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Por Steve Holland e Idrees Ali
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quarta-feira que o Pentágono vai revisar sua estratégia em relação à China, mirando áreas essenciais, incluindo inteligência, tecnologia e presença militar de Washington na região.
A revisão será feita entre várias outras que o Pentágono já está realizando, desde tropas no Oriente Médio até políticas em relação à Otan.
Os dois países estão em desacordo sobre questões que vão de tecnologia e direitos humanos a atividades militares chinesas no disputado Mar do Sul da China, com cada um acusando o outro de comportamento deliberadamente provocativo.
Sob o comando do antecessor de Biden, Donald Trump, o Pentágono tornou o esforço para conter China sua prioridade, algo que o secretário de Defesa, Lloyd Austin, sinalizou que continuará.
Falando durante uma visita ao Pentágono, Biden disse que Austin o informou sobre uma nova força-tarefa que examinaria a estratégia militar em relação à China.
Biden disse que a China e as questões relacionadas a ela vão exigir que as agências governamentais trabalhem em conjunto, juntamente com o apoio bipartidário no Congresso e fortes alianças.
"É assim que enfrentaremos o desafio da China", declarou Biden, ao lado de Austin e da vice-presidente Kamala Harris.