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O governo da Colômbia descartou nesta terça-feira (18) um "atentado terrorista" como causa da explosão de um furgão de uma instituição pública. O incidente deixou sete mortos e 13 feridos.
O veículo explodiu na noite da última segunda quando se deslocava pela Vía Panamericana, que liga a Colômbia ao Equador.
O incidente ocorreu na altura do município de Rosas, no departamento de Cauca, um dos locais com mais plantação de narcóticos e com grande violência contra indígenas e líderes sociais.
No "lamentável caso (...) morreram sete pessoas, e 13 ficaram feridas", disse o ministro da Defesa, Carlos Holmes Trujillo. A explosão atingiu três casas e quatro carros.
O primeiro balanço informava sobre sete mortos, todos ocupantes do furgão, e 11 feridos.
"A hipótese principal, de acordo com as suposições do Ministério Público colombiano, (o incidente) estaria associado a uma explosão acidental fruto do transporte ilegal de explosivos", acrescentou o ministro.
Segundo Trujillo, a carga transportada pelo furgão estava destinada a "ações terroristas" ou "mineração criminal".
O ministro acrescentou que "não há elementos ou informações que indiquem que no local tenha ocorrido algum embate entre grupos armados organizados, assim como um suposto atentado terrorista".
Investigações preliminares apontam que a explosão aconteceu dentro do veículo que saiu da cidade de Pasto, saído de um departamento na fronteira com o Equador.
Na segunda a Defensoria do Povo e o escritório local de Direitos Humanos da ONU consideraram a explosão como um "atentado", como declararam no Twitter, além de condenar o ocorrido.
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