Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02504.jsonl.gz/7

O chefe do Pentágono, Jim Mattis(afp_tickers)
O Pentágono negou que um grande número de civis tenha morrido em um ataque lançado em março passado, o qual atingiu uma mesquita, e reconhece apenas o possível falecimento de um civil em um complexo religioso contíguo.
A organização britânica Observatório para os Direitos Humanos apontou que 49 pessoas morreram no ataque cometido em 16 de março na cidade tomada pela oposição, Al-Jineh, localizada no norte de Aleppo. A maioria das vítimas era civil.
Uma investigação liderada pelo tenente-geral Paul Bontrager aponta que cerca de 20 homens que estavam em uma reunião da Al-Qaeda morreram no ataque, enquanto outros ficaram feridos.
"Consideramos que houve, infelizmente, uma vítima civil", admitiu Bontrager, que não soube dizer se ela sobreviveu.
O general comentou que as notícias veiculadas na imprensa mostraram um grande número de civis mortos, mas que os investigadores não descobriram evidências que respaldem essas queixas.
"Não temos conhecimento de que um alto número de civis tenha sido atendido em hospitais depois do ataque", acrescentou.
O ataque destruiu completamente um edifício vizinho a uma pequena mesquita, onde, segundo os investigadores, um madraçal (escola para estudo do Alcorão) estava sendo construído.
A investigação indica que os oficiais que realizaram o ataque não sabiam que o complexo em construção tinha um propósito religioso, completou Bontrager.
AFP