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YAOUNDÉ (Reuters) - Forças do oeste africano libertaram 5.000 pessoas que eram mantidas presas em vilas pelo Boko Haram, numa operação que matou mais de 60 combatentes e destruiu o esconderijo do grupo islâmico junto à fronteira da Nigéria com a República dos Camarões, disse a República dos Camarões nesta quarta-feira.
"Os reféns libertados são na maioria mulheres, crianças e idosos”, disse o ministro das Comunicações, Issa Tchiroma Bakary, à imprensa.
Segundo ele, “5.000 pessoas foram salvas depois de uma operação na fronteira, dentro do território da República dos Camarões, que eram reféns que não podiam deixar as vilas”. Ele acrescentou que “mais de 60 terroristas foram neutralizados”.
Além disso, 21 suspeitos de serem do Boko Haram foram presos numa operação nas montanhas de Mandara entre 26 de fevereiro e 7 de março, que destruiu um depósito de combustível e apreendeu armas, motos, cerca de 50 bicicletas, bandeiras e vários objetos de propaganda.
O grupo islâmico da Nigéria Boko Haram luta desde 2009 para estabelecer um califato islâmico na região.
(Por Sylvain Andzongo)
Reuters