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O Partido Comunista Chinês (PCC) anunciou nesta segunda-feira que no fim do ano passado contava com 86,7 milhões de membros, graças a 1,56 milhão de novos membros em 2013, embora o ritmo de filiação tenha diminuído.
O maior partido político do mundo, fundado em Xangai em 1921, registrou um crescimento de 1,8% em 2013, contra um aumento de 3,1% em 2012, indicou o departamento de organização em um comunicado.
O PCC afirmou que esta desaceleração se deve ao desejo de dar prioridade à qualidade, ao invés da quantidade no recrutamento de seus membros.
Este partido, que dirige a República Popular desde 1949, conta atualmente com 24,3% de mulheres, uma proporção que só cresce. Também tenta recrutar membros mais qualificados.
Embora a imagem do PCC tenha sido afetada pela corrupção, esta instituição continua sendo considerada um elevador social, onde cobiçados postos são negociados.
O presidente chinês, Xi Jinping, líder deste gigantesco partido organizado de forma piramidal, destaca a luta contra a corrupção, que foi confiada à polícia interna da organização.
No entanto, a corrupção continua sendo endêmica na China, e os especialistas afirmam que são necessárias reformas estruturais profundas.
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