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O Twitter anunciou nesta quarta-feira (2) que está expandindo sua definição de conteúdo de ódio para proibir linguagem que "desumaniza" as pessoas com base em raça, etnia ou nacionalidade.
A mudança anunciada pela plataforma de mensagens é a mais recente para refinar sua definição de conteúdo abusivo e prejudicial que levou a uma reação contra as redes sociais.
O Twitter disse que a atualização mais recente é baseada em 'feedback' dos usuários, uma vez que publicou regras ampliadas sobre conteúdo de ódio em 2019.
"Embora encorajemos as pessoas a se expressarem livremente no Twitter, o abuso, o assédio e a conduta odiosa continuam a não ter lugar em nosso serviço", afirmou uma postagem no blog da equipe de segurança do Twitter.
"Hoje, estamos expandindo ainda mais nossa política de conduta odiosa para proibir linguagem que desumanize as pessoas com base na raça, etnia ou nacionalidade".
O Twitter disse que removeria tuítes ofensivos quando fossem denunciados e ofereceu exemplos como a descrição de um determinado grupo étnico como "escória" ou "sanguessugas".
"Se uma conta violar repetidamente as regras do Twitter, podemos bloquear ou suspender temporariamente a conta", alertou a rede social.
O Twitter e o Facebook intensificaram a aplicação de políticas contra conteúdo prejudicial e de ódio durante a campanha eleitoral nos Estados Unidos, em muitos casos limitando o alcance dos comentários do presidente americano Donald Trump.