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O número de pessoas que vivem em relativa pobreza na Suíça está aumentando, mas continua abaixo da média europeia.
Os últimos dados publicados na segunda-feira (15) pelo Secretaria Federal de Estatísticas (OFS) mostram que cerca de 570 mil pessoas vivem abaixo do limite da pobreza, incluindo cerca de 145 mil que têm um emprego remunerado.
Em 2015, eram 7% da população, contra 6,6% no ano anterior.
Pessoas sem um emprego remunerado, solteiros, pais solteiros e aquelas com baixa qualificação profissional são mais propensas a ser pobres.
Os cidadãos estrangeiros que vivem na Suíça, originários de países fora da Europa, têm a maior taxa de pobreza - 11,7% - em comparação com a população total.
A taxa também está acima da média entre os aposentados ( + de 65 anos), mas muitos deles dependem de suas economias para manter o nivel de vida, de acordo com a OFS.
A asssociação caritativa católica Caritas diz que os últimos números são chocantes mas não surpreendentes.
A Caritas explica que o governo federal reconheceu a necessidade de agir em 2014, mas as autoridades cantonais e municipais, sob pressão para implementar cortes nos gastos, reduziram e assistência social ou programas para prevenir a pobreza.
Em comparação com uma média dos 28 países membros da União Europeia, a taxa de risco de pobreza da Suíça é quase 2% menor.
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