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Um país de marinheiros
Apesar de não acesso direto ao mar, vários navegadores suíços se destacam em competições profissionais. Todos começam seu aprendizado nos lagos.
Os mais conhecidos navegadores suíços atualmente são Dominique Favre, Steve Ravussin e Bernard Stamm. O caminho foi aberto ao profissionalismo por Pierre Fehlmann, que ganhou provas famosas nos anos 80 e deu a volta ao mundo cinco vezes.
Na equipe do Alingh vencedora da Copa América havia 7 navegadores suíços, além do motor do projeto, o empresário Ernesto Bertarelli.
No entanto, além desses profissionais, a vela suíça não ganha medalhas nas competições maiores desde 1968. "É muito pouco", reconhece François Stockburger, presidente da Federação Suíça de Vela. "Mas é preciso lembrar que uma olimpíada, por exemplo, precisa ser preparada durante 3 anos e os atletas não têm apoio financeiro suficiente", acrescenta.
Mesmo assim, existem mais de 140 clubes de vela e quase 20 mil membros, na Suíça. O presidente da Federação afirma que os talentos existem mas que "as autoridades políticas precisam tomar consciência que eles precisam de ajuda finaceira porque o amadorismo foi ultrapassado."
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