Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02450.jsonl.gz/20

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
(Arquivo) As autoridades americanas reforçarão sua luta contra o tráfico de fentanil proibindo os derivados e os substitutos desse poderoso analgésico opiáceo suspeito de matar mais de 20.000 pessoas em 2016 nos Estados Unidos(afp_tickers)
As autoridades americanas reforçarão sua luta contra o tráfico de fentanil proibindo os derivados e os substitutos desse poderoso analgésico opiáceo suspeito de matar mais de 20.000 pessoas em 2016 nos Estados Unidos, informaram nesta quinta-feira.
Uma vez que a agência antidrogas americana (DEA) estabeleça a nova classificação, "será mais fácil para os promotores e agentes federais julgar os traficantes de todas as formas de substâncias similares ao fentanil", assegurou o Departamento de Justiça.
Os Estados Unidos enfrentam a propagação dos produtos opiáceos, especialmente os provenientes de fábricas na China, que enviam suas mercadorias diretamente aos clientes nos Estados Unidos que compram pela Internet.
Alguns traficantes conseguem se esquivar das mudanças na legislação antidrogas modificando a composição química de seus produtos.
Vendido apenas com prescrição médica, o fentanil é classificado pela DEA na segunda categoria de substâncias controladas, que agrupa os medicamentos potencialmente perigosos e com alto risco de dependência.
Segundo as novas regras, qualquer pessoa que possua, importe, distribua ou produza derivados ou substitutos de fentanil poderá ser processada como se estivesse envolvida no tráfico de fentanil.
Estima-se que cerca de dois milhões de americanos sejam dependentes de opiáceos, uma categoria de entorpecentes que inclui analgésicos administrados sob receita e heroína, muitas vezes misturados com substâncias sintéticas.
O tráfico gerado por este flagelo não se refere somente às substâncias proibidas. Os medicamentos opiáceos legais também são responsáveis pelo aumento das mortes por overdose.
AFP