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(3 jun) Dezenas de pessoas abandonam o bairro de Zanjili, oeste de Mossul, durante uma ofensiva das forças do governo para tomar a cidade das mãos do EI(afp_tickers)
O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al-Hussein, acusou nesta terça-feira o grupo extremista Estado Islâmico (EI) pela morte de 163 pessoas no dia 1º de junho, no momento em que tentavam fugir da cidade iraquiana de Mossul.
"A brutalidade Daesh (acrônimo árabe do EI) e de outros grupos terroristas parece não ter limites, afirmou no Conselho de Direitos Humanos da ONU.
"Ontem (segunda-feira) minha equipe informou que ainda há corpos de homens, mulheres e crianças iraquianas assassinadas nas ruas do bairro de Al-Shira, zona oeste de Mossul, depois que 163 pessoas foram mortas pelo Daesh para evitar sua fuga", completou.
Al-Hussein disse que várias pessoas estão desaparecidas no bairro.
AFP