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Pessoas desalojadas da minoria yazidi, que fugiram da violência na cidade iraquiana de Sinjar, pedem ajuda durante manifestação na área fronteitiça de Fishkhabour, entre Síria e Iraque, nesta quarta-feira. No cartaz, dizem "nos salvem no Estado Islâmico". 13/08/2014 REUTERS/Youssef Boudlal(reuters_tickers)
WASHINGTON (Reuters) - É improvável que ocorra uma operação norte-americana para retirar a minoria yazidi isolada na região do Monte Sinjar, no Iraque, após ter fugido dos combatentes do Estado Islâmico, avaliou uma equipe dos Estados Unidos, de acordo com o Pentágono.
"A equipe avaliou que há muito menos yazidis no Monte Sinjar do que se pensava", disse o Pentágono em um comunicado nesta quarta-feira. "Os yazidis que permanecem estão em melhores condições do que se acreditava anteriormente e continuam a ter acesso à comida e à água que lançamos por avião."
"Com base nesta avaliação, foi determinado que uma missão de retirada é muito menos provável", disse o comunicado, acrescentando que os EUA continuarão a prestar assistência humanitária conforme necessário.
Combatentes curdos têm protegido cidades habitadas pela minoria yazidi à medida que comboios armados do Estado Islâmico avançavam e já ajudaram milhares de pessoas deste grupo a escapar para áreas mais seguras no norte.
(Reportagem de David Alexander e Sandra Maler)
Reuters