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O mandato do presidente da Confederação Helvética é de apenas um ano. Críticos afirmam que essa regra prejudica a continuidade e o relacionamento entre os países em longo prazo. Seria necessário um mandato maior e mais competências para o cargo? Ou uma possível mudança traria desiquilíbrio entre as regiões e os partidos?
Merkel, Monti, Mursi ou Obama são atores conhecidos no cenário da política internacional. Em situações de crise os líderes desses países se conhecem e até conversam por telefone. Porém o presidente suíço está descartado dessas redes devido à sua mudança periódica. É correto considerar que o chefe de governo na Suíça precisa ter pouca importância, em vista a proteger o balanço entre as diferentes comunidades linguísticas e os interesses dos partidos? Dê sua opinião neste espaço.
Presidente
A Suíça não tem um presidente de Estado como, por exemplo, em Portugal e no Brasil, o Presidente da República, mas sim um representante da Confederação Helvética que exerce as funções de Presidente da nação.
O Presidente da Confederação Helvética é eleito pelos sete conselheiros federais por um período de um ano.
Neste sistema colegial, o presidente, com estatuto primus inter pares (ou seja, primeiro entre iguais) é um membro do conselho federal sem mais poderes do que os outros, mas tem a última palavra em caso de empate nas diversas votações que possam ocorrer quer no Conselho Federal ou nas duas alas políticas.
Acessoriamente ele representa a nação, tanto a nível internacional como nacional.
Por exemplo, e a nível nacional, é ele que no dia 1 de Janeiro de cada ano e no feriado nacional do dia 1 de Agosto se dirige à população através de comunicações pela televisão. (Fonte: Wikipédia em português)Aqui termina o infobox