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O magnata e político americano Michael Bloomberg anunciou nesta terça-feira que está voando para Tel Aviv para ser solidário com Israel, após a decisão do governo dos Estados Unidos de proibir que as companhias aéreas americanas operem no aeroporto internacional israelense.
A Agência Federal de Aviação (FAA) proibiu voos das companhias aéreas americanas para o Aeroporto Internacional Ben Gurión, em Tel Aviv, diante da ameaça dos foguetes disparados da Faixa de Gaza.
Em mensagem no Twitter, Bloomberg - ex-prefeito de Nova York - informa que tomou um avião da companhia israelense El Al "como prova de solidariedade aos israelenses e para mostrar que é seguro voar para Israel".
Bloomberg pediu à FAA que suspenda a proibição, considerando que ela concede ao Hamas uma "vitória não merecida" no conflito com Israel.
A FAA informou mais cedo que "avalia a situação e dará uma decisão em menos de 24 horas" sobre a permanência da suspensão.
O secretário americano de Estado, John Kerry, telefonou nesta terça ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para informar que a proibição dos voos é motivada apenas por razões de segurança envolvendo passageiros e tripulações.
Esta decisão "foi tomada para proteger os cidadãos e as empresas aéreas americanas". Os Estados Unidos consideraram apenas a "segurança dos seus cidadãos".