Document ID: 31994L0011

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EUR-Lex - 31994L0011 - PT
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31994L0011
Directiva 94/11/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de Março de 1994, relativa à aproximação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados-membros respeitantes à rotulagem dos materiais utilizados nos componentes principais dos artigos de calçado para venda ao consumidor
Jornal Oficial nº L 100 de 19/04/1994 p. 0037 - 0041 Edição especial finlandesa: Capítulo 13 Fascículo 26 p. 0039  Edição especial sueca: Capítulo 13 Fascículo 26 p. 0039
DIRECTIVA 94/11/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de  23 de Março de 1994 relativa à aproximação das disposições legislativas, regulamentares e  administrativas dos Estados-membros respeitantes à rotulagem dos materiais utilizados nos  componentes principais dos artigos de calçado para venda ao consumidorO PARLAMENTO  EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100ºA, Tendo em conta a proposta da Comissão (1), Tendo em conta o parecer do Comité Económico e Social (2), Deliberando nos termos do procedimento previsto no artigo 189ºB do Tratado, Considerando que em alguns Estados-membros foi aprovada regulamentação para a rotulagem dos artigos  de calçado com o objectivo de proteger e informar o público e de garantir os legítimos interesses  da indústria; Considerando que as disparidades existentes nessa regulamentação podem criar entraves ao comércio  na Comunidade, prejudicando, pois, o funcionamento do mercado interno; Considerando que, para evitar os problemas resultantes da coexistência de sistemas diferentes, é  necessário especificar os elementos que devem integrar um sistema comum de rotulagem dos artigos de  calçado; Considerando que a resolução do Conselho, de 9 de Novembro de 1989, sobre as futuras prioridades  para o relançamento da política de defesa dos consumidores (3), preconiza a melhoria da informação  do consumidor relativamente aos produtos; Considerando que a introdução de um sistema que reduza o risco de fraudes, através da indicação  rigorosa dos materiais utilizados nos principais componentes dos artigos de calçado, serve os  interesses dos consumidores e da indústria do calçado; Considerando que na resolução do Conselho, de 5 de Abril de 1993, relativa às futuras medidas em  matéria de rotulagem dos produtos no interesse do consumidor (4), se considera a rotulagem um meio  importante para se conseguir uma melhor informação e transparência para o consumidor e para  garantir o funcionamento harmonioso do mercado interno; Considerando que a harmonização das legislações nacionais constitui o meio adequado para suprimir  esses entraves à liberdade de comércio; que este objectivo não pode ser alcançado satisfatoriamente  pelos Estados-membros a título individual; que a presente directiva se limita a estabelecer os  requisitos indispensáveis à livre circulação dos produtos aos quais se aplica, ADOPTARAM A PRESENTE DIRECTIVA: Artigo 1º 1. A presente directiva é aplicável à rotulagem dos materiais utilizados nos componentes principais  dos artigos de calçado para venda ao consumidor. Para efeitos do disposto na presente directiva, entende-se por «artigos de calçado»: os produtos  com solas aplicadas, destinados a proteger ou a cobrir o pé, incluindo as partes comercializadas  separadamente objecto do anexo I. O anexo II contém uma lista não exaustiva dos produtos abrangidos pela presente directiva. Não são abrangidos pela presente directiva: - os sapatos em segunda mão, - os sapatos protectores, abrangidos pela Directiva 89/686/CEE (5), - os artigos de calçado abrangidos pela Directiva 76/769/CEE (6), - os sapatos de brinquedo. 2. A rotulagem deve incluir informações relativas à composição dos artigos de calçado, em  conformidade com o disposto no artigo 4º i) A rotulagem deve conter informações relativas às três partes do artigo de calçado, conforme  definidas no anexo I, ou seja: a) parte superior (corte), b) forro de gáspea e palmilha de acabamento e c) sola. ii) A composição do artigo de calçado deve ser indicada de acordo com o disposto no artigo 4º e por  meio quer de pictogramas quer de textos indicando os materiais específicos em conformidade com o  anexo I. iii) Para a determinação dos materiais da parte superior nos termos do disposto no nº 1 do artigo  4º e no anexo I, são irrelevantes os acessórios ou reforços, tais como orlas, protectores de  tornozelos, adornos, fivelas, presilhas, ilhoses ou dispositivos semelhantes. iv) Quanto à sola, a classificação é baseada no volume dos materiais que a constituem, em  conformidade com o disposto no artigo 4º Artigo 2º 1. Os Estados-membros tomarão as medidas necessárias para assegurar que só sejam colocados no  mercado os artigos de calçado que satisfaçam os requisitos de rotulagem estabelecidos na presente  directiva, sem prejuízo de outras disposições comunitárias aplicáveis. 2. Se forem colocados no mercado artigos de calçado que não estejam em conformidade com as  disposições relativas aos requisitos de rotulagem, o Estado-membro em questão deve tomar as medidas  adequadas previstas na respectiva legislação nacional. Artigo 3º Sem prejuízo de outras disposições comunitárias aplicáveis, os Estados-membros não podem proibir ou  dificultar a colocação no mercado de artigos de calçado que respeitem os requisitos de rotulagem da  presente directiva mediante a aplicação de disposições nacionais não harmonizadas no domínio da  rotulagem de certos artigos de calçado ou dos artigos de calçado em geral. Artigo 4º 1. A rotulagem deve conter informações sobre o material que, determinado em conformidade com o  anexo I, represente, pelo menos, 80 % da área da parte superior, do forro da gáspea e palmilha de  acabamento do artigo de calçado, e pelo menos, 80 % do volume da sola. Se nenhum material  representar pelo menos 80 %, devem ser fornecidas informações sobre os dois principais materiais  que entram na composição do artigo de calçado. 2. Estas informações devem ser apostas no próprio artigo de calçado. O fabricante, ou o seu  mandatário estabelecido na Comunidade, pode optar, quer por pictogramas quer, pelo menos, por  indicações escritas na ou nas línguas que podem ser escolhidas pelo Estado-membro de consumo, de  acordo com o Tratado, os quais são definidos e ilustrados no anexo I. Os Estados-membros deverão  acautelar, nas respectivas legislações nacionais, que os consumidores sejam devidamente informados  acerca do significado desses pictogramas, zelando por que essas disposições não criem entraves às  trocas. 3. Na acepção da presente directiva, a rotulagem consiste em munir das informações prescritas pelo  menos uma das peças de calçado em cada par. Pode ser feita através de impressão, colagem, gofragem  ou por meio de suporte preso ao calçado. 4. A rotulagem deve ser visível, bem presa e acessível e as dimensões dos pictogramas  suficientemente grandes para facilitar a compreensão das informações contidas. O rótulo não deve  poder induzir o consumidor em erro. 5. O fabricante, ou o seu mandatário estabelecido na Comunidade, é obrigado a fornecer o rótulo e é  responsável pela exactidão das informações nele contidas. Se nem o fabricante nem o seu mandatário  estiverem estabelecidos na Comunidade, esta obrigação cabe à pessoa responsável pela primeira  colocação no mercado na Comunidade. Cabe ao retalhista a responsabilidade de assegurar que o  calçado que vende esteja dotado dos rótulos adequados exigidos pela presente directiva. Artigo 5º As informações exigidas por força da presente directiva poderão ser acompanhadas de informações  escritas complementares, eventualmente apostas na etiqueta. Todavia, em conformidade com o disposto  no artigo 3º, os Estados-membros não podem proibir ou dificultar a comercialização dos artigos de  calçado que respondam às exigências da presente directiva. Artigo 6º 1. Os Estados-membros adoptarão e publicarão as disposições legislativas, regulamentares e  administrativas necessárias para dar cumprimento à presente directiva o mais tardar até 23 de  Setembro de 1995. Do facto informarão imediatamente a Comissão. 2. Os Estados-membros aplicarão as disposições a que se refere o nº 1 a partir de 23 de Março de  1996. Às mercadorias em armazém facturadas ou entregues ao retalhista antes desta data não são  aplicáveis as referidas disposições até 23 de Setembro de 1997. 3. Quando os Estados-membros adoptarem essas disposições, estas devem incluir uma referência à  presente directiva ou ser acompanhadas dessa referência na publicação oficial. As modalidades dessa  referência serão adoptadas pelos Estados-membros. 4. A Comissão submeterá à apreciação do Conselho, três anos após a aplicação da presente directiva,  um relatório de avaliação que tenha em conta as dificuldades eventuais com que depararam os  operadores na aplicação das disposições da presente directiva e apresentará eventualmente propostas  de revisão adequadas. Artigo 7º Os Estados-membros são os destinatários da presente directiva. Feito em Bruxelas, em 23 de Março de 1994. Pelo Parlamento Europeu O Presidente E. KLEPSCH Pelo Conselho O Presidente Th. PANGALOS (1) JO nº C 74 de 25. 3. 1992, p. 10. (2) JO nº C 287 de 4. 11. 1992, p. 36. (3) JO nº C 294 de 22. 11. 1989, p. 1. (4) JO nº C 110 de 20. 4. 1993, p. 3. (5) JO nº L 399 de 30. 12. 1989, p. 18. (6) JO nº L 262 de 27. 9. 1976, p. 201. ANEXO I 1. Definição das partes do artigo de calçado a identificar e pictogramas ou  indicações escritas correspondentes Pictograma Indicação escrita a) Parte superior (corte) É a face exterior do elemento estrutural ligado à sola. >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>F Tige D Obermaterial IT Tomaia NL Bovendeel EN Upper DK Overdel GR AAÐÁÍÙ ÌAAÑÏÓ ES Empeine P Parte superior b) Forro do gáspea e palmilha de acabamento É o forro da parte superior e da palmilha, que constituem o interior do artigo de calçado. >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>F Doublure et semelle de propreté D Futter und Decksohle IT Fodera e Sottopiede NL Voering en inlegzool EN Lining and sock DK Foring og bindsaal GR OEÏAEÑAAÓ ES Forro y plantilla P Forro e palmilha c) Sola É face inferior do artigo de calçado sujeita a desgaste por atrito e ligada à parte superior. >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>F Semelle estérieure D Laufsohle IT Suola esterna NL Buitenzool EN Sole DK Ydersaal GR ÓÏËÁ ES Suela P Sola 2. Definição dos materiais e pictogramas correspondentes Os pictogramas referentes aos materiais  devem ser apostos, na etiqueta, junto dos pictogramas respeitantes às três partes do artigo de  calçado referidas no artigo 4º e na parte 1 deste anexo. Pictograma Indicação textual a) i) Couros e peles curtidas (curtidos) Termo genérico aplicável a peles que conservam a respectiva estrutura fibrosa original mais ou  menos intacta, mas que foram curtidas para se tornarem imputrescíveis. O pelo ou a lã podem ou não  ter sido eliminados. Consideram-se também «curtidos» as peles que foram divididas (serradas) em  camadas ou segmentos, quer a divisão tenha ocorrido antes quer após o curtimento. Mas se a pele  curtida tiver sido desintegrada mecânica e/ou quimicamente em partículas fibrosas, pequenas  partículas ou pó e sido de seguida reconstituída, após combinação ou não com um agente ligante, em  folhas ou outras formas, o produto final obtido não pode ser nessas circunstâncias denominado  «couro» ou «pele curtida». Se o couro ou a pele curtida tiverem uma superfície de revestimento ou  uma superfície contracolada, estas camadas superficiais não devem ter espressura superior a 0,15  mm, qualquer que tenha sido o modo da sua aplicação à pele. Estão assim abrangidos todos os couros  sem prejuízo de outras obrigações legais como, por exemplo, a Convenção de Washington. No caso de se utilizar a referência «couro de flor integral» nas informações escritas suplementares  e facultativas referidas no artigo 5º, essa referência aplicar-se-á a uma pele que comporte a sua  flor de origem tal como esta se apresenta quando a epiderme foi retirada e sem que tenha sido  retirada qualquer película por polimento, desfloramento ou fendimento. >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>F Cuir D Leder IT Cuoio NL Leder EN Leather DK Laeder GR AEAAÑÌÁ ES Cuero P Couros e peles curtidas Pictograma Indicação textual a) ii) Couro revestido Couro em que a espessura da superfície de revestimento ou de contracolagem não excede um terço da  espessura total do produto, sendo no entanto superior a 0,15 mm. >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>F Cuir enduit D Beschichtetes Leder IT Cuoio rivestito NL Gecoat leder EN Coated leather DK Overtrukket laeder GR AAÐAAÍAEAAAEÕÌAAÍÏ AEAAÑÌÁ ES Cuero untado P Couro revestido b) Têxteis naturais e têxteis sintéticos ou não tecidos Entende-se por «têxteis» todos os produtos abrangidos pela Directiva 71/307/CEE, tendo em conta  todas as suas alterações. >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>F Textile D Textil IT Tessili NL Textiel EN Textile DK Tekstilmaterialer GR ÕOEÁÓÌÁ ES Textil P Têxteis c) Todos os outros materiais >REFERÊNCIA A UM GRÁFICO>F Autres matériaux D Sonstiges Material IT Altre materie NL Overige materialen EN Other materials DK Andre materialer GR ÁËËÁ ÕËÉÊÁ ES Otros materiales P Outros materiais  ANEXO II EXEMPLOS DE ARTIGOS DE CALÇADO ABRANGIDOS PELA DIRECTIVA Os «artigos de  calçado» podem incluir desde as sandálias cuja parte superior consista simplesmente em cordões ou  tiras ajustáveis às botas de mosqueteiro cujo cano cobre a perna e a coxa. Entre os produtos  incluídos contam-se, portanto: i) Sapatos de entrada baixa, de tipo corrente, rasos, de meio tacão ou de salto alto, de interior  ou de exterior; ii) Botins, meias botas, botas de cano alto e botas de mosqueteiro; iii) Sandálias de tipos diversos, alpercatas (sapatos com a parte superior em lona e solas de  matérias vegetais entrançadas); sapatos de ténis, sapatos para corrida pedestre e outros desportos;  sapatos para banho e outro calçado de lazer; iv) Calçado especial de desporto que disponha, ou possa dispor, de pitões, pregos, batentes,  presilhas, barras ou dispositivos afins, bem como as botas de patinagem, botas de esqui e calçado  para esqui de fundo, botas para luta, botas para pugilismo e sapatos para ciclismo. Inclui-se  igualmente o calçado fixado em patins de rodas ou para gelo; v) Sapatilhas de dança; vi) Sapatos obtidos de uma peça única, nomeadamente por moldagem de borracha ou plásticos, com  exclusão dos artigos descartáveis de material pouco consistente (papel, películas de material  plástico, etc., sem solas aplicadas); vii) Galochas para usar com outro calçado e que, em alguns casos, não dispõem de tacões; viii) Calçado descartável, com solas aplicadas, geralmente destinado a ser utilizado uma única  vez; ix) Calçado ortopédico. Por uma questão de homogeneidade e de clareza, e sob reserva das disposições mencionadas na  descrição dos produtos abrangidos pela presente directiva, poder-se-ão considerar, em geral,  incluídos no âmbito de aplicação da presente directiva os produtos previstos no capítulo 64 da  Nomenclatura Combinada (NC).

Summary:
Rotulagem dos artigos de calçado
Rotulagem dos artigos de calçado
A rotulagem dos artigos de calçado e respetivos componentes presta informações aos consumidores que lhes permitem tomar decisões de compra informadas. Além disso, ajuda a proteger a indústria da concorrência desleal e melhora o funcionamento do mercado interno na União Europeia (UE).
ATO
                  
Diretiva 94/11/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de março de 1994, relativa à aproximação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados-Membros respeitantes à rotulagem dos materiais utilizados nos componentes principais dos artigos de calçado para venda ao consumidor.
SÍNTESE
                  
A rotulagem dos artigos de calçado e respetivos componentes presta informações aos consumidores que lhes permitem tomar decisões de compra informadas. Além disso, ajuda a proteger a indústria da concorrência desleal e melhora o funcionamento do mercado interno na União Europeia (UE).
PARA QUE SERVE ESTA DIRETIVA?
                     
Esta diretiva estabelece as regras aplicáveis à rotulagem dos artigos de calçado:
o conteúdo e o formato do rótulo;
a responsabilidade pela rotulagem.
PONTOS-CHAVE
Apenas necessitam de ser rotulados os materiais que cubram 80% ou mais da área da parte superior, do forro da gáspea e palmilha de acabamento do artigo de calçado, bem como 80% ou mais do volume da sola. Se nenhum material representar pelo menos 80%, deve ser aposto um rótulo com informações sobre os dois principais materiais.
A rotulagem deve prestar informações sobre os três componentes do artigo de calçado:
parte superior (corte);
forro de gáspea e palmilha de acabamento;
sola.
O rótulo pode ser apresentado por escrito ou sob a forma de um pictograma.
Além disso, deve ser visível, bem preso e acessível.
O rótulo deve ser:
impresso ou gofrado no artigo de calçado ou
preso ao artigo de calçado através de, por exemplo, uma etiqueta adesiva ou
afixado através de, por exemplo, um fecho ou corda.
O rótulo deve aparecer, pelo menos, num dos dois elementos que compõem o par de sapatos, botas, etc.
Os fabricantes da UE são responsáveis pelo fornecimento do rótulo e pela respetiva exatidão ou, em caso de importação do artigo de calçado, a responsabilidade é assumida pela pessoa que o coloca pela primeira vez no mercado da UE. Cabe ao retalhista a responsabilidade de assegurar que o calçado que vende esteja dotado dos rótulos adequados.
Os anexos especificam:
definições (por exemplo, parte superior, sola, etc.) das partes do artigo de calçado a identificar e pictogramas ou indicações escritas correspondentes (anexo I);
exemplos de artigos de calçado abrangidos pela diretiva (anexo II). Não abrange, por exemplo, os artigos de calçado utilizados para efeitos de saúde e segurança no local de trabalho, que são abrangidos pelas regras da UE em matéria de equipamentos de proteção individual.
Existe ainda um rótulo ecológico voluntário da UE para os artigos de calçado. Este rótulo ajuda os consumidores a identificarem os artigos de calçado cujo ciclo de vida (produção, utilização e eliminação) representa um impacto ambiental reduzido.
REFERÊNCIAS
Ato
Entrada em vigor
Prazo de transposição nos Estados-Membros
Jornal Oficial da União Europeia
Diretiva 94/11/CE
9.5.1994
23.9.1995
JO L 100 de 19.4.1994, p. 37-41
Ato(s) modificativo(s)
Entrada em vigor
Prazo de transposição nos Estados-Membros
Jornal Oficial da União Europeia
Diretiva 2006/96/CE
1.1.2007
1.1.2007
JO L 363 de 20.12.2006, p. 81-106
Diretiva 2013/15/UE
1.7.2013
1.7.2013
JO L 158 de 10.6.2013, p. 172-183
As sucessivas alterações Diretiva 94/11/CE foram integradas no texto de base. A versão consolidada apenas tem valor documental.
última atualização 19.08.2015