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Rihanna chega para o tradicional baile de gala do Metropolitan Museum of Art, em Nova York, em 1º de maio de 2017(afp_tickers)
A estrela de Barbados, Rihanna, impressionou no tapete vermelho da edição de 2017 do Baile do Met, em Nova York, um evento beneficente apelidado de "a festa do ano", que reúne os rostos mais famosos do mundo do cinema, da moda e da música.
Organizado oficialmente todo mês de maio para arrecadar fundos para o Metropolitan Museum of Art's Costume Institute, sob a administração da editora-chefe da Vogue americana Anna Wintour, esta noite se transformou em um dos eventos de moda mais vistos de Nova York.
Na segunda-feira, Rihanna compareceu ao tapete vermelho com um vestido do estilista japonês Rei Kawakubo, dono da empresa Comme des Garçons, que foi o tema do baile, o segundo sobre um designer vivo desde Yves Saint Laurent, em 1983.
O vestido floral e assimétrico de Rihanna era curto, coberto por discos coloridos em camadas como pétalas de flores, em conjunto com sua sandália vermelha de tiras, de estilo gladiador, enroladas do tornozelo até a coxa.
Este foi o retorno de Rihanna ao Baile do Met, que em 2015 chocou o público com um vestido de veludo amarelo com uma enorme cauda da mesma cor, criado pelo designer chinês Guo Pei.
Lady Gaga afirmou no Twitter que, mais uma vez, Rihanna era a "mais bem vestida", dizendo que a cantora de 29 anos "capturou o espírito da noite" e a "emoção de Kawakubo".
Mas as homenagens ao designer, que possui roupas difíceis de usar, não foram muito vistas no tapete vermelho, com a maior parte das celebridades optando por outros estilistas da "A-list".
A cantora Katy Perry usou um vestido vermelho com um véu de rosto transparente de John Galliano.
Madonna optou por um vestido camuflado da marca Moschino, enquanto as modelos do momento como Bella Hadid e Kendall Jenner foram quase completamente nuas - a primeira em um macacão preto de Alexander Wang e Jenner vestindo uma roupa toda recortada de La Perla.
O baile de 2016 arrecadou cerca de 13,5 milhões de dólares e os ingressos deste ano custaram cerca de 30 mil dólares por pessoa.
Mas o dinheiro sozinho não permite o acesso: todos os convidados devem ser chamados a comparecer, antes que comprem o ingresso.
Ao longo dos anos, Anna Wintour arrecadou 150 milhões de dólares para o Costume Institute, que agora leva o seu nome.
AFP