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Autoridades dos EUA recomendam não usar THC em cigarros eletrônicos
Os americanos que usam cigarros eletrônicos devem evitar acrescentar substâncias como maconha e comprar produtos na rua, ou até considerar a abstenção total desses aparelhos, já que as autoridades investigam centenas de casos de doenças pulmonares graves entre os consumidores, informou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) em nota.
Atualmente, 215 casos de possível doença pulmonar associada à vaporização são investigados em 25 estados, de acordo com um comunicado do CDC. A primeira morte foi informada na semana passada, embora a maioria dos pacientes tenha se recuperado completamente.
"O CDC recomenda que, enquanto a investigação estiver em curso, os americanos usuários de cigarros eletrônicos que estiverem preocupados com esses potenciais riscos de doença considerem se abster de seu uso e não comprem nas ruas, nem modifiquem ou adicionem substâncias não previstas pelo fabricante", disse a agência, que destacou os "produtos de cigarros eletrônicos com THC, ou outros canabinoides" como uma alteração do uso comum.
Desde o fim de junho, os pacientes denunciaram sintomas como dificuldade para respirar e dor no peito. Alguns também relataram vômitos, diarreia e febre.
Embora muitos casos sejam similares e muitos usuários tenham admitido ter acrescentado THC, o CDC considerara que ainda é cedo demais para determinar uma causa comum, e não identificou nenhuma substância causadora, como produtos de nicotina do mercado negro, ou canabinoides.