Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02490.jsonl.gz/59

(Arquivo) Poço de petróleo perto da cidade de Andrews, Texas(afp_tickers)
O petróleo subiu nesta segunda-feira após uma avalanche de declarações da Opep e de seus aliados sobre futuros esforços para reduzir a oferta mundial.
O barril de "light sweet crude" (WTI) subiu 21 centavos, a 46,43 dólares, nos contratos para entrega em junho negociados em Nova York.
No mercado de Londres el barril de Brent para julho aumentou 24 centavos, a 49,34 dólares.
Em pouco menos de um mês, o petróleo caiu quase 13% em Nova York e tanto a Opep como seus sócios, entre eles a Rússia, procuraram convencer os mercados de que estão abertos a estender o corte da produção que começaram em janeiro e que deveria durar seis meses.
A Arábia Saudita, membro dominante da Opep, disse acreditar que o acordo será estendido para toda a segunda metade do ano e provavelmente um pouco mais, segundo agência de notícias Bloomberg.
Um comunicado do ministério do Petróleo do Kuwait disse que "há um consenso quase total para que o acordo se estenda por pelo menos seis meses".
A Rússia, cujas posturas costumam ser consideradas ambíguas, se declarou solidária com os planos da Opep.
AFP