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A aquisição pela Suíça de caças F-35A dos Estados Unidos foi declarada legal por uma comissão de auditoria parlamentar.
Mas o órgão da Câmara dos Deputados disse na sexta-feira que algumas ações governamentais durante o processo foram "preocupantes" ou "inapropriadas".
O acordo de 6 bilhões de CHF (US$ 6,2 bilhões) de caças a jato foi aprovado pelo Parlamento em 2019Link externo e foi carimbado pelos eleitores suíços no ano seguinte.
Mas o governo tem sido perseguido por alegações de comportamento questionável durante o processo de aquisição e enfrenta mais um possível desafio através de referendoLink externo.
Em julho, a emissora pública suíça SRF revelou um esforço francês fracassado de última horaLink externo para persuadir a Suíça a comprar seus jatos Rafale.
O órgão de auditoria parlamentar disse que era "preocupante" que fosse dado mais peso às especificações técnicas do que às conseqüências políticas ou econômicas das licitações rivais. Isto dificultou a avaliação do negócio que era do melhor interesse geral do país.
O Ministro da Defesa Viola Amherd também foi criticado por atrasos no envio de informações a outros ministros, o que foi considerado "inadequado" pelo comitê de auditoria. Mas a sonda também descobriu que nenhum ministro havia violado a lei de compras.
O relatório não atribuiu nenhuma culpa ao Departamento Federal de Armamento por quaisquer problemas durante as compras da frota de caças.
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