Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02566.jsonl.gz/22

Uma empresa portuguesa de vans violou a proibição de transporte de pessoas na Suíça pela segunda vez em três anos.Este conteúdo foi publicado em 16. julho 2021 - 07:45
Um motorista da empresa foi interceptado na autoestrada A1 no cantão de Vaud (região oeste), em 4 de julho, enquanto transportava passageiros entre o aeroporto de Genebra e a região de Zermatt, no cantão do Valais, onde muitos portugueses trabalham na hotelaria e gastronomia.
O veículo com matrícula portuguesa e seus passageiros foram controlados por uma patrulha móvel da polícia em uma área de repouso na autoestrada, anunciou na quinta-feira a Administração Federal de Alfândega.
O motorista não tinha pago direitos alfandegários sobre o veículo ao entrar na Suíça. O veículo foi apreendido como garantia para o pagamento dos valores devidos. Além disso, uma multa pode ser imposta, de acordo com a administração aduaneira.
Os passageiros tiveram que descer na alfândega de Chavannes-de-Bogis, no cantão de Vaud, e continuar sua viagem com outra empresa de viagens.
A empresa portuguesa de transporte de passageiros já havia sido interceptada em 2018 no cantão de Obwalden, na região central do país, durante um transporte entre o aeroporto de Zurique e Lucerna por delitos semelhantes.
A empresa recorreu das obrigações alfandegárias e do IVA, mas o Tribunal Federal, a mais alta instância judicial, indeferiu o pedido em 2020. A empresa ainda deve à Suíça dezenas de milhares de francos, disse a Administração Federal de Alfândega.