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A Suíça sempre foi um país muito agrário e, graças a um solo rude e montanhoso e condições climáticas frias, por tanto, um país pobre. Batata, queijo e linguiça são as comidas típicas.
A partir de 1850 as reformas educacionais e a industrialização crescente, transformaram a Suíça em um país industrioso. Mas, com as duas guerras mundiais e a crise financeira de 1929 a fome voltou e assolou uma parte significativa do país. A fome extinguiu famílias inteiras.
Graças a reforma bancária feita no fim dos anos de 1940, a Suíça pode passar a acumular muito dinheiro oriundo de outros países. A partir da década de 70 com a desvinculação das moedas mundiais de seu peso em ouro, a moeda Suíça passou a ser a mais segura e mais estável do planeta, pois continuou sendo balizada pelas reservas de ouro.
Quando em 2008 estourou a bolha americana, a investigação dos contratos e das falcatruas por traz da bolha imobiliária levou aos bancos Suíços. A partir de 2014 a Suíça precisou trabalhar para deixar de ser um paraíso fiscal seguro. Mas, como fazer para se manter como um dos 3 países mais ricos do mundo: informática, patentes e start-ups.
A Suíça é detentora de forma integral ou parcial de boa parte das patentes de produtos desenvolvidos ao redor do mundo, principalmente na área de tecnologia. Por outro lado, ela também fomenta com entusiasmo a fundação de start-ups de tecnologia.
Mas, o que tem sustentado o crescimento do país é a área de desenvolvimento em TI. Google, Microsoft e Siemens são algumas das gigantes com sede em Zürich. E, a força dessa área demanda ainda tanta mão de obra que hoje, literalmente hoje, são quase 8 mil vagas de empregos na área de TI.
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