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Ela é uma história de sucesso no campo da medicina de emergência e salvamento. Milhares de vítimas de acidentes agradecem pela sua atuação: a Equipe de Salvamento Aéreo da Suíça, mais conhecida no país como "Rega".
O trabalho pioneiro iniciado em 1952 se transformou hoje em uma organização profissional de salvamento aéreo, no qual trabalham médicos e profissionais do mais alto gabarito. Impressões do seu trabalho estão publicadas agora no livro "Rega – Backstage".
Acidentes de trânsito, em empresas, em fazendas distantes ou nas montanhas: onde feridos precisam ser atendidos com urgência e levados ao hospital, a Rega é geralmente a primeira a chegar. Em média, ela necessita aproximadamente vinte minutos da chamada telefônica até a chegada ao local do acidente em helicóptero. Só em 2014, a Rega participou de 14.500 ações de salvamento.
A Rega também faz o transporte de emergência de suíços que estão em dificuldades no exterior.
Ela dispõe de 13 bases espalhadas pelo país. Nelas atuam os 350 funcionários. Sua frota é composta por 18 helicópteros e 3 aviões-ambulância. Só estes custaram 130 milhões de francos.
Os custos de operação são financiados pelas seguradoras de acidentes e contribuições dos mais de 2,5 milhões de doadores. A contribuição anual é de 30 francos.
(Imagens: Rega, Texto: Renat Kuenzi, swissinfo.ch)