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O Ministério Público da Argentina, que investiga a morte de Diego Maradona, adiou para 14 de junho o início dos interrogatórios de sete pessoas, que estavam previstos para começar na próxima segunda-feira. Elas são suspeitas de terem abandonado o ídolo do futebol "à própria sorte", informaram nesta sexta-feira à AFP uma fonte da Justiça e uma outra ligada ao caso.
Os sete acusados, entre eles o médico pessoal de Maradona e uma psiquiatra, também são investigados por terem prescrito ao ex-jogador um tratamento "inadequado, deficiente e temerário" em seus últimos dias de vida.