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Os Correios austríacos introduziram os cartões postais em outubro de 1869, mas foi um litógrafo de Zurique que criou um processo econômico e premiado para torná-los mais coloridos.
Os postais constituíam uma forma simples de enviar uma lembrança rápida e barata, especialmente para os turistas, e se tornaram rapidamente populares: um milhão de cartões foram vendidos um mês após a sua introdução.
No entanto, os primeiros eram em preto e branco, e a coloração à mão era a única opção.
É aí que entra o suíço Hans Jakob Schmid, o litógrafo que inventou o processo fotocromático para o seu empregador, a gráfica de Zurique Orell Füssli. O processo funcionava assim: o negativo em preto e branco era projetado em até 16 placas de pedra sensíveis à luz, que eram impressas em várias cores. Como a cor era transparente, um número quase infinito de nuances podia ser gerado com as 16 placas.
Em 1889, Orell Füssli dividiu seu negócio de fotocromo em uma subsidiária e, em 1895, surgiu a sociedade anônima Photoglob & Co, que concedeu licenças para Londres e Detroit, entre outros lugares. O processo ganhou uma medalha de ouro na Exposição Universal de Paris de 1900.
Em seu auge, em 1913, 112,5 milhões de cartões postais eram vendidos na Suíça.
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