Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02398.jsonl.gz/79

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
O presidente do Equador, Rafael Correa, discursa em Quito, no dia 15 de junho de 2015(afp_tickers)
O presidente do Equador, Rafael Correa, decretou neste sábado o estado de exceção por até 60 dias para atender uma possível emergência pela atividade do vulcão Cotopaxi, que obrigou a evacuação preventiva de vários povoados do centro do país.
O decreto do estado de exceção, confirmado pelo presidente em seu programa de rádio e TV, permite que o governo mobilize militares e policiais, libere recursos e controle informações exclusivamente relacionadas ao fenômeno natural.
Aproximadamente 400 pessoas foram retiradas preventivamente neste sábado de áreas consideradas de risco pelo aumento da atividade do vulcão. Elas foram levadas para Santa Ana, na provícia de Pichincha.
Cerca de um milhão de pessoas vivem na zona de influência do Cotopaxi, muito próximo a Quito e considerado pelos cientistas um dos mais perigosos do mundo, registrou pequenas explosões nesta sexta-feira e lançou cinzas.
A 5.897 metros de altura, o Cotopaxi fica a 45 km ao sul da capita e é visto pelos cientistas como um dos mais perigosos do mundo devido a seu grande cone de neve e à grande quantidade de pessoas que mora em seus arredores.
As autoridades decidiram reduzir a atividade turística na região após o alerta do Instituto Geofísico (IG).
O Cotopaxi é um dos oito vulcões ativos do Equador e sua última erupção data de 1877.
AFP