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Mão-de-obra Estrangeira
Em virtude da entrada em vigor da lei de livre circulação de pessoas dos países da União Européia e do Espaço AELC (Associação Europeia de Livre Comércio), a imigração para a Suíça vem se tornando bastante facilitada nos últimos anos para os nacionais deste espaço geográfico. Para cidadãos dos Países Terceiros, em contrapartida, as restrições para imigração ficaram mais rígidas.
Cidadãos da UE
Cidadãos da União Européia podem, via de regra, imigrar para a Suíça quando tiverem um contrato de trabalho válido ou quando atuarem como profissionais autônomos.
O direito à livre circulação de pessoas destina-se a períodos transitórios (período de mudança). Durante este período, serão analisadas as condições para a concessão da permissão de trabalho. A ordem de preferência é dada para estrangeiros que já se encontrarem no país. Haverá controle de salário e das condições de trabalho às quais o imigrante estará se submetendo. Também será levado em conta um contingente (cota) de permissões anuais.
Para países pertencentes à antiga UE (França, Alemanha, Áustria, Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido, Irlanda, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Grécia) assim como Malta e Chipre, as regras de contingente foram abolidas em 2007.
Para os países do leste europeu (Polônia, República Checa, Hungria, Eslováquia, Estônia, Letônia, Lituânia e Eslovênia) continuam em vigor até 2011 as regras de autorização de imigração limitada.
Para os novos membros da UE desde 2007, Romênia e Bulgária, continuam em vigor as mesmas regras válidas para os imigrantes nacionais dos países terceiros.
Cidadãos dos Países Terceiros
Os cidadãos de todos os outros países só podem imigrar para a Suíça dentro de determinadas condições. Serão admitidos exclusivamente executivos, profissionais especializados ou mão-de-obra altamente qualificada.