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Um estudo publicado na segunda-feira pela Universidade de Genebra mostra que os empregados que não registram suas horas de trabalho trabalham mais tempo que seus colegas.Este conteúdo foi publicado em 01. outubro 2019 - 09:00
Desde 2016, os trabalhadores que cumprem determinados critérios podem renunciar a marcar suas horas. A Secretaria de Estado para Assuntos Econômicos (SECO), que encomendou o relatório, queria saber as consequências desta portaria da Lei do Trabalho.
A conclusão é clara: os empregadores saem ganhando em não exigir que seus empregados marquem as horas trabalhadas. Eles trabalham, em média, seis horas a mais por semana, quase 46 horas em comparação com 40 horas para aqueles que registram suas horas.
Horários irregulares
Outra característica dos empregados que não registram suas horas é o horário irregular. A maioria dos que trabalham à noite, aos sábados e domingos prefere não marcar as horas.
Quanto ao estresse, marcar as horas, ou não, não tem nenhuma influência. Por outro lado, a falta de medidas de acompanhamento e a insatisfação com a forma como as horas de trabalho são registradas estão associadas a elevados níveis de estresse.
Por último, a conciliação do trabalho com a família é considerada mais difícil para os trabalhadores que renunciaram marcar as horas.
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