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Conduct is an interesting word. When we want to give moral weight to behavior, we call it to conduct. In fact, the two are almost synonymous. Behavior, from a psychology standpoint, is the visible manifestation of the response to the stimuli received by the individual. That is, it is not only the actions that the individual has but also the weights and emotions (hidden behaviors).
Conduct is the form these behaviors receive. How they are led, which direction they receive. The most common goal for evaluating this direction, this conduct, is good and evil. But, at the same time, we have rescued the Greek terms and, thus, we evaluate ethical conduct. That is, the relation between what is acceptable and not acceptable in the behavior of an individual (in the direction given to a behavior) in a certain cultural space (environment).
For example, if you are rich and go into a jewelry store and buy a ring that costs the income of 10 poor families. You have the money, he is licit, the jewelry wants to sell. Ethics of behavior is acceptable. But if you go into the same jewelry store and the money you use has been diverted from corruption, then there is an inadequate conduct in relation to ethics.
Another simpler example: If you spend hours in front of the computer, playing RPG, but, your responsibilities are properly fulfilled. Wonderful. If you do not give up other activities to play. It has social interaction. Wonderful. Your conduct towards the game is perfect.
When you fail to comply with other commitments or activities. When you put aside other elements of everyday life to play, your conduct is unethical. You abdicate from essential behaviors to stay in the game, to maintain or sustain a pattern of conduct that is sick.
But, we can worsen the example. If you know your behavior is extravagant, realize that it causes you harm and creates conflict with loved
When we have problems with gaming, gnawing fingernails, pulling strands of hair or eyebrows, when we speak a lot of unnecessary profanity, when we
When we add chemical additives to the pipeline, in addition to the pipeline being addicted, the biological one also needs the pipeline and there we have a chemical dependency.
This is simple to understand. If every day you wake up at the same time, after some time, even without the alarm clock, you start to wake up at the same time. The conduct is vicious, proper, but flawed. If you add a good strong black coffee to it, you’re adding a drug (it’s not dangerous or illicit, but it’s crap), when you do not have coffee, you’ll have
With other drugs or other repetitive behaviors, this simple explanation can, with or without chemical variation, explain where the problem lies. It is not necessarily in the involuntary pattern of behavior (unintentional doing). The problem lies in the adequacy of community behavior and the degree of suffering it generates. Being addicted to coffee is not a criminal problem, nor an ethical fault. But, this pattern of conduct can lead to gastritis and acute anxiety and insomnia.
The point is that when the behavior is distorted, the approach to the process of change is not always easy.
The second point is that, for the most part, inappropriate behavior creates a high degree of satisfaction. Not because it is inadequate, but because in it, much anxiety or restlessness is extravasated. Think about how good it is to take the hair off the corner of the nail, either with your teeth or with the pliers. Think not how pleasant it is to make the click with the pen or to whistle.
Conduta
Conduta é uma palavra interessante. Quando queremos dar peso moral ao comportamento, chamamos ele de conduta. Em verdade, os dois são quase sinônimos. Comportamento, de um ponto de vista da psicologia, é a manifestação visível da resposta aos estímulos recebidos pelo indivíduo. Ou seja, não são só as ações que o indivíduo tem, mas também os pesamentos e emoções (comportamentos encobertos).
A conduta é a forma que esses comportamentos recebem. O como eles são conduzidos, qual direção eles recebem. A baliza mais comum para avaliar essa direção, essa conduta, é o bem e o mal. Mas, contemporaneamente, temos resgatado os termos gregos e, assim avaliamos a conduta em função da ética. Ou seja, da relação entre o que é ou não aceitável na conduta de um indivíduo (na direção dada a um comportamento)em um determinado espaço cultural (ambiente).
Por exemplo, se você é rico e entra em uma joalheria e compra um anel que custa a renda de 10 famílias pobres. Você tem o dinheiro, ele é lícito, a joalheria quer vender. A ética do comportamento é aceitável. Mas, se você entra na mesma joalheria e o dinheiro que você usa foi desviado de corrupção, há, aí, uma conduta inadequada em relação à ética.
Outro exemplo mais simples: Se você passa horas na frente do computador, jogando RPG, mas, suas responsabilidades estão adequadamente cumpridas. Maravilha. Se você não abre mão de outras atividades para jogar. Não deixa de ter convívio social. Maravilha. Sua conduta em relação ao jogo é perfeita.
Quando você deixa de cumprir com outros compromissos ou atividades. Quando você deixa de lado outros elementos da vida cotidiana para ficar jogando, sua conduta não é ética. Você abdica de comportamentos essenciais para se manter na jogatina, para manter ou sustentar um padrão de conduta que está adoecido.
Mas, podemos piorar o exemplo. Se você sabe que sua conduta está extravagante, percebe que ela te causa prejuízo e gera conflito com pessoas amadas e/ou importantes para você. Mas, mesmo assim, a vontade de persistir com a conduta é irresistível e incontrolável. Sua conduta é viciada. É como se você estivesse em uma programação em looping. Aonde, toda vez que você recebe um estímulo, seja ele qual for, seu cérebro responde de uma única maneira.
Quando temos problemas com jogo, com roer unha, com arrancar fios de cabelo ou sobrancelhas, quando falamos muitos palavrões sem necessidades, quando cutucamos a pelinha da unha, ficamos clicando na caneta. Nosso cérebro está em looping. A conduta está viciada. Estamos dependentes do comportamento. Isso pode ser fruto de muito tempo ansioso, muito tempo ocioso, ou simplesmente uma conduta viciada.
Quando à conduta juntamos os aditivos químico, além da conduta estar viciada, o biológico também passa a necessitar da conduta e, aí temos uma dependência química.
Isso é simples de entender. Se todos os dias você acorda no mesmo horário, depois de algum tempo, mesmo sem o despertador, você começa a acordar no mesmo horário. A conduta está viciada, adequada, mas viciada. Se, você soma a isso um bom e forte café preto, está adicionando uma droga (não é perigosa nem ilícita, mas é droga), quando você não tomar o café, terá enxaqueca por abstinência de café. Mostrando, assim, a conduta quimicamente viciada.
Com outras drogas ou outros comportamentos repetitivos, essa simples explicação consegue, com ou sem a variação química, explicar aonde reside o problema. Ele não é necessariamente no padrão involuntário do comportamento (fazer sem querer). O problema reside na adequação do comportamento frente a comunidade e grau de sofrimento que ele gera. Ser viciado em café, não é um problema criminal, nem uma falha ética. Mas, esse padrão de conduta pode levar à gastrite e quadro de ansiedade aguda e insônia.
A questão é que, quando a conduta está distorcida, a abordagem para o processo de mudança nem sempre é fácil. Normalmente a pessoa que tem a conduta distorcida, não percebe que ela existe, não percebe que ela é distorcida e, quando percebe, não admite. Essa identificação do problema é, muitas vezes, mais difícil do que o tratamento e exige um grau de empatia na abordagem que, nem sempre o mais preparado dos profissionais consegue ter.
O segundo ponto é que, na maior parte das vezes, a conduta inadequada gera um alto grau de satisfação. Não porque é inadequada, mas porque nela, muita ansiedade ou inquietação é extravasada. Pense no quanto é bom tirar a pelinha do canto da unha, seja com os dentes ou com o alicate. Pense não quanto é prazeroso fazer o clique com a caneta ou ficar assobiando.