Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02422.jsonl.gz/89

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
Jeff Sessions teria se encontrado com embaixador russo nos EUA durante campanha eleitoral de Donald Trump(afp_tickers)
O secretário de Justiça, Jeff Sessions, e o embaixador russo em Washington discutiram temas relacionados com a campanha presidencial americana, ao contrário do que disse o funcionário americano, afirmou nesta sexta-feira o jornal The Washington Post.
O jornal citou funcionários do governo atual e do anterior que mencionaram interceptações realizadas pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos de relatórios do embaixador Sergey Kislyak a seus chefes em Moscou sobre dois encontros com Sessions, assessor de Donald Trump durante a campanha.
O relatório acrescenta mais pressão sobre Sessions, cuja permanência no cargo está em xeque depois que o presidente Donald Trump o criticou durante uma entrevista nesta semana ao jornal The New York Times.
No centro da polêmica esta a decisão de Sessions de não participar de qualquer investigação do departamento de Justiça sobre a suposta ingerência da Rússia na campanha eleitoral americana de 2016.
Segundo The Washington Post, duas conversas entre Kislyak e Sessions foram especialmente identificadas pelas agências dos Estados Unidos.
O atual secretário de Justiça teria feito declarações "enganosas" sobre estas conversas, que "contradizem outras provas", disse um funcionário americano ao jornal.
Um ex-funcionário declarou ao jornal que Kislyak e Sessions mantiveram intercâmbios "substanciais", especialmente sobre a posição de Trump em questões relacionadas à Rússia e às relações russo-americanas.
Sessions afirmou, várias vezes, que jamais tratou da campanha presidencial com funcionários russos e que se reuniu com Kisliak apenas na qualidade de senador pelo Alabama.
Há vários meses, Trump enfrenta uma série de revelações que apontam para uma possível colusão entre integrantes de sua equipe de campanha e funcionários russos.
AFP