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O Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL) executou oito rebeldes na Síria antes de crucificar seus corpos em público em Deir Hafer, uma cidade na província de Aleppo (norte), onde permanecerão por três dias, informou neste domingo uma ONG.
Os rebeldes sírios também enfrentam pela primeira vez os jihadistas do EIIL, antigos aliados em sua luta contra o regime sírio, na província de Damasco, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
Desde janeiro, cerca de 6.000 pessoas, a maioria combatentes, foram mortos nos confrontos entre o EIIL e a aliança entre Frente Al-Nosra, um ramo da Al-Qaeda na Síria, e os rebeldes moderados.
De acordo com ativistas, a ofensiva lançada pelo grupo jihadista no Iraque parece ter fortalecido a sua presença na Síria.
Por sua vez, a força aérea síria, apoiada pelos combatentes do movimento xiita libanês Hezbollah, lançou foguetes e mísseis terra-terra contra posições rebeldes perto da capital, de acordo com os Comitês de Coordenação Local, uma rede de militantes.
A guerra na Síria, que começou há mais de três anos com uma onda de protestos pacíficos que rapidamente degeneraram em conflito armado, deixou 162 mil mortos e mais de nove milhões de deslocados.