Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02441.jsonl.gz/64

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, durante discurso em Courseulles-sur-Mer, em 10 de abril de 2017(afp_tickers)
O governo canadense anunciou nesta sexta-feira a adoção de sanções financeiras contra o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e outras 39 pessoas "responsáveis pela deterioração da democracia" na Venezuela.
Estas sanções "apontam a manter a pressão sobre o governo da Venezuela para que restabeleça a ordem constitucional e respeite os direitos democráticos de seu povo", indicou o governo federal em um comunicado.
As medidas tomadas pelo governo de Justin Trudeau se referem "ao congelamento de ativos e à proibição de transações dirigidas a indivíduos específicos", assim como à proibição para os canadenses de "prestar seus serviços financeiros ou serviços conexos".
Estas sanções foram decididas "em resposta ao estancamento do governo da Venezuela na ditadura".
Na lista de 40 pessoas, além do presidente Maduro, as sanções canadenses abrangem, entre outros, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino Lopez, e a presidente do Tribunal Eleitoral, Tibisay Lucena.
"O Canadá não se calará em um momento em que o governo da Venezuela priva seu povo de seus direitos democráticos fundamentais", destacou em um comunicado Chrystia Freeland, ministra canadense do Exterior.
"O Canadá é solidário com o povo venezuelano em sua luta por restaurar a democracia", acrescentou.
No fim de agosto, os Estados Unidos impuseram sanções financeiras à Venezuela a fim de restringir o acesso a capitais para o regime de Nicolás Maduro.
A Venezuela está sacudida há meses por uma profunda crise política após o colapso de sua economia fortemente dependente dos preços do petróleo que caíram durante três anos.
AFP