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Tal como noutros países da Europa, a agricultura foi um sector muito privilegiado na Suíça, durante a 2ª Guerra Mundial. Sendo este um país neutro, ficou isolado durante a guerra e a agricultura era o principal meio de subsistência dos cidadãos.
O sector primário contribui para cerca de 0,7% do produto interno bruto e apresenta um rendimento anual de aproximadamente 10 mil milhões de francos. Metade desta contribuição recai sobre a criação de animais, principalmente no sector da indústria leiteira. A outra metade corresponde à agricultura.
Durante o verão os agricultores mantêm os seus rebanhos nas pastagens das montanhas e, durante o Inverno levam-nos para os vales, devido à neve e ao frio que se faz sentir. Os produtores vivem, durante a estação quente, nos tradicionais chalés suíços, dedicando-se à criação dos animais e à produção de queijos.
A agricultura suíça tal como a descrevemos acima, vive dias difíceis como em qualquer outro país do mundo. Hoje, as pequenas propriedades não são rentáveis e os seus proprietários não conseguem viver exclusivamente do sector primário.
O governo suíço tem vindo a apoiar a agricultura, em 2011, a Confederação gastou 3,7 bilhões de francos, cerca de 6,5% do orçamento da Confederação, para apoiar a agricultura e o abastecimento de géneros alimentícios.
Existem grupos que defendem que o país deveria abandonar a agricultura e transformar a região dos Alpes em parques naturais, deslocando todos os cidadãos para as cidades. Uma das razões para esta posição é o facto de os produtos agrícolas poderem ser importados a preços muito mais baixos do que os que são produzidos internamente.
Há também grupos que defendem a preservação do sector.
Nós por cá defendemos que a beleza dos Alpes deve ser preservada!
Fonte: eda.admin.ch