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No ano passado, Japão, Singapura, Taiwan e Hong Kong compraram quase 2 bilhões de dólares em relógios suíços de luxo.
As vendas para esses 4 países aumentaram mais de 25% no ano passado, segundo o "Asian Wall Street Journal". A título de comparação, o crescimento foi o dobro do registrado para os Estados Unidos, principal mercado para os relógios suíços de luxo.
Segundo maior importador
Hong Kong é segundo importador Só Hong Kong importou mais de 665 milhões de dólares em relógios suíços no ano passado, segundo maio importador depois dos EUA.
Apesar da crise econômica ou da instabilidade política em alguns países da região, os asiáticos continuam a apreciar os relógios de luxo suíços e, os que podem, não hesitam em gastar até 20 mil dólares pour um relógio.
A Ásia tem, talvez, o maior número de colecionadores de relógios suíços. Eles organizam encontros em hotéis de luxo em Hong Kong e Singapura para exibir suas aquisições da marcas suíças mais prestiosas e caras.
Estatus social
Gordon Chung, diretor de finanças de um grupo publicitário, fundou o « Art Time Club », um clube de colecionadores de relógios suíços de luxo com movimentos mecánicos (sem pilha).
"Os relógios são símbolos de estatus social na Ásia e nós somos líderes de opinião", afirma. Os membros do clube orgulham-se de possuir relógios mecánicos do início do século passado. Procuram também edições limitadas de relógios suíços mais recentes.
"Um dos nossos membros pagou recentemente 38 mil dólares pour relógio, afirma Chung. Ele explica que "a China ainda é muito materialista e o que conta é o que você tem e não o que você é".
Segundo a assessorial AC Nielsen, a publicidade para relógios em Hong Kong ocupa o 5° lugar em despesas, no setor industrial. As marcas suíças estão entre as que mais anunciam.
Georges Baungartener, Tóquio