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Homenagem ao escritor Alberto Giacometti, considerado um dos escultores mais importantes do século XX, teve sucesso "fenomenal" no Museu de Arte Moderna de Nova York.
Essa exposição no MoMa - Museu de Arte Moderna de Nova York - foi a segunda que o museu nova-iorquino dedicou ao escultor, de quem se comemorou em outubro o centenário do nascimento. A primeira ocorreu em 1966.
Interesse
Na mostra, realizada de 10 de outubro a 8 de janeiro, foram apresentadas 200 peças - esculturas, pinturas e desenhos - que resumiram a obra de um dos maiores artistas plásticos do século XX.
Segundo Richard Turnbull, conferencista do MoMa, o interesse do público foi "fenomenal", a julgar pelo número de pessoas que visitaram a exposição.
Organizada cronologicamente, a mostra traçou o itinerário de Alberto Giacometti, desde suas primeiras obras em sua aldeia natal, Stampa, leste suíço, e sua produção em Paris, onde se impregnou de novas tendências artísticas, como o Surrealismo com que rompe para retornar à arte figurativa.
O escultor descobriu novas perspectivas à representação plástica do homem. E suas enigmáticas figuras de bronze, delgadas, frias e desencarnadas (como "o homem que anda" que ilustra este texto), podem configurar a solidão do homem do século passado.
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