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No Dia Mundial da Felicidade, as Nações Unidas classificaram a Suíça como o quarto país mais feliz do mundo - logo atrás da Noruega, Dinamarca e Islândia.
No ano passado, a Suíça ficou em segundo lugar e, em 2015, em primeiro. Mas a queda nos rankings não é motivo para franzir a testa, de acordo com o World Happiness Report 2017.
"Todos os quatro principais países estão altamente bem posicionados em todos os principais fatores encontrados para apoiar a felicidade: cuidados, liberdade, generosidade, honestidade, saúde, renda e boa governança. Suas médias são tão próximas que pequenas mudanças podem reordenar os rankings de ano para ano", explicam os autores.
Produzido pela Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU, o Relatório Anual da Felicidade Mundial é baseado em medições do bem-estar por especialistas de áreas como economia, saúde e psicologia.
"Cada vez mais, a felicidade é considerada a medida adequada do progresso social e da meta da política pública", afirmam os autores, destacando que em junho de 2016 a OCDE (um grupo de países relativamente ricos) se comprometeu a redefinir o crescimento para colocar o bem-estar das pessoas no centro dos esforços dos governos.
Este ano, o relatório de 188 páginas enfatiza a importância dos fundamentos sociais da felicidade - coisas como ter alguém em quem confiar em momentos difíceis. Outros fatores incluem o PIB per capita e a expectativa de vida, que "dependem muito do contexto social", observa o relatório.
Existem capítulos específicos dedicados à China, África e Estados Unidos. Aparentemente, os chineses não são mais felizes hoje do que há 25 anos atrás - apesar de um aumento constante na renda durante o último quarto de século. A China ficou em 79º lugar.
Os EUA, que ocuparam o terceiro lugar entre os países da OCDE em 2007, ocuparam a 14ª posição no Relatório Mundial sobre a Felicidade deste ano, que atribui a queda ao declínio do apoio social e ao aumento da corrupção. Dos 155 países avaliados, a República Centro-Africana ocupa o último lugar, com o Burundi, a Tanzânia e a Síria a completar os quatro últimos.
swissinfo.ch/fh