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TV sul-coreana exibe imagens do lançamento do míssil na Coreia do Norte(afp_tickers)
A Coreia do Norte se esquiva das sanções mais duras impostas pela ONU usando intermediários ou empresas de fachada para continuar comercializando, particularmente na Malásia e na China, de acordo com um relatório das Nações Unidas consultado pela AFP nesta sexta-feira.
Este relatório de 100 páginas confirma que os dois testes nucleares e os 26 disparos de mísseis realizados pela Coreia do Norte no ano passado permitiram Pyongyang "preparar o terreno em matéria de tecnologia devido à sua capacidade (de controlar) as armas de destruição em massa, e tudo indica que isso vai continuar".
O Conselho de Segurança da ONU impôs sanções contra a Coreia do Norte através de duas resoluções que proíbem a exportação de minerais e restringem operações bancárias, mas a sua implementação pelos Estados-membros da ONU "continua a ser inadequada e altamente inconsistente".
A Coreia do Norte "contorna as sanções sobre o comércio de produtos proibidos com técnicas de evasão cujo alcance, extensão e sofisticação não param de crescer", aponta o relatório transmitido ao Conselho de Segurança na semana passada.
As novas sanções são destinadas a privar o regime comunista de Kim Jong-Un do capital necessário para financiar seus programas balísticos, que ameaçam a segurança global, segundo a ONU.
AFP