Document ID: /fineweb-2-swissfilter-quality_10-filterrobots/filtered/02516.jsonl.gz/80

Conteúdo externo
O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.
Secretário da Defesa James Mattis visita Cabul em abril de 2017(afp_tickers)
A maior parte dos mais 3.000 novos soldados americanos que irão para o Afeganistão, como parte da nova estratégia do presidente Donald Trump, "estão a caminho" desse país devastado pela guerra, disse nesta segunda-feira o secretário de Defesa, Jim Mattis.
Trump anunciou em agosto uma nova política para combater os talibãs, que continuam realizando ataques fatais, controlam grandes áreas de território e estão matando milhares de integrantes das forças afegãs locais.
Mattis disse aos jornalista no Pentágono que não queria dar números precisos, mas garantiu que serão enviados "exatamente mais de 3.000" soldados ao Afeganistão, onde reforçarão as aproximadamente 11.000 forças americanas que já estão ali.
"A maioria deles está a caminho sob ordens agora, e preferiria não dar mais informação que ajude o inimigo", acrescentou.
Durante meses, os generais americanos qualificaram a situação no Afeganistão como um "ponto morto", apesar dos anos de apoio a seus parceiros afegãos, da ajuda contínua de uma coalizão da Otan e do custo total para Estados Unidos de mais de um trilhão de dólares.
A guerra completa 16 anos no mês que vem e é o conflito mais longo dos Estados Unidos.
Trump, que nas eleições defendia a retirada das tropas do Afeganistão, mudou de opinião depois que líderes militares o convenceram de que os custos de retirar-se seriam piores do que os de continuar.
AFP