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A maioria dos chefes de Estado e ministros, assim como outros participantes do Fórum Econômico Mundial (WEF) viajam de helicóptero para Davos. O heliporto temporário Stilli é a base. Há dez anos Jürgen Rüegg é o responsável. (Kristian Kapp, swissinfo.ch)
Com boas condições climáticas há sempre muita movimentação no heliporto de Stilli em Davos. Até 500 helicópteros trafegam no local na semana do WEF. As pessoas transportadas são chefes de Estado, ministros e outros participantes do encontro. Todos desembarcam no heliporto de Jürgen Rüegg. Desde 1991 ele vive em Davos, onde trabalha na sua principal profissão: policial de trânsito.
O WEF sempre significou para ele mais trabalho, especialmente em controles de trânsito e no reforço da segurança. Há doze anos ele também trabalha como comandante das missões executadas com helicópteros. Dentre elas, está a construção do heliporto provisório em Davos.
Durante 24 horas do dia pousam no local helicópteros originários especialmente de Zurique, mas também de Genebra ou Milão. Esse horário vale apenas para as pessoas de "risco", ou seja, chefes de Estado ou ministros. Os outros voos, executados por empresas privadas, podem ocorrer de 8 às 22 horas.
Os dias de trabalho de Rüegg são longo, podendo durar até 14 horas. Dentre as condições especiais das ações durante o WEF, o frio do inverno é uma delas. "Nesse período do ano tudo congela", afirma o policial. Durante a visita da swissinfo.ch, o termômetro apontava 19 graus negativos.