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São do tamanho de uma maca, mas pesam e custam muito menos. Além disso, também podem se tornar caixões. Uma dúzia de camas hospitalares de papelão serão doadas à empobrecida Amazônia da Colômbia, na fronteira com o Brasil e atormentada pela pandemia.
Estas camas são feitas de papelão ondulado que resiste à umidade, possuem uma laca especial para melhorar o processo de desinfecção e podem ser recicladas. Resistem a pelo menos 150 kg e têm uma vida útil de meio ano.
O vírus sobrevive até 24 horas no papelão e entre dois e três dias em plástico e aço inoxidável, com o qual são fabricadas as camas de hospital, segundo estudos das universidades da Califórnia, Los Angeles e Princeton.
O local, de maioria pobre e indígena, tem a maior taxa de infecção para cada 10.000 habitantes da Colômbia. Até o momento, a Amazônia colombiana registra 500 casos e 14 mortos, de um total nacional de 9.500 infectados e mais de 400 mortes.
Com um único hospital público sem terapia intensiva e apenas oito leitos de atendimento intermediário para 76.589 habitantes, a preocupação das autoridades se fixa nesta cidade na floresta, acessível apenas por avião.
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