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O Parlamento venezuelano autorizou nesta terça-feira (19) o uso de 3,5 milhões de dólares de contas sob controle do opositor Juan Guaidó, reconhecido presidente interino por 50 países, para a defesa legal do Estado no exterior.
Os recursos, que estão depositados nos Estados Unidos, serão administrados por um "Fundo Especial de Litígio" criado pelo Legislativo, de maioria opositora e presidido por Guaidó.
Seu destino será a defesa "judicial e extra-judicial" dos ativos administrados pelo Banco Central da Venezuela (2 milhões de dólares) e a petroleira estatal PDVSA (1,5 milhão de dólares), aponta um acordo aprovado em plenária.
Eles serão usados para pagar "honorários profissionais e despesas legais associadas à proteção, recuperação e controle de ativos", detalha o texto.
No âmbito de sua luta pelo poder com o presidente socialista Nicolás Maduro, Guaidó nomeou conselhos administrativos do Banco Central e da PDVSA, que não são reconhecidos pela Justiça venezuelana.
Da mesma forma, os Estados Unidos, seu maior aliado, cederam o controle da Citgo, subsidiária da PDVSA naquele país e maior posse da Venezuela no exterior.
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