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KIGALI (Reuters) - Ruanda disse no domingo que iniciou a imunização contra Covid-19 com suprimentos limitados de vacinas adquiridas por parceiros internacionais não identificados e disse que o programa começou com profissionais de saúde da linha de frente.
O país centro-africano tem lutado contra uma onda de infecções por Covid-19, que forçou o governo a impor novamente um bloqueio no mês passado na capital Kigali.
As autoridades proibiram o movimento de entrada e saída da cidade, exceto para serviços essenciais e para turistas.
Em um tweet, o Ministério da Saúde de Ruanda disse que o Programa Nacional de Vacinação do país havia começado a "vacinar grupos de alto risco, principalmente equipes de saúde de primeira linha, com vacinas Covid-19 aprovadas pela OMS adquiridas por meio de parcerias internacionais em quantidades limitadas".
A fase inicial de vacinação, disse o ministério, será seguida por uma implantação mais ampla com suprimentos garantidos por meio do esquema Covax Facility da Organização Mundial da Saúde para facilitar o acesso à vacina por países pobres e de renda média.
Suprimentos adicionais também seriam garantidos através da União Africana (UA). A UA garantiu mais de 600 milhões de doses de vacinas Covid-19 para seus estados membros.
Até agora, Ruanda registrou cerca de 17.000 casos de COVID-19 e 236 mortes.
(Escrito de Elias Biryabarema; edição de Emelia Sithole-Matarise)