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MANILA (Reuters) - O exército filipino acredita que possa ter "neutralizado" o restante de uma aliança de extremistas pró-Estado Islâmico, após a suposta morte do verdadeiro líder do grupo durante conflitos na semana passada.
Testes forenses estavam sendo realizados para determinar se um dos quatro rebeldes mortos na última quinta-feira era Abu Dar, homem que as forças de segurança acreditam ter liderado o Dawna Islamiya, aliança de soldados pró-Estado Islâmico, estrangeiros e filipinos, recrutados em grupos armados na volátil região de Mindanao.
Quatro soldados também foram mortos durante as lutas na província de Lanao del Sur, pelos quais o Estado Islâmico reivindicou responsabilidade por meio do serviço de mensagens instantâneas Telegram.
Comandante do exército regional, o coronel Romeo Brawner afirmou à ABS-CBN que a morte de Abu Dar significaria que o Dawna Islamiya havia sido "neutralizado".
O Dawla Islamiya ocupou, em 2017, a cidade de Marawi, no sul do país, por cinco meses, antes de seus principais líderes supostamente serem mortos por ataques aéreos militares e lutas de rua, entre eles, Isnilon Hapilon, ungido "emir" no Sudeste Asiático. Abu Dar foi visto em imagens confiscadas sentado ao lado de Hapilon.
Se confirmada, sua morte representaria um raro progresso em um momento de forte alerta ao redor das áreas predominantemente muçulmanas de Mindanao, onde um ataque a uma igreja por suposto ataque suicida, em janeiro, matou 22 pessoas e feriu mais de 100.
(Por Martin Petty; reportagem adicional de Ahmed Tolba, no CAIRO)