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(Arquivo) Rolf Heuer, diretor da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), em Meyrin, Suíça, no dia 8 de outubro de 2013(afp_tickers)
Os Estados Unidos e a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern) assinaram nesta quinta-feira um novo acordo de cooperação para a pesquisa em física.
O acordo, assinado em uma cerimônia na Casa Branca pelo Departamento de Energia, a Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos e o Cern, com sede em Genebra, vai permitir novas descobertas científicas em física de partículas e de informática avançada, segundo nota.
"A sociedade e a comunidade científica como um todo se beneficiam plenamente de uma cooperação científica produtiva através das fronteiras", afirmou John Holdren, diretor do Escritório de Ciência e Tecnologia da Casa Branca.
"Este acordo nos permite considerar uma cooperação a longo prazo com os Estados Unidos, especialmente para orientar o Grande Colisor de Hádrons (LHC) para seu pleno potencial por muitos anos por uma série de atualizações planejadas", disse o diretor-geral do Cern, Rolf Heuer.
O acordo reúne as estratégias de longo prazo europeias e americanas no domínio da física de partículas e concentra-se numa estreita cooperação internacional.
O LHC é o mais poderoso acelerador de partículas do mundo e confirmou a existência do Bóson de Higgs em 2012, considerada a pedra angular da estrutura fundamental da matéria. Ele pode ajudar a desvendar outros mistérios da composição do Universo.
O Cern e os Estados Unidos compartilham uma longa história de colaboração. O físico americano Isidor Rabi foi um dos fundadores desta organização europeia e muitos cientistas norte-americanos participaram em projetos do Cern desde a sua criação, no início dos anos 1950.
O acordo será automaticamente renovado a cada cinco anos.
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