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Por Jeremy Pelofsky and Adam Entous
WASHINGTON (Reuters) - Agências de inteligência dos Estados Unidos descobriram que um psiquiatra do Exército entrou em contato com um simpatizante islâmico da Al Qaeda e transmitiram a informação às autoridades antes do homem supostamente iniciar um tiroteio que matou 13 pessoas no Texas na semana passada, afirmaram autoridades norte-americanas nesta segunda-feira.
Enquanto as agências monitoravam os contados com Anwar al-Awlaki, um ferrenho clérigo anti-EUA no Iêmen que simpatizava com a Al Qaeda, eles chegaram a algumas comunicações do fim do ano passado com o suspeito de ter causado o tiroteio, o major Nidal Malik Hasan, afirmaram oficiais norte-americanos.
Eles afirmam que a informação foi dada por autoridades federais que determinaram que os textos de Hasan são consistentes com seus trabalhos acadêmicos, e não ofereciam oistas de que ele planejava um ataque ou estava seguindo ordens de alguém.
As autoridades decidiram indiciar Hasan, um norte-americano muçulmano descendente de palestinos, em um tribunal militar após o tiroteio de quinta-feira no posto de Fort Hood onde 30 outras pessoas foram feridas, duas delas autoridades do governo.
Com o FBI e representantes militares dando informações a parlamentares no fim da segunda-feira e outros comentários de diversas autoridades, parece que diferentes partes do governo estão procurando evitar serem culpadas por falhar em evitar o tiroteio.
Um representante da inteligência disse "não haver sinal até o momento de que a CIA obteve informação relevante sobre o caso e simplesmente a ignorou".
A autoridade norte-americana falou em condição de anonimato por conta da natureza sensível da investigação.
(Reportagem adicional de Susan Cornwell e JoAnne Allen)
Reuters