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Justiça poupa ativistas ambientais de prisão por protesto em pedreira
Um tribunal suíço ignorou as exigências da acusação de prender sete ativistas ambientais que foram acusados de transgressão e agressão à polícia durante uma manifestação em uma pedreira no ano passado.
Em vez disso, eles foram considerados culpados de delitos menores e multados. Eles estavam entre dezenas de manifestantes que foram presos em março ao serem removidos do local de propriedade da fabricante de cimento Lafarge-HolcimLink externo.
As sentenças foram observadas de perto por cerca de mais 40 acusados que deverão comparecer perante o tribunal nas próximas semanas.
Os promotores tinham pedido ao juiz que impusesse penas de prisão entre dois e seis meses por uma série de delitos de desobediência civil.
Mas o tribunal considerou insuficientes as provas para as acusações mais graves e optou por emitir aos réus multas suspensas por obstruir a polícia, amarrando-se com cordas ou recusando-se a descer de telhados.
Um dos acusados foi absolvido de agressão com pedras aos policiais porque podia provar que não estava no local na ocasião.
Cerca de 150 ativistas tinham ocupado a pedreira de Mormont na Suíça ocidental em outubro de 2020 para protestar contra a decisão de expandir o local. A manifestação acabou sendo interrompida seis meses mais tarde.
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