Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02475.jsonl.gz/23

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
Por Yasmeen Abutaleb e Richard Cowan
WASHINGTON (Reuters) - Dois senadores dos Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira um avanço bipartidário para escorar o Obamacare por dois anos ao retomar subsídios federais para seguradoras de saúde que o presidente Donald Trump planejou descartar, e o presidente expressou apoio ao plano.
O acordo organizado pelo senador republicano Lamar Alexander e pela senadora democrata Patty Murray vai atender alguns objetivos democratas, incluindo uma volta de subsídios para o Obamacare e restauração de 106 milhões de dólares em fundos para um programa federal que ajuda pessoas a se inscreverem em planos de saúde.
Em troca, republicanos irão receber mais flexibilidade para Estados para oferecerem uma variedade mais ampla de planos de seguros de saúde, enquanto mantém a exigência de que sejam cobradas as mesmas taxas por coberturas de pessoas doentes e saudáveis.
O governo Trump informou na semana passada que iria parar de pagar bilhões de dólares a seguradoras para ajudar norte-americanos de baixa renda a pagarem por despesas médicas, parte dos esforços do presidente republicano para desmantelar o Obamacare, lei de saúde de assinatura do ex-presidente democrata Barack Obama.
Trump aparentava estar no caminho para cumprir sua promessa de campanha de desmantelar o Obamacare quando assumiu em janeiro, com republicanos, que prometeram por sete anos revogar a lei, controlando o Congresso. Mas ele foi frustrado com o fracasso em aprovar legislação para revogar e substituir o Obamacare e agora está apoiando um plano que pode manter o Obamacare em vigor até a campanha presidencial de 2020 começar a esquentar.
“Nós estamos ajustando alguns últimos detalhes no momento, mas estou muito otimista de que iremos conseguir fazer um anúncio com todos os detalhes muito em breve”, disse Murray a repórteres.
Reuters