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Reunidos por iniciativa do governo suíço em 22 de agosto de 1864, doze países assinaram a primeira Convenção de Genebra para "melhorar a sorte dos soldados feridos no campo de batalha". Assim nasceu o Direito Internacional Humanitário, que ainda oferece proteção às vítimas de guerras e conflitos armados.
A assinatura da primeira Convenção de Genebra, em conjunto com a fundação - um ano antes - do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), representa também o nascimento da tradição humanitária da Suíça e da Genebra internacional, disse o presidente da Confederação Suíça Didier Burkhalter.
Em 150 anos, o Direito Internacional Humanitário foi ampliado e adaptado às novas formas de conflitos, não só para proteger os soldados feridos, mas também prisioneiros de guerra e civis. As quatro Convenções e seus Protocolos Adicionais também estabelecem as regras humanitárias a serem observadas em situações de guerra. Regras que, no entanto, são regularmente postas à prova por novas formas de conflito.
Como Estado depositário das Convenções de Genebra, a Suíça é responsável pela preservação dos documentos originais.
egundo o CICV, as pessoas sempre recorreram à violência para resolver controvérsias. E todas as culturas sempre mantiveram a noção de que a violência deve ter limites para impedir que as guerras se transformem em barbáries.
Essas normas estão estabelecidas no Direito Internacional Humanitário (DIH). Por isso, atacar civis constitui um crime de guerra. Hoje, na celebração do aniversário dos 150 anos da assinatura da primeira Convenção de Genebra, o CICV faz um apelo a todas as partes em conflito para que preservem o significado de humanidade ao cumprirem com o DIH. O vídeo abaixo explica a essência do DIH.
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