Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02417.jsonl.gz/27

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
"Estamos inundados", declarou Bai Koroma no bairro de Regent, um dos mais atingidos. "Precisamos de ajuda urgente"(afp_tickers)
A ONU informou nesta terça-feira que está avaliando a ajuda para Serra Leoa após as inundações e os deslizamentos de terra que deixaram mais de 300 mortos na segunda-feira.
"Os representantes da ONU em Serra Leoa e nossos sócios humanitários realizam missões de avaliação dos deslizamentos de terra em massa", informou à imprensa o porta-voz da organização, Stéphane Dujarric.
"Estão ajudando as autoridades nacionais nas operações de resgate, retirando os habitantes, dando assistência médica aos feridos, registrando os sobreviventes e dando comida, água e produtos de primeira necessidade às vítimas", explicou.
A ONU também ativou vários planos para limitar eventuais epidemias de cólera, febre tifoide e diarreias, segundo Dujarric, que também anunciou que a Organização Internacional para as Migrações (OIM) desbloqueou 150.000 dólares em fundos de emergências.
O presidente de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, fez nesta terça-feira um apelo à comunidade internacional para receber ajuda após a catástrofe, que deixou um número indeterminado de desaparecidos em Freetown, a capital.
As autoridades, que lutam contra o relógio para encontrar sobreviventes, já começaram a enterrar os mortos.
"Estamos inundados", declarou Bai Koroma no bairro de Regent, um dos mais atingidos. "Precisamos de ajuda urgente".
AFP