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Como evitar um debate sobre leite de amêndoa, remédios orgânicos ou maneiras de acabar com os piolhos em grupos de pais no WhatsApp? Algumas mães na Argentina criaram um "manual", cujo impacto mostra que os grupos escolares são o pesadelo de muitos(afp_tickers)
Como evitar um debate sobre leite de amêndoa, remédios orgânicos ou maneiras de acabar com os piolhos em grupos de pais no WhatsApp? Algumas mães na Argentina criaram um "manual", cujo impacto mostra que os grupos escolares são o pesadelo de muitos.
Um grupo de mães de uma escola de Buenos Aires criou um manual de recomendações para evitar a todo custo fofocas, discussões e mensagens sem sentido que ressoam nos telefones celulares, segundo o jornal Clarín.
"Informações sim, fofocas não", começa a mensagem divulgada pelo Colégio Beth de Palermo, que viralizou rapidamente após a sua divulgação nas redes sociais, chegando ao noticiário.
"Responda somente se contribuir com algo", "pense duas vezes antes de escrever" e "não exagere nos emoticons" são algumas das dicas que geraram reações hilariantes entre os internautas.
O "manual" foi o resultado de um exercício entre pais e a direção da escola para parar estes respondedores compulsivos e em série que fazem vibrar sem cessar o telefone enviando mensagens constantemente.
Entre as regras a seguir, aconselha-se "não criticar um professor no grupo".
Alejandra Mizrahi, diretora da escola, explicou que existe no campus "um grupo de 'Mães conectadas'", que se reúne uma vez por mês com a administração para trabalhar questões diferentes.
"No mês passado, o problema foi o uso de WhatsApp e qual o impacto que tem na sala de aula", indicou.
Depois de uma discussão, foi acordada a criação do manual com o objetivo de acabar com discussões indesejadas.
AFP