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Uma cópia 3D do túmulo real do faraó Seti I está em exposição no Antikenmuseum Basel. Uma tecnologia de digitalização e reprodução de ponta, além de pinturas que documentam o esplendor do túmulo, permitiram recriar sua beleza original.
O túmulo de Seti I (1290-1279 a.C., também conhecido como Sethos I) é o maior desse tipo já descoberto. Em 1817, o explorador e arqueólogo italiano Giovanni Battista Belzoni elogiou o impecável estado de preservação quando descobriu o túmulo de 3000 anos do jovem faraó.
Durante os 200 anos seguintes, o túmulo sofreu com escavações inadequadas, pilhagens e o turismo. Agora, graças à “Iniciativa de Preservação da Necrópolis de Tebas”, um projeto foi criado para promover o turismo sustentável e assegurar o monitoramento dos túmulos do Vale dos Reis em Luxor, onde se encontra o túmulo original.
A exposição, "Escaneando Seti. A Regeneração de um túmulo faraônico", mostra uma cópia em tamanho real dos dois túmulos mais esplêndidos e do sarcófago de Seti I. A mostra no Antikenmuseum Basel und Sammlung LudwigLink externo acontece até 6 de maio e faz parte de um projeto de cinco anos para instalar a cópia em um lugar perto de Luxor, onde o original foi encontrado.
Adaptação: Fernando Hirschy, swissinfo.ch