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Attention and memory are two topics of the moment fashion. Especially when it comes to human development. Be it in infancy, in the school period, in the stress of adulthood or in the period of senescence. Attention and memory are two themes of my agenda. In general, concerns are about the loss or diminution of both or the potentiation of these two mental faculties.
Attention is, neurologically, the state of activation of the senses (especially vision and hearing) and cognitive systems for external and/or internal stimuli at a given moment. It is to be connected in what is happening in the present, either in the world of the senses or in the reasoning. Concentration is the voluntary state of directing this attention to specific stimuli.
Some things are absolutely right in relation to attention: the greater the attention, the greater the pregnancy caused by the stimulus. That is, if the neurological equipment is complete and functional, it has no lesion, the more attention placed on a stimulus, the more intense is the memorization of the elements involved in the stimulus.
The opposite is also true, the less attention, the less memory. It comes from that, when attention is small, the learning process that comes from memorization, is also small.
When we compare the two extremes of life: childhood and old age, we have a contrast between the first, low attention and overcapacity of memorization, and the second, high attention and low memorization. The differences in this situation derive from different neurological conditions.
In childhood, the brain still in development, and does not allow the perfect voluntary control of attention. Thus, dispersion, distraction and, as a result, low concentration maintenance time. Nevertheless, as memorization structures are powerfully active, the child learns extremely ease. The evolutionary idea behind it is to live out everything is possible to learn as much as possible. Learn a lot with low depth on each topic.
Then, over time, the child should gain the ability to control attention and thus be able to concentrate more easily and powerfully, as a consequence to learn more about each theme.
In old age, when there is a reduction of neurological structures, the capacity for attention continues, at least partially, integrates. The ability to rescue memory as well. But the relation between attention and memorization gradually fades away, so that the apprehension and learning of new elements contained in the present are not affected.
Thus, while attentive to the present, the elderly in this situation, can not store the newly received information, although clearly remember past things in childhood.
I followed in the office some curious situations related to this topic.
The first, which I would like to share, is very common these days. The mother complaining about the child who has attention deficit, with poor results at school, but can spend hours playing?
The game has an extremely high and pleasant stimulus turnover. And if we compare to the school, it is clearer to understand. A typical school class takes about 40 minutes (multiplied for 5 or 6 times a day). This means that, for this period of time, the child needs to be concentrated as much as possible in a more or less one theme, with very few variations of stimuli, (basically, present in the tone of the teacher’s voice). Many students are conditioned to pay more or less attention in class, according to this variation in teacher intonation or tone of voice.
In a video game, the stimulus tends to be present for a maximum of 15 seconds, then it is exchanged for another that will also last at most 15 seconds. That is, the bird’s ability to concentrate is enough to extract from this stimulus all the information it offers. The bird’s neurological apparatus is not enough to solve the reasoning brought about by the stimulus, let alone solve the problems derived from it.
Video games require high or very high intelligence and memory, although they demand very low
The game captivates, engages, thrills and charges a very low neurological price for this. The school charges are expensive and only offers boredom and frustration, like life, by the way, the perfect training program. I guarantee that four drops of Bach floral four times a day will help your child deal with school boredom more easily than endless speeches about the future. I have watched this movie many, many times in the office.
On the other side of life is old age (not even that old). The widow or the couple of about 68, both retired recently. They receive visits from their children and grandchildren every weekend. It means that their family is very lovely and nearby them. No, it means that they spend the whole week watching TV and muttering to each other, while wait for the weekend. They spend the week in a routine, without the need to inform the memory of new stimuli that need to be apprehended.
Therefore, despite the attention attached to the stove’s fire, in a few minutes, this information that should be latent in memory, fades. Lost yourself. The brain unlearns to learn.
In this situation, since before the problem gets worse, some homeopathic and floral help. Of course, I pull the text for my present business. But, it’s not just to create links. The experience, prior to my marriage (a Bach therapist, excellent by the way), reminds me of Dr. Elizabeth (who knows me Knows who I speak of) and her perfect feelling for homeopathy.
In both the
We imagine, each one of us, in his own way, this exciting life, we end up for idealizing it, making routine and simplicity lose their charm. This Instagram life, so idealized: big parties, big trips, big blábláblás, do not serve to maintain the enthusiasm for a long life term. On the contrary, without stimuli like alcohol and flirtation, they quickly enter a routine space. See who travels to work, bore life, after sometimes, what moves is not the trip, is the money.
Continuous change is the key. So, playing cards, Magic: The Gathering, Dominoes, Uno, are excellent tools. Each match is unique in its opportunities, possibilities, strategies, and unfolding. Play canasta with the children, play Magic with the elderly and the children. Involve and develop. kill them all in UNO!
Florais, homeopatia e baralho
A atenção e a memória são dois temas da moda. Principalmente quando o assunto é desenvolvimento. Seja na infância, no período escolar, no estresse da vida adulta ou no período de senescência. A atenção e a memória são dois temas me pauta. Em geral, a preocupação com a perda ou diminuição de ambos ou, a potencialização dessas duas faculdade mentais.
A atenção é, neurologicamente, o estado de ativação dos sentidos (especialmente visão e audição) e dos sistemas cognitivos para os estímulos externos e/ou internos em um dado momento. Ou seja, é estar ligado no que se passa no presente, seja no mundo dos sentidos ou no raciocínio. A concentração é o estado voluntário de direcionar essa atenção para estímulos específicos.
Algumas coisas são absolutamente certas em relação a atenção: quanto maior a atenção, maior a pregnância causada pelo estímulo. Ou seja, se o equipamento neurológico está integro, não tem nenhuma lesão, quanto mais atenção colocada sobre um estímulo, mais intensa é a memorização dos elementos envolvidos no estímulo.
O oposto também é verdadeiro, quanto menos atenção, menos memória. Vem daí que, quando a atenção é pequena, o processo de aprendizagem que deriva da memorização, também é pequeno.
Quando comparamos os dois pontos extremos da vida: infância e velhice, temos um contraste entre o primeiro, baixa atenção e supercapacidade de memorização, e o segundo, alta atenção e baixa memorização. As diferenças nesse caso derivam de condições neurológicas diferentes. Na infância, o cérebro ainda em desenvolvimento, não permite o perfeito controle voluntário da atenção. Trazendo assim, dispersão, distração e, como resultado, baixo tempo de manutenção da concentração.
Apesar disso, como as estruturas de memorização estão poderosamente ativas, a criança aprende com extrema facilidade. A ideia evolutiva por trás disso é exatamente viver de tudo o possível para aprender o máximo possível. Aprender muito com baixa profundidade em cada tema.
Depois, com o tempo, a criança deveria ganhar habilidade de controle sobre a atenção e, assim, conseguir concentrar-se com mais facilidade e poder, como consequência aprender com mais profundidade cada tema.
Na velhice, quando ocorre um enxugamento das estruturas neurológicas, a capacidade de atenção continua, ou parcialmente, integra. A capacidade de resgatar memória também. Mas, a relação entre a atenção e a memorização gradativamente se esvai, fazendo com que a apreensão e aprendizagem de novos elementos contidos no presente não seja efetuada. Assim, apesar de atento ao presente, os idosos nessa situação, não consegue armazenar a informação recém-recebida, apesar de lembrar claramente de coisas passadas na infância.
Acompanhei no consultório algumas situações curiosas referentes a esse tema.
A primeira, que gostaria de compartilhar, é muito comum nos dias atuais. A mãe reclamando do filho que tem deficit de atenção, com resultados pífios na escola, mas consegue passar horas jogando. O jogo tem uma rotatividade de estímulos extremamente alta. E, se compararmos com a escola, fica mas claro de entender. Uma aula típica na escola tem cerca de 40 minutos. Isso quer dizer que, por esse período de tempo, a criança precisa ficar concentrada o máximo possível em, mais ou menos uma temática, com pouquíssimas variações de estímulos, basicamente presentes no tom de voz do professor. Muitos alunos se condicionam a prestar mais ou menos atenção na aula, de acordo com essa variação na entonação ou tom de voz do professor.
Em jogo de videogame, o estímulo tende a estar presente por no máximo 15 segundo, em seguida já é trocado por outro que vai, também, no máximo, durar mais 15 segundo. Ou seja, a capacidade de concentração de um passarinho é o suficiente para extrair desse estímulo, todas as informações que ele oferece. O aparato neurológico do passarinho não é o suficiente para resolver o raciocínio trazido pelo estímulo, muito menos resolver os problemas derivados dele.
Games exigem alta ou altíssima inteligência e memória, apesar de exigirem baixíssima atenção. Escola exige altíssima atenção, apesar de quase nunca exigir inteligência. Aliás, quando observamos os eventos escolares de nossos filhos, muitas vezes ficamos motivados com as atividades e tarefas. Nós, adultos, acabamos nos encantando com a escola mais do que a criança. Por fim, escola é chato (meu blog, minha opinião).
O jogo cativa, envolve, emociona e cobra um preço neurológico baixíssimo para isso. Escola cobra caro e oferece só chatice e frustração, como a vida. Garanto que, quatro gotas de floral, quatro vezes ao dia, ajudarão seu filho a lidar com o tédio da escola com mais facilidade do que os discursos infinitos sobre o futuro. Assisti esse filme muitas e muitas vezes no consultório.
Outro extremo é a velhice (nem tão velha assim). A viúva ou o casal de cerca de 68 anos, ambos aposentados há pouco tempo. Recebem visitas dos filhos e netos todos os fins de semana. Ou sejam, passam a semana inteira assistindo TV e resmungando um com o outro. Passam a semana em rotina, sem a necessidade de informar para a memória estímulos novos que precisam ser apreendidos. Por tanto, apesar da atenção ligada ao fogo do fogão, em alguns minutos, essa informação que deveria estar latente na memória, se esvanece. Se perde. O cérebro desaprende a aprender.
Nessa situação, desde antes do problema se agravar, algumas homeopatias e florais ajudam. Claro, puxo sardinha para os meus negócios do presente. Mas, não é só para criar links. A experiência, anterior ao meu casamento, me remete a Dra. Elizabeth (que me conhece sabe de quem falo) e sua mão precisa para a homeopatia.
Em ambos os casos o entusiasmo pelo estímulo e a emoção derivada dele são a chave do sucesso. A saborear da vida deriva desse tempero gerado pelas emoções, sejam elas negativas ou positivas. Então, criar um espaço de vida entusiasmante (claro, de preferência com o maior número de emoções positivas) provoca o interesse pela experiência de viver. Não importa se em uma vida pequena de um casal de idosos que todo dia joga baralho juntos ou se um bando de crianças ruidosas que se atacam numa partida de Uno, todos dentro de casa, sentados à mesa.
Imaginamos, cada um a seu jeito essa vida entusiasmante, acabamos por idealizá-la, fazendo como que a rotina e a simplicidade percam o encanto. Essa Instagram life, tão idealizada: grandes festas, grandes viagens, grandes blábláblás, não servem para manter o entusiasmo por longo tempo. Pelo contrário, sem estímulos como álcool e o flerte, entram rapidamente em um espaço de rotina. Vide quem viaja a trabalho.
A mudança contínua é a chave. Por isso, jogar baralho, Magic: The Gathering, dominó, Uno, são ferramentas excelentes. Cada partida é única em suas oportunidades, possibilidades, estratégias e desdobramentos. Jogue canastra com as crianças, jogue Magic com os idosos e as crianças. Envolva e desenvolva.