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O exército suíço desarmou ou suspendeu um punhado de seus membros ligados ao extremismo de direita. No ano passado, o exército já havia investigado 49 pessoas no total.Este conteúdo foi publicado em 24. abril 2018 - 10:42
Em 2017, o exército suíço checou 42 relatos relacionados com o extremismo de direita entre seus membros. Nove pessoas foram obrigadas a se submeter a medidas de precaução, como verificações de segurança, suspensão ou a entrega de suas armas.
Os números são um pouco maiores do que a média dos últimos cinco anos. Cerca de dois terços dos relatos de extremismo do ano passado tiveram a ver com o extremismo de direita, anunciou o Ministério da Defesa na segunda-feira. No total, houve 21 relatos desse tipo.
Houve oito relatos de extremismo motivado pela jihad (guerra santa muçulmana), cerca de metade do que no ano anterior. Dez tinham a ver com extremismo não violento, e outros três eram de extremismo étnico-nacionalista.
Os recrutas podem ser excluídos do exército suíço se forem considerados capazes de violência. As investigações são realizadas por uma unidade militar especializada em “extremismo no exército”.
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