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A Suíça ampliou sua lista de sanções contra indivíduos e entidades por causa da invasão russa da Ucrânia.Este conteúdo foi publicado em 16. março 2022 - 13:34
O Ministério da Economia disse que mais 206 nomes foram incluídos na lista negra em conexão com a guerra na Ucrânia. A lista inclui oligarcas e empresários proeminentes da Rússia e Belarus.
Entre eles está o empresário Roman Abramovich que tem laços de longa data com o presidente russo, Vladimir Putin.
Entretanto, não há menção a Viktor Vekselberg, que é residente na Suíça e foi alvo de sanções dos Estados Unidos no início desta semana.
"A lista de sanções da Suíça agora reflete totalmente a da União Europeia", disse o ministérioLink externo na quarta-feira.
Os indivíduos da lista negra estão sujeitos a sanções financeiras e restrições de viagem.
O governo suíço decidiu, no mês passado, assumir as sanções da UE, provocando um debate sobre a tradicional neutralidade do país.
Parlamento
O parlamento suíço realizou na quarta-feira um debate de três horas sobre a política do governo e as possíveis consequências da guerra na Ucrânia.
Quatro ministros do governo estiveram presentes à reunião na Câmara dos Deputados para responder perguntas sobre mais ajuda humanitária, refugiados, assim como sobre segurança e abastecimento de gás.
A direita e o centro exigiram um aumento das despesas de defesa da Suíça, enquanto os parlamentares de esquerda se concentraram em aumentar a ajuda humanitária e as sanções econômicas.
O presidente suíço Ignazio Cassis, que ocupa o cargo de ministro das Relações Exteriores, disse que a Europa estava enfrentando a "pior crise de segurança desde a Segunda Guerra Mundial".
Ele descreveu a situação humanitária como uma "catastrófica", com mais de dois milhões de pessoas precisando de ajuda de emergência.
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