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Uma série de eventos e comícios estão sendo realizados em toda a Suíça para exigir o fim da violência contra as mulheres e o reforço dos direitos no Dia Internacional da Mulher.
Mais de 1.000 pessoas se manifestaram na capital suíça, Berna, na terça-feira. Elas exigiram um acesso mais fácil ao trabalho para as mulheres migrantes e demonstraram sua solidariedade para com as vítimas da invasão russa da Ucrânia.
A Agência das Nações Unidas para os Refugiados também destacou a situação das mulheres refugiadas que estão expostas à violência e à discriminação.
A Federação Sindical Suíça aproveitou a ocasião para apoiar um referendoLink externo contra os planos para aumentar a idade da reforma das mulheres para 65 anos.
Os líderes sindicais disseram que as pensões das mulheres são pelo menos um terço inferiores às dos homens, em média. Isso deixa 11% das mulheres aposentadas dependentes de benefícios complementares.
Acrescentaram exigências de melhoria das estruturas de acolhimento de crianças para permitir que mais mulheres entrem para a vida activa.
A Anistia Internacional organizou uma exposição em Zurique para chamar a atenção para o problema da violência sexual contra as mulheres.
Outras comitivas foram realizadas noutras cidades, como Lucerna e Genebra, estando mais planeadas à noite em Winterthur, Lausanne e Neuchâtel.
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