deixa as águas do ribeirão do
Eleutério, à direita, e as do rio
Atuaú, à
esquerda, seguem por este último espigão
até a cachoeira do Itapocú, no rio
Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÚ:
 
  

  

 Começam na cachoeira do Itapocú, no rio
Tietê e por êste descem até a barra do
ribeirão do Caiacatinga, subindo por êste
até sua cabeceira mais meridional,
que nasce cerca de um km. a sudeste da séde da fazenda
Capoavinha e continuam,
pelo espigão que separa as águas do rio Avecula,
à direita, e as do ribeirão da
Conceição, à esquerda, até
cruzar o espigão mestre Tietê-Sorocaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Sorocaba, onde entronca com o divisor entre as
águas do rio Avecula, à direita, e as do
ribeirão da Conceição, à
esquerda,
seguem pelo espigão mestre até encontrar a
cabeceira mais oriental o córrego
Chico Paes, descem por êste até o
ribeirão Avecuia, e ganham, dessa
confluência, de novo o espigão mestre,
Tietê-Sorocaba, pelo qual continuam até
a nascente mais oriental do ribeirão Indaiatuba, descendo
por êste até sua
barra no rio Sorocaba e por êste ainda até a barra
do córrego Jacaré;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPO LARGO:
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba na barra do córrego
Jacaré, descem por aquele até a foz
do ribeirão Anhanguera;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOITUVA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Anhanguéra
no rio Sorocaba,sobem pelo Anhanguéra
até bifurcação de sua cabeceira, tomam
o espigão intermediário destas águas e
pelo espigão do ribeirão Faxinal e
Pilões, à direita, e as do rio Sorocaba,
à
esquerda, até cruza o espigão entre as
águas do córrego Maria Alves e Pilões,
prosseguem por este espigão em demanda da cabeceira do
córrego Avelino Corrêa,
pelo qual descem até o ribeirão do Pinhal,
vão dai, em reta, á barra do córrego
Água Branca no ribeirão do Quilombo, sobem por
este e pelo córrego Benedito
João, até sua cabeceira e vão dai
á cabeceira do córrego Cruz das Almas, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 PORTO FERREIRA
 
  

  

 O município de Porto Ferreira, comarca de Pirassununga,
terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA RITA:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde faz barra o
córrego da Barra Grande ou Água
Vermelha, sobem por aquele até a foz do córrego
do Barreiro e o córrego São
Vicente, prosseguem pelo espigão divisor das
águas do rio Claro, à esquerda, e
Mogi-Guassú, à direita, até a
cabeceira do galho de oeste do córrego da
Discussão e por êste abaixo até a
forquilha de seus principais formadores vão
daí em reta à barra do córrego
São Valentim: continuam pelo espigão que deixa
as águas dêste, à direita, e
à esquerda, as do córrego Catingueiro, ganham a
cabeceira do córrego Itaóca: ramo final do
ribeirão das Pedras, pelo qual
descem até a barra do córrego da fazenda Santa
Clara;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALMEIRAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Pedras, onde desemboca o
córrego da fazenda Santa
Clara, descem pelo Ribeirão das Pedras até a
confluência do córrego Lagôa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA
 
  

  

 Começam na confluência do córrego
Lagôa e ribeirão das Pedras, vão
daí, em
reta, à cabeceira do córrego Francisco Franco,
pelo qual descem até o ribeirão
Pedra de Amolar, por êste ainda até sua barra no
rio Mogi-Guassú, sobem pelo
Mogí-Guassú ate a embocadura do
ribeirão Laranja Azeda, e subindo ainda por
êste pelo córrego do Lobo até sua
nascente mais ocidental, vão daí em reta,
Leste-Oeste, até encontrar o ribeirão Santa Rosa,
pelo qual sobem até a barra
do córrego do Bebedouro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DESCALVADO:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego
Bebedouro no ribeirão Santa Rosa, vão
daí, em
reta, à nascente do córrego do Sapé,
pelo qual descem até o ribeirão Areia
Branca, procuram daí em reta, a barra do córrego
do Paiolinho no rio Bonito,
pelo qual sóbem até a confluência do
córrego Capitinga; continuam a subir pelo
Capitinga e pelo seu braço mais setentrional a subir pelo
Capitinga e pelo seu
braço mais setentrional até sua cabeceira,
vão daí em reta à nascente mais
meridional do córrego João Biao, descendo em
seguida, por êste e pelo córrego
da Barra Grande ou Água Vermelha até o rio
Mogí-Guassú, onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 POTIRENDABA
 
  

  

 O município de Potirendaba, comarca de Rio Preto
terá as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Cubatão, onde deságua o
córrego da Bôa Vista ou Cachoeira, sobem
por êste acima até a foz do córrego do
Coqueiral, continuam por êste acima até
a ponte da estrada de rodagem que vai pra Catanduva, daqui, em reta,
à
confluência dos ribeirões Borá e
Borboleta e sobem por aquele até a foz do
córrego Reverendo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CEDRAL:
 
  

  

 Começam no ribeirão Borá, onde faz
barra o córrego Reverendo, sobem por êste
até sua cabeceira mais oriental, transpõe o
espigão em demanda da nascente do
córrego Bacurí, seguem por êste abaixo
e pelo córrego Paula Vieira até a
embocadura da Água do Rosa;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBIRÁ:
 
  

  

 Começam no córrego Paula Vieira, na foz da
Água do Rosa, pelo qual sobem até
sua cabeceira mais ocidental, continua pelo divisor que deixa,
à direita, as
águas do ribeirão Borá, e,
à esquerda, as do ribeirão Barra Grande,
até o
contraforte entre as águas do córrego Pedro
Martins, à direita, e as do córrego
São Domingos, a esquerda; continuam por êsse
contraforte em demanda da barra do
córrego do Poço, no córrego da Roseira
e Vão desta barra, em reta, à cabeceira
do córrego do Neto ou Barra Preto, pelo qual descem
até sua barra no rio
Cubatão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MUNDO NOVO:
 
  

  

 Começam no rio Cubatão, na barra do
córrego do Neto ou Barro Preto e descem por
aquele até a foz do córrego do Flavio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE:
 
  

  

 Começam no rio Cubatão na foz do
córrego do Flavio e vão por aquele abaixo
até
a boca do córrego do Bôa Vista ou Cachoeira, onde
principiaram estas divisas.
 
  

  
 
  

 PRAINHA
 
  

  

 O município de Prainha, comarca de Iguape,
constituído do distrito de paz da
séde e dos Juquiá e Pedro Toledo, terá
as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DO XIRIRICA:
 
  

  

 Começam no rio Juquiá, onde faz barra o
ribeirão dos Motas ou da Moita, sobem
por aquele ate a barra do rio Ipiranga, seguindo por êste
acima até a foz do
ribeirão do Areado, continuando pelo espigão que
deixa, a léste, as águas dêste
último, e a oeste, as do rio Travessão
até cruzar com o divisor que deixa, ao
norte, as águas do rio Pereiras, e ao sul, as do rio
Travessão;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIEDADE:
 
  

  

 Começam onde o espigão entre as águas
do ribeirão do Areado, a leste, e as do
rio Travessão, a oeste, cruza com o divisor que deixa, ao
sul, as águas dêste
ultimo, e ao norte, as do rio Pereiras, prosseguem pelo
espigão que deixa, a
oeste, as águas do rio Pereiras, e a leste, as do rio Fundo,
até a confluência
dos rios Pereiras e Verde, formadores do rio Assungu;
transpõem o rio e
continuam pelo divisor entre as águas dêste
último, ao sul, e as do ribeirão
dos Cachorros Novos, ao norte, ate cruzar com o espigão
entre as águas do rio
Jacinto, a leste, e as do rio Verde, a oeste, e, contornando as
cabeceiras do
rio Jacinto, alcançam a Serra da Lagoinha, vão
pela crista desta, contornam as
cabeceiras do córrego do Poço, até a
barra do córrego das Cinco Barras, no rio
Corujam sobem pelo córrego até sua cabeceira e
pelo espigão a Garganta dos
Negros, contornando, sempre pelo espigão, as cabeceiras dos
córregos da Águas
Branca e Mombuca até cruzar com a Serra da Guarucai,
divisora das águas do
ribeirão do Braça, afluente do rio
Juquiá-Guassu, e as vertentes do rio do rio
corujas, seguem pella crista da Serra até encontrar a
nascente do córrego do
Pau Seco, pelo qual descem até o ribeirão do
Travessão, caminham por êste
abaixo até o rio Juquiá-Guasú, e por
êste acima até a barra do rio do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UNA:
 
  

  

 Começam no rio Juquiá-Guassú, onde
deságua o rio do Peixe, e vão por aquele ate
a barra do rio do Engano;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPECERICA:
 
  

  

 Começam no rio Juquiá, na barra do rio do Engano,
sobem por êste até sua
cabeceira mais oriental e continuam pelo divisor que deixa, ao norte,
as águas
do rio juquiá, e, ao sul, as do rio São
Lourenço até encontrar o espigão que
deixa, a leste, as águas do rio Preto, e, a oeste, as do rio
São Lourenço;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITANHAEN:
 
  

  

 Começam no divisor entre as águas do rio
Juquiá, ao norte, e São Lourenço, ao
sul, onde êste cruzar com o espigão entre as
águas do rio São Lourenço,
à
direita e, as do rio Preto, à esquerda, divisor
êste também chamado Serra do
Bananal, seguem pela crista da Serra até entroncar o divisor
entre as águas do
rio São Lourenço, ao norte, e as do rio
Guanhanhan, ao sul, continuam pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do rio Areado, afluente do Guanhanhan,
até frontear e cabeceira mais setentrional do
ribeirão da Tiagem, descem por
êste até o rio Itariri, e subindo por aquele
até a barra do córrego do
Emiliano, sobem pelo córrego até sua cabeceira,
continuando pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas dos rios do Azeite e
Pedras, e, à direita, as do
rio Peixe, até o pião divisor dos rios Peixe,
Azeite, Comprido ou Una do
Prelado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE:
 
  

  

 Começam no pião divisor dos rios Peixe, Azeite,
Comprido ou Una do Prelado,
seguem pelo espigão divisor entre as águas que
vertem para o litoral e as que
vertem para o rio Juquiá, até encontrar a
nascente mais oriental do ribeirão
dos Motas ou da Moita e por êste descem até o rio
Juquiá, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PRAINHA
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Prainha, terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JUQUIA:
 
  

  

 Começam na Serra do Bananal, nome local da Serra dos Itatins
em frente à
cabeceira mais meridional do córrego do Cedro, descem por
êste ao rio São
Lourenço, sobem por êste até a foz do
ribeirão Corrêas, seguem por êste acima
até sua cabeceira, continuando, depois, pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do rio Juquiá-Guassú, e,
à direita, as dos rios Biguá e Faú,
indo ate a
barra do rio Fevereiro no rio Juquiá-Guassú;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PEDRO DE TOLEDO:
 
  

  

 Começam em frente à cabeceira do rio do Engano,
no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do rio Pedreado ou Braço
Grande, e, à direita, as do rio
Juquiá-Guassú, e ribeirão Bananal,
indo até a cabeceira do ribeirão do
Caçador,
pelo qual descem ao rio Braço Grande ou Pedreado, e por
êste ainda até sua foz
no rio São Lourencinho, e por êste ainda
até a barra do córrego do Vieira;
continuam pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do rio São Lourencinho,
e, à esquerda, as do córrego de Antonio de Paula,
indo até a barra do ribeirão
do Alferes, no rio Itariri, sobem por aquele até sua
cabeceira e contínuam pelo
espigão que deixa, à direita, as
águas do rio São Lourenço, e,
à esquerda,
as do rio Peixe, atingem o divisor que separa as cabeceiras do rio
Bananal das
do rio do Peixe, e por êste caminham até seu
cruzamento com a Serra dos
Itatins;
 
  

  

 JUQUIÁ:
 
  

  

 O distrito de Juquiá terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Juquiá-Guassú, na foz
do rio Fevereiro, seguem pelo espigão
intermediário entre esses dois cursos e continuam pelo que
deixa, á direita, as
águas do mesmo Juquiá-Guassú, e, a
esquerda, as dos rio Faú e Biguá, até
atingir a cabeceira do ribeirão Corrêas, pelo qual
descem até o rio São
Lourenço, prosseguem por este abaixo até a boca
do ribeirão do Cedro, pelo qual
sobem até sua cabeceira mais meridional, atingindo a rumo,
depois, o alto da
Serra do Bananal, nome local da Serra dos Itatins.
 
  

  

 PEDRO DE TOLEDO:
 
  

  

 O distrito de paz de Pedro de Toledo terá as seguintes
divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam na Serra dos Itatins, onde ela cruza com o
espigão que separa as
cabeceiras do rio do Peixe, à direita, das do rio Bananal,
à esquerda, seguem
por êste último divisor e continuam pelo que
deixa, à direita, as mesmas águas
do rio do Peixe, e, à esquerda, e as do rio São
Lourenço, indo até a cabeceira
do ribeirão do Altores, pelo qual descem até o
rio Itariri, continuam pelo
espigão fronteiro que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão da Prata do
Almoço, e, à direita, as do rio Itariri e as do
ribeirão do Antonio de Paula,
indo até a barra do córrego do Vieira, no rio
São Lourencinho, sobem por êste
até a foz do rio Pedreado ou do Braço Grande,
caminham por êste ainda até sua
cabeceira e continuam pelo espigão entre as águas
do rio Juquiá-Guassú, à
esquerda, e rio Pedreado, à direita, até a
cabeceira do ribeirão do Engano.
 
  

  

 PRESIDENTE ALVES
 
  

  

 O município de Presidente Alves, comarca de
Pirajuí terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUÍ:
 
  

  

 Começam no alto do espigão entre as
águas do rio Feio à direita, e as do
ribeirão Barreiro, à esquerda , onde
êle é costado pela reta que da barra do
córrego Acarape o Eucarape, no rio Feio, vai à
cabeceira do córrego da Água
Seca, seguem pelo espigão até a barra do
córrego da Água do Pupo, no rio Feio,
sobem pelo córrego da Água do Pupo até
sua cabeceira; continuam pelo espigão em
demanda da barra do córrego da Divisa no córrego
da Usina Miranda, pelo qual
descem até sua barra no córrego do Cateto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ:
 
  

  

 Começam na barra do córrego da Usina Miranda no
córrego do Cateto e por êste
abaixo até o ribeirão Jacutinga, descendo por
êste até a barra do córrego da
Fazenda Cangica, pelo qual sobem até sua cabeceira
principal; seguem daqui em
demanda da cabeceira do córrego chamado Água do
quilómetros 60 pelo qual descem
até o córrego Patalhinha e por êste
até o córrego Avaí, pelo qual sobem
até sua
cabeceira mais alta;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GALIA:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais alta do córrego
Avaí, o vão em reta à barra do
córrego Acarape, no rio Feio;
 
  

  

 COM MUNICÍPIO DE GARÇA:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na barra do córrego Acarape,
seguem daí pela reta que une
esta barra à cabeceira do córrego Água
Seca, até o alto do divisor entre as
águas do rio Feio, à direita, e as do
ribeirão Barreiro, à esquerda, onde
tiveram início estas divisas.
 
  

  

 PRESIDENTE BERNARDES
 
  

  

 O município de Presidente Bernardes, comarca de Presidente
prudente, contituído
do distrito de paz da séde e do de Santa Luiza,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANASTÁCIO:
 
  

  

 Começam no rio Piraposinho, na foz do ribeirão
Água Clara, sobem por êste até
sua cabeceira, continuam pelo espigão que deixa,
à esquerda, as águas do
ribeirão Vae-e-Volta, indo à barra do
Mandacarú, no rio Santo Anastácio, sobem
por êste até a embocadura do ribeirão
Vae-Vem, prosseguem pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas dêste
último, e, à direita, as do ribeirão
das
Pedras, em demanda do Corte Grande da Estrada de Ferro Sorocabana,
vão daí, em
reta, à Cabeceira do ribeirão
Taquarussú e por êste descem até a
barra do
córrego Pau D’alho, prosseguem pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas
dêste e as do ribeirão dos índios, e, a
direita, as dos córregos Fortuna, Abacaxi,
Peroba, em demanda da cabeceira do córrego da Cachoeira,
pelo qual descem até o
ribeirão Taquarussú, e por êste abaixo
até o rio do Peixe, seguem êste último
até sua cabeceira mais setentrional já no
espigão mestre Aguapeí-Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Aguapeí-Peixe, em frente à cabeceira mais
setentrional do ribeirão do Fogo, seguem pelo
espigão mestre até frontear a
cabeceira do ribeirão Paturí;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VALPARAIZO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Aguapeí-Peixe, na cabeceira do ribeirão
Paturí,
prosseguem pelo espigão mestre até a cabeceira
norocidental do ribeirão Santa
Maria;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Aguapeí-Peixe, em frente à cabeceira norocidental
do
ribeirão Santa Maria, descem por êste
até o rio do Peixe, e por êste abaixo
até
o ribeirão Montalvão e continuam pelo
espigão fronteiro que deixa, à esquerda,
as dêste último, e, à direita, as dos
córregos Santo Expedito e Sandade e
ribeirão Guaracai, indo até a barra do
córrego são Geraldo neste último,
sobem
pelo Guarucaia até a embocadura do córrego
Alvares Machado, e por êste acima
até a forquilha de suas cabeceiras e depois pelo
espigão entre essas duas
águas, contornam as cabeceiras do ribeirão
Guaiçára, afluente do ribeirão das
Pedras, e prosseguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas dêste último,
e, à esquerda, as do córrego Brejão ou
da Jangada, até a barra dêste no rio
Santo Anastácio, atravessam o rio e continuam pelo
espigão fronteiro em demanda
do espigão mestre entre as águas do rio Santo
Anastácio, ao norte, e as do rio
Paranapanema, ao sul, pelo qual avançam até
frontear a cabeceira mais
setentrional do córrego São Luiz e por
êste abaixo até o rio Piraporinho, e por
êste até a barra do Água Clara onde
tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PRESIDENTE BERNARDES:
 
  

  

 SANTA LUZIA
 
  

  

 O distrito de paz de Santa Luzia terá as seguintes divisas
internas,com o
distrito de paz da sede do município de Presidente Bernardes:
 
  

 Começam no ribeirão Guarucaia, na foz do
córrego do Macáco, vão dai, em reta,
á
nascente do córrego da Figueira e, em reta,
léste-oeste ao ribeirão Taquarassú.
 
  

  

 PRESIDENTE PRUDENTE
 
  

  

 O município de Presidente Prudente, comarca do mesmo nome,
constituído do
distrito de paz da séde, e dos de Alfredo Marcondes,
Álvares Machado, anhumas,
Coronel Goulart, Montalvão e Pirapozinho, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANASTÁCIO:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema na barra do rio Pirapozinho,
pelo qual sobem até a
barra do ribeirão Água Clara:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE BERNARDES:
 
  

  

 Começam no rio Pirapozinho na barra do ribeirão
Água Clara, sobem pelo
Pirapozinho até a barra do córrego São
Luiz, vão por êste acima até sua
cabeceira mais setentrional, ganham o espigão mestre entre
as águas do rio
Panapanema, ao sul, e as do rio Santo Anastácio, ao norte, e
seguem, pelo
espigão, em demanda da barra do córrego da
Jangada ou Brejão, no rio Santo
Anastácio, continuam pelo espigão que deixa,
direita, as águas do córrego
Jangada ou Brejão, e, á esquerda, as do
ribeirão Guaiçára, contornam as
cabeceiras dêste último e seguem pelo
espigão intermediário entre os galhos das
duas principais cabeceiras do córrego Alvares Machado, indo
até a junção dessas
duas águas: descem pelo córrego Alvares Machado
ate o ribeirão Guarucaia e por
êste ainda até a foz do córrego
São Geraldo, prosseguem pelo espigão que deixa,
á esquerda, as águas do ribeirão
Guarucaia e córrego  Saudade e Santo
Expedito, e, a direita, as do ribeirão Montalvão,
até a embocadura dêste
ribeirão, no rio do Peixe, sobem por êste
até a barra do ribeirão Santa Maria,
sobem por êste até sua cabeceira norocidental e
atingem o espigão mestre entre
as águas do rio Aguapel, ao Norte, e as do rio Peixe, ao Sul:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VALPARAIZO:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio do Peixe, ao sul, e da do rio
Aguapel, aos norte, em frente á cabeceira norocidental do
ribeirão de Santa
Maria, seguem pelo espigão mestre ate frontear a cabeceira
mais setentrional do
ribeirão dos Ranchos:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Águapei, ao norte, e as do rio
do Peixe, ao sul, em frente á cabeceira mais setentrional do
ribeirão dos
Ranchos descem por êste até o rio do Peixe: e
vão por êste abaixo até à
ponte
da reta da estrada de rodagem que vai á vila de Indiana:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE REGENTE FEIJÓ
 
  

  

 Começam na ponte da reta da estrada de rodagem que vai
à vila de Indíana, sôbre
o rio do Peixe, descem por êste até o
ribeirão Mandaguari e continuam por êste
acima até a barra do córrego da Branca, seguem
depois pelo espigão que deixa, á
direita, êste último e, à esquerda, as
cabeceiras do ribeirão Mandaguari,
transpõem o espigão mestre entre as
águas do rio Santo Anastácio, ao sul, e as
do rio do Peixe, ao norte, indo, a seguir, em demanda da cabeceira mais
ocidental do rio Santo Anastácio, pelo qual descem
até encontrar o galho mais
meridional do mesmo rio: sobem por êste último
até sua cabeceira, vão daqui,
pelo espigão, em demanda da cabeceira do córrego
da Divisa, que fica na
contravertente e por êste descem no ribeirão de
Anhumas, caminham por êste
abaixo até a barra do córrego Anhuminhas,
seguindo desta confluência, pelo
espigão fronteiro em direção
à barra do córrego da Invernada, no
ribeirão da
Bôa Vista e por êste abaixo até o rio
Laranja Doce:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Laranja Doce, onde deságua o
ribeirão da Bôa Vista, descem por
aquêle até o rio Paranapanema:
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde faz barra o rio Laranja
Doce, e descem pelo
primeiro até a foz do rio Pirapozinho, onde tiveram inicio
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PRESIDENTE PRUDENTE SÉDE DO
MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito da séde do município de Presidente
Prudente terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALVARES MACHADO:
 
  

  

 Começam no rio Santo Anastácio na foz do
córrego de Cedro, sobem por êste até
sua cabeceira mais setentrional atingem o espigão mestre
Peixe-Santo Anastácio
e continuam pelo divisor que deixa, à direita as
águas do ribeirão Mandaguari,
e, á esquerda, as do ribeirão
Taquarussú, até onde êle é
atingido pela reta
leste oeste que vem da nascente do córrego da
Onça:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MONTALVÃO:
 
  

  

 Começam no espigão
Mandaguari-Taquarassú, onde ele é cortado pela
reta
leste-oeste que vem da nascente do córrego da
Onça seguem pôr esta até a
referida nascente e pelo córrego abaixo e pelo
ribeirão Grande até o ribeirão
Mandaguari.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PIRAPOZINHO:
 
  

  

 Começam na forquilha dos dois mais altos e importantes
galhos formadores do rio
Santo Anastácio, nas divisas com o município de
Regente Feijó e vão pelo rio
abaixo até a barra do córrego do Ibiri:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CORONEL GOULART
 
  

  

 Começam no rio Santo Anastácio na foz do
córrego Imbiri, descem pelo rio até a
barra do córrego do Cedro:
 
  

  

 ALFREDO MARCONDES:
 
  

  

 Fica criado o distrito de paz de Alfredo Marcondes com séde
na povoação de São
Benedito, no município de Presidente Prudente, e que
terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO E PAZ DE ALVARES MACHADO:
 
  

  

 Começam no espigão
Taquarussú-Montalvão onde ele cruza com o
contraforte
Montalvão-Guarucaia, seguem por êste contraforte
até frontear a cabeceira do
córrego de Lontra:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MONTALVÃO
 
  

  

 Começam no contraforte Montalvão-Guarucaia, em
frente à cabeceira do córrego da
Lontra, prosseguem pelo contraforte até cruzar com o
espigão que deixa, á
direito, as águas do ribeirão Mandaguari, e,
à esquerda as do ribeirão
Montalvão, indo até a barra do Mandaguari no rio
do Peixe.
 
  

  

 ALVARES MACHADO:
 
  

  

 O distrito de paz de Álvares Machado terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALFREDO MARCONDES:
 
  

  

 Começam no espigão
Tauqarussú-Montalvão, onde ele cruza com o
contraforte
Montalvão-Guarucaia, seguem pelo contraforte até
frontear a cabeceira do
córrego da Lontra:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MONTALVÃO
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da Lontra, descem
por êste ao córrego de São
Geraldo e por êste acima até sua cabeceira mais
meridional, continuam pelo
espigão Taquarussú- Mandaguari até
onde ele é cortado pela reta leste-oeste que
vem da nascente do córrego da Onça:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão
Taquarussú-Mandaguari, onde ele é cortado pela
reta
leste-oeste que vem da cabeceira do córrego da
Onça, seguem pelo espigão até o
espigão mestre Peixe-Santo Anastácio, ganham a
cabeceira mais setentrional do
córrego do Cedro, e por êle descem ao rio Santo
Anastácio:
 

  

 COM O DISTRINTO DE PAZ
DE CORONEL GOULART:
 
  

  

 Começam no rio Santo Anastácio, na foz do
córrego do Cedro e descem por aquele
até a barra do córrego do Brejão ou da
Jangada:
 
  

  

 ANHUMAS:
 
  

  

 O distrito de paz de Anhumas terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz de Pirapozinho;
 
  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
do Mosquito, sobem por êste até
sua cabeceira mais oriental, vão pelo espigão, em
demanda da barra do ribeirão
da Onça, no ribeirão Anhumas e sobem por aquele
até sua cabeceira mais
setentrional, prosseguem pelo espigão em demanda da
forquilha dos dois mais
altos e importantes galhos formadores do rio Santo
Anastácio, já nas divisas
com o município de Regente Feijó;
 
  

  

 CORONEL GOULART
 
  

  

 Fica criada o distrito de paz de Coronel Goulart com séde na
povoação de Bôa
Vista, no município de Presidente Prudente, que
terá as seguintes Divisas
internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALVARES MACHADO:
 

  

  

 Começam no
rio Santo Anastácio, na foz do córrego
Brejão ou Jangada, sobem por aquele até a foz do
córrego do Cedro:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no rio Santo Anastácio, na for do
córrego do Cedro e sobem pelo rio até
a barra do córrego do Imbiri;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PIRAPOZINHO:
 
  

  

 Começam no rio Santo Anastácio na foz do
córrego Imbiri, continuam pelo espigão
em demanda da cabeceira do rio Pirapozinho e vão dai em reta
à barra do córrego
Santa Maria do ribeirão do Rebojo e por êste
descem até o rio Paranapanema:
 
  

  

 MONTALVÃO:
 
  

  

 Fica criado o distrito de paz de Montalvão com
séde na povoação do mesmo nome,
no município de Presidente Prudente e que terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALVARES MACHADO
 
  

  

 Começam no espigão Taquarussu-Mandaguari, onde
ele é cortado pela reta
leste-oeste que vem da nascente do córrego da
Onça, seguem pelo espigão até
alcançar a cabeceira mais meridional do córrego
de São Geraldo e por êste
abaixo até a foz do córrego da Lontra por
êste acima até sua cabeceira:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALFREDO MARCONDES:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego da lontra
continuam pelo contraforte
Guarucaia-Mentalvão até o córrego com
o espigão Montalvão-Mandaguari e por
êste
caminham até a foz dêste último no rio
do Peixe:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Mandaguari, na foz do
ribeirão Grande e por êste acima e
pelo córrego da Onça ate sua nascente, indo
depois, em reta leste-oeste até o
espigão Taquarussú-Mandaguari:
 
  

  

 PIRAPOZINHO:
 
  

  

 O distrito de paz de Pirapozinho terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CORONEL GOULART:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
do Rebojo, sobem por este até a
barra do córrego Santa Maria, vão dai, em reta,
à nascente do rio Pirapozinho e
pelo espigão, atingem a barra do córrego Imbiri,
no rio Santo Anastácio:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Santo Anastácio, na foz do
córrego Imbiri, sobem por aquele até
a forquilha de seus dois ramos formadores, nas divisas de Regente
Feijó;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ANHUMAS:
 
  

  

 Começam na forquilha dos dois ramos formadores do rio Santo
Anastácio, nas
divisas de Regente Feijó, continuam pelo espigão
em demanda da cabeceira mais
setentrional do ribeirão da Onça e por
êste descem ao ribeirão Anhumas,
procuram pelo espigão, a cabeceira do ribeirão do
Mosquito e vão  por êste
abaixo até o rio Paranapanema.
 
  

  

 PRESIDENTE VENCESLAU
 
  

  

 O MUNICÍPIO de Presidente Venceslau, comarca de Santo
Anastácio, constituído do
distrito de paz da séde, e dos de Caiuá e
Presidente Epitácio, terás as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O ESTADO DE MATO
GROSSO:
 
  

  

 Começam na confluência do rio Paranapanema com o
rio Paraná, sóbem pelo Paraná
acima até a embocadura do ribeirão das
Marrécas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA:
 
  

  

 Começam no rio Paraná, onde deságua o
ribeirão das Marrécas e vão por
êste
acima até sua cabeceira do galho conhecido como
córrego das Marréquinhos, no espigão
mestre entre as águas do rio do Peixe, ao sul, e as do rio
Aguapel ao norte;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANASTÁCIO;
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio do Peixe, ao sul e as do rio
Aguapeí ao norte, em frente à cabeceira do
córrego Apiaí, descem por êste
até o
rio do Peixe e vão por êste até a foz
do ribeirão Claro, pelo qual sôbem até
a
embocadura do ribeirão chamado Afluente Grande, seguem por
êste acima até sua
cabeceira mais  meridional, contornam as cabeceiras do
ribeirão do Veado e
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão da Fortuna,
e córrego Pitumbas, e, à esquerda, as dos
córregos São Bartolomeu e
Quicaçá
indo até a barra do ribeirão Fortuna, no
ribeirão Saltinho e por êste abaixo
até o rio Santo Anastácio: caminham pelo
espigão fronteiro, depois de
atravessar o rio, que deixa, à direita, as águas
do ribeirão da Areia Dourada,
alcançam o espigão mestre entre o rio Santo
Anastácio, ao norte, e o rio
Paranapanema ao sul e por êste alcançam
até frontear a cabeceira do galho
oriental do ribeirão Jatobá e por êste
abaixo até  o rio Paranapanema.
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde deságua o
ribeirão Jatobá e vão por aquele
abaixo até sua confluência com o rio
Paraná onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PRESIDENTE VENCESLAU
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de
Presidente Venceslau, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CAIUA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Paraná-Paranapanema, em frente à cabeceira do
córrego
Jaguatirica e por êste abaixo até o rio Santo
Anastácio, prosseguem pelo
espigão fronteiro, em demanda da barra do córrego
Xis no ribeirão do Veado, e
vão, dai, pelo espigão, até atingir a
cabeceira mais meridional do ribeirão
Pederneiras, pelo qual descem até o rio do Peixe, sobem por
êste até a boca do
córrego Dom Bosco, caminham por êste acima
até sua cabeceira, continuando,
depois, pelo espigão que leva à beira do
ribeirão das Marrecas, no rio Paraná.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE CAIUÁ:
 
  

  

 O distrito de paz de Caiuá, terá as seguintes
divisões internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PRESIDENTE EPITÁCIO:
 
  

 Começam no espigão mestre
Paraná-Paranapanema em frente à cabeceira do
córrego
Jaguatirica, seguem pelo contraforte, que deixa, à direita,
as águas dêste
último, e á esquerda, as do ribeirão
Anhumas, indo até a cabeceira do córrego
de São João, descem por êste ao
ribeirão de Santa Cruz, continuam em reta, à
boca do córrego da Cruz no rio Santo Anastácio,
alcançando, dêsse ponto, ainda
em reta, cabeceira do córrego da Água Sumida,
pelo qual descem ao ribeirão
Pederneiras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no
ribeirão Pederneiras, na foz do córrego da
Água Sumida, avançam por aquele acima
até sua cabeceira mais meridional, continuam
pelo espigão em demanda da barra do córrego Xis,
no Veado, e daqui, pelo
espigão, seguem em busca da barra do córrego da
Jaguatirica, no rio Santo
Anastácio, sobem pelo córrego até sua
cabeceira, avançando até o espigão
mestre
Paraná-Paranapanema.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PRESIDENTE EPITÁCIO:
 
  

  

 O distrito de paz de Presidente Epitácio, terá as
seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CAIUÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paraná, na barra do
ribeirão das Marrecas, seguem pelo espigão
intermediário, indo à cabeceira do
córrego Dom Bosco, descem por êste até
o rio
do Peixe e por êste ainda até o
ribeirão Pederneiras, pelo qual sobem e pelo
córrego da Água Sumida até sua
cabeceira, vão em reta, à barra do
córrego da
Cruz no rio Santo Anastácio, e por nova reta, atingem a foz
do córrego São
João, no ribeirão de Santa Cruz, sobem pelo
São João até sua cabeceira e
daí,
pelo espigão ganham  o espigão mestre
Paranapanema-Paraná, em frente à
cabeceira do córrego Jaguatirica.
 
  

  

 PROMISSÃO
 
  

  

 O município de Promissão, comarca de Lins,
compreendendo o distrito de paz da
séde e os de Dinizia e Gurupá terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego Perobal,
sobem por este até sua
cabeceira mais setentrional, continuam pelo espigão que
deixa, á direita, as
águas do rio Tietê, e a esquerda, as do rio Feio
até a cabeceira do correto da
Areia Branca, e por este descem até o ribeirão
Barra Mansa, descem pelo Barra
Mansa, até o ribeirão dos Patos, e por este
abaixo até o rio Tietê;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFÁCIO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do
ribeirão dos Patos, sobem pelo rio até a barra
do rio Fartura;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Fartura, e
sobem pelo rio até a embocadura
do ribeirão Dourados;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LINS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
ribeirão Dourado, sobem por êste até a
embocadura do ribeirão do Campestre e por êste
acima até a foz do córrego do
Fim, e depois prosseguem pelo espigão entre as
águas dêste córrego, à
esquerda,
e ribeirão dos Patos à direita, até o
divisor mestre Tietê-Feio, pelo qual
caminham até a cabeceira do córrego Tabocal, pelo
qual descem ao rio Feio;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:
 
  

  

 Começam no rio Feio, na foz do córrego Tabocal,
descem pelo rio até a barra do
córrego Perobal, onde tiveram início estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE PROMISSÃO:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município de
Promissão terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE DINIZIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Patos, na foz do
córrego Barreiro, sobem por êste até
sua cabeceira, seguem daí em reta, ao marco do
quilômetro 9 da estrada de
rodagem que da cidade de Promissão vai à Vila de
Dinizia e dêsse marco, rumo à
cabeceira do córrego da Silveira no seu galho chamado de
José Sanches, pelo
qual descem até o rio dos Dourados;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GURUPÁ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Tiête-Aguapel, em frente à cabeceira do
córrego
Tabocal e pelo espigão mestre continuam até
frontear a cabeceira do córrego
Perobal:
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE DINIZIA:
 
  

  

 O distrito de paz de Dinizia, terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da séde do município de
Promissão:
 
  

 Começam no ribeirão dos Dourados, na barra do
córrego da Silveira, vão por êste
acima, pelo galho de José Sanches, até sua
cabeceira, seguem daí, a rumo, até o
marco do quilômetro 9 da estrada de rodagem que da cidade de
Promissão vai à
vila de Dinizia, marco colocado cerca de três
quilômetros ao sul da estrada
desta vila, e dêste marco em reta, à cabeceira do
córrego do Barreirinha, pelo
qual descem até o ribeirão dos Patos.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE GURUPÁ:
 
  

  

 O distrito de paz de Gurupá, transferido do
município de Avanhandava, terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da séde do
município de
Promissão:
 
  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Aguapei, em frente à cabeceira do
córrego
Perobal e seguem pelo espigão mestre até
defrontar a cabeceira do córrego
Tabocal
 
  

  

 QUATÁ
 
  

  

 O município de Quatá, comarca de
Paraguassú, constituído do distrito de paz da
séde e do João Ramalho, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RANCHARIA:
 
  

  

 Começam no rio Capivari, onde deságua o
ribeirão Pontinha, sobem por aquele até
a foz do ribeirão da Rancharia; vão por
êste acima até sua cabeceira mais
setentrional e ganham o espigão mestre Peixe-Paranapanema,
pelo qual prosseguem
até cruzar o divisor entre os ribeirões Francisco
Padilha e Taquari, caminham
por êste divisor em demanda da barra do ribeirão
Francisco Padilha, no rio do
Peixe:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, onde faz barra o
ribeirão de Francisco Padilha, sobem
pelo rio até a foz do ribeirão Pitangueiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do Ribeirão
Pitangueiras e vão por aquele acima
até a foz do córrego dos Trilhos;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAGUASSÚ:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, onde descarrega o
córrego dos Trilhos, tomam por êste
acima até sua cabeceira mais meridional, ganham em reta a
confluência do
córrego Cristal com o ribeirão Bela Vista, seguem
pelo espigão intermediário
dêsses dois cursos até o espigão mestre
Paranapanema-Peixe, vão daí à nascente
do ribeirão do Sapé, seguem pelo
espigão que deixa, à direita o
ribeirão São
Mateus, vão daí pelo espigão
à cabeceira mais oriental do ribeirão da Pontinha
pelo qual descem até o rio Capivari, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE QUATÁ
 
  

  

 JOÃO RAMALHO
 
  

  

 O distrito de paz de João Ramalho, terá as
seguintes divisas com o distrito de
paz da sede do município de Quatá:
 

  

 Começam no
rio do Peixe, na barra do ribeirão
Cachoeira, vão por este acima até a forquilha de
seus dois galhos mais altos,
seguem pelo espigão intermediário até
o espigão mestre Peixe-Paranapanema e
ganham a cabeceira do ribeirão São Mateus e por
esta abaixo a barra do córrego
Perobas.
 

  

  

 QUELUZ
 

  

  

 O município de Queluz, comarca do mesmo nome, passa a ter as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINHEIROS:
 
  

  

 Começam na confluência das cabeceiras meridional e
oriental do ribeirão
Gregórios, pelo qual descem até o rio
Paraíba, por êste até a barra do rio
Claro, pelo qual sobem até a cordilheira da Mantiqueira;
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam na cordilheira da Mantiqueira, onde esta cruza o
espigão entre as águas
do ribeirão Jacú e rio Claro, seguem pela crista
da serra até frontear a cabeceira
do rio Salto;
 
  

  

 COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO:
 
  

  

 Começam na cabeceira do rio do Salto, na cordilheira da
Mantiqueira, descem
pelo rio até a sua foz no rio Paraíba, descem por
êste até a barra do primeiro
córrego da margem direita, abaixo da cidade de Salto;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AREIAS:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Paraíba, na barra do
córrego do paredão, alcançam e
prosseguem
pelo Paredão e pelo morro da Fortaleza, que é o
divisor das águas do ribeirão
das Palmeiras, e as do ribeirão da Graminha,
também denominado Serrote, até o
espigão entre as águas do rio Paraíba,
à direita, e as do rio Itagaçaba, à
esquerda, continuam por êste espigão
até a cabeceira mais oriental do córrego
São Brás, pelo qual descem até sua
barra no rio Itagaçaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS:
 
  

  

 Começam no rio Itagaçaba, onde faz barra o
córrego São Brás, prosseguem pelo
contraforte da margem direita do córrego São
Brás, até o divisor entre as águas
dos rios Paraíba e Itagaçaba, e por
êste divisor continuam até o espigão da
margem direita do ribeirão Gregórios, e
finalmente, continuam por êste divisor
em demanda da confluência das cabeceiras oriental e
meridional do ribeirão
Gregórios onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 RANCHARIA
 
  

  

 O município de Rancharia , comarca de
Paráguassú, constituído do distrito de
paz da séde e do de Iepê, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde deságua o
ribeirão Jaguaretê, sobem por este
até sua cabeceira, ganham rumo a cabeceira do
córrego do Faxinal, e pelo córrego
abaixo até o rio Laranja Doce, e vão dessa
confluência pelo espigão, ao espigão
mestre Peixe-Paranapanema, pelo qual caminham até o
contraforte entre as águas
do ribeirão da Confusão, à direita e
as do ribeirão dos Gaúchos, à
esquerda,
indo até a barra do Confusão no rio do Peixe;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TUPAN:
 
  

  

 Começa no rio do Peixe, onde se lança o
ribeirão da Confusão e sobem pelo rio
até a foz do ribeirão Francisco Padilha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE QUATÁ:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra do ribeirão
Francisco Padilha, prosseguem
pelo divisor entre as águas dos ribeirões
Francisco Padilha, e Taquari, até o
espigão mestre Peixe-Paranapanema, pelo qual continuam em
demanda da cabeceira
mais setentrional do ribeirão da rancharia, descem por este
até o rio Capivari
e por êste abaixo até o rio Capivara e por
êste ainda até o rio Paranapanema;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde descarrega o rio Capivara
e vão pelo primeiro
abaixo até a foz do ribeirão Jaguaretê,
onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE RANCHARIA:
 
  

  

 IEPE
 
  

  

 O distrito de paz de Iepe, terá as seguintes divisas
internas com o distrito de
paz da sede do município de Rancharia:
 
  

 Começam no ribeirão Jaguaretê, n foz do
córrego do Atalho, sobem por este até
sua cabeceira, e continuam pelo espigão que contorna as
cabeceiras do ribeirão
da Figueira indo até a barra do ribeirão do Grilo
no rio Capivara.
 
  

  

 REDENÇÃO
 
  

  

 O município de Redenção, comarca de
Taubaté, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO:
 
  

  

 Começam no pião divisor das cabeceiras dos
ribeirões Três Monjolos e Santo
Antonio, e córrego dos Potes e do Franco, tomam pelo
ribeirão de Santo Antonio,
e vão por ele abaixo até sua barra no
ribeirão Samambaia, pelo qual descem até
sua foz no ribeirão Taperão ou Piraí,
pelo qual sobem até o córrego da
Fonsecada, e por êste sobem até sua cabeceira,
atingindo depois, o alto da
Serra do Jambeiro, no bairro do mesmo nome de Fonsecada;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA:
 
  

  

 Começam na Serra do Jambeiro, em frente à
cabeceira do córrego a Fonsecada, no
bairro do mesmo nome,seguem pela crista da Serra até onde
esta cruza com o
espigão que deixa, à direita, as águas
do rio Itaim, e a esquerda, as do
ribeirão da Caçapava Velha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO E TAUBATÉ:
 
  

  

 Começam no alto da Serra do Jambeiro, onde ela cruza com o
espigão que deixa,
`a direita, as águas do rio Itaim e, à esquerda,
as do ribeirão da Caçapava
Velha, seguem pela crista da serra até encontrar a reta de
rumo leste-oeste,
que vem do alto do Pico Agudo, prosseguem por essa reta até
o referido Pico,
continuam pelo espigão que deixa, à direita, as
águas dos ribeirões do Afonso e
dos Venancios, e, à esquerda as do ribeirão do
Entrudo, passam pelo alto dos
morros do Ermo, Pedra Grande e Pamonan indo até o Alto do
Carapeva;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO E  S. LUIZ DO PARAITINGA:
 
  

  

 Começam no Alto do Carapeva, seguem pelo espigão
entre as águas deste último, à
direita, e as do rio Turvo,à esquerda, alcançam a
cabeceira do córrego dos
Bastos, descem por êle ao rio Paraitinga, e tomam por
êste abaixo até a barra
do córrego do Indaiá:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NATIVIDADE:
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga, na foz do córrego do
Indaiá, descem pelo rio até a
boca do ribeirão da Ponte do Lago, procuram daqui o
espigão entre as águas do
rio Paraitinga, à direita, e as do rio do Peixe,
à esquerda, pelo qual caminham
até a barra do córrego do Feliciano ou dos Alves,
no rio Paraitinga.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAIBUNA:
 
  

  

 Começam no rio Paraitinga, na foz do córrego do
Feliciano ou dos Alves, sobem
pelo rio a boca do córrego dos Hilarios e por êste
até sua cabeceira, vão
daqui, a rumo da barra do córrego dos Potes, no
ribeirão de Bragança e sobem
por aquêle até sua cabeceira, indo a rumo ao alto
do pião divisor entre as
cabeceiras dos ribeirões Três Monjolos e Santo
Antônio, e córrego dos Potes e
do Franco, onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 REGENTE FEIJÓ  
 
  

  

 O município de Regente Feijó, comarca de
Presidente Prudente, constituído do
distrito de paz da sede e dos de Formiga e Indiana,
terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE:
 
  

  

 Começam no rio Laranja Doce, onde de água o
ribeirão da Boa Vista, sobem por
este até a foz do córrego da Invernada, continuam
pelo espigão fronteiro,
deixam a direita, as águas deste ultimo, em demanda da barra
do córrego Anhuninhas,
no ribeirão das Anhaias, sobem por este ate a barra do
córrego da Divisa, e por
este acima ate sua cabeceira, vão daqui, pelo
espigão, à procura da cabeceira
do galho mais meridional do rio Santo Anastácio, pelo qual
descem ate encontrar
o galho mais oriental do mesmo rio, indo por este ate sua cabeceira,
ganham o
espigão mestre entre as águas do rio Peixe, ao
norte,  e as do rio Santo
Anastácio, ao sul, e continuam pelo espigão
intermediário que deixa, a direita,
as águas das cabeceiras do ribeirão Mandaguari,
e, a esquerda, as do córrego da
Branca, indo ate a junção desses dois cursos,
descem pelo mandaguari ate o rio
do Peixe, sobem por este ate a ponte da reta da estrada de rodagem que
vai a
vila de Indiana.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na ponte da reta da estrada de
rodagem que vai a Vila
de Indiana, e pelo eixo seguem ate o córrego Santa Maria,
sobem pelo córrego
ate sua cabeceira, e vão em demanda da cabeceira do
córrego Barrinha, pelo qual
descem ate o córrego de Indiana, e por este abaixo ate o Rio
Laranja Doce, e
por este abaixo  ate a foz do ribeirão da Boa Vista
, onde tiveram inicio
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE REGENTE FEIJÓ
 

  

 SÉDE DO
MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município, terá as
seguintes divisas internas.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ INDIANA:
 
  

  

 Começam na confluência do ribeirão
Mandaguari, com o córrego do Acampamento,
seguem pelo espigão intermediário e esses dois
cursos em demanda da cabeceira
do galho ocidental mais alto do ribeirão de Indiana, pelo
qual descem até a
boca do córrego da Barrinha;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
FORMIGA:
 

  

  

 Começam no
ribeirão Laranja Doce, na foz do córrego
Azul ou das Vacas, sobem por êste até a cabeceira
de seu galho mais ocidental,
ganham a cabeceira da contravertente do córrego Anhuminhas e
por êste descem
até sua barra no ribeirão Anhumas;
 
  

  

 FORMIGA
 
  

  

 O distrito de paz de Formiga, terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município:
 

  

 Começam no
ribeirão Anhumas, na foz do córrego
Anhuminhas, sobem por este até sua cabeceira mais oriental,
ganham a cabeceira

do galho mais ocidental do córrego Azul ou das Vacas, que
fica na
contravertente, descem por ele ao rio Laranja Doce;
 
  

  

 INDIANA
 
  

  

 O distrito de paz de Indiana, terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município.
 

  

 Começam no
ribeirão Indiana, na foz do córrego da
Barrinha, sobem por aquele até a cabeceira de seu galho
ocidental mais alto, e
continuam pelo espigão que deixa, á direita, as
águas do córrego do Acampamento,
e, a esquerda, as do ribeirão Mandaguari, indo
até a confluência dessas duas
águas.
 
  

        
       
       
   
 
  

 RIBEIRA
 
  

  

 O município de Ribeira, comarca de Apiaí,
terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE APIAÍ:
 
  

  

 Começam na cabeceira do córrego Macaco, na Serra
do Bom Sucesso, prosseguem
pelo divisor que deixa, a esquerda, as águas do rio
 das Pedras, e, e
direita, as dos rios Macacos e Azedo ate o pião divisor
destes mesmos rios e do
rio Barra das Criminosas, vão deste ponto em reta ao Pico do
Morro Agudo e por
nova reta alcançam a cabeceira do ribeirão
Palmeiras; continuam dai por outra
reta s Pedra Grande, e , finalmente, por nova reta a cabeceira mais
setentrional do ribeirão Panelas, pelo qual descem ate o rio
Ribeira;
 
  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 
  

  

 Começam no Ribeira de Iguape, na foz do ribeirão
Panelas, sobem pelo rio até a
boca do rio Itapirapoã, vão por êste
acima até o rio Macaco e por êste acima
até sua cabeceira na Serra Bom Sucesso, onde principiaram
estas divisas.
   

  

 RIBEIRÃO
BONITO
 

  

  

 O município
de Ribeirão Bonito, comarca do mesmo
nome, constituído do distrito de paz da sede e do de
Guarapiranga, terá as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VOA ESPERANÇA
 
  

  

 Começam no córrego da Fazenda Três
Barras, onde este é cortado pela reta que
vai da cabeceira do córrego da Colônia do Meio, a
barra do córrego da Fazenda
Nova Cintra, no ribeirão da Vargem, descem pelo
córrego da Fazenda Três Barras,
ate sua foz no rio Boa Esperança, vão dai em reta
a barra do ribeirão
Sertãozinho no ribeirão da Santinho, subindo por
este ate a boca do córrego São
João, a direita, e as do ribeirão
Sertãozinho, a esquerda, indo ate a
 confluência do córrego da
Colônia da Água Sumida no córrego de
Ipe, e por
este abaixo ate o rio Jacaré-Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Grande, onde desemboca o
córrego do Ipe, sobem pelo rio
ate a barra do ribeirão Laranjal;
 
  

  

 COM O MUNICPIO DE SÃO CARLOS:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Grande, onde
deságua o ribeirão Laranjal, e vão
pelo rio
acima ate a barra do ribeirão de Sta. Joana;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS;
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Grande, onde se
lança o ribeirão de Santa Joana, sobem
por este ate sua cabeceira mais ocidental, continuam pelo divisor entre
o
ribeirão da Rasteira, e o ribeirão Bonito, ao
sul, e o ribeirão Bebedouro, ao
norte, ate alcançar a cabeceira do córrego da
Extrema, pelo qual descem te o
ribeirão Bebedouro e por este abaixo ate a foz do
ribeirão da Água Virtuosa.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOURADO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Bebedouro, onde
deságua o ribeirão da Água Virtuosa,
sobem
ate a barra do córrego Tamanduá, e por
este acima ate sua cabeceira do
galho de oeste, prosseguem pelo espigão fronteiro que deixa,
á esquerda as
águas do córrego da Fazenda Bom Jardim, e a
direita, as do córrego da Divisa,
em demanda  da cabeceira deste ultimo, pelo qual descem ate o
córrego do
Silvestre e ainda por este ate a foz do córrego S. Pedr, e
por este sobem ate
sua cabeceira, vão dai, em reta a cabeceira mais
setentrional do córrego da
margem e por este abaixo ate a barra do córrego da Fazenda
Nova Cintra, vão
daqui pela reta que vai a cabeceira do córrego da
Colônia do Meio, ate cortar o
córrego da Fazenda Três Barras, onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO BONITO:
 
  

  

 GUARAPIRANGA:
 
  

  

 O distrito de paz de Guarapiranga, terá as seguintes divisas
internas com o
distrito da paz da sede do município de Ribeirão
Bonito:
 
  

 Começam no rio Jacaré Grande, na barra do
córrego das Anhumas, sobem por este
ate a barra do córrego da Fazenda Rosário, e
continuam pelo espigão
intermediário a essas duas águas em demanda da
cabeceira do córrego da Fazenda
Santa Izabel, e por este abaixo ate o rio da Boa Esperança,
descendo por este
ate a boca do córrego das Três Barras.
 
  

  

 SANTA CLARA:
 
  

  

 Fica suprimido o distrito de paz de Santa Clara.
 
  

  

 RIBERÃO PRETO
 
  

  

 O município de Ribeirão Preto, comarca do mesmo
nome. compreendendo o distrito
da sede e dos de Guatapara e Vila Bonfim, terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERTÃOZINHO:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na foz do
córrego do Moinho, descem pelo ribeirão
da Onça ate a confluência  do
córrego da Formiga, subindo por este ate sua
cabeceira mais setentrional, dai em reta a cabeceira mais
próxima do córrego da
Colônia Guerra da Companhia Dumont, pelo qual descem ate a
sua desembocadura no
ribeirão do Sertãozinho; dai sobem pelo
Sertãozinho ate a barra do córrego
Colônia Fundão, prosseguindo dai em rumo este
oeste ate o espigão divisor da
águas do ribeirão Sertãozinho e
ribeirão Preto, divisor que acompanham ate a cabeceira
mais meridional do ribeirão das Tabocas descendo por este
ate a barra do
córrego da Lagoa: dai continuam em rumo leste-oeste ate
encontrar o córrego do
Jatoba, que descem ate o rio pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS:  
 
  

  

 Começam na barra do córrego do Jatobá
no rio Pardo, sobem pelo Pardo ate o
córrego do Jacutinga;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI:
 
  

  

 Começam na embocadura do córrego do Jacutinga no
rio Pardo, sobem pelo ultimo
ate a barra do ribeirão da Figueira;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRAVINHOS:
 
  

  

 Começam na barra do ribeirão da Figueira do rio
Pardo, sobem por aquele atq o
córrego do Espraiado, e ainda por este ate a barra do
córrego da Fazenda Venâncio
ou Figueira, subindo ainda pelo ultimo ate sua cabeceira e dai pelo
espigão da
margem direita do córrego da Fazenda Santa Maria ou Santa
Rita a procura da
barra do córrego da Fazenda Cantagalo, no
ribeirão Preto, sobem pelo córrego da
Fazenda Cantagalo ate sua cabeceira do córrego
São Francisco pelo qual descem
até sua foz no ribeirão da onça,
subindo por este ate a foz do córrego
 Lageadinho ou Lageadozinho:
 
  

  

 COM O  MUNICÍPIO DE SÃO
SIMÃO:
 
  

  

 Começam na foz do córrego Lageadinho ou
Lageadozinho  no ribeirão da Onça,
sobem por aquele ate sua cabeceira no espigão divisor das
águas do rio
Mogi-Guassu e ribeirão da Onça, ganham a
cabeceira do córrego do Veado e por
este abaixo ate o rio Mogi-Guassu:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA:
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassu, na foz do córrego
Veado, e vão por aquele abaixo
ate a barra do córrego Guarani;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA;
 
  

  

 Começam no rio Mogí-Guassu, na foz do
córrego Guarani, sobem por este ate sua
cabeceira do galho da direita, dai em reta, a barra do
córrego da Fazenda São
Luiz no ribeirão Piraju e por este acima ate sua cabeceira
mais setentrional,
ganham a cabeceira do córrego do Moinho e por este abaixo
ate ribeirão da Onça,
onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE RIBEIRÃO PRETO:  
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO;
 
  

  

 O distrito de paz de sede do município de
Ribeirão Preto terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA BONFIM:
 
  

  

 Começam no pião divisor das cabeceiras dos
córregos do Espraiado, Santa
Mariana, Bom Retiro e Limeira, seguem pelo espigão que a
esquerda, deixa s
águas deste ultimo, e, a direita, as do Bom Retiro, indo ate
a barra do córrego
dos Olhos D’água, também chamado Santa
Tereza, no ribeirão Preto. Sobem por
aquele, pelo galho sudocidental, ate sua cabeceira, ganham a cabeceira
mais
setentrional do ribeirão Labareda e por este descem ate o
rio da Onça;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUATAPARA:
 
  

  

 Começam no rio da Onça, na barra do
ribeirão Labareda e descem por aquele ate a
boca do córrego do Moinho;
 
  

  

 GUATAPARÁ:
 
  

  

 Fica creado o distrito de paz de Guatarapará, no
município de Ribeirão Preto,
com sede na povoação do mesmo nome, o qual
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio da Onça, na boca do
córrego do Moinho, sobem por aquele ate a
foz do ribeirão Labareda;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA BONFIM:
 
  

  

 Começam no rio da Onça, na foz do
ribeirão Labareda, sobem por aquele ate a
barra do ribeirão de São Francisco:
 
  

  

 VILA BONFIM:
 
  

  

  O distrito de paz de Vila Bonfim terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUATAPARÁ:
 
  

  

 Começam no rio da Onça, na foz do
ribeirão de São Francisco, descem por aquele
até a barra do ribeirão da Labareda:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio da Onça, na foz  do
ribeira Labareda, sobem por este ate
sua cabeceira mais setentrional ganham a cabeceira do galho
sudocidental do
córrego dos Olhos D’água ou Santa
Tereza e por este descem ate o ribeirão
Preto, procuram o espigão que deixa, a direita, as
águas do córrego Limeira, e
, e esquerda, as do córrego Bom Retiro, e pelo
espigão caminham ate o pião
divisor entre as cabeceiras dos córregos Bom Retiro,
Limeira, Santa Mariana e
Espraiado.
 
  

  

 RIO CLARO
 
  

  

 O município de Rio Claro, comarca do mesmo nome,
constituído dos distritos de
paz da sede, dos de Ipojuca, Santa Gertrudes e Corumbataí,
terá as seguintes
divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA:
 
  

  

 Começam no
aparado da serra do Itaquerí, em frente a
cabeceira do galho mais ocidental do córrego da
Água Vermelha, vão daí em reta,
á cabeceira sudoriental do ribeirão da Lapa e por
este abaixo até a sua foz no
rio Passa Cinco, sobem por este até a barra do
córrego que vem da Fazenda Passa
Cinco, e por este acima até a sua cabeceira mais
setentrional, seguem pelo
espigão divisor fronteiro, até a nascente mais
meridional do córrego Tijuco
Preto e vão por este abaixo ate sua foz no rio da
Cabeça e descendo por este,
atingem a embocadura do córrego da Serra pelo qual sobem
até a sua cabeceira
mais setentrional, vão daí, em reta, em demanda
da cabeceira mais meridional do
ribeirão da Barra;
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE ANAPOLIS:
 
  

  

 Começam na cabeceira mais meridional do ribeirão
da Barra e vão por êste abaixo
até o rio Corumbataí, prosseguem pelo divisor que
deixa, à direita, as águas do
córrego Emboava, e, à esquerda, as do
córrego das Taipas, até atingir a ponta
mais ocidental do morro Grande, continuando pela cumiada
dêste massiço a pela
de seu contra forte chamado Pedra Vermelha até a cabeceira
do córrego do mesmo
nome;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA:
 
  

  

 Começam no contraforte de Pedra Vermelha que é o
divisor entre as águas do
ribeirão do Arouca e o ribeirão do Moquem, na
cabeceira do córrego de Pedra
Vermelha pelo qual descem até sua barra no
ribeirão do Moquem, descendo ainda
por êste até sua foz no ribeirão do
Roque e, por êste acima até a boca do
córrego do Monjolo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LEME:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Roque na foz do
córrego do Monjolo e vão por aquele
acima até a barra do córrego Monte Alegre:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAS:
 
  

  

 Começam onde e córrego Monte Alegre
deságua no ribeirão do Roque, ai
também
chamado córrego do Jacú, e seguem pelo
espigão entre êstes dois cursos
d’água
até atingir o espigão mestre entre os rios
Mogi-Guassú e Piracicaba e pelo
espigão mestre seguem até cruzar com o divisor
que deixa, ao norte, as águas
vertentes do ribeirão das Araras, e, ao sul, as do
ribeirão do Tatú:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA:
 
  

  

 Começam onde o espigão mestre entre os rios
Mogi-guassú e Piracicaba, cruza o
divisor que deixa as águas vertentes do ribeirão
das Araras, ao norte, e as do
ribeirão do Tatú, ao sul, seguem pelo divisor que
deixa, as águas dêste último,
à esquerda e á direita, as do ribeirão
Santa Gêrtrudes, indo até sua ponta
meridional, vão dai em reta à lagôa do
Catingueiro e dai por outra reta à
extremidade setentrional do contraforte que separa as águas
do ribeirão Tatú e
Cachoeirinha, das do rio Corumbataí, à direita,
caminham por este contraforte
até a cabeceira do ribeirão da Bôa
Vista, pelo qual descem até a barra do
córrego Minúsculo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA:
 
  

  

 Começam no ribeirão da Bôa Vista, onde
faz barra o córrego Minusculo, sobem por
êste, até a sua cabeceira mais setentrional e
continuam pelo divisor que separa
as águas do rio Piracicaba, à esquerda, e as do
rio Corumbataí, à direita, até
a barra do rio Passa Cinco no rio Corumbatai, sobem por aquele
até a barra do
ribeirão da Água Vermelha (afluente do rio Passa
Cinco) e pelo Água Vermelha
acima até a barra do córrego Fazenda Covitinga,
que passa junto à séde da
Fazenda do mesmo nome, e por êste até a sua
cabeceira mais ocidental; vão, dai,
rumo à barra do córrego da Fazenda Dobrada, no
córrego da Fazenda Itaíba e por
êste córrego acima até a serra do
Itaqueri por cujos aparados continuam até
frontear a nascente do galho  mais ocidental do
Água Vermelha, onde
tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE RIO CLARO
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de Rio
Claro terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IPOJUCA:
 
  

  

 Começam no rio Passa Cinco, na foz do córrego da
Água, Vermelha, sôbem pelo rio
até a embocadura do ribeirão Cabeça e
por êste acima até a boca do córrego da
Fazenda São João do Lageado, pelo qual
sôbem até sua cabeceira, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão Cabeça, e á esquerda, as
do
rio Passa Cinco, indo até a cabeceira do córrego
do Tijuco Preto;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CORUMBATAI:
 
  

  

 Começam no espigão divisor que deixa,
à direita, as águas do ribeirão da
Cabeça, e, à esquerda, as do rio Corumbatai, em
frente a cabeceira mais
meridional do córrego da Serra, seguem pelo
espigão até atingir a cabeceira
norocidental do córrego de Batista Ferraz, pelo qual descem
até o rio
Corumbatai, e por êste abaixo até a primeira ponte
da estrada de rodagem que
vai para  a estação de Morro
Grande,continuando pelo eixo dessa estrada
até atingir os trilhos de ramal de Anapolis, da Companhia
Paulista de Estradas
de Ferro, vão desse ponto em reta à barra do
córrego da Fazenda Velha no rio
Claro e pelo córrego acima até sua cabeceira,
caminhando depois pelo espigão
que contorna as águas do córrego da Fazenda
Angélica, à direita separando-as
das águas do ribeirão do Moquem, até
cruzar com o espigão mestre entre as águas
dos rios Claro, à direita, e Mogi-Guassú,
à esquerda;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA GERTRUDES:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Piracicaba -
Mogi-Guassú, onde ele cruza com o
espigão que separa as águas do córrego
da Fazenda Santo Antonio, à direita, das
do ribeirão de Santa Gertrudes, à esquerda seguem
por êste último espigão até
alcançar a cabeceira do córrego Calazarts e por
êste abaixo até o rio Claro,
pelo qual descem até a barra do córrego da
Fazenda Itaqui, indo depois, em reta
norte-sul, até o ribeirão da
Assistência e continuando, daí, procurando o
espigão, até a cabeceira do pequeno
córrego Minúsculo, afluente do
ribeirão da
Bôa Vista:
 
  

  

 CORUMBATAÍ:
 
  

  

 O  distrito de paz de Corumbataí terás
as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da séde do município;
 
  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Claro, à esquerda, e as do rio
Mogi-Guassú, à direita, onde ele cruza com o
espigão que contorna as cabeceiras
do córrego da Fazenda Angélica, à
esquerda, deixando a direita, as águas do
ribeirão do Moquem seguem por êste
último espigão até alcançar
a cabeceira do
córrego da Fazenda Velha descem por êste ao rio
Claro e vão depois em reta aos
trilhos do ramal de Anapolis, da Companhia Paulista de Estradas de
Ferro, onde
eles são cortados pela estrada que vai a
estação de Morro Grande, seguem pelo
eixo da estrada em direção à ponto
sôbre o rio Corumbataí, sobem por êste
rio
até a boca do córrego de Batista Ferraz e
vão por êste acima até sua cabeceira
Norocidental, continuando a seguir pelo espigão que deixa,
à direita, as águas
do rio Corumbataí, e, à esquerda as do
ribeirão da Cabeça, indo até a
cabeceira
mais setentrional do córrego da Serra;
 
  

  

 IPOJUCA
 
  

  

 O distrito de paz de Ipojuca terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da séde do município:
 

  

 Começam na
cabeceira do córrego Tijuco Preto, ganham
o espigão que deixa, à direita, as
águas do rio Passa Cinco, e, à esquerda, as
do ribeirão da Cabeça, pelo qual caminham
até atingir a cabeceira do córrego da
Fazenda São João do Lageado, descem por este
até a sua foz no ribeirão da
Cabeça e por êste abaixo até o rio
Passa Cinco e por êste ainda até a barra do
córrego da Água Vermelha:
 
  

  

 SANTA GERTRUDES
 
  

  

 O distrito de paz de Santa Gertrudes terá as seguintes
divisas internas com o
distrito de paz da séde do município;
 
  

 Começam na cabeceira no córrego
Minúsculo, afluente do ribeirão da Bôa
Vista,
continuam pelo espigão até o ribeirão
da Assistência, no ponto em que êste é
alcançado pela reta norte-sul, que vem da barra do
córrego da Fazenda Itaqui no
rio Claro, prosseguem por essa reta até a referida barra e
vão pelo rio
Claro, prosseguem por essa reta até a referida barra e
vão pelo rio Claro acima
té a foz do córrego Calazans, pelo qual sobem
até sua cabeceira, continuando
depois pelo espigão que deixa, á esquerda, as
águas do córrego da Fazenda Santo
Antonio e, à direita as do ribeirão Santa
Gertrudes, até cruzar com o espigão
mestre Piracicaba - Mogi-Guassú.
 
  

  

 RIO PRETO
 

  

 O município
de Rio Preto, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da sede do
município e dos de Borboleta,
Engenheiro Schmidt, Ipiguá, Nova Aliança, Nova
Itapirema e Vila Mendonça, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE JOSÉ BONIFÁCIO:
 

  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio fartura, sobem
por este até o ponto em que é cortado pela reta
de rumo leste-oeste que vem da
barra do córrego do Silva, no ribeirão do
Jacaré;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE MIRASSOL;
 

  

  

 Começam no ribeirão da Fartura no ponto onde
é
cortado pela reta de rumo oeste-léste que vem da barra do
córrego do Silva no
ribeirão do Jacaré, sobem pelo
ribeirão Fartura, até a barra do
córrego da
Jacutinga indo por este acima até sua cabeceira mais
setentrional, ganham, a
rumo à cabeceira do córrego da Estiva, e por este
descem até o ribeirão da
Piedade, vão daí, em reta á barra do
córrego da Boa Esperança no córrego do
Machado, e por este sobem até sua cabeceira mais
setentrional, seguindo a rumo
em demanda da cabeceira do córrego da Ortiga, pelo qual
descem até o ribeira da
Barra Grande e por este abaixo até o rio Preto;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA
 

  

  

 Começam no rio Preto, na foz do ribeirão da Barra
Grande, sobem por aquele até a boca do córrego
dos Castorem, continuam pelo
divisor que deixa, a esquerda, este último, e, á
direita, o córrego Talhado,
atingem o espigão mestre Turvo-Preto, ganham daí
a cabeceira do córrego das
Casinhas e por este descem até o rio Turvo;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE OLIMPIA:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego das
Casinhas,
sobem por aquele até a barra do ribeirão das
Palmeiras;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE UCHÔA
 

  

  

 Começam no rio Turvo na foz do ribeirão das
Palmeiras, seguem pelo ribeirão das Palmeiras,
até a barra do Córrego do
Chiquinho;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE CEDRAL;
 

  

  

 Começam no ribeirão Palmeiras, na foz do
córrego do
Chiquinho, vão daí por uma linha reta de rumo
Sul-Norte ate o espigão entre as
águas do ribeirão Palmeiras,á
esquerda, e as do ribeirão Claro á direita,
caminham
pelo espigão até cruzar com o espigão
mestre Turvo-Preto, seguem daí em demanda
da barra do córrego das Damas no rio Preto, depois de passar
pelo quilometro
216 da estrada de Ferro de Araraquara, que fica cerca de Três
quilômetros ao
sul da estação de engenheiro Schmidt e daquela
confluência continuam pelo
espigão que deixa, a esquerda, as águas do rio
Preto nas suas cabeceiras, e, a
direita, as águas do córrego Macacos, atingem o
espigão mestre Tietê-Turvo
caminhava pelo espigão mestre até cruzar com o
espigão que deixa, a esquerda,
as águas do ribeirão Borá, e, a
direita, as do córrego da Cachoeirinha, indo
por fim, sempre pelo espigão, até a barra do
córrego do Reverendo no ribeirão
Borá;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE POTIRENDABA
 

  

  

 Começam no ribeirão Borá, na barra do
córrego do
Reverendo, descem pelo Borá ate a confluência do
ribeirão da Borboleta, seguem
daí, em reta, a ponte sobre o córrego do
Coqueiral, na estrada de rodagem que
vai a cidade de Catanduva, descem pelo Coqueiral até o
córrego da Cachoeira ou
Boa Vista, e por este abaixo até o rio Cubatão ou
Barra Mansa;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE NOVO HORIZONTE
 

  

  

 Começam no rio Cubatão ou Barra Mansa, na foz do
córrego da Cachoeira ou Boa Vista e descem por este
até o rio Tietê;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE LINS;
 

  

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio
Cubatão ou Barra
Mansa e descem por aquele até a embocadura do rio dos
Dourados;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO;
 

  

  

 Começa do rio Tietê, na foz do rio dos Dourados,
descendo por auqle e atpe a boca do rio Fartura, onde tiveram inicio
estas
divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE RIO PRETO;
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do município de Rio Preto
terá as seguintes divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IPIGUÁ
 

  

  

 Começam no ribeirão Barra Grande, na foz do
córrego
da Ortiga, vão em reta á barra do
córrego Talhados no rio Preto e pôr este
descem até a barra do córrego dos Castores;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO CLARO
 

  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Preto, em frente
à
cabeceira mais ocidental do ribeirão das Casinhas, seguem
pelo espigão mestre
até encontrar a estrada que da vila de Ribeirão
Claro vai á cidade de Rio
Preto;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ENGENHEIRO SCHMIDT
 

  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Preto onde esse o
atingido pela estrada de rodagem que da vila de ribeirão
Claro vai a cidade de
Rio Preto, seguem pelo eixo da estrada até o ponto em que
ela e cortada pela
reta sul-norte que vem da barra do córrego da
Onça no rio Preto, acompanham
essa reta até a referida barra, seguem pelo rio Preto
até a boca do ribeirão
Alegria ou São João, e por este sobem e pelo
córrego da Boa Esperança, até sua
cabeceira, atingindo, a rumo, depois, o espigão mestre
Tietê-Turvo;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BORBOLETA;
 

  

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Turvo,
em frente da
cabeceira do correto da Bôa Esperança, seguem pelo
espigão até frontear a
cabeceira do córrego da Jacutinga;
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BORBOLETA;
 

  

  

 O distrito de paz de Borboleta terá as seguintes
divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Turvo,
em frente à
cabeceira do córrego da Jacutinga, caminham pelo
espigão até frontear a
cabeceira do córrego da Boa Esperança
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ENGENHEIRO SCHMIDT
 

  

  

 Começam no espigão mestre Tiete-Turvo em frente
à
cabeceira do córrego da Boa esperança, seguem
pelo espigão mestre ate onde ele
cruza com o divisor que deixa, à direita, as
águas do rio Preto, nas suas
cabeceiras e, á esquerda, as do córrego dos
Macacos;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NOVA ALIANÇA:
 

  

  

 Começam no ribeirão Borá, na reta
chamada Francisco
Tomaz e pelo eixo desta seguem até o ribeirão
Fartura.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ENGENHEIRO SCHMIDT
 

  

  

 O distrito de paz de Engenheiro Schmidt terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Turvo,
em frente á
cabeceira do córrego da Boa Esperança, descem por
este ao ribeirão Alegria ou
São João, e por este ao rio Preto, continuam por
este até a boca do córrego da
Onça e vão daqui, em reta sul-norte,
até a estrada de rodagem que da cidade de
Rio Preto vai á vila de ribeirão Claro, seguindo
pelo eixo da estrada até o
alto do espigão mestre Turvo-Preto.
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DO RIBEIRÃO CLARO:
 

  

  

 Começam no alto do espigão mestre Turvo-Preto,
onde
ele é atingido pela estrada de rodagem que da cidade de Rio
Preto vai a vila de
Ribeirão Claro, seguem pelo espigão mestre
até cruzar com o espigão que deixa,
a esquerda, as águas do ribeirão Claro, e, a
direita, as do ribeirão Palmeiras;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BORBOLETA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Turvo,
onde ele cruza
com o divisor que deixa, a esquerda, as águas do rio Preto,
nas suas
cabeceiras, e, a direita, as do córrego dos Macacos, seguem
pelo espigão mestre
até defrontar a cabeceira do córrego da Boa
Esperança.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE IPIGUA:
 

  

  

 O distrito de paz de Ipigua terá as seguintes divisas
internas com o distrito de paz da séde do
município.
 

  

 Começam no
rio Preto, na foz do córrego dos Castores,
sobem por aquele até a barra do córrego Talhados
e vão daí em reta a barra do
córrego da Ortiga no ribeirão da Barra Grande.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE NOVA ALIANÇA:
 

  

  

 O distrito de paz de
Nova Aliança terá as seguintes
divisas internas;
 

  

  
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
BORBOLETA:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Fartura, na reta chamada
de
Francisco Tomaz e por este vão até o
ribeirão Borá;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NOVA ITAPIREMA:
 

  

  

 Começam
no ribeirão Borá, na foz do córrego
dos Leites, seguem em reta, até a abarra do
córrego de Chico Eugenio no ribeirão Borboleta,
sobem pelo córrego até sua
cabeceira e vão, depois, em demanda da cabeceira do galho da
esquerda do
córrego do Entancadinho, pelo qual descem até o
ribeirão da Fartura.
 

  

  

 DISTRITO
DE PAZ DE NOVA ITAPIREMA:
 

  

  

 O
distrito de paz de Nova Itapirema terá as seguintes divisas
internas:
 

  

  

 COM
O DISTRITO DE PAZ DE NOVA ALIANÇA:
 

  

  

 Começam
no ribeirão da Fartura, na fóz do
córrego do Entancadinho, subindo por este,
pelo seu galho da direita, até sua cabeceira, vão
daí, a rumo da cabeceira do
córrego do Chico Eugenio, e por este abaixo até o
ribeirão da Borboleta, e daí,
por uma reta, a barra do córrego dos Leites, no
ribeirão do Borá;
 

  

  

 COM
O DISTRITO DE PAZ DE VILA MENDONÇA:
 

  

  
 

  

 Começam
no rio Cubatão, na fóz do ribeirão
Borá, sobem por este até a boca do
córrego
da Paciência e vão por este acima até
sua cabeceira, ganham, em reta, a cabeceira
mais oriental do córrego da Cachoeira e por este descem
até a barra do córrego
da Laranja, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
ocidental, alcançando, a
seguir, a cabeceira do córrego dos Bois e por este descento
até o ribeirão da
Fartura.  
 

  

  

 DISTRITO
DE PAZ DE RIBEIRÃO CLARO:
 

  

  

 O
distrito de paz de Ribeirão Claro terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM
O DISTRITO DE PAZ DE ENGENHEIRO SCHMIDT:
 

  

  

 Começam
no espigão mestre Preto-Turvo, onde ele cruza com o
espigão que deixa, a
direita, as águas do ribeirão Claro, e,
à esquerda, as do ribeirão das
Palmeiras, seguem pelo espigão mestre até onde
ele é atingido pela estrada de
rodagem que da cidade de Rio Preto vai a vila de Ribeirão
Claro; 
 

  

  

 COM
O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam
no espigão meste Turvo-Preto, onde ele é atingido
pela estrada de rodagem que
da vila de Ribeirão Claro vai, a cidade de Rio Preto e pelo
espigão mestre
caminham até frontear a cabeceira mais ocidental do
ribeirão das Casinhas.
 

  

  

 DISTRITO
DE PAZ DE VILA MENDONÇA:
 

  

  

 O distrito de paz de Vila Mendonça terá as
seguintes divisas internas
com o distrito de paz de Nova Itapirema:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Fartura, na fóz
do córrego dos Bois, sobem por este até
sua cabeceira, ganham, a rumo, a cabeceira mais ocidental do
córrego da
Laranja, pelo qual desce até o córrego da
Cachoeira e por este acima até sua
cabeceira mais oriental, seguindo depois, em reta, a cabeceira do
córrego da
Paciência, pelo qual descem ao ribeirão
Borá e por este abaixo até sua barra no
rio Cubatão.
 

  

  

 RIO
DAS PEDRAS
 

  

  

 O
município de Rio das Pedras, comarca de Piracicaba,
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE PIRACICABA
 

  

  

 Começam
no ribeirão Capivari-Mirim, onde faz barra o
córrego Pequeno, sobem pelo
ribeirão até sua cabeceira mais setentrional,
continuam pelo espigão que deixa,
a esquerda, as águas do córrego Matão,
e, a direita, as do ribeirão de Dona
Teodoro ou Dona Teresa, alcançam a cabeceira mais de leste
do ribeirão do
Saltinho pelo qual descem no ribeirião Piracica-Mirim e por
este ainda até a
barra do ribeirão das Pedreiras, seguem pelo
espigão que deixa, a direita, as
águas deste, até alcançar a cabeceira
do ribeirão da Batistada, pelo qual
descem até a ponte da estrada que vai para a cidade de
Piracicba, vão daí, em
reta, a barra do córrego da Bela Vista no
ribeirão Tijuco Preto e prosseguem
pelo espigão que deixa, a direita, as águas do
ribeirão Lambari, indo até a
cabeceira do galho de leste do córrego Quebra Dente;
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA:
 

  

  

 Começam
na cabeceira do galho de leste do córrego Quebra Dente
vão em reta norte-sul no
ribeirão Lambari; pelo qual sobem a barra do
córrego Lambari de Cima;
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE CAPIVARÍ:
 

  

  

 Começam
na cabeceira do galho de leste do córrego Lambari de Cima
sobem pelo ribeirão
Lambari até sua cabeceira mais meridional, ganham o
espigão mestre
Piracicaba-Capivari pelo qual seguem até cruzar com o
contraforte que deixa, a
direita, as águas do córrego da Fazenda Estrela e
por este contraforte
continuam até a barra do córrego da Fazenda
Estrela no ribeirão da Água Parada ou
Mombuca, sobem por este até sua cabeceira mais oriental,
vão em reta, a
cabeceira mais oriental do ribeirão Grande, pelo qual desce
até a barra do
córrego da Fazenda Monte Belo, pelo qual sobem
até sua cabeceira, vão daí, em
reta, a cabeceira do córrego Matão pelo qual
descem ao ribeirão Dona Teodora ou
Teresa, por nova reta, a barra do córrego Dona Elisa no
córrego da Fazenda
Arapongal e ainda em reta atingem a cabeceira do córrego
Pequeno, pelo qual
descem ao ribeirão Capivari-Mirim, onde tiveram inicio estas
divisas.
 

  

  

 SARAPUÍ
 

  

  

 O
município de Sarapuí, comarca de Itapetininga,
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA:
 

  

  

 Começam
no rio Itapetininga, onde faz barra o rio do Bastião,
também chamado Campina, e
vão por aquele abaixo até a foz do
Várzea, sobem por este até a sua cabeceira,
transpõem o espigão a procura da cabeceira mais
ocidental do ribeirão da Divisa
ou Dúvida e vão por este abaixo até
sua fóz, no Sarapuí;
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE CAMPO LARGO:
 

  

  

 Começam
onde o ribeirão da Dúvida ou da Divisa faz barra
no rio Sarapuí e vão por este
acima até a embocadura do ribeirão Pirapora;
 

  

  

 COM
O MUNICÍPIO DE SOROCABA:
 

  

  

 Começam no rio Sarapucaí,
onde desagua o ribeirão de Pirapora e vão por
aquela acima até a barra do
córrego dos Rodrigues:
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE PILAR:
 

  

  
 

  

 Começam na
barra do ribeirão
dos Rodrigues, no rio Sarapuí, sobem pelo
ribeirão dos Rodrigues, também
chamado dos Pereiras e pelo córrego da Ilha, até
o espigão divisor das águas do
rio Sarapuí, ao norte, e rio Turvo, ao sul, seguem pelo
espigão em demanda da
confluência do córrego da Barra, no rio Turvo,
descendo por este e pelo rio
Itapetininga até a barra do ribeirão do
Bastião ou Campina, onde tiveram inicio
estas divisas.
 

  

  
 

  

 SALESÓPOLIS
 

  

  
 

  

 O município
de Salesópolis,
comarca de Santa Branca, terá as seguintes divisas:
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE
GUARAREMA:
 

  

  
 

  

 Começam no
espigão mestre,
entre as águas do rio Tietê, a direita, e as do
rio Paraíba, a esquerda, em
frente à cabeceira do córrego João de
Melo, seguem por êsse espigão onde este
cruza com o divisor que deixa, a direita as águas do
ribeirão dos Monos, e, a
esquerda, as do ribeirão Putim:
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SANTA
BRANCA:
 

  

  
 

  

 Começam no
espigão mestre,
entre as águas do rio Tietê e as do rio
Paraíba, onde ele cruza com o divisor
que deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão Putim, e, à direita, as dos Monos e
pelo espigão mestre continuam em demanda da cabeceira mais
meridional do
córrego da Roseira:
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE
PARAIBUNA:
 

  

  

 Começam
no espigão mestre, entre as águas do rio
Tietê, a direita, e as do rio Paraíba,
a esquerda, defronte da cabeceira mais meridional do córrego
da Roseira, seguem
pelo espigão mestre e pelo divisor que separa, a direita, as
águas do rio
Tietê, e, a esquerda, as dos rios Paraibuna e
Lourenço Velho, até onde este
último divisor cruza com a Cordilheira do Mar;
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE
CARAGUATATUBA:
 

  

  
 

  

 Começam no
alto da
Cordilheira do Mar, onde ela entronca com o divisor entre as
águas do rio
Tietê, à esquerda, e as dos rios Paraibuna e
Lourenço Velho, a direita, seguem
pela crista da Cordilheira até encontrar a Serra do
Juqueriquerê, que é o
divortium acquarum entre o rio Juqueriquerê, a esquerda, e o
rio Cubatão, à
direita;
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE S.
SEBASTIÃO:
 

  

  
 

  

 Começam na
Cordilheira do
Mar, onde ela cruza com a Serra do Juqueriquerê, e continuam
pela crista
daquela até entroncar com o divisor entre as
águas do rio Cubatão, à esquerda,
e as do rio Vermelho e rio Branco, à direita;
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE SANTOS:
 

  

  
 

  

 Começam na
Cordilheira do
Mar, onde ela cruza com o divisor que deixa, a esquerda, as
águas do rio
Cubatão, e, a direita, as dos rios Branco e Vermelho e pela
cumiada da
Cordilheira, prossegue até cruzar o contraforte que deixa, a
direita, as águas
dêstes dois últimos rios citados e, a esquerda, as
do rio Itapanhaú;
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE MOGI DAS
CRUZES:
 

  

  
 

  

 Começam na
Cordilheira do
Mar, onde esta cruza com o contraforte que deixa, a direita, as
águas dos rios
Branco e Vermelho, e, a esquerda, as do rio Itapanhaú,
seguem daí, pelo espigão
mestre que separa as águas que vertem para o litoral das que
correm para o
planalto até frontear a cabeceira da água do
Passarinho ou Boracica: vão deste
ponto em reta a confluência dos rios Tietê e Claro
e daí em reta a barra do
córrego da fazenda São José, no
ribeirão Alegre ou Peroba, sobem por aquele até
sua cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do
córrego do Léo ou da
Fazenda e por este descem até a boca do córrego
de João de Melo e, caminham por
este acima até sua cabeceira, atingindo a rumo, depois, o
espigão mestre
Tietê-Paraiba, onde se iniciaram estas divisas.
 

  

  
 

  

 SALTO
 

  

  
 

  

 O município
de Salto,
comarca de Itu, terá as seguintes divisas:
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE CAPIVARÍ:
 

  

  
 

  

 Começam no
espigão mestre
Tietê-Capivari, onde ele cruza com o espigão que
deixa, a direita, as águas do
ribeirão Atuaú, e, a esquerda, as do
ribeirão Eleutério, seguem pelo
espigão
mestre, contornando as vertentes do ribeirão do Morro
Vermelho, até frontear a
cabeceira do córrego da Poça;
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE MONTE
MOR: 
 

  

  
 

  

 Começam no
espigão mestre
Tietê-Capivari, em frente à cabeceira do
córrego da Poça, descem por este até
sua barra no ribeirão Orissanga, e vão por este
abaixo até a confluência com o
ribeirão Quilombo, atravessa o ribeirão e
continuam pelo espigão fronteiro que
deixa, a esquerda, as águas do ribeirão
Atuaú, e, a direita, as do ribeirão
Burú, até frontear a cabeceira mais ocidental do
córrego da Rosa, pelo qual
desce até sua barra no ribeirão Burú;
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE
INDAIATUBA:
 

  

  
 

  

 Começam no
ribeirão Burú, na
barra do córrego Rosa, descem pelo Burú
até a embocadura do córrego Garcia,
atravessam o rio e prosseguem, pelo espigão, que deixa, a
esquerda, o córrego
Garcia, em demanda da nascente mais ocidental do córrego
Joana Leite, pelo qual
descem até o rio Jundiaí, e vão por
este abaixo até a barra do córrego
Água do
Barreiro, e por este acima até a foz do córrego
Barreirinho, pelo qual sobem
até sua cabeceira mais oriental, indo daqui em rumo a
confluência do córrego do
Valério, no ribeirão da Grama;
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE ITÚ:
 

  

  
 

  

 Começam na
confluência do
ribeirão do Valério, no ribeirão da
Grama, descem por este até a barra do
ribeirão Cana Verde, também conhecido como
Água Branca por que passa pelas
sedes das fazendas desses nomes, procuram, em reta, a
confluência do córrego
Boa Vista, que nasce pouco ao sul da séde da fazenda do
mesmo nome, no rio
Piraí e continuam pelo espigão que deixa, a
esquerda, as águas daquele córrego
e as do sitio do Buraco em direção à
fóz do córrego do sitio do Buraco, no rio
Tiete junto a séde desta propriedade agrícola;
descem o rio Tietê, junto à séde
desta propriedade agrícola; descem o rio Tietê
até a barra do pequeno córrego
Bananeira, que deságua pouco ao norte da séde da
Fazenda Juru-Mirim, sobem por
este até sua cabeceira mais ocidental, e vão,
pelo espigão, em demanda da
cabeceira mais oriental do córrego da Canjica, pelo qual
descem até sua fóz no
ribeirão Guaraú, seguem desta
confluência, pelo espigão que deixa, a esquerda,
as águas do citado rebeirão, contornam as
cabeceiras do córrego Frio e tomando
o espigão que deixa, a esquerda, as águas do rio
Itaim, vão à barra deste no
rio Tietê, e por este abaixo até a cachoeira de
Itapocú;
 

  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE PORTO
FELIZ:
 

  

  
 

  

 Começam no
rio Tietê, na
cachoeira de Itapocú, tomam o espigão divisor que
deixa, a direita, as águas do
ribeirão Atuaú, e, a esquerda, as do
ribeirão Eleutério, seguem por este
até
cruzar o espigão mestre Tietê-Capivari, onde
tiveram inicio estas divisas.
 

  

  
 

  

 SALTO GRANDE
 

  

  
 

  

 O município
de Salto Grande,
comarca de Ourinhos, contituido do distrito de paz da séde e
dos de Pau d’Alho
e Ribeirão dos Pintos, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE PALMITAL
 
  

  
 
  

 Começam no rio Paranapanema na barra do ribeirão
Pau d’Alho ou Coimbra pelo
qual sobem até a barra do ribeirão
Água Nova, prosseguem pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
Pau d'Alho e, a esquerda, as do ribeirão
Água Nova, em demanda da cabeceira do córrego da
Onça pelo qual descem até sua
barra no ri­beirão Santa Rosa;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE BELA VISTA:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão Santa Rosa, na foz do
córre­go da Onça, descem por
aquele até sua barra no rio Novo, pelo qual seguem
até a barra do córrego
do Pantano e por este acima até sua cabeceira, ganhando o
espigão mestre rios
Novo-São João;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE SAO PEDRO DO TURVO:
 
  

  
 
  

 Começam no espigão mestre rios
Novo-São João, em frente à cabeceira
do córrego
do Pantano, prosseguem; peio espigão mestre até
entroncar com o divisor que
deixa, a direita, as águas do córrego Fundo e
ribeirão da Limeira e, à
esquerda, as do ribeirão Grande, avançam por este
divisor até a confluência do
ribeirão Grande no rio Turvo;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE OURINHOS:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Turvo, na barra do ribeirão
Grande, descem por este até o rio
Pardo e ainda por este até o rio Paranapanema;
 
  

  
 
  

 COM O ESTADO DO PARANÁ
 
  

  
 
  

 Começam no rio Paranapanema na barra do rio Pardo, descem
por aquele até a
barra do ribeirão Pau d’Alho ou Coimbra, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  
 
  

 DISTRITOS DE PAZ DE SALTO GRANDE:
 
  

  
 
  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  
 
  

 O distrito de paz da sede do município de Salto Grande
terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PAU D'ALHO:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Paranapanema na barra do
ribei­rão Vermelho, pelo qual sobem até
a barra do córrego Saguaragi, subindo por este
até sua cabeceira, vão daí, em
reta, à barra do ribeirão dos Pintos, no rio
Novo;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO DOS PINTOS:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Novo, na barra do ribeirão dos
Pin­tos, descem pelo rio Novo até
encontrar a reta de rumo leste - oeste que vem da barra do
córrego do Distrito
no ribeirão dos Bugres, seguem pela reta à
referida bar­ra, sobem peio ribeirão
dos Bugres até sua cabeceira e ganham o espigão
mestre rios Novo-São João.
 
  

  
 
  

 PAU D’ALHO:
 
  

  

 O distrito de paz de Pau d’Alho terá as seguintes
di­visas internas:
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO DOS PINTOS
 
  

  
 
  

 Começam no rio Novo na barra do córrego de Santa
Rosa, descem por aquele até a
foz do ribeirão dos Pin­tos;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Novo na barra do ribeirão dos
Pin­tos, vão daí em reta à
cabeceira do córrego Saguaragi pelo qual descem
até sua barra no ribeirão
Vermelho, e por este ainda até o rio Paranapanema;
 
  

  
 
  

 RIBEIRÃO DOS PINTOS:
 
  

  
 
  

 O distrito de paz de Ribeirão dos Pintos terá as
se­guintes divisas internas:
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  
 
  

 Começam no espigão mestre rios
Novo-São João, em frente a cabeceira do
ribeirão
dos Bugres, pelo qual des­cem até a barra do
córrego do Distrito, vão dai, em
reta de rumo léste-oéste até o rio
Novo e por este acima até a foz do ribeirão
dos Pintos:
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PAU D'ALHO:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Novo na barra do ribeirão dos
Pintos. sobem por aquele até a
barra do córrego do Santa
Rosa.       
 
  

  
 
  

 SANTA ADÉLIA
 
  

  
 
  

 O município de Santa Adélia, comarca do mesmo
nome, constituído do distrito de
paz da sede e dos de Ururai e Vila Botelho, terá as
seguintes divisas:
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE PINDORAMA:
 
  

  

 Começam na
confluência
dos córregos Tijuco Preto e
das Tabocas, formadores do ribeirão Água Limpa,
sobem
pelo Tabocas, pelo
Timbui, e, finalmente, peio Macuco até sua cabeceira mais
oriental, vão, em
reta, à barra do cór­rego do Zinco, no
ribeirão de São Domingos e continuam
pelo espigão que deixa, a direita, as águas
daquele
córre­go e as do córrego
Bôa Esperança, até a
confluência do
córrego da Bôa Esperança, no
córrego dos
Limas;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE ARIRANHA:
 
  

  
 
  

 Começam na confluência do córrego da
Bôa Esperança com o córrego dos limas,
sobem por êste até sua cabeceira mais oriental,
seguem em demanda da cabeceira
mais ocidental do córrego dos Motas, pelo qual descem
até o córrego dos Leites,
indo por este abaixo até a barra do córrego do
Cedro e vão daí, pela reta que
dessa barra vai a confluência das principais nascentes do
córrego do Cunha, até
cruzar o espigão da margem esquerda do
cór­rego do Cunha;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES:
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas dos
córregos do Cedro e do Cunha, no
cruzamento com a reta que da barra do córrego do Cedro, no
córrego dos Leites,
vai a confluência das principais nascentes do
córrego do Cunha, prosse­guem por
essa reta até citada confluência, sobem pelo
braço da esquerda, do córrego do
Cunha, até sua cabeceira e vão pelo
espigão entre as águas do rio São
Domingos,
a direita, e córrego das Palmeiras, à esquerda,
em demanda da cabeceira do
córrego Agulha, pelo qual descem até o rio dos
Porcos;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPOLIS:
 
  

  
 
  

 Começam no rio dos Porcos, na barra do córrego da
Agulha, descem pelo rio dos
Porcos ate a barra do ribeirão da Água Limpa, e
por êste acima até a foz do
córrego da Divisa;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBI:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão Água Limpa, na
barra do córre­go da Divisa, sobem por
aquele ate a confluência dos córregos Tijuco Preto
e Tabocas, onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  
 
  

 DISTRITOS DE PAZ DE SANTA ADÉLIA:
 
  

  
 
  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  
 
  

 O distrito de paz da sede do município de Santa Adelia
terá as seguintes
divisas;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA BOTELHO: 
 
  

  
 
  

 Começam no cruzamento do espigão mestre
Tietê-Turvo, com o espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego dos Mendes, e,
à esquerda, as do rio São Domingos,
seguem pelo alto do espigão mestre até frontear a
cabeceira mais setentrional
do ribeirão das Anhumas, pelo qual descem até a
barra do córrego da Lagôa;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE URURAI:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão das Anhumas, na barra do
córrego da Lagoa, vão, em linha
reta, atravessando o córrego do Salto, à barra do
córrego do Barreiro, no
córrego Taquaral e sobem pelo Barreiro até sua
cabeceira mais se­tentrional,
atingindo depois o espigão mestre Tietê-Turvo,
pelo qual caminham até frontear
a cabeceira mais oriental do córrego do Macuco;
 
  

  
 
  

 URURAI:
 
  

  
 
  

 O distrito de paz de Ururaí terá as seguintes
divisas internas:
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no
espigão mestre Tietê-Turvo, em frente à
cabeceira mais oriental do córrego do Macuco, seguem pelo
alto do espigão até
atingir a cabeceira mais setentrional do córrego do
Barreiro, pelo qual descem
até sua barra no córrego Taquaral, e
vão daqui em reta, atravessado o córrego
do Salto, à confluência do córrego da
Lagoa, no ribei­rão das Anhumas;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA BOTELHO
 
  

  

 Começam no
ribeirão das Anhumas, na foz do córrego da
Lagoa, descem pelo ribeirão ate o rio dos Porcos;
 
  

  
 
  

 VILA BOTELHO:
 
  

  
 
  

 O distrito de paz de Vila Botelho terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE URURAÍ:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão dos Porcos, na foz do
ribeirão das Anhumas, sobem por este
até a barra do córrego da Lagôa;
 
  

  
 
  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão das Anhumas, na foz do
córrego da Lagoa, vão pelo ribeirão
acima ate sua cabeceira, ganham a rumo o alto do espigão
mestre Tietê-Turvo,
pelo qual caminnam ate cruzar com o espigão que deixa,
á esquerda, as águas do
rio São Domingos e, a direita, as do ribeirão dos
Mendes.
 
  

  
 
  

 SANTA BARBARA
 
  

  
 
  

 o município de Santa Bárbara, comarca de
Piraci­caba, terá as seguintes
divisas:
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO DAS PEDRAS:
 
  

  
 
  

 Começam na barra do córrego Lambari de Cima, que
desagua à margem direita do
rio Lambari, descem pelo ribeirão do Lambari, até
onde ele é cortado pela rela
norte-sul que vem da cabeceira do galho de leste do córrego
Quebra-Dente;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão Lambari ou
Alambarí, onde ele é cortado pela reta norte-sul
que vem da cabeceira do galho de leste do córrego do
Quebra-Dente, descem por
éste até a forquilha de seus dois principais
formadores e daí ganham, em reta,
a cabeceira do córrego da Balsa, pelo qual descem
até o rio Piracicaba;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Piracicaba, onde desagua o córrego
da Balsa, descem por aquele
até a boca do córrego Socegan;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE AMERICANA
 

  

  

 (Ex-Vila Americana)
 
  

  
 
  

 Começam no rio Piracicaba, onde desagua o córrego
Socegan, sobem por êste até
sua cabeceira, alcançam o espigão divisor que
deixa, à esquerda, as águas, do
rio Piracicaba e ribeirão do Quilombo, e, a direita as
córrego da Ponte Funda e
ribeirão dos Toledos e, por esse espigão, atingem
a nascente do córrego de Vila
Americana, que vai desaguar no ribeirão do Quilombo, dentro
da cidade do mesmo
nome; vão dessa cabeceira em reta ao marco do quilometro n.
83, da Companhia
Paulista de Estradas de Ferro, ramal de Piracicaba marco que fica a
cerca de
 
 3 quilômetros
 
 da
estação da Recanto, da mesma Companhia, e desse
marco, ainda em reta, à
extremidade mais setentrional da lagoa do Roberto, sita no
espigão entre as
águas do ribeirão do Quilombo, à
esquerda, e as do ribeirão dos Toledos, da
direita; atravessam a lagoa e seguem por esse espigão
até frontear a cabeceira
mais setentronal do córrego  de Guilherme Green;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS:
 
  

  
 
  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão dos Toledos e,
à
esquerda, as do ribeirão Quilombo, em frente à
cabeceira mais setentrional do
córrego de Guilherme Gren, descem pelo córrego
até o ribeirão dos Toledos e por
este acima até a barra do córrego da
Candelária;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE MÓR:
 
  

  
 
  

 Começam na barra do ribeirão
Candelária no ribeirão dos Toledos,
vão daí, em
reta, à barra do córrego Joaquim Grande, no
ribeirão do Galvão e pelo córrego
sobem até sua cabeceira, no espigão mestre
Piracicaba Capivari;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPIVARI
 
  

  
 
  

 Começam no espigão mestre
Capivari-Píracicaba, em frente à cabeceira do
córrego
Joaquim Grande, seguem pelo espigão mestre e pelo
contraforte até o Tanque de
Posse, que atravessam, prosseguindo pelo espigão que, deixa
as águas do córrego
da Posse, à esquerda, indo até a cabeceira do
córrego Lamban de Cima pelo qual
descem até o ribeirão Lambari, onde tiveram
inicio estas divisas.
 
  

  
 
  

 SANTA BARBARA DO RIO PARDO
 
  

  
 
  

 O município de Santa Bárbara do Rio Pardo,
comarca de Avaré, compreendendo o
distrito de paz da sede do município e o de
Monção, terá as seguintes divisas:
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão do
Guacha, sobem por este e pelo córrego
da Divisa até sua cabeceira atingindo depois o
espigão mestre Turvo-Pardo;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE AGUDOS:
 
  

  
 
  

 Começam no espigão mestre Turvo-Pardo, em frente
à cabeceira do córrego da
Divisa, seguem pelo espigão mestre até cruzar com
o contraforte que deixa à
esquerda, as  águas do ribeirão da
Capivara, e à direita, as do ribeirão
do Caçador:
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE LENÇÓIS:
 
  

  
 
  

 Começam no entroncamento do espigão mestre
Turvo-Pardo com o contraforte que
deixa, á direita, as águas do ribeirão
do Caçador e; à esquerda, as do
ribeirão
Ca­pivara, seguem pelo contraforte até a barra do
rio Turvinho do rio Claro
sobem por êste até a barra do córrego
Laranja Azeda e por este acima até sua
cabeceira: ganham a cabeceira da contravertente do córrego
do Muniz por este
descem até o ribeirão do Palmital;
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ:
 
  

  
 
  

 Começam no ribeirão do Palmital, na boca do
córrego do Muniz, descem pelo
primeira até a sua barra do rio, Pardo:
 
  

  
 
  

 COM O MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CESAR:
 
  

  
 
  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão Palmital
descem por aquele até a barra
do córrego Santa Margarida e por e por êste acima
até sua cabeceira, ganham
espigão mestre Pardo-Novo, pelo qual caminham até
pontear a cabeceira do
córrego do Geraldo, pelo qual descem até o rio
Novo e por éste abaixo até a
barra do córrego do Cordeiro, pelo qual sobem até
sua cabeceira, indo, a seguir
a rumo da cabeceira do córrego de João dos
Santos, depois de atravessar o
ribeirão da Vareta, descem pelo João dos Santos,
até o ribeirão dos Três
Ranchos e por éste acima até a boca do
córrego Barra Grande do Pinhal por éste
acima até sua cabeceira, procurando depois
espigão mestre Pardo Paranapanema,
pelo qual avançar até frontear a cabeceira do
ribeirão Virado ou Revirando.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Pardo-Paranapanema, em
frente a cabeceira do ribeirão Virado ou Revirado, seguem
pelo espigão mestre
em demanda da cabeceira da água do Padilha ou dos Borges e
por este descem até
o córego Pingo Dagua ou Mandurizinho.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ÓLEO:
 

  

  

 Começam no córrego Pingo Dagua ou Mandurizinho,
da
fóz da Água da Padilha ou dos Borges, sobem por
aquele até sua barra no
ribeirão Espraiado e vão daí, em esta,
a cabeceira da água do Meio ou dos
Lenordos, e por este abaixo até o rio Pardo e por este ainda
até a bota do
ribeirão do Guacho, onde tiveram inicio estas divisas:
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTA BARBARA DO RIO PARDO:
 

  

  

 MONÇÃO:
 

  

  

 O distrito de paz de Monção terá as
seguintes divisas
internas com o distrito de paz da séde do
município de Santa Bárbara do Rio
Pardo:
 

  

 Começam no
ribeirão dos Três Rachos, onde faz barra o
córrego de João dos Santos, descem por aquele
até o rio Pardo e por este acima
até a boca do ribeirão do Capão Rico e
por este acima até sua cabeceira mais
setentrional até o espigão mestre Pardo-Turvo.
 

  

  

 SANTA BRANCA
 

  

  

 O município de Santa Branca, comarca do mesmo nome
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA:
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas dos
rios Tietê e
Paraíba, onde este cruza com o divisor entre as
águas do ribeirão dos Monos, à
direita, e as do rio Putim, a esquerda, seguem pelo divisor,
até a cabeceira,
do córrego Ponte Alta, pelo qual descem até o rio
Putim, continuando por este
abaixo o rio Paraíba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACAREÍ:
 

  

  

 Começam no rio Paraíba, onde faz barra o rio
Putim,
sobem por aquele até a fóz do ribeirão
do Varador;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO:
 

  

  

 Começam no rio Paraíba, onde deságua o
ribeirão do
Varador e continuam pelo rio acima até o local denominado
Funil do mesmo rio;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARAIBUNA:
 

  

  

 Começam no rio Paraibuna, no local denominado Funil,
alcançam pelo contraforte fronteiro o divisor da margem
direita do rio Caeté,
prosseguem por este divisor contornando as cabeceiras do referido rio,
caminham
pelo divisor do morro da Capuava em demanda da barra do
córrego do Patisal, no
rio Fundo, sobem pelo córrego do Patisal até sua
cabeceira mais meridional, na
serra do Patisal, vão daí em demanda da barra do
córrego da Roseira, no rio do
Salto e sobem pelo Roseira até sua cabeceira mais meridional;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS:
 

  

  

 Começam no alto do espigão mestre, entre o rio
Paraíba e o Tieté, na cabeceira mais meridional
do córrego da Roseira, caminham
pelo espigão mestre até cruzar com o
espigão que deixa, a direita, as águas do
ribeirão dos Monos, e, a esquerda, as do rio Putim, onde
tiveram inicio estas
divisas.
 

  

  

 SANTA CRUZ DO RIO PARDO
 

  

  

 O município de Santa Cruz do Rio Pardo, comarca do
mesmo nome, compreendendo o distrito de paz da séde do
município, Rio Turvo,
ex-Espírito Santo do Turvo e Sodrelia, terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO TURVO:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na ponte da estrada de rodagem
que da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo vai à de Salto
Grande, sobem pelo
Turvo até o rio Alambari e por este acima até a
boca do córrego do Paiol;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA:
 

  

  

 Começam no rio Alambarí, na boca do
córrego do Paiol,
sobem pelo primeiro até a barra do córrego ou
Água da Boa Vista dos Rabelos:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRATINGA:
 

  

  

 Começam no rio Alambarí, na fóz da
Água da Boa Vista
dos Rabelos, sobem por este até sua cabeceira;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AGUDOS:
 

  

  

 Começam na cabeceira da Água da Boa Vista dos
Rabelos, continuam pelo espigão que deixa, a direita, o
córrego Jararaca, e, a
esquerda, o córrego Matão, indo até a
barra do córrego dos
   

 Mineiros, no
ribeirão Macacos ou São Jerônimo, sobem
pelo Mineiros até sua cabeceira vão
daí, em reta, oeste-leste, ao córrego da
Corredeira e por este descem ao rio
Turvo, descem por este até a boca do ribeirão da
Boa Vista, pelo qual sobem até
a barra do córrego da Ponte Funda, seguem desse ponto em
reta, a barra do córrego
ou Água do Meio no ribeirão de Santa Barbara, por
este acima até sua cabeceira,
até atingir o espigão mestre Turvo-Pardo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA DO RIO PARDO:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Pardo, em frente
a
cabeceira do ribeirão Santa Bárbara, seguem pelo
espigão mestre até frontear a
cabeceira do córrego da Divisa e por este abaixo
até o ribeirão do Guache, e
por este ainda até o rio Pardo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ÓLEO:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão do
Guache,
descem pelo primeiro até a barra do córrego
Douradinho;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, na fóz do
córrego do
Douradinho, descem por aquele até a barra do
ribeirão Mandaguari, pelo qual
sobem até a cabeceira do galho da direita, ganham a
cabeceira mais oriental do
córrego da Cabiúna ou da Água Sumida e
vão por este abaixo até o ribeirão da
Figueira;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPAUSSÚ:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Figueira, na
fóz do córrego da
Cabiúna ou Água Sumida e continuam pelo
espigão entre as águas do córrego
Fortuna, a direita, e, as do córrego Matão, a
esquerda, até frontear a
cabeceira do córrego Santa Cecília, descem por
este até o ribeirão das
Palmeiras e por este ainda até a boca do córrego
Gazola e vão daí, em reta, a
barra do córrego Feliciano no ribeirão Mombuca e
daí, por nova reta, a
cabeceira do córrego Barreirinho;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES:
 

  

  

 Começam na cabeceira do córrego Barreirinho, e
seguem
em reta, a barra do córrego Piranhas no ribeirão
Grande, pelo qual descem até o
rio Pardo e por este abaixo até a barra do
córrego Barreirinho;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OURINHOS:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, na fóz do
córrego Barreirinho,
e por aquele abaixo até a barra do ribeirão
São José, seguem pelo espigão que
deixa, a direita, as ágas deste ultimo, e, a esquerda, as do
córrego do Paião,
e vão até a parte da estrada de rodagem sobre o
rio Turvo, que da cidade de
Santa Cruz do Rio Pardo vai a cidade de Salto Grande, onde tiveram
inicio estas
divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz da sede do município terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DO RIO TURVO:
 

  

  

 (EX-ESPIRITO SANTO DO TURVO):
 

  

  

 Começam no rio Alambari, na reta do ribeirão
Bonito,
sobem por este até a cabeceira de seu galho da direita,
continuam pelo espigão
em demanda da barra do ribeirão de Santa Clara no rio Turvo
e sobem por aquele
e pelo de Santa Clara no rio Turvo e sobem por aquele e pelo
córrego do Agrião
até sua cabeceira mais oriental, ganhando a seguir, a rumo,
o espigão mestre Turvo-Pardo;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SODRELIA:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, na fóz do
ribeirão Mandaguari,
descem por aquele até a barra do córrego do
Cebolão, pelo qual sobem até a
cabeceira do seu galho da direita, vão aí, em
reta, a ponte sobre o ribeirão da
Figueira na estrada que marginando este ribeirão vai da
cidade de Bernardino de
Campos a cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, e dessa ponte, por nova
reta
alcançam a ponte sobre o ribeirão das Palmeiras,
na estreada que da estação de
Luiz Pinto, na Estrada de Ferro Sorocabana, vai a cidade de Santa Cruz
do Rio
Pardo:
 

  

  

 SODRELIA:
 

  

  

 O distrito de paz de Sodrelia terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da séde do
município de Santa Cruz do
Rio Pardo;
 
  

 Começam na ponte sobre o ribeirão das Palmeiras,
na estrada que da estação de
Luiz Pinto, da Estrada de Ferro Sorocabana vai à cidade de
Santa Cruz do Rio
Pardo, seguem, em reta, até a ponte sobre o
ribeirão da Figueira na estrada
que, marginando este ribeirão, vai da cidade de Bernardino
de Campos a cidade
de Santa Cruz do Rio Pardo, continuam por outra reta desta
última ponte a
cabeceira do galho da esquerda do córrego do
Cebolão, e por este abaixo até o
rio Pardo e por este acima até a boca do ribeirão
Mandaguari:
 

  

  

 RIO TURVO:
 

  

  

 (EX-ESPIRITO SANTO DO TURVO):
 

  

  

 O distrito de paz de Espírito Santo do Turvo, que
passa a denominar-se Rio Turvo, terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz da séde do município de Santa
Cruz do Rio Pardo:
 
  

 Começam no espigão mestre Turvo-Pardo, em frente
a cabeceira mais oriental do
córrego do Agrião, descem por este e pelo
ribeirão de Santa Clara ao rio Turvo,
continuam pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira do
galho da esquerda
do ribeirão Bonito e por este descem até o rio
Alambari.
 

  

  

 SANTA ISABEL
 

  

  

 O município de Santa Isabel, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da séde e dos de
Arujá e Igaratá, terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ:
 

  

  

 Começam na serra de Itaberaba ou do Gil, onde ela
cruza com o divisor que deixa, a direita, as águas do
ribeirão de Jaguari ou
Itaberaba, e, a esquerda, as do ribeirão Pirapora e
prosseguem pela Serra que é
a divisora das águas do rio Jaguari, afluente do rio
Paraíba e as do rio
Atibaia e que tem os nomes locais de Serra da Pedra Branca, da Lage e
Serrinha,
até o morro do Pião:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA:
 

  

  

 Começam no “divortium aquarum” dos rios
Paraíba e
Atibaia no morro do Pião, prosseguem pelo
“divortium aquarum” passando pelo
Serrote dos Indios, até a Serra do Guirra, divisora das
águas do ribeirão Muquem,
Carmo e rio das Cobras;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOANÓPOLIS:
 

  

  

 Começam na Serra do Guirra, onde esta entronca o
espigão entre as águas do ribeirão do
Carmo e rio das Cobras e pela Serra
prosseguem até cruzar o espigão divisor das
águas deste último rio e as do
ribeirão do Guirra;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOSÉ DOS CAMPOS:
 

  

  

 Começam na Serra do Guirra, onde ela cruza o
espigão
divisor das águas Cobras-Guirra, prossegue pelo
espigão da margem direita dos
ribeirões Guirra e Alegre até a barra do
ribeirão Alegre, no ribeirão da
Fartura, descem pelo Fartura e pelo rio do Peixe, até a
barra do ribeirão Piuca
e continuam pelo contraforte fronteiro, até o
espigão entre as águas dos rios
Peixe e Jaguarí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACAREÍ:
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas dos
rios Peixe e
Jaguarí, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre
na barra do
ribeirão Piúva, no rio do Peixe, prosseguem pelo
espigão em demanda da barra do
córrego da Divisa, no rio Jaguarí, sobem por
aquele até sua cabeceira e
continuam pelo espigão da margem esquerda do
ribeirão do Brás, até a cabeceira
do córrego Santa Cruz, pelo qual descem até sua
barra, no ribeirão Santo
Ângelo; prosseguem pelo espigão que deixa,
à esquerda, as águas desse ribeirão,
em demanda da cabeceira do primeiro córrego que desemboca
acima da ponte da
Figueira, descem por este córrego até sua barra,
no ribeirão Parateí, pelo qual
sobem até a barra do primeiro córrego da margem
direita;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA:
 

  

  

 Começam no rio Parateí, na barra do primeiro
córrego
da margem direita que desemboca acima da ponte da Figueira, sobem pelo
Parateí
até a barra do córrego da Divisa ou
Lambarí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES
 

  

  

 Começam na barra do rio Lambari, no rio Parateí,
pelo
qual sobem até a confluência do rio
Taboãzinho e ainda por este e pelo córrego
de J. Felix até sua cabeceira mais ocidental, no
espigão divisor das águas
deste ultimo rio e as do rio Uma, prossegue por este divisor
até a confluência
dos ribeirões Perová e Caputéra; sobem
por aquele até sua cabeceira mais oriental,
continuam pelo espigão entre as águas dos rios
Baruirivú-Guassú, até a
cabeceira do córrego Taboão ou da Fonte;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS:
 

  

  

 Começam no cruzamento do espigão divisor das
águas
dos ribeirões Tietê e Baquirivu-Guassú,
na cabeceira do córrego do Taboão, ou
da Fonte, descem por este até sua barra no rio
Baquirivú-Guassú; alcançam o
espigão fronteiro pelo qual prosseguem até o
Morro Grande e vão deste ponto a
cabeceira do córrego do Morro Grande, pelo qual descem
até o rio Jaguarí e por
este ainda até a barra do ribeirão Jaguari ou
Itaberaba; desta barra alcançam o
espigão entre as águas do ribeirão
Pirapora, a direita, e as do ribeirão
Jaguari ou Itaberaba, a esquerda, pelo qual prosseguem até
cruzar na Serra do
Gil, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE SANTA ISABEL:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da séde do município de Santa
Isabel terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARUJA
 

  

  

 Começam no rio Parateí, na fóz do
córrego de São
Bento, sobem por este até sua cabeceira do galho da extrema
direita, vão pelo
espigão, a barra do córrego da Cachoeira, no
córrego dos Indios, e dessa barra,
em reta, a cabeceira mais meridional do córrego do Morro do
Retiro, pelo qual
descem até o rio Jaguarí, continuam por este
acima até a boca do ribeirão
Jaguarí ou Itaberaba;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IGARATÁ:
 

  

  

 Começam na Serra da Lage, espigão mestre entre o
rio
Atibaia, ao norte, e o rio Jaguarí, ao sul, no ponto em que
a serra cruza com o
espigão que deixa, a esquerda, as águas do
ribeirão do Funil, seguem por este
ultimo espigão, passando pelo Morro da Samambaia, indo
até a barra do Funil, no
rio Jaguarí, descem por este até a boca do
ribeirão de Santo Ângelo e seguem
por este acima até a barra do córrego Santa Cruz;
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ARUJÁ:
 

  

  

 O distrito de paz de Arujá, transferido do
município
de Mogi das Cruzes para o de Santa Isabel, terá as seguintes
divisas internas
com o distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam na barra do ribeirão Jaguari ou
Itaberaba, no rio Jaguari, pelo qual
descem até a boca do córrego do Morro do retiro,
pelo qual sobem até sua
cabeceira mais meridional, ganham a rumo a barra do córrego
da Cachoeira no
córrego dos Índios, e daí, pelo
espigão á cabeceira do galho da extrema
esquerda do córrego de São Bento, pelo qual
descem até o rio Parateí:
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE IGARATA:
 

  

  

 O distrito de paz de Igaratá terá as seguintes
divisas internas com o distrito f paz da sede do município
de Santa Isabel:
 
  

 Começam na barra do córrego Santa Cruz, no
ribeirão de Santo Ângelo, descem por
este até o rio Jaguarí, seguem por este acima
até a barra do ribeirão do Funil,
continuam pelo espigão que deixa, à direita, as
águas deste ultimo, e, passando
pelo morro da Samambaia, vão ate cruzar com a Serra da Lage,
espigão mestre
entre o rios Atibaia, ao norte, e Jaguarí, ao sul.
 

  

  

 SANTA RITA
 

  

  

 O município de Santa Rita do Passa Quatro, que passa
a denominar-se simplesmente Santa Rita, da comarca do mesmo nome,
constituído
dos distrito de paz da sede e do de Estrela, como passa a chamar-se o
distrito
de Santa Cruz da Estrela, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE SÃO SIMÃO:
 

  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, onde faz barra o
ribeirão
Vassununga, vão por este acima ate a sua cabeceira mais
oriental, prosseguem
pelo espigão entre as águas dos
ribeirões Vassununga e Tamanduá, a esquerda, e
rio Bebedouro, a direita, até a cabeceira do
córrego Ponte Natural, pelo qual
descem até o rio Bebedouro, daí continuam pelo
contraforte fronteiro até cruzar
com o divisor do rio Bebedouro e ribeirão Quatro
Córregos, prosseguem pelo
divisor e espigão até a confluência do
córrego da Cachoeira, no ribeirão Quatro
Córregos, daí vão em linha reta a
confluência das águas das cabeceiras oriental
e setentrional do córrego do Boqueirão, sobem
pela cabeceira oriental a Lagôa. 
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE SANTA ROSA:
 

  

  

 Começam na lagôa que dá origem ao
córrego do mesmo
nome (afluente do ribeirão das Pombas), descem pelo
córrego ate sua barra no
ribeirão das Pombas, pelo qual sobem até a barra
do córrego do Inferninho, e
ainda por este a confluência do córrego de Silvino
Matos;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE TAMBAÚ
 

  

  

 Começam na confluência do córrego do
Inferninho com o
córrego da Fazenda Silvino de Matos, continuam pelo
espigão entre essas duas
águas, que é a Serra do Córrego Fundo,
ganham o espigão divisor das águas do
rio Pardo com as do rio Mogi-Guassú, cuja lambda acompanham
ate cruzar com o
espigão divisor, que deixa as águas do
ribeirão Sertãozinho e Tabarana, de uma
lado, e rio Claro, de outro;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE PALMEIRAS:
 

  

  

 Começam no espigão mestre divisor das
águas do rio
Pardo com as do rio Mogi-Guassú, no ponto de cruzamento com
o espigão divisor
dos ribeiros Tabaranas e Sertãozinho, de um lado, e rio
Claro, de outro,
prosseguem por esse divisor, que é a Serra do
Sertãozinho, até encontrar a
cabeceira mais setentrional do córrego da Fazenda Santa
Clara, descendo pelo
córrego até sua barra do ribeirão das
Pedras;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE PORTO FERREIRA:
 

  

  

 Começam no ponto em que o córrego da Fazenda
Santa
Clara faz barra no ribeirão das Pedras, sobem pelo
ribeirão das Pedras e pelo
córrego da Itaoca, até sua cabeceira mais
ocidental, continuam pelo contraforte
que deixa, à direita, as águas do
córrego Catingueiro, e a esquerda, o córrego
São Valentin, indo até a barra deste no rio
Claro, vão daí em reta, a forquilha
dos dois formadores principais do córrego
Discussão, sobem pelo galho de oeste
ate sua cabeceira e ganham o espigão entre as
águas do Rio claro, a direita, e
as do rio Mogi-Guassu, a esquerda, pelo qual caminham até
alcançar o
contraforte entre as águas dos córregos
Barreiros, a direita, e São Vicente, a
esquerda, e por este abaixo ate o rio Mogi-Guassú, e por
este ainda até a foz
do córrego Barra Grande ou Água Vermelha
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE DESCALVADO
 

  

  

 Começam onde o córrego da Barra Grande ou
Água
vermelha faz barra no rio Mogi-Guassú,e por este abaixo ate
a barra do ribeirão
Vassununga, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTA RITA:
 

  

  

 ESTRELA:
 

  

  

 (Ex-Santa Cruz da Estrela)
 

  

  

 O distrito de paz de Santa Cruz da Estrela, cujo nome
se simplifica para Estrela, terá as seguintes divisas
internas com o distrito
de paz da sede do município de Santa Rita:
 
  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Mogi-Guassú, a esquerda, e as do rio
Claro, a direita, em frente a cabeceira do córrego
Catingueiro, descem por este
ao rio Claro, e vão por este acima até a boca do
rio clarinho, pelo qual sobem
ate a foz do córrego dos Barbosa e por este acima
até sua cabeceira, vai daí a
rumo da barra do ribeirão no Retiro Grande, no rio Claro, e
daqui, em reta
oeste-léste, ao alto do espigão mestre
Pardo-Mogi-Guassú.
 

  

  

 SANTA ROSA
 

  

  

 O município de Santa Rosa, comarca de São
Simão
passará a ter as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO S. SIMÃO
 

  

  

 Começam na Lagoa que dá origem ao
córrego do mesmo
nome, afluente do ribeirão das Pombas, daí
vão em reta, a cabeceira meridional
do córrego do Cerrado, pelo qual descem até sua
barra no ribeirão das Águas
Claras, descendo por este até sua embocadura no rio Pardo;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE CAJURÚ;
 

  

  

 Começam no ponto em que o ribeirão das
Águas Clado e
por este acima até a foz do córrego Linde,
vão pelo ribeirão Quebra-Cuia.
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE TAMBAÚ:
 

  

  

 Começam no Pardo, onde desemboca o ribeirão Cuia,
sobem por este até a barra do correto Fundo e por este acima
a foz do córrego
Linde, vão pelo referido córrego acima, ate sua
cabeceira mais ocidental e daí,
em reta, a barra do córrego Silvino de Matos no
córrego do Inferninho.
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE SANTA RITA:
 

  

  

 (EX-SANTA RITA DO PASSO QUATRO)
 

  

  

 Começam onde o córrego do Silvino de Matos
deságua no
córrego do Inferninho, descem por este e pelo
ribeirão das pombas, até a barra
do córrego da Lagoa, pelo qual sobem ate a Lagoa, donde de
origina e onde
tiveram início estas divisas.
 

  

  

 SANTO ANASTÁCIO
 

  

  

 O município de Santo Anastácio, comarca do mesmo
nome, constituindo pelo distrito de paz da sede e dos Piquerobi,
Ribeirão dos
Índios, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE PRESIDENTE VENCESLAU:
 

  

  

 Começam no rio Paranapanema, onde faz barra o
ribeirão Jatobá, sobem por este e por seu
braço mais oriental até sua
cabeceira, e alcançam o espigão mestre entre as
águas do rio Paranapanema, ao
sul, e as do rio santo Anastácio, ao norte, e pelo
espigão mestre caminham até
cruzar com o divisor que deixa, a esquerda, as águas do
ribeirão da Areia
Dourada, indo até a barra do ribeirão Saltinho no
rio Santo Anastácio, sobem
por aquele até a foz do ribeirão Fortuna e
continuam pelo espigão que deixa, a
esquerda, as águas deste ultimo, e, a direita, as dos
córregos Quicaça e São
Bartolomeu, contornam as cabeceiras do ribeirão do Veado e
alcançam a cabeceira
mais meridional do ribeirão Afluente Grande e por este
descem até o ribeirão
Claro e por este ainda até o rio do Peixe, pelo qual seguem
até a foz do
córrego Apiaí, subindo por este último
até o espigão mestre Peixe –
Aguapeí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Peixe –
Aguapeí, em frente
a cabeceira do córrego Apiaí, seguem pelo
espigão mestre até frontear a
cabeceira mais setentrional do ribeirão do Fogo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE BERNARDES:
 

  

  

 Começam no espigão mestre
Peixe-Aguapeí, em frente a
cabeceira mais setentrional do ribeirão do Fogo, descem por
este até o rio do
Peixe, e por este a foz do ribeirão Taquarussú e
por este acima até a barra da
Cachoeira, pelo qual sobem até sua cabeceira, continuam pelo
espigão que deixa,
a esquerda, as águas do córregos Abacaxi, Perobas
e Fortuna, e, a direita, as
do ribeirões dos Índios em demanda da barra do
córrego do Páu-D’alho no
ribeirão Taquarussú pelo qual sobem
até sua cabeceira e daí em reta ao Corte
Grande da Estrada de Ferro Sorocabana, daí prosseguem pelo
divisor que deixa, a
direita, as águas do ribeirão Vai-Vem, e a
esquerda as do ribeirão das Pedras,
indo até a barra do Vai-Vem, no rio Santo
Anastácio, descem por este até a foz
do córrego Mandacaru e prosseguem pelo espigão
que deixa, a esquerda, as águas
deste ultimo, e, a direita, as do ribeirão Vai e Volta,
até atingir o espigão
mestre entre as águas do rio Santo Anastácio, ao
norte, e as do rio
Paranapanema, ao sul, pelo qual caminham, até frontear a
cabeceira do ribeirão
Água Clara, pelo qual descem até sua
confluência do rio Piraposinho.
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE
 

  

  

 Começam no rio Piraposinho, na foz do ribeirão
Água
Clara, descem por aquele até o rio Paranapanema.
 

  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
 

  

  

 Começam rio Paranapanema, onde descarrega o rio
Piraposinho, vão por aquele abaixo até a barra do
ribeirão Jatobá, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANASTÁCIO:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito da sede do município de Santo
Anastácio
terá as seguintes divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PIQUERONI
 

  

  

 Começam no espigão mestre Paranapanema
– Santo
Anastácio, em frente a cabeceira mais ocidental do
ribeirão de Santo Antonio,
descem por este ao rio Santo Anastácio e vão por
este acima até a barra do
ribeirão Sei-lá, sobem por este acima a foz do
córrego do Encontro e continuam
pelo espigão acima a foz do córrego do Encontro e
continuam pelo espigão que
deixa, a direita as águas do Sei-lá, e, a
esquerda, as do ribeirão do Saltinho
indo até a barra do córrego da Araponga e por
este acima ate a sua cabeceira
mais setentrional, vão daqui em reta, á barra do
córrego Desconhecido no
córrego Mandaguari e por este abaixo até sua
barra do ribeirão Claro;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO DOS INDIOS:
 

  

  

 Começam no ribeirão Claro, onde
deságua o córrego
Mandaguari e continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas daquele, e,
a esquerda, as do ribeirão dos Índios, indo
até frontear a cabeceira do córrego
Fortuna, afluente do ribeirão Taquarussú.
 

  

  

 PIQUEROBÍ:
 

  

  

 O distrito de paz de Piquerobí terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO DOS INDIOS:
 

  

  

 Começam no ribeirão claro, na foz do
ribeirão
Afluente Grande por aquele até a barra do córrego
Mandaguari;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no ribeirão Claro, na foz do
córrego
Mandaguari, sobem por este a boca do córrego Desconhecido,
vão sai, em reta a
cabeceira mais setentrional do córrego de Araponga e por
este descem até o
ribeirão do Saltinho, seguem pelo espigão que
deixa, a direita, as águas deste
ultimo, e, a esquerda, as do ribeirão Sei-lá,
indo até a confluência deste com
o córrego do Encontro descem pelo Sei-lá
até o rio Santo Anastácio, e por este
abaixo alcançam a barra do ribeirão de Santo
Antonio pelo qual sobem ate sua
cabeceira mais ocidental, indo depois a rumo ao espigão
mestre
Paranapanema-Santo Anastácio.
 

  

  

 RIBEIRÃO DOS INDIOS
 

  

  

 O distrito de paz de Ribeirão dos Índios
terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, á
direita, as águas do
ribeirão dos Índios, e, a esquerda, as do
ribeirão Claro, em frente á cabeceira
do córrego Fortuna, afluente do ribeirão
Taquarussú, seguem pelo espigão até a
barra do córrego Mandaguari no ribeirão Claro:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PIQUEROBÍ:
 

  

  

 Começam no ribeirão Claro, na foz do
córrego
Mandaguari e descem por aquele até a boca do
ribeirão Afluente Grande.
 

  

  
 

  

 SANTO ANDRÉ
 

  

  

 EX-SÃO BERNARDO
 

  

  

 O município de São Bernardo, que volta a sua
antiga
denominação de Santo André, fazendo a
sede da povoação deste nome,
constituído
do distrito de paz da sede e dos de Mauá, Paranapicaba,
Ribeirão Pires e São
Bernardo, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DA CAPITAL:
 

  

  

 Começam na cabeceira mais ocidental do ribeirão
Taquaquecetuba, descem por este até o
reservatório do rio Taquaquecetuba e por
este atingem o reservatório do rio Grande ou Jurubatuba,
caminham pelo seu
\*thalweg” ate a boca do ribeirão da Grota Funda,
pelo qual sobem até sua
cabeceira do galho da esquerda, continuam pelo espigão que
deixa, á direita, as
águas do ribeirão Curral Grande e, a esquerda, as
do rio Jurubatuba ou Grande
até alcançar a cabeceira do ribeirão
do Tabuão, e por este abaixo até o
ribeirão dos Couros e por este e pelo ribeirão
dos Meninos até o rio
Tamanduateí, subindo por este até a barra do
ribeirão do Oratório, pelo qual
sobem até sua cabeceira, ganham o espigão entre
as águas deste ultimo e as do
ribeirão Guaió, a direita,  e as do
ribeirão Aricanduva, a esquerda,
passam pelo morro pelado Votussununga, e pelo espigão
atinge, p Morro do Corrêa
cujo alto galpam;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE MOGI DAS CRUZES;
 

  

  

 Começam no alto do Morro do Correa, vai daí em
reta,
a barra do córrego da Estiva, no rio Guaío, sobem
pela estiva até sua
cabeceira, ganham o alto do mássico chamado Morro do
Suindara ou do Colégio e
por este caminham e pelo contraforte do prolongamento até a
foz do córrego de
Mestre Leandro, no rio Taissupeba-mirim, sobem por aquele
até sua cabeceira mais
meridional e prosseguem pelo espigão entre as
águas do rio Taiassupeba, a
esquerda, e as do rio Grande, a direita, até cruzar a Serra
do Morrão:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE SANTOS
 

  

  

 Começam na Serra do Morrão, onde ela cruza o
espigão
entre as águas do rio Grande e Taiassupeba, seguem pela
Serra no Morrão ou
mourão, que deixa, a direita, as águas do rio
Grande, e, a esquerda, as do rio
Quilombo ou Anhangabaú, indo pela crista da Serra
até encontrar a reta do morro
Norte-Sul, que vem da barra do córrego da 3ª
máquina, que vai desaguar no rio
mais próximo a Terceira Máquina da Linha Velha
para Santos de São Paulo
Railway: prosseguem por essa reta até a quina da Serra de
Mogi e continuam pelo
aparado dessa Serra e pela do meio e do Cubatão, toda elas
denominações locais
da Cordilheira do Mar ou do Paranapiacaba, indo até a barra
do ribeirão
Passareuva no rio dos Pilões;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE SÃO VICENTE
 

  

  

 Começam no rio dos Pilões onde deságua
o ribeirão
Passareuva, ganham a quina fronteira da Cordilheira no Mar e pelo
paredão
continuam, atravessam o rio Cubatão de cima, seguem pelo
aparado até cruzar o
contraforte que deixa, a direita, as águas do rio
Cubatão de Cima e a esquerda,
as do rio Branco de Conceição, indo
até a barra do córrego dos Voluntários
da
pátria, no ribeirão dos Morros; sobem por este
até a cabeceira do seu galho da
esquerda, e continuam pelo espigão que deixa, a esquerda, as
águas que vertem
para o litoral, e, a direita as que caem na represa do rio Grande ou
Jurubatuba, indo até a cabeceira mais ocidental do
ribeirão Taquecetuba onde
tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE SANTO ANDRÉ
 

  

  

 (EX-SÃO BERNARDO)
 

  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

  O distrito de paz da sede do município de Santo
Andre (ex-São Bernardo), terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MAUÁ
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Tietê, ao
norte, e as do rio do Oratório, ao sul, na barra do
córrego da Cipoada, vão
daí, em reta de direção
aproximadamente sul, até a ponte sobre o rio
Tamanduateí, na estrada que vai a
estação de Capuava, descem pelo
Tamanduateí
até a barra do córrego Cassaquera, pelo qual
sobem ate sua cabeceira, continuam
pelo espigão fronteiro até o divisor entre as
águas do rio Grande ou
Jurubatuba, a esquerda, e as do rio Tamanduateí, em frente a
cabeceira do
ribeirão Guararú;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO BERNARDO
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, á
direita, as águas do
rio Tamanduateí, e, a esquerda, as do rio Grande ou
Jurubatuba, em frente a
cabeceira do rio Guararu, continuam pelo mesmo espigão
até alcançar a cabeceira
do córrego Taioca e por este abaixo até o
ribeirão dos Meninos, pelo qual
descem até a boca do ribeirão Taboão;
 

  

  

 MAUÁ
 

  

  

 O distrito de paz de Mauá terá as seguintes
divisas
internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio grande ou
Jurubatuba, a direita, e as do rio Tamanduateí, a esquerda,
em frente à
cabeceira do ribeirão Guararu, seguem pelo contraforte em
demanda da cabeceira
do ribeirão Cassaquera, descem por este ate o rio
Tamanduateí, caminham por
este acima até a ponte da estrada de rodagem que vai a
estação de Capuava, daí
em reta, a barra do córrego da Cipoada, no rio do
Oratório.
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO PIRES;
 

  

  

 Começam no ribeirão Guaió, na boca do
córrego da
Estiva, sobem pelo Guaió até sua cabeceira
nororiental; que fica a menos de um
klm, ao norte da Capela do Pilar, continuam pelo espigão que
deixa, a direita,
as águas do rio Tamanduateí, e, a esquerda, as do
rio Grande ou Jurubatuba,
pelo qual caminham até o contraforte da margem esquerda do
ribeirão dos
Pedrosos;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO BERNARDO:
 

  

  

 Começam no espigão Tamanduateí, rio
Grande ou
Jurubatuba, no cruzamento com o contraforte da margem esquerda do
ribeirão dos
Pedrosos, seguem por aquele espigão até frontear
a cabeceira do ribeirão
Guararu:
 

  

  

 PARANAPIACABA
 

  

  

 O distrito de paz de Paranapiacaba terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz de Ribeirão Pires.
 
  

 Começam na quina da Cordilheira do Mar, onde tem o nome
local de Serra do Melo,
no seu cruzamento como espigão que deixa, a direita, as
águas do rio Grande, e
a esquerda, as do rio Pequeno, seguem por este ultimo
espigão, contornam as
cabeceiras do córrego da Tapera, indo até a barra
deste no rio Grande,
continuam pelo divisor que deixa, a direita. As águas do rio
Grande e as do
ribeirão Araçauva, e, a esquerda, as do RO
ribeirão da Estiva, até frontear a
cabeceira sudoriental do ribeirão Bajainho.
 

  

  

 RIBEIRÃO PIRES
 

  

  

 O distrito de paz de ribeirão Pires terá as
seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO BERNARDO:
 

  

  

 Começam na quina da Cordilheira do Mar, onde tem ela
o nome local de Serra do Cubatão, no seu cruzamento com o
espigão que deixa, a
direita, as águas do rio Pequeno, e, a esquerda, as do rio
Perequê, seguem por
este ultimo divisor, contornam as cabeceiras do Perequê,
alcançam a cabeceira
do córrego do Sitio do Rio Pequeno pelo qual descem
até o rio deste nome, indo
por ele abaixo até a barra do ribeirão da
Fazenda, continuam pelo espigão em
demanda da cabeceira do córrego dos Bichos, pelo qual descem
ao rio Grande ou
Jurubatuba, na ponta extrema oriental do reservatório desse
rio, atravessam o
reservatório, ganham a boca do ribeirão dos
Pedrosos, e continuam pelo
contraforte da margem esquerda deste ribeirão até
o espigão Tamanduateí, Rio Grande
ou Jurubatuba;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MAUÁ:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, a direita, as
águas do
rio Grande ou Jurubatuba, e, a esquerda, as do rio
Tamanduateí, no seu
cruzamento com o contraforte ou margem esquerda do ribeirão
dos Pedrosos, caminham
pelo espigão até frontear a cabeceira sudoriental
do ribeirão Guaió, que esta
localizada cerca de um km, ao norte da Capela do Pilar, descem pelo
Guaió até a
boca do córrego da Estiva;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PARANAPICABA:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, a esquerda, as
águas do
ribeirão Araçauva, e, a direita, as do
ribeirão da Estiva, em frente à
cabeceira do rio Balainho, vão pelo espigão que
deixa a esquerda, as águas
deste ultimo, e avançam pelo divisor entre as
águas do rio Grande, a esquerda,
e as do rio Pequeno, a direita, indo até a quina da
Cordilheira do Mar, onde
ela tem o nome local de Serra do Melo;
 

  

  

 SÃO BERNARDO
 

  

  

 O distrito de paz de São Bernardo terá as
seguintes
divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO;
 

  

  

 Começam no ribeirão dos Meninos, na barra do
ribeirão
do Tabuão, sobem por aquele até a foz do
córrego Taioca e por este acima ate
sua cabeceira, continuam pelo espigão
Tamanduateí-Rio Grande ou jurubatuba, até
frontear a cabeceira do ribeirão Guararú;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MAUÁ:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do
rio Tamanduateí, e, à direita, as do rio Grande
ou Jurubatuba, em frente à
cabeceira do ribeirão Guararú, continuam pelo
espigão até cruzar com o
contraforte da margem esquerda do ribeirão dos Pedrosos;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRÃO PIRES;
 

  

  

 Começam no espigão mestre
Tamanduateí-Rio Grande ou
Jurubatuba, no cruzamento com o contraforte da margem esquerda do
ribeirão dos
Pedrosos, seguem pelo contraforte até a barra do
ribeirão dos Pedrosos, na
represa no rio grande ou Jurubatuba, atravessam o
reservatório e ganham a boca
do ribeirão dos Bichos pelo qual sobem até sua
cabeceira, continuam pelo
espigão entre o rio Grande ou Jurubatuba e o rio Pequeno,
indo até a
confluência deste como ribeirão da Fazenda, sobem
pelo rio Pequeno até a foz do
córrego do sitio do rio pequeno e por este acima
até sua cabeceira, continuando
depois pelo divisor entre as águas do rio pequeno,
à esquerda, e as do rio
Perequê à direita, e as cabeceiras deste, atingem
a quina da Cordilheira do
Mar, que tem ai o nome local de Serra do Cubatão.
 

  

  

 SANTO ANTONIO DA ALEGRIA
 

  

  

 O município de Santo Antonio da Alegria, comarca de
Cajurú,
terá as seguintes divisas;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINOPOLIS;
 

  

  

 Começam no rio Araraquara, onde faz barra o
córrego
laranjal, sobem por este até sua cabeceira mais
setentrional, contornam as
cabeceiras do ribeirão São João,
acompanhando a cumiada da Serra da Matinha,
prosseguem por esta cumiada, que divide as águas do rio
Sapucaí, à direita, e
as do ribeirão de São João,
à esquerda, ate a cabeceira, mais meridional do
córrego de Pio Alves, pelo qual descem até sua
barra no rio Sapucaí, alcançam
pelo contraforte fronteiro, a serra da Cobiça e por ela
caminham até encontrar
o contraforte, que vai ao morro do Baú, já nas
divisas de Minas Gerais;
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 

  

  

 Começam na serra da Cobiça, no ponto de
cruzamento
como contraforte que vem do morro do Baú, prosseguem pela
cumiada da serra da
Cobiça, até atingir o contraforte chamado pelos
moradores “serra da Rocinha”;
daí demandam a confluência dos córregos
Rocinha e Macaúbas, sobem por este até
sua cabeceira e daí, pelo espigão, transpondo-o
até sua cabeceira do córrego da
cachoeira, descem por este até o ribeirão Tomba
Perna, pelo qual sobem até a
barra do córrego Angola e por este ate a sua nascente; desta
seguem por uma
reta, até a cabeceira esquerda do córrego da
Olaria, no braço conhecida também
pelo nome de córrego do Job; desta cabeceira por nova reta,
tangenciado os
limites do Patrimônio da Fabrica de Santo Antonio da Alegria
até alcançar o rio
Pinheiro, entre o povoado e o córrego do
Poção, sobem pelo Pinheirinho até a
barra do ribeirão do Baú, continuam por este, ate
a barra da córrego Bauzinho,
e por este acima, até a foz do córrego da
Barreira; 
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJURÚ;
 

  

  

 Começam no córrego Bauzinho, onde faz a barra o
córrego da Barreira, seguem pelo espigão que
deixa, a direita, as águas do
córrego da Antinha e do córrego do Monto Alto, e
a esquerda, as nascentes do
rio Cubatão, até atingir o contraforte da Serra
da Lage, conhecida pelo nome de
Fiel Custódio, continuam pela cumiada desse contraforte e
pela da serra da Lage
até a cabeceira mais meridional do córrego
Barreiro das Antas, pelo qual descem
até o rio Araraquara, e por este acima até a
barra do córrego Laranjal onde
tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 SANTOS
 

  

  

 O município de Santos, comarca do mesmo nome
constituído o distrito de paz da sede e do de
Cubatão terá as seguintes
divisas;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE SANTO ANDRÉ
 

  

  

 (EX S. BERNARDO):
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão
Passareúva, no ribeirão
dos Pilões, alcançam o parado da Cordilheira do
mar, que ai se chama Serra do
Cubatão, contornam as cabeceiras do ribeirão
Perequê, separando-as do
reservatório do mesmo nome, pertencente á Light
Power Company: prosseguem pelo
aparado da mesma Cordilheira, que tem os nomes locais de Serras do
Roço, do
Meio e de Mogi, até encontrar a reta de rumo sul-norte que
vem da barra do
córrego da Terceira Máquina, que vai desaguar no
rio Mogi, próximo á Terceira
Máquina da Linha Vermelha para Santos, da São
Paulo Railway Company; vão dessa
barra ao alto fronteiro, em direção norte sul,
até a serra do Morrão e por ela
continuam até entroncar o divisor entre as águas
do rio Grande, á esquerda, e
as do rio Taiassupeba, à direita:
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE MOGI DAS CRUZES
 

  

  

 Começam na Serra do Morrão, no ponto de
cruzamento
com o espigão das águas do rio Grande,
à esquerda, e as do rio Taiassupeba, á
direita, seguem pela crista da Serra até o Pico do
Itáguassú, continuam pelo
espigão entre as águas do ribeirão
Vargem Grande e rio Claro, a esquerda, e rio
Itatinga, a direita ate a barra do rio Claro, no rio Itatinga: descem
por este
até a foz do rio Grande, alcançam o divisor da
margem direita do rio das
Pedras, caminham por este divisor até a barra do
ribeirão Guacó, no rio
Itapanhaú, alcançam e seguem pela quina da
Cordilheira do Mar, até o ponto de
cruzamento com o espigão que deixa, a esquerda, as
águas do rio Itapanhaú, e a
direita, as do rio Claro, no local em que a Cordilheira tem o nome de
Serra de
Guaratuba.
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE SALESÓPOLIS:
 

  

  

 Começam na Cordilheira do Mar, onde esta cruza o
espigão que deixa, a esquerda, as águas do rio
Itapanhaú, e a direita, as do
rio Guaratuba, seguem pela cumiada da serra – até
cruzar com o espigão que
deixa, a esquerda, as águas do rio Uma, e a direita, as do
rio Branco e
ribeirão Vermelho;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE S. SEBASTIÃO:
 

  

  

 Começam na crista da Cordilheira do Mar, onde esta
cruza com o espigão que deixa a esquerda, as
águas do rio Una, e a direita, as
do rio Branco e ribeirão Vermelho, passam pelo Morro da
Furna Grande, atingem o
Morro do Cedro e vão daqui, em reta, a barra do
córrego Parateus, no Mar;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE GUARUJÁ:
 

  

  

 Começam no mar, na barra do canal de Bertioga, e seguem
pelo leito deste até e Estuário de Santos, pelo
qual continuam até a barra;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE S. VICENTE:
 

  

  

 Começam na ponta mais ocidental da ilha de
Urubuquessada, daí, em reta, no Morro do Cotupé,
daí, ainda em reta, a 
barra do córrego da Divisa, no rio dos Bugres, e por este
abaixo até o Largo da
Pompeba; continuam pelo leito deste, passando ao norte da ilha do mesmo
nome,
alcançam a barra do rio Santana, por este acima
até a boca do ribeirão dos
Queirozes, e por este ainda ate a foz do córrego da
Mãe Maria, subindo por este
até sua cabeceira mais setentrional e daqui, a rumo do
ribeirão dos Pilões, no
rio Cubatão, subindo por aquele até a embocadura
do ribeirão Passareúva, onde
tiveram divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTOS
 

  

  

 CUBATÃO
 

  

  

 O distrito de paz de Cubatão terá as seguintes
divisas com o distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam no alto da Serra do Morrão, onde esta
atingida pela reta de rumo
norte-sul, que vem da barra do córrego da Terceira
Máquina, antiga (da São
Paulo Railway Company), no rio Mogi, seguem pela crista da Serra
até alcançar a
boca mais oriental do rio Mogi depois de deixar, a direita, a
Água do Cortume
da Tapera, descem pelo braço d’água que
passa a leste do Morro do Casqueirnho
até o Largo do Caneu, e pelo meio do largo continuam
até atingir o braço
chamado rio Casqueiro, pelo qual descem até o largo da
Pompéba, e pó este ainda
te a boca do rio dos Bugres.
 

  

  

 SÃO BENTO DO SAPUCAÍ
 

  

  

 O município de São Bento de Sapucaí,
comarca do mesmo
nome, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 

  

  

 Começam no espigão divisor das águas
do rio Preto
Pequeno e ribeirão dos Pilhões, na extremidade
sul da reta aproximadamente de
rumo norte, que vem do divisor das águas do
córrego da Guarda Velha e rio
Sapucaí-Mirim; prosseguem pela reta, atravessando o rio
Preto Pequeno e córrego
da Guarda Velha até o alto do divisor das águas
deste ultimo e as do rio
Sapucaí-Mirim, deste ponto prosseguem no rumo Nordeste, mais
ou menos,
acompanhando o espigão e o contraforte até
atravessar o rio Preto Grande, serra
de quinhentos metros acima da barra do ribeirão Cassanunga
ou Paiol Velho;
seguem pelo divisor das águas do bairro do Cassanunga e
atravessam o ribeirão
Paiol Velho, pouco acima do Funil, até atingir o
espigão da sua margem direita.
Continuam por este espigão passando pelo Morro da Jangada,
daí prosseguindo
pelo divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão Lageado, e, a esquerda,
as do córregos Moradores Novos, afluente do rio
Sapucaí-Mirim , até a primeira
cabeceira do córrego da fazenda da Guarda Velha; descem, a
principio, por este
até sua barra no córrego das Pedras, e depois,
pelo córrego das Pedras até sua
barra no córrego do Rodeio, pelo qual continuam
até sua foz no ribeirão do Baú;
desta foz atravessam o Baú, galgam o espigão
fronteiro  até alcançar o
divisor das águas do Sapucaí-Mirim e do
Baú, deixando sempre a direita a
estrada velha do Caracol. Deste ponto descem pelo espigão
entre o córrego do
Caracol e um pequeno córrego afluente da margem direita do
Sapucaí, logo acima
do Caracol, até a barra do Sapucaí; atravessam
aí o Sapucaí Subindo pelo
espigão fronteiro (divisor das águas do
córrego Bicudo e córrego dos Ferreiras)
e atingindo o entroncamento deste espigão com o divisor de
águas do
Sapucaí-Mirim e do ribeirão dos Serranos;
prosseguem por este divisor, passando
pelos morros da Divisa do Campestre e da Balança,
até o Pedrão; daqui continuam
pelo divisor das águas da margem esquerda do
córrego do Esgoto até defrontar a
barra do córrego do Estevão Costa, na margem
direita do rio Sapucaí-Mirim, onde
atravessam este rio. Seguindo pelo espigão da margem direita
do córrego Estevão
Costa, ate atingir o divisor do ribeirão da Bocaina, divisor
pelo qual
prosseguem até o espigão divisor que deixa, a
direita, o ribeirão da Bocaína,
e, a esquerda, o córrego do Mato Dentro ou Ares,
até a barra do córrego dos
Pereiras no ribeirão Imbirussú; sobem pelo
Imbirussú até a barra do córrego do
Carreiro; daí tomam o espigão fronteiro entre o
córrego do Carreiro e ribeirão
Cantagalo até o divisor mestre entre os ribeiros
Candelária e Imbirussú,
prosseguindo por este divisor, contornando as cabeceiras do
candelária até o
entroncamento deste com o divisor que deixa, a esquerda o
ribeirão Candelária e
a direita, o ribeirão do Cerco e atingindo o alto do morro
do Mundo Novo; daí
descem a barra do ribeirão Morro Vermelho no
ribeirão do cerco, daí subindo
pelo espigão fronteiro até alcançar o
divisor das águas do Morro Vermelho e do
Jacu, contornam as cabeceiras deste ultimo até a cabeceira
setentrional do córrego
do Campista;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE CAMPOS DO JORDÃO:
 

  

  

 Começam no espigão do ribeirão do
Jacu, na cabeceira
setentrional do córrego do Campista, pelo qual descem
até sua barra no ribeirão
dos Marmelos, subindo pelo marmelo até sua cabeceira mais
ocidental,
prosseguindo daí, pelo espigão divisor entre as
águas do rio Sapucaí-Mirim, a
direita, e Sapucaí-Guassu, a esquerda, em demanda da
cabeceira mais oriental do
ribeirão Barradas, pelo qual descem até encontrar
a reta de rumo sul=norte, que
vem dum ponto no ribeirão dos Melos, ponto esse que fica a
meio quilometro do
ribeirão dos Melos, e prosseguem por essa reta ate o
ribeirão dos Melos, e por
esse descem até sua barra no rio do Lageado,
alcançam pelo espigão fronteiro o
morro do Cambraia, vão desse ponto, em reta, ao ponto
montante da cachoeira que
fica cerca de um quilometro abaixo da povoação do
Pinhalzinho. Desse ponro por
nova reta, vão a barra do ribeirão da fazenda de
J, Benedito no ribeirão do
Barreiro, pelo qual sobem até sua cabeceira mais oriental na
Serra da
Mantiqueira;
 

  

  

 COM O MUNCIIPIO DE SÃO JOSE DOS CAMPOS:
 

  

  

 Começam na Serra da Mantiqueira na cabeceira mais
ocidental do ribeirão do Barreto, avançam pela
serra da Mantiqueira até a
extremidade sul da reta que vem do alto do divisor entre as
águas do rio
Sapucaí-Mirim e as do ribeirão da Guarda velha,
onde tiveram inicio estas
divisas.
 

  

  

 SÃO CARLOS
 

  

  

 O Município de São Carlos, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da sede e dos de
Ibaté e Santa Eudóxia, passa a
ter as seguintes divisas;
 

  

  

 COM O MUNICIPIO DE ARARAQUARA:
 

  

  

 Começam no rio Jacaré Grande, onde faz barra o
ribeirão Laranjal, vão por este acima
até a sua cabeceira mais oriental,
continuam pelo espigão divisor que deixa as águas
do rio Jacaré Grande, a
direita, e, a esquerda, as do ribeirão Corrente, e pelo
contraforte até a barra
do córrego da Lagoinha, no ribeirão Corrente;
vão desta barra em reta ao marco
do km. n. 226, da Companhia Paulista de estradas de ferro, cerca de
dois kms. A
leste da estação de Tamoio, daí
vão em reta a nascente do córrego da
Várzea,
pelo qual descem até o rio Chibarro, e prosseguem daqui pelo
espigão que deixa,
a direita, as águas deste rio até o morro das
Araras, seguem contornando as
cabeceiras do ribeirão das Anhumas á procura da
cabeceira mais meridional do
córrego dos olhos D’água, seguem por
este abaixo até o córrego das Cabeceiras,
e por este ainda até a foz do córrego que desce
da fazenda de Salvador Martins,
daí vão em reta, a confluência dos
córregos dos Portugueses com o córrego de
Jose Ribeiro descem pelo córrego dos Portugueses
até a barra no ribeirão das
Cabaceiras e por este abaixo até córrego de J,
Brizolara, pelo qual sobem até
sua cabeceira mais setentrional e vão daí, em
reta a nascente mais meridional
do ribeirão Guabirobas, descendo por este até sua
barra no rio Mogi-Guassú
 

  

  

 COM O MUNICíPIO DE S. SIMÃO:
 

  

  

 Começam onde o córrego do Lageadinho
deságua no rio
Mogi-Guassu, e por este acima até a barra do rio Quilombo:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DESCALVADO:
 

  

  

 Começam no rio Mogi-Guassu, na foz do rio Quilombo,
sobem por este ate a embocadura do córrego da fazenda
Paraizo, vão por este
acima ate sua cabeceira mais meridional, seguem pelo espigão
fronteiro em
demanda da cabeceira setentrional do córrego da Jacutinga, e
por este abaixo
até o rio Quilombo, pelo qual continuam a subir
até sua cabeceira mais
meridional, seguem pelo espigão entre as águas do
ribeirões Quilombo e do
Pântano, e prosseguem pelo contraforte que vai a
confluência do córrego da
Fazenda Montes Claros, no ribeirão do Pântano.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANAPOLIS:
 

  

  

 Começam
na confluência do córrego da Fazenda Montes
Claros com o ribeirão do Pântano, sobem opor este
ate a sua cabeceira mãos
ocidental, continuam pelo espigão que deixa, a direita, as
águas vertentes do
ribeirão Laranja Azeda, e, a esquerda, as do
ribeirão do Feijão, até a barra do
córrego do Lageadinho, neste último
ribeirão;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA:
 

  

  

 Começam onde o córrego do Lageadinho
deságua no
ribeirão do Feijão e vão por este
abaixo até a barra do ribeirão do Lobo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS:
 

  

  

 Começam no ribeirão do lobo, onde faz o
ribeirão do
feijão, descem por este que tem 
denominação local de rio Jacaré
Grande,
até a barra do ribeirão de Santa Joana
 

  

  

 COMO  MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO:
 

  

  

 Começam no rio Jacaré Grande, onde
deságua o ribeirão
Santa Joana, e vão por aquele abaixo até a barra
do ribeirão do Laranjal, onde
tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE S. CARLOS
 

  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz da séde do MUNICÍPIO de
São Carlos
terá as seguintes divisas internas.
 

  

  

 COM O DISTRITO DE ABATE
 

  

  

 Começam no rio Jacaré Grande, na barra do
ribeirão
Monjolinho, e por este sobem até a foz do
ribeirão do cacau e ainda por este
até a junção de seus dois galhos
principais, continuam pelo espigão
intermediário dessas duas água, indo em
direção da confluência do
córrego da
Fazenda Embaré, no ribeirão Chibarro, pelo qual
descem até a barra do córrego
da Fazenda Aparecida, e por este acima até sua cabeceira
mais setentrional,
alcançando, a seguir, a cabeceira mais meridional do
ribeirão das cabeceiras
que fica na contravertente, e por este abaixo ate a boca do
córrego de Jose
Farmiano:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA EUDOXIA;
 

  

  

 Começam no ribeirão das cabeceiras, na foz do
córrego
de Jose Farmiano. Sobem por aquele ate sua cabeceira, continuam pelo
espigão
que deixa, a esquerda, as cabeceiras do ribeirão da Estiva,
indo alcançar a
cabeceira do córrego da Fazenda Santa Emilia, pelo qual
descem até o ribeirão
das Araras, pelo qual descem até a barra do
córrego da Fazenda Santa Elisa, pelo
qual sobem ate a boca do pequeno correto da fazenda Santo Antonio,
continuam
pelo espigão que contorna as cabeceiras do
córrego da Boa Vista, a esquerda, e
separa as águas do ribeirão dos Negros, a
direita, indo até a barra do córrego
da Matança, também chamando Sitio do quilombo, no
ribeirão Quilombo; 
 

  

  

 IBATÉ:
 

  

  

 O distrito de paz de Ibaté terá as seguintes
divisas
internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA EUDÓXIA:
 

  

  

 Começam no ribeirão das Cabeceiras, na foz do
córrego
dos Olhos Dágua, sobem pelo ribeirão das
Cabeceiras até a barra do pequeno
córrego de Jose Firmiano;
 

  

  

 COMO DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 Começam no ribeirão das Cabeceiras, na foz do
pequeno
córrego de Jose Firmiano, sobem por aquele
ribeirão até sua cabeceira mais
meridional, ganham a cabeceira mais setentrional do córrego
da Fazenda
Aparecida, que fica na contravertente, por este descem até o
ribeirão Chibarro,
pelo qual sobem até a boca do córrego da Fazenda
Embará, continuam pelo espigão
intermediário entre essas duas águas, indo sempre
pelo espigão, ate a forquilha
dos dois galhos principais, formadores do ribeirão do
Can-Can, e por este
abaixo ate sua foz no ribeirão Monjolinho, e por este acima
ainda até o rio
Jacaré Grande.
 

  

  

 SANTA EUDÓXIA:
 

  

  

 O distrito de paz de Santa Eudóxia terá as
seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no ribeirão Quilombo, na foz do
córrego da
Matança, também chamado do Sitio do Quilombo,
seguem pelo espigão que deixa, a
direita, as águas do ribeirão dos Negros, e, a
esquerda, as cabeceiras do
córrego da Fazenda Santo Antonio, no córrego da
Fazenda Santa Elisa, descem por
este ate o ribeirão das Araras, pelo qual sobem
até a boca do córrego da
fazenda Santa Emilia, e por acima até sua cabeceira,
continuando pelo espigão
que contorna as cabeceiras do ribeirão da estiva, indo
até a cabeceira do
córrego de José Firmiano, pelo qual descem
até o ribeirão Cabeceiras;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IBATÊ:
 

  

  

 Começam no ribeirão Cabaceiras, na foz do
córrego de
Jose Firmiano, descem por aquele até a boca do
córrego dos Olhos D’água .
 

  

  

 SÃO JOÃO DA BOA VISTA
 

  

  

 O município de São João da Boa Vista,
comarca do
mesmo nome, constituída  do distrito de paz da sede
e de Cascavel, terá as
seguintes divisas;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA
 

  

  

 Começam no rio Itupeva, na foz do rio Capitinga,
seguem pelo espigão que deixa, a esquerda, as
águas do córrego Santa Teresa, e
vão em demanda da cabeceira mais setentrional do
córrego do Cascalho, e por
este abaixo até rio Jaguari;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALMEIRAS:
 

  

  

 Começam no rio Jaguari, na foz do córrego do
cascalho, descem por aquele até a barra do
córrego do Brejo Limpo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA:
 

  

  

 Começam onde o córrego do Brejo Limpo faz barra
no
rio Jaguari-Mirim, sobem pelo Jaguari-Mirim até o
córrego do Guirra;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE VARGEM GRANDE
 

  

  

 Começam no rio Jaguari-Mirim, onde faz barra o
córrego do Guirra, sobem por aquele até a foz do
córrego do Barreiro, ou
Barreirinho, também chamado de Serraria, vão por
este acima ate a barra do
córrego que vem da Fazenda Monte Alegre, ganham e prosseguem
pelo espigão
fronteiro da margem direita do córrego da Fazenda Monte
alegre até o divisor
das águas do rio verde, a esquerda, e rio Jaguari-Mirim a
direita, divisor pelo
qual continuam até a Serra da fartura, e depois por esta
até frontear a
cabeceira sudoriental do ribeirão Manoel Andrade, que
deságua no rio Fartura
junto a sede da Fazenda do mesmo nome;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE PRATA
 

  

  

 Começam na Serra da Fartura, em frente a cabeceira
sudoriental do ribeirão de Manoel de Andrade, seguem pela
crista da serra e
depois pelo contraforte do Mirante ate encontrar a cabeceira mais
setentrional
do córrego São Bento ou Mirante, e por este
abaixo até o ribeirão do Quartel,
pelo qual sobem até a barra do córrego dos
Anselmos ou da figueira, e por este
acima até a Serra da Cachoeira, por cuja cumiada prosseguem
até atingir o pião
divisor entre as águas dos ribeiros Cachoeira, Ouro e Prata,
já nas divisas com
o Estado de Minas Gerais.
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 

  

  

 Começam no pião divisor entre as águas
dos ribeirões
Prata, Ouro e Cachoeira, nas divisas entre o Estado de São
Paulo e Minas
Gerais, seguem pelo espigão divisor que deixa. A direita, as
águas dos
ribeirões Prata e Cachoeira, e, a esquerda, as do
ribeirão Cocais e córrego do
Óleo, até a cabeceira do córrego
Mamonal ou Buracão, desta cabeceira do Mamonal
ou Buracão prosseguem pelo espigão de sua margem
direita, até o contraforte
entre o mesmo Buracão e o córrego do Pio, e pelo
contraforte até o ribeirão do
Paraíso ou Macuco, em frente à primeira grota da
margem esquerda deste, logo
abaixo da foz do Buracão; atravessam o Macuco e sobem pela
grota até o divisor
de águas do ribeirão Macuco e Jaguari-Mirim;
continuam por este divisor até a
cabeceira do córrego Balbina e por este abaixo
até sua foz no rio
Jaguari-Mirim;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO  DE PINHAL
 

  

  

 (EX-EXPIRITO SANTO DO PINHAL)
 

  

  

 Começam no rio Jaguari-Mirim, onde faz barra o
córrego da Balbina, seguem pelo Jaguari abaixo
até a barra do córrego da
Fazenda de Lourenço Westin, daí prosseguem pelo
espigão que deixa, a esquerda,
as águas deste córrego, e,, a direita, as do
córrego da Fazenda Paraíso, até
alcançar a nascente mais oriental do córrego da
Fazenda de J. Candido Amélia,
procuram desta barra pelo espigão fronteiro, a nascente mais
setentrional do
córrego que desce da fazenda de Chico Ribeiro, pelo qual
descem até o ribeirão
dos Porcos, e vão pelo contraforte ate o
“divortium acquarum” dos rios
Mogi-Guassú e Jaguari-Mirim, continuam pelo
“divortium acquarum” e pelo espigão
entre as águas dos córregos Itupeva e Cachoeira
até a confluência destes dois
cursos formadores do rio Itupeva, prosseguem daí pelo
contraforte da margem
esquerda do córrego do Itupeva, até o divisor de
águas entre o rio Itupeva de
um lado, e rio Orissanga do outro, continuam pelo divisor
até a cabeceira mais
setentrional do córrego Mangaratiba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-GUASSÚ
 

  

  

 Começam no divisor mestre entre as águas do rio
Itupeva, de um lado, e rio Orissanga, do outro, na cabeceira mais
setentrional
do córrego Mangaratiba, afluente do ribeirão do
Orissanga, prosseguem por esse
divisor até entroncar no contraforte divisor das
águas do ribeirão Taquaratam,
de uma lado, e as do rio itupeva, do outro; deste ponto prosseguem pelo
referido contraforte a confluência do ribeirão do
Taquarantan no rio Itupeva
descem pelo rio Itupeva até a barra do rio Capitinga, onde
tiveram inicio estas
divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SÃO JOAO DA BÔA VISTA 
 

  

  

 CASCAVÉL:
 

  

  

 O distrito de paz de cascavel terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do município;
 
  

 Começam na confluência do ribeirão
Itupeva com o córrego da Cachoeira, sobem
por este o córrego da Fazenda Tanquinho, ganham
daí a cabeceira do ribeirão
Imbirussú e por este abaixo até sua foz no rio
Jaguari-Mirim.
 

  

  

 SÃO JOAQUIM
 

  

  

 O município de S. Joaquim, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito da sede e do de Olhos
d’Agua, terá as seguintes
divisas;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUAIRA
 

  

  

 Começam no ribeirão do rosário, onde
deságua o
córrego Esgoto do Brejão, vão por este
acima até sua cabeceira, seguem daqui,
em linha reta, até a cabeceira mais setentrional do
ribeirão do jardim e daí,
ainda em reta, a cabeceira ao lado direita do córrego do
Sucuri, pelo qual
descem até a foz no rio Sapucaí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
 

  

  

 Começam no rio Sapucai, onde desemboca o córrego
do
Sucuri, e vão por aquele acima até a barra do
ribeirão do Retiro da Mata;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARA
 

  

  

 Começam onde o ribeirão do retiro da Mata faz
barra
no rio Sapucaí, e vão PR este acima
até a foz do ribeirão de Santo Antonio;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NUPORANGA
 

  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde deságua o
ribeirão de
Santo Antonio, e vão por este ate a barra do
ribeirão do Morro Cavado;
 

  

  

 COM O MUNCIPIO DE ORLANDIA:
 

  

  

 Começam no ribeirão de Santo Antonio, onde faz
barra
o ribeirão do Morro cavado, sobem por aquele até
a embocadura do córrego das
Palmeiras, e por este acima até a ponte da estrada de
rodagem que do Morro
Cavado vai a estação de Jussara, na Companhia
Mogiana, seguem daqui, em linha
reta, até a nascente mais próxima do
ribeirão do rosário e vão deste ponto
a
procura do divisor das águas do rio Sapucaí com
as do rio Pardo até alcançar a
cabeceira do córrego Bebedouro, seguem pelo
espigão que deixa a esquerda, as
águas deste córrego e, a direita, as do
córrego Corrente, e pelo espigão
continuam até a barra da Invenada do ribeirão do
Rosário;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 

  

  

 Começam onde o córrego da Fazenda Invernada
deságua
no ribeirão do Rosário, e vai por este abaixo
até a barra do Esgoto do Brejão,
onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE S. JOAQUIM
 

  

  

 OLHOS D’AGUA
 

  

  

 O distrito de paz de Olhos d’Água, terá
as seguintes
divisas com o distrito de paz da sede do município:
 

  

  

 Começam no ribeirão do Rosário, na foz
do córrego do Marimbondo, sobem por este
até sua cabeceira e continuam pelo espigão
divisor que deixa, a direita, o
ribeirão da Barra, e, a esquerda, o ribeirão da
Estiva, indo até a embocadura
do primeiro, no rio Sapucaí.
 

  

  

 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São
José dos Campos, comarca do mesmo
nome, constituído dos distritos de paz da sede e dos de
Buquira, Eugenio de
Melo e São Francisco Xavier, terá as seguintes
divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOANÓPOLIS
 

  

  

 Começam na Serra do Guirra, onde cruza com o divisor
da margem direita das águas do ribeirão do
Guirra, seguem pela serra do Guirra,
deixando, a esquerda, as águas do ribeirão do
Moquém, e, à direita, as do
ribeirão do Peixe, até cruzar na Serra no morro
do Selado;
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 

  

  

 Começam na Serra da Mantiqueira, no Pico do Morro do
Selado, prosseguem pela cumiada da Serra dos Poncianos, Santa Barbara e
Queixo
D’Antas, até a extremidade desta ultima, continuam
daí pelo espigão que rodeia
as cabeceiras do rio Preto Pequeno, até a extremidade sul da
reta do rumo
aproximadamente norte, que vem do divisor entre as águas do
rio Sapucaí-Mirim e
córrego Guarda Velha; 
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SAPUCAÍ
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Preto
Pequeno e as do ribeirão dos Pilhões, onde este
é cortado pela reta de rumo
aproximadamente norte, que vem do divisor de águas do rio
Sapucaí-Mirim e
córrego Guarda deste ponto, continuam pela Serra da
Mantiqueira, até a
cabeceira mais ocidental do ribeirão do Barreiro;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPOS JORDÃO
 

  

 Começam na
Cordilheira da Mantiqueira, na cabeceira
mais ocidental do ribeirão Barreiro, seguem pela crista da
cordilheira, até o
pião divisor dos rios Buquira, Piracuama e
ribeirão Bôa Vista;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TREMEMBÉ
 

  

  

 Começam na Serra da Mantiqueira, no pião divisor
pelos rios Buquira, Piracuma e ribeirão Boa Vista, e, por
este seguem pelo
divisor entre as águas do rio Buquira,  direita, e
as do rio Paraíba, a
esquerda, ate a cabeceira do ribeirão Pinheirinho, na serra
do Palmital;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAUBATÉ
 

  

  

 Começam na Serra do Palmital, na cabeceira maus
setentrional do córrego Pinheirinho e pela serra Palmital
continuam até a
cabeceira mais setentrional do ribeirão Santa Cruz;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA
 

  

  

 Começam na Serra do Palmital, na cabeceira mais
setentrional do córrego da Santa Cruz, continuam pela Serra
até a cabeceira
mais setentrional do ribeirão do Tuvú, pelo qual
descem até a barra do córrego
da fazenda de J. Carvalho, prosseguem pelo espigão entre as
águas do ribeirão
do Tuvú, a esquerda, e as do rio Buta, a direita,
até a barra do rio Buta, no
rio Paraíba, pelo qual descem até o rio da
Divisa; sobem pelo rio da Divisa,
até sua cabeceira mais meridional, na Serra do Jambeiro;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO;
 

  

  

 Começam na Serra do Jambeiro, na cabeceira mais
meridional do rio da Divisa, continuam pela serra do Jambeiro, na
cabeceira
mais meridional do rio da Divisa, continuam pela Serra do Jambeiro,
divisora
das águas dos rios Capivari e Paraíba, em demanda
da cabeceira mais oriental do
rio das Pedras, pelo qual descem até sua barra do rio
Varador;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO
 

  

  

 Começam na Serra do Jambeiro, na cabeceira mais
meridional do rio da Divisa, continuam pela Serra do Jambeiro, divisora
das águas
do rios Capivari e Paraíba, em demanda da cabeceira mais
oriental do rio das Pedras,
pelo qual descem até sua barra no rio Varador;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACAREÍ
 

  

  

 Começam na barra do rio das Pedras, no rio Varador,
alcançam e prosseguem pelo divisor que deixa, a direita, as
águas dos rios
Pádua e Serimbura, em demanda da cabeceira mais oriental do
rio Comprido,
cabeceira esra que nasce cerca de 2 quilometros a teste da fazenda de
Bôm
Jardim, descem pelo rio Comprido até sua barra no rio
Paraiba, pelo qual descem
até a cachoeira do Poço, alcançam o
espigão divisor das aguas dos rios Paraíba,
pelo qual prosseguem em demanda da confluencia do ribeirao Pinheiros,
no rio
Jaguari e por este sobem até a barra do ribeirao do
Patricio, e por este ainda
até sua cabeceira mais ocidental, caminham pelo
espigão fronteiro entre as
aguas do ribeirao Piuva, a direita, e as do Jaguari, a esquerda,
até cruxar o
contraforte que morre na confluência do ribeirão
Piúva com o rio do Peixe;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL:
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Jaguarí, à
esquerda, e as do rio do peixe, a direita, no ponto onde cruza o
contraforte
que morre na confluência do ribeirão
Piúva e rio do Peixe, caminham pelo
contraforte ate a referida confluência sobem pelo rio do
Peixe até o ribeirão
da Fartura e por este acima ate a barra do ribeirão Alegre e
desta confluência
alcançam e prosseguem pelo divisor entre as águas
do ribeirão dos Machados, a
esquerda, e as dos ribeirões Alegre e do Guirra, a direita,
até a Serra de
Guirra onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS:
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO terá as
seguintes internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO FRANCISO XAVIER:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão da
Fartura, continuam pelo espigão
que deixa, à esquerda, as águas do mesmo rio do
Peixe, e, à direita, as do rio
Turvo, passam pelo alto do Morro do Jacu, e ainda até o
ponto em que o espigão
é cortado pela estrada que vem da ponte do
Basílio;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUQUIRA:
 
  

  

 Começam no alto do espigão que deixa,
à direita, as águas do rio Turvo, e, à
esquerda, as do rio do Peixe, no ponto em que ele é cortado
pela estrada que
vem da ponte do Basílio, seguem pelo eixo dessa estrada
até o rio Turvo e
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda,
deste rio, e, a direita, o rio
Buquira, indo até a barra do córrego da fazenda
da Lapa neste rio, seguem pelo
espigão que deixa, a esquerda, as águas do
córrego referido, indo até o alto da
Serra do Palmital, em frente da cabeceira mais setentrional do
córrego do Tuvú.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE EUGENIO DE MELO:
 
  

  

 Começam no rio Paraíba, na foz do
ribeirão Buta, sobem pelo primeiro até a
barra do córrego da Lagoa dos Vezdos, sobem por este
até sua cabeceira,
alcançam a Lagoa citada, que atravessam em demanda da barra
do ribeirão do
Cajurú no ribeirão Pararangaba, seguindo pelo
espigão intermediária a essas
águas até a Serra do Jambeiro.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BUQUIRA:
 
  

  

 O distrito de paz de Buquira terá as seguintes divisas
internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no alto da Serra do Palmital, em frente à
cabeceira mais setentrional
do ribeirão do Tuvu, seguem pela crista da Serra e pelo
espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego da fazenda da Lapa,
indo até a boca deste, no rio
Buquira, continuam pelo espigão fronteiro em demanda do
divisor que deixa, à
esquerda, as águas do rio Buquira, e, à direita
as do rio Turvo, e por este
último espigão caminham até a ponte
sobre o rio Turvo, na estrada que vem da
ponte do Basílio, seguem pelo eixo da mesma estrada
até o alto do espigão que
deixa, à direita, as águas do rio Turvo e
à esquerda, as do rio do Peixe;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SÃO SEBASTIÃO XAVIER:
 
  

  

 Começam no alto do espigão que deixa,
à direita, as águas do rio Turvo, e, a
esquerda, as do rio do Peixe, no ponto em que ele é cortado
pela estrada de
rodagem que vem da ponte do Basílio, seguem pelo
espigão até atingir o espigão
mestre entre as águas do rio do Peixe, a esquerda, e as do
rio Buquira, a
direita, indo até a Serra ou Queixo da Anta, já
nas divisas com o Estado de Minas
Gerais;
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE
EUGENIO DE MELO
   

  

 O distrito de paz de
Eugenio de Melo terá as
seguintes internas, com o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 de São
José dos
Campos; 
 
  

 Começam na Serra do Jambeiro, no seu cruzamento como
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão do
Cajurú, e, à direita, as do ribeirão
Pararungaba, continuam por este ultimo espigão
até a confluência dessas duas
águas, vão daí em demanda da Lagoa dos
Veados, que atravessam, alcançam a
cabeceira do córrego do mesmo nome e por ele descem
até o rio Paraíba, e por
este abaixo ate a barra do ribeirão Butá,
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE S. FRANCISCO XAVIER:
 

  

  

 O distrito de paz de
São Francisco Xavier terá as
seguintes divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUQUIRA:
 

  

  

 Começam na Serra do Queixo da Anta, nas divisas com o
Estado de Minas Gerais, onde ela cruza como espigão mestre
entre as águas do
rio do Peixe, a direita, e as do rio Buquira, a esquerda, seguem por
este
ultimo divisor, continuam pelo espigão que deixa, a direita,
as águas do rio do
Peixe, e a esquerda, as do rio Turvo, até o ponto em que ele
é cortado pela
estrada de rodagem que vem da ponte do Basílio;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no alto do espigão que deixa,
à direita, as
águas do rio do Peixe, e, a esquerda, as do rio Turvo, no
ponto em que ele é
cortado pela estrada de rodagem que vem da ponte do Basílio,
seguem pelo
espigão, passam pelo alto do morro do Jacu, indo
até a barra do ribeirão da
Fartura no rio do Peixe.
 

  

  

 SÃO JOSE DO RIO PARDO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São Jose do Rio
Pardo, comarca do
mesmo nome, constituído do distrito da sede e do de
Sapecado, terá as seguinte
divisas;
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE MOCÓCA
   

  

 Começam no
rio Pardo, onde faz barra o rio Verde,
sobem por aquele até a foz do córrego da Uzina,
sobem por este até sua
cabeceira e prosseguem pelo espigão divisor da margem
esquerda do ribeirão da
Prata, em demanda da barra do córrego da Fazenda Riachuelo,
ao ribeirão da
Prata, sobem por aquele córrego até sua
cabeceira, alcançam o espigão entre as
águas do rio Pardo, a direita, e as do rio Canoas, a
esquerda, seguem pelo
espigão contornando as vertentes do ribeirão
Claro e as do ribeirão Tobaca,
separando-as, as vertentes do ribeirão da Bocaina,
até o espigão divisor da
margem esquerda do ribeirão Jose Eugenio, que passa junto a
estação do mesmo
nome, da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABIRATIBA:
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Pardo , a
direita, e as do rio Canoas, a esquerda, no ponto de entroncamento como
divisor
da margem esquerda do ribeirão José Eugenio,
seguem pelo espigão que deixa, a
direita, as águas deste ultimo curso, até
encontrar a nascente mais ocidental
do córrego da Divisa, pelo qual descem até o rio
Guaxupé e por este abaixo até
o rio Pardo, e por este acima até a barra do
ribeirão das Areias;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CACONDE;
 

  

  

 Começam no rio Pardo, onde desemboca o ribeirão
Aerias, sobem pelo rio até a barra do córrego do
Cruzeiro, pelo qual sobem até
sua cabeceira mais meridional alcançam a barra do
córrego do Sinal Geodésico no
ribeirão Vargem Grande, e continuam pelo contraforte que
deixa, a esquerda, as
águas daquele córrego, e prosseguem pelo
espigão da margem direita do córrego
da Divisa até a barra do afluente mais meridional no
córrego da Divisa vão daí,
em reta, de rumo oeste-leste, até o espigão da
margem esquerda do ribeirão
Quebra Machado, vão desse ponto em reta, a cabeceira do
pequeno córrego da
margem esquerda, do ribeirão Santo Antonio, que desemboca,
cerca de 31/2 kms.
Abaixo da sede da fazenda de D. Ana, descem pelo córrego
até sua barra no
ribeirão Santo Antonio e por este sobem até a foz
do seu afluente da margem
esquerda, que deságua cerca de 2 kms, abaixo da sede da
fazenda D. Ana, vão
dessa foz pelo contraforte entre as águas do
ribeirão Santo Antonio, a direita,
e as de Cubatão, a esquerda, até entroncar com a
Santa da Fumaça;
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS;
 

  

  

 Começam na Serra da Fumaça, no entroncamento com
o
contraforte que deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão Santo Antonio, e a
direita, as do córrego Cubatão, seguem, pela
crista da Serra até seu cruzamento
com a Serra do Boqueirão;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GRAMA:
 

  

  

 Começam na Serra da Fumaça, onde esta cruza com a
Serra do Boqueirão e vão pela crista desta,
até o espigo da margem direita do
rio São Domingo e por este caminham até a ponte
da estrada de rodagem que de
Grama vai ao Sapecado, sobre o rio São Domingos, descem pelo
rio São Domingos
até a barra do córrego das Almas, prosseguem pelo
espigão que deixa, à direita,
as Águas do córrego do Pouso Frio até
a barra do córrego Lindeiro ou da
Angolinha, naquele córrego, seguem pelo espigão
que deixa, à esquerda, as águas
do córrego Angolinha e as do córrego do Cel.
Avelino, em demanda da barra do
córrego do capado no rio da fartura, pelo espigão
entre este ultimo córrego, a
direita, e o córrego de Arlindo Baptista, a esquerda,
até o divisor entre as
águas do rio Fartura, a esquerda, e as dos
ribeirões Doce Macacos e Água;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA:
 

  

  

 Começam no divisor entre as águas do rio Fartura,
à
direita, e as dos ribeirões Doce, Macacos e Água
Fria, no seu ponto de
cruzamento com o espigão entre as águas do
córrego da fazenda Barão e as do
córrego de Arlindo Baptista, segue, por aquele divisor
até cruzar o espigão
entre as águas do ribeirão dos Macacos e as do
ribeirão Água Fria, e por este
prosseguem até a cabeceira mais oriental do
córrego dos Macacos e por este
descem até a rodovia estadual, cerca de
 
 1
quilômetro
 
 ao porte
da Estação de Eng. Robe, vão
daí novamente, pelo espigão entre as
águas dos
ribeirões dos Macacos e Água Fria, até
a cabeceira do primeiro córrego que
desemboca na margem direita do rio Verde, acima do ribeirão
Água Fria, descem
por esse córrego até sua barra no rio Verde, por
este abaixo até o rio Pardo,
onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE S. JOSÉ DO RIO PARDO:
 

  

  

 SAPECADO (EX-ESPIRITO STO. DO RIO PEIXE):
 

  

  

 O distrito de paz de Sapecado, ex-Espírito Santo do
Rio do Peixe, terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da séde
do 
 

 município
 

 de São
José do Rio Pardo:
 
  

 Começam na confluência do córrego do
Pouso Frio com o córrego Angolinha,
continuam pelo espigão que deixa à direita, as
águas daquele córrego até a
barra do córrego da Boa Vista no rio do Peixe, atravessam
este rio e ganham o
divisor que deixa, à direita, as águas do Boa
Vista, e, à esquerda, as do
córrego Caracol, indo, pelo espigão,
até a barra do córrego da fazenda
Fortaleza no rio Pardo.
 

  

  

 SÃO LUIZ DO PARAITININGA
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São Luiz do
Paraitinga, comarca do
mesmo nome, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE REDENÇÃO:
 

  

  

 Começam no rio Paraitinga, na barra do córrego do
Bastos, sobem por este até sua cabeceira e continuam pelo
espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Turvo, e, à esquerda, as
do ribeirão do Afonso, até
alcançar o alto do Carapeva:
 

  

  

 COM O MUNICÍPO DE TAUBATÉ:
 

  

  

 Começam no alto do Carapeva, seguem pelo espigão
que
deixa, à direita, as águas do rio Turvo, e
ribeirão da Serra, e, à esquerda, as
do ribeirão das Almas até cruzar na Serra Quebra
Cangalha:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINDAMINHANGABA:
 

  

  

 Começam na Serra Quebra Cangalha, onde esta cruza o
espigão divisor das águas do rio Turvo e
ribeirão da Serra, à direita, e, à
esquerda, as do rio das Almas, seguem pela crista daquela
até cruzar com o
divisor que deixa, à esquerda as águas do
córrego Santa Tereza, e, à direita,
as do córrego dos Campos da Vargem;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE APARECIDA
 
  

  

 Serra, à direita, e, à esquerda, as do rio das
Almas,
seguem com o espigão que deixa, à esquerda, as
águas do córrego Santa Tereza,
afluente do rio Pirapitingui, e, à direita, as do
córrego dos Campos da Vargem
Grande, seguem pela crista da Serra até frontear a cabeceira
mais setentrional
do ribeirão Pinheirinhos;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CUNHA:
   

  

 Começam na
Serra Quebra Cangalha, onde ela cruza
cabeceira do ribeirão Pinheirinhos, descem por este
até o rio Paraitinga e
prosseguem pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira
mais setentrional do
ribeirão dos Pintos e por este descem até sua
barra no rio Paraitinga e por
este acima até a barra do rio Jacuí ou
Taboão, continuam pelo divisor que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
do Chapéu e do ribeirão da Pinga, e, à
esquerda, as do ribeirão Grande, ou
Aparição, em demanda da barra deste
último,
no rio Paraibuna, atravessam este rio e continuam pelo divisor que
deixa, à
esquerda, as águas do rio Paraibuna, até a crista
da cordilheira do Mar;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UBATUBA:
 
  

  

 Começam no alto da cordilheira do Mar, onde ela cruza
com o espigão da margem esquerda do rio Paraibuna a que
finda na confluência
deste rio com o ribeirão Grande, continuam pela crista da
cordilheira até
cruzar o espigão que leva à barra do
ribeirão da Prata no rio Paraibuna;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
NATIVIDADE:
 
  

  

 Começam no alto da cordilheira da Mantiqueira onde
ela cruza com o espigão que leva à barra do
ribeirão da Prata, no rio
Paraibuna, seguem por este último espigão
até a referida confluência, continuam
pelo divisor que deixa, à direita, as águas do
ribeirão da Prata, e, à
esquerda, as do ribeirão Barra Mansa, e pelo
espigão mestre entre às águas do
rio Chapéu, à direita, e as do rio Peixe,
à esquerda, em demanda da cabeceira
do córrego do Indaiá, pelo qual descem ao rio
Paraitinga e por este acima até a
boca do córrego do Bastos, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  
 

  

 SÃO MANOEL
 

  

  
 

  

 O 
 

 município
 

 de São Manuel,
comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da sede dos de
Água do Rosa (ex-Aparecida de
Água Rosa). Areopolis e Prata terá as seguintes
divisas.
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE LENÇÓIS:
   

  

 Começam no
ribeirão Palmital na confluência, do
córrego da Fazenda Palmital, daí ganham o
espigão fronteiro prosseguindo por
êste e pelo que contorna as cabeceiras do córrego
Floresta, pelo qual descem
até o rio Claro, subindo por êste até a
barra do córrego das Corujas, sobem por
êste até sua cabeceira mais oriental, continuam
pelo espigão que deixa à
esquerda, as águas do ribeirão Fartura, e,
à direita, as do ribeirão da Areia
Branca, atingem a cabeceira mais meridional do córrego do
Vicente, descem por
êste até o ribeirão da Areia Branca e
continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas deste último, em demanda da
barra do córrego da Grama, que
nasce cerca de um km. a oeste da estação de
Paranhos, no rio Lençóis, e descem
pelo Lençóis até a embocadura do
córrego da Iara;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOCAIUVA:
 
  

  

 Começam no rio Lençóis, na foz do
córrego da Iara
descem pelo rio até a confluência do rio Paraizo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRA
BONITA:
 
  

  

 Começam na confluência do rio
Lençóis, com o rio
Paraizo, alcançam o espigão divisor de
águas do rio Tietê, à esquerda, e rio
Paraizo, à direita, prosseguem pelo espigão em
demanda da barra do primeiro
córrego ao sul da fazenda Natal, que cruza a estrada de
rodagem de Barra Bonita
à Estação de Rodrigues Alves no
ribeirão da Posse, sobem pelo córrego
até sua
nascente mais oriental, vão daí, em reta, a
nascente mais ocidental do córrego
do Saltinho, descem por êste até sua barra no rio
Tietê, e por êste acima até a
boca do ribeirão da Água Vermelha;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MINEIROS:
 
  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
ribeirão da Água
Vermelha, e vão por aquêle acima até a
fóz do ribeirão de Mauricio Machado.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS:
 

  

  

 Começam
no rio Tietê, na barra do ribeirão de
Mauricio Machado e sobem por aquêle até a boca do
córrego da Pedra do Cerrito:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ:
 

  

  

 Começam no rio Tietê, na barra do
córrego da Pedra do
Cerrito, sobem por êste até sua cabeceira e
continuam pelo divisor que deixa, a
esquerda, as águas do rio Tietê, e, à
direita, as do rio Araquá, indo até a
barra do córrego Ferraz, neste último, sobem pelo
Araqua até a barra do
ribeirão das Agulhas, continuam por êste acima
até o córrego da Divisa e por
êste ainda até sua cabeceira mais meridional,
prosseguem pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do ribeirão
da Prata e, à esquerda, as do rio
Araquá, até entroncar no espigão
mestre entre as águas do ribeirão da Prata e
rio Pardo prosseguem pelo espigão mestre até
alcançar a cabeceira mais oriental
do rio da Prata, pelo qual descem até a barra do
córrego da Jacu, sobem pelo
córrego do Jacu até a barra do córrego
do Poente, e por êste acima até sua
cabeceira, daí alcançam e continuam pelo
espigão mestre Rio Claro-rio Pardo até
a cabeceira mais oriental do ribeirão Palmital, descendo por
êste até a barra
do córrego da Fazenda Palmital, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE SÃO MANUEL:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de São
Manuel
terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA PRATA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas dos rios
Tietê, ao norte, e Pardo, ao sul, no pião divisor
entre as cabeceiras dos rios
Araqua, Claro e Faxinal, ganham a cabeceira do córrego da
Santa Cruz do
Guarantar, pelo qual descem até o rio Claro e vão
por êste abaixo até a boca do
córrego da Fazenda da Rosa, pelo qual sobem, pelo seu galho
de oeste, até sua
cabeceira mais setentrional;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ÁGUA DA ROSA:
 

  

  

 (EX-APARECIDA DA ÁGUA DA ROSA)
 

  

  

 Começam na cabeceira mais setentrional do galho de
oeste do córrego da Fazenda da Rosa, atingem a cabeceira
mais meridional do
ribeirão da Areia Branca, descem por êste
até a barra do pequeno córrego do
Cordeiro e vão por êste acima até sua
cabeceira, continuam pelo espigão que
deixa, à esquerda, a Água da Rosa, e,
à direita, o córrego de Santo Antonio, indo
até a fóz daquela no rio Paraizo, descem por
êste até a embocadura do córrego
de C. Martins, pelo qual sobem até sua cabeceira,
vão daí, a rumo, à cabeceira
da Água da Figueira;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AREÓPOLIS:
 

  

  

 Começam na cabeceira da Água da Figueira, seguem
pelo
espigão que deixa, à esquerda, esta
água, e, à direita, o rio Paraizo, indo
até
a barra daquele, neste rio, continuando pelo Paraizo abaixo
até sua embocadura
no rio Lençóis;
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ÁGUA DA ROSA:
 

  

  

 (EX-APARECIDA DA ÁGUA DA ROSA)
 

  

  

 O distrito de paz de Aparecida da Água da Rosa, cujo
nome se simplifica para Água da Rosa, terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARNÓPOLIS:
 

  

  

 Começam no espigão mestre
Claro-Lençóis em frente à
cabeceira do córrego do Vicente, atinente do
ribeirão Areia Branca, seguem pelo
espigão em demanda da barra do córrego do Bom
Sucesso, neste último ribeirão,
continuam em reta até a cabeceira da Água da
Figueira;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam na cabeceira da Água da Figueira, seguem
a
rumo em demanda da cabeceira do córrego de G. Martins, pelo
qual descem até o
rio Paraizo e por êste acima até a boca da
Água da Rosa, continuam pelo espigão
que deixa, à direita, esta última, e à
esquerda, as águas do rio Paraizo e
córrego de Santo Antonio, até alcançar
a cabeceira do pequeno córrego do
Cordeiro, pelo qual descem até o ribeirão da
Areia Branca, subindo por êste até
sua cabeceira mais meridional, indo depois à cabeceira mais
setentrional do
galho de oeste do córrego da Fazenda da Rosa;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PRATA:
 

  

  

 Começam na cabeceira mais setentrional do galho de
oeste do córrego da Fazenda da Rosa, continuam pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do rio Claro, e, à direita, as
do ribeirão dos Quatis, indo
até a barra deste naquele e descem pelo rio Claro
até a boca do córrego das
Corujas;
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE AREÓPOLIS;
 

  

  

 O distrito de paz de Areópolis terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no rio Lençóis, na barra do
rio Paraizo,
sobem por êste a embocadura da Água da Figueira,
continuam pelo espigão que
deixa, à direita, esta última, e, à
esquerda, o rio Paraizo, indo até a
cabeceira da citada Água da Figueira:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ÁGUA DA ROSA:
 

  

  

 (EX-APARECIDA DA ÁGUA DA ROSA)
 

  

  

 Começam na cabeceira da Água da Figueira,
vão daí, em
reta, até a barra do córrego do Bom Sucesso, no
ribeirão da Areia Branca, e
prosseguem pelo espigão em demanda do espigão
mestre Claro-Lençóis, até
frontear a cabeceira do córrego do Vicente, afluente do
mesmo Areia Branca;
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PRATA:
 

  

  

 O distrito de paz de Prata terá as seguintes divisas
internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ÁGUA DA ROSA:
 

  

  

 (EX-APARECIDA DA ÁGUA DA ROSA)
 

  

  

 Começam no rio Claro, na fóz do
córrego das Corujas,
sobem pelo rio até a barra do ribeirão dos
Quatis, continuam pelo espigão
intermediário a êsses dois cursos até a
cabeceira mais setentrional do galho de
oeste do córrego da fazenda da Rosa;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam na cabeceira mais setentrional do galho de
oeste do córrego da Fazenda da Rosa, descem por
êste até o rio Claro e por êste
acima até a boca do córrego da Santa Cruz, do
Guarantan, pelo qual sobem até
sua cabeceira, ganhando por fim o espigão mestre entre as
águas do rio Tietê,
ao norte, e as do rio Pardo, no sul, no pião divisor entre
as cabeceiras dos
rios Araqua, Claro e Faxinal.
 

  

  
 

  

 O distrito de paz de
Prata, com a área acima
descrita, é, nesta data, transferido do MUNICÍPIO
de Botucatu para São Manuel.
 

  

  

 SÃO MIGUEL ARCANJO
 

  

  

 O
 

 município
 

 de São Miguel
Arcanjo, comarca de
Itapetininga, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPETINIGA:
 

  

  

 Começam no
rio Turvo, onde desagua o ribeirão
Cachaça, sobem por êste até sua
cabeceira, vão daí, em reta, à
cabeceira do
córrego dos Almeidas, pelo qual descem até sua
foz no ribeirão Grande; vão daí,
em reta, ao alto do Morro Grande, prosseguem pelo espigão
divisor de águas dos
ribeirões Lagoão, à direita e,
Mandiocal, à esquerda, em demanda da barra do
ribeirão do Lagoão no ribeirão
Açude; desta barra vão em reta à barra
do
ribeirão da Santa Cruz das Matas no rio Laranja Azeda, sobem
por aquele até sua
cabeceira mais oriental, do braço da esquerda, ganham o
espigão mestre Laranja
Azeda-Soares, e vão em demanda da barra do
ribeirão Laurinhos no ribeirão do
Soares, sobem por êste até a barra do
ribeirão do Pulador;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PILAR:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão do Pulador no
ribeirão
do Soares, sobem pelo ribeirão do Pulador e pelo
córrego Tapuruca até sua
cabeceira meridional, vão daí, em reta,
à confluência do Ribeirãozinho no
ribeirão da Borda, sobem pelo ribeirão da Borda
até sua cabeceira meridional,
vão ao espigão que separa as águas do
ribeirão Guarupú, à direita, e as do
ribeirão Alegre, à esquerda, caminham por
êste espigão até a Serra do
Paranapiacaba,
prosseguem pela Serra em demanda da cabeceira do córrego da
Cabeça Branca, pelo
qual descem até sua barra no ribeirão Pico Grande;
 

  

  

 COM O MUNCÍPIO DE PIEDADE:
 

  

  

 Começam na barra do córrego Cabeça
Branca no ribeirão
Pico Grande prosseguem pelo contraforte da margem direita do
ribeirão Pico
Grande até a Cordilheira de Paranapiacaba, pela qual
caminham até a Serra do
Inferno;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE XIRIRICA:
 

  

  

 Começam na cordilheira do Paranapiacaba no cruzamento
com a Serra do Inferno, divisora da margem esquerda do rio
Travessão, seguem
pela crista da cordilheira que tem ai o nome local de Serra Grande,
até a
cabeceira mais meridional do rio Guapiara.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO:
 

  

  

 Começam na cordilheira do
Paranapiacaba na cabeceira mais meridional do rio Taquaral pelo qual
desce o
até a barra do ribeirão Brejauva e por este acima
até sua cabeceira, ganham a
cabeceira mais meridional do ribeirão Laranja Azeda e por
este abaixo até o rio
Turvo e por este ainda até a boca do ribeirão da
Cachaça, onde se iniciaram
estas divisas.
 
  

  

 SÃO PEDRO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São Pedro,
comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz da
séde e do de Santa
Marta passa a ter as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS:
 

  

  

 Começam
no rio Piracicaba,
onde faz barra o córrego da Pedra de Amolar, sobem por este
até sua cabeceira
mais setentrional e continuam pelo espigão que deixa, a
direita, as águas do
ribeirão Serelepe e a esquerda, as do ribeirão
Turvo até a cabeceira mais
oriental do ramo da esquerda do córrego do Morro Chato;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TORRINHA:
 

  

  

 Começam no espigão divisor
de águas dos ribeirões Serelepe e Turvo, na
cabeceira mais oriental do córrego
Morro Chato, seguem pelo eixo do espigão até aos
aparados da Serra de São Pedro
e por estes continuam até encontrar o galho mais ocidental
do córrego da
fazenda da Boa Esperança, sobem por esta água
até o cume da Serra, ganham a
cabeceira do córrego dos Bicudos, e por este abaixo
até o ribeirão Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS:
 

  

  

 Começam na barra do córrego
dos Bicudos no ribeirão Grande e sobem por este
até a barra do córrego do
Recreio, e por este acima até sua cabeceira, vão
em reta a foz do córrego
Geriva no ribeirão dos Tintos, pelo qual sobem
até a sua cabeceira mais
oriental, indo em reta até o aparado da Serra onde esta
cruza com o divisor
entre as águas do ribeirão Pinheirinhos, a
esquerda, e rio Passa Cinco, à
direita;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA:
 

  

  

 Começam nos aparados da
Serra do Itaquerí, onde esta cruza com o espigão
que deixa, a esquerda, as
águas do ribeirão Pinheirinhos, e, a direita, as
do rio Passa Cinco, seguem
pelos aparados da Serra até encontrar a cabeceira mais
ocidental do galho da
esquerda do ribeirão Água Vermelha;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA:
 

  

  

 Começam nos aparados da
Serra Itaqueri junto a cabeceira, mais ocidental do galho da esquerda
do
ribeirão da Água Vermelha, seguem pelo
espigão que separa as águas deste, a
leste, das do córrego do Macuco ou Querozene, a oeste,
até a barra do córrego
da Xarqueada, que nasce junto a esta localidade, no córrego
do Macuco ou
Querozene, descem por este até sua barra no rio
Araquá, e vão, daqui em reta a
barra do córrego da fazenda Glória no
ribeirão do Paiol, sobem pelo córrego da
Glória até a barra do córrego
Cascatinha, e por este acima até a sua cabeceira
mais meridional, ganham a cabeceira do galho do ribeirão
Limoeiro que fica na
contravertente, por ele descem até o rio Guacicaba e por
este abaixo até a
barra do córrego do Ronca:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAMBOIA:
 

  

  

 Começam no rio Piracicaba,
onde desagua o córrego do Ronca e descem por aquele
até a barra do córrego da
fazenda Ondas Grandes:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ:
 

  

  

 Começam onde o córrego da
fazenda Ondas Grandes faz barra no rio Piracicaba, descem por este
até a
confluência do córrego Pedra de Amolar, onde
tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SÃO PEDRO
 

  

  

 SANTA MARIA
   

  

 O distrito de paz de
Santa Maria terá as seguintes
divisas internas com o MUNICÍPIO de São Pedro:
 
  

 Começam no rio Piracicaba, na fóz do
ribeirão Tabaranas e vão por este acima
até
a boca do córrego do Inferno, seguem pelo espigão
intermediário entre as duas
águas até atingir o aparado da Serra de
São Pedro, na ponta mais meridional do
contraforte da fazenda Algodão.
 

  

  

 SÃO PEDRO DO TURVO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São Pedro do
Turvo, comarca de Santa
Cruz do Rio Pardo, constituído do distrito de paz da
séde e do de Caçador, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BELA VISTA
 

  

  

 (Ex-Campos Novos)
 

  

  

 Começam no espigão Mestre Novo-São
João, em frente a
cabeceira do córrego do Pântano, seguem pelo
espigão mestre até frontear a
cabeceira do córrego do Estevão:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GARÇA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Novo São
João, em frente a
cabeceira do córrego do Estevão, descem por este
até o ribeirão Santo Inácio
caminham por este acima até a fóz do
córrego da Mombuca, pelo qual sobem até
sua cabeceira, vão daí em reta, a barra do
córrego Comprido no rio de São João:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GÁLIA:
 

  

  

 Começam no rio São João na
fóz do córrego Comprido
(...) córrego do Veado e continuam por este acima
até sua cabeceira, ao espigão
mestre São João-Alambarí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Alambari-São
João, em
frente à cabeceira do córrego do Veado, seguem
pelo espigão mestre até a fóz do
córrego da Paiol, no rio Alambari.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
 

  

  

 Começam no rio Alambari, na fóz do
córrego do Paiol,
descem pelo primeiro até o rio Turvo, e por este ainda
até a ponte da estrada
de rodagem que da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, vai à
de Salto Grande;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OURINHOS:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na ponte da estrada de rodagem
que da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo vai o de Salto Grande, e
continuam
Turvo abaixo ate a barra de ribeirão Grande;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALTO GRANDE:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do ribeirão Grande,
continuam pelo divisor que deixa, à direita, as
águas deste ultimo, e, a
esquerda as do córrego Fundo e ribeirão da
Limeira, ganham o espigão mestre
Novo-São João, pelo qual caminham até
frontear a cabeceira do córrego do
Pântano, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SÃO PEDRO DO TURVO:
 

  

  

 CAÇADOR:
 

  

  

 O distrito de paz de Caçador terá as seguintes
divisas com o distrito de paz da séde do
MUNICÍPIO de São Pedro do Turvo:
 
  

 Começam no rio Alambari, na foz do Ribeirão
Bonito, seguem pelo espigão
fronteiro em demanda da cabeceira do córrego da Areia
Branca, e por este abaixo
até o rio São João, descem por este
até a boca do córrego Taquaral,
prosseguindo por este acima até sua cabeceira e
daí pelo espigão, a barra do
córrego do Estevão, no rio de Santo
Inácio.
 

  

  

 SÃO ROQUE
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São Roque,
comarca do mesmo nome,
constituído do distrito da séde e dos de
Araçariguama e Mainrique, terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÚ:
 

  

  

 Começam onde o córrego de Mato Dentro desagua no
rio
Pirajibu, seguem pelo espigão que deixa, à
direita, as águas daquele córrego e
Olhos Dágua e as do ribeirão dos Cristais, e,
à esquerda, as do ribeirão do
Varjão, até encontrar a nascente mais ocidental
do rio Apotribú ou Potribú de
Cima, situada cerca de um km. ao norte da estação
de D. Catarina, no ramal de
Itu, da Estrada de Ferro Sorocabana, descem pelo rio
Apotribú até o rio Tietê;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CABREÚVA:
 

  

  

 Começam onde o ribeirão do Potribu de Cima
desagua no
rio Tiete e vão por este acima até a barra do rio
Jundiuvira:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PARANAIBA:
 

  

  

 Começam no rio Tietê, onde desemboca o rio
Jundiuvira
e vão por aquele acima até a barra do
ribeirão Cavetá, sobem por este e pelo
ribeirão do Paiol até a barra do
ribeirão Curuquara, prosseguem pelo divisor entre
estas duas águas até encontrar com o
espigão do rio Tietê e São
João ou
Barueri, em frente a cabeceira do córrego do
Sabiá.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COTIA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Barueri
ou São João
onde este entronca com o divisor das águas dos
ribeirões Paiol e Curuquara, em
frente a cabeceira do córrego do Sabiá, descem
por este até o ribeirão São
João
ou Barueri, sobem por este até a foz do córrego
da Viuva Maria Coelho e
prosseguem pelo espigão fronteiro em demanda da Serra de
São João, por cuja
cumiada seguem até a nascente mais setentrional do
ribeirão da Vargem Grande,
pelo qual descem até sua foz no rio Soroca-Mirim:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UNA:
 

  

  

 Começam onde o ribeirão da Vargem Grande desagua
no
rio Sorocá-Mirim, descem por este até a barra do
ribeirão Ponte Lavrada, seguem
pelo espigão até a cabeceira mais setentrional do
córrego da Represa, e por
este a represa do rio Sorocaba e por esta abaixo até a barra
do córrego Carafá:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA:
 

  

  

 Começam na represa do rio Sorocaba, na barra do
córrego Carafá e vão por este acima
até sua cabeceira transpõem o espigão
em
demanda da cabeceira mais meridional do rio Pirajibú e por
este abaixo até a
barra do córrego de Mato Dentro, onde tiveram inicio estas
divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE S. ROQUE
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da séde do 
 

 município
 

 de São Roque
terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MAIRINQUE:
 

  

  

 Começam no rio Sorocá-Mirim, na fóz do
córrego Santo
Inácio, sobem por este até sua cabeceira,
continuam pelo espigão em demanda da
cabeceira do córrego da Capela da Santa Cruz pela qual
descem ao ribeirão Ponte
Lavrada da Campina e pelo espigão fronteiro que deixa, a
direita, as águas do
rio Putribú de Baixo, e, a esquerda, as do rio Sorocaba,
prosseguem até a cabeceira
do córrego dos Pires, pelo qual descem até o
ribeirão Marmeleiros, vão dessa
confluência, em reta, a ponte sobre o ribeirão
Guassú, na estrada que da cidade
de São Roque, vai a estação de
Moreiras, no ramal da antiga Ituana, da Estrada
de Ferro Sorocabana, prosseguem pelo espigão que deixa, a
direita, as águas do
rio Putribú de Baixo, e, a esquerda, as do
córrego dos Moreiras, que nasce
junto a estação do mesmo nome, na Estrada de
Ferro Sorocabana indo até a barra
deste no ribeirão do Saboó, e pelo
espigão fronteiro ao ramal de Ituana que
deixa, a esquerda, as águas deste ultimo, e, a direita, as
do córrego do Morro
Vermelho, caminham indo até a ponte sobre o rio
Putribú de Cima, na estrada de
rodagem que da cidade de São Roque vai ao Morro do
Putribú:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARAÇARIGUAMA:
 

  

  

 Começam no rio Putribú de Cima, na barra do rio
Putribú de Baixo e por este acima até a boca do
córrego de Grama e por este
ainda até sua cabeceira até a barra do
córrego Ibaté no ribeirão de Santo
Antonio, prosseguem pelo espigão que deixa, a esquerda, as
águas do ribeirão do
Colégio, e, a direita, as do ribeirão de Santo
Antonio, indo até o Morro de
Santo Antonio, vão daí, em reta, ao alto do morro
de Itapocu, e por nova reta,
a cabeceira setentrional do córrego do Sabiá.
 

  

  

 ARAÇARIGUAMA
 

  

  

 O distrito de paz de Araçariguama, terá as
seguintes
divisas internas com o distrito de paz da séde do
MUNICÍPIO:
 
  

 Começam na cabeceira setentrional do córrego do
Sabiá, vão em reta, ao alto do
morro Itapocu e, por nova reta, ao Morro de Santo Antonio, continuam
pelo
espigão entre as águas do ribeirão do
Colégio, à direita, e as do ribeirão
de
Santo Antonio, a esquerda, indo até a barra do
córrego Ibaté, neste último
ribeirão, ganham pelo espigão fronteiro a
cabeceira do córrego da Grama, e por
este abaixo e pelo rio Putribú de Baixo o rio
Putribú de Cima.
 

  

  

 MAIRINQUE:
 

  

  

 O distrito de paz de Mayrink, que passa a grafar-se
Mairinque, terá as seguintes divisas internas com o distrito
de paz da séde do MUNICÍPIO:
 

  

 Começam na ponte
sôbre o rio Putribú de Cima, na estrada de rodagem
que, da
cidade de São Roque, vai ao Morro do Putribú,
caminham pelo espigão que deixa,
a esquerda, as águas do córrego do Morro
Vermelho, e, a direita, as do ribeirão
do Saboó, indo até a barra do córrego
dos Moreiras, que nasce junto a estação
do mesmo nome, na Estrada de Ferro Sorocabana, ramal de Ituana, no
ribeirão do
Saboó, prosseguem pelo espigão que deixa, a
esquerda, as águas do rio Putribú
de Baixo, e, a direita as do córrego dos Moreiras, indo
até a ponte sobre o
ribeirão Guassú, na estrada onde da cidade de
São Roque, vai a estação de
Moreiras, vão daí, em reta, a
confluência do córrego dos Pires, no
ribeirão
Marmeleiros, sobem por aquele até sua cabeceira, continuam
pelo espigão que
deixa, a direita, as águas do rio Sorocaba, e, esquerda, as
do rio Putribú de
Baixo, até a barra do córrego da Capela da Santa
Cruz, no ribeirão Ponte
Lavrada ou Campina, sobem por aquele até sua cabeceira e
prosseguem pelo
espigão fronteiro, em demanda da cabeceira do
córrego Santo Inácio, pelo qual
descem até o rio Sorocá-Mirim.
 

  

  

 SÃO SEBASTIÃO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São
Sebastião, comarca do mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS:
 

  

  

 Começam na barra do córrego Parateus, no Oceano
Atlântico, vão, em reta, até o alto do
morro do Cedro e continuam pelo espigão
que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão
Vermelho e rio Branco, e, à
direita, as dos rios Una e Cubatão, até a
Cordilheira do Mar;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS
 

  

  

 Começam na Cordilheira do Mar, onde ela cruza com o
espigão que deixa, a esquerda, as águas dos rios
Una e Cubatão, e, a direita,
as do ribeirão Vermelho e rio Branco; seguem pela crista da
Serra do Mar até
encontrar a Serra do Juqueriquerê, “divortium
acquarum” entre as  águas do
rio do mesmo nome, e os rios que vertem para o litoral;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA:
 

  

  

 Começam na Cordilheira do Mar, onde ela entronca com
a Serra do Juqueriquerê, seguem pela crista desta
última até alcançar a
cabeceira do ribeirão Caçadinha ou São
Rafael, descem por este até a sua barra
no rio Claro, vão, daí em reta a cabeceira do
ribeirão Perequê-mirim ou
Preerê-mirim e por este descem até o Oceano
Atlântico.
 

  

  

 SÃO SIMÃO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São
Simão, comarca do mesmo nome,
constituído do distrito da séde e do de Luiz
Antonio, passa a ter as seguintes
divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRAVINHOS:
 

  

  

 Começam onde o córrego do Lageadinho ou
Lageadozinho
faz barra no rio da Onça, sobem por este até o
ribeirão do Pântano e por este
acima até a barra do córrego da Água
Branca até o marco do quilometro 275 da
Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, na sua linha tronco, para
Ribeirão
Preto, a menos de dois quilômetros, ao norte da
estação de Beta, e daí vão
em
reta a cabeceira mais próxima da Água da Cruz,
primeiro córrego afluente do
ribeirão Tamanduá logo acima da barra do
córrego da Cachoeira, descem pelo
córrego até o rio Tamanduá;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL:
 

  

  

 Começam na barra da Água da Cruz, primeiro
córrego
logo acima da confluência da Cachoeira, no
ribeirão Tamanduá, sobem por este até
a ponte da estrada de rodagem que de Serra Azul, vai a
estação de Canaan da
Companhia Mogiana de Estrada de Ferro, vão em reta,
até a ponte da via Férrea
S. Paulo e Minas sobre o ribeirão Tamanduazinho e por este
acima até sua
cabeceira mais oriental; transpõem o espigão em
demanda da cabeceira mais
ocidental do córrego das Vassouras, pelo qual descem
até ao ribeirão da Prata e
por este abaixo até a sua barra no rio Pardo, em frente ao
Paredão do Corvo
Branco;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJURÚ:
 

  

  

 Começam onde o ribeirão da Prata faz barra no rio
Pardo, sobem por este até a embocadura do
ribeirão das Águas Claras;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ROSA:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, onde faz barra o ribeirão
das
Águas Claras, sobem por este até a barra do
córrego do Cerrado, pelo qual sobem
até sua cabeceira mais meridional, daí em reta a
Lagoa que dá origem ao córrego
do mesmo nome, afluente do ribeirão das Pombas;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA RITA:
 

  

  

 Começam na Lagoa que dá origem ao
córrego do mesmo
nome afluente do ribeirão das Pombas, daí
vão em reta a cabeceira mais oriental
do córrego do Boqueirão, pelo qual descem
até receber as águas que vem de sua
nascente mais meridional, prosseguindo daí em reta a barra
do córrego da
Cachoeira no ribeirão Quatro Córregos, continuam
pelo contraforte fronteiro até
o cruzamento com o divisor das águas do ribeirão
Quatro Córregos e rio
Bebedouro, prosseguindo daí pelo Contraforte que vai ter a
barra do córrego
Ponte Natural no ribeirão Bebedouro, sobem pelo
córrego até sua cabeceira,
prosseguindo pelo espigão entre as águas do
ribeirão Bebedouro e ribeirão
Vassununga até a cabeceira mais oriental do
último;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DESCALVADO:
 

  

  

 Começam onde o ribeirão Vassununga desagua no rio
Mogi-Guassú e vão por este abaixo até
a barra do rio Quilombo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. CARLOS:
 

  

  

 Começam no ponto em que o rio Quilombo se lança
no
rio Mogi-Guassú e descem por este até a barra do
ribeirão Guabirobas;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA:
 

  

  

 Começam onde o ribeirão Guabirobas descarrega no
rio
Mogi-Guassú e vão por este abaixo até
a barra do ribeirão do Veado;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO:
 

  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú na barra do
ribeirão do
Veado, sobem por este até sua cabeceira, ganham a cabeceira
mais meridional do
córrego do Lageadinho ou Lageadozinho, pelo qual descem
até o rio da Onça, onde
tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE S. SIMÃO:
 

  

  

 LUIZ ANTÔNIO:
 

  

  

 O distrito de paz de Luiz Antônio terá as
seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 de São
Simão:
 
  

 Começam na confluência dos ribeirões da
Onça e do Pântano, seguem pelo
contraforte intermediário a esses dois cursos até
cruzar com o espigão mestre
Pardo Mogi-Guassú, pelo qual caminham até
frontear a cabeceira mais ocidental
do ribeirão Vassununga.
 

  

  

 SÃO VICENTE
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de São Vicente,
comarca de Santos terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPITAL:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão do Campo, no rio
Imbuguassú, continuam pelo espigão fronteiro
até o espigão mestre que separa as
águas que vertem para o litoral, das que caem para os
reservatórios dos rios
Guarapiranga e Grande ou Jurubatuba, pelo qual caminham até
a cabeceira mais
ocidental do ribeirão Taquacetuba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ:
 

  

  

 Começam na cabeceira mais ocidental do ribeirão
Taquacetuba, ganham a cabeceira do galho da direita do
ribeirão dos Monos e por
este abaixo até a barrra do córrego dos
Voluntários da Pátria; continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão Branco da Conceição e,
à
esquerda, as do Cubatão de Cima, indo até o
aparado das Cordilheira do
Paranapiacaba e pelo aparado caminham até a barra do rio
Passareuva no rio
Pilões;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS:
 

  

  

 Começam na confluência do ribeirão
Passsareuva, no
rio Pilões, por este Jeslem até o rio
Cubatão, vão daqui a rumo, à cabeceira
mais setentrional do córrego da Mãe Maria, pelo
1qual descem até o ribeirão dos
Queirozes, seguem por este abaixo até o rio de Santana, e
por este ainda até o
rio Branco ou Boturoca, descendo ainda alcançam o largo
Pompeba, passando ao
norte da Ilha do mesmo nome, até a barra do rio dos Bugres e
por este acima até
a barra do córrego da Divisa, vão daqui, em reta,
ao alto do morro do Catupé e
ainda por nova reta à ponta de oeste da Ilha de
Urubuquessaba:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITANHAEM:
 

  

  

 Começam no Oceano Atlântico, onde
deságua o rio
Mongaguá, sobem por este até a forquilha de seus
dois principais formadores,
prosseguem pelo espigão intermediário, que
é a Serra do Mongaguá, seguem pela
crista deste até cruzar o divisor que contorna as cabeceiras
do rio Bichoró e
as do córrego Guapiruvú, e, acompanhando este
último divisor, alcançam a
confluência do ribeirão Claro no rio Branco;
transpõe este rio e continuam pelo
espigão que deixa, ao Norte, as águas do rio
Capivari, e, ao Sul, as do rio
Branco, até cruzar com o divortium aquarium que deixa,
à esquerda, as águas do
rio Branco, e, à direita as do rio
Embu-Guaçú, indo até a barra do
ribeirão do
Campo no rio Embu-Guaçú , onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 SERRA AZUL
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Serra Azul, comarca de
São Simão,
passará a ter as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRAVINHOS:
 

  

  

 Começam no ribeirão Tamanduá,
à margem esquerda, onde
faz barra a Água da Cruz, primeiro córrego que
deságua logo acima do córrego
Cachoeira ou Santa Maria, descem pelo Tamandaré
até a confluência do ribeirão
Tamanduazinho, vão deste ponto, em reta, à foz do
córrego do Itambé no córrego
Capoeirinha, pelo qual sobem, continuando pelo seu braço
mais oriental até sua
cabeceira principal, daí atingem o alto da Serra Azul, pela
qual seguem, até o
espigão divisor de águas dos córregos
Serra Azul, à direita, e São Pedro, à
esquerda, pelo qual prosseguem até a ponte da Estrada de
Ferro São Paulo Minas,
sôbre o rio Pardo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANTINÍPOLIS:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, na Ponte da Estrada de Ferro
São Paulo-Minas sobem pelo rio até a barra do rio
Araraquara;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJURÚ
 

  

  

 Começam no rio Pardo onde faz barra o ribeirão
Araraquara, sobem pelo rio Pardo até a barra do
ribeirão da Prata;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. SIMÃO:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, onde deságua o
ribeirão da
Prata, sobem por este até a barra do córrego das
Vassouras, e por este acima
até sua cabeceira mais ocidental, procuram, em reta, a
cabeceira mais oriental
do ribeirão Tamanduazinho, cabeceira que deixa a fazenda
Santo Agostinho, à
direita, e Santa Eliza, à esquerda, e vão pelo
ribeirão abaixo até a ponte da
Estrada de Ferro São Paulo-Minas, daí prosseguem
em reta até a ponte sobre o
ribeirão Tamanduá, na estrada de rodagem que de
Serra Azul vai à estação de
Canaan: descem pelo ribeirão Tamanduá
até a barra do córrego Água da Cruz da
margem esquerda logo acima da barra do córrego Cachoeira,
onde tiveram início
estas divisas.
 

  

  

 SERRA NEGRA
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Serra Negra, comarca do
mesmo nome,
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA:
 

  

  

 Começam
na barra das Águas Claras, no cruzamento do
contraforte que deixa, à esquerda, as águas do
ribeirão dos Cardozos, e à
direita, as do rio da Penha, seguem pela crista da serra até
cruzar com o
contraforte entre as águas do córrego de J.
Machado, à esquerda, e as do
ribeirão Tabaranas, à direita;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LINDÓIA
 

  

  

 Começam na Serra das Águas Claras, onde esta
cruza
com o contraforte que deixa, à direita, o
ribeirão das Tabaranas, e, à
esquerda, as do córrego de J. Machado, indo pelo contraforte
até a confluência
desses dois cursos e daí tomam o espigão
fronteiro que deixa à direita, o
ribeirão Tabaranas, e, à esquerda, as do rio do
Peixe, indo até a Serra dos
Mosquitos, ganham a cabeceira do córrego dos Pintos e por
este descem ao ribeirão
dos Mosquitos e por este ainda até o rio do Peixe, pelo qual
sobem, até a boca
do ribeirão Bôa Vista:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão Boa Vista, no rio do
Peixe, transpõem o rio e seguem pelo espigão da
margem direita deste último
ribeirão, até cruzar o espigão mestre
entre aas águas do rio do Peixe, ao
norte, e as do rio Camandocaia, ao Sul;  
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO:
 

  

  

 Começam, no espigão mestre Peixe-Camandocaia onde
cruza com o contraforte da margem direita do ribeirão da Boa
Vista, seguem pelo
espigão mestre, que é a Serra Negra,
até o alto fronteiro à cabeceira do
córrego de José F. de Camargo, vão
daí, em reta, ao alto da Fazenda do Rumo,
que fica cerca de um Km, ao sul da sede daquela fazenda, e
daí em reta ao alto de
Antônio Pedro, na ponta do extremo sul da Serra da
Águas Claras e por esta
caminham até o contraforte que deixa à esquerda,
as águas do rio da Penha, e à
direita, as do ribeirão dos Cardozos, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 SETÃOZINHO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Setãozinho de
comarca do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da Sede e dos de Barrinha e
Cruz das Posses
(ex-Santa Cruz das Posses) terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PONTAL:
 

  

  

 Começam
no rio Mogi-Guaçú, onde desemboca o
ribeirão
Palmital, vão daí em reta à barra do
córrego do Mico no córrego do Bananal
sobem por aquela até a Lagoa, donde se original
daí em reta à confluência do
córrego da Fazenda Santa Elisa (antiga Santo
Antônio) no córrego da Vendinha,
formadores do córrego Ponte Nova, pelo qual descem
até sua barra no ribeirão
Sertãozinho, vão daí em reta, a
nascente mais ocidental do córrego Tamboril,
pelo qual descem até o rio Pardo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS
 

  

  

 Começam na barra do córrego do Tamboril no rio
Pardo,
sobem pelo rio Pardo até a confluência do
córrego Jatobá:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO:
 

  

  

 Começam no rio Pardo onde deságua o
córrego do
Jatobá, sobem por este até encontrar a reta com
direção éste-oéste que
parte da
confluência do córrego da Lagoa no
ribeirão das Tabocas, prosseguem por esta
reta até a referida confluência, daí
sobem pelo ribeirão das Tabocas, até sua
cabeceira mais meridional, prosseguem pelo divisor que deixa,
à direita, as
águas do ribeirão Sertãozinho e,
à esquerda, as do ribeirão Preto até
encontrar
a reta de rumo este-oeste que vem da barra do córrego da
Colônia Fundão no
ribeirão do Sertãozinho, prosseguem pela reta
até a referida barra; descem pelo
ribeirão Sertãozinho até a
confluência da água que vem da Colônia
Guerra da
Companhia Dumont, sobem pela água até sua
cabeceira mais próxima do córrego da
Formiga, pelo qual descem até sua barra no
ribeirão da Onça, subindo pela Onça
até o desaguadouro do córrego do Moinho:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na foz do
córrego do
Moinho, seguem pelo divisor que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão da
Onça, e, à direita, as dos córregos
Moinho Brejinho, Triste ou do Açude, indo
até a barra deste ultimo no rio
Mogi-Guaçú;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL:
 

  

  

 Começam no rio Mogi-Guaçú, na foz do
córrego Triste
ou do Açude, descem por aquele até a
confluência do ribeirão Palmital onde
tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE SERTÃOZINHO
 

  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de
Sertãozinho
terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DE BARRINHA:
 

  

  

 Começam no rio da Onça, na foz do
ribeirão Formiga,
descem pelo primeiro até a barra do córrego
Tijuco Preto ou de Santa Gabriela,
e por esta acima até sua cabeceira mais setentrional,
continuando depois pelo espigão
que contorna as cabeceiras do ribeirão Bananal, indo
até a lagoa da nascente do
córrego do Mico;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DE CRUZ DAS POSSES
 

  

  

 (Ex-Santa Cruz das Posses)
 

  

  

 Começam no córrego Timboril, na foz do pequeno
córrego dos Sítios, vão daí
em reta à barra do córrego de Vitorino Massa no
córrego da Fazenda Cotovêlo, continuam pelo
espigão intermediário a esses dois
cursos, indo até a nascente do córrego da Fazenda
Cotovêlo, próxima à sede da
Fazenda de Dona Pita, e vão, daí em reta,
à barra do córrego da Lagôa no
ribeirão das Tabocas:
 

  

  

 BARRINHA
 

  

  

 O distrito de Paz de Barrinha terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam na lagoa da nascente do córrego do Mico,
seguem pelo espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Bananal,
contornam as cabeceiras deste último e alcançam a
cabeceira mais setentrional
do córrego Tijuco Preto ou Santa Gabriela, pelo qual descem
até o rio da Onça,
e por este acima até a barra do córrego da
Formiga:
 

  

  

 CRUZ DAS POSSES
 

  

  

 (EX-SANTA CRUZ DAS POSSES)
 

  

  

 O Distrito de Paz Santa Cruz das Posses, cujo nome se
simplifica para Cruz das Posses, terá as seguintes divisas
internas com o
distrito de paz de sede do MUNICÍPIO de
Sertãozinho: 
 
  

 Começam no ribeirão das Tabocas, na foz do
córrego da Lagoia, vão em reta a
nascente do córrego da Fazenda Cotovelo, que fica pouco ao
sul da sede da
Fazenda de Dona Rita, procuram o espigão que deixa, a
direita, as águas deste
ultimo córrego e, à esquerda, as do
córrego de Vitorio Massa, caminham por este
espigão até a confluência dos dois
cursos, e vão depois, em reta à barra do
pequeno córrego dos Sítios no córrego
do Timboril.
 

  

  

 SEVERINA
 

  

  

 Fica criado o MUNICÍPIO de Severina, na comarca de
Nova Granada, com terras desmembradas do MUNICÍPIO de
Olímpia, com sede na
povoação de Patos, compreendendo, além
do distrito de
   

 paz da sede, os de
Orindiuva e Veadinho, e que terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DEMINAS GERAIS:
 

  

  

 Começam no rio Grande, na foz do rio Turvo, e sobem
por aquele até a barra do córrego do Porto Velho;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLÍMPIA:
 

  

  

 Começam no rio Grande, na foz do córrego do Porto
Velho e vão em reta, a barra do ribeirão do Piau,
no rio Turvo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALESTINA:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão do Piau, no rio
Turvo, e
vão pelo Turvo, abaixo, até sua
confluência com o rio Preto;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TANABI
 

  

  

 Começam na confluência do rio Turvo com o rio
Preto,
e vão por aquele abaixo até sua barra no rio
Grande, onde tiveram início estas
divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SEVERINIA
 

  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de Severinia,
ex-Patos, terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DO VEADINHO:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego
Presença,
sobem por este até sua cabeceira, transpõe o
espigão mestre Grande-Turvo em
demanda da cabeceira do córrego Fundo e vão por
este abaixo até o rio Grande;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ORINDIUVA:
 

  

  

 Começam no rio Grande, na foz do córrego da
Mandioca,
sobem por este até sua cabeceira, transpõem o
espigão mestre Turvo-Grande, em
demanda da cabeceira do córrego Viradouro e vão
por este abaixo até o rio
Turvo, pelo qual sobem até a boca do córrego do
Piau.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE ORINDIUVA
 

  

  

 O distrito de Paz de Orindiuva, terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede: 
 
  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego
Viradouro, sobem por este até sua
cabeceira, transpõem o espigão mestre
Turvo-Grande em demanda da cabeceira do
córrego da Mandioca e vão por este abaixo
até rio Grande.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE VEADINHO:
 

  

  

 O distrito de paz de Veadinho terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 : 
 
  

 Começam no rio Grande, na foz do córrego Fundo,
sobem por este até sua
cabeceira, transpõem o espigão Grande –
Turvo em demanda da cabeceira do
córrego da Pressa, pelo qual descem até o rio
Turvo.
 

  

  

 SILVEIRAS
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Silveiras, comarca de
Cachoeira, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CRUZEIRO:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do
ribeirão do Paiol, e, à esquerda, as do
ribeirão do Alegre, em frente à
cabeceira do córrego da Dorotéia, seguem pelo
divisor até a barra do ribeirão
do Paiol, no rio Itagaçaba, pela qual descem até
a barra do córrego Tristão
Ferraz;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PINHEIROS:
 

  

  

 Começam no rio Itagaçaba, a barra do
córrego Tristão
Ferraz, prosseguem pelo espigão da margem direita deste
córrego em demanda da
confluência dos braços meridional e oriental do
ribeirão dos Gregórios;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE QUELUZ:
 

  

  

 Começam na confluência dos braços
meridional e
oriental do ribeirão dos Gregórios, prosseguem
pelo espigão entre as águas do
rio Paraíba, à esquerda, e as do rio
Itagaçaba, à direita, e contornam as
cabeceiras do córrego São Brás no
Itagaçaba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AREIAS:
 

  

  

 Começam no
rio Itagaçaba, na barra do córrego São
Brás, sobem por aquele até a
confluência do rio Itagaçabinha, prosseguem pelo
espigão entre essas duas águas até o
espigão mestre Paraíba-Paraitinga, pelo
espigão mestre caminham em demanda da cabeceira do rio
Paraitinga, vão daí em
reta, à barra do córrego do Curral Velho, no
ribeirão dos Cochos e sobem pelo
Curral Velho até sua cabeceira, no divisor das
águas do rio Macacos  à
direita e Paraitinga à esquerda;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CUNHA:
 

  

  

 Começam no divisor das águas do rio Paraitinga,
à
esquerda, e as do rio dos Macacos, à direita, na cabeceira
do córrego Curral
Velho, seguem pelo divisor em demanda da cabeceira do
córrego Gingão e por ele
descem até sua barra no rio Paraitinga e por este descem
até sua barra no rio
Paraitinga e por este ainda até a barra do
ribeirão Entrecosto;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LORENA:
 

  

  

 Começam no rio Paraitinga, na barra do ribeirão
do
Entrecosto, sobem por este até a cabeceira mais setentrional;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CACHOEIRA:
 

  

  

 Começam na Serra da Bocaina, na cabeceira mais
setentrional do ribeirão do Entrecosto, vão
daí, em reta, à barra do córrego
São Miguel, no ribeirão Bravo e por este abaixo
até sua confluência com o
ribeirão da Bocaina: continuam pelo espigão
fronteiro que deixa, à direita, as
águas dos ribeirões Silveiras, e Paiol, e,
à esquerda as águas dos ribeirões
das Marrecas e do Alegre, indo até frontear a cabeceira do
córrego da Dorotéia,
onde tiveram início estas divisas
 

  

  

 SOCORRO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Socorro, comarca do mesmo
nome, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
 

  

  

 Começam no espigão mestre Peixe-Camandocaia, onde
ele
cruza com o espigão da margem direita do ribeirão
da Boa Vista, seguem por este
último espigão até a barra do
ribeirão Boa Vista no rio do Peixe;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LINDÓIA:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão Boa Vista no rio do
Peixe, atravessam este rio e continuam pelo espigão que
separa as águas do
ribeirão Jaboticabal, Freitas ou Tanque e Monte
Sião, à direita, e, à esquerda
as dos ribeirões dos Barbosas, Barreiro e Água
Quente, até a Serra do Sião e
pela crista desta ao Pico do Morro Pelado, já nas divisas de
Minas Gerais:
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 

  

  

 Começam no Pico do Morro Pelado na Serra do Sião,
continuam pelo espigão divisor, que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
Monte Sião, e, à esquerda, as do rio das Pedras,
até frontear a grota chamada
da Divisa, e por esta abaixo, até a barra de um pequeno
córrego da sua margem
direita, chamado Oscar de Castro; sobem por este até o
espigão que separa as
águas dos ribeirões Monte Sião e
Tanque, caminham pelo espigão contornando as
cabeceiras do córrego denominado Pimenta ou Volpini (divisor
das terras de
Oscar de Castro, Modesto Volpini e Joaquim Modesto), até a
cabeceira do córrego
Messias e por este abaixo até sua barra no
ribeirão do Tanque; que desta barra,
numa reta oeste-leste até o espigão divisor das
águas dos ribeirões Batinga e
Tanque e por este espigão até o divisor de
águas do Jaboticabal e Tanque, à
direita, e Batinga, à esquerda, daí, seguem
contornando as cabeceiras do
Jaboticabal até encontrar o alinhamento que vai do eixo da
ponte sobre o
ribeirão Sertãozinho ao alto da Pedra Redonda, no
espigão entre o bairro
Guadoinha e o ribeirão do Pinhal; prosseguem a principio,
por esse alinhamento
até a referida Pedra Redonda e depois pelo divisor das
águas do rio das Antas e
rio do Peixe, até o Pico do Serrote, donde continua pelo
divisor da margem
direita do rio Cachoeirinha até a Pedra Grande,
próxima do mesmo rio; descem
pelo rio Cachoeirinha até sua confluência com o
rio Corrente, ambos formadores
do rio do Peixe e seguem pelo rio Corrente acima até sua
cachoeira, situada
cerca de três quilômetros e meio além
daquela confluência; daí por um espigão
da margem esquerda do rio Corrente até o divisor das
águas desse rio e das do
Gamelão, continuando pelo divisor Gamelão e das
águas do Tamanduá, até o morro
do Currupira; deste morro seguem pelo espigão até
a nascente do córrego Boava e
por este abaixo até o rio Camandocaia ou Guardinha;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA:
 

  

  

 Começam no rio Camandocaia, na foz do córrego do
Poava, descem por aquele até a ponte da estrada que do
Cachoeirinha, vai à
Lagoa, e daí, em reta, à foz do
ribeirão da Fazenda Velha no rio Camandocaia
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO:
 

  

  

 Começam no rio Camandocaia, na foz do ribeirão da
Fazenda Velha, ganham o espigão que contorna as
águas do córrego dr. Noberto,
indo até o entroncamento do espigão mestre Peixe-
Camandocaia com o contraforte
da margem direita do ribeirão Boa Vista, onde tiveram inicio
estas divisas.
 

  

  

 SOROCABA
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Sorocaba, comarca do mesmo
nome,
constituído do distrito de paz da sede e dos de Brigadeiro
Tobias, Salto de
Pirapora e Votorantim, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPO LARGO:
 

  

  

 Começam no rio Sapucaí, onde deságua o
rio Pirapora,
vão por este acima até a barra do
córrego do Barulho, continuam pelo espigão
que deixa, à direita, as águas do rio Pirapora e
à esquerda, as do ribeirão
Ipanema, até cruzar com o divisor entre as águas
do rio Ipanema e ribeirão do
Lageado, prosseguem por este divisor até a
confluência destes dois ribeirões e
descendo pelo Ipanema até a foz do ribeirão
Verde, tomam pelo espigão que
contornam as águas do ribeirão Ipanema,
à esquerda, alcançam a cabeceira mais
meridional do córrego do Jacaré e por este abaixo
até o rio Sorocaba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ:
 

  

  

 Começam no rio Sorocaba, onde deságua o
córrego do
Jacaré, sobem pelo rio até a barra do
ribeirão Indaiatuba e vão por este acima
até sua cabeceira mais oriental; continuam pelo
espigão mestre Tietê-Sorocaba,
até o contraforte da margem esquerda do ribeirão
Avecuia e por este contraforte
caminham até a barra do córrego até
sua cabeceira mais oriental e, de novo pelo
espigão mestre Tietê-Sorocaba até
cruzar o divisor que deixa, à esquerda as
águas do rio Avecuia, à direita, as do
ribeirão Conceição:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÚ:
 

  

  

 Começam no espigão mestre
Tietê-Sorocaba, onde
entronca o divisor do Avecuia e Conceição,
procuram a nascente mais
setentrional do ribeirão Eufrásio e por este
até a barra do córrego Monteiro de
Carvalho e vão por este acima até sua cabeceira
mais oriental, ganham o espigão
fronteiro em demanda da barra do ribeirão do
Varjão no rio Pirajibú e por este
abaixo até a barra do córrego de Mato Dentro;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DESÃO ROQUE
 

  

  

 Começam, onde faz barra o córrego de Mato Dentro
ou
rio Pirajibú e vão por este acima até
sua cabeceira mais meridional, transpõem
o espigão divisor entre os rios Sorocaba, ao sul, e
Prajibú, ao norte, em
demanda da cabeceira mais setentrional do córrego
Carafá e por este abaixo até
a sua barra na represa do rio Sorocaba:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UNA:
 

  

  

 Começam na represa do rio Sorocaba, na barra do
córrego do Carafá e pela represa continuam
até a barra do ribeirão Parurús:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIEDADE:
 

  

  

 Começam na represa do rio Sorocaba na barra do
ribeirão Parurús e pela represa prosseguem
até o Poço, vão do Poço,
contornando
o espigão que deixa, à esquerda, as
águas do ribeirão Jurupara, até a
confluência do córrego Machadinho naquele
ribeirão, pelo qual descem até o rio
Pirapora e por este abaixo até a barra do
ribeirão das Lavras e por este acima
até a barra do pequeno córrego que nasce junto ao
morro do Juncaí, situado a
oeste da sede da Fazenda das Lavras, sobem pelo córrego
até o citado morro e
daqui, pelo espigão, à confluência do
ribeirão dos Pereiras no rio Sarapui,
prosseguindo pelo espigão que deixa à direita, as
águas do ribeirão do
Barreiro, até alcançar a cabeceira mais ocidental
do córrego do Pinhal, vão
desta cabeceira em reta de rumo leste-oeste ao espigão entre
as águas do rio
Sarapuí e ribeirão dos Rodrigues:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PILAR:
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
rio Sarapuí, à
direita e ribeirão dos Rodrigues, à esquerda,
onde este é cortado pela reta de
rumo leste-oeste, que vem da cabeceira do córrego Pinhal,
seguem pelo espigão
até a confluência do rio Sarapuí com o
ribeirão dos Rodrigues:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SARAPUÍ
 

  

  

 Começam na confluência do rio Sarapuí
com o ribeirão
dos Rodrigues e vão por aquele rio abaixo até sua
barra no rio Pirapora, onde
tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE SOROCABA
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de Sorocaba
terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BRIGADEIRO TOBIAS:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Tapera Grande, na foz do
córrego da Fazenda do Eufrasto, descem pelo primeiro
até sua poça no rio
Pirajibú-mirim, e vão por este acima
até a cabeceira de seu galho da direita,
que é a mais meridional, alcançando, a seguir, o
espigão que deixa, à direita,
as águas do rio Piraibú e, à esquerda,
as do ribeirão Cubatão;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VOTORANTIM:
 

  

  

 Começam o espigão que deixa, à
direita, as águas do

rio Pirajibú, e, à esquerda, as do
ribeirão Cubatão, em frente à
cabeceira do
galho da direita, do rio Pirajibú-mirim, e seguem por esse
espigão até alcançar
a barra do córrego do Vidal no rio Sorocaba continuam pelo
espigão fronteiro,
que deixa, à esquerda, as águas do
Córrego ou Água do Ferrares e as do
ribeirão
Cuiabá, e à direita as do córrego do
Lageado, ribeirão do Itanguá e rio Ipanema
indo Frontear a cabeceira mais setentrional do córrego do
Campo de Utinga.
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SALTO DE PIRAPÓRA:
 

  

  

 Começam no espigão quer deixa, à
direita, as águas do
rio Ipanema, e à esquerda as do ribeirão
Cuiabá e rio Pirapora, em frente a
cabeceira mais setentrional do córrego do Campo de Utinga, e
continuam pelo
espigão até cruzar com o espigão que
deixa, a esquerda, as águas do Ipanema, e,
à direita as do ribeirão do Lageado;
 

  

  

 BRIGADEIRO TOBIAS:
 

  

  

 O distrito de paz de Brigadeiro Tobias terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VOTORANTIM:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do
rio Pirajibú, e, à esquerda, as do rio Sorocaba,
em frente à cabeceira do
córrego Carafá, seguem pelo espigão
até frontear a cabeceira do Galho da
esquerda, do rio Pirajibú-Mirim, que é a mais
meridional;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE O MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do
rio Pirajibú, e, à esquerda as do rio Sorocaba,
em frente à cabeceira do galho
da esquerda do rio Pirajibú-mirim, que é a mais
meridional, seguem pelo rio
abaixo até a barra do ribeirão Tapera Grande e
por este acima até a foz do
córrego da Fazenda do Eufrasto:
 

  

  

 SALTO DE PIRAPÓRA
 

  

  

 O distrito de paz de Salto de Pirapora terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz de Salto de Pirapora terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
esquerda, as águas do
ribeirão do Lageado, e, à direita, as do rio
Ipanema, onde ele cruza com o
espigão que deixa, à esquerda, o mesmo rio
Ipanema, e, à direita, as águas do
rio Pirapora e ribeirão Cuiabá, seguindo por este
último divisor até frontear a
cabeceira mais setentrional do córrego do Campo de Utinga;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VOTORANTIM:
 

  

  

 Começam na cabeceira mais setentrional do córrego
do
Campo de Utinga, descem por este até o ribeirão
Cuiabá e vão por este acima até
sua cabeceira mais meridional, continuando depois pelo
espigão que deixa, à
esquerda, as águas do córrego do Machadinho,
até a barra do ribeirão Jurupará,
no rio Pirapora;
 

  

  

 VOTORANTIM
 

  

  

 O distrito de paz de Votorantim terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SALTO DE PIRAPÓRA:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão Jurupará
no rio
Pirapora, continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do córrego
Machadinho, até alcançar a cabeceira mais
meridional do ribeirão Cuiabá, pelo
qual descem até a barra do córrego do Campo de
Utinga, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais setentrional;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam na cabeceira mais setentrional do córrego
do
Campo de Utinga, atingem o espigão entre as águas
do ribeirão Cuiabá, e as do
córrego da Água do Ferraresi, à
direita, e as do rio Ipanema, ribeirão Itanguá
e córrego do Lageado, à esquerda, pelo qual
caminham até a barra do córrego do
Vidal no rio Sorocaba, continuam pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do
ribeirão Cubatão, e, à esquerda, as do
rio Pirajibú, indo até frontear a
cabeceira do galho da esquerda, do rio Pirajibú-Mirim, que
é a mais meridional;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BRIGADEIRO TOBIAS:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do
rio Pirajibú, e, à esquerda, as do
ribeirão Cubatão, em frente à
cabeceira do
galho da esquerda do rio Pirajibú-mirim, que é a
mais meridional, seguem pelo
espigão até frontear a cabeceira do
córrego do Carafá.
 

  

  

 TABAPUAN
 

  

  

 O
 

 município
 

 de Tabapuan, comarca de
Catanduva,
constituído do distrito de paz da sede e do Novais (ex-Vila
Novais), terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLÍMPIA:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do rio São Domingos
e
vão por aquele acima até a boca do
córrego Capituvinha;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJOBÍ:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego
Capituvinha,
sobem por aquele até a confluência do
ribeirão da Onça, e vão por este acima
até a embocadura do ribeirão das Águas
Claras;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
CATANDUVA;
 
  

  

 Começam no ribeirão da Onça, na foz do
ribeirão das
Águas Claras, sobem por este até a
confluência do córrego Angola, continuam
pelo divisor intermediário desses dois cursor, indo
até o espigão mestre São
Domingos-Onça, pelo qual caminham, indo depois à
nascente do córrego do Gino,
e, daí, em reta, à nascente do córrego
do Luciano, continuam por este abaixo
até o rio São Domingos, e por este ainda
até a boca do córrego Taquari;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE UCHÔA:
 
  

  

 Começam no rio São Domingos, na foz do
córrego
Taquari, e descem por aquele até o rio Turvo, onde tiveram
início estas
divisas;
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE NOVAIS:
 
  

  

 (EX-VILA NOVAIS)
 

  

  

 O distrito de paz de Novais (ex-Vila Novais)
transferido do MUNICÍPIO de Catanduva, terá as
seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de Tabapuan:
 
  

 Começam no ribeirão da Onça, na barra
do ribeirão Grande e vão por este acima
até sua cabeceira, ganhando depois, a rumo, o
espigão mestre Turvo-São
Domingos.
 

  

  

 TABATINGA
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Tabatinga, comarca de
Itápolis,
constituído do distrito de paz da sede e do de Nova Europa,
terá as seguintes
divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
 
  

  

 Começam no espigão divisor que deixa,
à esquerda, as águas do rio São
Lourenço,
e, à direita as do ribeirão de São
João, na cabeceira do córrego Sapo ou
Macaúbas, seguem pelo divisor entre o ribeirão
São João e rio São
Lourenço, em
demanda da cabeceira do córrego do Torquato, pelo qual
descem ao córrego
Barreiro e por este ainda ao ribeirão Espírito
Santo, subindo por este até a
barra do córrego da Baixada;
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE MATÃO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Espírito santo, na
barra do córrego da Baixada., sobem por
aquele até a foz do córrego do Barreiro e por
este até sua cabeceira
procurando, depois, a rumo, a cabeceira mais ocidental do
córrego da Fazenda
São Joãozinho, pelo qual descem até o
ribeirão de São João, desta
confluência
vão à barra do córrego da Thurma, no
córrego Fundo, sobem por aquele até sua
cabeceira, cortam os trilhos da Estrada de Ferro Arararquara, no seu
ramal de
Silvana, cerca de três quilômetros a oeste da
estação de Uparoba, e alcançam a
cabeceira do galho da direita, do córrego da água
Sumida, pelo qual descem até
o ribeirão Itaquerê:
 
  

  
 

  

 COM O
MUNICÍPIO DE
ARARAQUARA:
   

  

 Começam
no ribeirão Itaquerê, na foz do córrego
da
Água Sumida, descem por aquele até a barra do
córrego Bonito, vão pelo espigão
entre os rios Itaquerê e Jacaré-Guassú,
até o cruzamento com o contraforte da
margem direita, caminham pelo contraforte até a barra do
córrego da Meia Légua,
no rio Jacaré-Guassú;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA:
 

  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú, na barra
do córrego
Meia Légua, descem por aquele até a ponte da
estrada de rodagem que de
Tabatinga vai à Barerí, na fazenda do dr.
Gastão de Faria;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA
 

  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú, na ponte
da estrada de
rodagem que vai para Barerí, descem pelo rio até
a barra do córrego da
Jacutinga, continuam pelo espigão em demanda da cabeceira do
córrego da
Graminha, e por este eixo até o ribeirão de
São João, pelo qual sobem, até a
embocadura do córrego do Sapo ou Macaúbas e por
este ainda, até sua cabeceira,
onde tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE TABATINGA:
 

  

  

 NOVA EUROPA
 

  

  

 O distrito de paz de Nova Europa terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 de Tabatinga:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Itaquerê, ao sul, e as do
ribeirão São João, ao norte, em frente
à cabeceira do córrego da Água Sumida,
caminham pelo espigão mestre até frontear a
cabeceira do córrego Palmital, vão
por este abaixo até o rio Itaquerê, e por este
ainda até sua barra no rio
Jacaré Grande.
 

  

  

 TAMBAÚ
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Tambaú, comarca
de Casa Branca, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA ROSA:
 

  

  

 Começam no córrego do Inferninho, onde
deságua o
córrego Silvino de Matos, indo daí em reta a
cabeceira mais ocidental do
córrego da Linde, pelo qual descem até sua barra
no córrego Fundo, vão por este
abaixo até o ribeirão Quebra-Cuia e descem por
este até o rio Pardo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJURÚ:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, onde faz barra o ribeirão
Quebra-Cuia e sobe aquele até a barra do ribeirão
da Bocaina;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MOCÓCA:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão da Boiada faz no rio
Pardo e sobem por este até a barra do rio Tambaú:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA:
 

  

  

 Começam no rio Pardo, onde deságua o rio
Tambaú, vão
por este acima até a barra do córrego Tijuco
Preto, continuam pelo espigão que
deixa à esquerda as águas do ribeirão
Taquarussú, e, à direita as do rio
Tambaú, até o alto do Morro da Lage, junto ao
sinal geodésico;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALMEIRAS:
 

  

  

 Começam no alto do Morro da Lage, junto ao sinal
geodésico, daí prossegue pelo
“divortium acquarum” dos rios Pardo e
Mogi-Guassú
até o entroncamento com o contraforte divisor das
águas do ribeirão Sertãozinho
Tabaranas de um lado, e rio Claro do outro;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA RITA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre rio Pardo –
rio
Mogi-Guassú, no ponto de cruzamento com o contraforte
divisor de águas do
ribeirão Sertãozinho e Tabaranas de um lado e rio
Claro, do outro, continuam
pelo espigão mestre até cruzar com a Serra do
córrego Fundo, que divide as
águas do córrego do Inferninho, à
direita e as do córrego da fazenda Silvino de
Matos, à esquerda, vão pela crista da serra
até a confluência dessas duas
águas, onde tiveram início estas divisas.
 

  

  

 TANABÍ
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Tanabí, comarca
de Monte Aprazível
compreendendo o distrito de paz da sede e dos Américo de
Campos Cosmorama e
Vila Monteiro, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MINAS GERAIS
 

  

  

 Começam no rio Grande, onde deságua o
ribeirão da
Lagoa Seca, sobem pelo rio Grande até a barra do rio Turvo:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SEVERINA
 

  

  

 Começam no rio Grande, onde descarrega o rio Turvo e
vão por este acima até a confluência do
rio Preto:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALESTINA
 

  

  

 Começam na confluência dos rios Turvo e Preto,
sobem
por este até a barra do córrego da Cruz;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA:
 

  

  

 Começam no rio Preto, na foz do córrego da Cruz e
vão
por aquele acima até a barra do ribeirão do
Jataí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MIRASSOL:
 

  

  

 Começam no rio Preto, onde se lança o
ribeirão Jataí,
sobem por este até a barra do córrego da Divisa,
sobem por este até sua
cabeceira e continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
Jataí, e, à esquerda, as do Balsamo,
até frontear a cabeceira do córrego
Água
Fria já no espigão mestre entre as
águas do rio Turvo e rio São José dos
Dourados;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZÍVEL:
 

  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio Turvo
e as do rio São José dos Dourados, em frente
à cabeceira do córrego água Fria
ou Ipê, seguem pelo espigão mestre até
encontrar a cabeceira do córrego Grama e
por este abaixo até o córrego Fortaleza e por
este ainda até a ponte da estrada
que de Tanabí, vai porto do Taboado, seguem pelo eixo desta
até o córrego da
Soledade e por este abaixo até o rio São
José dos Dourados e por este ainda até
a barra do ribeirão do Marimbondo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO:
 

  

  

 Começam no rio São José dos Dourados,
na foz do
ribeirão do Marimbondo, sobem por este e pelo
ribeirão do Rancho até sua
cabeceira, ganham o divisor rio Grande no rio S. José dos
Dourados, e vão em
demanda da cabeceira do ribeirão da Lagoa Seca, pelo qual
descem ao rio Grande,
onde tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE TANABÍ
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO
terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE COSMORAMA:
 

  

  

 Começam no córrego da Soledade, na ponte da
estrada
do Taboado, vão pelo córrego acima até
o espigão mestre São José dos
Dourados-Preto, pelo qual caminham até frontear a cabeceira
do córrego do
Coelho, descem por este até o ribeirão da Piedade;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMÉRICO DE CAMPOS:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Piedade, na foz do
córrego do
Coelho e vão por aquele abaixo até o rio Preto;
 

  

  

 AMÉRICO CAMPOS
 

  

  

 O distrito de paz de Américo de Campos, terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE COSMORAMA:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Piedade, na foz do
córrego do
Coelho, sobem pelo primeiro até a barra do
córrego do Coelho, sobem pelo
primeiro até a barra do córrego do Meio,
continuam pelo divisor que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Piedade, e
à esquerda as do córrego do Meio, até
frontear a cabeceira mais oriental do córrego do Retiro,
pelo qual descem até o
ribeirão do Tangará, seguem por este acima
até acima até a foz do córrego Prata
e por este ainda até sua cabeceira mais ocidental;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA MONTEIRO:
 

  

  

 Começam no espigão divisor, que deixa,
à direita, as
águas do rio Preto, e, à esquerda, as do rio
São José dos Dourados, em frente à
cabeceira mais ocidental do córrego Prata, seguem pelo
espigão da margem
esquerda do ribeirão Tangará, até
alcançar a cabeceira do córrego Betarí
e por
este e por este abaixo até o rio Turvo.
 

  

  

 COSMORAMA
 

  

  

 O distrito de paz de Cosmorama, terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA MONTEIRO
 

  

  

 Começam no espigão mestre Grande-São
José dos
Dourados, em frente À cabeceira do ribeirão do
Ranchão, seguem pelo espigão
mestre até a cabeceira do córrego Prata:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE AMÉRICO DE CAMPOS:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-São
José dos
Dourados, na cabeceira do córrego Prata, descem por este
até o ribeirão
Tangará, e por este ainda até a barra do
córrego do Retiro, sobem por este até
sua cabeceira mais oriental, continuam pelo espigão entre as
águas córrego do
Meio, à direita, e as do ribeirão da Piedade,
à esquerda até a confluência
destes dois cursos e descem pelo ribeirão da Piedade
até a barra até a barra do
córrego Coelho;
 

  

  

 COM O DISTRITO DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Piedade, na foz do
córrego do
Coelho, sobem por este até sua cabeceira,
alcançam o espigão mestre São
José
dos Dourados-Preto, pelo qual caminham até frontear a
cabeceira do córrego da
Soledade e por este abaixo até a ponte da estrada do Taboado;
 

  

  

 VILA MONTEIRO:
 

  

  

 O distrito de paz de Vila Monteiro terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMÉRICO DE CAMPOS:
 

  

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego
Betarí, sobem
por este até sua cabeceira, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão do Marinheiro, e, à
esquerda, as águas do ribeirão
Tangará,
até frontear a cabeceira mais ocidental do
córrego Prata:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE COSMORAMA:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita as águas do
ribeirão Tangará, e, à esquerda, as
águas do ribeirão Marinheiro, em frente
à
cabeceira mais ocidental do córrego Prata, continuam pelo
espigão mestre São
José dos Dourados Grande, até frontear a
cabeceira do ribeirão do Ranchão.
 

  

  

 TAPIRATIBA
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Tapiratiba, comarca de
Caconde,
compreendendo o distrito de paz da sede e o de Itaiquara,
terá as seguintes
divisas:
 

  

  

 COMO MUNICÍPIO DE MOCÓCA:
 

  

  

 Começam no cruzamento do “divortium
acquarum” das
águas do rio Pardo, e as do rio Canoas, com o contraforte da
margem esquerda
das águas do ribeirão José
Eugênio, que passa junto à
estação do mesmo nome da
Cia. Mogiana de Estrada de Ferro, seguem pelo divisor entre as
águas do rio
Guaxupé, à direita, e as dos ribeirões
da Varginha, Bocaina, e Canoinhas ou
Igaraí, à esquerda até entroncar no
espigão entre as águas dos córregos
Canoinhas e Forros e ribeirão das Canoas ou Santa Barbara,
já nas divisas com o
Estado de Minas Gerais;
 

  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 
  

  

 Começam no entroncamento do divisor de águas
entre o rio Guaxupé e córrego
Igaraí, com o espigão divisor entre esses mesmos
cursos dágua, com as do
ribeirão Canoas ou Santa Barbara, seguem por este
último espigão até a serra do
Major Custodio; descem pela encosta da mesma até o rio
Guaxupé, defrontando uma
grota, situada cerca trezentos metros acima da
estação de Julio Tavares, da
Estrada de Ferro Mogiana, sobem por esta grota, continuam pelo divisor
das
águas entre os córregos dos Macedos e Posses
até o “divortium acquarum”, dos
rios Pardo e Sapucaí-Guassú, e daí
prosseguem pelo “Divortium acquarum”,
até a
cabeceira mais oriental do córrego do Cedro;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CACONDE:
 
  

  

 Começam no “Divortium acquarum” dos rios
Pardo - Sapucaí-Guassú, na cabeceira
mais oriental do córrego do Cedro, pelo qual descem
até sua barra no ribeirão
Conceição; descem ainda por este até
sua barra no ribeirão Can-Can e por este
abaixo até a foz do córrego Faisqueira, pelo qual
sobem até a barra do córrego
da Fazenda Rosa Branca; por este ainda até sua cabeceira,
vão daí, em reta, à
cabeceira mais setentrional do córrego do Retiro, descem por
este até sua barra
no ribeirão Areias e continuam por este acima até
desembocar no rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO
PARDO
 

  

  

 Começam no rio Pardo, onde faz barra o ribeirão
Areias, descem por aquele até a embocadura do
ribeirão Guaxupé, sobem por este
até a foz do córrego da Divisa, vão
por este acima até sua cabeceira mais
ocidental, procuram depois o espigão que deixa, à
esquerda, as águas do
ribeirão José Eugênio, que passa junto
à estação do mesmo nome, da Companhia
Mogiana de Estrada de Ferro, pelo qual prosseguem até
entroncar no espigão
mestre entre as águas do rio Pardo, à direita, e
as do rio Canoas, à esquerda,
onde principiaram estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE TAPIRATIBA:
 

  

  

 ITAIQUARA:
 

  

  

 Fica criado o distrito de paz de Itaiquara, no MUNICÍPIO de
Tapiratiba, que terá as seguintes divisas internas com o
distrito
de paz da sede do MUNICÍPIO: 
 
  

 Começam no ribeirão Guaxupé
até a confluência do ribeirão da
Soledade e
continuam pelo divisor intermediário desses dois cursos
dágua até alcançar o
espigão mestre entre os rios Pardo, ao sul, e
Sapucaí-Guassú, ao norte.
 

  

  

 TAQUARÍ
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Taquari, comarca de
Itaporanga, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FARTURA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio
Taquari, à direita, e as dos rios Itararé Verde,
à esquerda, em frente à
cabeceira mais ocidental do ribeirão da Ariranha, seguem
pelo espigão em
demanda da cabeceira mais meridional do córrego da Anta
Branca;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
 

  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio
Taquari, à direita, e as dos rios Itararé e
Verde, à esquerda em frente à
cabeceira mais meridional do córrego da Anta Branca, descem
por este até o
ribeirão Bonito e por este abaixo até o rio
Taquari;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ
 

  

  

 Começam no rio Taquari, na foz do ribeirão Bonito
e
vão por aquele acima até a barra do
córrego do Vaquejador;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPORANGA:
 

  

  

 Começam no córrego do Vaquejador, onde faz barra
no
rio Taquari, sobem por aquele até sua cabeceira mais
ocidental, ganham a
cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual descem
até o ribeirão Muniz,
prosseguem pelo contraforte fronteiro até cruzar o divisor
entre as águas do
rio Taquari, à direita, e as do rio Verde, à
esquerda, até frontear, a
cabeceira mais oriental do ribeirão da Ariranha, onde
tiveram início estas
divisas.
 

  

  

 TAQUARITINGA
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Taquaritinga, comarca do
mesmo nome,
constituído do distrito de paz da sede e dos de Candido
Rodrigues, Guariroba,
Jurema, Santa Ernestina, terá as seguintes divisas.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES:
 

  

  

 Começam no rio dos Porcos, na barra do ribeirão
do
Tanque, sobem por este até a foz do córrego das
Areias e por este acima até a
cabeceira mais setentrional do seu galho da esquerda,
transpõe o espigão em
demanda da nascente mais meridional do córrego dos Mendes,
que fica na
contravertente, descem por aquele até a boca do
córrego da Divisa e continuam
pelo espigão entre este e o córrego de S.
Francisco, e pelo que separa as águas
do córrego Salvador das do córrego do Salvador
das do córrego de Sauí Burker,
indo até a barra deste no ribeirão da Lagoa,
também chamado de Boa Vista dos
Olhos d’Água.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALTO:
 

  

  

 Começa no ribeirão da Lagoa, também
chamado da Boa
Vista dos Olhos d’Água, sobem por este
até a boca do pequeno córrego chamado
Rocha e por este acima até sua cabeceira, continuam pelo
espigão mestre entre
as águas do ribeirão da Onça,
à esquerda, e as do rio dos Porcos, à direita,
passam pelo alto do morro da Broa, contornam as cabeceiras do
ribeirão da Onça
e alcançam a cabeceira do córrego da Fazenda
Serrinha, pelo qual descem até o
ribeirão impropriamente chamado de córrego Rico,
descem por este até o córrego da
Fazenda de Paulo Corrêa e por este acima, até sua
cabeceira do galho da
esquerda, ganham a cabeceira do córrego da Fazenda Santa
Amélia, que fica na
contravertente e por ele descem até o córrego do
Rumo e por este abaixo até o
córrego Rico;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL:
 

  

  

 Começam no ribeirão impropriamente chamado
córrego
Rico, na foz do córrego do Rumo, descem por aquele
até a boca do córrego do
Carrão e por este acima até sua cabeceira mais
ocidental, vão daí em reta à
cabeceira do córrego da Fazenda do Côco pelo qual
descem até o córrego do Côco;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA:
 

  

  

 Começam na barra do córrego da Fazenda do
Côco, no
córrego do Côco, sobem pelo córrego do
Côco até a barra do córrego da Fazenda
Cruzeiro, pelo qual sobem até sua cabeceira mais oriental,
vão daí, em reta à
confluência do córrego Gengibre no
ribeirão do Bom Fim, vão desta barra por
nova reta à barra do córrego Cucuí, no
córrego do Luciano:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MATÃO:
 

  

  

 Começam na barra do córrego do Luciano com o
córrego
do Cucuí, sobem por este até sua cabeceira mais
ocidental, prosseguem pelo
espigão mestre entre as águas do
ribeirão da Dobrada, à esquerda, e as do
ribeirão dos Porcos, à direita, contornam as
cabeceiras do ribeirão dos Porcos
em demanda da barra do córrego da Fazenda Santa Eliza, no
ribeirão da Dobrada,
descem por este último até a barra do
córrego da Fazenda São Luiz e continuam
pelo espigão fronteiro em demanda do “divortium
acquarum” entre o ribeirão da
Dobrada e o ribeirão do Maribondo até
alcançar a cabeceira mais oriental do
córrego da Onça e por este descem ao rio
São Lourenço e por este abaixo a foz
do córrego da Lagôa:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio São Lourenço, na barra
do córrego da
Lagoa, descem pelo rio São Lourenço
até a barra do córrego São
Lourenço, pelo
qual sobem até sua cabeceira, ganham a cabeceira do
córrego Agulha, pelo qual
descem à cabeceira do córrego da Lanceta e por
este ao córrego Lageadinho Velho
ou Sêco, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
setentrional, ganham o espigão
mestre São Lourenço Porcos, pelo qual caminham em
demanda da cabeceira mais
meridional do córrego dos Três Galhos e por este
abaixo e pelo córrego São João
até o ribeirão dos Porcos e por este ainda
até a boca do córrego do Tanque onde
tiveram início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE
TAQUARITINGA
 
  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de
Taquaritinga terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
GUARIROBA:
 
  

  

 Começam no ribeirão São
Lourenço, na barra do córrego
da Água Limpa, sobem por este até sua cabeceira
nororiental, ganham o espigão
entre as águas deste último ao sul e as do
ribeirão dos Porcos, ao norte, pelo
qual caminham até frontear a cabeceira do galho da direita
do córrego do
Valério, pelo qual descem até o
ribeirão dos Porcos e por este abaixo até a
boca do córrego Itaguaçaba:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
JUREMA:
 
  

  

 Começam no ribeirão dos Porcos, na foz do
córrego
Itaguaraba, continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda as águas deste último,
e, à direita, as do córrego da Barrinha, indo
até a barra do pequeno córrego
que deságua no ribeirão Jurema junto a ponte da
estrada de rodagem que na
cidade de Taquaritinga vai à vila de Jurema, sobem pelo
córrego até sua
cabeceira e alcança o espigão mestre entre as
águas do ribeirão da Onça, ao
Norte, e as dos Porcos, ao Sul:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
SANTA ERNESTINA:
 
  

  

 Começam no córrego do Côco, na foz do
córrego da
Fazenda Cruzeiro, sobem pelo Côco até a barra do
córrego do Pimenta, continuam
pelo espigão intermediário entre essas duas
águas e prosseguem pelo espigão
intermediário entre essas duas águas e prosseguem
pelo espigão que deixa à
direita, as águas do córrego da Fazenda Santa
Maria, e, à esquerda, as do
córrego das Posses, indo até a barra do
córrego das Posses, indo até a barra do
córrego da Colônia Poço Fundo no
ribeirão dos Porcos, sobem por aquele córrego,
pelo seu galho da direita, até sua cabeceira caminha pelo
espigão entre as
águas do ribeirão dos Porcos, ao norte, e as do
ribeirão Dobrada, ao sul, até
frontear a cabeceira do córrego da Fazenda São
Luiz pelo qual descem até o
ribeirão da Dobrada.
 

  

  

 CANDIDO RODRIGUES
 
  

  

 O distrito de paz de Cândido Rodrigues terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz de Jurema:
 
  

 Começam no morro da Brôa, seguem pelo
espigão divisor que deixa, as águas do
córrego água Suja, e, à esquerda, as
do ribeirão Jurema, indo até a ponte sobre
a Água Suja da Estrada de rodagem que da Vila Jurema vai a
Vila Camargo, antigo
Agulha, continuam pelo eixo dessa estrada até a ponte sobre
o rio Taquari,
sobem por este até a foz do primeiro córrego da
sua margem direita e continuam
pelo espigão divisor que deixa, à esquerda, as
águas deste último afluente,
contornam as cabeceiras dos córregos André e da
Capivara, indo até a Ponte
sobre o córrego do Tanque, na mesma estrada de rodagem acima
citada:
 

  

  

 GUARIROBA
 
  

  
 

  

 O distrito de paz de
Guariroba terá as seguintes divisas internas:
 

  

  
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
JUREMA:
 

  

  
 

  

 Começam no
ribeirão dos
Porcos, na barra do córrego do Cafundó, sobem por
aquele até a embocadura do
córrego Itaguaçaba:
 

  

  
 

  

 COM O DISTRITO DA SEDE
 

  

  
 

  

 Começam no
ribeirão dos
Porcos, na foz do córrego de Itaguaçaba,
vão pelo primeiro acima até a foz do
córrego do Valério, pelo qual sobem pelo seu
galho da esquerda, até sua
cabeceira ganham o espigão entre as águas do
ribeirão dos Porcos, ao Norte, e
as do córrego da Água Limpa, ao sul, e pelo
espigão caminham até atingir a
cabeceira nororiental da Água Limpa, pelo qual descem
até o ribeirão São
Lourenço:
 

  

  

 Jurema
 

  

  

 O distrito de Paz de
Jurema
terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE CANDIDO RODRIGUES;
 

  

  

 Começam no córrego do
Tanque, na ponte da estrada de rodagem que da vila Jurema vai
à vila Camargo
antigo Agulha, seguem pelo espigão que contorna as
cabeceiras dos córregos da
Capivara e do André, indo até a barra do primeiro
córrego da margem direita do
córrego Taquari, acima da ponte da citada estrada de
rodagem, descem pelo
Taquari até a ponte da mesma estrada que da Vila Jurema vai
a Vila Camargo,
continuam pelo eixo desta até a ponte sobre o
córrego da Água Suja e prosseguem
pelo espigão que deixa, à esquerda as
águas deste último, e à direita, as do
ribeirão Jurema, até o Morro da Brôa:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE:
 

  

  

 Começam no espigão mestre
entre as águas do ribeirão da Onça, ao
norte, e as do ribeirão dos Porcos, ao
sul, em frente à cabeceira do pequeno córrego que
vai desaguar no ribeirão
Jurema, junto à ponte da estrada de rodagem que da cidade de
Taquaritinga vai à
vila de Jurema, descem por esse córrego ao
ribeirão citado e continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas
do córrego Itaguaçaba, e, à esquerda,
as
do córrego da Barrinha, indo até a
confluência daquele no ribeirão dos Porcos;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARIROBA;
 

  

  

 Começam no ribeirão dos
Porcos, na foz do córrego Itaguaçaba, descem pelo
primeiro até a barra do
córrego do Cafundó;
 
  

  

 SANTA ERNESTINA
 

  

  

 O distrito de paz de Santa Ernestina terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da sede;
 
  

 Começam no ribeirão Dobradas, na foz do
córrego da Fazenda São Luiz, sobem por
Este até sua cabeceira, ganham o espigão entre as
águas do ribeirão dos Porcos,
ao norte, e as do ribeirão Dobrada, ao Sul, pelo qual
caminham até frontear a
cabeceira da esquerda do córrego da Colônia
Poço Fundo, pelo qual descem até o
ribeirão dos Porcos, e continuam pelo espigão que
deixa, à direita as águas do
córrego das Posses, e, à esquerda, as do
córrego da Fazenda Santa Maria,
prosseguem pelo espigão intermediário entre as
águas do córrego da Pimenta, à
esquerda, e as do córrego do Côco, à
direita, até a confluência destes dois
cursos, descendo pelo córrego do Côco abaixo
até a barra do córrego da Fazenda
Cruzeiro.
 

  

  

 TATUÍ
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Tatuí, comarca do
mesmo nome,
constituído do distrito de paz da sede e dos de Cesarto
Lange e Quadra, passa a
ter as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA:
 

  

  

 Começam no espigão da Areia Branca, no ponto do
cruzamento com o espigão divisor das águas do rio
Feio e ribeirão Aleluia,
prosseguem pelo último espigão até seu
entroncamento no divisor conhecido pelo
nome de Fogaça, que é o espigão entre
as águas dos rios Feio, Conchas e
ribeirão Aleluia, e pelo divisor continuam até
entroncar com o espigão que
deixa, à esquerda, as águas do rio Conchas, e,
à direita, as do ribeirão
Aleluia, prosseguem por êste divisor até cruzar no
divisor das águas do rio
Conchas e ribeirão da Vargem;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRAS:
 

  

  

 Começam no espigão mestre entre as
águas do rio
Conchas, à esquerda, e as do ribeirões Aleluia e
Onça, à direita, no ponto em
que é cruzado pelo espigão que deixa as
águas do rio Conchas, de um lado, e as
do ribeirão da Vargem, do outro, seguem pelo
espigão mestre em demanda da
cabeceira da água da fazenda Paineiras pelo qual descem
até a barra do córrego
das Perobas, formadores do ribeirão de Dentro;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LARANJAL:
 
  

  

 Começam no ribeirão de Dentro, onde faz barra o
córrego das Perobas, e vão por aquele abaixo
até a barra do ribeirão da Onça e
por êste ainda até sua foz no rio Sorocaba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ:
 
  

  

 Começam no ponto em que o ribeirão da
Onça se lança
no rio Sorocaba e vão por êste acima
até a barra do ribeirão Palmital ou Sete
Ranchos;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOITÚVA:
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba, onde desemboca o
ribeirão
Palmital ou Sete Ranchos e vão por aquele acima
até a barra do rio Sarapuí, e
por êste acima até a foz do ribeirão
Iperó;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPO
LARGO:
 
  

  

 Principiam no rio Sarapuí onde faz barra o
ribeirão
Iperó, vão por aquele acima até a
barra do rio Alambarí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
ITAPETININGA;
 
  

  

 Começam na barra do rio Alambarí no rio
Sarapuí,
sobem pelo Alambarí até a foz do
córrego do Delfino, pelo qual sobém
até a
confluência do córrego que fica na contravertente
do córrego do Pinheirinhos,
afluente do Juru-mirim, sobem pelo dito córrego,
até sua cabeceira mais setentrional,
vão daí, em rumo à cabeceira
sudoriental do córrego Pinheirinhos, pelo qual
descem até o ribeirão Jurupiranga e ainda
descendo por êste até sua foz no rio
Tatuí, sobem pelo rio Tatuí, até a
barra do ribeirão das Araras;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUAREÍ;
 
  

  

 Começam no rio Tatuí, onde faz barra o
ribeirão das
Araras, sobem por êste até a sua cabeceira mais
setentrional, prosseguem pelo
espigão mestre entre as águas do rio Sorocaba,
à direita, e rio Guareí, à
esquerda, até entroncar com o espigão da Areia
Branca, pelo qual prosseguem até
o ponto de cruzamento com o espigão divisor das
águas do rio Feio e ribeirão
Aleluia, onde começam estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE TATUÍ:
 
  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do
 

 município
 

 de Tatuí,
terá
as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
QUADRA:
 
  

  

 Começam no espigão divisor entre as
águas dos
ribeirões Guarapó, da Pederneiras e das Pedras,
na cabeceira do córrego das
Araras, seguindo por êste divisor em demanda da ponte sobre o
ribeirão das
Pederneiras, na estrada de rodagem que vai da fazenda do Paiol
à Tatuí, descem
pelo ribeirão das Pederneiras até o ponto em que
é ele cortado pela reta
norte-sul que vem da cabeceira mais meridional do córrego de
José Coelho,
seguem pela reta, alcançam a referida cabeceira e descem por
êste córrego até
sua barra com o ribeirão Guarapó, vão
daí, em reta, à ponte sobre o ribeirão
Turvinho, na estrada de rodagem que da cidade de Tatuí vai
à cidade de
Porangaba;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
CESÁRIO LANGE:
 
  

  

 Começam na ponte sobre o ribeirão Turvinho, na
estrada de rodagem que da cidade de Tatuí vai à
cidade de Porangaba, descem
pelo Turvinho, até o ribeirão Guarapó
e por êste abaixo, até o rio Sorocaba;
 

  

  

 DISTRITO DE CESARIO LANGE
 
  

  

 O distrito de paz de Cesário Lange, terá as
seguintes
divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Sorocaba, na barra do ribeirão
Guarapó, sobem por êste e pelo ribeirão
Turvinho até a ponte sobre êste último,
na estrada de rodagem que da cidade de Tatuí vai
à cidade de Porangaba;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
QUADRA:
 
  

  

 Começam na ponte sobre o ribeirão Turvinho na
estrada
de rodagem que da cidade de Tatuí vai à cidade de
Porangaba, tomam pelo eixo
dessa estrada até atingir o alto do espigão entre
as águas do ribeirão Palmeiras,
à esquerda, e as do ribeirão Turvinho,
à direita, continuam por êsse espigão
até a barra do ribeirão Palmeiras no
ribeirão Aleluia e por êste sobem até a
boca do córrego de Adolfo Rosa, subindo por êste
até sua cabeceira mais
setentrional, galgando, enfim o alto do espigão mestre entre
as águas do rio
Tietê, ao norte, e as do rio Taquarí, ao sul;
 

  

  

 DISTRITO DE QUADRA
 
  

  

 O distrito de paz de Quadra, terá as seguintes
divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
CESÁRIO LANGE:
 
  

  

 Começam no alto do espigão mestre entre as
águas dos
rios Tietê, ao norte, e Tatuí, ao sul, em frente
da cabeceira mais setentrional
do córrego do Adolfo Rosa, descem por êste
até o ribeirão Aleluia, e por êste
abaixo até a confluência do ribeirão
das Palmeiras continuam pelo espigão que
deixa, à direita, as águas deste
último e, à esquerda, as do ribeirão
Turvinho
até entroncar a estrada de rodagem que da cidade de
Tatuí via à cidade de
Porangaba, prosseguem pelo eixo desta até a ponte sobre o
ribeirão Turvinho;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE
DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na ponte sobre o ribeirão Turvinho, na
estrada de rodagem que da cidade de Tatuí vai à
cidade de Porangaba, vão daí,
em reta, à barra do córrego de José
Coelho no ribeirão Guarapó, sobem pelo
córrego até sua cabeceira mais meridional e
continuam por uma reta norte-sul
até o ribeirão Perdeneiras, e por êste
acima até a ponte sobre êste rio da
estrada que da fazenda Palól vai à
Tatuí e daí em demanda à cabeceira do
córrego das Araras, prosseguindo pelo diviso r das
águas dos ribeirões Guarapó
das Pederneiras e das Pedras.
 

  

  

 TAUBATÉ
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Taubaté comarca
do mesmo nome,
constituído do distrito de paz da sede e do Quiririm,
terá as seguintes
divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOSÉ
DOS CAMPOS:
 
  

  

 Principiam na Serra do Palmital, na cabeceira mais
setentrional do ribeirão de Santa Cruz, continuam pela Serra
do Palmital até a
cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Motas, chamado
córrego
Pinheirinhos;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TREMEMBÉ:
 
  

  

 Começam na Serra do Palmital, divisora das águas
dos rios
Buquira e Paraíba, na cabeceira mais setentrional do
ribeirão dos Motas,
chamada córrego dos Pinheirinhos pelo qual descem
até sua barra no rio Paraíba,
descem pelo rio Paraíba até a foz do
ribeirão José Raimundo ou do Pinhão,
vão
desta barra em reta, à forquilha dos principais
braços do ribeirão Moinho,
deste ponto, por outra reta, ao quilômetro 341 da Estrada de
Ferro Central do
Brasil, deste marco, ainda em reta, à barra do
córrego Mata Fome, no rio Una:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
PINDAMONHAGABA:
 
  

  

 Começam na barra do córrego Mata Fome, no rio
Una,
sobem pelo Una até a barra do primeiro córrego
que desemboca na margem direita,
abaixo da barra do ribeirão Ipiranga, daí
alcançam e prosseguem pelo divisor
que deixa, à direita, as águas do rio Una, e,
à esquerda, as dos ribeirões do
Pinhão Água Preta, Capituba, passando pelos
morros Grande, Malacacheta até a
Serra Quebra-Cangalha, continuam por esta Serra até cruzar o
espigão divisor
das águas do ribeirão das Almas, à
direita, e as do rio Turvo, à esquerda;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. LUIZ
DO PARAITINGA:
 
  

  

 Começam na Serra Quebra-Cangalha, onde esta cruza o
divisor que deixa, à direita, as águas do
ribeirão das Almas, e, à esquerda, as
do rio Turvo, prosseguem pelo divisor até o alto do Carapeva;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE REDENÇÃO:
 
  

  

 Começam no alto do Carapeva, prosseguem pelo divisor
que deixa, à esquerda, as águas dos
ribeirões do Afonso e dos Venâncios, e,
à
direita, as do rio Una; passando pelos morros Pamonan, Pedra Grande e
Ermo, em
demanda do Pico Agudo, deste Pico vão em reta, a rumo de
oeste-leste, até
cortar o divisor que deixa, à direita, as águas o
rio Una, e por êste divisor
caminham até cruzar com o espigão divisor das
águas dos ribeirões Caçapava
Velha e Piraí ou Taperão;
 

  

  

 COM O MUNICÍPI DE CAÇAPAVA:
 
  

  

 Começam no espigão divisor das águas
dos ribeirões
Caçapava Velha e Piraí ou Taperão,
onde êle cruza com o divisor das águas do
rio Una e ribeirão Taperão, prosseguem
daí, pelo divisor da margem direita das
águas do ribeirão Caçapava Velha, em
demanda da cabeceira mais meridional do
córrego Pichoá ou Ponte Alta, pelo qual descem
até o rio Paraíba e sobem por
êste até a barra do ribeirão da Santa
Cruz e por êste ainda até sua cabeceira
mais setentrional na Serra do Palmital, onde tiveram início
estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE TAUBATÉ:
 
  

  

 QUIRIRIM:
 

  

  

 O distrito de paz de
Quiririm terá as seguintes divisas internas com o distrito
de paz da sede do
 

 município
 

 de
Taubaté:
 
  

 Começam no rio Paraíba, na foz do
ribeirão do Pinhão, também conhecido
pelo
nome de ribeirão José Raimundo, sobem por
êste até sua cabeceira mais
meridional e continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
Piracaguá, e, à esquerda, as do
ribeirão Itaim, indo até a Serra do Jambeiro.
 
  

  

 TIETÊ
 

  

  

 O
 

 município
 

 de
Tietê,
comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz da
sede e do de
Cerquilho, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE LARANJAL:
 

  

  

 Começam no rio Sorocaba,
onde faz barra o ribeirão da Onça, seguem
daí, em reta, até o salto do rio
Sorocaba e continuam pelo rio abaixo até a ponte da E. P.
Sorocabana, vão daí
em reta à cachoeira do Matias no rio Tietê, por
êste abaixo até a barra do
ribeirão Pederneiras, pelo qual sobem até o salto
do ribeirão Pederneiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA:
 

  

  

 Começam no salto do ribeirão
Pederneiras, daí prosseguem em reta à nascente
mais setentrional do córrego
Diamante, e por êste abaixo até sua barra no
ribeirão São Bento, vão
daí, em
reta, leste-oeste, até o ribeirão Capivari-Mirim,
e por êste acima até a boca
do córrego Pequeno;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPIVARÍ:
 

  

  

 Começam no ribeirão
Capivari-Mirim, na barra do córrego Pequeno, continuam pelo
espigão que deixa,
a esquerda, as águas do ribeirão D. Teodora ou D.
Teresa e córrego da Fazenda
São Paulo, indo até a barra deste
último no rio Capivari; continuam pelo espigão
da margem esquerda do ribeirão Fundo até atingir
o espigão mestre
Tietê-Capivarí, e por êste caminham
até frontear a cabeceira do córrego Galho
do Norte, pelo qual descem ao ribeirão José
Leite, seguem pelo espigão
fronteiro em demanda do córrego da Água Branca no
ribeirão Sete Fogões;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ:
 

  

  

 Começam na barra do ribeirão
Água Branca no ribeirão Sete Fogões,
descem por êste até o rio Tietê vai por
êste sobem até a barra do córrego Cruz
das Almas e por êste acima até a cabeceira
mais ocidental;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BOITUVA:
 

  

  

 Começam na cabeceira mais
ocidental do córrego Cruz das Almas, continuam pelo
espigão divisor que deixa à
esquerda, as águas do ribeirão Quilombo, e a
direita, as do ribeirão
Mandissununga, indo até a barra do córrego da
Fazenda Paineiras no ribeirão
Mandussununga, sobem pelo córrego Paineiras até
sua cabeceira e continuam pelo
espigão divisor da margem direita do ribeirão dos
Sete Ranchos ou Palmital até
a barra deste no rio Sorocaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ:
 

  

  

 Começam no rio Sorocaba,
onde deságua o ribeirão Palmital ou Sete Ranchos,
e vão pelo rio abaixo até a
barra do ribeirão da Onça, onde tiveram
início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE TIETÊ:
 

  

  

 CERQUILHO:
 
  

  

 O distrito de paz de Cerquilho terá as seguintes divisas
internas com o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 de Tietê:
 
  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão Mandissununga e,
à esquerda, as do ribeirão de Mato Dentro, em
frente à cabeceira do córrego da
Fazenda de Indalecio de Camargo, córrego que nasce cerca de
um quilómetro ao
sul da sede da mesma fazenda, continuam pelo espigão que
deixa, à direita, as
cabeceiras do córrego da Fazenda Sabauna, indo
até a barra do córrego conhecido
como Água da Capuava no ribeirão Pimenta, sobem
pelo Capuava até sua cabeceira
ribeirão Pimenta, sobem pelo Capuava até sua
cabeceira mais do norte e ganham,
a rumo, a cabeceira mais oriental do córrego da Estiva, pelo
qual descem até a
barra da Água da Capela, subindo por esta até sua
cabeceira mais meridional,
próxima aos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, e
vão, por fim, deste ponto
em reta, ao rio Tietê, na barra do córrego da
Vereda, que nasce próximo à
estação do mesmo nome.
 

  

  

 TORRINHA
 

  

  

 O
 

 município
 

 de
Torrinha, comarca de Brotas, terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS:
 
  

  

 Começam no ribeirão do Peixe, onde faz barra o
córrego do Sul, vão desse ponto em reta
à barra do ribeirão Pedra de Amolar no
ribeirão Pinheirinhos ou Cachoeira, sobem pelo
ribeirão da Pedra de Amolar, até
sua cabeceira mais oriental, atravessam o espigão em demanda
da nascente mais
ocidental do córrego Clarinho, e, por êste descem
até o ribeirão Claro,
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita as
águas deste último, e, à
esquerda, as do ribeirão Grande até cruzar com o
espigão que deixa, as águas do
córrego da Água Branca, à direita, e
por êste último espigão caminham
até a
barra da Água Branca no ribeirão Grande, sobem
por êste até a foz do córrego
dos Bicudos;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO
PEDRO:
 
  

  

 Começam no ribeirão Grande, onde faz barra o
córrego
dos Bicudos, sobem por êste até a sua cabeceira,
ganham o alto da Serra de São
Pedro em demanda da cabeceira do galho mais de leste do
córrego da fazenda Boa
Esperança, descem por êste até o
aparado da serra de São Pedro e pelo aparado
vão até o contraforte da mesma serra que separa
as águas do ribeirão Serelepe,
à esquerda, e as do ribeirão do Truvo,
à direita, e por êste contraforte,
caminham até frontear a cabeceira mais oriental do galho da
esquerda do córrego
do Morro Chato;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE DOIS
CÓRREGOS:
 
  

  

 Começam no contraforte da Serra de São Pedro que
separa as águas do ribeirão Serelepe,
à esquerda, das do ribeirão do Turvo,
à
direita, em frente à cabeceira mais oriental do galho da
esquerda do córrego do
Morro Chato, descem pelo córrego, que corre ao sul do
mássico do mesmo nome,
até o ribeirão Turvo e vão por
êste acima até a barra do córrego do
Firmino,
sobem pelo córrego Firmino até sua cabeceira mais
setentrional e vão daí em
reta a barra do córrego da fazenda de Nuo Cruz no
ribeirão do Bugio, sobem pelo
córrego até sua cabeceira e prosseguem, pelo
espigão, em demanda da cabeceira
do córrego do Sul, pelo qual descem até o rio do
Peixe, onde tiveram início
estas divisas.
 

  

  

 TREMEMBÉ
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Tremembé, comarca
de Taubaté, terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ
DOS CAMPOS:
 
  

  

 Começam na serra do Palmital, na cabeceira mais
setentrional do córrego Pinheirinhos, seguem pela serra, que
é o divisor entre
as águas do rio Buquira, à esquerda, e
ribeirão da Serragem, à direita, até
cruzar a Serra da Mantiqueira;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
PINDAMONHANGABA:
 
  

  

 Começam na serra da Mantiqueira, no pião divisor
do
rio Buquíra, ribeirão Boa Vista e rio Piracuama,
prosseguem pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas do rio Piracuama, e,
à direita, as do ribeirão da
Bôa Vista até a confluência desses dois
cursos dágua, seguem pelo Piracuama
abaixo até o rio Paraíba e por Este ainda
até a barra do rio Una, sobem por
êste até a barra do córrego Mata Fome,
nas proximidades do bairro do mesmo
nome;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAUBATÉ:
 
  

  

 Começam no rio Una, na barra do córrego Mata Fome
que
deságua próximo do bairro do mesmo nome, vai
daí em reta ao marco do Km. N. 341
da E. F. Central do Brasil, marco que fica aproximadamente a meio
caminho,
entre as estações de Tremembé e a de
Taubaté, da mesma estrada férrea, seguem,
em reta, desse marco, até a primeira forquilha do
ribeirão Moinho, e dessa
confluência, ainda em reta, á barra do
ribeirão José Raimundo ou do Pinhão,
no
Paraíba, sobem por êste até a foz do
ribeirão dos Motas e vão por Este acima
até sua cabeceira mais setentrional, conhecida por
córrego Pinheirinhos, já na
serra do Palmital, onde tiveram início estas divisas.
 

  

  

 TUPAN
 

  

  

 Fica creado o 
 

 município
 

 de Tupan, na comarca de
Pompéia, compreendendo os distritos de paz de Bastos,
desmembrado do
 

 município
 

 de Marília; Parnaso e Tupan, desmembrados do 
 

 município
 

 de Glicélio;
Iacrí,
desmembrado do MUNICÍPIO de Birigui e Rinópolis,
desmembrado do 
 

 município
 

 de
Araçatuba, o qual terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O
MUNICÍPIO DE
MARTINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra do ribeirão da
Confusão, seguem pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do ribeirão do
Taquaral, e, à esquerda, as do ribeirão das
Frutas ou Negrinha, indo até o
espigão mestre Aguapeí-Peixe;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
GUARARAPES:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Aguapei-Peixe, onde
cruza o
contraforte que deixa, à direita, as águas do
ribeirão Taquarí, e, à esquerda,
as do ribeirão das Frutas ou Negrinha, seguem pelo
espigão mestre até frontear
a cabeceira do córrego da Lagoa e por êste abaixo
até o ribeirão Drava, pelo
qual descem até o rio Aguapeí;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUÍ:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na foz do
ribeirão Drava,
sobem pelo primeiro até a boca do ribeirão da
Lontra;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COROADOS:
 
  

  

 Começam no rio Aguepeí, na foz do
ribeirão da Lontra
e sobem por aquele até a barra do ribeirão
Promissor;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GLICÉRIO:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na barra do
ribeirão
Promissor e sobem por aquele até a embocadura do
ribeirão Iacri;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA:
 

  

  

 Começam no rio Aguapeí, na foz do
ribeirão Iacri,
seguem pelo espigão que deixa, à direita, as
águas deste último, e, à esquerda,
as do córrego Coioi e do rio Caingang ou Guaperanga, indo
até a barra do
córrego Juliápolis no rio Iacri, sobem por
êste até a barra do córrego Gonheri,
continuam pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas do Iacri, e, à direita,
as do córrego da Granada, ganham o espigão mestre
Aguapeí-Peixe, e alcançam a
cabeceira do galho da esquerda ou de leste do ribeirão
Pitangueiras e por êste
abaixo até sua foz do rio do Peixe.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE QUATÁ:
 

  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão
Pintangueiras, e descem pelo primeiro até a barra do
ribeirão da Onça;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RANCHARIA:
 

  

  

 Começam no rio do Peixe, na foz do ribeirão da
Onça e
descem por aquele até a boca do ribeirão da
Confusão, onde tiveram início estas
divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE TUPAN:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de Tupan
terá
as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BASTOS:
 

  

  

 Começam no rio do Peixe, na barra do ribeirão do
Barreiro ou Copaíba, sobem por êste,
até a forquilha de seus principais
formadores;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IACRÍ:
 

  

  

 Começam na forquilha dos principais formadores do
ribeirão do Barreiro ou Copaíba, seguem pelo
galho da direita ou de leste até
sua cabeceira, ganham o espigão mestre
Aguapeí-Peixe e continuam em demanda da
cabeceira do córrego pelo qual descem ao ribeirão
Sete de Setembro e por êste
ainda até a o rio Aguapeí;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PARNASO:
 

  

  

 Começam no rio Aguapei, na barra do ribeirão
Iacri,
sobem por êste até a barra do córrego
Afonso Treze e por êste acima, pelo seu
galho da esquerda ou de leste, até sua cabeceira, continuam
pelo espigão em
demanda do espigão mestre Aguapeí-Peixe, e por
êste até cruzar com o
contraforte que separa as águas dos dois maiores e mais
altos galhos formadores
do ribeirão Pitangueiras;
 

  

  

 BASTOS:
 

  

  

 O distrito de paz de Bastos terá as seguintes divisas
internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RINÓPOLIS:
 

  

  

 Começam no espigão mestre
Aguapeí-Peixe, em frente à
cabeceira do córrego da Lagoa, seguem pelo
espigão mestre até frontear a
cabeceira do ribeirão Itaúna;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
IACRÍ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Aguapeí-Peixe, em frente à
cabeceira do ribeirão Itaúna, vão
daí, em reta, à nascente mais setentrional do
ribeirão Cipoada e, por nova reta, à nascente do
galho da direita, ou de oéste,
do ribeirão Barreiro ou Copaíba e por
êste abaixo até a forquilha dos
principais ramos formadores do mesmo ribeirão;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 Começam na confluência dos dois principais ramos
formadores do ribeirão do Barreiro ou Copaíba,
descem por êste até o rio do
Peixe.
 

  

  

 IACRÍ:
 
  

  

 O distrito de paz de Iacri terá as seguintes divisas
internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
RINÓPOLIS:
 
  

  

 Começam no espigão mestre Aguapei-Peixe, em
frente à
cabeceira mais meridional do Ribeirão Itaúna e
por êste descem até o rio
Aguapeí;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SÉDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no rio Aguapeí, na foz do
ribeirão Sete de
Setembro, sobem por êste até a boca do
córrego e por êste acima até sua
cabeceira, ganham o espigão mestre Aguapei-Peixe, a rumo, e
continuam em
demanda da cabeceira do galho da esquerda ou de leste do
ribeirão Barreiro ou Copaíba,
pelo qual descem até a forquilha dos principais ramos
formadores do citado
ribeirão;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
BASTOS:
 
  

  

 Começam na forquilha dos dois principais ramos
formadores do ribeirão Barreiro ou Copaíba, sobem
pelo galho da direita ou de
oéste até sua nascente, vão
daí em reta à nascente do ribeirão da
Cipoada e por
nova reta atingem o espigão mestre Aguapei-Peixe, em frente
à cabeceira do
ribeirão Itaúna.
 

  

  

 PARNASO
 
  

  

 O distrito de paz de Parnaso terá as seguintes
divisas internas com o distritos de paz de sede do 
 

 município
 

 de Tupan;
 
  

 Começam na forquilha dos dois principais formadores do
ribeirão Pitangueiras,
continuam pelo espigão intermediário a
êsse dois cursos, em demanda do espigão
mestre Aguapeí-Peixe, prosseguem em demanda da cabeceira do
galho da direita ou
de leste do córrego Afonso Treze e por êste descem
até o ribeirão Iacri e por
êste ainda até o rio Aguapei.
 

  

  

 RINÓPOLIS
 
  

  

 O distrito de paz de Rinópolis terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
IACRI:
 
  

  

 Começam no rio Aguapei, na foz do ribeirão
Itaúna,
sobem por êste até sua cabeceira;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
BASTOS:
 
  

  

 Começam na cabeceira do ribeirão
Itaúna, ganham o
espigão mestre Aguapeí-Peixe e por êste
espigão prosseguem até frontear a
cabeceira do córrego da Lagoa.
 

  

  

 UBATUBA
 

  

  

 O
 

 município
 

 de Ubatuba,
comarca do mesmo nome, terá
as seguintes divisas;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
CARAGUATATUBA:
 
  

  

 Começam no Oceano Atlântico, na foz do
ribeirão
Tabatinga, sobem por aquele e pelo seu galho do centro, até
sua cabeceira mais
setentrional, continuam pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
Maranduba, e, à esquerda, as do ribeirão Mococa,
até o alto da Serra do Mar;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
NATIVIDADE:
 
  

  

 Começam na Serra do Mar, onde ela cruza com o
espigão
que deixa, à direita, as águas do
ribeirão Mococa, e, à esquerda, as do
ribeirão Maranduba, seguem pela crista da Cordilheira
até entroncar com o
espigão que leva à barra do ribeirão
da Prata, no rio Paraibuna;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. LUIZ:
 
  

  

 Começam no alto da Cordilheira do Mar, onde ela cruza
com o espigão que finda na barra do ribeirão da
Prata, no rio Paraíbuna, seguem
pela crista da Cordilheira até entroncar com o
espigão da margem esquerda do
rio Paraíbuna,  e que finda na
confluência do rio Paraíbuna com o
ribeirão
Grande ou Aparição;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CUNHA:
 
  

  

 Começam no alto da Cordilheira do Mar, onde ela cruza
com o espigão da margem esquerda do rio
Paraíbuna, e que morre na confluência
do rio Paraíbuna com o ribeirão Grande ou
Aparição, e seguem pela crista da
Cordilheira até seu entroncamento com a Serra do Parati;
 

  

  

 COM O ESTADO DO RIO DE
JANEIRO:
 
  

  

 Começam na Cordilheira do Mar, onde ela cruza com a
Serra do Parati, vão pela crista desta, que é o
espigão divisor das águas dos
rios Patatiba, Caçada e Carapitanga, à esquerda,
e ribeirões Pinciguaba e
Cambuí, e córrego da Escada, à
direita, até a ponta de Trindade, no Oceano
Atlântico.
 

  

  

 UCHÔA
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Uchôa
(ex-Inácio Uchôa), comarca de
Rio Preto, terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CEDRAL:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Cubatão-São Domingos, onde
êle cruza com o contraforte que deixa, à direita,
as águas do ribeirão Taperão,
e, à esquerda, as do córrego da Limeira,
vão daí, em reta, à barra do
córrego
do Betelli, no ribeirão da Alegria, ou São
Dominguinhos, e, por nova reta, à
cabeceira do córrego do Chiquinho descem por êste
até o ribeirão das Palmeiras;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO
PRETO:
 
  

  

 Começam no ribeirão das Palmeiras, na barra do
córrego do Chiquinho e descem pelo ribeirão das
Palmeiras até sua barra no rio
Turvo;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do ribeirão das
Palmeiras e sobem por aquele até a boca do rio
São Domingos;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABAPUÃ:
 
  

  

 Começam no rio Turvo, na barra do rio São
Domingos e
sobem por êste a boca do córrego do Taquari;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
CATANDUVA:
 
  

  

 Começam no rio São Domingos, na boca do
córrego
Taquarí, sobem por êste até sua
cabeceira, continuam pelo contraforte que
deixa, à direita, as águas do córrego
de José Inácio, e, a esquerda, as do
córrego Bate-Panelas, até cruzar com o
espigão mestre São Domingos-Cubatão;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IBIRÁ:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Cubatão-São Domingos, onde
êle cruza com o contraforte que deixa, à direita,
as águas do córrego de José
Inácio, e, à esquerda, as do córrego
Bate-Panelas, seguem pelo espigão mestre
até entroncar com o contraforte que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão do
Taperão, e, à direita, as do córrego
da Limeira, onde tiveram início estas
divisas.
 

  

  

 ÚNA
 

  

  

 O
 

 município
 

 de Una,
comarca de São Roque, terá as seguintes
divisas.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIEDADE:
 

  

  

 Começam
no rio Juquiá, onde faz barra o rio do Peixe,
vão por este acima até a barra do rio das Pedras
ou Malacacheta, prosseguem
pelo espigão da margem esquerda do rio do Peixe
até a cordilheira do
Paranapiacaba, pela qual prosseguem até cruzar com o
espigão entre as águas do
rios Sorocá-Guassú e Colégio,
à direita e rio Pirapora à esquerda; caminham por
êste espigão em demanda da barra do
córrego que vem dos Ortizes, no ribeirão do
Parurús, barra esta que ocorre logo acima da
povoação de Parurús e vão
daí em
reta à barra do córrego da represa, no
ribeirão do Parurús pelo qual descem
até
a represa do rio Sorocaba;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA:
 

  

  

 Começam na represa do rio Sorocaba, na barra do
ribeirão do Parurús, seguem pela represa
até a barra do córrego do Carafá:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE:
 

  

  

 Começam na represa do rio Sorocaba, na barra do
córrego do Carafá, seguem pela represa
até a barra do córrego da Represa, pelo
qual sobem sua cabeceira mais oriental, continuam pelo
espigão em demanda da
barra do ribeirão da Ponte Lavrada no rio
Sorocá-mirim e vão por êste acima
até
a barra do ribeirão Vargem Grande.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COTIA:
 

  

  

 Começam no rio Sorocá-Mirim, onde desemboca o
ribeirão Vargem Grande, e sóbem por aquele
até sua cabeceira mais meridional e
prosseguem pelo espigão que deixa, à esquerda, as
águas do rio Capivari e Cotia
e, as do rio Laranjeiras, à direita, até a Serra
do Itatuba, na cabeceira
oriental do rio das Laranjeiras;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPECERICA:
 

  

  

 Começam na Serra do Itatuba, na cabeceira mais
oriental do rio Laranjeiras e por êste e por êste
abaixo até a sua barra no rio
Juquiá e por êste ainda, até a foz do
córrego do Engano.
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRAINHA:
 

  

  

 Começa no rio Juquiá-Guassú, onde
deságua o córrego
do Engano e vão por aquele abaixo até a barra do
rio do Peixe, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 VALPARAÍSO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Valparaíso,
comarca do mesmo nome,
constituído dos distritos de paz da sede do 
 

 município
 

 e dos de Auto Pimenta,
(ex-Diabase), Lavínia e Comandante Arbues, terá
as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA:
 

  

  

 Começam
no espigão mestre Peixe-Aguapeí, em frente
à
cabeceira mais meridional do ribeirão Paturi, descem por
êste até o rio
Aguapeí, e por êste acima até a foz do
córrego da Água Amarela, pelo qual sobem
e pelo córrego Macaco, até sua cabeceira,
vão daí, em demanda da barra do
córrego Guanumbi, no ribeirão do Moinho, e seguem
pelo espigão intermediário
desses dois cursos, até o alto do espigão
Tietê-Ribeirão do Moinho, procurando
depois o espigão entre os dois galhos mais altos e
principais formadores do
ribeirão da Travessa Grande, pelo qual caminham
até a junção daquelas duas
águas, descendo pelo Travessa Grande até o ponto
em que êle é atingido pela
reta lêste-oéste, que vem da cabeceira do
córrego de F. Mesquita;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO:
 

  

  

 Começam no ribeirão Travessa Grande, no ponto em
que
êle é atingido pela reta
léste-oéste que vem da cabeceira do
córrego F.
Mesquita, seguem pela reta, até aquela cabeceira, descem
pelo córrego até o
ribeirão do Cotovelo e vão daí, em
reta, à cabeceira mais ocidental do córrego
Centenário, pelo qual descem até o
ribeirão da Água Fria;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA:
 

  

  

 Começam no ribeirão da Água Fria, na
foz do córrego
do Centenário, sobem pelo Água Fria,
até a barra do córrego Positivista e por
êste ainda e pelo córrego Santa Madalena,
até sua cabeceira; vão daí, em reta,
ao córrego Contravertente, pelo qual descem até o
rio Jacarécatinga e por êste
acima até a barra do córrego Santa Luzia e por
êste sobem até sua cabeceira,
indo depois, ao espigão entre as águas dos rios
Jacarécatinga e córrego Azul;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARARAPES:
 

  

  

 Começam no espigão que deixa, à
direita, as águas do
ribeirão Jacarecatinga e, à esquerda, as do
córrego Azul, em frente à cabeceira
do córrego da Santa Luzia, seguem pelo espigão,
indo até frontear a cabeceira
do córrego Água Clara, pelo qual descem
até o córrego Azul, sobem por êste e
pelo córrego Santa Antonieta até sua cabeceira,
vão em reta, ao quilômetro 326
da Estrada de Ferro Noroeste, alcançam a cabeceira do
córrego Rico pelo qual
desce até o ribeirão Pimenta e por êste
ainda até sua foz no rio Aguapeí, indo
daí, em reta, à barra do ribeirão
Bôa Esperança, no ribeirão
Aguapeí-Mirim,
sobem pelo ribeirão da Bôa Esperança
até sua cabeceira do divortium acquarum
dos rios Aguapei-Peixe;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS:
 

  

  

 Começam no divortium acquarum dos rios
Peixe-Aguapeí,
na cabeceira do ribeirão Bôa Esperança,
seguem pelo divortium até a cabeceira
do ribeirão dos Ranchos;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE:
 

  

  

 Começam no divortium
acquarum Aguapeí-Peixe, na cabeceira do ribeirão
dos Ranchos, seguem pelo
divortium até a cabeceira do ribeirão Santa
Maria;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE BERNARDES:
 

  

  

 Começam no espigão mestre Peixe-Aguapei, em
frente à
cabeceira do ribeirão Santa Maria e pelo espigão
mestre, seguem até frontear a
cabeceira do ribeirão Paturi, onde tiveram início
estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE VALPARAÍSO:
 

  

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO:
 

  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de
Valparaíso,
terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LAVINIA:
 

  

  

 Começam no espigão mestre
Peixe-Aguapeí, onde êle
cruza com o espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Tucuruvi, e, à
esquerda, as do ribeirão Iracema ou Itacoma,
alcançam a cabeceira do córrego
Indaiá e por êste descem ao rio
Aguapeí, pelo qual sobem até a foz do
ribeirão
Qinze de Janeiro, e por êste acima até sua
cabeceira mais nororiental, vão daí,
em reta, aos trilhos da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, onde eles
encontram a estrada de rodagem chamada “Reta do
Bacuri”, pela qual seguem até
cortar o córrego Positivista;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTO PIMENTA:
 

  

  

 Começam no espigão entre as águas do
ribeirão
Jacarecatinga, à direita, e as do córrego Azul,
à esquerda, em frente à
cabeceira do córrego Água Clara, vão
pelo espigão até o córrego do
Barreiro, na
ponte da estrada que vai à vila de Alto Pimenta, sobem pelo
Barreiro, até sua
cabeceira, ganham o espigão mestre
Tietê-Aguapeí e vão em reta,
à cabeceira do
córrego do Veado e por êste  abaixo
até o ribeirão Sapé, e por
êste ainda
até o rio Aguapeí, descem por êste
até a barra do córrego Cana Verde, pelo qual
sobem até sua cabeceira, continuando pelo contraforte
fronteiro até o divisor
Peixe-Aguapeí;
 

  

  

 ALTO PIMENTA
 

  

  

 (Ex-Diabase)
 
  

  

 O distrito de paz de Diábase, que ora volta à sua
antiga denominação de Alto Pimenta, transferido
do 
 

 município
 

 de Araçatuba,
terá
as seguintes divisas internas, com o distrito de paz da sede
do 
 

 município
 

 de
Valparaíso.
 
  

 Começam no espigão mestre
Peixe-Aguapeí, onde cruza o contraforte que deixa,
à
esquerda, as águas do ribeirão Tucuruvi, e,
à direita, as do ribeirão Bôa
Esperança, seguem pelo contraforte até a
cabeceira do córrego Cana Verde, e por
êste abaixo até o rio Aguapei, pelo qual sobem
até a boca do ribeirão do Sapé,
e por êste acima e pelo córrego do Veado
até sua cabeceira, vão a rumo, ao
espigão mestre Tietê-Aguapei, procuram a cabeceira
do córrego do Barreiro,
descem por êste até a ponte da estrada que vai
à vila de Alto Pimenta e
continuam pelo espigão que deixa, à direita, o
córrego Azul, e, à esquerda, o
ribeirão Jacarécatinga, até frontear a
cabeceira do córrego Água Clara.
 

  

  

 COMANDANTE
ARBUES
 
  

  

 O distrito de paz de Comandante Arbues, terá as
seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
LAVINIA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Água Fria, na boca
do córrego
Positivista, sobem pelo Água Fria até a barra do
córrego de Luiz Miranda, vão
daí em reta, ao primeiro cruzamento da estrada de rodagem
que da vila de Comandante
Arbutes vai à vila de Lavínia, com os trilhos da
Estrada de Ferro Noroeste do
Brasil, cruzamento êsse que se dá mais ou menos a
meio caminho entre aquelas
duas localidades e, daí, atingem a cabeceira do galho do
centro do ribeirão
Claro, pelo qual descem até o rio Aguapeí, pelo
qual sobem até a embocadura do
córrego Iracema ou Itacoma, e por êste acima,
até sua cabeceira mais
meridional, alcançando, depois, a rumo, o espigão
mestre Aguapeí-Peixe;
 

  

  

 LAVINIA
 
  

  

 Fica elevado a distrito de paz a zona distrital de
Lavínia, que terá as seguintes divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
COMANDANTE ARBUES:
 
  

  

 Começam no espigão mestre
Peixe-Aguapeí, em frente à
cabeceira mais meridional do ribeirão Iracema ou
Itacomã, descem por êste ao
rio Aguapeí, e por êste ainda até a
barra do ribeirão Claro, pelo qual sobem
até a cabeceira de seu galho do centro, vão
daí, em rumo até o primeiro
cruzamento da estrada de rodagem que da vila de Lavínia vai
a vila de
Comandante Arbues com os trilhos da Estrada de Ferro Noroeste do
Brasil,
cruzamento que ocorre mais ou menos a meio caminho entre aquelas duas
localidades, e desse ponto, em reta, à confluência
do córrego de Luiz Miranda
no ribeirão da Água Fria, descem por
êste até a barra do córrego Positivista;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no córrego Positivista, onde é
cortado pela
Estrada de Rodagem, denominada “Reta do Bacuri”
pelo eixo da qual caminham até
o trilhos da Estrada de Ferro Noroeste, vão daí,
em reta, à cabeceira mais
nororiental do ribeirão Quinze de Janeiro, pelo qual descem,
até o rio Aguapeí,
e por êste abaixo até a boca do córrego
Indaiá, e por êste acima até sua
cabeceira continuando pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do ribeirão
Iracema da Itacoma, e, à esquerda, as do ribeirão
Tacururí, até cruzar com o
espigão mestre Peixe-Aguapeí.
 

  

  

 VARGEM GRANDE
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Vargem Grande, comarca de
Casa Branca,
terá as seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA:
 

  

  

 Começam no rio Jaguarí-Mirim, onde faz barra o
ribeirão de Guira, sobem por êste e pelo seu galho
mais setentrional até a sua
cabeceira, daí prosseguem pelo Alto da Bôa Vista,
alcançam a nascente mais
ocidental do córrego da Estiva, pelo qual descem
até o rio Verde, continuam por
êste acima até a barra do ribeirão
São João e por êste ainda
até a embocadura
do córrego Barreiro dos Coqueiros, seguindo dessa
confluência pelo espigão
intermediário entre as duas, até ganhar o divisor
que deixa as águas do
ribeirão São João, ao norte, e as do
rio Verde aos sul, pelo qual prosseguem
até frontear a cabeceira mais ocidental do
córrego do Ibimbaé;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GRAMA:
 

  

  

 Começam no espigão divisor das águas
do rio da
Fartura, de um lado e as do córrego do Monjolo do outro, na
cabeceira mais
ocidental do córrego do Ibimbaé, descem por
êste até o rio Fartura e por êste
acima até a cachoeira sita certa de dois
quilômetros a sudeste da sede da
Fazenda de Afonso Osório;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ÁGUAS DA PRATA:
 

  

  

 Começam na cachoeira do rio Fartura, situada cerca de
dois kms. a sudeste da sede da Fazenda de Afonso Osório,
ganham o espigão
fronteiro, que é um contraforte da Serra da Fartura e
vão pelo contraforte e
pela da Serra até frontear a cabeceira sudoriental do
ribeirão de Manoel
Andrade, que deságua no rio Fartura, junto à sede
da Fazenda do mesmo nome;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOÃO DA BÔA VISTA:
 

  

 Começam na
Serra da Fartura, em frente da cabeceira
sudoriental do ribeirão de Manoel Andrade, prosseguem por
este Serra e pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do rio Jaguarí-Mirim, e, à
direita, as
do rio Verde até o contraforte da margem direita do
córrego da Fazenda Monte
Alegre, pelo qual continuam até a confluência do
córrego da Fazenda Monte
Alegre, no ribeirão do Barreiro ou Barreirinho,
também chamada da Serraria, e
pelo ribeirão descem até o rio
Jaguarí-Mirim, seguindo por êste abaixo
até a
barra do ribeirão do Guira, onde tiveram início
estas divisas.
 

  

  

 VÉRA CRUZ
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Vera Cruz, comarca de
Marília,
compreendendo o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 e a de Santa Inês,
terá as
seguintes divisas:
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA:
 

  

  

 Começam na confluência do
ribeirão Alegre com o rio do Peixe, sobem por êste
até a barra do córrego do
Norte, vão por êste e pelo córrego
Três Unidos acima até sua cabeceira do
córrego Paraízo, e por êste abaixo,
até o córrego Sete Quedas, e seguem por
êste ao ribeirão da Cascata e por êste
ainda pelo córrego Cincinatina até sua
barra, no rio Tibiriçá, pelo qual sobem
até a barra do córrego Forquilha.
   

  

 COM O
MUNICÍPIO DE GARÇA:
 

  

  

 Começam no rio Tibiriçá, na
foz do córrego da Forquilha, sobem pelo rio até a
embocadura do ribeirão
Ipiranga, continuam por êste acima até a barra do
córrego Araquá e por êste
ainda até sua cabeceira mais oriental, vão daqui,
em demanda da cabeceira mais
oriental do córrego Barreti, descem pelo Barreti
até o rio do Peixe, continuam
pelo Peixe até a barra do córrego da
Água Seca pelo qual sobem até sua
cabeceira e continuam pelo divisor Peixe-Alegre em demanda da foz do
córrego do
Brumado, no ribeirão Alegre.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPOS NOVOS:
 

  

  

 Começam no ribeirão do
Alegre, onde faz barra o ribeirão Brumado e por
aquêle abaixo até sua
confluência no rio do Peixe, onde tiveram início
estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE VERA CRUZ
 

  

  

 SANTA INÊS
 
  

  

 Fica criado o distrito de paz de Santa Inês, no 
 

 município
 

 de Vera Cruz, o qual
terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do respectivo 
 

 município
 

 :
 
  

 Começam no rio Ipiranga, na foz do córrego
Desejado, vão por êste acima até sua
cabeceira, seguindo depois a rumo da barra do córrego
Paraíso no córrego Seis
Quedas.
 

  

  

 VILABELA
 

  

  

 (EX-VILA BÉLA)
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Vilabéla
(ex-Vila Béla), comarca de São
Sebastião, compreenderá toda a
superfície da
Ilha de São Sebastião.
 
  

  

 VIRADOURO
 

  

  

 O 
 

 município
 

 de Viradouro,
comarca de Pitangueira constituído dos distrito da sede e
Terra Roxa, terá as
seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA:
 

  

  

 Começam na confluência do
ribeirão da Onça, com o ribeirão
Mandemba, formadores do ribeirão das Palmeiras
descendo por êste último até a sua
barra no rio Pardo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO:
 

  

  

 Começam onde faz barra o ribeirão das Palmeiras
no
rio Pardo e vão por êste acima até a
foz do ribeirão do Paiol;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
PITANGUEIRAS:
 
  

  

 Começam no rio Pardo, onde desemboca o ribeirão
do
Paiol, vão por êste acima à boca do
córrego Pantaninho, vão daí em reta
à barra
do córrego Faustino no ribeirão Paiol e por
êste até a sua cabeceira mais
meridional, galgam o espigão que separa as águas
do córrego do Paiol, ao sul,
das do córrego do Pantaninho, ao norte, ambos afluentes do
ribeirão Paiol, e
pelo espigão prosseguem até encontrar o marco do
Km. n. 385, da Companhia
Paulista de Estradas de Ferro, cerca de dois kms. ao sul da
estação de Azevedo
Marques, vão daí, em reta, ao córrego
do Laranjal, onde deságua o córrego de D.
Josefina;
 

  

  

 COM O MUNICÍPIO DE
BEBEDOURO:
 
  

  

 Começam no córrego do Laranjal, onde faz barra o
córrego de d. Josefina, sobem por êste
até a forquilha e, depois, pelo galho de
leste até a sua cabeceira mais oriental, daí em
reta, atravessando a estrada de
automóvel que de Bebedouro vai a Viradouro,
alcançam a cabeceira do córrego do
Etelvino, e, por êste descem até o
córrego Banharão, sobem por êste
último, até
a barra do córrego da Boa Vista, subindo até a
sua cabeceira mais oriental,
ganham o espigão divisor que deixa, à direita, as
águas do ribeirão do Jardim
e, à esquerda, as do córrego do Campo Comprido
pelo qual prosseguem até
alcançar a cabeceira mais meridional do córrego
Fundo, pelo qual descem até a
sua foz no córrego da Cachoeira e por êste abaixo
até o ribeirão do Maudembo e
por êste ainda até a sua confluência com
o ribeirão da Onça, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE VIRADOURO
 
  

  

 TERRA ROXA
 

  

  

 O distrito de paz de Terra
Roxa terá as seguintes divisas internas com o distrito de
paz da sede do 
 

 município
 

 :
 
  

 Começam no rio Pardo, na foz do córrego do
Viradouro, sobem por êste até a
barra do córrego da fazenda Décio Franco, sobem
por êste até a ponte da estrada
de rodagem que vai à chave dessa ponte demandam em reta
à cabeceira do córrego
da Olaria e por êste descem até o
ribeirão Banharão, descendo por êste
até a
bôca do ribeirão do Bom Jardim, pelo qual sobem,
até sua cabeceira mais
ocidental, ganhando por fim, a rumo, o espigão que separa as
cabeceiras do
ribeirão do Bom Jardim das águas do
córrego do Campo Comprido.
 
  

  

 XIRIRICA
 

  

  

 O MUNICÍPIO de Xiririca,
comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz da
sede e dos de Itaúna e
Sete Barras, passa a ter as seguintes divisas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA:
 

  

  

 Começam na Serra da Onça,
onde esta entronca com o divisor de águas do rio Turvo,
à direita, e rio
Jacupiranguinha, à esquerda, segue mpela Serra, que
é o divisor Pardo-Batatal,
até encontrar a nascente do córrego Morcego, pelo
qual descem até a sua barra
no ribeirão Nhanguará, vão por
êste abaixo até a sua desembocadura, no rio da
Ribeira de Iguape, e pelo qual sobem até a foz do rio
Pilões; continuam por
êste acima até a foz do rio Preto e por
êste ainda até a sua cabeceira
principal, prosseguem depois pelo espigão que deixa,
à direita, as águas do
ribeirão Ivapurandava, e, à esquerda, as do
ribeirão de Santana, até encontrar
no espigão dos rios Pilões-Pedro Cubas, seguindo
pela sua crista até a
cordilheira do Paranapiacaba;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO:
 

  

  

 Começam na cordilheira do
Paranapiacaba, onde cruza o espigão dos rios Pedro
Cubas-Pilões, seguem pela
crista da Serra, tambem chamada dos Agudos Grandes, até a
cabeceira mais
meridional do rio Taquaral;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. MIGUEL ARCANJO:
 

  

  

 Começam na cordilheira do
Paranapiacaba na cabeceira mais meridional do rio Taquaral, prosseguem
pela
cumiada da cordilheira, que continua a chamar-se dos Agudos Grandes,
até
encontrar o cruzamento do espigão divisor das
águas entre os ribeirões
Travessão e dos Pereiras;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIEDADE:
 

  

  

 Começam na cordilheira do
Paranapiacaba, onde esta entronca com o espigão das
águas dos ribeirões do
Travessão dos Pereiras, prosseguem pelo divisor
até encontrar o espigão que
deixa, à direita, as águas do
ribeirões Travessão, e, à esquerda, as
do
ribeirão do Areado:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PRAINHA:
 

  

  

 Começam no ponto em que o
espigão divisor de águas entre os
ribeirões Travessão e dos Pereiras, se cruza
com o espigão que deixa, à direita, as
águas dos ribeirões Travessão e
Temível,
e, à esquerda, as do ribeirão do Areado, seguindo
por êste espigão até a barra
do Areado, no rio Ipiranga, seguem por êste abaixo
até o rio Juquiá, pelo qual
descem até a foz do ribeirão dos Motas ou da
Moita:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE:
 

  

  

 Começam no rio Juquiá, onde
faz barra o ribeirão dos Motas ou da Moita, descem aquele
até sua barra, no rio
Ribeira de Iguape, seguem desse ponto, à procura do
espigão divisor que deixa,
à direita, as águas do rio Ribeira de Iguape, e,
à esquerda, as dos ribeirões
do Registro e do rio Carapiranga, alcançam e prosseguem pela
Serra da Votupoca
até o ponto em que esta fronteia a nascente do
ribeirão do Quilombo;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA:
 

  

  

 Começam na Serra  da
Votupoca, onde nasce o ribeirão do Quilombo e continuam pelo
espigão mestre
entre os rios da Ribeira de Iguape e Jacupiranga, espigão
que torna os nomes
locais de Serras do Bananal Pequeno, Cotia, Hilário,
Jaguarí, Macaco Branco e
Descanso, seguindo por esta última até o seu
enlaçamento com a Serra da Onça,
onde tiveram início estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE XIRIRICA
 

  

  

 SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 O distrito de paz da sede do MUNICÍPIO de Xiririca,
terá as seguintes divisas internas;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAÚNA:
 

  

  

 Começam na Serra do Hilário, onde esta cruza com
o
espigão que deixa, à direita, as águas
do ribeirão dos Meninos, e, à esquerda,
as do ribeirão Jaguarí, seguem por êste
último espigão até a barra do
córrego
do Macuco, no rio da Ribeira de Iguape, sobem por êste
até a foz do rio
Taquarí, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
setentrional, continuam pelo
espigão que deixa, à esquerda, as
águas do rio Pedro Cubas, e, à direita, as do
rio Etá e vão até a cordilheira do
Paranapiacaba;
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
SETE BARRAS:
 
  

  

 Começam na cordilheira do Paranapiacaba, onde ela
cruza com espigão que deixa, à esquerda, as
águas do rio Quilombo, e, à
direita, as do rio Eta, seguem por êste espigão
até a nascente mais
setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos,
vão por êste abaixo até o rio Eta e
por êste ainda até a confluência do
ribeirão Turvo, seguem daqui, em reta, à
embocadura do ribeirão do Salto, no rio da Ribeira de
Iguape, e, deste ponto, a
rumo, até a Serra da Votupoca, em frente à
cabeceira mais alta do ribeirão
Quilombo;
 

  

  

 ITAÚNA
 
  

  

 O distrito de paz de Itaúna, terá as
seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 de Xiririca:
 
  

 Começam na cordilheira do Paranapiacaba, onde ela cruza com
o espigão que
deixa, à direita, o rio Pedro Cubas, e, à
esquerda, as do rio Etá, seguem por
êste último espigão até
atingir a nascente mais setentrional do rio Taquarí e
por êste abaixo até o rio da Ribeira de Iguape,
pela qual descem até a boca do
córrego do Macuco e continuam pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do
ribeirão Jaguarí, e, à esquerda as do
ribeirão dos Meninos até a Serra do
Hilário;
 

  

  

 SETE BARRAS
 
  

  

 O distrito de paz de Sete Barras, terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do 
 

 município
 

 de Xiririca:
 
  

 Começam na Serra da Votupoca, em frente à
cabeceira mais alta do ribeirão
Quilombo, vão daí a rumo à barra do
ribeirão do Salto no rio da Ribeira de
Iguape, e dêsse ponto, em reta, até a foz do
ribeirão do Turvo no rio Etá,
sobem por êste e pelo ribeirão dos Dois
Irmãos até sua cabeceira mais
setentrional e continuam pelo espigão que deixa,
à esquerda, as águas do rio
Etá e, à direita, as do rio Quilombo
até atingir a cordilheira do
Paranapiacaba.
 

  

  

 ANEXO N. 3
 
  

 RITUAL PROPOSTO PELO
INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO
BRASILEIRO, E, APROVADO PELO CONSELHO NACIONAL DE GEOGRAFIA, PARA A
CELEBRAÇÃO
DAS SOLENIDADES CIVICAS QUE, NA FORMA DA
LEGISLAÇÃO FEDERAL E ESTADUAL BAIXA DA
SOBRE O ASSUNTO, ASSINALARÃO A ENTRADA EM VIGÔR, A
1.º DE JANEIRO DE 1939, DO
NOVO QUADRO TERRITORIAL ADMINISTRATIVO E JUDICIÁRIO DA
REPÚBLICA, QUE DEVERÁ
PREVALECER INALTERADO ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 1943
 

  

  
 

  

 I
 

  

  
 

  

 ONDE E QUANDO SE
REALIZARÃO
AS SOLENIDADES
 

  

  
 

  

 As sessões
cívicas que se
realizarão a 1.º de Janeiro de 1939 para instalar
ou confirmar as circunscrição
administrativa e judiciárias da República, com os
limites, a constituição e a
categoria previstos nas leis regionais que houverem dado
execução à lei
orgânica nacional promulgada sob n.
 
 311, a
 
 2 de março de 1938, e publicada, o
“Diário Oficial” de 7 do mesmo
mês, terão lugar, em todas as sedes das
circunscrições municipais brasileiras
já instaladas ou por instalar, as 15
horas, no salão nobre do
“fórum” ou, onde houver na Prefeitura
Municipal.
 

  

  
 

  

 II
 

  

  
 

  

 QUEM
PRESIDIRÁ A SOLENIDADE
 

  

  
 

  

 Em cada uma das
localidades
que se devam confirmar ou investir nos fóros de cidade como
sede de 
 

 município
 

 a
solenidade de efetivação do novo quadro
territorial se realizará sob a
presidência do Juiz de Direito, ou, na sua falta do Juiz do
Termo ou Juiz
Municipal, na falta deste, pelo Prefeito Municipal, e no impedimento
eventual
dêste, pelo Secretário da Prefeitura ou,
finalmente pela mais alta autoridade
policial presente na cidade.
 
  

 A aprovação destas
instruções pelos Governos competentes,
valerá por um a
delagação expressa ás autoridades aqui
mencionadas para promoverem, na ordem
indicada a solenidade inaugural do novo quadro territorial.
 

  

  
 

  

 III
 

  

  
 

  

 OS OBJETIVOS DA
SOLENIDADE
 

  

  
 

  

 A solenidade cujo ritual
estas instruções visam fixar tem:
 
  

 - um sentido jurídico;
 
  

 - uma finalidade histórica, e
 
  

 - um significado cívico.
 
  

 Juridicamente, ficam todas as circunscrições a
que se refere o ato, e com os
nomes e a constituição territorial que a lei lhes
houver atribuído, investidas
de mono efetivo nos competentes foros, passando as localidades de igual
denominação que lhes sirvam de sede,
às categorias e prerrogativas
correspondentes.
 
  

 Sob o ponto de vista histórico, as sessões
cívicas em apreço
solenização
devidamente o início da exigência do novo quadro
territorial. Os acontecimentos
dessa natureza, sem embargo de constituírem fatos de grande
relevo tanto na
história regional como na história nacional, pois
sôbre eles repousa toda a
organização política administrativa,
social e econômica da vida nacional, não
tinham até agora a consagração que
mereciam, e nem deixaram, via de regra, o
competente registro nos anais da história pátria.
Mas, a partir de 1.º de
Janeiro de 1939, cada circunscrição do quadro
territorial brasileiro terá, na
ata da solenidade aqui regulada, a certidão do seu registro
histórico, o qual,
já pela sua solenidade e natural repercussão,
já pela publicidade que a lei lhe
assegura, nunca se apagará dos arquivos pátrios.
 
  

 Como objetivo cívico, finalmente, as solenidades inaugurais
do novo quadro
territorial visarão a confraternização
entre todos os grupos sociais
brasileiro. Dando motivo a solenidade e outorga escalonada de
diferentes
parecias de autonomia e das prerrogativas correlatas, as comunidades
interessadas, ao mesmo tempo que se poderão solidarizar e
rejubilar sem
qualquer dissonância de sentimento pelo auspicioso evento,
também se sentirão
penetradas pelo espírito de hierarquia, de ordenada
distribuição das
responsabilidades e regalias nas escala dos valores que demarcam o
campo
social, e assim, aprendendo a cultivar os justos sentimentos grupais
vão-se
também apercebendo da submissão 
harmoniosa desses sentimentos a outros
mais altos e mais altruístas e, portanto, mais nobres, que
aproximam e fundem
os corações, as inteligências e as
vontades na integração da grade alma da
Pátria comum. E, pois, de um significado culmmante sob o
ponto de vista cívico
que se vão revestir as solenidades aqui previstas, uma vez
que elas
interessarão a todo o território nacional, a
todos os brasileiros sem distinção
alguma, realizando-se no mesmo dia e na mesma hora, com a mesma
finalidade, e o
mesmo dia e na mesma hora, com a mesma finalidade, e o esmo rito, como
expressão
de uma só vontade e um só sentimento –
a vontade de construir o Brasil maior e
o sentimento filial que deseja ver o Brasil cada vez menor.
 

  

  
 

  

 IV
 

  

  
 

  

 EM QUE
CONSISTIRÁ A
 

 SOLENIDADE
 

  

  
 

  

 As autoridades
administrativas e judiciárias locais se
estorçarão por despertar pelos meios
adequados (larga publicidade, festejos populares, solenidades,
religiosas,
passeatas cívicas, etc.) o maior interesse da
população, e especialmente da
infância e juventude, pelo evento que se vai celebrar,
fazendo com que todos
bem comprendam a tríplice significação
da solenidade.
 
  

 Para assistir a esta, portanto, devem ser convidadas todas as
autoridades
civis, militares e eclesiásticas, representantes de todas as
corporações e as
pessôas gradas de todo o território a que se
referir o ato inaugural a ser
celebrado.
 
  

 No memento da solenidade, formada a mesa que a presidir à
sombra da bandeira
nacional, aberta a sessão, todos ouvirão ou
cantarão, de pé, o hino nacional.
 
  

 A seguir o Presidente pronunciará precisamente as seguintes
palavras, a que fica
dado um sentido ritual cívico, histórico e
jurídico:
 
  

  
 
 “Na forma
da lei, e de acordo com o rito
previsto, tendo em mira a salvaguarda jurídica dos
interesses do Povo, o
resguardo da tradição histórica da
Nação e a solidariedade que deve unir todos
os brasileiros em torno dos ideais superiores de uma Pátria
uma e indivisível,
bem organizada para bem defender-se, culta e progressista para fazer a
felicidade dos seus filhos, eu ......................... (declarar a
qualidade), em nome do Governo do Estado, declaro confirmados para
todos os
efeitos no quadro territorial desta Unidade da
Federação Brasileira, segundo o
disposto na lei orgânica federal n. 311, de 2 de
março de 1938, e nos
decretos-leis estaduais ns. (1) .......  e .......,
respectivamente, de .....
de .................................. e de ........... de ...... de
....................., do mesmo ano, todas as
circunscrições que têm por sede
esta localidade, que conserva (ou – ora recebe) os foros de
cidade, bem assim
os demais distritos do MUNICÍPIO, fincando as respectivas
sedes investidas ou
mantidas na correspondente categoria de vida (2).
 
  

 Assim fique registrada na História Pátria, para
conhecimento de todos os
brasileiros e perpétua lembrança das
gerações vindouras.
 
  

 Honra ao Brasil uno e indivisível!
 
  

 Paz ao Brasil rico e forte!
 
  

 Glória ao Brasil desejoso do bem e do progresso nos melhores
sentimentos de
solidariedade humana!”
 
  

 Será dada depois a palavra a um orador oficial,
préviamente escolhido, que
proferirá uma oração cívica
alusiva ao acontecimento.
 
  

 Sergur-se-á a leitura da ata da solenidade (cujo modelo
consta do capitulo VI
destas instruções), terminada a qual o presidente
assinará o competente
original, declarando encerrada a sessão e convidando os
presentes a deixarem
também a sua assinatura nesse importante documento
histórico. 
 
  

  
 
  

 (1) – Os
modelos, em cada
unidade da Federação, já devem ser
distribuídos com êsses claros preenchidos.
 
  

 (2) – Si o MUNICÍPIO tiver de ficar com o
único distrito, suprima-se esta
última parte de frase: “bem assim os demais,
etc.”.
 

  

  
 

  

 V
 

  

  
 

  

 FORMALIDADES
COMPLEMENTARES
 

  

 O original da ata
será
cuidadosa guardado no arquivo do Govêrno Municipal.
 
  

 Do seu texto e assinaturas, porém, o Secretário
tirará ruas cópias, que o
Presidente autenticará com a sua rubrica em todas as
páginas, enviando-as, sob
registro, ao Diretório Regional de Geografia para os fins de
publicidade no
órgão oficial do Estado e devido arquivamento, na
forma da lei.
 

  

  
 

  

 VI
 

  

  
 

  

 Modelo da ata da
solenidade
 
  

 Em livro ou caderno especial, o secretário
adloccaligrafará com antecedência a
seguinte ata a ser lida no final da solenidade e assinada logo
após o seu
encerramento:
 

  

 ATA DA SESSÃO
SOLENE
INAUGURAL DO QUADRO TERRITORIAL DA REPÚBLICA DO QUINQUENIO
DE 1939-1943,
REALIZADA NA CIDADE DE .............................  DE
..........................
 

  

 A primeira de Janeiro de
mil
novecentos e trinta e nove, no edifício
......................... (do Fórum ou
Paço Municipal), nesta cidade de ................. (o nome),
do Estado (ou
Território) de ............................. (o nome), sob a
presidência do
senhor .......................... (o nome) ..................... (o
cargo), na
forma da lei, reuniram-se em sessão solene as autoridades e
pessoas gradas
abaixo, assinadas, com numerosa assistência 
popular, para o fim de se
declarar efetivamente em vigor para todos os efeitos a partir desta
data e até
a trinta e um de dezembro de 1943, o novo quadro territorial da
República
fixado, para o Estado (ou: para o Território), pelo
decreto-lei n.
................., de .....  de ..... na conformidade das
normas gerais
firmadas pela lei orgânica nacional n. 311, de 2 de
março do mesmo ano, na
parte referente às circunscrições que
teem por sede esta cidade (se o MUNICÍPIO
tiver mais de um distrito, acrescentar – e aos demais
distritos que compõem o
seu MUNICÍPIO). Aberta a sessão e de
pé toda a assistência, foi ouvido (ou
cantado) o Hino Nacional, seguindo-se uma vibrante salva de palmas. O
Senhor
Presidente, ainda de pé a Assistência,
pronúncia em voz clara e pausada as
seguintes palavras inaugurais: “Na forma da lei, e de
acôrdo com o rito
previsto, tendo em mira a salvaguarda jurídica dos
interesses do Povo, o
resguardo da tradição histórica da
Nação e a solidariedade que deve unir todos
os brasileiros em torna dos ideais superiores de uma Pátria
una e indivisível,
bem organizada para bem defender-se, culta e progressista para fazer a
felicidade dos seus filhos, eu, ..................... (declarar a
qualidade),
em nome do Govêrno do Estado, declaro confirmados para todos
os efeitos no
quadro territorial desta Unidade da Federação
Brasileira, segundo o disposto na
lei orgânica federal n. 311 de 2 de março de 1938,
e nos decretos-leis
estaduais  ns. (3) ........... e.....................,
respectivamente de
.............. de .................. de 1938 e de ................
de...................... do mesmo ano, todas  as
circunscrições que teem
por sede esta localidade, que conserva (ou – ora recebe) os
foros de cidade,
bem assim os demais distritos do MUNICÍPIO, ficando as
respectivas sedes
investidas ou mantidas na correspondente categoria de vila (4). Assim
fique
registrado na História da Pátria, para
conhecimento de todos os brasileiros e
perpétua lembrança das
gerações vindouras. Honra ao Brasil uno 
e
indivisível! Paz ao Brasil rico e forte! Glória
ao Brasil desejoso do bem e do
progresso nos melhores sentimentos de solidariedade humana!
Três prolongadas
salvas de palmas aplaudiram e festejaram o momento em que entrou em
vigor o
novo quadro territorial, exprimindo ao mesmo tempo a solidariedade ao
alto
pensamento da fórmula ritual pronunciada. Sentando-se, a
seguir, a Mesa e toda
a Assistência, o Senhor Presidente deu a palavra ao Senhor
............................ (o nome) .............................
(qualidade), que proferiu expressiva alocução
alusiva aos fins e ao sentido da
solenidade, sendo calorosamente aplaudido. O Senhor Presidente, a
seguir,
agradece à assistência o seu comparecimento, cujo
alto significado cívico
enaltece, declarando encerrada a sessão a convidando os
presentes a ouvirem a
leitura desta ata, a qual, depois de lida foi assinada pelo Senhor
Presidente e
pelas demais autoridades e pessoas gradas presentes ao ato.
 
  

 Eu, .......... (nome) ........................ (qualidade)
......................., funcionário como
secretário ad-hoc. esqueci esta ata e
a li ao termo da sessão solene cuja
realização aqui se registra. Cidade de
................., primeiro de janeiro de mil novecentos e trinta e
nove. O
presidente, (assinatura do Presidente).
 
  

 (Seguem-se as demais assinaturas).
 

  

 Rio, 1.º de
setembro de
1938.
 
  

 (aa.) Max Fleiuss, relator.
 
  

 Moreira Guimarães.
 
  

 H. Canabarro Reichardt.
 

  

  

 (3) Estes claros devem ser preenchidos previamente modelos
distribuídos
 
 em cada Unidade
 
 de
Federação.
 
  

 (4) Se o município tiver de ficar com um único
distrito, suprima-se a última
parte da frase, a saber: “bem assim os demais, etc ......
“
   

  

  

 DECRETO N 9.775, DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1938
 

  

  

 Fixa
o novo quadro de divisão
territorial do Estado, que vigorará de 1.º de
janeiro de 1939 a 31 de
dezembro de 1943 e da outras providências.
 
  

  

 RETIFICAÇÃO 
 

  

  

 Por haver sido publicado com incorreções,
reproduz-se o Anéxo n.1
 

 da
lei acima, que dá o Quadro Geral da Divisão
Territorial
do Estado em Comarcas, Têrmos, Municípios e
Distritos de
Paz.
   

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

 (\*) DECRETO N. 9.775, DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1938
 
  

  

 Fixa
o novo quadro da divisão territorial do Estado, que
vigorará de 1.º de janeiro de 1939 a 21 de dezembro
de 1943
e dá outras providências.
 
  

  

 RETIFICAÇÕES
   

  

 Por
haver sido publicado co incorreções
são feitas as
seguintes retificações no texto do ANEXO N. 2 do
referido
decreto:
   

  

 MUNICÍPIO DE AREIAS
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE QUELUZ
   

  

 Começam
no rio Itagaçaba, na foz do córrego
São
Brás, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
oriental,
prosseguem pelo espigão divisor das águas dos
rios
Paraíba á esquerda, e Itagaçaba,
á direita,
até atingir o divisor dos rios Paraíba e
Vermelho, que
tens os nomes locais de Serrote e Morro da Fortaleza, e por
êste
divisor continuam até a cabeceira do primeiro
córrego que
deságua abaixo da povoação do Salto, e
por este
abaixo até o rio Paraíba.
   

  

 COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO
   

  

 Começam
no rio Paraíba na barra do primeiro córrego que
deságua abaixo da povoação do Salto,
seguem pelo
rio Paraíba até a foz do ribeirão das
Palmeiras,
por este sobem e pelo córrego do Açude
até sua
cabeceira, continuam pelo divisor que deixa á esquerda as
águas do rio Paraíba e, á direita, as
do
ribeirão Santana, indo ate a cabeceira mais ocidental do
córrego Barreiro, pelo qual descem ao ribeirão
Vermelho e
por este ainda até a boca do córrego de Santa
Rita, pelo
qual sobem até sua cabeceira mais ao sul, continuam pelo
divisor
que deixa, á esquerda, as águas dos
ribeirões
Santana e Passa Vinte, á direita as do córregos
da Vargem
e ribeirão Vermelho.
   

 indo até a cabeceira do córrego da Estrada Velha
e por este abaixo até o ribeirão Santana.
   

  

 MUNICÍPIO DE BANANAL
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARREIRO
   

  

 Começam
na Serra do Mar ou Geral, onde ela cruza com a Serra das Perobeiras,
que é o espigão mestre entre as
águas  do rio
Paca Grande, á direita, e as do rio Mambucaba, á
esquerda, seguem por êsse espigão mestre ate
cruzar com o
espigão que deixa, á direita, as águas
do rio
Alambari, e á esquerda, as do rio Barreiro, seguem por
êste espigão em demanda da barra do
ribeirão do
Pires, no rio Barreiro, alcançam o espigão
fronteiro
entre as águas do rio Barreiro, á direita, e as
do
ribeirão do Pires, á esquerda, caminham por este
espigão até o espigão mestre Barreiro
- Formoso, e
por êste espigão mestre continuam até o
morro da
Divisa.
   

  

 MUNICÍPIO DE BARREIRO
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE BANANAL
   

  

 Começam
no alto do Morro da Divisa, prosseguem pelo espigão mestre
formoso - Barreiro, até o divisor que deixa, á
esquerda,
as águas do rio Barreiro, e a direita, as do
ribeirão do
Pires, seguem por êsse divisor em demanda da barra do
último ribeirão no rio Barreiro,
alcançam o
divisor entre as águas do rio Barreiro, á
direita, e as
do rio Alambari, á esquerda, e por êsse divisor
caminham
até o espigão mestre entre as águas do
rio
Barreiro - Paca Grande, á esquerda, e as do rio Mabucaba,
á direita, espigão que tem as
denominações
locais de Serra do Caxambú, Boqueirão, e
Perobeiras,
caminham por este último espigão até
alcançar a Serra Geral ou do Mar, já nas divisas
com o
Estado do Rio de Janeiro.  
   

  

 MUNICÍPIO DE BRAGANÇA
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOANOPOLIS
   

  

 Começam
da Pedra do Guaraiúva, ponto culminante do Morro do Lopo,
seguem
pelo divisor entre as águas do Rio Jaguari,
á 
direita, e as do rio Jacarei, á esquerda, passam pela Pedra
da
Extrema ou Lopo, atingem o Morro do Piúca, e pela sua crista
até a última cabeceira do córrego do
Piúca,
descem por este até o córrego de Benedicto Pires,
e por
êste até sua cabeceira, alcançam o
espigão
divisor das águas do Jaguaro e no rio Jacarei, e prosseguem
em
demanda da cabeceira do córrego do Mato Dentro, e por
êste
abaixo até o rio Jacarei.
   

  

 MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. JOSÉ DOS CAMPOS
   

 Principiam
na Serra do Jambeiro, na cabeceira do ribeirão de Nossa
Senhora
da Ajuda do Bom Retiro, descem por êste até o rio
da
Divida, pelo qual descem até sua barra no rio
Paraíba, e
sobem por êste até a foz do rio Buatá,
e vão
por êste acima até a forquilha de seus maiores
formadores,
e daí, em reta, à cabeceira mais setentrional do
ribeirão Tucú, na Serra do Palmital, pela qual
seguem
até cruzar o divisor de águas do
Ribeirão da
Serra, á esquerda, e as do Ribeirão Santa Cruz,
à
direita.
   

  

  COM O MUNICÍPIO DE TAUBATÉ
   

  

 Começam
na Serra do Palmital, onde ela cruza o divisor das águas do
ribeirão da Serra, à esquerda, e as do
ribeirão
Santa Cruz, à direita, caminham por êste divisor
ate a
junção das águas do
ribeirão Santa Cruz com
as do córrego que vem da Fazenda de José
Benedicto de
Alcantara, descem pelo ribeirão Santa Cruz até
sua barra
no rio Paraíba, e por êstes ainda até a
barra do
córrego Pachoá ou Ponte Alta, subindo por
êste
até sua cabeceira mais meridional: prosseguem dai, pelo
espigão da margem direita das águas, deste
último
ribeirão, à direita, e as do ribeirão
Taperão, á esquerda.
   

  

 MUNICÍPIO DE CAMPINAS
   

  

 Distrito de paz da séde do município
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VALINHOS
   

  

 Começam
no córrego da Fazenda da Baronesa de Atibaia, na foz do
pequeno
córrego da Lapa sobem por aquele até sua
cabeceira do
galho da esquerda e continuam em demanda da barra do pequeno
córrego, que desemboca na margem direita do
ribeirão
Samambaia, cerca de 2 quilômetros, abaixo da
Estação do mesmo nome, sobem pelo pequeno
córrego
até sua cabeceira e continuam pelo espigão que
deixa,
á direita, as águas do rio Capivari, e
à esquerda,
as do ribeirão Pinheirinho, indo até cruzar com o
espigão que deixa, a direita, as águas do
córrego
da Fazenda Guapiranga ou São Pedro e indo até a
barra
dêsse, no rio Capivari, e por este acima até a
bôca
do ribeirão Moinho.
   

  

 Distrito de paz de Valinhos
   

  

 COM O DISTRIRO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam
no rio Capivari até a bôca do córrego
da Fazenda
Guapiranda ou São Pedro, e continuam pelo espigão
que
deixa, á direita, as águas deste
último
córrego , e à esquerda, as do córrego
da Fazenda
Jambeiro, até cruzar com o espigão que deixa ,
à
direita, as águas do ribeirão Pinheirinhos, e
à
esquerda, as do rio Capivari, tudo em demanda da cabeceira do pequeno
córrego que desemboca no ribeirão Samambaia,
cerca de 2
quilômetros abaixo da Estação do mesmo
nome, descem
pelo pequeno córrego até sua barra no
ribeirão
Samambaia, alcançam o espigão fronteiro e
vão
até a cabeceira do galho da direita do córrego da
Fazenda  da Baronês de Atibaia pelo qual descem
até a
foz do pequeno córrego da Lapa.
   

  

 MUNICÍPIO DE CHAVANTES
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO:
   

  

 Começam
no rio Pardo, na foz do córrego Barreirinho,
sóbem pelo
rio a bôca do ribeirão Grande, subinfo por
êste
até a barra do córrego dos Piranhas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPAUSSÚ:
   

  

 Começam
no ribeirão Grande na barra do córrego dos
Piranhas,
sobem por aquele até a fóz do córrego
de Paula
Carneiro, e por êste ainda até sua cabeceira,
vão
daí em reta à cabeceira da Água do
Frutal ou
Bonacci, pela qual descem até o córrego Barranco
Vermelho, e por êste ainda até sua barra no rio
Paranapanema.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ:
   

  

 Começam
no rio Paranapanema, na barra do córrego Barranco Vermelho,
e
por aquele descem até a barra do rio itararé.
   

  

 MUNICÍPIO DE GUARARAPES
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE VALPARAIZO
   

  

 Começam
no epsigão mestre que deiza, ao sul as águas do
rio do
Peize, e ao norte, as do rio Aguapel, na cabeceira do
ribeirão
Aguapel-Mirim, pelo qual sóbem até encontrat a
reta do
Governo e por esta reta caminham até o rio Aguapel, pelo
qual
descem ate a barra do ribeirão Pimenta e por êste
e pelo
córrego Rico acima até sua cabeceira indo dai em
reta
á cabeceira do cporrego Azul, e por êste ainda ate
a foz
do córrego Agua Clara, pelo qual sobem ate sua cabeceira,
seguindo pelo espigão que deixa a esquerda o
ribeirão
Jacarecatinga, e, á direita as águas do
córrego
Azul, até frontear a cabeceira do córrego Santa
Luzia,
onde tiveram estas divisas.
   

  

 MUNICÍPIO DE IGARAPAVA
   

  

 DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
   

  

 O distrito de paz da séde do munícipio de
Igarapava, terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BURITIS
   

  

 Começam
no rio Pari, na fóz do córrego Campo Mimoso,
ganham em
reta, em rumo lêste-oéste, a ponta do aparado
oriental da
Serra do Parí, e pelo aprarado continuam até sua
ponta
setentrional, vão dái em reta, atravessando
o 
ribeirão do Fundão, à Pedra Vermelha,
que fica no
aparado da Serra do Fundão, e por êste continuam
por todas
as suas voltas ou intambés, em demanda da cachoeira do
córrego da matinha, sobem por êste
até  sua
cabeceira, alcançando a estrada de rodagem que da Vila de
Buritis, vai à cidade de Igarapava,  e pela estrada
continuando até a encruzilhada do ramal que vai á
estação de Aramina;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARAMINA
   

  

 Começam
na encruzilhada da estrada de rodagem, que da Vila de Buriris vai a
cidade de Igarapava, com o ramal que se dirige à
estação de Aramina, prosseguem pelo eixo da
primeira ate
encontrar a estrada velha, e  por esrta caminham
até
frontear a cabeceira do córrego da Limeira, que atingem,
descendo pelo córrego ate o ribeirão das
Tabócas,
e por êste abaixo ate o rio Grande;
   

  

 ARAMINA
   

  

 O distrito de paz de Aramina terá as seguintes divisas
internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
   

  

 Começam
no rio Grande, na barra do ribeirão das Tabócas,
sobem
por êste e pelo córrego da Limeira, até
sua
cabeceira mais meridional, alcançam a estrada velha que ia a
vila de Buritis, e pelo sei eixo caminham até entroncar na
estrada nova, que da cidade de Igarapaca, vai áquela Vila,
caminhando por esta até a cruzilhada do ramal que vai para a
estação de Aramina.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BURITIS:
   

  

 Começam
na Estrada de Rodagem  que de Igarapava vai a Curitus, onde
esta
cruza com o ramal que vai a estação de Aramina,
seguem
pelo eixo dêste ramal até alcançar a
cabeceira mais
meridional do córrego do Paraizo e vão em reta,
á
cabeceira do córrego Com Menezes, pelo qual descem
até o
ribeirão da Pedra Branca, e por este acima até a
boca do
córrego dos Camilos, que sobem até sua cabeceira
mais
ocidental, continuando depois pelo espigão que deiza
à
esuqerda, o ribeirão Bandeira e, à direita, o
córrego da Estivinha, indo até a barra da
Bandeira no rio
do Carmo:
   

  

 BURITIS.
   

  

 O  distrito de paz de Buritis, terá as seguintes
divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARAMINA:
   

  

 Começam
na barra do bribeirão da Bandeira, no rio do Carmo, seguem
pelo
espigão que deixa, à direita, aquele
ribeirão, e
à esquerda, as águas do córrego da
Estivinha
até alcançar a cabeceira mais ocidental do
córrego
dos Camilos, pelo qual descem até o ribeirão da
Pedra
Branca, e por êste abaixo até a boca do
córrego dos
Menezes, pelo qual sobem até sua cabeceira mais meridional
do
córrego do Paraizo, onde fica a estrada de rodagem que vai
para
a estação de Aramina, seguem pleo eixo dessa
estrada e
chegam até a encruzilhada com a estrada de rodagem qeu da
Vila
de Buriris, vai à cidade de Igarapava;
   

  

 COM O LISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
   

  

 Começam
na encruzilhada com a estrada de rodagem que da cidade de Igarapava vai
à Vila de Buriris, com o ramal que vai à
estação de Aramina, seguem pelo eixo da primeira
até frontear a cabeceira do córrego da Matinha,
pelo qual
secem até a cachoeira, continuam depois pelo aparado da
serra do
Fundão, em todas as suas voltas ou itambés,
até a
Pedra Vermelha, vão dai, em reta à ponta mais
setentrional da Serra do Pai, atravessando o ribeirão do
Funsão e continuam pelo aparado desta última
serra,
até sua ponta oriental, onde acaba a reta, de rumo
leste-oeste,
qeu vem da confluêncua da água do
córrego do Campo
Mimoso, no rio Pari, e por esse prosseguem até a
confluência referida.
   

  

 MUNICÍPIO DE IPAUSSÚ.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES:
   

  

 Começam
no rio Parapanema, na berra do córrego Barranco Vermelho
pelo
qual sobem até a fóz da Agua do Frutal ou Bonacci
e por
esta ainda até sua cabeceira, vão dai em reta
à
cabeceira do córrego de Paula Carneiro, pelo qual descem
até o ribeirão Grande, e por êste ainda
até
a barra do córrego dos Piranhas.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE STA. CRUZ DO RIO PARDO:
   

  

 Começam
no ribeirão Grande, na foz do córrego dos
Piranhas
vão dai em reta à cabeceira do côrrego
Barreirinho,
e dei por nova reta à cabeceira do côrrego do
Feliciano no
ribeirão da Mombuca, e ainda por nova reta à
barra do
córrego do Gazola no ribeirão Palmeiras, pelo
qual sobem
até a boca do córrego Santa Cecilia e por este
acima
até sua cabeceira.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ
   

  

 Começam
no rio Paranapanema, na foz do ribeirão
Douradçao, e
deguem pelo abaixo até a barra do cporrego Barranco
Vermelho,
onde tiveram inicio estas divisas.
   

  

 MUNICÍPIO DE ITARARÉ
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE APIAÍ
   

  

 Começam
no ribeirao das Pedras, onde faz barra o corrego das Lavras, prosseguem
pelo contraforte da margem direita do ribeirao das Pedras,
até a
serra do Bom Sucesso e por esta Sera continuam até a
cabeceira
do ribeirao Itapirapoã.
   

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ
   

  

 Começam
na cabeceira do ribeirao Itapirapoã, ganham do outro lado da
Serra, as nascente do ribeirao Egua Morta, descem por este
até o
rio Itaraaré e vão por este abaixo,
até a barra do
ribeirao da Forquilha, onde tiveram inicio estas divisas.
   

  

 MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
   

  

 Distrito de paz de Miguelópolis
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam
no rio Grande, na barra do rio do Carmo, prosseguem pelo
espigão
da margem direita do córrego dos Borges ou Bebedourozino ou
Tentação, em demanda, da barra do
córrego Limeira
no córrego dos Borges, prosseguem pelo contraforte fronteiro
em
demanda do espigão que deixa á direita as
águas do
córrego Paiva Lima, e à esquerda as do
córrego
Fundo, caminham por este espigão até a
extremidade mais
setentrional da Lagoa Grande e descem ao córrego Fundo e por
êste abaixo, até o rio Sapucaí.
   

  

 MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ORLANDIA
   

  

 Começam
na cabeceira do córrego da Limeira, o espigão dos
ribeirões Santa Quiteria e Santa Bárbara, seguem
por
êste espigão em demanda da barra do
ribeirão que
passa na Fazenda Bela Vista no ribeirão Santa Barbara, sobem
por
êste e pelo ribeirão do Engenho e pelo
córrego da
Onça até sua cabeceira e vão
daí em reta,
á barra do córrego Lagoinha no
ribeirão Santana.
   

  

 MUNICÍPIO DE ORLÂNDIA
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS
   

  

 Começam
na confluência do córrego da Lagoinha 
com o
ribeirão Santana, seguem em reta à cabeceira do
córrego da Onça e por êste abaixo e
pelo
ribeirão do Engenho até o ribeirão
Santa Barbara e
por êste ainda até a barra do córrego
que passa na
Fazenda Bela Vista, alcançam o espigão fronteiro
e seguem
pelo espigão dos ribeirões, Santa Quiteria,
à
direita e Santa Barbara, à esquerda, até a
cebeceira do
córrego Limeira.
   

  

 MUNICÍPIO DE JOANÓPOLIS
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA
   

  

 Começam
no rio Jacarei, na barra do córrego Mato Dentro, pelo qual
sóbem até sua cabeceira no espigão
divisor das
águas dos rios Jaguari e Jacari, prosseguem por
êste
espigão em demanda da cabeceira do córrego
Benedicto
Pires, pelo qual descem até o córrego do
Piúca, e
por êste acima até sua última
cabeceira,
alcançam o Morro do Piúca, e prosseguem pelo
espigão Jaguari-Jacari, passando pela Pedra da Extrema ou do
Lopo, até a Pedra da Guaraiúva, ponto culminante
do Morro
do Lopo.
   

  

 MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFÁCIO
   

  

 COM O MUNICÍPO DE RIO PRETO
   

  

 Começam
no rio Fartura onde êle é cortado pela reta
oeste-leste
que vem da barra do córrego do Silva no ribeirão
Jacaré, descem pelo rio Fartura até sua
desembocadura no
rio Tietê.
   

  

 MUNICÍPIO DE MIRASSÓL
   

  

 Distrito de paz da Barra Dourada
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NEVES
   

  

 Começam
no cruzamento do espigão mestre
Tietê-São
José dos Dourados, com o contraforte
Jacaré-Mangue,
seguem pelo espigão mestre até a cabeceira mais
oriental
do córrego do Barreto, pelo qual descem até o
ribeirão São José dos Dourados, e por
êste
ainda ate a foz do córrego do Ipê.
   

  

 Distrito de paz de Neves
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA BARRA DOURADA
   

  

 Começam
no rio São José dos Dourados, na foz do
córrego do
Ipê, sobem por aquele ate a foz do córrego do
Barreiro e
por êste acima até  a sua cabeceira mais
oriental, no
espigão mestre São José dos
Dourados-Tiete,
caminham por êste espigão mestre até
cruzar o
contra-forte Jacaré-Manguê.
   

  

 MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL
   

  

 Distrito de paz da sede do Município
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NIPOAN
   

  

 Começam
no espigão São Jose dos
Dourados-Ribeirão dos
Ferreiros, onde êle é cortado pela reta que da
cabeceira
do córrego Barreiro vai á cabeceira do
córrego
Monteirinho, e vão dai em reta á cabeceira do
córrego do Moinho.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI
   

  

 Começam
na cabeceira do córrego do Moinho, continuam pelo
contraforte
que deixa, á direita, as águas do
córrego
Cachoeira, e, à esquerda as do córrego Pendera
até
o espigão mestre Tietê-São Jose dos
Dourados,
prosseguem pelo espigão que deixa, á esquerda, o
córrego Matão, e á direita, o rio
São
José dos Dourados, até a confluência
destes dois
cursos, descem pelo rio São José dos Dourados
até
o córrego Fortaleza.
   

  

 MUNICÍPIO DE MONTE APRAZÍVEL
   

  

 Distrito de paz de Junqueira
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI
   

  

 Começam
no espigão entre as águas do córrego
Fauan,
à esquerda, e as do ribeirão Santa Barbara,
á
direita, onde o espigão é cortado pela reta
léste-oeste, que vem da nascente do córrego do
Bálsamo, seguem pela reta a referida nascente, e
vão
dessa nascente por outra reta, á barra do córrego
do
Rabicho no córrego Monte-vidéo e vão
por nova reta
a confluência dos córregos Barreirinho e Pendera.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE NIPOAN  
   

  

 Começam
na confluência dos córregos Barreirinhos e
Pendera,
formadoras do córrego Laranjal, descem por êste
até
onde êle é cortado pela reta
lêste-oêste, que
vem da cabeceira mais oriental  do córrego da
Providência.
   

  

 Distrito de paz de Nipoan
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JUNQUEIRA
   

  

 Começam
no córrego Laranjal onde êle é cortado
pela reta
lêste-oêste que vem da cabeceira mais oriental do
córrego da Providência, sobem pelo Laranjal
até a
confluência dos córregos Pendera e Barreirinho,
formadores
do Laranjal.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI
   

  

 Começam
na confluência dos córregos Pendera e Barreirinho
e
vão em reta a cabeceira do córrego do Moinho.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam
na cabeceira do córrego do Moinho e vão dai em
reta ao
espigão mestre Tietê-São
José dos Dourados,
onde o espigão é cortado pela reta que da
cabeceira do
córrego do Barreiro, vão à cabeceira
do
córrego Monteirinho.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE VILA POLONI
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
   

  

 Começam
no rio São José dos Dourados, na fóz
do
córrego Fortaleza sobem por aquele até a barra do
córrego Matão, seguem pelo espigão
intermediário dêstes dois cursos até o
espigão mestre Tietê-São Jose
dos  Dourados, e
por êle caminham até cruzar com o 
contraforte que
deixa, à  direita as águas oo
córrego
Pendera, e á esquerda, as do córrego Cachoeira,
avançando pelo contraforte até a cabeceira do
córrego do Moinho.
   

  

  COM O DISTRITO DE PAZ DE NIPOÃ:
   

  

 Começam
na cabeceira do córrego do Moinho e vão
daí em
reta à barra do córrego Barreirinho no
córrego  Pendera, formadores do córrego
Laranjal.
   

  

 COM  O DISTRITO DE PAZ DE JUNQUEIRA;
   

  

 Começam
na  confluência dos córregos 
Barreirinhos
e  Pendera, vão daí em reta,
à barra do 
córrego do Rabicho no córrego de
Montevidéo e
daí por nova reta à nascente do
córrego de
Balsamas e dêsse ponto ainda em reta
léste-oéste
até o contraforte que deixa, á direita, as
águas
do ribeirão Santa Bárbara, e, à
esquerda, as 
do córrego Pauã.
   

  

  

 MUNICÍPIO DE PIRAJÚ
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES
   

  

 Começam
no rio Parapanema, onde  deságua o rio 
Itararé, sobem por aquele até a barra do
córrego
Barranco Vermelho:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPAUSSU:
   

  

 Começam
no rio Parapanema, na barra do córrego Barranco Vermelho,
sobem
por aquele até a embocadura do ribeirão
Douradão;
   

  

 MUNICÍPIO DE RIBEIRA
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE  APIAI
   

  

 Começam
na cabeceira do rio Itapirapoã, na Serra do Bom Sucesso,
prosseguem pelo  divisor que deixa, á esquerda,
as 
águas do  rio das Pedras e, à direita,
as do rios
Itapirapoã e Azêdo até o
pilão divisor
dêstes mesmos rios e do rio Barre das Criminosas,
vão
dêstes ponto em reta ai Pico do Morro Agudo e por nova reta
alcançam a cabeceira do ribeirão Palmeiras
continuam
daí por outra reta à Pedra Grande, e finalmente,
por nova
reta, até cabeceira mais setentrional do ribeirão
Panelas, pelo qual descem até o rio Ribeira.
   

  

  

 COM O ESTADO DO PARANÁ:
   

  

 Começam
no Ribeira de Iguape, na fóz do ribeirão Panelas,
sobem
pelo rio até a bôca do rio Itapirapoã,
vão
por êste acima até cabeceira na Serra do Bom
Sucesso, onde
principiaram estas divisas.
   

  

 MUNICÍPIO DE RIO PRETO
   

  

 Distrito de paz da séde do município
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ENGENHEIRO SCHMIDT
   

  

 Começam
no espigão mestre Turvo-Preto, onde êle
é atingido
pela estrada de rodagem que da vila de Ribeirão Claro vai
á cidade de Rio Preto, seguem pelo eixo da estrada
até o
ponto em que ela é cortada pela reta sul-norte, que vem da
barra
do córrego da Onça, no rio Preto, acompanham essa
reta
até a referida barra, seguem pelo rio Preto até a
boca do
ribeirão Alegria oi São João, e por
êste
sobem e pelo córrego da Bôa Esperança,
até a
barra do córrego da Dra. Avelina.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BORBOLETA:
   

  

 Começam
no córrego Bôa Esperança, na barra do
córrego Da. Avelina, pelo qual sobem ate sua cabeceira,
vão daí em reta à barra do
córrego  do
Gabriel, no córrego da Guabiriba, pelo qual descem
até o
córrego da Piedade, e por êste ainda
até o
córrego do Machado, subindo por êste
até a foz do
córrego da Bôa Esperança;
   

  

 Distrito de paz de Borboleta
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam
na barra do córrego da Bôa Esperança,
no
córrego do Machado, pelo qual descem até o
córrego
da Piedade, e por êste sobem até a barra do
córrego
da Guabéroba e por êste ainda até a foz
do
córrego do Gabriel, vão daí em reta
à
cabeceira do córrego Da. Avelina, pelo qual descem
até
sua barra no córrego da Bôa Esperança;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ENGENHEIRO SCHMIDT
   

  

 Começam
no córrego da Bôa Esperança na barra do
córrego de Da. Avelina, e daí em reta ao
espigão
mestre Tietê-Turvo, onde ele cruza o divisor que deixa,
à
direita,as águas do córrego Cachoeirinha, e,
à
esquerda, as do ribeirão Borá;
   

  

  Distrito de paz de Engenheiro Schmidt
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam
no córredo da Bôa Esperança, na barra
do
córrego Da Avelina, descem por aquele até o
ribeirão Alegria ou São João, e por
êste ao
rio Preto, continuam por êste até a bôca
do
córrego da Onça, e vão daqui, em reta
sul-norte,
até a estrada de rodagem que da cidade de Rio Preto vai
á
Vila de Ribeirão Clari, seguindo pelo eixo da estrada
até
o alto do espigão mestre Turvo-Preto;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BORBOLETA:
   

  

 Começam
no espigão mestre Tietê-Turvo, onde êle
cruza o
divisor que deixa, á direita, as águas do
córrego
Cachoerinha, e á esquerda as do ribeirão
Borá,
vão daí em reta, à barra do
córrego Da,
Avelina, no córrego da Bôa Esperança.
   

  

 MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE IPAUSSU
   

  

 Começam
no espigão Palmeiras-Figueira, na cabeceira do
córrego
Santa Cecilia, descem por êste até o
ribeirão das
Palmeiras e por êste ainda até a bôca do
córrego Gazola e vão daí, em reta,
á barra
do córrego Feliciano no ribeirão Mombuca e
daí,
por nova reta, à cabeceira do córrego
Barreirinho, e
ainda em reta à barra do córrego dos Piranhas no
ribeirão Grande.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES
   

  

 Começam
no ribeirão Grande, na barra do córrego dos
Piranhas,
descem por aqueles até sua foz no rio Fardo e por
êste
abaixo até a barra do córrego Barreirinho.
   

  

 MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE TAUBATE
   

  

 Começam
na Serra do Palmital, na cabeceira mais setentrional do
ribeirão
Pinheirinho, e pela serra do Palmital, continuam até cruzar
o
espigão entre as águas do ribeirão da
Serra,
à esquerda, e as do ribeirão Santa Cruz ,
à
direita.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA
   

  

 Começam
no espigão divisor das ágias dos
ribeirões
Caçapava Velha e Pirai ou Taperão, onde
êle cruza
sem o divisor das águas do rio Una e ribeirão
Taperão, prosseguem daí pelo divisor da margem
direita,
das águas do ribeirão caçapava Velha,
em demanda
da cabeceira mais meridional do córrego Pichoa ou Ponte
Alta,
pelo qual descem até o rio Paraíba, e sobem por
êste até a barra do ribeirão de Santa
Cruz, e por
êste ainda até a barra do córrego que
vem da
Fazenda de José Benedicto de Alcantara, seguem pelo
contraforte,
seguem pelo contraforte que leva ao espigão entre as
águas do ribeirão da Serra, à direita,
e as do
ribeirão Santa Cruz à esquerda, continuam por
esse
espigão até a Serra do Palmital, onde tiveram
inicio
estas divisas.
   

  

 MUNICÍPIO DE VALPARAIZO
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA
   

  

 Começam
no espigão mestre Peixe-Aguapei, em  frente
à
cabeceira do ribeirão Paturi, descem por êste ate
o rio
Aguapei, e por este abaixo, até a foz do córrego
da
Água Amarela, pelo qual sôbem e pelo
córrego
Macaco. até sua cabeceira, vão dai, em demanda da
barra
do córrego Guanumbi, no ribeirão do Moinho e,
seguem pelo
espigão intermediário desses sois cursos,
até o
alto do espigão Tietê-Ribeirão do
Moinho,
procurando depois o espigão entre os dois galhos mais altos
e
principais formadores do ribeirão da Travessa Grande, pelo
qual
caminham até a junção daquelas
águas,
descendo pela Travessa Grande até o ponto em que
êle
é atingido pela reta léste-oéste, que
vem da
cabeceira mais ocidental do córrego de F. Mesquita.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARARAPES
   

  

 Começam
no espigão que deixa, à direita, as
águas do
ribeirão Jacarécatinga e, à esquerda,
as do
córrego Azul em frente à cabeceira do
córrego da
Santa Luzia, seguem pelo espigão, indo até
frontear a
cabeceira do córrego Água Clara, pelo qual descem
até o córrego Azul, sobem por êste e
pelo
córrego Santa Antonieta até sua cabeceira
vão em
reta a cabeceira do córrego Rico pelo qual descem
até o
ribeirão Pimenta e por êste ainda até
sua foz no
rio Aguapei, e por êste acima até a reta do
Govêrno
e por esta reta até o córrego
Aguapeí-Mirim, pelo
qual descem até o córrego Bôa
Esperança,
sobem por êste até sua cabeceira no divortium
acquarum dos
rios Aguapei-Peixe.
   

  

 (\*) Publicado novamente por ter saído com
incorreções.
   

  

 DECRETO
N. 9.775, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1938
 
  

  

 Fixa o novo quadro da divisão
territorial do Estado, que vigorará de 1.º de
janeiro de 1939 a 31 de
dezembro de 1943 e dá outras providências.
 
  

  

 RETIFICAÇÕES
 
  

  

 Por
haver sido publicado
com incorreções são feitas as
seguintes
retificações no texto do ANÉXO N. 1 do
referido
decreto.
 
  

  

 ANEXO N. 1
 
  

  

 Quadro geral da divisão territorial do Estado de
São Paulo em comarcas, termos, municipios e distritos de paz
   

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

 NOTAS
   

  

 1) A zona distrital de Capela de Socorro foi criada com território desmembrado
da zona de Santo Amaro.
   

 2) O distrito de paz de Caieiras foi criado com terras desmembradas do distrito
to de paz de Franco da Rocha
   

 3) O distrito de paz de Água Fria foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Parnaíba
   

 4) A séde do município de São Bernardo mudou-se para a sede do distrito de
Santo André.
   

 5) O distrito de paz de São Caetano passou à categoria de zona distrital do
distrito de paz da séde do município de Santo André.
   

 6) Foi suprimido, no município de Agudos o distrito de paz de Tupã
   

 7) A comarca de Andradina foi criada com terras desmembradas da comarca de
Araçatuba, abrangendo o território do distrito de paz de Andradina, e parte do
distrito de paz da sede do município de Araçatuba
   

 8) O município de Andradina foi criado com terras desmembradas dos municípios
de Valparaizo e Araçatuba, abrangendo parte do distrito de paz da sede deste
último município
   

 9) O distrito de paz de Guaraçai foi criado com terras desmembradas do distrito
de paz de Andradina.
   

 10) O distrito de paz de Barra do Turvo foi criado com território desmembrado
do distrito de paz da sede do município de Iporanga.
   

 11) A comarca e têrmo de Araçatuba perdeu o território do município de
Valparaizo com seus três distritos: Valparaizo, Comandante Alves e Andradina.
Ganhou e município de Pereira Barreto
   

 12) O município de Araçatuba perdeu os distritos de paz de Diabase, transferido
para o município e comarca de Valparaizo com o nome de Alto Pimenta,e
Rinópolis, transferidos para o município de Tupã, comarca de Pompéia.
   

 13) O distrito de paz de Major Prado, ampliado com terras dos distritos de paz
de General Salgado e Nhandeara, todas pertencendo ao município e comarca de
Monte Aprazível, passou para o município e comarca de Araçatuba.
   

 14) O município de Pereira Barreto foi criado com terras desmembradas dos
municípios de Araçatuba, Monte Aprazível e Tanabí, com séde na Vila de Novo
Orienta. do município e comarca de Monte Aprazível.
   

 15) O distrito de paz de Novo Oriente, do município e comarca de Monte Aprazível
passou a constituir a séde do município de Pereira Barreto, comarca de
Araçatuba, acrescendo-lhes terras do distrito de paz de Vila Monteiro, do
município de Tanabí e do distrito de paz da séde do município de Araçatuba.
   

 16) A comarca e têrmo de Assis ganhou o território do município de Palmital,
que pertencia à comarca de Salto Grande, transferida esta para Ourinhos
   

 17) A sede do município de Campos Novos passou para a séde do distrito de paz
de Bela Vista, criado nesta data, em substituição ao distrito de paz de
Catequese, que foi extinto.
   

 18) O município de Candido Mota perdeu o território do distrito de paz de
Sussul, transferido para o município de Palmital,
   

 19) O município de Palmital foi transferido para o têrmo e comarca de Assis
   

 20) O distrito de paz de Sussuí, que pertencia ao município de Candido Mota,
passou a pertencer ao município de Palmital.
   

 21) O distrito de paz de Fortaleza passou à categoria de zona distrital do
distrito de paz da sede do município de Barretos
   

 22) O distrito de paz de Frigorífico foi omitido no quadro anexo ao decreto-lei
n 9.073, de 31-3-1938.
   

 23) O município de Bebedouro perdeu o distrito de paz de Turvinea, que foi
extinto.
   

 24) O distrito de paz de Marcondesia. do município de Cajobi, comarca de
Olímpia, foi transferido para o município de Monte Azul.
   

 25) O município de Birigui perdeu o território do distrito de paz de Iacri,
transferido para o município de Tupã comarca de Pompeia.
   

 26) O município de Botucatú perdeu o território do distrito de paz de Prata,
cedido ao município e comarca de São Manuel
   

 27) A comarca e têrmo de Cachoeira, ganhou o território do município de
Silveiras, pela extinção desta comarca.
   

 28) Foi extinta a comarca e têrmo de Silveiras, passando o município a fazer
parte da comarca e têrmo de Cachoeira 29) O distrito de paz de Itaiquara foi
criado com terras desmembradas do distrito de paz da sede do município de
Tapiratiba.
   

 30) O distrito de paz de Mesquita foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Cafelândia.
   

 31) O distrito de paz de Nova Odessa foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Americana (ex-Vila Americana).
   

 32) A comarca e termo de Catanduva perdeu o território do município de
Ariranha, transferido para a c marca e termo de Santa Adelia.
   

 33) O município de Cataduva perdeu o distrito de paz de Vila Novais, hoje
Novais, transferido para o município de Tabapuã, recebendo em troca o distrito
de paz de Ibarra, daquêle município.
   

 34) Os distritos de paz de Catupirí, do município de Catanduva, e o de Ibarra,
do município de Tabapuã, foram fundidos num só, sob a denominação de Catiguà,
que ficou pertencendo ao município de Catanduva.
   

 35) O município de Tabapuã perdeu o território do distrito de paz de Ibarra, transferido
para o município de Catanduva.
   

 36) O distrito de paz de Novais (ex-Vila Novais), do município de Catanduva foi
transferido para o município de Tabapuã.
   

 37) O distrito de paz de Itagaçaba foi transformado em zona distrital do
distrito de paz da sede do município de Cruzeiro.
   

 38) A comarca e termo de Ibitinga perdeu o território do município de
Tabatinga, transferido para a comarca e termo de Itápolis.
   

 39) O município de Borborema, da comarca e termo de Itápolis, passou para a
comarca e termo de Ibitinga.
   

 40) O município de Iguape perdeu o território dos distritos de paz de Prainha,
Juquia e Pedro de Toledo, que passaram a constituir o município de Prainha.
   

 41) O município de Prainha foi criado em terras desmembradas do município e
comarca de Iguape, compreendendo os três distritos de paz: Prainha, Juquiá e
Pedro de Toledo.
   

 42) O distrito de paz de Juquiá do município de Iguape, foi transferido para o
novo município de Prainha.
   

 43) O distrito de paz de Pedro de Toledo, do município de Iguape, foi
transferido para o novo município de Prainha,
   

 44) A séde do distrito de paz de Caputera, do município e comarca de Itapéva
(ex-Faxina), mudou-se para a povoação de Guarisinho.
   

 45) A comarca e termo de Itapolis perdeu o território dos seguintes municípios:
Borborema, transferido para a comarca e termo de Ibitinga: Itajubí, transferido
para a comarca e têrmo de Santa Adélia, e Mundo Novo, transferido para a
comarca e termo de Novo Horizonte.
   

 46) O município de Tabatinga passou da comarca e têrmo de Ibitinga, para a
comarca e têrmo de Itapolis.
   

 47) A comarca e termo de Jaboticabal perdeu o território do município de
Pirangi, transferido para a comarca e termo de Monte Alto.
   

 48) O município de Jaboticabal perdeu o distrito de paz de Ibitirama, que foi extinto.
   

 49) O município de Guariba ganhou o território do distrito de paz de
Pradopolis, do município e comarca de Sertãozinho.
   

 50) O distrito de paz de Pradopolis, do município de Sertãozinho foi
transferido para o município de Guariba, comarca de Jaboticabal.
   

 51) O município de Barra Bonita ganhou o território do distrito de paz de
Igaraçú, transferido do município e comarca de São Manuel.
   

 52) O distrito de paz de Igaraçú foi transformado em zona distrital do distrito
de paz da séde do município de Barra Bonita.
   

 53) O município de Bica de Pedra, hoje denominado Itapui, ganhou o território
do distrito de paz de Floresta, transferido do município e comarca de
Pederneiras.
   

 54) O distrito de paz de Floresta foi incorporado ao município de Itapuí (ex-Bica
de Pedra), desmembrado do município de Pederneiras.
   

 55) O município de José Bonifácio, que pertencia à comarca e têrmo de Rio
Preto, foi elevado a têrmo e comarca do mesmo nome.
   

 56) O distrito de paz de Monlevade passou à categoria de zona do distrito de
paz da séde do município de Lins.
   

 57) O município de Promissão ganhou o território do distrito de paz de Curupá,
do município de Avanhandava. O distrito de paz de Itacolomi passou à categoria
de zona do distrito de paz da séde do município de Promissão.
   

 58) O distrito de paz de Gurupá, do município de Avanhandava, foi transferido
para o município de Promissão.
   

 59) O município de Marília perdeu o território dos distritos de paz de Pompéia,
Novo Cravinhos, Paulopólis, Quintana e Varpa, transferidos para o município de Pompéia,
e o de Bastos, transferido para o município de Tupã.
   

 60) O distrito de paz de Santa Inês foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Vera Cruz.
   

 61) O município de Mogí das Cruzes perdeu o território do distrito de paz de
Arujá, transferido para o município de Santa Isabel.
   

 62) O distrito de, paz de Santo Ângelo foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Mogí das Cruzes.
   

 63) A comarca e termo de Monte Alto recebeu o território do município de
Pirangí, constituído do distrito de paz da séde do município e do de Vila
Paraizo.
   

 64) O município de Monte Alto perdeu o distrito de paz de Aparecida de Monte
Alto, que foi extinto.
   

 65) O município de Pirangí, transferido da comarca e têrmo de Jaboticabal para
a de Monte Alto, perdeu o território do distrito de paz de Albuquerque (ex-Vila
Albuquerque", transferido para o município de Cajobi.
   

 66) O município de Monte Aprazível perdeu o território do distrito de paz de
Major Prado, transferido para o município de Araçatuba, e o do distrito de paz
de Novo Oriente, que passou a constituir o município de Pereira Barreto.
   

 67) A comarca e têrmo de Nova Granada foi criada com terras desmembrada da
comarca e têrmo de Rio Preto, de onde sairam os municípios de Nova Granada e
Palestina, e da comarca e têrmo de Olímpia, de onde saiu o município de Paulo
de Faria. 68) O município de Palestina, da comarca e têrmo de Rio Preto, foi
transferido para a Comarca e têrmo de Nova Granada.
   

 69) O município de Paulo de Faria foi criado, com séde na povoação de Patos,
com terras desmembradas do município e comarca de Olimpia, e abrangendo os
distritos de paz de Patos, hoje, Paulo de Faria, Orindiuva e Veadinho. Pertence
à comarca e têrmo de Nova Granada.
   

 70) O distrito de paz de Orindiuva, do município de Olímpia, é transferido para
o novo município de Paulo de Faria (ex-Patos).
   

 71) O distrito de paz de Veadinho, do município de Olímpia, é transferido para
o novo município de Paulo de Faria (ex-Patos).
   

 72) A comarca e termo de Novo Horizonte ganhou o território do município de
Mundo Novo, transferido da comarca e têrmo de Itápolis.
   

 73) O município de Mundo Novo foi transferido da comarca e têrmo de Itápolis
para a comarca e têrmo de Novo Horizonte.
   

 74) O município de Olímpia perdeu o território dos distritos de paz de Patos,
Orindiuva e Veadinho, que passaram a constituir, na séde do primeiro, o
município de Paulo de Faria, da comarca de Nova Granada.
   

 75) O distrito de paz de Altair foi criado com terras desmembradas dos
distritos de paz de Guaraçi e Icem.
   

 76) A séde do distrito de paz de Baguassú passou para a povoação de Ribeiro dos
Santos.
   

 77) O município de Cajobí perdeu o território do distrito de paz de
Marcondesia, transferido para o município de Monte Azul.
   

 78) O distrito de paz de Albuquerque (ex-Vila Albuquerque), do município de
Pirangí, foi transferido para o município de Cajobi.
   

 79) A séde da comarca e termo de Salto Grande foi transferida para Ourinhos. A
comarca, com essa mudança, perdeu o território do município de Palmital,
transferido para a comarca e têrmo de Assis, e ganhou os territórios dos
municípios de Ipassú e Chavantes.
   

 80) O Município de Chavantes, da comarca e têrmo, de Santa Cruz do Rio Pardo,
foi transferido para a comarca e têrmo de Ourinhos.
   

 81) O município de Ipaussú, da comarca e têrmo de Santa Cruz do Rio Pardo, foi
transferido para a comarca e têrmo de Ourinhos.
   

 82) A cidade de Salto Grande deixou de ser cabeça da comarca do mesmo nome.
   

 83) O distrito de paz de Conceição de Monte Alegre, do município de Sapezal,
foi transferido para o município de Paraguassú.
   

 84) Foi suprimido o município de Sapezal, incorporando-se o território do seu
districto de paz ao município de Paraguassú.
   

 85) O município de Pederneiras perdeu o território do distrito de paz de
Floresta transferido para o município de Itapuí (ex-Bica de Pedra).
   

 86) O município de Glicério perdeu o território do distrito de paz de
Herculãnia transferido para o município de Tupã.
   

 87) O distrito de paz de Santa Catarina foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Piedade.
   

 88) O distrito de paz de Saltinho, do município de Rio das Pedras, foi
transferido para o município de Piracicaba.
   

 89) O município de Rio das Pedras perdeu o distrito de paz de Saltinho,
transferido para o município de Piracicaba.
   

 90) O município de Pirajú perdeu o distrito de paz de São Bartholomeu, que foi
extinto.
   

 91) A comarca e termo de Pompéia foi criada com terras desmembradas da comarca de
Marília, Birigui e Araçatuba e compreendendo dois municípios: o de Pompéia e o
de Tupã.
   

 92) O município de Pompéia foi criado com terras desmembradas dos municípios de
Marília e Glicério.
   

 93) O distrito de paz de Herculânia, do município de Glicério, t transferido
para o novo município de Pompéia. 94, 95, 96 e 97) Os distritos de paz de Novo
Cravinhos, Paulópolis, Quintana e Varpa, do município de Marília, são
transferidos para o novo município de Pompéia.
   

 98) O município de Tupã é criado com terras desmembradas dos municípios de
Araçatuba, Biriguí, Glicério e Marília.
   

 90) O distrito de paz de Bastos, do município de Marília, é transferido para o
novo município de Tupã.
   

 100) O distrito de paz de Iacrí, do município de Birigui, é transferido para o
novo município de Tupã.
   

 101) O distrito de paz de Parnaso, do município de Glicério, é transferido para
o novo município de Tupã.
   

 102) O distrito de paz de Rinópolis, do município de Araçatuba, é transferido
para o novo município de Tupã.
   

 103) O município de Presidente Prudente perdeu o território do distrito de paz
de Formiga, transferido para o município de Regente Feijó.
   

 104) O distrito de paz de Alfredo Marcondes foi criado com terras desmembradas
do distrito de paz da séde do município de Presidente Prudente e do de Alvares
Machado.
   

 105) O distrito de paz de Coronel Goulart foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz de Pirapózinho.
   

 106) O distrito de paz de Montalvão foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Presidente Prudente e do de Alvares
Machado.
   

 107) O município de Martinópolis é criado, com séde na Vila de José Teodoro,
com terras desmembradas do município de Regente Feijó.
   

 108) O distrito de paz de Balisa é criado com terras desmembradas do distrito
de paz de José Teodoro, hoje Martinópolis.
   

 109) O município de Regente Feijó perdeu o território do distrito de paz de
José Teodoro, hoje Martinóplis.
   

 110) o distrito de paz de Formiga, do município de Presidente Prudente, foi
transferido para o município de Regente Feijó.
   

 111) A comarca e termo de Presidente Venceslau é criada com terras desmembradas
da comarca e têrmo de Santo Anastácio, e compreendendo unicamente aquele município,
com seus três distritos de paz, o de Presidente Venceslau, Caiúá e Presidente
Epitácio.
   

 112) A comarca e termo de Queluz ganhou o território do município de Areias,
pela extinção desta comarca.
   

 113) É suprimida a comarca e termo de Areias, passando o município a fazer
parte da comarca e têrmo de Queluz.
   

 114) O município de Ribeirão Bonito perdeu o distrito de paz de Santa Clara,
que foi extinto.
   

 115) O distrito de paz de Guatapará foi criado com terras desmembradas do
município de Ribeirão Preto.
   

 116) A comarca e têrmo de Rio Preto perdeu o território do município de Nova
Granada, com seus distritos de paz de Nova Granada, Ingaí, Mangaratú e Onda
Verde; do município de Palestina e do de José Bonifácio, com seus dois
distritos de paz de José Bonifácio e Ubarana.
   

 117) A comarca e têrmo de Santa Adelia foi criada com terras desmembradas das
comarcas e têrmos de Taquaritinga, Catanduva e Itápolis e abrangendo o
município da Santa Adelia, com seus três distritos de paz de Santa Adelia,
Ururaí e Vila Botelho; o município de Ariranha e o de Itajobí, com seus três
distritos de paz, Itajobí, Marapoama e Vila Roberto.
   

 118) O município de Ariranha, da comarca e termo de Catanduva, é transferido
para a nova comarca de Santa Adelia.
   

 119) O município de Itajobí, da comarca e termo de Itápolis, é transferido para
a nova comarca de Santa Adelia.
   

 120) A comarca e têrmo de Santa Cruz do Rio Pardo perdeu o território dos
municípios de Chavantes e Ipaussú, transferidos ambos para a comarca de
Ourinhos.
   

 121) O distrito de paz de Arujá, do município e comarca de Mogí das Cruzes, é
transferido para o município e comarca de Santa Isabel.
   

 122) A comarca e termo de Santo Anastácio perdeu o território do município de
Presidente Venceslau com seus três distritos de paz: Presidente Venceslau,
Caiuá e Presidente Epitácio.
   

 123) O distrito de paz de Itarirí foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Itanhaen.
   

 124) A comarca e têrmo de São Luiz do Paraítinga ganhou o território do
município do Natividade, transferido da comarca e têrmo de Taubaté.
   

 125) O município de Natividade, da comarca e têrmo de Taubaté, foi transferido
para a comarca á têrmo de São Luiz do Paraítinga, com seus dois distritos de
paz, Natividade e Bairro Alto.
   

 126) O distrito de paz de Prata, do município e comarca de Botucatú, foi
transferido para o município e comarca de São Manuel.
   

 127) A comarca e têrmo de São Róque ganhou o território do município de Una,
pela extinção desta comarca.
   

 128) Foi suprimida a comarca e têrmo de Una, passando o território do município
a pertencer à comarca e têrmo de São Róque.
   

 129) O município de Lindóia foi criado com terras desmembradas do município de
Serra Negra.
   

 130) O município de Sertãozinho perdeu o distrito de paz de Pradopolis,
transferido para o município de Guariba.
   

 131) A comarca e termo de Taquaritinga perdeu o território do município de
Santa Adelia, que foi elevado a comarca.
   

 132) A comarca e têrmo de Taubaté perdeu o território do município de
Natividade, transferido para a comarca e têrmo de São Luiz do Paraitinga.
   

 133) O município de Tietê perdeu o distrito de paz de Laras, transferido para o
município de Laranjal.
   

 134) O distrito de paz de Laras, do município de Tietê, passou para o município
de Lalanjal.
   

 135) A comarca e têrmo de Valparaizo foi criada com terras desmembradas da comarca
e têrmo de Araçatuba, abrangendo o município de Valparaizo com os distritos de
paz de Valparaizo, Comandante Arbues, Alto Pimenta (ex-Diabase) e Lavínia.
   

 136) O distrito de paz de Alto Pimenta (ex-Diabase) foi transferido do
município de Araçatuba para o de Valparaizo.
   

 137) O distrito de paz de Lavínia foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Valparaizo e do de Comandante Arbues.
   

  

 As localidades que aparecem com outro nome em parêntesis, tiveram a denominação
mudada.
   

  

  

 DECRETO N. 9.775, DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1938
 
  

  

 Fixa o novo quadro da
divisão territorial do Estado, que vigorará de 1.º de janeiro de
 
 1939 a
 
 31 de dezembro de
1943 e dá outras providências.
 

  

  

 RETIFICAÇÕES
 

  

  

 Por haver sido publicado com incorreções são feitas as seguintes retificações
no texto do ANEXO N. 1 do referido decreto.
 
  

  

 ANEXO N. 1
 
  

  

 Quadro geral da divisão territorial do Estado de São Paulo em comarcas, têrmos,
municípios e distritos de paz
   

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

 NOTAS
   

  

 1) A zona distrital de Capela de Socorro foi criada com território desmembrado
da zona de Santo Amaro.
   

 2) O distrito de paz de Caieiras foi criado com terras desmembradas do distrito
to de paz de Franco da Rocha.
   

 3) O distrito de paz de Água Fria foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Parnaíba.
   

 4) A sede do município de São Bernardo mudou-se para a sede do distrito de
Santo André.
   

 5) O distrito de paz de São Caetano passou à categoria de zona distrital do
distrito de paz da sede do município de Santo André.
   

 6) Foi suprimido, no município de Agudos, o distrito de paz de Tupã.
   

 7) A comarca de Andradina foi criada com terras desmembradas da comarca de Araçatuba,
abrangendo o território do distrito de paz da sede do município de Araçatuba.
   

 8) O município
de Andradina gol criado com terras desmembradas dos municípios
Valparaizo e Araçatuba, abrangendo parte do distrito de paz da
sede deste último município.
   

 9) O distrito de paz de Guaraçaí foi criado com terras desmembradas do distrito e
paz de Andradina.
   

 10) O distrito de paz de Barra do Turvo foi criado com território desmembrado do
distrito de paz da sede do município de Iporanga.
   

 11) A comarca e termo de Araçatuba perdeu o território do município de Valparaizo com
seus tres distritos: Valparaizo, Comandante Alves e Andradina. Ganhou município
de Pereira Barreto.
   

 12) O município de Araçatuba perdeu os distritos de paz de Diabase, transferido
Para o município e comarca de Valparaizo com o nome de Alto Pimenta, e
Rinópolis, transferidos para o município de Tupã, comarca de Pompéia.
   

 13) O distrito de paz de Major Prado, ampliado com terras dos distritos de paz
  de General Salgado e Nhandeara, todas pertencendo ao município e comarca
e Monte Aprazivel, passou para o município e comarca de Araçatuba.
   

 14) O município de
Pereira Barreto foi criado com terras desmembradas dos municípios de Araçatuba,
Monte Aprazivel e Tanabí, com séde na Vila de Novo Oriente, município e comarca
de Monte Aprazivel.
   

 15) O distrito de paz de Novo Oriente, do município e comarca de Monte Aprazival
passou a constituir a séde do município de Pereira Barreto, comarca de
Araçatuba, acrescendo-lhes terras do distrito de paz de Vila Monteiro, do
município de Tanabí e do distrito de paz da séde do município de Araçatuba.
   

 16) A comarca e termo de Assis ganhou o território do município de Palmital, que
pertencia à comarca de Salto Grande, transferida esta para Ourinhos.
   

 17) À sede do município de Campos Novos passou para a séde do distrito de paz de
Bela Vista, criado, nesta data, em substituição ao distrito de paz de
Catequese, que foi extinto.
   

 18) O município de Candido Mota perdeu o território 'do distrito de paz de Sussui,
transferido para o município de Palmital.
   

 19) O município de Palmital foi transferido para o termo e comarca de Assis.
   

 20) O distrito de paz de Sussui, que pertencia ao município de Candido Mota, passou
pertencer ao município de Palmital.
   

 21) O distrito de paz de Fortaleza passou à categoria de zona distrital do distrito
de pa da sede do município de Barretos.
   

 22) O distrito de paz de Frigorífico foi omitido no quadro anéxo ao decreto-lei n.
9.073, de 31-3-1938.
   

 23) O município de Bebedouro perdeu o distrito de paz de Turvinea, que foi extinto.
   

 24) O distrito de paz de Marcondesia, do município de Cajobí, comarca de Olímpia,
foi transferido para o município de Monte Azul.
   

 25) O município de Birigui perdeu o territóro do distrito de paz de Lacri,
transferido para o município de Tupã, comarca de Pompeia.
   

 26) O município de Botucatu perdeu o território do distrito de paz de Prata, cedido
ao município e comarca de São Manuel.
   

 27) A comarca e termo de Cachoeira, ganhou o território do município de Silveiras,
pela extinção desta comarca.
   

 28) Foi extinta a comarca e termo de Silveiras, passando o município a fazer parte
da comarca e têrmo de Cachoeira.
   

 29) O distrito de paz de Itaiquara foi criado com terras desmembradas do distrito
de paz da sede do município de Tapiratiba.
   

 30) O distrito de paz de Mesquita foi criado com terras desmembradas do distrito de
paz da séde do município de Cafelândia.
   

 31) O distrito de paz de Nova Odessa foi criado com terras desmembradas do distrito
de paz da sede do município de Americana (ex-Vila Americana).
   

 32) A comarca e termo de Catanduva perdeu o território do município de Ariranha,
transferido para a comarca e termo de Santa Adelia.
   

 33) O município de Catanduva perdeu o distrito de paz de Vila Novais, hoje Novais,
transferido para o município de Tabapuã, recebendo em troca o distrito de paz
do barra, daquêle município.
   

 34) Os distritos de paz de Catupirí, do município de Catanduva, e o de Ibarra, do
município de Tabapuã, foram fundidos num só, sob a denominação de Catiguá, que
ficou pertencendo ao munícipio de Catanduva.
   

 35) O município de Tabapuã perdeu o território do distrito de paz de Ibarra,
transferido para o município de Catanduva.
   

 36) O distrito de paz de Novais (ex-Vila Novais), do município de Catanduva foi
transferido para o município de Tabapuã.
   

 37) O distrito de paz de Itagaçaba foi transformado em zona distrital do distrito
de paz da sede do município de Cruzeiro. A comarca e termo de Ibitinga perdeu o
território do município de Tabatinga, transferido para a comarca e termo de
Itápolis.
   

 38) A comarca e termo de Ibitinga perdeu o território do
municíio de Tabatinga, transferido para a comarca e têrmo
de Itápolis.
   

 39) O município de Borborema, da comarca e termo de Itápolis, passou para a comarca
e termo de Ibitinga.
   

 40) O município de Iguape perdeu o território dos distritos de paz de Prainha,
Juquia e Pedro de Toledo, que passaram a constituir o município de Prainha.
   

 41) O município de Prainha foi criado em terras desmembradas do município e comarca
de Iguape, compreendendo os três distritos de paz: Prainha, Juquia e Pedro de
Toledo.
   

 42) O distrito de paz de Juquia do município de Iguape, foi transferido para o
novo município de Prainha.
   

 43) O distrito de paz de Pedro de Toledo, do município de Iguape, foi
transferido para o novo município de Prainha.
   

 44) A sede do distrito de paz de Caputera, do município e comarca de Itapéva
(ex-Faxina), mudou-se para a povoaçâo de Guarisinho.
   

 45) A comarca e termo de Itapolis perdeu o território dos seguintes municípios:
Borborema, transferido para a comarca e termo de Ibitinga; Itajubí, transferido
para a comarca e termo de Santa Adelia, e Mundo Novo, transferido para a
comarca e termo de Novo Horizonte.
   

 46) O município de Tabatinga passou da comarca e termo de Ibitinga, para a
comarca e termo de Itapolis.
   

 47) A comarca e termo de Jaboticabal perdeu o território do município de
Pirangí, transferido para a comarca e termo de Monte Alto.
   

 48) O município de Jaboticabal perdeu o distrito de paz de Ibitirama, que foi
extinto.
   

 49) O município de Guariba ganhou o território do distrito de paz de
Pradopolis, do município e comarca de Sertãozinho.
   

 50) O distrito de paz de Pradopolis, do município de Sertãozinho foi
transferido para o município de Guariba, comarca de Jaboticabal.
   

 51) O município de Barra Bonita ganhou o território do distrito de paz de
Igaraçú, transferido do município e comarca de São Manuel.
   

 52) O distrito de paz de Igaraçú foi transformado em zona distrital do distrito
de paz da séde do município de Barra Bonita.
   

 53) O município de Bica de Pedra, hoje denominado Itapuí, ganhou o território
do distrito de paz de Floresta, transferido do município e comarca de
Pederneiras.
   

 54) O distrito de paz de Floresta foi incorporado ao município de Itapuí
(ex-Bica de Pedra), desmembrado do município de Pederneiras.
   

 55) O município de José Bonifácio, que pertencia à comarca e termo de Rio
Preto, foi elevado a termo e comarca do mesmo nome.
   

 56) O distrito de paz de Monlevade passou à categoria de zona do distrito de
paz da séde do município de Lins.
   

 57) O município de Promissão ganhou o território do distrito de paz de Curupá,
do município de Avanhandava. O distrito de paz de Itacolomi passou à categoria
de zona do distrito de paz da séde do município de Promissão.
   

 58) O distrito de paz de Gurupá, do município de Avanhandava, foi transferido
para o município de Promissão.
   

 59) O município de Marília perdeu o território dos distritos de paz de Pompeia,
Novo Cravinhos, Paulopólis, Quintana e Varpa, transferido, para o município de
Pompéia, e o de Bastos, transferido para o município de Tupã.
   

 60) O distrito de paz de Santa Inês foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Vera Cruz.
   

 61) O município de Mogi das Cruzes perdeu o território do distrito de paz de
Arujá. transferido para o município de Santa Isabel. 
   

 62) O distrito de paz de Santo Angelo foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz de séde do município de Mogi das Cruzes.
   

 63) A comarca e têrmo de Monte Alto recebeu o território do município de
Pirangí, constituido do distrito de paz da séde do município e do de Vila
Paraizo.
   

 64) O município de Monte Alto perdeu o distrito de paz de Aparecida de Monte
Alto, que foi extinto.
   

 65) O município de Pirangí, transferido da comarca e têrmo de Jaboticabal para
a de Monte Alto, perdeu o território do distrito de paz de Albuquerque (ex-Vila
Albuquerque", transferindo para o município de Cajobi.
   

 66) O município de Monte Aprazível perdeu o território do distrito de paz de
Major Prado, transferido para o município de Araçatuba, e o do distrito de paz
de Novo Orientem que passou a constituir o município de Pereira Barreto.
   

 67) A comarca e têrmo de Rio Preto, de onde saíram os municípios de Nova
Granada e Palestina, e da comarca e têrmo de Olímpia, de onde aiu o município
de Paulo de Faria.
   

 68) O município de Palestina, da comarca e têrmo de Rio Preto foi transferido
para a Comarca e têrmo de Nova Granada.
   

 69) O município de Paulo de Faria, Orindiuva e Veadinho. Pertence à comarca e
têrmo de Nova Granada.
   

 70) O distrito de paz de Orindiuva, do município de Olímpia, é transferido para
o novo município de Paulo de Faria. (ex-Patos).
   

 71) O distrito de paz de Veadinho, do município de Olímpia, é transferido para
o novo município de Paulo de Faria. (ex-Patos).
   

 72) A comarca e têrmo de Novo Horizonte ganhou o território do município de
Mundo Novo, transferido da comarca e têrmo de Itápolis.
   

 73) O município de Mundo Novo foi transferido da comarca e têrmo de Itápolis para
a comarca e têrmo de Novo Horizonte.
   

 74) O município de Olímpia perdeu o território dos distritos de paz de
Patos, Orindiuva e Veadinho, que passaram a constituir, na séde do município de
Paulo de Faria, da comarca de Nova Granada.
   

 75) O distrito de paz de Altair foi criado com terras desmembradas dos
distritos de paz de Guaraçi e Icem.
 

  

 76) A séde do distrito de paz de Baguassú passou para
a povoação de Ribeiro dos Santos.
   

 77) O município de Cajobi perdeu o território do distrito de paz de
Marcondesia, transferido para o muicípio de Monte Azul.
   

 78) O distrito de paz de Albuquerque (ex-Vila Albuquerque), do município de
Pirangi, foi transferido para o município de Cajobi.
   

 79) A sede da comarca e têrmo de Salto Grande foi transferida para Ourinhos. A
comarca, com essa mudança, perdeu o território do
   

 município de Palmital, transfrido para a comarca e têrmo de Assis, e ganhou os
territórios dos municípios de Ipaussú e Chavantes.
   

 80) O município de Chavantes, da comarca e têrmos de Santa Cruz do Rio Prado,
foi transferido para a comarca e têrmo de Ourinhos.
   

 81) O município de Ipaussú, da comarca e têrmos de Santa Cruz do Rio
Prado, foi transferido para a comarca e têrmo de Ourinhos.
   

 82) A cidade de Salto Grande deixou de ser cabeça da comarca do mesmo nome.
   

 83) O distrito de paz de Conceição de Monte Alegre, do município de Sapezal,
foi transferido para o município de Paraguassú.
   

 84) foi suprimido o município de Sapeazal, incorporando-se o território de seu
distrito de paz ao município de Paraguassú.
   

 85) O município de Pederneiras perdeu o território do distrito de paz de
Floresta, transferido para o município de Itapui (ex-Bica de Pedra.)
   

 86) O município de Glicério perdeu o território do distrito de paz de
Herculânia, transferido para o município de Tupã.
   

 87) O distrito de paz de Santa Catarina foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Piedade,
   

 88) O distrito de paz de Saltinho, do município de Rio das Pedras, foi
transferido para o município de Piracicaba.
   

 89) O município de Rio das Pedras perdeu o distrito de paz de Saltinho,
transferido para o município de Piracicaba.
   

 90) O município de Pirajú perdeu o distrito de paz de São Bartolomeu, que foi
extinto.
   

 91) A comarca e têrmo de Pompéia foi criada com terras desmembradas da comarca
de Marília, Birigui e Araçatuba e compreendendo dois municípios : o de
Pompéia e o de Tupã.
   

 92) O município de Pompéia foi criado com terras desmembradas dos municípios
de Marilia e Glicério.
   

 93) O distrito de paz de Herculânia, do município de Glicério, é transferido
para o novo município de Pompéia.
   

 94) (95, 96 e 97) Os distritos de paz de Novo Cravinhos, Paulópolis, Quintana e
Varpa, do município de Marília, são transferidos para o novo município
de Pompéia.
   

 98) O município de Tupã é criado com terras desmembradas dos município de
Araçatuba, Birigui, Glicério e Marília.
   

 99) O distrito de paz de Bastos, do município de Marília, é transferido para o
novo município de Tupã.
   

 100) O distrito de paz de Iacrim do município de Birigui, é transferido para o
novo município de Tupã.
   

 101) O distrito de paz de Parnaso, do município de Glicério, é transferido para
o novo município de Tupã.
   

 102) O distrito de paz de Rinópolis, do município de Araçatuba, é transferido
para o novo município de Tupã.
   

 103) O município de Presidente Prudente perdeu o território do distrito de paz
de Formiga, transferido para o município de Regente Feijó.
   

 104) O distrito de paz de Alfredo Marcondes foi criado com terras
desmembradas do distrito de paz da séde  do município de Presidente
Prudente e  do de Alvares Machado.
   

 105) O distrito de paz de Coronel Goulart foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz de Pirapózinho.
   

 106) O distrito de paz de Montalvão foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Presidente Prudente e do de Alvares
Machado.
   

 107) O município de Martinópolis é criado, com séde na Vila de José Teodoro,
com terras, desmembradas do município de Regente Feijó.
   

 108) O distrito de paz de Balisa é criado com terras desmembradas do distrito
de paz de José Teodoro, hoje Martinópolis.
   

 109) O município de Regente Feijó perdeu o território do distrito de paz de
José Teodoro, hoje Martinóplis.
   

 110)   O distrito de paz de Formiga, do município de Presidente
Prudente, foi transferido para o município de Regente Feijó.
   

 111) A comarca e termo de Presidente Venceslau é criada com terras desmembradas
da comarca e têrmo de Santo Anastácio, e compreendendo unicamente aquêle
município com seus três distritos de paz, o de Presidente Venceslau, Caiuá e Presidente
Epitácio.
   

 112) A comarca e têrmo de Queluz ganhou o território do município
de Areias, pela extinção desta comarca.
   

 113) É suprimida a comarca e têrmo de Areias, passando o município a fazer
parte da comarca e têrmo de Queluz.
   

 114) O município de Ribeirão Bonito perdeu o distrito de paz de Santa Clara,
que foi extinto.
   

 115) O distrito de paz de Guatapará foi criado com terras desmembradas do
município de Ribeirão Preto.
   

 116) A comarca e têrmo de Rio Preto perdeu o território do município de
Nova Granada,
   

 com seus distritos de paz de Nova Granada, Ingaí, Mangaratú e Onda Verde; do
   

 município de Palestina e do de José Bonifácio, com seus dois distritos de paz
de José Bonifácio e Ubarana.
   

 117) A comarca e têrmo de Santa Adélia foi criada com terras desmembradas
das comarcas e têrmos de Taquaritinga, Catanduva e Itápolis e abrangendo o
município de
   

 Santa Adélia, com seus três distritos de paz de Santa Adélia, Ururaí e Vila
Botelho;
   

 o município de Ariranha e o de Itajobí, com seus três distritos de paz, Itajobí,
Marapoama e Vila Roberto.
   

 118) O município de Ariranha, da comarca e têrmo de Catanduva, é transferido
para a nova comarca de Santa Adélia.
   

 119) O município de Itajobí, da comarca e têrmo de Itápolis, é transferido para
a nova comarca de Santa Adélia.
   

 120) A comarca e têrmo de Santa Cruz do Rio Pardo perdeu o território dos
municípios de Chavantes e Ipaussú, transferidos ambos para a comarca de
Ourinhos.
   

 121) O distrito de paz de Arujá, do município e comarca de Mogí das
Cruzes, é transferido para o município e comarca de Santa Isabel.
   

 122) A comarca e têrmo de Santo Anastácio perdeu o território do município
de Presidente Venceslau com seus três distritos de paz: Presidente Venceslau,
Caiuá e Presidente Epitácio.  
   

 123) O distrito de paz de Itarirí foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Itanhaen.
   

 124) A comarca e têrmo de São Luiz do Paraítinga ganhou o território do
município de Natividade, transferido da comarca e têrmo de Taubaté.
   

 125) O município de Natividade, da comarca e têrmo de Taubaté, foi transferido
para a comarca e têrmo de São Luiz do Paraítinga, com seus dois distritos de
paz, Natividade e Bairro Alto.
   

 126) O distrito de paz de Prata, do município e comarca de Botucatú, foi
transferido para o município e comarca de São Manuel.
   

 127) A comarca e têrmo de São Roque ganhou o território do município, de Una,
pela extinção desta comarca.
   

 128)     Foi suprimida a comarca e têrmo de Una, passando o
território do municípío a pertencer à comarca e têrmo de São Roque.
   

 129) O município de Lindóia foi criado com terras desmembradas do município de
Serra Negra.
   

 130) O município de Sertãozinho perdeu o distrito de paz de Pradópolis,
transferido para o município de Guariba.
   

 131) A comarca e têrmo de Taquaritinga perdeu o território do município de
Santa Adélia, que foi elevado a comarca.
   

 132) A comarca e têrmo de Taubaté perdeu o território do município de
Natividade, transferido para a comarca e termo de São Luiz do Paraitinga.
   

 133) O município de Tietê perdeu o distrito de paz de Laras, transferido para o
município de Laranjal.
   

 134) O distrito de paz de Laras, do município de Tietê, passou para o município
de Laranjal.
   

 135) A comarca e têrmo de Valparaizo foi criada com terras desmembradas da
comarca e têrmo de Araçatuba, abrangendo o município de Valparaizo com os
distritos de paz de Valparaizo, Comandante Arbues, Alto Pimenta (ex-Diabase) e
Lavínia.
   

 136) O distrito de paz de Alto Pimenta (ex-Diabase) foi transferido do
município de Araçatuba para o de Valparaizo.
   

 137) O distrito de paz de Lavínia foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz:
   

 da séde do município de Valparaizo e do de Comandante Arbues.
   

  

 As
localidades que aparecem com outro nome em parêntesis, tiveram a denominação
mudada.
   

  

  

 DECRETO N. 9.775, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1938
 

  

  

 Fixa o novo quadro da divisão territorial do Estado, que
vigorará de 1.º de janeiro de
 

 1939
 a
 

 31 de dezembro de 1943 e dá outras providências.
 
  

  

 RETIFICAÇÕES
 
  

 Por haver sido publicado com incorreções são feitas as seguintes retificações
no texto do ANEXO N. 1 do referido decreto,
 
  

 ANEXO N. 1
 
  

 Quadro geral da divisão territorial do Estado de São Paulo em comarcas, termos,
municípios e distritos de paz.
   

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

 Notas
 

 1) A zona distrital de Capela de Socorro foi criada
com território desmembrado da zona de Santo Amaro.
   

 2) O distrito de paz de Caieiras foi criado com terras desmembradas do distrito
de paz de Franco da Rocha.
   

 3) O distrito de paz de Água Fria foi criado com terras desmembrada do distrito
de paz da séde do município de Parnaíba.
   

 4) A séde do município de São Bernardo mudou-se para a séde do distrito de
Santo André.
   

 5) O distrito de paz de São Caetano passou á categoria de zona distrital do
distrito de paz da séde do município de Santo André.
   

 6) Foi suprimido, no município de Agudos, o distrito de paz de Tupã.
   

 7) A comarca de Andradina foi criada com terras desmembrada da comarca de
Araçatuba, abrangendo o território do distrito de paz de Andradina, e parte do
distrito de paz da sede do município de Araçatuba.
   

 8) O município de Andradina foi criado com terras desmembradas dos municípios
de Valparaizo e Araçatuba, abrangendo parte do distrito de paz da sede deste último
município.
   

 9) O distrito de paz de Guaraçaí foi criado com terras desmembrada do distrito
de paz de Andradina.
   

 10) O distrito de paz de Barra do Turvo foi criado com território desmenbrado
do distrito de paz da sede do município de Iporanga.
   

 11) A comarca e têrmo de Araçatuba perdeu o território do município de
Valparaizo com seus três distritos: Valparaizo, Comandante Alves e Andradina.
Ganhou o município de Pereira Barreto.
   

 12) O município de Araçatuba perdeu os distritos de paz de Diabase, transferido
para o município e comarca de Valparaizo com o nome de Alto Pimenta, e
Rinópolis, transferidos para o município de Tupã, comarca de Pompéia.
   

 13) O distrito de paz de Major Prado, ampliado com terras dos distritos de paz
de General Salgado e Nhandeara, todas pertencendo ao município e comarca de
Monte Aprazivel, passou para o município e comarca de Araçaruba.
   

 14) O município de Pereira Barreto foi criado com terras desmenbradas dos
municípios de Araçatuba, Monte Aprazivel e Tanabí, com séde na Vila de Novo
Oriente do município e comarca de Monte Aprazivel.
   

 15) O distrito de paz de Novo Oriente, do município e comarca de Monte
Aprazivel passou a constituir a séde do município de Pereira Barreto, comarca
de Araçatuba, acrescendo-lhes terras do distrito de paz de Vila Monteiro, do
município  de Tanabí e do distrito de paz da séde do município de
Araçatuba.
   

 16) A comarca e têrmo de Assis ganhou o território do município de Palmital,
que pertencia á comarca de Salto Grande, transferida esta para Ourinhos.
   

 17) A sede do município de Campos Novos passou para a séde do distrito de paz
de Bela Vista, criado, nesta data, em substituição ao distrito de paz de
Catequese, que foi extinto.
   

 18) O município de Candido Mota perdeu o território do distrito de paz de
Sussui, transferido para o município de Palmital.
   

 19) O município de Palmital foi transferido para o têrmo e comarca de Assis.
   

 20) O distrito de paz de Sussuí, que pertencia ao município de Candido Mota,
passou a pertencer ao município de Palmital.
   

 21) O distrito de paz de Fortaleza passou á categoria de zona distrital do
distrito de paz da sede do município de Barretos.
   

 22)O distrito de paz de Frigorífico foi omitido no quadro anéxo ao decreto-lei
n. 9.073, de 31-3-1938.
   

 23) O município de Bebedouro perdeu o distrito de paz de Turvínea,que foi
extinto.
   

 24) O distrito de paz de Marcondesia, do município de Cajobi, comarca de
Olímpia, foi transferido para o município de Monte Azul.
   

 25) O município de Biriguí perdeu o território do distrito de paz de Iacri,
transferido para o município de Tupã, comarca de Pompéia.
   

 26) O município de Botucatú perdeu o território do distrito de paz de Prata,
cedido ao município e comarca de São Manuel.
   

 27) A comarca e têrmo de Cachoeira, ganhou o território do município de
Silveira, pela extinção desta comarca.
   

 28) Foi extinta a comarca e têrmo de Silveira, passando de município a fazer
parte da comarca e têrmo de Cachoeira.
   

 29) O distrito de paz de Itaiquara foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Tapitatiba.
   

 30) O distrito de paz de Mesquita foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Cafelândia.
   

 31) O distrito de paz de Nova Odessa foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Americana (ex-Vila Americana ).
   

 32) A comanda e termo de Catanduva perdeu o território do município de
Ariranha, transferido para a comarca e termo de Santa Adelia.
   

 33) O município de Catanduva perdeu o distrito de paz de Vila Novais, hoje
Novais, transferido para o município de Tabapuã, recebendo em troca o distrito
de paz de Ibarra, daquêle município.
   

 34) Os distritos de paz de Catupirí, do município de Catanduva, e o  de
Ibarra, do município de Tabapuã, foram fundidos num só, sob a denominação de
Catiguá, que ficou pertencendo ao município de Catanduva.
   

 35) O município de Tabapuã perdeu o território do distrito de paz de Ibarra,
transferido para o município de Catanduva.
   

 36) O distrito de paz de Novais ( ex-Vila Novais ), do município de Catanduva
foi transferido para o município de Tabapuã.
   

 37) O distrito de paz de Itagaçaba foi transformado em zona distrital do
distrito de paz da sede do município de Cruzeiro.
   

 38) A comarca e termo de Ibitinga perdeu o território do município de
Tabatinga, transferido para a comarca e têrmo de Itápolis.
   

 39) O município de Borborema, da comarca e termo de Itápolis, passou para a
comarca e termo de Ibitinga.
   

 40) O município de Iguape perdeu o território dos distritos de paz de Prainha,
Juquiá e Pedro de Toledo, que passaram a constituir o município de Prainha.
   

 41) O distrito de Prainha foi criado em terras desmembradas do município e
comarca de Iguape, compreendendo os três distritos de paz: Prainha, Jaquiá e
Pedro de Toledo.
   

 42) O distrito de paz de Juquiá do município de Iguape, foi transferido para o
novo município de Prainha.
   

 43) O distrito de paz de Pedro de Toledo, do município de Iguape, foi
transferido para o novo município de Prainha.
   

 44) A séde do distrito de paz de Caputera, do município e comarca de Itapéva
(ex-Faxina), mudou-se para a povoação de Guarisinho.
   

 45) A comarca e têrmo de Itapolis perdeu o território dos seguintes municípios:
Borborema, trasferido para a comarca e têrmo de Ibitinga; Itajubí, transferido
para a comarca e têrmo de Santa Adélia, e Mundo Novo, transferido para a
comarca e têrmo de Novo Horizonte.
   

 46) O município de Tabatinga passou da comarca e têrmo de Ibitinga, para a
comarca e têrmo de Itapolis
   

 47) A comarca e têrmo de Jabotinga perdeu o território do município de Pirangí,
transferido para a comarca e têrmo de Monte Alto.
   

 48) O município de Jaboticabal perdeu o distrito de paz de Ibitirama, que foi
extinto.
   

 49) O município de Guariba ganhou o território do distrito de paz de Pradopolis,
do município e comarca de Sertãozinho.
   

 50) O distrito de paz de Pradopolis, do município de Sertãozinho foi
transferido para o município de Guariba, comarca de Jaboticabal.
   

 51) O município de Barra Bonita ganhou o território do distrito de paz de
Igaraçú, transferido do município e comarca de São Manuel.
   

 52) O distrito de paz de Igaraçú foi  transferido em zona distrital do
distrito de paz da séde do município de Barra Bonita.
   

 53) O município de Bica de Pedra, hoje denominado Itapuí, ganhou o território do
distrito de paz de Floresta, transferido do município e comarca de Pederneiras.
   

 54) O distrito de paz de Floresta foi incorporado ao município de Itapuí
(ex-Bica de Pedra), desmembrado do município de Pederneiras.
   

 55) O município de José Bonifácio, que pertencia á comarca e têrmo de Rio
Preto, foi elevado a têrmo e comarca do mesmo nome.
   

 56) O distrito de paz de Monlevade passou á categoria de zona do distrito de
paz da séde do município de Lins.
   

 57) O município de Promissão ganhou o território do distrito de paz de Curupá,
do município de Avanhandava. O distrito de paz de Itacolomí passou á categoria
de zona do distrito de paz da séde do município de Promissão.
   

 58) O distrito de paz de Gurupá, do município de Avanhandava, foi transferido
para o município de Promissão.
   

 59) O município de Marília perdeu o território dos distritos de paz de
Pompéia, Novo Cravinhos, Paulopólis, Quintana e Varpa, transferidos para o
município de Pompéia, e o de Bastos, transferido para o município de Tupã.
   

 60) O distrito de paz de Santa Inês foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Vera Cruz.
   

 61) O município de Mogí das Cruzas perdeu o território do distrito de paz de
Arujá, transferido para o município de Santa Isabel.
   

 62) O distrito de paz de Santo Ângelo foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Mogi das Cruzes.
   

 63) A comarca e têrmo de Monte Alto recebeu o território do município de
Pirangí, constituído do distrito de paz da séde do município e do de Vila
Paraizo.
   

 64) O município de Monte Alto perdeu o distrito de paz de Aparecida de Monte
Alto, que foi extinto.
   

 65) O município de Pirangí, transferido da comarca e têrmo de Jaboticabal para
a de Monte Alto, perdeu o território do distrito de paz de Albuquerque (ex-Vila
Albuquerque), transferido para o município de Cajobí.
   

 66) O município de Monte Aprazivel perdeu o território do distrito de paz de
Major Prado, transferido para o município de Araçatuba, e o do distrito de paz
de Novo Oriente, que passou a constituir o município de Pereira Barreto.
   

 67) A comarca e têrmo de Nova Granda foi criada com terras desmembradas da
comarca e têrmo de Rio Preto, de onde saíram os municípios de Nova Granada e
Palestina, e da comarca e têrmo de Olímpia, de onde saiu o município de Paulo
de Faria.
   

 68) O município de Palestina, da comarca e têrmo de Rio Preto, foi transferido
para a Comarca e têrmo de Nova Granada.
   

 69) O município de Paulo de Faria foi criado, com séde na aprovação de Patos,
com terras desmembradas do município e comarca de Olimpia, e abrangendo os
distritos de paz de paz de Patos, hoje, Paulo de Faria, Orindiuva e Veadinho.
Pertence á comarca e têrmo de Nova Granada.
   

 70) O distrito de paz de Orindiuva, do município de município de Olímpia, é
transferido para o novo município de Paulo de Faria (ex-Patos).
   

 71) O distrito de paz de Veadinho, do município de Olímpia, é transferido para
o novo município de Paulo de Faria (ex-Patos).
   

 72) A comarca e têrmo de Novo Horizonte ganhou o território do município de
Mundo Novo, transferido da comarca e têrmo de Itápolis.
   

 73) O município de Mundo Novo foi transferido da comarca e têrmo de Itápolis
para a comarca e têrmo de Novo Horizonte.
   

 74) O município de Olímpia perdeu o território dos distritos de paz de Patos,
Orindiuva e Veadinho, que passaram a construir, na séde do primeiro, município
de Paulo de Faria, da comarca de Nova Granada.
   

 75) O distrito de paz de Altair foi criado com terras desmembradas dos
distritos de paz de Guaraçi e Icem.
   

 76) A séde do distrito de paz de Baguassú passou para a povoação de Ribeiro dos
Santos.
   

 77) O município de Cajobí perdeu o território do distrito de paz de
Marcondesia, transferido para o município de Monte Azul
   

 78) O distrito de paz de Albuquerque (ex- Vila Albuquerque), do município de
Pirangí, foi transferido para o município de Cajobí.
   

 79) A séde da comarca e têrmo de Salto Grande foi transferida para Ourinhos. A
comarca, com essa mudança, perdeu o território do município de Palmital,
transferido para a comarca e têrmo de Assis, e ganhou os territórios dos
municípios de Ipaussú e Chavantes.
   

 80) O município de Chavantes, da comarca e têrmo de Santa Cruz do Rio Pardo,
foi transferido para a comarca e têrmo de Ourinhos.
   

 81) O município de Ipaussú, da comarca e têrmo de Santa Cruz do Rio Pardo, foi
transferido para a comarca e têrmo de Ourinhos.
   

 82) A cidade de Salto Grande deixou de ser cabeça da comarca do mesmo nome.
   

 83) O distrito de paz de Conceição de Monte Alegre, do município de Sapezal,
foi transferido para o município de Paraguassú.
   

 84) Foi suprimido o município de Sapezal, incorporando-se o território do seu
distrito de paz ao município de Paraguassú
   

 85) O município de Pederneiras perdeu o território do distrito de paz de
Floresta, transferido para o município de Itapuí (ex-Bica de Pedra).
   

 86) O município de Glicério perdeu o território do distrito de paz de
Herculânia, transferido para o município de Tupã.
   

 87) O distrito de paz de Santa Catarina foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Piedade.
   

 88) O distrito de paz de Saltinho, do município de Rio das Pedras, foi
transferido para o município de Piracicaba.
   

 89) O município de Rio das Pedras perdeu o distrito de paz de Saltinho, transferido
para o município de Piracicaba.
   

 90) O município de Pirajú perdeu o distrito de paz de São Bartholomeu, que
foi extinto.
   

 91) A comarca e têrmo de Pompéia foi criada com terras desmembradas da comarca
de Marilia, Birigui e Araçatuba e compreendendo dois municípios: o de Pompéia e
o de Tupã.
   

 92) O município de Pompéia foi criado com terras desmembradas dos município de
Marilia e Glicério.
   

 93) O distrito de paz de Herculândia, no município de Glicério, é transferido
para o novo município de Pompéia.
   

 94, 95, 96 e 97) Os distritos de paz de Novo Cravinhos, Paulópolis, Quintana e
 Varpa, do município de Marília, são transferidos para o novo município de
Pompéia.
   

 98) O município de Tupã é criado com terras desmembradas dos município de
Araçatuba, Birigui, Glicério e Marília.
   

 99) O distrito de paz de Bastos, do município de Marília, é transferido para o
novo município de Tupã.
   

 100) O distrito de paz de Iacri, do município de Birigui, é transferido para o
novo município de Tupã.
   

 101) O distrito de paz de Parnaso, do município de Glicério, é transferido para
o novo município de Tupã.
   

 102) O distrito de paz de Rinópolis, do município de Araçatuba, é transferido
para o novo município de Tupã.
   

 103) O município de Presidente Prudente perdeu o território do distrito de paz
de Formiga, transferido para o município de Regente Feijó.
   

 104) O distrito de paz de Alfredo Marcondes foi criado com terras desmembradas
do distrito de paz da séde do município de Presidente Prudente e do de Alvares
Machado.
   

 105) O distrito de paz de Coronel Goulart foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz de Pirapózinho.
   

 106) O distrito de paz de Montalvão foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Presidente Prudente e do de Alvares
Machado.
   

 107) O município de Martinópolis é criado, com séde na Vila de José Teodoro,
com terras desmembradas do município de Regente Feijó.
   

 108) O distrito de paz de Balisa é criado com terras desmembradas do distrito
de paz de José Teodoro, hoje Martinópolis.
   

 109) O município de Regente Feijó perdeu o território do distrito de paz de
José Teodoro, hoje Martinópolis.
   

 110) O distrito de paz de Formiga, do município de Presidente Prudente, foi
transferido para o município de Regente Feijó.
   

 111) A comarca e têrmo de Presidente Prudente Vesceslau é criada com terras
desmembradas da comarca e têrmo de Santo Anastácio, e compreendendo unicamente
aquêle município, com seus três distritos de paz, o de Presidente Venceslau,
Caiuá e Presidente Epitácio.
   

 112) A comarca e termo de Queluz ganhou o território do município de Areias,
pela extinção desta comarca.
   

 113) É suprimida a comarca e termo de Areias, passando o município a fazer
parte da comarca e termo de Queluz.
   

 114) O município de Ribeirão Bonito perdeu o distrito de paz de Santa Clara,
que foi extinto.
   

 115) O distrito de paz de Guatapará foi criado com terras desmembradas do
município Ribeirão Preto.
   

 116) A comarca e termo de Rio Preto perdeu o território do município de Nova
Granada, com seus distritos de paz de Nova Granada, Ingaí, Mangaratú e Onda
Verde; do município de Palestina e do de José Bonifácio, com seus dois
distritos de paz de José Bonifácio e Ubarana.
   

 117) A comarca e termo de Santa Adélia foi criado com terras desmembradas das
comarcas e termos de Taquaritinga, Catanduva e Itápolis e abrangendo o
município de Santa Adélia, com seus três distritos de paz de Santa Adélia,
Ururaí e Vila Botelho; o município de Ariranha e o de Itajobí, com seus
distritos de paz, Itajobí, Marapoama de Vila Roberto.
   

 118) O município de Ariranha da comarca e termo de Catanduva, é transferido
para a nova comarca de Santa Adélia.
   

 119) O município de Itajobí, da comarca e termo de Itápolis, é transferido para
a nova comarca de Santa Adélia.
   

 120) A comarca e termo de Santa Cruz  do Rio Pardo perdeu o território dos
municípios de Chavantes e Ipaussú, transferidos ambos para a comarca de
Ourinhos.
   

 121) O distrito de paz de Arujá, do município e comarca de Mogi das Cruzes, é
transferido para o município e comarca de Santa Isabel.
   

 122) A comarca e têrmo de Santo Anastácio perdeu o território do município de
Presidente Venceslau com seus três distritos de paz: Presidente Venceslau,
Caiuá e Presidente Epitácio.
   

 123) O distrito de paz de Itariri foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da séde do município de Itanhaen.
   

 124) A comarca e têrmo de São Luis do Paraítinga ganhou o território do
município de Natividade, transferido da comarca e termo de Taubaté.
   

 125) O município de Natividade, da comarca e termo de Taubaté, foi transferido
para a comarca e têrmo de São Luiz do Paraítinga, com seus dois distritos de
paz, Natividade  e Bairro Alto.
   

 126) O distrito de paz de Prata, do município e comarca de Botucatu, foi
transferido para o município e comarca de São Manuel.
   

 127) A comarca e termo de São Roque ganhou o território do município de Una,
pela extinção desta comarca.
   

 128) Foi suprimida a comarca e têrmo de Una, passando o território do municípo
a pertencer à comarca e têrmo de São Róque.
   

 129) O município de Lindóia foi criado com terras desmembradas do município de
Serra Negra.
   

 130) O município de Sertãozinho perdeu o distrito de paz de Pradópolis,
transferido para o município de Guariba.
   

 131) A comanda e têrmo de Taquaritiba perdeu o território do município de Santa
Adélia, que foi elevado a comanda.
   

 132) A comanda e têrmo de Taubaté perdeu o território do município de
Natividade, transferida para a comarca e têrmo de São Luiz do Paraitinga.
   

 133) O município de Tietê perdeu o distrito de paz de Laras, transferido para o
município de Laranjal.
   

 134) O distrito de paz de Laras, do município de Tietê, passou para o município
de Laranjal.
   

 135) A comarca e termo de Valparaizo foi criada com terras desmembradas da
comarca e têrmo de Araçatuba, abrangendo o município de Valparaizo com os
distritos de paz de Valparaizo, Comandante Arbues, Alto Pimenta (ex-Diabase) e
Lavínia.
   

 136) O distrito de paz de Alta Pimenta (ex-Diabase) foi transferido do
município de Araçatuba para o de Valparaizo.
   

 137) O distrito de paz de Lavínia foi criado com terras desmembradas do
distrito de paz da sede do município de Valaparaizo e do de Comandante arbues.
 

 As localidades que aparecem com outro nome em
parêntesis, tiveram a denominação mudada.
 

**DECRETO N. 9.775, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1938** 

  

  
 

  

*Fixa o novo quadro da divisão territorial do Estado,
que vigorará de 1.º de janeiro de
 
 1939 a
 
 31 de dezembro de 1943 e dá outras
providências.* 

  

  

 RETIFICAÇÕES
 
  

  

 Por haver sido publicado com incorreções são feitas as seguintes retificações
no texto do ANEXO N. 2 do referido decreto,
 
  

  

 AMPARO
 
  

  

 O município de Amparo, comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz da
sede e do de Monte Alegre, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICIPIO DE MOGI-MIRIM
 
  

  

 Começam no rio Camandocáia, na barra do córrego da Fazenda Saint Cloud, pelo
qual sobem até sua cabeceira, seguem pelo espigão que deixa, a esquerda as
águas do córrego da Fazenda Santa Barbara, indo até o tanque da Fazenda de A.
Elias do rio Camandocaia-Mirim e por este acima a boca do córrego da Fazenda
Sesmaria ou córrego do Tanque e por este acima até sua cabeceira na ponta
setentrional do morro da Estiva,  continuam pelo espigão que deixa, a
esquerda, as cabeceiras do rio Camandocáia-Mirim e a direita, as águas do
ribeirão do Morro Agudo, indo ate frontear a cabeceira mais meridional do
córrego Lucas Jorge.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, a direita, as águas do ribeirão do Morro Agudo,
e, a esquerda, as cabeceiras do rio Camandocáia-Mirim, em frente a cabeceira
mais meridional do córrego de Lucas Jorge, seguem pelo espigão indo até a barra
do córrego do Morro Agudo que nasce junto ao morro do mesmo nome, no rio da
Penha. Seguem pelo espigão entre as águas do rio da Penha e as do ribeirão dos
Cardosos, indo até entroncar na Serra das Águas Claras.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
 
  

  

 Começam na serra das Águas Claras, onde ela cruza com o espigão Penha-Cardoso,
seguem pela crista da serra até o alto de Antonio Pedro, vão daí, em reta ao
alto da Fazenda do Rumo, que fica cerca de um quilometro ao sul da sede desta
Fazenda, e, daí, por outra reta, ao alto fronteiro, a cabeceira do córrego da
Fazenda de Jose F. de Camargo, na Serra Negra, continuam por esta, que é o
divisor de águas do rio Camandocaia, ao sul e as do rio da Penha ao norte, até
entroncar com o contraforte que deixa, a esquerda do ribeirão da Boa Vista.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO
 
  

  

 Começam na Serra Negra, onde esta cruza com o contraforte que deixa, a
esquerda, as águas do ribeirão da Boa vista, continuam pelo divisor que
contorna as águas do córrego Dr. Norberto, indo a barra do córrego da Fazenda
Velha, no rio Camandocaia.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, onde descarrega o ribeirão da Fazenda Velha e
prossegue pelo espigão que deixa, a esquerda, as águas deste ribeirão pelo
espigão que deixa, a esquerda, as águas deste ribeirão, até a cabeceira do
córrego da Extrema pelo qual descem ao rio do Pinhal, atravessam o rio, e,
avançam pelo espigão fronteiro, que separa as águas deste rio das do rio do
Pântano, até atingir a Serra deste ultimo nome, por cuja cumiada prosseguem até
a barra do córrego de J, Marinho no rio Jaguari.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na barra do córrego de J, Marinho, descem pelo rio
Jaguari até a ponte de J, Soares, na estrada que vai a Entre Montes.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA.
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na ponte de J. Soares, na estrada que vai a Entre
Montes, seguem pelo espigão que deixa, a esquerda, as águas do córrego da Areia
Branca, indo ate o alto do mesmo nome, vão desse ponto em reta sul-norte, ao alto
do espigão mestre entre as águas do rio Jaguari, ao sul, e as do rio
Camandocáia, ao norte, e pelo espigão mestre caminham até o túnel da Companhia
Mogiana de Estradas de Ferro, situado entre a estação de Pedreira e a de
Coqueiros, e pelo espigão ainda ganham a cabeceira mais oriental do córrego da
Fazenda Boa Vista, pelo qual descem até o rio Camandocáia e por este abaixo até
a barra do córrego da Fazenda Saint Cloud, onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MONTE ALEGRE
 
  

  

 O distrito de paz de Monte Alegre, terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Amparo:
 
  

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Camandocaia, ao sul, e as do
rio do Peixe, ao norte, onde ele cruza com o espigão que deixa, a esquerda as
águas do córrego da Fazenda do Salto, e, a direita, as da Fazenda de José F.
Camargo, caminham por este ultimo divisor até a barra do córrego da Fazenda do
Salto no rio Camandocaia, barra que corre muito próximo a estação de Três
Pontes, no ramal do Socorro,, da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, sobem
pelo Camandocáia  até a embocadura do ribeirão do Pinhal e por este acima
até a estrada de rodagem que vai para a vila de Tanabi e pelo eixo desta até a
Serra do Pântano.
 
  

  

  
 
 ATIBAIA
 

  

  

 O município de Atibaia, comarca do mesmo nome constituído do distrito de paz da
sede e do de Jarinú, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Jundiaí, ao sul, e as do ri
Atibaia, ao norte, onde esta cruza o divisor da margem direita do ribeirão
Invernada, seguem pelo espigão mestre em demanda do espigão que deixa, a
esquerda as águas do ribeirão Morro Azul e a direita as dos ribeirões do Campo
Largo e Pinhal, caminham por esse espigão no Morro Azul, no rio Atibaia e vão
por este acima até a barra do ribeirão da Fazenda Velhas.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA
 
  

  

 Começam no rio Atibaia, onde faz barra o ribeirão da Fazenda Velha, sobem por
aquele até a barra do ribeirão de Mato Dentro e por este acima até sua cabeceira
mais meridional, continuam pelo espigão em demanda da confluência do córrego da
Bocaina, que passa na sede da Fazenda Trigo, no rio das Pedras, sobem por este
até a ponte da Soa Paulo Railway Company, prosseguem pelo espigão dos Cubas até
a confluência do córrego do Areal no ribeirão da Ressaca, que vem do bairro do
Morro Grande, e continuam pelo espigão que deixa, a direita, as cabeceiras do
ribeirão dos Peçanhas. Até o Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais
setentrional do córrego do Padre Abel.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA
 
  

  

 Começam no Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego
do Padre Abel e por este descem até o rio Cachoeira.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE NAZARE
 
  

  

 Começam no rio Cachoeira, onde faz barra o córrego do Padre Abel, descem por
aquele ate o rio Atibaia ou Atibainha, e por este ainda até a foz do ribeirão
Laranja-Azêda, pelo qual sobem até sua cabeceira mais ocidental, já no Pico da
Serra de Itapetininga, continuam pela crista desta em demanda da barra do
córrego da Pedra Vermelha no ribeirão do Onofre, transpõem o ribeirão seguindo
pela cumiada da Serra da Pedra Vermelha deixando a esquerda as águas do
ribeirão Itapetininga ou dos Pintos e contornando as cabeceiras do córrego da
Pedra Vermelha, até o pião divisor entre as águas do rios Jundiaí, Onofre e
Cachoeirinha.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUQUERI
 
  

  

 Começam no pião divisor entre as águas dos rios Jundiaí, Onofre e Cachoeirinha,
prosseguem pelo espigão que deixa, ao norte, as águas do rio Onofre, e, ao sul,
as do rio Jundiaí, em demanda da barra do córrego Cangica, no rio Jundiaí,
seguem pelo espigão fronteiro que deixa, a esquerda, as águas deste córrego e
alcançam a Serra do Botujuru, divisor entre as águas do rio Jundiaí ao norte,
as do rio Juqueri, ao sul, até cruzar o espigão entre as águas do ribeirão das
Tipas, a direta, e as do ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha, a esquerda.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAI
 
  

  

 Começam na Serra do Batujuru, onde esta cruza com o espigão que deixa, a
direita, o ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha; seguem pelo espigão em
demanda da barra do ribeirão das Taipas no rio Jundiaí, prosseguem desta barra,
pelo espigão fronteiro, em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão do
Perdão e por este descem até o rio Jundiái-Mrim e por este abaixo até a barra
do córrego do Tanque, ou Invernada, seguindo dessa confluência, pelo espigão
que deixa a leste as águas deste ultimo, até cruzar com o divisor entre as
águas do rio Jundiaí, ao sul, e as do rio  Atibaia, ao norte, onde
principiaram estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JARINÚ
 
  

  

 O distrito de paz de Jarinú terá as seguintes divisas internas com o distrito
de paz da sede do município de Atibaia:
 
  

 Começam no rio Atibaia, na barra do ribeirão de Mato Dentro, sobem pelo Atibaia
até a embocadura do ribeirão de Campo Largo e por este acima até a barra do
ribeirão do Morro de Antonio Alves, continuam pelo espigão intermediário a
esses dois cursos, e pelo que deixa, a direita, o ribeirão Maracanã, e a
esquerda, o rio Atibaia, indo ate a barra do córrego de Rio Acima, no rio
Jundiaí e por este abaixo até a boca do ribeirão das Taipas.
 
  

  

 BRAGANÇA
 
  

  

 O município de Bragança, comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz
da sede e dos de Pedra Grande, Pinhalzinho (ex-Pinhal), Tuiuti e Vargem, terás
as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na barra do córrego de J, Marinho, continuam pela Serra
do Pântano, indo em demanda da barra do córrego da Extrema, no rio do Pinhal,
sobem pelo córrego até sua cabeceira, ganham o espigão da margem esquerda do
ribeirão da Fazenda Velha, e por ele atingem a barra deste no rio Camandocaia.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, onde deságua o ribeirão Fazenda Velha, vão em reta
a ponte sobre o mesmo rio, na estrada de rodagem que vai de Cachoerinha a
Lagoa, sobem pelo Camandocaia te a barra do córrego Boava.
 
  

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, também chamado Guardinha, onde deságua o córrego do
Boava, sobem por este rio passando por São José dos Toledos, alcançam a barra
do córrego das Pitangueiras, e sobem por este até sua cabeceira principal,
desta cabeceira pela cumiada da Serra das Anhumas ou Pitangueiras, passando
pela Pedra do Vicente Simão, até o Pico do Jorge Adão, deste ultimo prosseguem
pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Acima, e, a esquerda, as dos
ribeiros Lage e Ponta Nova, até a primeira cabeceira do ribeirão dos Cardosos
até sua barra no rio Jaguari; sobem por este até a barra do ribeirão Guaraiuva
e por este ribeirão até sua cabeceira mais oriental; desta cabeceira seguem até
a Pedra da Guaraiuva, ponto cumiante do Morro do Lopo.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JOANÓPOLIS
 
  

  

 Começam na Pedra da Guaraiuva, ponto cumiante do Morro do lopo, seguem pelo
divisor entre as águas do rio Jaguari, a direita e as do rio Jacareí, a
esquerda, atingem pelo contraforte a Pedra da Extrema e daí, ainda pelo divisor
alcançam a cabeceira mais oriental do córrego da Extrema, descendo por este até
o ribeirão dos Penteados e pór este abaixo, até a foz do córrego do Piúca;sobem
por este até sua cabeceira mais meridional, transpõem o espigão em demanda da
nascente mais setentrional que fica na contravertente do córrego de Mato Dentro
e por este descem até o rio Jacareí.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA
 
  

  

 Começam no rio Jacareí, onde desemboca o córrego de Mato Dentro, descem pelo
rio até a foz do ribeirão das Sete Pontes e por este acima até a embocadura do
córrego dos Cubas e por este ainda até sua cabeceira mais meridional, já no
morro Grande dos Cunhas e por este prosseguem até a cabeceira mais setentrional
do córrego do Padre Abel.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA
 
  

  

 Começam no Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego
Padre Abel, seguem pelo espigão que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão dos
Panhas, e, a direita, as do ribeirão Ressaca, em demanda da confluência do
córrego do Areal no ribeirão da Ressaca que vem do bairro do Morro Grande,
transpõem o ribeirão da Ressaca e continuam pelo espigão que deixa, a direita,
as águas do córrego Areal, e, a esquerda, as do ribeirão Ressaca, em demanda da
ponte da São Paulo Railway Company, sobre o rio das Pedras, descem pelo rio das
Pedras até a barra do córrego da Bocaina, que passa na sede da Fazenda Trigo,
vão dessa confluência pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais
meridional do ribeirão de Mato Dentro e por este descem até o ribeirão Atibaia
e por este ainda até a embocadura do ribeirão da Fazenda Velha.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
 
  

  

 Começam no rio Atibaia, onde deságua o ribeirão da Fazenda Velha, sobem por
este até sua cabeceira mais setentrional e prosseguem pelo espigão entre os
rios Jaguari e Atibaia,m até alcançar a cabeceira do braço sudoriental do
ribeirão que vem da Fazenda Manoel Ferraz, pelo qual descem até o rio Jaguari e
por este abaixo até a barra do córrego de J. Marinho, onde tiveram inicio estas
divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE BRAGANÇA
 
  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da sede do município terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TUIUTI
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na foz do ribeirão da Fazenda de Manoel Ferraz, sobem
por aquele até a barra do córrego dos Caetanos, continuam pelo espigão que
deixa, à esquerda, as águas deste ultimo, e, à direita, as do ribeirão das
Pombas, indo até o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão do
Pântano, e a esquerda as do ribeirão do Pinhal, em frente á cabeceira mais
meridional do córrego da Vargem Grande.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PINHALZINHO
 
  

  
 
 (Ex-Pinhal)
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, a direita, as águas do ribeirão do Pântano, e a
esquerda, as do ribeirão do Pinhal, em frente a cabeceira mais meridional do
córrego da Vargem Grande, continuam pelo espigão que deixa, a direita o
ribeirão das Pombas, indo até a barra do córrego do Delfim  Franco, naquele
ribeirão, e vão daqui em reta, a barra do córrego de Teófilo Leme no ribeirão
das Araras e por este acima até a boca do córrego Distrital.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PEDRA GRANDE
 
  

  

 Começam no ribeirão das Aras, na foz do córrego Distrital, continuam pelo
espigão que deixa, ao norte, o ribeirão das Araras, espigão que é a própria
serra desse nome , e pela crista desta caminham até cruzar com o espigão que
deixa, a esquerda, as águas do ribeirão das Anhumas, e, a direita, as do
ribeirão Curitibanos.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VARGEM
 
  

  

 Começam na Serra das Araras, onde ela cruza com o espigão que, à direita, as
águas do ribeirão Curitibanos, e a esquerda as do ribeirão das Anhumas,
caminham por este espigão até a barra do rio Jacareí no rio Jaguari e vão por
este acima até a boca do ribeirão das Sete Pontes.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE PEDRA GRANDE
 
  

  

 O distrito de paz de Pedra Grande terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VARGEM
 
  

  

 Começam na Serra das Pitangueiras, nas divisais com o Estado de minas Gerais,
onde aquela entrona com a Serra das Araras e pelo cume desta caminham até
cruzar com o espigão que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão das Anhumas, e
a direita, as do ribeirão Curitibanos.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam na Serra das Araras, onde ela entronca com o espigão que deixa, a
esquerda, as águas do ribeirão das Anhumas, e, a direita, as do ribeirão
Curitibanos, seguem pelo alto da Serra até a barra do córrego Distrital, no
ribeirão das Araras.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PINHALZINHO
 
  

  

 Começam no ribeirão das Araras, na barra do córrego Distrital, sobem por este
até sua cabeceira mais setentrional, vão daí em reta, a ponte sobre o ribeirão
do Pinhal, na estrada de rodagem que vai a cidade de Socorro, e ganham depois,
e reta, a barra do córrego do Boava no rio Camandocaia.
 
  

  

 PINHALZINHO – (ex-Pinhal)
 
  

  

 O distrito de paz de Pinhal, que possa a denominar-se Pinhalzinho, tera as
seguintes divisais internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PEDRA GRANDE
 
  

  

 Começam no rio Camandocaia, na foz do córrego do Boava, vão em reta a ponte
sobre o ribeirão do Pinhal na estrada de rodagem que vai para a cidade de
Socorro, e dessa ponte, em reta, a cabeceira mais setentrional do córrego
Distrital, pelo qual descem até o ribeirão das Araras.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNCIIPIO
 
  

  

 Começam no ribeirão das Araras, na foz do córrego Distrital, descem por aquele
até a barra do córrego de Teófilo Leme, vão daqui, em reta, a barra do córrego
de Delfim Franco, no ribeirão das Pombas e continuam pelo espigão que deixa, a
esquerda, as águas deste ultimo ate cruzar com o espigão que deixa, a direita,
as águas do ribeirão Pinhal, e, a esquerda, as do ribeirão do Pântano, em
frente a cabeceira mais meridional do córrego da Vargem Grande.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ TUIUTI
 
  

  

 Começam no espigão que deixa, a direita, as águas do ribeirão Pinhal, e a
esquerda, as do ribeirão do Pântano, em frente a cabeceira mais meridional do
córrego da Vargem Grande e pelo espigão prosseguem até cruzar com a Serra do
Pântano que é o espigão mestre entre as águas do rio Camandocaia, ao norte, e
as do rio Jaguari, ao sul.
 
  

  

 TUIUTI
 
  

  

 O distrito de paz de Tuiuti, terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PINHALZINHO
 
  

 (Ex-Pinhal)
 
  

  

 Começam da Serra do Pântano, onde ela cruza com o espigão que deixa, a direita,
as águas do ribeirão do mesmo nome, e, a esquerda, as do ribeirão Pinhal,
seguem por este espigão até frontear a cabeceira mais meridional do córrego da
Vargem Grande.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do ribeirão Pinhal, à esquerda, e as do
ribeirão do Pântano, a direita, em frente à cabeceira mais meridional do
córrego da Vargem Grande, continuam pelo espigão que deixa, a direita, as águas
do Pântano e as do córrego dos Caetanos, e, a esquerda as do ribeirão das
Pombas, indo até a barra daquele no rio Jaguari, pelo qual descem até a foz do
ribeirão da Fazenda de Manoel Ferraz.
 
  

  

 VARGEM
 
  

  

 O distrito de paz de Vargem terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SEDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 Começam no rio Jacareí, na foz do ribeirão das Sete Pontes, sobem por aquele
até sua barra no rio Jaguari, continuam pelo espigão que deixa, a esquerda, as
águas do ribeirão Curitibanos e, a direita, as do ribeirão das Anhumas até a
Serra das Araras.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE PEDRA GRANDE
 
  

 .
 
  

 Começam na Serra das araras, onde esta cruza com o espigão que deixa, a
direita, as águas do ribeirão das Anhumas, e, a esquerda, as do ribeirão
Curitibanos, seguem pela crista daquela até seu entroncamento com a Serra das
Pitangueiras, já nas divisais com o Estado de Minas Gerais.
 
  

  

 ITATIBA
 
  

  

 O município de Itatiba, comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz
da sede e do de Morungaba, terá as seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
 
  

  

 Começam no alto da Serra dos Cocais em frente da cabeceira do córrego do
Reservatório, prosseguem pela Serra até cruzar o divisor que deixa, a direita,
as águas que passam na fazenda de Joaquim Franco de Bento Pires de Almeida e as
do córrego da Fazenda Joli, continuam pelo divisor até a barra do córrego da
Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo, no rio Atibaia, atravessam o rio em
demanda do alto do Morro Agudo do Franco e pelo espigão prosseguem até alcançar
a Serra das Cabras ate o contraforte que deixa, a esquerda as águas do córrego
da Vendinha do Jaguari, e por este contraforte seguem até a barra do referido
córrego no rio Jaguari.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na barra do córrego da Vendinha do Jaguari, sobem pelo
rio até a ponte de J. Soares, na estrada que vai ao bairro Entre Montes.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na ponte de J. Soares na estrada que vai ao bairro de
entre Montes e continuam rio acima até a barra do córrego de J. Marinho.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA
 
  

  

 Começam no rio Jaguari, na barra do córrego de J, Marinho, sobem pelo rio até a
barra do ribeirão que vem da Fazenda de Manoel Ferraz, pelo qual sobem até a
cabeceira do braço sudoriental, seguem pelo espigão entre as águas do rio
Atibaia, ao sul, e as do rio Jaguari, ao norte, em demanda da cabeceira mais
setentrional do ribeirão da Fazenda velha, pelo qual descem até o rio Atibaia.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA
 
  

  

 Começam no rio Atibaia, onde deságua o ribeirão da Fazenda Velha, descem por
aquele até a barra do ribeirão do Morro Azul e continuam pelo contraforte da
margem direita deste ribeirão até o espigão que deixa a direita, as águas do
ribeirão do Morro Azul, e a esquerda, as do ribeirões Pinhal e Campo Largo,
caminham por este espigão até alcançar o espigão mestre entre as águas do rio
Atibaia, ao norte, e as do Jundiaí, ao sul, e por ele prosseguem até cruzar com
o espigão divisor da margem direita das águas do ribeirão Invernada ou Tanque.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
 
  

  

 Começam no espigão entre as águas do rio Atibaia, ao norte, e as do rio
Jundiaí, ao sul, onde o espigão cruza com o divisor da margem direita das águas
do ribeirão Invernada ou Tanque, seguem por esse espigão até cruzar o divisor
das águas do rio Capivari-Mirim, a esquerda, e as do rio Alagado ou Pinhal, a
direita, continuam por este ultimo espigão até a Serra do Jardim, que é o
divisor entre as águas do rio dos Pinheiros e as do rio Alagado ou Pinhal, e
por esta prosseguem até a Serra dos Cocais, em frente a cabeceira do córrego do
Reservatório onde tiveram inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MORUNGABA
 
  

  

 O distrito de paz de Morungaba terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Itatiba:
 
  

 Começam na ponte de Eugenio Joli, sobre o rio Atibaia, sobem por este até a foz
do córrego da fazenda Santa Barbara e vão por este acima até sua cabeceira mais
oriental, e continuam pelo espigão mestre entre as águas do rio Jaguari, ao
norte, e as do rio Atibaia, ao sul, até cruzar com o espigão que deixa, a
esquerda, as águas do ribeirão da Fazenda Velha, e, a direita, as do córrego da
fazenda Barreiros.
   

  

  

**DECRETO N. 9.775, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1938**

  

  
 
  

*Fixa o novo quadro da divisão territorial do Estado, que vigorará de 1.º de
janeiro de
 

 1939 a
 

 31 de dezembro de 1943 e dá outras providências.* 

 RETIFICAÇÕES
 

  

 Por haver sido publicado com incorreções são feitas as seguintes retificações
no texto do ANEXO N. 2 do referido decreto,
   

  

 AMPARO
   

  

 O município de Amparo, comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz da
sede e do de Monte Alegre, terá as seguintes divisas:
   

 COM O MUNICIPIO DE MOGI-MIRIM
   

 Começam no rio Camandocáia, na barra do córrego da fazenda Saint Cloud, pelo
qual sobem até sua cabeceira, vão daí em demanda da cabeceira mais meridional
do córrego da fazenda Santa Bárbara, descem por este córrego até a barra do
córrego que vem da fazenda de A. Elias, e, por este sobem até o córrego que
desemboca na margem direita acima do córrego da Fazenda Santa Cruz, sobem por
este até sua cabeceira e continuam pelo contraforte entre as águas dos córregos
das fazendas Sesmaria, à direita, e Santa Cruz, à esquerda, até o espigão
mestre Peixe-Camandocáia.
   

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA
   

 Começam no espigão mestre Peixe-Camandocáia, no ponto de cruzamento entre as
águas dos córregos Sesmaria e Santa Cruz, seguem pelo espigão mestre até
entroncar com o contraforte da margem esquerda do ribeirão Morro Agudo,
caminham por este contraforte até a junção dos ribeirões Morro Agudo, caminham
por este contraforte até a junção dos ribeirões Morro Agudo e Serra Negra,
formadores do rio Penha.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
   

  

 Começam na junção dos ribeirões Morro Agudo e Serra Negra, formadores do rio
Penha, sobem pelo ribeirão Serra Negra até a barra do córrego Roso, barra esta
que corre a leste da sede da fazenda Roso, de Francisco da Roso, e pelo córrego
Roso acima, até sua cabeceira no espigão entre as águas dos córregos das
fazendas Capineiro e Demétrio Silveira de um lado, e São Francisco, antiga
Paiol, de outro, prosseguem por este espigão até encontrar o alinhamento reto
que da pedra Preta vai ao Morro da Ciproada, continuam pelo citado alinhamento
até a pedra Preta, situada à margem da estrada municipal de Pantaleão, mais ou
menos a
 

 600 metros
 

 a êste da sede da fazenda São Francisco, antiga Paiol, vão daí em reta ao pico
do mato da Cascata, seguem pelo contraforte que leva ao espigão da margem
direita dos córrego das fazendas Cascata e Boa Esperança, caminham por este
espigão até o lugar denominado Capão das Jaboticabeiras, vão daí em reta à
cabeceira do córrego da fazenda São Bento, de José F. de Camargo, na rodovia estadual
Serra Negra-Amparo, continuam pelo espigão que deixa, à direita, o rio
Camandocáia e, À esquerda, o córrego do Rio da Prata” até cruzar com o espigão
mestre Peixe-Camandocáia, prosseguem por este espigão mestre, passando pelo
Pico da Serra Negra até entroncar com o contraforte da margem direita do
ribeirão Bôa Vista ou Salto.  
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO
   

  

 Começam no divisor das águas Peixe-Camandocáia, onde este cruza com o
contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Bôa Vista ou Salto, continuam
pelo divisor que contorna as águas do córrego Dr. Norberto, indo à barra do
córrego da fazenda Velha, no rio Camandocáia.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA
   

  

 Começam no rio Camandocáia, onde descarrega o ribeirão da fazenda Velha e
prosseguem pelo espigão que deixa, à esquerda as águas deste ribeirão, até a
cabeceira do córrego da Extrema, pelo qual descem ao rio Pinhal, atravessam o
rio, e, avançam pelo espigão fronteiro, que separa as águas deste rio das do
rio do Pântano, até atingir a Serra deste último nome, por cuja cumiada
prosseguem até a barra do córrego de J. Marinho no rio Jaguarí.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
   

  

 Começam no rio Jaguarí, na barra do córrego de J. Marinho, descem pelo rio
Jaguarí, até a barra do córrego da Divisa, que desemboca na margem direita do
rio Jaguarí, cerca de
 

 2 quilômetros
 

 abaixo da barra do córrego Areia Branca.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
   

  

 Começam no rio Jaguarí, na barra do córrego da Divisa, barra esta que ocorre
cerca de
 

 2 quilômetros
 

 abaixo do córrego Areia Branca, sobem pelo córrego da Divisa até sua cabeceira,
prosseguem pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, o córrego Areia
Branca, vão desse ponto em reta-sul-norte, ao sul, e as do rio Camandocáia, ao
norte, e pelo espigão mestre caminham até o túnel da Companhia Mogiana da
Estrada de Ferro, situado entre a estação de Pedreira e a de Coqueiros e, pelo
espigão ainda ganham a cabeceira mais oriental do córrego da fazenda Boa Vista,
pelo qual descem até o rio Camandocáia e por este abaixo, até a barra do córrego
da fazenda Saint Cloud, onde tiveram início estas divisas.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE MONTE ALEGRE
   

  

 O distrito de paz de Monte Alegre , terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município:
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Camandocáia, ao sul, e as do
rio do Peixe, ao Norte, onde ele cruza com o espigão que deixa, à esquerda as
águas do córrego da fazenda do Salto, e, à direita, as da fazenda de José F. de
Camargo, caminham por este último divisor até a barra do córrego da fazenda do
Salto no rio Camandocáia, barra que ocorre muito próximo à estação de Três
Pontes, no ramal de Socorro da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, sobem
pelo Camandocáia até a embocadura do ribeirão do Pinhal e por este acima até a
estrada de rodagem que vai para a vila de Tanabí, e pelo eixo desta até a Serra
do Pântano.
   

 MUNICÍPIO DE CAMPINAS
   

 O município de Campinas, comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz
da sede e dos Cosmópolis, Rebouças, Souzas (EX-Arraial dos Souzas) e Valinhos,
terá as seguintes divisas:
   

 COM O MUNICÍPIO DE AMERICANA
   

 (Ex-Vila Americana)
   

 Começam no espigão divisor das águas dos ribeirões Quilombo e Toledo, na
cabeceira setentrional do córrego Guilherme Green, afluente do ribeirão dos
Toledos, seguem pelo espigão até a cabeceira mais ocidental do Palmital, pelo
qual descem até sua barra no ribeirão do Quilombo, vão daí em reta, à barra do
córrego da Discórdia no ribeirão dos Lopes, pelo qual sobem até sua cabeceira,
continuam pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego da fazenda
Foguete, indo até a barra do córrego da Balsa, no rio Atibaia, continuam pelo
espigão da margem esquerda do córrego da Balsa, ganham o espigão mestre
Atibaia-Jaguarí e por ele caminham até a cabeceira do galho da direita do
córrego Jacutinga, pelo qual descem até o rio Jaguarí e por este abaixo, até a
foz do ribeirão do Pinhal.
   

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
   

 Começam no rio Jaguarí, na foz do ribeirão do Pinhal, seguem pelo espigão da
margem esquerda deste último, indo até a cabeceira mais ocidental do córrego
Pinheirinhos.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ MIRIM
   

 Começam na cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinhos, pelo qual descem
até o Monjolo Grande, e por este até a boca do ribeirão Três Barras, pelo qual
sobem até encontrar o alinhamento reto que da cabeceira da grota de Manuel
Guimaro, vai ao quilômetro 41 da estrada de rodagem que liga Atur Nogueira a
Cosmópolis, seguem por este alinhamento até o quilômetro 41 daquela estrada,
continuam ainda no mesmo alinhamento até a cabeceira da grota de Manuel
Guímaro, descem pela grota até o rio Pirapitinguí e ainda por este até a foz do
córrego Socegã ou Jacinto; sobem por este córrego até sua cabeceira oriental do
córrego Boldim, Cemitério ou Capela, pelo qual descem até o ribeirão Cachoeira
e ainda por este até o rio Jaguarí, pelo qual sobem até a ponte da rodovia
estadual, vão daí em reta a cabeceira mais setentrional do córrego da fazenda
Tanquinho Velho, pelo qual descem até a barra da água da sua cabeceira
oriental, pela qual sobem até a referida cabeceira, vão daí pelo espigão
fronteiro à barra do córrego da fazenda Castelo no córrego da fazenda Santa
Julia; sobem pelo córrego da fazenda Castelo até sua cabeceira, vão daí pelo
espigão, à barra do córrego Carlos Aranha, no rio Jaguarí.
   

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
   

 Principiam no rio Jaguarí, na barra do córrego da fazenda de Carlos Aranha,
sobem pelo rio Jaguarí até a barra do córrego da fazenda Recrio, e vão em reta
à barra do córrego da Linde no rio Jaguarí, e por este acima até a barra do
córrego da Vendinha do Jaguarí.
   

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
   

 Começam no rio Jaguarí, na barra do córrego da Vendinha do Jaguarí, continuam
pelo contraforte da margem direita deste córrego em demanda da Serra das Cabras
e por este Serra prosseguem em demanda do Morro Agudo do Franco, vão daí, pelo
espigão à barra do córrego da fazenda Espírito Santo do Morro Agudo, no rio
Atibaia; daí prosseguem pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas dos
córregos das fazendas Joli, Bento Pires de Almeida e Joaquim Franco, até a
Serra de Cocais, pela qual caminham deixando, à direita, as águas do ribeirão
do Jardim, em demanda da cabeceira mais oriental do córrego do Reservatório.
   

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
   

 Começam na Serra dos Cocais, em frente à cabeceira mais oriental do córrego do
Reservatório, descem por este ao ribeirão Jardim, e por este abaixo até o
córrego dos Ortizes, vão daí em reta leste-oeste até a estrada de rodagem
estadual Jundiaí-Campinas, seguem pelo eixo desta até o espigão mestre Capivari-Pinheiros
e continuam pelo contraforte entre as águas dos córregos da fazenda São Bento,
à direita, e as do córrego da fazenda Santa Cândida, à esquerda indo até a
barra do ribeirão do Macho no rio Capivari, descem por este até a boca do
córrego da fazenda Rio da Prata e vão em reta à cabeceira oriental do córrego
Bonfim, descendo por este até o Tanque.
   

 COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA
   

 Começam no tanque do córrego Bonfim, continuam pelo rio Capivari-Mirim abaixo
até a boca do ribeirão do Campo Grande ou Monjoio Grande.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE MÓR
   

 Começam no rio Capivari-Mirim, na foz do ribeirão do Campo Grande ou Monjoio
Grande, vão em reta á barra do córrego Comprido no rio Capivari, alcançam o
espigão fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Comprido e pelo
espigão prosseguem até o espigão mestre Capivari-Quilombo, pelo qual caminham
até a cabeceira do ribeirão, Cananéia, pelo qual descem até o ribeirão dos
Toledos.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA
   

 Começam no ribeirão dos Toledos, na foz do ribeirão da Cananéia, descem por
aquele até a boca do córrego de Guilherme Green, pelo qual sobem até a sua
cabeceira setentrional no espigão Toledo-Quilombo, onde tiveram início estas
divisas:
   

 DISTRITOS DE PAZ DE CAMPINAS
   

 SEDE DO MUNICÍPIO
   

 O distrito de paz da sede do município de Campinas, terá as seguintes divisas
internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE REBOUÇAS
   

 Começam no espigão que deixa, à direita, as águas do rio Capivarí, e, à
esquerda, as do ribeirão Quilombo, em frente à cabeceira do córrego Aterrado,
seguem por este divisor até os trilhos da Companhia Paulista de Estradas de
Ferro, cerca de dois quilômetros a oeste da estação de Boa Vista, continuam
pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego da Boa Vista, afluente
do ribeirão Quilombo, indo até a barra do córrego do Parí, neste último
ribeirão; descem pelo Quilombo até a boca do córrego da fazenda Nova Veneza,
pelo qual sobem até sua cabeceira, atingindo depois o alto do pião divisor
entre as cabeceiras do citado córrego da fazenda Nova Veneza, do córrego de São
Francisco e do córrego da fazenda Foguete.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE COSMÓPOLIS
   

 Começam no espigão mestre Atibaia-Jaguarí, em frente a cabeceira do córrego
Funchal e vão por este abaixo até o rio Jaguarí, pelo qual sobem até a barra do
ribeirão da Cachoeira.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SOUZAS
   

 (Ex-Arraial dos Souzas)
   

 Começam no rio Jaguarí, na foz do córrego da fazenda Roseira, sobem por este
até sua cabeceira, ganham o espigão intermediário dos dois ramos do córrego da
fazenda Angélica, indo à confluência dessas duas águas e pelo córrego abaixo
até o rio Atibaia, transpõem o rio e tomam pelo espigão que deixa, à direita,
as águas dos ribeirões do Tanquinho e das Anhumas, e, à esquerda, as do rio
Atibaia, indo até a cabeceira do pequeno córrego da Lapa, pelo qual descem até
o córrego da fazenda Baroneza de Atibaia.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VALINHOS
   

 Começam no córrego da fazenda da Baroneza de Atibaia, na foz do pequeno córrego
da Lapa, sobem por aquele até sua cabeceira do galho da esquerda e continuam
pelo espigão fronteiro que leva à barra de um pequeno córrego no ribeirão
Samambáia, cerca de
 

 2 quilômetros
 

 abaixo da Estação de Samambaia, sobem pelo pequeno córrego até sua cabeceira e
continuam pelo espigão que deixa à direita, o rio Capivarí, e, à esquerda, o
ribeirão Pinheirinhos, indo até cruzar o espigão que deixa, à direita, as águas
do córrego da fazenda Guapiranga, ou São Pedro, e indo até a barra deste no rio
Capivari, e por este acima até a boca do ribeirão do Moinho.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE COSMÓPOLIS
   

  

 O distrito de paz de Cosmópolis terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Campinas:
   

 Começam no rio Jaguarí, na barra do ribeirão da Cachoeira, descem pelo primeiro
até a barra do córrego do Funchal, e por este acima até sua cabeceira do
espigão mestre Atibaia-Jaguarí.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE REBOUÇAS
   

  

 O distrito de paz de Rebouças, terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Campinas;
   

 Começam no pião divisor que separa as cabeceiras dos córregos de São Francisco,
na Fazenda Foguete, e da Fazenda Nova Veneza, descem por este último até o
ribeirão Quilombo, e por este acima até a barra do córrego do Parí; continuam
pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do córrego da Boa Vista (afluente
do ribeirão Quilombo), indo até os trilhos da Companhia Paulista de Estradas de
Ferro, que cortam cerca de dois quilômetros a oeste da estação de Boas Vista, e
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Quilombo, e,
à esquerda, as do rio Capivari, indo até frontear a cabeceira do córrego do
Aterrado.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SOUZAS
 

  

 (EX ARRAIAL DOS SOUZAS)
   

  

 O distrito de paz do Arraial dos Souzas, cujo nome se simplifica para Souzas,
terá as seguintes divisas internas:
 

 COM O DISTRITO DE PAZ DA
SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam no córrego da fazenda da Baroneza de Atibaia, na foz do pequeno córrego
da Lapa,sobem por este até sua cabeceira, ganham o espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Atibaia, e, à esquerda, as do ribeirão das Anhumas e
do ribeirão do Tanquinho e pelo espigão intermediário dos dois ramos do córrego
da fazenda Angélica até a cabeceira do córrego da fazenda Roseira, pelo qual
descem até o rio Jaguarí.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VALINHOS
   

 Começam no rio Atibaia na ponte do Joli, descem pelo rio até a barra do córrego
da fazenda da Baroneza de Atibaia e vão por este acima até a boca do córrego da
Lapa.
   

 DISTRITO DE PAZ DE VALINHOS
   

 O distrito de paz de Valinhos terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam no rio Capivari, na foz do ribeirão do Moinho, descem pelo primeiro até
a boca do córrego da fazenda Guapiranga ou São Pedro e continuam pelo espigão
que deixa, à direita, as águas deste último córrego, e, à esquerda, as do
córrego da fazenda Jambeiro, até cruzar com o espigão que deixa, à direita, as
águas do ribeirão Pinheirinhos, e, à esquerda, as do rio Capivari indo em
demanda da cabeceira do pequeno córrego que desemboca no ribeirão Samambaia,
cerca de
 

 2 quilômetros
 

 abaixo da estação do mesmo nome, descem pelo pequeno córrego até sua barra no
ribeirão Samambaia, alcançam o espigão fronteiro e por ele caminham até a
cabeceira do galho da direita do córrego da fazenda da Baroneza de Atibaia,
pelo qual descem até a foz do pequeno córrego da Lapa.
 

 COM O DISTRITO DE PAZ DE
SOUZAS
   

 (Ex Arraial dos Souzas)
   

  

 Começam no córrego da fazenda da Baroneza de Atibaia, na foz do pequeno córrego
da Lapa, descem pelo primeiro até o rio Atibaia e por este acima até a ponte do
Jolí.
   

  

 ITAPIRA
   

  

 O município de Itapira, comarca do mesmo nome, terá as seguintes divisas:
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-GUAÇÚ
   

 Começam no rio Mogí-Guaçú, onde faz barra o córrego da fazenda Velha, sobem por
aquele até a barra do ribeirão dos Porcos.
   

 COM O MUNICÍPIO DE PINHAL
   

 Começam no rio Mogí-Guaçú, onde deságua o ribeirão dos Porcos e seguem por
aquele acima até a embocadura do rio Eleutério pelo qual sobem até a foz do
ribeirão Cavour nas divisas de Minas Gerais.
   

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
   

 Começam no rio Eleutério, onde faz barra o ribeirão Cavour, sobem por aquele
até o ponto fronteiro, à extremidade de um contraforte da Serra dos Coutos,
próximo da ponte da Fazenda Velha, sobem por este contraforte e pela Serra dos
Coutos até onde cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão
dos Coutos, e á esquerda as do ribeirão da Água Quente.
   

 COM O MUNICÍPIO DE LINDOIA
   

 Começam na serra dos Coutos, onde esta cruza com o divisor que deixa, à
direita, as águas do ribeirão do mesmo nome, e, à esquerda, as do ribeirão da
Água Quente, seguem por esse divisor até a barra do ribeirão dos Coutos no rio
do Peixe, atravessam o rio e prosseguem pela cumiada da Serra das Águas Claras,
até onde esta entronca com o espigão que deixa, á direita as águas do córrego
de J. Machado ou da fazenda Boa Esperança, e, à esquerda, as do ribeirão
Tabaranas.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
   

 Começam na Serra das Águas Claras, no cruzamento com o contraforte que deixa, à
esquerda, as águas do córrego de J. Machado, ou da fazenda Boa Esperança, e, à
direita as do ribeirão Tabaranas, seguem pela Serra até cruzar com o espigão da
margem direita do ribeirão Serra Negra, continuam por este espigão até a junção
dos ribeirões Serra Negra e Morro Agudo, formadores do rio Penha.
   

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
   

 Começam na junção dos ribeirões Serra Negra e Morro Agudo, formadores do rio da
Penha, prosseguem pelo contraforte fronteiro, que deixa, à esquerda, as águas
do ribeirão Morro Agudo até cruzar com o espigão mestre Peixe-Camandocáia,
caminham pelo espigão mestre até cruzar com o contraforte entre as águas dos
córregos das fazendas Sesmaria e Santa Cruz.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-MIRIM
   

 Começam no espigão mestre Peixe-Camandocáia, no ponto de cruzamento com o
contraforte entre as águas dos córregos das fazendas Sesmaria e Santa Cruz,
seguem pelo espigão mestre até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda as
águas do rio Mogí-Mirim, e, à direita, as do rio da Penha, e por este divisor
avançam em demanda da confluência do córrego da Catinga, no açude do rio
Mogí-Mirim, descem por este até a barra do córrego do Gola, vão daqui, em reta,
à confluência do córrego do Lanhoso no córrego Santa Ana, e prosseguem pelo
espigão em direção ao alto do Morro do Graví, e atravessando-lhe a cumiada,
pela sua ponta setentrional, contornam as cabeceiras do córrego do Gonçalves e
atingem a nascente mais meridional do córrego da Fazenda Velha, pelo qual
descem até o rio Mogí-Guassú, onde tiveram início estas divisas.
   

 ITATIBA
   

 O município de Itatiba, comarca do mesmo nome, constituído de paz da sede e do
de Morungaba, terá as seguintes divisas.
   

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
   

 Começam no alto da Serra dos Cocais em frente da cabeceira do córrego do
Reservatório, prosseguem pela Serra até cruzar o divisor que deixa, à direita,
as águas que passam na fazenda de Joaquim Franco, de Bento Pires de Almeida e
as do córrego da fazenda Jolí, continuam pelo divisor até a barra do córrego da
fazenda Espírito Santo do Morro Agudo, no rio Atibaia, atravessam o rio em
demanda do alto do Morro Agudo do Franco e pelo espigão prosseguem até alcançar
a Serra da Cabras, que separa as águas do rio das Cabras, de um lado, das do
rio Atibáis, do outro, prosseguindo pela crista da serra, contornando sempre as
vertentes do rio das Cabras até o contraforte que deixa, à esquerda as águas do
córrego da Vendinha do Jaguarí, e por este contraforte seguem até a barra do
referido córrego no rio Jaguarí.
   

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
   

 Começam no rio Jaguarí, na barra do córrego da Vendinha do Jaguarí, sobem pelo
rio até a barra do córrego da Divisa que desemboca na margem direita cerca de
 

 2 quilômetros
 

 abaixo do córrego Areia Branca.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
   

 Começam no rio Jaguarí, na barra do córrego da Divisa que desemboca cerca de
 

 2 quilômetros
 

 abaixo do córrego da Areia Branca, sobem pelo rio Jaguarí, até a barra do
córrego de J. Marinho.
   

 COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA
   

 Começam no rio Jaguarí, na barra do córrego de J. Marinho, sobem pelo rio até a
barra do ribeirão que vem da fazenda Manoel Ferraz, pelo qual sobem até a
cabeceira do berço sudoriental, seguem pelo espigão entre as águas do rio
Atibaia, ao sul, e as do rio Jaguarí, ao norte, em demanda da cabeceira mais
setentrional do ribeirão da Fazenda Velha, pelo qual descem até o rio Atibaia.
   

 COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA
   

 Começam no rio Atibaia, onde deságua o ribeirão da fazenda Velha, descem por
aquele até a barra do ribeirão do Morro Azul e continuam pelo contraforte da
margem direita deste ribeirão até o espigão que deixa, à direita, as águas do
ribeirão do Morro Azul e, à esquerda, as dos ribeirões Pinhal Campo Largo,
caminham por este espigão até alcançar o espigão mestre entre as águas do rio
Atibaia, ao norte, e as do Jundiaí, ao sul, e por este prosseguem até cruzar
com o espigão divisor da margem direita das águas do ribeirão Invernada ou
Tanque.
   

 COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
   

 Começam no espigão entre as águas do rio Atibaia, ao norte, e as do rio
Jundiaí, ao sul, onde o espigão cruza com o divisor da margem direita das águas
do ribeirão Invernada ou Tanque, seguem por esse espigão até cruzar o divisor
das águas do rio Capivari-Mirim, à esquerda, e as do rio Alagado ou Pinhal, à
direita, continuam por este último espigão até a Serra do Jardim, que é o
divisor entre as águas do rio dos Pinheiros e as do rio Alagado ou Pinhal, e
por esta prosseguem até a Serra dos Cocais, em frente à cabeceira do córrego do
Reservatório, onde tiveram início estas divisas.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE MORUNGABA
   

  

 O distrito de paz de Morungaba terá as seguintes divisas internas com o
distrito de paz da sede do município de Itatiba:
   

 Começam na ponte de Eugênio Jolí, sobre o rio Atibaia, sobem por este até a foz
do córrego da fazenda Santa Bárbara e vão por este acima até sua cabeceira mais
oriental, e continuam pelo espigão mestre entre as águas do rio Jaguarí, ao
norte, e as do rio Atibaia, ao sul, até cruzar com o espigão que deixa, à
esquerda, as águas do ribeirão da fazenda Velha, e, à direita, as do córrego da
fazenda Barreiro.
   

  

 LINDOIA
   

  

 O município de Lindóia, comarca de Serra Negra, terá as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA
   

  

 Principiam na Serra das Águas Claras, no ponto de cruzamento com o contraforte
divisor das águas do ribeirão das Tabaranas, e do córrego de J. Machado ou Boa
Esperança, no bairro dos Costas, avançam pela cumiada da Serra em demanda da
confluência do ribeirão dos Coutos no rio do Peixe; atravessam o rio e
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão da Água
Quente, e, à esquerda, as do ribeirão dos Coutos, até atingir a Serra dos
Coutos já nas divisas de Minas Gerais.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MINAS GERAIS
   

 Começam na Serra dos Coutos, onde esta entronca com o espigão que separa as
águas do ribeirão da Água Quente, à direita, e as do ribeirão dos Coutos, à esquerda,
prosseguem pela crista da serra até o morro Pelado na Serra de Sião.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO
   

 Começam na Serra de Sião no Pico Pelado, continuam pela Serra e pelo divisor
das águas dos ribeirões do Tanque ou Freitas, Monte Sião e Jaboticabal à esquerda,
e, á direita, as dos ribeirões Água Quente, Barreiro e Barbosa indo até a barra
do ribeirão da Boa Vista, ou Salto, no rio do Peixe.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
   

 Começam na foz do ribeirão Bôa Vista ou Salto no rio do Peixe, descem pelo rio do
Peixe até a barra do ribeirão dos Mosquitos e por este acima até a foz do
ribeirão dos Pintos e desta confluência prosseguem pelo contraforte entre o
córrego da Lage e o ribeirão dos Mosquitos, caminham por este contraforte até
seu cruzamento com a serra dos Mosquitos, pela qual seguem até o contraforte
que leva à confluência do ribeirão Tabaranas com o rio do Peixe, contraforte
que é o divisor das águas dos rios Peixe-Tabaranas até a barra do córrego J.
Machado ou da Fazenda Boa Esperança, seguem pelo contraforte entre estas águas
até cruzar com a serra das Águas Claras, no bairro dos Costas, onde tiveram
início estas divisas.
   

  

 MOGI MIRIM
   

  

 O município de Mogí-Mirim, comarca do mesmo nome, constituído do distrito de
paz da sede e dos de Artur Nogueira, Conchal, Jaguarí e Posse de Ressaca, terá
as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAS
   

 Começam na barra do córrego do córrego Bom Jesus, no ribeirão de Ferraz, vão
por este abaixo até a barra do córrego do Barbosa e daqui em reta, à
confluência do ribeirão do Pântano, no ribeirão do cerrado e daí por nova reta
à cabeceira sudoriental do córrego Corta Rabicho, pelo qual descem até o rio
Mogi Guassú.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ GUASSÚ
   

 Começam no rio Mogí Guassú, onde desemboca o córrego Corta Rabicho, sobem por
aquela até a barra do rio Mogí Mirim, continuam pelo espigão entre esses dois
rios até encontrar a cabeceira do córrego dos Macacos, vão daí, em reta, à
confluência do córrego da Capela dos Alves com o ribeirão Cachoeira, e dessa
confluência em reta, à barra do córrego da fazenda Santa Josefina, no rio Mogí
Guassú, subindo por este até o córrego da fazenda Velha.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA
   

 Começam no rio Mogí Mirim, onde deságua o córrego da fazenda Velha sobem por
este até sua cabeceira mais meridional, contornam as cabeceiras do córrego dos
Gonçalves e ganham sempre pelo espigão, a ponta mais setentrional do mássico
chamado do Morro do Graví, seguindo pela cumiada deste e pelo espigão em
demanda da confluência do córrego do Lanhoso, no córrego Santana e daqui, em
reta, à confluência do córrego do Gola, no rio Mogi Mirim sobem por este até a
barra do córrego da fazenda da Calunga, no açude, deste ponto prosseguem pelo
contraforte que vai ao divisor entre as águas do rio do Peixe, e ribeirão da
Penha, à esquerda, e as dos rios Mogí Mirim, à direita até cruzar o espigão
mestre Peixe-Camandocaia, seguem por este espigão até cruzar com o contraforte
entre os córregos das fazendas Santo Antônio e Santa Cruz.
   

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
   

 Começam no espigão mestre Peixe-Camandocaia, no ponto de cruzamento com o
contraforte que deixa, à direita, o córrego da fazenda Santa Cruz e, à
esquerda, o córrego das fazendas Sesmarias e Santo Antônio, seguem por este
contraforte até a cabeceira do primeiro córrego que desemboca no córrego da
fazenda Santo Antônio , acima da barra do córrego da fazenda Santa Cruz: descem
pelo citado córrego até sua barra no córrego da fazenda Santa Bárbara, pelo
qual sobem até sua cabeceira mais meridional, e daí em demanda da cabeceira do córrego
da fazenda Saint-Cloud, pelo qual descem até sua barra no rio Camandocaia.
   

 COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
   

 Começam no rio Camandocaia, na barra do córrego da fazenda Saint Cloud, vão
pelo rio abaixo até a foz do córrego da fazenda Capim Fino, sobem por este até
a sua cabeceira mais ocidental e, transpondo o espigão mestre entre as águas
dos Rios Camandocaia, ao norte, e Jaguarí, ao sul, alcançam a cabeceira do
córrego da fazenda de  Carlos Aranha, pelo qual descem até o rio Jaguarí.
   

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
   

 Começam na barra do córrego da fazenda de Carlos Aranha, com o rio Jaguarí,
seguem pelo espigão fronteiro até a cabeceira do córrego da fazenda Castelo,
pelo qual descem até a sua barra no córrego da fazenda Santa Julia e prosseguem
pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais oriental do córrego da
fazenda Tanquinho Velho, pelo qual descem até seu galho mais setentrional,
continuando por este acima até sua cabeceira; daí vão, em reta, à ponte sobre o
rio Jaguarí, da estrada estadual, descendo pelo rio Jaguarí até a barra do
ribeirão da Cachoeira, sobem por este até a boca do córrego Boldim, Cemitério
ou Capela e por este acima até sua cabeceira, ganham a cabeceira do córrego
Socegã ou Jacinto e por este descem ao rio Pirapitinguí; sobem por este até a
boca da grota de Manuel Guimaro, caminham por esta acima até sua cabeceira e
daí em reta ao quilômetro 41, da Estrada de Rodagem que ligar Artur Nogueira a
Cosmópolis, seguem ainda em reta pelo mesmo alinhamento até o ribeirão Três
Barras e por este abaixo até o Monjoio Grande, por este acima até a boca do
córrego Pinheirinhos e por este acima até sua cabeceira mais ocidental.
   

 COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
   

 Começam na cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinhos, continuam pelo
espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Três Barras, e à esquerda,
as do ribeirão Pinhal, indo até o córrego do Barreiro, onde faz barra o córrego
que vem da fazenda de J. Sampaio, sobem por este último até sua cabeceira mais
setentrional e continuam pelo espigão que deixa, à esquerda, o ribeirão
Tabajara, e, à direita, as águas do ribeirão Ferraz, até encontrar a cabeceira
mais ocidental do córrego Bom Jesus, pelo qual descem até o ribeirão do Ferraz,
onde tiveram início estas divisas.
   

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MOGÍ-MIRIM
   

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 O distrito da sede do município de Mogí-Mirim, terá as seguintes divisas
internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA
   

 Começam no rio Pirapitinguí, na foz do ribeirão de Manoel Dias, sobem por este
até sua cabeceira norocidental, continuam pelo espigão que deixa, à esquerda,
as águas do ribeirão Mato Dentro, e, à direita, as dos ribeirões Vatinga e
Pederneira, e vão até a ponte sobre o córrego do Coxim, na estrada de rodagem
que da cidade de Mogí-Mirm vai à cidade de Limeira.
   

  

 COMO DISTRITO DE PAZ DE CONCHAL
   

 Começam na ponte sobre o córrego do Coxim, na estrada de rodagem que da cidade
de Mogí-Mirim vai à cidade de Limeira, sobem pelo Coxim até sua cabeceira mais
setentrional, ganham a cabeceira da contravertente do ribeirão da Ponte Baixa,
descem por este até o ribeirão da Ponte Alta, seguem por este abaixo até a boca
do córrego Aterradinho, e dessa barra em reta, à Cachoeira do Itapuava-Mirim,
no rio Mogí-Guaçú.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POSSE DA RESSACA
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio do Peixe, à direita, e as do
rio Jaguarí, à esquerda, no seu ponto de cruzamento com o espigão que deixa, à
direita as águas do ribeirão Lambedor, e, à esquerda, as do ribeirão da
Ressaca, seguem por este último divisor até frontear a cabeceira do córrego da
fazenda Mato Alto, descem por este até o ribeirão do Lambedor, vão por este
abaixo até o rio Pirapitinguí e por este acima até a barra do ribeirão de
Manoel Dias.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA
   

  

 O distrito de paz de Artur Nogueira, terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE CONCHAL
   

 Começam no ribeirão Ferraz, na barra do córrego Guaiquica, seguem pelo espigão
que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão da Barra, indo até a confluência do
córrego do Coxim, neste ribeirão, sobem pelo córrego Coxim, até a ponte da
estrada de rodagem que da cidade de Mogí-Mirim vai à cidade de Limeira.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam na ponte do córrego do Coxim, na estrada de rodagem que da cidade de
Mogí-Mirim, vai a cidade de Limeira, continua pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas dos ribeirões Pederneira e Vatinga, e, à direita, as do
ribeirão de Mato Dentro, indo até a cabeceira norocidental do ribeirão de
Manoel Dias, pelo qual descem até o rio Pirapitinguí.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POSSE DE RESSACA
   

 Começam na barra do ribeirão de Manuel Dias, no rio Pirapitinguí, e continuam
em direção ao sul, pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão da
Ressaca, e, à direita, as do rio Pirapitinguí, indo até o alto da Borda da
Mata.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JAGUARÍ
   

 Começam no alto da Borda da Mata, e vão em reta à barra do córrego do Boldim,
Cemitério ou Capela, no ribeirão da Cachoeira.
   

 DISTRITO DE PAZ DE CONCHAL
   

 O distrito de paz de Conchal terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam Cachoeira do Itupava-Mirim, no rio Mogí-Guassú, vão daí em reta, à
barra do córrego do Aterradinho, no ribeirão da Ponte Alta, e por este acima e
pelo ribeirão da Ponte Baixa, até sua cabeceira, ganham a cabeceira mais
setentrional do córrego do Coxim, que fica na contravertente, e por este descem
até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de Mogi-Mirim vai à cidade de
Limeira.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA
   

 Começam no córrego do Coxim, na ponte da estrada de rodagem que da cidade de
Mogí-Mirim, vai à cidade de Limeira, descem pelo Coxim, até sua barra no
ribeirão da Barra e continuam pelo espigão que deixa, à direita, as águas deste
último, até a barra do córrego Guaiquica no ribeirão Ferraz.
   

 DISTRITO DE PAZ DE JAGUARÍ
   

 O distrito de paz de Jaguarí, terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGHEIRA
   

 Começam no ribeirão da Cachoeira, na foz do córrego do Boldim, Cemitério ou
Capela, continuam em reta até o alto da Borda da Mata
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POSSE DA RESSACA
   

 Começam no alto da Borda da Mata, continuam pelo espigão que deixa, à direita,
as águas do ribeirão da Cachoeira e as do rio Camandocaia, e, a esquerda, as do
ribeirão da Ressaca, indo até o marco do quilômetro 43, da Companhia Mogiana de
Estradas de Ferro, marco que fica
 

 2.600 metros
 

 ao norte da estação de Guedes, atingem desse marco o rio Camandocaia-Mirim, em
linha oeste-leste, e daí, em reta, vão até a confluência do córrego da fazenda
S. Cloud, no rio Camandocaia.
   

 DISTRITO DE PAZ DE POSSE DE RESSACA
   

 O distrito de paz de Posse de Ressaca, terá as seguintes divisas internas.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ARTUR NOGUEIRA
   

 Começam no alto da Borda da Mata, continuam pelo espigão que deixa, a direita,
as águas do ribeirão Ressaca, e, à esquerda, as do rio Pirapitinguí, indo até a
barra do ribeirão de Manoel Dias, naquele rio.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam no rio Piratinguí, na barra do ribeirão de Manoel Dias, sobem por
aquele até a barra do ribeirão do Lambedor, por este continuam acima até a boca
do córrego da fazenda Mato Alto, e por este acima até sua cabeceira,
prosseguindo depois pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do
Lambedor, e, à direita, as do ribeirão da Ressaca.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE JAGUARÍ
   

 Começam no rio Camandocaia, na foz do córrego da fazenda S. Cloud, vão em reta,
ao rio Camandocaia-Mirim, no ponto em que ele é atingido pela reta oeste-leste,
que vem do marco do quilômetro 43 da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro,
marco que fica
 

 2.600 metros
 

 ao norte da estação de Guedes, seguem pela reta até o marco e procuram depois o
espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão da Ressaca, e, à esquerda as
do rio Camandocaia e as do ribeirão Cachoeira, caminham por este espigão até o
alto da Borda da Mata.
 

 PEDREIRA
   

  

 O município de Pedreira, comarca de Amparo, terá as seguintes divisas:
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ-MIRIM
   

 Começam no rio Jaguarí, na foz do córrego de Carlos Aranha, sobem por este até
sua cabeceira, ganham o espigão entre as águas do rio Jaguarí, ao sul, e as do
rio Camandocaia, ao norte pelo qual caminham até frontear a cabeceira mais
ocidental do córrego do Capim Fino, descem por este até o rio Camandocaia,
subindo por este até a embocadura do córrego da fazenda Saint-Cloud.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
   

 Começam no rio Camandocaia, na foz do córrego da fazenda Saint Cloud, sobem
pelo rio até a barra do córrego da Boa Vista e por este acima até sua cabeceira
mais oriental, ganham o espigão mestre entre as águas do rio Camandocaia, à
esquerda, e as do rio Jaguarí, à direita, pelo espigão mestre caminham, passam
pelo Túnel da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro, situado entre as estações
de Pedreira e Coqueiros, e vão até o ponto em que o espigão mestre é atingido
pela reta sul-norte que vem do Alto da Areia Branca, seguem pela reta até o
referido alto e continuam pelo divisor que deixa, à direita, as águas do
córrego da fazenda de José Pedro, e, à esquerda, as do córrego da Areia Branca
até a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual descem até sua barra no rio
Jaguarí, barra esta que ocorre cerca de
 

 2 quilômetros
 

 abaixo do córrego da Areia Branca.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
   

 Começam no rio Jaguarí, na barra do córrego da Divisa, descem pelo rio até o
córrego da Vendinha do Jaguarí.
   

 COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
   

 Começam no rio Jaguarí, na foz do córrego da Vendinha do Jaguarí, descem pelo
rio até a boca do córrego da Linde, indo em reta à barra do córrego da fazenda
Recreio ou Boa Vista, no mesmo rio continuam pelo Jaguarí abaixo até a barra do
córrego de Carlos Aranha, onde tiveram início estas divisas.  
   

  

 SERRA NEGRA
   

  

 O município de Serra Negra, comarca do mesmo nome terá as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA
   

 Começam na confluência dos ribeirões Serra Negra e Morro Agudo, formadores do
rio Penha, seguem pelo espigão da margem direita do ribeirão Serra Negra até
encontrar com a Serra das Águas Claras, seguem pela crista da Serra até
entroncar com o contraforte entre as águas do córrego J. Machado, ou da fazenda
Boa Esperança, à esquerda, e as do ribeirão Tabaranas, à direita, no bairro dos
Costas.
   

 COM O MUNICÍPIO DE LINDOIA
   

 Começam na Serra das Águas Claras, no bairro dos Costas, onde a Serra cruza com
o contraforte que deixa, à direita, o ribeirão das Tabaranas, e à esquerda, as
do córrego de J. Machado, ou da fazenda Boa Esperança, indo pelo contraforte
até a confluência desses dois cursos e pelo ribeirão Tabaranas abaixo, até sua
foz no rio do Peixe, seguem pelo contraforte fronteiro a esta barra que é o
divisor das águas dos rios Peixe-Tabaranas, até entroncar na Serra dos
Mosquitos, caminham pela Serra dos Mosquitos até o cruzamento com o contraforte
entre as águas do ribeirão dos Mosquitos e as do córrego da Lage, seguem por
este contraforte em demanda da barra do ribeirão dos Pintos no ribeirão dos
Mosquitos e por este descem até o rio do Peixe, pelo qual sobem até a boca do
ribeirão Bôa Vista ou Salto.  
   

 COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO
   

 Começam na barra do ribeirão Bôa Vista, ou Salto, no rio do Peixe, seguem pelo
espigão da margem direita do ribeirão Bôa Vista ou Salto até cruzar o espigão
mestre entre as águas do rio do Peixe, ao norte, e as do rio Camandocaia ao
Sul.
   

 COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
   

 Começam no espigão mestre Peixe-Camandocaia, onde cruza com o contraforte da
margem direita do ribeirão da Bôa Vista, ou Salto, seguem pelo espigão mestre
Peixe Camandocaia passando pelo pico da Serra Negra até cruzar com o espigão entre
o córrego do “Rio da Prata, à direita e rio Camandocaia, à esquerda, seguem por
este espigão até a cabeceira do córrego da Fazenda São Bento de José F. de
Camargo, na Rodovia estadual Serra Negra-Amparo, vão daí em reta ao espigão da
margem direita dos córregos das fazendas Boa Esperança e Cascata no lugar
denominado Capão das Jaboticabeiras, daí seguem por este espigão e pelo
contraforte até o pico do mato da Cascata, daí vão em reta à Pedra Preta,
situada à margem da estrada municipal de Pantaleão, mais ou menos a
 

 600 metros
 

 a este da fazenda São Francisco, antiga Paiol, prosseguem ainda com o rumo do
alto do morro da Cipoada até o espigão entre as águas dos córregos das fazendas
Campineiro e Demetrio Silveira de um lado e São Francisco, antiga Paiol do
outro, prosseguem por este espigão até a cabeceira do córrego da fazenda Roso,
córrego que nasce a este da sede desta fazenda, descem por este córrego até sua
barra no ribeirão da Serra Negra e por este ainda até sua junção com o ribeirão
do Morro Agudo, formadores do rio da Penha, onde tiveram início estas divisas.
 

  

  

  

**DECRETO N. 9.775, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1938** 

  

  
 *Fixa o novo quadro da divisão territorial do
Estado, que vigorará de 1.º de janeiro de
 
 1939 a
 
 31 de dezembro de
1943 e dá outras providências.* 

  

 RETIFICAÇÕES
   

  

 Por haver sido publicado com incorreções, são feitas as seguintes retificações
no texto do ANEXO n.2 do referido decreto:
 
  

  

 ARARAQUARA
 
  

  

 O município de Araraquara, comarca do mesmo nome, compreendendo o distrito de
paz da sede, e os de Américo Brasiliense, Bueno de Andrada, Gavião Peixoto,
Motuca, Rincão, e Santa Lucia, terá as seguintes divisas
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA.
 
  

  

 Começam no rio Jacaré Guassú foz do córrego Meia Légua, prosseguem pelo espigão
que deixa a direita o córrego Meia Légua até o espigão divisor dos rios Jacaré
Guassú e Itaquerê, pelo qual caminham em demanda da barra do córrego Bonito, no
rio Itaquerê, e por êste sobem até a barra do córrego da fazenda Água Sumida.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE MATÃO:
 
  

  

 Começam no rio Itaquerê, na foz do córrego da Água Sumida, sobem por aquele até
a barra do córrego da fazenda Santa Antonieta, continuam pelo espigão divisor
entre as duas águas, até o espigão mestre entre as águas dos ribeirões
Itaquerê, e Monte Alegre, e por êste caminho e, demanda da cabeceira do córrego
Colônia da fazenda São Joaquim, descendo por êste até sua barra no ribeirão
Monte Alegre; vão desta barra em reta a cabeceira mais meridional do Córrego da
Colônia da Fazenda Cuarantan, e por êste descem até o córrego da Ponte, e ainda
por êste até o ribeirão Lageado, pelo qual continuam até a barra do córrego do
Luciano;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Lageado na foz do córrego do Luciano, e por aquele descem
até sua barra no rio Mogi Guassú, sobem por êste até a barra do córrego
Guarani;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO:
 
  

  

 Começam no rio Mogi Guassú, na barra do córrego Guarani, sobem por aquele até a
barra do córrego do Veado;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE S. SIMÃO
 
  

  

 Começam no rio Mogi Guassú, na barra do córrego do Veado, e por aquele sobem
até a barra do ribeirão Guabiróbas;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, na barra do ribeirão Guabirobas, sobem por este até
sua nascente mais meridional e vão daí, em reta, á cabeceira, mais setentrional
do córrego de J. Brizolara e por este descem até o ribeirão das Cabaceiras,
sobem por este até o córrego dos Portugueses, e por este acima até a barra do
córrego José Pinheiro, vão desta barra em reta à confluência do córrego
Salvador Martins, no ribeirão das Cabaceiras, e por este acima até a barra do
córrego Olhos D’água, sobem por este até sua cabeceira mais meridional, vão dai
pelo espigão fronteiro em demanda do Morro das Araras e continuam pelo espigão
que contorna as cabeceiras do ribeirão das Anhumas, deixando á esquerda as
águas do rio Chibarro, indo á barra do córrego da Varzea, neste último, sobem
pelo Varzea até sua cabeceira, alcançam os trilhos da Companhia Paulista de
Estradas de Ferro, no marco do quilometro 223, da sua linha tronco, cerca de
 
 2.000 metros
 
 a leste
da estação de Tamoio, e vão pelo espigão em demanda da barra do córrego da
Lagoinha no ribeirão Corrente, prosseguem pelo espigão fronteiro em busca do
divisor entre as águas deste e as do rio Jacaré Grande, pelo qual caminham,
indo até a cabeceira mais oriental do ribeirão do Laranjal, pelo qual descem
até o rio Jacaré Grande;
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO:
 
  

  

 Começam no rio Jacaré Grande, na foz do ribeirão do Laranjal, descem por aquele
até a barra do córrego do Ipê.
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE BÔA ESPERANÇA
 
  

  

 Começam no rio Jacaré Grande, na fóz do córrego do Ipê; e descem por aquele até
a barra do córrego Meia Légua, onde tiverem inicio estas divisas.
 
  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE ARARAQUARA 
 

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 
  

  

 O distrito de paz da séde do município de Araraquara terá as seguintes divisas
internas.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 Começam no espigão mestre entre as águas dos rios Jacaré Guassú e Itaquerê, no
ponto de cruzamento do divisor entre as águas dos córregos da Mulada e do
Tanque, prosseguem pelo espigão mestre até alcançar a ponta dos trilhos do
ramal dos lenheiros, seguem pelo eixo da linha férrea até a Guarita, vão daí á
cabeceira do córrego da Trela, e por este abaixo até a boca do córrego do Boi.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego do Boi com o córrego da Tréla, vão a rumo em
demanda da nascente do córrego Cabreuva, depois á nascente do córrego Santa
Izabel.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMERICO BRASILIENSE:
 
  

  

 Começam na nascente do córrego da fazenda Santa Izabel, procuram o espigão que
deixa á esquerda as águas do ribeirão do Rancho Queimado e do ribeirão
Cruzeiro, e a direita as direita as dos ribeirões das Cruzes e do Ouro, pelo
qual caminham até cruzar com o divisor intermediário entre as águas do córrego
Bom Retiro, á direita, e do Paulino a esquerda, avançando por este ultimo
divisor até a função desses dois cursos, vão dai a rumo da barra do córrego do
Espraiado, no ribeirão das Anhumas e dessa confluência em réta á barra do
córrego dos Portugueses no ribeirão das Cabaceiras;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GAVIÃO PEIXOTO.
 
  

  

 Começam no rio Jacaré-Guassú, na foz do córrego do Tanque, caminham pelo
espigão  entre as águas deste e as do ribeirão da Mulada, indo até o
espigão mestre Itaquerê - Jacaré Guassú.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE AMERICO BRASILIENSE.
 
  

  

 O distrito de paz de Américo Brasiliense terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA.
 
  

  

 Começam na nascente do córrego da fazenda Santa Izabel, vão em reta à cabeceira
da oeste do córrego Contendas, galgam o alto do espigão que deixa, a leste, as
águas do ribeirão das Anhumas, e a oeste as do ribeirão do Rancho Queimado,
pelo qual seguem até encontrar o espigão que deixa, à direita, o córrego da
fazenda Santa Maria, e a esquerda, as águas do córrego da fazenda Monte Verde,
seguindo por êste espigão até a barra do córrego, do Monjolinho no ribeirão
Cruzeiro, e vão dessa barra em reta, atravessando o ribeirão das Anhumas, a
confluência do córrego do Engenho Velho, no ribeirão das Cabeceiras, e daí por
outra reta, à nascente do ribeirão Guabiróbas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO.
 
  

  

 Começam no ribeirão das cabeceiras onde deságua o córrego dos Portugueses,
seguem em reta à barra do córrego do Espraiado, no ribeirão das Anhumas, e daí
a rumo, à barra do córrego do Bom Retiro no córrego do Paulino, continuam pelo
espigão intermediário desses dois cursos, até cruzar com o espigão que deixa, à
direita, as águas dos ribeirões Cruzeiro e Rancho Queimado, e a esquerda, as
dos ribeirões do Ouro e das Cruzes, caminham por êste último divisor indo até a
nascente do córrego da fazenda Santa Izabel.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA       
 
  

  

 O distrito de paz de Bueno de Andrada terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MOTUCA
 
  

  

 Começam no ribeirão do Lageado na foz do córrego Passa Cinco, vão daí em reta à
barra do córrego da fazenda Capão Bonito, no ribeirão de Monte Alegre,
continuam pelo espigão que deixa, à direita as águas do córrego Boqueirão, e a
esquerda, as da fazenda Namúra, indo até a nascente do ribeirão das Almas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RINCÃO:
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão das Almas, vão em reta à nascente do córrego
Desbarrancado, cortando o ribeirão Rincão;
 
  

  

 COM  O DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA.
 
  

  

 Começam na nascente do córrego do Boi no ribeirão do Rancho Queimado, sobem por
aquele até a barra do córrego da Treia.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da Treia, com o córrego do Boi, sóbem por
aquele até sua cabeceira, vão daí, em réta, à Guarita e continuam pelo eixo da
linha férrea do ramal dos Lenheiros até a ponta dos trilhos prosseguindo depois
pelo espigão que deixa à direita, as águas do rio Itaquerê, e a esquerda, as do
rio Jacaré-Guassú, indo até entroncar o divisor dos córregos do Tanque, à
esquerda, e da Mulada à direita.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ  DE GALVÃO PEIXOTO:
 
  

  

 O distrito de paz de Gavião Peixoto terá as seguintes divisas internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA:
 
  

  

 Começam no ribeirão Itaquerê, na barra do córrego do Piriquito, prosseguem pelo
espigão da margem esquerda desse córrego até o espigão méstre Jacaré-Guassú
 - Itaquerê.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO:
 
  

  

 Começam no espigão méstre entre as águas dos rios Itaquerê, e Jacaré-Guassú, no
ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do Tanque e da Mulada,
continuam por este contraforte até a barra do córrego do Tanque no rio
Jacaré-Guassú.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE MOTUCA
 
  

  

 O distrito de paz de Motuca terá as seguintes divisas Internas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RINCÃO
 
  

  

 Começam no rio Mogi-Guassú, na fóz do ribeirão das Almas e vão por este acima
até sua nascente.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão das Almas, procuram pelo espigão que deixa, à
direita, as cabeceiras do córrego da fazenda Namura, e a esquerda as do córrego
Boqueirão indo por este espigão avançam até a barra do córrego da fazenda Capão
Bonito no ribeirão de Monte Alegre, e vão daí, em réta, à barra do córrego
Passa Cinco no ribeirão do Lageado.
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE RINCÃO
 
  

  

 O distrito de paz de Rincão, terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA
 
  

  

 Começam na nascente do córrego Desbarrancado, e vão dai em réta à nascente do
ribeirão das Almas, atravessando o ribeirão do Rincão.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE MOTUCA
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão das Almas e descem por te até o rio
Mogi-Guassú.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA.
 

 DECRETO N. 9.775, DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1938
   

  
   

 Fixa o novo quadro da divisão territorial do Estado, que vigorará de 1.º de
janeiro de
 
 1939 a
 
 31 de dezembro de 1943 e dá outras providências.
   

  
   

 RETIFICAÇÕES
 

  

 Por haver sido publicado com incorreções, são feitas as seguintes retificações no
texto no ANEXO n.2 do referido decreto:
   

  

 CRAVINHOS
   

  

 O município de Cravinhos da comarca de Ribeirão Preto, constituído do distrito
de paz da sede do município e do de Serrana, (ex-Serrinha), passa a ter as
seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
   

 Começam na barra do córrego Lageadinho ou Lageadozinho, no ribeirão da Onça,
descem pelo último até o córrego São Francisco, sobem por êste até sua
cabeceira mais setentrional, donde vão em reta, á cabeceira mais meridional do
córrego da fazenda Cantagalo, pelo qual descem até sua bôca no ribeirão Preto,
continuam pelo espigão da margem direita do córrego da fazenda da Santa Maria
ou Santa Rita, até alcançar a cabeceira da água da fazenda Venancio ou
Figueira, descendo por esta até o córrego Espraiado, pelo qual descem até o
ribeirão da Figueira e descendo ainda por êste até sua barra no rio Pardo.
   

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI
   

 Começam na confluência do ribeirão da Figueira com o rio Pardo, sobem pelo rio
pardo até onde recebe as águas do ribeirão do Adão.
   

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINOPOLIS
   

 Começam onde o ribeirão do Adão deságua no rio Pardo, sobem pelo último até a
ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL
   

 Começam na ponte do rio Pardo, na ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas,
alcançam o espigão divisor das águas do córrego São Pedro, á direita, e córrego
Serra Azul, à esquerda, continuam por êste espigão pelo cume da Serra Azul até
frontear a cabeceira mais oriental do córrego Capoeirinha, pelo qual descem até
sua barra no córrego Serrinha e subindo pelo último até a confluência do
córrego Itambé, pelo qual sobem até sua cabeceira; daqui vão em réta até a
barra do ribeirão Tamanduazinho no ribeirão Tamanduá,sobem por êste até a barra
da Água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda logo acima da confluência
do córrego Cachoeira.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
   

 Começam na barra da Água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda do
ribeirão Tamanduá, logo acima da confluência do córrego da Cachoeira, sobem por
aquele até sua cabeceira, prosseguindo dai em réta ao quilometro n.275, da
estrada de Ferro Mogiana, entre as estações de Tibiriça e Béta, da mesma
estrada, e dai em demanda do espigão que deixa,á esquerda, o ribeirão do
Pantano, e , á direita, o córrego Água Branca e por êste espigão até a
confluência dêsses dois cursos, prosseguindo pelo ribeirão do Pantano, até sua
barra no ribeirão da Onça, pelo qual descem até a barra do córrego Lageadozinho
ou Lageadinho, onde tiveram inicio estas divisas.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SERRANA (EX-SERRINHA)
   

  

 O distrito de paz de Serrinha, cujo nome ora se muda para Serrana, terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da  sede do município de
Cravinhos:
   

 Começam no ribeirão Tamanduá ou Figueira, na foz do ribeirão Tamanduazinho,
descem pelo primeiro até a barra do córrego da fazenda Cruzeiro ou de Manoel
Amaro, e vão daí pelo espigão que deixa, á direita, as águas do Tamanduá ou
Figueira, e , à esquerda, as do córrego do Espraiado, até a confluência dêstes
dois cursos.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 O município de Mogi das Cruzes, comarca do mesmo nome, constituido do distrito
de paz da sede e dos de Biritiba-Mirim, Itaquaquecetuba, Poá, Sabaúna, Santo
Angelo, Suzano e Taiassupéba, terá as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego do Pirati-Mirim, sobem por êste até sua
cabeceira ganham o morro Vermelho e por êste e pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Tietê, e , à esquerda, as do ribeirão
Buquiruvú-Guassú, alcançam a cabeceira do córrego do Taboão ou da Fontes.
   

  

 COM  O MUNICÍPIO DE SANTA IZABEL
   

  

 Começam na cabeceira do córrego do Taboão ou das Fontes, continuam pelo espigão
em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Perová e por êste abaixo ao
ribeirão Caputéra, seguem pelo espigão fronteiro que contorna as cabeceiras do
ribeirão do Una, ganham a cabeceira mais norocidental do ribeirão
Taboãozinho, e por êste abaixo até o rio Paratei, pelo qual descem até a barra
do ribeirão da Divisa ou da Lambari.
   

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA
   

 Começam no rio Parateí, onde deságua o ribeirão da Divisa ou Lambari, sobem na
por  êste acima até o morro do mesmo nome, que transpõem, continuando pelo
espigão que deixa, á direita, as águas do ribeirão Itapeti, indo até a barra do
córrego do Almeida neste último ribeirão, seguem pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas do ribeirão Comprido, e , á direita, as cabeceiras do
ribeirão Itapeti, atingem o alto da Serra do Itapeti, e pela crista desta
continuam até sua ponta mais oriental defronte da cabeceira do córrego da
Estiva; vão dai em réta, á barra do córrego de Jesuino Franco no ribeirão da
Guarema e pelo córrego acima até sua cabeceira mais meridional, continuam pelo
espigão  que deixa, à esquerda, as águas do rio Potim, e , á direita, as do
córrego da Fazendinha, até alcançar o espigão mestre Tietê-Paraiba, pelo qual
caminham até defrontar com a cabeceira do córrego de João de Melo.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS
   

 Começam no espigão Tietê-Paraiba, em frente à cabeceira do córrego de João de
Melo, descem por êste ao rio Paraitinga (afluente do rio Tietê), seguem pelo
Paraitinga até a bôca do córrego da Fazenda ou do Léo, pelo qual sobem até sua
cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do córrego, da fazenda São
José, pelo qual descem até o ribeirão Alegre ou Peroba, vão daí em réta, à
barra do rio Claro no rio Tietê, sobem pelo rio Claro até a represa e por esta
caminham até encontrar a réta de rumo sul-norte que vem do espigão mestre que
separa as águas que vertem para o litoral, das que correm para a planalto no
ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, á direita, as águas do
Itapanhaú e à esquerda as do rio Guaratuba.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela tem o nome local de serra de Guaratuba,
no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, á esquerda, as águas do rio
Guaratuba, e, á direita, as do rio Itapanhaú, alcançam e seguem pela quina da
serra até a barra do ribeirão Guacó neste último rio, continuam pelo divisor
que deixa, á direita, o ribeirão das Pedras, indo até a barra do ribeirão
Grande no rio Itatinga, sobem por êste até a embocadura do ribeirão Claro e
continuam pelo divisor que deixa, á direita as águas dêste último ribeirão e as
cabeceiras do ribeirão da Vargem Grande, e , á esquerda as do rio Itatinga,
alcançando o Pico do Itáguassú, prosseguem pelo espigão que deixa, á direita,
as águas do  rio Taiassupéba, até cruzar o espigão entre as águas dêsse
rio, à direita, e as do rio Grande, à esquerda:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ
   

  

 (Ex-São Bernardo)
   

  

 Começam na Serra do Morrão, onde ela cruza o espigão entre as águas dos rios
Grande e Taiassupéba, seguem por êste espigão em demanda da cabeceira mais
meridional do córrego mestre Leandro, pelo qual descem até sua barra no rio
Taiassupéba-Mirim, seguem pelo espigão fronteiro em demanda do alto do Morro do
Colégio ou da Suindara, caminhando por êsse massiço até frontear a cabeceira
mais oriental do córrego da Estiva, pelo qual descem até o rio Guaió, onde
dessa barra, em réta, ao alto do morro do Corrêa, em frente à cabeceira mais
oriental do ribeirão Aricanduva.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL
   

  

 Começam no morro do Corrêa, em frente á cabeceira mais oriental do ribeirão
Aricanduva, seguem pelo espigão que deixa, á direita, as águas do rio Guaió, e,
á esquerda, as do ribeirão Itaquéra e seus afluentes, passando pelos morros
Gerivá e Vermelho,até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego das Três
Pontes, pelo qual descem até o rio Tietê, e por êste abaixo até a bôca do
córrego Pirati-Mirim, onde tiveram início estas divisas.
   

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MOGI DAS CRUZES
   

  

 Sede do Município
   

  

 O distrito de paz da sede do município de Mogi das Cruzes terá as seguintes
divisas internas;
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

 Começam no rio Jundiaí, na barra do ribeirão Grande, descem por aquele até o
rio Tietê e por êste abaixo até a bôca do rio Taiassupéba.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ SUZANO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio, Taiassupéba, descem pelo primeiro até a
embocadura do córrego da Capéla, vão daqui, em réta, à ponte sôbre o ribeirão
Jaguari, na estrada de rodagem municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai
ao bairro do Meio.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

 Começam no ribeirão Jaguarí na ponte da estrada municipal que da cidade de Mogi
das Cruzes vai ao bairro do Meio, continuam pelo espigão que deixa, á direita,
as cabeceiras do ribeirão Jaguari, e, á esquerda, as águas do ribeirão do
Mandi,indo até a cabeceira do galho mais meridional do córrego de São Bento,
pelo qual descem ao ribeirão do Pium e por êste abaixo até o rio Parateí.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

 Começam no ribeirão do Lambari ou da Divisa, na foz do córrego do morro do
Feital, sobem pelo primeiro até sua cabeceira mais meridional, atingem o alto
da Serra do Itapeti, vão dêsse ponto, em réta, á cabeceira mais ocidental do
ribeirão Guararema e continuam pelo espigão mestre entre as águas do rio Tietê,
á direita, e as do rio Paraíba, à esquerda, até frontear a cabeceira do córrego
Lindeiro.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e as do rio
Paraíba, à esquerda em frente á cabeceira do córrego Lindeiro, descem por êste
até o rio Tietê, pelo qual sobem até a bôca do rio Biritiba-Mirim, subindo por
êste até o ponto em que êle é cortado pela réta oeste-leste, que vem da
cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 Começam no rio Biritiba-Mirim, no ponto em que êle é cortado pela réta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão  da Estiva,
seguem pela réta até a referida cabeceira e pelo Estiva descem até o rio
Jundiaí e por êste abaixo até a bôca do ribeirão Grande.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 O distrito de paz de Biritiba-Mirim terá as seguintes divisas internas;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

  

 Começam no rio Itatinga, na barra do rio Grande, vão dai, em réta, á cabeceira
do galho mais meridional do rio Biritiba-Mirim, pelo qual descem até o ponto em
que êle é contado pela réta oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do
ribeirão da Estiva.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Biritiba-Mirim, no ponto em que êle é contado pela réta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva, descem
pelo Biritiba-Mirim, até o rio Tietê e por êste abaixo até a embocadura do
córrego Lindeiro, pelo qual sobem até o espigão mestre Tietê-Paraiba.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Paraíba, em frente á cabeceira do córrego
Lindeiro, caminham pelo espigão mestre até cruzar o espigão entre as águas do
córrego da Fazendinha, de um lado, e as do rio Potim, do outro.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

  

 O distrito de paz de Itaquaquecetuba, terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Parateí, na foz do ribeirão do Pium, sobem por aquele e depois
pelo córrego de São Bento até a cabeceira do seu galho mais meridional, ganham
o espigão que deixa, á direita, as águas do ribeirão do Mandi, e á esquerda, as
das cabeceiras do ribeirão Jaguari, indo até êste, na ponte da estrada
municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai ao bairro do Meio.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 Começam no ribeirão Jaguarí, na ponte da estrada municipal que da cidade de
Mogi das Cruzes vai ao bairro do Meio, descem pelo ribeirão até o rio Tietê e
por êste acima até a barra do córrego da chácara Bela Vista.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego da chácara Bela Vista, sobem por êste,
pelo galho da direita, até sua cabeceira e daí, em réta, á barra do córrego de
Armenio Soares no córrego das Três Pontes.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 O distrito de paz de Poá, terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

 Começam no córrego das Três Pontes, na foz do córrego de Armenio Soares, vão
daí, em réta à cabeceira do galho da esquerda do córrego da chácara da Bela
Vista, pelo qual descem até o rio Tietê.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego da chácara da Bela Vista, descem pelo
rio Tietê até  a barra do rio Guaió e por êste acima até a embocadura do
córrego do Fernandes e por êste acima até sua cabeceira, continuando depois
pelo espigão que deixa, á direita, as águas do rio Guaió, e , à esquerda, as do
ribeirão Una e seu afluente o córrego da Varginha, e as do rio
Taiassupéba-Mirim, indo até o alto do morro da Suidara ou do Colégio.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

  

 O distrito de paz de Sabaúna terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Paraíba, em frente á cabeceira do córrego
Lindeiro, seguem pelo espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do ribeirão
Guararema, vão dai, em réta, ao alto da Serra do Itapeti, em frente à cabeceira
mais meridional do ribeirão Lambari ou da Divisa, descem por êste até a
embocadura do córrego do morro do Feital.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

  

 Fica criado, com sede na povoação do mesmo nome,  o distrito de paz de
Santo Angelo, no município de Mogi das Cruzes, e que terá as seguintes divisas
internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 Começam no rio Taiassupéba, na barra do ribeirão do Açúcar, descem por aquele
até a bôca do rio Tietê;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupéba, sobem por aquele até a bôca do
rio Jundiaí, e vão por êste acima até a barra do ribeirão Grande.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

  

 Começam no rio Jundiaí, na foz do ribeirão Grande, vão daí, em réta, à barra do
ribeirão do Açucar, no rio Taiassupéba.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 O distrito de paz de Suzano terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 Começam no alto do morro da Suindara ou do Colégio, seguem pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do rio Taiassupéba-Mirim, e as do ribeirão do Una e
de seu afluente o córrego da Varginha, e , á esquerda, as do rio Guaió, até
frontear a cabeceira do córrego do Fernandes, pelo qual descem ao rio Guaió e
por êste abaixo até o rio Tietê e por êste ainda até a bôca do córrego da
Chacara Béla Vista.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

  

 Começam no rio Tietê, na bôca do córrego da chácara da Bela Vista, descem pelo
primeiro até a barra do ribeirão Jaguari e por êste acima até a ponte da
estrada municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai ao Bairro do Meio.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no ribeirão Jaguari, na ponte da estrada municipal que da cidade de
Mogi das Cruzes vai ao Bairro do Meio, seguem, em réta, à barra do córrego da
Capela no rio Tietê e vão por êste acima até a embocadura do rio Taiassupéba.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupéba e vão por êste acima até a bôca
do ribeirão do Assucar.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 Começam no rio Taiassupéba, na barra do ribeirão do Assucar e vão por aquele
acima até a barra do ribeirão Claro, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
meridional no espigão divisor entre as águas dos rios Grande e Taiassupéba.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 O distrito de paz de Taiassupéba, terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

 Começam no divisor entre as águas dos rios Claro e Taiassupéba, na cabeceira do
ribeirão Claro, pelo qual descem até sua barra no rio Taiassupéba e vão por
êste abaixo até a bôca do ribeirão do Assucar.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

 Começam no rio Taiassupéba, na foz do ribeirão do Assucar e vão em réta, à
barra do ribeirão Grande no rio Jundiai.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam no rio Jundiaí, na foz do ribeirão Grande, sobem por equele até a bôca
do ribeirão da Estiva e por êste acima até sua cabeceira mais oriental, indo
depois, em réta, oeste-leste, ao rio Biritiba-Mirim.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 Começam no rio Biritiba-Mirim, onde êle é cortado pela réta oeste-leste que vem
da cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva, sobem pelo rio, até a
cabeceira de seu galho mais meridional e vão daí em réta, à barra do ribeirão
Grande, no rio Itatinga.
   

  

 PALESTINA
   

  

 O Município de Palestina, comarca de Nova Granada, terás as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAULO DE FARIA
   

 (Ex-Patos)
   

  

 Começam na confluência dos rios Preto e Turvo e vão pelo Turvo até a barra do
córrego do Piau.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA
   

 Começam no rio Turvo, onde se lança o córrego do Piau, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais oriental vão dai em réta à cabeceira do galho da esquerda do
ribeirão da Cruz, pelo qual descem até o rio Preto.
   

 COM O MUNICÍPIO DE TANABÍ
   

 Começam no rio Preto, onde deságua o córrego da Cruz e vão pelo rio abaixo até
a confluência com o rio Turvo, onde principiaram estas divisas.
   

  
   

 SALESÓPOLIS
   

  

 O município de Salesópolis, comarca de Santa Branca, terá as seguintes divisas:
   

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e , as do rio
Paraíba, à esquerda, em frente à cabeceira do córrego João de Melo, seguem por
êste espigão até onde cruza com o divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão dos Monos , e, à esquerda as do ribeirão Potim.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA
   

  

 Começam no espigão mestre, entre as águas do rio Tietê e as do rio Paraíba,
onde êle cruza com o divisor que deixa, á esquerda, as águas do ribeirão Potim,
e, á direita, as dos Monos e pelo Espigão Mestre continuam em demanda da
cabeceira mais meridional do córrego da Roseira.
   

 COM O MUNICÍPIO DE PARAIBUNA
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e , as do rio
Paraíba, à esquerda, de fronte da cabeceira mais meridional do córrego da
Roseira, seguem em réta, até o cruzamento do espigão  que deixa, á
direita, as águas do rio Tietê,e,á esquerda, as dos rios Paraibuna e Lourenço
Velho com a cordilheira do Mar.
   

 COM O MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA
   

 Começam no alto da cordilheira do Mar onde ela entronca com o divisor entre as
águas do rio Tietê, à esquerda e as dos rios Paraibuna e Lourenço Velho, à
direita, seguem pela crista da cordilheira até encontrar a serra do
Juqueriquerê, que é o "divortium acquarum" entre o rio Juqueriquerê,
à esquerda, e o rio Cubatão, à direita.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com a serra do Juqueriquerê e
continuam pela crista daquela até entroncar com o divisor entre as águas do rio
Cubatão, á esquerda, e as do rio Vermelho e rio Branco, à direita.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com o divisor que deixa, à
esquerda, as águas do rio Cubatão, e, á direita as dos rios Branco e Vermelho e
 pela cumiada da cordilheira, prosseguem até cruzar o contraforte que
deixa, à direita, as águas dêstes dois últimos rios citados e á esquerda, as do
rio Itapanhaú.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ DAS CRUZES
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde esta cruza com o contraforte que deixa, á
esquerda, as águas do rio Guaratuba, e ,á direita, as do rio Itapanhaú,seguem
dai em réta de rumo sul norte até a represa do rio Claro, caminham pela represa
até o rio Claro e por êste descem até sua barra no rio Tietê, e dai, em réta, á
barra do córrego da fazenda São José, no ribeirão Alegre ou Peroba, sobem por
aquele até sua cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do córrego do
Léo ou da Fazenda e por êste até o rio Paraitinga e por êste até a bôca do
córrego de João de Melo e caminham por êste acima até sua cabeceira atingindo a
rumo, depois, o espigão mestre Tietê-Paraiba, onde se iniciaram estas divisas.
 
  

  

 Começam no ribeirão das Guabiróbas, na foz do pequeno córrego da Estrada Velha,
vão daí em reta à nascente do córrego do Mosquito e por outra reta alcançam a
barra do pequeno córrego do Lenheiro de Francisco Greco no ribeirão das
Anhumas, depois de cortar o ribeirão das Cabeceiras, daquela barra seguem por
nova reta até a ponte da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, sôbre o córrego
Fundo, e por êste abaixo até o ribeirão do Rancho Queimado, subindo por êste
até a boca de córrego Desbarrancado e por êste ainda até sua nascente;
 
  

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTA LUCIA.
 
  

  

 O distrito de paz de Santa Lucia terá as seguintes divisas internas:
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BUENO DE ANDRADA
 
  

  

 Começam na confluência do córrego da Tréia com o córrego do Boi, descem por
êste ao ribeirão do Rancho Queimado, vão daí em reta, à nascente do córrego
Desbarrancado.
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RINCÃO
 
  

  

 Começam na nascente do córrego Desbarrancado, descem por êste ao ribeirão do
Rancho Queimado, e por êste abaixo até a foz do córrego Fundo, pelo qual sobem
até a ponte da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, e daí em reta, à barra do
pequeno córrego do Lenheiro de Francisco Greco, no ribeirão das Anhumas, e, por
outra reta, dessa barra, atravessando o ribeirão das Cabeceiras vão à nascente
do córrego do Mosquito, seguindo daí, em reta, até a barra do pequeno córrego da
Estrada Velha no ribeirão das Guabiróbas;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE AMÉRICO BRASILIENSE.
 
  

  

 Começam na nascente do ribeirão das Guabiróbas, vão em reta à barra do córrego
do Engenho Velho, no ribeirão das Cabeceiras, e por outra reta depois de
atravessar o ribeirão das Anhumas alcançam a barra do córrego do Monjolinho no
ribeirão Cruzeiro, seguem pelo espigão que deixa à direita as águas do córrego
da fazenda Monte Verde, e à esquerda, as do córrego da fazenda Santa Maria, até
atingir o alto do espigão que deixa, a leste, as águas do ribeirão das Anhumas
e, a oeste, as do ribeirão Rancho Queimado, e daí seguem até a cabeceira do
galho de oeste do córrego das Contendas, e daí em reta atingem a nascente do
córrego da fazenda Santa Isabel;
 
  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO        
 
  

  

 Começam na nascente do córrego da fazenda Santa Isabel, seguem em demanda da
nascente do córrego do Cabreúva, e depois a rumo da confluência do córrego da
Tréia no córrego do Boi.
 
  

  

 BARRETOS
 

  

  

 O município de Barretos, comarca do mesmo nome,
constituído pelo distritos da sede e pelos de Frigorífico, Itambé e Laranjeira,
terá as seguintes divisas:
 

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 

  

 Começam no rio Grande, na barra do ribeirão Passa
Tempo, sobem por aquele até a barra do rio Pardo.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUAIRA
 

  

 Começam no rio Grande na barra do rio Pardo e por
êste acima até a foz do ribeirão do Rosario.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO
 

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão do Rosario e
por aquele até a barra do rio Turvo.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA
 

  

 Começam no rio Pardo na barra do rio Turvo, seguem
pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Pitangueiras, e, à
esquerda, as do rio Turvo até alcançar o espigão mestre Pardo-Cachoeirinha,
caminham pelo espigão mestre em demanda da cabeceira mais oriental do córrego
da Bagagem ou Três Pontas, e por êste descem até o rio Cachoeirinha.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da
Bagagem, descem aquêle até a barra do córrego da Mata e por êste acima e pelo córrego
da Bôa Sorte até sua cabeceira mais setentrional, e daí pelo espigão divisor
das águas do rio Cachoeirinha, à esquerda, e córrego das Três Barras, à
direita, e córrego das Três Barras, à direita, até atingir a cabeceira mais
meridional do córrego Cafundó, e, por este abaixo até a sua barra no ribeirão
Passa Tempo, descendo por êste até a sua barra no rio Grande onde tiveram iníco
estas divisas.
 

  

  

 DISTRITOS DE PAZ DE BARRETOS
 

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do município de Barretos
terá as seguintes divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAMBÉ
 

  

 Começam no espigão que deixa, à direita, as águas do
rio Pardo, e, à esquerda, as do rio Cachoeirinha e ribeirões Passa Tempo e
Anhumas, na cabeceira mais ocidental do ribeirão Pitangueiras, seguem pelo
espigão até a cabeceira mais ocidental do córrego Queixada.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LARANJEIRAS
 

  

 Começam no espigão que deixa, à esquerda, às águas do
ribeirão Anhumas, e, à direita, as do rio Pardo, na cabeceira mais ocidental do
córrego de Queixada, descem por êste até o rio Velho e por êste abaixo até a
boca do córrego Jatai, vão daí em reta, à barra do córrego do Bagre no ribeirão
Mandi e por êste abaixo até o rio Pardo.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE FRIGORIFÍCO
 

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão Pitangueiras
e vão por êste acima até a barra do córrego do Aleixo, seguem pelo espigão
entre êstes cursos dágua até a cabeceira do primeiro córrego da margem esquerda
do córrego que passa na fazenda Fortaleza, descem por aquele córrego e pelo que
passa na citada fazenda até sua barra no ribeirão Pitangueiras, pelo qual sobem
pela sua cabeceira mais ocidental no espigão divisor entre as águas do rio
Pardo, a direita, e as do rio Cachoeirinha, à esquerda.
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE FRIGORIFÍCO
 

  

 O distrito de paz de Frigorífico terá as seguintes

divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAMBÉ
 

  

 Começam na barra do córrego Tamburi, no córrego da
Bagagem, seguem pelo espigão que deixa, à esquerda as águas daquele,
continuando pelo espigão que deixa, á direita, as águas do rio Pardo, e à
esquerda, as do rio Cachoeirinha, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão
Pitangueiras.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no espigão que deixa, à direita, as águas do
rio Pardo, e, à esquerda, as do rio Cachoeirinha, na cabeceira mais ocidental
do ribeirão Pitangueiras, alcançam essa cabeceira e vão pelo ribeirão abaixo
até a barra do córrego que vem da fazenda Fortaleza, êste córrego até a barra
de seu primeiro afluente até sua cabeceira, continuam pelo espigão entre o
córrego do Aleixo e ribeirão Pitangueiras até a confluência dos mesmos e pelo
ribeirão Pitangueiras até sua barra no rio Pardo.
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAMBÉ
 

  

 O Distrito de paz de Itambé, terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 BARRETOS
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE LARANJEIRAS
 

  

 Começam no rio Grande da barra do ribeirão da Onça,
pelo qual sobem até a boca do córrego do Pavão e por êste acima até sua
cabeceira, continuando pelo espigão que deixa, à esquerda, às águas do rio
Pardo, e, a direita, as do ribeirão de Anhumas, até a cabeceira mais ocidental
do córrego de Queixada.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no espigão que deixa, à esquerda, às águas do
rio Pardo, e, à direita, as do ribeirão das Anhumas, na cabeceira do córrego de
Queixada, continuam pelo espigão e pelo seu prolongamento que deixa, sempre, à
esquerda, as águas do rio Pardo, e, à direita, as do ribeirão Passa Tempo e rio
Cachoeirinha, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão Pitangueiras.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE FRIGORIFÍCO
 

  

 Começam no espigão que deixa, à esquerda, as águas do
rio Pardo, e, à direita, as do rio Cachoeirinha, na cabeceira mais ocidental do
ribeirão Pitangueiras, continuam pelo espigão até cruzar com o espigão que
deixa, à direita, as águas do córrego do Tamburí, indo até a barra deste
córrego da Bagagem.
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE LARANJEIRAS
 

  

 O distrito de paz de Laranjeiras terá as seguintes
divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no rio Pardo, na fóz do ribeirão do Mandi,
sobem por êste até a boca do córrego do Bagre, vão daí, em reta, à barra do
córrego Jataí, no rio Velho, e por êste em acima até a embocadura do córrego
Queixada, pelo qual sobem até sua cabeceira mais ocidental no espigão que
deixa, à direita, as águas do rio Pardo, e, à esquerda, as do ribeirão Anhumas.
 

  

 COM DISTRITO DE PAZ DE ITAMBÉ
 

  

 Começam no espigão que deixa, à direita, as águas do
rio Pardo, e, à esquerda, as do ribeirão Anhumas, na cabeceira do córrego
Queixada, continuam pelo espigão em demanda da cabeceira do córrego do Pavão e
por êste abaixo até o ribeirão da Onça e por êste ainda até o rio Grande.
 

  

  

 COLINA
 

  

  

 O município de Colina, comarca de Barretos,
compreendendo além do distrito de paz da sede, o de Jaborandi, terá as
seguintes divisas:
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, onde desemboca o córrego
de Abilio de Almeida, descem pelo rio até a foz do córrego da Bagagem.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS
 

  

 Começam no córrego da Bagagem, onde ele deságua no
rio Cachoeirinha, vão por aquele até sua cabeceira mais oriental, transpõem o
espigão mestre Pardo-Cachoeirinha e continuam pelo espigão entre as águas do
ribeirão Pitangueiras, à esquerda, e as do ribeirão Turvo, à direita, até a
barra do Turvo no rio Pardo.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DO MORRO AGUDO
 

  

 Começam no rio Pardo, na foz do ribeirão Turvo, e vão
por êste rio acima até a embocadura do ribeirão das Palmeiras.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE VIRADOURO
 

  

 Começam no rio Pardo, na barra do ribeirão das
Palmeiras, vão por este acima até a embocadura do ribeirão da Onça ou Palmital.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE BEBEDOURO
 

  

 Começam na confluência do ribeirão da Onça ou
Palmital, com o ribeirão Mandembo, formadores do ribeirão das Palmeiras e pelo
ribeirão da Onça ou Palmital acima até sua cabeceira mais ocidental, atingindo
depois o espigão mestre entre as águas do rio Pardo, à direita, e as do rio
Cachoeirinha, à esquerda.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL
 

  

 Começam no espigão mestre entre os rios Pardo, à
direita, e Cachoeirinha, à esquerda, em frente à cabeceira mais ocidental do
ribeirão da Onça ou Palmital, alcaçam a cabeceira mais setentrional do córrego
Grande pelo qual descem até o rio Cachoeirinha, e por êste abaixo até a foz do
córrego Abilio de Almeida, onde tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE JABORANDI
 

  

  

 O distrito de paz de Jaborandi terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da séde do município:
 
  

 Começam no ribeirão das Palmeiras, na foz do ribeirão do Retirinho, sobem por
êste até a barra do córrego da fazenda Recreio, continuam pelo espigão que
deixam, a esquerda, as águas do Retirinho, e, à direita, as cabeceiras do
córrego Jaborandi, indo até a nascente do córrego da fazenda Mandaguari, vão
dêste ponto em reta à confluência do córrego da Estiva, no ribeirão do Turvo,
prosseguem pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Québra-Cuia,
até atingir o espigão divisor das águas do ribeirão Pitangueiras, ao norte, e
ribeirão Turvo, ao sul, em frente a cabeceira do galho do norte do córrego
Quebra-Cuia.
 

  

  

 MUNICÍPIO DE OLIMPIA
 

  

  

 O município de Olímpia, comarca do mesmo nome constituido
do distrito de paz da sede do município e dos de Altair, Guaraci, Icem, Ribeiro
dos Santos (ex-Gáguassu) e Severina, terá as seguintes divisas:
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAULO DE FARIA (ex-Patos)
 

  

 Começaram rio Turvo, na barra do córrego do Paiu, e
vão em reta a cabeceira do córrego do Porto Velho, pelo qual descem até sua
barra no rio Grande.
 

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
 

  

 Começam no rio Grande, na foz do córrego do Porto
Velho, sobem por aquele até a barra do ribeirão Passa Tempo.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS
 

  

 Começam no rio Grande, na foz do ribeirão Passa
Tempo, sobem por êste até a barra do córrego Cafundó, e por êste acima até sua
cabeceira mais meridional,continuam pelo espigão entre as águas do rio
Cachoeirinha e Três Barras, e pelo espigão até alcaçar a cabeceira mais
setentrional do córrego da Bôa Sorte, e por êste descem até a barra do córrego
da Mata e por êste ainda até o rio Cachoeirinha pelo qual sobem até a barra do
córrego da Bagagem.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE COLINA
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da
Bagagem, vão por aquele acima até a embocadura do córrego de Abilio de Almeida.
 

  

 COM MUNICÍPIO DE MONTE AZUL
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego de
Abilio de Almeida, vão até a sua cabeceira mais ocidental.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE CAJOBÍ
 

  

 Começam na cabeceira mais ocidental do córrego de
Abilio de Almeida, vão dai em rumo à cabeceira sudocidental do córrego do
Matadouro, vão dai em reta a cabeceira mais oriental do córrego do Bambu ou
Capela, pelo qual descem até sua barra no Barreinha, prosseguem pelo espigão
que deixa, á direita, as águas do córrego Olhos Dágua da cabeceira do córrego
Capituvinha pelo qual descem até sua barra no rio Turvo.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE TABAPUÃ
 

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego Capituvinha
pelo qual descem até sua barra no rio Turvo.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE UCHOA
 

  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego São Domingos
e vão por aquele abaixo até a barra do ribeirão das Palmeiras.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIO PRETO
 

  

 Começam no rio Turvo, na foz do ribeirão das
Palmeiras e vão por aquele abaixo até a barra do córrego das Casinhas.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA
 

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego das
Casinhas e vão por aquele abaixo até a foz do córrego do Piau, onde tiveram
início estas divisas.
 

  

  
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE OLÍMPIA
 

  

  
 

  

 SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

  
 

  

 O distrito de paz da séde do município, terá as
seguintes divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR
 

  

 Começam no rio Turvo, na foz do rio Cachoeirinha,
pelo qual sobem até a barra do córrego da Bôa Vista.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da Bôa
Vista e sobem por aquele e pelo córrego da Fartura até sua cabeceira, já no
espigão Passa-Tempo-Cachoeirinha.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SEVERINIA
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego
Baixão, sobem por êste até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de
Olímpia, vai à cidade de Barretos, vão daí em reta, à barra do córrego da
fazenda da Gema, no córrego Bôa Esperança, sobem pelo Gema até sua cabeceira
mais meridional, vão daí, em reta, à barra do córrego da fazenda Santa Ana no
córrego Olhos d'Agua, sobem pelo Santa Ana até sua cabeceira, já no espigão
Cachoeirinha-Turvo.
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR:
 

  

 O distrito de paz de Altair, que ora se cria, no
município de Olímpia, terá as seguintes divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ICÊM
 

  

 Começam no rio Turvo, na foz
do córrego da areia,
sobem por êste até sua cabeceira mais setentrional,
vão dai, em reta
aproximadamente noroéste até a forquilha cem até a
barra do córrego de Antonio
Bianco, vão daí, em reta léste-oéste,
até o espigão do córrego Rico - ribeirão
de Santa Ana.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARACÍ
 

  

 Começam no alto do espigão intermediário das águas do
córrego Rico e ribeirão de Santa Ana, onde êle é cortado pela reta léste-oéste
que vem da barra do córrego de Antonio Bianco no córrego Rico, seguem desse
ponto à procura da cabeceira do córrego Monte Alegre, pelo qual descem até o
ribeirão  de Santa Ana, e por êste acima até a boca do córrego do Meio,
pelo qual sobem até sua cabeceira mais ocidental, continuam pelo espigão que
deixa à esquerda, o córrego do Retiro, e, à direita, o ribeirão Cresciuma, indo
até a barra do córrego de Francisco Guerra, pelo galho da direita, até sua
cabeceira e pelo espigão atingem o espigão mestre Turvo-Grande, caminhando por
êste até frontear a cabeceira mais setentrional do galho da extrema direita do
córrego da Bôa Vista.
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS
 

  

 (Ex-Báguassú)
 

  

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Grande, em frente à
cabeceira mais setrentrional do galho da extrema direita do córrego Bôa Vista,
descem por êste até o rio Cachoeirinha;
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da Bôa
Vista e descem por aquele até sua barra no rio Turvo.
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE GUARACÍ
 

  

 O distrito de paz de Guarací terá as seguintes
divisas internas:
 

  

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS
 

  

 (Ex-Báguassú)
 

  

  

 Começam no espigão Limoeiro-Passa-Tempo, na cabeceira
do córrego da fazenda João Coleto, descem por êste até o ribeirão Limoeiro,
pelo qual sobem até a boca do córrego da Fazendinha, e por êste acima até sua
cabeceira, vão daí a rumo, à barra do córrego de José Anacleto no córrego da
Bocâina, sobem por aquele até frontear a cabeceira mais setentrional do galho
da extrema direita do córrego da Bôa Vista.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR
 

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Grande, em frente à
cabeceira mais setentrional do galho da extrema direita do córrego Bôa Vista,
seguem pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego de Francisco Guerra, pelo
qual descem até o ribeirão Cresciuma e continuam pelo espigão que deixa, à
esquerda, as águas dêste último, e, à direita, as do córrego do Retiro, até
alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego do Meio, pelo qual descem ate o
ribeirão de Santa Ana, descendo por êste até a barra do córrego Monte Alegre,
pelo qual sobem até sua cabeceira, ganhando, depois, a rumo, o salto do espigão
intermediário entre as águas do ribeirão Santa Ana e do córrego Rico, no ponto
em que esse alto é alcançado pela reta leste-oeste em que vem da barra do
córrego de Antonio Bianco no córrego Rico.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ICEM
 

  

 Começam no alto do espigão intermediário entre as
águas do ribeirão Santa Ana e as do córrego Rico, no ponto em que êsse alto é
cortado pela reta leste-oeste que vem da barra do córrego de Antonio Bianco no
córrego do Retiro, seguem pelo espigão até alcançar a cabeceira do córrego dos
Coqueiros e por êste descem ao ribeirão de Santa Ana e por êste abaixo até o
rio Grande.
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE ICEM
 

  

 O Distrito de paz de Icem terá as seguintes divisas
internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARACÍ
 

  

 Começam no rio Grande, na foz do ribeirão de Santa
Ana, sobem por êste até a boca do córrego dos Coqueiros e por êste acima até
sua cabeceira, tomam o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Rico,
e, a esquerda, as do ribeirão de Santa Ana e pelo espigão caminham até onde êle
é cortado pela reta leste-oeste que vem da barra do córrego de Antonio Bianco
no córrego Rico.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR
 

  

 Começam no alto do espigão intermediário entre as
águas do ribeirão de Santa Ana e as do córrego Rico, onde êle é cortado pela
reta leste-oeste que vem da barra do córrego de Antonio Bianco no córrego Rico,
seguem por essa reta até a referida barra e sobem pelo córrego Rico até a
forquilha dos seus dois galhos formadores e vão daí, em direção aproximadamente
sudoeste em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego da Areia, pelo
qual descem até o rio Turvo.
 

  

  
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE RIBEIRO DOS SANTOS
 

  

 (EX-Báguassú)
 

  

  
 

  

 O distrito de paz de Báguassú, cuja a sede é
denominação óra se mudam para Ribeiro dos Santos, no povoado da estação de
Gabriel Ribeiro dos Santos, na Estrada de Ferro São Pulo-Goiaz, terá as
seguintes divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ALTAIR
 

  

 Começam no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da Bôa
Vista, sobem por êste e pelo seu galho mais da esquerda até sua cabeceira
mais setentrional do galho da extrema direita, ganhando a seguir o espigão
mestre Turvo-Grande.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE GUARACÍ
 

  

 Começam no espigão mestre Turvo-Grande, em frente à
cabeceira, mais setentrional do galho da extrema direita do córrego da Bôa
Vista, seguem pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego de José Anacleto,
pelo qual descem até o córrego da Bocaína, vão dessa barra em rumo a cabeceira
do córrego da Fazendinha e por êste descem até o ribeirão do Limoeiro, pelo
qual sobem até a barra córrego da fazenda de João Coleto, pelo qual sobem até
sua cabeceira, atingindo a seguir o espigão Limoeiro-Passa Tempo.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no espigão Cachoeirinha-Passa Tempo, em
frente à cabeceira noriental do córrego da Fartura, descem por êste até o rio
Cachoeirinha e vão por êste abaixo até a boca do córrego da Bôa Vista.
 

  

 DISTRITO DE SEVERINA
 

  

 O distrito de paz de Severina terá as seguintes
divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no espigão Cachoeirinha Turvo, em frente à
cabeceira do córrego da fazenda Santa Ana, descem por êste até o córrego Olhos
d'Agua, vão daí, em reta à cabeceira mais meridional do córrego da fazenda da
Gema; descem pelo córrego da fazenda da Gema até o córrego da Bôa Esperança,
vão em reta ao córrego do Baixão, na ponte da estrada de rodagem que vai a
olimpia e pelo Baixão descem até o rio Cachoeirinha.
 

  

  

 PAULO FARIA (EX-PATOS)
 

  

  

 Fica creado no município de Paulo Faria (ex-Patos),
na comarca de Nóva Granada, com terras desmembradas do município de Olimpia,
com sede  na  povoação de Patos, compreende, além do distrito de paz
da sede os de Orindiúva e Veadinho, e que terá as seguintes divisas:
 

  

 COM O ESTADO DE MINAS GERAIS:
 

  

 Começam no rio Grande, na foz do rio Turvo, e bem por
aqueles até a barra do Porto Velho;
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA:
 

  

 Começam no rio Grande, na foz do córrego do Porto
Velho pelo qual sobem até sua cabeceira e vão em réta à barra do ribeirão do
Piau, do rio Turvo;
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE PALESTINA:
 

  

 Começam na barra do ribeirão Piau, no rio Turvo e vão
pelo Turvo abaixo, até sua confluência com o rio Preto;
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE TANABÍ:
 

  

 Começam na confluência do rio Turvo com o rio Preto e
vão por aquele abaixo até sua barra no rio Grande onde tiverem início estas
divisas;
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE PAULO DE FARIA
 

  

 SEDE NO MUNICÍPIO
 

  

 O distrito de paz da sede do município de Paulo Faria,
ex-Patos, terá as seguintes divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE VEADINHO:
 

  

 Começam no rio Turvo, na barra do córrego da Presa,
sobem por êste até sua cabeceira, transpõem o espigão mestre Grande-Turvo em
demanda da cabeceira, transpõem o espigão mestre Grande-Turvo em demanda da
cabeceira do córrego do Jacú e vão por este abaixo até o rio Grande;
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ORINDIÚVA:
 

  

 Começam no rio Grande, na fóz do córrego da Mandioca,
sobem por este até sua cabeceira, transpõem o espigão mestre Turvo-Grande, em
demanda da cabeceira do córrego Viradouro e vão por este abaixo até o rio
Turvo, pelo qual sobem até a boca do córrego do Piau
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ORINDIÚVA:
 

  

 O distrito de paz de Orindiúva, terá as seguintes
divisas internas com o distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam no rio Turvo, na foz do córrego Viradouro, sobem por este até sua
cabeceira, transpõem o espigão mestre Turvo-Grande em demanda da cabeceira do
córrego da Mandioca e vão por este abaixo até o rio Grande
 

  

 DISTRITO DE PAZ DE VEADINHO
 

  

 O distrito de paz de Veadinho, terá as seguintes
divisas internas com distrito de paz da sede do município:
 
  

 Começam no rio Grande, na foz do córrego do Jacu, sobem por este até sua
cabeceira, transpõem o espigão Grande-Turvo em demanda da cabeceira do córrego
da Pressa, pelo qual descem até o rio Turvo.
 

  

  

 SÃO CARLOS
   

  

 O município de São Carlos, comarca do mesmo nome, constituído
do distrito de paz da sede, e dos de Ibaté e Santa Eudoxia, passa a ter as
seguintes divisas:
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
 

  

 Começam no rio Jacaré Grande, onde faz a barra o
ribeirão Laranjal, vão por êste acima até a sua cabeceira mais oriental,
continuam pelo espigão divisor que deixa as águas do rio Jacaré Grande, à
direita, à esquerda, as do ribeirão Dobrado, no ribeirão Corrente; sobem
pelo córrego Dobrado até sua nascente e vão em reta ao marco do Km. n. 228 da
Cia. Paulista de Estradas de Ferro, cerca de 2 kms. a oeste da Etação do
Tamôio, daí vão em reta à nascente do córrego da Varzea, pelo qual descem até o
rio Chibarro, e prosseguem daqui pelo qual descem até o rio Chibarro, e
prosseguem daqui pelo espigão que deixa à direita, as águas dêste rio, até o
morro das Araras, seguem contornando as cabeceiras do ribeirão das Anhumas à
procura da cabeceira mais meridional do córrego das Cabaceiras, e por êste
ainda até o córrego dos Olhos Dágua, seguem por êste abaixo até o córrego das
Cabaceiras, e por êste ainda até a foz do córrego que desce da fazenda de
Salvador Martins, daí vão em reta à confluência dos córregos dos Portugueses,
com o córrego José Ribeiro, descem pelo córrego dos Portugueses, até a barra no
ribeirão das Cabaceiras, pelo qual sobem até sua cabeceira mais setentrional e
vão daí em reta à nascente mais meridional do ribeirão Guabirobas, descendo por
êste até a sua barra no rio Mogi Guassú.
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
 

  

 Começam onde o ribeirão Guarirobas desagua no rio
Mogi Guassú, e por êste acima até a barra do rio Quilombo;
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE DESCALVADO
 

  

 Começam no rio Mogi Guassú na foz do rio Quilombo,
sobem por êste até a embocadura do córrego da fazenda Paraizo, vão por este
acima até sua cabeceira mais meridional, seguem pelo espigão fronteiro em
demanda da cabeceira setentrional do córrego da Jacutinga, e por êste abaixo
até o rio Quilombo, pelo qual continuam a subir até a sua cabeceira mais
meridional, seguem pelo espigão entre as águas dos ribeirões Quilombo e do
Pântano, e prosseguem pelo contraforte que vai à confluência do córrego da
fazenda Montes Claros, no ribeirão Pântano.
 

  

 COM MUNICÍPIO DE ANAPOLIS
 

  

 Começam na confluência do córrego da Fazenda Montes
Claros, com o ribeirão do Pântano, sobem por êste até a sua cabeceira mais
ocidental, continuam pelo espigão que deixa, à direita, as águas vertentes do
ribeirão Laranja Azeda, e, à esquerda, as do ribeirão do Feijão, até a barra do
córrego do Lageadinho, neste ultimo ribeirão;
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA
 

  

 Começam onde o córrego do Lageadinho deságua no
ribeirão do Feijão, e vão por êste abaixo até a barra do ribeirão do Lobo;
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE BROTAS
 

  

 Começam no ribeirão do Lobo onde faz barra o ribeirão
do Feijão, descem por êste que tem a denominação loca de rio Jacaré Grande, até
a barra do ribeirão de Santa Joana;
 

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO
 

  

 Começam no rio Jacaré Grande, onde desagua o ribeirão
Santa Joana, e vão por aquele abaixo até a barra do ribeirão do Laranjal, onde
tiveram inicio estas divisas.
 

  

  

 DISTRITO DE PAZ DE S. CARLOS
 

  

 SEDE DO MUNICÍPIO
 

  

  

 O distrito de paz da sede do município de São Carlos
terá as seguintes divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IBATÉ
 

  

 Começam no rio Jacaré Grande, na barra do ribeirão
Mojolinho e por êste sobem até a fóz do ribeirão Can-Can e ainda por este até a
junção de seus dois galhos principais, continuam pelo espigão intermediário
dessas duas águas indo em direção da confluência do córrego da Fazenda Embaré,
no ribeirão do Chibarro, pelo qual descem até a barra do córrego da Fazenda
Aparecida, e por êste acima até sua cabeceira mais setentrional do ribeirão das
Cabaceiras, que fica na contravertente e por êste abaixo até a boca do córrego
de José Firmiano.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA EUDOXIA
 

  

 Começam no ribeirão das Cabaceiras na fóz do córrego
de José Firmiano, sobem por aquele até sua cabeceira, continuam pelo espigão
que deixa à esquerda as cabeceiras do ribeirão da Estiva, indo alcançar a
cabeceira, continuam pelo espigão que deixa as cabeceiras do ribeirão da
Estiva, indo alcançar a cabeceira do córrego da fazenda Santa Emilia pelo qual
descem até o ribeirão das Araras, pelo qual descem até a barra do córrego da
fazenda Santa Eliza, pelo qual sobem até a boca do pequeno córrego da fazenda
Santo Antonio; continuam pelo espigão que contorna as cabeceiras do córrego da
Bôa Vista, à esquerda, e separa as águas do ribeirão dos Negros, à direita,
indo até a barra do córrego da Matança, também chamado do Sítio do Quilombo, no
ribeirão do Quilombo;
 

  

  

 IBATÉ
 

  

  

 O distrito de paz de Ibaté terá as seguintes divisas
internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTA EUDOXIA
 

  

 Começam no ribeirão das Cabeceiras na foz do córrego
dos Ólhos Dágua, sobem pelo ribeirão das Cabaceiras, até a barra do pequeno
córrego de José Firmiano.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no ribeirão das Cabaceiras, na foz do pequeno
córrego de José Firmiano, sobem por aquele ribeirão até sua cabeceira mais
meridional, ganham a cabeceira mais setentrional do córrego da fazenda
Aparecida que fica na contravertente, por êste descem até o ribeirão Chibarro,
pelo qual sobem até a boca do córrego da fazenda Embaré, continuam pelo espigão
intermediário entre essas duas águas, indo sempre pelo espigão, até a forquilha
dos dois galhos principais romadores do ribeirão Can-Can, e por  êste
abaixo até sua foz no ribeirão Monjolinho e por êste ainda até o rio Jacaré
Grande
 

  

  

 SANTA EUDOXIA
 

  

  

 O distrito de paz de Santa Eudoxia, terá as seguintes
divisas internas:
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
 

  

 Começam no ribeirão Quilombo, na foz do córrego da
Matança, também chamado do Sítio do Quilombo, seguem pelo espigão que deixa à
direita, as águas do ribeirão dos Negros, e, à esquerda, as cabeceiras do
córrego da Bôa Vista indo até a boca do pequeno córrego da fazenda Santo
Antonio, no córrego da fazenda Santa Elisa, descem por êste até o ribeirão das
Araras, pelo qual sobem até a boca do córrego da fazenda Santa Emilia, e por
êste acima até sua cabeceira, continuando pelo espigão que contorna as
cabeceiras do ribeirão da Estiva, indo até a cabeceira do córrego de José
Firmiano, pelo qual descem até o ribeirão das Cabaceiras.
 

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE IBATÉ
 

  

 Começam no ribeirão das Cabaceiras, na foz do córrego
de José Firmiano, descem por aquele até a boca do córrego dos Olhos Dágua.
 

  

  

  

 DECRETO N. 9.775, DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1938
   

  

 Fixa o novo quadro da divisão territorial do Estado, que vigorará de 1.º de
janeiro de
 
 1939 a
 
 31 de dezembro de 1943 e dá outras providências.
 
  

  
 
  

 RETIFICAÇÕES
 

  

  

 Por haver sido publicado com incorreções, são feitas as seguintes retificações no
texto no ANEXO n.2 do referido decreto:
 
  

  

 CRAVINHOS
 
  

  

 O município de Cravinhos da comarca de Ribeirão Preto, constituído do distrito
de paz da sede do município e do de Serrana, (ex-Serrinha), passa a ter as
seguintes divisas:
 
  

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
   

 Começam na barra do córrego Lageadinho ou Lageadozinho, no ribeirão da Onça,
descem pelo último até o córrego São Francisco, sobem por êste até sua
cabeceira mais setentrional, donde vão em reta, á cabeceira mais meridional do
córrego da fazenda Cantagalo, pelo qual descem até sua bôca no ribeirão Preto,
continuam pelo espigão da margem direita do córrego da fazenda da Santa Maria
ou Santa Rita, até alcançar a cabeceira da água da fazenda Venancio ou
Figueira, descendo por esta até o córrego Espraiado, pelo qual descem até o
ribeirão da Figueira e descendo ainda por êste até sua barra no rio Pardo.
   

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI
   

 Começam na confluência do ribeirão da Figueira com o rio Pardo, sobem pelo rio
pardo até onde recebe as águas do ribeirão do Adão.
   

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINOPOLIS
   

 Começam onde o ribeirão do Adão deságua no rio Pardo, sobem pelo último até a
ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL
   

 Começam na ponte do rio Pardo, na ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas,
alcançam o espigão divisor das águas do córrego São Pedro, á direita, e córrego
Serra Azul, à esquerda, continuam por êste espigão pelo cume da Serra Azul até
frontear a cabeceira mais oriental do córrego Capoeirinha, pelo qual descem até
sua barra no córrego Serrinha e subindo pelo último até a confluência do
córrego Itambé, pelo qual sobem até sua cabeceira; daqui vão em réta até a
barra do ribeirão Tamanduazinho no ribeirão Tamanduá,sobem por êste até a barra
da Água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda logo acima da confluência
do córrego Cachoeira.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
   

 Começam na barra da Água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda do
ribeirão Tamanduá, logo acima da confluência do córrego da Cachoeira, sobem por
aquele até sua cabeceira, prosseguindo dai em réta ao quilometro n.275, da
estrada de Ferro Mogiana, entre as estações de Tibiriça e Béta, da mesma
estrada, e dai em demanda do espigão que deixa,á esquerda, o ribeirão do
Pantano, e , á direita, o córrego Água Branca e por êste espigão até a
confluência dêsses dois cursos, prosseguindo pelo ribeirão do Pantano, até sua
barra no ribeirão da Onça, pelo qual descem até a barra do córrego Lageadozinho
ou Lageadinho, onde tiveram inicio estas divisas.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SERRANA (EX-SERRINHA)
   

  

 O distrito de paz de Serrinha, cujo nome ora se muda para Serrana, terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da  sede do município de
Cravinhos:
   

 Começam no ribeirão Tamanduá ou Figueira, na foz do ribeirão Tamanduazinho,
descem pelo primeiro até a barra do córrego da fazenda Cruzeiro ou de Manoel
Amaro, e vão daí pelo espigão que deixa, á direita, as águas do Tamanduá ou
Figueira, e , à esquerda, as do córrego do Espraiado, até a confluência dêstes
dois cursos.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 O município de Mogi das Cruzes, comarca do mesmo nome, constituido do distrito
de paz da sede e dos de Biritiba-Mirim, Itaquaquecetuba, Poá, Sabaúna, Santo
Angelo, Suzano e Taiassupéba, terá as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego do Pirati-Mirim, sobem por êste até sua
cabeceira ganham o morro Vermelho e por êste e pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Tietê, e , à esquerda, as do ribeirão
Buquiruvú-Guassú, alcançam a cabeceira do córrego do Taboão ou da Fontes.
   

  

 COM  O MUNICÍPIO DE SANTA IZABEL
   

  

 Começam na cabeceira do córrego do Taboão ou das Fontes, continuam pelo espigão
em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Perová e por êste abaixo ao
ribeirão Caputéra, seguem pelo espigão fronteiro que contorna as cabeceiras do
ribeirão do Una, ganham a cabeceira mais norocidental do ribeirão
Taboãozinho, e por êste abaixo até o rio Paratei, pelo qual descem até a barra
do ribeirão da Divisa ou da Lambari.
   

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA
   

 Começam no rio Parateí, onde deságua o ribeirão da Divisa ou Lambari, sobem na
por  êste acima até o morro do mesmo nome, que transpõem, continuando pelo
espigão que deixa, á direita, as águas do ribeirão Itapeti, indo até a barra do
córrego do Almeida neste último ribeirão, seguem pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas do ribeirão Comprido, e , á direita, as cabeceiras do
ribeirão Itapeti, atingem o alto da Serra do Itapeti, e pela crista desta
continuam até sua ponta mais oriental defronte da cabeceira do córrego da
Estiva; vão dai em réta, á barra do córrego de Jesuino Franco no ribeirão da
Guarema e pelo córrego acima até sua cabeceira mais meridional, continuam pelo
espigão  que deixa, à esquerda, as águas do rio Potim, e , á direita, as do
córrego da Fazendinha, até alcançar o espigão mestre Tietê-Paraiba, pelo qual
caminham até defrontar com a cabeceira do córrego de João de Melo.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS
   

 Começam no espigão Tietê-Paraiba, em frente à cabeceira do córrego de João de
Melo, descem por êste ao rio Paraitinga (afluente do rio Tietê), seguem pelo
Paraitinga até a bôca do córrego da Fazenda ou do Léo, pelo qual sobem até sua
cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do córrego, da fazenda São
José, pelo qual descem até o ribeirão Alegre ou Peroba, vão daí em réta, à
barra do rio Claro no rio Tietê, sobem pelo rio Claro até a represa e por esta
caminham até encontrar a réta de rumo sul-norte que vem do espigão mestre que
separa as águas que vertem para o litoral, das que correm para a planalto no
ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, á direita, as águas do
Itapanhaú e à esquerda as do rio Guaratuba.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela tem o nome local de serra de Guaratuba,
no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, á esquerda, as águas do rio
Guaratuba, e, á direita, as do rio Itapanhaú, alcançam e seguem pela quina da
serra até a barra do ribeirão Guacó neste último rio, continuam pelo divisor
que deixa, á direita, o ribeirão das Pedras, indo até a barra do ribeirão
Grande no rio Itatinga, sobem por êste até a embocadura do ribeirão Claro e
continuam pelo divisor que deixa, á direita as águas dêste último ribeirão e as
cabeceiras do ribeirão da Vargem Grande, e , á esquerda as do rio Itatinga,
alcançando o Pico do Itáguassú, prosseguem pelo espigão que deixa, á direita,
as águas do  rio Taiassupéba, até cruzar o espigão entre as águas dêsse
rio, à direita, e as do rio Grande, à esquerda:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ
   

  

 (Ex-São Bernardo)
   

  

 Começam na Serra do Morrão, onde ela cruza o espigão entre as águas dos rios
Grande e Taiassupéba, seguem por êste espigão em demanda da cabeceira mais
meridional do córrego mestre Leandro, pelo qual descem até sua barra no rio
Taiassupéba-Mirim, seguem pelo espigão fronteiro em demanda do alto do Morro do
Colégio ou da Suindara, caminhando por êsse massiço até frontear a cabeceira
mais oriental do córrego da Estiva, pelo qual descem até o rio Guaió, onde
dessa barra, em réta, ao alto do morro do Corrêa, em frente à cabeceira mais
oriental do ribeirão Aricanduva.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL
   

  

 Começam no morro do Corrêa, em frente á cabeceira mais oriental do ribeirão
Aricanduva, seguem pelo espigão que deixa, á direita, as águas do rio Guaió, e,
á esquerda, as do ribeirão Itaquéra e seus afluentes, passando pelos morros
Gerivá e Vermelho,até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego das Três
Pontes, pelo qual descem até o rio Tietê, e por êste abaixo até a bôca do
córrego Pirati-Mirim, onde tiveram início estas divisas.
   

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MOGI DAS CRUZES
   

  

 Sede do Município
   

  

 O distrito de paz da sede do município de Mogi das Cruzes terá as seguintes
divisas internas;
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

 Começam no rio Jundiaí, na barra do ribeirão Grande, descem por aquele até o
rio Tietê e por êste abaixo até a bôca do rio Taiassupéba.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ SUZANO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio, Taiassupéba, descem pelo primeiro até a
embocadura do córrego da Capéla, vão daqui, em réta, à ponte sôbre o ribeirão
Jaguari, na estrada de rodagem municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai
ao bairro do Meio.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

 Começam no ribeirão Jaguarí na ponte da estrada municipal que da cidade de Mogi
das Cruzes vai ao bairro do Meio, continuam pelo espigão que deixa, á direita,
as cabeceiras do ribeirão Jaguari, e, á esquerda, as águas do ribeirão do
Mandi,indo até a cabeceira do galho mais meridional do córrego de São Bento,
pelo qual descem ao ribeirão do Pium e por êste abaixo até o rio Parateí.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

 Começam no ribeirão do Lambari ou da Divisa, na foz do córrego do morro do
Feital, sobem pelo primeiro até sua cabeceira mais meridional, atingem o alto
da Serra do Itapeti, vão dêsse ponto, em réta, á cabeceira mais ocidental do
ribeirão Guararema e continuam pelo espigão mestre entre as águas do rio Tietê,
á direita, e as do rio Paraíba, à esquerda, até frontear a cabeceira do córrego
Lindeiro.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e as do rio
Paraíba, à esquerda em frente á cabeceira do córrego Lindeiro, descem por êste
até o rio Tietê, pelo qual sobem até a bôca do rio Biritiba-Mirim, subindo por
êste até o ponto em que êle é cortado pela réta oeste-leste, que vem da
cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 Começam no rio Biritiba-Mirim, no ponto em que êle é cortado pela réta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão  da Estiva,
seguem pela réta até a referida cabeceira e pelo Estiva descem até o rio
Jundiaí e por êste abaixo até a bôca do ribeirão Grande.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 O distrito de paz de Biritiba-Mirim terá as seguintes divisas internas;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

  

 Começam no rio Itatinga, na barra do rio Grande, vão dai, em réta, á cabeceira
do galho mais meridional do rio Biritiba-Mirim, pelo qual descem até o ponto em
que êle é contado pela réta oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do
ribeirão da Estiva.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Biritiba-Mirim, no ponto em que êle é contado pela réta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva, descem
pelo Biritiba-Mirim, até o rio Tietê e por êste abaixo até a embocadura do
córrego Lindeiro, pelo qual sobem até o espigão mestre Tietê-Paraiba.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Paraíba, em frente á cabeceira do córrego
Lindeiro, caminham pelo espigão mestre até cruzar o espigão entre as águas do
córrego da Fazendinha, de um lado, e as do rio Potim, do outro.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

  

 O distrito de paz de Itaquaquecetuba, terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Parateí, na foz do ribeirão do Pium, sobem por aquele e depois
pelo córrego de São Bento até a cabeceira do seu galho mais meridional, ganham
o espigão que deixa, á direita, as águas do ribeirão do Mandi, e á esquerda, as
das cabeceiras do ribeirão Jaguari, indo até êste, na ponte da estrada
municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai ao bairro do Meio.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 Começam no ribeirão Jaguarí, na ponte da estrada municipal que da cidade de
Mogi das Cruzes vai ao bairro do Meio, descem pelo ribeirão até o rio Tietê e
por êste acima até a barra do córrego da chácara Bela Vista.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego da chácara Bela Vista, sobem por êste,
pelo galho da direita, até sua cabeceira e daí, em réta, á barra do córrego de
Armenio Soares no córrego das Três Pontes.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 O distrito de paz de Poá, terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

 Começam no córrego das Três Pontes, na foz do córrego de Armenio Soares, vão
daí, em réta à cabeceira do galho da esquerda do córrego da chácara da Bela
Vista, pelo qual descem até o rio Tietê.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego da chácara da Bela Vista, descem pelo
rio Tietê até  a barra do rio Guaió e por êste acima até a embocadura do
córrego do Fernandes e por êste acima até sua cabeceira, continuando depois
pelo espigão que deixa, á direita, as águas do rio Guaió, e , à esquerda, as do
ribeirão Una e seu afluente o córrego da Varginha, e as do rio
Taiassupéba-Mirim, indo até o alto do morro da Suidara ou do Colégio.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

  

 O distrito de paz de Sabaúna terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Paraíba, em frente á cabeceira do córrego
Lindeiro, seguem pelo espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do ribeirão
Guararema, vão dai, em réta, ao alto da Serra do Itapeti, em frente à cabeceira
mais meridional do ribeirão Lambari ou da Divisa, descem por êste até a
embocadura do córrego do morro do Feital.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

  

 Fica criado, com sede na povoação do mesmo nome,  o distrito de paz de
Santo Angelo, no município de Mogi das Cruzes, e que terá as seguintes divisas
internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 Começam no rio Taiassupéba, na barra do ribeirão do Açúcar, descem por aquele
até a bôca do rio Tietê;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupéba, sobem por aquele até a bôca do
rio Jundiaí, e vão por êste acima até a barra do ribeirão Grande.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

  

 Começam no rio Jundiaí, na foz do ribeirão Grande, vão daí, em réta, à barra do
ribeirão do Açucar, no rio Taiassupéba.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 O distrito de paz de Suzano terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 Começam no alto do morro da Suindara ou do Colégio, seguem pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do rio Taiassupéba-Mirim, e as do ribeirão do Una e
de seu afluente o córrego da Varginha, e , á esquerda, as do rio Guaió, até
frontear a cabeceira do córrego do Fernandes, pelo qual descem ao rio Guaió e
por êste abaixo até o rio Tietê e por êste ainda até a bôca do córrego da
Chacara Béla Vista.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

  

 Começam no rio Tietê, na bôca do córrego da chácara da Bela Vista, descem pelo
primeiro até a barra do ribeirão Jaguari e por êste acima até a ponte da
estrada municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai ao Bairro do Meio.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no ribeirão Jaguari, na ponte da estrada municipal que da cidade de
Mogi das Cruzes vai ao Bairro do Meio, seguem, em réta, à barra do córrego da
Capela no rio Tietê e vão por êste acima até a embocadura do rio Taiassupéba.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupéba e vão por êste acima até a bôca
do ribeirão do Assucar.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 Começam no rio Taiassupéba, na barra do ribeirão do Assucar e vão por aquele
acima até a barra do ribeirão Claro, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
meridional no espigão divisor entre as águas dos rios Grande e Taiassupéba.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 O distrito de paz de Taiassupéba, terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

 Começam no divisor entre as águas dos rios Claro e Taiassupéba, na cabeceira do
ribeirão Claro, pelo qual descem até sua barra no rio Taiassupéba e vão por
êste abaixo até a bôca do ribeirão do Assucar.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

 Começam no rio Taiassupéba, na foz do ribeirão do Assucar e vão em réta, à
barra do ribeirão Grande no rio Jundiai.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam no rio Jundiaí, na foz do ribeirão Grande, sobem por equele até a bôca
do ribeirão da Estiva e por êste acima até sua cabeceira mais oriental, indo
depois, em réta, oeste-leste, ao rio Biritiba-Mirim.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 Começam no rio Biritiba-Mirim, onde êle é cortado pela réta oeste-leste que vem
da cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva, sobem pelo rio, até a
cabeceira de seu galho mais meridional e vão daí em réta, à barra do ribeirão
Grande, no rio Itatinga.
   

  

 PALESTINA
   

  

 O Município de Palestina, comarca de Nova Granada, terás as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAULO DE FARIA
   

 (Ex-Patos)
   

  

 Começam na confluência dos rios Preto e Turvo e vão pelo Turvo até a barra do
córrego do Piau.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA
   

 Começam no rio Turvo, onde se lança o córrego do Piau, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais oriental vão dai em réta à cabeceira do galho da esquerda do
ribeirão da Cruz, pelo qual descem até o rio Preto.
   

 COM O MUNICÍPIO DE TANABÍ
   

 Começam no rio Preto, onde deságua o córrego da Cruz e vão pelo rio abaixo até
a confluência com o rio Turvo, onde principiaram estas divisas.
   

  
   

 SALESÓPOLIS
   

  

 O município de Salesópolis, comarca de Santa Branca, terá as seguintes divisas:
   

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e , as do rio
Paraíba, à esquerda, em frente à cabeceira do córrego João de Melo, seguem por
êste espigão até onde cruza com o divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão dos Monos , e, à esquerda as do ribeirão Potim.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA
   

  

 Começam no espigão mestre, entre as águas do rio Tietê e as do rio Paraíba,
onde êle cruza com o divisor que deixa, á esquerda, as águas do ribeirão Potim,
e, á direita, as dos Monos e pelo Espigão Mestre continuam em demanda da
cabeceira mais meridional do córrego da Roseira.
   

 COM O MUNICÍPIO DE PARAIBUNA
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e , as do rio
Paraíba, à esquerda, de fronte da cabeceira mais meridional do córrego da
Roseira, seguem em réta, até o cruzamento do espigão  que deixa, á
direita, as águas do rio Tietê,e,á esquerda, as dos rios Paraibuna e Lourenço
Velho com a cordilheira do Mar.
   

 COM O MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA
   

 Começam no alto da cordilheira do Mar onde ela entronca com o divisor entre as
águas do rio Tietê, à esquerda e as dos rios Paraibuna e Lourenço Velho, à
direita, seguem pela crista da cordilheira até encontrar a serra do
Juqueriquerê, que é o "divortium acquarum" entre o rio Juqueriquerê,
à esquerda, e o rio Cubatão, à direita.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com a serra do Juqueriquerê e
continuam pela crista daquela até entroncar com o divisor entre as águas do rio
Cubatão, á esquerda, e as do rio Vermelho e rio Branco, à direita.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com o divisor que deixa, à
esquerda, as águas do rio Cubatão, e, á direita as dos rios Branco e Vermelho e
 pela cumiada da cordilheira, prosseguem até cruzar o contraforte que
deixa, à direita, as águas dêstes dois últimos rios citados e á esquerda, as do
rio Itapanhaú.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ DAS CRUZES
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde esta cruza com o contraforte que deixa, á
esquerda, as águas do rio Guaratuba, e ,á direita, as do rio Itapanhaú,seguem
dai em réta de rumo sul norte até a represa do rio Claro, caminham pela represa
até o rio Claro e por êste descem até sua barra no rio Tietê, e dai, em réta, á
barra do córrego da fazenda São José, no ribeirão Alegre ou Peroba, sobem por
aquele até sua cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do córrego do
Léo ou da Fazenda e por êste até o rio Paraitinga e por êste até a bôca do
córrego de João de Melo e caminham por êste acima até sua cabeceira atingindo a
rumo, depois, o espigão mestre Tietê-Paraiba, onde se iniciaram estas divisas.
 
  

  

 DECRETO N. 9.775, DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1938
 
  

  
 
  

 Fixa o novo quadro da divisão territorial do Estado, que vigorará de 1.º de
janeiro de
 

 1939 a
 

 31 de dezembro de 1943 e dá outras providências.
 
  

  
   

 RETIFICAÇÕES
 

  

 Por haver sido publicado com incorreções, são feitas as seguintes retificações no
texto no ANEXO n.2 do referido decreto:
   

  

 CRAVINHOS
   

  

 O município de Cravinhos da comarca de Ribeirão Preto, constituído do distrito
de paz da sede do município e do de Serrana, (ex-Serrinha), passa a ter as
seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
   

 Começam na barra do córrego Lageadinho ou Lageadozinho, no ribeirão da Onça,
descem pelo último até o córrego São Francisco, sobem por êste até sua
cabeceira mais setentrional, donde vão em reta, á cabeceira mais meridional do
córrego da fazenda Cantagalo, pelo qual descem até sua bôca no ribeirão Preto,
continuam pelo espigão da margem direita do córrego da fazenda da Santa Maria
ou Santa Rita, até alcançar a cabeceira da água da fazenda Venancio ou
Figueira, descendo por esta até o córrego Espraiado, pelo qual descem até o
ribeirão da Figueira e descendo ainda por êste até sua barra no rio Pardo.
   

 COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI
   

 Começam na confluência do ribeirão da Figueira com o rio Pardo, sobem pelo rio
pardo até onde recebe as águas do ribeirão do Adão.
   

 COM O MUNICÍPIO DE ALTINOPOLIS
   

 Começam onde o ribeirão do Adão deságua no rio Pardo, sobem pelo último até a
ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL
   

 Começam na ponte do rio Pardo, na ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas,
alcançam o espigão divisor das águas do córrego São Pedro, á direita, e córrego
Serra Azul, à esquerda, continuam por êste espigão pelo cume da Serra Azul até
frontear a cabeceira mais oriental do córrego Capoeirinha, pelo qual descem até
sua barra no córrego Serrinha e subindo pelo último até a confluência do
córrego Itambé, pelo qual sobem até sua cabeceira; daqui vão em réta até a
barra do ribeirão Tamanduazinho no ribeirão Tamanduá,sobem por êste até a barra
da Água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda logo acima da confluência
do córrego Cachoeira.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
   

 Começam na barra da Água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda do
ribeirão Tamanduá, logo acima da confluência do córrego da Cachoeira, sobem por
aquele até sua cabeceira, prosseguindo dai em réta ao quilometro n.275, da
estrada de Ferro Mogiana, entre as estações de Tibiriça e Béta, da mesma
estrada, e dai em demanda do espigão que deixa,á esquerda, o ribeirão do
Pantano, e , á direita, o córrego Água Branca e por êste espigão até a
confluência dêsses dois cursos, prosseguindo pelo ribeirão do Pantano, até sua
barra no ribeirão da Onça, pelo qual descem até a barra do córrego Lageadozinho
ou Lageadinho, onde tiveram inicio estas divisas.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SERRANA (EX-SERRINHA)
   

  

 O distrito de paz de Serrinha, cujo nome ora se muda para Serrana, terá as
seguintes divisas internas com o distrito de paz da  sede do município de
Cravinhos:
   

 Começam no ribeirão Tamanduá ou Figueira, na foz do ribeirão Tamanduazinho,
descem pelo primeiro até a barra do córrego da fazenda Cruzeiro ou de Manoel
Amaro, e vão daí pelo espigão que deixa, á direita, as águas do Tamanduá ou
Figueira, e , à esquerda, as do córrego do Espraiado, até a confluência dêstes
dois cursos.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 O município de Mogi das Cruzes, comarca do mesmo nome, constituido do distrito
de paz da sede e dos de Biritiba-Mirim, Itaquaquecetuba, Poá, Sabaúna, Santo
Angelo, Suzano e Taiassupéba, terá as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego do Pirati-Mirim, sobem por êste até sua
cabeceira ganham o morro Vermelho e por êste e pelo espigão que deixa, à
direita, as águas do rio Tietê, e , à esquerda, as do ribeirão
Buquiruvú-Guassú, alcançam a cabeceira do córrego do Taboão ou da Fontes.
   

  

 COM  O MUNICÍPIO DE SANTA IZABEL
   

  

 Começam na cabeceira do córrego do Taboão ou das Fontes, continuam pelo espigão
em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Perová e por êste abaixo ao
ribeirão Caputéra, seguem pelo espigão fronteiro que contorna as cabeceiras do
ribeirão do Una, ganham a cabeceira mais norocidental do ribeirão
Taboãozinho, e por êste abaixo até o rio Paratei, pelo qual descem até a barra
do ribeirão da Divisa ou da Lambari.
   

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA
   

 Começam no rio Parateí, onde deságua o ribeirão da Divisa ou Lambari, sobem na
por  êste acima até o morro do mesmo nome, que transpõem, continuando pelo
espigão que deixa, á direita, as águas do ribeirão Itapeti, indo até a barra do
córrego do Almeida neste último ribeirão, seguem pelo espigão que deixa, á
esquerda, as águas do ribeirão Comprido, e , á direita, as cabeceiras do
ribeirão Itapeti, atingem o alto da Serra do Itapeti, e pela crista desta
continuam até sua ponta mais oriental defronte da cabeceira do córrego da
Estiva; vão dai em réta, á barra do córrego de Jesuino Franco no ribeirão da
Guarema e pelo córrego acima até sua cabeceira mais meridional, continuam pelo
espigão  que deixa, à esquerda, as águas do rio Potim, e , á direita, as do
córrego da Fazendinha, até alcançar o espigão mestre Tietê-Paraiba, pelo qual
caminham até defrontar com a cabeceira do córrego de João de Melo.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS
   

 Começam no espigão Tietê-Paraiba, em frente à cabeceira do córrego de João de
Melo, descem por êste ao rio Paraitinga (afluente do rio Tietê), seguem pelo
Paraitinga até a bôca do córrego da Fazenda ou do Léo, pelo qual sobem até sua
cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do córrego, da fazenda São
José, pelo qual descem até o ribeirão Alegre ou Peroba, vão daí em réta, à
barra do rio Claro no rio Tietê, sobem pelo rio Claro até a represa e por esta
caminham até encontrar a réta de rumo sul-norte que vem do espigão mestre que
separa as águas que vertem para o litoral, das que correm para a planalto no
ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, á direita, as águas do
Itapanhaú e à esquerda as do rio Guaratuba.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela tem o nome local de serra de Guaratuba,
no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, á esquerda, as águas do rio
Guaratuba, e, á direita, as do rio Itapanhaú, alcançam e seguem pela quina da
serra até a barra do ribeirão Guacó neste último rio, continuam pelo divisor
que deixa, á direita, o ribeirão das Pedras, indo até a barra do ribeirão
Grande no rio Itatinga, sobem por êste até a embocadura do ribeirão Claro e
continuam pelo divisor que deixa, á direita as águas dêste último ribeirão e as
cabeceiras do ribeirão da Vargem Grande, e , á esquerda as do rio Itatinga,
alcançando o Pico do Itáguassú, prosseguem pelo espigão que deixa, á direita,
as águas do  rio Taiassupéba, até cruzar o espigão entre as águas dêsse
rio, à direita, e as do rio Grande, à esquerda:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ
   

  

 (Ex-São Bernardo)
   

  

 Começam na Serra do Morrão, onde ela cruza o espigão entre as águas dos rios
Grande e Taiassupéba, seguem por êste espigão em demanda da cabeceira mais
meridional do córrego mestre Leandro, pelo qual descem até sua barra no rio
Taiassupéba-Mirim, seguem pelo espigão fronteiro em demanda do alto do Morro do
Colégio ou da Suindara, caminhando por êsse massiço até frontear a cabeceira
mais oriental do córrego da Estiva, pelo qual descem até o rio Guaió, onde
dessa barra, em réta, ao alto do morro do Corrêa, em frente à cabeceira mais
oriental do ribeirão Aricanduva.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DA CAPITAL
   

  

 Começam no morro do Corrêa, em frente á cabeceira mais oriental do ribeirão
Aricanduva, seguem pelo espigão que deixa, á direita, as águas do rio Guaió, e,
á esquerda, as do ribeirão Itaquéra e seus afluentes, passando pelos morros
Gerivá e Vermelho,até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego das Três
Pontes, pelo qual descem até o rio Tietê, e por êste abaixo até a bôca do
córrego Pirati-Mirim, onde tiveram início estas divisas.
   

  

 DISTRITOS DE PAZ DE MOGI DAS CRUZES
   

  

 Sede do Município
   

  

 O distrito de paz da sede do município de Mogi das Cruzes terá as seguintes
divisas internas;
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

 Começam no rio Jundiaí, na barra do ribeirão Grande, descem por aquele até o
rio Tietê e por êste abaixo até a bôca do rio Taiassupéba.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ SUZANO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio, Taiassupéba, descem pelo primeiro até a
embocadura do córrego da Capéla, vão daqui, em réta, à ponte sôbre o ribeirão
Jaguari, na estrada de rodagem municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai
ao bairro do Meio.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

 Começam no ribeirão Jaguarí na ponte da estrada municipal que da cidade de Mogi
das Cruzes vai ao bairro do Meio, continuam pelo espigão que deixa, á direita,
as cabeceiras do ribeirão Jaguari, e, á esquerda, as águas do ribeirão do
Mandi,indo até a cabeceira do galho mais meridional do córrego de São Bento,
pelo qual descem ao ribeirão do Pium e por êste abaixo até o rio Parateí.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

 Começam no ribeirão do Lambari ou da Divisa, na foz do córrego do morro do
Feital, sobem pelo primeiro até sua cabeceira mais meridional, atingem o alto
da Serra do Itapeti, vão dêsse ponto, em réta, á cabeceira mais ocidental do
ribeirão Guararema e continuam pelo espigão mestre entre as águas do rio Tietê,
á direita, e as do rio Paraíba, à esquerda, até frontear a cabeceira do córrego
Lindeiro.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e as do rio
Paraíba, à esquerda em frente á cabeceira do córrego Lindeiro, descem por êste
até o rio Tietê, pelo qual sobem até a bôca do rio Biritiba-Mirim, subindo por
êste até o ponto em que êle é cortado pela réta oeste-leste, que vem da
cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 Começam no rio Biritiba-Mirim, no ponto em que êle é cortado pela réta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão  da Estiva,
seguem pela réta até a referida cabeceira e pelo Estiva descem até o rio
Jundiaí e por êste abaixo até a bôca do ribeirão Grande.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 O distrito de paz de Biritiba-Mirim terá as seguintes divisas internas;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

  

 Começam no rio Itatinga, na barra do rio Grande, vão dai, em réta, á cabeceira
do galho mais meridional do rio Biritiba-Mirim, pelo qual descem até o ponto em
que êle é contado pela réta oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do
ribeirão da Estiva.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Biritiba-Mirim, no ponto em que êle é contado pela réta
oeste-leste que vem da cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva, descem
pelo Biritiba-Mirim, até o rio Tietê e por êste abaixo até a embocadura do
córrego Lindeiro, pelo qual sobem até o espigão mestre Tietê-Paraiba.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Paraíba, em frente á cabeceira do córrego
Lindeiro, caminham pelo espigão mestre até cruzar o espigão entre as águas do
córrego da Fazendinha, de um lado, e as do rio Potim, do outro.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

  

 O distrito de paz de Itaquaquecetuba, terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Parateí, na foz do ribeirão do Pium, sobem por aquele e depois
pelo córrego de São Bento até a cabeceira do seu galho mais meridional, ganham
o espigão que deixa, á direita, as águas do ribeirão do Mandi, e á esquerda, as
das cabeceiras do ribeirão Jaguari, indo até êste, na ponte da estrada
municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai ao bairro do Meio.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 Começam no ribeirão Jaguarí, na ponte da estrada municipal que da cidade de
Mogi das Cruzes vai ao bairro do Meio, descem pelo ribeirão até o rio Tietê e
por êste acima até a barra do córrego da chácara Bela Vista.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego da chácara Bela Vista, sobem por êste,
pelo galho da direita, até sua cabeceira e daí, em réta, á barra do córrego de
Armenio Soares no córrego das Três Pontes.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 O distrito de paz de Poá, terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

 Começam no córrego das Três Pontes, na foz do córrego de Armenio Soares, vão
daí, em réta à cabeceira do galho da esquerda do córrego da chácara da Bela
Vista, pelo qual descem até o rio Tietê.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

 Começam no rio Tietê, na foz do córrego da chácara da Bela Vista, descem pelo
rio Tietê até  a barra do rio Guaió e por êste acima até a embocadura do
córrego do Fernandes e por êste acima até sua cabeceira, continuando depois
pelo espigão que deixa, á direita, as águas do rio Guaió, e , à esquerda, as do
ribeirão Una e seu afluente o córrego da Varginha, e as do rio
Taiassupéba-Mirim, indo até o alto do morro da Suidara ou do Colégio.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SABAÚNA
   

  

 O distrito de paz de Sabaúna terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 Começam no espigão mestre Tietê-Paraíba, em frente á cabeceira do córrego
Lindeiro, seguem pelo espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do ribeirão
Guararema, vão dai, em réta, ao alto da Serra do Itapeti, em frente à cabeceira
mais meridional do ribeirão Lambari ou da Divisa, descem por êste até a
embocadura do córrego do morro do Feital.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

  

 Fica criado, com sede na povoação do mesmo nome,  o distrito de paz de
Santo Angelo, no município de Mogi das Cruzes, e que terá as seguintes divisas
internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 Começam no rio Taiassupéba, na barra do ribeirão do Açúcar, descem por aquele
até a bôca do rio Tietê;
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupéba, sobem por aquele até a bôca do
rio Jundiaí, e vão por êste acima até a barra do ribeirão Grande.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

  

 Começam no rio Jundiaí, na foz do ribeirão Grande, vão daí, em réta, à barra do
ribeirão do Açucar, no rio Taiassupéba.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

  

 O distrito de paz de Suzano terá as seguintes divisas internas:
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE POÁ
   

  

 Começam no alto do morro da Suindara ou do Colégio, seguem pelo espigão que
deixa, à direita, as águas do rio Taiassupéba-Mirim, e as do ribeirão do Una e
de seu afluente o córrego da Varginha, e , á esquerda, as do rio Guaió, até
frontear a cabeceira do córrego do Fernandes, pelo qual descem ao rio Guaió e
por êste abaixo até o rio Tietê e por êste ainda até a bôca do córrego da
Chacara Béla Vista.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE ITAQUAQUECETUBA
   

  

 Começam no rio Tietê, na bôca do córrego da chácara da Bela Vista, descem pelo
primeiro até a barra do ribeirão Jaguari e por êste acima até a ponte da
estrada municipal que da cidade de Mogi das Cruzes vai ao Bairro do Meio.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SÉDE DO MUNICÍPIO
   

  

 Começam no ribeirão Jaguari, na ponte da estrada municipal que da cidade de
Mogi das Cruzes vai ao Bairro do Meio, seguem, em réta, à barra do córrego da
Capela no rio Tietê e vão por êste acima até a embocadura do rio Taiassupéba.
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

  

 Começam no rio Tietê, na foz do rio Taiassupéba e vão por êste acima até a bôca
do ribeirão do Assucar.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 Começam no rio Taiassupéba, na barra do ribeirão do Assucar e vão por aquele
acima até a barra do ribeirão Claro, pelo qual sobem até sua cabeceira mais
meridional no espigão divisor entre as águas dos rios Grande e Taiassupéba.
   

  

 DISTRITO DE PAZ DE TAIASSUPÉBA
   

 O distrito de paz de Taiassupéba, terá as seguintes divisas internas:
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SUZANO
   

 Começam no divisor entre as águas dos rios Claro e Taiassupéba, na cabeceira do
ribeirão Claro, pelo qual descem até sua barra no rio Taiassupéba e vão por
êste abaixo até a bôca do ribeirão do Assucar.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DE SANTO ANGELO
   

 Começam no rio Taiassupéba, na foz do ribeirão do Assucar e vão em réta, à
barra do ribeirão Grande no rio Jundiai.
   

 COM O DISTRITO DE PAZ DA SEDE DO MUNICÍPIO
   

 Começam no rio Jundiaí, na foz do ribeirão Grande, sobem por equele até a bôca
do ribeirão da Estiva e por êste acima até sua cabeceira mais oriental, indo
depois, em réta, oeste-leste, ao rio Biritiba-Mirim.
   

  

 MOGÍ DAS CRUZES
   

  

 COM O DISTRITO DE PAZ DE BIRITIBA-MIRIM
   

  

 Começam no rio Biritiba-Mirim, onde êle é cortado pela réta oeste-leste que vem
da cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva, sobem pelo rio, até a
cabeceira de seu galho mais meridional e vão daí em réta, à barra do ribeirão
Grande, no rio Itatinga.
   

  

 PALESTINA
   

  

 O Município de Palestina, comarca de Nova Granada, terás as seguintes divisas:
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE PAULO DE FARIA
   

 (Ex-Patos)
   

  

 Começam na confluência dos rios Preto e Turvo e vão pelo Turvo até a barra do
córrego do Piau.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA
   

 Começam no rio Turvo, onde se lança o córrego do Piau, pelo qual sobem até sua
cabeceira mais oriental vão dai em réta à cabeceira do galho da esquerda do
ribeirão da Cruz, pelo qual descem até o rio Preto.
   

 COM O MUNICÍPIO DE TANABÍ
   

 Começam no rio Preto, onde deságua o córrego da Cruz e vão pelo rio abaixo até
a confluência com o rio Turvo, onde principiaram estas divisas.
   

  
   

 SALESÓPOLIS
   

  

 O município de Salesópolis, comarca de Santa Branca, terá as seguintes divisas:
   

 COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e , as do rio
Paraíba, à esquerda, em frente à cabeceira do córrego João de Melo, seguem por
êste espigão até onde cruza com o divisor que deixa, á direita, as águas do
ribeirão dos Monos , e, à esquerda as do ribeirão Potim.
   

  

 COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA
   

  

 Começam no espigão mestre, entre as águas do rio Tietê e as do rio Paraíba,
onde êle cruza com o divisor que deixa, á esquerda, as águas do ribeirão Potim,
e, á direita, as dos Monos e pelo Espigão Mestre continuam em demanda da
cabeceira mais meridional do córrego da Roseira.
   

 COM O MUNICÍPIO DE PARAIBUNA
   

 Começam no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, à direita, e , as do rio
Paraíba, à esquerda, de fronte da cabeceira mais meridional do córrego da
Roseira, seguem em réta, até o cruzamento do espigão  que deixa, á
direita, as águas do rio Tietê,e,á esquerda, as dos rios Paraibuna e Lourenço
Velho com a cordilheira do Mar.
   

 COM O MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA
   

 Começam no alto da cordilheira do Mar onde ela entronca com o divisor entre as
águas do rio Tietê, à esquerda e as dos rios Paraibuna e Lourenço Velho, à
direita, seguem pela crista da cordilheira até encontrar a serra do
Juqueriquerê, que é o "divortium acquarum" entre o rio Juqueriquerê,
à esquerda, e o rio Cubatão, à direita.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com a serra do Juqueriquerê e
continuam pela crista daquela até entroncar com o divisor entre as águas do rio
Cubatão, á esquerda, e as do rio Vermelho e rio Branco, à direita.
   

 COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde ela cruza com o divisor que deixa, à
esquerda, as águas do rio Cubatão, e, á direita as dos rios Branco e Vermelho e
 pela cumiada da cordilheira, prosseguem até cruzar o contraforte que
deixa, à direita, as águas dêstes dois últimos rios citados e á esquerda, as do
rio Itapanhaú.
   

 COM O MUNICÍPIO DE MOGÍ DAS CRUZES
   

 Começam na cordilheira do Mar, onde esta cruza com o contraforte que deixa, á
esquerda, as águas do rio Guaratuba, e ,á direita, as do rio Itapanhaú,seguem
dai em réta de rumo sul norte até a represa do rio Claro, caminham pela represa
até o rio Claro e por êste descem até sua barra no rio Tietê, e dai, em réta, á
barra do córrego da fazenda São José, no ribeirão Alegre ou Peroba, sobem por
aquele até sua cabeceira, ganham a cabeceira da contravertente do córrego do
Léo ou da Fazenda e por êste até o rio Paraitinga e por êste até a bôca do
córrego de João de Melo e caminham por êste acima até sua cabeceira atingindo a
rumo, depois, o espigão mestre Tietê-Paraiba, onde se iniciaram estas divisas.

**Fonte:** https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1938/decreto-9775-30.11.1938.html