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(Arquivo) O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, em Washington, Estados Unidos, no dia 5 de fevereiro de 2016(afp_tickers)
A condição do presidente da Colômbia Juan Manuel Santos de que a guerrilha ELN ponha fim à prática de sequestros para que as negociações sejam formalmente iniciadas impede a paz, disse neste domingo a organização rebelde.
"A condição que o presidente Santos impôs ao processo de diálogo se transformou em um impedimento para a paz", disse o grupo guerrilheiro através de sua conta do Twitter.
No comunicado, o Exército de Libertação Nacional (ELN, guevarista) assegurou que a declaração do presidente é "uma imposição, por enquanto é só uma parte que deve cumpri-la, à margem do acordo da agenda".
"Planejar hoje modificações substanciais, como a exigência do presidente, é trancar o processo de paz", reiterou o grupo rebelde, que classificou o pronunciamento de Santos como uma "ofensiva midiática que está desgastando a confiança" do ELN.
AFP