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O país subiu duas posições no ranking da percepção de corrupção medido pela Transparência Internacional e agora está em terceiro lugar, ao lado da Finlândia e Noruega.
Quanto pior um país está situado no rankingLink externo, maior é a percepção da corrupção por seus cidadãos. Em uma escala que vai de 0 a 100, em que zero significa altamente corrupto e cem, altamente íntegro. A Transparência Internacional publicou os resultados do seu estudo na quarta-feira e indicou que apenas a Nova Zelândia e a Dinamarca se consideram menos corruptas do que a Suíça.
Apesar de ter sofrido uma queda de um ponto porcentual, a nação alpina pulou da quinta para a terceira posição no estudo graças às avaliações de empresários e especialistas da corrupção no setor público.
Martin Hilti, diretor da Transparência Internacional na Suíça, afirmou às agências de notícia que a classificação não significa necessariamente que o país está livre da corrupção, mas sim que ela seria uma "ocorrência regular" no país, particularmente no setor privado, que não estava incluído nas estatísticas.
O relatório também não levou em consideração que as empresas suíças poderiam estar envolvidas em atividades corruptas no exterior, ainda acrescentou Hilti.
A corrupção continua a ser um problema global e a maioria dos países está se movendo muito devagar em seus esforços para combatê-la, disse o representante da ONG com sede em Berlim.
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