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Paul Berri tem 76 anos e conhece quase todo mundo em Davos. No passado chegou até a trabalhar no Fórum Econômico Mundial (WEF). (Kristian Kapp, swissinfo.ch)
Paul Berri é um habitante típico de Davos. Há mais de seis décadas ele está ativo no clube local de hóquei do gelo em diferentes funções. Como operário da construção civil, ele ajudou a construir muitas das casas do vilarejo, dentre elas também o centro de congressos onde funciona o WEF.
Depois ele trabalhou 15 anos para o evento como "mão-direita" de Maria Cattaui, a antiga chefe do WEF. Ele ainda se lembra dos seus primórdios. "No início era bem diferente. Os participantes saiam do hotel e iam para o congresso com as suas esposas ao lado."
Ainda hoje Berri gosta do evento. "É bom ter animação por aqui", diz. Apenas uma coisa não lhe agrada. "Se um visitante vem à cidade, ele fica chocado de ver que muitas lojas e até cafés são alugados durante esse período."