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A Comissão Executiva do Comitê Olímpico Internacional (COI) criou uma equipe de atletas refugiados para disputar as Jogos Olímpicos do Rio 2016. A delegação será tratada como as dos 206 Comitês Olímpicos Nacionais presentes nos JO.
A comissão executiva do COI Link externotambém aprovou aspectos operacionais ligados à participação dos atletas refugiados:
- A equipe será batizada atletas olímpicos refugiados;
- A equipe ficará na vila olímpica como todas as outras delegações;
- Treinadores e chefe da deleção serão designados pelo COI;
- Os uniformes serão fornecidos pelo COI;
- Para todo ato oficial da equipe (inclusive uma eventual cerimônia de entrega de medalhas), a bandeira olímpica será hasteada e o hino olímpico será tocado;
- Na cerimônia de abertura, a equipe vai desfilar com a bandeira olímpica, antes da delegação do Brasil;
- Os atletas refugiados passarão pelos mesmos controles antidoping sob a autoridade da Agência Mundial Antidoping (AMA);
- A Solidariedade Olímpica (SO) cobrirá todas as despesas de viagem e estadia dos atletas refugiados e vai continuar a apoiá-los depois dos Jogos Olímpicos.
A decisão do COI de formar a delegação é motivada por atletas de elite atingidos pela crise mundial dos refugiados, aptos a se classificarem para os JO. Esses candidatos receberam uma ajuda financeira para preparar a classificação.
Ao todo 43 atletas foram selecionados para a classificação. A deleção de atletas refugiados que irá Rio deverá ter entre cinco e dez atletas. A seleção deve estar concluída até junho, segundo critérios de nível esportivo, estatuto oficial de refugiado (verificado pela ONU), a situação pessoal e o percurso de cada um dos atletas.
(Fonte: COI)