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Vinte e cinco anos atrás, dois suíços descobriram o primeiro planeta extra-solar na constelação Pégaso - um marco na pesquisa astronômica. Desde então, o que aprendemos de novo?
Em 1995, Michel Mayor e Didier Queloz anunciam a descoberta do primeiro planeta que orbita em torno de outra estrela do que o nosso sol e estabelece a Universidade de Genebra como um centro de excelência para a pesquisa de exoplanetas.
Este primeiro planeta não se parecia com o que esperávamos: uma supergigante de gás girando em apenas quatro dias, muito próxima da estrela Pegasus, fazendo dele o primeiro de uma família chamada de "Júpiter quente".
Desde então, astrofísicos em todo o mundo catalogaram milhares de planetas distantes de todos os tamanhos e composições, orbitando mais ou menos longe de estrelas de todos os tipos.
Didier Queloz, que estava escrevendo sua tese na época da primeira descoberta, continuou a trabalhar no campo dos exoplanetas. Se ele manteve um pé em Genebra, ele é agora membro do Laboratório Cavendish, na prestigiada Universidade de Cambridge, Inglaterra.
Para swissinfo.ch, ela faz um balanço das descobertas feitas até o momento e das esperanças depositadas nas novas gerações de telescópios que devem um dia revelar a presença da vida extraterrestre.
Adaptação: Fernando Hirschy, swissinfo.ch