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Uma equipe média suíça voou para o Líbano para prestar assistência à população vitimada pela explosão no porto de Beirute, em 4 de agosto de 2020, em um depósito que armazenava nitrato de amônio.Este conteúdo foi publicado em 14. agosto 2020 - 13:35
O governo suíço também doou cinco milhões de francos (US$ 5,5 milhões). Além disso, já enviou 20 voluntários para o país mediterrâneo.
A equipe de especialistas que acaba de embarcar leva consigo 1,5 toneladas de equipamentos médicos. Estes permitirão ações nas áreas de cirurgia, pediatria e obstetrícia.
A enorme explosão de 4 de agosto derrubou edifícios em um amplo raio, matando mais de 200 pessoas, ferindo milhares e deixando cerca de 300 mil desabrigados.
Em declaração na sexta-feira, o governo helvético disse que especialistas do Corpo Suíço de Ajuda Humanitária tinham avaliado 80 edifícios em Beirute e estavam trabalhando para reparar dois hospitais. Espera-se que um hospital já possa funcionar nos próximos dias.
A equipe suíça também trabalhará em seis escolas para colocá-las em funcionamento até meados de setembro. Cerca de 120 escolas da cidade foram danificadas pela explosão.
Dos cinco milhões já prometidos pela Suíça, quatro milhões serão destinados aos setores de saúde e educação. O restante dos recursos será destinado igualmente à Cruz Vermelha Libanesa e à Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FIRC).
Ainda não está claro o que provocou o incêndio que acendeu quase três mil toneladas de nitrato de amônio que foram armazenadas durante anos no porto de Beirute, próximo a áreas residenciais densamente povoadas.