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Na segunda sondagem nacional, favoráveis e adversrários da adesão ganharam 2 pontos percentuais. A votação será dia 3 de março.
A segunda pesquisa de opinião, realizada pelo Instituto GFS, de Zurique, foi feita de 7 a 10 de janeiro, na semana seguinte ao lançamento das campanhas do governo e dos adversários da adesão.
Nada está definido
A Suíça e o Vaticano são os dois Estados não membros da ONU, apesar da Suíça participar de várias organizações das Nações Unidas e da sede européia da ONU ser em Genebra.
Na segunda pesquisa, os adeptos da adesão passaram de 48% para 50% mas os adversarios passaram de 35% para 37%. A comparação é com a primeira pesquisa, realizada em meados de dezembro.
Os resultados indicam que aumenta o interesse pela votação e que o número de indecisos diminui. No entanto, o Instituto GFS adverte que os resultado reflete apenas o momento da pesquisa e pode ser diferente no momento do voto.
Pelo sim, pelo não
A campanha pelo "sim" à ONU, os principais aurgumentos são o interesse da Suíça, a necessidade contribuir financieramente, participar da tomada de decisões e não apensas como observador e a convicção de que recusar a adesão prejudicaria a imagem do país.
A campanha dos adversarios insiste que a adesão não é necessária, que ela levaria a Suíça a participar de guerras, que a adesão custaria muito caro e que estaria em contradição como o princípio da neutralidade.
A votação ainda não está definida e outras sondagens serão publicadas antes de 3 de março. Em 1896, quando o contexto político internacional era muito diferente, quase dois terços dos eleitores suíços votaram contra a adesão à ONU.
Bernard Weissbrodt