Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02440.jsonl.gz/45

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
Estudantes lançaram centenas de bolas contra a polícia e interromperam o trânsito no centro de Santiago, em 11 de junho de 2015(afp_tickers)
Ao menos 100 mil professores protestaram nesta quarta-feira em Santiago, na terceira semana de greve para exigir do governo da presidente Michelle Bachelet a retirada do projeto de lei sobre a Nova Carreira Docente, segundo o Colégio de Professores.
Apoiados por estudantes secundaristas e universitários, os professores se reuniram na Praça Itália de Santiago, procedentes de distintas cidades do Chile, para seguir pelas principais artérias do centro da cidade.
Após uma passeata pacífica, que terminou no centro cultural Estación Mapocho, ocorreram confrontos entre a polícia e manifestantes encapuzados, que lançaram pedras contra os agentes, que reagiram com gás lacrimogêneo e jatos d'água.
"Com esta manifestação esperamos uma boa resposta do ministério (da Educação)", disse o presidente do sindicato dos professores, Jaime Gajardo, sobre a retirada do projeto da Nova Carreira, apresentado pelo governo.
A iniciativa propõe um aumento salarial de 28% para os professores que aderirem ao novo sistema, que estabelece reajustes com base em avaliações periódicas de desempenho, um mecanismo que os professores rejeitam.
AFP