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Mais uma vez em primeiro lugar: os Estados Unidos estão na liderança do ranking mundial do uso de tecnologias da informação. A Suíça ficou em sétimo lugar.
Esse é resultado de uma pesquisa realizada pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) e publicada hoje.
Na véspera da Cúpula Mundial da Sociedade de Informação em Genebra, a fundação suíça que organiza o maior encontro mundial de empresários, milionários e políticos mostra que o fosso tecnológico entre os países do sul e do norte do Globo não pára de crescer.
O Fórum Econômico Mundial (WEF) não fica, porém só na crítica: muitos países da Ásia e da América Latina conseguiram, nos últimos anos, recuperar seu atraso tecnológico em relação aos países desenvolvidos.
Essas são alguns dos resultados de uma pesquisa realizada pelo WEF sobre o grau de uso das tecnologias de informação em nível mundial.
A classificação do WEF foi baseada nos seguintes critérios: existência ou não de regulamentação das tecnologias de informação; a capacidade da população, das empresas e do Estado de utilizá-las e o seu nível de conhecimento.
Nesse ranking os Estados Unidos estão em primeiro lugar devido ao forte uso das tecnologias de informação pelas empresas e administrações. Em segundo lugar ficou Singapura (há oito anos o país estava em oitavo), beneficiado por uma política voluntarista de promoção das tecnologias da informação.
Em terceiro, quarto e quinto ficaram países nórdicos: Finlândia, Suécia e Dinamarca. O Canadá ficou em sexto lugar e a Suíça em sétimo.
Países asiáticos investem em modernidade
Além de Singapura, outros países asiáticos destacaram-se também pelo bom posicionamento na pesquisa: Japão (12o), Taiwan (17o), Hong Kong (18o), Coréia do Sul (20o) e Malásia (26a). Segundo o WEF a Índia ficou em 45o lugar e a China em 51o.
Na América Latina o desenvolvimento tecnológico foi grande no Chile, colocado em 32o lugar, e no Brasil, que ficou com o 39o lugar. Suas taxas de crescimento nos últimos três anos foram de 472% e 309%, respectivamente.
No continente africano, apenas a África do Sul consegue se destacar (37o lugar no ranking mundial), vindo depois a Tunísia (40o) e as Ilhas Maurício (43o).
Israel, 16o colocado no ranking, deve o seu bom posicionamento à qualidade da sua pesquisa cientifica, indicou a pesquisa do WEF “Global Information Technology Report”.
swissinfo com agências
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