Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02532.jsonl.gz/23

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
Defensores dos direitos civis lançaram nesta quinta-feira um aplicativo para smartphones que permite gravar interações entre policiais e civis e armazená-las para uso potencial em uma ação legal futura(afp_tickers)
Defensores dos direitos civis lançaram nesta quinta-feira um aplicativo para smartphones que permite gravar interações entre policiais e civis e armazená-las para uso potencial em uma ação legal futura.
O aplicativo gratuito, desenvolvido pela associação de direitos civis American Civil Liberties Union (ACLU), foi lançado em meio a uma onda de protestos contra uma série de mortes de norte-americanos negros sob custódia ou nas mãos de policiais brancos.
Os vídeos gravados usando o aplicativo de celular Mobile Justice CA podem ser enviados a um escritório local da ACLU como forma de denunciar possíveis violações dos direitos civis por parte da polícia.
O aplicativo, disponível para aparelhos com os sistemas Android e iOS, irá garantir que os vídeos sejam baixados e armazenados mesmo que o telefone do usuário seja perdido, apreendido ou destruído.
"Preocupações sobre práticas policiais, incluindo a discriminação racial e o uso excessivo da força, são muito reais para comunidades em todo o estado", afirmou Hector Villagra, diretor da ACLU para o sul da Califórnia.
"Este aplicativo vai servir como um controle sobre o abuso - seja por policiais, assistentes dos delegados, patrulha fronteiriça ou outros funcionários - permitindo que os cidadãos comuns registrem e documentem qualquer interação com agentes da lei", reforçou.
O aplicativo também pode ser usado para enviar alertas a outras pessoas para que se dirijam a local e documentem um incidente. Um relatório detalhando o evento é enviado para a ACLU usando o aplicativo.
Protestos em Baltimore contra a morte de um homem negro em virtude de lesões sofridas enquanto estava sob custódia da polícia se tornaram violentos no início desta semana, e se espalharam para outras cidades nesta quarta-feira, incluindo Nova York.
AFP