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Uma investigação conjunta envolvendo a polícia suíça e romena levou à prisão de vários membros de uma quadrilha acusada de exploração de mulheres jovens para a prostituição.Este conteúdo foi publicado em 08. outubro 2020 - 17:15
A rede romena era responsável em recrutar jovens mulheres da Romênia e forçá-las à prostituição na cidade suíça de Lausanne, na região de língua francesa. A maioria delas também tinha sido forçada à prostituição em outros países europeus (Itália, Alemanha e Noruega). Elas eram obrigadas a trabalhar sete dias por semana. Uma delas, uma jovem de 18 anos, foi morta por um cliente na Suíça em 2016.
Onze buscas foram realizadas em Lausanne e na Romênia, o que ajudou a identificar nove criminosos e 15 vítimas de tráfico humano nos dois países, informou a agência de notícias Keystone-SDA. Quatro romenos foram presos e mandados de prisão europeus foram emitidos posteriormente para outros cinco suspeitos, incluindo o suposto chefe da rede. O chefe de 35 anos de idade foi finalmente preso no primeiro semestre deste ano na Alemanha e extraditado em meados de agosto para a Romênia, de acordo com a polícia de Lausanne.
Os bens da rede de tráfico de seres humanos, totalizando vários milhões de francos suíços e incluindo cinco casas, foram confiscados. Todos os acusados foram ou serão levados perante os tribunais romenos.