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O Hospital Universitário de Berna está realizando uma pesquisa inovadora que deve promover melhores tratamentos para uma série de distúrbios cerebrais.Este conteúdo foi publicado em 28. julho 2014 - 11:00
O neurocirurgião Claudio Pollo e sua equipe estão aprimorando um procedimento conhecido como estimulação cerebral profunda, ou DBS (“Deep Brain Stimulation”), que usa eletrodos no cérebro para regular a atividade neural e tratar distúrbios neurológicos.
Exames clínicos têm demonstrado que menos corrente é necessária graças ao uso de eletrodos menores e mais direcionais, que geram menos efeitos colaterais no tratamento.
Os resultados foram publicados recentemente na revista de neurologia “Brain”.
Eletrodos implantados em regiões do cérebro fornecem um estímulo elétrico para excitar ou inibir a atividade de um circuito neural.
Os pacientes DBS estão equipados com geradores de impulso movidos a bateria, conectados aos eletrodos através de fios isolados.
O gerador é semelhante a um marcapasso cardíaco e tem o tamanho de um cronometro.
Estima-se que mais de 100 mil pacientes em todo o mundo receberam DBS, principalmente para tratar a doença de Parkinson.
No momento, o procedimento só é usado com pacientes cujos sintomas não podem ser adequadamente controlados com medicação.
(RTS/swissinfo.ch)
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