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Depois de quase setenta anos, a Organização das Nações Unidas continua a fornecer a seus 193 membros um fórum de debate como parte da sua missão de promover paz e direitos humanos. Porém essa entidade é capaz de enfrentar os desafios do século 21 com o veto dado aos membros permanentes do Conselho de Segurança?
Apoiadores da ONU ressaltam a importância da Assembleia Geral e das agências independentes da ONU e que, além de tratar de temas importantes como saúde, educação, direitos humanos, também promove a proteção do meio-ambiente e fornece ajuda humanitária. Os críticos argumentam que a ONU não foi capaz de administrar conflitos internacionais, além de ser um órgão inflado e de ser mantida como refém pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança.
Mas como o ex-secretário-geral da ONU, Dag Hammarskjöld, disse uma vez: "A ONU não foi criada para levar a humanidade ao céu, mas para salvá-la do inferno". Quais são suas expectativas em relação à ONU? De que lado estaria nesse debate e por quê?
Suíça – ONU
Genebra é a principal sede das Nações Unidas, depois de Nova York. Tem sete agências especializadas da ONU e 242 missões e representações permanentes.
1.500 suíços trabalham nas Nações Unidas, 70 deles em cargos de direção.
A Suíça é o 16° maior contribuinte ao orçamento da ONU, com uma percentagem de 1,13% do total. Em 2010, a contribuição helvética às atividades da ONU chegou a 147,4 milhões de francos (US$154.3 milhões). Em 2011: 130.4 milhões.
Antes de se tornar um membro em 2002, a Suíça contribuiu com cerca de 500 milhões de francos ao sistema das Nações Unidas.
Antes da adesão à ONU, a Suíça pagava cerca de 500 milhões às agências das Nações Unidas de que fazia parte.